Anton Bruckner (1824-1896): Sinfonia No. 7 / Te Deum

PQP, aquele chato, caça a palavra de Carlinus para dizer que, em sua opinião, as gravações da 7ª de Haitink e Wand dão um baile na de Celibidache. Um Baile, um 7 x 1. Só isso. Diz aí, Carlinus!

Seguindo com nosso empreendimento. Desta vez surgem duas obras monumentais — a Sinfonia No. 7 e Te Deum, de singular beleza. A Sinfonia No. 7 em Mi Maior é uma das obras mais conhecidas de Bruckner. Foi composta entre os anos de 1881 e 1883 e foi revista, como Bruckner costumava fazer, no ano de 1885. O trabalho consagrou em definitivo o compositor. A monumentalidade da obra impressiona. A outra obra do post é o Te Deum, que na tradição latina da Igreja é um hino de louvor, cantado geralmente como agradecimento a Deus por uma benção especial. O termo em latim é: Te Deum Laudamus. Ou seja, A Ti, ó Deus, louvamos. Uma boa apreciação!

Anton Bruckner (1824-1896) – Sinfonia No. 7 em Mi Maior
01. Applause
02. I – Allegro moderato
03. II – Adagio. Sehr feierlich und sehr langsam

01. III – Scherzo. Sehr schnell – Trio
02. IV – Finale. Bewegt, doch nicht schnell

Te Deum, para solistas, coral, órgão e orquestra
03. Applause
04. I – Allegro moderato
05. II – Te ergo. Moderato
06. III – Aeterna fac. Allegro moderato. Feierlich, mit Kraft
07. IV – Salvum fac. Mooderato – Allegro moderato
08. V – In te, Domine, speravi. Mäßig bewegt – Allegro moderato

Philharmonischer Chor München
Sergiu Celibidache, regente
Members of the Münchener Bach-Chor
Josef Schmidhuber, chorus master
Margaret Price, soprano
Christel Borchers, contralto
Claes H. Ahnsjö, tenor
Karl Helm, baixo
Elmar Schloter, órgão

BAIXE AQUI — DOWNLOAD HERE

Celibidache, um dos mensageiros de Bruckner, aqui dá uma derrapada

Carlinus

6 comments / Add your comment below

  1. Como grande fã de Celibidache, só posso agradecer vocês por essa série!
    Uma de minhas gravações favoritas da Missa em si menor (tremam, puristas!) é justamente a do Celibidache, com a mesma Münchener Philharmoniker.
    Uma lástima que o moço não tenha gravado Mahler. Aaaaaah!

  2. Celibidache não gostava das sinfonia de Mahler. Mas gravou as Kindertotenlieder (Canções Sobre Mortes de Crianças, que com ele são insuperavelmente contemplativas e tristes)

  3. Gostei dessa pegada mais “lenta” de Celibidache para o Te Deum de Bruckner. Mas imbatível é a versão de 1966 de Eugen Jochum, um dos grandes divulgadores da obra de Bruckner. É para ouvir de joelhos.

  4. Ando descobrindo Bruckner. MAhler estava certissimo. Quando o austricao cisma de ser god, extrapola. Dah para revalidar estes links?
    Obrigado, como sempre

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