Voz Ativa Madrigal: Pro Nobis (Acervo PQPBach)

qovs4nProdução independente do Voz Ativa Madrigal, gravado no ano de 2000, este CD é composto por músicas sacras de diversos períodos da história da música, desde o Barroco até o Contemporâneo.

Um dos objetivos deste disco foi o registro de peças da música brasileira, incluindo composições do período colonial de André da Silva Gomes e Manoel Dias de Oliveira. Destaque especial para Heitor Villa-Lobos de quem o grupo foi o primeiro a receber autorização para registro de Ave Maria. Também inclui uma peça escrita especialmente para compor o repertório deste trabalho, de Robson Cavalcante.
Este é o primeiro registro do PROMUSA – Projeto de Música Sacra, concebido e levado a efeito pelo Voz Ativa Madrigal.
(http://www.vozativamadrigal.com.br/vam05/discos.htm#PRONOBIS)

Giuseppe Antonio Pitoni (1675-1743)
01. Christus factus est
Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791)
02. Ave verum corpus
03. Laudate Dominum
André da Silva Gomes (Lisboa, 1752 – São Paulo, SP, 1844)
04. O vos omnes
Franz Schubert (1797-1828)
05. Chor der engel
Anton Bruckner (Austria, 1824-1896)
06. Ave Maria
07. Tota pulchra es Maria
Heitor Villa-Lobos (1887-1959)
08. Ave Maria
09. Ave verum
Gyorgy Deak-Bardos (1905-1991)
10. Eli! Eli!
Manoel Dias de Oliveira (São José del Rey [Tiradentes], 1735-1813)
11. Surrexit Dominus (Moteto para procissão de Domingo de Páscoa)
Robson Barata Cavalcante (1962 – )
12. Ave Maris Stella

Pro Nobis – 2000
Voz Ativa Madrigal
Maestro Ricardo Barbosa

Este CD pertence ao acervo do musicólogo Prof. Paulo Castagna. Não tem preço !!!
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Boa audição.

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Avicenna

Alma Latina: Le Chemins du Baroque: de Sarrebourg à Urubichá

24wrschDe Sarrebourg à Urubichá, Bolívia
Choeur et Ensemble Instrumental du Festival de Sarrebourg
Coro y Orquesta Juvenil de Urubichá

Esta gravação, realizada na Catedral de Sucre de 21 a 24 de abril e depois na igreja paroquial de Urubichá de 25 a 29 de abril de 1998, é a memória do encontro fraternal e musical da juventude musical de Sarrebourg, com os jovens músicos de Urubichá.

Foram apresentados inúmeros concertos em Sucre, Bolívia, como parte da cadeira de Sucre Playa Mayor de Cultura; depois em Urubichá, Ascensión de Guarayos, San Javier e, finalmente, em Santa Cruz de la Sierra.

Estes últimos concertos foram programados para o Festival Internacional de Música da Renascença e Barroca Americana “Missiones de Chiquitos“.

“Urubichá” significa en guarayo “laguna o extensión de mucha agua”.

Le Chemins du Baroque: de Sarrebourg à Urubichá
Chant guarayo
01. Yeyú (poissons)
Auteur anonyme
02. Regina Coeli laetare
Extr. Misa mo sabado
03. Et in terra pax
Chant guarayo
04. Canción puñete y patada
Attribué à Domenico Zipoli (Prato, Itália,1688 – Córdoba, Argentina 1726)
05. Ave Maris Stella
06. Iesu, Corona Virginum
Jan Josef Ignác Brentner (Czech, 1689-1742)
07. Cantemus, Domino
Auteur anonyme
08. Salve Regina
António Ripa y Blanque (España, 1720 – 1795)
09. Magnificat, et misericordia, Sicut locutus, Gloria Patri
Pe. José Maurício Nunes Garcia (1767-1830, Rio de Janeiro, RJ)
10. Immutemur habitu
11. Inter Vestibulum
José Francisco Velásquez, El Viejo (Venezuela, 1756-1805)
12. Niño mio
Fray Esteban Ponce de León (Perú, ca.1692-175¿?)
13. Cantata “Venid, venid deydades”: 01: “Venid, venid deydades”
14. Cantata “Venid, venid deydades”: 02. Yo, que Arequipa soy, madre primera
15. Cantata “Venid, venid deydades”: 03. Con tal derecho bien disputo
16. Cantata “Venid, venid deydades”: 04. Viva, viva mi Arequipa
17. Cantata “Venid, venid deydades”: 05. Yo, su madre segunda la ciudad del Cuzco soy
18. Cantata “Venid, venid deydades”: 06. Bien lo pregona la voz del clarín
19. Cantata “Venid, venid deydades”: 07. Luego a mi toca el blasón
20. Cantata “Venid, venid deydades”: 08. Viva, viva el prelado que el Cuzco cría
21. Cantata “Venid, venid deydades”: 09. No se apropie hoy el Cuzco
22. Cantata “Venid, venid deydades”: 10. Si en noble competencia
23. Cantata “Venid, venid deydades”: 11. Si en tan reñida cuestión
24. Cantata “Venid, venid deydades”: 12. De tanta victoria
25. Cantata “Venid, venid deydades”: 13. Viva, viva pues triunfante
26. Cantata “Venid, venid deydades”: 14. Y pues se celebra hoy esta memoria

Le Chemins du Baroque: de Sarrebourg à Urubicha – 1998
Choeur et Ensemble Instrumental du Festival de Sarrebourg
Coro y Orquesta Juvenil de Urubicha.
Direction Jean-Frank Anselme & Rubén Dario S. Arana

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Um CD do acervo do musicólogo Prof. Paulo Castagna. Maravilha !!!

Boa audição.

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Avicenna

Prokofiev: Sonata nº 8 / Scriabin: Sonatas nº 3 e 9 / Rachmaninoff: Prelúdio nº 4 (Sokolov, piano)

Após a obra para órgão de Messiaen, carregada de simbolismo, continuamos o momento místico com duas importantes sonatas de Scriabin. Assim como Rachmaninoff (seu colega no Conservatório de Moscou), Scriabin, também teve suas primeiras composições influenciadas por Chopin e pelo romantismo tardio mas, ao contrário de Rach, em sua fase mais madura ele produziu obras extremamente originais e atonais, influenciado por Nietzsche, pela Teosofia e pela sinestesia, condição em que os sentidos se embaralham levando, por exemplo à visualização de sons.

Dane Rudhyar escreveu que Scriabin foi “o grande pioneiro da nova música, o pai do futuro músico, e um antídoto a reacionários como Stravinsky e à música sujeita a regras do grupo de Schoenberg.”

Scriabin deu o nome “Estados de espírito” à sua 3ª sonata, com o seguinte programa.
Drammatico: “A alma livre e selvagem, jogada no turbilhão de sofrimento e luta.”
Allegretto: “Momento aparente e ilusório de repouso. Cansada de sofrer, a alma quer esquecer, cantar e florescer, apesar de tudo. Mas o ritmo leve, as harmonias perfumadas são apenas um véu através do qual aparece a alma inquieta”
Andante: “A alma vaga à deriva em um mar de sentimentos doces e melancólicos: amor, tristeza, desejos vagos, pensamentos indefiníveis, charmosos e oníricos.”
Presto con fuoco: “Das profundezas do ser se eleva a voz formidável do Homem-Deus cujo canto de vitória soa, triunfante. Mas frágil, incapaz de atingir o pico, ele cai no abismo do nada.”

A terceira sonata, de 1898, marca um período de transição em que Scriabin escapa da influência de Chopin. Doze anos depois ele ultrapassa os limites da tonalidade com Prometeu ou o Poema do Fogo, outra obra absolutamente mística. Uma amiga do compositor deu o apelido de “Missa Negra” à nona sonata,de 1912-13, e Scriabin não discordou. Breve, ela começa com um tema de notas repetidas (misteriosamente murmurado, está escrito na partitura) e avança em dissonâncias misteriosas, com a angústia crescendo sem parar até quase o final.

Scriabin, o maluco beleza de Moscou
Scriabin, o maluco beleza de Moscou

Também aparecem aqui o Prelúdio op. 23 número 4, característico do romantismo tardio de Rachmaninoff, e a oitava sonata de Prokofiev, de 1944, a últimas das ditas ‘sonatas de guerra’. O biógrafo Daniel Jaffé escreveu que quando Prokofiev voltou à URSS foi forçado a compor obras açucaradas como uma cantata em homenagem aos 60 anos de Stalin, mas nas três sonatas de guerra finalmente pôde se expressar livremente. Seja como for, essas sonatas de 1940, 42 e 44, assim como a de Dutilleux (1948) são pontos altos da forma sonata para piano, que andava meio caída desde a morte de Scriabin.

Grigory Sokolov é considerado um dos maiores pianistas vivos. Assim como Michelangeli e Celibidache, Sokolov não gosta de gravar em estúdio, mas suas gravações ao vivo e seus concertos e recitais têm arrancado elogios há décadas. O leitor/ouvinte Barão escreveu na nossa seção de comentários, em 2012:

Pela primeira vez vejo Grigory Sokolov aparecer aqui. Tive a felicidade de vê-lo em concerto há uns dez anos em Sevilla em La Maestranza (o teatro municipal, não a arena de touros… embora ele parece um touro, ou melhor um iaque). Não tinha ideia de quem era ele, fui comprar discos na saudosa lojinha que tinha ao lado e perguntei se valia apena o concerto da noite…

Lendo depois, descobri que foi um concerto usual para Sokolov: umas mil pessoas assistindo, silencio de ouvir mosquito, ovação frenética e meia hora de bises…
Depois comprei tudo que pude, e me impressionou cada vez mais o puro pianismo. Técnica, nem se fala, mas não se trata disto. Nem das excentricidades (maluquices?) como abrir/desmontar os pianos em que toca, ou o palco em penumbra.
Beethoven, Bach, Chopin, Brahms, para se ouvir muito.
Abraços, curto, desfruto e aprendo muito nesse belo blog!!

Barão falou tudo, faltou apenas ressaltar que Sokolov também seria um ótimo intérprete do Pinguim do Batman.

Alexander Scriabin (Moscou, 1871-1915)
1. Piano Sonata No. 3 in F sharp minor (‘Etats d’âme’), Op. 23: Dramatico
2. Piano Sonata No. 3 in F sharp minor (‘Etats d’âme’), Op. 23: Allegretto
3. Piano Sonata No. 3 in F sharp minor (‘Etats d’âme’), Op. 23: Andante
4. Piano Sonata No. 3 in F sharp minor (‘Etats d’âme’), Op. 23: Presto con fuoco
5. Piano Sonata No. 9 (‘Black Mass’), Op. 68
Sergei Prokofiev (Ucrânia, 1891 – Moscou, 1953)
6. Piano Sonata No. 8 in B flat major (‘War Sonata 3’), Op. 84: Andante dolce
7. Piano Sonata No. 8 in B flat major (‘War Sonata 3’), Op. 84: Andante sognando
8. Piano Sonata No. 8 in B flat major (‘War Sonata 3’), Op. 84: Vivace
Sergei Rachmaninoff (Novgorod, Rússia, 1873 – California, EUA, 1943)
9. Prelude for piano No.4 in D minor, Op. 23/3

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Sokolov, um dos maiores pianistas em atividade hoje
Sokolov, um dos maiores pianistas em atividade hoje

Pleyel

Johann Nepomuk Hummel (1778-1837): Concerto para Piano Nº 4, Op. 110 / Concerto Duplo para Violino e Piano, Op. 17

Johann Nepomuk Hummel (1778-1837): Concerto para Piano Nº 4, Op. 110 / Concerto Duplo para Violino e Piano, Op. 17

Neste outro belo CD de Howard Shelley interpretando os Concertos para Piano de Hummel temos o de Nº 4, e o Concerto para Violino e Piano Op. 17. É interessante para podermos identificar o desenvolvimento do autor enquanto compositor, principalmente naquele momento de transição do classicismo para o romantismo. Shelley explora muito bem essa transição, nos mostrando um compositor que conhece muito bem os recursos e possibilidades do instrumento.

O Concerto para Violino e Piano é no mínimo curioso e mostra a versatilidade de Hummel ao trabalhar com dois instrumentos solistas bem diferentes. Os diálogos pedem uma certa cumplicidade entre os músicos pois a interação é necessária para o desenvolvimento da obra. Só penso que para um compositor que viveu na mesma época em que os gigantes dominavam a Terra, como Mozart, Beethoven e Haydn, a orquestração é um tanto quanto ingênua. Talvez seja esse o principal problema. Hummel era um pianista-compositor, e não um compositor-pianista, se é que me faço entender. É o mesmo problema que se identifica em Paganini, por exemplo.

Mas enfim, trata-se de mais um CD de excelente qualidade de gravação e interpretação do selo Chandos, Mais uma vez tiro o chapéu para a iniciativa de Howard Shelley em nos mostrar que haviam sim ótimos compositores além dos citados acima entre o final do século XVIII e início do século XIX.

Johann Nepomuk Hummel (1778-1837): Concerto para Piano Nº 4, Op. 110 / Concerto Duplo para Violino e Piano, Op. 17

01 – Piano Concerto No. 4_ I. Allegro Pomposo E Spiritoso
02 – Piano Concerto No. 4_ II. Andante Con Moto
03 – Piano Concerto No. 4_ III. Rondo_ Allegro Moderato Ma Con Brio

04 – Concerto for Piano & Violin_ I. Allegro Con Brio
05 – Concerto for Piano & Violin_ II. Theme & Variations_ Andante Con Moto
06 – Concerto for Piano & Violin_ III. Rondo

Hagai Shaham – Violin
London Mozart Players
Howard Shelley – Piano & Conductor

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Hey, my name is Nepomuk, Johann Nepomuk Hummel
Hey, my name is Nepomuk, Johann Nepomuk Hummel

FDPBach

Franz Schubert (1797 – 1828) – Sinfonias 5, 6 & 9 – Abbado, Chamber Orchestra of Europe

001Por algum motivo inexplicável não conclui a postagem desta ‘integral’ das sinfonias de Schubert com o Claudio Abbado, Coloco entre aspas pois na integral das obras de Schubert que tenho simplesmente não tem a sétima sinfonia, portanto, não podemos considera-la uma integral.

Mas vamos ao que viemos.

01. Symphony No.5 In B Flat Major, D.485, 1. Allegro
02. Symphony No.5 In B Flat Major, D.485, 2. Andante con moto
03. Symphony No.5 In B Flat Major, D.485, 3. Menuetto (Allegro molto)
04. Symphony No.5 In B Flat Major, D.485, 4. Allegro vivace
05. Symphony No.6 in C Major, D.589 – ‘The Little’, 1. Adagio – Allegro
06. Symphony No.6 in C Major, D.589 – ‘The Little’, 2. Andante
07. Symphony No.6 in C Major, D.589 – ‘The Little’, 3. Scherzo (Presto)
08. Symphony No.6 in C Major, D.589 – ‘The Little’, 4. Allegro moderato

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01. Symphony No.9 in C major, D.944 ‘The Great’ I. Andante – Allegro ma non troppo
02. Symphony No.9 in C major, D.944 ‘The Great’ II. Andante con moto
03. Symphony No.9 in C major, D.944 ‘The Great’ III. Scherzo. Allegro vivace
04. Symphony No.9 in C major, D.944 ‘The Great’ IV. Allegro vivace – Trio

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Chamber Orchestra of Europe
Claudio Abbado – Conductor

Americantiga: Concerto de Natal no Mosteiro de São Bento (Acervo PQPBach)

v8jzvtEsta rara e magnífica audição do Americantiga Coro e Orquestra de Câmara, numa noite de Natal no Convento de São Bento, em São Paulo, não foi comercializada.
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Somente uns poucos privilegiados a tem, entre eles nós, ouvintes do PQPBach!
(A foto ao lado é uma parte da capa do convite.)


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Com instrumentos de época. On period instruments.

Concerto de Natal no Mosteiro de São Bento
Giovanni Pierluigi da Palestrina (c.1525-1594)
01. Sicut cervus a 4 vozes
Giovanni Battista Bassani (1657-1716)
02. Missa Encarnación – 1. Kyrie
03. Missa Encarnación – 2. Christe eleison
04. Missa Encarnación – 3. Kyrie: Christe eleison
05. Missa Encarnación – 4. Glória
06. Missa Encarnación – 5. Gloria: Qui tollis
07. Missa Encarnación – 6. Gloria: Qui sedes
Francesco Durante (Itália, 1684-1755)
08. Magnificat em sí bemol a 4 vozes e baixo contínuo – 1. Magnificat anima mea
09. Magnificat em sí bemol a 4 vozes e baixo contínuo – 2. Et misericordia eius
10. Magnificat em sí bemol a 4 vozes e baixo contínuo – 3. De possuit potentes
11. Magnificat em sí bemol a 4 vozes e baixo contínuo – 4. Suscepti Israel
12. Magnificat em sí bemol a 4 vozes e baixo contínuo – 5. Sicut locutus est
13. Magnificat em sí bemol a 4 vozes e baixo contínuo – 6. Gloria
14. Magnificat em sí bemol a 4 vozes e baixo contínuo – 7. Sicut erat in principio
Pe. José Maurício Nunes Garcia (1767-1830, Rio de Janeiro, RJ)
15. Te Deum laudamus (1801) a 4 vozes e órgão 1. Te Deum laudamus
16. Te Deum laudamus (1801) a 4 vozes e órgão 2. Te ergo quasumus
17. Te Deum laudamus (1801) a 4 vozes e órgão 3. Aeterna fac
José Totti (Itália, 1780 – Portugal, 1832)
18. Solitario bosco ombroso (duo de sopranos com teorba)
José Alves (Portugal, sec. XVIII)
19. Dixit Dominus a 8 vozes e baixo contínuo – 1. Dixit Dominus
20. Dixit Dominus a 8 vozes e baixo contínuo – 2. Donec ponam
21. Dixit Dominus a 8 vozes e baixo contínuo – 3. Juravit Dominus
22. Dixit Dominus a 8 vozes e baixo contínuo – 4. Tu es sacerdos
23. Dixit Dominus a 8 vozes e baixo contínuo – 5. Gloria Patri
24. Dixit Dominus a 8 vozes e baixo contínuo – 6. Sicut erat in principio I
25. Dixit Dominus a 8 vozes e baixo contínuo – 7. Sicut erat in principio II

Concerto de Natal no Mosteiro de São Bento – 2002
Americantiga Coro e Orquestra de Câmara
Regente Ricardo Bernardes

CD gentilmente cedido pelo musicólogo Prof. Paulo Castanha (http://paulocastagna.com) – não tem preço!!
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A todos os amigos que nos acompanham nesta viagem, desejo um Feliz 2014 com muita Paz e Saúde.

Avicenna

Alma Latina: Ignacio de Jerusalem: Matins for the Virgin of Guadalupe, 1764

105uvlyJerusalem: Matins for the Virgin of Guadalupe
Chanticleer Sinfonia

Este responsorio es el más antiguo del conjunto, que data de las composiciones de Jerusalem para Maitines de Nuestra Señora de Guadalupe de 1756. Más tarde se reutiliza en los Maitines de la Concepción. Por una versión encontrada en la Catedral de Puebla demuestra que este responsorio se utilizó como responsorio para: los maitines de la Virgen de Guadalupe, los maitines de la Asunción de la Santísima Virgen, los maitines de la Octava de la Concepción de la Santísima Virgen, y hasta los Maitines de Santo Domingo (pero con un nuevo texto “Euge, serve bone”).

“Vidi speciosam” es un número enérgico e intenso para coro en sol menor, clave favorita de Jerusalén por representar los sentimientos emotivamente intensos y sinceros. Las progresiones de acordes marchan hacia adelante en la actividad inexorable, asemejándose al lenguaje armónico de Bach y la actividad irrefrenable del Barroco. Más tarde Jerusalén explora la gracia de un minuet aristocrática “Signum magnum apparuit en coelo” con su juego de ritmos que recuerdan más de Mozart y al Clásicismo que al Barroco de Bach.

Ignacio de Jerusalem y Stella (Ignazio Gerusalemme) (Lecce, Italia, circa 1707 – Ciudad de México, 1769), fue uno de los más importantes compositores de la Nueva España.

Inició su actividad musical en su natal Italia como violinista. Fue músico del Coliseo de Cádiz y en la Nueva España llegó a ser Maestro de capilla de la Catedral de México. Fue conocido entre sus contemporáneos como el “milagro musical” porque su talento y capacidades musicales igualaban al mismo maestro de capilla de Madrid.

En 1732 deja Italia y se instala en Cádiz para trabajar en el Coliseo (teatro) de aquella ciudad. En 1742 José Cárdenas, del Real Tribunal de Cuentas, lo contrata en España junto con otros músicos y cantantes destinados a cumplir sus servicios en México. Llega a la capital de la Nueva España en 1742 para desempeñarse como violinista y director musical del Coliseo de México. Comienza a componer obras para la Catedral de México desde 1746, y en 1749 lo contratan como maestro de capilla interino en la Catedral de México. Al año siguiente lo nombran maestro titular de la misma, cargo que ejerció hasta su muerte en el año 1769.

El investigador Annibale Enrico Cetrangolo afirma que en los archivos de la Curía Arcivescovile de Lecce se halla el acta de bautismo de Ignatius, Dominicus, Orontius, Joseph Pascali Jerusalem, fechada el 3 de junio de 1707. De acuerdo con ese documento sus padres fueron Matteo, hijo de Francesco Jerusalem, y Anna Curzio (o Stella), hija de Vincenzo. El padre de Ignazio, Matteo Gerusalemme, nació en Nápoles en 1667 y pasó a Lecce en 1689, al servicio de Don Gabriel Augustín Erriquez (o Enriquez), Príncipe de Squinzano, Campi Salentina y Salice, como “musico di scuola” en Campi y “maestro di Cappella” en la Iglesia de los Jesuitas de Lecce. Matteo, según las actas estudiadas, además de Ignazio, tuvo otros 11 hijos con Anna Curzio (o Stella) y uno más con Giustina Stefanelli (al parecer su primera esposa).

Los padrinos de los hijos de Matteo pertenecían a la aristocracia de Lecce y de Terra d’Otranto: los Lubelli, los Tafuro, los Belli, los Enriquez, los Greco, los Personè. Anna Curzio , la madre de Ignazio Jerusalem (o Gerusalemme), era hija del napolitano Vincenzo, quien fue maestro di cappella en Lecce. Es de notar la curiosa ambigüedad en los documentos de la designación del apellido de Vincenzo y de su hija Anna, quienes figuran a veces como Stella y otras como Curzio.

Como maestro de capilla, Ignacio de Jerusalem fue precedido por Domingo Dutra y Andrade (1741-1750) y sucedido por Mateo Tollis della Rocca (1769-1780). La mayor parte de la obra de Jerusalem se conserva en los archivos de música de las catedrales de México, Puebla y Oaxaca, y apenas ha sido estudiada, transcrita o ejecutada. Los registros existentes demuestran que muchas de sus obras se ejecutaban en los servicios religiosos de iglesias y catedrales a lo largo de todo el territorio de la Nueva España, desde la Alta California hasta la Ciudad de Guatemala. (Enrique Guerrero)

Palhinha: ouça: 04. Matins for the Virgin of Guadalupe : 4. Responsorio – Vidi speciosam sicut columbam

Matins for the Virgin of Guadalupe
Ignacio de Jerusalem y Stella (Itália, 1707 – Cidade do México, 1769)
01. Matins for the Virgin of Guadalupe : 1. Invitatorio y Salmo 94
02. Matins for the Virgin of Guadalupe : 2. Hymn – Quem terra pontus sidera
03. Matins for the Virgin of Guadalupe : 3. Bendición y Lección I
04. Matins for the Virgin of Guadalupe : 4. Responsorio – Vidi speciosam sicut columbam
05. Matins for the Virgin of Guadalupe : 5. Responsorio – Quae est ista, quae ascendit
06. Matins for the Virgin of Guadalupe : 6. Bendición y Lección II
07. Matins for the Virgin of Guadalupe : 7. Responsorio – Quae est ista, quae processit
Manuel de Sumaya (Manuel de Zumaya) (Mexico, c.1678-1755)
08. Matins for the Virgin of Guadalupe : Interludio – Albricias mortales
Ignacio de Jerusalem y Stella (Itália, 1707 – Cidade do México, 1769)
09. Matins for the Virgin of Guadalupe : 8. Antifona y Salmo 18
10. Matins for the Virgin of Guadalupe : 9. Responsorio – Signum magnum apparuit in caelo
11. Matins for the Virgin of Guadalupe : 10. Versículo, Padrenuestro y Absolución
Giacomo Rust (Italia, 1741-1786)
12. Matins for the Virgin of Guadalupe : Responsorio – Beatam me dicent omnes
Ignacio de Jerusalem y Stella (Itália, 1707 – Cidade do México, 1769)
13. Matins for the Virgin of Guadalupe : 11. Benedición y Lección III
14. Matins for the Virgin of Guadalupe : 12. Te Deum – I Te deum laudamus
15. Matins for the Virgin of Guadalupe : 13. Te Deum – II Te aeternum Patrem
16. Matins for the Virgin of Guadalupe : 14. Te Deum – III Tibi omnes Angeli
17. Matins for the Virgin of Guadalupe : 15. Te Deum – IV Tibi Cherubim et Seraphim
18. Matins for the Virgin of Guadalupe : 16. Te Deum – V Sanctus
19. Matins for the Virgin of Guadalupe : 17. Te Deum – VI Pleni sunt caeli
20. Matins for the Virgin of Guadalupe : 18. Te Deum – VII Te ergo quaesumus
21. Matins for the Virgin of Guadalupe : 19. Te Deum – VIII Aeterna fac cum sanctis tuis
22. Matins for the Virgin of Guadalupe : 20. Te Deum – IX In te, Domine, speravi
Manuel de Sumaya (Manuel de Zumaya) (Mexico, c.1678-1755)
23. Matins for the Virgin of Guadalupe : Recesional – Angélicas milicias

Jerusalem: Matins for the Virgin of Guadalupe, 1764
Chanticleer Sinfonia. Maestro Joseph Jennings
2007

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Um CD do acervo do musicólogo Prof. Paulo Castagna. Valeu !!!

Boa audição.

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Avicenna