Handel, Schütz, J.S. Bach, Purcell, Vivaldi: The Art of Countertenor, com Michael Chance

Mais uma leva de discos imperdíveis… Esqueça Deller e outras velharias, fique com Scholl, Jacobs e com este maravilhoso contratenor Michael Chance. Este é um baita disco duplo da Archiv com alguns dos melhores trabalhos de Chance no selo. O primeiro CD é formado por árias esparsas do barroco alemão. Tudo ali já perfeito, mas a verdadeira festa está no segundo: ali encontram-se algumas peças de Purcell e três obras completas de Vivaldi: “Nisi Dominus”, “Stabat Mater” e “Salve Regina”. Olha, ouça e depois me diga se Chance não é um menino batuta.

IM-PER-DÍ-VEL !!!!

Handel, Schütz, J.S. Bach, Purcell, Vivaldi:
The Art of Countertenor, com Michael Chance

1. Handel – Semele – Aria- -Hymen, Haste, They Torch Prepare-
2. Handel – Semele – Aria- -Your Tuneful Voice My Tale Would Tell-
3. Handel – Semele – Aria- -Despair No More Shall Wound Me-
4. Handel – Messiah – Aria- -But Who May Abide The Day Of His Coming-
5. Handel – Messiah – Aria- -Thou Art Gone Up On High-

6. Schütz – -Auf Dem Gebirge Hat Man Ein Geschrei GehÖRet-

7. Bach, J.S. – Mass In B-Minor- 10. Aria -Qui Sedes Ad Dexteram Patris-
8. Bach, J.S. – Mass In B-Minor- 26. Aria -Agnus Dei-
9. Bach, J.S. – St. Matthew Passion- 39. Aria -Erbarme Dic, Mein Gott-
10. Bach, J.S. – St. Matthew Passion- 60. Aria -Sehet, Jesus Hat Die Hand-, Chorus- -Wohin–
11. Bach, J.S. – St. John Passion- 7. Aria -Von Den Stricken Meiner SÜNden-
12. Bach, J.S. – St. John Passion- 30. Aria -Es Ist Vollbracht-
13. Bach, J.S. – Herz Und Mund Und Tat Und Leben- 3. Aria -SchÄMe Dich, O Seele, Nicht-
14. Bach, J.S. – Lass Fürstin, Lass Noch Einen Strahl- 5. Aria -Wie Sarb Die Heldin So VergnÜGt-
15. Bach, J.S. – Actus Tragicus- 3a. Arioso -In Deine HÄNde Befehl Ich Meinen Geist-

16. Henry Purcell – Sound The Trumpet, Beat The Drum (Welcome Ode For James II), For 2 Altos, Tenors, Basses, Chorus, Strings & Continuo, Z. 335
17. Purcell – Of Old When Heroes Thought It Base (Yorkshire Feast Song), Ode For Soloists, Chorus & Instruments, Z. 333
18. Purcell – Of Old . . . – -Sound, Trumpets, Sound

Antonio Vivaldi – Nisi Dominus (Psalm 126), For Voice, Viola D’amore, Strings & Continuo In G Minor, RV 608
19. Vivaldi – Nisi Dominus- Nisi Dominus (Allegro)
20. Vanum Est Vobis (Largo)
21. Surgite (Presto-Adagio)
22. Cum Dederit (Largo-Andante)
23. Sicut Sagittae ({Resto-Allegro)
24. Beatus Vir (Andante)
25. Gloria Patri (Larghetto)
26. Sicut Erat In Principio
27. Amen (Allegro)

Antonio Vivaldi – Stabat Mater, Hymn For Voice, Strings & Continuo In F Minor, RV 621
28. Vivaldi – Stabat Mater-Stabat Mater (Largo)
29. Suius Animam (Adagissimo)
30. O Quam Tristis (Andante)
31. Quis Est Homo (Largo)
32. Quis Non Posset (Adagissimo)
33. Pro Peccatis (Andante)
34. Eja Mater (Largo)
35. Fac T Ardeat (Lento)
36. Amen (Allegro)

Antonio Vivaldi – Salve Regina, Antiphon For Voice, Double Chorus, 2 Recorders, Flute, Double Strings & Continuo In C Minor, RV 616
37. Salve Regina- Salve Regina (Andante)
38. Ad Te Clamamus (Allegro)
39. Ad Te Suspiramus (Larghetto)
40. Eja Ergo (Allegro)
41. Et Jesum (Andante Molto)
42. O Clemens (Andante)

Michael Chance, contratenor
English Chamber Orchestra, John Nelson
The English Concert, Trevor Pinnock
His Majesties Sagbutts and Cornetts, English Baroque Soloists, Monteverdi Choir, John Eliot Gardiner
+ Timothy Wilson + Ashley Stafford

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PQP

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German Baroque Cantatas Vols 1, 2 e 3

Bem, este aqui é um trio de CDs da gravadora Ricercar. O grupo que interpreta as obras é o Ricercar Consort. Deve ser a gravadora do grupo, não? Pois os CDs, lançados em 1992, sumiram. Talvez tenham sido relançados por outra gravadora; afinal, o Ricercar ainda anda por aí fazendo música, mas, enfim, tenho pouca informação a respeito da coleção original. Algum de vocês sabe, claro, e vai colocar tudo faixa por faixa nos comentários, não?

Mas ouvi atentamente à música. É muito boa. Trata-se de cantatas compostas na fase pré-Bach naquilo que hoje entendemos por Alemanha. Não são obras pra cima, são sacras sacras. Muitíssimo bem interpretadas, são para os efetivamente tarados pelo barroco, não para os outros.

German Baroque Cantatas Vols 1, 2 e 3

101 Franz Tunder_ Salve mi Jesu.mp3
102 Dietrich Buxtehude_ Wenn ich, Herr Jesu, habe dich.mp3
103 Dietrich Buxtehude_ Jesu, meine Freud und Lust.mp3
104 Heinrich Schutz_ Erbarm dich mein, o Herre Gott.mp3
105 Christoph Bernard_ Was betr?bst du dich, meine Seele.mp3
106 Johann Philipp Krieger_ O Jesu, du mein Leben.mp3
107 Johann Philipp Ahle_ Jesu dulcis memoria.mp3
108 Johann Philipp Ahle_ Gehe aus auf die Landstrassen.mp3
109 Leopoldus I_ Regina Coeli.mp3
201 Herr ich lasse dich nicth.mp3
202 Dialogus inter Christum et fidelem animan.mp3
203 Nichts soll uns scheiden von der Liebe Gotter.mp3
204 Ich halte es dafür.mp3
205 Ich suchte des Nachts.mp3
206 Das neugeborne Kindelein.mp3
301 Johann-Hermann Schein_ Christ, unser Herr, zum Jordan kam (Opella Nova, 1618).mp3
302 Johann-Hermann Schein_ O Jesu Christe, Gottes Sohn (Opella Nova, 1618).mp3
303 Franz Tunder_ An Wasserfl?ssen Babylon.mp3
304 Franz Tunder_ Ach Herr, lass deine lieben Engelein.mp3
305 Frans Tunder_ Wachet auf! ruft uns die Stimme.mp3
306 Anonyme_ Es ist g’nug.mp3
307 Dietrich Buxtehude_ Laudate pueri, Dominium.mp3
308 Dietrich Buxtehude_ Klag-Lied.mp3
309 Dietrich Buxtehude_ Gen Himmel zu dem Vater mein.mp3
310 Dietrich Buxtehude_ Singet dem Herrn.mp3

Ricercar Consort
Henri Ledroit

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Satie (1866-1925) – Milhaud (1892-1974) – Auric (1892-1983) – Françaix (1912) – Fetler (1920)

Este é um dos cds que mais tenho ouvido nos últimos dois anos, não entendo porque demorei tanto a compartilhá-lo com os amigos. Trata-se de um álbum com obras de compositores franceses compostas nos extremos do século XX, ou seja, início, com os Les Six Satie, Milhaud e Auric e final do século com Françaix e Fetler. Satie nos presenteia com seu balé Parade, música que mais tenho escutado já há um bom tempo. De Milhaud temos a polêmica e empolgante Le Boeuf Sur Le Toit, pantomima baseada em canções brasileiras. A alegre, ritmada e cheias de emoções Ouverture é uma das poucas peças de Auric que tive a oportunidade de ouvir. Completam o álbum dois compositores que eu nunca tinha ouvido falar, mas que me empolgaram bastante, Jean Françaix nos brinda com seu despretensioso e singelo, mas muito bonito Concertino para Piano e Orquestra e Paul Fetler com os Contrasts para Orquestra, obra que me surpreendeu bastante, com passagens rápidas e ritmadas, bem ao meu gosto. Enfim, um álbum que vale a pena ouvir.

Uma ótima audição!

.oOo.

Satie – Milhaud – Auric – Françaix – Fetler

Erik Satie
01 Parade (Ballet realiste on theme of Jean Cocteau) (14:27)
[1.1] Choral – Prélude du Rideau rouge – Prestidigitateur Chinois (5:16)
[1.2] Petite fille Americaine (3:51)
[1.3] Acrobates (2:56)
[1.4] Final – Suite au  “Prélude du Rideau rouge” (2:24)

Darius Mihaud
02 Le Boeuf Sur Le Toit (Ballet, after Jean Cocteau) (18:35)

Georges Auric
03 Ouverture (7:51)

Jean Françaix
Concertino for Piano and Orchestra

04 Presto leggiero (1:51)
05 Lent (1:44)
06 Allegretto: Rondeau (4:15)
Claude Françaix, piano
London Symphony Orchestra

Paul Fetler
Contrasts for Orchestra

07 Allegro con forza (4:03)
08 Adagio (5:24)
09 Scherzo: Allegro ma non troppo (3:52)
10 Allegro marciale – Presto (4:58)

Minneapolis Symphony Orchestra (hoje Minnesota Orchestra), Antal Dorati

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Marcelo Stravinsky

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Richard Wagner (1813-1883) – Tannhäuser e o torneio de trovadores de Wartburg (Tannhäuser und der Sängerkrieg aus Wartburg)

Tannhäuser und der Sängerkrieg aus Wartburg (Tannhäuser e o torneio de trovadores de Wartburg, em alemão) é uma ópera em três atos com a música de Richard Wagner, e com o libreto do próprio compositor. Estreou no ano de 1845 na cidade Dresden, na Alemanha. Baseada numa lenda medieval, conta a história de Tannhäuser, um menestrel que se deixa seduzir por uma mulher mundana, de nome Vênus, contrariando assim a defesa do torneio dos trovadores a que ele pertence de que o amor deve ser sublime e elevado. Quando Tannhäuser defende deliberadamente o amor carnal de Vênus, é reprimido pelos trovadores e consolado apenas por Isabel, uma virgem que o ama muito. É-lhe dito que sua única chance de perdão é dirigir-se ao Vaticano e rogar o perdão do Papa.Tannhäuser segue, então, com o torneio até Roma, mas de maneira auto-punitiva: dormindo sobre a neve, enquanto os demais estão no alojamento; caminhando descalço sobre o chão quente, passando fome, e ainda com os olhos vendados, para não ver as belas paisagens da Itália. Ao chegar diante do papa, em vez de obter o perdão, ouve o papa dizer que é mais fácil o cajado que ele segura florescer do que ele obter o perdão dos pecados, tanto no céu quanto na terra. Odiando a igreja, Tannhäuser volta à Alemanha e Isabel sobe aos céus, rogando a Deus que interceda por ele. Os trovadores voltam com a notícia de que o cajado do papa floresceu, simbolizando que um pecador obteve no céu o perdão que não obteve na terra.

DAQUI

Richard Wagner (1813-1883) – Tannhäuser e o torneio de trovadores de Wartburg (Tannhäuser und der Sängerkrieg aus Wartburg)

DISCO 01

01. Overture

Act 1

02. “Naht euch dem Strande” (Venusberg Music)
03. “Geliebter, sag, wo weilt dein Sinn?”
04. “Dir töne Lob! Die Wunder sei’n gepriesen”
05. “Geliebter, komm! Sieh dort die Grotte!”
06. “Stets soll nur dir mein Lied ertönen!”
07. “Zieh hin, Wahnsinniger, zieh hin!”
08. “Frau Holda kam aus dem Berg hervor”
09. “Zu dir wall ich, mein Jesus Christ”
10. “Wer ist der dort in brünstigem Gebete?”
11. “Als du in kühnem Sange uns bestrittest”

DISCO 02

Act 2

01. “Dich, teure Halle, grüß ich wieder”
02. “Dort ist sie; nahe dich ihr ungestört!” – “Der Sänger klugen Weisen lauscht’ ich sonst”
03. “Den Gott der Liebe sollst du preisen”
04. “Dich treff ich hier, in dieser Halle”
05. “Freudig begrüßen wir die edle Halle”
06. “Gar viel und schön”
07. “Blick ich umher in diesem edlen Kreise”
08. “Auch ich darf mich so glücklich nennen” – “Den Bronnen, den uns Wolfram nannte”
09. “O Walther, der du also sangest” – “Heraus zum Kampfe mit uns allen!” – “O Himmel, laß dich jetzt erflehen”
10. “Dir, Göttin der Liebe, soll mein Lied ertönen!”
11. “Was hör ich?”
12. “Der Unglücksel’ge, den gefangen”
13. “Weh! Weh, mir Unglücksel’gem!”
14. “Ein furchtbares Verbrechen ward begangen”
15. “Versammelt sind aus meinen Landen”

DISCO 03

Act 3

01. Introduction
02. “Wohl wußt’ ich hier sie im Gebet zu finden”
03. “Beglückt darf nun dich, o Heimat, ich schauen” – “Dies ist ihr Sang”
04. “Allmächt’ge Jungfrau, hör mein Flehen!”
05. “Wie Todesahnung Dämmrung deckt die Lande”
06. “O du, mein holder Abendstern”
07. “Ich hörte Harfenschlag”
08. “Inbrunst im Herzen”
09. “Nach Rom gelangt’ ich so”
10. “Da sank ich in Vernichtung dumpf darnieder” – “Halt ein! Unsel’ger”
11. “Willkommen, ungetreuer Mann” – “Der Seele Heil, die nun entflohn”
12. “Heil ! Heil! Der Gnade Wunder Heil!”

Orchester der Deutschen Oper Berlin
Chor der Deutschen Oper Berlin
Otto Gerdes, regente
Birgit Nilsson
Horst Laubenthal
Friedrich Lenz
Dietrich Fischer-Dieskau
Klaus Hirte
Hans Sotin
Theo Adam
Walter Hagen-Groll

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Carlinus

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Robert Schumann (1809-1856) – Pollini plays Schumann

Decidi, hoje à noite, ouvi uma melodia doce, em quadros minúsculos. Os universos sinfônicos são extensos demais para esta noite. Quero retratos pequenos. Devaneios. Por isso, desejei apreciar a música de Robert Schumann, com o mago do piano Maurizio Pollini. Adjetivos são dispensáveis para algo assim. Sempre penso que existe um intervalo de silêncio na música de Schumann. As melodias são inexplicáveis. Schumann era um grande melodista. Essa desconfiança se confirma em Chopin, mas Schumann possui peças em que essa percepção se adensa – Kresleriana, Cenas Infantis, Cenas da Flresta, Carnaval etc. Penso que ele, Mozart, Chopin e Tchaikovsky tenham sido os maiores melodistas que surgiram.  Schumann possui uma linguagem carregada de sentimento e reflexão. Mas como estou bastante cansado esta noite, dispensarei os colóquios flácidos. Trabalhei o dia todo e quase não consegui escrever estas palavras. Mas, ouçamos este baita CD com o Pollini. Uma boa apreciação!

Robert Schumann (1809-1856) – Pollini plays Schumann

DISCO 01

Davidsbündlertänze Op.6
01. I- Lebhaft
02. II- Innig
03. III- Etwas hahnbüchen
04. IV- Ungeduldig
05. V- Einfach
06. VI- Sehr rasch und sich hinein
07. VII- Nicht schnell und mit äußerst starker Empfindung
08. VIII- Frisch
09. IX- Crotchet = 126
10. X- Balladenmässig, sehr rasch
11. XI- Einfach
12. XII- Mit Humor
13. XIII- Wild und lustig
14. XIV- Zart und singend
15. XV- Frisch
16. XVI- Mit gutem Humor
17. XVII- Wie aus der Ferne
18. XVIII- Nicht schnell

Concert sans orchestre Op.14
19. I- Allegro brillante
20. II- Quasi Variazioni. Andantino de Clara Wieck
21. III- Prestissimo possible

DISCO 02

Allegro in B minor Op.8 (1831)
01. Allegro in B minor Op.8 (1831)

Kreisleriana Op.16
02. I- Äusserst bewegt
03. II- Sehr innig
04. III- Sehr aufgeregt
05. IV- Sehr langsam
06. V- Sehr lebhaft
07. VI- Sehr langsam
08. VII- Sehr rasch
09. VIII- Schnell und spielend

Gesänge der Frühe Op.133
11. I- Im ruhigen Tempo
12. II- Belebt, nicht zu rasch
13. III- Lebhaft
14. IV- Bewegt
15. V- Im anfange ruhges, im Verlauf beweg

Maurizio Pollini, piano

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Carlinus

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Dmitri Shostakovich (1906-1975): Symphonies Nos. 4 – 9 ("The War Symphonies") — 5 CDs

Já postamos tantas e tantas versões das sinfonias de Shosta que nem vale a pena escrever novamente a respeito. Esta coleção de Gergiev é realmente muito boa. Trata-se da nova estrela da regência russa. O homem é um monstro e merece a audição.

Sim, vai receber o selo de qualidade:

IM-PER-DÍ-VEL !!!!

Dmitri Shostakovich (1906-1975): Symphonies Nos. 4 – 9 (“The War Symphonies”) — 5 CDs

CD 1:
1. Symphony No.4 in C minor, Op.43 – 1. Allegro poco moderato 16:06
2. Symphony No.4 in C minor, Op.43 – 2. Presto 12:54
3. Symphony No.4 in C minor, Op.43 – 3. Moderato con moto 8:02
4. Symphony No.4 in C minor, Op.43 – 4a. Largo – 6:23
5. Symphony No.4 in C minor, Op.43 – 4b. Allegro 13:24
6. Symphony No.4 in C minor, Op.43 – 4c. Allegro 7:26

CD 2:
1. Symphony No.5 in D, Op.47 – 1. Moderato 16:26
2. Symphony No.5 in D, Op.47 – 2. Allegretto 5:13
3. Symphony No.5 in D, Op.47 – 3. Largo 14:45
4. Symphony No.5 in D, Op.47 – 4. Allegro non troppo 11:37

CD 3:
1. Symphony No.6 in B minor, Op.54 – 1. Largo 18:53
2. Symphony No.6 in B minor, Op.54 – 2. Allegro 6:47
3. Symphony No.6 in B minor, Op.54 – 3. Presto 6:40
4. Symphony No.9 in E flat, Op.70 – 1. Allegro 5:54
5. Symphony No.9 in E flat, Op.70 – 2. Moderato 6:48
6. Symphony No.9 in E flat, Op.70 – 3. Presto – 4:15
7. Symphony No.9 in E flat, Op.70 – 4. Largo – 2:16
8. Symphony No.9 in E flat, Op.70 – 5. Allegretto 6:31

CD 4:
1. Symphony No.7, Op.60 – “Leningrad” – 1. Allegretto 27:35
2. Symphony No.7, Op.60 – “Leningrad” – 2. Moderato (poco allegretto) 13:12
3. Symphony No.7, Op.60 – “Leningrad” – 3. Adagio 18:02
4. Symphony No.7, Op.60 – “Leningrad” – 4. Allegro non troppo 20:05

CD 5:
1. Symphony No.8 in C minor, Op.65 – 1. Adagio 25:37
2. Symphony No.8 in C minor, Op.65 – 2. Allegretto 5:58
3. Symphony No.8 in C minor, Op.65 – 3. Allegro non troppo 6:13
4. Symphony No.8 in C minor, Op.65 – 4. Largo 10:49
5. Symphony No.8 in C minor, Op.65 – 5. Allegretto 14:41

Mariinsky (Kirov) Theater Orchestra
Rotterdam Philharmonic Orchestra
Valery Gergiev

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PQP

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G. F. Handel (1685-1759): Alexander's Feast (completo)

Este grande CD duplo está na coleção The Originals, da Deutsche Grammophon, o que já é uma baita credencial.

Alexander’s Feast ou O Poder da Música é baseado em uma ode de John Dryden em comemoração ao Dia de Santa Cecília, a padroeira da música. As conexões diretas entre a santa e o texto de Dryden são poucas. O texto faz referência a ela apenas em suas páginas finais. Ele foi organizado para Handel em uma sequência de recitativos, árias, coros e elenco, em duas partes. Quem fez o resumo foi o humilde Newburgh Hamilton, um escritor menor.

O ‘entretenimento’, como foi descrito, tem seu cenário na festa de Alexandre na celebração da conquista de Persépolis. Há pouco desenvolvimento dramático, não é uma ópera, mas sobre as imagens pitorescas de Dryden, Handel produz soberbas variações. Há cinco solistas (SAATB), coro e grande orquestra com flautas, oboés, fagotes, trompas, trompetes, tímpanos e cordas.

A estreia da peça foi em Covent Garden em 19 de fevereiro de 1736. Naquela ocasião, o concerto — certamente interminável — foi complementado por vários concertos, incluindo o Concerto Grosso hoje conhecido como Alexander’s Feast.

John Eliot Gardiner dá um banho num repertório que é seu, por excelência. Stephen Varcoe, Nigel Robson, Donna Brown e Carolyn Watkinson realizam excelentes trabalhos.

A gravação é de 1987.

G. F. Handel (1685-1759): Alexander’s Feast (completo)

1 Overture
2 T’was at the royal feast
3 Happy, happy, happy pair!
4 Timotheus placed on high
5 The song began from Jove
6 The listening crowd admired the lofty sound
7 With ravish’d ears
8 The praise of Bacchus then
9 Bacchus, ever fair and young
10 Soothed with the sound, the king grew vain
11 He chose a mournful Muse
12 He sung Darius, great and good
13 With downcast looks the joyless victor sate
14 Behold Darius great and good
15 The mighty master smiled to see
16 Softly sweet in Lydian measures
17 War, He Sung, Is Toil and Trouble
18 The many rend the skies with loud applause
19 The prince, unable to conceal his pain
20 The many rend the skies with loud applause

1 Allegro (Concerto Grosso Alexander`s Feast – 1)
2 Largo (Concerto Grosso Alexander`s Feast – 2)
3 Allegro (Concerto Grosso Alexander`s Feast – 3)
4 Andante non presto (Concerto Grosso Alexander`s Feast – 4)
5 Now strike the golden lyre again
6 Revenge, revenge, Timotheus cries
7 Give the vengeance due
8 The princes applaud with a furious joy
9 Thaïs led the way
10 Thus, long ago
11 At last divine Cecilia came
12 Your voices tune, and raise them high
13 Let’s imitate her notes above!
14 Let old Timotheus yield the prize
15 Let old Timotheus yield the prize

Donna Brown
Nigel Robson
Ashley Stafford
Stephen Varcoe
Carolyn Watkinson
English Baroque Soloists
John Eliot Gardiner

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.: interlúdio :. Pan-African Orchestra — Opus 1

A esmagadora maioria de vocês nunca ouviu algo parecido com isso. Quem me trouxe o CD e me obrigou a ouvir foi meu filho — e estou agradecido a ele. A Pan-African Orchestra combina música tradicional africana com música moderna. Trata-se de um projeto incomum, ambicioso e altamente profano, como tudo o que é realmente bom e saudável. A ausência de deus é Maravilhosa. O objetivo é o de fazer a integração musical de várias tradições musicais africanas em uma (tentativa de) síntese, ou seja, de criar um sistema verdadeiramente africano de música sinfônica. Reunido em Danso Abiam (Gana), o grupo foi altamente combatido no continente, porque não apenas agrupa sonoridades que tradicionalmente não se misturam na música africana (como combinações entre flautas e xilofones, por exemplo), mas também por utilizar instrumentos usados ​​apenas para fins ritualísticos. Não obstante toda a controvérsia e discussão gerada pelo grupo, Opus I é um disco espetacular que capta o parte do espírito musical e humano do continente Africano. Vale a pena. É uma música nova. Embriague-se.

IM-PER-DÍ-VEL PARA QUEM GOSTA DE SABORES FORTES.

Pan-African Orchestra — Opus 1

1 Wia Concerto No.1 (First Movement – in Four Parts)
2 Yaa Yaa Kol
3 Mmenson
4 Explorations – Hi-Life Structures
5 Akan Drumming
6 Sisala Sebrew
7 Explorations – Ewe 6,8 Rhythms
8 Box Dream
9 Adawura Kasa

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PQP

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Coleção Grandes Compositores 16/33: Joseph Haydn (1732-1809)

Franz Joseph Haydn nasceu em Rohrau, Baixa Áustria, a 31 de março de 1732 e morreu a 31 de maio de 1809. Haydn é o iniciador de uma nova fase na história da música. Não foi homem de grande cultura, mas de rara inteligência musical. Sua experiência em conjuntos ambulantes, nas ruas, onde era impossível o acompanhamento de baixo contínuo, levou‐o a compreender a auto‐suficiência do conjunto instrumental de cordas. Com a sua obra se desenvolve uma nova polifonia instrumental, sem o apoio harmônico do baixo contínuo.

Haydn é o primeiro nome da tríade “clássica”, seguido por Mozart e Beethoven. Mas não deve ser tomado por um iniciador primitivo de um estilo depois aperfeiçoado. Sua obra, ou pelo menos a parte válida de sua obra imensa, já é perfeita dentro de suas proposições. E o que se propôs foi justamente o aperfeiçoamento de uma nova linguagem musical. Sua origem musical foi o folclore musical da Baixa Áustria, e nesse sentido sua música é inconfundivelmente austríaca, mas seu ponto de chegada, o enriquecimento da música instrumental, foi um idioma universal falado por todos os músicos modernos, e não só pelos clássicos vienenses.

As seções mais importantes da música instrumental de Haydn são as sinfonias e quartetos. As primeiras sinfonias, que não sobreviveram no repertório, datam da década de 1760. Utiliza‐se nelas de elementos da música barroca, conjugando, em pequenas orquestras, instrumentos de sopro e cordas. Quanto à estrutura, Haydn não tardou em adotar a divisão em quatro movimentos: allegro, andante, minueto e segundo allegro.

Fonte: Enciclopédia Mirador Internacional

Uma ótima audição!

.oOo.

Coleção Grandes Compositores Vol. 16: Joseph Haydn

DISCO A

String Quartet in G, Op. 76, Nº 1
01 Allegro con spirito (5:38)
02 Adagio sostenuto (8:00)
03 Menuetto: Presto  (2:47)
04 Allegro ma non troppo (5:57)

String Quartet in D Minor, Op. 76, Nº 2 “Fifths”
05 Allegro (6:35)
06 Andante o più tosto allegretto (5:41)
07 Menuetto: Allegro ma non troppo (3:29)
08  Vivace assai (3:55)

String Quartet in C, Op. 76, Nº 3 “Emperor”
09 Allegro (9:27)
10 Poco adagio, cantabile (7:42)
11 Menuetto: Allegro (4:39)
12 Finale: Presto (5:22)

Takács String Quartet

DISCO B

Symphony Nº 104 in D “London”
01 Adagio – Allegro (8:06)
02 Andante (7:50)
03 Menuet and Trio: Allegro (4:36)
04 Finale: Spirituoso (6:21)

Symphony Nº 100 in G “Military”
05 Adagio – Allegro (7:31)
06 Allegretto (5:45)
07 Menuet and Trio: Moderato (5:42)
08 Finale: Presto (5:03)

Academy of Ancient Music, Christopher Hoogwood (fortepiano and director)

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Marcelo Stravinsky

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.: interlúdio :. Thelonious Monk – San Francisco Holiday (1958-61)

San Francisco Holiday é uma seleção de quatro apresentações ao vivo entre 1958 e 1961, período em que Monk estava at his absolute best. São 69 minutos da mais plena satisfação jazzística.

Antes disponíveis apenas em caixas de integrais, as faixas deste disco foram resgatadas de quatro diferentes concertos: de um show de 1959 no New York City’s Town Hall, com performances de três peças bastante conhecidas: “Em Walked Bud”, “Blue Monk” e “Rhythm-a Ning” (com um tremendo solo de Charlie Rouse). Art Blakey se junta ao grupo em “Bye-Ya/Epistrophy” em gravação de 1958 no NY’s Five Spot. De 1960, num concerto em São Francisco e já com Harold Land no sax e Joe Gordon no trompete, temos “San Francisco Holiday” e “Four In One”. E de Paris, em registro de 1961, temos “Jackie-ing” e a versão full-length de “Epistrophy”.

É Monk, né? O pianista de “poucos dedos” dá um banho nestes registros como deve ser: ao vivo.

IM-PER-DÍ-VEL !!!!

Bom fim de semana a todos!

Thelonious Monk – San Francisco Holiday (1958-61)

01. In Walked Bud
02. Blue Monk
03. Rhythm-a-ning
04. Medley: Bye-Ya / Epistrophy
05. San Francisco Holiday (Worry Later) [Take 2]
06. Four In One (Take 1)
07. Epistrophy
08. Jackie-ing
09. April In Paris
10. Epistrophy

Thelonious Monk (piano)
Charlie Rouse, Johnny Griffin, Harold Land (tenor saxophones)
Joe Gordon (trumpet)
Sam Jones, Ahmed Abdul-malik, John Ore (bass)
Art Blakey, Frankie Dunlop, Billy Higgins, Art Taylor (drums)

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PQP

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Carl Nielsen (1865-1931): Symphony Nº 5, Concertos, Wind Quintet

A Sinfonia Nº 5 de Nielsen é absurdamente bela. O Quinteto de Sopros é algo que me deixa feliz e os 3 Concertos de Nielsen — são só três — são também esplêndidos, com ligeira preferência minha pelo para violino. A regência da Sinfonia e do Concerto para Violino é de Kubelik… Então dizer o quê? Que desejo um bom sábado para vocês? Sim, também. Uma vez disse que os escandinavos, muito organizados, parecem ter acertado que cada país teria seu compositor importante na música erudita. A Noruega ficou com Grieg, a Suécia com Berwald, a Finlândia com Sibelius e a Dinamarca com Nielsen. E, putz, Nielsen é desprezadíssimo. Que injustiça.

A 5ª Sinfonia pertence a outro mundo. Escrita entre 1921 e 1922 mostra o mundo e a linguagem musical desintegrando-se. Homem de seu tempo, Nielsen provocou irritação, principalmente pelo trecho onde indica que a percussão deve fazer barulho sem especificar de que tipo… Ou melhor, Nielsen simplesmente instrui a percussão a tentar parar a progressão da música a qualquer custo, sem explicar o que deviam fazer para isso… Na gravação de Kubelik, a coisa até que vai calma, mas tenho outra em CD de uns bagunceiros escoceses acostumados à brigas de rua e aos quebra-quebra habituais dos bêbados, onde esforços maiores são feitos (Royal Scottish National Orchestra / Bryden Thomson, aqui, aqui e aqui). O originalíssimo primeiro movimento divide-se em 2 partes e 3 planos tonais; o ritmo é monótono, depois torna-se militaresco e até aterrorizante, ainda mais quando os percussionistas decidem acabar com a música. Vale a pena conhecer por inteiro esta obra curiosíssima e ultraclara em sua determinação de mostrar o ambiente político que se criava.

IM-PER-DÍ-VEL !!!!

Carl Nielsen (1865-1931): Symphony Nº 5, Concertos, Wind Quintet

CD1
1. Symphony No.5, Op.50 – I. Tempo Giusto 11:41
2. Symphony No.5, Op.50 – Adagio Non Troppo 9:46
3. Symphony No.5, Op.50 – II. Allegro 6:21
4. Symphony No.5, Op.50 – Presto 3:14
5. Symphony No.5, Op.50 – Andante Poco Tranquillo 4:21
6. Symphony No.5, Op.50 – Allegro 3:21

Danish Radio Symphony Orchestra
Rafael Kubelik

7. Violin Concerto, Op. 33 – I. Praeludium – Largo 6:33
8. Violin Concerto, Op. 33 – II. Allegro Cavalleresco 12:49
9. Violin Concerto, Op. 33 – III. Poco Adagio 6:53
10. Violin Concerto, Op. 33 – IV. Rondo_ Allegretto Scherzando 11:05

Arve Tellefsen, violin
Danish Radio Symphony Orchestra
Herbert Blomstedt

CD 2
1. Flute Concerto – I – Allegro moderato 11:28
2. Flute Concerto – II – Allegretto 7:44

Frantz Lemmser, flute
Danish Radio Symphony Orchestra
Herbert Blomstedt

3. Clarinet Concerto, Op 57: Allegretto un poco – Poco adagio – Allegro non troppo – Adagio – Allegro vivace 25:46

Kjell-Inge Stevensson, clarinet
Danish Radio Symphony Orchestra
Herbert Blomstedt

4. Wind Quintet in A major, Op.43: I Allegro ben moderato 8:20
5. Wind Quintet in A major, Op.43: II Menuet 4:37
6. Wind Quintet in A major, Op.43: III Praeludium (Adagio) – Tema con variazioni (Un poco andantino) 10:59

Melos Ensemble

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PQP

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Karajan Conducts Tchaikovsky – CD 4 de 8 – Synphony no. 4 in F minor, op. 36, Variations on a Rococo Theme for Cello and Orchestra op. 33 – Karajan, BPO, Rostropovich

Eu diria que esta coleção começa a engrenar aqui, com este CD de número 4. Aqui o bicho pega.
A Sinfonia de nº 4 é de uma força tremenda, já no seu início, com os sopros mostrando a que vieram, e logo depois, as cordas, ah, as cordas da Filarmônica de Berlim… que unidade, que coerência, que precisão… em minha opinião, é a partir desta obra que Tchaikovsky começa a ser conhecido como grande sinfonista, apesar das críticas negativas na época de sua estréia com o tempo ela se impôs, e é uma das obras mais executadas e gravadas do compositor russo até os dias de hoje.
A alma russa está sempre presente na obra de Tchaikovsky, mas aquele romantismo tão característico se impõe em sua obra. Ela intercala momentos de explosão e de tranquilidade, nos levando à extremos. Gostei deste comentário do resenhista da Wikipedia:

The Fourth Symphony is where Tchaikovsky’s struggles with Western sonata form came to a head. In some ways he was not alone. The Romantics in general were never natural symphonists because music was to them primarily evocative and biographical. Western musical form, as developed primarily by Germanic composers, was analytical and architectural; it simply was not designed to handle the personal emotions the Romantics wished to express.The difference with Tchaikovsky was that while the other Romantics remained generally autobiographical in what they wanted to express, he became more specific and, consequently, more intense.
In his first three symphonies he had striven to stay within strict Western form. The turbulent changes in his personal life, including his marital crisis, now led him to write music so strongly personal and expressive that structural matters could not stay as they had been. Beginning with the Fourth Symphony, the symphony served as a human document—dramatic, autobiographical, concerned not with everyday things but with things psychological. This was because Tchaikovsky’s creative impulses had become unprecedentedly personal, urgent, capable of enormous expressive forcefulness, even violence.

A outra obra do CD é a famosa gravação das “Variações sobre um Tema Rococo” com o grande, quiçá o maior violoncelista do século XX, Mstislav Rostropovich. É considerada a gravação definitiva dessa obra.

Enfim, para quem curte fortes emoções, eu diria que este CD é altamente recomendável. Claro que leva o selo de IM-PER-DÍ-VEL!!!

01 – Symphony no. 4 in F minor, op. 36 – 1. Andante sostenuto – Moderato con anima
02 – Symphony no. 4 in F minor, op. 36 – 2. Andantino in modo di canzone
03 – Symphony no. 4 in F minor, op. 36 – 3. Scherzo. Pizzicato ostinato – Allegro
04 – Symphony no. 4 in F minor, op. 36 – 4. Finale. Allegro con fuoco
05 – Variations on a Rococo Theme for Cello and Orchestra op. 33 – Moderato quasi Andante
06 – Variations on a Rococo Theme for Cello and Orchestra op. 33 – Tema. Moderato
07 – Variations on a Rococo Theme for Cello and Orchestra op. 33 – Variazone I. Tempo del tema
08 – Variations on a Rococo Theme for Cello and Orchestra op. 33 – Variazone II. Tempo del Tema
09 – Variations on a Rococo Theme for Cello and Orchestra op. 33 – Variazone III – Andante sostenuto
10 – Variations on a Rococo Theme for Cello and Orchestra op. 33 – Variazone IV. Andante grazioso
11 – Variations on a Rococo Theme for Cello and Orchestra op. 33 – Variazone V. Alegro moderato
12 – Variations on a Rococo Theme for Cello and Orchestra op. 33 – Variazone VI. Andante
13 – Variations on a Rococo Theme for Cello and Orchestra op. 33 – Variazone VII – Alegro vivo

Mstislav Rostropovich – Cello
Berliner Philharmoniker
Herbert von Karajan

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FDPBach

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.: interlúdio – Max Roach, CN5; 3/4 :.

Embora não tenha sido a primeira vez em que valsas foram vertidas para o jazz, Jazz in 3/4 Time talvez tenha sido o obelisco que a ideia necessitava para ser visitada e revisitada com mais frequencia. A proposta do álbum não foi de Max Roach; na verdade, ele ficou bem pouco entusiasmado com o pedido da EmArcy. Mas a partir do resultado, é possível afirmar que um Max Roach de má vontade continua valendo por uns doze virtuoses modernos da bateria, todos altamente motivados e encharcados de energético. E no fim, a gravadora tinha razão — quem melhor poderia comandar as sessões deste disco?

E não fica por aí, porque logo à frente está o saxofone de Sonny Rollins, e um nada tímido Kenny Dorham assume com personalidade o lugar de Clifford Brown, morto um ano antes, no quinteto de Roach. Das sessões originais (15 a 18 de março de 1957, em Nova Iorque) saíram quatro faixas, sendo “Valse Hot”, composição de Rollins, o grande momento do disco. É uma longa jam de 14 minutos — bem mais do que as valsas costumam ser permitidas, mesmo no jazz. O solo do pianista Billy Wallace é delicioso. Na reedição de 2005 que vem nesse post, há ainda outras duas músicas, gravadas um pouco mais tarde, dentro do mesmo conceito. Leve, com andamento e clima transparecendo certa qualidade cinemática, Jazz in 3/4 Time tanto é um estudo de possibilidades quanto um disco de audição extremamente agradável, e pela doçura que geralmente acompanha as valsas, é recomendado para todos os públicos.

Falava em qualidade cinemática? Ano passado descobri um álbum que me remeteu imediatamente a este Jazz in 3/4 Time. Theatre Play Music, como o próprio nome indica, brinca ser trilha incidental; e executa em valsas e tangos um leitmotif menor, tristonho, mas determinadamente belo. O Contemporary Noise Quintet — nome que em nada remete a um grupo de jazz da crescente cena polonesa — tem diversas encarnações (como -Quartet ou -Sextet) e é destas bandas que estão fazendo a ponte entre o jazz tradicional e o século XXI, mundo onde a guitarra ganhou o centro e o rock foi revirando em si até esgotar o post-rock e virar chamber music (há mais elos em Rachel’s do que o ouvido facilmente demonstra). Álbum curto e preciso, Theatre Play Music proporciona pequenas viagens e não nega ter saído do leste europeu; não é ambicioso, mas complementa certeiro, e em belo contraste, o legado valsístico (?) registrado por Roach, 50 anos antes.


Max Roach – Jazz In 3/4 Time /1957 [320]
Max Roach (drums), Sonny Rollins (tenor sax), Kenny Dorham (trumpet), George Morrow (bass), Billy Wallace (piano)
download – 98MB /mediafire

01 Blues Waltz (Roach)
02 Valse Hot (Rollins)
03 I’ll Take Romance (Oakland)
04 Little Folks (Roach)
05 Lover (Rodgers)
06 Most Beautiful Girl in the World (Rodgers)


Contemporary Noise Quartet – Theatre Play Music /2008 [192]
Kuba Kapsa (piano), Bartek Kapsa (drums), Kamil Pater (guitar), Patryk Węcławek (double bass)
download – 40MB /mediafire

01 Main Tune
02 Bitches Tune
03 Tango Lesson
04 Main Tune II
05 Gramophone
06 Chinese Customer
07 Chilly Tango
08 Bitches Tune II
09 Main Tune (Waltz version)

Boa audição!
Blue Dog

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Samuel Barber (1910-1981) – Cello Concerto, Op. 22, Medea Ballet Suite, Op. 23 e Adagio for Strings, Op. 11

Surpreendi-me com a qualidade deste CD – mais um do compositor americano Samuel Barber. O Concerto para cello é uma verdadeira joia. As passagens são belíssimas e de bom gosto. Ainda não tivera a oportunidade de conhecer esse compositor. Mas após as duas sinfonias que postei a semana passada e com mais este concerto para cello, Barber entrou positivamente em meu conceito. Vale ressaltar ainda o belo Adagio para cordas, Op.11 encontrado neste CD que ora posto. Duas palavras o traduz: belo e desolador. Parece com uma daquelas velhas melodias sobre os efeitos devastadores da guerra. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Samuel Barber (1910-1981) – Cello Concerto, Op. 22, Medea Ballet Suite, Op. 23 e Adagio for Strings, Op. 11

Cello Concerto, Op. 22
01. Allegro moderato
02. Andante sostenuto
03. Molto allegro e appassionato

Medea Ballet Suite, Op. 23
04. Parodos
05. Choros. Medea and Jason
06. The Young Princess. Jason
07. Chroso
08. Medea
09. Kantikos Agonias
10. Exodos

Adagio for Strings, Op. 11
11. Adagio for Strings, Op. 11

Royal Scottish National Orchestra
Marin Alsop, regente
Wendy Warner, cello

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Carlinus

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Antonio Vivaldi (1678-1741): Complete Cello Sonatas

Talvez o Raphael Cello fosse postar isso aqui, mas como sou sacana mesmo, posto antes. E pela segunda vez. O filminho promocional abaixo não faz justiça ao excelente CD duplo de Ophélie Gaillard e do Pulcinella que coloco em um só arquivo. Vivaldi costuma surpreender, principalmente fora do âmbito dos concertos. O padreco escrevia música com extrema facilidade, porém muitas vezes só ligava o piloto automático sem maior atenção. Porém, quando o desligava e punha todo seu talento a trabalhar, melhor sair da frente. Chegaram a nós apenas nove sonatas para violoncelo de Vivaldi. Os musicólogos dizem que havia outras tantas. Há também dúvidas quanto à autenticidade da sexta. Olha, eu gostei muito deste CD. Tem um espírito italiano, é consistente e é muito bem gravado.

Vocês sabem que a sonata indica uma composição para ser tocada. Seria uma oposição àquilo que seria para cantar (a cantata). Então, um dos méritos adicionais do grande Padre Vermelho e Tarado é esta perfeita adaptação tanto à música vocal — foi um operista de mão cheia — quanto à instrumental.

Antonio Vivaldi – Complete Cello Sonatas

1. Sonate n°3 en La mineur – Largo 4:21
2. Sonate n°3 en La mineur – Allegro 3:09
3. Sonate n°3 en La mineur – Largo 4:13
4. Sonate n°3 en La mineur – Allegro 3:03

5. Sonate n°5 en Mi mineur – Largo 3:11
6. Sonate n°5 en Mi mineur – Allegro 2:46
7. Sonate n°5 en Mi mineur – Largo 3:38
8. Sonate n°5 en Mi mineur – Allegro 2:06

9. Sonate n°9 en Sol mineur – Preludio largo 4:30
10. Sonate n°9 en Sol mineur – Allemanda andante 3:43
11. Sonate n°9 en Sol mineur – Sarabanda largo 4:55
12. Sonate n°9 en Sol mineur – Gigue allegro 2:14

13. Sonate n°2 en Fa majeur – Largo 3:03
14. Sonate n°2 en Fa majeur – Allegro 2:23
15. Sonate n°2 en Fa majeur – Largo 3:34
16. Sonate n°2 en Fa majeur – Allegro 2:33

17. Sonate n°7 en La mineur – Largo 2:14
18. Sonate n°7 en La mineur – Allegro poco 2:25
19. Sonate n°7 en La mineur – Largo 3:30
20. Sonate n°7 en La mineur – Allegro 2:27

Disc 2:

1. Sonate n°6 en Si bémol majeur – Preludio largo 2:24
2. Sonate n°6 en Si bémol majeur – Allemanda allegro 2:27
3. Sonate n°6 en Si bémol majeur – Largo 2:48
4. Sonate n°6 en Si bémol majeur – Allegro corrente 2:36

5. Sonate n°4 en Si bémol majeur – Largo 4:05
6. Sonate n°4 en Si bémol majeur – Allegro 2:33
7. Sonate n°4 en Si bémol majeur – Largo 4:49
8. Sonate n°4 en Si bémol majeur – Allegro 3:10

9. Sonate n°1 en Si bémol majeur – Largo 3:32
10. Sonate n°1 en Si bémol majeur – Allegro 3:08
11. Sonate n°1 en Si bémol majeur – Largo 3:21
12. Sonate n°1 en Si bémol majeur – Allegro 2:08

13. Sonate n°8 en Mi bémol majeur – Larguetto 4:05
14. Sonate n°8 en Mi bémol majeur – Allegro 2:44
15. Sonate n°8 en Mi bémol majeur – Andante 2:39
16. Sonate n°8 en Mi bémol majeur – Allegro 2:52

Ophélie Gaillard
Ensemble Pulcinella

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Richard Wagner (1813-1883) – Os Mestres Cantores de Nuremberg (Die Meistersinger von Nürnberg)

Continuemos em nossa empreitada das óperas wagnerianas. A seguir, informações históricas sobre Os Mestres cantores de Nuremberg, extraídas DAQUI: “A ópera Die Meistersinger, de Wagner está baseada em fatos históricos. A figura dos Mestres cantores remonta seu patrimônio estilístico ao Minnesinger alemão. Equivalente ao trovador ou menestrel, os Minnesinger percorriam a Alemanha dos séculos XII, XIII e XIV, compondo canções e poemas em louvor ao amor galante. A partir dessas criações foram estabelecidos conjuntos de regras que deveriam ser rigorosamente obedecidos na composição musical. Aqueles que estabeleceram esse estilo de composição musical eram chamados Meistersinger e estiveram em voga do século XIV até o século XVI. Em geral, os Meintersinger eram artesões de classe media que se organizavam e sociedades ou Singschulen (“escolas de canto”) para poetas e músicos. Dentro das sociedades eram observados diferentes níveis hierárquicos: os que se encontravam no primeiro nível eram os Schüler e os Schulfreunde (aprendizes), seguidos pelos Sänger (cantores), Dichter (“poetas”) e no topo, o cobiçado título de Meister (aqueles dotados de talento para produzir novas melodias). As sociedades de Meistersinger freqüentemente promoviam concursos com regras estritas, semelhante ao apresentado na ópera de Wagner. As regras ou Tablatur, determinavam a melodia, o metro, o esquema de rimas e até o tema. Uma vez que essas competições eram realizadas nas igrejas, somente assuntos religiosos eram permitidos (no mínimo até o século XV), após a Reforma os temas eram originados quase que exclusivamente da Bíblia de Lutero. O apego a linguagem utilizada por Lutero é também um exemplo de como os Meistersinger estavam comprometidos com o emprego de uma linguagem pura. Para suas canções eles preferiam o padrão do hochdeutsch (alemão superior) utilizado nas classes sociais mais altas, no governo e na Bíblia de Lutero. Um dialeto regional poderia ser usado mas moderadamente, palavras coloquiais não poderiam ser empregadas para rimar com palavras do alemão superior. Outras regras estabeleciam que o significado da poesia deveria ser claro e que a claridade e a gramática não poderiam comprometer a rima ou o número de sílabas. As Singschulen (escolas de canto) se encontravam em todas as cidades ao sul da Alemanha mas foi Nüremberg que se destacou como centro principal. Nüremberg foi a cidade natal de Hans Sachs, também ficou conhecida pelos esforços de um Hans Folz, que tentou persuadir sua sociedade a atenuar as restrições musicais. Apesar dos esforços inovadores de Hans Folz e de outros, as várias Singschulen foram paulatinamente eliminadas pela rigidez e complexidade de seus Tablatur (conjuntos de regras). Gradualmente as sociedades se dissolveram e apenas um grupo sobreviveu até 1875 em Memmingen“.

Mais informações AQUI

Richard Wagner (1813-1883) – Os Mestres Cantores de Nuremberg (Die Meistersinger von Nürnberg)

DISCO 01

01. Prelude
02. Act-1 Scene 1 – Da zu dir der Heiland kam, willig seine Taufe nahm
03. Act-1 Scene 1 – Verweilt! – Ein Wort! Ein einzig Wort!
04. Act-1 Scene 1 – Da bin ich; wer ruft_
05. Act-1 Scene 2 – David, was stehst_
06. Act-1 Scene 2 – Mein Herr, der Singer Meisterschlag gewinnt sich nicht an einem Tag
07. Act-1 Scene 2 – Das sind nur die Namen; nun lernt sie singen
08. Act-1 Scene 2 – Habt ihr zum ‘Singer’ euch aufgeschwungen und der Meister T_ne richtig gesungen
09. Act-1 Scene 3 – Seid meiner Treue wohl versehen, was ich bestimmt, ist euch zu Nutz_
10. Act-1 Scene 3 – Zu einer Freiung und Zunftberatung ging an die Meister ein’ Einladung_
11. Act-1 Scene 3 – Das schone Fest, Johannistag, ihr wisst, begeh’n wir morgen;
12. Act-1 Scene 3 – Das heisst ein Wort, ein Wort ein Mann!
13. Act-1 Scene 3 – Verzeiht! Vielleicht schon ginget ihr zu weit
14. Act-1 Scene 3 – Mir gen¨¹gt der Jungfer Ausschlagstimm’
15. Act-1 Scene 3 – Dacht’ ich mir’s doch! Geht’s da hinaus, Veit_
16. Act-1 Scene 3 – Am stillen Herd in Winterszeit, wann Burg und Hof mir eingeschneit
17. Act-1 Scene 3 – Nun, Meister, wenn’s gefallt, werd’ das Gemerk bestellt
18. Act-1 Scene 3 – Was euch zum Liede Richt’ und Schnur, vernehmt nun aus der Tabulatur!

DISCO 02

01. Act-1 Scene 3 – ‘Fanget an!’ – So rief der Lenz in den Wald
02. Act-1 Scene 3 – Seid ihr nun fertig_
03. Act-1 Scene 3 – Halt, Meister! Nicht so geeilt!
04. Act-1 Scene 3 – Aus finst’rer Dornenhecken die Eule rauscht hervor
05. Act-2 Scene 1 – Johannistag! Johannistag!
06. Act-2 Scene 2 – Lass sehn, ob Nachbar Sachs zu Haus_
07. Act-2 Scene 3 – Zeig her! – ‘s ist gut. Dort an der Tur’
08. Act-2 Scene 3 – Wie duftet doch der Flieder so mild, so stark und voll!
09. Act-2 Scene 4 – Gut’n Abend, Meister! Noch so fleissig_
10. Act-2 Scene 4 – Hilf Gott! Wo bliebst du nur so spat_ – Scene 5 – Da ist er!
11. Act-2 Scene 5 – Ja, ihr seid es! nein, du bist es!
12. Act-2 Scene 5 – Uble Dinge, die ich da merk’_ – Scene 6 – Wie_ Sachs_ Auch er_
13. Act-2 Scene 6 – Jerum! Jerum! Hallo allohe!
14. Act-2 Scene 6 – Mich schmerzt das Lied, ich weiss nicht wie!
15. Act-2 Scene 6 – War das eu’r Lied_
16. Act-2 Scene 6 – Den Tag seh’ ich erscheinen, der m¨ªr wohl gefall’n tut_
17. Act-2 Scene 6 – Seid ihr nun fertig_
18. Act-2 Scene 7 – Ach, Himmel! David! Gott, welche Not!

DISCO 03

01. Act-3 – Prelude
02. Act-3 Scene 1 – Gleich, Meister! Hier!
03. Act-3 Scene 1 – Blumen und Bander seh’ ich dort_ schaut hold und jugendlich aus
04. Act-3 Scene 1 – ‘Am Jordan Sankt Johannes stand’
05. Act-3 Scene 1 – Wahn! Wahn! ¨¹berall Wahn!
06. Act-3 Scene 2 – Gruss’ Gott, mein Junker! Ruhtet ihr noch_
07. Act-3 Scene 2 – Mein Freund, in holder Jugendzeit
08. Act-3 Scene 2 – Morgenlich leuchtend in rosigem Schein
09. Act-3 Scene 2 – Abendlich gluhend in himmlischer Pracht verschied der Tag
10. Act-3 Scene 3 – Ein Werbelied! Von Sachs! Ist’s wahr_
11. Act-3 Scene 3 – Oh Schuster, voll von Ranken
12. Act-3 Scene 3 – Mag sein; doch hab’ ich noch nie entwandt
13. Act-3 Scene 4 – Gruss Gott, mein Evchen!
14. Act-3 Scene 4 – Weilten die Sterne im lieblichen Tanz_
15. Act-3 Scene 4 – O Sachs, mein Freund! Du teurer Mann!

DISCO 03

01. Act-3 Scene 4 – Ein Kind ward hier geboren_
02. Act-3 Scene 4 – Selig, wie die Sonne meines Gluckes lacht
03. Act-3 Scene 4 – Nun, Junker, kommt! Habt frohen Mut!
04. Act-3 Scene 5 – Sankt Krispin, lobet ihn!
05. Act-3 Scene 5 – Ihr tanzt_ Was werden die Meister sagen_
06. Act-3 Scene 5 – Wacht auf, es nahet gen den Tag;
07. Act-3 Scene 5 – Euch macht ihr’s leicht, mir macht ihr’s schwer
08. Act-3 Scene 5 – O Sachs, mein Freund! Wie dankenswert!
09. Act-3 Scene 5 – Morgen ich leuchte in rosigem Schein
10. Act-3 Scene 5 – Das Lied, furwahr, ist nicht von mir
11. Act-3 Scene 5 – Morgenlich leuchtend im rosigen Schein, von Blut’ und Duft geschwellt die Luft
12. Act-3 Scene 5 – Verachtet mir die Meister nicht, und ehrt mir ihre Kunst!
13. Freischutz – Nein, langer trag’ich nicht die Qualen
14. Freischutz – Durch die Walder durch die Auen
15. Freischutz – Wolfsschlucht

Saxon State Orchestra
Rudolf Kempe, regente
Ferdinand Frantz, Hans Sachs
Tiana Leimnitz, Eva
Gerhard Unger, David
Kurt Bohme, Veit Pogner

Dresden, 1951

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Carlinus

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Dmitri Shostakovich (1906-1975): Symphonies Nos. 1 & 15 (com Gergiev)

A Sinfonia Nº 1 de Shosta foi escrita como um trabalho de aula para o Conservatório. Até hoje ouvimos este tremendo tema para casa. Mas vou contar uma coisa para vocês: olhando e revendo a totalidade delas, revirando e ouvindo tudo de novo, a Sinfonia Nº 15 — a última — é para mim a melhor de todas. É uma síntese. Não é tão profunda quando a 10ª ou a 6ª, não é tão clara em suas intenções quanto a 11ª, nem é tão literária e humana quanto a 13ª. Tem bom humor, sarcasmo, tristeza, desespero. Tem Rossini e Wagner. É uma sinfonia, mas sua estrutura tem tantos solos que talvez merecesse o apelido de Sinfonia Concertante. E não tem nenhum momento onde a qualidade ou o estilo faça meu interesse diminuir. Fico todo o tempo tenso, atento, meio que torcendo pela orquestra fazer tudo direitinho. E é uma espécie de despedida feita ao som de uma jocosa percussão. E olhem que não havia antidepressivos para o torturado Shostakovich, havia apenas um enorme artista fazendo renascer seu sarcasmo da juventude. Adoro!

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Dmitri Shostakovich (1906-1975): Symphonies Nos. 1 & 15

1. Symphony No. 1: I. Allegretto 8:52
2. Symphony No. 1: II. Allegro 4:40
3. Symphony No. 1: III. Lento – Largo 8:45
4. Symphony No. 1: IV. Allegro molto – Lento – Adagio – Presto 9:35

5. Symphony No. 15: I. Allegretto 8:18
6. Symphony No. 15: II. Adagio 14:59
7. Symphony No. 15: III. Allegretto 4:04
8. Symphony No. 15: IV. Adagio – Allegretto 16:36

Mariinsky Orchestra
Valery Gergiev

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Edward Elgar (1857-1934) – Symphony No.1 in A flat major, Op. 55, Pomp and Circumstance March No.5, for orchestra in C major, Op. 39/5 e Symphony No.2 in E flat major, Op. 63

Gosto de um modo muito particular das obras de Elgar. De sua produção, destacam-se As Variações Enigma, Pompa e Circunstância e seu excelente Concerto para Violoncelo. Mas o seu trabalho sinfônico também vale um entusiástico adendo. Antes da Primeira Grande Guerra, Elgar conheceu não pequena fama. Suas obras eram executadas nas salas de concerto da Europa e dos Estados Unidos. Sendo inglês à semelhança de Vaughan Williams, os trabalhos de Elgar dialogam de forma profunda com a natureza. Quiça seja reflexo de sua infância. Talvez ainda sejam as charnecas tão características da Bretanha como narra Ëmile Brontë em O Morro dos Ventos Uivantes ou O Retrato do artista quando jovem de Joyce. Neste registro que ora posto, surgem duas das três sinfonias que o compositor escreveu – As sinfonias de número 1 e 2. São trabalhos realmente significativos. A primeira, a Sinfonia No. 1, é do ano de 1908. O tema de introdução da sinfonia é de uma beleza invulgar. O mesmo tema se repete no final do quarto movimento. O trabalho é regularmente apresentado em programas de concertos na América do Norte e Europa. Já a Sinfonia No. 2 é do ano de 1911. Não deixe de ouvir esses dois tocantes trabalhos do compositor inglês. Boa apreciação!

Edward Elgar (1857-1934) – Symphony No.1 in A flat major, Op. 55, Pomp and Circumstance March No.5, for orchestra in C major, Op. 39/5 e Symphony No.2 in E flat major, Op. 63

DISCO 01

Symphony No.1 in A flat major, Op. 55
01. 1. Andante, nobilimente e semplice – Allegro
02. 2. Allegro molto
03. 3. Adagio
04. 4. Lento – Allegro

Pomp and Circumstance March No.5, for orchestra in C major, Op. 39/5
05. Pomp and Circumstance March No. 5, op. 39

DISCO 02

Symphony No.2 in E flat major, Op. 63
01. 1. Allegro vivace e nobilmente
02. 2. Larghetto
03. 3. Rondo (Presto)
04. 4. Moderato

Philharmonia Orchestra
Bernard Haitink, regente

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Carlinus

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