Johannes Brahms (1833-1897) – Sinfonia No. 2 in Dó maior, op. 73 e Sinfonia Nº 3 in Fá Maior op. 90 (CD 2 de 3)

Mais duas obras dessa integral com as sinfonias de Brahms. Agora surgem as majestosas números 2 e 3. São densas, maravilhosas, aterradoras. A número 2 em particular assume uma postura mais doce, menos trágica que a Primeira. Foi composta em 1877. Brahms segue os passos da composição clássica. Sua estrutura é grandiosa e eloquente. Já a Sinfonia número 3 foi composta em 1883. À época da composição da Terceira, Brahms já era internacionalmente reconhecido como um dos maiores compositores da sua época. A Terceira confirmava o seu gênio. Hans Richter, o primeiro executor da Sinfonia, a denominou a “Eróica de Brahms”, fazendo uma referência à Terceira de Beethoven, também conhecida como “Eróica”, embora tal verossimilhança não seja tão exata. O primeiro movimento é esmagador, atordoante. Encurtemos a fala, fiquemos com estas duas fenomenais sinfonias. Acredito que dois dos mais importantes trabalhos compostos na história da música. Boa audição!

Johannes Brahms (1833-1897) – Sinfonia No. 2 in Dó maior, op. 73 e Sinfonia Nº 3 in Fá  Maior op. 90

Sinfonia No. 2 in D major, op. 73
01. I. Allegro non troppo
02. II. Adagio non troppo
03. III. Allegretto grazioso (quasi andantino) – Presto ma non assai – Tempo I
04. IV. Allegro con spirito

Sinfonia Nº 3 in F Major, op. 90
05. I. Allegro con brio
06. II. Andante
07. III. Poco Allegretto
08. IV. Allegro

Berliner Philharmoniker
Simon Rattle, regente

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Carlinus

7 comments / Add your comment below

  1. “Acredito que dois dos mais importantes trabalhos compostos na história da música.” Sem dúvida alguma! E diria que o último movimento da 3ª é uma das músicas mais avassaladoras já compostas em todos os tempos.

  2. Por problemas técnicos não estou podendo baixar nada, graças à incompetência da OI/BRT em resolver um problema crônico de minha conexão aliada às fortes chuvas que caem aqui no sul do país. Mas estou acompanhando com atenção estas tuas postagens do Rattle. COmo falei anteriormente, tenho um carinho especial pela gravação do Karajan dos anos 80, apesar de saber que alguns a consideram inferior à uma versão anterior, creio que dos anos 70, do próprio Karajan. De qualquer maneira, Brahms é Brahms, e as sinfonias 2 e 3 são absurda e absolutamente belas. Sempre recomendo a versão do Bernstein destas mesmas duas sinfonias, que postei aqui já há algum tempo.
    Estou atrás das versões do Toscanini e do Fürtwangler. Alguém teria?

  3. Obrigado, FDP, pelo comentário! É sempre bom perceber sua manifestação. Que pena que sua conexão continua com os mesmos problemas ordinários de sempre. Com relação à sua solicitação, tenho duas notícias para você – uma boa e a outra ruim. (1) Eu tenho as sinfonias de Brahms com o Fürtwangler, Toscanini e Bernstein. Que primor! (2) Infelizmente estas sinfonias encontram-se naquele formato Flac – num grande bloco. Quando acho esse tipo de arquivo fico meio desanimado, pois não apresenta divisão de faixas. Mas dependendo de como for a sua necessidade, posso postar o material após o Rattle.

    Grande abraço, FDP!

  4. Carlinus, tenho uma sugestão para você fazer a conversão destes arquivos e dividir as faixas. Vou te dar as dicas por email. Faço esse procedimento direto, pois baixo muita coisa do avaxhome. É meio burocrático, mas funciona em 99 % das vezes, bastando para tanto ter o arquivo .cue.
    P.S. – Tenho o Bernstein, quero mesmo estes dois gigantes da regência. Tive em LP a primeira sinfonia com o Fürtwangler, mas me desfiz dela já há alguns anos. Se te interessar, tenho a integral do Toscanini regendo Beethoven. Outra integral de Brahms que tenho interesse em conhecer é a versão do Klemperer, um de meus regentes favoritos.

  5. Na verdade, Carlinus, o Toscanini tem duas versões das sinfonias de Beethoven. Uma foi gravada com a Orquestra da NBC. A outra integral, que é a que tenho, ele está à frente da Philharmonia Orchestra, e foi gravada um ou dois anos após a versão da NBC.

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