Anton Bruckner (1824-1896): Quinteto de cordas em Fá maior, WAB 112 e Intermezzo em Ré menor, WAB 113

Carlinus: Bruckner era um compositor eminentemente religioso. Tornou-se mais conhecido pelas sinfonias, missas e motetos que compôs. Mas o compositor também se enveredou pela música de câmara. Escreveu 4 peças com esta característica – Quarteto de cordas em C menor, Quinteto em Fá maior, Intermezzo em Sol maior e Abendklänge. Neste post temos o Quarteto em F e o Intermezzo. O Quinteto em F foi composto em 1879 a pedido do regente e violinista austríaco José Hellmesberger. O Intermezzo foi composto também no mesmo ano de 1879.

PQP: Fiquei muito feliz de ouvir este CD com algumas das poucas obras de câmara deste compositor tão preferencialmente sinfônico. O quinteto foi escrito em 1879, quando Bruckner tinha escrito a versão final da Quinta Sinfonia, estava prestes e revisar (ah, como ele revisava e revisava) o finale da Quarta e começava a Sexta. A maior parte do Quinteto “soa” como Bruckner, mas existem vários momentos incomuns. É uma obra romântica muito bem escrita, de caráter sinceramente íntimo, cujo Adagio expressa uma rara (em Bruckner) e maravilhosa felicidade. Um excelente CD!

Anton Bruckner (1824-1896) – Quinteto de cordas em Fá maior, WAB 112 e Intermezzo em Ré menor, WAB 113

Quinteto de cordas em Fá maior, WAB 112
01. GemaBigt
02. Scherzo. Schnell-Langsamer-Schnell
03. Adagio
04. Finale. Lebhaft bewegt-Langsamer

Intermezzo em Ré menor, WAB 113
05. Intermezzo em Ré menor

Melos String Quartet Stuttgart

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Bruckner em 1880
Bruckner em 1880

Carlinus

3 comments / Add your comment below

  1. Uma ótima postagem para mostrar outro lado deste compositor que se esternizou pelas sinfonias.
    Por acaso alguém saberia onde encontrar o quarteto ?
    Um abraço aos apreciadores de Bruckner e parabéns pelo post.

    Hélio.

  2. Hélio, também estou no encalço desta obra. Sou um admirador de Anton. Com certeza que esse Cd é uma grande oportunidade para conhecermos o outro lado de Bruckner. Mas continuo achando que ele se saiu melhor com as sinfonias. Abraços, Hélio.

    Obrigado pelo comentário!

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