Amaral Vieira (1952) – Vieira’s World

Nada a comentar, dado que esse CD não deixa cair o padrão das interpretações de Amaral Vieira. São peças orquestrais para os fãs do compositor paulistano, os quais – de tão educados e entusiasmados – me fazem me dobrar aos pedidos deles.

Transcrevo somente um trecho que achei na net, com os nomes dos intérpretes:

“As obras apresentadas neste cd representam possibilidades diversas da fusão da música com poesia e são fruto da associação do artista com o poeta Daisaku Ikeda, presidente da Soka Gakkai Internacional, uma entidade que vem trabalhando em prol da paz e do universalismo de todas as culturas. São cinco faixas com a participação da meio-soprano Setsuko Takemoto, o tenor Toshiro Gorobe, com o Fujiwara Opera Chorus Group, o coro infantil Little Singers of Tokyo e a Tokyo City Philarmonic Orchestra, sob a regência de Akihiro Shiota.”

***
Vieira’s World

1. Sounds Of Innovation / Sons Inovadores, Opus 266
2. The Dawn Of Hope For Humanistic Civilization /Alvorada da esperança da civilização universal
3. Dawn of the Century for Humanity /O Alvorecer do Século da Humanidade
4. Song Of Youth /Canção Da Juventude, Opus 274
5. Words Of Encouragement/Palavras De Encorajamento

BAIXE AQUI

CVL

31 comments / Add your comment below

  1. Que bom termos acesso agora a esse CD com obras sinfônicas de Amaral Vieira gravadas no Japão. Eu já havia ouvido a Canção de Juventude na Rádio Cultura, no programa do Maestro Lourenção. Fiquei muito impressionado com a obra Words of Encouragement, de grande inspiração e refinamento. No entanto, depois de ter baixado o arquivo, não consegui descompactar a primeira faixa (Sounds of Innovation). Fiz um novo download e deu novamente o mesmo problema! Peço encarecidamente verificar o que está ocorrendo. Com os meus agradecimentos pelo post e pela atenção, abraços a todos. Pedro Luiz de Moura Andrade.

  2. É um grande prazer constatar que o cd Vieira’s World foi acrescentado ao catálogo deste blog. Eu havia mencionado essa gravação no comentário que escrevi no mês passado sobre a Fantasia Coral. É um dos meus cds preferidos e fico feliz que Pedro Moura Andrade tenha, como eu, gostado especialmente da obra Words of Encouragement (Palavras de Encorajamento). O nome correto do maestro, de acordo com o meu cd, é Akihiro Shiota. Somente como um comentário pessoal: achei a apresentação que o amigo cvl fez deste cd um pouco lacônico. Imagino que deve ser um trabalho insano manter este site em pleno funcionamento, mas “nada a comentar” não seria uma observação excessivamente sucinta para um cd gravado e lançado no Japão com intérpretes destacados,como a Filarmônica de Tóquio, e totalmente dedicado a um compositor brasileiro vivo? Bravissimo por este post e profundos agradecimentos pelos presentes sonoros que nos oferecem diariamente. Maria Cristina Câmara

    1. Acho que quando CVL coloca “nada a comentar”, refere-se ao fato de não querer aprofundar-se, alongar seu texto na postagem ou mesmo por falta de tempo, e não que ele não tenha mesmo nada a dizer sobre a gravação.

  3. Muito obrigada, Strava, eu não havia tido essa percepção, que me parece muito acertada. Tenho a máxima consideração por cvl, que tantas alegrias tem nos proporcionado através deste site. Aproveito a oportunidade para fazer uma pequena correção: o título da faixa 3 é “Dawn of the Century for Humanity/O Alvorecer do Século da Humanidade”. Efusivos agradecimentos e abraços. Maria Cristina Câmara

  4. Vocês são de uma eficiência ímpar!!!!! Ainda ontem eu escrevi um comentário sobre o Te Deum Barroco, oferecendo para o CVL a gravação do CD Vieiras World que comprei há poucos dias (recomendado pela Maria Cristina, a quem agradeço pela ótima indicação) e qual não foi a minha surpresa ao encontrar HOJE esse CD postado no blog!!!!! Quero também agradecer pelo post das obras de Hindemith e Schütz.

  5. Oi, Maria Cristina. Essas informações com erros de ortografia foram copiadas de um site onde as encontrei. Estou indo corrigi-las agora.

    Quanto ao meu laconismo, não quis a entender que não gosto das obras, pelo contrário, foi o que Strava falou. Estou sugado mentalmente pra fazer comentários bem elaborados mas quero manter a frequência de postagens e delego a vocês nossos fãs a tarefa das avaliações.

    Oi, Henrique. Quero gentilmente rejeitar seus elogios (risos) porque esta postagem estava pré-agendada há dois meses, atendendo a pedidos anteriores. Você é que tem uma mentalização poderosa.

    Obrigado a todos pelas gentis palavras.

  6. Não conhecia a produção sinfônica de Amaral Vieira, que me deixou muito bem impressionado. Fiquei com vontade de ver as partituras. Será que alguém poderia me dar uma pista onde compra-las/baixa-las? Por favor, continuem postando repertorios interessantes como esse. Obrigado.

  7. Ainda não tive tempo de escutar o CD inteiro, mas pela passada que eu dei, parece ser espetacular!

    PS.: Seria interessante postar alguma coisa do Almeida Prado também, não?

    Obrigado

  8. São obras muito consistentes, criadas por um compositor de sólida formação musical. Gosto muito do colorido orquestral e do excelente tratamento dado aos metais na massa sinfônica. Muito inspirada a obra Palavras de Encorajamento, com texturas delicadas e que remetem às sonoridades do Oriente, especialmente no duo de flauta e harpa. Deixo um recado para o João Pedro Robinet: as obras de Amaral Vieira são publicadas em Nova Iorque pela editora Ponteio Publishing – é melhor mandar um e-mail para lá pedindo informações (www.ponteio.com) ou então diretamente para o site do Amaral Vieira (www.amaralvieira.com). Já quase não há lojas de partituras por aqui. Só me resta enviar uma saudação muito cordial ao CVL, ao Avicenna e a todos que contribuem para a glória deste site. Bom final de semana a todos, obrigado.

  9. Estava enviando o meu comentário quando o computador deu uma travada! Escrevo novamente, como exercício de memória e diminuir a raiva (rs). Este post foi um ótimo presente para o fim de semana. Músicas e intérpretes da mais alta categoria. Li no ano passado na Revista Concerto que Amaral Vieira estava pensando em se mudar para o Japão, país onde tem se apresentado com freqüência. A julgar pelo CD Vieira’s World, gravado por orquestra, coros e solistas japoneses, o músico brasileiro deve ser muito apreciado e valorizado na Terra do Sol Nascente. Sem querer abusar, mas já avançando o sinal (!), gostaria de sugerir oportunamente a inclusão do CD com obras para Órgão de Vieira, que foi gravado nos Estados Unidos pelo organista escocês Iain Quinn. É espetacular! Se eu puder colaborar de algum modo, contem comigo. Todo mundo está sempre pedindo alguma coisa (como eu, por exemplo, rs) mas quase nunca oferece algo em troca. Não sou nenhum expert em informática, mas o que sei, dá para o gasto. Bem, fica a sugestão. Mille grazie, saluti a tutti e bona fortuna! Marco AD

  10. Achei este post excepcional. Depois de muito procurar pela Internet, encontrei as seguintes informações um pouco mais detalhadas sobre as obras, datas/local de gravaçao, ficha técnica e achei que poderiam ser de interesse de todos @s amig@s que estão baixando este CD. Tomei a liberdade de colar aqui. Abraços a tod@s! Mauricio

    VIEIRA’S WORLD

    MUSIC INSPIRED BY THE WRITINGS OF DAISAKU IKEDA

    1.
    SOUNDS OF INNOVATION
    opus 266, for symphony orchestra (1992)/ [12:34]
    2.
    THE DAWN OF HOPE FOR HUMANISTIC CIVILIZATION
    opus 268, for solo piano (1993)/ 4:36]
    3.
    DAWN OF THE CENTURY FOR HUMANITY
    opus 259, for piano and orchestra (1991)/ [10:48]
    4.
    SONG OF YOUTH
    opus 274, for symphony orchestra (1995)/ [11:24]
    5.
    WORDS OF ENCOURAGEMENT
    opus 267, for mezzo-soprano, tenor, children’s choir and mixed choir with string orchestra, flute, piano, harp, celesta and percussion (1992)/ 15:30]

    Total playing time: 55:04

    Amaral Vieira, piano (2, 3)
    Setsuko Takemoto, mezzo-soprano (5)
    Toshiro Gorobe, tenor (5)
    Fujiwara Opera Chorus Group (5)
    Children’s Choir “The Little Singers of Tokyo” (5)
    Tokyo City Philharmonic Orchestra (1, 3, 4, 5)
    Akihiro Shiota, conductor

    Recording: Tokyo Metropolitan Art Space, Tokyo/Japan; April 19 & May 4, 1996
    SBM ™ / Super Bit Mapping

    Sound Engineer: Tomoo Suzuki
    Assistant: Naomi Matsuo
    Recording Engineers: Hitoshi Endo & Hirosi Tokunaga
    Editing: Atsuo Fujita
    Special thanks to Accuphase, AD2401 converter and Clean Power Supply

    THE MIN-ON CONCERT ASOCIATION, INC, TOKYO, JAPAN MC-1015

  11. Bem, creio que quase tudo já foi dito nos comentários anteriores, com exceção da pergunta que não quer calar: por que as obras de um compositor dessa envergadura são tocadas com tão raramente no seu próprio país? Outro assunto: Amaral Vieira desenvolve no exterior uma carreira muitíssimo bem sucedida também como pianista. Quero oferecer ao blog gravações que comprei em Paris: “Amaral Vieira joue Liszt – Oeuvres Sacrées pour piano”. É uma caixa com três cds, lançada na Europa pelo selo Studio SM. Após ter lido o comentário de Maurício Tavares, sinto-me na obrigação de deixar a preguiça de lado e detalhar o conteúdo:

    Amaral Vieira joue Liszt – Oeuvres sacrées pour piano (Studio SM, Paris, D2570)

    „Le pianiste brésilien Amaral Vieira, lauréat du Prix Liszt em 1986, a rassemblé ici des oeuvres sacrées rares ou inédites de Liszt”.

    DISC 1 (total time: 56’24)
    Christus (1,2)
    1.Hirtengesang an der Krippe 13’31
    2.Die heiligen drei Könige 13’16
    La légende de sainte Elisabeth (3,4,5)
    3. Einleitung 9’36
    4. Marsch der Kreutzer 9’01
    5. Interludium 10’00

    DISC 2 (total time: 53’09)
    Saint Stanislas (1,2,3)
    1. Salve Polonia 26’20
    2.Polonaise I 4’58
    3.Polonaise II 8’58
    4. Sancta Dorothea S.187 1’46
    5.Cantico del Sol di San Francisco S.409 11’07

    DISC 3 (total time: 66’25)
    1.Ave Maria “Les Cloches de Rome” 6’40
    2.Urbi et Orbi S.184 6’46
    3. Les Morts S.516 9’32
    4. In domum Domini ibimus S.505 5’30
    5.Slavimo Slavino Slaveni S.503 1’40
    6.Epithalam S.526 3’45
    7.Vexilla Regis Prodeunt S.188 6’14
    8.Variations sue um thème de Bach “Weinen, Klagen. Sorgen, Zagen“ S.179 15´01
    9.In Festo Transfigurationis Domini Nostri Jesu Christi S.188 1’35
    10.Resignazione S.187 1’36
    11.Recueillement S. 204 3’31
    12.Alleluija S.136 4’45

    O crítico Etienne Moreau da revista francesa Diapason não poupou elogios a esse lançamento, que recebeu o Diapason d’Or (transcrevo aqui parcialmente):

    “C’est du Brésil que nous vient ce pianist né em 1952, dont la curiosité quant au répertoire est soutenue par un temperament affirmé – pour s’en convaincre, il suffit de dépasser l’écoute des pages les plus connues (Variations “Weinen, Klagen, Sorgen, Zagen”, “Vexilla regis Prodeunt”…) dont Amaral Vieira donne une lécture déjà très claire. Em allant plus loin, on est saisi par as conviction tout au long de ces trois heures de musique d’inspiration religieuse, dont il exprime la ferveur sans jamais en négliger la dimension pianistique. (…) Il parvient à restituer La grandeur de ces transcriptions d’oratorios et d’autres pièces sacrées avec une expressivité soutenue”.

    Se acharem interessante (o repertório é raro, belíssimo e as interpretações… bem, Amaral Vieira é conhecido como grande lisztiano), posso ripar os cds e enviar os arquivos em mp3 sem nenhuma dificuldade. Seria uma honra poder colaborar com esse site que tem me proporcionado tantos momentos do mais puro prazer estético. Obrigado pela atenção e muitas desculpas por ter me alongado além da medida. Gil Alves, Belo Horizonte.

    1. Vou querer, caro Gil. Amaral Vieira está tendo um retorno magnífico de satisfação por parte dos fás do blog. Só vou pedir que você me lembre em dezembro porque até lá terei postagens a fazer. Abraços.

  12. Muito obrigado pela resposta, caríssimo cvl. Já marquei na agenda para voltar ao tema no mês de dezembro. Aproveito para transcrever novamente a crítica da Revista Diapason (eu digitei o texto no word e o corretor automático se encarregou de mudar a grafia de algumas palavras!):

    “C’est du Brésil que nous vient ce pianist né em 1952, dont la curiosité quant au répertoire est soutenue par un temperament affirmé – pour s’en convaincre, il suffit de dépasser l’écoute des pages les plus connues (Variations “Weinen, Klagen, Sorgen, Zagen”, “Vexilla regis Prodeunt”…) dont Amaral Vieira donne une lécture déjà très claire. En allant plus loin, on est saisi par sa conviction tout au long de ces trois heures de musique d’inspiration religieuse, dont il exprime la ferveur sans jamais en négliger la dimension pianistique. (…) Il parvient à restituer la grandeur de ces transcriptions d’oratorios et d’autres pièces sacrées avec une expressivité soutenue”.
    Etienne Moreau, Diapason.
    Abraços a todos!

  13. É bem verdade que Amaral Vieira está obtendo grande reconhecimento na França, como escreveu o Gil, tanto como intérprete como também como compositor. Na edição de julho/agosto de 2009 da Revista Péché de Classique (nº 86) encontrei ótimas críticas sobre dois Cds de obras sacras de Amaral lançados na Europa e transcrevo aqui alguns trechos para os amigos internautas de P.Q.P. Bach:

    Cd Te Deum-Requiem SR0017 – Slovart Records:
    … Sa musique résonne de sonorités hispano-américaines et relents folkloriques que s’entendent sitôt les premières mesures du Te Deum donnant ainsi une facture des plus originales. Les quatre solistes chantent avec une musicalité parfaite. … Grandiose et majestueux, le splendide Requiem pour choeur et orchestre, écrit pour la morte du Président Tancredo Neves, se divise en six parties établies suivant la rite catholique chrétien. Le Choeur slovaque, d’une homogénéité exemplaire, possède a la fois l’ampleur pour rendre toute la profondeur de cette oeuvre magistrale. … Direction souple et aérée de Marian Vach à la tête d’un orchestre qui brille de tous ses feux. B.N.

    Cd Stabat Mater-Missa pro Defunctis SR0016 – Slovart Records
    … Le Label Slovart Records, dans ce second volume, nous révèle le Stabat Mater d’Amaral Vieira et la Missa pro defunctis pour choeur à cappella. … Chaque strophe du Stabat Mater est traitée comme une entité distincte de musique… Le Choeur de la Philharmonie Slovaque étonne par l’homogénéité de ses pupitres, la subtilité de ses registres… surtout les deux ultimes où culmine une superbe fugue sur l’Amen final.Les solistes sont tous excellents avec une mention spéciale pour la soprano Kohutkovà au timbre soyeux, aus aigus lumineux. La ductilité du Choeur Slovaque s’illustre à l’envie dans la interprétation de la Missa pro defunctis, écrite dans le plus pur Ars Nova. Attendons la suite avec impatience, d’autant que le corpus d’Amaral Vieira comporte quelques 500 opus. B.N.

    É motivo de grande orgulho que a produção de um compositor brasileiro vivo e relativamente jovem seja reconhecida desse modo em um país tão desenvolvido culturalmente como a França e aproveitando o ensejo, gostaria de sugerir que os dois Cds mencionados fossem postados neste site, que acabou se tornando o ponto de encontro da inteligência musical brasileira. Agradecendo, envio saudações cordiais. Geraldo Beraldi.

  14. Não se pode deixar de mencionar, além dos méritos como compositor e pianista (seu Liszt é absolutamente fora de série), a importância do Amaral como promotor incansável da música contemporânea brasileira, sem preconceitos contra qualquer estilo (sou prova viva !). Sua gestão na Seção Brasileira da ISCM foi plena de realizações. Vale a pena dar uma garimpada e conhecer outras obras dele, além das inspiradas pelo Ikeda (o cabeça de ponte da propagação do budismo Nichirem pelo mundo): o Requiem em homenagem ao Tancredo Neves, o Te Deum em Estilo Barroco, a Tecladofonia e o Stabat Mater, por exemplo. Parabéns, PQP, pelo trabalho incansável, mas não inaudível.

  15. Fiquei muito tocado com o depoimento do Luciano Guimarães sobre a atuação de Amaral Vieira não somente como compositor e pianista, como também como grande promotor da música brasileira contemporânea. E acredito que o Luciano Guimarães seja o compositor dos Quatro Estudos Sinfônicos, uma das obras vencedoras do Concurso Nacional de Composição Sinfonia Cultura, gravadas pela Orquestra Sinfonia Cultura e lançada pelo selo Paulus. Luciano, se você for mesmo o compositor a quem estou me referindo, está de parabéns. Gosto muito dos Quatro Estudos Sinfônicos que você escreveu. O que aconteceu com a Seção Brasileira da ISCM após a pródiga gestão de Amaral Vieira?

  16. Estimado Claudio. Antes de mais nada, obrigado, de profundis, pelas palavras. O processo musical é algo extremamente complexo. A obra está terminada quando escrevo seu último compasso, ou quando o público a ouve, no palco ou na gravação ? Difícil dizer…mas o fato de você ter: 1)ouvido os Estudos Sinfônicos; 2) e ter gostado da obra é, digo sinceramente, mais gratificante que qualquer prêmio recebido; sensação de missão cumprida. O mestre Amaral é de uma solicitude ímpar, cultura imensa, e humildade tanto quanto. Em todos os momentos em que precisei de uma recomendação, apoio ou opinião, ele esteve sempre disposto e acessível. Até pouco tempo atrás, salvo erro crasso, a ISCM estava sob a direção de outro compositor fantástico, figura tão carismática quanto seu antecessor, e cuja obra, complexa e sem concessões, também merece um redescobrimento: Harry Crowl, mineiro e, até dia desses, radicado em Curitiba. O próprio fato do eixo da ISCM ter se deslocado de São Paulo para Curitiba limitou um pouco sua ação, ainda mais considerando-se o desmantelamento dos grupos musicais locais (principalmente a Orquestra Sinfônica), que fazem um trabalho heróico, mas praticamente abandonados pelo apoio público e privado. De qualquer forma, o Harry fez/faz milagres com o que tem à mão, te garanto. Um grande abraço !

  17. Estou humildemente (afinal, quem pode reclamar do trabalho de vocês, que fazem um bem enorme à humanidade?) que consertem o link, que está dando erro.

    Grato,
    Matheus

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