Neujahrskonzert in Wien – Wiener Philharmoniker, Willi Boskovski

folderJá é uma tradição de final de ano na Áustria essa apresentação que a Filarmônica de Viena faz anualmente no último dia do ano em sua sala de concertos, e o repertório é dedicado quase que exclusivamente à Família Strauss. Como a orquestra não tem um regente fixo, sempre tem um convidado para regê-la. Lá nos idos do final dos anos 70 Willi Boskovski foi o escolhido. Na verdade, sejamos justos. O spalla da Filarmônica de Viena fez isso de 1955 a 1979, ininterruptamente. Ou seja, esta foi a última vez que o grande músico vienense se apresentou frente à sua orquestra neste evento.
Um disco alegre, divertido, interpretado por gente que sabe o que faz, e que os senhores poderão utilizar em suas festas de final de ano.
Que 2015 seja um ano de muitas alegrias para os senhores!!!

FELIZ ANO NOVO !!!

01 – Loreley-Rhein-Klänge – Walzer, Op.154
02 – Bitte schön! – Polka française (after motifs from Cagliostro in Wien, Op.372)
03 – Ohne Bremse – Polka schnell, Op.238
04 – Wein, Weib und Gesang – Walzer, Op.333
05 – Die Emancipierte – Polka mazur, Op.282
06 – Hereinspaziert, Op.518
07 – Overture ~ Die schöne Galathee
08 – Bei uns z’Haus – Walzer Op.361
09 – Moulinet – Polka française Op.57
10 – Tik-Tak – Polka schnell, Op.365 (from Die Fledermaus)
11 – Pizzicato-Polka (with Josef Strauss)
12 – Rudolfsheimer – Polka schnell , Op.152
13 – Auf der Jagd – Polka schnell, Op.373
15 – An der schönen blauen Donau, Op.314
16 – Radetzky-Marsch, Op.228

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Antonin Dvorák – ”New World” Symphony, Symphony No.8 – István Kertész, Wiener Philharmoniker, London Symphony Orchestra

folderMuito bem, eu sei que postei há pouco tempo atrás essas mesmas sinfonias, creio que com o Kubelik, mas não poderia deixar de lhes mostrar outra gravação imperdível desta Sinfonia do Novo Mundo.
István Kertész foi um grande especialista neste repertório. Sua integral das sinfonias de Dvorák gravada com a Sinfônica de Londres é uma das melhores disponíveis no mercado. Mas honestamente, esta versão da nona sinfonia, que ora vos trago, gravada com a Filarmônica de Viena é uma das melhores que já ouvi. Ele sabia explorar como poucos as sutilezas da obra, dando destaque para a melodia. Um primor de execução, de musicalidade e de técnica. Ouçam e depois me digam o que acham.

01 – Symphony No.9 in E minor, Op.95 ”From the New World” – I. Adagio — Allegro molto
02 – Symphony No.9 in E minor, Op.95 ”From the. New World” – II. Largo
03 – Symphony No.9 in E minor, Op95 ”From the New World” – III. Scherzo (Molto vivace)
04 – Symphony No.9 in E minor, Op.95 ”From the New World” – IV. Allegro con fuoco

Wiener Philharmoniker
István Kertész – Conductor

05 – Symphony No.8 in G major, Op.88 – I. Allegro con brio
06 – Symphony No.8 in G major, Op.88 – II. Adagio
07 – Symphony No.8 in G major, Op.88 – III. Allegretto grazioso
08 – Symphony No.8 in G major, Op.88 – IV. Allegro ma non troppo

London Symphony Orchestra
István Kertész – Conductor

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istvan_kertesz
István Kertész – Um grande especialista em Dvorák

 

Beethoven (1770-1827): as 32 Sonatas para piano por Paul Lewis (2006-08) – REVALIDADO

Que mistério tem Paul Lewis? Pra ser sincero, conheço uma carrada de pianistas que passam, bem mais que ele, impressões de profundidade, expressividade, grandiosidade no que fazem. Quanto mais ouço, mais me convenço de que Lewis usa, digamos, uma paleta limitada de climas, cores, efeitos –

… entre eles, é verdade, o uso mais afetuosamente aveludado do pedal ‘una corda’ que já ouvi – sem falar da capacidade de fazer cada nota soar audível por si, sem jamais virar mera componente de massas. Mas por magistrais que sejam essas habilidades, continuam sendo parte de um quadro bastante limitado.

E no entanto eu não consigo parar de ouvir! Que mistério tem o Paul?

Tento levantar hipóteses. Penso em chamar sua abordagem de “vitória da simplicidade”, quem sabe até “apoteose”. Suponho uma opção de não carregar a música com emoções e interpretações pessoais, para deixar transparecer com pureza a vida mental-emocional do próprio compositor, corporificada na estrutura mesma da música com tanta clareza que – como a Marina morena que já é bonita com o que Deus lhe deu – torna supérfluo ou contraproducente qualquer tipo de maquiagem.

Será por aí? Venho apostando que sim, mas com uma dimensão adicional: vejo (com os ouvidos) Lewis abordar Beethoven com uma forma eminentemente clássica de tocar, não romântica. Tocá-lo como quem tocasse Mozart, Haydn ou – mais ainda – aquela enxurrada de música mais ou menos didática para teclado deixada pelos Diabellis e Clementis da vida.

Mas isso não seria rebaixá-lo, de certa maneira? Fazê-lo retroceder?

É aí que estaria a genialidade da sacada de Lewis: tocando ao modo romântico, Beethoven pode soar “pré” alguma coisa: estilisticamente, uma espécie precursor imaturo de um Schumann, um Brahms, até um Tchaicóvski… Tocado como clássico, no entanto, desaparece qualquer ideia de “pré”, e em seu lugar se ergue retumbante um “pós-“, um “trans”, um “meta-“,

… a dilatação de uma linguagem até os seus limites e, de repente, para além deles, por territórios que simplesmente não existiam antes – e, se não existiam, nem eles nem os que vieram depois, a troco de quê considerá-los um “pré”?

Se é por isso não sei, mas meu antigo preconceito contra as peças mais antigas do Ludovico desta vez não resistiu: fui ouvir a primeira de todas as sonatas – que é Opus 2, quer dizer: apenas a segunda obra publicada pelo nosso compositor… e já achei música madura, consistente – e estilisticamente (mais uma vez) um passo além de Mozart e Haydn com segurança, sem titubear. E ainda mais: música com conteúdo emocional denso, sem absolutamente nada que se pudesse julgar “banal” (embora, curiosamente, eu não consiga evitar uma impressão de banalidade em vários trechos – trechos, nunca peças inteiras – de obras bem posteriores, como p.ex. da Sonata 18 e mesmo da 28, apesar de esta de certa forma já integrar o Himalaia final, constituído pelas Sonatas 29 [Hammerklavier], 31 e 32, com esta 28 e a 30 como vales surgidos da mesma rocha, no entremeio).

Me perdoem a prolixidade, mas acontece que, apesar de meus pais terem usado um disco da Pastoral (a sinfonia) pra me fazerem dormir no berço (juro!), foi só agora, meio século e meia década mais tarde, que tive a oportunidade de conhecer as 32 sonatas como conjunto – e não há como não estar embriagado. Queria mesmo é falar horas sobre este e aquele detalhe desta e daquela sonata, mas, sosseguem, só vou registrar umas poucas impressões:
• Cada vez mais encantado por diferentes aspectos da Waldstein (nº 21)… e da Tempestade (nº 17).
• Entre as popularmente famosas, parece que a Apassionata (nº 23) é de longe a mais consistente.
• Alguém aí já prestou atenção na “despretensiosa” nº 27? Coisa gostosa, sô!
• Ainda não contabilizei quantos dos 102 movimentos são séries de variações – mas são um monte, dentre eles algumas das criações máximas do Ludovico (vide Opus 111). Ele chega ao cúmulo de abrir a nº 12 com um Andante con variazioni – o que parece uma negação da própria ideia de sonata!
Por outro lado, seu cabelo preto e olhos castanhos têm provocado muitos a supor uma ancestralidade espanhola, e até moura, através do lado flamengo da família (isto é, de região dominada pela Espanha por alguns séculos). E a Espanha é tida como pioneira na construção de peças na forma tema-e-variações, na música europeia. Não tem como evitar uma vontade danada de especular relações… mas a verdade é que, se eu tenho algum bom senso, o que ele diz dessa hipótese é “bullshit!”. Abobrinha pura.
• O Himalaia I: quer me parecer que foi só na Hammerklavier (Op.106, de 1819) que Beethoven transcendeu de vez o uso clássico do teclado, com sua herança cravística ou clavicordística. Os acordes massivos nas duas mãos – que soam como produzidos por 20 dedos, não 10 -, as explorações dos extremos do teclado – parecem estabelecer de uma vez, numa obra só, a linguagem pianística do romantismo e, no último movimento, já grande parte do que o século XX viria a explorar.
• O Himalaia II. A Opus 110 (nº 31) é uma joia de primeira grandeza que nunca deveria ser deixada na sombra da Opus 111, como tantas vezes se faz. Aliás, olhando o conjunto de cada uma dessas quatro ou cinco como sonata, a Opus 111 não é de modo nenhum a melhor. Mas quem diz que a esta altura estamos falando de sonatas? A altitude chegou a tanto que as formas começaram a se evaporar, a sequência de variações virou uma trilha, uma passagem… (Para o quê? Melhor não tentar explicar!)

Voltando a Lewis, pra terminar: ao falar de “modo clássico de tocar”, longe de mim a ilusão de que Lewis toque precisamente como um Mozart ou um Clementi tocariam! Afinal, ele vive hoje, ouviu tudo o que veio depois… mas parece dar preferência a deixar entrever que ouviu jazz, e até mesmo tango, a deixar transparecer que ouviu Chopin ou Liszt ou Brahms, em sua preparação para abordar o Ludovico.

Talvez venha daí um tanto do encanto desta sua realização das sonatas – um encanto que talvez não seja imortal: talvez fique para sempre atrelado a este momento ‘pós-moderno’ que vivemos. Mas mesmo sabendo disso… torço pra que seja infinito enquanto dure!

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As sonatas estão postadas aqui em sua ordem cronológica, que não foi seguida nos 10 CDs da gravação de Lewis, lançados de 2006 a 2008. Se alguém quiser ouvir na ordem dos CDs, é a seguinte:
CD 01: Sonatas 16, 17 e 18 · CD 02: Sonatas 08, 11 e 28 · CD 03: Sonatas 09, 10, 21 e 24
CD 04: Sonatas 25, 27 e 29 · CD 05: Sonatas 01, 02 e 03 · CD 06: Sonatas 04, 22 e 23
CD 07: Sonatas 12, 13 e 14 · CD 08: Sonatas 05, 06 e 07 · CD 09: Sonatas 15, 19, 20 e 26
CD 10: Sonatas 30, 31 e 32
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BEETHOVEN: AS 32 SONATAS PARA PIANO em sua ordem original

ATENÇÃO: os mp3 estão soltos dentro dos arquivos rar; sugiro criar uma pasta e extrair o conteúdo dos 4 arquivos rar dentro dela. Mp3 files are loose within the rar files; the best way to manage them is creating a folder to extract all 4 rar files into it.

Arquivo 1 : Sonatas 1 a 7 : BAIXE AQUI – download here

Arquivo 2 : Sonatas 8 a 15 : BAIXE AQUI – download here

Arquivo 3 : Sonatas 16 a 24 : BAIXE AQUI – download here

Arquivo 4 : Sonatas 25 a 32 : BAIXE AQUI – download here

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Sonata no.01 in F minor, Op.2 no.1 – 1795
..1………01.1………Allegro
..2………01.2………Adagio
..3………01.3………Menuetto: Allegretto
..4………01.4………Prestissimo

Sonata no.02 in A major, Op.2 no.2 – 1795
..5………02.1………Allegro vivace
..6………02.2………Largo appassionato
..7………02.3………Scherzo: Allegretto
..8………02.4………Rondò: Grazioso

Sonata no.03 in C major, Op.2 no.3 – 1795
..9………03.1………Allegro con brio
10………03.2………Adagio
11………03.3………Scherzo
12………03.4………Allegro assai

Sonata no.04 in E flat major, Op.7 ‘GRAND SONATA’ – 1797
13………04.1………Allegro molto e con brio
14………04.2………Largo con gran espressione
15………04.3………Allegro
16………04.4………Rondò: Poco allegretto e grazioso

Sonata no.05 in C minor, Op.10 no.1 – 1798
17………05.1………Allegro molto e con brio
18………05.2………Adagio molto
19………05.3………Finale: Prestissimo

Sonata no.06 in F major, Op.10 no.2 – 1798
20………06.1………Allegro
21………06.2………Allegretto
22………06.3………Finale: Presto

Sonata no.07 in D major, Op.10 no.3 – 1798
23………07.1………Presto
24………07.2………Largo e mesto
25………07.3………Menuetto: Allegro
26………07.4………Rondò: Allegro

• • • • • • • • • • ARQUIVO / FILE 2 • • • • • • • • • •
Sonata no.08 in C minor Op.13 ‘PATHETIQUE’- 1798
27………08.1………Grave – Allegro di molto e con brio
28………08.2………Andante cantabile
29………08.3………Rondò: Allegro

Sonata no.09 in E major Op.14 no.1 – 1798
30………09.1………Allegro
31………09.2………Allegretto
32………09.3………Rondò: Allegro commodo

Sonata no.10 in G major Op.14 no.2 – 1798
33………10.1………Allegro
34………10.2………Andante
35………10.3………Scherzo: Allegro assai

Sonata no.11 in B flat major Op.22 – 1800
36………11.1………Allegro con brio
37………11.2………Adagio con molto espressione
38………11.3………Tempo di menuetto
39………11.4………Rondò: Allegretto

Sonata no.12 in A flat major, Op.26 ‘MARCIA FUNEBRE’- 1801
40………12.1………Andante con variazioni
41………12.2………Scherzo: Allegro molto
42………12.3………Marcia funebre sulla morte d’un eroe
43………12.4………Allegro

Sonata no.13 in E flat major, Op.27 no.1 ‘QUASI UNA FANTASIA I’ – 1801
44………13.1………Andante
45………13.2………Allegro molto e vivace
46………13.3………Adagio con espressione
47………13.4………Finale. Allegro vivace

Sonata no.14 in C sharp minor, Op.27 no.2
‘QUASI UNA FANTASIA II’, ‘MOONLIGHT’, ‘AO LUAR’ – 1801
48………14.1………Adagio sostenuto
49………14.2………Allegretto
50………14.3………Presto agitato

Sonata no.15 in D major, Op.28 ‘PASTORALE’ – 1801
51………15.1………Allegro
52………15.2………Andante
53………15.3………Scherzo: Allegro vivace
54………15.4………Rondò: Allegro ma non troppo

• • • • • • • • • • ARQUIVO / FILE 3 • • • • • • • • • •
Sonata no.16 in G major, Op.31no.1 – 1802
55………16.1………Allegro vivace
56………16.2………Adagio grazioso
57………16.3………Rondò: Allegretto

Sonata no.17 in D minor, Op.31 no.2 ‘TEMPEST’, ‘A TEMPESTADE’- 1802
58………17.1………Largo
59………17.2………Adagio
60………17.3………Allegretto

Sonata no.18 in E flat major, Op 31 no.3 ‘LA CACCIA’, ‘A CAÇA’ – 1802
61………18.1………Allegro
62………18.2………Allegretto vivace
63………18.3………Menuetto: Moderato e grazioso
64………18.4………Presto con fuoco

Sonata no.19 in G minor, Op.49 no.1 – 1805
65………19.1………Andante
66………19.2………Rondò: Allegro

Sonata no.20 in G major, Op.49 no.2 – 1805
67………20.1………Allegro ma non troppo
68………20.2………Tempo di menuetto

Sonata no.21 in C major Op.53 ‘WALDSTEIN’ – 1803
69………21.1………Allegro con brio
70………21.2………Introduzione. Adagio molto
71………21.3………Rondò: Allegretto moderato

Sonata no.22 in F major, Op.54 – 1804
72………22.1………In tempo di menuetto
73………22.2………Allegretto

Sonata no.23 in F minor, Op.57 ‘APASSIONATA’ – 1805
74………23.1………Allegro assai
75………23.2………Andante con moto
76………23.3………Allegro ma non troppo

Sonata no.24 in F sharp major Op.78 ‘A THERESE’ – 1809
77………24.1………Allegro ma non troppo
78………24.2………Allegro vivace

• • • • • • • • • • ARQUIVO / FILE 4 • • • • • • • • • •
Sonata no.25 in G major Op.79 ‘ALLA TEDESCA’ – 1809
79………25.1………Presto alla tedesca
80………25.2………Andante
81………25.3………Vivace

Sonata no.26 in E flat major, Op.81a ‘LEX ADIEUX’, ‘LEBEWOHL’ – 1810
82………26.1………Adagio – Allegro (Les Adieux)
83………26.2………Andante espressivo (L’Absence)
84………26.3………Vivacissimamente (Le Retour)

Sonata no.27 in E minor Op.90 – 1814
85………27.1………Allegro: Mit Lebhaftigkeit und durchaus mit Empfindung und Ausdruck
86………27.2………Rondò: Nicht zu geschwind und sehr singbar vorzutragen

Sonata no.28 in A major Op.101 – 1816
87………28.1………Allegretto ma non troppo. Etwas lebhaft
88………28.2………Vivace alla marcia. Lebhaft
89………28.3-4……Adagio ma non troppo – Allegro ma non troppo

Sonata no.29 in B flat major Op.106 ‘HAMMERKLAVIER’ – 1819
90………29.1………Allegro
91………29.2………Scherzo: Assai vivace
92………29.3………Adagio sostenuto: Appassionato e con molto sentimento
93………29.4………Largo – Allegro risoluto

Sonata no.30 in E major, Op.109 – 1820
94………30.1………Vivace ma non troppo. Adagio espressivo
95………30.2………Prestissimo
96………30.3………Andante: Gesangvoll mit innigster empfindung, mezza voce

Sonata no.31 in A flat major, Opus 110 – 1821
97………31.1………Moderato cantabile molto espressivo
98………31.2………Allegro molto
99………31.3………Adagio ma non troppo – Allegro ma non troppo (Fuga)

Sonata no.32 in C minor, Opus 111 – 1822
100………32.1………Maestoso – Allegro con brio ed appassionato
101………32.2………Arietta: Adagio molto semplice e cantabile

Ranulfus (postado originalmente em 20.10.2012)

Johann Sebastian Bach (1685-1750) – Complete Lute Suites – Sharon Isbin

51NAoWdRNQLEste CD da ótima violonista Sharon Isbin já tem mais de dez anos, doze para ser mais exato. Mas é de uma qualidade única. Até pouco tempo atrás eram poucas as mulheres solistas deste instrumento tão peculiar e masculino que é o violão. Felizmente, nos dias de hoje esse número cresceu.
Sharon Isbin fez as tarefas de casa direitinho. Estudou até mesmo com Rosalyn Tureck, uma das grandes especialistas em Bach no século XX. Tureck inclusive está por trás deste CD, auxiliando Isbin na sua concepção e edição das obras aqui interpretadas.
Enfim, para quem gosta do instrumento, sugiro sua audição com atenção. Bach explorou todos os recursos disponíveis do alaúde, e Isbin transpôs com grande habilidade e maestria para o violão. Sugiro os senhores darem uma olhada em sua página pessoal para melhor a conhecerem.

1-6 – Suite BWV 1006a in E major
7-12 Suite BWV 995 in G minor (performed in A minor)
13-18 – Suite BWV 996 in E minor
19-23 – Suite BWV 997 in C minor (performed in A minor)

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sharon isbin
Sharon Isbin – Beleza e talento a serviço de Bach

.: interlúdio :. Michiel Borstlap – Solo 2010

.: interlúdio :. Michiel Borstlap – Solo 2010

Eu não me apaixonei pelo famoso pianista de jazz holandês Michiel Borstlap, mas o cara é considerado um gênio. OK. Borstlap construiu uma reputação invejável. A contra-capa diz que ele abraça a rica herança pianística de seus heróis Glenn Gould, Sviatoslav Richter, Art Tatum, Bud Powell, Herbie Hancock e Keith Jarrett. Ele já trabalhou com alguns dos maiores músicos do jazz, como Herbie Hancock, Wayne Shorter, Pat Metheny e Les Paul. Em seu CD Solo 2010, Borstlap mistura jazz com a música clássica. Eu curti. Com reservas.

Michiel Borstlap – Solo 2010

1. Moscow
2. Crazy Love
3. BlueSyl
4. My Dear
5. Bengt
6. You’re Wanted
7. Destin Fabuleux
8. Haiku
9. Yokohama
10. Cherish Your Sunshine
11. Fughetta
12. Four in One
13. Clear Water
14. This Can’t Be You
15. Adieu!

Michiel Borstlap, piano

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Michiel Borstlap baixando músicas do PQP Bach.
Michiel Borstlap baixando músicas do PQP Bach.

PQP

Bela Bartok – Kossuth, Concerto for Orchestra – Blomstedt, San Francisco Symphony

51EVvwTmqXLEis um grande disco, com um repertório sensacional e com uma orquestra e maestro idem… uma bela combinação.
Bártok nas mãos de um norte americano descendente de suíços regendo uma orquestra norte americana.. e viva a globalização.
Estou um tanto quanto atrasado com minhas postagens, imaginem os senhores que o PQPBach já agendou material até o dia vinte e seis de janeiro… e eu aqui, aos trancos e barrancos.
No começo de sua carreira, Bártok foi muito influenciado pelos poemas sinfônicos de Richard Strauss, tendo inclusive conhecido o compositor e maestro alemão quando da estréia de “Also Sprach Zarathustra”. Classificado como um poema sinfônico em um movimento só, “Kossuth” foi composto em homenagem ao político húngaro Lajos Kossuth, herói da revolução hungara de 1848.
A outra obra presente no CD é o conhecidíssimo Concerto para Orquestra, uma das obras primas de Bártok. E é aqui que Blomstedt mostra toda a maestria na regência, transformando a San Francisco Symphony Orchestra em um dos principais conjuntos orquestrais norte americanos neste começo de século XX.

01 – Kossuth_ I Kossuth
02 – Kossuth_ II What grief weights upon your soul, my dear husband_
03 – Kossuth_ III Our country is in danger!
04 – Kossuth_ IV Once we knew better times
05 – Kossuth_ V Then our fate changed for the worse
06 – Kossuth_ VI On to battle!
07 – Kossuth_ VII Come, come, you brave Hungarian warriors, you fair Hungarian her
08 – Kossuth_ VIII
09 – Kossuth_ IX All is over!
10 – Kossuth_ X All is silence, silence
11 – Concerto for Orchestra_ I. (Introduzione)
12 – Concerto for Orchestra_ II. (Giuoco delle coppie)
13 – Concerto for Orchestra_ III. (Elegia)
14 – Concerto for Orchestra_ IV. (Intermezzo interrotto)
15 – Concerto for Orchestra_ V. (Finale)

San Francisco Symphony Orchestra
Herbert Blomstedt – Conductor

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Johann Sebastian Bach (1675-1750) – Kantaten – Vol. 4 – Sonntage Nach Trinatatis I – Edith Mathis, Maria Stader, Peter Schreier, Fischer-Dieskau, Richter, et. all.

J. S. Bach. Kantaten, Vol. 4 CD 1Esta postagem está sendo feito em parceria à quatro mãos, nosso querido Mestre Avicenna está me fornecendo os links, pois descobri que o que eu tinha registrado como Vol. 4 em meu computador era na verdade a repetição do vol. 3.  São muitos os contratempos que podem aparecer em uma postagem deste porte. São setenta e cinco cantatas, quero lembrá-los. totalizando vinte e seis cds. É muita coisa, e facilmente podemos nos confundir.
Para facilitar o download, colocou tudo em um arquivo único. Se alguns dos senhores tiverem problemas em baixar, me avisem. Darei um jeito de repartir os cds em mais arquivos. Eu também já tive uma internet de péssima qualidade com velocidade baixíssima.
Ah, aproveitando também o espírito natalino, o primeiro download é de um livro fundamental para os fãs das cantatas de Bach. Trata-se de um livro fundamental sobre o assunto, inclusive já foi traduzido para o português e deve ser lançado no Brasil no mês de janeiro.
Sendo assim, e nada mais tendo a acrescentar no momento, só me resta desejar a todos vocês um FELIZ NATAL !!!

CD 1

«Es ist das Heil uns kommen her», BWV 9
«Es wartet alles auf dich», BWV 187
«Wo Gott, der Herr, nicht bei uns hält», BWV 178

CD 2
«Es ist dir gesagt, Mensch, was gut ist», BWV 45
«Herr, gehe nicht ins Gericht mit deinem Knecht», BWV 105
«Herr, deine Augen sehen nach dem Glauben», BWV 102

CD 3
«Mein Herze schwimmt im Blut», BWV 199
«Siehe zu, daß deine Gottesfurcht nicht Heuchelei sei», BWV 179
«Lobe den Herren, den mächtigen König der Ehren», BWV 137

CD 4
«Allein zu dir, Herr Jesu Christ», BWV 33
«Jesu, der du meine Seele», BWV 78
«Wer Dank opfert, der preiset mich», BWV 17

CD 5
«Jauchzet Gott in allen Landen», BWV 51
«Was Gott tut, das ist wohlgetan», BWV 100
«Wer weiß, wie nahe mir mein Ende», BWV 27

CD 6
«Liebster Gott, wenn werd ich sterben?», BWV 8
«Bringet dem Herrn Ehre seines Namens», BWV 148

Edith Mathis, Maria Stader, Ursula Buckel – Sopranos
Julia Hamari, Hertha Töpper – Alt
Peter Schreier, Ernst Haefliger, John von Kestern – Tenor
Dietrich Fischer-Dieskau, Kieth Engen – Bass
Münchener Bach-Choir
Münchener Bach-Orchester
Karl Richter – Conductor

LIVRO – BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE

VOLUME 4 – BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE

 

 

Franz-Joseph Haydn (1732-1809): Die Sieben Letzten Worte (As sete últimas palavras)

Franz-Joseph Haydn (1732-1809): Die Sieben Letzten Worte (As sete últimas palavras)


Aproveitemos pois este momento Haydn, que sem querer eu e o mano PQP começamos. Voltou a chover na minha cidade, e aquela onda de calor insuportável que vivemos aqui, e no sul do Brasil em geral se foi.

Uma postagem anterior do mano PQP foi desta mesma obra tocada em sua versão para quarteto de cordas. Esta versão que trago tem o grande Nikolaus Harnoncourt e seu Concentus Musicus Wien na versão para solistas, coral e orquestra. Ah, como não poderia deixar de ser, o coral que o acompanha é o excelente Arnold Schoenberg Choir.

Franz-Joseph Haydn –  Die Sieben Letzten Worte – Harnoncourt

01 – Intruduzione
02 – I ‘Vater, vergib ihnen’
03 – II ‘Fürwahr, ich sag es dir’
04 – III ‘Frau, hier siehe deinen Sohn’
05 – IV ‘Mein Gott, mein Gott’
06 – Introduzione
07 – V ‘Jesus rufet’
08 – VI ‘Es ist vollbracht’
09 – VII ‘Vater, in deine Hande’
10 – Terremoto ‘Er ist nicht mehr’

Inga Nielsen – Soprano
Margareta Hintermeier – Alto
Anthony Rolfe-Johnson – Tenor
Robert Holl – Bass
Concentus Musicus Wien
Arnold Schoenberg Choir
Nikolaus Harnoncourt – Direktor

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Ei, vamos cantar direito essa coisa!
Ei, vamos cantar direito essa coisa!

FDP

Antonio Vivaldi (1678-1741) – 12 Sonate, Op. 2 – Accardo, Canino, Saram

fataEntão chegamos em mais um período natalino, mais um ano que se vai, um ano turbulento, confuso, mas que felizmente terminou bem. Ao menos para nós que moramos ao sul do Equador. Particularmente, para mim, FDPBach, também foi um ano pesado, muito trabalhoso, profissionalmente falando, mas felizmente, tudo se encaminha para um Final de Ano festivo com uma boa perspectiva se apresentando já em seu início. O espumante já foi comprado, está aguardando ali dentro da geladeira.
O Op. 2 de Vivaldi traz as doze sonatas para violino e contínuo. E mais uma vez temos o violino interpretado pelo magnífico músico italiano Salvatore Accardo, um verdadeiro mestre deste instrumento, um dos ídolos deste que vos escreve, e de muitos outros fãs.

CD 1
01-04 Sonata Op. 2 No. 1 in G minor RV27
05-08 Sonata Op. 2 No. 2 in A major RV31
09-12 Sonata Op. 2 No. 3 in D minor RV14
13-16 Sonata Op. 2 No. 4 in F major RV20
17-19 Sonata Op. 2 No. 5 in B minor RV36
20-22 Sonata Op. 2 No. 6 in C major RV1

CD 2
01-03 Sonata for violin and continuo Op 2 No 7 in C minor RV 8
04-06 Sonata for violin and continuo Op 2 No 8 in G RV 23
07-10 Sonata for violin and continuo Op 2 No 9 in E minor RV 16
11-13 Sonata for violin and continuo Op 2 No 10 in F minor RV 21
14-16 Sonata for violin and continuo Op 2 No 11 in D RV 9
17-20 Sonata for violin and continuo Op 2 No 12 in A minor RV 32

Salvatore Accardo – Violin
Bruno Canino – Harpsichord
Roham de Saram – Cello

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Ludwig van Beethoven (1770-1827) – Integral dos Quartetos de Cordas (1, 2 e 3 de 9)

Ludwig van Beethoven (1770-1827) – Integral dos Quartetos de Cordas (1, 2 e 3 de 9)


IM-PER-DÍ-VEL !!!

Quer todos? Clica aqui, ó. Ah, não esqueçam disto aqui.

Iniciamos os Quartetos de Beethoven pelo extraordinário Op. 18. Como de costume, P.Q.P. Bach mostra uma integral a cargo de mais de um conjunto. (Tal coleção já está postada, gente, basta clicar no link acima para vê-la!) Em termos de Op. 18, em mais de cinco décadas nunca ouvimos nada comparável nada comparável à versão do Quarteto Guarneri.

É apenas uma opinião. Nada de nervos, por favor.

Um dos integrantes do Quarteto Guarneri gosta de dar uma cantadinha a la Gould enquanto toca. Até aí, tudo bem, a qualidade do conjunto compensa a cantoria. Só que ouçam a partir dos 5min36 do terceiro movimento do Quarteto Nº 5; o cara parece ter sentido uma indisposição qualquer. Confira. Na minha opinião e na de quase todo mundo, os quartetos 5 e 6 são as grandes estrelas do Op. 18. É necessário grande verve para interpretá-los e o Guarneri sai-se esplendidamente. Um sensacional álbum triplo!

Beethoven — Os Seis Quartetos de Cordas Op. 18

Quartet in F, Op. 18 No. 1
1 Allegro con brio
2 Adagio affettuoso ed appassionato
3 Scherzo: Allegro molto; Trio
4. Allegro

Quartet in G, Op. 18 No. 2
5 Allegro
6 Adagio cantabile; Allegro; Tempo I
7 Scherzo: Allegro; Trio
8 Allegro molto; quasi presto

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Quartet in D, Op. 18 No. 3
1 Allegro
2 Andante con moto
3 Allegro
4 Presto

Quartet in C Minor, Op 18 No. 4
5 Allegro ma non tanto
6 Scherzo: Andante scherzoso quasi allegretto
7 Menuetto: Allegretto; Trio
8 Allegro; Prestissimo

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Quartet in A, Op. 18, No. 5

1. Allegro
2. Menuetto; Trio
3. Andante cantabile; Variazioni 1-5; Poco adagio
4. Allegro

Quartet in B-Flat, Op. 18 No. 6
5. Allegro con brio
6. Adagio ma non troppo
7. Scherzo: Allegro; Trio
8. La Malinconia: Adagio; Allegretto quasi allegro; Prestissimo

BAIXE AQUI O CD3 — DOWNLOAD CD3 HERE

Guarneri Quartet

guarneri

P.Q.P. Bach

Antonio Vivaldi (1678-1741) – 12 Sonate, op. 1 for 2 Violins and Continuo – Accardo, Gulli, Canino, Saram

cd1Então, depois deste pequeno contratempo com o nosso servidor, voltemos ao que importa. Ainda tenho alguns cds para postar desta série da Phillips dedicada a Vivaldi na interpretação precisa e correta do conjunto “I Musici”.
Este cd duplo que vos trago, é dedicado ao op. 1, com as Sonatas para dois violinos e um contínuo, O grande Salvatore Accardo é um dos violinistas, então não preciso dizer mais nada. Esse nome, aliado ao do “I Musici” já é garantia de qualidade.
Diversão garantida, ou seu dinheiro de volta. Mas duvido que os senhores peçam a devolução.

1-5 Sonate pour 2 violons n° 1 en sol mineur RV73
6-9 Sonate pour 2 violons n° 2 en mi mineur RV67
10-12 Sonate pour 2 violons n° 3 en ut majeur RV61
13-16  Sonate pour 2 violons n° 4 en mi majeur RV66
17-20 Sonate pour 2 violons n° 5 en fa majeur RV69
21-24 Sonate pour 2 violons n° 6 en ré majeur RV62

CD 2

1-4 Sonate pour 2 violons n° 7 en mi bйmol majeur RV65
5-8 Sonate pour 2 violons n° 8 en rй mineur RV64
9-12  Sonate pour 2 violons n° 9 en la majeur RV75
13-15  Sonate pour 2 violons n° 10 en si bйmol majeur RV78
16-19 Sonate pour 2 violons n° 11 en si mineur RV79
20 Sonate pour 2 violons n° 12 ‘La Follia’ en rй mineur RV63

Salvatore Accardo & Franco Gulli – Violinos
Bruno Canino – Harpsichord
Rohan de Saram – Cello

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J.S. Bach (1685-1750): Oratório da Páscoa / Cantata BWV 66

J.S. Bach (1685-1750): Oratório da Páscoa / Cantata BWV 66

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Um CD extraordinário onde Herreweghe rege esplendidamente duas grandes peças sacras de Johann Sebastian Bach. O Oratório da Páscoa, BWV 249, é uma Missa menor de Bach. Ele certamente perde na corrida para as Paixões Segundo São Mateus e São João, para a Missa em Si Menor e para o Magnificat, mas, tal como o último, é um belo e conciso trabalho. Esta versão de Herreweghe é uma joia, trazendo grandes cantores e um coro pra lá de afinado no tom e no espírito das obras. Cantata BWV 66 é bem diferente do Oratório, porém é também excelente música. Herreweghe dança em vários árias e corais com sua pequena orquestra e coro.

J.S. Bach (1685-1750): Oratório da Páscoa / Cantata BWV 66

1 Oster-Oratorium, BWV 249: 1. Sinfonia 4:08
2 Oster-Oratorium, BWV 249: 2. Adagio 3:27
3 Oster-Oratorium, BWV 249: 3. Chorus “Kommt, eilet und laufet” 5:10
4 Oster-Oratorium, Bwv 249: 4. Recitativo (Satb) “O Kalter Männer Sinn” 1:04
5 Oster-Oratorium, BWV 249: 5. Aria (S) “Seele, deine Spezereien” 9:29
6 Oster-Oratorium, BWV 249: 6. Recitativo (ATB) “Hier ist die Gruft” 0:49
7 Oster-Oratorium, BWV 249: 7. Aria (T) “Sanfte soll mein Todeskummer” 7:41
8 Oster-Oratorium, BWV 249: 8. Recitativo (A) “Indessen seufzen wir” 1:00
9 Oster-Oratorium, BWV 249: 9. Aria (SA) “Saget, saget mir geschwinde” 6:11
10 Oster-Oratorium, BWV 249: 10. Recitativo (B) “Wir sind erfreut” 0:38
11 Oster-Oratorium, BWV 249: 11. Chorus “Preis und Dank” 2:33

12 Erfreut euch, ihr Herzen, BWV 66: 1. Chorus (AB) “Erfreut euch, ihr Herzen” 9:42
13 Erfreut euch, ihr Herzen, BWV 66: 2. Recitativo (B) “Es bricht das Grab” 0:35
14 Erfreut euch, ihr Herzen, BWV 66: 3. Aria B “Lassen dem Höchstein ein Danklied erschallen” 5:58
15 Erfreut euch, ihr Herzen, BWV 66: 4. Recitativo (AT) “Bei Jesu Leben freudig sein” 4:25
16 Erfreut euch, ihr Herzen, BWV 66: 5. Aria (AT) “Ich furchte zwar – Ich furchte nicht” 8:48
17 Erfreut euch, ihr Herzen, BWV 66: 6. Choral “Alleluja! Des solln wir alle froh sein” 0:52

Collegium Vocale Gent and Philippe Herreweghe

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Philippe Herreweghe: compreensão superior de Bach
Philippe Herreweghe: compreensão superior de Bach

PQP

.: interlúdio :. Hiromi Uehara – Discografia de 2003 a 2009 – 6 CDs

.: interlúdio :. Hiromi Uehara – Discografia de 2003 a 2009 – 6 CDs
Hiromi Uehara
Hiromi Uehara

Hiromi Uehara é uma das melhores novidades que o jazz moderno oferece. Pianista de extraordinária qualidade, faz o papel de virtuose para que lhe deem crédito — afinal, mais parece uma menina recém entrada na universidade — , mas quando a bola está no chão, dá um banho de sensibilidade. É jazz e é fusion da melhor qualidade. Seu parentesco maior é com Chick Corea, com quem já gravou dividiu um CD.

Diversão garantida para o povo pequepiano, pus todos os 6 CDs num só arquivo de 320 kbps. Há duas ou três faixas com pequenas falhas, mas como elas também estavam no original… Fazer o quê?

Hiromi Uehara (26 de Março de 1979) é uma pianista e compositora. Sua técnica impressionante, estilo único e energia contagiante a distinguem. As suas composições englobam um variado grupo de estilos musicais como jazz, rock progressivo, jazz fusion e até música clássica. Ela é famosa também por sua contribuição na composição no tema de Tom e Jerry Show. Ela começou a tocar piano clássico com seis anos de idade, e aos 15 anos ela já havia tocado com a Orquestra Filarmônica da República Tcheca. Com oito anos, Hiromi conheceu o jazz e se apaixonou pelo estilo musical. Quando tinha 17 anos, Chick Corea conheceu o som dessa jovem japonesa em Tóquio, e chegou a convidá-la para tocar com ele no mesmo dia. Hiromi foi estudar música nos Estados Unidos com Ahmad Jamal, o pianista favorito de Miles Davis. Antes mesmo de se formar, ela já tinha assinado contrato com o selo independente norte-americano, Telarc.

O primeiro disco em 2003, Another Mind, contava com um trio afinadíssimo, Hiromi no piano, Mitch Cohn no baixo e Dave DiCenso na bateria. Já no segundo trabalho em 2004, Brain, Tony Grey assumiu o baixo e Martin Valihora a bateria. Com essa mesma formação, Hiromi lançou o terceiro disco em 2005, Spiral. Em 2006 o trio adicionou o guitarrista David Fiuczynski e transformou-se em Hiromi’s Sonicbloom. Com esta nova formação, o quarteto lançou o disco Time Control em 2007.

Muita atenção aos dois últimos discos. São extraordinários.

Fontes: PQP Bach, Wikipedia e Apenas Jazz.

2003 – Another Mind

01. XYZ [5:37]
02. Double Personality [11:57]
03. Summer Rain [6:07]
04. Joy [8:29]
05. 010101 (binary system) [8:23]
06. Truth and Lies [7:19]
07. Dancando No Paraiso [7:37]
08. Another Mind [8:43]
09. The Tom and Jerry Show [6:06] bonus track

Total time = 01:10:21

2004 – Brain

01. Kung-Fu World Champion [6:49]
02. If… [7:09]
03. Wind Song [5:40]
04. Brain [8:59]
05. Desert On The Moon [7:04]
06. Green Tea Farm (solo) [4:34]
07. Keytalk [10:02]
08. Legend of the Purple Valley [10:47]
09. Another Mind [11:03] bonus track

Total time = 01:14:41

2006 – Spiral

01. Spiral [9:57]
Music for Three-Piece Orchestra:
02. Open Door – Tuning – Prologue [10:13]
03. Deja vu [7:45]
04. Reverse [5:09]
05. Edge [5:14]
06. Old Castle, by the river, in the middle of the forest [8:16]
07. Love and Laughter [8:57]
08. Return of Kung-Fu World Champion [9:39] bonus track

Total time = 01:05:39

2007 – Time Control

01. Time Difference
02. Time Out
03. Time Travel
04. Deep into the Night
05. Real Clock vs. Body Clock = Jet Lag
06. Time and Space
07. Time Control, or Controlled by Time
08. Time Flies
09. Time’s Up
10. Note from the Past

Total time = 01:13:49

2008 – Beyond Standard

01. Intro – Softly As In A Morning Sunrise
02. Softly As In A Morning Sunrise
03. Clair De Lune
04. Caravan
05. Ue Wo Muite Aruko
06. My Favorite Things
07. Led Boots
08. XYG
09. I’ve Got Rhythm

Total time = 59:36

2009 – Place to Be

01. BQE
02. Choux a la creme
03. Sicilian Blue
04. Bern Baby Bern
05. Somewhere
06. Capecod Chips
07. Islands Azores
08. Pachelbel’s Canon
09. Viva! Vegas: Show City, Show Girl
10. Viva! Vegas: Daytime in Las Vegas
11. Viva! Vegas: The Gambler
12. Place To Be
13. Green Tea Farm bonus track

Total time = 01:09:09

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Bunitinha
Bunitinha

PQP

Antonio Vivaldi (1678-1741) – I Musici – Bassoon Concertos – Thunemann, I Musici

517gZYt5v4LEntão, os senhores estão gostando da série de CDs que estou postando com o conjunto I Musici?
Trago nesta postagem os Concertos para Fagote de nosso querido padre ruivo, O solista é o alemão Klaus Thunemann, que encarou o desafio e gravou dezessete dos trinta e nove concertos que Vivaldi compôs para esse instrumento. Esses números são uma loucura. Trinta e nove concertos compostos para Fagote? Haja inspiração. E haja fôlego para o solista encarar esse desafio. A parceria com o conjunto I Musici não poderia deixar de ser perfeita. Alguns clientes da amazon inclusive consideram estas gravações definitivas.

CD 1
01-03 Bassoon Concerto A-min, RV 497
04-06 Bassoon Concerto C-maj, RV 473
07-09 Bassoon Concerto G-maj, RV 493
10-12 Bassoon Concerto C-maj, RV 471
13-15 Bassoon Concerto A-min, RV 500
16-18 Bassoon Concerto D-min, RV 481
19-21 Bassoon Concerto Bb-maj, RV 504
22-24 Bassoon Concerto G-min, RV 496

CD 2
01-03 – Bassoon Concerto G-maj, RV 492
04-06 – Bassoon Concerto Bb-maj, RV 503
07-09 – Bassoon Concerto F-maj, RV 491
10-12 – Bassoon Concerto A-min, RV 499
13-15 – Bassoon Concerto E-min, RV 484
16-18 – Bassoon Concerto G-maj, RV 494
19-20 – Bassoon Concerto G-min, RV 495
22 – Bassoon Concerto D-min, RV 482
23-25 – Bassoon Concerto C-maj, RV 472

Klaus Thunemann – Fagote
I Musici

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Constantin Silvestri – Russian Showpieces

frontHá alguns meses atrás fiz uma postagem com as sinfonias de Tchaikovsky regidas por este grande maestro romeno, Constantin Silvestri, mas ocorreram alguns problemas com os links e acabei tirando a postagem do ar. Vou fazer diferente agora, vou trazer alguns cds dessa excelente coleção, a ICON da EMI.
Começo a todo vapor, com essa série de obras de compositores russos que são figurinhas carimbadas no repertório de qualquer orquestra, como Tchaikovsky, Borodin e Glinka.

Constantin Silvestri – Russian Showpieces 

01 Glinka – Overture, Ruslan and Ludmila
02 Borodin – Prince Igor, Overture

Philharmonia Orchestra
Constantin Silvestri – Conductor

03 Borodin – Prince Igor – Polovtsian Dances
04 Borodin – In the Steppes of Central Asia
05 Tchaikovsky – Eugene Onegin, Polonaise
06 Tchaikovsky – Capriccio italien Op.45
07 1812 – Tchaikovsky – Overture Op.49

Bournemouth Symphony Orchestra
Constantin Silvestri – Conductor

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FDPBach

Ludwig van Beethoven (1770-1827): Os Últimos Quartetos

Ludwig van Beethoven (1770-1827): Os Últimos Quartetos

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Verdadeiros monumentos humanistas, os último quartetos de Beethoven têm que ser conhecidos por todos aqueles que desejam ser algo mais do que um saco vazio de conteúdo. Ouvi-los é como conhecer Mann e Musil, Joyce e Proust. Os húngaros do Takács — formado em 1975, atualmente com dois norte-americanos no grupo — enfrentam estes difíceis quartetos com naturalidade e fluência. Engraçado que uma outra gravação de referência é a do Kodály Quartet, outro grupo húngaro, este fundado em 1965. Os húngaros parecem ter invadido esta área… O Tackács não é mole. São artistas associados ao South Bank Centre, receberam em maio a Wigmore Hall Medal e estiveram dia desses com Merl Streep homenageando Philip Roth. Tais posturas podem ser ouvidas nestes CDs, acreditem.

Ludwig van Beethoven (1770-1827): Os Últimos Quartetos

CD1

String Quartet in E Flat, Op.127
01. I. Maestoso-Allegro
02. II. Adagio, Ma Non Troppo e Molto Cantabile-Andante
03. III. Scherzo.Vivace
04. IV. Allegro-Allegro Comodo

String Quartet in C Sharp Minor, Op.131
05. I. Adagio ma non troppo e molto espressivo
06. II. Allegro Molto Vivace
07. III. Allegro Moderato
08. IV. Andante Molto Cantabile-Più Mosso-Andante Lusinghiero
09. V. Presto
10. VI. Adagio Quasi un Poco Andante
11. VII. Allegro

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CD2

String Quartet in A Minor, Op.132
01. I. Assai Sostenuto-Allegro
02. II. Allegro Ma Non Tanto
03. III. Holy Songs. Andante-Molto Adagio
04. IV. Alla Marcia, Assai Vivace-Piu Allegro
05. V. Allegro Appassionato-Presto

String Quartet in F Major, Op.135
06. I. Allegretto
07. II. Vivace
08. III. Lento Assai, Cantante e Tranquillo
09. IV. Der schwer gefaßte Entschluß.Grave, Ma Non Troppo Tratto-Allegro

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CD3

String Quartet in F Minor, Op.95
01. I. Allegro Con Brio
02. II. Allegretto Ma Non Troppo
03. III. Allegro Assai Vivace Ma Serioso
04. IV. Larghetto Espressivo-Allegretto Agitato-Allegro

String Quartet in B Flat, Op.130
05. I. Allegro Ma Non Troppo-Allegro
06. II. Presto
07. III. Andante Con Moto, Ma Non Troppo
08. IV. Alla Danza Tedesca.Allegro Assai
09. V. Cavatina.Adagio Molto Espressivo

Grosse Fuge, Op.133
10. Grosse Fuge, Op.133
11. VI. Finale.Allegro

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Takács Quartet

Obra retratando Beethoven em Bonn: de alguns ângulos a coisa é quase incompreensível
Obra retratando Beethoven em Bonn: de alguns ângulos a coisa é quase incompreensível
Mas, olhando bem de frente...
Mas, olhando bem de frente…

PQP

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) – The Wind Serenades – Hogwood, Amadeus Winds

4580962Esse delicioso cd do recentemente falecido Christopher Hogwood é apenas uma amostra do talento deste excepcional músico, musicólogo, maestro, professor, etc. Era um homem de muitos talentos, com certeza.
Sua riquíssima discografia tem registros imortais de obras fundamentais do repertório barroco e do classicismo. Com exceção de uma ótima gravação com seu amigo Jaap Schroeder das sonatas para Violino e Piano de Schubert, não conheço outras incursões suas no repertório romântico.
Este cd que ora vos trago traz a “Gran Partita”, uma das principais obras primas de Mozart. Trata-se de um Divertimento para Treze Instrumentos de Sopro. A única indicação que o cd traz é que o conjunto que interpreta essa e outras obras presentes nos dois cds chama-se “Amadeus Winds”. Não encontrei maiores referências a respeito deles.

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) – The Wind Serenades (Hogwood)

CD 1
01. Serenade in B-flat major, K.361 [Gran Partita] – I. Largo-Molto allegro
02. II. Menuetto-Trio
03. III. Adagio
04. IV. Menuetto-Trio
05. V. Romance (Adagio-Allegretto)
06. VI. Tema (Allegretto) con variazioni
07. VII. Finale (Molto allegro)
08. Serenade in E-flat major, K.375 – I. Allegro maestoso
09. II. Menuetto I
10. III. Adagio
11. IV. Menuetto II
12. V. Allegro

CD 2

01. Serenade in C minor, K.388 – I. Allegro
02. II. Andante
03. III. Menuetto in canone
04. IV. Allegro
05. Divertimento in B-flat major, K.240 – I. Allegro
06. II. Andante grazioso
07. III. Menuetto-Trio
08. IV. Allegro
09. Divertimento in E-flat major, K.252 – I. Andante
10. II. Menuetto-Trio
11. III. Polonaise (Andante)
12. IV. Presto assai
13. Divertimento in F major, K.253 – I. Thema (Andate) con variazioni
14. II. Menuetto-Trio
15. III. Allegro assai
16. Divertimento in B-flat major, K.270 – I. Allegro molto
17. III. Andantino
18. III. Menuetto (Moderato)-Trio
19. IV. Presto

Amadeus Winds
Christopher Hogwood – Conductor

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Christopher Hogwood (1941-2014) – Esse já está fazendo falta !!!

FDPBach

Johann Sebastian Bach (1685-1750) – Brandenburg Concertos – I Musici

41WNAHZ7EELNos anos 60, 70 e 80 o conjunto de câmara I Musici dominava as “paradas” da música clássica do período barroco. Os caras produziram e gravaram muito mesmo.  Eram referência quando se tratava de repertório barroco. Muita gente se iniciou na música clássica com a famosa gravação das “Quatro Estações” de Vivaldi com Felix Ayo como solista. E esta gravação de Vivaldi foi um dos maiores best-sellers da  história do selo Phillips.
Nos dias de hoje, quando temos tantos grupos de câmara que optaram por seguir a linha dos intérpretes “historicamente corretos” como Carmignola, Antonini ou Biondi, sem esquecermos de Harnoncourt, Leonhardt, os irmãos Kujiken, Hogwood, Pinnock ou Gardiner, essas leituras do I Musici podem soar datadas, desatualizadas, etc. Mas é inegável sua importância para a popularização do barroco.
Independentemente de rótulos, conceitos ou definições, essas suas gravações dos nossos queridíssimos “Concertos de Brandenburg” de nosso pai musical Johann Sebastian Bach são um marco da discografia. Não foi a toa que os clientes da amazon deram 5 estrelas quase que unanimamente para esse cd duplo. Temos grandes nomes aqui: Felix Ayo, Maurice André, Frans Brügen, Heinz Holliger, entre outros. Energia, vitalidade e virtuosismo são as qualidades óbvias deste cd.
Aliás, este é daqueles cds que podemos deixar no carro para ouvirmos em uma viagem ou passeio. Ajuda a relaxar, acalmar os nervos, como dizia minha mãe.

CD 1

01 – Brandenburg Concerto No. 1 in F – BWV 1046 – 1 Allegro
02 – Brandenburg Concerto No. 1 in F – BWV 1046 – 2 Adagio
03 – Brandenburg Concerto No. 1 in F – BWV 1046 – 3 Allegro
04 – Brandenburg Concerto No. 1 in F – BWV 1046 – 4 Menuetto Polacca
05 – Brandenburg Concerto No. 2 in F – BWV 1047 – 1 Allegro
06 – Brandenburg Concerto No. 2 in F – BWV 1047 – 2 Andante
07 – Brandenburg Concerto No. 2 in F – BWV 1047 – 3 Allegro assai
08 – Brandenburg Concerto No. 3 in G – BWV 1048 – 1 Allegro
09 – Brandenburg Concerto No. 3 in G – BWV 1048 – 2 Andante
10 – Brandenburg Concerto No. 3 in G – BWV 1048 – 3 Allegro

Felix Ayo – Violin
Heinz Holliger – Oboe
Maria Teresa Garatti – Harpsichord
Maurice André – Trumpet
Severino Gazzelloni – Flute
I Musici

11 – Violin Concerto In E – BWV 1042 – 1 Allegro
12 – Violin Concerto In E – BWV 1042 – 2 Adagio
13 – Violin Concerto In E – BWV 1042 – 3 Allegro assai

Roberto Michelucci – Violin
I Musici

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CD 2

01 – Brandenburg Concerto No. 4 in G, BWV 1049 I Allegro
01 – Brandenburg Concerto No. 4 in G, BWV 1049 I Allegro
02 – Brandenburg Concerto No. 4 in G, BWV 1049 II Andante
03 – Brandenburg Concerto No. 4 in G, BWV 1049 III Presto

Jeanette van Wingerden – Flute
Frans Brüggen – Flute
Felix Ayo – Violin

04 – Brandenburg Concerto No. 5 in D, BWV 1050 I Allegro
05 – Brandenburg Concerto No. 5 in D, BWV 1050 II Affettuoso
06 – Brandenburg Concerto No. 5 in D, BWV 1050 III Allegro

Maxence Larrieu – Flute
Maria Teresa Garatti – Harpsichord
Felix Ayo – Violin
I Musici

07 – Brandenburg Concerto No. 6 in B flat, BWV 1051 I (Allegro)
08 – Brandenburg Concerto No. 6 in B flat, BWV 1051 II Adagio ma non tanto
08 – Brandenburg Concerto No. 6 in B flat, BWV 1051 II Adagio ma non tanto
09 – Brandenburg Concerto No. 6 in B flat, BWV 1051 III Allegro

János Scholz – Cello
Maria Teresa Garatti – Harpsichord
I Musici

10 – Violin Concerto in A minor, BWV 1041 I (Allegro)
11 – Violin Concerto in A minor, BWV 1041 II Andante
12 – Violin Concerto in A minor, BWV 1041 III Allegro assai

Roberto Michelucci – Violin
I Musici

CD 2 – DOWNLOAD HERE – BAIXE AQUI

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I Musici nos dias de hoje. São sessenta anos de dedicação à boa música.

 

Franz Schubert (1797-1828) – Le Voyage Magnifique – Schubert Impromptus – Maria João Pires

41gKAQSQsPLFaz algum tempo que estas magníficas obras de Schubert, os Impromptus, não aparecem por aqui. Creio que da última vez foi ainda na década passada, nas mãos mais que competentes de Alfred Brendel. Obviamente estes links já sumiram. Então vou lhes dar a possibilidade de ouvir outra intérprete, nossa querida portuguesa Maria João Pires. Outra hora trago Brendel, que anda bem afastado daqui do PQPBach.
Foi através deste belíssimo cd duplo que conheci Maria João Pires. E foi paixão à primeira audição. Por se tratar de obras muito intimistas, é necessário total concentração para poder melhor apreciar a qualidade da obra e da interpretação. É nos detalhes que este cd te conquista. Nada de excessos, tudo em seu devido lugar, a música que emana dos dedos da portuguesa é pura poesia, te proporcionando “une Voyage Magnífique”, como o título do CD sugere.

CD 1
01. 4 Impromptus, Op.90, D.899  No.1 In C Minor Allegro molto moderato
02. 4 Impromptus, Op.90, D.899  No.2 In E Flat Allegro
03. 4 Impromptus, Op.90, D.899  No.3 In G Flat Andante
04. 4 Impromptus, Op.90, D.899  No.4 In A Flat Allegretto
05. Schubert Allegretto In C Minor, D.915

CD 2
01. 4 Impromptus Op.142, D.935 No.1 In F Minor Allegro moderato
02. 4 Impromptus Op.142, D.935 No.2 In A Flat Allegretto
03. 4 Impromptus Op.142, D.935 No.3 In B Flat Theme (Andante) With Variations
04. 4 Impromptus Op.142, D.935 No.4 In F Minor Allegro scherzando
05. 3 Klavierstucke, D.946 No.1 In E Flat Minor (Allegro assai)
06. 3 Klavierstucke, D.946 No.2 In E Flat (Allegretto)
07. 3 Klavierstucke, D.946 No.3 In C (Allegro)

Maria João Pires – Piano

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Ludwig van Beethoven (1770-1827) – Piano Concertos nºs 3 & 4 – Maria João Pires, SRDO, Harding

frontMaria João Pires já se estabeleceu como um dos grandes nomes do instrumento deste novo século. Tenho acompanhado de perto sua carreira, desde que adquiri pela primeira vez um cd dela. Tratavam-se dos Impromptus schubertianos, um cd chamado “Le Voyage Magnifique”, o nome já diz tudo, que assim que possível lhes trago.
Mas a portuguesa completou 70 anos de idade, imaginem. Nem aparenta, talvez devido ao cabelo curto, que dizem remoçar as pessoas. Ou então à incrível energia que se consegue extrair de seu piano. É incrível. Um fenômeno, eu diria, se não fosse a idade. Na verdade, trata-se de talento nato, que foi esculpido no correr dos anos pela experiência. Era uma das pianistas favoritas de Claudio Abbado.
Mas Claudio Abbado se foi, infelizmente, mas a vida continua, e Maria João segue em frente com sua carreira impecável. Então neste ano de 2014 juntou-se ao jovem Daniel Harting para gravar Beethoven, seus concertos de nº 3 e de nº 4. Apenas.
Tenho certeza de que os senhores estarão em boas mãos, afinal de contas é Beethoven, ora pois, nas mãos de uma das maiores pianistas da atualidade.

01. Piano Concerto no.3 in C minor op.37 – I. Allegro con brio
02. Piano Concerto no.3 in C minor op.37 – II. Largo
03. Piano Concerto no.3 in C minor op.37 – III. Rondo Allegro
04. Piano Concerto no.4 in G major op.58 – I. Allegro moderato
05. Piano Concerto no.4 in G major op.58 – II. Andante con moto
06. Piano Concerto no.4 in G major op.58 – III. Rondo Vivace

Maria João Pires – Piano
Swedish Radio Symphony Orchestra
Daniel Harting – Conductor

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Franz Léhar (1870-1948): A Viúva Alegre

Franz Léhar (1870-1948): A Viúva Alegre

Pensei muito na postagem deste Natal. Diversas cantatas de papai me vieram à cabeça, entre outras coisas, como oratórios de Haendel, de Mendelssohn, enfim, ouvi muita coisa nestes últimos dias, inclusive um Stabat Mater magnífico de Dvorák, que virá com o devido tempo. Mas resolvi mudar um pouco, e trazer um pouco de alegria e diversão para este dia de Natal.

Tive o privilégio de assistir a um belíssimo concerto neste final de semana com a Orquestra do Castelo de Schömbrunn, diretamente de Viena. O repertório foi dedicado quase que exclusivamente à Família Strauss, e algumas árias desta “Viúva Alegre”, cantada por uma excelente soprano, cujo nome não lembro, mas enfim, belíssimo espetáculo, que deixou a todos os presentes encantados.

Voltei para casa empolgado e fui atrás de uma gravação dessa opereta de Léhar, cujas canções já ouço desde minha infância, e encontrei essa excelente versão da Filarmônica de Viena, curiosamente regida pelo maestro inglês John Eliot Gardiner com seu sempre perfeito The Monteverdi Choir, e com um elenco que trazia ao menos três cantores bem conhecidos, o baixo Brynn Terfel, a soprano Cheryl Studer, além de Barbara Booney.

Diversão garantida, grandes canções, excelente interpretação de todos os solistas, enfim, é para descontraí-los neste Natal.

Aproveitando a ocasião, deixo aqui para todos nossos leitores-ouvintes um Feliz Natal e um 2010 repleto de realizações.

Franz Léhar (1870-1948): A Viúva Alegre

01 – Verehrteste Damen und Herren
02 – Camille, ich muss mit Ihnen sprechen!
03 – So kommen Sie! ‘s ist niemand hier!
04 – Dialog_ Nun, Njegus, haben Sie meine Botschaft überbracht_
05 – Achtung, meine Herren
06 – Dialog_ Camille! – Ja_
07 – Also, Njegus, hier bin ich – O Vaterland
08 – Dialog_ Ich habe schon die vierte Nacht nicht geschlafen!
09 – Dialog & Ja, was_ – Ein trautes Zimmerlein
10 – Dialog &’Damenwahl! Hört man rufen rings im Saal!
11 – Ich bitte, hier jetzt zu verweilen – Es lebt’ eine Vilja
12 – Dialog_ Gospodina, dieses vaterländische Fest könnte nicht
13 – Heia, Mädel, aufgeschaut
14 – Dialog & Wie die Weiber man behandelt
15 – Dialog_ Mein tapferer Reitersmann!
16 – Dialog & und Romanze Mein Freund! Vernunft!
17 – Dialog_ Ah, die Baronin und der Herr Rosillon
18 – Ha! Ha! – Wir fragen, was man von uns will!
19 – Dialog_ Also, also, also
20 – Tanz-Szene
21 – Dialog_ Graf Danilowitsch& Ja, wir sind es, die Grisetten
22 – Dialog_ Exzellenz, Exzellenz, Graf, eine Expressdepesche!
23 – Lippen schweigen
24 – Dialog_ Exzellenz! Exzellenz! Diesen Fächer hat man in Pavillon gefunden!
25 – Ja, das Studium der Weiber ist schwer

Baron Mirko Zeta – Bryn Terfel
Valencienne – Barbara Booney
Graf Danilo Danilowitch – Boje Skovhus
Hannah Glawari – Cheryl Studer
Camille de Rosillon – Rainer Trost
Vicomte Cascada – Karl Magnus Fredricksson
Raoul de St. Brioche – Uwe Pepper
Njegus – Heinz Zednik

Wiener Philharmoniker
The Monteverdi Choir
John Eliot Gardiner

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Uma montegem da opereta "A Viúva Alegre" de Franz Lehar
Uma montegem da opereta “A Viúva Alegre” de Franz Lehar

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Antonin Dvorák (1841-1904) – Dvorak _ Symphony No.9 in E minor, op.95 ‘From the New World’ , Bedrich Smetana – Ma Vlast – Vltava (The Moldau),Franz Liszt – Les Preludes

17Trago aqui mais um CD para os senhores poderem admirar o talento do grande regente húngaro Ferenc Fricsay, e não é qualquer coisa não. Apenas uma das melhores gravações já realizadas da Sinfonia nº 9 de Dvorák, junto com a Filarmônica de Berlim. Gigante pela própria natureza,  Fricsay consegue extrair desta sinfonia toda a dramaticidade e grandiosidade dela, nos deixando extasiados em determinados momentos. Coisas de um maestro que tinha um incrível dom de transformar em gravações únicas todas as gravações que realizava, e que faleceu tão precocemente… Que bom que a tecnologia nos permita ter acesso a esse material.
A importância de Fricsay é tão grande que o selo Deutsche Grammophon acaba de lançar uma caixa de 45 cds com todas as gravações que ele realizou pelo famoso selo alemão. Aos interessados, eis o link: http://www.deutschegrammophon.com/en/album/ferenc-fricsay/home.html . Se fosse vivo, Fricsay estaria completando 100 anos de idade.
Como diria nosso querido colega Carlinus, a todos uma ótima audição. Escolham sua poltrona mais confortável, acomodem-se bem e apreciem sem moderação.

01 – Dvorak _ Symphony No.9 in E minor, op.95 ‘From the New World’ – I. Adagio – A
02 – Dvorak _ Symphony No.9 in E minor, op.95 ‘From the New World’ – II. Largo
03 – Dvorak _ Symphony No.9 in E minor, op.95 ‘From the New World’ – III. Scherzo_
04 – Dvorak _ Symphony No.9 in E minor, op.95 ‘From the New World’ – IV. Allegro c
05 – Smetana _ Ma Vlast – Vltava (The Moldau)
06 – Liszt _ Les Preludes

Berliner Philharmoniker
Ferenc Fricsay – Conductor

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Henryk Górecki (1933-2010): Os Três Quartetos de Cordas

Henryk Górecki (1933-2010): Os Três Quartetos de Cordas

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Grande CD duplo com os três quartetos do polonês Górecki. Eu prefiro os dois primeiros, mas jamais jogaria fora o terceiro.

O Kronos Quartet encomendou as obras e as estreou. O que talvez jamais imaginasse é que, poucos anos depois, viria um Royal String Quartet, da Polônia — bem, o fato de serem poloneses não chega a ser surpreendente — e faria gravações bem melhores das obras. Bem, acontece, a gente bota as coisas no mundo e perde o controle sobre elas.

Henryk Górecki (1933-2010): String Quartets Nos.1-3

Disc: 1
1. Already it is dusk (String Quartet No 1 – Op 62)
2. Largo-sostenuto-mesto (Quasi una fantasia- String Quartet No 2 – Op 64)
3. Deciso-energico marcatissimo sempre
4. Arioso: Adagio cantabile ma molto espressivo e molto appassionato
5. Allegro sempre con grande passione e molto marcato

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Disc: 2
1. Adagio-molto andante-cantabile (… songs are sung (String Quartet No 3- Op 67)
2. Largo- cantabile
3. Allegro -sempre ben marcato
4. Deciso-espressivo ma ben tenuto
5. Largo-tranquillo

Royal String Quartet

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Górecki feliz, pelo visto
Górecki feliz, pelo visto

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Robert Schumann (1810-1856) – Piano Concerto in A Minor, op. 54, Introduction and Allegro Apassionato, op. 92, Introduction and Concerto op. 134 – Hewitt, DSO Berlin, Hannu Lintu

71muhd9YLpL._SL1200_Depois de se consagrar no repertório barroco, principalmente com Bach, Angela Hewitt encara o Romantismo neste CD da Hyperion. O Concerto de Schumann é uma obra prima daquele período. Já trouxemos outras versões dele, com pianistas tão diferentes como Murray Perahia ou Arthur Rubinstein, ou então a consagrada versão de Dinu Lippati, gravada há mais de sessenta anos atrás. Cada um destes pianistas deu sua contribuição, e Angela Hewitt não o faz diferente. Mas por vezes sinto faltar-lhe aquilo que Schumann mais pede, a saber, sangue, suor e lágrimas.
Em minha modesta opinião, neste concerto o pianista tem de deixar um pouco de lado a razão e se jogar de corpo e alma, afinal de contas, é Schumann, sinônimo do Romantismo alemão. Claro que é uma questão de opinião. Sou um romântico declarado, e quando ouço uma gravação destas sinto falta exatamente aquilo que comentei acima, emoção. Ouçam Perahia ou Rubinstein, ou a maravilhosa leitura de Dinu Lippati e vocês entenderão o que estou falando.

01 Schumann_ Piano Concerto In A Minor, Op. 54 – 1. Allegro Affettuoso
02 Schumann_ Piano Concerto In A Minor, Op. 54 – 2. Intermezzo_ Andantino Grazioso
03 Schumann_ Piano Concerto In A Minor, Op. 54 – 3. Allegro Vivace
04 Schumann_ Introduction & Allegro Appassionato, Op. 92
05 Schumann_ Introduction & Concert-Allegro, Op. 134

Angela Hewitt – Piano
Deutsches Symphonie-Orchester Berlin
Hannu Lintu – Conductor

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W. A. Mozart (1756-1791): Os Concertos para Violino

W. A. Mozart (1756-1791): Os Concertos para Violino

Esse é daqueles discos assim, ó. Todo mundo tem porque, afinal, são os concertos para violino de Mozart e Mozart e o violino são importantes. Mas eu, particularmente, apesar da notável competência de Standage, Hogwood e sua turma, só gosto mesmo de trechos dos Concertos Nº 4 e 5. Então, acho que é disco para a coleção… Sempre vai aparecer alguém curioso, louco para conhecer e se decepcionar com este concertos.

W. A. Mozart (1756-1791): Os Concertos para Violino

1. Violin Concerto No.1 in B flat, K.207 – 1. Allegro moderato 6:52
2. Violin Concerto No.1 in B flat, K.207 – 2. Adagio 7:35
3. Violin Concerto No.1 in B flat, K.207 – 3. Presto 5:05

4. Violin Concerto No.2 in D, K.211 – 1. Allegro moderato 8:49
5. Violin Concerto No.2 in D, K.211 – 2. Andante 7:12
6. Violin Concerto No.2 in D, K.211 – 3. Rondeau (Allegro) 4:27

7. Violin Concerto No.3 in G, K.216 – 1. Allegro 8:15
8. Violin Concerto No.3 in G, K.216 – 2. Adagio 6:48
9. Violin Concerto No.3 in G, K.216 – 3. Rondo (Allegro) 5:46

10. Rondo for Violin and Orchestra in B flat, K.269 6:27

1. Violin Concerto No.4 in D, K.218 – 1. Allegro 8:23
2. Violin Concerto No.4 in D, K.218 – 2. Andante cantabile 6:02
3. Violin Concerto No.4 in D, K.218 – 3. Rondeau (Andante grazioso – Allegro ma non troppo) 6:44

4. Violin Concerto No.5 in A, K.219 – 1. Allegro aperto 8:59
5. Violin Concerto No.5 in A, K.219 – 2. Adagio 8:45
6. Violin Concerto No.5 in A, K.219 – 3. Rondeau (Tempo di minuetto) 7:59

7. Adagio for Violin and Orchestra in E, K.261 6:33

8. Rondo for Violin and Orchestra in C, K.373 5:46

Simon Standage, violin
The Academy of Ancient Music
Christopher Hogwood

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Que sofrimento esses concertos, né, Simon?
Que sofrimento esses concertos, né, Simon?

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