J. S. Bach (1685-1750): As “Missas Brevis” Completas

Nancy Argenta à época desta gravação

Nancy Argenta à época desta gravação

A Missa Brevis é, literalmente, uma missa breve, curta. As quatro de Bach são compostas de seis movimentos — o formato usual é de cinco. Com pequenas variações uma para outra, são eles Kyrie, Gloria, Domine Deus, Qui tollis, Quoniam e Cum sancto Spiritu. O grupo inglês, chefiado pelo The Purcell Quartet, dá um banho de bola neste repertório pouco divulgado. Destaque máximo para Nancy Argenta e Michael Chance.

Lutheran Masses Vol. 1

Tracklist:
01-06. Missa Brevis, BWV235
07-12. Missa Brevis, BWV234

Com:
Susan Gritton, soprano
Robin Blaze, countertenor
Mark Padmore, tenor
Peter Harvey, bass
The Purcell Quartet

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Lutheran Masses Vol.  2

Tracklist:
01-03. Trio Sonata, BWV529
04-09. Missa Brevis, BWV236
10-15. Missa Brevis, BWV233

Com:
Nancy Argenta, soprano
Michael Chance, countertenor
Mark Padmore, tenor
Peter Harvey, bass
The Purcell Quartet

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O Purcell Quartet descansando.

O Purcell Quartet descansando.

PQP

Alma Latina: Del Cielo y de la Terra – Música de la Fiesta de Nuestra Señora de la Candelaria c. 1605

Del Cielo y de la Tierra
Fiesta de N. S. de la Candelaria
Santafé, Colombia, c. 1605

El presente trabajo es el resultado de la investigación de Egberto Bermúdez alrededor de la música de Gutierre Fernández Hidalgo, considerado por Robert Stevenson – decano de la musicología del período colonial latinoamericano – como el más grande compositor renacentista residente en América, la cual únicamente se ha conservado en el Archivo Musical de la Catedral de Bogotá.

El contacto del profesor Bermúdez con este repertorio se remonta a 1974, año en que realizó sus primeras transcripciones de él, a partir de fotografías publicadas por monseñor José Ignacio Perdomo Escobar en su obra acerca de la historia musical de nuestro país.

Sólo hasta 1987 tuvo ocasión de confrontar los manuscritos originales, a raíz de la publicación de su Antología de Música Religiosa SiglosXVI-XVIII, editada por la presidencia de la República. De entonces acá, la fuente utilizada es la copia de un microfilm de los libros, producido por el Archivo Nacional, dado que los documentos originales no están disponibles por encontrarse en proceso de reubicación.

Junto con nuestro propósito de publicar la obra completa del compositor, hemos querido producir una versión sonora que por primera vez incluya una porción significativa y coherente de este valioso repertorio y lo sitúe en el contexto de su utilización práctica dentro de la sociedad bogotana de finales del Siglo XVI.

El proyecto, financiado y ejecutado por la Fundación DE MVSICA, espera extenderse a la ejemplificación de repertorios más tardíos incluidos en el mismo archivo, en un intento de ampliar la comprensión de su papel en la formación de la identidad musical de nuestro país y nuestro continente.

Fundación de Mvsica, Colombia

Música de la Festa de Nuestra Señora de la Candelaria
Anónimo España
01: La Víspera: La De Las Damas (Gallarda) – Domine Ad ADJuvandum (invitatorio)
Gutierre Fernandez Hidalgo (Talavera de la Reina, c1547?, La Plata [hoy Sucre], Bolivia, 1623)
02: La Víspera: Dixit Dominus (Salmo 109)
Can[ónig]o Garzón, España, c. 1595
03: La Víspera: [Verso Para Ministriles] N° 2
Gutierre Fernandez Hidalgo
04: La Víspera: Laetatus Sum In His (Salmo 121)
Can[ónig]o Garzón, España, c. 1595
05: La Víspera: [Verso Para Ministriles] N° 3
Rodrigo de Ceballos (España, c.1525-c.1571)
06: La Víspera: Lumen Ad Revelationem (antífona)
Anónimo Bogotá (Alonso Garzón de Tahuste (Mali c1555 – Colombia c1644?)
07: La Víspera: Qui Habitat In ADJutorio (Salmo 90)
Anónimo España
08: La Víspera: La De Las Medias (Gallarda)
Tradicional Sefardí s. XVI
09: La Víspera: “Morena” Me Llaman
Diego Pisador (Salamanca c1509-c1557)
10: La Víspera: Romance De Abindarráez
Anónimo España
11: La Víspera: La Italiana / La Francesa (Gallardas)
12: La Fiesta: Fabordones Para Las Chirimías – I Tono
Gutierre Fernandez Hidalgo
13: La Fiesta: Laudate Pueri (Salmo 112)
Anónimo España
14: La Fiesta: Fabordones Para Las Chirimías – IV Tono
Gutierre Fernandez Hidalgo
15: La Fiesta: Lauda Jerusalem (Salmo 147)
Can[ónig]o Garzón, España, c. 1595
16: La Fiesta: [Verso Para Ministriles] N° 4
?
17: La Fiesta: Senex Puerum Portabat (antífona)
Gutierre Fernandez Hidalgo
18: La Fiesta: Magnificat Tertius Tonus
Francisco Guerrero (Sevilha, 1528-1599)
19: La Fiesta: Pastor, Quien Madre Virgen
Anónimo Bogotá (Alonso Garzón De Tahuste?)
20: La Fiesta: Te Lucis Ante Terminum (himno)
Philippe Rogier
21: La Fiesta: Salva Nos (antífona)
Rodrigo de Ceballos (España, c.1525-c.1571)
22: La Fiesta: Benedicamus Domino
23: La Fiesta: La Francesa (Gallarda)

Del Cielo y de la Tierra – Fiesta de N. S. de la Candelaria, Santafé c. 1605
Grupo Vocal Gregor, dir. Dante Andreo
Canto, dir. Egberto Bermudéz
1996

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Mais um CD do acervo do musicólogo Prof. Paulo Castagna. Obrigado !!!

Boa audição.

 

 

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Avicenna

W. A. Mozart (1756-1791): Piano Concertos Nos. 14, 17 & 21

Este é daqueles discos necessários em qualquer boa discoteca. Quem tem vivência com eruditos até já encheu um pouco o saco; quem não tem tanta rodagem, tem que conhecer. A interpretação de Maria João Pires mais a regência de Claudio Abbado são garantia de qualidade. Ambos são competentíssimos e grandes especialistas em Mozart. Para quem está sendo apresentado às obras, procure ouvir a delicadeza do dedilhado e do som da fantástica portuguesa Maria João. O que você ouvirá é uma das mais perfeitas expressões do mestre de Salzburgo. Aproveite.

W. A. Mozart (1756-1791): Piano Concertos Nos. 14, 17 & 21

1. Mozart: Piano Concerto No.14 In E Flat, K.449 – 1. Allegro vivace 8:34
2. Mozart: Piano Concerto No.14 In E Flat, K.449 – 2. Andantino 6:51
3. Mozart: Piano Concerto No.14 In E Flat, K.449 – 3. Allegro ma non troppo 5:59

4. Mozart: Piano Concerto No.17 in G, K.453 – 1. Allegro (Live At Teatro Comunale, Ferrara 1993) 12:02
5. Mozart: Piano Concerto No.17 in G, K.453 – 2. Andante (Live At Teatro Comunale, Ferrara 1993) 9:52
6. Mozart: Piano Concerto No.17 in G, K.453 – 3. Allegretto (Live At Teatro Comunale, Ferrara 1993) 7:24

7. Mozart: Piano Concerto No.21 in C, K.467 – 1. Allegro 14:03
8. Mozart: Piano Concerto No.21 in C, K.467 – 2. Andante 6:09
9. Mozart: Piano Concerto No.21 in C, K.467 – 3. Allegro vivace assai 6:39

Maria João Pires, piano
Chamber Orchestra of Europe
Vienna Philharmonic Orchestra
Claudio Abbado

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Pires e Abbado combinam: vamos fazer o melhor Mozart que esses caras já ouviram

Pires e Abbado combinam: vamos fazer o melhor Mozart que esses caras já ouviram

PQP

Ludwig van Beethoven (1770-1827) – Symphony No.5 in C minor, Op.67, Robert Schumann – Symphony No.3 In E Flat, Op.97 – Rhenish – Giulini, LAPO

41PQMW6EW1LJá fazia algum tempo que a Quinta Sinfonia de Beethoven não aparecia por aqui. O que é uma pena, convenhamos. A temos em tão alto grau de estima e a sabemos de cor, tudo bem, mas faz bem ao espírito ouvir o tchatchatchatchan. Ela faz parte de nossa vida, está embrenhada em nossa cabeça de tal forma que não há como nos desvencilharmos dela. E nem queremos também.
Para suprir essa falta que ela nos faz, trago uma versão diferente das demais, ao menos para mim. O maestro Carlo Maria Giulini é o destaque desta versão regendo a Filarmônica de Los Angeles.
A outra obra desse cd no mínimo diferente, devido a escolha do repertório, é a Terceira Sinfonia de Schumann, conhecida com Renana. Adoro seu primeiro movimento, ele é de uma beleza ímpar, com uma linha melódica tipicamente romântica, que amplia nossos sentidos. Uma verdeira obra prima.

01 – Beethoven – Symphony No.5 in C minor, Op.67 – 1. Allegro con brio
02 – 2. Andante con moto
03 – 3. Allegro
04 – 4. Allegro
05 – Schumann – Symphony No.3 In E Flat, Op.97 – Rhenish – 1. Lebhaft
06 – 2. Scherzo (Sehr mäßig)
07 – 3. Nicht schnell
08 – 4. Feierlich
09 – 5. Lebhaft

Los Angeles Philharmonic Orchestra
Carlo Maria Giulini – Conductor

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.: interlúdio :. Toumani Diabaté: The Mandé Variations

Toumani Diabaté é um dos músicos africanos mais importantes da atualidade. Toca kora, uma espécie de harpa com 21 cordas exclusiva da África Ocidental, levando-a a públicos de todo o mundo. Com o seu virtuosismo e criatividade excepcionais, mostra o que a kora pode.

Toumani Diabaté nasceu em Bamako, a capital do Mali, em 1965 numa família de Griots (casta de músicos / historiadores), que conta com 71 gerações de executantes de kora. O mais notável foi o seu pai, Sidiki Diabaté (c.1922-96), eleito Rei da Kora no prestigiado Black Arts Festival Festac em 1977 e ainda hoje uma inspiração para todos os tocadores de kora. Toumani Diabaté cresceu num ambiente preenchido por música, mas foi na verdade um autodidacta na aprendizagem da kora, sem receber ensinamentos diretos do seu pai que não fossem ouvir a sua música.

Nas décadas de 1960 e 1970, o meio musical de Bamako era influenciado pelos sons de fora, especialmente pela música negra americana: a música soul era particularmente popular, tal como Jimi Hendrix, Jimmy Smith e grupos de rock britânico como Led Zeppelin. Tanto a exposição a estas sonoridades como os grupos modernos de Bamako seriam importantes para o desenvolvimento musical de Toumani .

Começou a tocar kora aos 5 anos, altura em que o goveno maliano tinha um programa de incentivo aos grupos tradicionais. Estreou-se em público aos 13 anos e em 1984 juntou-se ao grupo que acompanhava a grande diva Kandia Kouyaté, a cantora griot mais conhecida do Mali, com quem percorreu o continente africano .

Embora não tenha aprendido directamente com o seu pai, Toumani Diabaté prosseguiu o seu ideal de desenvolver a kora como instrumento solista, elevando-a a um outra nível. Descobriu um modo de tocar o baixo, o acompanhamento rítmico e a melodia solista ao mesmo tempo, um método que o levou aos palcos de todo o mundo. Veio à Europa pela primeira vez em 1986, acompanhando outra cantora maliana, Ousmane Sacko, e acabou por permanecer em Londres por sete meses. Nesse período, gravou o seu primeiro álbum a solo: Kaira. Foi um disco pioneiro – o primeiro de kora solo de sempre – e mantém-se um best seller até hoje. No mesmo ano apresentou-se pela primeira vez no festival WOMAD, causando um impacto significativo .

No Reino Unido trabalhou formalmente com músicos de várias tendências e contactou com diferentes tradições, como a música clássica indiana, de onde proveio a ideia jugalbandi (diálogo musical entre dois instrumentos) que se tornou uma característica marcante da sua música .

Colaborou com o grupo espanhol Ketama dando origem ao álbum Songhai, uma síntese perfeita da kora com o flamenco. Considerando a experimentação como uma parte do griot moderno, forma em 1990 a Symmetric Orchestra – um equilibrio entre a tradição e a modernidade e entre as contribuições de músicos de países próximos. Senegal, Guiné, Burkina Faso, Costa do Marfim e Mali foram todos parte do Império Mandé medieval. A orquestra estreia-se em cd com Shake the Whole World (1992, Japão e Mali) e atinge o auge com Boulevard de l’Indépendance em 2005, gerando grande aclamação da crítica e uma extensão digressão internacional. Entretanto têm-se apresentado em locais como o Carnegie Hall de Nova Iorque e festivais de Jazz como os de Nice e de Montréal1 .

Ainda na década de 1990, em Bamako, Toumani reúne à sua volta um conjunto de músicos talentosos como Bassekou Kouyaté (ngoni) e Keletigui Diabaté (balafon), cultivando uma abordagem jazz-jugalbandi-griot instrumental que se pode ouvir no álbum Djelika de 1995. Depois do álbum Songhai, grava New Ancient Strings em duo com o também tocador de kora Ballake Sissoko; um tributo ao álbum Cordes Anciennes que nos anos 70 juntou os pais dos dois músicos. Com o disco Kulanjan, de 1999, celebra as ligações entre os blues e a música do ocidente africano com o músico norte-americano Taj Mahal. Em MALIcool, ao lado do trompetista Roswell Rudd, é já o free-jazz que serve de referência. A estes juntam-se as participações em inúmeros projectos discográficos como nomes como Ali Farka Touré, Salif Keita, Damon Albarn, Kasse Madi Diabaté e Bjork1 .

Em 2004, Toumani Diabaté recebeu o Ziryab des Virtuoses, um prêmio da UNESCO concedido no Mawazine Festival organizado pelo rei Mohammed VI de Marrocos. É directo da Mandinka Kora Productions, que promove a kora no Mali através de workshops, festivais e vários eventos culturais. Ensina kora e música tradicional moderna no Conservatório de Artes, Cultura e Multimédia Balla Fasseke, inaugurado em Bamako no fim de 2004 .

Em 2004, Toumani Diabaté começou a trabalhar com o World Circuit para uma trilogia de álbuns gravados no Hotel Mandé em Bamako, participando em dois títulos: In the Heart of the Moon em dueto com Ali Farka Touré, álbum vencedor de um Grammy, e Boulevard de l’Indépendance pela Symmetric Orchestra .

Em 2008 foi editado The Mandé Variations, o primeiro álbum de kora solo desde Kaira, há cerca de 20 anos. O álbum Ali and Toumani, recém lançado, em parceria com Ali Farka Touré, foi pontuado com 8.3 pela Pitchfork .

Em 2011, Diabaté tocou kora no projeto “A Curva da Cintura” ao lado dos músicos brasileiros Arnaldo Antunes e Edgard Scandurra. Além das gravações do álbum em um estúdio de Bamako, “A Curva da Cintura” gerou um documentário para a MTV Brasil.

Fonte: Wikipedia

Toumani Diabaté: The Mandé Variations

1. Si naani 10:27
2. Elyne Road 8:47
3. Ali Farka Toure 6:15
4. Kaounding Cissoko 6:20
5. Ismael Drame 5:42
6. Djourou Kara Nany 6:49
7. El Nabiyouna 5:59
8. Cantelowes 6:57

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Toumani Diabaté e sua kora

Toumani Diabaté e sua kora

PQP

 

Sergey Prokofiev – Violin Concerto nº2, Violin Sonata nº1, Sonata for 2 Violins – Janine Jansen, Boris Brovtsyn, Itamar Golan, Jurowsky, LPO

61rMTbMpZcL._SL1111_Sempre em sintonia com nosso querido mentor PQPBach, eis mais um jovem talento interpretando nosso querido Prokofiev.
Os lindos olhos verdes de Janine Jansen com certeza seduzem desde o primeiro momento em que cruzamos com eles. E quando começamos a ouvir essa moça tocar seu violino entendemos que não são apenas os lindos olhos verdes que seduzem, mas também seu talento. Esse seu incrível CD intitulado apenas “Prokofiev” é uma amostra disso. Prestem atenção no belíssimo Andante do segundo movimento do concerto para violino e os senhores entenderão do que estou falando.

01 Violin Concerto No. 2 in G Minor, Op. 63_ I. Allegro moderato
02 Violin Concerto No. 2 in G Minor, Op. 63_ II. Andante assai
03 Violin Concerto No. 2 in G Minor, Op. 63_ III. Allegro, ben marcato

Janine Jansen – Violin
London Philharmonic Orchestra
Vladimir Jurowski – Conductor

04 Sonata in C Major for 2 Violins, Op. 56_ I. Andante cantabile
05 Sonata in C Major for 2 Violins, Op. 56_ II. Allegro
06 Sonata in C Major for 2 Violins, Op. 56_ III. Commodo (Quasi allegretto)
07 Sonata in C Major for 2 Violins, Op. 56_ IV. Allegro con brio

Janine Jansen & Boris Brovtsyn – Violins

08 Sonata for Violin and Piano No. 1 in F Minor, Op. 80_ I. Andante assai
09 Sonata for Violin and Piano No. 1 in F Minor, Op. 80_ II. Allegro brusco
10 Sonata for Violin and Piano No. 1 in F Minor, Op. 80_ III. Andante
11 Sonata for Violin and Piano No. 1 in F Minor, Op. 80_ IV. Allegrissimo

Janine Jansen – Violin
Itamar Golan – Piano

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Janine-Jansen

Janine Jansen – Linda, talentosa, enfim, perfeita !!!

 

Serguei Prokofiev (1891-1953): Sinfonia Concertante, Op. 125 / Sonata para Violoncelo e Piano, Op. 119

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Pois é, posso dizer algo que parece louco? Esta gravação de Chang e Pappano vence o clássico registro de Rostropovich e Ozawa. Antes que você comece a espernear me chamando de insensato, não custa dar uma espreitadinha no CD deste post, um verdadeiro milagre. Com isso, não digo que Chang seja uma violoncelista nem um ser humano maior do que o lendário russo, apenas digo que ela, anos depois, venceu-o num terreno inusitado, onde Rostrô é Rei: o da esplêndida Sinfonia Concertante de Prokofiev. É uma pena, gente, mas a fila anda e nossas certezas vão embora como lágrimas na chuva.

Han-na Chang

Han-na Chang com seu violoncelo

Serguei Prokofiev (1891-1953): Sinfonia Concertante, Op. 125 / Sonata para Violoncelo e Piano, Op. 119

Sinfonia concertante, Op.125
1. I. Andante 10:07
2. II. Allegro giusto 16:46
3. III. Andante con moto 10:08

Cello Sonata, Op.119
4. I. Andante grave – Moderato animato – Andante grave, come prima – Allegro animato 11:40
5. II. Moderato – Andante dolce – Moderato primo 4:48
6. III. Allegro, ma non troppo – Andantino – Allegro, ma non troppo 8:09

Han-Na Chang, violoncelo
London Symphony Orchestra
Antonio Pappano, regência e piano

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E a coreana ainda rege!

E a coreana ainda rege!

PQP

Österreich (1664-1735): Psalms & Cantatas

Österreich: Psalms & Cantatas
Weser-Renaissance Bremen
Manfred Cordes

Georg Österreich (batizado em 17 de março de 1664 – 06 de junho de 1735) foi um compositor barroco alemão e colecionador. Ele é considerado o fundador da chamada coleção Bokemeyer (alemão: Sammlung Bokemeyer), que agora está depositada no Staatsbibliothek em Berlim e é considerada uma das coleções de música mais importantes do final do 17º século e início do século 18.

Filho de um fabricante de cerveja, ele recebeu suas primeiras aulas de música de seu padrinho, Johann Scheffler, “cantor” em Magdeburg. Com a recomendação de Scheffler ele foi aceito no Thomasschule zu Leipzig. Seu professor Johann Schelle reconheceu seu prematuro talento extraordinário. Como resultado, Österreich deixou Leipzig em 1680, e mudou-se para Hamburgo, onde ele continuou sua educação musical. Ao mesmo tempo, ele se tornou violinista no Gänsemarktoper. No outono de 1683, ele se matriculou na Universidade de Leipzig e, um ano mais tarde, seu talento foi reconhecido novamente, desta vez como um tenor na ópera de Hamburgo. Em 1689 ele foi contratado como Kapellmeister pelo Duque de Schleswig-Gottorf.

Österreich era um apaixonado colecionador de música, acumulando um número considerável de obras de 1670 a 1730, que formam a base da coleção Bokemeyer. Esta coleção é atualmente mantida no Staatsbibliothek, em Berlim. É considerada inestimável, porque muitas vezes é a única fonte de muitas obras de compositores famosos, incluindo Dietrich Buxtehude, Nicolaus Bruhns, Johann Rosenmüller, Matthias Weckmann, Vincent Lübeck e Johann Philipp Krieger.

Para Osterreich, contraponto e canon eram manifestações concretas da “ordem de Deus” (Ordnung Gottes), e sua elaboração revela a essência divina, insondável da criação de Deus, não apenas como uma metáfora de Sua ordem, mas como a realização concreta dessa ordem.

Österreich: Psalms & Cantatas
Georg Österreich (Germany, 1664-1735)
1. Sie ist fest gegründet (Psalm 87)
2. Herr Jesu Christ, wahr’ Mensch und Gott (choralkantate)
3. Dixit Dominus Domino meo (Psalm 110)
4. Der Gerechten Seelen sind in Gottes Hand (Trauerkantate)
5. Und Jesus ging aus von dannen (Evangelienkantate zu Matthäus 15, v 21ff)

Österreich: Psalms & Cantatas
Weser-Renaissance Bremen & Manfred Cordes

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Boa audição.

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Avicenna

Luigi Boccherini (1743-1805) – Cello Concertos vol. 2 – Tim Hugh, SCO, Halstead

61OsXFH5EwL._SL1087_Com o perdão do atraso, eis aí o segundo volume desta bela série do violoncelista inglês Tim Hugh interpretando as obras de Boccherini. Lindas melodias, exploradas com maestria pelo solista, com discreta porém eficiente parceria da ótima Scottish Chamber Orchestra dirigida por Anthony Halstead.
Gosto muito desse período de transição na história da música. Lembremos que quando Boccherini nasceu dois dos maiores compositores de todos os tempos ainda viviam, Bach e Haendel, sem esquecermos de Telemann e VIvaldi, para citar alguns. O ambiente musical então era riquíssimo.
Duas curiosidades sobre o cellista Tim Hugh: ele foi alunos de duas lendas do instrumento, Aldo Parisot e Jacqueline Du Pré. E além de músico também é médico.
Mas vamos ao que viemos, pois o tempo urge.

P.S. Infelizmente não tenho o terceiro CD da coleção. Aceitamos contribuições.

01 – Cello Concerto in E flat major, G. 474- Allegro con spirito
02 – Cello Concerto in E flat major, G. 474- Larghetto
03 – Cello Concerto in E flat major, G. 474- Rondo-Comodo assai-Rondo
04 – Cello Concerto in A major, G. 475- No. 1, Allegro
05 – Cello Concerto in A major, G. 475- No. 2, Adagio
06 – Cello Concerto in A major, G. 475- No. 3, Allegro
07 – Cello Concerto in D major, G. 476- No. 1, Allegro
08 – Cello Concerto in D major, G. 476- No. 2, Adagio
09 – Cello Concerto in D major, G. 476- No. 3, Allegro

Tim Hugh – Cello
Scottish Chamber Orchestra
Anthony Halstead – Conductor

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J. S. Bach (1685-1750): Bach 2000 – Caixa 6, CDs 13 e 14

Clique aqui para todo o Bach 2000.

Fechamos a caixa 6 com duas obras-primas absolutas. Ambas curtas, o Salmo 51 e o Oratório da Páscoa se inscrevem com tranquilidade dentre as maiores composições de Bach. Logo logo o Avicenna ou outro dirá quem são os intérpretes, mas posso lhes garantir com tranquilidade que são de primeira linha. Um dos julgamentos que considero fatais em Bach é a forma — translúcida ou não — com que os gajos interpretam a ária Sanfte soll mein Todeskummer, do Oratório da Páscoa. Essa versão satisfez inteiramente o alto Padrão de Qualidade exigido por PQP Bach. Te mete!

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Bach 2000 – Caixa 6, CD 13
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BWV1083 Psalm 51 01 Versus 1 “Tilge,Höchster,meine Sünden”
BWV1083 Psalm 51 02 Versus 2 “Ist mein Herz”
BWV1083 Psalm 51 03 Versus 3 “Missetaten,die mich drücken”
BWV1083 Psalm 51 04 Versus 4 “Dich erzürnt mein Tun und Lassen”
BWV1083 Psalm 51 05 Versus 5-6 “Wer wird seine Schuld verneinen”
BWV1083 Psalm 51 06 Versus 7 “Sieh,Ich bin in Sünd empfangen”
BWV1083 Psalm 51 07 Versus 8 “Sieh,du willst die Wahrheit haben”
BWV1083 Psalm 51 08 Versus 9 “Wasche mich doch rein von Sünden”
BWV1083 Psalm 51 09 Versus 10 “Laß mich Freud und Wonne spüren”
BWV1083 Psalm 51 10 Versus 11-15 “Schaue nicht auf meine Sünden”
BWV1083 Psalm 51 11 Versus 16 “Öffne Lippen,Mund und Seele”
BWV1083 Psalm 51 12 Versus 17-18 “Denn du willst kein Opfer haben”
BWV1083 Psalm 51 13 Versus 19-20 “Laß dein Zion blühend dauern”
BWV1083 Psalm 51 14 Amen

BWV0245A Himmel, Reisse, Wet, Erbebe

BWV0245B Zerschmettert mich, Ihr felsen und ihr Hügel

BWV0245C Ach windet euch nicht so, geplagte seelen

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Bach 2000 – Caixa 6, CD 14
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BWV0249 Easter Oratorio 01 Sinfonia
BWV0249 Easter Oratorio 02 Adagio
BWV0249 Easter Oratorio 03 Chorus “Kommt eilet und laufet”
BWV0249 Easter Oratorio 04 Recitative (soprano,alto,tenor,bass) “O kalter Männer Sinn”
BWV0249 Easter Oratorio 05 Aria (soprano) “Seele,deine Spezereien”
BWV0249 Easter Oratorio 06 Recitative (alto,tenor,bass) “Hier ist die Gruft”
BWV0249 Easter Oratorio 07 Aria (tenor) “Sanfte soll mein Todeskummer”
BWV0249 Easter Oratorio 08 Recitative (soprano,alto) “Indessen seufzen wir”
BWV0249 Easter Oratorio 09 Aria (alto) “Saget,saget mir geschwinde”
BWV0249 Easter Oratorio 10 Recitative (bass) “Wir sind erfreut”
BWV0249 Easter Oratorio 11 Chorus “Preis und Dank”

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Fizeram esta reconstrução facial de Bach. Sei lá, entende?

Fizeram esta reconstrução facial de Bach. Sei lá, entende?

PQP

Alma Latina: De Profundis Ensemble Vocal e Instrumental – Retrospectiva 1987 – 1995

De Profundis Ensemble Vocal e Instrumental
Retrospectiva 1987 – 1995
Música polifónica del período barroco-renacentista

Com instrumentos de época – on period instruments

El Ensemble Vocal e Instrumental De Profundis se formó el 17 de abril de 1987 a iniciativa de su Directora la Mtra. Cristina García Banegas. La música polifónica del período barroco-renacentista ha sido su repertorio más trabajado, incluyendo grandes obras de Bach, como la Misa en Si menor y la Pasión Según San Mateo. Asimismo interpreta obras de carácter sacro y profano de los siglos XV al XVII de origen europeo y de la América colonial.

Las ejecuciones respetan las versiones originales con el acompañamiento de instrumentos de época, siguiendo las más fieles y actuales concepciones de los investigadores y estudiosos de su repertorio.

La trascendente labor musical realizada desde entonces es un continuo aporte para la cultura de Uruguay y de América Latina.

Este disco es la primera recopilación de la historia fonográfica del Ensemble Vocal e Instrumental «De Profundis». Al editar en CD un material que, por razones estrictamente circunstanciales, fue siempre presentado al público en cassette, se pretende a su vez realzar el significado que cada uno de estos fonogramas tuvo en la historia artística del coro en un soporte más duradero y fiel.

La selección de obras que aqui se presenta ilustra la trayectoria del Ensemble casi desde sus comienzos cuando en 1989 – a tan solo dos años de su fundación y a un año de lo que sería su primera gira internacional – «De Profundis» concreta con IFU (Industrias Fonográficas del Uruguay) la primera grabación digital enteramente realizada en el Uruguay. Se trata de «Autores Españoles del Renacimiento» (junio, 1989), una colección de obras maestras de la polifonía española de Sebastián de Vivanco en primera grabación mundial.

Junto con «Autores Españoles…» en 1989 el Ensemble graba muchas de las obras que figuran en «Autores Latinoamericanos Coloniales» aunque estas tomas jamás fueron editadas. Es en 1991 que Cristina García Banegas siente que el grupo ha madurado interpretativamente estas obras y decide volver a grabarlas así como agregar material nuevo adquirido durante ese lapso. De este modo se conforma finalmente la edición de la colección de villancicos latinoamericanos de los siglos XVI al XVIII que tanto caracteriza al repertorio actual del grupo.

En el mismo período del año 1991 se graba «Homenaje a Juan Gutiérrez de Padilla», un volumen dedicado a la polifonía sacra en la Nueva España a través de este magnífico compositor que fuera Maestro de Capilla en la Catedral de Puebla, México entre 1622 y 1664.

El 26 de julio de 1991 «De Profundis» presenta un concierto en la Catedral Metropolitana dedicado a autores suizos con los auspicios de la Embajada de Suiza en el Uruguay. Adicionalmente, se lleva a cabo el registro del concierto en vivo que luego se editaría bajo el título «700 años de la Confederación Helvética» y que se transformaría a su vez en el testimonio de los actos conmemorativos en nuestro país del VII centenario de la Confederación.

Palhinha: ouça: 20. Magnificat

De Profundis: Retrospectiva 1987 – 1995
Juan de Anchieta (España, 1462-1523)
01. Salve Regina
Tomás Luis de Victoria (Spain, 1548-1611)
02. Duo Seraphim
Sebastián de Vivanco (España, ca.1550-1622)
03. Assumpta Est Maria
04. Canite Tuba In Sion
Tomás Pascual (Guatemala, s.XVII)
05. Oy Es Día De Placer
Hernando Franco (el indio) (México, ca.1599))
06. Sancta Mariae, In Ilhuicac Cihaupilli
Juan Gutiérrez de Padilla (Málaga, Espanha c.1590 – Puebla, México, 1664)
07. Las Estreyas Se Rien
Anónimo (Cuzco, s.XVII)
08. Canzona Para Dos Violas Y Continuo
Fr. Juan Pérez de Bocanegra (Cusco, ca. 1610)
09. Hanacpachap Cussicuinim
Roque Jacinto de Chavarría (Sucre, 1688-1719)
10. Fuera, Fuera, Haganles Lugar
Gaspar Fernandes (Portugal, 1566-México,1629)
11. Tañe Gil Tu Tamborino
12. En Un Portalejo Pobre
13. Dame Albricia Mano Anton
14. Xicochi, Xicochi Conetzintle
15. Tleycantimo Choquiliya
16. Eso Rigor E Repente
Juan Gutiérrez de Padilla (Málaga, Espanha c.1590 – Puebla, México, 1664)
17. Stabat Mater
18. Versa Est In Luctum
19. Deus In Auditorium Meum Intende
Bernard Reichel (Suiza, 1901-1993)
20. Magnificat
Frank Martin (Ginebra, 1890-1974)
21. Missa – Agnus Dei
Johann Sebastian Bach (Austria, 1685-1750)
22. Matthäus-Passion – BWV 244 – NR. 68 Chor

Retrospectiva 1987 – 1995
De Profundis Ensemble Vocal e Instrumental
Dir.: Mtra. Cristina Garcia Banegas – 1995

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Um CD do acervo do musicólogo Prof. Paulo Castagna. Beleza !!!

Boa audição.

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Avicenna

W.A. Mozart (1756-1791): Complete Piano Variations (4 CDs)

Esta pequena caixa de CDs contém obras muito desiguais. Algumas peças são boníssimas e outras talvez sejam encomendas feitas por pianistas iniciantes, tal a simplicidade. Porém, trata-se de um repertório quase inexplorado e a sacada da Bis e do pianista Brautigam em realizar a série tem enormes méritos. Afinal, a fluência de ideias, a beleza e a lógica inerente à escrita para piano são admiráveis em Mozart. Brautigam usa um fortepiano Paul McNulty (modelado a partir de um após um Anton-Gabriel Walter de 1795).

Se você ama Mozart de paixão, este repertório raríssimo é imperdível…

Mozart: Complete Piano Variations (4 CDs)

CD 1
1. 12 Variations In C Major On “Ah, Vous Dirai-Je Maman”
2. 8 Variations In G-Major On “Laat Ons Juichen, Batavieren!” (Christian Ernst Graaf)
3. 12 Variations In B-Flat Major On An Allegretto
4. 12 Variations In E-Flat Major On “La Belle Françoise”
5. 6 Variations In F Major On “Salve Tu, Domine” (From Paisello, I Filosofi Immaginarii)
6. Praeludium (Modulating F Major – E Minor)
7. Rondo In A Minor

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CD 2
1. 10 Variations En G Majeur
2. Ouverture : Ouverture
3. Ouverture : Allemande
4. Ouverture : Courante
5. Kleiner Trauermarch In E-Moll: Marche Funebre Del Sig.R Maestro Contrapunto
6. Acht Variationen In F-Dur
7. Zwölf Variationen In C-Dur
8. Clavierstück In F-Dur
9. Fantastic Fragment In D-Moll

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CD 3
1. 8 Variations in F major on ‘Ein Weib ist das herrlichste Ding’, K.613
2. Praludium in C major, K.284a
3. Praludium (Fantasie) und Fuge in C major, K.394 – I. Prelude
4. Praludium (Fantasie) und Fuge in C major, K.394 – II. Fugue
5. 12 Variations in E-flat major on a Romance ‘Je suis Lindor’, K.354
6. Gigue in G major, K.574
7. Adagio in B minor, K.540

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CD 4
1. Neun Variationed in D-Dur, K.573
2. Sechs Variationed in G-Dur, K.180
3. Neun Variationed in C-Dur, K.264
4. Thema in F-Dur mit funf Variationen, K.Anh 138a
5. Sieben Variationed in D-Dur, K.25
6. Zwei Variationed in A-Dur, K.460
7. Rondo in D-Dur, K.485

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Ronald Brautigam, pianoforte

Ronald Brautigam, o holandês que enfrentou todo este repertório raro de Mozart

Ronald Brautigam, o holandês que enfrentou todo este repertório raro de Mozart

PQP

Alma Latina: Le Chemins du Baroque: de Sarrebourg à Urubichá

De Sarrebourg à Urubichá, Bolívia
Choeur et Ensemble Instrumental du Festival de Sarrebourg
Coro y Orquesta Juvenil de Urubichá

Esta gravação, realizada na Catedral de Sucre de 21 a 24 de abril e depois na igreja paroquial de Urubichá de 25 a 29 de abril de 1998, é a memória do encontro fraternal e musical da juventude musical de Sarrebourg, com os jovens músicos de Urubichá.

Foram apresentados inúmeros concertos em Sucre, Bolívia, como parte da cadeira de Sucre Playa Mayor de Cultura; depois em Urubichá, Ascensión de Guarayos, San Javier e, finalmente, em Santa Cruz de la Sierra.

Estes últimos concertos foram programados para o Festival Internacional de Música da Renascença e Barroca Americana “Missiones de Chiquitos“.

“Urubichá” significa en guarayo “laguna o extensión de mucha agua”.

Le Chemins du Baroque: de Sarrebourg à Urubichá
Chant guarayo
01. Yeyú (poissons)
Auteur anonyme
02. Regina Coeli laetare
Extr. Misa mo sabado
03. Et in terra pax
Chant guarayo
04. Canción puñete y patada
Attribué à Domenico Zipoli (Prato, Itália,1688 – Córdoba, Argentina 1726)
05. Ave Maris Stella
06. Iesu, Corona Virginum
Jan Josef Ignác Brentner (Czech, 1689-1742)
07. Cantemus, Domino
Auteur anonyme
08. Salve Regina
António Ripa y Blanque (España, 1720 – 1795)
09. Magnificat, et misericordia, Sicut locutus, Gloria Patri
Pe. José Maurício Nunes Garcia (1767-1830, Rio de Janeiro, RJ)
10. Immutemur habitu
11. Inter Vestibulum
José Francisco Velásquez, El Viejo (Venezuela, 1756-1805)
12. Niño mio
Fray Esteban Ponce de León (Perú, ca.1692-175¿?)
13. Cantata “Venid, venid deydades”: 01: “Venid, venid deydades”
14. Cantata “Venid, venid deydades”: 02. Yo, que Arequipa soy, madre primera
15. Cantata “Venid, venid deydades”: 03. Con tal derecho bien disputo
16. Cantata “Venid, venid deydades”: 04. Viva, viva mi Arequipa
17. Cantata “Venid, venid deydades”: 05. Yo, su madre segunda la ciudad del Cuzco soy
18. Cantata “Venid, venid deydades”: 06. Bien lo pregona la voz del clarín
19. Cantata “Venid, venid deydades”: 07. Luego a mi toca el blasón
20. Cantata “Venid, venid deydades”: 08. Viva, viva el prelado que el Cuzco cría
21. Cantata “Venid, venid deydades”: 09. No se apropie hoy el Cuzco
22. Cantata “Venid, venid deydades”: 10. Si en noble competencia
23. Cantata “Venid, venid deydades”: 11. Si en tan reñida cuestión
24. Cantata “Venid, venid deydades”: 12. De tanta victoria
25. Cantata “Venid, venid deydades”: 13. Viva, viva pues triunfante
26. Cantata “Venid, venid deydades”: 14. Y pues se celebra hoy esta memoria

Le Chemins du Baroque: de Sarrebourg à Urubicha – 1998
Choeur et Ensemble Instrumental du Festival de Sarrebourg
Coro y Orquesta Juvenil de Urubicha.
Direction Jean-Frank Anselme & Rubén Dario S. Arana

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Um CD do acervo do musicólogo Prof. Paulo Castagna. Maravilha !!!

Boa audição.

 

 

 

 

 

 

 

Avicenna

The Dmitri Shostakovich Edition – CDs 22, 23 e 24 de 27

SÉRIE IM-PER-DÍ-VEL!!!

Ah, há um erro perfeitamente suportável no Moderato da Sonata para Piano N° 2 e o Quarteto Nº 9 comento mais quando chegarmos ao 10º e ao 11º.

CD 22

Sonata para Violoncelo e Piano, Op. 40 (1934)

A Sonata em Ré Menor Op. 40 foi composta em 1934, no período em que Shostakovitch apaixonara-se por uma jovem estudante, o que ocasionou um efêmero divórcio de sua esposa Nina. O compositor dedicou esta sonata ao violoncelista Victor Lubatski e ambos a estrearam em Moscou, no dia 25 de dezembro de 1934.

O primeiro movimento (Allegro non troppo) é escrito em forma sonata. O primeiro tema, bastante extenso, é apresentado pelo violoncelo, acompanhado por arpeggios do piano e depois desenvolvido por este até seu clímax; o segundo tema, muito mais delicado, é, contrariamente, apresentado pelo piano e imitado pelo violoncelo. Durante o desenvolvimento o primeiro tema ganha motivos rítmicos, mas logo o afetuoso segundo tema reaparece. Tudo parece em ordem, encaminhando-se para o final do movimento, mas Shostakovitch nos surpreende ao inserir alguns acordes em staccato do piano, acompanhados por notas sustentadas pelo violoncelo, o que faz com que a música torne-se quase estática. É uma estranha preparação para o que se ouvirá no segundo movimento (Allegro) o qual é um scherzo típico de Shostakovitch. Trata-se de um frenético ostinato que é interrompido por um tema apresentado pelo piano que, apesar de mais tranqüilo, é também muito pouco contemplativo. O terceiro movimento (Largo) faz-lhe intenso contraste, pois é uma melodia tranquila e vocal, acompanhada pelo piano de forma introspectiva, dissonante e um tanto fúnebre. O Allegro final é um rondó bastante irônico no qual o tema principal é apresentado três vezes, ligados, a cada intervalo, por estranhas e vertiginosas cadenzas.

Cello Sonata in D minor Op. 40
1. Allegro non troppo  11:18
2. Allegro  3:14
3. Largo  7:00
4. Allegro  3:49

5. Piano Sonata No. 1 Op. 12  12:24

Piano Sonata No. 2 Op. 61
6. Allegretto  7:31
7. Largo  7:22
8. Moderato  11:55

Total:  64:23

Timora Rosler, cello
Klára Würtz, piano (1-4)
Colin Stone, piano (5-8)

CD 23

Quarteto de Cordas Nº 2, Op. 68 (1944)

Este trabalho em quatro movimentos foi escrito em menos de três semanas. A abertura é uma melodia de inspiração folclórica, tipicamente russa. O grande destaque é o originalíssimo segundo movimento, Recitativo e Romance: Adagio. O primeiro violino canta (ou fala) seu recitativo enquanto o trio restante o acompanha como se estivessem numa ópera ou música sacra barroca. O Romance parece música árabe, mas não suficientemente fundamentalista a ponto que a Al Qaeda comemore. Segue-se uma pequena valsa no mesmo estilo. O quarto movimento é um Tema com variações que fecha brilhantemente o quarteto.

É curioso que neste quarteto, talvez por ter sido composto rapidamente, há uma musicalidade simples, leve e nada forçada. Talvez nem seja uma grande obra como os Quartetos Nros. 8 e 12, mas é dos que mais ouço. Afinal, esta é uma lista pessoal e as excentricidades valem, por que não?

Quarteto de Cordas Nº 8, Op. 110 e Sinfonia de Câmara, Op. 110a – Arranjo de Rudolf Barshai (1960)

Na minha opinião, o melhor quarteto de cordas de Shostakovich. Não surpreende que tenha recebido versões orquestrais que até hoje são gravadas, como a que coloco à disposição abaixo. Trata-se de uma obra bastante longa para os padrões shostakovichianos de quarteto; tem cinco movimentos, com a duração total ficando entre os 20 minutos (na versão para quarteto de cordas) e 26 (na versão orquestral). O quarteto abre com um comovente Largo de intenso lirismo, o qual é seguido por um agitado Allegro molto, de inspiração folclórica e que fica muito mais seco na versão para quarteto. O terceiro movimento (Allegretto) é uma surpreendente valsinha sinistra a qual é respondida por outra valsa, muito mais lenta e com um acompanhamento curiosamente desmaiado. O quarteto é finalizado por dois belos ; o primeiro sendo pontuado por agressivamente por um motivo curto de três notas e o segundo formado por mais uma fuga a quatro vozes utilizando temas dos movimentos anteriores.

Quarteto Nº 13, Op. 138 (1970)

Um pouco menos funérea que a Sinfonia Nº 14, este quarteto foi escrito nos intervalos do tratamento ortopédico que conseguiu devolver-lhe do parte do movimento das mãos e antes do segundo ataque cardíaco. O décimo-terceiro quarteto é um longo e triste adagio de cerca de vinte minutos. O quarteto foi dedicado ao violista Vadim Borisovsky, do Quarteto Beethoven, e a viola não somente abre o quarteto como é seu instrumento principal. Trata-se de um belo quarteto em que a tranqüilidade só é quebrada por um pequeno scherzando estranhamente aparentado do bebop (sim, isso mesmo).

String Quartet No. 2 in A major Op. 68 (1944)
1. Overture (moderato con moto)  8:03
2. Recitative & Romance (adagio)  10:53
3. Waltz (allegro)  5:59
4. Theme & variations (adagio)  10:47

String Quartet No. 8 in C minor Op. 110 (1960)
5. Largo  4:40
6. Allegro molto  2:45
7. Allegretto  4:16
8. Largo  4:33
9. Largo  4:04

String Quartet No. 13 in B flat minor Op. 138 (1970)
10. Adagio  20:44

Total:  77:05

Rubio Quartet
Dirk van de Velde, violin I
Dirk van den Hauwe, violin II
Marc Sonnaert, viola
Peter Devos, cello

CD 24

Quarteto de Cordas Nº 7, Op. 108 (1960)

Mais um quarteto de Shostakovich com um lindíssimo movimento lento, desta vez baseado no monólogo de Boris Godunov (ópera de Mussorgski baseada em Puchkin), e mais um finale construído em forma de fuga, utilizando temas do primeiro movimento. Uma pequena e curiosa joia de onze minutos.

String Quartet No.3 in F major Op.73 (1946)
1. Allegretto  6:40
2. Moderato con moto  4:54
3. Allegro non troppo  4:01
4. Adagio  5:41
5. Moderato  10:40

String Quartet No.7 in F sharp monor Op.108 (1960)
6. Allegretto  3:33
7. Lento  3:36
8. Allegro  6:03

String Quartet No.9 in E flat major Op.117 (1964)
9. Moderato con moto  4:20
10. Adagio  4:34
11. Allegretto  3:47
12. Adagio  3:32
13. Allegro  9:54

Total:  71:38

Rubio Quartet
Dirk van de Velde, violin I
Dirk van de Hauwe, violin II
Marc Sonnaert, viola
Peter Devos, cello

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O compositor com um поросёнок nas mãos

O compositor com um поросёнок nas mãos

PQP

Johann Sebastian Bach (1685-1750) – Sonatas for Violin & Harpsichord – Carmignola, Marcon

FrontNa certeza de que este CD já havia sido postado, deixei-o de lado nos últimos meses. Mas para minha surpresa, na verdade ele nunca apareceu cá pelas bandas do PQPBach. O que é uma boa notícia, afinal trata-se de dois estupendos músicos, especialistas no repertório barroco, encarando a obra de nosso Johann Sebastian.

Estas sonatas já apareceram por aqui em outras ocasiões, com outros intérpretes tão competentes quanto Carmignola / Marcon. Então por que estou as trazendo novamente? Simples, porque nós do PQPBach somos como caçadores do Santo Graal das gravações, gostamos de ouvir todas as possibilidades possíveis dentro da infindável variedade de possibilidades existentes no mercado. Não sei porque adquirimos esse vício, pertencemos àquele restrito mundo de metidos que enche a boca para dizer que prefere Rachel Podger tocando Bach à Viktoria Mullova, que as gravações históricas são superiores àquelas feitas pelas grandes orquestras, que citam nomes complicados como Harnoncourt ou Leonhardt … enquanto isso, 99,9% da população mundial não entende patavina do que estamos falando.
Então talvez seja para mostrar o porque preferimos Podger à Mullova, ou até mesmo ao Carmignola, que trazemos esses cds. Assim os senhores podem entender um pouco mais do que estou falando.
Ah, sim, tratam-se de dois cds absolutamente IM-PER-DÍ-VEIS !!

CD 1

01. Sonata No.1 in B minor for Violin and Harpsichord, BWV 1014  I. Adagio
02. II. Allegro
03. III. Andante
04. IV. Allegro
05. Sonata No.2 in A major for Violin and Harpsichord, BWV 1015  I. (Dolce)
06. II. Allegro
07. III. Andante un poco
08. IV. Presto
09. Sonata No.3 in E major for Violin and Harpsichord, BWV 1016  I. Adagio
10. II. Allegro
11. III. Adagio ma non tanto
12. IV. Allegro

CD 2

01. Sonata No.4 in C minor for Violin and Harpsichord, BWV 1017  I. Largo
02. II. Allegro
03. III. Adagio
04.  IV. Allegro
05. Sonata No.5 in F minor for Violin and Harpsichord, BWV 1018  I. Largo
06. II. Allegro
07. III. Adagio
08. IV. Vivace
09. Sonata No.6 in G major for Violin and Harpsichord, BWV 1019  I. Allegro
10. II. Largo
11. III. Allegro (harpsichord solo)
12. IV. Adagio
13. V. Allegro

Giuliano Carmignola – Violin
Andrea Marcon – Harpsichord

CD 1 – BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE
CD 2 – BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE

Felix Mendelssohn Bartholdy (1809-1847): Violin Concerto in E minor, Op. 64 / Violin Concerto in D minor

Fazia algum tempo que este concerto de Mendelssohn não aparecia por aqui, por isso resolvi trazê-lo, neste belo CD de nossa musa Viktoria Mullova, gravado em 1991, com a Academy of St. Martin in the Fields, dirigido pelo eterno Neville Marriner. Um CD impecável, ainda mais com este trio em ação.

Mullova gravou este mesmo concerto em outra ocasião, em 2005, se não estou enganado, com o Gardiner e seu conjunto Orchestre Revolutionnaire et Romantique, mas prefiro esta versão que ora vos trago, que traz uma Mullova mais jovem e solta. Sei lá. Vá entender o gosto dos outros. A outra obra é o não tão conhecido Concerto em D Minor, concerto que tem poucas gravações.

Felix Mendelssohn Bartholdy (1809-1847):
Violin Concerto in E minor, Op. 64 / Violin Concerto in D minor

01 – Violin Concerto in E minor, Op. 64_ I. Allegro molto appassionato
02 – Violin Concerto in E minor, Op. 64_ II. Andante
03 – Violin Concerto in E minor, Op. 64_ III. Allegretto non troppo – Allegro molto

04 – Violin Concerto in D minor_ I. Allegro molto
05 – Violin Concerto in D minor_ II. Andante
06 – Violin Concerto in D minor_ III. Allegro

Viktoria Mullova – Violin
Academy of St Martin in the Fields
Sir Neville Marriner – Conductor

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Tantas histórias para contar a teu respeito, Mullova...

Tantas histórias para contar a teu respeito, Mullova…

FDPBach

Dmitri Shostakovich – Complete Symphonies – CD 4 de 11 – Symphony No. 7 in C major, Op. 60 ‘Leningrad’ – Kondrashin, MPSO

CD4 (1)O quarto CD dessa incrível caixa traz a imensa Sétima Sinfonia, talvez a mais polêmica obra do compositor. Maiores detalhes sugiro postagens anteriores do mano PQPBach, este sim um especialista na vida e obra de Shostakovich.

01. Symphony No. 7 in C major, Op. 60 ‘Leningrad’ I. Allegretto
02. Symphony No. 7 in C major, Op. 60 ‘Leningrad’ II. Moderato (Poco allegretto)
03. Symphony No. 7 in C major, Op. 60 ‘Leningrad’ III. Adagio
04. Symphony No. 7 in C major, Op. 60 ‘Leningrad’ IV. Allegro non troppo

Moscow Philharmonic Symphony Orchestra
Kiril Kondrashin – Conductor

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J. S. Bach (1685-1750): Bach 2000 – Caixa 6, CDs 9, 10, 11 e 12 (apenas a Paixão Segundo São João e o Oratório de Natal completo em tremendas versões)

Clique aqui para todo o Bach 2000.

Na casa de meu pai só tinha a Paixão Segundo São João. Por algum motivo, ele não comprou a São Mateus e eu, criança, nem imaginava a existência de outra Paixão. Talvez este vício de origem tenha criado em mim o mito de que a São João era > ou = à São Mateus. Sou apaixonado por esta Paixão, mais do que pela outra. Claro que tudo está misturado com lembranças de infância e coisa e tal. Então, vocês não devem dar bola, mas devo dizer bem baixinho que gosto desta Paixão tão operística quanto a Mateus e tão Cantata quanto as Cantatas. Acho que Es ist volbracht e outras árias podem equilibrar qualquer jogo.

Ah, os outros dois CDs são apenas as Cantatas do Oratório de Natal… Coisa pouca.

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Bach 2000 – Caixa 6, CD 9
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BWV0245 St John Passion 01 Chorus “Herr,unser Herrscher”
BWV0245 St John Passion 02 Evangelist “Jesus ging mit seinen Jüngern”
BWV0245 St John Passion 03 Chorale “O große Lieb”
BWV0245 St John Passion 04 Evangelist “Auf daß das Wort erfüllet würde”
BWV0245 St John Passion 05 Chorale “Dein Will gescheh,Herr Gott,zugleich”
BWV0245 St John Passion 06 Evangelist “Die Schar aber und der Oberhauptmann”
BWV0245 St John Passion 07 Aria (alto) “Von den Stricken meiner Sünden”
BWV0245 St John Passion 08 Evangelist “Simon Petrus aber folgete Jesu nach”
BWV0245 St John Passion 09 Aria (soprano) “Ich folge dir gleichfalls”
BWV0245 St John Passion 10 Evangelist “Derselbige Jünger”
BWV0245 St John Passion 11 Chorale “Wer hat dich so geschlagen”
BWV0245 St John Passion 12 Evangelist “Und hannas sandte ihn gebunden”
BWV0245 St John Passion 13 Aria (tenor) “Ach,mein Sinn”
BWV0245 St John Passion 14 Chorale “Petrus,der nicht denkt zurück”

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Bach 2000 – Caixa 6, CD 10
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BWV0245 St John Passion 15 Chorale “Christus,der uns selig macht”
BWV0245 St John Passion 16 Evangelist “Da führeten sie Jesum”
BWV0245 St John Passion 17 Chorale “Ach großer König”
BWV0245 St John Passion 18 Evangelist “Da sprach Pilatus zu ihm”
BWV0245 St John Passion 19 Arioso (bass) “Betrachte,meine Seel”
BWV0245 St John Passion 20 Aria (tenor) “Erwäge,wie sein blutgefärbter Rücken”
BWV0245 St John Passion 21 Evangelist “Und die Kriegsknechte flochten eine Krone”
BWV0245 St John Passion 22 Chorale “Durch dein Gefängnis,Gottes Sohn”
BWV0245 St John Passion 23 Evangelist “Die Juden aber schrieen und sprachen”
BWV0245 St John Passion 24 Aria (bass) with Chorus “Eilt,ihr angefochtnen Seelen”
BWV0245 St John Passion 25 Evangelist “Allda kreuzigten sie ihn”
BWV0245 St John Passion 26 Chorale “In meines Herzens Grunde”
BWV0245 St John Passion 27 Evangelist “Die Kriegsknechte aber”
BWV0245 St John Passion 28 Chorale “Er nahm alles wohl in acht”
BWV0245 St John Passion 29 Evangelist “Und von Stund an nahm sie der Jünger”
BWV0245 St John Passion 30 Aria (alto) “Es ist vollbracht”
BWV0245 St John Passion 31 Evangelist “Und neiget das Haupt”
BWV0245 St John Passion 32 Aria (bass) with Chorus “Mein teurer Heiland”
BWV0245 St John Passion 33 Evangelist “Und siehe da,der Vorhang im Tempel zerriß”
BWV0245 St John Passion 34 Arioso (tenor) “Mein Herz,in dem die ganze Welt”
BWV0245 St John Passion 35 Aria (soprano) “Zerfließe,mein Herze”
BWV0245 St John Passion 36 Evangelist “Die Juden aber,dieweil es Rüsttag war”
BWV0245 St John Passion 37 Chorale “O hilf,Christe,Gottes Sohn”
BWV0245 St John Passion 38 Evangelist “Darnach bat Pilatum Joseph von Arimathia”
BWV0245 St John Passion 39 Chorus “Ruht wohl,ihr heiligen Gebeine”
BWV0245 St John Passion 40 Chorale “Ach Herr,laß dein lieb Engelein”

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Bach 2000 – Caixa 6, CD 11
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BWV0248 Christmas Oratorio part 1 01 Corus “Jauchzet,frohlocket”
BWV0248 Christmas Oratorio part 1 02 Evangelist (tenor) “Es begab sich aber zu der Zeit”
BWV0248 Christmas Oratorio part 1 03 Accompagnato (alto) “Nun wird mein liebster Bräutigam”
BWV0248 Christmas Oratorio part 1 04 Aria (alto) “Bereite dich,Zion”
BWV0248 Christmas Oratorio part 1 05 Chorale “Wie soll ich dich empfangen”
BWV0248 Christmas Oratorio part 1 06 Evangelist “Und sie gebar”
BWV0248 Christmas Oratorio part 1 07 Chorale-Recitative (soprano,bass) “Er ist auf Erden kommen arm”
BWV0248 Christmas Oratorio part 1 08 Aria (bass) “Großer Herr,o starker König”
BWV0248 Christmas Oratorio part 1 09 Chorale “Ach mein herzliebes Jesulein”
BWV0248 Christmas Oratorio part 2 01 Sinfonia
BWV0248 Christmas Oratorio part 2 02 Evangelist “Und es waren Hirten in derselben Gegend”
BWV0248 Christmas Oratorio part 2 03 Chorale “Brich an,o schönes Morgenlicht”
BWV0248 Christmas Oratorio part 2 04 Evangelist-Angelus (soprano) “Und der Engel sprach zu ihnen”
BWV0248 Christmas Oratorio part 2 05 Recitative (bass) “Was Gott dem Abraham verheissen”
BWV0248 Christmas Oratorio part 2 06 Aria (tenor) “Frohe Hirten,eilt”
BWV0248 Christmas Oratorio part 2 07 Evangelist “Und das habt zum Zeichen”
BWV0248 Christmas Oratorio part 2 08 Chorale “Schaut hin,dort liegt im finstern Stall”
BWV0248 Christmas Oratorio part 2 09 Recitative (bass) “So geht denn hin”
BWV0248 Christmas Oratorio part 2 10 Aria (alto) “Schlafe,mein Liebster”
BWV0248 Christmas Oratorio part 2 11 Evangelist “Und alsobald war da bei dem Engel”
BWV0248 Christmas Oratorio part 2 12 Chorus “Ehre sei Gott in der Höhe”
BWV0248 Christmas Oratorio part 2 13 Recitative (bass) “So recht,ihr Engel”
BWV0248 Christmas Oratorio part 2 14 Chorale “Wir singen dir in deinem Heer”
BWV0248 Christmas Oratorio part 3 01 Corus “Herrscher des Himmels,erhöre das Lallen”
BWV0248 Christmas Oratorio part 3 02 Evangelist “Und da die Engel”
BWV0248 Christmas Oratorio part 3 03 Chorus (Shepherds) “Lasset uns nun gehen”
BWV0248 Christmas Oratorio part 3 04 Recitative (bass) “Er hat sein Volk getröst'”
BWV0248 Christmas Oratorio part 3 05 Chorale “Dies hat er alles uns getan”
BWV0248 Christmas Oratorio part 3 06 Aria Duetto (soprano,bass) “Herr,dein Mitleid”
BWV0248 Christmas Oratorio part 3 07 Evangelist “Und sie kamen eilend”
BWV0248 Christmas Oratorio part 3 08 Aria (alto) “Schließe,mein Herze”
BWV0248 Christmas Oratorio part 3 09 Recitative (alto) “Ja,ja,mein Herz”
BWV0248 Christmas Oratorio part 3 10 Chorale “Ich will dich mit Fleiß bewahren”

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Bach 2000 – Caixa 6, CD 12
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BWV0248 Christmas Oratorio part 3 11 Evangelist “Und die Hirten kehrten wieder um”
BWV0248 Christmas Oratorio part 3 12 Chorale “Seid froh dieweil”
BWV0248 Christmas Oratorio part 3 13 Chorus “Herrscher des Himmels,erhöre das Lallen”
BWV0248 Christmas Oratorio part 4 01 Chorus “Fallt mit Danken,fallt mit Loben”
BWV0248 Christmas Oratorio part 4 02 Evangelist (tenor) “Und da acht Tage um waren”
BWV0248 Christmas Oratorio part 4 03 Recitative-Chorale (soprano,bass) “Immanuel,o süßes Wort”
BWV0248 Christmas Oratorio part 4 04 Aria (soprano,echo) “Flößt mein Heiland”
BWV0248 Christmas Oratorio part 4 05 Recitative-Chorale (soprano,bass) “Wohlan,dein Name soll allein”
BWV0248 Christmas Oratorio part 4 06 Aria (tenor) “Ich will nur dir zu Ehren leben”
BWV0248 Christmas Oratorio part 4 07 Chorale “Jesus richte mein Beginnen”
BWV0248 Christmas Oratorio part 5 01 Chorus “Ehre sei dir,Gott,gesungen”
BWV0248 Christmas Oratorio part 5 02 Evangelist “Da Jesus geboren war”
BWV0248 Christmas Oratorio part 5 03 Chorus and Alto “Wo ist der neugeborne König der Juden”
BWV0248 Christmas Oratorio part 5 04 Chorale “Dein Glanz all Finsternis verzehrt”
BWV0248 Christmas Oratorio part 5 05 Aria (bass) “Erleucht auch meine finstre Sinnen”
BWV0248 Christmas Oratorio part 5 06 Evangelist “Da das der König Herodes hörte”
BWV0248 Christmas Oratorio part 5 07 Accompagnato (alto,tenor) “Warum wollt ihr erschrecken”
BWV0248 Christmas Oratorio part 5 08 Evangelist “Und ließ versammeln alle Hohepriester”
BWV0248 Christmas Oratorio part 5 09 Aria Trio (soprano,alto,tenor) “Ach,wenn wird die Zeit erscheinen”
BWV0248 Christmas Oratorio part 5 10 Recitative (alto) “Mein Liebster herrschet schon”
BWV0248 Christmas Oratorio part 5 11 Chorale “Zwar ist solche Herzensstube”
BWV0248 Christmas Oratorio part 6 01 Chorus “Herr,wenn die stolzen Feinde schnauben”
BWV0248 Christmas Oratorio part 6 02 Evangelist-Herodes (bass) “Da berief Herodes”
BWV0248 Christmas Oratorio part 6 03 Recitative (soprano) “Du Falscher,suche nur”
BWV0248 Christmas Oratorio part 6 04 Aria (soprano) “Nur ein Wink von seinen Händen”
BWV0248 Christmas Oratorio part 6 05 Evangelist “Als sie nun den König gehöret hatten”
BWV0248 Christmas Oratorio part 6 06 Chorale “Ich steh an deiner Krippen hier”
BWV0248 Christmas Oratorio part 6 07 Evangelist “Und Gott befahl ihnen im Traum”
BWV0248 Christmas Oratorio part 6 08 Recitative (tenor) “So geht”
BWV0248 Christmas Oratorio part 6 09 Aria (tenor) “Nun mögt ihr stolzen Feinde schrecken”
BWV0248 Christmas Oratorio part 6 10 Recitative “Was will der Höllen Schrecken nun”
BWV0248 Christmas Oratorio part 6 11 Chorale “Nun seid ihr wohl gerochen”

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bach cantatas

PQP

Dmitri Shostakovich – The Complete Symphonies – CD 3 de 11 – Symphony No. 5 in D minor, Op. 47, Symphony No. 6 in B minor, Op. 54 – Kondrashin, MPSO

CD3 (1)Talvez pelo fato de ter sido a primeira sinfonia de Shostakovich que ouvi na minha vida,  e umas três décadas, ou talvez por ser a mais popular e de mais fácil assimilação, a Quinta Sinfonia é a que mais gosto. Shosta não é um compositor de fácil compreensão em um primeiro contato. Você precisa acostumar os ouvidos, e esperar que o condutor também ajude nesse processo. E como nestas gravações que ora vos trago a condução está ao cargo de Kirill Kondrashin fica tudo mais fácil e até divertido. O lendário maestro foi um dos regentes favoritos do próprio Shostakovich, inclusive eram amigos próximos.

01. Symphony No. 5 in D minor, Op. 47 I. Moderato
02. Symphony No. 5 in D minor, Op. 47 II. Allegretto
03. Symphony No. 5 in D minor, Op. 47 III. Largo
04. Symphony No. 5 in D minor, Op. 47 IV. Allegro non troppo
05. Symphony No. 6 in B minor, Op. 54 I. Largo
06. Symphony No. 6 in B minor, Op. 54 II. Allegro
07. Symphony No. 6 in B minor, Op. 54 III. Presto

Moscow Philharmonic Symphony Orchestra
Kirill Kondrashin – Conductor

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The Dmitri Shostakovich Edition – CDs 19, 20 e 21 de 27

SÉRIE IM-PER-DÍ-VEL!!!

CD 19

Concerto Nº 1 para Violoncelo e Orquestra, Op. 107 (1959)

Shostakovich e o grande violoncelista Mstislav Rostropovich eram amigos, tendo, muitas vezes, viajado juntos fazendo recitais que incluíam entre outras obras, a Sonata para violoncelo e piano, opus 40, já comentada nesta série. Desde que se conheceram, o compositor avisara a Rostropovich que ele não deveria pedir-lhe um concerto diretamente, que o concerto sairia ao natural. Saíram dois. Quando Shostakovich enviou a partitura do primeiro, dedicada ao amigo, este compareceu quatro dias depois na casa do compositor com a partitura decorada. (Bem diferente foi o caso do segundo concerto, que foi composto praticamente a quatro mãos. Shostakovich escrevia uma parte, e ia testá-la na casa de Rostropovich; lá, mostrava-lhe as alternativas, os rascunhos ao violoncelista, que sugeria alterações e melhorias. Amizade.)

Estilisticamente, este concerto deve muito à Sinfonia Concertante de Prokofiev – também dedicada a Rostropovich — e muito admirada pelos dois amigos. É curioso notar como os eslavos têm tradição em música grandiosa para o violoncelo. Dvorak tem um notável concerto, Tchaikovski escreveu as Variações sobre um tema rococó, Kodaly tem a sua espetacular Sonata para Cello Solo e Kabalevski também tem um belo concerto dedicado a Rostropovich. O de Shostakovich é um dos de um dos maiores concertos para violoncelo de todo o repertório erudito e minha preferência vai para a imensa Cadenza de cinco minutos (3º movimento) e para o brilhante colorido orquestral do Allegro com moto final.

Concerto para Violoncelo e Orquestra Nº 2, Op. 126 (1966)

Uma obra-prima, produto da estreita colaboração entre Shostakovich e Rostropovich, a quem o concerto é dedicado. A tradição do discurso musical está aqui rompida, dando lugar a convenções próprias que são “aprendidas” pelo ouvinte no transcorrer da música. Não há nada de confessional ou declamatório neste concerto. Há arrebatadores efeitos sonoros que são logo propositadamente abandonados. A intenção é a de ser música absoluta e lúdica, mostrando-nos temas que se repetem e separam momentos convencionalmente sublimes ou decididamente burlescos. Nada mais burlesco do que a breve cadenza em que o violoncelo é interrompido pelo bombo, nada mais tradicional do que o tema que se repete por todo o terceiro movimento e que explode numa dança selvagem, acabando com o violoncelo num tema engraçadíssimo – como se fosse um baixo acústico –, para depois sustentar interminavelmente uma nota enquanto a percussão faz algo que nós, brasileiros, poderíamos chamar de batucada. Esta dança faz parte de uma longa preparação para um gran finale que não chega a acontecer. Um concerto espantoso, original, capaz de fazer qualquer melômano feliz ao ver sua grande catedral clássica virada de ponta cabeça e, ainda assim, bonita.

Cello Concerto No. 1 Op. 107
1. Allegretto  6:15
2. Moderato  11:33
3. Cadenza  5:52
4. Allegro con moto  4:39

Cello Concerto No. 2 Op. 126
5. Largo  15:44
6. Allegretto  4:20
7. Allegretto  16:18

Total:  64:41

Alexander Ivashkin, cello
Moscow Symphony Orchestra,
Valeri Polyansky

CD 20

Quinteto para piano, Op. 57 (1940)

A música perfeita. Irresistível quinteto escrito em cinco movimentos intensamente contrastantes. Seu estilo é clássico, porém raramente todos os integrantes tocam juntos, a não ser no agitado scherzo central. O prelúdio inicial estabelece três estilos distintos que voltarão a ser explorados adiante: um dramático, outro neo-clássico e o terceiro lírico. Todos os temas que serão ouvidos nos movimentos seguintes apresentam-se no prelúdio em forma embrionária. Segue-se uma rigorosa fuga puxada pelo primeiro violino e demais cordas até chegar ao piano. Sua melodia belíssima e lírica que é seguida por um scherzo frenético. É um choque ouvir chegar o intermezzo que traz de volta a seriedade à música. Apesar do título, este intermezzo é o momento mais sombrio do quinteto. O Finale, cujo início parece uma improvisação pura do pianista, fará uma recapitulação condensada do prelúdio inicial. O Quinteto para piano recebeu vários prêmios que não vale a pena referir aqui, mas o mais importante para Shostakovich foi a admiração que Béla Bartók dedicou a ele.

Ah, muita atenção àquele último movimento do Trio Nº 2!

Piano Quintet in G minor Op.57
1. Prelude: Lento- Poco piu mosso  4:30
2. Fugue: Adagio  9:01
3. Scherzo: Allegretto  3:20
4. Intermezzo: Lento  6:11
5. Finale: Allegretto  7:04

Piano Trio No. 2 in E minor Op. 67
6. Andante- Moderato  7:11
7. Allegro non troppo  3:03
8. Largo  4:28
9. Allegretto  10:24

Total:  55:43

Edward Auer, piano
Christiaan Bor, violin
Paul Rosenthal, violin (1-5)
Marcus Thompson, viola (1-5)
Godfried Hoogeveen, cello (1-5)
Nathaniel Rosen, celo (6-9)

CD 21

Sonata para Viola e piano, Op. 147 (1975) – A Última Composição

Esta é a última composição de Shostakovich e uma de minhas preferidas. Ele começou a escrevê-la em 25 de junho de 1975 e, apesar de ter sido hospitalizado por problemas no coração e nos pulmões neste ínterim, terminou a primeira versão rapidamente, em 6 de julho. Para piorar, os problemas ortopédicos voltaram: “Eu tinha dificuldades para escrever com minha mão direita, foi muito complicado, mas consegui terminar a Sonata para Viola e Piano”. Depois, passou um mês revisando o trabalho em meio aos novos episódios de ordem médica que o levaram a falecer em 9 de agosto. Sentindo a proximidade da morte, Shostakovich escreveu que procurava repetir a postura estóica de Mussorgski, que teria enfrentado o inevitável sem auto-comiseração. E, ao ouvirmos esta Sonata, parece que temos mesmo de volta alguma luz dentro da tristeza das últimas obras. A intenção era a de que o primeiro movimento fosse uma espécie de conto, o segundo um scherzo e o terceiro um adágio em homenagem a Beethoven. O resultado é arrasadoramente belo com o som encorpado da viola dominando a sonata.

Os primeiros compassos da Sonata ao Luar, de Beethoven, uma obra que Shostakovich freqüentemente executava quando jovem pianista, é citada repetidamente no terceiro movimento, sempre de forma levemente transformada e arrepiante, ao menos no meu caso… O scherzo possui uma marcha e vários motivos dançantes, retirados de uma outra ópera baseada em Gógol – seria sua segunda ópera composta sobre histórias do ucraniano, pois, na sua juventude ele já escrevera O Nariz (1929) – que tinha sido abandonada há mais de trinta anos. Outras alusões são feitas nesta sonata. Há pequenas citações da 9ª Sinfonia (de Shostakovich), da 4ª de Tchaikovski, da 5ª de Beethoven, da Sonata Op.110 de Beethoven, de Stravinski, Mahler e Brahms. E a abertura da Sonata utiliza trecho do Concerto para Violino de Alban Berg, também conhecido pelo nome de “À memória de um anjo”, e é dedicado à filha de Alma Mahler, Manon, morta aos 18 anos, com poliomielite.

Creio não ser apenas invenção deste ouvinte – há uma constante interferência do inexorável nesta música, talvez sugerida pela intromissão de temas de outros compositores na partitura, talvez sugerida pela atmosfera melancólica da sonata, talvez por meu conhecimento de que ouço um réquiem. O fato é que Shostakovich estava esperando.

Shostakovich morreu sem ouvir a obra, que foi estreada num concerto privado no dia 25 de setembro de 1975, data em que faria 69 anos.

Sonata for violin and piano Op. 134
1. Andante  9:24
2. Allegretto  6:10
3. Largo  12:34

Sonata for viola and piano Op. 147
4. Moderato  8:23
5. Allegretto  6:56
6. Adagio  11:50

Total:  55:41

Isabelle van Keulen, violin and viola
Ronald Brautigam, piano

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Shostakovich: devolvendo todas

Shostakovich: devolvendo todas

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