J. S. Bach (1685-1750) – Variações Goldberg em versão para Trio de Cordas – LINK REVALIDADO


<– Mesma transcrição, mas com outros instrumentistas. Em comum, apenas a presença de Mischa Maisky.

Ah, você torceu o nariz achando que isso não é bom? Pois digo que o Organista Doido surpreendeu e matou a pau em sua primeira colaboração para o PQP Bach. Quando ele me escreveu que o violinista Dmitry Sitkovetsky havia dedicado sua transcrição a Glenn Gould pensei:

– Ou esse Mítia fez algo brilhante ou é um baita pretensioso.

Logo aos primeiros compassos das Goldberg, nota-se que Sitkovetsky — o qual chamarei de Mítia de agora em diante — fez algo brilhante, tão brilhante que me obrigou a pedir para Maurizio Pollini adiar por algumas horas sua entrada com a “Appassionata”, fato que pode me criar sérios problemas com a co-gestora e co-fundadora da Fundação Maurizio Pollini, Sra. Lais Vogel.

As Goldberg já receberam todo o tipo de abordagens aqui neste blog — inclusive uma versão para metais a cargo do Canadian Brass — e não vou descrevê-las, mas vou confidenciar-lhes uma coisa: ela e a Oferenda Musical são as músicas que mais amo neste mundo e, se quiserem me ver feliz, é só botá-las para tocar. Até em filme de Hannibal Lecter fica linda e me mesmerizado, embasbacado, estupefato e, paradoxalmente, feliz.

J.S. Bach – Variações Goldberg em versão para Trio de Cordas

1. Goldberg – Variationen: Version For String Trio, BWV 988: Aria
2. Goldberg – Variationen: Version For String Trio, BWV 988: Var. 1- 2- 3
3. Goldberg – Variationen: Version For String Trio, BWV 988: Var. 4- 5- 6
4. Goldberg – Variationen: Version For String Trio, BWV 988: Var 7- 8- 9
5. Goldberg – Variationen: Version For String Trio, BWV 988: Var. 10-11-12
6. Goldberg – Variationen: Version For String Trio, BWV 988: Var. 13-14-15
7. Goldberg – Variationen: Version For String Trio, BWV 988: Var. 16-17-18
8. Goldberg – Variationen: Version For String Trio, BWV 988: Var. 19-20-21
9. Goldberg – Variationen: Version For String Trio, BWV 988: Var. 22-23-24
10. Goldberg – Variationen: Version For String Trio, BWV 988: Var. 25-26-27
11. Goldberg – Variationen: Version For String Trio, BWV 988: Var.28-29-30
12. Goldberg – Variationen: Version For String Trio, BWV 988: Aria da capo

Dmitry Sitkovetsky, violino
Gerard Causse, viola
Mischa Maisky, violoncelo

Dmitry Sitkovetsky, transcrição “In Memoriam Glenn Gould”

BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE

Boa transcrição do rapazinho acima, Dmitry Sitkovetsky.

Boa transcrição do rapazinho acima, Dmitry Sitkovetsky.

PQP

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Ludwig van Beethoven (1770-1827) – Piano Trios Vol 1 – Cds 1 e 2 de 4 – Ashkenazy, Perlman, Harrell

CoverAh, Beethoven e seus trios… andei dando uma olhada nas postagens antigas e não encontrei nenhuma com a integral dos trios para piano. E então, como presente de Páscoa, resolvi trazer essas obras primas com um trio sensacional: Vladimir Ashkenazy ao piano, Itzak Perlman ao violino e Lynn Harrel ao cello. Coisa finíssima.
Nestes dois primeiros cds temos o op. 1 com os trios de n° 1, 2 e 3, algumas variações e o op. 11. Gosto muito deste op. 1, publicado apenas em 1795, quando Beethoven já tinha 25 anos de idade, e mostra um compositor maduro, seguro de sí, e com personalidade.
O trio de músicos dispensa apresentações, e como tocaram durante muito tempo juntos, se conhecem muito bem. Se eu considero esta série de quatro cds imperdível? Com certeza.

CD 1

1 – Piano Trio, op. 1 n° 1 1 – Allegro
2 – 2 Adagio Cantabile
3 – 3 Scherzo & Trio – Allegro assai
4 – 4 Finale – Presto
5 – Piano Trio op. 1 n° 2 1- Adagio – Allegro vivace
6 – 2 Largo con espressione
7 – 3 Scherzo & Trio – Allegro
8 – 4 Finale: Presto

CD 2

1 – Piano Trio, op. 1 n° 3 – 1 Allegro con brio
2 – 2 Andante cantabile con variazoni
3 – 3 – Menueto e Trio: Quasi allegro
4 – 4 – Finale: Prestissimo
5 – Piano Trio, WoO 39 – Allegretto
6 – 17 – “Kadaku” variations, op. 121a in G
18 – Piano Trio, op. 11 – Allegro con brio
19 – 2 – Adagio
20 – 3 – Tema con variazoni – Allegetto – allegro

Vladimir Ashkenazy – Piano
Itzak Perlman – Violin
Lynn Harrell – Cello

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FDPBach

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Ernest Bloch (1880-1956): Quintetos para Piano

Bom disco de um compositor meio esquecido. As obras deste CD são bastante desiguais, talvez resultado do fato de serem de diversas fases da longa carreira deste compositor suíço naturalizado estadunidense. Há coisas de entusiasmar e outras nem tanto. O que é sempre impecável é a atuação do grupo de instrumentistas. Os CDs da Hyperion, como sabemos, costumam  trazer boas interpretações vindas de gente nem sempre conhecida. É o caso, mais uma vez.

Ernest Bloch (1880-1956): Quintetos para Piano

1. Piano Quintet No.1 – I. Agitato
2. Piano Quintet No.1 – II. Andante mistico
3. Piano Quintet No.1 – III. Allegro energico

4. Night (for string quartet)

5. Paysages – 1. North: Molto moderato
6. Paysages – 2. Alpestre: Allegretto
7. Paysages – 3. Tongataboo: Allegro

8. Two Pieces for String Quartet – 1. Andante moderato
9. Two Pieces for String Quartet – 2. Allegro molto

10. Piano Quintet No.2 – I. Animato
11. Piano Quintet No.2 – II. Andante
12. Piano Quintet No.2 – III. Allegro

Piers Lane: piano
Goldner String Quartet

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Ernest Bloch:

Ernest Bloch:

PQP

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.:Interlúdio:. Brasil, Sax, Violão, Cello e Trombone – Brasil Instrumental 2 [Acervo PQPBach] [link atualizado 2017]

OUTRO BAITA DISCO !!! (com três exclamações de novo)

Postado originalmente em 31 de janeiro de 2013. Só oficializando que este Disco é parte do Acervo P.Q.P.Bach de Música Clássica Brasileira…

Esse disco é simplesmente uma delícia! É o segundo volume do Brasil Instrumental. Bom, e isso não é para menos, pois temos aí quatro dos nomes dos mais lendários em seus respectivos instrumentos: Paulo Moura (1932-2010) faz o papel principal, levando de forma lindamente descontraída as melodias e os improvisos destes choros. Raphael Rabello (1969-1995), que nos deixou órfãos ainda tão jovem e é considerado um dos maiores violonistas do século XX, marca o tempo, dá a ginga com a perfeição que lhe é característica. Jaques Molerembaum (1954), além de ser compositor de peças muito belas e trilhas sonoras (Central do Brasil é um dos filmes que sonorizou), brilha no violoncelo com belas melodias. Zé da Velha (1942), um dos ícones nacionais do trombone, mostra toda a sagacidade e a descontração que esse instrumento pode exprimir.

Só músicas boas, só gente fera! Uma constelação de grandes estrelas. Repare especialmente na última faixa, a dificílima Espinha de Bacalhau: a descontração e a improvisação leve e despretensiosa de Paulo Moura, que toca sozinho a faixa, são tão latentes que fazem parecer que a agravação não foi feita em estúdio, mas que fizeram um registro do mestre quando ele estava com seu sax  sentado na mureta do quintal de casa, só ele e o sax…

Show! Ouça! Ouça! Ouça! Deleite-se imensamente!

Brasil Instrumental 2
Brasil, Sax, Violão, Cello & Trombone

Carioca
01. Sandoval em Bonsucesso
José Maria de Abreu, Luis Peixoto

02. Isso é o Brasil
Chiquinha Gonzaga

03. Corta-Jaca
Vinicius de Moraes, Antonio Carlos Jobim

04. Modinha
Toninho Horta, Ronaldo Bastos

05. Bons Amigos
Ratinho

06. Saxofone por que Choras?
Pixinguinha

07. Lamento
João de Barro, Louro

08. Urubu Malandro
Paulo Moura

09. Tarde de Chuva
Alcyr Pires Vermelho, Nazareno de Brito

10. Bronzes e Cristais
Severino Araújo

11. Espinha de Bacalhau

Paulo Moura, saxofone
Rafael Rabello, violão
Jaques Molerenbaum, violoncelo
Zé da Velha, trombone
Rio de Janeiro, setembro de 1985

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FLAC  encartes em 3.0Mpixel (157Mb)
MP3  encartes em 3.0Mpixel (82Mb)

Partituras e outros que tais? Clique aqui

…Mas comente… O álbum é tão bom que merece pelo menos umas palavrinhas…

Bisnaga

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Yoshimatsu (1953) / Honda (1957) / Ibert (1890-1962) / Larsson (1908-1986): Concertos para saxofone e orquestra

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Tenho ouvido muitos discos bons, então, pra variar, resolvi pegar um ruim e coloquei pra rodar. Não deu certo. Tchê, esse CD do japinha Nobuya Sugawa é espetacular! O nanico Sugawa é um gigante do saxofone. Há músicas conhecidas e inéditas — estas escritas especialmente para ele. O repertório nunca me impressionou, mas tudo muda quando se ouve um cara como esse sujeito genial.

Yoshimatsu (1953) / Honda (1957) / Ibert (1890-1962) / Larsson (1908-1986):
Concertos para saxofone e orquestra

Takashi Yoshimatsu (b. 1953)
Saxophone Concerto ‘Albireo Mode’, Op. 93 (2004-05)
for Soprano Saxophone and Orchestra
1. I. Topaz. Andante tranquillo – Più mosso – Tempo I – Moderato
2. II. Sapphire. Andante misterioso – Moderato – Sena tempo

Toshiyuki Honda (b. 1957)
Concerto du vent (2005)
3. I. Un vent propice
4. II. La marque du vent
5. III. Un nouveau vent

Jacques Ibert (1890-1962)
Concertino da Camera (1935)
for Alto Saxophone and Eleven Instruments
6. I. Allegro con moto
7. II. Larghetto –
8. Animato molto

Lars-Erik Larsson (1908-1986)
Concerto for Saxophone and String Orchestra, Op. 14 (1934)
9. I. Allegro molto moderato
10. II. Adagio
11. III. Allegro scherzando

Nobuya Sugawa: saxophone
BBC Philharmonic
Yutaka Sado

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Nobuya Sugawa: zaponeis toca dimais, né?

Nobuya Sugawa: zaponeis toca dimais, né?

PQP

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.:Interlúdio:. Paulinho da Viola (1942): Obra para violão – Brasil Instrumental 1 [Acervo PQPBach] [link atualizado 2017]

UM BAITA DISCO !!!
(com três exclamações)

70º aniversário de Paulinho da Viola

Postado originalmente em 24 de janeiro de 2013. Só oficializando que este Disco é parte do Acervo P.Q.P.Bach de Música Clássica Brasileira…

Agora dei de postar música não-erudita…

Não-erudita, como assim? Convenhamos: Paulinho da Viola é mais erudito que muito compositor que convencionou-se chamar com esse rótulo! Suas músicas possuem uma elegância tal que não me permite ter pudor em afirmar que ele aproxima de caras refinadíssimos como Debussy. E não neguemos: há a mesma classe em suas elaboradas letras

Caricatura feita por André Xavier

Paulinho da viola consegue expressar sentimentos profundos sem nenhum risco de cair na pieguice. É elegante, austero, econômico, sutil, completo…

Você perceberá isso nas composições instrumentais do mestre que vos apresentamos hoje, interpretadas pelo exímio violonista João Pedro Borges, com o próprio Paulinho da Viola no acompanhamento (cavaquinho e segundo violão) e seu pai,César Faria, também no acompanhamento: um encontro com amigos, com a família, com sua formação, com suas influências. Um presentão!

Um disco pra ter na cabeceira, se é que assim podemos colocar.

Ah, esse é o primeiro disco de um álbum duplo: a segunda bolacha está na postagem de cima. Pena que foram só dois LPs. com essa qualidade, poderiam ser tantos mais…

Ouça! Ouça! Ouça! Deleite-se imensamente!


Brasil Instrumental 1

A Obra para violão de Paulinho da Viola

01. Valsachorando
02. Relembrando Pernambuco
03. Tango Triste
04. Romanceando
05. Itanhangá
06. Salvador
07. Abraçando Chico Soares
08. Valsa da Vida
09. Evocativo
10. Lila

João Pedro Borges, violão
Paulinho da viola, 2º violão, cavaquinho
César Faria, 2º violão

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FLAC  encartes em 3.0Mpixel (125Mb)
MP3  encartes em 3.0Mpixel (67Mb)

Partituras e outros que tais? Clique aqui

…Mas comente… O álbum é tão bom, merece umas palavrinhas…


Gênio!

Bisnaga

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Antonio Vivaldi (1678-1741): Concertos para Violino La Cetra Op. 9

Já que meu irmão FDP Bach deu continuidade a minha “Onda Harnoncourt”, eu sigo sua última postagem repetindo o autor, Antonio Vivaldi.

Monica Huggett e os Raglan Baroque Players fazem uma La Cetra com graça e estilo. As linhas melódicas estão bem delineadas, as dinâmicas devidamente destacadas, a música está expressiva e coisa e tal. A gravação é de 1986 e é presença constante nos balaios de ofertas das lojas de CDs, o que significa que a gravação — mesmo sendo boa — tornou-se clássica em função do preço.

Antonio Vivaldi (1678-1741): Concertos para Violino La Cetra Op. 9

Disque : 1
1. Concerto N 1, Rv 181a In C Major : Allegro
2. Concerto N 1, Rv 181a In C Major : Largo
3. Concerto N 1, Rv 181a In C Major : Allegro

4. Concerto N 2, Rv 345 In A Major : Allegro
5. Concerto N 2, Rv 345 In A Major : Largo
6. Concerto N 2, Rv 345 In A Major : Allegro Con Molto

7. Concerto N 3, Rv 334 In G Minor : Allegro Non Molto
8. Concerto N 3, Rv 334 In G Minor : Largo
9. Concerto N 3, Rv 334 In G Minor : Allegro Non Molto

10. Concerto N 4, Rv 263a In E Major : Allegro Non Molto
11. Concerto N 4, Rv 263a In E Major : Largo
12. Concerto N 4, Rv 263a In E Major : Allegro Non Molto

13. Concerto N 5, Rv 358 In A Minor : Adagio, Presto
14. Concerto N 5, Rv 358 In A Minor : Largo
15. Concerto N 5, Rv 358 In A Minor : Allegro

16. Concerto N 6, Rv 358 In A Major : Allegro
17. Concerto N 6, Rv 358 In A Major : Largo
18. Concerto N 6, Rv 358 In A Major : Allegro Non Molto

Disque : 2
1. Concerto N 7, Rv 359 In B Flat Major : Allegro
2. Concerto N 7, Rv 359 In B Flat Major : Largo
3. Concerto N 7, Rv 359 In B Flat Major : Allegro Non Molto

4. Concerto N 8, Rv 238 In D Minor : Allegro
5. Concerto N 8, Rv 238 In D Minor : Largo
6. Concerto N 8, Rv 238 In D Minor : Allegro

7. Concerto N 9 For Two Violins, Rv 530 In B Flat Major : Allegro
8. Concerto N 9 For Two Violins, Rv 530 In B Flat Major : Largo E Spiccato
9. Concerto N 9 For Two Violins, Rv 530 In B Flat Major : Allegro

10. Concerto N 10, Rv 300 In G Major : Allegro Molto
11. Concerto N 10, Rv 300 In G Major : Largo Cantabile
12. Concerto N 10, Rv 300 In G Major : Allegro

13. Concerto N 11, Rv 198a In C Minor : Allegro
14. Concerto N 11, Rv 198a In C Minor : Adagio
15. Concerto N 11, Rv 198a In C Minor : Allegro

16. Concerto N 12, Rv 391 In B Minor : Allegro Non Molto
17. Concerto N 12, Rv 391 In B Minor : Largo
18. Concerto N 12, Rv 391 In B Minor : Allegro

Monica Huggett, violin
Raglan Baroque Players
Nicholas Kraemer

BAIXE AQUI — DOWNLOAD HERE

Monica Huggett

Monica Huggett: clássico da barganha mundial

PQP

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Antonio Vivaldi – Il cimento dell’armonia e dell’inventione op VIII – Harnoncourt

51CXRwkMYPLJá que o nome e o cara da hora é o Nikolaus Harnoncourt, então resolvi trazer mais um cd dele, desta vez tocando o padre ruivo e o maravilhoso op. 8, o sensacional “Il cimento dell’armonia e dell’inventione op VIII”, que traz, entre outras obras, as Quatro Estações.
Esta realmente é a praia de Harnoncourt. Sua orquestra, o “Concentus musicus Wien”, é um dos melhores conjuntos de câmera especializados em barroco e em interpretações históricas.
Nem vou mais perder tempo em tecer maiores elogios, os senhores podem chegar às suas próprias conclusões.
Uma grande trilha sonora para o feriadão de Páscoa que se aproxima.

CD 1

01 – Concerto op.8 n°1 « La Primavera » – 1. Allegro
02 – Concerto op.8 n°1 « La Primavera » – 2. Largo
03 – Concerto op.8 n°1 « La Primavera » – 3. Allegro
04 – Concerto op.8 n°2 « L’Estate » – 1. Allegro non molto
05 – Concerto op.8 n°2 « L’Estate » – 2. Adagio
06 – Concerto op.8 n°2 « L’Estate » – 3. Presto
07 – Concerto op.8 n°3 « L’Autunno » – 1. Allegro
08 – Concerto op.8 n°3 « L’Autunno » – 2. Adagio molto
09 – Concerto op.8 n°3 « L’Autunno » – 3. Allegro
10 – Concerto op.8 n°4 « L’Inverno » – 1. Allegro non molto
11 – Concerto op.8 n°4 « L’Inverno » – 2. Largo
12 – Concerto op.8 n°4 « L’Inverno » – 3. Allegro
13 – Concerto op.8 n°5 « La Tempesta di mare » – 1. Presto
14 – Concerto op.8 n°5 « La Tempesta di mare » – 2. Largo
15 – Concerto op.8 n°5 « La Tempesta di mare » – 3. Presto
16 – Concerto op.8 n°6 « Il piacere » – 1. Allegro
18 – Concerto No. 12 – III. Allegroop.8 n°6 « Il piacere » – 2. Largo e cantabile
18 – Concerto op.8 n°6 « Il piacere » – 3. Allegro

CD 2

01 – Concerto No. 7 – I. Allegro
02 – Concerto No. 7 – II. Largo
03 – Concerto No. 7 – III. Allegro
04 – Concerto No. 8 – I. Allegro
05 – Concerto No. 8 – II. Largo
06 – Concerto No. 8 – III. Allegro
07 – Concerto No. 9 – I. Allegro
08 – Concerto No. 9 – II. Largo
09 – Concerto No. 9 – III. Allegro
10 – Concerto No. 10 ‘La caccia’ – I. Allegro
11 – Concerto No. 10 ‘La caccia’ – II. Adagio
12 – Concerto No. 10 ‘La caccia’ – III. Allegro
13 – Concerto No. 11 – I. Allegro
14 – Concerto No. 11 – II. Largo
15 – Concerto No. 11 – III. Allegro
16 – Concerto No. 12 – I. Allegro
17 – Concerto No. 12 – II. Largo
18 – Concerto No. 12 – III. Allegro

Alice Harnoncourt – Violin
Jürgen Schaeftlein – Oboe

Musicus concentus Wien
Nikolaus Harnoncourt – Conductor

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Beethoven / Bach / Gluck / Saint-Saëns / Brahms: Concerto Nº 4 para piano e orq. de Beethoven e outras peças (por Guiomar Novaes)

Grande Guiomar Novaes! Aqui vai ela num antigo CD de meu pai. O som não é tudo aquilo, mas a pianista é. Ela toca o concerto de Beethoven sob a regência de Otto Klemperer. Quem foi Guiomar? Abaixo uma pequena nota biográfica encontrada na internet.

Guiomar Novaes
(Pianista brasileira)
28-2-1894, São João da Boa Vista (SP)
7-3-1979, São Paulo (SP)

Como explicar o talento musical de uma pianista que começou a tocar aos 8 anos já com absoluto domínio da técnica, com poesia e precisão? Guiomar Novaes, a maior pianista brasileira e uma das maiores celebridades nos meios musicais da Europa e dos Estados Unidos no início do século XX, transfigurava-se de tal modo ao piano, tocando de forma arrebatadora, como se estivesse improvisando, que diziam parecer estar em transe ou ser a encarnação de um grande artista. Para alguns, sua genialidade era um mistério psicológico, um milagre musical. “Toca como se algum espírito estivesse soprando em seu ouvido os segredos mais profundos de toda a harmonia”, escreveu um crítico do Times, dos Estados Unidos. Nascida no interior de São Paulo, Guiomar cresceu em meio a uma família de 19 crianças e num ambiente religioso. Menina, impulsionada pelo som do piano tocado pelas irmãs mais velhas, esperava que elas deixassem o teclado para sentar-se ao banquinho e tocar até “os dedos doerem”. Antes de aprender a ler e a escrever, dominou as notas. Seu primeiro professor foi o paulista Eugênio Nogueira e, mais tarde, o italiano Luigi Chiaffarelli, com quem realizou suas primeiras apresentações, os saraus musicais, em São Paulo e, depois, no Rio de Janeiro. Em 1909, aos 15 anos, partiu para a Europa para tentar uma vaga no Conservatório de Música de Paris. Avaliada por um júri formado por célebres músicos, como Claude Debussy, Moszckowski, Widor e Lazare-Lévy, foi apontada como a candidata com os melhores dotes artísticos e obteve a vaga. No conservatório, estudou com o húngaro Isidore Phillip e conquistou o primeiro prêmio ao concluir as provas finais, em 1911, com a execução da Balada, de Chopin. Poucos meses depois de graduar-se, projetou-se no mundo musical europeu. De Paris, realizou concertos em Londres, Itália, Suíça e Alemanha. Com o advento da Primeira Guerra Mundial, mudou-se para os Estados Unidos, onde, a partir de 1915, ascendeu profissionalmente numa trajetória rara. Desde o começo uma revelação, permaneceu 62 anos brilhando nos palcos. Foi especialmente genial ao interpretar Schumann e Chopin. Além de ter sido grande divulgadora da obra de Heitor Villa-Lobos no exterior.

Beethoven / Bach / Gluck / Saint-Saëns / Brahms: Concerto Nº 4 para piano e orq, de Beethoven e outras peças (por Guiomar Novaes)

Lv Beethoven
1. Piano Conc No.4 in G, Op.58: I. Allegro moderato
2. Piano Conc No.4 in G, Op.58: II. Andante con moto
3. Piano Conc No.4 in G, Op.58: III. Rondo: Vivace

JS Bach
4. Prld in g

CW Gluck
5. Dance of the Blessed Spirits (from ‘Orpheus and Eurydice’)

C Saint-Saëns
6. Caprice sur des airs de Ballet d’Alceste

J Brahms
7. Intermezzo in b-flat, Op.117, No.2
8. Capriccio in d, Op.76
9. Waltz in A-flat, Op.39, No.15

Lv Beethoven
10. Turkish March

Guiomar Novaes, piano

No concerto de Beethoven:
Orquestra Sinfônica de Viena
Otto Klemperer

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Guiomar Novaes

Guiomar Novaes

PQP

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Johann Sebastian Bach (1685-1750) – Die 13 Cembalokonzerte – Karl Richter – MBO

51YVB1SXNNL

Etcha cd complicado para ser postado. Já fazem mais de três anos que estou me enrolando para colocá-lo no ar.
Então agora, para comemorar os 328 de nascimento de Bach, nada como as antológicas gravações que Karl Richter realizou dos concertos para cravo. Em minha opinião este cd triplo da Archiv devia ser considerado item obrigatório em qualquer cdteca. Já discutimos a importância de Richter no “redescobrimento” da obra de Bach a partir dos anos 50 até sua precoce morte com meros 55 anos de idade. Mas ele deixou um grande legado, e mesmo que suas interpretações sejam consideradas um pouco ultrapassadas, suas orquestrações um tanto quanto pesadas, ninguém em sã consciência pode negar sua importância.

São três cds, como disse, nos quais Richter além de regente também é o solista, junto com outros solistas, já que a coleção finaliza com o fantástico Concerto para 4 cravos, o BWV 1065.
Uma verdadeira pérola da indústria fonográfica. Tenho certeza de que os senhores irão gostar.

CD 1

01 – Concerto d – moll BWV 1052, 1. Allegro
02 – Concerto d – moll BWV 1052, 2. Adagio
03 – Concerto d – moll BWV 1052, 3. Allegro
04 – Concerto E – dur BWV 1053, 1. ohne Satzbezeichnung
05 – Concerto E – dur BWV 1053, 2. Siciliano
06 – Concerto E – dur BWV 1053, 3. Allegro
07 – Concerto D – dur BWV 1054, 1. ohne Satzbezeichnung
08 – Concerto D – dur BWV 1054, 2. Adagio e piano sempre
09 – Concerto D – dur BWV 1054, 3. Allegro
10 – Concerto A – dur BWV 1055, 1. Allegro
11 – Concerto A – dur BWV 1055, 2. Larghetto
12 – Concerto A – dur BWV 1055, 3. Allegro ma non tanto

Münchener Bach-Orchester
Karl Richter – Cembalo & Conductor

CD 2

01 – Concerto No.5, f-moll, BWV 1056 – []
02 – Concerto No.5, f-moll, BWV 1056 – Largo
03 – Concerto No.5, f-moll, BWV 1056 – Presto
04 – Concerto No.6, F-dur, BWV 1057 – []
05 – Concerto No.6, F-dur, BWV 1057 – Andante
06 – Concerto No.6, F-dur, BWV 1057 – Allegro assai
07 – Concerto No.7, g-moll, BWV 1058 – []
08 – Concerto No.7, g-moll, BWV 1058 – Andante
09 – Concerto No.7, g-moll, BWV 1058 – Allegro assai
10 – Concerto No.1, c-moll, BWV 1060 – Allegro
11 – Concerto No.1, c-moll, BWV 1060 – Adagio
12 – Concerto No.1, c-moll, BWV 1060 – Allegro
13 – Concerto No.2, C-dur, BWV 1061 – []
14 – Concerto No.2, C-dur, BWV 1061 – Adagio ovvero Largo
15 – Concerto No.2, C-dur, BWV 1061 – Fuga

Hedwig Bilgram – Cembalo
Hans-Martin Linde, Peter Jenne – Blockflöte
Münchener Bach-Orchester
Karl Richter – Cembalo & Conductor

CD 3

01 – Concerto c – moll BWV 1062, 1. ohne Satzbezeichnung
02 – Concerto c – moll BWV 1062, 2. Andante
03 – Concerto c – moll BWV 1062, 3. Allegro assai
04 – Concerto d – moll BWV 1063, 1. ohne Satzbezeichnung
05 – Concerto d – moll BWV 1063, 2. Alla Siciliana
06 – Concerto d – moll BWV 1063, 3. Allegro
07 – Concerto C – dur BWV 1064, 1. Allegro
08 – Concerto C – dur BWV 1064, 2. Adagio
09 – Concerto C – dur BWV 1064, 3. Allegro
10 – Concerto a – moll BWV 1065, 1. ohne Satzbezeichnung
11 – Concerto a – moll BWV 1065, 2. Largo
12 – Concerto a – moll BWV 1065, 3. Allegro

Hedwig Bilgram, Iwona Fütterer, Ulrike Schott,- Cembalos
Münchener Bach-Orchester
Karl Richter – Cembalo & Conductor

CD 1 – BAIXE AQUI  – DOWNLOAD HERE
CD 2 – BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE
CD 3 – BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE

FDPBach

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Camille Saint-Saëns (1835-1921): Complete Works for Cello & Orchestra

Saint-Saëns nunca me apaixonou demais. OK, a Sinfonia do Órgão é espetacular, este Concerto para Violoncelo também, mas… não dá para falar mal do altamente erudito e grande viajante tiozão que CS-S. Imaginem que ele tinha impulsos súbitos de viajar e viajava para os lugares mais malucos de um dia para outro e isso numa época em que fazê-lo era complicado. Ele conheceu o Sri Lanka, a Indochina, o Egito e lugares tão exóticos e bisonhos quanto Rio de Janeiro e São Paulo! E isso em 1899! Pior, vocês não acreditar, mas ele foi aos Estados Unidos! Morreu em Argel numa dessas viagens.

Grande Saint-Saëns! Excelente CD!

Camille Saint-Saëns (1835 -1921): Complete Works for Cello & Orchestra

1. Cello Concerto No. 1 in A minor, Op. 33
2. Cello Concerto No. 2 in D minor, Op. 119: Allegro moderato e maestoso – Andante sostenuto
3. Cello Concerto No. 2 in D minor, Op. 119: Allegro non troppo – Cadenza – Molto allegro

4. Suite for cello & orchestra, Op. 16bis: Prélude
5. Suite for cello & orchestra, Op. 16bis: Sérénade
6. Suite for cello & orchestra, Op. 16bis: Scherzo
7. Suite for cello & orchestra, Op. 16bis: Romance
8. Suite for cello & orchestra, Op. 16bis: Finale

9. Romance for horn (or cello) & orchestra (or piano) in F major, Op. 36

10. Allegro appassionato, for cello & piano (or orchestra) in B minor, Op. 43

11. The Swan (from ‘Carnival of the Animals’), original (for 2 pianos & ensemble) and arrangements

Johannes Moser, violoncelo
SWR Stuttgart Radio Symphony Orchestra
Fabrice Bollon

BAIXE AQUI — DOWNLOAD HERE

Um rapaz simpático

Um tiozão bem legal

PQP

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Johann Sebastian Bach (1685-1750) – Missa em Si Menor (versão de Karl Richter) — LINK REVALIDADO

Eu estava no Rio de Janeiro em fevereiro de 1981 quando abri o Jornal do Brasil e dei de cara com a manchete do Caderno B: “Morre o mensageiro de Bach”. Como eu, PQP, estava ali, lendo o jornal, o morto só podia ser Karl Richter ou Gustav Leonhardt. Era Karl Richter (1926-1981) e a manchete era justa. Para os de minha geração, Karl Richter e sua Orquestra Bach de Munique eram a garantia do melhor Bach. Ele morreu quando as performances com instrumentos históricos estavam engatinhando. Tinha uma forma talvez excessivamente romântica de dirigir seus músicos absolutamente fantásticos e eu já tinha comprado em 1975 a gravação decisiva em meu amor pelas interpretações autênticas: os Concertos de Brandenburgo pelo Collegium Aureum com direção de Franzjosef Maier (violinista) e que tinha um cravista que vou contar para vocês… Era apenas Gustav Leonhardt. Eu estava sendo apresentado a ele naquela gravação e ele fazia misérias no Concerto Nº 5. Mas, voltando a Karl Richter, ele ainda era em 1981 o mais bachiano de todos os músicos vivos e tinha sido vitimado por um reles ataque cardíaco aos 54 anos. Hoje, ouvindo novamente sua gravação da Missa, realizada em 1962 porém com som que parece ter sido gravado ontem, a emoção do primeiro Bach que ouvi retornou mais ou menos como se fosse o primeiro sutiã da propaganda.

Uma das maiores burrices que um ser humano pode cometer é a de não mudar de opinião. Hoje, eu retiro parte da opinião externada aqui. Se a versão de Richter é patchy, uma colcha de retalhos às vezes estranhos um ao outro, digamos que ela tenha me atingido fortemente hoje pela manhã. Há a excepcional participação de Hertha Töpper no Agnus Dei e o melhor Cum Sancto Spiritu que já ouvi. Algo arrebatador que me deixou feliz todo o dia. Boto aí ao lado a referência completa da melhor gravação que já ouvi dos Concertos de Brandenburgo e que referi no parágrafo anterior. Pode interessar a alguém.

E aqui, um achado de mano FDP Bach. Toda ela, completinha, pelo Richter. Os cabelos das cantoras…:

http://youtu.be/r6ZErrGKb9c

Johann Sebastian Bach – Missa em Si Menor – BWV 232

CD1

1-01 Missa: Kyrie: Kyrie eleison
1-02 Missa: Kyrie: Christe eleison
1-03 Missa: Kyrie: Kyrie eleison
1-04 Missa: Gloria: Gloria in excelsis Deo
1-05 Et in terra pax
1-06 Missa: Gloria: Laudamus te
1-07 Missa: Gloria: Gratias agimus tibi
1-08 Missa: Gloria: Domine Deus
1-09 Missa: Gloria: Qui tollis
1-10 Missa: Gloria: Qui Sedes
1-11 Missa: Gloria: Quoniam tu solus
1-12 Missa: Gloria: Cum Sancto Spiritu

BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE – CD 1

CD2

2-01 Symbolum Nicenum: Credo: Credo in unum Deum
2-02 Symbolum Nicenum: Credo: Patrem omnipotentem
2-03 Symbolum Nicenum: Credo: Et in unum Dominum
2-04 Symbolum Nicenum: Credo: Et incarnatus est
2-05 Symbolum Nicenum: Credo: Crucifixus
2-06 Symbolum Nicenum: Credo: Et resurrexit
2-07 Symbolum Nicenum: Credo: Et in Spiritum
2-08 Symbolum Nicenum: Credo: Confiteor
2-09 Symbolum Nicenum: Credo: Ex expecto
2-10 Sanctus: Sanctus
2-11 Osanna, Benedictus, Agnus Dei et Dona nobis pacem: Osanna
2-12 Osanna, Benedictus, Agnus Dei et Dona nobis pacem Benedictus
2-13 Osanna, Benedictus, Agnus Dei et Dona nobis pacem: Osanna
2-14 Osanna, Benedictus, Agnus Dei et Dona nobis pacem: Agnus Dei
2-15 Osanna, Benedictus, Agnus Dei et Dona nobis pacem: Dona nobis pacem

BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE – CD 2

Maria Stader, soprano
Hertha Töpper, contralto
Ernst Haefliger, tenor
Dietrich Fischer-Dieskau, baixo
Kieth Engen, baixo
Coro Bach de Munique
Orquestra Bach de Munique
Karl Richter

PQP

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J. S. Bach (1685-1750): Missa em Si Menor, BWV 232 (amanhã, 21 de março / 328 anos do nascimento de nosso pai)

Às vezes, as pessoas esquecem que eu e FDP Bach somos filhos de Johann Sebastian. Bem, mas não interessa.

A estupenda Missa em Si Menor, BWV 232 é uma das maiores obras musicais já compostas. Boa parte daqueles comentaristas que têm aquele o viciante hábito de criar classificações de maiores e melhores, costumam colocar a Missa como a maior obra musical de todos os tempos. Não gosto deste tipo de afirmativa e estou treinando intimamente para não sair impondo às pessoas frases do tipo “é um grande filme”, “é o maior dos livros”, etc. Melhor antecedê-las de um “em minha opinião…” ou “penso que…”, etc.

Tenho ouvido a Missa desde minha adolescência e parece-me que sempre descubro nela um detalhe a mais, um novo encanto. Voltei a ouvi-la ontem. Coloquei o CD duplo da gravação de Konrad Junghanel — esta que ora posto —  e, por quase duas horas, acreditei em Deus. A noção de divindade sempre evitou este cético que vos escreve, mas, como afirmou o também descrente Ingmar Bergman, é impossível ignorar que Bach (1685-1750) nos convence do contrário através de sua arte perfeita. Ao menos enquanto o ouvimos.

A grandeza da Missa não é casual. Bach escreveu-a em 1733 (revisou-a em 1749) com a intenção de que ela fosse uma obra ecumênica. Seria a coroação de sua carreira de compositor sacro. Suas outras obras sacras (Missas, Oratórios, Paixões, Cantatas, etc.) foram sempre compostas em alemão e apresentadas em igrejas luteranas, porém na Missa Bach usa o latim que, em sua opinião, seria mais cosmopolita e poderia trafegar entre outras religiões, principalmente a católica. O texto utilizado não foi o das missas de sua época, é mais antigo e inclui alguns versos retirados após a Reforma, como o significativo Unam sanctam Catholicam et apostolicam Ecclesiam, que é cantado no Credo. É como se Bach pretendesse demonstrar a possibilidade de entendimento entre católicos e protestantes.

A Missa é em parte construída sobre temas do canto gregoriano em uso na Igreja Católica da época. Os meios e o colorido empregados por Bach são os mais diversos: Há corais, árias à italiana, duetos, o diabo. Todos os sentimentos, do recolhimento à angústia, da tristeza à alegria, da devoção ao secular, tudo está intensamente contemplado nesta obra onde Bach reutiliza algumas árias de Cantatas compostas anteriormente, misturando-as a peças originais, sem que disso resulte perda de homogeneidade.

Curiosamente, esta obra tão profundamente erudita e religiosa, é hoje mais apresentada em salas de concertos do que em igrejas, pois suas necessidades de tempo (105 a 120 minutos) e de grupo de executantes são maiores do que as igrejas normalmente dispõem. Não obstante este problema, Bach consegue transformar tanto as salas de concerto quanto nossas casas em locais de devoção – musical ou religiosa.

Certa vez, o compositor Gilberto Agostinho descreveu-me um fenômeno que sei ser verdadeiro:

Sempre que possível eu gosto de ouvir música com a partitura na mão. Hábito de músico, além de ser um ótimo jeito de aprender coisas e estudar. Mas existem algumas partituras que assustam a gente, pela clareza e simplicidade na escrita e pelo resultado fenomenal. Bach e Brahms tem disso. Eu fico horas analisando uma passagem simples, a duas vozes, e procurando entender o porque daquela sonoridade fantástica, mas muitas vezes não chego a conclusão nenhuma. Simplesmente não entendo. Parecem notas normais, que qualquer um poderia ter escrito, mas elas não soam assim! Com Mahler, você sabe que aquilo vai soar grande, você enxerga tudo, mesmo na passagem mais complexa. Não é o momento que vale, mas sim a construção. Você tem que caminhar junto com ele. Já Bach… O primeiro compasso (o primeiro compasso!) da Paixão Segundo São Mateus é capaz de me arrebatar, e ali já se encontra toda a profundidade que esta obra vai carregar durante duas horas. Em um compasso! E os recitativos, acordes simples e uma melodia, nada mais. Na verdade, e eu nunca ouvi recitativos tão profundos como em Bach. As vezes eu me sinto um relojoeiro inexperiente, que tenta abrir os relógios mas não consegue entender nada, muito menos montá-los de volta. A diferença é que a música não é simplesmente uma pequena máquina, e não existem manuais. Uma das coisas que eu lamento ao ouvir Bach é imaginar que nunca vou conseguir uma profundidade como aquela nas minhas composições.

E acho que isso é o suficiente diz tudo sobre Bach e sua Missa em Si Menor.

J. S. Bach (1685-1750): Missa em Si Menor, BWV 232

CD1:
1. Kyrie Eleison
2. Christe Eleison
3. Kyrie Eleison
4. Gloria In Excelsis Deo
5. Et In Terra Pax
6. Laudamus Te
7. Gratias Agimus Tibi
8. Domine Deus
9. Qui Tollis Peccata Mundi
10. Qui Sedes Ad Dexteram Patris
11. Quoniam Tu Solus Sanctus
12. Cum Sancto Spiritu

CD2:
1. Credo In Unum Deum
2. Patrem Omnipotentem
3. Et In Unim Dominum
4. Et Incarnatus
5. Crucifixus
6. Et Resurrexit
7. Et In Spiritum Sanctum Dominum
8. Confiteor
9. Et Expecto
10. Sanctu
11. Osanna In Excelsis
12. Benedictus
13. Osanna In Excelsis
14. Angus Dei
15. Dona Nobis Pacem

Johanna Koslowsky
Mechthild Bach
Monika Mauch
Susanne Ryden
Hans-Jorg Mammel
Wilfried Jochens

Cantus Colln
Konrad Junghanel

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Bach_fumando

PQP

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Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) – “Haffner Serenade” – Karl Böhm – Berliner Philharmoniker

Mais um lapso por parte do PQP Bach é não termos postado até hoje esta “Haffner” Serenade, mais uma obra prima de Mozart, e novamente nas mãos de seu grande intérprete no século XX, o grande Karl Böhm,  em uma gravação primorosa da Deutsche Grammophone. Outro nome que se destaca nesta gravação é o do violinista Thomas Brandis, responsável pelos solos que constam nesta obra. Os clientes e comentaristas da Amazon foram unânimes em dar cinco estrelas para esse CD e com razão. Definitivamente leva o selo de IM-PER-DÍ-VEL !!!

Mozart – “Haffner Serenade” – Karl Böhm – Berliner Philharmoniker

01 – Serenade in D major I. Allegro maestoso – Allegro molto
02 – Serenade in D major II. Andante
03 – Serenade in D major III. Menuetto
04 – Serenade in D major IV. Rondeau- Allegro
05 – Serenade in D major V. Menuetto galante
06 – Serenade in D major VI. Andante
07 – Serenade in D major VII. Menuetto
08 – Serenade in D major VIII. Adagio – Allegro assai
09 – Masonic Funeral Music K477

Thomas Brandis – Violin
Berliner Philharmoniker
Karl Böhm – Conductor

BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE
FDPBach

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Gioacchino Antonio Rossini – Seis Aberturas / Giuseppe Verdi – Três Prelúdios

Fuçando meus cds, encontrei esta gravação misteriosa, que traz Claudio Abbado regendo aberturas de óperas de Rossini, além de Prelúdios de Óperas de Verdi. Lembro que comprei esse cd em banca de revista, pertence a uma coleção intitulada “Deutsche Grammophon Collection”, e na verdade, creio tratar-se de uma montagem da editora, pois nem no site da DG encontrei tal cd. De qualquer forma, o cd que está indicado aí ao lado no link da amazon traz apenas as aberturas de Rossini.

Sabemos que Claudio Abbado é um grande especialista no repertório operístico italiano, e se encontra em seu elemento quando está regendo Rossini e Verdi.

Esse cd traz algumas das mais famosas aberturas de óperas de Rossini, entre as quais poderíamos destacar, é claro, “Il Barbieri di Siviglia”, “La Cenerentola”, “La Gazza Ladra”.
Trata-se de um cd leve, que traz toda a beleza da música destes dois grandes compositores italianos, amados por uns, odiados por outros, e creio que serviu de porta de entrada para muita gente no tal mundo da música erudita.

Uma postagem para relaxar, sem maiores pretensões. É para divertir e entreter.

Gioacchino Antonio Rossini – Seis Aberturas, Giuseppe Verdi – Três Prelúdios – Abbado

01 Il Barbieri di Siviglia
02 La Cerenterola
03 La gazza ladra
04 L’italiana in Algeri
05 Signor Bruschino
06 L’assedio di Corinto
07 Macbeth
08 Un ballo in maschera
09 Aida

London Symphony Orchestra
Coro e Orquestra do Teatro alla Scala
Claudio Abbado – Conductor

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Retrato de Rossini

FDP

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Mauro Giuliani (1781-1829) – Guitar Concertos – Romero – ASMF – Mariner

Os senhores gostam de violão? Eu particularmente, adoro. Já comentei por aqui mesmo, no PQPBach,que sou um violonista fracassado e que larguei o instrumento já há muito tempo atrás. De vez em quando, me dá uma recaída, e tenho vontade de comprar outro, mas acabo desistindo.
Estes cd duplo que ora vos trago é absolutamente delicioso. Traz Pepe Romero, um dos grandes nomes do instrumento, tocando Mauro Giuliani, compositor italiano, contemporâneo de Mozart, que viveu entre 1781-1829, e foi um dos grandes responsáveis em tornar o violão um instrumento solista e não apenas de acompanhamentos. Maiores informações sobre o compositor podem ser encontradas aqui : http://en.wikipedia.org/wiki/Mauro_Giuliani .
Pepe Romero e a Orquestra da Academy of the Saint Martin in the Fields, dirigida por Neville Marrimer, para variar, estão perfeitos. A perfeita parceria traz um balanço perfeito, não deixando o som do violão se perder no meio da massa orquestral. Claro que os engenheiros de som da Philips também são os responsáveis por isso. Mas estes dois CDs são os parceiros ideias para um dia chuvoso, e até meio frio, eu diria. Acompanhados por um bom livro, é claro.
Espero que apreciem.

CD 1
01 – Guitar Concerto n° 1, op. 30 in A Major – Allegro maestoso
02 – Andantino
03 – Polonaise
04 – Guitar Concerto n°2, op. 36 in A Major – 1 Maestoso
05 – Andantino
06 – Rondo
07 – Variationen op 49
08 – Gran Sonata Eroica A-dur

CD 2

01 – Guitar Concerto n° 3, in F, op. 70 – 01 – Allegro moderato
02 – Andantino alla sciliana con variaziono
03 – Polonaise
04 – Introduction, Thema mit Variationen,Polonaise – Introduction
05 – Theme with variation,
06 – Polonaise
07 – Grande Ouverture op. 61
08 – La Melanconia
09 – Variationen on a theme of Handel, op. 107
10 – Variazioni concertanti, op. 130 – Introduzione (Allegro maestoso)
11 – Tema com variazoni (Allegretto)

Pepe Romero & Celedonio Romero
Academy of Saint Martin in the Fields
Neville Marriner

BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE
FDPBach

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Curso de iniciação à música clássica retorna às atividades em Recife, após quatro anos

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Na intimidade do PQP, às vezes conjeturamos a respeito de coisas como discoteca básica, obras imprescindíveis, vivência como ouvinte, escolha de gêneros e caminhos, formação de gosto musical, etc. Sim, de vez em quando até conseguimos ser sérios.

Pois acreditamos que a música erudita não seja algo impenetrável, que ela seja como o vinho: quanto mais se conhece, mais se aprecia. E o ouvinte não precisa mergulhar necessariamente em partituras, nem no estudo do contraponto bachiano ou do serialismo. Tudo pode ser — e é — muito simples e prazeroso.

As peças do vasto quebra-cabeça estão aqui no PQP. Agora imagine que uma mão amiga poderá levá-lo a reconhecer gêneros, evolução e formas, indicando as próximas peças que foram colocadas no mosaico da música. A partir deste conhecimento, você poderá identificar do que gosta e ter vida autônoma no universo musical. Então, se você quer se iniciar ou se aprofundar neste universo, indicamos o Curso de Iniciação à Música Clássica, ministrado por Carlos Eduardo Amaral, crítico musical, jornalista e mestre em Comunicação pela UFPE.

Após um intervalo de quatro anos, o curso volta às atividades no começo de abril. De acordo com o release, “é dirigido tanto a apreciadores leigos quanto a estudantes de música iniciantes ou estudantes e profissionais de comunicação, artes e crítica cultural que desejam ter um melhor conhecimento desse universo artístico.”

O curso ensina, por exemplo, o que é uma sinfonia, um concerto, uma missa, ópera etc. Em duas aulas de duas horas cada, Carlos Eduardo Amaral fala sobre os instrumentos que compõem uma orquestra sinfônica, as vozes líricas, os principais gêneros de composição e a linha evolutiva da história da música, da Idade Média à música de vanguarda, citando obras e compositores indispensáveis. Pelo que eu li do programa, acho que vale muito a pena.

Deste modo, você saberá o que ouvir, o que evitar de acordo com seu gosto e poderá responder a perguntas como…

—  Qual o nome daquele instrumento dourado redondo todo enrolado?
— Por que chamamos aquilo de fuga se todos estão parados?
— Mulher também pode ser tenor?
— As missas são regidas por padres?
— Por que metade da orquestra saiu?
— Que ritual besta é esse? Por que não é pra aplaudir agora? Não acabou a música?
— Brahms gostava de cerveja?
— Beethoven morreu faz uns 600 anos?
— Onde nasceu Wagner? E Wagner Love?
— O maestro sabe tocar alguma coisa ou só mexe os braços?

Que boa ideia, né? Pois é, agora é só você ter a sorte de morar nas imediações de Recife e fazer o curso.

O que: Curso de Iniciação à Música Clássica
Onde: Curso Probus Lumen. R. Amaro Bezerra, 445, Derby (em frente à Aliança Francesa), Recife
Duração: dois encontros de duas horas cada
Horário: sextas, 05 e 12 de abril, das 19 às 21h
Turma: 20 alunos (poderão ser abertas novas turmas em outras datas conforme a demanda)
Valor: R$ 75 (setenta e cinco reais), que inclui apostila, DVD com material didático e eventuais brindes.
Inscrições: audicoes@gmail.com

Mais informações no site: http://musicaclassica2013.wordpress.com/

 

 

 

 

 

PQP & Avicenna

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Piotr Ilich Tchaikovsky – Piano Concerto n°1, Sergey Rachmaninov – Piano Concerto n°2

FDPBach fez aniversário mas quem também ganha presente são os nossos fiéis leitores. Neste último dia dois de março completei 48 anos de idade, já quase chegando aos 50, mas não quero pensar nisso.
E enquanto uns comemoram seus aniversários, outros lamentam a morte de Harvey Lavan “Van” Cliburn Jr. , também conhecido como Van Cliburn, um dos maiores nomes do piano do século XX, mas infelizmente pouco conhecido das novas gerações.
Esse cara, aos 23 anos de idade, em 1958, foi simplesmente o vencedor do prestigiado concurso “International Tchaikovsky Piano Competition”, em Moscou. Foi quando voltou aos Estados Unidos que gravou este CD que ora posto, regido pelo mesmo maestro que conduzira a Filarmônica de Moscou no momento do prêmio, o grande Kiril Kondrashin. Após isso, Van Cliburn retornou várias vezes à União Soviética, sempre muito ovacionado após sua apresentações.
Bem, e com relação a este CD o que tenho a dizer, os senhores devem estar se perguntando. Eu diria que com certeza é uma das melhores gravações do Concerto de Tchaikovsky já realizadas, com dois especialistas no repertório, claro, Van Cliburn e Kondrashin, mas o que mais me emociona é o Rach 2, gravado com a Chicago Symphony no apogeu da carreira de Fritz Reiner. É emocionante. De se ouvir de joelhos dezenas de vezes. As quatro estrelas e meia que os clientes e comentaristas da amazon deram para esse cd são bem dados, mas merece cinco estrelas, com certeza. E está muito barato, meros 9 dólares na amazon o novo, e tem usados por meros três dólares. Ou seja, um café com um pãozinho de queijo na padaria da esquina.
Mas enfim, que Van Cliburn descanse em paz. Cumpriu uma bela missão na terra ao nos proporcionar momentos de tanto prazer, nos permitindo ter acesso ao seu enorme talento, talento este que mostrou que a música pode sim romper as barreiras ideológicas tão fortes quanto aquelas que existiam naquele momento tão peculiar e perigoso da história da humanidade.

01 – Tchaikovsky – Piano Concerto No 1 – 1. Allegro non troppo e molto maestoso ~
02 – Tchaikovsky – Piano Concerto No 1 – 2. Andantino simplice
03 – Tchaikovsky – Piano Concerto No 1 – 3. Allegro con fuoco

Van Cliburn – Piano
RCA Symphony Orchestra
Kiril Kondrashin – Conducto

04 – Rachmaninoff – Piano Concerto No 2 – 1. Moderato – Allegro
05 – Rachmaninoff – Piano Concerto No 2 – 2. Adagio sostenuto
06 – Rachmaninoff – Piano Concerto No 2 – 3. Allegro scherzando

Van Cliburn – Piano
Chicago Symphony Orchestra
Fritz Reiner – Conductor

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Retrato do Artista Quando Jovem – Van Cliburn
21/07/1934 – 27/02/2013

 

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Dmitri Shostakovich (1906-1975) – Violin Concertos – Sergey Kachatryan – Kurt Masur – Orchestre National de France

Resolvi aproveitar a deixa de uma das últimas postagens de PQP, com a mesma dupla Kachatryan/Masur para vos trazer este baita CD, com esta dupla impecável tocando os concertos para violino de Shostakovich, sabidamente um dos compositores favoritos do blog, e de seu mentor, PQPBach. Na verdade, eu tinha certeza de que este CD já havia sido postado por aqui anteriormente, ou pelo próprio PQP ou então pelo Carlinus, outro fã do compositor russo. De qualquer maneira, eis o dito cujo.
Fui atrás de maiores informações sobre o violinista, e descobri que ele é armênio, nascido em 1985, e ganhou diversos prêmios internacionais, inclusive o “VIII International Jean Sibelius Competition”, em Helsinki, e que foi o mais jovem vencedor deste prêmio, quando tinha meros 15 anos de idade. E pensar que nesta idade a maior parte de nós ainda não entendeu direito a que veio neste mundo… pelo menos creio que a minha geração era assim, o acesso à informação ainda não era tão fácil.
Mas voltemos a este CD para dizer que ele realmente é IM-PER-DÍ-VEL !!!. Discaço, com um jovem instrumentista já com muita personalidade e um Kurt Masur impecável como sempre.

01. Violin Concerto No.1 A minor, Op.99, Op.77 – I – Nocturne. Moderato
02. Violin Concerto No.1 A minor, Op.99, Op.77 – II – Scherzo. Allegro
03. Violin Concerto No.1 A minor, Op.99, Op.77 – III – Passacaglia. Andante
04. Violin Concerto No.1 A minor, Op.99, Op.77 – IV – Burlesque. Allegro con Brio
05. Violin Concerto No.2 C sharp minor, Op.129 – I – Moderato
06. Violin Concerto No.2 C sharp minor, Op.129 – II – Adagio
07. Violin Concerto No.2 C sharp minor, Op.129 – III – Adagio-Allegro

Sergey Kachatryan – Violino
Orchestre National de France
Kurt Masur – Regente

BAIXE AQUI  – DOWNLOAD HERE

FDPBach

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Guillaume Dufay (1397-1474): Music for St. James, The Greater

Não sou exatamente um tarado por este QUADRANTE da história da música. É muita Idade Média, santidade, religião e pouca música para um ateu. É muita tentativa de céu e espiritualidade junto com muito desprezo pela terra e pelo humano. Mas isso não é motivo para que eu vos SONEGUE Dufay. Vá lá, vá lá. O que acho legal é o belo trabalho dos cantores, mas confesso que me agrada apenas quando estou lendo ou fazendo alguma coisa que me exija concentração. Bem, mas está aí. Rezem à vontade. Eu fora!

Guillaume Dufay (1397-1474): Music for St. James, The Greater

1. Missa S Jacobi, for 3 and 4 voices: Introit
2. Missa S Jacobi, for 3 and 4 voices: Kyrie
3. Missa S Jacobi, for 3 and 4 voices: Gloria
4. Missa S Jacobi, for 3 and 4 voices: Alleluia
5. Missa S Jacobi, for 3 and 4 voices: Credo
6. Missa S Jacobi, for 3 and 4 voices: Offertory
7. Missa S Jacobi, for 3 and 4 voices: Sanctus
8. Missa S Jacobi, for 3 and 4 voices: Agnus Dei
9. Missa S Jacobi, for 3 and 4 voices: Communio
10. Work(s): Rite majorem Jacobum canamus / Arcibus summis miseri reclusi
11. Balsamus et munda cera, isorhythmic motet for 4 voices
12. Gloria ad modum tubae, for 4 voices
13. Credo, for 3 voices
14. Apostolo glorioso, isorhythmic motet for 5 voices

The Binchois Consort
Andrew Kirkman

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Dufay: santidade excessiva para PQP.

PQP

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