Shostakovich (1906-1975): Piano Concerto No. 1 e 2 / Symphony No. 1 / Three Fantastic Dances

Onde está você, Cristina Ortiz? Dando master classes em Londres e Nova Iorque? Pois esta baiana faz a maior falta ao Brasil. Ou a Porto Alegre, pois acabo de ler que ela apresentou o Concerto Nº 2 de Brahms em São Paulo, no ano passado. Deveria vir também mais pro sul…  Cristina Ortiz (1950) gravou faz tempo este concertos de Shostakovich e até hoje seus registros são importante referência na discografia. Mas me parece que Cristina, ao menos, meio que saiu do circuito das gravadoras. Ignoro as razões. Este CD é mais  do que perfeito. São notáveis interpretações de obras importantes de Shostakovich. Se você não ouviu, aproveite para conhecer Cris Ortiz. Será muito proveitoso. Ela dá um show de bola.

Shostakovich (1906-1975): Piano Concerto No. 1 e 2 /
Symphony No. 1 /
Three Fantastic Dances

1. Piano Concerto No.1, Op.35 (1987 Digital Remaster): Allegro moderato – Allegro vivace – Moderato 6:05
2. Piano Concerto No.1, Op.35 (1987 Digital Remaster): Lento 7:12
3. Piano Concerto No.1, Op.35 (1987 Digital Remaster): Moderato 1:58
4. Piano Concerto No.1, Op.35 (1987 Digital Remaster): Allegro con brio – Presto – Allegretto poco moderato – Allegro con brio 6:49
Cristina Ortiz, piano
Bournemouth Symphony Orchestra
Paavo Berglund

5. Piano Concerto No. 2 in F Op. 102 (1975 Digital Remaster): I. Allegro 7:27
6. Piano Concerto No. 2 in F Op. 102 (1975 Digital Remaster): II. Andante 6:48
7. Piano Concerto No. 2 in F Op. 102 (1975 Digital Remaster): III. Allegro 5:47
Cristina Ortiz, piano
Bournemouth Symphony Orchestra
Paavo Berglund

8. Symphony No. 1 in F minor Op. 10: I. Allegretto – Allegro non troppo 7:48
9. Symphony No. 1 in F minor Op. 10: II. Allegro 4:20
10. Symphony No. 1 in F minor Op. 10: III. Lento – Largo 7:15
11. Symphony No. 1 in F minor Op. 10: IV. Lento – Allegro molto – Adagio – Largo – Presto 8:39
Philharmonia Orchestra
Efrem Kurtz

12. Three Fantastic Dances Op. 5 (1987 Digital Remaster): I. Allegretto 1:09
13. Three Fantastic Dances Op. 5 (1987 Digital Remaster): II. Andantino 1:25
14. Three Fantastic Dances Op. 5 (1987 Digital Remaster): III. Allegretto 0:52
Cristina Ortiz, piano

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Ortiz: esta baiana é um uma tremenda pianista

Ortiz: esta baiana é um uma tremenda pianista

PQP

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Stravinsky: Le Sacre du Printemps, Petrouchka – Concertgebouw Orchestra, Amsterdam – Sir Colin Davis [link atualizado 2017]

Minha contribuição para os 100 anos da estréia desta obra, at last but not least, é a versão de sir Colin Davis. A virtude desta gravação, ao meu ver, é a extrema limpidez com que Davis dá à leitura da obra, realçando ao mesmo tempo a riqueza da imensa orquestração e a selvageria da música, a níveis de pura barbárie. Ele faz a percussão descer o cassete, como raras vezes pude ouvir. Ademais, a poderosa sonoridade da orquestra do Concertgebouw em sua melhor forma (a gravação é de 1976), faz dela um espetáculo à parte.

Na época do LP, a obra vinha solo, mas na era do CD, foi lançada, pra variar, com Petrouchka. Pensei em postar apenas a Sagração, mas seria sacanagem, vale o bonus.

Mais: o CD é antigo, e a Sagração veio com divisão de index, e não de tracks, mas hoje essa informação não é mais utilizada, de forma que ela fica com duas faixas mesmo.

Enjoy!

Stravinsky: Le Sacre du Printemps / Petrouchka

Stravinsky: Petrouchka (1947 version) – 01.The Shrovetide Fair
Stravinsky: Petrouchka (1947 version) – 02.Russian Dance
Stravinsky: Petrouchka (1947 version) – 03.In Petrouchka’s Booth
Stravinsky: Petrouchka (1947 version) – 04.In The Moor’s Booth
Stravinsky: Petrouchka (1947 version) – 05.Waltz (The Ballerina & The Moor)
Stravinsky: Petrouchka (1947 version) – 06.The Shrovetide Fair (Evening)
Stravinsky: Petrouchka (1947 version) – 07.Dance Of The Nursemaids
Stravinsky: Petrouchka (1947 version) – 08.The Bear & The Peasant
Stravinsky: Petrouchka (1947 version) – 09.The Jovial Merchant With Two Gypsy Girls
Stravinsky: Petrouchka (1947 version) – 10.Dance Of The Coachmen & Grooms
Stravinsky: Petrouchka (1947 version) – 11.The Masqueraders
Stravinsky: Petrouchka (1947 version) – 12.The Fight: The Moor & Petrouchka
Stravinsky: Petrouchka (1947 version) – 13.Death Of Petrouchka
Stravinsky: Petrouchka (1947 version) – 14.The Police & The Showman
Stravinsky: Petrouchka (1947 version) – 15.Apparition Of Petrouchka
Stravinsky: Le Sacre du Printemps (The Rite of Spring) 1.The Adoration of the Earth
Stravinsky: Le Sacre du Printemps (The Rite of Spring) 2.The Sacrifice

Sir Colin Davis, Concertgebouw Orchestra, Amsterdam
PHILIPS, 1976

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Chucruten
Repostado por Bisnaga

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Igor Stravinsky (1882-1971): A Sagração da Primavera / O Rouxinol

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Será um exagero meu? Sinceramente, não sei. Este registro de Robert Craft (1923) é, em minha opinião, o melhor que ouvi até hoje da Sagração da Primavera. E não é por Craft ter sido amigo de Igor e de ter escrito livros sobre ele. Achei a gravação insuperável ao visitar um músico amigo que estava ouvindo. Por falar nisto: já ouviram falar em Stravinsky – Crônicas de uma Amizade, de Robert Craft, Difel, 2002, tradução de Eduardo Francisco Alves, 722 páginas, com ilustrações? No livro, Craft traça um retrato completo de Stravinsky, como compositor, pessoa, marido e celebridade amante do jet set.

Ah, gravação extraordinária da Naxos.

Le sacre du printemps (1913 version)
1. Part I (Adoration of the Earth): Introduction 00:03:19
2. Part I (Adoration of the Earth): The Augurs of Spring / Dances of the Young Girls 00:03:14
3. Part I (Adoration of the Earth): Ritual of Abduction 00:01:19
4. Part I (Adoration of the Earth): Spring Rounds 00:03:09
5. Part I (Adoration of the Earth): Ritual of the Rival Tribes 00:03:10
6. Part I (Adoration of the Earth): Dance of the Earth 00:01:18
7. Part II (The Sacrifice): Introduction 00:03:31
8. Part II (The Sacrifice): Mystic Circles of the Young Girls 00:03:08
9. Part II (The Sacrifice): Glorification of the Chosen One 00:01:37
10. Part II (The Sacrifice): Evocation of the Ancestors 00:00:41
11. Part II (The Sacrifice): Ritual Action of the Ancestors 00:02:58
12. Part II (The Sacrifice): Sacrificial Dance 00:04:34

London Symphony Orchestra
Robert Craft, conductor

The Nightingale (Le rossignol)
13. Scene 1 (The Forest at Dawn): Introduction 00:03:05
14. Scene 1 (The Forest at Dawn): Fisherman 00:03:32
15. Scene 1 (The Forest at Dawn): Nightingale’s Aria 00:03:01
16. Scene 1 (The Forest at Dawn): Chamberlain, Bonze, Cook, Courtiers 00:02:50
17. Scene 1 (The Forest at Dawn): Second Entrance of the Nightingale 00:00:47
18. Scene 1 (The Forest at Dawn): Chamberlain and Bonze 00:00:24
19. Scene 1 (The Forest at Dawn): Nightingale’s Second Aria 00:00:44
20. Scene 1 (The Forest at Dawn): Chamberlain and Bonze 00:00:52
21. Scene 1 (The Forest at Dawn): Fisherman 00:01:26
22. Scene 2 (The Porcelain Palace of the Chinese Emperor): Prelude 00:01:27
23. Scene 2 (The Porcelain Palace of the Chinese Emperor): Cook 00:00:20
24. Scene 2 (The Porcelain Palace of the Chinese Emperor): Prelude (reprise) 00:00:22
25. Scene 2 (The Porcelain Palace of the Chinese Emperor): Chinese March 00:03:10
26. Scene 2 (The Porcelain Palace of the Chinese Emperor): Chamberlain 00:00:14
27. Scene 2 (The Porcelain Palace of the Chinese Emperor): Song of the Nightingale 00:04:12
28. Scene 2 (The Porcelain Palace of the Chinese Emperor): The Japanese Envoys 00:01:18
29. Scene 2 (The Porcelain Palace of the Chinese Emperor): The Mechanical Nightingale 00:00:59
30. Scene 2 (The Porcelain Palace of the Chinese Emperor): The Emperor, Chamberlain, Courtiers 00:00:59
31. Scene 2 (The Porcelain Palace of the Chinese Emperor): Chinese March (reprise) 00:00:50
32. Scene 2 (The Porcelain Palace of the Chinese Emperor): Fisherman 00:00:59
33. Scene 3 (The Emperor’s Bedchamber): Prelude 00:02:43
34. Scene 3 (The Emperor’s Bedchamber): Chorus of Ghosts, Emperor 00:01:08
35. Scene 3 (The Emperor’s Bedchamber): Nightingale 00:02:12
36. Scene 3 (The Emperor’s Bedchamber): Death and the Nightingale 00:01:29
37. Scene 3 (The Emperor’s Bedchamber): Nightingale’s Aria 00:01:25
38. Scene 3 (The Emperor’s Bedchamber): Emperor and Nightingale 00:01:41
39. Scene 3 (The Emperor’s Bedchamber): Funeral Procession 00:01:14
40. Scene 3 (The Emperor’s Bedchamber): Fisherman 00:01:06

Trifonova, Olga, soprano
Tear, Robert, tenor
Longworth, Pippa, soprano
Whelan, Paul, bass-baritone
Richardson, Stephen, bass
Greenan, Andrew, baritone
Burgess, Sally, alto
Hall, Peter, tenor
Preece, Simon, bass
London Voices
Philharmonia Orchestra
Craft, Robert, Conductor

Total Playing Time: 01:16:27

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Meu amigo Craft nunca negou fogo, que baita execução!

Meu amigo Craft nunca negou fogo, que baita execução!

PQP

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Igor Stravinsky (1882-1971): Rite of Spring / Fireworks / Petrouchka

Seguindo nossa homenagem aos 100 anos da estreia de A Sagração da Primavera, lá vai o segundo torpedo, este com Seiji Ozawa, grande regente que atualmente luta com problemas de saúde decorrentes de um câncer no esôfago contraído em 2009. Assim como no CD postado por FDP Bach, a Sagração vem com o brinde de Petrouchka, mas aqui temos também a curta e excelente Fogos de Artifício.

Igor Stravinsky (1882-1971): Rite of Spring / Fireworks / Petrouchka

1. Petrouchka (1947 version): Scene I: The Shrovetide Fair: Vivace 4:59
2. Petrouchka (1947 version): Scene I: The Shrovetide Fair: The Magic Trick 1:57
3. Petrouchka (1947 version): Scene I: The Shrovetide Fair: Russian Dance 2:29
4. Petrouchka (1947 version): Scene II: Petrouchka’s Cell 3:58
5. Petrouchka (1947 version): Scene III: The Moor’s Cell: L’istesso tempo 2:39
6. Petrouchka (1947 version): Scene III: The Moor’s Cell: Dance of the Ballerina 0:45
7. Petrouchka (1947 version): Scene III: The Moor’s Cell: Waltz 3:00
8. Petrouchka (1947 version): Scene IV: The Fair (toward evening): Tempo giusto 1:05
9. Petrouchka (1947 version): Scene IV: The Fair (toward evening): Wet Nurses’ Dance 2:21
10. Petrouchka (1947 version): Scene IV: The Fair (toward evening): Peasant with Bear 1:37
11. Petrouchka (1947 version): Scene IV: The Fair (toward evening): Gypsies and a Rake Vendor 0:51
12. Petrouchka (1947 version): Scene IV: The Fair (toward evening): Dance of the Coachmen 1:56
13. Petrouchka (1947 version): Scene IV: The Fair (toward evening): Masqueraders 1:37
14. Petrouchka (1947 version): Scene IV: The Fair (toward evening): The Scuffle (Moor and Petrouchka) 0:53
15. Petrouchka (1947 version): Scene IV: The Fair (toward evening): Death of Petrouchka 1:54
16. Petrouchka (1947 version): Scene IV: The Fair (toward evening): Appearance of Petrouchka’s Ghost 0:49

17. The Rite of Spring: Part I: The Adoration of the Earth: Introduction 3:07
18. The Rite of Spring: Part I: The Adoration of the Earth: Harbingers of Spring (Dances of the Young Girls) 3:08
19. The Rite of Spring: Part I: The Adoration of the Earth: Mock Abduction 1:22
20. The Rite of Spring: Part I: The Adoration of the Earth: Spring Khorovod (Round Dances) 3:33
21. The Rite of Spring: Part I: The Adoration of the Earth: Games of the Rival Tribes 1:47
22. The Rite of Spring: Part I: The Adoration of the Earth: Procession of the Wise Elder 0:39
23. The Rite of Spring: Part I: The Adoration of the Earth: Adoration of the Earth (Wise Elder); Dance of the Earth 1:26
24. The Rite of Spring: Part II: The Sacrifice: Introduction 4:25
25. The Rite of Spring: Part II: The Sacrifice: Mystic Circles of the Young Girls 3:14
26. The Rite of Spring: Part II: The Sacrifice: Glorification of the Chosen Victim 1:24
27. The Rite of Spring: Part II: The Sacrifice: Summoning of the Ancestors 0:53
28. The Rite of Spring: Part II: The Sacrifice: Ritual of the Ancestors 3:30
29. The Rite of Spring: Part II: The Sacrifice: Sacrificial Dance (Chosen One) 4:03

30. Fireworks, Op. 4 3:34

Boston Symphony Orchestra (Petrouchka)
Chicago Symphony Orchestra
Seiji Ozawa

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Bom esse Ozawa. Ouviram os sopros da orquestra?

Bom esse Ozawa. Ouviram os sopros da orquestra?

PQP

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Igor Stravinsky (1882-1971): Pétrouchka, Le Sacré du Printemps – Boulez, Cleveland Orchestra


Minha homenagem aos 100 anos da estreia da “Sagração da Primavera” é modesta, mas é de coração. Adoro esta gravação que o Pierre Boulez realizou com a Cleveland Orchestra, no início dos anos 90. O maestro e compositor francês é um grande intérprete deste excepcional compositor russo. E de quebra, os senhores levam “apenas” a “Petrouchka”. Ou seja, a “Sagração da Primavera” completa seus primeiros cem anos, mas quem está ganhando o presente são os senhores.A Wikipedia tem uma excelente página sobre a obra, trazendo os principais detalhes e curiosidades.

Divirtam-se…

Igor Stravinsky (1882-1971) –
Pétrouchka, Le Sacré du Printemps – Boulez, Cleveland Orchestra

01 – Pétrouchka – First Tableau
02 – Pétrouchka – Second Tableau
03 – Pétrouchka – Third Tableau
04 – Pétrouchka – Fourth Tableau
05 – Le Sacre du Printemps, Part 1 – L’Adoration de la Terre
06 – Le Sacre du Printemps, Part 2 – Le Sacrifice

Cleveland Orchestra
Pierre Boulez – Conductor

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Igor Stravinsky jovem

Igor Stravinsky jovem

FDPBach

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Ludwig van Beethoven (1770-1827) – Piano Trios – CDs 3 e 4 de 4 – Ashkenazy, Perlman, Hazell

CoverApós as surpresas que o servidor Depositfiles que aprontou, apagando os últimos arquivos que subi, voltei a utilizar o uploaded, mas também não confio muito nele. Estou estudando as possibilidades para ver o que faço daqui para a frente. Só aviso que os cds do Wagner, que foram apagados sumariamente, sem prévio aviso, assim ficarão enquanto não resolver o problema.
Então, vamos ao que viemos, que hoje o tempo é curto.
Demorou mas finalmente saiu os outros dois cds dos Trios para Piano de Beethoven, nesta memorável gravação com Ashkenazy, Perlman e Hazell. E aqui temos as duas obras primas desta formação, os Trios “Ghost” e “Archduke”. Para variar, o trio de músicos está impecável.

CD 1

1 1 Piano Trio, Op, 70, n°1, “Ghost”, in D major – Allegro vivace con brio
2 2 Largo assai ed espressivo
3 Presto
4 – 18 – Variations, Op. 44, in E Flat
19 – Piano Trio, op 70, n°2, in E Flat – 1 Poco sostenuto – Allegro ma non troppo, Tempo I, Tempo II
20 2 Allegretto
21 3 Allegretto ma non troppo
22 4 Finale: Allegro
23 Piano Trio, Hess 48 – Allegretto

CD 2

1 Piano Trio, op. 97, “Archduke” in B Flat – 1 Allegro moderato
2 2 Scherzo & Trio: Allegro
3 3 Andante cantabile ma pero con moto – Poco piu adagio – Tempo I
4 4 Allegro moderato – Presto
5 1 Piano Trio, Woo 38 in E flat – Allegro moderato
6 2 Scherzo & Trio: Allegro ma non troppo
7 3 Rondo; Allegretto

Vlademir Ashkenazy – Piano
Itzakh Perlman – Violin
Lynn Harrell – Cello

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J. Haydn (1732-1809): Sonatas para Piano

timof

Este arquivo é uma imagem de um LP soviético da grande Lubov Timofeyeva. Vale a pena baixar, sim. É uma excelente pianista que valoriza as belas e nada complexas sonatas do mestre Haydn. Eu? Gosto muito. Brendel rende ainda mais neste repertório, é muito mais manhoso, marrento e sutil. À Timofeyeva talvez falte algum bordel, mas mesmo assim ela desempenha maravilhosamente. Experimente!

J. Haydn (1732-1809): Sonatas para Piano

Piano Sonata in G major Hob.XVI No.8 (No.1)
1. Allegro 2. Menuet 3. Andante 4. Allegro

Piano Sonata in C major Hob.XVI No.7 (No.2)
1. Allegro moderato 2. Menuet 3. Finale (Allegro)

Piano Sonata in F major Hob.XVI No.9 (No.3)
1. Allegro 2. Menuet 3. Scherzo (Allegro)

Piano Sonata in G major Hob.XVI G 1 (No.4)
1. Allegro 2. Menuetto 3. Finale (Presto)

Piano Sonata in G major Hob.XVI No.11 (No.5)
1. Presto 2. Andante 3. Menuet

Piano Sonata in C major Hob.XVI No.10 (No.6)
1. Moderato 2. Menuet 3. Finale (Presto)

Piano Sonata in D major Hob.XVII D 1 (No.7)
1. Moderato 2. Menuet 3. Finale (Allegro)

Lubov Timofeyeva, piano

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PQP

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Maurice Ravel (1875-1937): Complete Orchestral Works (Triplo)


Adquiri esse cd numa leva de 21 que comprei de uma só vez. Bons tempos aqueles, pois era desprovido de dívidas e obrigações mensais, gastava tudo do jeito que bem entendia. Os preços eram verificados através de selos e somente quando cheguei em casa, percebi que esse cd triplo tinha saído pelo preço de duplo, pois estava, erroneamente, com apenas dois selos. Como tinha comprado uma quantidade razoável, não me senti culpado e ainda passei a ser tratado à pão-de-ló, não só na filial em que comprei os discos, mas em praticamente todas as outras lojas. Era um cafezinho aqui, uma aguinha ali. Tinha prioridade para escutar qualquer disco, mesmo que os aparelhos já estivessem sendo usados por outras pessoas, eles sempre davam um jeitinho de liberar um pra mim. Gostava da situação, mas muitas vezes fiquei sem graça, pois chegava a ser ridículo. De certa forma, até que eu merecia, pois sempre que passava em frente a uma das lojas, acabava entrando e dificilmente levava apenas um cd, pois estava no início da minha coleção e ainda tinha muita coisa à adquirir.

A partir desse álbum triplo pude ter um contato mais próximo com a obra orquestral de Ravel, pois até antes dele, só conhecia o Bolero e a orquestração para Quadros de uma Exposição de Mussorgsky. Aqui pude apreciar e me encantar à primeira audição, o que Stravinsky considerava uma das mais belas obras do século XX, o bailado Daphnis et Chloé, considerado por muitos sua obra-prima, uma verdadeira sinfonia coreográfica.

Fiquei igualmente extasiado ao ouvir, também pela primeira vez, a obra “neobarroca” Le Tombeau de Couperin e suas sutilezas orquestrais, é notório à todos a genialidade orquestral do compositor francês. Sem falar em uma das melodias mais lindas de todos os tempos, Pavane pour une infante défunte é sublime.

A chocante La Valse, com seus acordes dissonantes, foi encomendada por Diaghilev que acabou por não apreciá-la, recusando-se a chamar a obra de balé. Cinco anos depois Ravel, ainda magoado, recusou-se a apertar a mão de Diaghilev, o que motivou o russo a desafiá-lo a um duelo. Um episódio ridículo e evitado por muito pouco. Mais tarde Diaghilev viria a se retratar devido a persuasão de amigos comuns.

Francês de nascença, mas com descendência espanhola por parte de mãe, Ravel revela seu lado ibérico através de obras como Bolero, Rapsodie Espagnole e Alborada Del Gracioso.

Obs.: Apesar da capa do meu álbum ser diferente (aparece apenas o Abbado da cintura pra cima, concentrado, em posição de regência com a batuta e o selo da DG no cantinho inferior esquerdo) do apresentado pelo site Amazon, trata-se da mesma gravação.

Espero que apreciem e se encantem tanto quanto eu. Boa audição!

.oOo.

Ravel: Complete Orchestral Works

CD1

1. BoleroTempo di Bolero moderato assai (14:26)

Rapsodie Espagnole
2. I. Prélude à la nuit: Très modéré (4:26)
3. II. Malagueña: Assez vif (2:03)
4. III. Habanera: Assez lent et d’un rythme las (2:41)
5. IV. Feria: Assez animé (6:00)

Ma Mère L’oye – Orchestral version
6. Prélude: Très lent (3:25)
7. 1er Tableau: Danse du rouet et scène – Allegro (3:32)
8. 2e Tableau: Pavane de la Belle au bois dormant – Lent – Allegro – Mouvement de Valse modéré (2:47)
9. 3e Tableau: Les entretiens de la Belle et de la Bête – Mouvement de Valse modéré (5:15)
10. 4e: Petit Poucet  – Très modéré (4:45)
11. 5e Tableau: Laideronnette, Impératrice des Pagodes – Mouvement de Marche – Allegro – Très modéré (4:48)
12. Apothéose: Le jardin féerique – Lent et Grave (3:43)

13. Pavane pour une infante défunteLent (6:37)

CD2

Daphnis et Chloé – Ballet en 3 parties (complete)

Première partie
1. Introduction. Lent – Entrent des jeunes gens – Très modéré (3:31)
2. Danse religieuse. Modéré (2:35)
3. Tout au fond – Chloé le rejoint – Un peu plus lent – Emotion douse (3:13)
4. Vif – Les jeunes filles attirent Daphnis (0:50)
5. A ce moment, elle est entraînée dans la danse des jeunes gens (0:56)
6. Danse générale – Beaucoup moins vif (0:43)
7. Vif – Plus modéré – Très modéré – Pesant – qui termine (2:37)
8. Assez lent – Tous invitent Daphnis – Vif (2:54)
9. Lent – Moins lent – Très libre (1:42)
10. Très modéré – Plus lent – 1er Mouvement (1:35)
11. Modérément animé – Au second plan – Un peu plus animé – Elle se jette – Très animé – Lent – Très agitè (1:35)
12. Modéré – La 2e Nymphe – La 3me Nymphe – Plus lent (1:54)
13. Lent et très souple de mesure – 1er Mouvement – Plus lent – 1er Mouvement – Peu à peu  (3:30)

Deuxième partie
14. Même mesure – Des appels de trompes – Une lueur sourde (2:52)
15. Animé et très rude – (Au camp des pirates) (2:00)
16. Un peu moins animé (1:54)
17. Très rude – Bryaxis lui ordonne – Modéré – Animé – Assez lent – Animé – Lent (3:31)
18. Assez animé – Le chef l’emporte (0:29)
19. Lent – Modére – Par endroits – Cà et là – Les chèvres-pieds (2:09)

Troisième partie
20. Lent – Peu à peu – Un autre berger – Entre un groupe (4:49)
21. Le vieux berger – Lent – Daphnis: Pan apparaît – Au Mouvement – Désepéré, il arrache (2:01)
22. Très lent – En animant toujours (4:08)
23. Lent – Animé – Lent – Animé (1:01)
24. Danse générale – Danse de Daphnis et Chloé – Danse de Dorcon (3:36)

Valses Nobles et Sentimentales
25. I. Modéré – très franc (1:18)
26. II. Assez lent – avec une expression intense (1:52)
27. III. Modéré (1:31)
28. IV. Assez animé (1:10)
29. V. Presque lent – dans un sentiment intime (0:59)
30. VI. Assez vif (0:43)
31. VII. Moins vif (2:53)
32. VIII. Épilogue (Lent) (3:15)

CD3

Le tombeau de Couperin – Orchestral version
1. I. Prélude: Vif (3:01)
2. II. Forlane: Allegretto (5:32)
3. III. Menuet: Allegro moderato (4:36)
4. IV. Rigaudon: Assez vif (3:03)

5. Alborada del GraciosoAssez vif (7:16)

6. Shéhérazade – Ouverture de féerie – Modéré (13:33)

7. Menuet Antique – for Orchestra – Maestoso (6:17)

8. Une barque sur l’océan – Très souple de rythme (7:15)

9. Fanfare from “L’Eventail de Jeanne”Allegro moderato (1:49)

10. La Valse – Choreographic poem, for Orchestra – Mouvement de valse viennoise (12:28)

London Symphony Orchestra
Claudio Abbado

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CD 2 – BAIXE AQUI — DOWNLOAD HERE
CD 3 – BAIXE AQUI — DOWNLOAD HERE

Marcelo Stravinsky

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Kabalevsky (1904-1987): Cello Concerto No. 2 Op. 77 / Khachaturian (1903-1978): Cello Concerto / Glazunov (1865-1936): Chant du Menestrel Op. 71

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Kabalevsky: Cello Concerto No. 2 Op. 77 / Khachaturian: Cello Concerto / Glazunov: Chant du Menestrel Op. 71

Aí você tem uma raridade. Os concertos de para Violoncelo e Orquestra de Kabalevsky e Khatchaturian são bastante divulgados na Europa oriental, mas aqui raramente — ou nunca — fazem parte do repertório das orquestras. Uma pena, pois trata-se de boa e divertida música. Eu curto muito estas obras — refiro-me às de Kabalevsky e Khachaturian — que daqui alguns dias reaparecerão aqui no PQP com outros intérpretes. O Glazunov apenas serve para completar o disco.

Kabalevsky: Cello Concerto No. 2 Op. 77 /
Khachaturian: Cello Concerto /
Glazunov: Chant du Menestrel Op. 71

Dmitry Kabalesky (1904-1978)
Cello Concerto No.2 Op.77
1. Cello Concerto No. 2, Op. 77: I. Molto sostenuto – Allegro molto e energico
2. Cello Concerto No. 2, Op. 77: II. Presto marcato
3. Cello Concerto No. 2, Op. 77: III. Andante con molto

Alexander Glazunov (1865-1936)
4. Chant du Ménestrel for Cello and Orchestra Op.71

Aram Khachaturian (1903-1987)
Cello Concerto
5. Cello Concerto: I. Allegro moderato
6. Cello Concerto: II. Andante sostenuto
7. Cello Concerto: III. Allegro (a battuta)

Raphael Wallfisch
London Philharmonic Orchestra
Bryden Thompson

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Kabalevsky ensina ao celista Samuel Mayes o que ele deve fazer para ser feliz (foto de 1961)

Kabalevsky ensina ao celista Samuel Mayes o que ele deve fazer para ser feliz (foto de 1961)

PQP

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Sibelius (1865-1957): Finlândia, Suíte Karelia, Suíte Lemminkainen, Valsa Triste, etc.

Vocês devem saber que Sibelius tinha um grande problema com o álcool, não? Pois tinha. Mas nem isso explica a confusão das faixas deste CD, até porque ela foi criada pela excelente gravadora Naxos. Não sei onde termina a Karelia e começa a Lemmikainen. Só sei que o CD começa com a Finlândia, termina com a Valsa Triste e é — todo — bom demais. Querem comprovar? Ouçam a Valsa Triste desta orquestra checoslovaca (sim, antes da separação). Um pouco mais rápida que o habitual, mas com uma sensibilidade e compreensão abobantes. Confiram, por favor. Excelente!

Sibelius (1865-1957): Finlândia, Suíte Karelia, Suíte Lemminkainen, Valsa Triste, etc.

1. Finlandia, Op. 26 8:30
2. Karelia Suite, Op. 11: I. Intermezzo: Moderato 3:48
3. Karelia Suite, Op. 11: II. Ballade: Tempo di menuetto 6:21
4. Karelia Suite, Op. 11: III. Alla marcia: Moderato 4:34
5. Lemminkainen Suite, Op. 22: Lemminkainen Suite, Op. 22: IV. Lemminkainen’s Homeward Journey 7:08
6. Pohjola’s Daughter, Op. 49 14:04
7. Lemminkainen Suite, Op. 22: Lemminkainen Suite, Op. 22: II. The Swan of Tuonela 8:55
8. Kuolema (Death), Incidental music, Op. 44 (revised version): No. 1. Valse triste: Valse triste, Op. 44, No. 1 5:22

Czecho-Slovak Radio Symphony Orchestra (Bratislava)
Kenneth Schermerhorn

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E vocês pensam que eu entendi alguma coisa?

E vocês pensam que eu entendi alguma coisa?

PQP

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Purcell, Kauffmann, Tag, Krebs, B. Hummel: Música para Trompete e Órgão

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O disco é tão obscuro que não existe na Amazon.

Sempre fui seduzido pela sonoridade das obras para trompete e órgão. No passado, era mais comum aparecerem discos desta clássica formação. Hoje, o órgão e suas formações parecem ter saído de moda, não obstante muitos autores barrocos terem escrito obras para esta dupla do barulho. Excetuando-se Purcell, este CD traz obras obscuras de compositores antigos e de um moderno mandando bala e fazendo barulho com os dois potentes instrumentos. O disco tem momentos interessantíssimos e não faço a mínima ideia de como foi parar no meu HD. Há obras muito bonitas de Handel, Corelli e Telemann para esta formação hoje bem rara, mas só as tenho em vinil.

Purcell, Kauffmann, Tag, Krebs, B. Hummel: Música para Trompete e Órgão

Henry Purcell (1659-1695)
Sonata in D-Dur
1. 1. Pomposo
2. 2. Andante maestoso
3. 3. Allegro ma non troppo

Georg Friedrich Kauffmann (1679-1795)
4. Gelobet seist du, Jesu Christ
5. Wie schön leuchter der Morgenstern
6. Ach Gott, vom Hummel sieh darein

Christian Gotthilf Tag (1713-1780)
7. Befiehl du deine Wege

Johann Ludwig Krebs (1713-1780)
8. Wachet auf, ruft uns die Stimme

Berthold Hummel (geb. 1925)
Invocationes in C op.68
9. 1. De profundis
10. 2. In te domine speravi
11. 3. Non confundar in aeternum

Helmut Erb, trompete
Gerhard Weinberger, orgel

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Fica bonito, gente.

É um barulhão dos diabos, mas fica bonito.

PQP

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Michael Praetorius (1571-1621): Dances from Terpsichore (1612)

Michael Praetorius (provavelmente 15 de fevereiro de 1571 – 15 de fevereiro de 1621) foi um compositor alemão, organista e ensaísta musical. Foi um dos mais versáteis compositores de sua época, sendo particularmente importante no desenvolvimento de formas musicais baseadas nos hinos protestantes.

Ao nascer, foi registrado como Michael Schultze, o caçula de um pastor luterano, em Creuzburg, na Alemanha. Após freqüentar a escola em Torgau e Zerbst, estudou divindade na Universidade de Frankfurt. Praetorius serviu como organista na Marienkirche em Frankfurt antes de trabalhar na corte em Wolfenbütte como organista e (desde 1604) como mestre-de-capela. De 1613 a 1616, trabalhou na corte da Saxônia, em Dresden, onde teve contato com a música italiana mais atual, inclusive as obras policorais da Escola Veneziana. Seu desenvolvimento subseqüente da forma do “concerto coral”, especialmente a variedade policoral, resultou diretamente de sua familiaridade com a música de venezianos como Giovanni Gabrieli. Michael Praetorius foi sepultado numa cripta sob o órgão da Igreja de Santa Maria em Wolfenbütten, Alemanha.

Seu nome de família aparece de formas variadas, tais como Schultze, Schulte, Schultheiss, Schulz and Schulteis. Praetorius é a forma latinizada do nome de família.

Praetorius foi um compositor tremendamente prolífero, tendo suas obras mostrado influência dos contemporâneos Samuel Scheidt and Heinrich Schütz, bem como dos italianos. Suas obras incluem a Musae sioniae (1605-10), de 9 volumes, uma coleção de cerca de 1000 corais e arranjos de canções; muitas outras obras para a igreja luterana; eTerpsichore (1612), um compêndio de cerca de 300 danças instrumentais, que é sua obra mais conhecida, bem como a única obra secular sobrevivente. Seu tratado de 3 volumes Syntagma Musicum I e o Syntagma Musicum de Organographia II (1614-20) são textos detalhados de práticas musicais contemporâneas e instrumentos musicais, e são documentos importantes para a musicologia, organologia e o estudo de performances de época.

(Fonte: Wikipedia, com alterações)

Este é um excelente CD, mas, tal como os comentaristas da Amazon, senti enorme falta das trompas, etc. Sobram violinos em obras que não são apenas para eles. Mesmo assim, trata-se de um CD de indiscutível qualidade. Sim, eu sei que o grupo de Peter Holman é de cordas, mas isso não muda muita coisa, certo?

Michael Praetorius (1571-1621): Dances from Terpsichore (1612)

1. Passameze, for 5 part instrumental ensemble (283)
2. Gaillarde, for 5 part instrumental ensemble (284)
3. Gaillarde, for 5 part instrumental ensemble (285)
4. Bransles, for 5 part instrumental ensemble (1)
5. Est ce Mars, for 4 lutes
6. Courante de Mars, for 4 lutes
7. Ballet, for four lutes
8. Ballet, for four lutes
9. Un jour de la semaine, for 4 lutes
10. Allons aux noces, for 4 lutes
11. Gaillarde, for 4 lutes
12. Pavane de Spaigne, for 4 part instrumental ensemble (Terpsichore, 30)
13. Spagnoletta (Terpischore, 27)
14. La Sarabande, for ensemble (Terpischore, 34)
15. La Canarie (Terpischore, 31)
16. Branse Simple, for 5 part instrumental ensemble (4)
17. Ballet, for 4 part instrumental ensemble (268)
18. Ballet du Roy pour sonner apres (Terpischore, 269)
19. Ballo del Gran Duca (from Novus Partus)
20. Une jeune fillette (from Novus partus)
21. Bransles de Villages
22. Bransles de Villages, for 5 part instrumental ensemble (Terpsichore, 14)
23. Courante (Wilson’s Wild), for violin, 2 violas, bass violin & 4 lutes (Terpsichore, 151)
24. Courante (Light of Love), for violin, 2 violas, bass violin & lutes (Terpsichore, 152)
25. Courante (Grimstock), for violin, 2 violas, bass violin & 4 lutes (Terpsichore, 154)
26. Mrs Winters Jump, fo lute, P 55
27. Packington’s Pound, courante
28. I Care Not for These Ladies for voice, lute & bass viol
29. Ballet des Baccanales (278)
30. Terpsichore Dances: Ballet des Feus (279) / Ballet des Matelotz (280) / Ballet des Coqs (254)
31. Courante (Battaglia), for 4 and 5-part violin band, 4 lutes, 4 guitars & drum (283)

The Parley of Instruments
Renaissance Violin Band
Peter Holman

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This is the man

This is the man

PQP

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Arnold Schoenberg (1874 – 1951): Verklärte Nacht, Pelleas und Melisande

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Verklärte Nacht (Noite Transfigurada), escrita em 1899 para um sexteto de cordas, foi um dos raríssimos sucessos que Schoenberg teve em vida. Já velho, quando vivia nos Estados Unidos, ficou surpreso e felicíssimo em perceber que um taxista ouvia sua música no rádio. Ao contrário de suas obras do período atonal, Noite transfigurada é apaixonante logo na primeira audição. O tema da obra é curioso: um casal se encontra numa noite de lua cheia, e no meio do pega-pega a moça revela, arrependida, que está grávida de outro homem. “Não importa” diz o rapaz, “vou cuidar da criança como se fosse minha e viveremos para sempre felizes”. A presente versão que vamos ouvir é uma transcrição feita pelo próprio compositor em 1917 para orquestra de cordas e revista em 1943. Devo confessar que Schoenberg fez certo, pois a orquestra dá mais dramaticidade à obra. Como a composição foi influenciada por Wagner e Brahms, eu diria que a versão para orquestra está para Wagner, assim como o sexteto está para Brahms. E como Karajan foi um perfeito condutor de Wagner, esta gravação é obrigatória. Até os maiores detratores de Schoenberg caem de amor por esta obra.

Pelleas und Melisande, Op. 5, escrita três anos depois, não teve o mesmo sucesso. A obra é tonal, mas tão intrincada, complexa e densa que praticamente sufoca o ouvinte. A peça é um poema sinfônico de Richard Strauss elevado a 10. Dizem alguns especialistas que Schoenberg “exagerou” no empenho de criar algo novo, mas como é recompensador. Em certos momentos eu chego a pular da cadeira: “Isso”. O problema é que o “isso” não é tão freqüente. Novamente, não há melhor defensor da obra que o general Karajan e sua filarmônica de Berlim.

Arnold Schoenberg (1874 – 1951): Verklärte Nacht, Pelleas und Melisande

1. Verklärte Nacht, Op.4 – Arr. String Orch. (second vers. 1943) – 1. Grave
2. Verklärte Nacht, Op.4 – Arr. String Orch. (second vers. 1943) – 2. Molto rallentando
3. Verklärte Nacht, Op.4 – Arr. String Orch. (second vers. 1943) – 3. Pesante
4. Verklärte Nacht, Op.4 – Arr. String Orch. (second vers. 1943) – 4. Adagio
5. Verklärte Nacht, Op.4 – Arr. String Orch. (second vers. 1943) – 5. Adagio
6. Pelleas und Melisande op.5 – Die Achtel ein wenig bewegt
7. Pelleas und Melisande op.5 – Heftig
8. Pelleas und Melisande op.5 – Ciff. 9: Lebhaft
9. Pelleas und Melisande op.5 – Ciff. 16: Sehr rasch
10. Pelleas und Melisande op.5 – Ciff. 33: Ein wenig bewegt
11. Pelleas und Melisande op.5 – Ciff. 36: Langsam
12. Pelleas und Melisande op.5 – Ciff. 43: Ein wenig bewegter
13. Pelleas und Melisande op.5 – Ciff. 50: Sehr langsam
14. Pelleas und Melisande op.5 – Ciff. 55: Etwas bewegt
15. Pelleas und Melisande op.5 – Ciff. 59: In gehender Bewegung
16. Pelleas und Melisande op.5 – Ciff. 62: Breit

Berlin Philharmonic Orchestra
Conducted by Herbert von Karajan

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“Vou cuidar da criança como se fosse minha e viveremos para sempre felizes”. É isso aí, tem que assumir!

CDF

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Benjamin Britten (1913 – 1976): Orchestral Works


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“Britten foi o maior compositor inglês depois de Purcell”, essa frase ouvida inúmeras vezes, é bastante justa. Não quero dizer com isso que estou desmerecendo os inúmeros compositores ingleses do século XX, mas a audição de Elgar, Vaugham Williams, Tippet, Bax… considerados gênios pelos ingleses, requer uma boa vontade por parte do ouvinte, e em certos momentos, é bem verdade que somos recompensados por isso (por exemplo: pedaços da sinfonia n.1 e o concerto para violino de Elgar, a sinfonia n.4 de Willians,…). Com Britten, não precisamos ser complacentes. Talentosíssimo compositor de óperas, entre as melhores produzidas na segunda metade do século XX, Britten não fez parte do “progresso” na música, aliás, detestava Schoenberg e Cia. Adorava Shostakovich, com quem nutriu uma amizade duradoura. Fez inúmeras visitas ao amigo na Rússia. E assim como o russo, resolveu explorar as possibilidades no mundo tonal. Mas tolice dizer, que por esse motivo, a originalidade lhe faltava. Bastam duas notas e já sabemos que foi escrito por Britten. Não canso de recomendar o compositor inglês para aqueles ouvintes pouco adaptáveis as manobras do modernismo. E o primeiro disco que recomendo é este que agora vos trago. Apesar de não ser perfeito nas interpretações, ele traz um pequeno retrato do mundo de Britten.

No primeiro disco encontramos Four Sea Interludes, que são as principais passagens orquestrais da sua mais importante ópera Peter Grimes (para quem deseja ouvir toda peça, recomendo o registro com Vickers e Colin Davis da Philips). Música tão envolvente que sentimos o cheiro da marisia. A suíte de sua ópera Death in Veneza (a última ópera do compositor) é uma peça difícil para o iniciante em Britten. No segundo disco só encontramos pérolas inestimáveis desse grande compositor. Variations on a Theme by Frank Bridge é um dos orgulhos da Inglaterra, assim como a Simple symphony, que é um clássico inquestionável (a versão para quarteto de cordas é minha preferida).

Benjamin Britten (1913 – 1976): Orchestral Works

Disco 1:
1 – 4. Sea Interludes (4) from Peter Grimes, for orchestra, Op. 33a
5. Passacaglia, for orchestra, Op. 33b (from “Peter Grimes”)
6. Young Apollo, for piano, string quartet & strings, Op. 16 (withdrawn by composer)
7. Death in Venice, opera, Op. 88 Suite

Disco 2:
1 – 11.Variations on a Theme by Frank Bridge, for strings, Op. 10
12 – 22. Lachrymae, reflections on a song of Dowland, for viola & string orchestra, Op. 48a
23 – 26. Simple Symphony, for string orchestra, Op. 4

Performed by I Musici de Montreal
Conducted by Yuli Turovsky

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Briiten (esq.) e seu companheiro de toda a vida Peter Pears. A união era tão reconhecida que a Rainha mandou telegrama de condolências a Pears quando da morte de Benjamin.

Britten (esq.) e seu companheiro de toda a vida Peter Pears. A união era tão reconhecida que a Rainha mandou telegrama de condolências a Pears quando da morte de Benjamin.

CDF

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Il Fasolo? — Música Italiana de Carnaval no Século XVII

IM-PERDÍ-VEL !!!

Fazia muito tempo que o PQP Bach não postava algo tão divertido como este Il Fasolo? Houve um tempo em que a EMI lançava a coleção REFLEXE, que tenho em discos de vinil. A REFLEXE consistia em uma sucessão de obras-primas — sublimes ou divertidas. Com o tempo, o pessoal da música antiga foi ficando mais sisudo, obscuro e impopular. Parece que a academia, com seu sem-gracismo, tinha tomado conta do campinho. Agora, a maravilhosa gravadora Alpha tem aparecido com uma série de discos que resgatam a alegria e a espontaneidade das ruas. Este Il Fasolo? é uma espetacular surpresa. Ouçam e comprovem.

Il Fasolo? — Música Italiana de Carnaval no Século XVII

1. La Barchetta passaggiera, bergamasca
2. Lamento di Madama Lucia, con la riposta di Cola
3. Chi non sà come amor, for voice & continuo
4. Son ruinato, appassionato
5. Sguardo lusinghiero, canzonetta
6. O dolorosa sorte, madrigal
7. Aria alla napolitana, jacarà
8. Serenata in lingua lombarda che fa Madonna Gola, à Messir Carnevale: Primo Interlocutore
9. Serenata in lingua lombarda che fa Madonna Gola, à Messir Carnevale: Madonna Gola
10. Serenata in lingua lombarda che fa Madonna Gola, à Messir Carnevale: Baccho
11. Serenata in lingua lombarda che fa Madonna Gola, à Messir Carnevale: Primo Interlocutore
12. Serenata in lingua lombarda che fa Madonna Gola, à Messir Carnevale: Choro: Mentre per bizzaria
13. Serenata in lingua lombarda che fa Madonna Gola, à Messir Carnevale: Ballo di trè Zoppi
14. Serenata in lingua lombarda che fa Madonna Gola, à Messir Carnevale: Sguazzata di Colasone
15. Serenata in lingua lombarda che fa Madonna Gola, à Messir Carnevale: Non pensar Clori crudel
16. Serenata in lingua lombarda che fa Madonna Gola, à Messir Carnevale: Morescha de Schiavi
17. Acceso mio core, ciaccona

Le Poeme Harmonique
Vincent Dumestre

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Olhando assim não parece, mas esse pessoal faz uma bagunça...

Le Poeme Harmonique: olhando assim não parece, mas esse pessoal faz uma bagunça…

PQP

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Anna Bon (1739 ou 40-depois de 1767): Seis Sonatas para Flauta Transversa e Baixo Contínuo

Anna Bon di Venezia

Anna Bon di Venezia

Quando falei em apenas quatro compositoras antes do século XX (neste post), um comentarista lembrou de mais uma: Anna Bon. Então lembrei que minha mulher tinha adquirido um CD de Bon em Vicenza. O disco é excelente e é ele que vos posto neste primeiro sábado de 2013. Boa música, sem dúvida.

Anna Bon (di Venezia) teria nascido na Rússia por volta de 1740. Pouco se sabe dela. Seus pais Ruvinetti Girolamo e Rosa Bon eram ligados ao mundo da música, ele por ser libretista e ela cantora.

De volta à península, muito pequena, com quatro anos, foi para o Ospedale della Pietà em Veneza, logo após Vivaldi ter deixado sua marca na instituição.

Mais tarde, ela se mudou com seus pais para a Alemanha, mais exatamente para o futuro santuário de Wagner, Bayreuth. De lá, eles foram para a casa Esterházy, onde com toda a probabilidade trabalharam com Haydn.

Casada com um cantor, Mongeri, Anna Bon foi morar na Hildburghausen, onde seu rastro é perdido. É sabido que, em 1767, estava viva. Como dizem os espanhóis, “mulher casada, perna quebrada”. E seu talento foi-se pelo ralo.

Anna Bon (1739 ou 40-depois de 1767):
Seis Sonatas para Flauta Transversa e Baixo Contínuo

1. Sonata Prima: I. Adagio 5:36
2. Sonata Prima: II. Allegro 3:39
3. Sonata Prima: III. Presto 2:05

4. Sonata Seconda: I. Largo 4:44
5. Sonata Seconda: II. Allegro 3:16
6. Sonata Seconda: III. Allegro 3:10

7. Sonata Terza: I. Andantino 4:32
8. Sonata Terza: II. Allegro 3:32
9. Sonata Terza: III. Minuetto 2:27

10. Sonata Quarta: I. Allegro moderato 5:06
11. Sonata Quarta: II. Andante 2:28
12. Sonata Quarta: Allegro assai 3:03

13. Sonata Quinta: I. Allegretto 3:15
14. Sonata Quinta: II. Andante Staccato 2:45
15. Sonata Quinta: III. Allegro 2:59

16. Sonata Sesta: I. Adagio 6:22
17. Sonata Sesta: II. Allegro 3:32
18. Sonata Sesta: III. Minuetto con Varizioni 7:23

Giovanni Battista Columbro, flauta transversa
Nereo Dani, viola da gamba
Marco Vincenzi, cravo

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PQP

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The British Music Colection: Holst (Decca) [link atualizado 2017]

Estreando no PQP, escolhi dar início com a elegância (mas não a pontualidade) britânica, com um compositor que eu gosto muito e que é genericamente injustiçado.

O inglês Gustav Holst é um dos curiosos casos da música que, a exemplo de Pachelbel, Dukas e Ponchielli (entre outros), vivem de uma obra só. Se já tentaram achar gravação de outra ópera de ponchielli que não a gioconda ou outra obra de Dukas que não o l´apprenti sorcier, sabem do que estou falando. Apesar de Pachelbel ser mais fácil, seu Canon é tão famoso acaba deixando todas as suas outras obras pra trás (thanx PQP por postar um Pachelbel diferente).

Holst sofre da mesma síndrome, e seus Planetas acabam por ofuscar suas outras obras. Venhamos e convenhamos, não é sem razão: a suite intergaláctica é a melhor coisa que ele escreveu, mas seu legado não se encerra nisso e ele tem outras obras muito interessantes: a deliciosa suite para cordas St.Paul, o rítmico e bombástico ballet The Perfect Fool, experiências neo-barrocas como o Fugal Concerto, e, claro, suas obras místicas, como Hymn to Jesus, Seven Part Songs, Choral Hymns From The Rig Veda e a curta one-act-opera Saavitri (essas duas, bastante intimistas, inspiradas pela milenar cultura hindu).

Descontando as extravagâncias, Holst é um compositor muito honesto em seus propósitos, dono de um estilo extremamente pessoal, que, apesar de não muito carismático, é direto e objetivo, sendo meu candidato a imediato sucessor do trono de Elgar como melhor compositor inglês. Ademais, orquestrador refinado e talentoso, sabia tratar com o mesmo padrão de qualidade formações de câmara intimistas e grandes orquestrações.

Este é um dos poucos compêndios de sua obra que não apresenta os Planetas como carro chefe, e merece ser ouvido com o mesmo entusiasmo.

THE BRITISH MUSIC COLECTION: GUSTAV HOLST

CD1
1.Choral Hymns From The Rig Veda, Group #3, Op. 26, H 99 – Hymn To The Dawn
2.Choral Hymns From The Rig Veda, Group #3, Op. 26, H 99 – Hymn To The Waters
3.Choral Hymns From The Rig Veda, Group #3, Op. 26, H 99 – Hymn To Vena
4.Choral Hymns From The Rig Veda, Group #3, Op. 26, H 99 – Hymn Of The Travellers
5.Savitri (Opera in One Act) – Savitri! Savitri! I Am Death
6.Savitri (Opera in One Act) – Like A Spectre Of The Forest
7.Savitri (Opera in One Act) – I Am With Thee (Savitri’s Aria)
8.Savitri (Opera in One Act) – Then Enter, Lord; Dwell With Me
9.Savitri (Opera in One Act) – Loneliness & Pain Are Ended
10.Seven Part Songs – Say Who Is This
11.Seven Part Songs – O Love, I Complain
12.Seven Part Songs – Angel Spirits Of Sleep
13.Seven Part Songs – When First We Met
14.Seven Part Songs – Sorrow & Joy
15.Seven Part Songs – Love On My Heart From Heaven Fell
16.Seven Part Songs – Assemble All Ye Maidens
17.The Evening Watch, Op. 43/1
18.A Fugal Concerto For Flute & Oboe, Op. 40/2 – 1. Moderato
19.A Fugal Concerto For Flute & Oboe, Op. 40/2 – 2. Adagio
20.A Fugal Concerto For Flute & Oboe, Op. 40/2 – 3. Allegro

CD2
1.St. Paul’s Suite, Op.29 No. 2, H118 – I. Jig_ Vivace
2.St. Paul’s Suite, Op.29 No. 2, H118 – II. Ostinato_ Presto
3.St. Paul’s Suite, Op.29 No. 2, H118 – III. Intermezzo_ Andante Con Moto
4.St. Paul’s Suite, Op.29 No. 2, H118 – IV. Finale (The Dargason)_ Allegro
5.The Perfect Fool – Ballet Music, Op. 39, H150 – I. Introduction – Dance Of Spirits Of Earth
6.The Perfect Fool – Ballet Music, Op. 39, H150 – II. Dance Of Spirits Of Water
7.The Perfect Fool – Ballet Music, Op. 39, H150 – III. Dance Of Spirits Of Fire
8.Egdon Heath, Op. 47
9.The Hymn Of Jesus, Op. 37
10.A Moorside Suite

Purcell Singers
Janet Baker, Robert Tear, Etc.;
Imogen Holst – English Chamber Orchestra
Christopher Hogwood – The St.Paul Chamber Orchestra
Sir Adrian Boult – London Philharmonic Orchestra / BBC Symphony Orchestra & Chorus
Elgar Howarth: Grimethorpe Colliery Band

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Das Chucruten
Repostado por PQP
Trepostado por Bisnaga

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D. Shostakovich (1906-1975): Sinfonia Nº 10

Se a sétima é misteriosa; a oitava é poderosa; a nona, jocosa; a décima, nervosa. Shosta foi um grande amigo de Mravinsky, que estreou a maioria de suas sinfonias até cagar-se de medo e ser substituído por Kondrashin da 13ª até o final. A décima foi a primeira sinfonia pós-Stalin e possuiria uma “homenagem” ao ditador. O Allegro seria uma descrição da personalidade do todo-poderoso recém falecido e o Allegretto insiste na sequência de notas D-S-C-H (o nome do compositor em alemão, com Sch, claro), uma presumível afirmação da permanência de Shostakovich.

Obra-prima total !!!

Mravinsky conducts the Leningrad Philharmonic Orchestra in
Shostakovitch’s Symphony No. 10.
Mono recording from 1976.

Symphony No. 10, in E minor, Op.93
1. Moderato (22.24)
2. Allegro (4.08)
3. Allegretto (11.10)
4. Andante – Allegro (11.17)

Leningrad Philharmonic Orchestra
Evgeny Mravinsky

Total playing time: 48:58

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Duas raras fotos de Shostakovich feliz:

Duas raras fotos de Shostakovich feliz: …

... ambas em jogos de futebol.

… ambas em jogos de futebol.

PQP

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Aaron Copland (1900-1990): The Complete Music for Solo Piano

Este post ficou sem minha inútil introdução por culpa da NET. Mas agora ela finalmente voltou e vocês vão ter que me engolir! Copland não é somente aquele compositor de obras representativas dos States, o compositor também tem boa produção para piano, produto principalmente de seus anos jovens de estudo com Nadia Boulanger, em Paris. Há peças realmente obscuras — complicadíssimas — que revelam que Schoenberg não era estranho a ele. Há outras espaçosas, alegres e estimulantes como suas obras mais famosas para orquestra. E há coisas lindíssimas, como a genial e curtinha Midday Thoughts, escrita quando Copland tinha 82 anos e já estava às portas do Alzheimer. O pianista Smit é um velho amigo e colaborador do compositor. Ninguém melhor do que ele para interpretar esta integral.

Aaron Copland (1900-1990): The Complete Music for Solo Piano

Disc 1
1 Scherzo Humoristique: The Cat and the Mouse (1920)
2 Piano Variations (1930)
3 In Evening Air (1966)
4 Passacaglia (1922)
Piano Sonata (1939-41)
5 I. Molto moderato
6 II. Vivace
7 III. Andante sostenuto
Two Piano Pieces (1982)
8 Midday Thoughts
9 Proclamation
Three Moods (1920-1921)
10 embittered
11 wistful
12 jazzy

Disc 2
1 Petite Portrait (1921)
2 Sentimental Melody (1926)
3 Piano Fantasy (1955-57)
Four Piano Blues (1926-48)
4 Freely Poetic (for Leo Smit)
5 Soft and Languid (for Andor Foldes)
6 Muted and Sensuous (for William Kapell)
7 With Bounce (for John Kirkpatrick)
8 Midsummer Nocturne (1947)
9 The Young Pioneers (1936)
10 Sunday Afternoon Music (1936)
11 Down A Country Lane (1962)
12 Night Thoughts (Homage to Ives) (1972)

Leo Smit, piano

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Copland deveria ser mais conhecido, né?

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PQP

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Franz Joseph Haydn (1732-1809): Symphonies Nº 92 “Oxford” & 91

Repostado com as faixas separadas. Gentileza de nosso leitor Barto Lima.

FDP traz nessa postagem as sinfonias de Nº 91 e de Nº 92, de Joseph Haydn. A interpretação estará a cargo da Orquestra do Concertgebow de Amsterdam, regida por Sir Colin Davis. Trata-se aqui de uma grande orquestra, com grande massa sonora, ao contrário de outras gravações que até agora postei, sempre com orquestras menores. A leitura de Colin Davis é como sempre correta, e essa Orquestra possui uma sonoridade maravilhosa e que sempre atraiu a todos os grande regentes.

Franz Joseph Haydn – Symphony nº 92 “Oxford” in G Major e nº 91, em F Flat

1 – Symphony nº 92 “Oxford” – Adagio – Allegro spirituoso
2 – Symphony nº 92 “Oxford” – Adagio
3 – Symphony nº 92 “Oxford” – Menuet (Allegretto)
4 – Symphony nº 92 “Oxford” – Presto

5 – Symphonie nº 91 – Largo – Allegro assai
6 – Symphonie nº 91 – Andante
7 – Symphonie nº 91 – Menuet (un poco allegretto)
8 – Symphonie nº 91 – Finale (Vivace)

Concertgebow Orchestra, Amsterdam
Sir Colin Davis – Conductor

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FDP Bach

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