.: tevê interlúdio – Duofel :.

Uma hora de Duofel no Studio n° 7, iniciativa de uma marca de uísque e que ganhou uma perna aqui no Brasil pela Trama. O show foi transmitido ao vivo pela internet em junho passado. Dizer que é sensacional é pouco. Assista e anote mentalmente: jamais perder um show quando o Duofel passar pela cidade.

Quem quiser baixar o vídeo (ou ripar em mp3) pode acessar o clipconverter e usar a url original do vídeo no youtube. No entanto, esteja avisado: trouxe aqui uma versão editada, porque a marca de uísque colocou 65’32 minutos de seu logotipo em loop antes do show em si. Quer dizer — nós disponibilizamos a apresentação completa de graça, mas em troca vamos irritar você até que a coisa toda perca a graça um pouquinho. Marketing clássico. No clipconverter há opção de especificar o início do vídeo; use o tempo acima. Corte nos 170’42, antes que comecem videoclipes spam sem qualquer relação com o show. (Ah, e tem um intervalo no meio, incluindo um documentário sobre o patrocinador.)

Este show é focado no trabalho mais recente da dupla, que é uma releitura dos Beatles. Eu sinceramente prefiro qualquer trabalho original a outra releitura dos Beatles, mas posso fazer uma concessão, e que eles ganhem um pouco mais de reconhecimento internacional, merecido, quem sabe, tomara. Ainda assim, os arranjos são qualquer coisa menos que apuradíssimos, e pra quem aprecia os violões, é daquela técnica de derrubar queixos. E por favor, revisite logo aqui dois discos fantásticos dessa dupla. Atualizei este antigo post, lá de 2007, com rips mais adequados, em 320 — e incluí o álbum ao vivo que comemorou os 20 anos da dupla, em 2000.

Desnecessário dizer, são desses artistas que vale a pena comprar o disquinho. E sim, eles estão lá, na mirrada estante de jazz deste cão.

Boa audição!
Blue Dog

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Concerto de Acordeão: Teodoro Anzellotti

Avicenna

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É um espanto a Maria João Pires ou o espanto de Maria João Pires

Maria João tinha ensaiado um concerto de Mozart. Foi quando viu Riccardo Chailly fazer, junto com a Orquestra do Concertgebouw de Amsterdam, a introdução de outro concerto de Mozart. Totalmente perturbada, ela diz para Chailly que ia tocar o que desse ou o que lembrava. O resultado é que ela tocou todo o concerto até o final sem cometer nenhum erro. Bem, é a Maria João, mas mesmo assim é espantoso. Como lembra FM, era um concerto de meio-dia, ou seja, ensaio aberto, basta ver pelos trajes. Mas a angústia dela e a resposta artística são de arrepiar.

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Terry Riley (1935-): Salome Dances for Peace

Dia desses, alguns membros do PQP estavam, com seus nomes civis, conversando animadamente entre outras pessoas no Facebook. E descobrimos algo curioso: a gente não gosta muito de Philip Glass. Pior: eu e Ranulfus somos decididamente hostis ao brilho sem graça do americano boboca, metido e dentuço. Só para ficar na cena norte-americana, citei três caras realmente geniais: Adams, Reich e Riley. Estes não tem nada a ver com o Paulo Coelho do minimalismo. E eu disse que lançaria um torpedo no PQP Bach. Está aqui.

Vocês estão frente a um quarteto de cordas de 100 minutos — é um álbum duplo — , com 23 movimentos divididos em 5 seções da melhor música do século XX. Ah, não acredita? Vá ouvir!

Após quase 20 anos de vida, Salome Dances for Peace parece ser a obra-prima de Riley. In C recebe muito mais performances, mas Salomé é um trabalho mais profundo e mostra um compositor incrivelmente criativo e inspirado.

Salomé foi encomendada pelo Kronos Quartet, intérpretes desta gravação. Como muitas peças de Riley, é uma obra programática que envolve elementos da mitologia. O uso da mitologia é tipico de Riley. Mas se o programa é interessante, o trabalho para tranquilamente em pé sem ele.

As peças, mesmo as de mais intrincada composição, incluem improvisação. Riley conseguiu integrar os momentos de improviso ​​e os compostos de forma perfeita, mal se nota o que são uns e outros. E é surpreendente que, mesmo que os temas e ritmos sejam diferentes, o efeito global seja o mesmo. bartokiano, eu diria.

O estranho (e legal) é que mesmo que soe a Bartók, nunca é austero. Salomé é uma dança de alegria de um dos compositores mais alegres do século 20.

Terry Riley: Salome Dances for Peace

I. Anthem of the Great Spirit
1) The Summons
2) Peace Dance
3) Fanfare in the Minimal Kingdom
4) Ceremonial Night Race
5) At the Ancient Aztec Corn Races Salome Meets Wild Talker
6) More Ceremonial Races
7) Oldtimer at the Races
8. Half Wolf Dances Mad in Moonlight

II. Conquest of the War Demons
9) Way of the Warrior
10) Salome and Half Wolf Descend Through the Gates to the Undeworld
11) Breakthrough to the Realm of the War Demons
12) Combat Dance
13) Salome Re-enacts for Half Wolf Her Deeds of Valor
14) Discovery of Peace
15) The Underworld Arising

III. The Gift
1) Echoes of Primordial Time
2) Mongolian Winds

IV. The Ecstasy
3) Processional
4) Seduction of the Bear Father
5) The Gathering
6) At the Summit
7) Recessional

V. Good Medicine
8. Good Medicine Dance

KRONOS QUARTET:
David Harrington, violin
John Sherba, violin
Hank Dutt, viola
Joan Jeanrenaud, cello

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PQP

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Franz Schubert (1797-1828): Sinfonias Nº 9 e 8 com Josef Krips

Sou um grande admirador da Nona de Schubert e nunca a ouvi ser tão bem tocada como neste espantoso CD da Decca. Som perfeito, interpretação perfeita, não obstante o fato de tratarem-se de gravações dos anos 50 e 60. Tenho uma ligação especial e triste com esta música. Quando voltei do enterro de meu pai, em 1993, vitimado por um primeiro, fulminante e estarrecedor enfarto, notei que havia um CD no aparelho de som, provavelmente o último que ele ouvira. Sim, claro, a Nona de Schubert. Krips: nascido em Viena em abril de 1902, Josef Krips foi apresentado a mim por FDP Bach. Ele parece ter sido destinado aos clássicos alemães e vienenses. Krips foi um dos poucos maestros que podiam reger em 1945 em Viena, pois nunca tinha trabalhado sob o regime nazista. Foi o primeiro a conduzir a Filarmônica de Viena e o Festival de Salzburgo no período pós-guerra. De 1950 até 1954, Krips foi o maestro principal da Orquestra Sinfônica de Londres. Depois disso, entre 1963 até 1970, ele comandou a Orquestra Filarmônica de Buffalo e a Orquestra Sinfônica de São Francisco. Em 1970, ele se tornou o maestro titular da Ópera Alemã de Berlim. Entre 1970 e 1973, foi o principal maestro da Filarmônica de Viena. Krips morreu em Genebra, Suíça em 1974, aos setenta e dois anos. A Oitava com a Wiener Philharmoniker foi a última gravação de Krips para a Decca e o disco que ora postamos faz parte de uma série de cinco relançamentos dedicados à arte de Josef Krips. Se vocês procurarem as avaliações dos críticos sobre este CD vão ler os maiores, deslavados e merecidos elogios.

Locais de gravação: Kingsway Hall, Londres, maio de 1958 (Symphony No. 9); Sofiensaal, Viena, Áustria, março de 1969 (Symphony No. 8).

IM-PER-DÍ-VEL !!!!!!!!!

Franz Schubert (1797-1828): Sinfonias Nº 9 e 8 com Josef Krips

Sinfonia N° 9, D. 944, A Grande
01. I. Andante – Allegro ma non troppo
02. II. Andante con moto
03. III. Scherzo (Allegro vivace)
04. IV. Allegro vivace

London Symphony Orchestra

Sinfonia Nº 8, D. 759, Inacabada
05. I. Allegro moderato
06. II. Andante con moto

Wiener Philharmoniker
Josek Krips

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PQP

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Bom domingo a todos

Alexandre Tharaud, piano.
Música: Tic Toc Choc, de François Couperin.

PQP

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.: interlúdio – Human Feel, Masada, Doom :.

Bem mais Blue do que Dog, este seu Blue Dog foi acometido por uma belíssima crise de tendinite nos últimos tempos. Parcialmente imobilizado, venho mantendo distância do computador; por sorte ainda sobrou a mão esquerda para apertar o botão de play, o que me tem garantido a sanidade. Mas nada temam, que já vou quase novo. Como ainda me recupero, que tal um post papo curto, com alguns dos discos que eu pretendia ter trazido nesse meio tempo?


Human Feel – Galore /2007 [V0]
Comigo, esse foi um daqueles álbuns que a gente pega sem qualquer pretensão, e meia hora depois se pergunta “mas como é que eu não conhecia isso?” Quarteto sem baixo, com dois sax, guitarra e bateria, nesse disco não começa promissor, até que entra a deliciosamente modal Fuss; a hermepascalínica Cat Heaven; a jazz-metálica Improve. Pra além dessas três, que valem o disco, há muita beleza, inclusive cacofônica, pra ser encontrada.
download – 90MB /mediafire
01 Tap Master
02 After the Fact
03 Fuss
04 Cat Heaven
05 Improve
06 Fuck the Development of You
07 Serenade
08 Apch Ro Ha
09 Allegiance


John Zorn/Masada String Trio – Haborym: The Book Of Angels Vol 16 /2010 [V0]
Quem sabe, já clicou no link; quem não sabe, que se aventure pelos sabores judaicos do jazz. Como de praxe, os arranjos de Zorn são fabulosos, e a mixagem é fantástica.
download – 78MB /mediafire
01 Turel
02 Tychagara
03 Carniel
04 Bat Qol
05 Gamrial
06 Elimiel
07 Techial
08 Umikol
09 Malkiel
10 Raamiel
11 Gergot


Trio of Doom – Trio of Doom /2007 [V0]
John McLaughlin na guitarra, Jaco Pastorius no bass, e Tony Williams na bateria. Faixas 1 a 5 gravadas em 3 de março de 1979, no Teatro Karl Marx de Havana, Cuba. Faixas 6 a 10 gravadas cinco dias depois, em Nova Iorque. Edição de 2007 da Legacy. Grande abraço.
download – 75MB /mediafire
01 Drum Improvisation (Williams)
02 Dark Prince (McLaughlin)
03 Continuum (Pastorius)
04 Para Oriente (Williams)
05 Are You the One, Are You the One? (McLaughlin)
06 Dark Prince
07 Continuum
08 Para Oriente [alt take one]
09 Para Oriente [alt take two]
10 Para Oriente

Boa audição!
Blue Dog

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.: interlúdio :. Jan Garbarek & The Hilliard Ensemble – Officium (1994)

Este disco foi uma grande novidade quando de seu lançamento lá em 1994. Um esplêndido saxofonista tocando junto com um conjunto vocal especialista na polifonia dos motetos e em canto gregoriano. Os críticos abrem as pernas para este projeto que foi repetido depois em dois outros CDs, comprovação de seu sucesso. PQP Bach acha o CD chato ao extremo, ruim mesmo. Porém, como ele está longe de ser o dono da verdade, faz questão de por na roda a fim de saber a opinião do povo pequepiano. Digam alguma coisa aê, por favor!

(Um amigo meu perguntou se isso não seria uma espécie de Kenny G gregoriano…).

Jan Garbarek & The Hilliard Ensemble – Officium (1994)

01. “Parce mihi domine” (Christóbal de Morales) – 6:42
02. “Primo tempore” (Anonymous) – 8:03
03. “Sanctus” (Anonymous) – 4:44
04. “Regnanten Sempiterna” (Anonymous) – 5:36
05. “O Salutaris Hostia” (Pierre de La Rue) – 4:34
06. “Procedentem sponsum” (Anonymous) – 2:50
07. “Pulcherrima rosa” (Anonymous) – 6:55
08. “Parce mihi domine” (de Morales) – 5:35
09. “Beata viscera” (Magister Perotinus) – 6:34
10. “De spineto nata rosa” (Anonymous) – 2:30
11. “Credo” (Anonymous) – 2:06
12. “Ave maris stella” (Guillaume Dufay) – 4:14
13. “Virgo flagellatur” (Anonymous) – 5:19
14. “Oratio Ieremiae” (Anonymous) – 5:00
15. “Parce mihi domine” (de Morales) – 6:52

The Hilliard Ensemble:
David James – countertenor
Rogers Covey-Crump – tenor
John Potter – tenor
Gordon Jones – baritone

Jan Garbarek – soprano and tenor saxophones

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PQP

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Imperdível. Ópera com bonecos na Capela

Avicenna

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Richard Wagner (1813-1883) – Tristão e Isolda (Tristan und Isolde), ópera em três atos, WWV 90

Tristan und Isolde (“Tristão e Isolda”, em alemão) é uma ópera em três atos com música e libreto do compositor alemão Richard Wagner, baseada em uma lenda medieval narrada por Gottfried Von Strassburg. A estreia da obra foi em 10 de Junho de 1865, em Munique, no Teatro da Baviera, sob regência do maestro Hans von Bülow. A partitura de Tristan und Isolde é um marco importantíssimo da música erudita moderna por apontar para a dissolução da tonalidade, cuja consequência será o atonalismo do século XX.

Tristão e Isolda é uma história lendária sobre o trágico amor entre o cavaleiro Tristão, originário da Cornualha, e a princesa irlandesa Isolda (ou Iseu). De origem medieval, a lenda foi contada e recontada em muitas diferentes versões ao longo dos séculos. O mito de Tristão e Isolda tem provável origem em lendas que circulavam entre os povos celtas do norte da Europa, ganhando uma forma mais ou menos definitiva a partir de obras literárias escritas por autores normandos no século XII. No século seguinte a história foi incorporada ao Ciclo Arturiano, com Tristão transformando-se em um cavaleiro da távola redonda da corte do Rei Artur. A história de Tristão e Isolda provavelmente influenciou outra grande história de amor trágico medieval, a que envolve Lancelote e a Rainha Genebra. A partir do século XIX até os dias de hoje o mito voltou a ganhar importância na arte ocidental, influenciando desde a literatura até a ópera, o teatro e o cinema. O mito de Tristão e Isolda foi retratado de diferentes maneiras na Idade Média. Em linhas gerais a história pode ser descrita assim:

Tristão, excelente cavaleiro a serviço de seu tio, o rei Marcos da Cornualha, viaja à Irlanda para trazer a bela princesa Isolda para casar-se com seu tio. Durante a viagem de volta à Grã-Bretanha, os dois acidentalmente bebem uma poção de amor mágica, originalmente destinada a Isolda e Marcos. Devido a isso, Tristão e Isolda apaixonam-se perdidamente, e de maneira irreversível, um pelo outro. De volta à corte, Isolda casa-se com Marcos, mas Isolda e Tristão mantêm um romance que viola as leis temporais e religiosas e escandaliza a todos. Tristão termina banido do reino, casando-se com Isolda das Mãos Brancas, princesa da Bretanha, mas seu amor pela outra Isolda não termina. Depois de muitas aventuras, Tristão é mortalmente ferido por uma lança e manda que busquem Isolda para curá-lo de suas feridas. Enquanto ela vem a caminho, a esposa de Tristão, Isolda das Mãos Brancas, engana-o, fazendo-o acreditar que Isolda não viria para vê-lo. Tristão morre, e Isolda, ao encontrá-lo morto, morre também de tristeza.

Informações DAQUI e DAQUI

Richard Wagner (1813-1883) – Tristão e Isolda (Tristan und Isolde), ópera em três atos, WWV 90

DISCO 01

01. Vorspiel
02. Westwärts schweift der Blick
03. Brangäne, du? Sag – wo sind wir?
04. O weh! Ach! Ach, des Übels, das ich geahnt!
05. Frisch weht der Wind der Heimat zu
06. Mir erkoren, mir verloren
07. Hab acht, Tristan! Botschaft von Isolde
08. Darf ich die Antwort sagen?
09. Weh, ach wehe! Dies zu dulden!
10. Wie lachend sie mir Lieder singen
11. Von seinem Lager blickt’ er her
12. O Wunder! Wo hatt’ ich die Augen?
13. Da Friede, Sühn’ und Freundschaft
14. O Süße, Traute! Teure! Holde! Goldne Herrin!
15. Ungeminnt den hehrsten Mann
16. Kennst du der Mutter Künste nicht?
17. Auf! Auf! Ihr Frauen!
18. Herrn Tristan bringe meinen Gruß
19. Nun leb wohl, Brangäne!
20. Langsam Listen
21. Begehrt, Herrin, was ihr wünscht
22. Da, du so sittsam, mein Herr Tristan
23. Nun will ich des Eides walten

DISCO 02

01. War Morold dir so wert
02. Ho! He! Ha! He! Am Obermast die Segel ein!
03. Du hörst den Ruf?
04. Auf das Tau! Anker los!
05. Tristan!… Isolde!
06. Was träumte mir von Tristans Ehre?
07. Schnell, den Königsschmuck!
08. Vorspiel
09. Hörst du sie noch?
10. Der deiner harrt – o hör mein Warnen!
11. O laß die warnende Zünde
12. Und mußte der Minne tückischer Trank
13. Isolde! Geliebte!… Tristan! Geliebter!
14. Das Licht! Das Licht!
15. Der Tag! Der Tag
16. In deiner Hand den süßen Tod
17. O nun waren wir Nacht-Gweihter!
18. O sink hernieder, Nacht der Liebe
19. Einsam wachend in der Nacht
20. Lausch, Geliebter!
21. Unsre Liebe? Tristans Liebe?

DISCO 03

01. Doch unsre Liebe
02. So stürben wir, um ungetrennt
03. Habet acht! Habet acht!
04. O ew’ge Nacht, süße Nacht!
05. Rette dich, Tristan!
06. Tatest du’s wirklich?
07. Wozu die Dienste ohne Zahl
08. Dies wunderhehre Weib
09. Nun, da durch solchen Besitz mein Herz
10. O König, das kann ich dir nicht sagen
11. Wohin nun Tristan scheidet, willst du, Isold’, ihm folgen?
12. Als für ein fremdes Land
13. Verräter! Ha! Zur Rache, König!
14. Hirtenreigen auf einer Schalmei
15. Kurwenal! He! Sag, Kurwenal!
16. Öd’ und leer das Meer!… / Hirtenreigen auf einer Schalmei / Die alte Weise
17. Wo du bist? In Frieden, sicher und frei!
18. Dünkt dich das? Ich weiß es anders
19. Scene 1. Isolde noch im Reich der Sonne!

DISCO 04

01. Noch losch das Licht nicht aus
02. Mein Kurwenal, du trauter Freund!
03. Hirtenreigen auf einer Schalmei / Noch ist kein Schiff zu sehn!
04. Nein! Ach nein! So heißt sie nicht!
05. Der Trank! Der Trank! Der furchtbare Trank!
06. Mein Herren! Tristan! Schrecklicher Zauber!
07. Das Schiff? Siehst du’s noch nicht?
08. Wie sie selig, hehr und milde
09. Hirtenreigen auf einer Schalmei / O Wonne! Freude! Ha! Das Schiff!
10. O diese Sonne! Ha, dieser Tag!
11. Ich bin’s, ich bin’s, süßester Freund!
12. Die Wunde? Wo? Laß sie mich heilen!
13. Kurwenal! Hör! Ein zweites Schiff
14. Sie wacht! Sie lebt! Isolde!
15. Mild und leise wir er lächelt
16. Heller schallend, mich umwallend

* As informações sobre os músicos intérpretes estão contidas no último disco.

Philharmonia Orchestra
Chorus of the Royal Opera House, Convent Garden
Wilhelm Furtwangler, regente

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Carlinus

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Karajan Conducts Tchaikovsky – CD 8 de 8 – Concerto for Piano & Orch. Nr.1 in B flat minor, Op.23, 04 – Tchaikovsky_ Concerto for Violon & Orch. in D major, Op.35 – Karajan, Richter, Ferras, BPO

Esta excelente caixa da DG acaba em grande estilo, trazendo os dois concertos mais famosos de Tchaikovsky com dois instrumentistas peso-pesados que dispensam comentários.
O Concerto para piano com certeza é o mais famoso dos concertos já compostos para este instrumento. Sviatoslav Richter e Karajan dão um banho nessa gravação. Richter foi um gigante dos teclados, e sua interpretação é tão coesa, não dando margens à especulações e dúvidas, que até hoje, quase cinquenta anos depois de realizada (é de 1963) ainda é considerada um dos grandes momentos da indústria fonográfica.
E para completar a caixa, outro peso pesado, o violinista Christian Ferras, interpreta o Concerto para violino. Emocionante, vibrante, atordoante, são adjetivos que cabem facilmente para este concerto e para a interpretação de Christian Ferras. Para fechar a caixa com chave de ouro.

Karajan Conducts Tchaikovsky – CD 8 de 8 – Concerto for Piano & Orch. Nr.1 in B flat minor, Op.23, – Concerto for Violon & Orch. in D major, Op.35 – Karajan, Richter, Ferras, BPO

01 – Concerto for Piano & Orch. Nr.1 in B flat minor, Op.23_ 1. Allegro non troppo e molto maestoso – Allegro com spirito

02 – Concerto for Piano & Orch. Nr.1 in B flat minor, Op.23_ 2. Andantino semplice – Prestíssimo – Tempo I

03 – Concerto for Piano & Orch. Nr.1 in B flat minor, Op.23_ 2. Allegro con fuoco

04 – Concerto for Violon & Orch. in D major, Op.35_ 1. Allegro moderato

05 – Concerto for Violon & Orch. in D major, Op.35_ 2. Canzonetta. Andante – attaca

06 – Concerto for Violon & Orch. in D major, Op.35_ 3. Finale. allegro vivacíssimo

Sviatoslav Richter – Piano

Christian Ferras – Violin

Berliner Philharmoniker

Herbert von Karajan – Conductor

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FDPBach

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Karajan Conducts Tchaikovsky – CD 7 de 8 – Sleeping Beauty, Op. 66 – Tchaikovsky_ Swan Lake Suite, Op. 20A – Tchaikovsky_ The Nutcracker Suite, Op. 71A – Karajan, BPO

A Bela Adormecida, O Lago dos Cisnes, O Quebra – Nozes. Fala sério… um cd destes não pode dar errado. É música para começar bem a primavera, para alegrar espíritos mais tristonhos, enfim, música para nos deixar felizes. Até imagino Karajan rindo à toa enquanto comanda os seus músicos. Com músicas como essas até a tradicional rabujice e sisudez do velho Kaiser desaparece.
Como falei em postagem anterior, ando preguiçoso e sem vontade de escrever. Por isso fico por aqui. Divirtam-se.

Karajan Conducts Tchaikovsky – CD 7 de 8 – Sleeping Beauty, Op. 66 – Tchaikovsky_ Swan Lake Suite, Op. 20A – Tchaikovsky_ The Nutcracker Suite, Op. 71

01 – Tchaikovsky_ Sleeping Beauty, Op. 66 – Introduction_ La Fée Des Lilas. Allegro vivo – andantino – Andante sostenuto
02 – Tchaikovsky_ Sleeping Beauty, Op. 66 – Adagio_ Pas D’Action. Andante – Adagio maestoso – Tempo I – Molto sostenuto, quasi piú andante – Tempo I
03 – Tchaikovsky_ Sleeping Beauty, Op. 66 – Pas De Caractère – Le Chat Botte Et La Chatte blanche. Allegro moderato.
04 – Tchaikovsky_ Sleeping Beauty, Op. 66 – Panorama. Andantino
05 – Tchaikovsky_ Sleeping Beauty, Op. 66 – Valse. Allegro. (Tempo di valse)
06 – Tchaikovsky_ Swan Lake Suite, Op. 20A – Scéne – Moderato
07 – Tchaikovsky_ Swan Lake Suite, Op. 20A – Valse_ Tempo Di Valse
08 – Tchaikovsky_ Swan Lake Suite, Op. 20A – Danse Des Cygnes_ Allegro Moderato
09 – Tchaikovsky_ Swan Lake Suite, Op. 20A – Scéne – Andante, Andante Non Troppo, Tempo I
10 – Tchaikovsky_ Swan Lake Suite, Op. 20A – Danse Hongroise (Czardas). Moderato assai. Allegro moderato. Vivace.
11 – Tchaikovsky_ Swan Lake Suite, Op. 20A – Scéne Finale – Allegro Agitato – Alla breve. Moderato e maestoso
12 – Tchaikovsky_ The Nutcracker Suite, Op. 71A – Ouverture Miniature. Allegro giusto.
13 – Tchaikovsky_ The Nutcracker Suite, Op. 71A – Danses Caracteristiques_ Marche. tempo di marcia viva.
14 – Tchaikovsky_ The Nutcracker Suite, Op. 71A – Danses Caracteristiques_ Danse De La Fée Dragée. Andante non troppo.
15 – Tchaikovsky_ The Nutcracker Suite, Op. 71A – Danses Caracteristiques_ Danse Russe. Trépak. Tempo di Trépak, molto vivace.
16 – Tchaikovsky_ The Nutcracker Suite, Op. 71A – Danses Caracteristiques_ Danse Arabe
17 – Tchaikovsky_ The Nutcracker Suite, Op. 71A – Danses Caracteristiques_ Danse Chinoise
18 – Tchaikovsky_ The Nutcracker Suite, Op. 71A – Danses Caracteristiques_ Danse Des mirlitons.
19 – Tchaikovsky_ The Nutcracker Suite, Op. 71A – Valse Des Fleurs.

Berliner Philharmoniker
Herbert von Karajan

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FDPBach.

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Ludwig van Beethoven (1770-1827) – Piano Sonatas Op. 27, no.2, 53, 81a & 110

Para interpretar as sonatas de Beethoven é necessário ter mais que técnica. É fundamental, acima de tudo, que o intérprete seja cheio de virtuosismo e sensibilidade. E isso o nosso Nelson Freire esbanja com desassombro; tem de sobra. Esse é um CD especial. Revela a profusão de sentimentos e dores beethoveanas de forma doce, densamente suaves. Não há fúria. Apenas um convite a bons momentos de alegria e encanto. Agradáveis momentos de melancolia e solidão. Apenas o silêncio. Um grito aqui, outro lá. Apenas um contraponto: talvez tenha faltado ousadia ao Freire, mas a gravação é boa. Sentado, enquanto corrijo provas, ouço a delicadeza e isso me enche de presságios ininteligíveis. Estou vazio de vontades. Parafraseando Machado de Assis: “todo eu estou budista, caro leitor!” Um bom deleite!

Ludwig van Beethoven (1770-1827) – Piano Sonatas Op. 27, no.2, 53, 81a & 110

Piano Sonata No. 21 In C Major, Op. 53 _Waldstein
01. I. Allegro con brio
02. II. Introduzione. Adagio molto – attacca
03. III. Rondo. Allegretto moderato

Piano Sonata No.26 op.81a _Das Lebewohl
04. I. Adagio-Allegro
05. II. Abwesenheit-Andante espressivo
06. III. Das Wiedersehen-Vivacissimamente

Piano Sonata in A flat, No.31 Op.110
07. I. Moderato cantabile molto espressivo
08. II. Allegro molto
09. III. Adagio ma non troppo-Arioso dolente
10. IV. Fuga-allegro ma non troppo-L’istesso tempo di Arioso

Piano Sonata No.14 in C sharp minor Op. 27 No. 2 _Moonlight
11. I. Adagio sostenuto
12. II. Allegretto
13. III. Presto agitato

Nelson Freire, piano

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Carlinus

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Karajan Conducts Tchaikovsky – CD 6 de 8 – Symphony nº 6 in B Minor, op. 74, "Pathetique", Romeo and Juliet, Fantasy after Shakespeare – Karajan, BPO

Neste sexto cd da coleção “Karajan conducts Tchaikovsky” temos outro peso pesado da discografia de Herbert von Karajan: esta sua gravação da Sinfonia nº6, também conhecida como “Patética” gravada em 1964, sempre com a Filarmônica de Berlim. Um primor.
E fico por aqui. Ando meio preguiçoso para escrever. Nas Wikipedias da vida os senhores irão encontrar dezenas de análises desta obra.  Mas acho mais interessante que ouçam essa gravação, assim tiram suas próprias conclusões. Passem bem.

Karajan Conducts Tchaikovsky – CD 6 de 8 – Symphony nº 6 in B Minor, op. 74, “Pathetique”, Romeo and Juliet, Fantasy after Shakespeare – Karajan, BPO

01 – Tschaikowsky – Symphony no. 6 in B minor, op. 74 ‘Pathétique’ – Adagio – Allegro non troppo, Andante – Moderato mosso – Andante – Moderato assai – Allegro vivo – Andante come prima – Andante mosso.
02 – Tschaikowsky – Symphony no. 6 in B minor, op. 74 ‘Pathétique’ – Allegro con grazia
03 – Tschaikowsky – Symphony no. 6 in B minor, op. 74 ‘Pathétique’ – Allegro molto vivace
04 – Tschaikowsky – Symphony no. 6 in B minor, op. 74 ‘Pathétique’ – Finale. Adagio lamentoso. Andante.
05 – Tschaikowsky – Romeo and Juliet Fantasy Overture after Shakespeare – Andante non tanto quasi Moderato – Allegro – Molto meno mosso – Allegro giusto – Moderato assai.

Berliner Philharmoniker
Herbert von Karajan

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FDPBach

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J. S. Bach (1685-1750) – Os Concertos de Brandenburgo, Suites nos. 1-4 e Triple Concerto

PQP hoje cedo desferiu um golpe pesado. Sacou o Cravo Bem Temperado do seu pai. O argumento indireto do filho “destemperado” é que hoje não haveria concorrência contra esse patrimônio bachiano. Mas eu que não tenho nada a ver com isso, para provocar, lançarei os Concertos de Brandenburgo com Karl Richter, uma das gravações mais repultadas do século passado para estas obras de Bach. Como estou de saída e queria fazer uma grande postagem, apenas enxertarei o texto auxiliador da wikipédia: “Os Concertos de Brandeburgo ou Concertos de Brandenburgo (mais raramente Brandemburgo) (BWV 1046-1051, título original: Six Concerts avec plusieurs instruments, em alemão: Brandenburgische Konzerte) são uma coleção de seis peças musicais composta por Johann Sebastian Bach entre 1718 – 1721, dedicados e apresentados ao margrave de Brandenburg-Schwedt, Christian Ludwig em 1721. São amplamente considerados como expoentes do barroco na música, além de estar entre os clássicos mais populares. Estes trabalhos foram esquecidos na biblioteca do margrave até sua morte em 1734 quando foram vendidos por poucos centavos. Os concertos foram descobertos em arquivos de Brandemburgo no século XIX sendo publicados em 1850”. Esta interpretação dos Concertos de Brandenburgo com Karl Richter são uma das mais famosas e respeitadas que já foram feitas para esses concertos. Uma boa apreciação!

Johann Sebastian Bach (1685-1750) – Os Concertos de Brandenburgo, Suites nos. 1-4 e Triple Concerto

DISCO 01

01. Brandenburg Concerto No.1 in F, BWV 1046: 1. (Allegro)
02. Brandenburg Concerto No.1 in F, BWV 1046: 2. Adagio
03. Brandenburg Concerto No.1 in F, BWV 1046: 3. Allegro
04. Brandenburg Concerto No.1 in F, BWV 1046: 4. Menuet – Trio – Polonaise
05. Brandenburg Concerto No.2 in F, BWV 1047: 1. (Allegro)
06. Brandenburg Concerto No.2 in F, BWV 1047: 2. Andante
07. Brandenburg Concerto No.2 in F, BWV 1047: 3. Allegro assai
08. Brandenburg Concerto No.3 in G, BWV 1048: 1. (Allegro)
09. Brandenburg Concerto No.3 in G, BWV 1048: 2. Adagio (BWV 1019a)
10. Brandenburg Concerto No.3 in G, BWV 1048: 3. Allegro
11. Brandenburg Concerto No.4 in G, BWV 1049: 1. Allegro
12. Brandenburg Concerto No.4 in G, BWV 1049: 2. Andante
13. Brandenburg Concerto No.4 in G, BWV 1049: 3. Presto
14. Brandenburg Concerto No.5 in D, BWV 1050: 1. Allegro
15. Brandenburg Concerto No.5 in D, BWV 1050: 2. Affetuoso
16. Brandenburg Concerto No.5 in D, BWV 1050: 3. Allegro

DISCO 02

01. Brandenburg Concerto No.6 in B flat, BWV 1051: 1. Allegro moderato
02. Brandenburg Concerto No.6 in B flat, BWV 1051: 2. Adagio ma non tanto
03. Brandenburg Concerto No.6 in B flat, BWV 1051: 3. Allegro
04. Suite No.1 in C, BWV 1066: 1. Ouverture
05. Suite No.1 in C, BWV 1066: 2. Courante
06. Suite No.1 in C, BWV 1066: 3. Gavotte I-II
07. Suite No.1 in C, BWV 1066: 4. Forlane
08. Suite No.1 in C, BWV 1066: 5. Menuet I-II
09. Suite No.1 in C, BWV 1066: 6. Bourree I-II
10. Suite No.1 in C, BWV 1066: 7. Passepied I-II
11. Suite No.2 in B minor, BWV 1067: 1. Ouverture
12. Suite No.2 in B minor, BWV 1067: 2. Rondeau
13. Suite No.2 in B minor, BWV 1067: 3. Sarabande
14. Suite No.2 in B minor, BWV 1067: 4. Bourree I-II
15. Suite No.2 in B minor, BWV 1067: 5. Polonaise
16. Suite No.2 in B minor, BWV 1067: 6. Menuet
17. Suite No.2 in B minor, BWV 1067: 7. Badinerie

DISCO 03

01. Suite No.3 in D, BWV 1068: 1. Ouverture
02. Suite No.3 in D, BWV 1068: 2. Air
03. Suite No.3 in D, BWV 1068: 3. Gavotte I-II
04. Suite No.3 in D, BWV 1068: 4. Bourree
05. Suite No.3 in D, BWV 1068: 5. Gigue
06. Suite No.4 in D, BWV 1069: 1. Ouverture
07. Suite No.4 in D, BWV 1069: 2. Bourree I-II
08. Suite No.4 in D, BWV 1069: 3. Gavotte
09. Suite No.4 in D, BWV 1069: 4. Menuet I-II
10. Suite No.4 in D, BWV 1069: 5. Rejouissance
11. Triple Concerto BWV 1044: 1. Allegro
12. Triple Concerto BWV 1044: 2 Adagio ma non tanto e dolce
13. Triple Concerto BWV 1044: 3. Tempo di Allabreve

Münchener Bach-Orchester
Karl Richter, regente, cembalo
Aurèle Nicolet, flauta
Gerhart Hetzel, violino

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Scans

Carlinus

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J. S. Bach (1685-1750): O Cravo Bem Temperado Completo

Dantone começou a gravar muito jovem e era um cravista muito enfeitado. Suas ornamentações pesavam. Conheço umas gravações onde ele deveria fazer o contínuo, mas não havia o que o segurasse. Ele queria viver, sonhar, amar e aparecer mais do que o solista. Argh! Porém… Seja porque Bach não lhe dá espaço, seja porque meu pai impõe o mesmo respeito que impunha a mim, a WF e CPE em casa, o fato é que esta gravação do Cravo Bem Temperado é uma joia que você deve ouvir. Sim, você. Estou falando com quem, caralho? Aqui, Dantone está saudavelmente contido dentro da música de papai, o que é uma maravilha porque é um baita instrumentista. Ou então Tavinho cresceu, ficou um homenzinho, passou a cumprir funções táticas e deixou de ser aquele peladeiro ao estilo de Guiñazu, que está em todos os lugares do campo menos onde deve.

J.S. Bach: The Well Tempered Clavier. Book I (2001) 2CD

CD1:
01. Praeludium & Fuga BWV 846 04:16
02. Praeludium & Fuga BWV 847 03:23
03. Praeludium & Fuga BWV 848 04:26
04. Praeludium & Fuga BWV 849 06:45
05. Praeludium & Fuga BWV 850 03:40
06. Praeludium & Fuga BWV 851 04:10
07. Praeludium & Fuga BWV 852 06:14
08. Praeludium & Fuga BWV 853 08:31
09. Praeludium & Fuga BWV 854 02:56
10. Praeludium & Fuga BWV 855 03:49
11. Praeludium & Fuga BWV 856 02:25
12. Praeludium & Fuga BWV 857 07:07

CD2:
01. Praeludium & Fuga BWV 858 04:01
02. Praeludium & Fuga BWV 859 04:36
03. Praeludium & Fuga BWV 860 04:09
04. Praeludium & Fuga BWV 861 05:13
05. Praeludium & Fuga BWV 862 04:53
06. Praeludium & Fuga BWV 863 04:55
07. Praeludium & Fuga BWV 864 03:44
08. Praeludium & Fuga BWV 865 05:39
09. Praeludium & Fuga BWV 866 03:25
10. Praeludium & Fuga BWV 867 05:57
11. Praeludium & Fuga BWV 868 04:20
12. Praeludium & Fuga BWV 869 14:15

J.S. Bach: The Well Tempered Clavier. Book II (2001) 2CD

CD3:
01. Praeludium & Fuga BWV 870 05:01
02. Praeludium & Fuga BWV 871 05:34
03. Praeludium & Fuga BWV 872 04:00
04. Praeludium & Fuga BWV 873 06:18
05. Praeludium & Fuga BWV 874 06:43
06. Praeludium & Fuga BWV 875 03:41
07. Praeludium & Fuga BWV 876 04:36
08. Praeludium & Fuga BWV 877 07:35
09. Praeludium & Fuga BWV 878 06:47
10. Praeludium & Fuga BWV 879 06:46
11. Praeludium & Fuga BWV 880 05:15
12. Praeludium & Fuga BWV 881 06:36

CD4:
01. Praeludium & Fuga BWV 882 05:52
02. Praeludium & Fuga BWV 883 06:32
03. Praeludium & Fuga BWV 884 04:15
04. Praeludium & Fuga BWV 885 06:19
05. Praeludium & Fuga BWV 886 07:29
06. Praeludium & Fuga BWV 887 09:00
07. Praeludium & Fuga BWV 888 03:33
08. Praeludium & Fuga BWV 889 06:47
09. Praeludium & Fuga BWV 890 08:33
10. Praeludium & Fuga BWV 891 07:15
11. Praeludium & Fuga BWV 892 06:37
12. Praeludium & Fuga BWV 893 04:05

Ottavio Dantone, cravo

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PQP

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Coleção Grandes Compositores 17/33: Richard Wagner (1813-1883)

Como vocês devem imaginar, é um pouquinho complicado apresentar uma coletânea das grandiosas obras do gênio alemão, em apenas um álbum duplo, mas ainda assim, vale a pena conferir a seleção incluída nesse volume, desta que, conhecidamente, é uma coleção que sempre conta com grandes intérpretes da música universal.

***
Richard Wagner é uma das figuras mais célebres da história da música e também uma das mais polêmicas. Tanto do ponto de vista pessoal como do ponto de vista da música ou da política, suscitou mais discussões, estudos e interpretações do seu pensamento musical do que qualquer outro compositor. Pode-se dizer que, a partir do momento em que se começou a conhecer sua música, houve polêmicas acesas contra e a favor de sua obra. Depois de anos de sua morte, seus escritos voltaram a provocar opiniões diametralmente opostas. A razão disso foi sempre seu ideário, que tentava unir um pensamento, tipicamente libertário e anarquista a um elitismo tipicamente burguês, para não dizer – já que não o era – aristocrático. Se a estas posições se acrescentar seu rancor aos judeus, teremos um caráter de difícil classificação, que, devido essencialmente a essa postura racista, fez com que ele se convertesse – depois de sua morte – em uma espécie de bandeira estética do nazismo.

Wagner ainda hoje provoca fortes discussões, sem que seus partidários ou difamadores, ambos igualmente fanáticos sejam capazes de revelar qual era sua verdadeira personalidade intelectual, ainda que haja acordo quanto aos seus principais traços de caráter: o egoísmo – e portanto uma grande vaidade – , a soberba – normal, tendo em vista o sucesso e a veneração que despertava em seu público – , a paixão desenfreada – tanto na devoção à música e à literatura quanto na dedicação ao amor – , o amor filial e o respeito à amizade – quando não iam contra seus interesses, sobretudo artísticos. Em suma, era um ser tão complicado que não se pode perdoar-lhe muitos dos seus pecados, por mais que se admire sua genialidade.

No entanto, é tal a magnitude da sua obra que a maioria está disposta a perdoar-lhe muitos dos seus defeitos, induzindo-nos a acreditar que sem muitos desses defeitos, por mais indesejáveis que nos pareçam, talvez Wagner não tivesse alcançado o auge artístico a que chegou e não nos tivesse deixado o tesouro que significa a sua obra. Temos de levar em conta que certos tipos de loucura tornam possíveis composições geniais.

Texto: Eduardo Rincón

Uma ótima audição!

.oOo.

Coleção Grandes Compositores Vol. 17: Richard Wagner

DISCO A

The Flying Dutchman
01 Overture (11:36)

Lohengrin
02 Prelude to Act I (9:47)

Die Meistersinger von Nürnberg
03 Prelude to Act I (10:00)

Parsifal
04 Prelude to Act I (11:53)

Tristan und Isolde
05 Prelude to Act I (11:49)
06 Isolde’s Liebestod (8:15)

Vienna Philharmonic Orchestra, Karl Böhm

DISCO B

Der Ring des Nibelungen (Orchestral excerpts)
01 The Ride of the  Valkyries “Die Walküre” (3:03)
02 Entry of the Gods  into Valhalla “Das Rheinglod” (5:18)
03 Wotan’s Farewell and Magic Fire Music “Die Walküre” (15:03)
04 Forest Murmurs “Siegfried” (8:57)
05 Siegfried’s Funeral March “Götterdämmerung” (8:31)
06 Immolation of the Gods  “Götterdämmerung” (4:32)

Siegfried Idyll
07 (18:25)

Vienna Philharmonic Orchestra, Sir Georg Solti

BAIXE AQUI – DOIS DISCOS / DOWNLOAD HERE – TWO DISCS

Marcelo Stravinsky

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Karajan Conducts Tchaikovsky – CD 5 de 8 – Symphony no. 5 in E minor, op. 64, Serenade for String Orchestra in C major, op. 48, Karajan, BPO

Minha relação com esta quinta sinfonia de Tchai, mais especificamente com essa gravação do Karajan, vem de longa data, uns 25 anos, mais ou menos. Ouvi muito o velho LP. Viciei nessa gravação, para ser sincero, e em determinada época de minha vida, era o único disco que tocava no velho 3×1 . Só virava o lado.
O tempo passa, o tempo voa. O velho LP já se perdeu nas areias do tempo, assim como o velho 3×1. Mas a marcação, o ritmo, o tempo que o velho Kaiser adotou ainda é o que mais me atrai. Alguns podem acusá-la de ser um pouco mais rápida que o necessário, mas ela se encalacrou na minha cabeça que custou tirá-la. Há uns anos atrás postei a impecável versão do Mravinsky, para muitos a versão definitiva. Pode até ser, e realmente ela é maravilhosa, mas em minha modesta opinião, Karajan ganha por um corpo de diferença. Ainda me arrepio quando ouço a introdução da trompa do segundo movimento. E fala sério: o que é esse andante cantabile??? Vá estar inspirado assim lá em Moscou no século XIX… ou em São Petersburgo. Definitivamente, é uma das mais belas páginas da história da música.
Depois dessa overdose de romantismo explícito, nada como acabar o CD com a belíssima Serenata para cordas. Um primor.
Novamente os corações apaixonados irão suspirar… eu mesmo, depois de ouvir essa gravação pela enésima vez, ainda fico arrepiado. COISA DE LOUCO!!
Definitivamente, essa gravação leva o selo de IM-PER-DÍ-VEL!!!

Karajan Conducts Tchaikovsky – CD 5 de 8 – Symphony no. 5 in E minor, op. 64, Serenade for String Orchestra in C major, op. 48
01 – Symphony no. 5 in E minor, op. 64 – Andante – Allegro con anima
02 – Andante cantabile, con alcuna licenza – Moderato con anima – Andante mosso – Allegro non troppo – Tempo I
03 – Valse. Allegro moderato
04 – Finale. Andante maestoso – Allegro vivace – Molto vivace – Moderato assai e molto maestoso – Presto.
05 – Serenade for String Orchestra in C major, op. 48 – Pezzo in forma di Sonatina
06 – Valse. Moderato. Tempo di Valse
07 – Elegia Larghetto elegiaco
08 – Finale. Tema russo. Andante – Allegro con spirito

Berliner Philharmoniker
Herbert von Karajan

BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE
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