Béla Bartók (1881-1945): Quartetos de Cordas Nos. 2, 4 & 6

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Ah, os países periféricos da Europa!. De lá saem verdadeiros monstros! Os 6 Quartetos de Cordas do húngaro Béla Bartók estão no centro e talvez sejam a melhor música composta no século XX. É um lugar comum comparar os quartetos de Bartók com últimos quartetos de Beethoven. O fato é que, como as obras do alemão, são peças muito complexas, profundas e recheadas de inovações. O Jerusalem Quartet escolheu os quartetos pares (n° 2, de 1917; n° 4, de 1928; e n° 6, de – 1939). Todos quartetos são notáveis, mas o Quarto e o Quinto… O Quarto é uma obra que guarda parentesco com os dois primeiros concertos para piano e orquestra e Cantata Profana. Todos eles compartilham boa dose de agressividade. Este quarteto tem cinco movimentos simétricos no esquema rápido-scherzo-lento-scherzo-rápido. Ambos os scherzos apresentam novidades de execução. O primeiro é todo tocado com surdinas nos instrumentos e o segundo é inteiramente em pizzicato. Não é música mais divertida do mundo, evite ouvir sem atenção. Bartók nos puxa para zonas intensas e de conflito. É só se abrir que a coisa funciona e você jamais esquecerá desta grande música.

Béla Bartók (1881-1945): Quartetos de Cordas Nos. 2, 4 & 6

String Quartet no. 2 op. 17 Sz.67 in A minor
1 Moderato 10:04
2 Allegro molto capriccioso 8:01
3 Lento 8:22

String Quartet no. 4 Sz. 91 in C major
4 Allegro 6:06
5 Prestissimo, con sordino 3:10
6 Non troppo lento 5:58
7 Allegretto pizzicato 2:48
8 Allegro molto 5:51

String Quartet no. 6 Sz. 114 in D major
9 Mesto – Più mosso, pesente – Vivace 7:29
10 Mesto – Marcia 7:38
11 Mesto – Burletta. Moderato 7:08
12 Mesto 6:09

Jerusalem Quartet

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Bartók num piquenique de merda na Turquia.
Bartók num piquenique de merda na Turquia.

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