Isaac Albéniz (1860-1909): Iberia Suite / Piano Concerto “Concierto Fantástico” / Navarra / Catalonia


Mais um bonito CD de Albéniz, este centrado na Suíte Ibéria. Iberia é um dos maiores ciclos de obras já escritas para o piano e é difícil imaginar que estas peças tão pianísticas possam funcionar igualmente em arranjos orquestrais. Mas foi o próprio Albéniz que iniciou o processo, tendo seu amigo Enrique Arbós terminado as seis peças transpostas. A atmosfera é outra, talvez piorada, mas ainda assim muito atraente. O resto do CD também á boníssimo e o regente Enrique Bátiz — que também andou gravando bastante Villa-Lobos — é de primeiríssima linha.

Isaac Albéniz (1860-1909): Iberia Suite /
Piano Concerto “Concierto Fantástico” / Navarra / Catalonia

1. Iberia Suite: Evocación 5:37
2. Iberia Suite: El corpus en Sevilla 8:45
3. Iberia Suite: Triana 4:35
4. Iberia Suite: El puerto 4:26
5. Iberia Suite: El albaicin 6:46
Enrique Bátiz
London Symphony Orchestra

6. Navarra: completed de Severac 4:24
Enrique Bátiz
London Symphony Orchestra

7. Piano Concerto No. 1, Op. 78: I. Allegro ma non troppo 11:40
8. Piano Concerto No. 1, Op. 78: II. Andante – Presto 6:32
9. Piano Concerto No. 1, Op. 78: III. Allegro 6:21
Aldo Ciccolini, piano
Royal Philharmonic Orchestra
Enrique Bátiz

10. Suite Populaire: Catalonia 5:23
Mexico City Philharmonic Orchestra
Enrique Bátiz

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Enrique Bátiz; excelente regente

Enrique Bátiz; excelente regente

PQP

M. A. Reichert – Afinidades Brasileiras: Odette Ernest Dias (flauta) & Elza Kazuko Gushikem (piano) (Acervo PQPBach)

Matheus André Reichert
Afinidades Brasileiras
Odette Ernest Dias (flauta)
Elza Kazuko Gushikem (piano)

Considerado o mais notável flautista do Império, o belga Matheus André Reichert (Pays-Pas, 1830-1880) chegou ao Brasil em 1859, contratado pelo Imperador Pedro II. Conhecido e admirado por músicos eruditos como Carlos Gomes, Reichert também desenvolveu suas afinidades com o Brasil, com os seresteiros e boêmios da época. Sua brilhante síntese musical é recuperada aqui pela pesquisa pioneira de Odette Ernest Dias.

Considéré comme le plus remarquable flûtiste de l’Empire du Brésil, le belge Matheus André Reichert (Pays-Pas, 1830-1880) arriva à Rio en 1859, contracté par l’Empereur Pedro Il. Connu et admiré par les compositeurs érudits comme Carlos Gomes, Reichert développa ses affinités avec le Brésil au milieu des musiciens bohêmes des sérénades de l’époque. Sa brillante synthèse musicale est récupérée ici par la recherche pionnière de Odette Ernest Dias.

Matheus André Reichert (Pays-Pas, 1830-1880)
1. Souvenir du Para – Andante elégiaque – Opus 10
“Souvenir”. Saudade. Nostalgia das águas escuras do Amazonas e das paisagens desse Brasil que Reichert palmilhou de Norte a Sul, encantando a todos com a sua “flauta mágica”.

2. Tarantelle – Étude de salon – Opus 3
Aqui Reichert voltou a ser internacional, nesta peça de endiabrado ritmo napolitano. Peça de grande brilho, que faz jus à fama de virtuoso do autor.

3. Rêverie – Opus 17
Novamente a melancolia, o sonho, a saudade, nesta peça dedicada ao seu professor Demeur Charton, outro amante do Brasil.

4. La coquette (A faceira) – Polka de salon – Opus 4
Aqui Reichert declara abertamente seu brasileirismo. O título já vem traduzido. Essa mesma “faceira” aparece copiada à mão nos cadernos dos chorões do início deste século, o que mostra como ela se tornou popular.

5. Martha – Petit morceau de salon – Opus 18
Última obra de Reichert, inspirada num tema da ópera de Flotow, que, curiosamente, na hora da variação, se transforma em um quase … “chorinho”, onde tomamos a liberdade de introduzir o violão brasileiro de Jaime Ernest Dias, … pequena licença musical.

6. Romance sans paroles – Opus 11
No estilo da época, tão expressivo em Mendelssohn, essa “romança” adquire, aqui, uma singeleza toda modinheira.

7. La sensitive – Petite polka de salon – Opus 8
Continuando a tradição dos compositores do séc. XVIII, como Couperin e Rameau, Reichert pinta aqui um retrato musical. “A Sensitiva” mostra bem o que aconteceu à polka européia ao contato com o ritmo brasileiro. Ela aderiu à síncope, ao balanço e à flexibilidade do lundu e do batuque, exemplo maravilhoso de síncope musical.

8. Souvenir de Bahia – Andante pastorale – Opus 12
Aqui parece que Reichert trouxe lembranças mais alegres dessa viagem. A tonalidade do mi Maior nos leva às águas azuis e verdes do mar baiano e ao dengue do seu povo colorido.

Afinidades Brasileiras – 1985
Odette Ernest Dias (flauta) & Elza Kazuko Gushikem (piano)
Faixa 5: Jaime Ernest Dias (violão)
Textos extraidos do LP.


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XLD RIP | FLAC 283,1 MB | HQ Scans 63,5 MB |

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MP3 320 kbps – 130,3 + 63,5 MB – 33,4 min
powered by iTunes 12.0.1

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Mais outro LP do acervo do musicólogo Prof. Paulo Castagna. Não tem preço !!!
LP de 1985 digitalizado por Avicenna

Boa audição.

 

 

 

 

 

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Avicenna

J.S. Bach (1685-1750): Oratório da Páscoa / Cantata BWV 66

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Um CD extraordinário onde Herreweghe rege esplendidamente duas grandes peças sacras de Johann Sebastian Bach. O Oratório da Páscoa, BWV 249, é uma Missa menor de Bach. Ele certamente perde na corrida para as Paixões Segundo São Mateus e São João, para a Missa em Si Menor e para o Magnificat, mas, tal como o último, é um belo e conciso trabalho. Esta versão de Herreweghe é uma joia, trazendo grandes cantores e um coro pra lá de afinado no tom e no espírito das obras. Cantata BWV 66 é bem diferente do Oratório, porém é também excelente música. Herreweghe dança em vários árias e corais com sua pequena orquestra e coro.

J.S. Bach (1685-1750): Oratório da Páscoa / Cantata BWV 66

1 Oster-Oratorium, BWV 249: 1. Sinfonia 4:08
2 Oster-Oratorium, BWV 249: 2. Adagio 3:27
3 Oster-Oratorium, BWV 249: 3. Chorus “Kommt, eilet und laufet” 5:10
4 Oster-Oratorium, Bwv 249: 4. Recitativo (Satb) “O Kalter Männer Sinn” 1:04
5 Oster-Oratorium, BWV 249: 5. Aria (S) “Seele, deine Spezereien” 9:29
6 Oster-Oratorium, BWV 249: 6. Recitativo (ATB) “Hier ist die Gruft” 0:49
7 Oster-Oratorium, BWV 249: 7. Aria (T) “Sanfte soll mein Todeskummer” 7:41
8 Oster-Oratorium, BWV 249: 8. Recitativo (A) “Indessen seufzen wir” 1:00
9 Oster-Oratorium, BWV 249: 9. Aria (SA) “Saget, saget mir geschwinde” 6:11
10 Oster-Oratorium, BWV 249: 10. Recitativo (B) “Wir sind erfreut” 0:38
11 Oster-Oratorium, BWV 249: 11. Chorus “Preis und Dank” 2:33

12 Erfreut euch, ihr Herzen, BWV 66: 1. Chorus (AB) “Erfreut euch, ihr Herzen” 9:42
13 Erfreut euch, ihr Herzen, BWV 66: 2. Recitativo (B) “Es bricht das Grab” 0:35
14 Erfreut euch, ihr Herzen, BWV 66: 3. Aria B “Lassen dem Höchstein ein Danklied erschallen” 5:58
15 Erfreut euch, ihr Herzen, BWV 66: 4. Recitativo (AT) “Bei Jesu Leben freudig sein” 4:25
16 Erfreut euch, ihr Herzen, BWV 66: 5. Aria (AT) “Ich furchte zwar – Ich furchte nicht” 8:48
17 Erfreut euch, ihr Herzen, BWV 66: 6. Choral “Alleluja! Des solln wir alle froh sein” 0:52

Collegium Vocale Gent and Philippe Herreweghe

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Philippe Herreweghe: compreensão superior de Bach

Philippe Herreweghe: compreensão superior de Bach

PQP

.: interlúdio :. Hiromi Uehara – Discografia de 2003 a 2009 – 6 CDs

Hiromi Uehara

Hiromi Uehara

Hiromi Uehara é uma das melhores novidades que o jazz moderno oferece. Pianista de extraordinária qualidade, faz o papel de virtuose para que lhe deem crédito — afinal, mais parece uma menina recém entrada na universidade — , mas quando a bola está no chão, dá um banho de sensibilidade. É jazz e é fusion da melhor qualidade. Seu parentesco maior é com Chick Corea, com quem já gravou dividiu um CD.

Diversão garantida para o povo pequepiano, pus todos os 6 CDs num só arquivo de 320 kbps. Há duas ou três faixas com pequenas falhas, mas como elas também estavam no original… Fazer o quê?

Hiromi Uehara (26 de Março de 1979) é uma pianista e compositora. Sua técnica impressionante, estilo único e energia contagiante a distinguem. As suas composições englobam um variado grupo de estilos musicais como jazz, rock progressivo, jazz fusion e até música clássica. Ela é famosa também por sua contribuição na composição no tema de Tom e Jerry Show. Ela começou a tocar piano clássico com seis anos de idade, e aos 15 anos ela já havia tocado com a Orquestra Filarmônica da República Tcheca. Com oito anos, Hiromi conheceu o jazz e se apaixonou pelo estilo musical. Quando tinha 17 anos, Chick Corea conheceu o som dessa jovem japonesa em Tóquio, e chegou a convidá-la para tocar com ele no mesmo dia. Hiromi foi estudar música nos Estados Unidos com Ahmad Jamal, o pianista favorito de Miles Davis. Antes mesmo de se formar, ela já tinha assinado contrato com o selo independente norte-americano, Telarc.

O primeiro disco em 2003, Another Mind, contava com um trio afinadíssimo, Hiromi no piano, Mitch Cohn no baixo e Dave DiCenso na bateria. Já no segundo trabalho em 2004, Brain, Tony Grey assumiu o baixo e Martin Valihora a bateria. Com essa mesma formação, Hiromi lançou o terceiro disco em 2005, Spiral. Em 2006 o trio adicionou o guitarrista David Fiuczynski e transformou-se em Hiromi’s Sonicbloom. Com esta nova formação, o quarteto lançou o disco Time Control em 2007.

Muita atenção aos dois últimos discos. São extraordinários.

Fontes: PQP Bach, Wikipedia e Apenas Jazz.

2003 – Another Mind

01. XYZ [5:37]
02. Double Personality [11:57]
03. Summer Rain [6:07]
04. Joy [8:29]
05. 010101 (binary system) [8:23]
06. Truth and Lies [7:19]
07. Dancando No Paraiso [7:37]
08. Another Mind [8:43]
09. The Tom and Jerry Show [6:06] bonus track

Total time = 01:10:21

2004 – Brain

01. Kung-Fu World Champion [6:49]
02. If… [7:09]
03. Wind Song [5:40]
04. Brain [8:59]
05. Desert On The Moon [7:04]
06. Green Tea Farm (solo) [4:34]
07. Keytalk [10:02]
08. Legend of the Purple Valley [10:47]
09. Another Mind [11:03] bonus track

Total time = 01:14:41

2006 – Spiral

01. Spiral [9:57]
Music for Three-Piece Orchestra:
02. Open Door – Tuning – Prologue [10:13]
03. Deja vu [7:45]
04. Reverse [5:09]
05. Edge [5:14]
06. Old Castle, by the river, in the middle of the forest [8:16]
07. Love and Laughter [8:57]
08. Return of Kung-Fu World Champion [9:39] bonus track

Total time = 01:05:39

2007 – Time Control

01. Time Difference
02. Time Out
03. Time Travel
04. Deep into the Night
05. Real Clock vs. Body Clock = Jet Lag
06. Time and Space
07. Time Control, or Controlled by Time
08. Time Flies
09. Time’s Up
10. Note from the Past

Total time = 01:13:49

2008 – Beyond Standard

01. Intro – Softly As In A Morning Sunrise
02. Softly As In A Morning Sunrise
03. Clair De Lune
04. Caravan
05. Ue Wo Muite Aruko
06. My Favorite Things
07. Led Boots
08. XYG
09. I’ve Got Rhythm

Total time = 59:36

2009 – Place to Be

01. BQE
02. Choux a la creme
03. Sicilian Blue
04. Bern Baby Bern
05. Somewhere
06. Capecod Chips
07. Islands Azores
08. Pachelbel’s Canon
09. Viva! Vegas: Show City, Show Girl
10. Viva! Vegas: Daytime in Las Vegas
11. Viva! Vegas: The Gambler
12. Place To Be
13. Green Tea Farm bonus track

Total time = 01:09:09

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Bunitinha

Bunitinha

PQP

COMUNICADO – PQPSHARE FORA DO AR

Prezados, muitos já devem ter tentando mas não conseguiram fazer downloads do material disponibilizado.

Devido às chuvas de ontem em São Paulo tivemos um sério problema com o nosso servidor do pqpshare e não existe uma previsão para resolver o problema. Estamos aguardando um posicionamento da equipe técnica para maiores detalhes.

Enquanto isso nada mais resta senão esperar.

Em nome da equipe do PQPBach agradecemos a compreensão.

FDPBach

Antonio Vivaldi (1678-1741) – I Musici – Bassoon Concertos – Thunemann, I Musici

517gZYt5v4LEntão, os senhores estão gostando da série de CDs que estou postando com o conjunto I Musici?
Trago nesta postagem os Concertos para Fagote de nosso querido padre ruivo, O solista é o alemão Klaus Thunemann, que encarou o desafio e gravou dezessete dos trinta e nove concertos que Vivaldi compôs para esse instrumento. Esses números são uma loucura. Trinta e nove concertos compostos para Fagote? Haja inspiração. E haja fôlego para o solista encarar esse desafio. A parceria com o conjunto I Musici não poderia deixar de ser perfeita. Alguns clientes da amazon inclusive consideram estas gravações definitivas.

CD 1
01-03 Bassoon Concerto A-min, RV 497
04-06 Bassoon Concerto C-maj, RV 473
07-09 Bassoon Concerto G-maj, RV 493
10-12 Bassoon Concerto C-maj, RV 471
13-15 Bassoon Concerto A-min, RV 500
16-18 Bassoon Concerto D-min, RV 481
19-21 Bassoon Concerto Bb-maj, RV 504
22-24 Bassoon Concerto G-min, RV 496

CD 2
01-03 – Bassoon Concerto G-maj, RV 492
04-06 – Bassoon Concerto Bb-maj, RV 503
07-09 – Bassoon Concerto F-maj, RV 491
10-12 – Bassoon Concerto A-min, RV 499
13-15 – Bassoon Concerto E-min, RV 484
16-18 – Bassoon Concerto G-maj, RV 494
19-20 – Bassoon Concerto G-min, RV 495
22 – Bassoon Concerto D-min, RV 482
23-25 – Bassoon Concerto C-maj, RV 472

Klaus Thunemann – Fagote
I Musici

CD 1 – BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE
CD 2 – BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE

Constantin Silvestri – Russian Showpieces

frontHá alguns meses atrás fiz uma postagem com as sinfonias de Tchaikovsky regidas por este grande maestro romeno, Constantin Silvestri, mas ocorreram alguns problemas com os links e acabei tirando a postagem do ar. Vou fazer diferente agora, vou trazer alguns cds dessa excelente coleção, a ICON da EMI.
Começo a todo vapor, com essa série de obras de compositores russos que são figurinhas carimbadas no repertório de qualquer orquestra, como Tchaikovsky, Borodin e Glinka.

Constantin Silvestri – Russian Showpieces 

01 Glinka – Overture, Ruslan and Ludmila
02 Borodin – Prince Igor, Overture

Philharmonia Orchestra
Constantin Silvestri – Conductor

03 Borodin – Prince Igor – Polovtsian Dances
04 Borodin – In the Steppes of Central Asia
05 Tchaikovsky – Eugene Onegin, Polonaise
06 Tchaikovsky – Capriccio italien Op.45
07 1812 – Tchaikovsky – Overture Op.49

Bournemouth Symphony Orchestra
Constantin Silvestri – Conductor

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FDPBach

Ludwig van Beethoven (1770-1827): Os Últimos Quartetos

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Verdadeiros monumentos humanistas, os último quartetos de Beethoven têm que ser conhecidos por todos aqueles que desejam ser algo mais do que um saco vazio de conteúdo. Ouvi-los é como conhecer Mann e Musil, Joyce e Proust. Os húngaros do Takács — formado em 1975, atualmente com dois norte-americanos no grupo — enfrentam estes difíceis quartetos com naturalidade e fluência. Engraçado que uma outra gravação de referência é a do Kodály Quartet, outro grupo húngaro, este fundado em 1965. Os húngaros parecem ter invadido esta área… O Tackács não é mole. São artistas associados ao South Bank Centre, receberam em maio a Wigmore Hall Medal e estiveram dia desses com Merl Streep homenageando Philip Roth. Tais posturas podem ser ouvidas nestes CDs, acreditem.

Ludwig van Beethoven (1770-1827): Os Últimos Quartetos

CD1

String Quartet in E Flat, Op.127
01. I. Maestoso-Allegro
02. II. Adagio, Ma Non Troppo e Molto Cantabile-Andante
03. III. Scherzo.Vivace
04. IV. Allegro-Allegro Comodo

String Quartet in C Sharp Minor, Op.131
05. I. Adagio ma non troppo e molto espressivo
06. II. Allegro Molto Vivace
07. III. Allegro Moderato
08. IV. Andante Molto Cantabile-Più Mosso-Andante Lusinghiero
09. V. Presto
10. VI. Adagio Quasi un Poco Andante
11. VII. Allegro

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CD2

String Quartet in A Minor, Op.132
01. I. Assai Sostenuto-Allegro
02. II. Allegro Ma Non Tanto
03. III. Holy Songs. Andante-Molto Adagio
04. IV. Alla Marcia, Assai Vivace-Piu Allegro
05. V. Allegro Appassionato-Presto

String Quartet in F Major, Op.135
06. I. Allegretto
07. II. Vivace
08. III. Lento Assai, Cantante e Tranquillo
09. IV. Der schwer gefaßte Entschluß.Grave, Ma Non Troppo Tratto-Allegro

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CD3

String Quartet in F Minor, Op.95
01. I. Allegro Con Brio
02. II. Allegretto Ma Non Troppo
03. III. Allegro Assai Vivace Ma Serioso
04. IV. Larghetto Espressivo-Allegretto Agitato-Allegro

String Quartet in B Flat, Op.130
05. I. Allegro Ma Non Troppo-Allegro
06. II. Presto
07. III. Andante Con Moto, Ma Non Troppo
08. IV. Alla Danza Tedesca.Allegro Assai
09. V. Cavatina.Adagio Molto Espressivo

Grosse Fuge, Op.133
10. Grosse Fuge, Op.133
11. VI. Finale.Allegro

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Takács Quartet

Obra retratando Beethoven em Bonn: de alguns ângulos a coisa é quase incompreensível

Obra retratando Beethoven em Bonn: de alguns ângulos a coisa é quase incompreensível

Mas, olhando bem de frente...

Mas, olhando bem de frente…

PQP

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) – The Wind Serenades – Hogwood, Amadeus Winds

4580962Esse delicioso cd do recentemente falecido Christopher Hogwood é apenas uma amostra do talento deste excepcional músico, musicólogo, maestro, professor, etc. Era um homem de muitos talentos, com certeza.
Sua riquíssima discografia tem registros imortais de obras fundamentais do repertório barroco e do classicismo. Com exceção de uma ótima gravação com seu amigo Jaap Schroeder das sonatas para Violino e Piano de Schubert, não conheço outras incursões suas no repertório romântico.
Este cd que ora vos trago traz a “Gran Partita”, uma das principais obras primas de Mozart. Trata-se de um Divertimento para Treze Instrumentos de Sopro. A única indicação que o cd traz é que o conjunto que interpreta essa e outras obras presentes nos dois cds chama-se “Amadeus Winds”. Não encontrei maiores referências a respeito deles.

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) – The Wind Serenades (Hogwood)

CD 1
01. Serenade in B-flat major, K.361 [Gran Partita] – I. Largo-Molto allegro
02. II. Menuetto-Trio
03. III. Adagio
04. IV. Menuetto-Trio
05. V. Romance (Adagio-Allegretto)
06. VI. Tema (Allegretto) con variazioni
07. VII. Finale (Molto allegro)
08. Serenade in E-flat major, K.375 – I. Allegro maestoso
09. II. Menuetto I
10. III. Adagio
11. IV. Menuetto II
12. V. Allegro

CD 2

01. Serenade in C minor, K.388 – I. Allegro
02. II. Andante
03. III. Menuetto in canone
04. IV. Allegro
05. Divertimento in B-flat major, K.240 – I. Allegro
06. II. Andante grazioso
07. III. Menuetto-Trio
08. IV. Allegro
09. Divertimento in E-flat major, K.252 – I. Andante
10. II. Menuetto-Trio
11. III. Polonaise (Andante)
12. IV. Presto assai
13. Divertimento in F major, K.253 – I. Thema (Andate) con variazioni
14. II. Menuetto-Trio
15. III. Allegro assai
16. Divertimento in B-flat major, K.270 – I. Allegro molto
17. III. Andantino
18. III. Menuetto (Moderato)-Trio
19. IV. Presto

Amadeus Winds
Christopher Hogwood – Conductor

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Christopher Hogwood (1941-2014) – Esse já está fazendo falta !!!

FDPBach

Cancionero Musical de Palacio – Music of the Spanish Court (1505-1520)


Possuo este CD há bastante tempo e costumo ouvi-lo, pelo menos, duas vezes por mês. Ele é a minha referência de música medieval da melhor qualidade. A partir dessa gravação, passei não só a apreciar um pouco mais a música vocal, como também a música produzida antes do século XVII.

É uma bela amostra do que foi produzido na corte espanhola entre os anos de 1505 e 1520. O álbum traz desde composições anônimas a composições de Enzina e Alonso, entre outros. Você, com certeza, irá impressionar-se com canções como: Rodrigo Martinez, Si abrá en este Baldrés, Levanta Pascual, La Tricotea, Tres morillas m’enamoran, além da espetacular versão instrumental de Todos los bienes del mundo e a famosa Danza Alta.

Uma deliciosa e empolgante seleção interpretada pela Ensemble Accentus, um grupo estabelecido em Viena, especializado em música medieval espanhola, formado por mais de 30 integrantes, entre cantores e instrumentistas, com a direção de Thomas Wimmer.

Boa audição!

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Cancionero Musical de Palacio – Music of the Spanish Court (1505-1520)

01. Rodrigo Martinez (Anonimo) 2:11
02. Con amores, mi madre (Juan de Anchieta) 2:34
03. Pues que jamás olvidaros (Juan del Enzina) 5:49
04. Si abrá en este baldrés (Juan del Enzina) 1:27
05. Si d’amor pena sentis (Anonimo) 4:40
06. Tir’alla, que non qui (Alonso) 2:49
07. Todo quanto yo serví (Lope de Baena) 2:21
08. Levanta Padcual (Juan del Enzina) 2:53
09. Malos adalides fueron (Badajos) 5:01
10. Todos los bienes del mundo (Juan del Enzina) 3:01
11. Durandarte (Millán) 3:23
12. Fata la parte (Juan del Enzina) 2:00
13. Pedro, i bien te quiero (Juan del Enzina) 3:01
14. Danza Alta (Francisco de la Torre) 1:44
15. Qu’es de ti, desconsolado? (Juan del Enzina) 3:41
16. La tricotea (Alonso) 3:29
17. Ay triste, que vengo (Anonimo)
18. So ell enzina (Anonimo) 1:49
19. Como está sola me vida (Ponce) 2:20
20. O voy (Anonimo) 1:43
21. Tres morillas m’enamoran (Anonimo) 4:54
22. Hoy comamos y bebamos (Juan del Enzina) 4:10

Ensemble Accentus
Thomas Wimmer

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Velasquez, As Meninas, 1656

Velasquez, As Meninas, 1656

Marcelo Stravinsky

Antonio Vivaldi (1678-1741) – 5 Concerti Per Oboe; Concerto Per Oboe & Fagotto RV 545, Heinz Holliger, I Musici

512PWEVX8RLAndei olhando meus cds e encontrei uma série de CDs gravadas pelo conjunto I Musici só com obras de Vivaldi, e pensei: por que postá-la? Por que não postá-la? Pois bem, postá-la-ei. Nem sei direito quantos cds são, os senhores poderão contar no final das contas.
Só tem feras por aqui. Neste primeiro cd teremos os Concertos para Oboé, com Heinz Holliger, talvez o maior oboísta do século XX, mas isso fica a critério dos senhores julgarem.
Sem mais para o momento, divirtam-se. Overdose de Vivaldi até o Natal …

01-03 Concierto for Oboe in C, RV 452
04-06 Concierto for Oboe in d, RV 454
07-09 Concierto for Oboe & Fagot in G, RV 445
10-12 Concierto for Oboe in C, RV 446
13-15 Concierto for Oboe in a, RV 463
16-18 Concierto for Oboe in C, RV 447

Heinz Holliger – Oboe
Klaus Thunemann – Fagot
I Musici

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holliger

Heinz Holliger – Esse toca muito !!!

J. S. Bach (1685-1750): As Suítes para Violoncelo (Isserlis)

Claro que a versão de Steven Isserlis é boa, mas o problema é que lhe falta aquela dose de transcendência difícil de se caracterizar e que nos é passada através de pequenos detalhes de fraseado e acentuação. Com uma interpretação menos profunda e concentrada do que a de, por exemplo, Queyras e Cocset, Isserlis toca todas as notas, mas sua versão ainda parece estar aquém da maturação. Porém, posso estar errado, talvez muito errado. Então, digo para os pequepianos ouvirem esta gravação das Suítes de Bach a fim de formarem suas próprias opiniões.

J. S. Bach (1685-1750): As Suítes para Violoncelo (Isserlis)

Disc: 1
1. Prelude (Suite #1 in G major)
2. Allemande
3. Courante
4. Sarabande
5. Menuet I – Menuet II
6. Gigue

7. Prelude (Suite # 2 in D minor)
8. Allemande
9. Courante
10. Sarabande
11. Menuet I – Menuet II
12. Gigue

13. Prelude (Suite # 3 in C major)
14. Allemande
15. Courante
16. Sarabande
17. Bouree I – Bouree II
18. Gigue

19. Prelude (Suite # 4 in E flat major)
20. Allemande
21. Courante
22. Sarabande
23. Bourree I – Bourree II
24. Gigue

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Disc: 2
1. Prelude (Suite # 5 in C minor)
2. Allemande
3. Courante
4. Sarabande
5. Gavotte I – Gavotte II
6. Gigue

7. Prelude (Suite # 6 in D major)
8. Allemande
9. Courante
10. Sarabande
11. Gavotte I – Gavotte II
12. Gigue

13. The Song of the Birds (Catalan folksong- arranged by Sally Beamish)

14. Prelude from Suite # 1 (from Anna Magdalena manuscript)
15. Prelude from Suite # 1 (from the John Peter Kellner manuscript)
16. Prelude from Suite # 1 (from the collection of Johann Christoph)

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Steven Isserlis, violoncelo

Steven Isserlis

Steven Isserlis: tá assustado, meu?

PQP

Johannes Brahms (1833-1897): Danças Húngaras (Versão Orquestral)


Puxa, e como é bom poder postar novamente! Estava tão envolvido com o meu trabalho de final de curso que nem lembro mais minha última contribuição.

O que venho oferecer aos caros leitores, é algo que deveria ter sido feito há algum tempo atrás… Inspirado pela postagem do mano CVL, das Danças Eslavas de Dvorák, trago-lhes essas pequenas bagatelas orquestrais. Acho até que demorei a postá-las, já que, normalmente, postamos aquilo que estamos ouvindo; e as Danças Húngaras, principalmente essas versões orquestrais, sempre estão presentes nas, já famosas, listas de músicas que costumo ouvir enquanto dirijo.

As Danças Húngaras são um conjunto de 21 danças folclóricas bem animadas em geral, baseadas, sobretudo em temas húngaros. Somente as de números 11, 14 e 16 são composições totalmente originais. A de número 5 é baseada na czárda “Bartfai emlek” de Béla Kéler, que Brahms, equivocadamente, pensou tratar-se de uma música folclórica tradicional húngara.

Brahms as escreveu originalmente para dois pianos, mais tarde arranjaria as 10 primeiras para piano solo e logo depois orquestraria somente as de número 1, 3 e 10. Outros compositores, incluindo Dvorák, orquestraram as outras danças. Johan Andreas Hallén a de número 2, Paul Juon a número 4, Martin Schmeling a sequência de 5 a 7, Hans Gál as de números 8 e 9, Albert Parlow a sequência de 11 a 16 e Dvorák orquestrou os números restantes. A mais famosa é a de número 5, em Fá Sustenido Menor (Sol Menor na versão orquestral).

.oOo.

Brahms: Danças Húngaras (Versão Orquestral)

01. Hungarian Dance No.01 in G minor – Allegro molto (2:55)
02. Hungarian Dance No.02 in D minor – Allegro non assai – Vivace(2:38)
03. Hungarian Dance No.03 in F major – Allegretto (2:19)
04. Hungarian Dance No.04 in F sharp minor – Poco sostenuto – Vivace (4:09)
05. Hungarian Dance No.05 in G minor – Allegro – Viivace (2:18)
06. Hungarian Dance No.06 in D major – Vivace (3:06)
07. Hungarian Dance No.07 in F major – Allegretto – Vivo (1:38)
08. Hungarian Dance No.08 in A minor – Presto (2:49)
09. Hungarian Dance No.09 in E minor – Allegro ma non troppo (1:39)
10. Hungarian Dance No.10 in F major – Presto (1:38)
11. Hungarian Dance No.11 in D minor – Poco andante (2:28)
12. Hungarian Dance No.12 in D minor – Presto (2:18)
13. Hungarian Dance No.13 in D major – Andantino grazioso – Vivace (1:38)
14. Hungarian Dance No.14 in D minor – Un poco andante (1:35)
15. Hungarian Dance No.15 in B flat major – Allegretto grazioso (2:43)
16. Hungarian Dance No.16 in F major – Con moto (2:20)
17. Hungarian Dance No.17 in F sharp minor – Andantino – Vivace (2:48)
18. Hungarian Dance No.18 in D major – Molto vivace (1:27)
19. Hungarian Dance No.19 in B minor – Allegretto (1:59)
20. Hungarian Dance No.20 in E minor – Poco allegretto – Vivace (2:25)
21. Hungarian Dance No.21 in E minor – Vivace (1:17)

Orquestra Filarmônica de Viena
Claudio Abbado

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Melhor capa impossível.

Melhor capa impossível.

Marcelo Stravinsky

Johann Sebastian Bach (1685-1750) – Brandenburg Concertos – I Musici

41WNAHZ7EELNos anos 60, 70 e 80 o conjunto de câmara I Musici dominava as “paradas” da música clássica do período barroco. Os caras produziram e gravaram muito mesmo.  Eram referência quando se tratava de repertório barroco. Muita gente se iniciou na música clássica com a famosa gravação das “Quatro Estações” de Vivaldi com Felix Ayo como solista. E esta gravação de Vivaldi foi um dos maiores best-sellers da  história do selo Phillips.
Nos dias de hoje, quando temos tantos grupos de câmara que optaram por seguir a linha dos intérpretes “historicamente corretos” como Carmignola, Antonini ou Biondi, sem esquecermos de Harnoncourt, Leonhardt, os irmãos Kujiken, Hogwood, Pinnock ou Gardiner, essas leituras do I Musici podem soar datadas, desatualizadas, etc. Mas é inegável sua importância para a popularização do barroco.
Independentemente de rótulos, conceitos ou definições, essas suas gravações dos nossos queridíssimos “Concertos de Brandenburg” de nosso pai musical Johann Sebastian Bach são um marco da discografia. Não foi a toa que os clientes da amazon deram 5 estrelas quase que unanimamente para esse cd duplo. Temos grandes nomes aqui: Felix Ayo, Maurice André, Frans Brügen, Heinz Holliger, entre outros. Energia, vitalidade e virtuosismo são as qualidades óbvias deste cd.
Aliás, este é daqueles cds que podemos deixar no carro para ouvirmos em uma viagem ou passeio. Ajuda a relaxar, acalmar os nervos, como dizia minha mãe.

CD 1

01 – Brandenburg Concerto No. 1 in F – BWV 1046 – 1 Allegro
02 – Brandenburg Concerto No. 1 in F – BWV 1046 – 2 Adagio
03 – Brandenburg Concerto No. 1 in F – BWV 1046 – 3 Allegro
04 – Brandenburg Concerto No. 1 in F – BWV 1046 – 4 Menuetto Polacca
05 – Brandenburg Concerto No. 2 in F – BWV 1047 – 1 Allegro
06 – Brandenburg Concerto No. 2 in F – BWV 1047 – 2 Andante
07 – Brandenburg Concerto No. 2 in F – BWV 1047 – 3 Allegro assai
08 – Brandenburg Concerto No. 3 in G – BWV 1048 – 1 Allegro
09 – Brandenburg Concerto No. 3 in G – BWV 1048 – 2 Andante
10 – Brandenburg Concerto No. 3 in G – BWV 1048 – 3 Allegro

Felix Ayo – Violin
Heinz Holliger – Oboe
Maria Teresa Garatti – Harpsichord
Maurice André – Trumpet
Severino Gazzelloni – Flute
I Musici

11 – Violin Concerto In E – BWV 1042 – 1 Allegro
12 – Violin Concerto In E – BWV 1042 – 2 Adagio
13 – Violin Concerto In E – BWV 1042 – 3 Allegro assai

Roberto Michelucci – Violin
I Musici

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CD 2

01 – Brandenburg Concerto No. 4 in G, BWV 1049 I Allegro
01 – Brandenburg Concerto No. 4 in G, BWV 1049 I Allegro
02 – Brandenburg Concerto No. 4 in G, BWV 1049 II Andante
03 – Brandenburg Concerto No. 4 in G, BWV 1049 III Presto

Jeanette van Wingerden – Flute
Frans Brüggen – Flute
Felix Ayo – Violin

04 – Brandenburg Concerto No. 5 in D, BWV 1050 I Allegro
05 – Brandenburg Concerto No. 5 in D, BWV 1050 II Affettuoso
06 – Brandenburg Concerto No. 5 in D, BWV 1050 III Allegro

Maxence Larrieu – Flute
Maria Teresa Garatti – Harpsichord
Felix Ayo – Violin
I Musici

07 – Brandenburg Concerto No. 6 in B flat, BWV 1051 I (Allegro)
08 – Brandenburg Concerto No. 6 in B flat, BWV 1051 II Adagio ma non tanto
08 – Brandenburg Concerto No. 6 in B flat, BWV 1051 II Adagio ma non tanto
09 – Brandenburg Concerto No. 6 in B flat, BWV 1051 III Allegro

János Scholz – Cello
Maria Teresa Garatti – Harpsichord
I Musici

10 – Violin Concerto in A minor, BWV 1041 I (Allegro)
11 – Violin Concerto in A minor, BWV 1041 II Andante
12 – Violin Concerto in A minor, BWV 1041 III Allegro assai

Roberto Michelucci – Violin
I Musici

CD 2 – DOWNLOAD HERE – BAIXE AQUI

FDPBach

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I Musici nos dias de hoje. São sessenta anos de dedicação à boa música.

 

Albert Ketèlbey (1875-1959): Orchestral Works


O anúncio de um editor no jornal da Sociedade de Direitos de Execução Britânica em outubro de 1929 disse tudo: “É de ARTHUR W. KETÈLBEY (o maior compositor inglês vivo) uma nova e bela inspiração, A Hora Sagrada”.

Pondo de lado o fato não insignificante de que homens da estatura criativa de Elgar, Vaughan Williams, Holst e Bax viviam ainda nessa época, há uma certa elegância freudiana na própria circunstância de que o próprio editor não deu o nome de Sir Ketèlbey direito! Ele era, realmente, Albert W. Ketèlbey, mas, era o sobrenome, e não o prenome, que normalmente causava problema. A bem da verdade, o público tendia a colocar o acento no lugar errado – fazendo-o na segunda sílaba: Ke-tèl-bey. Quando não, pessoas desavisadas a ele se referiam como Kettleboy ou Kettlebay e diversas outras variações de nomenclatura.

É preciso alertar para o fato, porém, de que, embora tudo isso, ele sempre soube absorver essa confusão. Diz-se surpreendentemente, embora ninguém ainda o tenha dado certeza, que ele teria nascido simplesmente William Aston, todavia, como veio ao mundo em Aston, distrito de Birmingham, é possível que tal nome tenha surgido em razão dessa indistinção! Onde, quando e como ele assumiu tal troca de nomes permanece no mistério, exceto que tenha sido em tempos muito distantes. Chegou-se a buscar o novo nome como ligado a origens dinamarquesas, a teoria sendo calcada a seguinte: “o ke tendo o papel de prefixo ligado ao Ke nos nomes “Kenelm”. “Kesteven”, “K’nut”, “Quebec”, ou seja, Ke-bec, o Que vindo a ser o equivalente do francês Ke“, alguém tendo de ser perdoado por esse retrocesso. Presume-se que o “W” signifique William mas, de novo, inexiste evidência incontestável que confirme isto.

De um modo ou de outro, Albert William Ketèlbey que seja, nasceu, como já afirmou, em Birmingham, no dia 4 de agosto de 1875. Parece haver demonstrado talento para música muito cedo, com aparente aptidão para o piano. Certa tendência para a composição terá se manifestado muito rápido nele, pois, com apenas 11 anos de idade, escreveu uma Sonata para piano que foi executada em um recital havido no recinto da Prefeitura de Worcester, a qual, depois, iria ganhar a admiração de alguém do porte de Sir Edward Elgar. Em Birmingham, seus estudos foram feitos sob as orientações de Alfred Gaul e do Dr. Herbert Wareing, ambos havendo-o preparado para a admissão em um dos colégios de música londrinos. Supôs-se, inicialmente, que ele pudesse ter ingressado no Colégio Real de Música, mas, por qualquer razão, perdeu o prazo para uma bolsa de estudos lá e optou por outra, a Bolsa de Estudos da Rainha Vitória, no Colégio Trinity. Tinha apenas 13 anos, mas, com facilidade, ganhou o primeiro lugar, obtendo muitas notas mais altas que o seu colega concorrente, Gustav Holst, quase um ano mais velho do que ele.

Ketèlbey viveu 84 anos e, compreensivelmente, seu ritmo de vida foi diminuindo bastante nos últimos tempos de existência. Com uma criação musical comovente atrás de si, satisfez-se no gozo do tranqüilo ambiente da Ilha de Wight ao lado de sua segunda mulher, Maud. Não tinha família, mas isto parecia não aborrecê-lo. Morreu no dia 26 de novembro de 1959, época em que já se tornara uma espécie de fora-de-moda. Uma nota de obituário absolutamente prosaica no Times de Londres anunciou a sua morte, tendo sido isto o mais favorável que encontraram: “desenvolveu talento para a escrita descritiva… na qual mostrou habilidade para captar sonoridade ambiental”.

As Obras

No Jardim de um Mosteiro (In a Monastery Garden)

Este foi o “intermezzo característico”, publicado em 1915, primeiro responsável pelo deslanchar de Ketèlbey na vanguarda dos compositores de música ligeira. O próprio compositor providenciou descrição para a peça: “O primeiro tema representa o devaneio de um poeta na quietude do jardim de um mosteiro, em meio a um belo arredor – s serena tranquilidade do ambiente -, árvores frondosas e pássaros cantando. O segundo tema, em tom menor, expressa uma nota mais “pessoal” de tristeza, de apelo e de penitência. Nesse momento os monges são ouvidos cantando o “Kyrie Eleison” com fundo de órgão e o sino da capela soando. O primeiro tema é ouvido novamente de modo tranquilo, como se houvesse se tornado mais etéreo e distante; o canto dos monges se faz ouvir outra vez – fica mais forte e insistente, levando a peça a uma conclusão exultante”.

Chal Romano (Jovem Egípcio)

Esta “Abertura Descritiva”, datada de 1924, dá uma boa demonstração da atuação de Ketèlbey naquilo que se pode perceber como estruturas mais “formais”, fora daquelas adotadas em suas miniaturas pictóricas. A invenção melódica é, na verdade, indistinta, embora conduzida com inegável maestria, e revela inteiramente as qualidades de um artista que sabe como tirar o máximo de uma orquestra.

Suíte Romântica (Suite Romantique)

Esta comovente suíte orquestral surgiu, igual a peça antecedente, em 1924, trazendo uma dedicatória a Sir Dan Godfrey (1868-1939), esse incansável campeão dos compositores ingleses, cujo brilhante trabalho com a Orquestra Municipal de Bournemouth muito fez para erguer o padrão de concertos na Inglaterra, e não só ao nível local, mas também, nacional. Cada um dos três movimentos traz um título romântico caracterizante (em francês, naturalmente!).

Capricho Pianístico (Caprice Pianistique)

Uma dentre outras peças compostas para uso próprio, este agradável destaque serve para lembrar-nos a destreza de Ketèlbey como pianista virtuose. Definida como “Piano Novelty” (Novidade para Piano), é uma obra relativamente recente, tendo surgido após a Segunda Grande Guerra, em 1947. Tem acentuação bem definida de “capricho”, oferecendo uma despreocupação onde, ao se buscar aproximação com elementos mais sérios, cede-se lugar a um ânimo galhofeiro.

O Relógio e as Figuras de Porcelana (The Clock and the Dresden Figures)

Publicada em 1930, esta encantadora fantasia foi dedicada a um amigo do compositor, Tenente W. J. Dunn, e, consequentemente, por um toque possível de incongruência, há dela uma versão para piano e banda militar, além desta mais convencional, para piano e orquestra, aqui registrada.

Suíte Cockney (Cockney Suite)

Os cinco movimentos da Suíte Cockney (um Cockney, ao acaso, pode ser definido como alguém nascido ao som do Bow Bells no leste londrino, se não todos da própria área leste da cidade) constituiu outro produto do industrial ano de 1924 e, sob muitos aspectos, serviu de tributo à cidade onde Ketèlbey residiu por inúmeros anos e que contribuiu para a sua fama e fortuna (de uma maneira bem semelhante à retribuição feita por Eric Coates na suíte “Londres”. Os locais por ele escolhidos para inspiração cobrem o spectrum total da sociedade londrina. Aqui podemos apreciar os movimentos de números 5 e 3.

Ao Luar (In the Moonlight)

Esta miniatura é descrita como um “Intermezzo Poético” e foi subtitulada em francês como Sous la Lune, no intuito de se acrescentar apropriada aura romântica. Acima de tudo uma peça de época, tem o mérito de encantar por seu valor melódico. Foi modelada no esquema A B A C A e mais a coda, com C servindo de apaixonado fecho relativo de B. Teve sua estreia relativamente cedo na carreira do compositor no âmbito da música ligeira, em 1919.

Wedgwood Melancólico (Wedgwood Blue)

De modo algum Josiah Wedgwood iria imaginar, quando fundou sua hoje famosa fábrica de cerâmicas em 1759 que, 161 anos depois, seu empreendimento seria homenageado numa dança por Albert W. Ketèlbey. A dança em foco é uma gavota, encerrando uma seção contrastante intermediária da qual se encarregam solos de violoncelo e de violino. Inteiramente despretenciosa, esta peça fascina por sua evocação, há muito desaparecida.

Sinos Através das Campinas (Bells Across the Meadows)

Uma das mais conhecidas composições de Ketèlbey, este fragmento declaradamente sentimental surgiu em 1921. Para as modernas audiências, este trabalho oferece emanação equivalente às pinturas de Myles Birket Foster sobre as cenas do passado – casinhas de teto vegetal com flores entrelaçadas, em meio a jardins repletos de malva – rosas com gracioso regato borbulhando adiante e vacas pastando sossegadamente além.

A Melodia Fantasma (The Phantom Melody)

Este é um trabalho que proporcionou a Ketèlbey um prêmio de 50 libras no concurso organizado por August Van Biene e que atraiu o interesse do compositor para a música ligeira. Nesta versão orquetral, os violinos tomam o lugar originalmente entregue ao violoncelo solista. O próprio Biene havia ganho fama em 1893 com uma peça intitulada The Broker Melody (A Melodia Partida) e é bem possível que Ketèlbey haja escolhido este tipo e título em homenagem ao criador do concurso. Mais tarde, uma canção foi adaptada desta obra, com o título de I Loved You More Than I Knew.

Em um Mercado Persa (In a Persian Market)

Sem dúvida a mais, mundialmente, popular de todas as suas composições. Esta é uma das peças que, ouvindo-a, as pessoas já dizem “é assim que ela se chama!?”. É um tema que muita gente conhece há anos. Designada como “Intermezzo-Scene” pelo próprio compositor e publicada em 1920, ela descreve o seguinte cenário: “Cameleiros se aproximam gradualmente do mercado; gritos de mendigos por ‘Back-shees’, são ouvidos entre o alvoroço. (O lamento todo é “Back-sheesh, Allah, empshi, ‘empsi’, sabemos, significa ‘vá embora!’). Sua fama mundial se deve, principalmente, ao fato de ter sido gravada uma versão pop do seu intermezzo, pela cantora Della Reese, intitulada “Take My Heart”.

Fonte: Encarte do CD, Tim McDonald

Boa audição!

.oOo.

Ketèlbey: Orchestral Works

01. In a Monastery Garden (5:15)

02. Overture: The Adventures (4:31)

03. Chal Romano (10:06)

Suite Romantique
04. Nº 1 Romance “Réveil d’Armour” (6:49)
05. Nº 2 Scherzo “Pensés Troublées” (3:02)
06. Nº 3 Valse Dramatique “Querelle et Réconciliation” (4:57)

07. Caprice Pianistique (3:33)

08. The Clock and the Dresden Figures (4:06)

Cockney Suite
09. Nº 5 “Bank Holliday” (2:36)
10. Nº 3 “At the Palais de danse” (2:53)

11. In the Moonlight (5:09)

12. Wedgwood Blue (4:11)

13. Bells across the Meadows (5:09)

14. The Phantom Melody (3:54)

15. In a Persian Market (5:34)

Slovak Philharmonic Male Chorus in 01, 15
Czecho-Slovak Radio Symphony Orchestra (Bratislava)
Adrian Leaper

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Albert Ketèlbey: esquecido, talvez merecidamente

Albert Ketèlbey: esquecido

Marcelo Stravinsky

Franz Schubert (1797-1828) – Le Voyage Magnifique – Schubert Impromptus – Maria João Pires

41gKAQSQsPLFaz algum tempo que estas magníficas obras de Schubert, os Impromptus, não aparecem por aqui. Creio que da última vez foi ainda na década passada, nas mãos mais que competentes de Alfred Brendel. Obviamente estes links já sumiram. Então vou lhes dar a possibilidade de ouvir outra intérprete, nossa querida portuguesa Maria João Pires. Outra hora trago Brendel, que anda bem afastado daqui do PQPBach.
Foi através deste belíssimo cd duplo que conheci Maria João Pires. E foi paixão à primeira audição. Por se tratar de obras muito intimistas, é necessário total concentração para poder melhor apreciar a qualidade da obra e da interpretação. É nos detalhes que este cd te conquista. Nada de excessos, tudo em seu devido lugar, a música que emana dos dedos da portuguesa é pura poesia, te proporcionando “une Voyage Magnífique”, como o título do CD sugere.

CD 1
01. 4 Impromptus, Op.90, D.899  No.1 In C Minor Allegro molto moderato
02. 4 Impromptus, Op.90, D.899  No.2 In E Flat Allegro
03. 4 Impromptus, Op.90, D.899  No.3 In G Flat Andante
04. 4 Impromptus, Op.90, D.899  No.4 In A Flat Allegretto
05. Schubert Allegretto In C Minor, D.915

CD 2
01. 4 Impromptus Op.142, D.935 No.1 In F Minor Allegro moderato
02. 4 Impromptus Op.142, D.935 No.2 In A Flat Allegretto
03. 4 Impromptus Op.142, D.935 No.3 In B Flat Theme (Andante) With Variations
04. 4 Impromptus Op.142, D.935 No.4 In F Minor Allegro scherzando
05. 3 Klavierstucke, D.946 No.1 In E Flat Minor (Allegro assai)
06. 3 Klavierstucke, D.946 No.2 In E Flat (Allegretto)
07. 3 Klavierstucke, D.946 No.3 In C (Allegro)

Maria João Pires – Piano

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The Dmitri Shostakovich Edition (CDs 10, 11 e 12 de 27)

SÉRIE IM-PER-DÍ-VEL!!!

Toda a série está aqui, ó.

CD 10

A Sinfonia Nº 14 – espécie de ciclo de canções – foi dedicada a Britten, que estreou-a em 1970 na Inglaterra. É a menos casual das dedicatórias. Seu formato e sonoridade é semelhante à Serenata para Tenor, Trompa e Cordas, Op. 31, e à Les Illuminations para tenor e orquestra de cordas, Op. 18, ambas do compositor inglês. Os dois eram amigos pessoais; conheceram-se em Londres em 1960, e Britten, depois disto, fez várias visitas à URSS. Se o formato musical vem de Britten, o espírito da música é inteiramente de Shostakovich, que se utiliza de poemas de Lorca, Brentano, Apollinaire, Küchelbecker e Rilke, sempre sobre o mesmo assunto: a morte.

O ciclo, escrito para soprano, baixo, percussão e cordas, não deixa a margem à consolação, é música de tristeza sem esperança. Cada canção tem personalidade própria, indo do sombrio e elegíaco em A la Santé, An Delvig e A Morte do Poeta, ao macabro na sensacional Malagueña, ao amargo em Les Attentives, ao grotesco em Réponse des Cosaques Zaporogues e à evocação dramática de Loreley. Não há música mais direta e que trabalhe tanto para a poesia, chegando, por vezes, a casar-se com ela sílaba por sílaba para tornar-se mais expressiva. Há uma versão da sinfonia no idioma original de cada poema, mas sempre a ouvi em russo. Então, já que não entendo esta língua, tenho que ouvi-la ao mesmo tempo em que leio uma tradução dos poemas. Posso dizer que a sinfonia torna-se apenas triste se estiver desacompanhada da compreensão dos poemas – pecado que cometi por anos! Ela perde sentido se não temos consciência de seu conteúdo autenticamente fúnebre. Além do mais, os poemas são notáveis.

Possui indiscutíveis seus méritos musicais mas o que importa é sua extrema sinceridade. Me entusiasmam especialmente a Malagueña, feita sobre poema de Lorca e a estranha Conclusão (Schluss-Stück) de Rilke, que é brevíssima, sardônica e – puxa vida – muito, mas muito final.

Symphony No. 14, for Soprano, Bass, Strings & Percussion, Op. 135
1. De profundis (Bass; Carcia Lorca) 4:23
2. Malaguena (Soprano; Carcia Lorca) 2:50
3. Lorelei (Soprano & bass; Apollinaire) 8:00
4. The Suicide (Soprano; Apollinaire) 6:13
5. On Watch (Soprano; Apollinaire) 2:59
6. Madam, look! (Sorprano & bass; Apollinaire) 1:32
7. In Prison, at the Sante Jail (Bass, Apollinaire) 8:20
8. The Zaporozhian Cossack’s answer to the Sultan of Constantinople (Bass; Apollinaire) 2:07
9. O Delvig, Delvig (Bass; Küchelbecker) 3:44
10. The Death of the Poet (Soprano: Rilke) 4:23
11. Conclusion (Soprano & bass; Rilke) 1:04

Alla Simoni, soprano
Vladimir Vaneev, bass
WDR Sinfonieorchester
Rudolf Barshai

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CD 11

A Sinfonia Nº 15 está entre as maiores do mestre russo e possui grande alegria e desespero sob sua aparente tranqüilidade. É uma obra consistente, com movimentos melodiosos apoiando-se harmonicamente um no outro. Não há nada sobrando nem faltando. O primeiro movimento é felicíssimo e aparentado com a Sinfonia Nº 9 e com o primeiro movimento do Concerto Nº 2 para piano e orquestra. Ele evoca os brinquedos infantis e possui em seu cerne um dos temas da Guilherme Tell, de Rossini.

O Adagio é belo e triste com longos solos de violoncelo e também do trombone e da tuba; há a inserção do Tema do Destino (ou da Morte) que Wagner escreveu para seu Nibelungo. O Alegretto, em tom de deboche, é levado pelo clarinete.

O movimento final é o mais longo de todos: há evocações ao compositor — o motivo DSCH reaparece acompanhado pelo Tema do Destino em clara alusão às doenças e à morte próxima de Shostakovich –, mas a sinfonia é finalizada serenamente após várias intervenções de cantabiles violinos. O final, quase todo a cargo da percussão, é delicado. Um verdadeiro achado. Um despedida sem desespero, um aceno algo irônico, de um grande mestre.

Mas o que queria mesmo dizer é que esta sinfonia exerce um efeito magnético (palavras de Lauro Machado Coelho) sobre os ouvintes. É impossível não ceder a ela, ouvindo e reouvindo. Tenho vários amigos que concordam: há algo nela que nos instiga, anima, estimula, incita, algo que espicaça nossa curiosidade. O que será?

Symphony No. 15 in A major Op. 141
1. Allegretto 8:19
2. Adagio-largo-adagio-allegretto 11:43
3. Allegretto 3:53
4. Adagio-allegretto-adagio-allegretto 13:58

WDR Sinfonieorchester
Rudolf Barshai

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CD 12

Achei fantástico que os russos tenham colocado nesta coleção dois CDs completos com as transcrições de 4 quartetos para orquestra sinfônica. Há anos me divirto com eles. São bons pra caraglio. Ouçam aí!

Chamber Symphony Op. 73a (Arrangement of String Quartet No.3)
1. Allegretto 2:20
2. Moderato con moto 5:26
3. Allegro non troppo 4:41
4. Adagio 5:14
5. Moderato 10:48

Chamber Symphony Op.83a (Arrangement of String Quartet Op.4)
6. Allegro 4:16
7. Andantino 7:04
8. Allegretto 5:09
9. Allegretto 9:54

Orchestra Sinfonica di Milano Giuseppe Verdi
Rudolf Barshai, conductor

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Shostakovich assistindo a um jogo de seu time de futebol, o Zenit, onde hoje joga o Hulk...

Shostakovich assistindo a um jogo de seu time de futebol, o Zenit, onde hoje joga o Hulk…

PQP

Ludwig van Beethoven (1770-1827) – Piano Concertos nºs 3 & 4 – Maria João Pires, SRDO, Harding

frontMaria João Pires já se estabeleceu como um dos grandes nomes do instrumento deste novo século. Tenho acompanhado de perto sua carreira, desde que adquiri pela primeira vez um cd dela. Tratavam-se dos Impromptus schubertianos, um cd chamado “Le Voyage Magnifique”, o nome já diz tudo, que assim que possível lhes trago.
Mas a portuguesa completou 70 anos de idade, imaginem. Nem aparenta, talvez devido ao cabelo curto, que dizem remoçar as pessoas. Ou então à incrível energia que se consegue extrair de seu piano. É incrível. Um fenômeno, eu diria, se não fosse a idade. Na verdade, trata-se de talento nato, que foi esculpido no correr dos anos pela experiência. Era uma das pianistas favoritas de Claudio Abbado.
Mas Claudio Abbado se foi, infelizmente, mas a vida continua, e Maria João segue em frente com sua carreira impecável. Então neste ano de 2014 juntou-se ao jovem Daniel Harting para gravar Beethoven, seus concertos de nº 3 e de nº 4. Apenas.
Tenho certeza de que os senhores estarão em boas mãos, afinal de contas é Beethoven, ora pois, nas mãos de uma das maiores pianistas da atualidade.

01. Piano Concerto no.3 in C minor op.37 – I. Allegro con brio
02. Piano Concerto no.3 in C minor op.37 – II. Largo
03. Piano Concerto no.3 in C minor op.37 – III. Rondo Allegro
04. Piano Concerto no.4 in G major op.58 – I. Allegro moderato
05. Piano Concerto no.4 in G major op.58 – II. Andante con moto
06. Piano Concerto no.4 in G major op.58 – III. Rondo Vivace

Maria João Pires – Piano
Swedish Radio Symphony Orchestra
Daniel Harting – Conductor

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J. S. Bach (1685-1750): Bach 2000 (Caixa 1, Discos 1 e 2)

Clique aqui para todo o Bach 2000.

Bem, eu espero duas coisas de vocês:

1. Que vocês digam nos comentários se vale a pena ou não a postagem dos 153 CDs da obra completa de Bach. Se as respostas forem positivas, este é o primeiro post. Obviamente, não postarei apenas Bach, mas terei sempre em vista a finalização desta série — a qual está fora de catálogo.

2. Que algum de vocês assuma a tarefa de informar, a cada CD, quem são seus intérpretes, quais são os nomes das Cantatas e as faixas, uma a uma. Eu coloco depois no post. Não encontrei esses detalhes na Internet e, como este blog é uma obra a muitas mãos e não ganhamos um tostão com ele, acharia legal se nossos leitores-ouvintes colaborassem com a reconstrução da maior de todas as obras.

Se as duas condições não forem satisfeitas, paro e vou postar outras coisas. Vocês decidem. Abaixo as Cantatas de 1 a 6.

Bach 2000 – Caixa 1, CDs 1 e 2

BWV0001_Cantata_1_Coro_”Wie_schön_leuchtet_der_Morgenstern”
BWV0001_Cantata_2_Recitativo_(tenor)_”Du_wahrer_Gottes_und_Marien_Sohn”
BWV0001_Cantata_3_Aria_(soprano)_”Erfüllet,ihr_himmlischen_göttlichen_Flammen”
BWV0001_Cantata_4_Recitativo_(bass)_”Ein_irdscher_Glanz,ein_leiblich_Licht”
BWV0001_Cantata_5_Aria_(tenor)_”Unser_Mund_und_Ton_der_Saiten”
BWV0001_Cantata_6_Choral_(coro)_”Wie_bin_ich_doch_so_herzlich_froh”

BWV0002_Cantata_1_Coro_”Ach_Gott,vom_Himmel_sieh_darein”
BWV0002_Cantata_2_Recitativo_(tenor)_”Sie_lehren_eitel_falsche_List”
BWV0002_Cantata_3_Aria_(alto)_”Tilg,o_Gott,die_Lehren”
BWV0002_Cantata_4_Recitativo_(bass)_”Die_Armen_sind_verstört”
BWV0002_Cantata_5_Aria_(tenor)_”Durchs_Feuer_wird_das_Silber_rein”
BWV0002_Cantata_6_Choral_(coro)_”Das_wollst_du,Gott,bewahren_rein”

BWV0003_Cantata_1_Coro_”Ach_Gott,wie_manches_Herzeleid”
BWV0003_Cantata_2_Choral-Recitativo_(soprano, alto, tenor, bass, coro)_”Wie schwerlich läßt sich Fleisch und Blut”
BWV0003_Cantata_3_Aria_(bass)_”Empfind_ich_Höllenangst_und_Pein”
BWV0003_Cantata_4_Recitativo_(tenor)_”Es_mag_mir_Leib_und_Geist_verschmachten”
BWV0003_Cantata_5_Aria_(Duetto)_(soprano,alto)_”Wenn_Sorgen_auf_mich_dringen”
BWV0003_Cantata_6_Choral_(coro)_”Erhalt_mein_Herz_im_Glauben_rein”

BWV0004_Cantata_1_Sinfonia
BWV0004_Cantata_2_Coro_”Christ_lag_in_Todes_Banden”
BWV0004_Cantata_3_Duetto_(soprano,alto)_”Den_Tod_niemand_zwingen_kunnt”
BWV0004_Cantata_4_Aria_(tenor)_”Jesus_Christus,Gottes_Sohn”
BWV0004_Cantata_5_Coro_”Es_war_ein_wunderlicher_Krieg”
BWV0004_Cantata_6_Aria_(bass)_”Hier_ist_das_rechte_Osterlamm”
BWV0004_Cantata_7_Duetto_(soprano,tenor)_”So_feiern_wir_das_hohe_Fest”
BWV0004_Cantata_8_Choral_(coro)_”Wir_essen_und_leben_wohl”

BWV0005_Cantata_1_Coro_”Wo_soll_ich_fliehen_hin”
BWV0005_Cantata_2_Recitativo_(bass)_”Der_Sünden_Wust_hat_mich_nicht_nur_befleckt”
BWV0005_Cantata_3_Aria_(tenor)_”Ergieße_dich_reichlich”
BWV0005_Cantata_4_Recitativo_(alto)_”Mein_treuer_Heiland_tröstet_mich”
BWV0005_Cantata_5_Aria_(bass)_”Verstumme,Höllenheer”
BWV0005_Cantata_6_Recitativo_(soprano)_”Ich_bin_ja_nur_das_kleinste_Teil_der_Welt”
BWV0005_Cantata_7_Choral_(coro)_”Führ_auch_mein_Herz_und_Sinn”

BWV0006_Cantata_1_Coro_”Bleib_bei_uns,denn_es_will_Abend_werden”
BWV0006_Cantata_2_Aria_(alto)_”Hochgelobter_Gottessohn”
BWV0006_Cantata_3_Choral_(soprano)_”Ach_bleib_bei_uns,Herr_Jesu_Christ”
BWV0006_Cantata_4_Recitativo_(bass)_”Es_hat_die_Dunkelheit_an_vielen_Orten”
BWV0006_Cantata_5_Aria_(tenor)_”Jesu,laß_uns_auf_dich_sehen”
BWV0006_Cantata_6_Choral_(coro)_”Beweis_dein_Macht,Herr_Jesu_Christ”

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Johann Sebastian Bach, dizem

Johann Sebastian Bach, dizem

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