Harmonia Mundi – Sacred Music – CD 06 de 30

Frases de Paulo Coelho

Quando alguém encontra seu caminho precisa ter coragem suficiente para dar passos errados. As decepções, as derrotas, o desânimo são ferramentas que Deus utiliza para mostrar a estrada.

A felicidade às vezes é uma bênção, mas geralmente é uma conquista.

Tudo que acontece uma vez poderá nunca mais acontecer, mas tudo o que acontece duas vezes, certamente acontecera uma terceira.

Todos os dias Deus nos dá um momento em que é possível mudar tudo que nos deixa infelizes. O instante mágico é o momento em que um ‘sim’ ou um ‘não’ pode mudar toda a nossa existência.

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CVL

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Johannes Brahms (1831-1894) – Piano Concertos – Zimerman, Bernstein, WPO

Dois monumentos da literatura pianística, dois verdadeiros “tour de force” para os solistas.
Juntemos com um solista excepcional, um regente no apogeu de sua carreira e uma orquestra que também dispensa apresentações: É para fechar com chave de ouro esta série.
Apreciem sem moderação.
CD 6
1 – Piano Concerto No.2 in B flat, Op.83 – 1. Allegro non troppo
2- Piano Concerto No.2 in B flat, Op.83 – 2. Allegro appassionato
3 – Piano Concerto No.2 in B flat, Op.83 – 3. Andante – Più adagio
4 – Piano Concerto No.2 in B flat, Op.83 – 4. Allegretto grazioso – Un poco più presto

 

 

CD 7
1. Piano Concerto No.1 in D minor, Op.15 – 1. Maestoso – Poco più moderato
2. Piano Concerto No.1 in D minor, Op.15 – 2. Adagio
3. Piano Concerto No.1 in D minor, Op.15 – 3. Rondo (Allegro non troppo)

Kristian Zimerman – Piano
Wiener Philharmoniker
Leonard Bernstein – Conductor –

 

 

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Johannes Brahms (1831-1894) – Sinfonias nº1, 3, Variações sobre um tema de Haydn

Pacotaço para começar bem o domingo.  Já postei esta versão da Sinfonia nº 3, assim como a Sinfonia nº4, e elas são até hoje as minhas gravações de referência.
Um sonho de consumo que tenho são os DVDs desta coleção, já que todas estas gravações são ao vivo, mas o preço da DG ainda está salgado. Quem sabe a um dia a gente ganha na Mega Sena…

CD 4

01 – 1. Symphony No. 3 in F major, op. 90 – 1.Allegro con brio
02 – 2. Symphony No. 3 in F major, op. 90 – 2.Andante
03 – 3. Symphony No. 3 in F major, op. 90 – 3.Poco Allegretto
04 – 4. Symphony No. 3 in F major, op. 90 – 4.Allegro
05 – 5. Variations on a Theme by Joseph Haydn, op. 56a

CD 5

01 – Symphony No. 1 in C minor 1. Un poco sostenuto – Allegro
02 – Symphony No. 1 in C minor 2. Andante sostenuto
03 – Symphony No. 1 in C minor 3. Un poco allegretto e grazioso
04 – Symphony No. 1 in C minor 4. Adagio – Allegro non troppo ma con brio

Wiener Philharmoniker
Leonard Bernstein – Conductor

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Lutoslawski no You Tube

Messiaen foi o melhor compositor da segunda metade do século XX, Lutoslawski quase…

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Harmonia Mundi – Sacred Music – CD 05 de 30

Cidade alemã promove campeonato de strip pôquer

São 3 etapas. Cada uma classifica 30 competidores para a final.
Até 120 pessoas (homens e mulheres) podem participar do torneio.

Saiba mais (tudo a ver com o post).

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CVL

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Johannes Brahms (1831-1894) – Sinfonias n°2 e 4, Abertura Trágica e Abertura Festival Acadêmico – Bernstein, WPO

Mais duas sinfonias e duas aberturas de Brahms, sempre com o maestro Leonard Bernstein e a Filarmônica de Viena. Não entendi os critérios da DG na distribuição das sinfonias nos cds, mas enfim, foi assim que os recebi.
Se o Megaupload funcionar direitinho, vai tudo hoje ainda, os 7 cds.

CD 2

01 – Symphony No. 4 in E minor 1. Allegro non troppo
02 – Symphony No. 4 in E minor 2. Andante moderato
03 – Symphony No. 4 in E minor 3. Allegro giocoso – Poco meno presto -Tempo I
04 – Symphony No. 4 in E minor 4. Allegro energico e passionato – Piu Allegro
05 – Tragic Overture – Allegro non troppo – Molto piu moderato – Tempo primo

CD 3

01 – Symphony No. 2 in D major 1. Allegro non troppo
02 – Symphony No. 2 in D major 2. Adagio non troppo
03 – Symphony No. 2 in D major 3. Allegretto grazioso Quasi andantino
04 – Symphony No. 2 in D major 4. Allegro con spirito
05 – Academic Festival Overture – Allegro – L’istesso tempo, un poco maestoso – an

Wiener Philharmoniker
Leonard Bernstein – Conductor

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CD 3 BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE

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Johannes Brahms (1831-1894) – 01 – Brahms Concerto for Violin and Orchestra in D major, op.77, 04 – Brahms Concerto for Violin, Cello and Orchestra in A major, op.102 – Kremer, Maisky, Bernstein, WPO

Não, não se trata de um retorno ao PQP, digamos que seja apenas uma recaída, motivada principalmente pelo tédio de umas férias forçadas do serviço, devido à uma cirurgia bem sucedida, mas que pede repouso por 40 dias. Já se passaram 8 dias desde que fiz a tal da cirurgia, e o tédio impera, pois tenho de ficar deitado o tempo todo com as pernas para cima, e caminhar pelo menos 10 minutos a cada hora. Ou seja, haja paciência. Não sei quanto tempo vai durar esta recaída, ainda mais que estarei viajando na próxima semana, e meus contatos com o blog serão apenas esporádicos, pois dependerei apenas do Modem 3G. Enfim, tentarei matar o tempo com algumas postagens, trazendo coisas que já fazem parte de meu acervo, além de algumas novidades adquiridas nos últimos tempos.
Vou começar com Brahms, sim, Brahms novamente, que nunca cansa, ainda mais com estas excepcionais gravações dirigidas pelo Bernstein nos seus últimos anos de vida. Os solistas também não precisam de apresentação. Gidon Kremer, Mischa Maysky e Kristian Zimmermann já são bem conhecidos, portanto, dispensam maiores apresentações.Serão 7 cds ao todo, que vão me dar um trabalho tremendo para subir, principalmente com os problemas que tenho tido com minha internet (para variar um pouco, quem vive na periferia sofre com o descaso das empresas de telefonia).
Mas vamos ao que viemos. Neste primeiro CD, temos os Concertos para Violino, e o Concerto Duplo para Violino e Cello.

01 – Concerto for Violin and Orchestra in D major, op.77 – I. Allegro non troppo
02 – Concerto for Violin and Orchestra in D major, op.77 – II. Adagio
03 – Concerto for Violin and Orchestra in D major, op.77 – III. Allegro gio
04 – Concerto for Violin, Cello and Orchestra in A major, op.102 – I. Allegro
05 – Concerto for Violin, Cello and Orchestra in A major, op.102 – II. Andante
06 – Concerto for Violin, Cello and Orchestra in A major, op.102 – III. Vivace

Gidon Kremer – Violino
Mischa Maisky – Cello
Wiener Philharmoniker
Leonard Bernstein – Direktor

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Harmonia Mundi – Sacred Music – CD 04 de 30

Você sabia que…

* …Toulouse-Lautrec pintou Vincent van Gogh?
* … a nova bandeira de Ruanda teve o vermelho retirado pela associação da cor ao sangue e ao genocídio ocorrido no país em 1994?
* … a Princesa Isabel era formada em Química?
* … Haile Gebrselassie, bicampeão olímpico dos 10.000 metros e recordista mundial da maratona, é asmático?
* … Lady Gaga começou a carreira compondo canções para Britney Spears?

Fonte: Wikipédia.

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CVL

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Modest Mussorgsky (1839-1881) – Quadros em uma Exposição e Maurice Ravel (1875-1937) – Bolero

Há uma tríade maravilhosa nesta postagem: (1) Sergiu Celibidache. O maestro romeno, morto em 1996, era uma figura formidável do mundo da regência. As interpretações do maestro eram absolutamente pessoais e diversas de quaisquer outras que se conheça. É o que podemos testemunhar neste post maravilhosamente imperdível. Há algo de misterioso e fascinante em seus trabalhos. Há uma força que nos chama, que nos convoca à apreciação. É sempre bom ouvir peças regidas pelo velho Sergiu – filósofo, físico e matemático. (2) Mussorgsky. O russo é um dos meus compositores favoritos. Os Seus Quadros em uma exposição são uma das peças mais conhecidas do repertório erudito de todo o mundo. É música genuinamente russa elevada ao cubo. Os Quadros em uma Exposição buscam retratar musicalmente uma visita à exposição das obras de Hartmann, na qual o ouvinte tem como guia o próprio compositor, simbolizando na obra nas diversas Promenades que separam as diferentes seções. (3) Ravel. Aqui temos o Bolero, uma das peças mais conhecidas e aclamadas do século XX. É sempre agradável ouvir o Bolero de Ravel. A melodia do Bolero é simples, repetitiva e envolvente. É uma música que anda em círculos, em volteios, que vão se intensificando e eivando de complexidade. Somos compelidos a acompanhá-lo em sua ciranda agradável. Em suma: este CD deve ser ouvido para ser entendido. Não deixe de ouvir e apreciar. Boa contemplação!

Modest Mussorgsky (1839-1881) – Quadros em uma Exposição

01. Applause
02. Promenade
03. Gnomus
04. Promenade
05. Il vecchio castello
06. Promenade
07. Tuileries
08. Bydlo
09. Promenade
10. Ballet des petits poussins dans leurs coques
11. Samuel Goldenberg und Schmuyle
12. Limoges- le marché
13. Catacombae- Sepulchrum Romanum
14. Cum mortuis in lingua mortua
15. La Cabane de Baba-Yaga sur des pattes de poule
16. La Grande Porte de Kiev
17. Applause

Maurice Ravel (1875-1937) – Bolero

18. Applause
19. Tempo di Bolero moderato assai
20 Applause

Münchner Philharmoniker
Sergiu Celibidache, regente

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Carlinus

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Sir Paul McCartney (1942) – Duas canções do Oratório de Liverpool

Quando Paul foi mencionado numa postagem de Karl Jenkins que fiz, lembrei que faltava eu postar mais coisas do ex-Beatle aqui no blog. Ano passado teve a Standing Stone (cujo link deve ter expirado há tempos – não vou renová-lo), agora posto duas canções de sua obra de estreia na música clássica: o indisfarçavelmente autobiográfico Oratório de Liverpool, de 1991, escrito com a ajuda do maestro Carl Davis nas orquestrações. Como os arquivos do oratório completo estão em algum back up recôndito em minhas tralhas, disponibilizo este CD demo com as duas melhores canções da obra – dá pra achar a letra na Internet sem muito esforço.

***

Oratório de Liverpool

1. Save the child
Soprano: Kiri Te Kanawa; meio-soprano: Sally Burgess; tenor: Jerry Hadley

2. The drinking song
Baixo: Willard White

Orchestra: Royal Liverpool Philharmonic Orchestra
Conductor: Carl Davis

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CVL

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Harmonia Mundi – Sacred Music – CD 03 de 30

Confira a rodada deste fim de semana no Campeonato Brasileiro:

5ª RODADA – 29/05/2010

18h30 Flamengo x Grêmio
18h30 Palmeiras x Grêmio Prudente
18h30 Avaí x Vitória

5ª RODADA – 30/05/2010

16h00 Corinthians x Santos
16h00 Guarani x São Paulo
16h00 Atlético-MG x Fluminense
16h00 Internacional x Atlético-PR
18h30 Ceará x Cruzeiro
18h30 Atlético-GO x Goiás
18h30 Botafogo x Vasco

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CVL

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Alexander Konstantinovich Glazunov (1865-1936) – Sinfonia no. 1 em E maior, Op. 5 e Sinfonia no.2 em F sustenido maior – "para a memória de Liszt" (CD 1 de 4)

Glazunov é um daqueles compositores que provocam sensações glaciais em mim. Explico. Ouvi pouca coisa desse russo que foi professor de Shostakovich, um dos meus compositores favoritos. Por sua vez, Glazunov teve como preceptor o grande Rinsky-Korsakov, que lhe deu um sólida formação. As peças de Glazunov são “vagas” – não em sentido negativo. Cheiram àquelas regiões inóspitas da Ásia Central. Tem o mesmo colorido das tundras da Sibéria ou da Floresta de Taiga. Possui as ressonâncias dos silêncios boreais. Dos mistérios que habitam os raios anêmicos de sol que douram com timidez a sua terra. Gosto de Glazunov. Ele é uma espécie de Elgar russo. Um Vaughan Williams embriagado, mais pesado. Nesta postagem (que não tinha intenção de fazer), encontram-se duas sinfonias do compositor – as de número 1 e 2. Destaco aqui a de número 1, que possui características identificadamente schumannianas. Imagine só! Quando Glazunov a compôs, gozava apenas 16 anos de idade. A peça fez uma sucesso retumbante. Aturdiu os ouvintes que, assustados, mal acreditaram quando viram um jovem com uniforme escolar subir ao palco e pegar o arco do violino para tocar. A sinfonia foi composta em 1881. Não foi para menos, o jovem músico despertou a atenção de Tchaikovsky e Balakirev. Já a sinfonia número 2 (“Em memória de Liszt”), por quem tenho uma relação de afeto, eu já a ouvi muitas vezes em outras ocasiões. Eu costumava escutá-la num programa chamado “Clássicos de Todos os Tempos”, que passa aqui em Brasília todas as noites, na emissora Brasília Super Rádio FM. Páro por aqui. Ouçamos o moço. Permitamos que ele se explique com a sua música “vaga”, mas precisa. Uma boa apreciação!

Alexander Konstantinovich Glazunov (1865-1936) – Sinfonia no. 1 em E maior, Op. 5 e Sinfonia no.2 em F sustenido maior – “para a memória de Liszt”

Sinfonia no. 1 em E maior, Op. 5 – “Sinfonia Eslava”
01. Allegro
02. Scherzo:Allegro
03. Adagio
04. Finale

Sinfonia no.2 em F sustenido maior – “Em memória de Liszt”
05. Andante maestoso – Allegro
06. Andante
07. Allegro vivace
08. Introduction e Finale

Moscow Radio Symphony Orchestra
Vladimir Fedoseyev, regente

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Carlinus

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Sir Paul McCartney (1942) – Ecce cor meum

Graças a Händel, o oratório – seja sacro, seja profano – transformou-se em um gênero de composição inglês por excelência, tanto pelas características que adquiriu quanto pela predileção de compositores e público. Por isso mesmo, quando Paul se aventurou pelas searas da música de concerto decidiu seguir o caminho mais previsível, através do Oratório de Liverpool. Não foi lá essas coisas todas, mas rendeu o encorajamento suficiente para não parar. Depois vieram Standing Stone, o CD A garland for Linda e Working Classical, até surgir este segundo oratório, Ecce cor meum (Eis meu coração), que – se não chega a ser Händel (“é, né?”) – ficou muito bem acabado. O álbum acabou rendendo a Paul o Classical British Award de melhor CD em 2007, numa votação em que o segundo lugar foi Canções do Labirinto, de Sting. Tudo bem, foi voto popular, mas eu também daria esse crédito ao ex-Beatle pelo esforço. Vejamos o que vocês dizem.

***

Ecce cor meum

1. I. Spiritus
2. II. Gratia
3. Interlude (Lament)
4. III. Musica
5. IV. Ecce Cor Meum

# Performer: David Theodore, Colm Carey, Mark Law, Kate Royal
# Orchestra: Academy of St. Martin-in-the-Fields
# Conductor: Gavin Greenaway

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Ralph Vaughan Williams (1872-1958) – Sinfonia No. 3, "Pastoral" e Ludwig van Beethoven (1770-1827) – Sinfonia No. 6 em Fá maior, Op. 68 – "Pastoral"

Duas sinfonias pastorais. Não preciso dizer que estão entre as minhas peças favoritas. Tenho uma paixão incondicional por essas duas peças. São demonstrações de grande sensibilidade e de uma relação de respeito contemplativo para com a natureza. A Sinfonia No. 3 de Williams ou Sinfonia Pastoral como também é conhecida foi composta entre 1921 e 1922. Vaugham Williams teria arranjado motivos para compô-la em homenagem aos mortos e feridos durante a I Guerra Mundial. Ela se constituiria, assim, numa meditação possível sobre os sons da paz. A Sinfonia Pastoral apesar do nome sugestivo não é programática como a Sinfonia Pastoral de Beethoven. Interessante é saber que Vaughan Williams afirmava que essa composição não tinha nada a ver com a paisagem campestre das charnecas inglesas. O compositor a inseria num contexto bélico, afinal ele servira na Primeira Grande Guerra. A peça tem um caráter bucólico. É como se o tempo estivesse parado. Como se as estações se sucedessem. Como se um carro de boi, típico na paisagem do campo, seguisse na distância e nós ficassêmos a olhar na imensidão, parados. A outra peça dispensa comentários. É a conhecida e aclamada Sinfonia Pastoral de Beethoven, peça para a qual não faço qualquer concessão. É uma das minhas favoritas. Não deixe de ouvir este CD, pastoralmente, imperdível. Boa apreciação!

Ralph Vaughan Williams (1872-1958) – Sinfonia No. 3, “Pastoral”*

01. I. Molto moderato
02. II. Lento moderato
03. III. Moderato pesante
04. IV. Lento – Moderato maestoso

Ludwig van Beethoven (1770-1827) – Sinfonia No. 6 em Fá maior, Op. 68 – “Pastoral

05. I. Allegro ma no troppo
06. II. Andante molto nosso
07. III. Allegro
08. IV Allegro
05. Allegretto

Royal Concertgebouw Orchestra
Sir Roger Norrington, regente
*Sibylla Rubens, soprano

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Carlinus

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Harmonia Mundi – Sacred Music – CD 02 de 30

Canção do passarinho sabichão

Minha terra tem palmeiras
Onde canta o sabiá:
Seno A, Cosseno B
Seno B, Cosseno A

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Harmonia Mundi – Sacred Music – CD 01 de 30

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Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) – A Flauta Mágica (Die Zauberflöte) – ópera

Era agosto ou setembro de 2008. O período da estiagem estava atingindo o seu ponto mais crítico no Centro-Oeste. Nestes meses, Brasília se transforma num Saara brasileiro por conta do clima. A umidade do ar atinge níveis muito baixos. O calor é escaldante. Todavia, parece existir uma recompensa por conta desses rigores. Os dias quentes proporcionam fins de tardes fenomenais. Os ocasos são verdadeiros partos piscodélicos. A tintura vermelha do sol derrama-se por todos os lados. As nuvens no céu são como gases ensaguentadas. A vegetação seca. Uma névoa leitosa , empoeirada e espessa envolve todas as coisas. Esse era o cenário aqui em Brasília. Chovera em maio. Ou seja, o Planalto estava há três meses sem sentir o alívio da chuva. Por este tempo fiquei sabendo que a ópera A Flauta Mágica de Mozart seria apresentada no gramado da Esplanada dos Ministérios. Fiquei profundamente entusiasmado com a notícia. A regência seria do memorável maestro Silvio Barbato, morto em maio de 2009, ou seja, há quase 1 ano no vôo da Air France, infelizmente. Tive a oportunidade de ver o Barbato em outros eventos à frente da Sinfônica do Teatro Nacional aqui em Brasília regendo Mozart, Mahler e Brahms. O maestro era um empreendedor nesse sentido. Em 2006, quando da ocasião da comemoração dos 250 anos do nascimento de Mozart, Barbato resolveu homenagear o compositor promovendo 12 horas seguidas de música do gênio austríaco. Em outras ocasiões, quando era o regente titular da Sinfônica do Teatro Nacional, promovia concertos itinerantes pela cidades-satélites – Gama, Sobradinho, Ceilândia, Taguatinga. Isso consituía um ato de excelência no sentido de democratizar a música clássica. Mas voltemos ao evento que teria A Flauta Mágica. Era um sábado à noite. Um palco foi montado e um extraordinário cenário foi erguido para representação da obra. O público eclético estava nas arquiancadas. Barbato que um ano antes regera Carmen de Bizet, fez a devida apresentação da obra mozartiana. A orquestra fazia o seu trabalho, Barbato regia, os cantores no palco misturavam vozes com encenações teatrais; dois telões foram montados, mostrando o que acontecia no palco e ao mesmo tempo a tradução da obra que era cantada em alemão. Fantástico. Estava embasbacado. Uma estupefação tomava conta de mim, pois esta é uma das obras de Mozart que mais ouvi e gosto. Não costumo ouvir óperas, mas esta é diferente. Possui árias belíssimas. Uma temática mística que impressiona. O fato é que quando os cantores entoavam as árias mais suaves de A Flauta Mágica, eu me sentia preso àquela musicalidade. Mas o inusitado aconteceu: após três meses sem chuva, uma garoa fina começou a cair, levantando o cheiro de terra molhada. O maestro foi resistente aos primeiros pingos. Mas como a orquestra estava tocando ao ar livre, Barbato acabou explicando a necessidade de parar o concerto. Fiquei imensamente triste com aquilo. Tentei me refugiar em algum lugar. De repente, um milagre: a chuva parou. Todavia, a maioria do público abandonou o espetáculo. Barbato decidiu dar continuidade à obra. Novas sucessões de cantos extraordinárias. Até que a Rainha da Noite apareceu, cantou e a chuva tornou-se firme e aí Barbato com sua voz peculiar avisou: “Gente, infelizmente não dá para continuar. Temos aqui na orquestra instrumentos delicadíssimos e caros. Expô-los a água é perigoso, pois são imensamente sensíveis”. Aquilo me constenou. Como que fica sem chover por três meses e a chuva reaparece justamente naquela ocasião, quando a beleza estava sendo desvelada? São as ironias da natureza. Os segredos inopinados das horas, dos dias, do tempo. Aquela foi a última ocasião em que vi Silvio Barbato regendo. Que pena! Mas fica aqui a certeza de uma extraordinária peça. A Flauta Mágica é, se não estou enganado, a penúltima ópera de Mozart, posto que a última é A Clemência de Tito, de 1791. Ou seja, o ano da morte do compositor. A ópera acontece em dois atos. Abbado fica engarregado por conduzir esta gravação à frente da Mahler Chamber Orchestra. Foi realizada em 2006 em homenagem aos 250 anos do nascimento de Mozart. Comemoração mais que merecida. Não deixe de ouvir esta gravação e se deliciar com os elementos variados dessa, que é uma das maiores óperas de todos os tempos – alegria, amor, tristeza, ambição, poder, mistérios maçônicos, mitologia. Tudo isso pode ser encontrado nesta obra. Boa apreciação!

Para saber mais sobre a obra AQUI:

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) – A Flauta Mágica (Die Zauberflöte)

CD 1

01. Ouverture
02. Nr. 1 Introduktion »Zu Hilfe! Zu Hilfe!« (Tamino, Die drei Damen)
03. Nr. 2 Arie »Der Vogelfanger bin ich ja« (Papageno)
04. »Papageno!« – »Ah! Das geht mich an!« (Die drei Damen, Papageno, Tamino)
05. Nr. 3 Arie »Dies Bildnis ist bezaubernd schon« (Tamino)
06. »Freue dich und fasse Mut, schoner Jungling!« (Die drei Damen, Tamino)
07. Nr. 4 Rezitativ und Arie »O zittre nicht, mein lieber Sohn!« (Königin der Nacht)
08. Nr. 5 Quintett »Hm, hm, hm« (Papageno, Tamino, Die drei Damen)
09. »Ha, ha, ha!« – »Pst, pst!« (Die drei Slaven)
10. Nr. 6 Terzett »Du feines Taubchen, nur herein!« (Monostatos, Pamina, Papageno)
11. »Bin ich nicht ein Narr« (Papageno, Pamina)
12. Nr. 7 Duett »Bei Mannern, welche Liebe fuhlen« (Pamina, Papageno)
13. Nr. 8 Finale »Zum Ziele fuhrt dich diese Bahn« (Die drei Knaben, Tamino, Priester, Sprecher, Chor)
14. »Wie stark ist nicht dein Zauberton« (Tamino)
15. »Schnelle Fube, rascher Mut« (Pamina, Papageno, Monostatos, Sklaven, Chor)
16. »Es lebe Sarastro! Sarastro soll leben!« (Chor, Pamina, Sarastro, Monostatos, Tamino)
17. Nr. 9 Marsch der Priester
18. »Ihr, in dem Weisheitstempel« (Sarastro, Zweiter Priester, Sprecher, Dritter Priester)
19. Nr. 10 Arie mit Chor »O Isis und Osiris« (Sarastro, Chor)
20. »Eine schreckliche Nacht!« (Tamino, Papageno, Sprecher, Zweiter Priester)
21. Nr. 11 Duett »Bewahret euch vor Weibertucken!« (Erster Priester, Zweiter Priester)

CD 2

01. Nr. 12 Quintett »Wie Wie Wie Ihr an diesem Schreckensort« (Die drei Damen, Papageno, Tamino, Priester
02. »Heil dir, Jüngling! Dein standhaft männliches Betragen« (Sprecher, Zweiter Priester, Papageno)
03. Nr. 13 Arie »Alles fühlt der Liebe Freuden« (Monostatos)
04. Nr. 14 Arie »Der Hölle Rache kocht in meinem Herzen« (Königin der Nacht)
05. »Morden soll ich« (Pamina, Monostatos, Sarastro)
06. Nr. 15 Arie »In diesen heil’gen Hallen« (Sarastro)
07. »Hier seid ihr euch beide alleine überlassen« (Sprecher, Zweiter Priester, Papageno)
08. Nr. 16 Terzett »Seid uns zum zweitenmal willkommen« (Die drei Knaben)
09. »Tamino, wollen wir nicht speisen« (Papageno) – »Tamino! Du hier« (Pamina)
10. Nr. 17 Arie »Ach, ich fühl, es ist verschwunden« (Pamina)
11. »Nicht wahr, Tamino, ich kann auch schweigen« (Papageno)
12. Nr. 18 Chor der Priester »O Isis und Osiris (Chor)
13. »Prinz, dein Betragen war bis hieher männlich und gelassen« (Sarastro, Pamina)
14. Nr. 19 Terzett »Soll ich dich, Teurer, nicht mehr seh’n« (Pamina, Sarastro, Tamino)
15. »Tamino! Tamino! Willst du mich denn gänzlich verlassen« (Papageno, eine Stimme, Die drei Priester)
16. Nr. 20 Arie »Ein Mädchen oder Weibchen wünscht Papageno sich!« (Papageno)
17. »Da bin ich schon, mein Engel!« (Das alte Weib, Papageno)
18. Nr. 21 Finale »Bald prangt, den Morgen zu verkünden« (Die drei Knaben, Pamina)
19. »Der, welcher wandert diese Straße voll Beschwerden« (Die Geharnischten, Tamino, Pamina)
20. »Papagena! Papagena! Papagena! Weibchen! Täubchen!« (Papageno, Die drei Knaben, Papagena)
21. »Nur stille, stille, stille, stille!« (Monostatos, Königin der Nacht, Die drei Damen)

Mahler Chamber Orchestra
Claudio Abbado, regente
Arnold Schoenberg Chor
Sarastro—————René Pape
Rainha da Noite——–Erika Miklósa
Pamina—————-Dorothea Röschmann
Tamino—————-Christoph Strehl
Papageno————–Hanno Müller-Brachmann
Papagena————–Julia Kleiter
Sprecher————–Georg Zeppenfeld
Monostatos————Kurt Azesberger
3 Damen————–Caroline Stein, Heidi Zehder, Anne-Carolyn Schlüter
3 Knaben————-Alexander Lischke, Frederic Jost, Niklas Mallmann

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Carlinus

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Jan Dismas Zelenka (1679–1745): Complete Orchestral Works (3 CDs)

Um esplêndido CD !!!

Jan Dismas Zelenka (1679-1745) tocava violone (viola baixo) na orquestra da corte do Eleitor da Saxônia, em Dresden. É difícil imaginar como sua luminosa produção de música instrumental, já que parece claro que a música sacra era muito mais importante para ele do que a secular. Ironicamente, a primeira movimentação para a redecoberta deste grande compositor, fê-lo amado por fagotistas, uma vez que sua obra de trio-sonatas davam imenso destaque ao instrumento. Mesmo nas maiores obras sacras vocais, peças maravilhosas para fagote e oboé abundam.

As obras orquestrais registradas nestes três CDs também utilizam por toda a parte oboés, fagotes, trompas e, ocasionalmente, chalumeaus, o antecessor do clarinete. Zelenka soa incrivelmente “avançado” para 1720. Suas obras orquestrais são enérgicas, cerimoniosas e sonoras (se é que me entendem). São também de estrutra relativamente simples. São, obviamente, para as grandes ocasiões públicas. Não há nada nestes três discos que rivalizem com os concertos ou as suítes de Bach, mas são música de primeira linha.

Se você gosta de um som verdadeiramente barroco, cheio de oboés acrobáticos, trompas saltitantes e fagotes flatulentos, tem que ouvir Zelenka. Ah, a Das Neu-Eröffnete Orchestre é efetivamente uma bela surpresa.

Repito, um baita CD para quem gosta de música barroca! Ouça com o volume bem alto, OK? É para ser altissonante mesmo!

Disc: 1
1. Capriccio for 2 horns, 2 oboes, bassoon, strings & continuo No. 2 in G major, ZWV 183: [Allegro]
2. Capriccio for 2 horns, 2 oboes, bassoon, strings & continuo No. 2 in G major, ZWV 183: Canarie
3. Capriccio for 2 horns, 2 oboes, bassoon, strings & continuo No. 2 in G major, ZWV 183: Aria
4. Capriccio for 2 horns, 2 oboes, bassoon, strings & continuo No. 2 in G major, ZWV 183: Canarie da capo
5. Capriccio for 2 horns, 2 oboes, bassoon, strings & continuo No. 2 in G major, ZWV 183: Gavotte
6. Capriccio for 2 horns, 2 oboes, bassoon, strings & continuo No. 2 in G major, ZWV 183: Rondeau
7. Capriccio for 2 horns, 2 oboes, bassoon, strings & continuo No. 2 in G major, ZWV 183: Menuett – Trio – Menuett da capo

8. Hipocondrie à 7 Concertanti for 2 oboes, bassoon, 2 violins, viola & continuo in A major, ZWV 187: [Lentement]
9. Hipocondrie à 7 Concertanti for 2 oboes, bassoon, 2 violins, viola & continuo in A major, ZWV 187: Fuge. Allegro – Lentement

10. Concerto à 8 Concertanti for oboe, bassoon, 2 violins, viola, cello & continuo in G major, ZWV 186: [Allegro]
11. Concerto à 8 Concertanti for oboe, bassoon, 2 violins, viola, cello & continuo in G major, ZWV 186: Largo
12. Concerto à 8 Concertanti for oboe, bassoon, 2 violins, viola, cello & continuo in G major, ZWV 186: Allegro

13. Capriccio for 2 horns, 2 oboes, bassoon, strings & continuo No. 3 in F major, ZWV 184: [Ouverture] Staccato e forte
14. Capriccio for 2 horns, 2 oboes, bassoon, strings & continuo No. 3 in F major, ZWV 184: Allegro
15. Capriccio for 2 horns, 2 oboes, bassoon, strings & continuo No. 3 in F major, ZWV 184: Allemande
16. Capriccio for 2 horns, 2 oboes, bassoon, strings & continuo No. 3 in F major, ZWV 184: Menuett – [Trio 1] – Menuett da capo [Trio 2]
17. Capriccio for 2 horns, 2 oboes, bassoon, strings & continuo No. 3 in F major, ZWV 184: [Allegro]

Disc: 2
1. Capriccio for 2 horns, 2 oboes, bassoon, strings & continuo No. 5 in G major, ZWV 190: [Allegro]
2. Capriccio for 2 horns, 2 oboes, bassoon, strings & continuo No. 5 in G major, ZWV 190: Menuett 1 – Menuett 2 – Menuett 1 da Capo
3. Capriccio for 2 horns, 2 oboes, bassoon, strings & continuo No. 5 in G major, ZWV 190: Il Contento – Trio – Il Contento da capo
4. Capriccio for 2 horns, 2 oboes, bassoon, strings & continuo No. 5 in G major, ZWV 190: Il Furibundo
5. Capriccio for 2 horns, 2 oboes, bassoon, strings & continuo No. 5 in G major, ZWV 190: Villanella – Trio – Villanella da capo

6. Simphonie à 8 Concertanti for 2 oboes, bassoon, 2 violins, viola, cello & continuo in A minor, ZWV 189: [Allegro]
7. Simphonie à 8 Concertanti for 2 oboes, bassoon, 2 violins, viola, cello & continuo in A minor, ZWV 189: Andante
8. Simphonie à 8 Concertanti for 2 oboes, bassoon, 2 violins, viola, cello & continuo in A minor, ZWV 189: Capriccio. Tempo di Gavotta
9. Simphonie à 8 Concertanti for 2 oboes, bassoon, 2 violins, viola, cello & continuo in A minor, ZWV 189: Aria da Capriccio (Andante –
10. Simphonie à 8 Concertanti for 2 oboes, bassoon, 2 violins, viola, cello & continuo in A minor, ZWV 189: [Menuett 1] – [Menuett 2] – [

11. Capriccio for 2 horns, 2 oboes, bassoon, strings & continuo No. 1 in D major, ZWV 182: Andante – [Allegro]
12. Capriccio for 2 horns, 2 oboes, bassoon, strings & continuo No. 1 in D major, ZWV 182: Paysan
13. Capriccio for 2 horns, 2 oboes, bassoon, strings & continuo No. 1 in D major, ZWV 182: Aria
14. Capriccio for 2 horns, 2 oboes, bassoon, strings & continuo No. 1 in D major, ZWV 182: Bourrée
15. Capriccio for 2 horns, 2 oboes, bassoon, strings & continuo No. 1 in D major, ZWV 182: Menuett 1 – Menuett 2 – Menuett 1 da capo

Disc: 3
1. Overture à 7 Concertanti 2 oboes, bassoon, 2 violins, viola & continuo in F major, ZWV 188: Ouverture. Grave – Allegro – Grave
2. Overture à 7 Concertanti 2 oboes, bassoon, 2 violins, viola & continuo in F major, ZWV 188: Aria
3. Overture à 7 Concertanti 2 oboes, bassoon, 2 violins, viola & continuo in F major, ZWV 188: Menuett 1 – Menuett 2 – Menuett 1 da capo
4. Overture à 7 Concertanti 2 oboes, bassoon, 2 violins, viola & continuo in F major, ZWV 188: [Siciliano]
5. Overture à 7 Concertanti 2 oboes, bassoon, 2 violins, viola & continuo in F major, ZWV 188: Folie

6. Sub olea pacis: Melodrama de Sancto Wenceslao, for soloists, chorus, instruments & continuo, ZWV 175: Symphonia

7. Capriccio for 2 horns, 2 oboes, bassoon, strings & continuo No. 4 in A major, ZWV 185: Allegro assai
8. Capriccio for 2 horns, 2 oboes, bassoon, strings & continuo No. 4 in A major, ZWV 185: Adagio
9. Capriccio for 2 horns, 2 oboes, bassoon, strings & continuo No. 4 in A major, ZWV 185: Aria 1 – Aria 2 – Aria 1 da capo
10. Capriccio for 2 horns, 2 oboes, bassoon, strings & continuo No. 4 in A major, ZWV 185: In tempo di Canarie
11. Capriccio for 2 horns, 2 oboes, bassoon, strings & continuo No. 4 in A major, ZWV 185: Menuett 1 – Menuett 2 – Menuett 1 da capo
12. Capriccio for 2 horns, 2 oboes, bassoon, strings & continuo No. 4 in A major, ZWV 185: Andante
13. Capriccio for 2 horns, 2 oboes, bassoon, strings & continuo No. 4 in A major, ZWV 185: Paysan 1 – Paysan 2 – Paysan 1 da capo

Das Neu-Eröffnete Orchestre
Jurgen Sonnentheil

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Harmonia Mundi – Sacred Music – CD 30 de 30

“Pô, quando foi que postaram os outros 29 CDs?”

Calma, caríssimos. Comecei pelo último disco porque o arquivo é menor e, com ele, vocês poderão acompanhar as obras do box inteiro. Ao longo de toda a série não irei comentar nada: baixem os discos e façam a festa.

***

Harmonia Mundi – Sacred Music

CD1 Early Christian Chant (5th -13th Century)
Chant, chant, chant! You won’t want to listen to this many times unless you are a chant specialist.

CD2 Gregorian Chant
Includes Messe de Requiem gregorienne, Cistercian Chant and Magnus liber organi More chant…

CD3 Birth of Polyphony (1100-1300)
Includes music from Notre-Dame School, hockets from the Bamberg Manuscript, etc., etc. Now it’s getting more interesting!

CD4 Polyphonic Motet from Ars Antiqua to the Renaissance
Includes 14th Century English music (Hilliard Ensemble), Dufay, Dunstable, Plummer, and from the Renaissance Desprez, Janequin, Byrd, Gesualdo and Hassler

CD5&6 Polyphonic Mass from Middle Ages to the Renaissance
Machaut – Messe de Notre Dame, Desprez – Missa Pange Lingua, Janequin – Messe `La Bataille’
Lassus – Missa `Tous les regretz’, Palestrina – Missa `Viri Galilaei, Byrd – Mass for 4 Voices

CD7 French `Petit Motet’ and `Grand Motet’
Dumont, Lully, Delalande and Charpentier Te Deum.

CD8 Lamentations & Tenebrae
Music by Massaino, Lassus, Charpentier, Couperin, and Krenek

CD9/10 Monteverdi Vespro della beata Vergine – Herreweghe
In my opinion not such a good recording as the one by Rene Jacobs, but nice to have to compare.
Also Vespro Solenne by G Rovetta (1596-1668) from Cantus Colln and Konrad Junghanel. This is beautiful!

CD11/12 Alessandro Scarlatti – Cain overo Il Primo Omicidio – Rene Jacobs
A great recording of Scarlatti’s oratorio of the story of Cain and Abel. Good orchestral playing, excellent soloists.

CD13/14 Handel – Messiah – Les Arts Florissants, William Christie
A very creditable Messiah. It certainly beats both my Huddersfield Choral Society and my Bernstein version, and comes pretty close to the more exciting Rene Jacobs version. The soloists here are good – Barbara Schlick, Sandrine Piau, Andreas Scholl (excellent), Mark Padmore and Nathan Berg.

CD15/16 Mendelssohn – Paulus – Herreweghe
This work was new to me, and on a single hearing is beautifully performed, if perhaps a little understated.

CD17 Music for the Reformed Church
Music by Sermisy, L’Estocart, Tallis, Purcell, Schutz, Bruhns and a Missa brevis in F by Bach.
The Bruhns cantata made me want to investigate his music further.

CD18&19 Bach – Christmas Oratorio – Rene Jacobs
A simply stunning recording. Soloists are Dorothea Roschmann, Andreas Scholl, Werner Gura and Klaus Hager.

CD20&21 Stabat Mater
On these CDs we get Stabat Maters by Pergolesi (the well known Rene Jacobs/Sebastian Hennig performance), Boccherini (Agnes Mellon/Ensemble 415/Chiara Banchini), Vivaldi (Scholl/Ensemble 415/Chiara Banchini) and Rossini (RIAS Kammerchor/Creed). The Rossini work was new to me, and particularly appealed.

CD22/23/24 Requiem
On three CDs we get the Requiems by Mozart (Herreweghe), Brahms (Herreweghe), Faure (1893 version) (also Herreweghe), and Durufle (Magdalen College Oxford)

CD25/26/27/28 19th & 20th Centuries
Beethoven – Missa Solemnis (Herreweghe), Mendelssohn – various motets, Bruckner – motets
Poulenc – 8 motets & Messe en Sol majeur, Bernstein – Mass – what a gloriously mixed up work – bass guitar meets marching band with a bit of West Side Story and Jesus Christ Superstar thrown in for good measure!

CD29 Orthodox Church Music – 80mins
Various pieces from the 17th & 18th century and Rachmaninov – All Night Vigil Op37 Vespers all superbly sung by the Estonian Chamber Choir.

CD30 PDF file of all the texts

Salve o encarte com a lista completa de obras e intérpretes, mais as explicações sobre as obras, clicando AQUI.

E o texto das obras BAIXE AQUI.

CVL

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Ludwig van Beethoven (1770-1827) – Trio em Si bémol maior, Op. 11 e Trio em Mi bémol maior, Op. 38

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Quanto mais escuto Beethoven, mais robustece dentro de mim a percepção de que estou diante de uma dádiva, de um evento sacralizante. Beethoven era um homem de personalidade dura, indomável, mas de um gênio, de uma capacidade de fecundar ímpetos de sensibilidade. Não me canso de ouvir o mestre alemão. Minha paixão pela sua música é um acontecimento que me aviva. Faz surgir dentro de mim um contetamento ensolarado. Uma alegria silenciosa e reverente. Não é a alegria que surge de dentes escancarados, cínica, extravagante. É uma alegria que me leva a mim mesmo e me torna mais complacente para com comigo e para com os demais homens. Beethoven depura em mim o “sim”e o “não” da vida e me torna capaz de acreditar de que viver vale a pena. Estes dois deliciosos trios traduz em completa exatidão aquilo que minhas palavras parcas não foram capazes de pintar. Ouça e aprecie!

P.S. Encontrei o CD somente na Amazon francesa.

Ludwig van Beethoven (1770-1827) – Trio em Si bémol maior, Op. 11 e Trio em Mi bémol maior, Op. 38

Trio en Si bémol majeur, Op. 11
01. I. Allegro con brio
02. II. Adagio
03. III. Tema con variazioni ‘Pria ch’io l’impregno’

Trio en Mi bémol majeur, Op. 38
04. I. Adagio- Allegro con brio
05. II. Adagio cantabile
06. III. Tempo di minuetto
07. IV. Tema con variazioni
08. V. Scherzo
09. VI. Andante con moto alla marcia – Presto

Florent Héau, clarinete
Jérome Ducros, piano
Henri Demarquette, violoncelo

BAIXAR AQUI

Carlinus

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