Ludwig van Beethoven (1770-1827) – Moonlight, Waldstein, Storm – Alexei Lubimov

CoverInteressantíssima essa gravação de Lubimov, que se utiliza de um piano fabricado de acordo com um modelo de 1802. Curioso para entendermos como era a sonoridade dos instrumentos da época, e para entendermos como soava para os contemporâneos de Beethoven estas suas três obras primas, as nossas mui amadas “Sonata ao Luar”, a “Waldstein” e a “Sonata Tempestade”. Excelente a escolha do pianista.

Como falei, aqueles que não estão muito familiarizados com a sonoridade destes pianos, em um primeiro momento vão estranhar, mas é uma questão de acostumar os ouvidos, a música faz o resto.

Espero que apreciem. O selo Alpha prima pela qualidade de suas gravações.

Ludwig van Beethoven (1770-1827) – Moonlight, Waldstein, Storm

01. Piano Sonata No. 14 in C-sharp minor ‘Quasi una fantasia’ Op. 27 No. 2 I. Adagio sostenuto
02. II. Allegretto
03. III. Presto agitato
04. Piano Sonata No. 21 in C major Op. 53 I. Allegro con brio
05. II. Introduzione Adagio molto – attacca (in F major)
06. III. Rondo. Allegretto moderato – Prestissimo
07. Piano Sonata No. 17 in D minor Op. 31 No. 2 I. Largo – Allegro
08. II. Adagio
09. III. Allegretto

Alexei Lubimov – Pianoforte Erard 1802 copy by Christopher Clarke

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pianoforte Erard
Instrumento utilizado por Lubimov para estas gravações .

Stravinsky, Schubert, Ravel, Clara Schumann – Katia Labeque & Viktoria Mullova – Recital

41tg5Dsxp2L._SS280Mas que encontro dos sonhos …!!! Duas de minhas musas tocando juntas, em um repertório impecável, um encontro de duas excepcionais musicistas, e volto a repetir, um verdadeiro encontro dos sonhos.
O repertório abrange aproximadamente 100 anos de história da música, começando com a incrível Sonata barroca de Stravinsky, passando pela modernidade de Ravel e o romantismo de Schubert e Schumann.
Discaço, sem dúvida alguma, que merece sua atenção.

01. Stravinsky Suite Italienne – Introduction Allegro Moderato
02. Stravinsky Suite Italienne – Serenata Larghetto
03. Stravinsky Suite Italienne – Tarantella Vivace
04. Stravinsky Suite Italienne – Gavotte Con Due Variazioni – Allegretto – Alleg
05. Stravinsky Suite Italienne – Scherzino Presto Alla Breve
06. Stravinsky Suite Italienne – Minuetto – Finale
07. Schubert Fantasie For Violin And Piano D.934 – I Andante Molto
08. Schubert Fantasie For Violin And Piano D.934 – II Allegretto
09. Schubert Fantasie For Violin And Piano D.934 – III Andantino
10. Schubert Fantasie For Violin And Piano D.934 – IV Tempo Primo – Allegro Viva
11. Ravel Sonata For Violin And Piano – I Allegretto
12. Ravel Sonata For Violin And Piano – II Blues Moderato
13. Ravel Sonata For Violin And Piano – III Perpetuum Mobile Allegro
14. Schumann, Clara Romanze Fur Violine Und Klavier, Op.221 Db Major. re bemol major

Katia Labeque – Piano
Viktoria Mullova – Violin

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Carl Phillip Emanuel Bach: Symphonies For Strings – Trevor Pinnock, The English Concert

1aAdoro essas obras do mano Carl Phillip. Mostram todo o seu talento e versatilidade. E o mais importante, mostram um compositor maduro, conhecedor do momento histórico que viveu, rompendo definitivamente com o barroco e trazendo ao mundo o estilo que ficou conhecido como Clássico, ou classicismo. Em sua obra podemos reconhecer Haydn, Mozart, este último mesmo foi muito influenciado pela obra de Carl Phillip.

Sou absolutamente fascinado por essa gravação de Trevor Pinnock. Ele conseguiu dar um brilho único e uma vivacidade única à essas obras.

Para quem não conhece a obra de C.P.E. Bach, com certeza essa é uma grande introdução.

Carl Phillip Emanuel Bach: Symphonies For Strings – Trevor Pinnock, The English Concert

1 – I Allegro di molto (Symphony no.1 in G major)
2 – II Poco Adagio (Symphony no.1 in G major)
3 – III Presto (Symphony no.1 in G major)
4 – I Allegro di molto (Symphony no.2 in B flat major )
5 – II Poco Adagio (Symphony no.2 in B flat major )
6 – III Presto (Symphony no.2 in B flat major )
7 – I Allegro Assai (Symphony no.3 in C major)
8 – II Adagio (Symphony no.3 in C major)
9 – III Allegretto (Symphony no.3 in C major)
10 – I Allegro, ma non troppo (Symphony no.4 in A major)
11 – II Largo ed innocentemente (Symphony no.4 in A major)
12 – III Allegro assai (Symphony no.4 in A major)
13 – I Allegretto (Symphony no.5 in B minor)
14 – II Larghetto (Symphony no.5 in B minor)
15 – III Presto (Symphony no.5 in B minor)
16 – I Allegro di molto (Symphony no.6 in E major)
17 – II Poco Andante (Symphony no.6 in E major)
18 – III Allegro Spirituoso (Symphony no.6 in E major)

The English Concert
Trevor Pinnock – Conductor

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Os DOIS encontros de Guiomar e Beethoven no Quarto – e ainda Ao Luar!

Os DOIS encontros de Guiomar e Beethoven no Quarto – e ainda Ao Luar!

http://www.tropis.org/imagext/guiomar novaes beethoven swarowsky.jpgIM-PER-DÍ-VEL !!!

Publicado originalmente em 07.05.2010

Este post só foi possível graças a uma rede de colaborações. Primeiro, nosso leitor Eduardo Maia Bandeira de Melo enviou a gravação do concerto com Klemperer. Eu só conhecia a outra, e fiquei pasmo de ouvir como a mesma pianista pôde produzir duas versões tão diferentes da mesma obra – e as duas antológicas.

Aí veio a vontade irresistível de ouvi-las lado a lado – e obviamente de compartilhar essa audição com vocês – mas trombei com que a versão com Swarowsky anda inincontrável em CD e internet. E aí entrou nosso companheiro de equipe Avicenna, grande mestre em ripagem de LPs de vinil e pós-processamento dos arquivos. E de repente…

… eis que ouço saindo pela primeira vez do micro aqueles sons que me atingiam vindos da vitrola de meu pai quando eu ainda nem havia saído da barriga da minha mãe. (Parece que eram esse concerto e a Pastoral com Walter Goehr. Pouco depois esta era o único jeito de acalmar um certo sujeito um tanto indignado por ter nascido…)

Aí, uma decisão delicada: o CD oferecido pelo Eduardo contém mais 7 peças de recital, desacompanhadas, de Bach-Silotti, Brahms, Gluck-Sgambatti, Saint-Saëns sobre Gluck… em interpretações espantosas por diferentes motivos. Imperdível, mas inseridos artificialmente no mesmo disco. Totalmente fora do campo desse Beethoven. E decidi transferi-las para outro post, a ser feito em breve.

Por outro lado, o disco de Swarowsky contém ainda a Sonata ao Luar – provavelmente a leitura mais clássica, desapaixonada, cool, que já ouvi dessa obra. Ela ficaria totalmente desenturmada entre aquelas outras peças (quando vocês ouvirem vão entender…) e definitivamente não destoa do clima geral deste post. E então ficou aqui, de bis – ou tris, pois aparece depois que o concerto inteiro é bisado!

Antes de deixar com vocês, só quero dizer que não vejo o objetivo de “eleger a melhor” nessa audição lado a lado; acho mesmo que seria uma atitude mesquinha demais para matérias desta ordem. São diferentes, e ponto. Mas confesso que tendo a achar Klemperer mais interessante nos movimentos rápidos, enquanto o Andante com Swarowsky… ouçam em silêncio e atenção até a ÚLTIMA nota e depois me digam.

E ainda: Klemperer perderá um pouco na qualidade de som, e não por culpa do Eduardo: a gravação é de 1951 (informação do leitor Flavio Dutra), e a de Swarowsky foi lançada em 1962 já em stereo.

Finalmente: não parece notável que as duas versões tenham sido gravadas em Viena – a cidade que Beetoven adotou, e onde compôs e apresentou ao mundo esta música toda?

Beethoven, Concerto para piano e orquestra n.º 4, em Sol, op.58
Orquestra Sinfônica de Viena – Regente: Otto Klemperer
Solista: Guiomar Novaes

Ano de lançamento: 1951

01 I Allegro moderato
02 II Andante con moto
03 III Rondo, Vivace

As outras peças contidas no mesmo CD (Bach, Brahms, Gluck etc.) serão postadas separadamente.

Beethoven, Concerto para piano e orquestra n.º 4, em Sol, op.58
Orquestra Pro-Musica de Viena – Regente: Hans Swarowsky
Solista: Guiomar Novaes

Ano de lançamento: 1962

04 I Allegro moderato
05 II Andante con moto
06 III Rondo, Vivace

Beethoven, Sonata para piano n.º 14, em Do sustenido menor, op.27 nº 2
“Ao Luar”, “Moonlight”, “Mondschein”
Pianista: Guiomar Novaes

Incluído no LP (vinil) do 4.º Concerto com Swarowsky (1962)

07 (faixa única)
. . . 0:00 I Adagio Sostenuto
. . . 5:20 II Allegreto
. . . 7:42 III Presto Agitato

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Guiomar, dois encontros com homens diferentes
Guiomar, dois encontros com homens diferentes

Ranulfus

Johann Sebastian Bach (1685-1750) – English Suites 1,3 e 5 – Piotr Anderszewski

bach_english_suitesThe way he has considered the touch and dynamic of every phrase means that these are readings that constantly impress with fresh details each time you hear them’”

Este é comentário da conceituada revista Gramophone ao premiar este CD de Piotr Anderszewski como o melhor de 2014 na categoria Instrumental, em sua tradicional premiação anual. O  texto integral da resenha está aqui . 

Que mais podemos dizer desse CD além de ter sido escolhido o melhor do ano em sua categoria? Conheci este pianista em uma gravação em que ele acompanha Viktoria Mullova em sua leitura das sonatas de Brahms. E não lhe dei muito mais atenção depois disso. O que foi um erro. Sua carreira é muito sólida e suas gravações são muito recomendadas e bem avaliadas.

01 – 08 English Suite No.3 in G Minor BWV 808

09 – 17 English Suite No.1 in A Major BWV 806

18 – 24 18 – English Suite No.5 in E Minor BWV 810

Piotr Anderszewski – Piano

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Faixa 24 em formato MP3

Carl Friedrich Abel (1723-1787): Concertos para Flauta

Carl Friedrich Abel (1723-1787): Concertos para Flauta

Pois é. Eu não sou exatamente um amante do instrumento flauta e nem de seu repertório. Na minha opinião inútil, há as Sonatas de Bach, a Triosonata da Oferenda, o Concerto para Flauta e Harpa de Mozart, o de Nielsen e pouca coisa além. É um tremendo instrumento de orquestra, isso sim. Os Concertos de Abel são bons mais pela qualidade do solista e da orquestra deste CD do que pela música. Abel era um obediente às regras de seu tempo. Os concertos são convencionais, sem chegarem a ser inventivos. Mas é agradável de se ouvir numa manhã fria e nublada como a de hoje — vocês está no dia 23 de setembro, eu em 11 de setembro. Ah, as principais obras de Abel foram escritas para seu instrumento, a viola da gamba. E ela está na ilustração de Gainsborough abaixo, ao lado daquele lindo cachorro que eu gostaria de ter como amigo.

Carl Friedrich Abel (1723-1787): Concertos para Flauta

1. Fl Con in C, Op.6 No.1: Allegro Moderato
2. Fl Con in C, Op.6 No.1: Adagio
3. Fl Con in C, Op.6 No.1: Allegro

4. Fl Con in e, Op.6 No.2: Allegro
5. Fl Con in e, Op.6 No.2: Adagio Ma Non Troppo
6. Fl Con in e, Op.6 No.2: Allegro

7. Fl Con in D, Op.6 No.3: Moderato
8. Fl Con in D, Op.6 No.3: Adagio Ma Non Troppo
9. Fl Con in D, Op.6 No.3: Allegro Assai

10. Fl Con in G, Op.6 No.5: Allegro
11. Fl Con in G, Op.6 No.5: Adagio
12. Fl Con in G, Op.6 No.5: Presto

Karl Kaiser, flauta
La Stagione Orchestra
Michael Schneider

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Escreve, Abel, escreve
Escreve, Abel, escreve (gravura de Thomas Gainsborough)

PQP

Manuel de Falla – Paco de Lucia interpreta Falla

PUBLICADO ORIGINALMENTE POR FDP BACH EM 27/6/2009, REVALIDADO POR VASSILY EM 25/9/2015.

Cover artSe tudo tiver corrido bem, ou ao menos sofrivelmente bem, a esta altura já terei cruzado o Congo, terminado inteiro a odisseia centroafricana e, no final da noite, chegado ao Brasil.

Finalizo este mês de postagens racionadas com a revalidação dum tremendo álbum postado pelo FDP no longínquo 2009, e que estava indisponível aqui desde então. O grande Paco aqui está especialmente fodástico, e a gravação é eletrizante.

Assim que tomar um bom banho e me livrar dos ectoparasitas, volto à vida – e ao blogue.

Vassily

POSTAGEM ORIGINAL DE FDP BACH EM 27/6/2009

Começo a fazer uma série diferente, que dedicarei à música espanhola dos séculos XIX e XIX, com destaque para Falla, Albéniz, Rodrigo, e mais alguns outros.

Vou começar com um disco que me fez tornar fã deste gênio do violão flamenco, Paco de Lucia. Comprei ainda nos tempos do LP, e não conseguia acreditar no que o cara fazia com o mesmo instrumento de seis cordas que eu tinha jogado num canto de meu quarto. Como diz o mano PQP, parece que ele toca com um espanador. Alguns anos depois, já na faculdade, escrevi uma pequena monografia sobre a música flamenca, mas, após entregá-lo nunca mais tive acesso ao trabalho, pois o professor veio a falecer no decorrer do semestre e não sei onde foi parar. Era uma disciplina chamada “História da Cultura Ibérica”, e o professor era um grande especialista na área.

Pois bem, o que Paco de Lucia faz aqui neste pequeno disco é uma releitura de alguns trechos conhecidíssimos da obra de Falla, como a “Dança Ritual del Fuego”, “Dança del Fuego Fátuo”, entre outros. Este disco está fora de catálogo e tem um doido querendo vender o seu por U$S 115 na amazon. Tem doido para tudo, inclusive para pagar este preço. Ainda tenho o meu velho LP, e cuido muito bem dele.

Para os mais puristas, informo que a leitura que Lucia faz é muito peculiar, pois mistura elementos da música flamenca com o Jazz.

Abaixo, transcrevo o texto que consta no meu velho vinil:

“A principios de la década de los 20 (a poco más de un siglo de distancia del nascimento publico del cante) Manuel de Falla, el más universal, el más grande de los músicos españoles, deseando pagar al flamenco la deuda que tenia contraíd con esa música de incomparable majestad, resuelve presentear al cante como una parte sustancial de la grand música del mundo: contra el fanático antiflamenquismo de la época, don Manuel lleva a cabo ese acto de reinvindicación e de justicia mediante la preparación e la culminación del Concurso de Canto Jondo de Granada. El amor de Falla al flamenco venía de muy antigo. Nacido Falla en Cádiz y en lá época de gran eclósion cantaora, su propia madre lo dormia sussurrrándole nanas andaluzas. Una jovem servienta, “La Morilla”, cantaba al niño Falla los cantes gaditanos y los cantes mineros. Más tarde, don Manuel nos dejaria un trabajo de investigación sobre los origenes del flamenco (El cante jondo, canto primitivo andaluz) cuyas líneas maestras tejen la plataforma sobre la que se han baseado todas las investigaciones posteriores, la plataforma sin la cual no existe ni una sola opinión solvente en torno a los rasgos primitivos del cante. Don Manuel solia pedir a Antonio El Polinario, a Pastora Imperio, a Rosario La Mejorana y a anonimos gitanos, del Albaicin que le cantaran las viejas siguirillas, las antiguas tonás, las remotas saetas, y con sus signos pacientes y menudos anotaba las melodias. Toda su producción entre 1904 y 1912, es decir, desde el princípio de su madurez como artista hasta la fecha del Concurso de Granada, es un sucesivo homenaje a la forma expresiva más sobrecogedora de una Andalucia verdadeiramente esencial. La Vida Breve, El Amor Brujo, El sombrero de tres picos, La fantasia bética, las Noches en los jardines de España, son ya músicas del planeta, pero antes y en sucesivo, son transfiguraciones  incomparables de las músicas andaluzas y pruebas sucesivas del amor y el respecto  que Don Manuel sintió por ellas. (Cuando murió, en Alta Gracia, en la Córdoba de Argentina, su hermano y sus amigos encontraron, entre sus muy escasas propriedades, un ejemplar de una grabación que le habia regalado el anciano ganado del Concurso, Diego Bermúdez, El Tenazas. Falla se habia llevado al exilio, a la muerte, unos cantes de aquel viejo remoto).

A finales de la decada de los años 70, (a poco más de un siglo de distancia del nacimiento de Don Manuel de Falla) Paco de Lucia, el más grande de los creadores de música para guitarra andaluza que há tenido jamás la historia del flamenco, deseando pagar a Don Manuel siguiera parte de la deuda que el flamenco tiene de antiguo contraída con aquele hombre pequeñito y a la vez gigantesco, se sumerge en una selva de partituras del maestro. Acelerada y laboriosamente aprende a leer música para decifrar esas obras que ama y que él sabe que suenan al más recóndito metal de la fragua flamenca (Falla -escribio Orozco Diaz – es un andaluz puro, pero en él incide la raíz, no la apariencia; lo profundo no lo superficial. No sólo lá temática de sus obras, sino la misma inspiración íntima preceden de una Andalucia honda, que sólo se entrevé en la expresión y el sentimiento del cante jondo). Paco de Lucia elige algunas partituras de Falla, efectua várias transcriciones (a algunas de las cuales será preciso denominar versiones, ya que el auténtico respeto aquí no excluye la incorporación de ciertos agregados rítmicos y algunos compases dialogados, formas de amor más que licencias) y las graba con jubilo angustiado, doblando él mismo la guitarra una vez y otra vez, interpretando la parte melódica, luego las harmonias más tarde otros efectos sonoros, levantando de manera tentacular, avariciosa, el edificio de su fidelidad a la música del maestro; y tocando en todo momento con esa potencia en las escalas, esa seguridad en los agudos, ese brillo en los bajos, esa sensualidad y perfección en los rasgueos, ese sonido, en fin que sólo posee la técnica flamenca y mediante el que, súbitamente, descubrimos a un Falla no nuevo sino definitivo. Siempre supimos que en la música de Falla habitaba el flamenco. Nos faltaba una sola prueba: los es esta grabación.

El mayor genio de la guitarra flamenca se proclama deudor del mayor genio de la música andaluza medio siglo después de que áquel músico immortal proclamara su deuda a unas músicas que, con ele nombre de flamenco, ya es justo llamar imortales. Esta grabación es, pues, algo más que un novo disco de Paco de Lucia. Por si solo, esto seria un acontecimiento> pero cyabdi se escuche, escúchese algo más: el respecto y la gratitud de Paco de Lucia por Don Manuel de Falla hacia el flamenco, y el abrazo ya indisoluble de la música culta ya la flamenca a través del abraço que mediante esta guitarra y aquellas partituras se dan, por entre el ciego tiempo, un grand andaluz de Algeciras e un immenso andaluz de la milenaria Gadir. Félix Grande

Infelizmente o disco não traz maiores informações sobre os acompanhantes de Lucia. Destacam um grupo chamado Dolores, o cantor Pepe de Lucia, na faixa 4, e Ramon de Algeciras tocando uma segunda guitarra.

O único pecado desta pérola discográfica e sua duração: Meros 30 minutos, mas como tudo que diz respeito à música flamenca e principalmente à genialidade da dupla Falla / Lucia, são 30 minutos muito intensos. Espero que apreciem.

P.S. – Caso alguém venha a se interessar por outras incurssões de Lucia na música flamenca possuo uma discografia considerável dele. Basta pedir, que com o tempo posso vir a postar.

Uma biografia mais detalhada de Falla pode ser encontrada aqui .

Manuel de Falla (1876-1946) – Paco de Lucia interpreta a Manuel de Falla

1. Danza de los Vecinos [De “El Sombrero de Tres Picos”]
2. Danza Ritual del Fuego [De “El Amor Brujo”]
3. Introduccion y Pantomima [De el Amor Brujo]
4. Paño Moruno [De “Siete Canciones Populares”]
5. Danza del Molinero [De “El Sombrero de Tres Picos”]
6. Danza (De “La Vida Breve”)
7. Escena (De “El Amor Brujo”)
8. Cancion del Fuego Fatuo (De “El Amor Brujo”)
9. Danza del Terror [De “El Amor Brujo”]
10. Danza de la Molinera [De “El Sombrero de Tres Picos”]

Paco de Lucia – Violão Flamenco
Pepe de Lucia – Cantor da faixa 4
Ramon de Algeciras – 2º Violão
Grupo Dolores

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FDP Bach

 

Joseph Haydn (1732-1809): Haydn – Italian Arias – Quasthoff, Freiburger Barockorchester

Haydn-Quasthoff_01Pense em um CD delicioso, com um grande cantor, acompanhado por uma excepcional orquestra .. e o principal: um repertório um tanto quanto desconhecido da grande maioria silenciosa, apesar de ter sido composto por um dos grandes compositores do Século XVIII, um gênio da sinfonia, dos Quartetos de Cordas …

Pensou em Thomas Quasthoff interpretando árias de óperas de Haydn? Pois é, nem eu pensaria. Vamos ver o que o próprio Quasthoff tem a dizer:

“I have often sung Haydn´s Creation and Seasons, but it was only because of this recording that I really came to terms with his operas. Here we encounter an unknown Haydn whom the singer needs to approach differently from the Haydn of the oratorios. But the risk is amply rewarded.”

E que grande CD  … tenho certeza que os senhores irão apreciar …

Joseph Haydn (1732-1809): Haydn – Italian Arias – Quasthoff, Freiburger Barockorchester

01 – Untreue lohnt sich nicht – 1. Akt – Non v’e rimedio
02 – Der Ritter Roland – 2. Akt – Mille lampi d’accese faville
03 – 3. Akt – Ombre insepolte
04 – Armida – 1. Akt – Se dal suo braccio oppresso
05 – 2. Akt – Teco lo guida al campo
06 – Die unbewohnte Insel – 1. Teil – Chi nel cammin d’onore
07 – Die belohnte Treue – 2. Akt – Di questo audace ferro
08 – 1. Akt – Mi dicia il mio signore
09 – 2. Akt – Sappa che la bellezza
10 – Die unverhoffte Begegnung – 1. Akt – Noi pariamo santarelli
11 – Die wahre Bestandigkeit – 1. Akt – Non sparat … mi disdico
12 – Die Welt auf dem Mond – 2. Akt – Che mondo amabile
13 – 2. Akt – Non aver di me sospetto
14 – Der Deserteur – 2. Akt – Un cor si tenero in petto forte  (f.F.Bianchi)
15 – Die Schule der Eifersuchtigen – 2. Akt – Dice benissimo chi si Marita (f.A.Sa…
16 – Die Seele des Philosophen (Orpheus & Eurydike) – 2. Akt – Chi spira e non spera
17 – 2. Akt – Il pensier sta neglio oggetti
18 – 2. Akt – Mai non sia inulto

Thomas Quasthoff – Bass, Baritone
Freiburger Barockorchester
Gottfried von der Goltz – Conductor

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FDP

 

Gustav Mahler (1860-1911): Sinfonia Nº 4 (CD 4 de 14)

Gustav Mahler (1860-1911): Sinfonia Nº 4 (CD 4 de 14)

Fala a Sociedade dos Amantes de Mahler, patrocinadora desta série de posts:

Caro PQP,

aí temos o texto relativo à Quarta Sinofnia.

Abraços,

SAM.

A Quarta Sinfonia em sol maior de 1899-1900 pode ser considerada um epílogo para as três primeiras sinfonias. É a sinfonia mais intimista e em menor escala de Mahler, com orquestra reduzida e virtualmente nenhum efeito grandioso. Não se pode falar de simplismo ingênuo em ligação com uma composição tão sutil e disciplinada, mas a atmosfera é certamente infantil, de modo sumamente apropriado. Não admira que seja a mais popular e acessível sinfonia de Mahler, e é a primeira em que ele se conservou fiel aos quatro movimentos do modelo clássico. Pensou em subintitulá-la Humoresque – uma pista (se alguma fosse necessária) para suas ligacoes com as canções Wunderhorn e, em especial, com Wir geniessen die himmlischen Freuden, composta em março de 1892. Um dos primeiros planos para a sinfonia mostra que sua concepção precedeu a Segunda e a Terceira – mais uma prova de que as sinfonias de Mahler são uma cadeia contínua e interligada ou, para usar um paralelo literário, uma vasta novela autobiográfica, da qual cada sinfonia é um capítulo. A teoria de Paul Bekker, depreciada por Neville Cardus, de que toda a sinfonia foi germinada por essa canção, parece-me convincente. Cada movimento está tematicamente inteligado à maneira usual e alusivamente sutil de Mahler. Em todo caso, eis as próprias palavras de Mahler a Natalie Bauer-Lechner em 1901 : “Eu queria realmente escrever uma humoresque sinfônica que acabou se convertendo numa sinfonia completa, enquanto que antes, quando queria que se tornasse uma sinfonia, ganhou o tamanho de três (dois pontos) as minhas Segunda e Terceira”.

O primeiro movimento é melodicamente profuso, sua tessitura e estrutura constituindo um avanço sobre tudo o que Mahler compusera até então. Nunca um contraponto foi mais inventivo. A lucidez e o frescor do material recordam, com freqüência, mais Haydn do que Schubert. O estado de espírito de Mahler é aqui dominado pela descontração, o mundo dos conflitos e agressões é ignorado, quando não esquecido. É inesquecível a sua vibrante abertura – ele qualificou-a de “melodia divinamente alegre e profundamente melancólica” (…).

Dessa obra tão conhecida e amada dificilmente será necessário fazer mais do que lembrar suas belezas : a delicada coda do primeiro movimento, por exemplo – sancta simplicitas, se alguém jamais a ouviu; e o levemente fantasmagórico scherzo, associado de forma tão maravilhosa por Cardus às sombras projetadas pela luz de vela na parede de um quarto de criança. Nessa fantasia-Ländler, Mahler faz muito uso de um violino solo, com uma scordatura que permite tocar um tom inteiro mais alto do que o resto e faz o instrumento soar como “ein Fiedel”, o precursor medieval do violino e a origem da palavra inglesa fiddle. Num dos primeiros esboços, Mahler escreveu dessa passagem : “Freund Hain spielt auf”. O amigo Hain que toca era um violino espectral que guiava o caminho para a eternidade ou a perdição. Os demônios de Mahler estão de folga nessa sinfonia e o amigo Hain é mais pitoresco do que macabro. Entretanto, cumpre recordar a descrição que Mahler fez da composição dessa sinfonia:

Por causa da lógica irresistível de uma peça que tive de alterar, todo o trabalho subseqüente tornou-se confuso para mim e, para minha estupefação, eu tinha penetrado num domínio totalmente diferente, tal como num sonho nos imaginamos vagueando pelos jardins do Eliseu, entre flores de suaves aromas, e subitamente o sonho converte-se num pesadelo em que nos vemos lançados num Hades cheio de terrores. As pistas e emanações desses mundos, para mim horrendos e misteriosos, são freqüentemente encontradas em minhas composições. Desta vez, é uma floresta com todos os seus mistérios e horrores que força minha mão e se entretece em minha obra. Está ficando cada vez mais claro para mim que um indivíduo não compõe, mas esta sendo composto.

Daí o calafrio que, com freqüência, se apodera dessa obra luminosa, mesmo no adágio.

O final do scherzo, após uma sutil alusão ao tema do finale, tem um toque de severidade que se dissipa no adágio, o mais sereno movimento de Mahler, embora seu fluir tranqüilo seja interrompido, primeiro por dança e, depois, por uma “desintegração” apaixonada, tão poderosa quanto qualquer outra passagem da Quinta e da Sexta Sinfonias e, obviamente, o “Hades cheio de horrores” acima mencionado. Numa soberba passagem perto do final, a música explode sobre o ouvinte como um religioso afresco do Paraíso. Mahler usou a forma variação nesse movimento e pode assim, com extraordinária habilidade, manter lado a lado e interligadas as atmosferas de contentamento infantil do céu, um “céu azul sem nuvens” com Marta cozendo o pão e vozes angélicas entoando hinos a Santa Cecília.

A Sinfonia em sol maior foi publicada em 1902, mas Mahler reviu-a diversas vezes. É difícil acreditar que uma obra tão encantadora pudesse ter tido um acolhimento inicial tão frio – até mesmo a Alma ela desagradou – e que Mahler a descrevesse como uma “enteada perseguida”. Sua revisão final, para suas duas récitas de Nova York, foi feita em 11 de outubro de 1910, mas Erwin Stein, na década de 1920, descobriu uma coleção de provas com revisões ainda mais extensas visando, como de costume, uma clareza cada vez maior. Incluíam mudanças de dinâmica e de sinais de expressão, e alterações tais na partitura como o reforço da melodia do oboé em quatro compassos no movimento lento pelo trompete com surdina, corne inglês e trompa, e uma redução do acompanhamento no finale. Também foram mudadas varias direções de ritmo. É como se Mahler, toda vez que regia suas próprias obras, voltasse a compô -las.

(KENNEDY, Michael. Mahler. Tradução Álvaro Cabral. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1988 P. 109-112).

Mahler (1860-1911): Sinfonia Nº 4
01. Bedächtig. Nicht eilen – Recht gemächlich
02. In gemächlicher Bewegung. Ohne Hast
03. Ruhevoll
04. Sehr behaglich `Wir geniessen die himmlischen Freuden` (soprano solo)

Amanda Roocroft: soprano
City of Birmingham Symphony Orchestra
Simon Rattle

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Sir Simon Rattle hoje
Sir Simon Rattle hoje

PQP

Piotr Ilich Tchaikovsky (1840-1893): Obras para Violino e Orquestra – Ehnes, Ashkenazy, Sidney Symphony

ON+4076Preparei esta postagem ontem de manhã (domingo) e a postei em seguida. De repente, por algum motivo inexplicável, ela simplesmente sumiu, desapareceu, escafedeu-se. Sabe-se lá o que aconteceu. Nossa área técnica também não soube dar uma explicação. E tanto é verdade que a postei que tenho registrado sete downloads do arquivo no PQPShare.

Mas enfim, problemas internéticos à parte, esse realmente é um baita CD. James Ehnes é um dos grandes nomes do violino na atualidade, e todas as suas gravações são de primeira.

Neste CD ele é acompanhado pelo veterano Condutor / Pianista Vladimir Ashkenazy, um grande especialista em Tchaikovsky.

Espero que desta vez a postagem não desapareça.

Piotr Ilich Tchaikovsky (1840-1893): Violin Concerto in D major, Op. 35 / Sérénade mélancolique, for violin & orchestra (or piano) in B minor, Op. 26 / Valse-scherzo, for violin & orchestra (or violin & piano) in C major, Op. 34 / Souvenir d’un lieu cher, for violin & piano (or orchestra), Op. 42

1.  Violin Concerto in D major, Op. 35 – 1. Allegro moderato
2. Violin Concerto in D major, Op. 35 – 2. Canzonetta Andante
3. Violin Concerto in D major, Op. 35 – 3. Finale Allegro vivacissimo
4. Sérénade mélancolique, for violin & orchestra (or piano) in B minor, Op. 26
5. Valse-scherzo, for violin & orchestra (or violin & piano) in C major, Op. 34
6. TSouvenir d’un lieu cher, for violin & piano (or orchestra), Op. 42 – 1. Meditation
7. Souvenir d’un lieu cher, for violin & piano (or orchestra), Op. 42 – 2. Scherzo
8. Souvenir d’un lieu cher, for violin & piano (or orchestra), Op. 42 – 3. Melodie

James Ehnes, violino
Sydney Symphony Orchestra
Vladimir Ashkenazy

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FDP

.: interlúdio :. Meredith Monk (1942): Dolmen Music

.: interlúdio :. Meredith Monk (1942): Dolmen Music

IM-PER-DÍ-VEL !!!

No início dos anos 80, era impossível a sobrevivência intelectual sem conhecer a gravadora ECM. A música disco e o mau gosto grassavam e todos os que tinham ouvidos de boa qualidade corriam para o refúgio de Manfred Eicher. E quase todos os que se interessavam por música tinham o vinil de Dolmen Music, de Meredith Monk, da ECM, claro. Ouvindo-o novamente no dia de hoje, curti muito, muito mais do que imaginava minha memória. Meredith Jane Monk (nascida em 20 de novembro de 1942 em Nova Iorque) é uma compositora, performer, diretora, vocalista, cineasta e coreógrafa norte-americana. Desde os anos sessenta, Monk tem criado trabalhos multidisciplinares que combinam música, teatro e dança, gravando sempre para a ECM Records.

Meredith Monk é principalmente conhecida por suas inovações vocais, incluindo uma vasta gama de técnicas estendidas, as quais ela desenvolveu pela primeira vez em suas performances solo antes de formar seu próprio grupo. Em dezembro de 1961, ela apareceu na “Actor’s Playhouse” no Greenwich Village (Nova Iorque) como dançarina solo em uma adatação de teatro musical para crianças de “A Christmas Carol”, de Charles Dickens na Off Broadway intitulada “Scrooge” (música e letra de Norman Curtis; dirigido e coreografado por Patricia Taylor Curtis). Em 1964, Monk formou-se no Sarah Lawrence College depois de estudar com Beverly Schmidt Blossom, e em 1968 ela fundou The House, uma companhia dedicada a uma abordagem multidisciplinar da performance.

Meredith Monk na Casa Branca
Meredith Monk na Casa Branca

As performances de Monk têm influenciado muitos artistas, incluindo Bruce Nauman, o qual ela conheceu em San Francisco em 1968. Em 1978 Monk formou o Meredith Monk and Vocal Ensemble (modelado segundo grupos similares de seus colegas de música como Steve Reich and Philip Glass), para explorar novas e mais amplas formas e texturas vocais, as quais eram frequentemente contrastadas com texturas instrumentais minimalistas. Monk iniciou um relacionamento duradouro com o Walker Art Center de Minneapolis, o qual continua a divulgar seu trabalho até hoje. Peças dessa época incluem Dolmen Music (1979), que foi também gravada em seu primeiro álbum, lançado pelo selo ECM de Manfred Eicher em 1981.

Nos anos oitenta, Monk roteirizou e dirigiu dois filmes, Ellis Island (1981) e Book of Days (1988), os quais se desenvolveram de uma única ideia: “Um dia, durante o verão de 1984, quando eu estava varrendo o chão de minha casa no campo, a imagem de uma jovem (em preto e branco) e uma rua medieval em uma comunidade judaica (também em preto e branco) veio à minha mente.” Monk conta essa história nas notas de encarte da gravação da ECM. Duas versões musicais existem desta peça, uma para salas de concerto e a outra um álbum, produzido por Meredith Monk e Manfred Eicher, que é “um filme para os ouvidos”.

No início dos anos 1990 Monk compôs a ópera Atlas, que estreou em Houston, Texas em 1991. Ela também escreveu peças para grupos instrumentais e orquestras sinfônicas. Seu primeiro trabalho sinfônico foi Possible Sky (2003). A ele se seguiu Stringsongs (2004) para quarteto de cordas, que foi encomendado pelo Kronos Quartet. Em 2005, realizaram-se eventos em todo o mundo para celebrar o quadragésimo aniversário de sua carreira, incluindo um concerto no Carnegie Hall com participação de Björk, Terry Riley, DJ Spooky (que sampleou Monk em seu álbum Drums of Death), Ursula Oppens, Bruce Brubaker, John Zorn, e os novos grupos musicais Alarm Will Sound e Bang on a Can All-Stars, em conjunto com o Pacific Mozart Ensemble.

Meredith Monk (1942): Dolmen Music

1. Fear And Loathing In Gotham – Gotham Lullaby 4:17
2. Education Of The Girlchild – Travelling 6:19
3. Education Of The Girlchild – The Tale 2:49
4. Education Of The Girlchild – Biography 9:28
5. Dolmen Music 23:47

Meredith Monk
Colin Walcott
Steve Lockwood
Andrea Goodman
Julius Eastman
Monica Solem
Paul Langland
Robert Een

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Meredith Monk
Meredith Monk

PQP

Gustav Mahler (1860-1911): Sinfonias Nros. 7 e 8, com Bernard Haitink

Gustav Mahler (1860-1911): Sinfonias Nros. 7 e 8, com Bernard Haitink

Finalizando a divulgação da integral das sinfonias de Mahler por Bernard Haitink e o Concertgebouw de Amsterdam, aqui temos as de Nº 7 e 8. Vou contar uma coisa para vocês: mesmo sendo um mahleriano de quatro costados, não gosto muito da oitava. Não faço críticas ao gigantismo, faço à música mesmo. À exceção do coral inicial e de suas múltiplas e belas variações, a sinfonia não me comove. Sempre fico meio frio quando alguém começa a tecer elogios histéricos à Sinfonia dos Mil. Mas tudo bem, vai ver que sou eu o equivocado e trata-se de música de primeira linha dentro do riquíssimo universo de Mahler. Já a sétima é uma obra-prima.

A audição desta integral reforçou uma ideia que já tinha. Haitink é um dos campeões nestas obras. Deixemos o restante do pódio para Bernstein e Tilson Thomas, tá? Ah, discordem à vontade. É apenas minha opinião.

Symphony No. 7 in E minor

1. I. Langsam. Adagio-Allegro 20:46
2. II. Allegro moderato 14:36
3. III. Scherzo 9:45
4. IV. Andante amoroso 12:45
5. V. Rondo-Finale. Allegro ordinario 17:45

Royal Concertgebouw Orchestra
Bernard Haitink

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Symphony No. 8 in E flat “Symphony of a Thousand”

Part 1: Hymnus “Veni, Creator Spiritus”

1. I. Veni, creator spiritus 1:24
2. II. Imple superna gratia 3:01
3. III. Imple superna gratia 3:37
4. IV. Infirma nostri corporis 2:53
5. V. Accende lumen sensibus 5:41
6. VI. Qui Paraclitus diceris 2:29
7. VII. Gloria sit Patri Domino 3:25

Part 2: Final scene from “Faust”

8. VIII. Poco adagio 5:08
9. IX. Più mosso. Allegro moderato 3:00
10. X. Waldung, sie schwankt heran 3:23
11. XI. Ewiger Wonnebrand 1:24
12. XII. Wie Felsenabgrund mir zu Füßen 4:35
13. XIII. Gerettet ist das edle Glied 1:04
14. XIV. Jene Rosen, aus den Händen 2:14
15. XV. Uns bleibt ein Erdenrest 1:52
16. XVI. Ich spür’ soeben 5:44
17. XVII. Dir, der Unberührbaren 3:34
18. XVIII. Bei der Liebe, die den Füßen 6:00
19. XIX. Er überwachst uns schon 4:25
20. XX. Blicket auf zum Retterblick 5:45
21. XXI. Alles Vergängliche 5:07
Ileana Cotrubas (soprano) – Magna Peccatrix, Heather Harper (soprano) – Una Poenitentium,
Hanneke van Bark (soprano) – Mater Gloriosa;
Birgit Finnila (contralto) – Mulier Samaritana, Marianne Dielman (contralto) – Maria Aegyptiaca
William Cochran (tenor) – Doctor Marianus, Hermann Prey (baritone) – Pater Ecstaticus, Hans Sotin (bass) – Pater Profundus
Toonkunstkoor, Amsterdam; De Stem des Volks, Amsterdam; Collegium Musicum Amsterdam
Children’s Choirs of the Churches of St Wilibrord and St Pius X, Amsterdam; General Chorus master: Frans Moonen

Royal Concertgebouw Orchestra
Bernard Haitink

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Dentre os vivos, Haitink é o regente preferido de PQP Bach
Dentre os vivos, Haitink é o regente preferido de PQP Bach

PQP

Gustav Mahler (1860-1911): Sinfonias Nros. 5, 6, 9 e 10, com Bernard Haitink

Gustav Mahler (1860-1911): Sinfonias Nros. 5, 6, 9 e 10, com Bernard Haitink

Oh, yeah, aqui está a continuidade de nossa saga mahleriana levado pelas mãos firmes (ui!) de Bernard Haitink. Espero que gostem. Na minha opinião, os pontos altos são a 5ª e a 10ª, registros verdadeiramente difíceis de superar. Logo logo, posto os último CDs, que trazem a 7ª e a 8ª. Por pura falta de tempo, paro de escrever agora. Beijos na bunda de todos.

Gustav Mahler (1860-1911): Sinfonias Nros. 5, 6, 9 e 10, com Bernard Haitink

CD5
Symphony No. 5 in C sharp minor
1. I. Trauermarsch 12:19
2. II. Sturmisch bewegt 14:02
3. III. Scherzo 18:00
4. IV. Adagietto (Sehr langsam) 10:35
5. V. Rondo – Finale (Allegro) 15:49
Royal Concertgebouw Orchestra
Bernard Haitink

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CD6
Symphony No. 10 in F sharp minor
1. I. Andante – Adagio 24:32
Symphony No. 6 in A minor
2. I. Allegro energico, ma non troppo 22:07
3. II. Scherzo. Wuchtig 13:16
4. III. Andante moderato 15:47
Royal Concertgebouw Orchestra
Bernard Haitink

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CD7
Symphony No. 6 in A minor
1. IV. Finale. Allegro moderato-Allegro energico 29:38
Symphony No. 9 in D
2. I. Andante comodo 27:01
3. II. Im Tempo eines gemachlichen Landlers 15:56
Royal Concertgebouw Orchestra
Bernard Haitink

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CD 8
Symphony No. 9 in D
1. III. Rondo-Burleske 12:57
2. IV. Adagio 24:42
Royal Concertgebouw Orchestra
Bernard Haitink

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Bernard Haitink: um de meus regentes preferidos
Bernard Haitink: o maior maestro que caminha sobre a superfície do planeta

PQP

Robert Schumann (1810-1856) – Piano Quintet in E Flat major, op 44, Johannes Brahms (1833-1897) – Piano Quintet in F Minor, op. 34

51-ClBI6z3L._SX258_BO1,204,203,200_E já que estamos passando meio que por um surto camerístico brahmsiano resolvi trazer esse CD com duas obras primas nas mãos mais que competentes de um grupo de jovens músicos que dão um show de sensibilidade, técnica e virtuosismo. Um discaço, sem dúvidas.
Creio que a primeira obra de câmara que ouvi em minha vida tenha sido exatamente esse Quinteto para Piano de Schumann, em um radinho de pilha, há quase quarenta anos atrás. Lembro que fiquei com aquele sobrenome na cabeça, e a melodia do primeiro movimento já ficou registrada na memória. Muitos anos depois, quando finalmente comprei uma gravação da obra, imediatamente me vieram a mente aquele período de vacas magras, quando meu pai, mesmo aposentado, tinha de ralar em outro emprego para sustentar a casa. Sei do sacrifício que foi para ele comprar aquele radinho de pilha para eu poder ouvir música, pois sabia como eu adorava ouvir música.

01. 01 Schumann – Piano Quintet – I. Allegro brillante
02. 02 – II. In modo d’uina marcia, Un poco largamente
03. 03 – III. Scherzo – Molto vivace
04. 04 – IV. Allegro ma no troppo
05. 01 Brahms – Piano Quintet – I. Allegro ma non troppo
06. 02 – II. Andante, un poco adagio
07. 03 – III. Scherzo (Allegro) & Trio
08. 04 – IV. Finale

Leif Ove Andsnes – Piano
Artemis Quartet:
Natalia Prischepenko, Heime Müller – Violins
Volker Jacobsen – Viola
Eckart Runge – Cello

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Gustav Mahler (1860-1911): Sinfonias de 1 a 4 com Bernard Haitink

Gustav Mahler (1860-1911): Sinfonias de 1 a 4 com Bernard Haitink

Pessoal, o negócio é seguinte — vou postando o que ouço, tá? E estou embasbacado com essa versão do Bernard Haitink — sim, meu filho se chama Bernardo, mas não creio que tenha sido uma homenagem consciente ao grande holandês, apenas um compreensível ato falho — para a integral de Mahler. Na verdade, estou tão apaixonado que ontem ouvi sem interrupções as mais de quatro horas e meia da música maravilhosa que ora posto. Toda esta série é com o incrível conjunto do Concertgebouw de Amsterdam. Não vou me derramar com mais elogios para a música, a orquestra e seu regente. Encarem a linha em branco abaixo como se fossem linhas e linhas repletas da mais histérica admiração e dos mais inteligentes argumentos para que você conheça tais obras do modo com Haitink as mostra.

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Gustav Mahler (1860-1911): Sinfonias de 1 a 4 com Bernard Haitink

CD1
Symphony No. 1 in D “Titan”
1. I. Langsam. Schleppend 13:23
2. II. Kraftig bewegt 7:45
3. III. Feierlich und gemessen 10:51
4. IV. Sturmisch bewegt 20:04
Symphony No. 2 in C minor “Resurrection”
5. I. Allegro maestoso 20:27
Royal Concertgebouw Orchestra
Bernard Haitink

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CD2
Symphony No. 2 in C minor “Resurrection”
1. II. Andante moderato 10:56
2. III. In ruhig flie ender Bewegung 11:22
3. IV. Urlicht 5:19
4. V. Im Tempo des Scherzos 9:28
5. VI. Maestoso. Sehr zur ckhaltend 7:39
6. VII. Sehr langsam 2:17
7. VIII. Langsam. Miesterioso 6:22
8. IX. Etwas bewegter 8:22
Elly Ameling, soprano; Aafje Heynis, contralto; Netherlands Radio Chorus, Chorus master: Carel Laout
Royal Concertgebouw Orchestra
Bernard Haitink

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CD3
Symphony No. 3 in D minor
Part I
1. I. Kräftig. Entschieden 32:09
Part II
2. II. Tempo di minuetto 10:19
3. III. Comodo. Scherzando 16:50
4. IV. Sehr langsam. Misterioso (“O Mensch! Gib acht!”) 8:45
5. V. Lustig im Tempo 4:05
Maureen Forester, contralto; Women’s Chorus of the Netherlands Radio;
Boy’s Chorus of the St Wilibrord Church, Amsterdam
Royal Concertgebouw Orchestra
Bernard Haitink

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CD4
Symphony No. 3 in D minor
1. VI. Langsam. Rhuevoll. Empfunden 22:05
Symphony No. 4 in G
2. I. Bedachtig. Nicht eilen 16:27
3. II. In gemachlicher Bewegung 8:37
4. III. Ruhevoll. Poco adagio 19:34
5. IV. Sehr behaglich 8:48
Elly Ameling, soprano (Symphony No. 4)
Maureen Forester, contralto (Symphony No. 3); Women’s Chorus of the Netherlands Radio (Symphony No. 3);
Boy’s Chorus of the St Wilibrord Church, Amsterdam (Symphony No. 3)
Royal Concertgebouw Orchestra
Bernard Haitink

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PQP, é bom esse Haitink!
PQP, é bom esse Haitink!

PQP

Johann Sebastian Bach (1685-1750) – Italienisches Konzert BWV 971, Orchestersuite Nr. 2 h-Moll BWV 1067, etc. – Magali Mosnier, SKO

frontEis um baita de um CD para quem adora Bach e flauta, como é o meu caso.
A flautista francesa Magali Mosnier dá um show tocando em sua flauta um repertório dedicado a Bach, em transcrições e adaptações, ou obras efetivamente compostas para o instrumento pelo gênio de Leipzig. A excelente Stuttgarter Kammerorchester também é uma jóia. Infelizmente não consegui maiores informações sobre os autores de algumas transcrições, mas tudo bem.
Definitivamente, um excelente CD, até como introdução à obra de Bach.

1. Italian Concerto, for solo keyboard in F major (Clavier-Übung II/1), BWV 971 (BC L7): 1. Allegro
2. Italian Concerto, for solo keyboard in F major (Clavier-Übung II/1), BWV 971 (BC L7): 2. Andante
3. Italian Concerto, for solo keyboard in F major (Clavier-Übung II/1), BWV 971 (BC L7): 3. Presto
4. Sonata for flute & keyboard in E flat major, BWV 1031: Siciliano g-Moll
5. Orchestral Suite No. 2 in B minor, BWV 1067: Polonaise: Lentement – Double
6. Orchestral Suite No. 2 in B minor, BWV 1067: Badinerie
7. Concerto for harpsichord, strings & continuo No. 5 in F minor, BWV 1056: 1. Moderato
8. Concerto for harpsichord, strings & continuo No. 5 in F minor, BWV 1056: 2, Largo
9. Concerto for harpsichord, strings & continuo No. 5 in F minor, BWV 1056: 3. Presto
10. Cantata No. 209, ‘Non sa che sia dolore,’ BWV 209 (BC G50): Sinfonia h-Moll
11. Sonata for flute & keyboard in A major, BWV 1032: 1. Vivace
12. Sonata for flute & keyboard in A major, BWV 1032: 2. Largo e dolce
13. Sonata for flute & keyboard in A major, BWV 1032: 3. Allegro
14. Bist du bei mir, aria arranged for voice & continuo (after Gottfried Stölzel), BWV 508
15. Willst du dein Herz mir schenken (Aria di Giovannini), aria for voice & continuo (AMN II/37), BWV 518
16. Weihnachtsoratorium (Christmas Oratorio), in six parts, BWV 248 (BC D7): Nur ein Wink von seinen Händen
17. St. Matthew Passion (Matthäuspassion), for soloists, double chorus & double orchestra, BWV 244 (BC D3b): Erbarme dich

Magali Mosnier – Flute
Stuttgarter Kammerorchester
Michael Hoffstetter – Conductor

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Johannes Brahms (1833-1897) – The Violin Sonatas – Yuja Wang & Leonidas Kavakos

712lz7HcQSL._SL1080_Adoro estas sonatas. São de um lirismo profundo, elas calam fundo na alma. Dentro da produção musical de Brahms, talvez estas obras sejam as que mais me emocionam. Brahms tinha uma incrível capacidade de extrair o máximo do mínimo, e nunca sobram notas, elas são exatas, perfeitas, estão exatamente onde deveriam estar.
Fiz uma brincadeira há alguns anos atrás, postando duas versões com duas das grandes violinistas da atualidade, Mutter e Mullova. Depois disso, meio que me recolhi, e não trouxe mais outras versões, até agora.
Sempre digo que para se tocar Brahms é preciso suar sangue, se jogar totalmente de corpo e alma,não apenas seguir as notas na partitura. Talvez seja isso que falte nesta gravação da dupla Kavakos & Wang, excelentes instrumentistas desta nova geração que começa a despontar, mas que ainda precisam de longos anos de estrada para mostrar efetivamente a força necessária para se tocar estas obras. Com isso não quero dizer que o CD não seja excelente, talvez seja a abordagem feita que tenha me deixado um pouco perturbado, talvez sua delicadeza excessiva em determinadas passagens que creio que precisem efetivamente de mais sangue, suor e lágrimas o que tenha me deixado incomodado. Ou talvez seja assim mesmo que se deva tocar, não sei.
Espero que esta gravação seja do agrado dos senhores.

1. Scherzo from F-A-E Sonata
2. I. Vivace ma non troppo
3. II. Adagio
4. III. Allegro molto moderato
5. I. Allegro amabile
6. II. Andante tranquillo Vivace Andante Vivace di più Andante – Vivace
7. III. Allegretto grazioso
8. I. Allegro
9. II. Adagio
10. III. Un poco presto e con sentiment
11. IV. Presto agitato
12. Wiegenlied: Lullaby

Leonidas Kavakos – Violin
Yuja Wang – Piano

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Gustav Mahler (1860-1911): Sinfonias Nº 10 e Nº 8 (CDs 12 e 13 de 16)

Gustav Mahler (1860-1911): Sinfonias Nº 10 e Nº 8 (CDs 12 e 13 de 16)

IM-PER-DÍ-VEL !!!!

Na minha opinião, é difícil encontrar obra mais perfeita do que o adágio da décima sinfonia de Mahler. Aqui, Bernstein dá um banho na interpretação desta música que amo talvez mais do que toda a oitava sinfonia. Abaixo, o texto que publiquei quando da minha primeira postagem da oitava de Mahler:

Mahler não gostava que chamassem sua oitava sinfonia de “Sinfonia dos Mil”, mas não é nenhum absurdo. Para ser executada, ela precisa de um contingente apenas 4 vezes menor do que o número de soldados americanos mortos no Iraque e é bom que o palco esteja mais firme que o governo Bush.

É uma obra mais impressionante do que bela e nem é bem uma sinfonia, mas uma gigantesca cantata. Sua execução exige, entre orquestra e coro, mais de mil figuras. Servem como textos o hino Veni creator spiritus e o coro final da segunda parte do Fausto de Goethe. Nem todos acham que o resultado justifica os colossais recursos exigidos. Dentre estes estou eu, P.Q.P. Bach.

O que me interessa nesta sinfonia é a rica polifonia empregada, um tributo a meu pai e às estruturas criadas por ele. Abaixo, em itálico, copiado daqui, está o detalhamento do exército empregado.

SINFONIA No.8
(para 8 solistas – 3 sopranos, 2 contraltos, tenor, barítono e baixo – 2 coros mistos, coro infantil, órgão e orquestra)
Apelido: ‘Dos Mil’
Tonalidade principal: Mi bemol Maior
Composição: 1906-1907
Revisão: não houve
Estréia: Munique, 12 de setembro de 1910 (solistas: Gertrud Förstel, Marta Winternitz-Dorda, Irma Koboth, Otillie Meyzger, Tilly Koenen, Felix Senius, Nicolo Geisse-Winkel, Richard Mayr. Leipzig Riedelverein, Viena Singverein, Coro Infantil da Escola Central de Munique, Orquestra do festival, regência de Mahler)
1a.Publicação: 1911 (Viena, Universal Editions)
Instrumentação:
2 piccolos
4 flautas
4 oboés
Corne-Inglês
Clarinete em Mib
3 clarinetes em Sib e La
Clarone
4 fagotes
Contrafagote
8 trompas
8 trompetes (4 fora do palco)
7 trombones (3 fora do palco)
Tuba
Tímpanos
Triângulo
3 pares de pratos
Bombo
Tam-Tam
Sinos grandes
Glockenspiel
Celesta
Piano
Harmônica
Órgão
2 harpas
Mandolim
Quinteto de cordas (violinos I, II, violas, cellos e baixos com corda C grave)
Soprano I (Magna Peccatrix)
Soprano II (Una poenitentium)
Soprano III (Mater Gloriosa)
Contralto I (Mulier samaritana)
Contralto II (Maria Aegyptiaca)
Tenor (Doctor Marianus)
Barítono (Pater ecstaticus)
Baixo (Pater profundus)
Coro infantil
Coro Misto SCTB I
Coro Misto SCTB II

Duração: aprox. 85-90 minutos

Movimentos:
I- Hymnus: Veni, Creator Spiritus
II- Final scene from Goethe’s ‘Faust’ part II

Texto:
1) ‘Veni, creator spiritus’, atribuído ao monge medieval Hrabanus Maurus
2) Cena final do Segundo Fausto de Goethe

Programa:
É um dos mais interessantes de Mahler, uma sinfonia muito significativa em termos filosóficos e espirituais para o compositor. O primeiro movimento é um hino medieval que evoca o espírito criador, e o segundo movimento é a redenção humana através do Amor cristão, que Mahler achou, muito propriamente, nas palavras de Goethe.

Comentários:

O subtítulo ‘Dos Mil’ foi colocado contra a vontade de Mahler, por razões comerciais, já que sua estréia realmente contava com um contingente instrumental de 1023 músicos. É a única sinfonia de Mahler inteiramente cantada, como uma grande cantata sinfônica, e que transparece um grande otimismo espiritual em seus únicos 2 movimentos. No último, entretanto, há subdivisões que indicam certa ordenação próxima à forma-sonata, ainda que bastante diluída. Somente o primeiro movimento e o final do segundo (o maior de Mahler, de aprox. 50 minutos) contém grandes efeitos de massa dignos da enorme instrumentação exigida, o que lhe valeram severas críticas e também raras execuções, apesar de poder ser executada com metade deste número (na estréia a orquestra e o coro estavam duplicados).

E FDP Bach escreveu:

Meu irmão PQP já andou postando esta sinfonia aqui, com um belo texto explicativo, por este motivo não irei perder muito tempo com detalhes. A única coisa que tenho a falar é que esta versão de Bernstein é no mínimo exuberante, com o coral inicial “Veni Creator spiritus” capaz de levantar defuntos de seus túmulos. Absolutamente magnífico.

Meu sonho de consumo é assistir a uma apresentação desta sinfonia em um ambiente com uma acústica impecável, e claro, com uma orquestra de grande porte, como a Wiener Philharmoniker. Não há como não se impactar com a grandiosidade de seu início. É de arrepiar os cabelos.

Mahler – Sinfonias Nº 10 e Nº 8

Disc: 1

Sinfonia Nº 10: Adagio

1. Andante – Adagio

Sinfonia Nº 8

2. Part 1. Hymnus “Veni, creator spiritus”. Allegro impetuoso “Veni, creator spiritus”
3. Part 1. Hymnus “Veni, creator spiritus”. A tempo. Etwas (aber unmerklich) gemäßigter; immer sehr fl
4. Part 1. Hymnus “Veni, creator spiritus”. Tempo 1. (Allegro impetuoso) “Infirma nostri corporis”
5. Part 1. Hymnus “Veni, creator spiritus”. Tempo 1. (Allegro, etwas hastig)
6. Part 1. Hymnus “Veni, creator spiritus”. Part 1. Hymnus “Veni, creator spiritus”. Sehr fließend – N
7. Part 1. Hymnus “Veni, creator spiritus”. Plötzlich sehr breit und leidenschaftlichen Ausdrucks – Mi
8. Part 1. Hymnus “Veni, creator spiritus”. “Veni, creator spiritus”
9. Part 1. Hymnus “Veni, creator spiritus”. a tempo. “Gloria sit Patri Domino”

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Disc: 2
1. Part 2. Finale Scene from Goethe’s “Faust”, Part 2. Poco adagio
2. Part 2. Finale Scene from Goethe’s “Faust”, Part 2. Poco adagio
3. Part 2. Finale Scene from Goethe’s “Faust”, Part 2. Più mosso. (Allegro moderato)
4. Part 2. Finale Scene from Goethe’s “Faust”, Part 2. Moderato. Pater ecstaticus: “Ewiger Wonnebrand”
5. Part 2. Finale Scene from Goethe’s “Faust”, Part 2. Allegro – (Allegro appassionato) Pater profundu
6. Part 2. Finale Scene from Goethe’s “Faust”, Part 2. Allegro deciso. (Im Anfang noch nicht eilen). C
7. Part 2. Finale Scene from Goethe’s “Faust”, Part 2. Molto leggiero. Chor der jüngeren Engel: “Jene
8. Part 2. Finale Scene from Goethe’s “Faust”, Part 2. Schon etwas langsamer und immer noch mäßiger. D
9. Part 2. Finale Scene from Goethe’s “Faust”, Part 2. Im Anfang (die ersten vier Takte) noch etwas ge
10. Part 2. Finale Scene from Goethe’s “Faust”, Part 2. Sempre l’istesso tempo. Doctor Marianus: “Höchs
11. Part 2. Finale Scene from Goethe’s “Faust”, Part 2. Äußerst langsam. Adagissimo. “Dir, der Unberühr
12. Part 2. Finale Scene from Goethe’s “Faust”, Part 2. Fließend. Magna Peccatrix: “Bei der Liebe, die
13. Part 2. Finale Scene from Goethe’s “Faust”, Part 2. Una poenitentium: “Neige, neige, du Ohnegleiche
14. Part 2. Finale Scene from Goethe’s “Faust”, Part 2. Unmerklich frischer. Selige Knaben: “Er überwäc
15. Part 2. Finale Scene from Goethe’s “Faust”, Part 2. Sehr langsam. Mater gloriosa: “Komm! hebe dich
16. Part 2. Finale Scene from Goethe’s “Faust”, Part 2. Hymnenartig (Ungefähr im selben Zeitmaß weiter)
17. Part 2. Finale Scene from Goethe’s “Faust”, Part 2. Sehr langsam beginnend. Chorus mysticus

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Margaret Price
Judith Blegen
Gerti Zeumer
Agnes Baltsa
Kenneth Riegel
Hermann Prey
José van Dam

Rudolf Scholz, órgão

Leonard Bernstein
Vienna Philharmonic Orchestra

Este é o cara
Este é o cara

PQP

François-Joseph Gossec (1734-1829): Symphonies, Op.8

François-Joseph Gossec (1734-1829): Symphonies, Op.8

Gossec pode ser justamente considerado o “pai da sinfonia em França”. Este CD com as Sinfonias Op. 8, gritam a modernidade de Gossec através da utilização de clarinetes e de minuetos e trios, raridades em Paris naquele tempo. Gossec, nascido na Bélgica, também brinca com os estilos de sua terra adotada — os ballets em sua tragédia lírica Sabinus podem ser colocados diretamente da tradição orquestral de um Jean-Philippe Rameau. Algumas de suas loucuras e exageros anteciparam as inovações da era romântica: ele escreveu seu Te Deum para 1200 cantores e 300 instrumentos de sopro… Vários de seus oratórios exigiam a separação física dos vários coros, incluindo alguns invisíveis atrás do palco. Puro pioneirismo. Chegou antes de quase todo mundo à época mais boba da história da música. Guy van Waas conduz com segurança a excelente Les Agremens.

François-Joseph Gossec (1734-1829): Symphonies, Op.8

1. Grande Symphonie in E flat major, Op. 8/3: Allegro
2. Grande Symphonie in E flat major, Op. 8/3: Larghetto tempo di romanza
3. Grande Symphonie in E flat major, Op. 8/3: Minuetto 1- Minuetto 2
4. Grande Symphonie in E flat major, Op. 8/3: Allegro ma non presto

5. Grande Symphonie in F major, Op. 8/2, Br. 44: Largo
6. Grande Symphonie in F major, Op. 8/2, Br. 44: Allegro non troppo
7. Grande Symphonie in F major, Op. 8/2, Br. 44: Adagio poco andante
8. Grande Symphonie in F major, Op. 8/2, Br. 44: Moderato

9. Grande Symphonie in E flat major, Op. 8/1: Allegro
10. Grande Symphonie in E flat major, Op. 8/1: Adagio
11. Grande Symphonie in E flat major, Op. 8/1: Minuetto 1 – Minuetto 2
12. Grande Symphonie in E flat major, Op. 8/1: Allegro non presto

13. Sabinus, ballet suite: Pantomime
14. Sabinus, ballet suite: Air en passacaille
15. Sabinus, ballet suite: Gigue pour les enfants
16. Sabinus, ballet suite: Air des vieillards
17. Sabinus, ballet suite: Tambourin 1/2
18. Sabinus, ballet suite: Chaconne – Pas espagnol – Un peu lent – tempo 1

Les Agremens
Guy van Waas

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Gossec em pose para a eternidade
Gossec em pose para a eternidade

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Richard Wagner (1813-1883) – Wagneriana – Cyprien Katsaris

61HEuHcYt+LEis um CD um tanto quanto inusitado, que faz parte da mesma caixa de outros CDs que trouxe do Katsaris. Já tinha lido em algum lugar que este pianista era um especialista neste tipo de repertório, e pude confirmar após ouvir este discaço.
Claro que é estranho. Os que estão acostumados com a orquestração wagneriana  vão sentir falta das cordas, principalmente na abertura de Tanhäuser, por sinal transcrita para piano pelo próprio Wagner.
Espero que apreciem. Eu gostei.

01 Tannhäuser – Ouvertüre (Transcription by Richard Wagner)
02 Tannhäuser – Albumblatt – Ankunft bei den schwarzen Schwänen (Original work by Richard_Wagner)
03 Die Walküre – Erste szene – Siegmund und Sieglinde (Free arrangement by Joseph Rubinstein)
04 Die Walküre – Siegmunds Liebesgesang (Transcription by Heinrich Rupp)
05 Die Walküre – Walkürenritt (Free arrangement by Louis Brassin)
06 Die Walküre – Feuerzauber (Free arrangement by Louis Brassin)
07 Götterdämmerung – Trauermarsch (Transcription by Ferruccio_Busoni)
08 Wagner – Die Meistersinger von Nürnberg – Reminiscenz_Nr.4 – Walthers Preislied (Joachim_Raff)
09 Wagner – Die Meistersinger von_Nürnberg – Reminiscenz_Nr.4 – Aufzug der Zünfte (Joachim Raff)
10 Wagner – Tristan und Isolde – Vorspiel (Transcription by Richard Wagner – Hans von Bülow)

Cyprien Katsaris – Piano

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Franz Benda (1709-1786): Violin Sonatas

Franz Benda (1709-1786): Violin Sonatas

Excelente disco! Franz Benda nasceu na Boêmia na povoação de Altbenatky. Tornou-se o fundador da escola alemã de tocar violino. Na sua juventude, ao mesmo tempo que começou a estudar o violino, juntou-se a um grupo de músicos que tocavam em festas e feiras. Aos dezoito anos de idade, Benda abandonou a vida errante e foi para Praga e depois para Viena, onde estudou com Heinrich Graun, um aluno de Tartini. Dois anos depois foi nomeado mestre de capela em Varsóvia.

Benda foi um mestre na arte de tocar violino. Tinha muitos alunos e escreveu uma série de obras, principalmente exercícios e estudos para violino. Um de seus descendentes, Jean Sebastian Benda, aclamado pianista suíço, viveu no Brasil e casou-se com a pianista Luzia Benda.

Gosto muito dos concertos para cravo de Benda, e ouvi com expectativa esta gravação de seis (6 ) sonatas para violino de Benda com acompanhamento de cravo. E fiquei feliz. São quase 70 minutos de prazer. As sonatas são bem interpretadas por Anton Steck e Christian Rieger no cravo. As obras seguem as “formas do dia” habituais: dois movimentos rápidos e um lento, tudo muito melódico e rítmico.

Franz Benda (1709–1786): Violin Sonatas

1. Sonata for violin & continuo in C major, L. III-2: Largo
2. Sonata for violin & continuo in C major, L. III-2: Allegro non molto
3. Sonata for violin & continuo in C major, L. III-2: Presto e scherzando

4. Sonata for flute (or violin) & continuo in A minor, L. III-121 (Op. 1/4): Larghetto
5. Sonata for flute (or violin) & continuo in A minor, L. III-121 (Op. 1/4): Vivace
6. Sonata for flute (or violin) & continuo in A minor, L. III-121 (Op. 1/4): Tempo di menuet

7. Sonata for violin & continuo in F major, L. III-63: Un poco allegro
8. Sonata for violin & continuo in F major, L. III-63: Adagio
9. Sonata for violin & continuo in F major, L. III-63: Allegretto

10. Sonata for violin & continuo in E major, L. III-47 (Op. 1/1): Adagio
11. Sonata for violin & continuo in E major, L. III-47 (Op. 1/1): Allegro ma non molto
12. Sonata for violin & continuo in E major, L. III-47 (Op. 1/1): Allegro

13. Sonata for violin & continuo in C major, L. III-1 (Op. 1/3): Adagio
14. Sonata for violin & continuo in C major, L. III-1 (Op. 1/3): Allegro
15. Sonata for violin & continuo in C major, L. III-1 (Op. 1/3): Presto

16. Sonata for violin & continuo in E flat major, L. III-40: Allegro
17. Sonata for violin & continuo in E flat major, L. III-40: Adagio
18. Sonata for violin & continuo in E flat major, L. III-40: Andante con variazioni

Anton Steck, violino
Christian Rieger. cravo

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Franz Benda nem imagina, mas este é um excelente CD
Franz Benda nem imagina, mas este é um excelente CD

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.: interlúdio :. Ella Fitzgerald – The George & Ira Gershwin Songbook

81oIz5eQanL._SX522_Um dos grandes sonhos e desejos de minha vida era conseguir os songbooks da Ella Fitzgerald. Comecei há alguns anos atrás, uns vinte e cinco, mais ou menos, quando ganhei de um grande amigo uma fita cassete com o Songbook do Cole Porter, talvez o mais conhecido. Foi paixão a primeira audição. Viciei tanto naquela velha fita cassete que ela até arrebentou de tanto que ouvi. Era, e é divina. Já trouxe este CD uma vez, e foi um sucesso, como não poderia deixar de ser. Junte-se à divina voz de Ella Fitzgerald os arranjos da Orquestra de Nelson Ridlle e o resultado não poderia deixar de ser outro: em minha modesta opinião um dos melhores discos de jazz de todos os tempos.
Mas aqui o negócio é outro. Ainda temos a divina Ella e a orquestra de Nelson Riddle mas os compositores são os irmãos Gershwin, outra fascinação minha. Quem não ama e adora suas canções, que não é doido por “Porgy & Bess”, ” ‘S Wonderful’ “, ” The Man I Love”, ainda mais na voz de Ella?
Então preparem-se. São três CDs absolutamente imperdíveis, obrigatórios. Dependendo da demanda, trago outros songbooks.

CD 1

01. Ambulatory Suite
02. The Preludes
03. Sam and Delilah
04. But Not for Me
05. My One and Only
06. Let’s Call the Whole Thing Off
07. (I’ve Got) Beginner’s Luck
08. Oh, Lady Be Good
09. Nice Work if You Can Get It
10. Things Are Looking Up
11. Just Another Rhumba
12. How Long Has This Been Going On
13. ‘S Wonderful
14. The Man I Love
15. That Certain Feeling
16. By Strauss
17. Someone to Watch over Me
18. The Real American Folk Song
19. Who Cares

CD 2

01. Looking for a Boy
02. They All Laughed
03. My Cousin in Milwaukee
04. Somebody from Somewhere
05. A Foggy Day
06. Clap Yo’ Hands
07. For You, for Me, for Evermore
08. Stiff Upper Lip
09. Boy Wanted
10. Strike Up the Band
11. Soon
12. I’ve Got a Crush on You
13. Bidin’ My Time
14. Aren’t You Kind of Glad We Did
15. Of Thee I Sing (Baby)
16. ”The Half of It, Dearie” Blues
17. I Was Doing All Right
18. He Loves and She Loves

CD 3

01. Love Is Sweeping the Country
02. Treat Me Rough
03. Love Is Here to Stay
04. Slap That Bass
05. Isn’t It a Pity
06. Shall We Dance
07. Love Walked In
08. You’ve Got What Gets Me
09. They Can’t Take That Away from Me
10. Embraceable You
11. I Can’t Be Bothered Now
12. Boy! What Love Has Done to Me!
13. Fascinating Rhythm
14. Funny Face
15. Lorelei
16. Oh, So Nice
17. Let’s Kiss and Make Up
18. I Got Rhythm
19. Somebody Loves Me
20. Cheerful Little Earful
21. Oh, Lady Be Good (alternate take)
22. But Not for Me

Ella Fitzgerald – Vocals
The Nelson Riddle Orchestra

CD 1 – BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE
CD 2 – BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE
CD 3 – BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE

Johann Sebastian Bach (1685-1750) – Italian Influences on Bach – BWV971 Italian Concerto, BWV973 Concerto in G (after Vivaldi), BWV975 Concerto in g minor (after Vivaldi), etc. Cyprien Katsaris

61gkzG1cVMLDia destes trouxe outro cd deste excelente pianista tocando Chopin.
No CD que estou trazendo hoje Katsaris dedica-se a Bach, mas curiosamente, apenas as peças que Bach transcreveu de compositores italianos, mais especificamente Vivaldi. Li em algum lugar que o objetivo de Bach ao transcrever estas obras era mais didático-educativo.
Qualquer que seja o motivo, é curioso ouvirmos essas peças, compostas originalmente para violino e orquestra de cordas. Podemos admirar ainda mais o velho Johann pela sua incrível capacidade criativa e claro, pela genialidade ao transcrevê-las para o teclado.
Katsaris é um músico completo, que respeita muito o que toca. Tenho certeza de que os senhores irão aprovar a experiência.

01 Bach BWV971 Italian Concerto – I. Allegro
02 II. Andante
03 III. Presto
04 Bach – BWV972 Concerto in D (after Vivaldi) – I
05 II. Larghetto
06 III. Allegro
07 Bach – BWV973 Concerto in G (after Vivaldi) – 1
08 II. Largo
09 III. Allegro
10 Bach – BWV975 Concerto in g minor (after Vivaldi) – 1
11 II. Largo
12 III. Giga. Presto
13 Bach – BWV976 Concerto in C (after Vivaldi) – 1
14 II. Largo
15 III. Allegro
16 Bach – BWV977 Concerto in C (after Vivaldi) – 1
17 II. Adagio
18 III. Giga
19 Bach – BWV978 Concerto in F (after Vivaldi) – 1
20 II. Largo
21 III. Allegro
22 Bach – BWV980 Concerto in G (after Vivaldi) – 1
23 II. Largo
24 III. Allegro
25 Bach – BWV916 Toccata in G – I. Presto
26 II. Adagio
27 III. Allegro

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Fortunato Chelleri (1690-1757): Six Simphonies Nouvelles

Fortunato Chelleri (1690-1757): Six Simphonies Nouvelles

Estreante no PQP Bach, Fortunato Chelleri talvez devesse ter ficado silencioso em sua tumba, mas a excelente orquestra Atalanta Fugiens resolveu mostrar seu trabalho. O trabalho de Chelleri ou da orquestra? Boa pergunta. O trabalho da orquestra foi mostrado e é magnífico, fiquei entusiasmado com o som e o tesão dos caras. Já o trabalho de Chelleri… Papai Keller saiu da Alemanha e foi morar na ensolada Itália. Seu filho Fortunato ganhou um sobrenome esquisito e tornou-se compositor de óperas. Por favor, espero nunca ouvir uma ópera de Chelleri!

Fortunato Chelleri (1690-1757): Six Simphonies Nouvelles

1. Sinfonia Nº1 en Ré Majeur : Allegro
2. Sinfonia Nº1 en Ré Majeur : Andante
3. Sinfonia Nº1 en Ré Majeur : Presto

4. Sinfonia Nº2 en Ut Majeur : Allegro
5. Sinfonia Nº2 en Ut Majeur : Andante
6. Sinfonia Nº2 en Ut Majeur : Allegro

7. Sinfonia Nº3 en Si Bémol Majeur : Allegro
8. Sinfonia Nº3 en Si Bémol Majeur : Affettuoso
9. Sinfonia Nº3 en Si Bémol Majeur : Allegro

10. Sinfonia Nº4 en la Majeur : Allegro
11. Sinfonia Nº4 en la Majeur : Andante
12. Sinfonia Nº4 en la Majeur : Allegro

13. Sinfonia Nº5 en Ré Majeur : Allegro
14. Sinfonia Nº5 en Ré Majeur : Affettuoso
15. Sinfonia Nº5 en Ré Majeur : Allegro

16. Sinfonia Nº6 en Si Bémol Majeur : Allegro
17. Sinfonia Nº6 en Si Bémol Majeur : Andante
18. Sinfonia Nº6 en Si Bémol Majeur : Allegro
19. Sinfonia Nº6 en Si Bémol Majeur : Non Tanto Allegro

20. Sinfonia en Si Bémol Majeur : Allegro
21. Sinfonia en Si Bémol Majeur : Adagio Con Amore
22. Sinfonia en Si Bémol Majeur : Presto

23. The Brussels Symphony en la Majeur : Polonaise

Atalanta Fugiens
Vanni Moretto

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Fortunato Chelleri
Fortunato Chelleri: melhor afogar logo

PQP

.: interlúdio :. Duke Ellington – Duke Ellington and His Orchestra – The Ellington Suites (1959, 1972)

1405697217_002O grande compositor, maestro, pianista, arranjador, etc., etc.etc., apareceu pouco aqui no PQPBach, e isso é lamentável. Por este motivo estou trazendo hoje essa belezura de CD chamado “The Ellington Suites”, e lhes garanto que é a música ideal para se ouvir num final de feriadão, em uma noite agradável, ao lado de quem se ama e degustando um bom vinho.  Mas não precisam esperar outro feriadão para ouvi-lo. Podem transferir para um mp3 player para ouvir no ônibus enquanto estão indo trabalhar, ou caminhar no parque, gravar em um CD para tocar no carro, enfim os senhores mesmos podem fazer a ocasião.

The Queen´s Suite (A Suite Dedicated to Her Majesty Queen Elisabeth II
01 – Sunset And The Mocking Bird
02 – Lightning Bugs And Frogs
03 – Le Sucrier Velours
04 – Northern Lights
05 – The Single Petal Of A Rose
06 – Apes And Peacocks

The Goutelas Suite
07 – Fanfare
08 – Goutelas
09 – Get-With-Itness
10 – Something
11 – Having At It
12 – Fanfare

The Uwis Suite
13 – Uwis
14 – Klop
15 – Loco Madi

16 – The Kiss (bonus track) (previously unreleased)

Duke Ellington and His Orchestra

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