Gilberto Mendes (1922) – Santos Football Music, Beba Coca Cola e outras obras – reload

Já que o papo deste blog está desviando pro futebol, bora reservar esse cantinho aqui pro assunto e aproveitar pra dar espaço para a mais comentada obra de vanguarda do séc. XX no Brasil: a SFC.

CVL

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Se Cage ainda dá o que falar com 4’33”, então pingo fogo com a pedra angular da música de vanguarda brasileira: a Santos Football Music, de Gilberto Mendes. Sempre que apresento essa obra a alguns conhecidos, eles riem, torcem o nariz, ficam contrariados, acham uma besteira e por aí vai.

No entanto, não se trata de um compositor sem cabedal, já que suas obras para coral e para piano são muito bem escritas. Não vou comentar muito porque estou guardando anotações para um futuro artigo sobre a obra de Mendes. Estejam à vontade aqui nos comentários.

Consegui o presente CD há muito tempo com um dos caras do blog Música Brasileira de Concerto (a quem devo os créditos pelas obras de Edino Krieger postadas meses atrás e pelos Estudos de Guarnieri, que irão ao ar em breve), que inclui a também “inusitada” Beba Coca Cola, mas quem quiser baixar só a SFM ela vai em outra versão, à parte.

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Surf, Bola na rede, Um pente de Istambul e a música de Gilberto Mendes (1992)

01 – Motet em ré menor (Beba coca-cola) – 1966
Karmmerchor der Humbolt-Universität zu Berlin
Johannes Garbe, regente

02 – O pente de Istanbul – 1990
Duo Diálogos:
Carlos Tarcha, marimba
Joaquim Abreu, vibrafone

03 – Episódio, sobre poema de Carlos Drummond de Andrade – 1949
Nancy Bello, soprano
Rubens Ricciardi, piano

04 – Lamento, sobre texto do chinês Tchu Iuan – 1956
Nancy Bello, soprano
Rubens Ricciardi, piano

05 – Lagoa, sobre poema de Carlos Drummond de Andrade – 1957
Nancy Bello, soprano
Rubens Ricciardi, piano

06 – Dizei, senhora, sobre poema de Cid Marcus Braga Vasques- 1966
Nancy Bello, soprano
Rubens Ricciardi, piano

07 – A mulher e o dragão, sobre texto de São João (fragmento do Apocalipse) – 1967
Nancy Bello, soprano
Rubens Ricciardi, piano

08 – O meu amigo Koellreutter – 1984
Nancy Bello, soprano
Rubens Ricciardi, piano
Carlos Tarcha, marimba

09 – Ulysses em Copacabana surfando com James Joyce e Dorothy Lamour – 1988
Renato Alves Corrêa, flauta
Otinilo Pacheco, clarinete
Sérgio Cascapera, trompete
Eduardo Pecci, saxofone alto
Maria Vischnia, violino
Cláudio Cruz, violino
Marcelo Jaffé, viola
Ruy Deutsch, contra-baixo
Edelton Gloeden, violão
José Eduardo Martins, piano
Aylton Escobar, regente

10 – Il neige… de nouveau! – 1985
José Eduardo Martins, piano

11 – Viva Villa – 1987
José Eduardo Martins, piano

12 – Um estudo: Eisler e Webern caminham nos mares do sul – 1989
José Eduardo Martins, piano

13 – Santos Football Music – 1969
Orquestra Sinfônica de Westdeutscher Rundfunk Köln
Piero Bastianelli, regente
Geraldo José de Almeida, narração esportiva

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Santos Football Music
Festival Música Nova, 39a. edição.
Orquestra Sinfônica de Santos, regida por Luís Gustavo Petri

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CVL

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P. I. Tchaikovski (1840-1893): Sinfonia No. 4 & Capricho Italiano

Foram lançadas gravações sensacionais da Quarta Sinfonia de Tchaikovski, nos últimos anos. Houve Barenboim, Fischer e esta aqui, da Harmonia Mundi, que é a melhor de todas. Gatti aborda o primeiro movimento de forma extremamente rápida — é urgente, apaixonado, mas também adequado. Tem graça, é balé. É uma interpretação emocionante, uma que dá à música um maior impacto, o que justifica ouvi-la novamente.

O modo Gatti também funciona muito bem no segundo movimento, que é interpretado como uma canção que permite que as melodias sejam ouvidas como se tivessem palavras. É bonito. Há virtuosismo das cordas no scherzo, e o final funciona bem, com o ritmo das cordas e sopros em suas trocas. A orquestra e dá o necessário à Gatti, tanto na sinfonia quanto no Capricho Italiano, que nunca se torna vulgar ou simplesmente agitado.

Tchaikovski: Sinfonia No. 4 & Capricho Italiano

1. Symphony No.4 in F minor, Op.36 – I. Andante sostenuto – Moderato con anima
2. Symphony No.4 in F minor, Op.36 – II. Andantino in modo di canzona
3. Symphony No.4 in F minor, Op.36 – III. Scherzo: Pizzicato ostinato – Allegro
4. Symphony No.4 in F minor, Op.36 – IV. Finale: Allegro con fuoco

5. Capriccio Italien, Op.45

Royal Philharmonic Orchestra
Daniele Gatti

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PQP

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P. I. Tchaikovski (1840-1893): Concerto para Violino e Souvenir d’un lieu cher – Repostado com divisão de faixas

Este concerto veio pré-instalado em minha mente. Quando me dei por gente, Tchaikovski, Beethoven, Chopin e Mozart já estavam em minha memória. Meu pai realizou a instalação quando eu era um bebê. Ele não parava de ouvir música, mais ou menos como eu comecei a fazer depois… Então, cada nota deste Concerto para Violino é conhecida de mim há décadas e posso asseverar que a gravação da bonitinha Janine Jansen é efetivamente MUITÍSSIMO BOA, como vocês podem ver abaixo. Quando a mulher é gostosa, a gente diz, né? Pois olha, essa aqui não é como aquela pianista francesa. Janine é boa e toca bem… Quero dizer, é bonita e muito boa com os dedos… Ou… É tesuda e hábil. Tem carinha bonita, belos pechos e é sensível. É sexy e eufônica, sinfônica, polifônica, pornofônica, linda. E é um baita disco!

Janine Jansen

Tchaikovski: Violin concerto op.35
1 Allegro moderato
2 Canzonetta (Andante)
3 Finale (Allegro vivacissimo)

Tchaikovski: Souvenir d’un lieu cher
4 Meditation
5 Scherzo
6 Melodie

Janine Jansen (Violin)
Mahler Chamber Orchestra
Daniel Harding

Janine

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PQP

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Piotr Ilich Tchaikovsky (1840-1893): Sinfonia Manfredo / A Tempestade

(Este post já estava pronto há dias. Agora, com a postagem anterior e seus comentários, vai parecer provocação, mas não é).

PQP Bach não é um grande apreciador de Tchai, mas o que ele deve fazer se as gravações caem em suas mãos? Deve distribuí-las, não? Penso que ele apenas não divulgaria Dvořák, compositor ao qual devota ódio incondicional, pois se até já ouviu e gostou de coisas de Rachmaninov e Tchaikovsky, jamais se satisfez minimamente com o xaropão checo.

A Sinfonia Manfredo, Op. 58, foi escrita por Tchaikovski entre maio e setembro de 1885, baseada no poema Lorde Byron. Teve sua estréia em Moscou, Rússia, dia 23 de março de 1886, regida por Max Erdmannsdörfer e Mily Balakirev.

A música para abertura do drama A tempestade, de Ostrovsky, foi escrita no tempo de miserê de Tchai, antes do sucesso e da sucessão de fracassos com mulheres — falo do pinto de vista sexual, nunca do financeiro.

Tchaikovsky: Sinfonia Manfredo / A Tempestade

1. The Tempest, Op.18 21:44
2. Manfred Symphony, Op.58 – 1. Lento lugubre – Moderato con moto – Andante 15:26
3. Manfred Symphony, Op.58 – 2. Vivace con spirito 9:50
4. Manfred Symphony, Op.58 – 3. Andante con moto 10:17
5. Manfred Symphony, Op.58 – 4. Allegro con fuoco 18:30

Russian National Orchestra
Mikhail Pletnev

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PQP

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Brassil interpreta compositores da Paraíba

Então, finalmente, voltamos à programação habitual do blog.

A lentidão de P.Q.P. Bach é digna de se lametar. Em 21 de julho publicamos este post onde anunciávamos que os compositores do CD Brassil interpreta compositores da Paraíba gostariam de ver seus trabalhos divulgados em nosso blog. Aceitamos na hora, mas sabe a fila? Para piorar andei perdendo-recuperando meu disco rígido e aí…. E aí que chega de desculpas!

Trata-se de um ótimo disco; contrastante como sempre acontece quando juntamos muitos compositores num mesmo projeto, mas com obras muito boas como Lied, Nouer II, Luares de Intermares, Perpetuum, Intensificações e Burlesca.

O Brassil (trocadilho em inglês misturando Brasil e brass) começou como um quinteto de metais que incorporou a posteriori um percussionista e virou um sexteto. Ele reúne alguns de maiores especialistas de seus instrumentos no país — Radegundis Feitosa, o trombonista, foi o primeiro Doutor em seu instrumento no país e troca figurinhas com Christian Lindberg.

O Compomus, por sua vez, é um laboratório de composição que ministra cursos de extensão para a comunidade musical em geral e acabou criando demanda pelo bacharelado em composição no curso de música da UFPB, atraindo atualmente estudantes também de estados vizinhos e oferecendo cursos inclusive de história do rock e editoração musical.

Tem compositor do Compomus quem nem completou 30 anos e já é professor titular na própria UFPB e outros que foram pra outros Estados, como o Mato Grosso, por exemplo. O pessoal do laboratório também tem conquistado posições de destaque em concursos de composição nacionais e participado de bienais de música ao longo desta década. Eli-Eri Moura e J. Orlando Alves ganharam bolsas de estudo da Funarte no último edital de Estímulo à produção artística – categoria música, em 2008.

A grande sacada deles foi aliar forças com grupos instrumentais e vocais — de dentro da universidade ou não — no intuito de obter divulgação mútua. O mais interessante desses grupos é o Sonantis, que não tem formação fixa e se mobiliza de acordo com a demanda instrumental de cada obra. Vide um futuro CD com a música de câmara de Eli-Eri Moura que iremos postar (mas vai demorar um pouco).

A parceria com a Sinfônica Jovem da Paraíba garantiu um concerto anual só com as obras dos alunos do Compomus. E aí dá pra entender que este CD do Brassil foi outra parceria — que afortunadamente obteve patrocínio para se concretizar.

O que esperar deste álbum? Diversas cabeças, diversos estilos, diversos talentos de uma escola pluralista que ainda vai chamar a atenção do resto do país.

COMPOSITORES E OBRAS
(Todos os compositores deste CD fazem parte do COMPOMUS)

1. MARCÍLIO ONOFRE – Chamber Echo (2006)
– Para quinteto de metais, piano e percussão

2. DIDIER GUIGUE – Lied (1988)
– Para quinteto de metais

3. PAULINO NETO – Polycontinuum (2006)
– Para quinteto de metais e percussão

4. ARIMATÉIA DE MELO – Calidoscópio (2005)
– Para quinteto de metais

5. JORGE RIBBAS – Adriatic Mood (2006)
– Para quinteto de metais e percussão

6. ELI-ERI MOURA – Nouer II (2006)
– Para trombone e piano

7. WILSON GUERREIRO – Luares de Intermares (2006)
– Para quinteto de metais e percussão

8. TICIANO ROCHA – Daedalus (2005)
– Para quinteto de metais

9. LUIZ CARLOS OTÁVIO – Perpetuum (2005)
– Para quinteto de metais

10. ROGÉRIO BORGES – Quinteto N.º 1 (2005)
– Para quinteto de metais

11. J. ORLANDO ALVES – Intensificações (2006)
– Para quinteto de metais e piano

12. JOSÉ ALBERTO KAPLAN – Burlesca (1987)
– Para quinteto de metais e piano

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CVL / PQP

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Feliz na sexta-feira

Na última sexta-feira, P.Q.P. Bach compareceu ao StudioClio a fim de assistir ao quarteto de cordas formado por

Guillaume Tardif e
Rodrigo Bustamante (violinos),
Hella Frank (viola) e
Rodrigo Silveira (violoncelo),

apresentarem um programa como um programa deve ser:

1. Quarteto de Cordas Op. 76 Nº 3 “Imperador”, de F. J. Haydn;
2. Quarteto K. 465 “Das Dissonâncias”, de Mozart e
3. Quarteto Op. 59 Nº 2 “Razumovsky”, de Beethoven.

Em primeiro lugar, analisemos o contexto. Este não é um quarteto que toca regularmente ou que tenha um repertório estabelecido. Não era natural, portanto, a escolha do Quarteto das Dissonâncias e muito menos do massacre representado pelo segundo Razumovsky, uma música dificíl e perigosa para todo quarteto, o que dirá para um recém formado ou formado para apenas uma apresentação. Porém, quando o grupo entrou no pequeno palco do StudioClio, notei aquela eletricidade que muita vontade e alguma raiva — pois três integrantes do quarteto moram numa cidade triste, onde tudo parece ter sido melhor no passado — , criam. Em resposta, a platéia lotava o espaço, desejando que tudo fosse diferente da Orquestra da Desgovernadora, aquela coisa disforme e sem testosterona (desculpe, Hella). Os caras estavam ali para tocar porque são bons músicos e bons músicos preferem a boa música, só desistindo quando veem que a estrutura está ali para fazer com que desistam da música que os tornou músicos, o que os torna deprimidos e sem motivação.

O Haydn foi maravilhoso com Tardif no comando. As Dissonâncias foram ainda melhores com Bustamante no primeiro violino, mas a interpretação do Beethoven foi espantosa, com Tardif de volta ao posto. Cheio de enunciados afirmativos e súbitos silêncios, o primeiro movimento foi levado com absoluto rigor e uma musicalidade raramente ouvida nas gravações que temos em casa. Dou destaque à descoberta de um movimento ao qual não dava grande importância: o segundo (Molto Adagio). Em razão da interpretação cheia de emoção do grupo fui levado a ler a respeito. Sabem o que Beethoven anotou na partitura? Si tratta questo pezzo com molto di sentimento. Esta peça é para ser tratada com muito sentimento. Grande trabalho do violoncelista Rodrigo Silveira. O ritmo do Presto que o segue é para ser russo, mas parece que antes de Mussorgsky e Korsakov era complicado ser autenticamente russo. Se falta Rússia, sobra a música de Beethoven, o que absolutamente não é pouco. O último movimento, cheio de episódios contrastantes, foi levado pelo quarteto já sabendo que a noite estava ganha. Por isso, aqueles diálogos rápidos entre os instrumentos foram feitos com exatidão através de olhares alegres.

O bis veio com a Contraponto Nº 1 de A Arte da Fuga. Bustamante, certamente cansado, entrou meio mole na jogada e desafinou logo na apresentação do tema, talvez no único erro grande cometido; porém, estava todo mundo tão feliz que aquilo apenas fez todo o resto do quarteto e o teatrinho inteiro sorrirem. Minha mulher, ao final do concerto, disse algo curioso:

— Os melhores concertos deveriam terminar sempre com Bach. Não por ser superior, mas por ser marcante, equilibrado, por ser o fundamento. É como o Q.E.D. dos teoremas.

Afirmo, sem medo de errar, que foi o melhor concerto que Porto Alegre assistiu neste ano.

Obs. final: Gosto muito de Hella Frank. Está sempre metida em projetos intessantes, não obstante ser professora universitária.

PQP

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George Frederic Haendel (1685-1759) – Rinaldo – Bartoli

Dentre nossos inúmeros leitores-ouvintes, um tem se destacado nos últimos tempos por seus insistentes e irritantes pedidos de postagem. Já há algum tempo resolvi ignorar, porém um pedido seu me chamou atenção há umas duas semanas atrás, e era exatamente a ópera “Rinaldo” de Handel.
Como eu e mano PQP estamos promovendo um verdadeiro festival barroco nas últimas semanas, resolvi atender ao pedido, mas aviso que será o primeiro e último do ano, ao menos de minha parte. Se o ouvinte em questão soubesse do trabalho que dá a postagem, seria menos insistente em seus pedidos. Subir uma ópera com quase três horas de duração para o rapidshare com a internet que tenho é de testar a paciência de qualquer um.
Mas vamos ao que interessa. Essa gravação que trago é magnífica, e traz Cecilia Bartoli, Bernarda Fink e o contratenor David Daniels nos papéis principais, e todos sob o comando de Christopher Hogwood e a Academy of Ancient Music. Esta gravação ganhou o “Editor´s Choice” de 2001 da prestigiosa revista “Grammophone”. O texto abaixo é retirado da wikipedia:

Rinaldo was the first opera Handel produced for London and the first Italian opera composed specifically for the London stage. It was first performed at the Queen’s Theatre in The Haymarket on 24 February 1711. It was a great success thanks in part to the participation of two of the leading castrati of the era, Nicolo Grimaldi and Valentino Urbani. The strains of financing its grand production, however, resulted in liens from the unpaid craftsmen, and the Lord Chamberlain’s office revoked the impresario Aaron Hill’s license nine days after the opening of Rinaldo.
The pastoral idyll of the plot (Armida’s hate for the crusaders turned into love for one crusader, Rinaldo) appealed to many Baroque artists; see also List of operas set in the Crusades. The libretto was initially written in some form by Aaron Hill, who had taken up the management of the Queen’s Theatre for the season 1710–11, and translated into Italian by Rossi, as opera seria in any other language was unthinkable on the London stage. The extent of Hill’s involvement is disputed: in modern terms it might be said that he provided the “treatment” of Tasso’s poem. Hill provided a preface to the published libretto, outlining his artistic purposes, which were to add to recently heard imported Italian operas, which, however, had been “compos’d for Tastes and Voices, different from those who were to sing and hear them on the English Stage” and to provide the features that London audiences had come to expect “the Machines and Decorations, which bestow so great a Beauty on their Appearance”, which had their London origins in the Restoration spectaculars, or “machine plays”. He hoped therefore “to fill the eye with more delightful Prospects, so to give Two Senses equal pleasure’”. Musicologist Anthony Hicks writes, “In essence he wanted to re-create the spectacular stage effects which had been a feature of the semi-operas of the previous decade (notably Purcell’s King Arthur) while allowing the music to take the new Italian form dominated by solo arias connected by recitative.”
The opera was revived in each of the next three years with various changes of cast and consequent revisions, although detailed information has not survived. Librettos for later revised versions performed in 1717 and 1731 do, however, exist.

Synopsis

At the time of the First Crusade, forces led by Goffredo (Godfrey of Bouillon) are laying siege on Jerusalem which is under the rule of the Saracen king Argante. Aiding Goffredo are his brother Eustazio and Goffredo’s daughter Almirena, who is in love with the knight Rinaldo. But Rinaldo is taken hostage by Armida, Argante’s ally, who is the Queen of Damascus and a powerful enchantress.

Act 1

The Christian camp outside the gates of Jerusalem. Rinaldo, a knight, reminds Goffredo, the captain general of the Crusade force, that Goffredo promised him the hand of his daughter Almirena, if the city is conquered. Armida, Queen of Damascus, enchantress and mistress of Argante, the Saracen king of Jerusalem, arrives in a fiery chariot and tells him that they will only conquer the city if Rinaldo is detached from the Christian army. In a grove, Almirena and Rinaldo affirm their love. Armida leads Almirena away. When Rinaldo resists, the women are carried away in a black cloud and Rinaldo is devastated. Goffredo and his brother Eustazio enter and the latter advises consulting a hermit to defeat Armida. Rinaldo calls on tempests to help him.

Act 2

On a seashore, amid mermaids, Rinaldo and Goffredo complain about how far they must travel to find the hermit. Eustazio tells them they are close to their destination. Rinaldo is lured into a boat by a spirit in the form of a lovely woman who tells him Almirena has sent her. His companions are unable to prevent him entering the boat. In Armida’s enchanted palace garden, Argante makes advances to Almirena, saying he can prove his love by breaking Armida’s spell. She pleads to be left alone. Armida is pleased at Rinaldo’s capture and offers him her love. When he refuses, she changes her appearance to that of Almirena. Taken in at first, he is furious when the deception is revealed. On Argante’s arrival, she again changes her appearance which only exposes his affection for Almirena. She calls for revenge.

Act 3

The hermit’s cave at the bottom of a mountain with a palace at the top. The hermit-magician tells Goffredo and Eustazio that Rinaldo and Almirena are prisoners in the palace. The Christians’ first attempt to release them is repelled by ‘ugly’ spirits, they escape back to the cave and the magician gives them special wands to conquer witchcraft. They strike the palace gates, the mountain disappears, leaving Goffredo and Eustazio clinging to the sides of a huge rock in the middle of the sea. Armida tries to stab Almirena, Rinaldo draws his sword but is restrained by spirits. His companions arrive and use their wands to transform the garden into the area near the city gate at Jerusalem. They are reunited with Rinaldo. Armida again tries to stab Almirena, Rinaldo attacks her and she vanishes. Argante and Armida are reconciled. The armies prepare to fight. The Christians win, thanks to Rinaldo. Argante and Armida are captured and profess the Christian faith. Almirena and Rinaldo are united.

O Libretto da ópera pode ser encontrado aqui . Aviso: texto original em italiano, sem tradução nem para o inglês.

CD 1
1. Rinaldo / Act 1 – Ouverture
2. Rinaldo / Act 1 – Recitativo: Delle nostre fatiche
3. Rinaldo / Act 1 – Aria: Sovra balze
4. Rinaldo / Act 1 – Recitativo: Signor, già dal tuo senno David Daniels
5. Rinaldo / Act 1 – Aria: Combatti da forte
6. Rinaldo / Act 1 – Recitativo: Questi saggi consigli
7. Rinaldo / Act 1 – Aria: Ogn’indugio
8. Rinaldo / Act 1 – Recitativo: Signor, che delle stelle
9. Rinaldo / Act 1 – Aria: Sulla ruota di fortuna
10. Rinaldo / Act 1 – Aria: Sibilar gli angui d’Aletto
11. Rinaldo / Act 1 – Recitativo: Goffredo, se t’arrise
12. Rinaldo / Act 1 – Aria: No, no, che quest’alma
13. Rinaldo / Act 1 – Recitativo: Infra dubbi di Marte
14. Rinaldo / Act 1 – Aria: Vieni, o cara Gerald Finley
15. Rinaldo / Act 1 – Aria: Furie terribili Luba Orgonasova
16. Rinaldo / Act 1 – Recitativo ed Accompagnato: Come a tempo giungesti
17. Rinaldo / Act 1 – Aria: Molto voglio
18. Rinaldo / Act 1 – Aria: Augellette, che cantate
19. Rinaldo / Act 1 – Recitativo: Adorato mio sposo
20. Rinaldo / Act 1 – Duetto: Scherzano sul tuo volto
21. Rinaldo / Act 1 – Recitativo: Al valor del mio brando Luba Orgonasova
22. Rinaldo / Act 1 – Prelude
23. Rinaldo / Act 1 – Aria: Cara sposa
24. Rinaldo / Act 1 – Recitativo: Ch’insolito stupore
25. Rinaldo / Act 1 – Aria: Cor ingrato
26. Rinaldo / Act 1 – Recitativo: Io all’ora impugno il brando
27. Rinaldo / Act 1 – Aria: Col valor, colla virtù
28. Rinaldo / Act 1 – Recitativo: Di speranza un bel raggio
29. Rinaldo / Act 1 – Aria: Venti, turbini

CD2

1. Rinaldo / Act 2 – Aria: Siam prossimi!
2. Rinaldo / Act 2 – Recitativo: A quei sassa bramato
3. Rinaldo / Act 2 – Recitativo: Per raccor d’Almirena
4. Rinaldo / Act 2 – Aria a 2: Il vostro maggio
5. Rinaldo / Act 2 – Recitativo: Qual incognita forza
6. Rinaldo / Act 2 – Aria: Il Tricerbero umiliato David Daniels
7. Rinaldo / Act 2 – Recitativo: Signor, strano ardimento!
8. Rinaldo / Act 2 – Aria: Scorta rea di cieco amore
9. Rinaldo / Act 2 – Recitativo: Ciò fu indegna
10. Rinaldo / Act 2 – Aria: Mio cor
11. Rinaldo / Act 2 – Recitativo: Armida dispietata!
12. Rinaldo / Act 2 – Aria: Lascia ch’io pianga
13. Rinaldo / Act 2 – Recitativo: Ah! Sul bel labbro Amore
14. Rinaldo / Act 2 – Aria: Basta che sol tu chieda
15. Rinaldo / Act 2 – Recitativo: Cingetemi d’allori
16. Rinaldo / Act 2 – Recitativo: Perfida, un cor illustre
17. Rinaldo / Act 2 – Duetto: Fermati!
18. Rinaldo / Act 2 – Recitativo: Crudel, tu ch’involasti
19. Rinaldo / Act 2 – Aria: Abbrucio, avvampo e fremo
20. Rinaldo / Act 2 – Recitativo accompagnato: Dunque i lacci d’un volto
21. Rinaldo / Act 2 – Aria: Ah! Crudel!
22. Rinaldo / Act 2 – Recitativo: Riprendiam d’Almirena
23. Rinaldo / Act 2 – Recitativo: Adorata Almirena
24. Rinaldo / Act 2 – Aria: Vo’far guerra

CD 3

1. Rinaldo / Act 3 – Recitativo: Quivi par che rubella
2. Rinaldo / Act 3 – Recitativo: La causa che vi spinge
3. Rinaldo / Act 3 – Sinfonia
4. Rinaldo / Act 3 – Recitativo: Qui vomita Cocito
5. Rinaldo / Act 3 – Aria e Recitativo: Andate, o forti
6. Rinaldo / Act 3 – Recitativo: Mori svenata
7. Rinaldo / Act 3 – Recitativo: Nella guardata soglia
8. Rinaldo / Act 3 – Aria: Sorge nel petto
9. Rinaldo / Act 3 – Recitativo: Al trionfo s’affretti
10. Rinaldo / Act 3 – Aria: E un incendio
11. Rinaldo / Act 3 – Recitativo: Chiuso fra quelle mura
12. Rinaldo / Act 3 – Recitativo: Per fomentar lo sdegno
13. Rinaldo / Act 3 – March
14. Rinaldo / Act 3 – Recitativo: In quel bosco si strali
15. Rinaldo / Act 3 – Duetto: Al trionfo del nostro furore
16. Rinaldo / Act 3 – Recitativo: Di quel strani accidenti
17. Rinaldo / Act 3 – Aria: Bel piacere
18. Rinaldo / Act 3 – Recitativo: Signor, l’oste nemica
19. Rinaldo / Act 3 – Aria: Di Sion nell’alta sede
20. Rinaldo / Act 3 – March
21. Rinaldo / Act 3 – Recitativo: Se ciò t’è in grado, O Prence
22. Rinaldo / Act 3 – Aria: Or la tromba
23. Rinaldo / Act 3 – Recitativo: Miei fidi, ecco là un campo
24. Rinaldo / Act 3 – Recitativo: Magnanimi campioni
25. Rinaldo / Act 3 – Aria: Sola del brando
26. Rinaldo / Act 3 – Battaglia
27. Rinaldo / Act 3 – Recitativo: Goffredo, ecco il superbo
28. Rinaldo / Act 3 – Recitativo: Ecco, german, la cruda
29. Rinaldo / Act 3 – Coro: Vinto è sol dalla virtù

Bernarda Fink – Goffredo
Cecilia Bartoli – Almirena
David Daniels – Rinaldo
Eustazio – Daniel Taylor
Argante – Gerald Finley
Armida – Luba Organosova
Mago Cristano – Bejun Mehta
Donna Sirenna II – Ana-Maria Rincón
Sirena I – Catherine Bott
Un araldo – Mark Padmore

The Academy of Ancient Music
Christopher Hogwood

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FDP Bach

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Perotin / Sungji Hong (1973): Trio Mediaeval – Stella Maris

Espetacular CD da ECM (para variar). Três vozes femininas cantam as primeiras obras da polifonia e uma obra moderna da compositora coreana Sungji Hong (1973). Som puríssimo, lindo.

Altamente recomendável.

Trio Mediaeval – Stella Maris

Anônimos

1. Flos regalis virginalis 4:26
2. O Maria, stella maris 3:43
3. Quem trina polluit 4:44
4. Dou way Robyn – Sancta Mater 3:58
5. Veni creator spiritus 9:51

Perotin
6. Dum sigillum 9:52

Anônimo

7. Beata viscera 2:01

Sungji Hong
8. Missa Lumen de lumine (2002) – Kyrie 4:03
9. Missa Lumen de lumine (2002) – Gloria 6:43
10. Missa Lumen de lumine (2002) – Credo 5:48
11. Missa Lumen de lumine (2002) – Sanctus 4:06
12. Missa Lumen de lumine (2002) – Agnus Dei 5:52

Anna Maria Friman soprano
Linn Andrea Fuglseth soprano
Torunn Østrem Ossum soprano

Recorded February 2005
ECM New Series 1929

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PQP

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Eugène Ysaÿe (1858-1931): Sonatas for Violin Solo, Op. 27

Este coleção de sonatas para violino solo do desconhecido Ysaÿe, mostra um desempenho impressionante de algumas das músicas mais difíceis do repertório erudito. Os modelos reconhecíveis de Ysaÿe foram Bach e Paganini, mas sua inspiração veio alegadamente de seis amigos e colegas a cujas sonatas são dedicadas e especialmente concebidas para seus dons interpretativos. Ysaÿe era violinista, claro, e derramou sobre estas sonatas seu conhecimento do violino e de seus recursos. Mas é também é música de primeira linha. Thomas Zehetmair recupera a tais músicas num grande CD que existe graças à ECM. Destaque para a Sonata Nº 2, onde o autor ter realiza uma brilhante “desconstrução” de uma Sonata de Bach para o mesmo instrumento solo.

Este grande CD foi “Editor’s Choice” da Gramophone. Não deixe de conferir.

Ysaÿe – Sonatas for Violin Solo, Op. 27

1. Sonata No.1 in G minor (for Joseph Szigeti) – 1. Grave
2. Sonata No.1 in G minor (for Joseph Szigeti) – 2. Fugato
3. Sonata No.1 in G minor (for Joseph Szigeti) – 3. Allegretto poco scherzoso
4. Sonata No.1 in G minor (for Joseph Szigeti) – 4. Finale con brio

5. Sonata No.2 in A minor (for Jacques Thibaud) – 1. Obsession
6. Sonata No.2 in A minor (for Jacques Thibaud) – 2. Malinconia
7. Sonata No.2 in A minor (for Jacques Thibaud) – 3. Danse des ombres
8. Sonata No.2 in A minor (for Jacques Thibaud) – 4. Les furies

9. Sonata No.3 in D minor ‘Ballade’ (for George Enescu)

10. Sonata No 4 in E minor (for Fritz Kreisler) – 1. Allemanda
11. Sonata No 4 in E minor (for Fritz Kreisler) – 2. Sarabande
12. Sonata No 4 in E minor (for Fritz Kreisler) – 3. Finale

13. Sonata No.5 for G major (for Mathieu Crickboom) – 1. L’Aurore
14. Sonata No.5 for G major (for Mathieu Crickboom) – 2. Danse rustique

15. Sonata No.6 in E major (for Manuel Quiroga)

Thomas Zehetmair, violin

Recording: September 2002, Propstei St. Gerold, Austria

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Georg Phillip Telemann (1681-1767): Concerto in D for 3 Horns & Violin; La Bouffonne; Grillen-Symphonie; Alster Ouverture

Este é um baita CD. Certamente FDP Bach ainda passará pela sensacional Abertura Alster, mas sou obrigado a me atravessar para apresentar uma das gravações de que mais gosto neste mundo. A versão da Alster por Simon Standage e o Collegium Musicum 90, uma gravação de 1994. Muita atenção às faixas 15, 16, 18 e 19, verdadeiras lições de bom humor em música.

IM-PER-DÍVEL !!!!

Sobre a obra-prima que é a Abertura Alster, Milton Ribeiro nos mostrou o seguinte vídeo no último domingo:

Telemann: Concerto in D for 3 Horns & Violin; La Bouffonne; Grillen-Symphonie; Alster Ouverture

1. Concerto for 3 Horns and Violin in D major, TWV 54: D2: I. Allegro Simon Standage 4:07
2. Concerto for 3 Horns and Violin in D major, TWV 54: D2: II. Grave Anthony Halstead 3:27
3. Concerto for 3 Horns and Violin in D major, TWV 54: D2: III. Presto Simon Standage 2:45

4. Overture (Suite) in C major, TWV 55: C5, “La bouffonne”: I. Overture Simon Standage 7:09
5. Overture (Suite) in C major, TWV 55: C5, “La bouffonne”: II. Loure Simon Standage 2:17
6. Overture (Suite) in C major, TWV 55: C5, “La bouffonne”: III. Rigaudon I and II Simon Standage 3:11
7. Overture (Suite) in C major, TWV 55: C5, “La bouffonne”: IV. Menuett I and II Simon Standage 3:36
8. Overture (Suite) in C major, TWV 55: C5, “La bouffonne”: V. Entree Simon Standage 2:30
9. Overture (Suite) in C major, TWV 55: C5, “La bouffonne”: VI. Pastourelle Simon Standage 3:04

10. Sinfonia in G major, TWV 50:1, “Grillen-Symphonie”: I. Etwas lebhaft Simon Standage 3:44
11. Sinfonia in G major, TWV 50:1, “Grillen-Symphonie”: II. Tandelnd Simon Standage 2:38
12. Sinfonia in G major, TWV 50:1, “Grillen-Symphonie”: III. Presto Simon Standage 3:05

13. Overture (Suite) in F major, TWV 55: F11, “Alster”: I. Overture Simon Standage 5:15
14. Overture (Suite) in F major, TWV 55: F11, “Alster”: II. Die canonierende Pallas (Pallas in canon) Simon Standage 3:01
15. Overture (Suite) in F major, TWV 55: F11, “Alster”: III. Das Alster-Echo (Alster Echo) Simon Standage 1:56
16. Overture (Suite) in F major, TWV 55: F11, “Alster”: IV. Die Hamburgischen Glockenspiele (Hamburg Carillons) Simon Standage 2:37
17. Overture (Suite) in F major, TWV 55: F11, “Alster”: V. Der Schwanen Gesang (Swan Song) Simon Standage 2:53
18. Overture (Suite) in F major, TWV 55: F11, “Alster”: VI. Der Alster Schaffer Dorff Music (Village music of the Alster shepherds) Simon Standage 2:03
19. Overture (Suite) in F major, TWV 55: F11, “Alster”: VII. Die concertierenden Frosche und Krahen (Concertizing frogs and crows) Simon Standage 3:02
20. Overture (Suite) In F Major, Twv 55: F11, “Alster”: VIII. Der Ruhende Pan (Pan At Rest) Simon Standage 3:51
21. Overture (Suite) in F major, TWV 55: F11, “Alster”: IX. Der Schaffer und Nymphen eilfertiger Abzug (The hurried departure of nymphs and shepherds) 3:29

Collegium Musicum 90
dir. Simon Standage

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Georg Phillip Telemann (1681-1767): Tafelmusik completa com o Musica Antiqua Köln

Mano F. D. P. Bach mostra o caminho, eu vou atrás. Foi assim nos lagos de belas adormecidas da semana passada e agora eu respondo às aberturas de Telemann com um petardo de quatro discos do MAK apresentando a Tafelmusik completa. Claro que trata-se de uma brincadeira, mas como os amantes do barroco alemão estão bem servidos nos últimos dias! A obra de Telemann — o compositor mais famoso na região na época de Bach — é muito boa. Por exemplo, o Concerto em Lá maior (CD1) é obra-prima. A ária (Tempo Giusto) da Abertura em ré maior, idem — esta ária foi depois utilizada por Handel num de seus concertos para órgão. E assim por diante. A interpretação de Goebel e amigos é, para variar, impecável. Mas vocês têm de trabalhar muito agora, afinal, são 580 MBytes do mais puro barroco em 320 kbps. Boa sorte!

O motivo pelo qual estão todos juntos é que fiz um CD-R com todas as 70 faixas para ouvir no carro… Tornei-me fã da Tafelmusik de Telemann desde que comprei a caixa de vinis da Telefunken com o jovem Frans Bruggen e o Concerto Amsterdam. Isso há mais de 30 anos atrás. O registro de Bruggen ainda é bom… Mas Goebel o supera em todos os pontos que realmente contam.

Telemann – Musique de Table – 4 CDs

DISC 1

PRODUCTION I (Teil • Part • Partie • Parte I)

I. Ouverture — Suite
e-moll • in E minor • en mi mineur • in mi minore
1. Ouverture: Lentement — Vite — Lentement
2. Rejouissance
3. Rondeau
4. Loure
5. Passepied
6. Air. Un peu vivement
7. Gigue

II. Quatuor G-dur • in G major • en sol majeur • in sol maggiore
8. Largo — Allegro — Largo
9. Vivace — Moderato — Vivace D. c.
10. Grave
11. Vivace

III. Concert A-dur • in A major • en la majeur • in la maggiore
12. Largo
13. Allegro
14. Gratioso
15. Allegro

DISC 2
IV. Trio Es-dur • in E flat major • en mi bemol majeur • in mi bemolle maggiore
1. Affettuoso
2. (attacca) Vivace
3. Grave
4. Allegro

V. Solo
5. h-moll • in B minor • en si mineur • in si minore
6. Cantabile
7. Allegro
8. Dolce
9. Allegro

VI. Conclusion e-moll • in E minor • en mi mineur • in mi minore Allegro — Largo — Allegro D. c.

PRODUCTION II (Teil-Part Partie-Parte II)
I. Ouverture — Suite D-dur • in D major • en re majeur • in re maggiore
10. Ouverture: Lentement — Vite — Lentement
11. Air. Tempo giusto
12. Air. Vivace
13. Air. Presto
14. Air. Allegro

DISC 3 II. Quatuor d-moll • in D minor • en re mineur ■ in re minore

1. Andante
2. Vivace
3. Largo
4. Allegro

III. Concert F-dur in F major • en fa majeur • in fa maggiore
5. Allegro
6. Largo
7. Vivace

IV. Trio e-moll • in E minor ■ en mi mineur • in mi minore
8. Affettuoso
9. Allegro
10. Dolce
11. Vivace

V. Solo A-dur • in A major • en la majeur • in la maggiore
12. Andante
13. Vivace
14. Cantabile
15. Allegro — Adagio — Allegro — Adagio

VI. Conclusion D-dur • in D major ■ en re majeur • in re maggiore
16. Allegro — Adagio — Allegro D. c.

DISC 4

PRODUCTION III (Teil • Part • Partie • Parte III)

I. Ouverture — Suite B-dur • in B flat major • en si bemol majeur • in si bemolle maggiore
1. Ouverture: Lentement — Presto — Lentement
2. Bergerie. Un peu vivement
3. Allegresse. Vite — Meno mosso — Vite D.c.
4. Postilions
5. Flaterie
6. Badinage. Tres vite
7. Menuet

II. Quatuor e-moll • in E minor • en mi mineur • in mi minore
8. Adagio
9. Allegro
10. Dolce
11. Allegro

III. Concert Es-dur • in E flat major • en mi bemol majeur • in mi bemolle maggiore
12. Maestoso
13. Allegro
14. Grave
15. Vivace

IV. Trio D-dur • in D major • en re majeur • in re maggiore
16. Andante
17. Allegro
18. Grave — Largo — Grave
19. Vivace

V. Solo g-moll • in G minor • en sol mineur • in sol minore
20. Largo
21. Presto
22. Tempo giusto
23. Andante
24. Allegro

VI. Conclusion B-dur • in B flat major • en si bemol majeur • in si bemolle maggiore
25. Furioso

Jonathan Cable
Phoebe Carrai
Florian Deuter
Werner Ehrhardt
Reinhard Goebel
Friedemann Immer
Laura Johnson
Andrew Joy
Andras Keller
Manfred Kramer

Musica Antiqua Köln
Direção: Reinhard Goebel

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Les Luthiers contra o passar do tempo

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Georg Phillip Telemann (1681-1767) – Complete Overtures – Vol. 2

Estou já há alguns dias só ouvindo esta série, um excepcional trabalho de Patrick Peire frente ao Collegium Instrumentale Brugellense. Cada peça é uma obra prima, e traz toda a genialidade deste tão menosprezado compositor (mas que felizmente tem sido redescoberto pelas novas gerações), considerado o maior de sua época, lembrando que ele é contemporâneo de papai, mas foi o compositor que fez o maior sucesso de sua época. Após concluir esta série de 9 cds, quero trazer outras gravações dele, alguns concertos, e talvez um oratório, vai depender de meu tempo disponível e minha paciência para aturar a boa vontade da minha operadora de telefonia.
Estou postando os três cds do segundo volume. Devo trazer o último volume no próximo final de semana, se não ocorrer nenhum contratempo.

CD 1
01 – Ouverture ‘Ouverture jointes d’une Suite tragi-comique’ TWV 55-D22
02 – Le Podagre (Loure(
03 – Reméde expérimenté; La Poste et la Dance (Menuet)
04 – L’Hypocondre (Sarabande-Gigue-Sar-Bourré-Sar-Hornpipe-Sar-La Suave)
05 – Reméde; Souffrance héroique – Marche
06 – Le Petit-Maitre
07 – Reméde; Petite-maison (Furies)
08 – Ouverture TWV 55-e7
09 – Le Contentetement
10 – Gavotte
11 – Loure
12 – Menuet
13 – Rondeau
14 – Canarie
15 – Ouverture TWV 55-h4
16 – Gavotte
17 – Loure
18 – Rejouissance
19 – La Bravoure
20 – Menuets I & II
21 – Rodomontate
22 – Ouverture TWV 55-e3
23 – Les Cyclopes
24 – Menuet Trio
25 – Galimatias en Rondeau
26 – Hornpipe

CD 2
01 – Ouverture TWV 55-d3 – Ouverture
02 – Menuet 1 & 2
03 – Gavotte
04 – Courante
05 – Air
06 – Loure
07 – Hornpipe
08 – Canaries
09 – Gique
10 – Ouverture TWV 55-F4 – Ouverture
11 – Pastorelle en rondau
12 – Sarabande
13 – Menuet
14 – Bouree
15 – Ouverture ‘La Bourse’ TWV 55-B11 – Ouverture
16 – Le repos interrompu
17 – La guerre en la paix
18 – Les Vainqueurs vaincus
19 – La Solitude associée
20 – L’Espérance de Missisippi )Vivement)21 – Ouverture TWV 55-ES1 – Ouverture
22 – La Douceur
23 – Menuet 1 & 2
24 – Les Coureurs
25 – Air
26 – Les Cladiateurs
27 – Les Querelleurs

CD 3
01 – Ouverture TWV 55-C6
02 – Harlequinade
03 – Espaniol
04 – Bourée en Trompette
05 – Sommeille
06 – Rondeau
07 – Menuets 1 & 2
08 – Gigue
09 – Ouverture TWV 55-f1
10 – Menuets 1 & 2
11 – Rondeau
12 – Sarabande
13 – Passepied
14 – Plainte
15 – Allemande
16 – Chaconne
17 – Gigue
18 – Ouverture ‘Burlesque’ TWV 55-B8
19 – Scaramouches
20 – Harlequinade
21 – Colombine
22 – Pierrot (viste)
23 – Menuets 1 & 2
24 – Mezzetin en Turc
25 – Ouverture TWV 55-g9
26 – Gavotte en Rondeau
27 – Loure (Gravement, se joue la 2me fouis alternativement doux et fort)
28 – Gigue (Legérement)
29 – Menuets 1 & 2
30 – (Bourré)
31 – Chaconne

Dirk Lippens, Dirk Lievens – Violins
Phillip Benoit, Linden Vanden Berk – Flutes
Elizabeth Schollaert, Ban Nolf – Oboes
Luc Loubry – Basson
Collegium Instrumentale Brugellense
Patrick Peire – Director

CD 1 – BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE
CD 2 – BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE
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FDP Bach

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SENSACIONAL CONCURSO – RESULTADOS FINAIS

Foram recebidas 55 respostas. CRISTIANE MIRANDA é a cara!!! Respondeu em primeiro lugar, com vários corpos de vantagem. Parabéns … essa mulher é um gênio!
A classificação dos 7 primeiros que responderam com 100% de acerto é:

1º lugar: Cristiane Miranda
2º lugar: Marcelo Herbert
3º lugar: Wellinton Martins
4º lugar: Wagner Clemente
5º lugar: Humberto Rodrigues de Sá
6º lugar: Eduardo Nakaguma
7º lugar: Herbert Vasconcelos

Mensão honrosa aos dois gênios que afirmaram ser Maria Madalena dos Anzóis Pereira a mulher com quem o Pe. José Maurício teve 5 filhos! A esses dois iluminados, recomendo a leitura aqui.

Abaixo, as respostas corretas:

1. Em qual estado da federação fica o Museu da Música de Mariana?
a) SP
b) RS
c) MS
d) MG

2. Por que são 9 CDs e tem somente 7 livros de partituras disponíveis?
a) Contamos errado.
b) Dois exemplares já foram doados aos descendentes de um compositor.
c) 7 é um número fantasioso.
d) A prova dos nove de 9 + 7 dá 7.

3. O que significam as iniciais CPM, seguidas de um número, que às vezes aparecem nas obras do Pe. José Maurício?
a) Cadastro Público de Mariana, orgão municipal, guardião das partituras das obras do Pe. José Maurício.
b) Cadastro do Padre Maurício, elaborado pelo Episcopado de Mariana.
c) Coleção Padre Maurício, organizado pelo Museu da Música de Mariana.
d) São as iniciais de Cleofe Person de Mattos, musicóloga e maestrina que catalogou as obras do Pe. José Maurício.

4. Como se chamava a mulher com quem o Pe. José Maurício teve 5 filhos?
a) Maria Madalena dos Anzóis Pereira
b) Domitília de Castro e Canto Melo
c) Severiana Rosa de Castro
d) Luciana Gimenez

5. Qual foi o imperador brasileiro que compôs o “Hino da Carta Constitucional”?
a) Adriano
b) Pedro I
c) Pedro II
d) Pedro Bó

6. Sigismund von Neukomm foi o discípulo predileto de:
a) Haydn
b) Beethoven
c) Hitler
d) Mozart

7. A 5ª Sinfonia de Beethoven foi importante na II Guerra Mundial, pois:
a) Acalmava e revigorava os ânimos dos soldados aliados, enquanto descansavam das árduas batalhas.
b) No Código Morse, seus 4 primeiros acordes formam a letra “V”, de Vitória. Quando a BBC de Londres tocou a 5ª Sinfonia, foi dado o sinal para as tropas aliadas iniciarem a invasão da Normandia, no Dia D.
c) Era a música que tocava enquanto Roosevelt, Churchill e Stalin redesenhavam as fronteiras da Europa pós-guerra, na Conferência de Yalta. Foi a música escolhida para influenciar subliminarmente Stalin a ceder a Criméia ao bloco ocidental.
d) Que ideia! A 5ª tem tanto a ver com a II Guerra como com a guerra do tráfico nos morros do Rio de Janeiro.

8. Em qual filme Ingrid Bergman pronunciou a famosa frase: Play it again, Sam.
a) A um passo da eternidade
b) O homem que sabia demais
c) Casablanca
d) nenhuma das respostas acima. Foi a grande “pegadinha” que derrotou muita gente. Veja aqui

9. Com qual conjunto Juscelino Kubitschek gravou um LP de serestas:
a) Grupo de Serestas de Diamantina
b) Coral de Ouro Preto
c) Seresteiros de Diamantina
d) Exaltasamba

10. Quando ocorreu a primeira postagem no PQPBach?
a) 7 de setembro de 2007
b) 21 de abril de 2006
c) 25 de dezembro de 2007
d) 15 de novembro de 2006

11. Don McLean compôs e interpretou uma belíssima canção que homenageia um pintor daltônico. Quem é ele?
a) Vincent van Gogh
b) Salvador Dali
c) Pablo Diego José Francisco de Paula Juan Nepomuceno María de los Remedios Cipriano de la Santísima Trinidad Ruiz y Picasso
d) Paul Cézanne

12. “Onde não há prazer não há proveito.”
a) Cicciolina
b) William Shakespeare
c) Fernando Gabeira
d) Bruna Surfistinha

13. No dia 17 de novembro comemora-se 50 anos da morte de qual músico(a)?
a) Buddy Holly
b) Ritchie Valens
c) Heitor Villa-Lobos
d) Dolores Duran

14. Se não houver mesmo marmelada e eu fosse um dos 7 contemplados, me interessaria pelo:
a) Volume I – Pentecostes
b) Volume II – Missas
c) Volume III – Sábado Santo
d) Volume V – Natal
e) Volume VI – Quinta-Feira Santa
f) Volume VIII – Ladainha de Nossa Senhora
g) Volume IX – Música Fúnebre
h) Pela Penélope Cruz. (Sentiu-se injuriada com as respostas. Antes de sair batendo a porta, esbravejou: Esses brasileiros preferem os volumes de Mariana aos meus!)

Solicito aos sete vencedores enviarem seus endereços para avicenna@uol.com.br, sem esquecer o CEP.

A todos, meu muito obrigado pela vibrante participação! Ao PQP, obrigado pela colaboração.

Até a próxima,

Avicenna

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George Phillip Telemann (1681-1767) – Complete Overtures – Vol. 1 – CD 3

Começou a chover forte aqui na minha cidade, depois de uma semana de calor infernal, sempre próximo aos 40 graus, o que não nos deixa com vontade para fazer nada.

Eis o terceiro cd que faltava do primeiro volume das aberturas de Telemann, e que devido à problemas técnicos acabei perdendo. A boa notícia é que já consegui o terceiro volume que virá com o tempo, claro que depois do segundo, e claro que depois da analisar a receptividade da postagem.

A postagem está sempre à cargo do excelente Collegium Instrumentale Brugense sob a direção de Patrick Peire.

George Phillip Telemann (1681-1767) – Complete Overtures – Vol. 1 – CD 3
01 – Ouverture TWV 55-C6
02 – Harlequinade
03 – Espaniol
04 – Bourée en Trompette
05 – Sommeille
06 – Rondeau
07 – Menuets 1 & 2
08 – Gigue
09 – Ouverture TWV 55-f110 – Menuets 1 & 2
11 – Rondeau
12 – Sarabande
13 – Passepied
14 – Plainte
15 – Allemande
16 – Chaconne
17 – Gigue
18 – Ouverture ‘Burlesque’ TWV 55-B8
19 – Scaramouches
20 – Harlequinade
21 – Colombine
22 – Pierrot (viste)
23 – Menuets 1 & 2
24 – Mezzetin en Turc
25 – Ouverture TWV 55-g9
26 – Gavotte en Rondeau
27 – Loure (Gravement, se joue la 2me fouis alternativement doux et fort)
28 – Gigue (Legérement)
29 – Menuets 1 & 2
30 – (Bourré)
31 – Chaconne

Os solistas são os mesmos dos cds anteriores.

Collegium Instrumentale Brugense
Patrick Peire – Director

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FDP Bach

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Piotr Ilich Tchaikovsky (1840-1893) – O Lago dos Cisnes (completo)

Depois da Bela Adormecida, nada melhor do que Cisnes nadando por duas horas e meia. Ouvi e detestei, mas trata-se de um registro raro, pois é completo e sabe-se que poucos maestros suportam. De bom mesmo, só a faixa 10 do Ato 3. A gente lembra de Renata Vasconcellos… Ah, tesão de mulher. Esqueçamos os cisnes, por favor.

Tchaikovsky / Swan Lake, Ballet in 4 Acts, Op.20
(Melodiya – 1969 / BMG – 1999)(2CD)

01. Introduction(2:48)
02. Act I – No. 1 / Scene. Allegro guisto(2:52)
03. Act I – No. 2 / Valse. Tempo di valse(6:52)
04. Act I – No. 3 / Scene. Allegro moderato(3:41)
05. Act I – No. 4 / Pas de trois – Intrada. Allegro(2:02)
06. Act I – No. 4 / Pas de trois – Andante sostenuto(2:31)
07. Act I – No. 4 / Pas de trois – Allegro semplice – Presto(1:10)
08. Act I – No. 4 / Pas de trois – Moderato(1:03)
09. Act I – No. 4 / Pas de trois – Allegro(1:05)
10. Act I – No. 4 / Pas de trois – Coda. Allegro vivace(1:38)
11. Act I – No. 5 / Pas de deux – Tempo di valse ma non troppo vivo, quasi moderato(2:09)
12. Act I – No. 5 / Pas de deux – Andante – Allegro(5:02)
13. Act I – No. 5 / Pas de deux – Tempo di valse(1:32)
14. Act I – No. 5 / Pas de deux – Coda. Allegro molto vivace(1:50)
15. Act I – No. 6 / Pas d’action. Andantino quasi moderato. Allegro(1:43)
16. Act I – No. 7 / Sujet(0:36)
17. Act I – No. 8 / Danses des coupes. Tempo di polacca(5:58)
18. Act I – No. 9 / Finale. Andante(2:46)

19.Act II – No. 10 / Scene. Moderato(2:40)
20. Act II – No. 11 / Scene. Allegro moderato – Allegro vivo, L’istesso tempo(4:46)
21. Act II – No. 12 / Scene. Allegro – Moderato assai, quasi andante(3:25)
22. Act II – No. 13 / Danses des cygnes – Tempo di valse(2:24)
23. Act II – No. 13 / Danses des cygnes – (Solo Odette) Moderato assai – Molto piu mosso(1:31)
24. Act II – No. 13 / Danses des cygnes – Danses des cygnes. Tempo di valse(1:46)
25. Act II – No. 13 / Danses des cygnes – Allegro moderato(1:18)
26. Act II – No. 13 / Danses des cygnes – Pas d’action (Odette et le prince). Andante-Andante non troppo-Allegro(6:35)
27. Act II – No. 13 / Danses des cygnes – Tout le monde danse. Tempo di valse(1:28)
28. Act II – No. 13 / Danses des cygnes – Coda. Allegro vivo(1:37)
29. Act II – No. 14 / Scene. Moderato(2:32)

1.Act III – No.15: Allegro giusto(2:24)
02. Act III – No.16 Danses du corps de ballet et des nains: Moderato assai – Allegro vivo(2:30)
03. Act III – No.17 Scene (La sortie des invites et la valse): Allegro – Tempo di valse(7:29)
04. Act III – No.18 Scene: Allegro – Allegro giusto(1:34)
05. Act III – No.19 Pas de six: Intrada. Moderato assai(2:24)
06. Act III – No.19 Pas de six: Var.1. Allegro(1:35)
07. Act III – No.19 Pas de six: Var.2. Andante con moto(3:14)
08. Act III – No.19 Pas de six: Var.3. Moderato(1:02)
09. Act III – No.19 Pas de six: Var.4. Allegro(0:53)
10. Act III – No.19 Pas de six: Var.5. Moderato – Allegro semplice – Allegro molto(1:20)
11. Act III – No.19 Pas de six: Coda. Allegro molto(1:41)
12. Act III – Appendice 1 – Pas de deux: Introduction. Moderato – Andante(4:14)
13. Act III – Appendice 1 – Pas de deux: Var.1. Allegro moderato(0:43)
14. Act III – Appendice 1 – Pas de deux: Var.2. Allegro(0:49)
15. Act III – Appendice 1 – Pas de deux: Coda. Allegro molto vivace(2:29)
16. Act III – No.20 Danses hongroise. Czardas: Moderato assai – Allegro moderato – Vivace(2:24)
17. Act III – Appendice 2 – Danse russe: Moderato – Andante semplice – Allegro vivo – Presto(4:40)
18. Act III – No.21 Danse espagnole: Allegro non troppo (Tempo di bolero)(2:25)
19. Act III – No.22 Danse napolitaine: Allegro moderato – Andantino quasi moderato – Presto(1:54)
20. Act III – No.23 Mazurka: Tempo di mazurka(3:44)
21. Act III – No.24 Scene: Allegro – Valse Allegro vivo(3:26)

22. Act IV – No.25 Entr’acte: Moderato(1:55)
23. Act IV – No.26 Scene: Allegro non troppo(2:16)
24. Act IV – No.27 Danses de petits cygnes: Moderato(4:21)
25. Act IV – No.28 Scene: Allegro agitato – Allegro vivace(2:58)
26. Act IV – No.29 Scene finale: Andante – Allegro agitato – Alla breve – Moderato e maestoso – Moderato(6:05)

Gravado em Moscou, 1969
Tempo Total: 148min19

Soloists:
Mikhail Chernyakhovsky – violin
Victor Simon – cello
Olga Erdeli – harp
Suren Gevorkian – trumpet

USSR RTV Large Symphony Orchestra
Gennady Rozhdestvensky

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PQP

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Piotr Ilich Tchaikovsky (1840-1893) – Sleeping Beauty – Gergiev

Para desespero do mano PQP, mais um Tchaikovsky, e mais um balé dele, sempre pelas mãos competentes de Valery Gergiev e sua Kirov Orchestra, uma galera altamente especializada nesse repertório.
Para variar, sem muito tempo e paciência para entrar em maiores detalhes, os deixo em excelentes mãos.
Ah, ess cd traz uma versão “highlights” da obra, que dura originalmente 3 cds (creio que mano PQP se enforcaria na primeira árvore que encontrasse pelo caminho se tivesse de encarar essas três horas de balé).

Um resumo do enredo da obra pode ser encontrado aqui.

Piotr Ilich Tchaikovsky – Sleeping Beauty – Gergiev

1. The Sleeping Beauty, ballet, Op. 66: Introduction
2. The Sleeping Beauty, ballet, Op. 66: Prologue. 1. Marche
3. The Sleeping Beauty, ballet, Op. 66: Prologue. 2. Scène dansante
4. The Sleeping Beauty, ballet, Op. 66: Prologue. 3. Pas de six: Variation V (Violente)
5. The Sleeping Beauty, ballet, Op. 66: Prologue. 3. Pas de six: Variation VI (La Fée des lilas)
6. The Sleeping Beauty, ballet, Op. 66: Prologue. 3. Pas de six: Coda
7. The Sleeping Beauty, ballet, Op. 66: Prologue. 4. Final
8. The Sleeping Beauty, ballet, Op. 66: Act 2. 17. Panorama
9. The Sleeping Beauty, ballet, Op. 66: Act 2. 19. Entracte symphonique (Le sommeil) et scène 10. The Sleeping Beauty, ballet, Op. 66: Act 2. 20. Final
11. The Sleeping Beauty, ballet, Op. 66: Act 3. 22. Polacca
12. The Sleeping Beauty, ballet, Op. 66: Act 3. 23. Pas de quatre
13. The Sleeping Beauty, ballet, Op. 66: Act 3. 23. Pas de quatre: Variation I (La fée-Or)
14. The Sleeping Beauty, ballet, Op. 66: Act 3. 23. Pas de quatre: Variation II (La Fée-Argent)
15. The Sleeping Beauty, ballet, Op. 66: Act 3. 23. Pas de quatre: Variation III (La Fée-Saphir)
16. The Sleeping Beauty, ballet, Op. 66: Act 3. 23. Pas de quatre: Variation IV (La Fée-Diamant)
17. The Sleeping Beauty, ballet, Op. 66: Act 3. 23. Pas de quatre: Coda
18. The Sleeping Beauty, ballet, Op. 66: Act 3. 24. Pas de caractère (Le chat botté et la chatte blanche)
19. The Sleeping Beauty, ballet, Op. 66: Act 3. 25. Pas de quatre
20. The Sleeping Beauty, ballet, Op. 66: Act 3. 25. Pas de quatre: Variation I (Cendrillon et Fortuné)
21. The Sleeping Beauty, ballet, Op. 66: Act 3. 25. Pas de quatre: Variation II (L’Oiseau bleu et la princesse Florine)
22. The Sleeping Beauty, ballet, Op. 66: Act 3. 26. Pas de caractère (Le petit chaperon rouge et le loup)
23. The Sleeping Beauty, ballet, Op. 66: Act 3. 27. Pas berrichon (Le petit poucet, ses frères et l’ogre)
24. The Sleeping Beauty, ballet, Op. 66: Act 3. 28. Pas de deuv: Variation I (Désiré)
25. The Sleeping Beauty, ballet, Op. 66: Act 3. 28. Pas de deuv: Variation I (Aurore)
26. The Sleeping Beauty, ballet, Op. 66: Act 1. 8. Pas d’action: Adagio “de la rose”
27. The Sleeping Beauty, ballet, Op. 66: Act 1. 6. Valse

St Petersburg Kirov Orchestra
Valery Gergiev – Conductor

BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE
FDP Bach

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SENSACIONAL CONCURSO!! GANHE PREMIOS NO P.Q.P. BACH!! É AGORA QUE VOCÊ VAI REALIZAR SEUS SONHOS MAIS ERÓTICOS !!

Os 9 CD’s da famosa coleção do Museu da Música de Mariana já foram postados. Queremos agora compartilhar os respectivos livros de partituras originais com nossos ouvintes, através deste concurso dificílimo. Impossível alguém acertar todas as respostas.

Veja o filme sobre estes livros de partituras no Youtube!

Regulamento:
1 – Os 7 primeiros que acertarem o maior número de perguntas receberão gratuitamente pelo Sedex um dos livros de partituras original do Museu da Música de Mariana.
2 – Serão consideradas as respostas recebidas até domingo, 08.11.09, às 21:00 horas e os vencedores serão anunciados na segunda-feira seguinte, 09.11.09, às 19:00 horas.
3 – Os protestos e discordâncias serão devidamente analisados e julgados de forma arbitrária, fascista e aleatória pela Comissão Julgadora.

Responda as perguntas abaixo. Envie suas respostas para avicenna@uol.com.br. Não responda nos “Comentários”.

1. Em qual estado da federação fica o Museu da Música de Mariana?
a) SP
b) RS
c) MS
d) MG

2. Por que são 9 CDs e tem somente 7 livros de partituras disponíveis?
a) Contamos errado.
b) Dois exemplares já foram doados aos descendentes de um compositor.
c) 7 é um número fantasioso.
d) A prova dos nove de 9 + 7 dá 7.

3. O que significam as iniciais CPM, seguidas de um número, que às vezes aparecem nas obras do Pe. José Maurício?
a) São as iniciais de Cadastro Público de Mariana, orgão municipal guardião das partituras das obras do Pe. José Maurício.
b) São as iniciais de Cadastro do Padre Maurício, elaborado pelo Episcopado de Mariana, para melhor catalogar as obras do Pe. José Maurício.
c) São as iniciais de Coleção Padre Maurício, organizado pelo Museu da Música de Mariana, gestor das obras do Pe. José Maurício, segundo seu testamento.
d) São as iniciais de Cleofe Person de Mattos, musicóloga e maestrina que catalogou as obras do Pe. José Maurício.

4. Como se chamava a mulher com quem o Pe. José Maurício teve 5 filhos?
a) Maria Madalena dos Anzóis Pereira
b) Domitília de Castro e Canto Melo
c) Severiana Rosa de Castro
d) Luciana Gimenez

5. Qual foi o imperador brasileiro que compôs o “Hino da Carta Constitucional”?
a) Adriano
b) Pedro I
c) Pedro II
d) Pedro Bó

6. Sigismund von Neukomm foi o discípulo predileto de:
a) Haydn
b) Beethoven
c) Hitler
d) Mozart

7. A 5ª Sinfonia de Beethoven foi importante na II Guerra Mundial, pois:
a) Acalmava e revigorava os ânimos dos soldados aliados, enquanto descansavam das árduas batalhas.
b) No Código Morse, seus 4 primeiros acordes formam a letra “V”, de Vitória. Quando a BBC de Londres tocou a 5ª Sinfonia, foi dado o sinal para as tropas aliadas iniciarem a invasão da Normandia, no Dia D.
c) Era a música que tocava enquanto Roosevelt, Churchill e Stalin redesenhavam as fronteiras da Europa pós-guerra, na Conferência de Yalta. Foi a música escolhida para influenciar subliminarmente Stalin a ceder a Criméia ao bloco ocidental.
d) Que ideia! A 5ª tem tanto a ver com a II Guerra como com a guerra do tráfico nos morros do Rio de Janeiro.

8. Em qual filme Ingrid Bergman pronunciou a famosa frase: Play it again, Sam.
a) A um passo da eternidade
b) O homem que sabia demais
c) Casablanca
d) nenhuma das respostas acima

9. Com qual conjunto Juscelino Kubitschek gravou um LP de serestas:
a) Grupo de Serestas de Diamantina
b) Coral de Ouro Preto
c) Seresteiros de Diamantina
d) Exaltasamba

10. Quando ocorreu a primeira postagem no PQPBach?
a) 7 de setembro de 2007
b) 21 de abril de 2006
c) 25 de dezembro de 2007
d) 15 de novembro de 2006

11. Don McLean compôs e interpretou uma belíssima canção que homenageia um pintor daltônico. Quem é ele?
a) Vincent van Gogh
b) Salvador Dali
c) Pablo Diego José Francisco de Paula Juan Nepomuceno María de los Remedios Cipriano de la Santísima Trinidad Ruiz y Picasso
d) Paul Cézanne

12. “Onde não há prazer não há proveito.”
a) Cicciolina
b) William Shakespeare
c) Fernando Gabeira
d) Bruna Surfistinha

13. No dia 17 de novembro comemora-se 50 anos da morte de qual músico(a)?
a) Buddy Holly
b) Ritchie Valens
c) Heitor Villa-Lobos
d) Dolores Duran

14. Se não houver mesmo marmelada e eu fosse um dos 7 contemplados, me interessaria pelo:
a) Volume I – Pentecostes
b) Volume II – Missas
c) Volume III – Sábado Santo
d) Volume V – Natal
e) Volume VI – Quinta-Feira Santa
f) Volume VIII – Ladainha de Nossa Senhora
g) Volume IX – Música Fúnebre
h) Pela Penélope Cruz

A sorte está lançada e o relógio já começou a cronometrar!! Boa sorte!

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Galina Ustvolskaya (1919 – 2006): Trio – Sonata – Octeto

É difícil escrever uma lista extensa com o nome de grandes compositoras mulheres. O nome da freira Hildegard von Bingen (1098 – 1179), cuja vida fascinante , embebida de misticismo e visões, talvez possa ser colocada em primeiro lugar. Sua contribuição para música foi importantíssima no momento que a música, a nossa música, ainda estava em gestação. E depois dela? Pulando vários séculos, chegam os nomes de Clara Schumann e Fanny Mendelssohn. Duas compositoras do século XIX. É possível encontrar algumas gravações (ainda muito poucas) que nos mostram duas mulheres bem competentes. Lili Boulanger (1893 – 1918) foi uma das grandes promessas da música. Sua famosa irmã Nadia Boulanger, cuja vida no primeiro momento foi dedicada a composição, reconheceu a enorme superioridade e genialidade da irmã. Tornou-se professora por esse motivo. Mas Lili não suportou a doença e morreu muito jovem.
Hoje, quando penso nos principais compositores da atualidade (incluindo homens também), não titubeio em dizer: Gubaidulina e Saariaho. Elas são duas mulheres ativas e inovadoras que merecem nossa total atenção. Mas devo confessar que de todas essas encantadoras mulheres a minha preferida é a russa Galina Ustvolskaya. Cito aqui as palavras do seu mais importante professor, Dmitri Shostakovich: “Não sou eu quem está te influenciando, mas sim o contrário”. É verdade, a música de Ustvolskaya não se parece com a do mestre Shostakovich, nem mesmo na sua obra de estudante – o Trio para violino, clarinete e piano (1949) – aliás, sua música não lembra a de nenhum outro compositor. Alguns classificam sua música como neo-primitivista, devido a sua rudeza e repetições (não diria minimalista). Boa parte de suas composições nunca foram apresentadas ao vivo ou sequer gravadas, chegou ao ocidente apenas na década de 1980.
O octeto para 2 oboés, 4 violinos, tímpano e piano (1950), também uma obra de mocidade, é absurdamente atual e impactante. Pretendo postar outras obras dessa extraordinária e injustiçada compositora.

CDF
Faixas:
1 – Trio
2 – sonata for violin and piano
3 – Octet

The St. Petersburg soloists
Oleg Malov

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Ravi Shankar (1920) & Philip Glass (1937): Passages

Este é um álbum que sempre aparece nas minhas listas de mp3 para ouvir enquanto dirijo. O disco é composto por seis faixas de uma música predominantemente indiana e da melhor qualidade. É interessante salientar que apesar das distancias geográficas que separam os dois compositores, Glass em Nova Yorque e Shankar em Madras, o álbum possui uma unidade surpreendente.

É um trabalho que transcende ao mero rótulo exótico de crossover. É a perfeita fusão do Tao – Yang/Yin. Os módulos repetitivos que são marca do minimalismo de Glass (vozes e violoncelos lembrando muito o Villa-Lobos das Bachianas), têm tudo a ver com as ragas indianas.

Passages traz duas composições de Glass sobre temas de Shankar; duas de Shankar sobre temas de Glass; e uma peça autônoma de cada compositor. É uma música envolvente e hipnótica, como a naja. Não fossem Shankar e Glass dois hábeis encantadores de serpentes.

Simplesmente imperdível!

.oOo.

Ravi Shankar & Philip Glass: Passages

01 Offering 9:43
Composed by Ravi Shankar

02 Sadhanipa 8:37
Composed by Philip Glass

03 Channels And Winds 8:00
Composed by Philip Glass

04 Ragas In Minor Scale 7:37
Composed by Philip Glass

05 Meetings Along The Edge 8:09
Composed by Ravi Shankar

06 Prashanti 13:42
Composed by Ravi Shankar

Musicians

Strings
Tim Baker, violin – Barry Finclair, violin, viola – Mayuki Fukuhra, violin – Regis Iandiorio, violin – Karen Larlsud, violin – Sergiu Schwartz, violin – Masako Yanagita, violin, viola – Al Brown, viola – Richard Sortomme, viola – Seymour Barab, cello – Bervely Laudrisen, cello – Batia Lieberman, cello – Joe Carver, bass

Woodwinds
Thereza Norris, flute – Jack Kripl, flute, soprano saxophone – Jon Gibson, soprano saxophone – Pichard Peck, tenor, alto saxophone – Lenny Pickett, tenor, alto saxophone

Brass
Peter Gordon, french horn – Ron Sell, french horn – Keith O’Quinn, trombone – Allan Raph, trombone

Gorden Gottleib, percussion

Jeanie Gagne, voice

Michael Rieman, piano

BAIXE AQUI / DOWNLOAD HERE

Marcelo Stravinsky

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