Ludwig van Beethoven (1770-1827) – Sinfonia No. 3 in E-flat major, op. 55 – "Heróica", Sinfonia No. 5 in C minor, op. 67 e Sinfonia No. 7 in A major, op. 92 (LINK REVALIDADO)

Excelente gravação. Postada inicialmente 26/03/2010

Das nove sinfonias compostas por Beethoven, seis estão na lista das minhas peças favoritas. São elas a 1, 3, 5, 6, 7 e 9. Entre estas seis, fazendo um refinamento, posso afirmar que as de número 3, 6, 9 são insuperáveis. Elas marcaram a minha existência em um dado momento. Talvez os acontecimentos singulares com as quais elas me marcaram, justifiquem a minha predileção. Neste CD fabuloso que ora posto sob a condução de Solti, encontramos três das seis sinfonias supra mencionadas – as de número 3, 5 e 7. É uma gravação primorosa como as peças de Beethoven merecem. Antes de postar, ouvir duas vezes. É música pura, plena, absoluta. Uma boa apreciação!

Ludwig van Beethoven (1770-1827) – Sinfonias nos. 3 (“Heróica”), 5 e 7

Disco 1

Sinfonia No. 3 in E-flat major, op. 55 – “Heróica”
01. 1. Allegro Con Brio
02. 2. Marcia Funebre – Adagio
03. 3. Scherzo – Allegro Vivace
04. 4. Finale_ Allegro Molto

Disco 2

Sinfonia No. 5 in C minor, op. 67
01. 1. Allegro Con Brio
02. 2. Andante Con Moto
03. 3. Scherzo – Allegro
04. 4. Allegro

Sinfonia No. 7 in A major, op. 92
05. 1. Adagio Molto, Allegro Con Brio
06. 2. Allegretto
07. 3. Scherzo
08. 4. Allegro Molto

Wiener Philharmoniker
Georg Solti, regente

BAIXAR AQUI CD1
BAIXAR AQUI CD2

Apoie os bons artistas, compre suas músicas.
Apesar de raramente respondidos, os comentários dos leitores e ouvintes são apreciadíssimos. São nosso combustível.
Comente a postagem!

Carlinus

18 comments / Add your comment below

  1. Na minha opinião, de todas as sinfonias, aliás, de todas as obras de Beethoven, a mais fantástica é a Sinfonia Pastoral, essa, nunca me canso de escutar.
    Engraçado, houve uma época da minha vida, especificamente, no final da minha adolescência, em que eu conseguia imaginar e escutar músicas orquestrais, na minha cabeça, com uma riqueza incrível de detalhes. Escutava toda a orquestra de forma virtual e chegava até a imaginar melodias orquestrais da minha própria autoria, mas como não sabia escrever uma partitura, as melodias se perdiam. As que eu gostava mais de imaginar eram Carmina Burana, a Sinfonia Pastoral e Petrouchka. Hoje em dia não consigo mais fazer isso. 🙁

  2. Olá Carlinus! Excelente postagem. Fiquei muito animado com a sua chegada aqui no blog. Minha esperança agora é que Beethoven supere Bach no número de postagens… rsrsrs

    Agora um pequeno detalhe:
    1. Eu havia solicitado antes, no seu post da 5ª de Mahler, seu e-mail para lhe dizer isto, mas como você não mandou, então vou dizer aqui. Por favor não me leve a mal, é só um feedback. Você tem um excelente vocabulário, então não entendo seus constantes equívocos na conjugação verbal da primeira pessoa do pretérito. Você tem que TIRAR o “R” no fim do verbo! Veja: “Antes de postar, OUVIR duas vezes”. Outro exemplo: “Não CONSEGUIR achar o CD na Amazon”. Mais outro: “RESOLVIR postar antes da versão de Rattle”. Mais outro: “Já PERDIR quantas versões eu tenho dessa sinfonia”. A conjugação correta é: (eu)OUVI, (eu)CONSEGUI, (eu)RESOLVI e (eu)PERDI, ok Carlinus!

    Desculpe-me dizer isso assim pra todo mundo, repito que queria dizer particularmente, mas eu realmente achava estranho pois você conhece muitíssimas palavras a mais do que eu.

    Agora um GRANDE detalhe:
    Você reparou a data da sua postagem? 26 DE MARÇO! O segundo movimento da terceira Sinfonia caiu como uma luva. Impressionante a coincidência.

  3. Ivan, deixei o recado com o meu e-mail (carlinus13@gmail.com), mas acredito que você não tenha visto. Vários puxões de orelha! Minha nossa! Estou envergonhado. Não havia atentado para o fato. E olha que tenho gradução em Letras. Serei mais cuidadoso com as palavras, Ivan. Repararei nas palavras usadas no infinitivo. Geralmente, escrevo os posts com bastante pressa. A coisa tornada pública eleva o problema. Mas, humildemente, agradeço as observações.

    Com relação ao Beethoven, o número de postagens aqui de obras de Bach é bastante dificultoso de se superar. Todavia, tentaremos. Beethoven é o meu compositor favorito. Vamos perseguir o número das quase 200 postagens com obras de Bach. Tarefa difícil, mas possível.

    Um abraço a todos!

  4. Você não tem nenhum motivo para se envergonhar, Carlinus. Qualquer pessoa comete equívocos. Uma dica legal é escrever primeiro no word, com a correção ortográfia ativada.

    Claro que você tem muita coisa pra postar, mas eu sugiro, caso você tenha, as sonatas para piano com Kovacevich ou Richard Goode. Muita gente aqui não conhece ainda estes dois gigantes do teclado.

  5. Senhores,
    Em 8 de dezembro de 1813 estreava a mais perfeita sinfonia de toda historia humana: A Setima de Beethoven, op.92 em Lá.
    Um primor!. Nunca a criatividade e o sentimento humano alcançaram tamanha grandeza.

  6. Sem dúvida, Beethoven foi o maior sinfonista de todos os tempos! E particularmente a 5a Sinfonia é a maior delas. Maior até que a 9a! E sendo regida por Sir Georg Solti ficou primorosa! Grato pela postagem. E sugestão: se possível, nos agracie com a postagem da ópera Fidelio por Sir Solti na batuta.

  7. Minhas preferidas entre as sinfonias de Beethoven são a 9, a 5, 8, a 3 e a 7. Acho a 7 belíssima. A 8 gosto por sua graça, leveza e, mesmo nestes ingredientes, encontrar a subversão do compositor.

    A 6, confesso, não repito muito no toca cd aqui de casa, apesar do primeiro movimento ser uma das coisas mais belas que já ouvi.

    Mais uma vez, obrigado pelo post e pela música.

    (Não entendi o por que das palavras em vermelho riscadas no final do post.)

  8. Grato pela postagem, vou baixar, claro. Mas, correndo o risco de soar superficial, entendo que muitas vezes se bate demais nas mesmas teclas (ops, nas mesmas obras). Que as sinfonias de Beethoven são monumentos (e para mim o são principalmente a 3, a 5, a 7 e a 9, com um notável introito que é o 1o movimento da 2), não há como contestar. Mas entendo ser preciso alargar os horizontes. Monumentos são também as últimas sinfonias de Mozart e as de Haydn (além daquelas “Sturm und Drang” deste último). E elas, salvo algumas exceções (mais quanto a Mozart do que quanto a Haydn), tendem a ficar esquecidas, e o repertório fonográfico delas fica muito rarefeito…
    Bem, é apenas um comentário impertinente de um haydniano convicto. Grato pela postagem e pela possibilidade da troca de ideias que o blog proporciona!

Deixe uma resposta