Franz Liszt (1811-1886) – Ungarische Rapsodien – Iván Fischer – Budapest Festival Orchestra

41ZAL5QF7DL._SY300_As rapsódias húngaras de Liszt são talvez as peças mais populares do compositor húngaro. Deliciosas, divertidas, alegres, exigem de todos os músicos da orquestra um grande domínio de seus instrumentos, e consequentemente de seu regente um grande domínio da orquestra. É uma troca, eu diria. Vi certa vez um vídeo de Herbert von Karajan regendo a Segunda Rapsódia, creio que a mais conhecida. O velho Kaiser mal mexia os braços, apenas esboçava movimentos e trocava olhares com seus músicos. Era o suficiente para demonstrar o domínio que tinha da orquestra. Todos sabiam exatamente o que fazer e como.
Nunca iria colocar Iván Fischer no mesmo nível de Karajan, nem a excelente Budapest Festival Orchestra no mesmo nível da Filarmônica de Berlim, mas a cumplicidade entre regente e orquestra é a mesma. Lembrando que Fischer montou esta orquestra a seu gosto, portanto conhece todos os seus músicos muito bem. E estão em seu pleno elemento quando tocam Liszt, talvez por também serem húngaros e conhecerem bem os costumes, tradições e lendas de seu país. E claro, sua música.
Mas chega de falar e vamos ao que importa. Com os senhores, as Rapsódias Hungaras, nas mãos competentes de Iván Fischer regendo a Budapest Festival Orchestra.

1 Ungarische Rhapsodie I f-moll S.359-01
2 Ungarische Rhapsodie II d-moll S.359-02 (12)
3 Ungarische Rhapsodie III D-durl S.359-03 (06)
4 Ungarische Rhapsodie IV d-moll S.359-04 (02)
5 Ungarische Rhapsodie V e-moll S.359-05 (05)
6 Ungarische Rhapsodie VI D-dur S.359-06 (09)

Budapest Festival Orchestra
Iván Fischer – Conductor

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Johann Pachelbel (1653-1706): Hexachordum Apollinis

Pachelbel é conhecido principalmente pelo seu Cânon, que até hoje recebe arranjos e abusos, sempre sobrevivendo aos mesmos. O compositor foi professor do irmão mais velho de meu pai, Johann Sebastian Bach, o qual, por sua vez, ensinou o irmão, que recebeu, assim, sua influência indireta. A música para órgão de Pachelbel é central em sia obra, incluindo 70 corais e 95 fugas.

E este CD é bastante bom, viram?

Johann Pachelbel (1653-1706): Hexachordum Apollinis

1 Chaconne in d
2 Hexachordum Apollinis: Aria Prima, in d
3 Hexachordum Apollinis: Aria Secunda, in e
4 Hexachordum Apollinis: Aria Tertia, in F
5 Hexachordum Apollinis: Aria Quarta, in g
6 Hexachordum Apollinis: Aria Quinta, in a
7 Hexachordum Apollinis: Aria Sexta, in f, ‘Aria Sebaldina’
8 Chaconne in f

John Butt, organ

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Pachelbel

Pachelbel

PQP

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Modinhas sem Palavras – Antonio Carlos Gomes (1836-1896) e José Pedro de Sant’Anna Gomes (1834-1908) [Acervo PQPBach] [link atualizado 2017]

Sim, a capa é feia pra dedéu (esse Carlos Gomes desproporcional, mãozudo… tsc, tsc…), mas não se deixe levar pela embalagem: o LP aí em questão é um prazer só! Aqui, quando se retira a letra das músicas e troca-se a voz humana pela flauta, é possível ao ouvinte observar com mais clareza a melodia. E aí então, com certeza, se concluirá após a audição que Antônio Carlos Gomes era um grande melodista: suas árias e suas modinhas são obras de alta beleza.

Modinha, momento musical de emoção. Participar dessa linguagem onde a linha melódica flutua sobre as palavras não poderia ser privilégio exclusivo dos cantores. A voz do instrumento desligada do texto pode nos reconduzir ao sentido oculto da poesia, emoção pura. A alma brasileira lírica tem na modinha uma das suas fontes mais significativas de expressão. A modinha sempre foi uma presença constante nas serenas e nos palcos, anônima ou assinada pelos nomes dos maiores compositores nacionais. Carlos Gomes, ao longo da sua vida, no Brasil e na Itália, confiou à modinha seus sentimentos mais íntimos: amizades, paixões e saudades, numa linguagem melódica original e refinada que apresentamos aqui em versão instrumental.
(Odette Ernest Dias, texto extraído do encarte)

Pra completar o álbum, os músicos ainda executam a cândida “Sonho”, do irmão de Carlos Gomes, José Pedro de Sant’Anna Gomes, compositor de grande qualidade e que hoje conhecemos muito pouco: se a obra do mano Tonico foi bastante olvidada, a música de Juca foi ainda mais negligenciada. É um cara pra se conferir e, ambos, para se apreciar.

Ouça! Ouça! Deleite-se!

Antonio Carlos Gomes (1836-1896)
José Pedro de Sant’Anna Gomes (1834-1908)
Modinhas sem Palavras

Antonio Carlos Gomes (Campinas, SP, 1836 – Belém, PA, 1896)
01. Quem sabe
02. Foi meu amor um sonho (da ópera Joanna de Flandres)
03. Noturno
José Pedro de Sant’Ana Gomes (Campinas, SP, 1834 – 1908)
04. Sonho
Antonio Carlos Gomes (Campinas, SP, 1836 – Belém, PA, 1896)05. Canta ancor
06. Anália ingrata
07. Suspiros d’alma
08. Lontana
09. Rondinella
10. Conselhos
11. Al chiaro di luna
12. C’era una volta un príncipe (da ópera Il Guarany)

Odette Ernest Dias, flauta
Elza Kazuko Gushiken, piano
Jaime Ernest Dias, violão
1987

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FLAC encartes em 3.0Mpixel (137Mb)
MP3 encartes em 3.0Mpixel (69Mb)

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…Mas comente… Não me deixe apenas com o silêncio…

Bisnaga

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Franz Liszt (1811-1886) – The 19 Hungarian Rhapsodies – Roberto Szidon

519JJaCjtyL._SL500_AA280_É um grande orgulho para nós brasileiros que faça parte da Liszt Edition, da prestigiosa gravadora de música clássica Deutsche Grammophon, as gravações que o brasileiríssimo Roberto Szidon realizou das 19 Rapsódias Húngaras, em sua versão para piano. De cabeça, lembro apenas do violoncelista pernambucano Antonio Meneses gravando por esta gravadora, em sua gravação ao lado de Anne-Sophie Mutter e do  próprio Karajan, do Concerto Duplo de Brahms.
Não houve unanimidade entre os clientes da amazon ao comentarem estas gravações de Szidon. Alguns a consideram robotizadas, outros virtuosísticas e elegantes… os senhores podem chegar às suas próprias conclusões após ouvirem este belíssimo CD duplo.
Mas não devemos tirar o mérito deste grande músico brasileiro, infelizmente já falecido. São obras de grande dificuldade e que exigem do pianista uma técnica apuradíssima e um elevado grau de virtuosismo, e isso Szidon esbanjava.

Então vamos ao que viemos. Espero que apreciem.

CD 1
1 Ungarische Rhapsodie Nr. 1 cis-moll
2 Ungarische Rhapsodie Nr. 2 in cis-moll
3 Ungarische Rhapsodie Nr. 3 B-Dur
4 Ungarische Rhapsodie Nr. 4 Es-Dur
5 Ungarische Rhapsodie Nr. 5 e-moll Hero.de-El¨¦giaque
6 Ungarische Rhapsodie Nr. 6 Des-Dur
7 Ungarische Rhapsodie Nr. 7 d-moll
8 Ungarische Rhapsodie Nr. 8 fis-moll
9 Ungarische Rhapsodie Nr. 9 Es-Dur ‘Pester Karneval’
10 Ungarische Rhapsodie Nr. 10 E-Dur ‘Preludio’

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CD 2

01 – Ungarische Rhapsodie no. 11
02 – Ungarische Rhapsodie no. 12
03 – Ungarische Rhapsodie no. 13
04 – Ungarische Rhapsodie no. 14
05 – Ungarische Rhapsodie no. 15
06 – Ungarische Rhapsodie no. 16
07 – Ungarische Rhapsodie no. 17
08 – Ungarische Rhapsodie no. 18
09 – Ungarische Rhapsodie no. 19
10 – Rhapsody espagnole

Roberto Szidon – Piano

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szidon images

Roberto Szidon – 1941-2011

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Les Grands Duos d’Amour: Antonio Carlos Gomes (1836-1896), Jules Massenet (1842-1912), Georges Bizet (1838-1875), Gaetano Donizetti (1797-1848) e Riccardo Zandonai (1883-1944) [link atualizado 2017]

Baita CD !!!

Escarafunchei lá em meio aos meus arquivos e me indignei: como pude me esquecer de postar esse álbum? Sei lá o que me deu de falha de memória… É, tô ficando velho…

Esse é daqueles álbuns que exprimem pontos extremos do período romântico da música, daqueles exagerados, de rasgar a camisa… E é belíssimo!

Bom, o que esperar de nomes tão tarimbados e poderosos como Montserrat Caballé e Giuseppe di Stefano interpretando duetos de amor de óperas? Um álbum simplesmente poderoso (assim como os solistas), intenso, sensual, orgasmoplástico! Só ouvindo pra entender! Ah, pra alegrar ainda mais o coração dos nacionalistas, eles cantam Sento una Forza Indómita, de Carlos Gomes.

Então, ouça, ouça! E deleite-se mesmo, sem pudor!

Les Grands Duos d’Amour

Jules Massenet (Montaud, França, 1842 – Paris, França, 1912)
1. Et Je Sais Votre Nom (Manon)
Georges Bizet (Paris, França, 183i8 – Bougival, França, 1875)
2. Ton Coeur N’a Pas Compris (Les Pecheurs De Perles)
Riccardo Zandonai (Rovereto, Itália, 1883 – Pesaro, Itália, 1944)
3. E Cosi Vada (Francesca Da Rimini)
Jules Massenet (Montaud, França, 1842 – Paris, França, 1912)
4.  Il Faut Nous Séparer (Werther)
Antonio Carlos Gomes (Campinas, SP, 1836 – Belém, PA, 1896)
5. Sento Una Forza Indomita (Il Guarany)
Gaetano Donizetti (Bérgamo, Itália, 1797 – 1848)
6. Una Parola, O Adina (L’elisir D’amore)

Montserrat Caballé, soprano
Giuseppe di Stefano, tenor
Orquestra Sinfônica de Barcelona
Gianfranco Masini, regente

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O amor é lindo!

Bisnaga

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Paul Hindemith (1895-1963): Quinteto, Quarteto, Sonata, todos para Clarinete, e 3 Peças Fáceis

Não pude fazer um bom trabalho de curadoria neste CD. Ouvi-o de longe, durante cerrada conversa com uma amiga no chat do Facebook. Mas, olha, desconheço composições de Hindemith que não sejam contrapontísticas e boas. Na verdade, deveria ouvir melhor o CD, mas como não temos previsão de outra postagem hoje, essa vai assim mesmo. A avaliação da crítica é muito positiva também. As composições são do final dos anos 30, melhor período de Hindemith. Também o Spectrum Concerts Berlin não costuma perder gols. Se fosse você, eu ouviria.

Paul Hindemith (1895-1963): Quinteto, Quarteto, Sonata,
todos para Clarinete, e 3 Peças Fáceis

1. Quartet for Clarinet and Piano Trio*: I. Massig bewegt 7:11
2. Quartet for Clarinet and Piano Trio*: II. Sehr langsam 9:41
3. Quartet for Clarinet and Piano Trio*: III. Massig bewegt 10:46

4. Clarinet Sonata: I. Massig bewegt 5:05
5. Clarinet Sonata: II. Lebhaft 3:01
6. Clarinet Sonata: III. Sehr langsam 7:42
7. Clarinet Sonata: IV. Kleines rondo, gemachlich 2:39

8. 3 Leichte Stucke: No. 1. Massig schnell, munter 1:10
9. 3 Leichte Stucke: No. 2. Langsam 2:48
10. 3 Leichte Stucke: No. 3. Lebhaft 2:07

11. Clarinet Quintet, Op. 30: I. Sehr lebhaft 2:04
12. Clarinet Quintet, Op. 30: II. Ruhig 7:11
13. Clarinet Quintet, Op. 30: III. Schneller Landler 5:48
14. Clarinet Quintet, Op. 30: IV. Arioso, sehr ruhig 3:03
15. Clarinet Quintet, Op. 30: V. Sehr lebhaft 2:14

Spectrum Concerts Berlin

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Hindemith borboleteando nos EUA

Hindemith: borboleteando no exílio norte-americano

PQP

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Franz Liszt (1811-1886) – Symphonic Poems – Haitink – LPO

519JJaCjtyL._SL500_AA280_Os cds que estou postando de Liszt fazem parte da “Liszt Collection”, da gravadora Deutsche Grammophon. Ou seja, não são cds normais, como o que causou confusão a um leitor dia destes. A partir de agora, vou colocar apenas a capa da coleção, mas não confundi-los mais.
Existe uma bela coleção da DECCA com 4 cds, que traz todos os poemas sinfônicos de Liszt com a leitura de Bernard Haitink. Lembro aos senhores que o selo DECCA também pertence ao mesmo grupo da DG, por este motivo estes dois que estou postando hoje serão com esse regente. Ou seja, a qualidade das interpretações permanece a mesma. Ah, antes que perguntem, não tenho essa caixa da DECCA, mas se não estou enganado, o Carlinus a possui e acho que já a postou lá em seu blog, “O Ser da Música”.

CD 1
1 – Symphonic Poem No. 8 ‘Heroide funèbre’, S. 102
2 – Symphonic Poem No. 9 ‘Hungaria’, S. 103
3 – Symphonic Poem No. 10 ‘Hamlet’, S. 104
4 – Symphonic Poem No. 11 ‘Hunnenschlacht’, S. 105

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CD 2

1 – Symphonic Poem No. 1 ‘Ce qu’on entend sur la montagne’ (after Victor Hugo), S. 95
2 – Symphonic Poem No. 4 ‘Orpheus’, S. 98
3 – Symphonic Poem No. 12 ‘Die Ideale’ (after Schiller), S. 106

London Philharmonic Orchestra
Bernard Haitink – Conductor

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FDPBach

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Wilhelm Friedemann Bach (1710-1784): Todos os Concertos para Cravo

Um belo álbum duplo com músicas de meu irmão mais velho. Excelente orquestra e solista idem. Era o filho predileto de papai. Era um gênio, mas era indisciplinado. Para sua educação musical papai escreveu o Clavierbüchlein. Mas, já viram, deixava todos os empregos estáveis para tentar a vida boêmia de músico itinerante, chegando em muitas ocasiões a enfrentar dificuldades financeiras, quando era obrigado a vender bens pessoais e manuscritos paternos recebidos em herança para poder subsistir. O PUTO VENDEU PARTITURAS DE JOHANN SEBASTIAN BACH QUE JAMAIS FORAM REENCONTRADAS. ELE PERDEU MAIS DE 100 CANTATAS. Mas era um grande músico, apreciado por sua capacidade de improvisar e deixou boa quantidade de música para teclado de excelente qualidade, cujas características antecipam a tensão e emocionalismo do Romantismo.

Wilhelm Friedemann Bach (1710-1784): Todos os Concertos para Cravo


CD1
1. Concerto in F Minor (c. 1767): I. Allegro di molto 6:33
2. Concerto in F Minor (c. 1767): II. Andante 8:23
3. Concerto in F Minor (c. 1767): III. Prestissimo 3:25

4. Concerto in F, F. 44 (1740-45): I. Allegro ma non troppo 9:56
5. Concerto in F, F. 44 (1740-45): II. Molto adagio 10:31
6. Concerto in F, F. 44 (1740-45): III. Presto 5:51

7. Concerto in E Minor, F. 43 (c. 1767): I. Allegretto 9:23
8. Concerto in E Minor, F. 43 (c. 1767): II. Adagio 9:15
9. Concerto in E Minor, F. 43 (c. 1767): III. Allegro assai 5:59


CD2
1. Concerto in D, F. 41 (1735-40): I. Allegro 6:18
2. Concerto in D, F. 41 (1735-40): II. Andante 5:14
3. Concerto in D, F. 41 (1735-40): III. Presto 4:36

4. Concerto in A Minor, F. 45 (1735-40): I. – 5:17
5. Concerto in A Minor, F. 45 (1735-40): II. Larghetto 4:07
6. Concerto in A Minor, F. 45 (1735-40): III. Allegro ma non molto 5:34

7. Concerto in F, F. 10 for 2 harpsichords (c. 1740): I. Allegro moderato 8:54
8. Concerto in F, F. 10 for 2 harpsichords (c. 1740): II. Andante 6:05
9. Concerto in F, F. 10 for 2 harpsichords (c. 1740): III. Presto 3:54

10. Concerto in E-Flat, F. 46 for 2 harpsichords (c. 1745): I. Un poco allegro 11:18
11. Concerto in E-Flat, F. 46 for 2 harpsichords (c. 1745): II. Cantabile 3:28
12. Concerto in E-Flat, F. 46 for 2 harpsichords (c. 1745): III. Vivace 8:09

Harmonices Mundi
Claudio Astronio, cravo e regência

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Amarra os tênis, Astronio!

Amarra os tênis, Astronio!

PQP

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Robert Schumann (1810-1856), Edvard Grieg (1843-1907) – Piano Concertos – Murray Perahia –

IMG_0037Posso estar enganado, mas acho que faz tempo que estes dois concertos não aparecem por aqui, por isso resolvi trazê-los novamente, mas sem algum motivo especial, talvez apenas por gostar muito deles e também devido ao fato do intérprete ser alguém que estou ouvindo muito nos últimos tempos, Murray Perahia, aqui acompanhado pelo incansável e sempre competente Sir Colin Davis, que dirige a Orquestra da Rádio Bávara.
Lirismo, paixão, emoção elevadas à enésima potência, estes são alguns dos elementos presentes nestas duas obras primas do repertório pianístico romântico. E nas mãos de Murray Perahia, um especialista no repertório romântico, eu diria que o resultado é quase perfeito.
Eu diria que trata-se de um cd para se ouvir em um dia chuvoso e frio, sentado na frente de uma lareira, ao lado da pessoa amada, e apreciando um bom vinho, ou então lendo um bom livro.

P.S. – Novamente trocando de servidor, o rapidshare tem algumas frescuras que me irritam, além de ser o mais caro … o MEGA tem sido bem elogiado pelo pessoal. Rápido, funcional e sem muitas frescuras.
PS 2 – Coloquei uma segunda opção de servidor para download, o UPLOADED.

1 Schumann Piano Concerto in A minor_ I. Allegro affettuoso
2 Schumann Piano Concerto in A minor_ II. Intermezzo. Andantino grazioso
3 Schumann Piano Concerto in A minor_ III. Allegro vivace
4 Grieg Piano Concerto

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in A minor_ I. Allegro molto moderato
5 Grieg Piano Concerto in A minor_ II. Adagio
6 Grieg Piano Concerto in A minor_ III. Allegro moderato molto e marcato

BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE – MEGA
BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE – UPLOADED

Murray Perahia – Piano
Symphonieorchester des Bayerischen Rundfunk
Sir Colin Davis – Conductor

Perahia-Murray-05

Murray Perahia – Retrato do Artista Enquanto Jovem

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Franz Liszt (1811-1886) – A Dante Symphony – Staatskapelle Dresden – Sinopolli

519JJaCjtyL._SL500_AA280_O excelente regente italiano Giuseppe Sinopoli continua sua incursão na música de Franz Liszt e nos traz uma sólida versão para a pouquíssima executada e gravada “Sinfonia Dante”, obra baseada em outra obra imortal da literatura universal, a “Divina Comédia”, de Dante Aleghieri, a exemplo de outra sinfonia, recém postada, a Sinfonia Fausto, baseada em Goethe.
Para quem não sabe do que estou falando, eis os famosos primeiros versos:

“Da nossa vida, em meio da jornada,
Achei-me numa selva tenebrosa,
Tendo perdido a verdadeira estrada.

Dizer qual era é cousa tão penosa,
Desta brava espessura a asperidade,
Que a memória ainda a relembra inda cuidadosa.(…)”

E por aí vai o poeta, incursionando no Inferno, Purgatório e Paraíso. Se Franz Liszt conseguiu transmitir suas emoções e impressões diante do gigantismo dessa obra, fica a critério dos senhores analisarem e julgarem.

Espero que apreciem. A Sttatkapelle Dresden é um dos melhores conjuntos orquestrais da Europa, e Sinopoli, como sempre, está impecável em sua leitura.

1. Eine Sym Zu Dantes ‘Divina Commedia’: I. Inferno
2. Eine Sym Zu Dantes ‘Divina Commedia’: II. I Purgatorio
3. Eine Sym Zu Dantes ‘Divina Commedia’: II. Magnificat

Staatsopernchor Dresden
Staatskapelle Dresden
Giuseppe Sinopoli – Conductor

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459px-Gustave_Doré_-_Dante_Alighieri_-_Inferno

Outra imortal criação: a magnifíca ilustração de Gustav Doré para a obra de Dante está entre as mais belas criações do espírito humano.

FDPBach

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Música Brasileira: Henrique Oswald (1852-1931), Leopoldo Miguez (1850-1902) e Alberto Nepomuceno (1864-1920) [Acervo PQPBach] [link atualizado 2017]

Esplendoroso !!!

Fonogramas esplendorosamente cedidos pelo maestro e compositor Harry Crowl. Não têm preço!

Estamos diante de um senhor álbum, por isso o guardei para um domingo, dia mais nobre, como nobre este o é.

Queridos, temos aqui três grandes compositores brasileiros que buscaram, com suas obras, produzir uma música de concerto mais séria, mais embasada, com mais corpo no Brasil de então, cuja música erudita estava quase que limitada a obras de salão. Os três foram brilhantes em seus estudos aqui e na Itália, Alemanha e França, conhecendo e convivendo com nomes poderosos como Brahms, Wagner, Mahler, Schoenberg, Grieg, Debussy, Massenet, Saint Saëns e Faurè. Leiam o texto do encarte, abaixo, e entenderão:

Leopoldo Miguez (1850-1902), Henrique Oswald (1852-1931) e Alberto Nepomuceno (1864-1920), cujas obras figuram neste CD, foram três dos cha­mados “grandes” da música brasileira, que em fins do século passado outorga­ram um cunho de “maior seriedade” à nossa música. A eles, se pode juntar também os nomes de Alexandre Levy (1864-1892) e Francisco Braga (1868-1945). Miguez, Oswald e Nepomuceno, foram dos mais prestigiosos diretores do então Instituto Nacional de Música remanescente do antigo Conservatório Imperial de Música e que é hoje, nossa veneranda e benemérita Escola de Músi­ca da UFRJ. Os três, aliás, também lecionaram matérias teóricas nesse, que foi e é ainda em nossos dias, o mais tradicional estabelecimento de ensino musical do país. Necessário registrar-se, que cada qual a seu modo, tentou combater o academicismo asfixiante que sempre imperou nos educandários oficiais. Até o surgimento desses três mestres, a música brasileira, a bem dizer, só pro­duzira dois expoentes — Pe. José Mauricio Nunes Garcia (1767-1830), nosso maior compositor sacro, e Carlos Gomes (1836-1896) o mais genial operista das Américas e o único a ter auferido fama e prestígio no exterior.
Miguez, Oswald e Nepomuceno, surgiram justamente num momento importan­te de transformações sociais e políticas no Brasil, quais sejam, a abolição da es­cravatura e o advento da república (Lo Shiavo, 1888, de C. Gomes, Dança de Negros, 1881, de Nepomuceno e Ave Libertas, 1890, de Miguez, são obras alusivas aos dois movimentos).
O legado desses músicos, indubitavelmente, mais artístico, representou um pas­so avante e trouxe, sem dúvida alguma, um arejamento à nossa cultura musi­cal, que andava por demais submissa ao “italianismo” reinante. O que fazia sucesso na época eram, sobretudo, as fantasias, polcas, paráfrases e galopes do estilo “salão” a la Gottschalk, que encontrava fácil respaldo nas páginas ligeiras de Henrique Alves de Mesquita, Delgado de Carvalho, Abdon Milanez, Carlos de Mesquita e tantos outros.
Frize-se a bem da verdade, que Miguez, Oswald, Nepomuceno, Braga e mesmo Levy, falecido aos 28 anos, eram homens de outra erudição. Falavam fluente­mente o francês, o italiano e o alemão e havia estudado nos melhores conserva­tórios europeus. Incontestavelmente possuíam uma cultura humanística, aliada a um metier artesanal, superior aos músicos em moda.

Alberto Nepomuceno — Sinfonia em Sol Menor
Não há como deixar de reconhecer-se que Alberto Nepomuceno foi a mais im­portante figura musical de seu tempo. Seu imenso prestígio pessoal, alicerçado peia vitoriosa e árdua campanha que encetou em prol do canto em vernáculo, sua condição de líder do movimento nativista e sua notória clarividência admi­nistrativa, já que por duas vezes (1902/1903) e (1906/1916) esteve à frente do Instituto Nacional de Música, além de sua grande atividade como regente, de­ram-lhe uma projeção que só Villa-Lobos depois dele, alcançaria. Porém, ape­sar de haver pugnado para criar um patrimônio musical próprio da nação, Ne­pomuceno nunca deixou de escrever música de cunho universalista e sua mag­nífica Sinfonia em Sol Menor, a única de autor nacional que se mantém no repertório, é um exemplo disso. Iniciada em Berlim, em 1893, foi concluí­da um ano após, em Paris. Sua estréia verificar-se-ia num dos Concertos Popu­lares a 19 de agosto de 1897, sob sua direção, tendo no mesmo programa, a Suíte Antiga, a Série Brasileira e As Uyaras. Todavia, enquanto as duas últimas apresentam características nacionais acentuadas, como salientou muito bem Edino Krieger, a Suíte Antiga e a Sinfonia em Sol Menor se fazem valer por seus méritos puramente musicais expressos numa linguagem específica do classicismo e do romantismo centro-europeus. Na Sinfonia, é como se a prepo­tência da forma e seus problemas inerentes afastassem a possibilidade de uma preocupação temática nacionalista, mais fácil de abordar nas formas livres, de caráter rapsódico, que por sinal, predominam sempre na primeira fase de todas as escolas nacionalistas surgidas dentro do romantismo. De qualquer modo, es­sa experiência de Nepomuceno, reflete uma preocupação de conceder à música sinfônica brasileira um caráter de seriedade e profundidade, adotando uma for­ma sólida como meio de expressão, o que é significativo, sobretudo num mo­mento em que predominava universalmente, a tendência à rapsódia, à fantasia, ao poema sinfônico descritivo e às peças de caráter pitoresco…

O Primeiro Movimento “com entusiasmo” literalmente em português na parti­tura, tem muito elan e uma altivez quase ufanista, com o ataque franco do te­ma principal em sol menor. Outros motivos se sucedem e se entrelaçam com rara habilidade. A harmonia é compacta revelando a mão do organista. A coda final é de grande beleza. O Andante quasi Adágio vem a ser, indubitavelmen­te, o ponto alto da obra. Uma frase larga, generosa, profunda, emerge das cor­das e nos envolve como um hino de louvor à própria música. Uma obra-prima sem mácula que poderia ter sido assinada por qualquer grande músico alemão. Já o Scherzo-Presto tem finuras de filigrana. Tudo aqui é álacre e saltitante. Na parte central insere-se um inspirado intermédio cuja melodia entoada pelos violoncelos tem algo de modinheiro. Já no Finale — Con Fuocco — os episó­dios se sucedem ora em evoluções cromáticas, ora diatônicas, sublinhando o caráter marcial do movimento. A Sinfonia termina brilhantemente.

Henrique Oswald — Elegia
Henrique Oswald descendente de pais suíços, transferiu-se muito cedo ainda para a Itália, matriculando-se no Instituto Musical de Florença, onde com ape­nas 19 anos e apesar de ser estrangeiro, chegou a ocupar o cargo de adjunto de piano. Travou contato direto com Liszt e Brahms e após longos anos de per­manência na Europa, retornou ao Brasil a fim de assumir a direção do Instituto Nacional de Música. Em 1902, sua peça para piano II Niege ganhou por unani­midade o Concurso de Composição promovido pelo Jornal “Le Figaro” de Pa­ris, vencendo nada menos que 600 candidatos! Enfrentou um júri que conti­nha entre outros, nome do porte de Saint Saëns, Faurè e Diemer o que não é dizer pouco. Apesar de haver escrito três óperas – Le Fate, II Neo e La Croce D’Oro – , duas sinfonias, uma suíte orquestral, Oswald identificou-se mais com a música de câmara e o piano, que era o seu instrumento. Nesse aspecto, pode-se afirmar ter sido ele o mais refinado de nossos grandes mestres do passado. Sua música, quase toda ela envolta em meias tintas, caracteriza-se por um acaba­mento minucioso e um lirismo muito “fin de siécle”, lembrando em certos mo­mentos Faurè e, em outros Massenet, na sua transparência orquestral. Sua be­la e sentida Elegia foi escrita em 1896 e se fez notar pela fluência da frase me­lódica principal, envolta numa harmonização sutilíssima que era um dos apa­nágios da arte requintada de Oswald. Sublinhe-se, os belos efeitos que o com­positor extrai das duas harpas na parte central, a primeira desenhando arpejos ondulantes ascendentes e a segunda reforçando em acordes verticais a densida­de harmônica dos sopros e das cordas.

Leopoldo Miguez — Prometheus
Leopoldo Miguez, foi o apóstolo mór entre nós, dos princípios estéticos preco­nizados por Liszt e Wagner. Adepto ardoroso da “música do futuro”, fundou em 1884, no Rio de Janeiro, o Centro Artístico que se tornaria uma filial dos postulados de Bayreuth no Brasil. Em toda sua obra, predominantemente or­questral, bem como seus dramas líricos — Pelo Amor e Os Saldunes — a in­fluência do autor de Tristão é tão evidente quanto a que Verdi exercera sobre Carlos Gomes. Mas, Miguez sabia e orgulhava-se disso, por achar convictamen­te que tais influxos eram benéficos à música de nosso país. Excelente regente e ótimo orquestrador, Miguêz foi o primeiro a introduzir aqui a forma do poema sinfônico. Parisina, Ave Libertas e Prometheus são três esplendidos exemplos da arte maior deste músico sério, que sempre escreveu visando o aprimoramento de uma estética, razão pela qual, ao contrário de seu íntimo amigo Alberto Nepomuceno, nunca se sentiu atraído pelo nacionalismo. Em 1889, Miguez obtivera o primeiro lugar no concurso aberto à composição do Hino à Proclamação da República e foi nomeado primeiro diretor do recém criado Instituto Nacional de Música. Prometheus foi composto nessa épo­ca, ou seja, 1890, e baseia-se num dos titãs da mitologia grega, segundo a qual, este teria roubado o fogo do Olympo e o dera aos homens, ensinando-os a uti­lizá-lo, motivo por que Zeus o castigou acorrentando-o a um rochedo no cimo do Cáucaso. A partitura muito bem disposta para orquestra alterna momen­tos de intenso lirismo e outros de pujante dramaticidade.

(texto do encarte, de autoria de Sérgio Alvim Corrêa)

Harry Crowl ainda nos enviou uma faixa-bônus, a vibrante Ave, Libertas!, de Miguez, que possui as mesmas preocupações composísticas de Prometeu.
As peças estão muito bem executadas pela ORSEM, com Roberto Duarte no comando.

Um Baita CD! IM-PER-DÍ-VEL !!!
Ouça! Ouça! Deleite-se!

Música Brasileira
ORSEM e Roberto Duarte

Alberto Nepomuceno (Fortaleza, CE, 1864 – Rio de Janeiro, RJ, 1920)
Sinfonia em Sol Menor
01. I. Allegro. Com enthusiasmo.
02. II. Andante quasi adagio
03. III. Presto
04. IV. Con fuoco
Henrique Oswald (Rio de Janeiro, RJ, 1852 – 1931)
05. Elegia
Leopoldo Miguez (Niterói, RJ, 1850 – Rio de Janeiro, RJ, 1902)
06. Prometeu
07. (Bônus) Ave, Libertas!

Orquestra Sinfônica da Escola de Música da UFRJ
Roberto Duarte, Regente
Rio de Janeiro, 1991.

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Partituras e outros que tais? Clique aqui

…Mas comente… Não me deixe apenas com o silêncio…

Bisnaga

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Franz Liszt (1811-1886) – Eine Faust-Symphonie – Sttatskapelle Dresden – Sinopoli

410SKBTAN4LApós um período de curtas “férias”, resolvendo assuntos particulares, alguns ainda pendentes, trago mais um Liszt, desta vez sua grandiosa Sinfonia “Fausto”, baseada na imortal obra de Goethe. Esta sinfonia apareceu poucas vezes por aqui.
Obra grandiosa, que necessita de um Coral e de um Solista Tenor, reconheço que não é de fácil audição, talvez mesmo por sua grandiosidade, tem mais de uma hora de duração. E curiosamente é pouco executada.
A gravação que ora vos trago é com o Giuseppe Sinopoli, excelente regente italiano, que foi um especialista no repertório alemão. A orquestra é a maravilhosa Sttatskapelle Dresden acompanhada de seu coral. Com esta mesma orquestra Sinopoli também gravou a outra sinfonia de Liszt, “Dante”, que trago para os senhores logo, logo.

Franz Liszt – I. Faust
Franz Liszt – II. Gretchen
Franz Liszt – III. Mephistopheles
Franz Liszt – .Alles Verg.ngliche ist nur ein Gleichnis

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Vinson Cole – Tenor
Sttatsopernchor Dresden
Sttatskapelle Dresden
Giuseppe Sinopoli – Conductor

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Giusepe Sinopoli -(1946-2001)

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G. F. Handel (1685-1759): Concerti Grossi, Op. 6

Ouvi estes bem conhecidos concertos com renovado prazer. A lembrança afetiva das gravações de Karl Richter ficou lá longe, um pouco envergonhada da qualidade desta gravação realizada com instrumentos originais. Andrew Manze e a AAM saem-se maravilhosamente bem neste repertório obrigatório da música barroca. Há muita vida neste álbum duplo. Enjoy!

G. F. Handel (1685-1759): Concerti Grossi, op. 6

Disc 1:

1. Concerto Grosso, Op. 6, No. 05 in D Major (HWV 323): [no marking] 1:39
2. Concerto Grosso, Op. 6, No. 05 in D Major (HWV 323): Allegro 1:57
3. Concerto Grosso, Op. 6, No. 05 in D Major (HWV 323): Presto 3:04
4. Concerto Grosso, Op. 6, No. 05 in D Major (HWV 323): Largo 2:03
5. Concerto Grosso, Op. 6, No. 05 in D Major (HWV 323): Allegro 2:19
6. Concerto Grosso, Op. 6, No. 05 in D Major (HWV 323): Menuet 3:07

7. Concerto Grosso, Op. 6, No. 01 in G Major (HWV 319): A tempo giusto 1:42
8. Concerto Grosso, Op. 6, No. 01 in G Major (HWV 319): Allegro 1:37
9. Concerto Grosso, Op. 6, No. 01 in G Major (HWV 319): Adagio 2:34
10. Concerto Grosso, Op. 6, No. 01 in G Major (HWV 319): Allegro 2:26
11. Concerto Grosso, Op. 6, No. 01 in G Major (HWV 319): Allegro 2:50

12. Concerto Grosso, Op. 6, No. 02 in F Major (HWV 320): Andante larghetto 4:01
13. Concerto Grosso, Op. 6, No. 02 in F Major (HWV 320): Allegro 2:27
14. Concerto Grosso, Op. 6, No. 02 in F Major (HWV 320): Largo 2:19
15. Concerto Grosso, Op. 6, No. 02 in F Major (HWV 320): Allegro, ma non troppo 2:23
16. Concerto Grosso, Op. 6, No. 03 in E Minor (HWV 321): Larghetto 1:18
17. Concerto Grosso, Op. 6, No. 03 in E Minor (HWV 321): Andante 2:05
18. Concerto Grosso, Op. 6, No. 03 in E Minor (HWV 321): Allegro 2:24
19. Concerto Grosso, Op. 6, No. 03 in E Minor (HWV 321): Polonaise 4:40
20. Concerto Grosso, Op. 6, No. 03 in E Minor (HWV 321): Allegro, ma non troppo 1:26

21. Concerto Grosso, Op. 6, No. 10 in D Minor (HWV 328): Ouverture 1:52
22. Concerto Grosso, Op. 6, No. 10 in D Minor (HWV 328): Allegro 2:10
23. Concerto Grosso, Op. 6, No. 10 in D Minor (HWV 328): Lento 3:34
24. Concerto Grosso, Op. 6, No. 10 in D Minor (HWV 328): Allegro 2:06
25. Concerto Grosso, Op. 6, No. 10 in D Minor (HWV 328): Allegro 2:52
26. Concerto Grosso, Op. 6, No. 10 in D Minor (HWV 328): Allegro moderato 2:17

27. Concerto Grosso, Op. 6, No. 11 in A Major (HWV 329): Andante larghetto, e staccato 4:13
28. Concerto Grosso, Op. 6, No. 11 in A Major (HWV 329): Allegro 1:34
29. Concerto Grosso, Op. 6, No. 11 in A Major (HWV 329): Largo, et staccato 0:32
30. Concerto Grosso, Op. 6, No. 11 in A Major (HWV 329): Andante 4:11
31. Concerto Grosso, Op. 6, No. 11 in A Major (HWV 329): Allegro 5:30

Disc 2:

1. Concerto Grosso, Op. 6, No. 07 in B-Flat Major (HWV 325): Largo 1:07
2. Concerto Grosso, Op. 6, No. 07 in B-Flat Major (HWV 325): Allegro 2:41
3. Concerto Grosso, Op. 6, No. 07 in B-Flat Major (HWV 325): Largo, e piano 2:50
4. Concerto Grosso, Op. 6, No. 07 in B-Flat Major (HWV 325): Andante 3:57
5. Concerto Grosso, Op. 6, No. 07 in B-Flat Major (HWV 325): Hornpipe 2:59

6. Concerto Grosso, Op. 6, No. 06 in G Minor (HWV 324): Larghetto e affettuoso 3:16
7. Concerto Grosso, Op. 6, No. 06 in G Minor (HWV 324): Allegro, ma non troppo 1:37
8. Concerto Grosso, Op. 6, No. 06 in G Minor (HWV 324): Musette 4:46
9. Concerto Grosso, Op. 6, No. 06 in G Minor (HWV 324): Allegro 2:51
10. Concerto Grosso, Op. 6, No. 06 in G Minor (HWV 324): Allegro 2:38

11. Concerto Grosso, Op. 6, No. 04 in A Minor (HWV 322): Larghetto affettuoso 2:33
12. Concerto Grosso, Op. 6, No. 04 in A Minor (HWV 322): Allegro 2:53
13. Concerto Grosso, Op. 6, No. 04 in A Minor (HWV 322): Largo, e piano 2:13
14. Concerto Grosso, Op. 6, No. 04 in A Minor (HWV 322): Allegro 2:39

15. Concerto Grosso, Op. 6, No. 09 in F Major (HWV 327): Largo 1:20
16. Concerto Grosso, Op. 6, No. 09 in F Major (HWV 327): Allegro 3:19
17. Concerto Grosso, Op. 6, No. 09 in F Major (HWV 327): Larghetto 3:10
18. Concerto Grosso, Op. 6, No. 09 in F Major (HWV 327): Allegro 1:57
19. Concerto Grosso, Op. 6, No. 09 in F Major (HWV 327): Menuet 1:33
20. Concerto Grosso, Op. 6, No. 09 in F Major (HWV 327): Gigue 1:51

21. Concerto Grosso, Op. 6, No. 08 in C Minor (HWV 326): Allemande 5:39
22. Concerto Grosso, Op. 6, No. 08 in C Minor (HWV 326): Grave 1:23
23. Concerto Grosso, Op. 6, No. 08 in C Minor (HWV 326): Andante allegro 2:00
24. Concerto Grosso, Op. 6, No. 08 in C Minor (HWV 326): Adagio 1:02
25. Concerto Grosso, Op. 6, No. 08 in C Minor (HWV 326): Siciliana 2:52
26. Concerto Grosso, Op. 6, No. 08 in C Minor (HWV 326): Allegro 1:19

27. Concerto Grosso, Op. 6, No. 12 in B Minor (HWV 330): Largo 1:46
28. Concerto Grosso, Op. 6, No. 12 in B Minor (HWV 330): Allegro 2:48
29. Concerto Grosso, Op. 6, No. 12 in B Minor (HWV 330): Larghetto, e piano 3:38
30. Concerto Grosso, Op. 6, No. 12 in B Minor (HWV 330): Largo 0:49
31. Concerto Grosso, Op. 6, No. 12 in B Minor (HWV 330): Allegro 2:09

The Academy of Ancient Music
Andrew Manze

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Manze acertou a mão.

Manze acertou a mão.

PQP

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Franz Liszt (1811-1886) – Sonata in B minor, Nuages gris, La notte, La lugubre gondola II, Funérailles – Zimerman

51pNX1kHSFLDepois dos insistentes pedidos feitos pelo próprio PQPBach, resolvi trazer aquela obra que é considerada por muitos, inclusive o próprio PQPBach, a melhor obra de Franz Liszt. E como se tratava de um pedido de nosso mentor, não poderia trazer qualquer gravação, então escolhi a dedo esta gravação do Kristian Zimerman, outro Top Ten da gravadora Deutsche Grammophon. Este CD é, com certeza, IM-PER-DÍ-VEL!!

Esta Sonata tem suas peculiaridades, como o fato de que o pianista tem de tocar de um fôlego só, sem oportunidades de parar para descansar. Ela intercala momentos de tensão, de vibração, de paz de espírito, de lirismo.

Com certeza uma das grandes obras compostas para o piano. E volto a repetir, esta gravação do polonês Kristian Zimerman é IM-PER-DÍ-VEL !!!

1 Klaviersonate in h-moll

2 Nuages gris

3 La notte

4 Llugubre gondola II

5 Funerailles

 

Kristian Zimerman – Piano

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FDPBach

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Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) – . Sonata in D Major for Two Pianos, K. 448, Franz Schubert – Schubert: Fantasia, Op. 103, D.940 – Radu Lupu, Murray Perahia

41PQDXG2SHL._SX300_Uma pequena pausa nas postagens de Liszt para trazer este belíssimo CD, cinco estrelas unânimes entre os clientes da amazon, um CD que a CBS/Sony nunca deixou faltar em seu catálogo desde seu lançamento, creio que em 1987. Murray Perahia e Radu Lupu estão absolutamente perfeitos, no apogeu de suas carreiras, ao executarem estas duas peças, principalmente na Fantasia para Piano a Quatro Mãos, creio que a obra schubertiana favorita do Monge Ranulfus. E a Sonata de Mozart também está impecável na execução, na qualidade do som, no tempo, enfim, é para se ouvir dezenas de vezes sem se cansar. Coisa de gente grande. Aliás, fazia tempo que eu não ouvia um cd, ou postava um CD com tanto entusiasmo.
Uma pequena novidade nesta postagem: como os senhores irão reparar, ela está em FLAC, para alegria de alguns de nossos leitores mais exigentes.

P.S  – Claro que ele leva o selo de qualidade do PQPBach: IM-PER-DÍ-VEL !!!

01 – Sonata for Two Pianos in D major, K. 375a-448 – I. Allegro con spirito
02 – Sonata for Two Pianos in D major, K. 375a-448 – II. Andante
03 – Sonata for Two Pianos in D major, K. 375a-448 – III. Molto allegro
04 – Fantasia for Piano, Four Hands in F minor D 940 – Allegro molto moderato – Largo – Allegro vivace – Con delicatezza

Radu Lupu, Murray Perahia – Pianos

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FDPBach

Radu+LupuMurray+Perahia+radulupumurrayperahia

Retrato de Dois Grandes Artistas Enquanto Jovens

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Franz Liszt – Symphonic Poems II & Mephisto Waltz No. 1 – Orchestra de Paris – Solti

51U7PR0XJML._SL500_AA280_Ainda com os Poemas Sinfônicos, agora Sir George Solti continua esbanjando seu talento nos deliciando com dois poemas sinfônicos, de n° 2 e 13, e a magnífica Valsa Mefisto n°1. Aqui ele muda de orquestra e dirige a excelente Orchestra de Paris.

Os números dos downloads estão indo muito bem, significando que o pessoal está interessado mesmo em Liszt. O primeiro cd que postei, com os concertos para piano, já tiveram quase duzentos downloads, e não dá para esquecer que esta mesma gravação já foi postada aqui, há algum tempo atrás.

Como diria nosso colega Carlinus, uma boa apreciação.

1 Symphonic Poem No. 2 (after Byron), S. 96 – Tasso_ Lamento e trionfo
2 Scenes from Lenau’s ‘Faust’, S. 101 – II. The Dance in the Village Inn
3 Symphonic Poem No. 13 ‘Von der Wiege bis zum Grabe’, S.107

Orchestra de Paris
Sir George Solti – Conductor

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FDPBach

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.: interlúdio :. Pat Metheny – Unity Band (2012)

Excelente CD do guitarrista e band leader Pat Metheny, que andou apresentando este repertório — muito bom — em São Paulo há dois meses. Este disco ganhou o Grammy de Melhor Disco Instrumental de Jazz em 2013, o que não significa nada, mas vai como informação. Unity band marca o retorno de Metheny a um abandonado lirismo, assim como às belas melodias. Nunca se sabe qual será o próximo passo deste grande artista que muda a cada trabalho. Adoro.

Pat Metheny – Unity Band (2012)

01. New Year 7:37
02. Roofdogs 5:33
03. Come And See 8:28
04. This Belongs To You 5:20
05. Leaving Town 6:24
06. Interval Waltz 6:26
07. Signals (Orchestrion Sketch) 11:26
08. Then And Now 5:57
09. Breakdealer 8:34

Pat Metheny – electric and acoustic guitars, guitar synth, orchestrionics
Chris Potter – tenor sax, bass clarinet, soprano sax
Ben Williams – acoustic bass
Antonio Sanchez – drums

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Metheny e o pessoal da Unity Band

Metheny e o pessoal da Unity Band

PQP

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Franz Liszt (1811-1886) – Symphonic Poems – Solti, Karajan – LPO, BPO

51U7PR0XJML._SL500_AA280_Vamos deixar de lado a obra pianística de Liszt para encararmos algumas obras orquestrais. Volto ao repertório pianístico logo, logo.
O texto abaixo foi retirado do New Grove Dictionary of Music and Musicians:

Around 1853 Liszt introduced the term ‘Symphonische Dichtung’ (‘Symphonic Poem’) to describe a growing body of one-movement orchestral compositions, programmatically conceived. ‘New wine demands new bottles’, he once declared. The language of music was changing; it seemed pointless to Liszt to contain it in forms that were almost 100 years old. In the symphonic poems there are shifts in structural emphasis: recapitulations are foreshortened while codas assume developmental proportions and themes are reshuffled into new and unexpected chronologies, with contrasting subjects integrated by means of thematic metamorphosis. He wrote 12 such pieces in Weimar (a 13th, Von der Wiege bis zum Grabe, is a product of his old age). The first group of six was published in 1856, the second between 1857 and 1861. All are dedicated to Princess Carolyne, and bear titles which reveal the source of their inspiration: Tasso, Les préludes, Orpheus, Prometheus, Mazeppa, Festklänge (all published 1856); Héroïde funèbre, Hungaria, Ce qu’on entend sur la montagne (all 1857); Die Ideale (1858); Hamlet, Hunnenschlacht (both 1861).

As gravações que ora vos trago destes poemas sinfônicos estão a cargo de dois grandes regentes que dispensam maiores apresentações: Sir George Solti e Herbert von Karajan.

1 Prometheus, S. 99
2 Les Préludes, S. 97
3 Festklänge, S. 101

London Philharmonic Orchestra
Sir George Solti – Conductor

4 Mazeppa, S. 100

Bernliner Philharmoniker
Herbert von Karajan – Condutor

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Franz Liszt

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Franz Liszt (1811-1886) – Fantasy on Hungarian Folk melodies S. 123, Concerto for Piano and Strings ‘Malédiction’ S. 121, Concerto pathétique for two Pianos in e minor S. 258 – Cherkassky – Bolet – Ogdon

519JJaCjtyL._SL500_AA280_Continuo com Liszt,  e desta vez trago obras variadas para piano solo, dois pianos, e piano e cordas, creio que ainda nunca postadas aqui no blog. Um repertório interessantíssimo, para aqueles que admiram o compositor e suas incursões no folclore húngaro. Virtuosismo para tocar estas obras é indispensável, e os pianistas que tocam aqui são de primeira linha.
A primeira obra, uma Fantasia baseada em melodias do folclore húngaro, traz variações baseadas em peças que são conhecidas, principalmente para os que gostam das rapsódias hungaras. Enfim, tratam-se de obras não tão gravadas, mas creio que indispensáveis para os que pretendem conhecer melhor este repertório lisztiniano.
Com relação aos solistas, creio que seja uma rara oportunidade dos senhores conhecerem John Ogdon, excelente pianista inglês, que largou precocemente a carreira devido a uma doença que alguns atribuem à esquizofrenia. Após ficar muitos anos internado, voltou aos palcos e aos estúdios, mas veio a falecer com apenas 52 anos de idade, em 1989, de pneumonia. Uma curiosidade: no Concerto Patético para dois pianos ele toca com sua esposa, Brenda Lucas.
Outro excelente pianista que toca neste CD é Jorge Bolet, pianista cubano, porém naturalizado norte americano, e considerado um dos maiores intérpretes de Liszt.
Obras não tão conhecidas, com certeza, mas que despertam a curiosidade exatamente por serem poucos executadas.

Espero que gostem. Mais Liszt vem aí pela frente.

1 Fantasy on Hungarian Folk melodies S. 123 Andante mesto […]

Shura Cherkassy – Piano
Berliner Philharmoniker
Herbert von Karajan – Conductor

2 Concerto for Piano and Strings ‘Mal¨¦diction’ S. 121
Jorge Bolet – Piano
London Symphony Orchestra
Iván Fischer

3 Concerto pathétique for two Pianos in e minor S. 258 _1 – 1. Allegro energico
4 2. Andante sostenuto
5 3. Allegro agitato assai – Andante quasi Marcia funebre – Allegro trionfante

John Ogdon, Brenda Lucas – Pianos

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John Ogdon e sua esposa Brenda Lucas

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.: interlúdio :. John Surman: Brewster’s Rooster (2009)

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Tal como Jan Garbarek, o reflexivo saxofonista britânico John Surman (1944) determinou sua identidade em meio a sombrios tons menores. Mas não é o que ocorre neste álbum solto e jazzístico, onde é acompanhado por um espetacular Abercrombie e pelo renascimento polirítimico do impressionante Jack DeJohnette. Aqui, Surman está longe de seus projetos semiclássicos com quartetos de cordas ou corais. Surman reaparece com agilidade folclórica em Hilltop Dancer e No Finesse. Também demonstra ferocidade em Kickback, onde ele e DeJohnette parecem trancar-se num quarto para desferirem ofensas um ao outro. E é emocionante.

Com colaboradores de longa data, Brewster’s Rooster é um tremendo CD. E fazia tempo que eu não trazia um Surman, não?  E como é bom ouvir seu o som de seus instrumento.

John Surman: Brewster’s Rooster

1. Slanted Sky 6:34 $1.29
2. Hilltop Dancer 7:27
3. No Finesse 6:52 $1.29
4. Kickback 7:25
5. Chelsea Bridge 5:49
6. Haywain 6:18
7. Counter Measures 10:44
8. Brewster’s Rooster 6:37
9. Going For A Burton 6:48

John Surman, saxofones
Jack DeJohnette, percussão
John Abercrombie, guitarra
Drew Gress, baixo

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John Surman: só melhora com os anos

John Surman: só melhora com os anos

PQP

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