.: Interlúdio :. Gabriel Yared (1949) – Trilha Sonora Original para “Camille Claudel”, de Bruno Nuytten (1988)

Gabriel Yared - Camille Claudel front and backLongo, belo e seriíssimo, Camille Claudel parece muito mais antigo do que seus meros vinte e sete anos fazem parecer. Claro que não nos debruçaremos aqui sobre suas virtudes e problemas. Limitar-nos-emos a uma menção à interpretação maiúscula de Gérard Dépardieu como Auguste Rodin e ao papel da vida de Isabelle Adjani, absurdamente bela e transcendentemente imbuída da personagem-título dessa obra que também produziu. Camille Claudel interessa-nos, dentro do escopo deste blogue, pela grande música que lhe compõs o libanês Gabriel Yared, que se inspirou escarradamente em Mahler, Schönberg e Richard Strauss para criar uma trilha que, acredito, se sustenta sozinha. E aos tantos fãs do filme que a gente sempre encontra pelos caminhos do planeta, e que estavam desesperados à cata de sua “bande originale”, a busca acabou: ei-la, direto de um sebo de Bonn!

CAMILLE CLAUDEL – BANDE SONORE ORIGINALE DU FILM – GABRIEL YARED

01 – Camille
02 – Rodin
03 – Danande
04 – Folie Neubourg
05 – Portrait
06 – Lettre
07 – Camille et Rodin
08 – Banquet
09 – Camille et Paul
10 – Rupture
11 – Seule
12 – Enterrement
13 – Internement

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Isabelle Adjani como Camille Claudel: visceral e transcendente
Isabelle Adjani como Camille Claudel: bela e transcendente

Vassily Genrikhovich

4 comments / Add your comment below

  1. Valeu! Grande postagem!
    Sou fã do Gabriel Yared desde a trilha sonora (de música pop) para o filme francês “Betty Blue”.
    Depois ele fez uma bela trilha para a produção da BBC “Sylvia”, sobre a vida da poeta inglesa Sylvia Plath. Neste filme, a trilha de Yared praticamente conduz a ação em alguns trechos. Escutar somente a trilha sonora, porém, não é lá tão interessante porque se repetem dois ou três temas com variações no arranjo ao longo das 18 faixas.
    O engraçado é que os três filmes são sobre mulheres com problemas emocionais que acabam sofrendo de problemas mentais.

    1. Interessante mesmo a coincidência que aponta entre Betty, Camille e Sylvia! E impressionante a capacidade do compositor de evocar (pelo menos nos dois primeiros casos, cujas trilhas conheço) o desarranjo gradual da mente delas rumo à franca insanidade, usando a linguagem musical contemporânea às personagens. Desconheço tanto a produção da BBC quanto à trilha de Yared, mas, depois de sua recomendação, tratarei de catá-los. Volte sempre!

  2. Prezados,

    Muito obrigada por esta postagem. É um dos meus filmes preferidos, e ter sua trilha sonora foi um belo presente de Natal. Saibam que vocês fazem a minha vida mais feliz!! Tudo de bom em 2016, com saúde, harmonia e paz.

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