Johannes Brahms (1833-1897) – Ein Deutsches Requiem – Oelze, Finley, Chapelle Royale, Collegium Vocale Gent, Orchestre des Champs-Elysées, Herreweghe

coverJá deveria ter postado esta gravação do Requiem de Brahms com Philippe Herreweghe antes do Natal, mas com a correria do dia a dia acabei esquecendo. O que é uma pena, pois privei-os até agora de uma das melhores gravações já realizadas dessa obra. E não sou só eu quem o declara. Fiz uma longa pesquisa para identificar uma das que poderiam ser consideradas como melhores, e esta estava meio que em primeiro lugar no ranking, ao menos em uns quatro ou cinco sites e revistas especializadas que fucei.

Herreweghe é um dos melhores regentes de corais da atualidade. Basta ouvir suas gravações para chegarmos a esta conclusão. E aqui neste Brahms ele mostra que sua especialidade não se restringe ao barroco. Não, ele domina com maestria o espetacular ‘Collegium Vocale Gent’ também em uma obra prima do Romantismo. Ouçam o Segundo Movimento para entenderem o que digo.

Destaque também para a cuidadosa edição do booklet, com textos em inglês, francês e alemão.

01. 1. Selig sing, die da Leid tragen
02. 2. Denn alles Fleisch, es ist wie Gras
03. 3. Ferr, lehre doch mich, da. ein Ende mit mir haben mu
04. 4. Wie lieblich sind deine Wohnungen, Herr Zebaoth
05. 5. Ihr habt mur Traurigkeit
06. 6. Denn wie haben hie keine bleibende Statt
07. 7. Selig sind die Toten, die in dem Herren sterben

Christiane Oelze – Soprano
Gerald Finley – Bariton
La Chappele Royale
Collegium Vocale Gent
Orchestre des Champs-Elysées
Philippe Herreweghe – Conductor

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FDP

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10 ideias sobre “Johannes Brahms (1833-1897) – Ein Deutsches Requiem – Oelze, Finley, Chapelle Royale, Collegium Vocale Gent, Orchestre des Champs-Elysées, Herreweghe

  1. Pois eu acho uma das piores gravações do grande Réquiem de Brahms, e conheço dezenas delas. A Missa Solemnis de Beethoven nas mãos de Herrewegue é algo deprimente. Herrewegue tem que ficar no Barroco. Quando sai de lá não passa de um chato sem tesão. Só mesmo uma época chatíssima como a nossa pára para endeusar tudo o que essa cara rege.

      • Na minha opinião, diria que uma das melhores é a de Haitink com a Filarmônica de Viena, e também poderia incluir a de Klemperer com a Philharmonia. A de Giulini, também com a de Viena, coloco entre as melhores também. Há outras no mesmo nível, mas a de Herreweghe, entre os considerados grandes maestros, para mim é fraca, tempos acelerados, pouca potência nas cordas, o coro contido em demasia em alguns trechos… Enfim, Brahms é meu compositor favorito, gosto de me manifestar sobre ele. Abraço!

  2. Eu sou Haitink, Klemperer e Rilling. Achei o coral do Rilling muito especial, mas meu campeão também é Haitink. O velho é foda, Vi-o em janeiro de 2017 regendo o Concertgebow. Inesquecível.

  3. Esqueci de mencionar antes que outra grande gravação, que está entre as melhores pra mim, é a de Levine com a Symphony Orchestra de Chicago. Coros e orquestra poderosos e claros. E concordo com o PQP: a de Rilling também é excelente. Surpreendente.

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