.: interlúdio :. Milt Jackson & John Coltrane – Bags & Trane

51lRi9eV21L._SL500_AA280_A primeira vez em que ouvi esta versão de “Be-Bop” foi em uma coletânea, um LP duplo, e fiquei impressionado. E não poderia deixar de ficar, afinal foi esta lendária música que nomeou o ritmo de jazz que se tornaria famoso no mundo inteiro, e que revelou gente com Dizzie Gillespie, Charlie Parker, Miles Davis, Coltrane entre tantos outros. E o que Coltrane e Jackson fazem aqui é de arrepiar.
Milton Jackson e John Coltrane são duas lendas no mundo do jazz, disso ninguém em sã consciência duvida. E o resultado da parceria desta dupla só poderia ser esse disco, “Bags & Trane”, fácil, fácil, classificável como um dos melhores discos de jazz gravados na história da indústria fonográfica. Ele é tão perfeito que fica difícil qualquer comentário, a única coisa que posso dizer aos senhores é para ouvir e ouvir e ouvir, e não esqueçam de ouvir inteiro, novamente, para preencherem seus cérebros com o que de melhor produziram dois dos maiores gênios da música do século XX.  Lhes garanto que após sua audição irão enxergar o mundo com outros olhos, e um sorriso lhes vai brotar nos lábios quando lembrarem que quando chegarem em casa, este disco vai estar lhes esperando para ser ouvido, novamente.

Milt Jackson & John Coltrane – Bags & Trane

01 – Bags & Trane
02 – Three Little Words
03 – The Night We Called It A Day
04 – Be-Bop
05 – The Late Late Blues
06 – Stairways To The Stars (bonus track)
07 – Blue Legacy (bonus track)
08 – Centerpiece (bonus track)

John Coltrane (tenor saxophone)
Milt Jackson (vibraphone);
Hank Jones (piano);
Paul Chambers (bass);
Connie Kay (drums)

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1 comment / Add your comment below

  1. Sou do tempo em que se invejava a coleção de discos (muitos 78RPM) de Jorge Guinle, falecido há 10 anos. Soube que ele gastava muito os discos de tanto ouvir.
    É importante seu livro “Jazz Panorama” (1953), primeiro livro sobre Jazz no Brasil, reeditado em 1959 e 2003. Tem ótima discografia antiga.
    Hoje é só alegria, ninguém precisa ter inveja dele. E até se tem acesso a gravações que nem ele tinha. Democracia é isso!
    Além desse livro sujiro “A Pequena História do Jazz, de Sérgio Porto” (ou Stanislaw Ponte Preta) e principalmente “Jazz” de Rex Harris, cuja discografia é um espanto

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