Johann Stamitz ( 1717 – 1757 ) & Carl Stamitz ( 1745 – 1801 ): Clarinet Concertos

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Minha ídola, minha patriota. Sabine Meyer com absoluta certeza é a maior clarinetista que o mundo já produziu. As notas, as melodias saem tão facilmente, tão livremente que fico emocionado só de ouvir o que essa mulher toca. Cada vez que a ouço tocar me sinto uma formiga perante ao Everest.
Dia desses eu ouvi de um colega meu a seguinte afirmação: A clarineta é o instrumento mais sapeca da orquestra. Fiquei pensado o que realmente ele queria falar com isso. Mas deixaei para lá. Lembrei-me desses concertos, não sei por que.
Johann Wenzel Anton Stamitz compositor e violinista checo. Pai de Carl Stamitz e Anton Stamitz, compositores famosos.
Pertenceu a uma célebre família de músicos checos, que exerceram grande influência na evolução da música sinfónica do século XVIII.
Esses concertos, pouco conhecidos, são com certeza obras primas. Não sei se eu falo isso porque toco clarineta ou por ouvinte. Decidam aí vocês. Esses concertos, em sua maioria, tem uma um grau médio de dificuldade. Mas para compensar exigem do músico ( ou musicista ) extrema capacidade de infusão emocional na música. São difíceis de ser executados porque a infusão não pode ser extremamente floreada a ponto de ficar enjoativa, mas também não podem ser seca a ponto de ficar monótono. Sabine faz isso com perfeição. Ela consegue colocar exatamente a quantidade de emoção necessária em cada melodia. Todos os Concertos obedecem praticamente o mesmo sistema: Allegro, lento, scherzo ou presto.
Comentários são sempre bem vindos.
Boa audição.

Concerto for clarinet & orchestra No 3 in B flat by Carl Stamitz, Clarinet concerto No. 11 in E flat major by Carl Stamitz, Clarinet Concerto in B flat major by Johann Stamitz, Concerto for clarinet & orchestra No 10 in B flat major by Carl Stamitz

1. Cl Con No.3 in B flat: I. Allegro moderato
2. Cl Con No.3 in B flat: II. Romanze
3. Cl Con No.3 in B flat: III. Rondo
4. Cl Con No.11 in E flat: I. Allegro
5. Cl Con No.11 in E flat: II. Aria (Andante Moderato)
6. Cl Con No.11 in E flat: III. Rondo alla Scherzo (Allegro moderato)
7. Cl Con in B flat: I. Allegro moderato
8. Cl Con in B flat: II. Adagio
9. Cl Con in B flat: III. Poco presto
10. Cl Con No.10 in B flat: I. [Allegro]
11. Cl Con No.10 in B flat: II. [Andante sostenuto]
12. Cl Con No.10 in B flat: III. [Rondo (Poco allegro)]

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Gabriel Clarineta

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  1. Caro Gabriel:

    Eis uma bela postagem! De uma suavidade que lembra Mozart. Não conhecia estes compositores, mas fazem-me lembrar-me de composições do prodígio austríaco para o citado instrumento.

    Meus cumprimentos.

  2. Adriano..
    Quanto tempo…
    É verdade o que vc diz. Depois do sucesso que mozart fez com seu ”Concerto para Clarinet in A” TODOS os compositores se utilizam da mesma forma de escrita. Ou seja, todos se parecem. Gosto de ressaltar o primeiro que rompeu esse tipo de escrita. Foi Weber em seus 3 concertos ele rompeu com essa escrita.

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