Requiem de Mozart no Teatro Bradesco

mozart

Venho convidar a todos para as três apresentações do Requiem de Mozart no Teatro Bradesco. As récitas contarão com três breves palestras introdutórias minhas.
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Essas apresentações, que contam com o apoio do Música e Sociedade, estão ao cargo da Orquestra Acadêmica de São Paulo e do Coral da Cidade de São Paulo, sob a batuta do regente Luciano Camargo e acontecerão nos dias 29 e 30 de abril, às 21 horas, e no dia 1º de maio às 19:00. As palestras introdutórias acontecem uma hora antes.Espero vocês lá!
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Rebello Alvarenga
http://www.musicaesociedade.com.br/
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Ficha Técnica
Orquestra Acadêmica de São Paulo
Coral da Cidade de São Paulo
Regência: Luciano Camargo
Solistas: Caroline De Comi, Marcela Rahal, Anibal Mancini e Guilherme de Oliveira
Realização: Associação Coral da Cidade de São Paulo
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Horários e local
Sábado, 29 de abril de 2017 – 21:00 (Palestra às 20:00)
Domingo, 30 de abril de 2017 – 19:00 (Palestra às 18:00)
Segunda-feira, 1º de maio de 2017 – 19:00 (Palestra às 18:00)
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Teatro Bradesco SP
Rua Palestra Itália, 500 – Perdizes
São Paulo-SP
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Ingressos no link AQUI
https://www.ingressorapido.com.br/compra/?id=56406#!/tickets
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Avicenna

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Vivaldi – Double Concertos .:. The Academy of Ancient Music – Christopher Hogwood – 1978

30rkyol From the antiphonal glory of RV 537 to the touching eloquence of RV 531, the playing is a model of period style.

Com instrumentos de época. On period instruments.

Repostagem com novos e atualizados links.

The programme, sandwiching two string orchestral concertos between four varied concertos, is of the absorbing kind made possible only by Vivaldi’s fecundity. All the works are in alternative recordings, though not so coupled, but the Academy’s versions, making out the strongest possible case for using period instruments and practices, remain unequalled. The name of this recording’s game is variety, sonorities and bespoke writing for the solo instruments. From the antiphonal glory of RV537 (Venetian shades of Gabrieli) to the touching eloquence of the Largo of RV531 (which I have often used to illustrate Affekt and embellishment to students), the playing is a model of period style.

Though rather bass-heavy in RV151, the balance is excellent. Very strongly recommended.

— Gramophone [5/1986]

Palhinha: ouça Concerto in C major for 2 trumpets, RV537

Antonio Vivaldi (1678-1741)
01. Concerto in C major for 2 trumpets, RV537 – I. Allegro
02. Concerto in C major for 2 trumpets, RV537 – II. Largo
03. Concerto in C major for 2 trumpets, RV537 – III. Allegro
04. Concerto in D major ‘Madrigalesco’ RV129 – I. Adagio
05. Concerto in D major ‘Madrigalesco’ RV129 – II. Allegro
06. Concerto in D major ‘Madrigalesco’ RV129 – III. Adagio
07. Concerto in D major ‘Madrigalesco’ RV129 – IV. Adagio
08. Concerto in G minor for 2 cellos, RV531 – I. Allegro
09. Concerto in G minor for 2 cellos, RV531 – II Largo
10. Concerto in G minor for 2 cellos, RV531 – III Allegro
11. Concerto in C major for 2 flutes, RV533 – I. Allegro molto
12. Concerto in C major for 2 flutes, RV533 – II. Largo
13. Concerto in C major for 2 flutes, RV533 – III. Allegro
14. Concerto in G major ‘Alla Rustica’ RV151 – I. Presto
15. Concerto in G major ‘Alla Rustica’ RV151 – II. Adagio
16. Concerto in G major ‘Alla Rustica’ RV151 – III. Allegro
17. Concerto in D major for 2 violins and 2 cellos, RV564 – I. Allegro – II. Largo – III. Allegro

Vivaldi – Double Concertos – 1978
The Academy of Ancient Music
Maestro Christopher Hogwood
Label: The Happy Few

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XLD RIP | FLAC 241,8 MB | HQ Scans 22,7 MB |

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MP3 320 kbps – 174,8 + 22,7 MB – 44,0 min
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Avicenna

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Alma Latina: Del Cielo y de la Terra – Música de la Fiesta de Nuestra Señora de la Candelaria c. 1605

2u9omm8 Del Cielo y de la Tierra
Fiesta de N. S. de la Candelaria
Santafé, Colombia, c. 1605

Repostagem com novos e atualizados links.

El presente trabajo es el resultado de la investigación de Egberto Bermúdez alrededor de la música de Gutierre Fernández Hidalgo, considerado por Robert Stevenson – decano de la musicología del período colonial latinoamericano – como el más grande compositor renacentista residente en América, la cual únicamente se ha conservado en el Archivo Musical de la Catedral de Bogotá.

El contacto del profesor Bermúdez con este repertorio se remonta a 1974, año en que realizó sus primeras transcripciones de él, a partir de fotografías publicadas por monseñor José Ignacio Perdomo Escobar en su obra acerca de la historia musical de nuestro país.

Sólo hasta 1987 tuvo ocasión de confrontar los manuscritos originales, a raíz de la publicación de su Antología de Música Religiosa SiglosXVI-XVIII, editada por la presidencia de la República. De entonces acá, la fuente utilizada es la copia de un microfilm de los libros, producido por el Archivo Nacional, dado que los documentos originales no están disponibles por encontrarse en proceso de reubicación.

Junto con nuestro propósito de publicar la obra completa del compositor, hemos querido producir una versión sonora que por primera vez incluya una porción significativa y coherente de este valioso repertorio y lo sitúe en el contexto de su utilización práctica dentro de la sociedad bogotana de finales del Siglo XVI.

El proyecto, financiado y ejecutado por la Fundación DE MVSICA, espera extenderse a la ejemplificación de repertorios más tardíos incluidos en el mismo archivo, en un intento de ampliar la comprensión de su papel en la formación de la identidad musical de nuestro país y nuestro continente.

Fundación de Mvsica, Colombia

Música de la Festa de Nuestra Señora de la Candelaria
Anónimo España
01: La Víspera: La De Las Damas (Gallarda) – Domine Ad ADJuvandum (invitatorio)
Gutierre Fernandez Hidalgo (Talavera de la Reina, c1547?, La Plata [hoy Sucre], Bolivia, 1623)
02: La Víspera: Dixit Dominus (Salmo 109)
Can[ónig]o Garzón, España, c. 1595
03: La Víspera: [Verso Para Ministriles] N° 2
Gutierre Fernandez Hidalgo
04: La Víspera: Laetatus Sum In His (Salmo 121)
Can[ónig]o Garzón, España, c. 1595
05: La Víspera: [Verso Para Ministriles] N° 3
Rodrigo de Ceballos (España, c.1525-c.1571)
06: La Víspera: Lumen Ad Revelationem (antífona)
Anónimo Bogotá (Alonso Garzón de Tahuste (Mali c1555 – Colombia c1644?)
07: La Víspera: Qui Habitat In ADJutorio (Salmo 90)
Anónimo España
08: La Víspera: La De Las Medias (Gallarda)
Tradicional Sefardí s. XVI
09: La Víspera: “Morena” Me Llaman
Diego Pisador (Salamanca c1509-c1557)
10: La Víspera: Romance De Abindarráez
Anónimo España
11: La Víspera: La Italiana / La Francesa (Gallardas)
12: La Fiesta: Fabordones Para Las Chirimías – I Tono
Gutierre Fernandez Hidalgo
13: La Fiesta: Laudate Pueri (Salmo 112)
Anónimo España
14: La Fiesta: Fabordones Para Las Chirimías – IV Tono
Gutierre Fernandez Hidalgo
15: La Fiesta: Lauda Jerusalem (Salmo 147)
Can[ónig]o Garzón, España, c. 1595
16: La Fiesta: [Verso Para Ministriles] N° 4
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17: La Fiesta: Senex Puerum Portabat (antífona)
Gutierre Fernandez Hidalgo
18: La Fiesta: Magnificat Tertius Tonus
Francisco Guerrero (Sevilha, 1528-1599)
19: La Fiesta: Pastor, Quien Madre Virgen
Anónimo Bogotá (Alonso Garzón De Tahuste?)
20: La Fiesta: Te Lucis Ante Terminum (himno)
Philippe Rogier
21: La Fiesta: Salva Nos (antífona)
Rodrigo de Ceballos (España, c.1525-c.1571)
22: La Fiesta: Benedicamus Domino
23: La Fiesta: La Francesa (Gallarda)

Del Cielo y de la Tierra – Fiesta de N. S. de la Candelaria, Santafé c. 1605
Grupo Vocal Gregor, dir. Dante Andreo
Canto, dir. Egberto Bermudéz
1996

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XLD RIP | FLAC 321,7 MB

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MP3 320 kbps | 141,6 MB

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Mais um CD do acervo do musicólogo Prof. Paulo Castagna. Obrigado !!!

Boa audição.

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Avicenna

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Masterpieces of Portuguese Polyphony: The Choir of Westminster Cathedral

n4fq84Masterpieces of Portuguese Polyphony
The Choir of Westminster Cathedral

Repostagem com novo e atualizado link.

Até bem recentemente a música da Renascença Portuguesa jazia em quase completa obscuridade. Alguns compositores que haviam tido a sorte de ver suas obras publicadas em vida – caso de Manuel Cardoso, Duarte Lôbo e Filipe de Magalhães – já começaram a receber o reconhecimento que merecem, mas o mesmo não se aplica ao vasto corpus de música que permanece preservada apenas em manuscritos.

A maior coleção de tais manuscritos é de longe a que tem origem no mosteiro agostiniano da Santa Cruz, em Coimbra (Norte de Portugal). Esse mosteiro, casa materna da congregação agostiniana em Portugal, era um centro educacional e cultural de primeira categoria, com uma vida musical exuberante.

Mais importante dos compositores que trabalharam em Santa Cruz, Pedro de Cristo nasceu em Coimbra por volta de 1550 e tomou votos no mosteiro em 1571. Aí chegou ao posto de mestre de capela (isto é, de diretor do coro polifônico) na década de 1590. Dom Pedro também passou pelo menos dois períodos em Lisboa, como mestre de capela do Mosteiro de São Vicente. Um obituário que situa sua morte em 1618 menciona sua habilidade tanto como instrumentista quanto como compositor, e observa que seu talento musical o tornou requisitado por muitas das casas da congregação agostiniana.

As obras sacras de Pedro de Cristo – que passam de duzentas – dominam os manuscritos de Santa Cruz da década de 1580 à de 1620, sendo diversos deles da mão do próprio compositor. Muitos dos textos musicados refletem ênfases devocionais próprias de Santa Cruz. Um exemplo claro é o moteto Sanctissimi quinque martires, celebrando os “cinco mártires de Marrocos” – franciscanos que morreram em 1220 pregando aos muçulmanos ocidentais, cujas relíquias eram preservadas em Santa Cruz. Se essa peça apresenta de modo geral uma técnica contrapontística convencional, com frequência Dom Pedro empregava um estilo ritmicamente animado e de concepção mais vertical [em que as diferentes vozes se movem “nota contra nota”, prefigurando os conceitos mais tardios de “acorde” e “harmonia”] – o que se vê com especial clareza em suas musicalizações dos responsórios para as Matinas do Dia de Natal, bem como em obras para dois coros como o Magnificat no oitavo tom [faixa 15 nesta gravação] e a Ave Maria [faixa 14]. Nos responsórios de Natal cada unidade de sentido do texto é arranjada separadamente, com atenção meticulosa à acentuação correta, produzindo uma forma vívida de retórica musical.

Entre os outros compositores portugueses cujas obras estão preservadas nos manuscritos de Santa Cruz, um dos melhores é Airez Fernandez. Infelizmente ainda não se sabe nada de certo sobre a sua vida (embora seja provável que tenha atuado em Coimbra, possivelmente na Catedral), e não são muitas as obras atribuídas a ele que chegaram a nós. Sua musicalização da antífona mariana Alma redemptoris mater demonstra sua habilidade de produzir frases de maravilhosamente torneadas dentro de uma textura bem simples, sendo uma realização ainda maior pelo fato de que a voz do tenor segue quase estritamente a melodia gregoriana dessa antífona.
Owen Rees © 1991 Editions of the works by Pedro de Cristo and Aires Fernandez were made by Owen Rees.

Frei Manuel Cardoso nasceu em Fronteira, parte da diocese de Évora, em 1566 (embora antes se pensasse que em 1570). Fez votos de monge em Lisboa em 5 de julho de 1589. Segundo o Padre Manuel de Sá, foi “mandado a Évora para estudar gramática e a arte da música assim que teve idade para isso”, o que se julgou que fosse o caso aos nove anos, em 1575. Cardoso foi aluno aí dos padres Cosme Delgado e Manuel Mendes.

No decurso de sua carreira Cardoso viria a desfrutar do favor da Casa Real espanhola. Seu livro de missas sobre o tema Ab initio, de 1631, foi dedicado a Felipe IV. Esteve também ligado à família Bragança durante o tempo em que esteve no Convento Carmelita em Lisboa, e é provável que o futuro rei Dom João IV tenha sido seu aluno e patrono. Cardoso desfrutou de grande estima ao longo de sua vida tanto por sua vida piedosa quando por seus dons musicais excepcionais; foi frequentemente mencionado por seus contemporâneos de renome, tanto do campo musical quanto do literário, e era querido e respeitado por todos quando morreu em 1650.

Sobrevivem cinco coleções publicadas de obras de Cardoso: três livros de missas e dois volumes contendo Magnificats e motetos – porém dois dos motetos gravados aqui (Sitivit anima mea [faixa 2] e Non mortui [faixa 1]) foram publicados na verdade em uma das coleções de missas: a de 1625, que contém a Missa pro Defunctis. Os dois têm textos associados a ritos funerários. As outras obras gravadas procedem do volume de 1648, que foi a última publicação de Cardoso.

É característico de todas essas peças a combinação da escrita contrapontística ao modo de Palestrina (inclusive, as missas paródicas contidas no volume de 1625 de Cardoso são todas baseadas em Palestrina) com um modo muito pessoal de conduzir a harmonia. Os abundantes intervalos aumentados,  entradas e progressões inesperadas e falsas relações, embora não exclusivos de Cardoso, são certamente mais evidentes na sua obra que na dos seus contemporâneos em Portugal, como Duarte Lôbo. Cardoso também escreveu música policoral – o que seria um meio mais óbvio para a aplicação de tais caracteríticas “barrocas” – mas essa foi toda perdida no terremoto de 1755, em Lisboa.

É a combinação dessas características com seu excelente conhecimento do contraponto palestriniano clássico que dá à música de Cardoso o seu caráter individual. Nos autem gloriae [faixa 5] ilustra bem o prodimento típico nesses motetos, que começam com um processo de imitação conscienciosamente elaborado (frequentemente a partir de três pontos, sendo a segunda entrada uma inversão da primeira), e então prosseguem de uma mandeira menos rigorosa, porém sempre com o máximo respeito na adaptação musical da palavra. No moteto Mulier quae erat [faixa 3] as inflexões cromáticas da elaboração imitativa inicial são tais, que não parece haver nenhuma tonalidade específica até que todas as entradas tenham acontecido e, por assim dizer, confirmado sua tonalidade uma com a outra.

Curiosamente, tais torções cromáticas não contradizem a serenidade transmitida por grande parte da música de Cardoso, trate-se de motetos ou de missas – e isso, poder-se-ia sentir, é de fato uma característica do barroco.

Além da Missa pro Defunctis, o exemplo mais resplandescente dessa “serenidade cromática” é provavelmente a que se encontra nas Lamentações. As destinadas à Quinta-Feira Santa [faixas 6 a 9] estão repletas de todas essas características encontradas nos motetos, e no entanto Cardoso nunca peca com algum exagero impróprio. A adequação litúrgica é respeitada sempre.

João Lourenço Rebelo nasceu em Caminha, na província do Minho, no Norte de Portugal, em 1610, 44 anos depois de Manuel Cardoso, embora tenha morrido apenas 11 anos depois deste. São desconhecidas as razões de haver mudado seu nome, pois era irmão de Marcos Soares Pereira, capelão-cantor na capela ducal [dos Bragança] em Vila Viçosa, o qual, quando aceitou tal nomeação, levou Rebelo consigo para que lá recebesse instrução musical. O patrocínio ducal (que mais tarde se tornou real) foi um elemento fundamental na vida de Rebelo, e ao que parece o próprio Dom João IV teria escrito dois motetos a seis vozes para completar uma das publicações de Rebelo (motetos dos quais resta somente a parte de uma das vozes).

A maior parte da música de Rebelo foi publicada em 1657, um ano depois da morte do seu patrono real, que deixou em seu testamento a ordem de que fosse impressa. Essa edição contém catorze musicalizações de Salmos (sendo duas séries de sete, cada texto musicado duas vezes), quatro Magnificats, música para as Completas [última das horas canônicas], duas Lamentações e um Miserere. O estilo policoral [então] moderno dessas obras fazem de Rebelo uma figura de considerável significação na história da música portuguesa. Há também um pequeno grupo de obras não publicadas para grupos menores, entre as quais se encontra o Panis angelicum [faixa 10].

Embora não possa ser descrita como policoral, Panis angelicum ilustra bem a música de Rebelo quanto a outros aspectos, ao usar um estilo melódico distintivo, às vezes fragmentário, com trechos de escrita homofônica ou perto disso. Talvez possamos ver aqui os últimos limites a que poderia chegar uma combinação de uma escrita contrapontística conduzida de modo genuíno com elementos de estilos mais novos. Nesse sentido, pode bem figurar como um emblema de Portugal nesse período, situado no último limite do continente e recebendo aí os ventos de mudança dos outros lugares da Europa da época.

Ivan Moody © 1991 Editions of the works by Cardoso (except the Lamentations) were made by Ivan Moody. The Rebelo piece was edited by Fr José Augusto Alegria and is published by Vanderbeek & Imrie Ltd, 15 Marvig, Lochs, Isle of Lewis, Scotland HS2 9QP

(Extraído do encarte. Traduzido do inglês pelo Prof. Ralf Rickli <rrtrop@gmail.com> especialmente para esta postagem. Obrigado!)

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Masterpieces of Portuguese Polyphony: The Choir of Westminster Cathedral
2lxgrqgFrei Manuel Cardoso (Portugal, 1566-1650)
01. Non mortui
02. Sitivit anima mea
03. Mulier quae erat
04. Tulerunt lapides
05. Nos autem gloriari
Lamentations for Maundy Thursday ‘Feria quinta in Coena Domini’
06. – Responsory 1: In monte Oliveti oravit ad Patrem
07. – Lectio 2: Vau. Et egressus est a filia Sion omnis decor eius
08. – Responsory 2: Tristis est anima mea
09. – Lectio 3: Jod. Manum suam misit hostis ad omnia desiderabilia eius

João Lourenço Rebelo (Portugal, 1610-1661)
10. Panis angelicus
Dom Pedro de Cristo (Coimbra, c1550-1618)
11. Hodie nobis de caelo
12. O magnum mysterium
13. Beata viscera Mariae
14. Ave Maria
15. Magnificat
16. Sanctissimi quinque martires

Aires Fernández (fl.c.1590/1600 )
17. Alma redemptoris mater

Masterpieces of Portuguese Polyphony: The Choir of Westminster Cathedral
Director: James O’Donnell
Iain Somcock, organ
Celia Harper, harp
Sally Jackson, dulcian (11 – 15)
Recorded in Westminster Cathedral on 13, 14, 20, 21 June 1991

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MP3 320 kbps – 161,8 MB – 1,1 h
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Boa audição.

 

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Avicenna

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Collegium Musicum de Minas: Ninguém morra de ciúme – 1997 (Acervo PQPBach)

Perceber que as pessoas são capazes de superar o impacto proporcionado pelo uso de instrumentos e elementos de interpretação de época e estabelecer conosco uma identidade emocional estética, representa um poderoso estímulo para o aprofundamento e expansão dos conteúdos de nosso trabalho. Um rico mundo de vivências se descobre dentro de cada um de nós, se estende para além do indivíduo, unindo-se ao outro.

Repostagem com novos e atualizados links.

Desde 1993, o Collegium Musicum de Minas trabalha segundo os parâmetros da interpretação histórica, isto é, constrói sua linha de interpretação a partir da pesquisa de elementos musicais inerentes à temporabilidade das composições.

A universalização das emoções como elemento constituinte do universo de representação da música é para nós a percepção fundamental. Exercitamos conceitos que privilegiam o emocional, para além dos aspectos técnicos presentes em nossa abordagem.

Quando interpretamos a música colonial brasileira nosso trabalho é de reconstrução do passado, portanto, de construção da identidade que nele não se esgota.

Redescobrimos fragmentos de Minas, estilhaços de um Brasil Barroco, ecos de emoções exaltadas. Para nós, o passado está em aberto. Amor, ódio, fé, profanidade, dor e alegria, sentimentos conflitivos que ao serem revelados em experiência estética, funcionam como elos que universalizam contextos distintos. Entendemos no ciúme um sentimento comum, síntese emocional das relações sociais estabelecidas. Filho da convivência conflitiva entre branco e negro, do colonizado e do colonizador, relações que deram o tom ao barroco brasileiro, reveladas para nós em imagens microscósmicas, a Senhora que suplicava a negra que despertava desejos no Senhor.

Quando nos deparamos com a composição de Domingos Caldas Barbosa, percebemos que nela eram evidentes elementos de inquietação e originalidade estéticos, típicos da música colonial brasileira, que de outra maneira estavam colocados nas composições deste CD e nas palavras do próprio compositor. “Ninguém Morra de Ciúme”. (José Eduardo Costa Silva, 1997. Extraído do excelente encarte)

O Collegium Musicum de Minas foi um grupo de Belo Horizonte (Brasil) dedicado à pesquisa e à execução da música colonial brasileira. Criado em 1993, sob a coordenação musical e de pesquisa do musicólogo Domingos Sávio Lins Brandão, gravou três cds (“Ninguém morra de ciúme”, 1997; “Senhora del Mundo”, 1998 [postado aqui] ; “A origem”, 2000) . O Collegium Musicum encerrou suas atividades em 2003, deixando um legado de pessoas que se apaixonaram pela música histórica graças ao trabalho realizado pelo grupo. (ex-Facebook)

Palhinha: 01. Deus in Adjutorium


Ninguém morra de ciúme
Domenico Zipoli (Prato, Itália,1688 – Córdoba, Argentina 1726)
01. Deus in Adjutorium
Anônimo Jesuítico (Sec. XVIII)
02. Domine, quinque talenta
José Joaquim Emerico Lobo de Mesquita (Vila do Príncipe, hoje Serro, MG, 1746- Rio de Janeiro, 1805)
03. Processione cum ramis benedictus
Anônimo (Séc. XIX)
04. Cego de amor
Anônimo (Séc. XVIII)
05. Sonata “Sabará” adágio
Pe. José Maurício Nunes Garcia (1767-1830, Rio de Janeiro, RJ)
06. Solfejos
Anônimo (Séc. XVIII)
07. Marília tu não conheces
Anônimo (Séc. XIX)
08. Minha Lília
Thomaz Antonio Gonzaga (1744-1810) – atribuída
09. No ragaço da ventura
Anônimo (Séc. XIX)
10. Cego de Amor
11. Cachucha
Antônio José da Silva (Rio de Janeiro, 1705-Portugal, 1739)
12. De mim já não se lembra
Anônimo (Séc. XVII?)
13. Romance de Minervina
Domingos Caldas Barbosa (Rio de Janeiro, 1740 – Lisboa, 1800)
14. Ningúem morra de ciúme
Manoel Dias de Oliveira (São José del Rey [Tiradentes], 1735-1813)
15. Surrexit Dominus
Joze de Mesquita (Séc XVIII)
16. Já se quebrarão os laços

Ninguém morra de ciúme – 1997
Collegium Musicum de Minas

Fonogramas gentilmente cedidos pelo nosso amigo e ouvinte Maestro Rafael Arantes, do blog “Música Sacra e Profana Brasileira” , e o encarte, escaneado do arquivo do musicólogo Prof. Paulo Castagna. Não tem preço !!!


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Boa audição.

Avicenna

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Alma Latina: De Profundis Ensemble Vocal e Instrumental – Retrospectiva 1987 – 1995

1zee63sDe Profundis Ensemble Vocal e Instrumental
Retrospectiva 1987 – 1995
Música polifónica del período barroco-renacentista

Com instrumentos de época – on period instruments

Repostagem com novos e atualizados links.

El Ensemble Vocal e Instrumental De Profundis se formó el 17 de abril de 1987 a iniciativa de su Directora la Mtra. Cristina García Banegas. La música polifónica del período barroco-renacentista ha sido su repertorio más trabajado, incluyendo grandes obras de Bach, como la Misa en Si menor y la Pasión Según San Mateo. Asimismo interpreta obras de carácter sacro y profano de los siglos XV al XVII de origen europeo y de la América colonial.

Las ejecuciones respetan las versiones originales con el acompañamiento de instrumentos de época, siguiendo las más fieles y actuales concepciones de los investigadores y estudiosos de su repertorio.

La trascendente labor musical realizada desde entonces es un continuo aporte para la cultura de Uruguay y de América Latina.

Este disco es la primera recopilación de la historia fonográfica del Ensemble Vocal e Instrumental «De Profundis». Al editar en CD un material que, por razones estrictamente circunstanciales, fue siempre presentado al público en cassette, se pretende a su vez realzar el significado que cada uno de estos fonogramas tuvo en la historia artística del coro en un soporte más duradero y fiel.

La selección de obras que aqui se presenta ilustra la trayectoria del Ensemble casi desde sus comienzos cuando en 1989 – a tan solo dos años de su fundación y a un año de lo que sería su primera gira internacional – «De Profundis» concreta con IFU (Industrias Fonográficas del Uruguay) la primera grabación digital enteramente realizada en el Uruguay. Se trata de «Autores Españoles del Renacimiento» (junio, 1989), una colección de obras maestras de la polifonía española de Sebastián de Vivanco en primera grabación mundial.

Junto con «Autores Españoles…» en 1989 el Ensemble graba muchas de las obras que figuran en «Autores Latinoamericanos Coloniales» aunque estas tomas jamás fueron editadas. Es en 1991 que Cristina García Banegas siente que el grupo ha madurado interpretativamente estas obras y decide volver a grabarlas así como agregar material nuevo adquirido durante ese lapso. De este modo se conforma finalmente la edición de la colección de villancicos latinoamericanos de los siglos XVI al XVIII que tanto caracteriza al repertorio actual del grupo.

En el mismo período del año 1991 se graba «Homenaje a Juan Gutiérrez de Padilla», un volumen dedicado a la polifonía sacra en la Nueva España a través de este magnífico compositor que fuera Maestro de Capilla en la Catedral de Puebla, México entre 1622 y 1664.

El 26 de julio de 1991 «De Profundis» presenta un concierto en la Catedral Metropolitana dedicado a autores suizos con los auspicios de la Embajada de Suiza en el Uruguay. Adicionalmente, se lleva a cabo el registro del concierto en vivo que luego se editaría bajo el título «700 años de la Confederación Helvética» y que se transformaría a su vez en el testimonio de los actos conmemorativos en nuestro país del VII centenario de la Confederación.

Palhinha: ouça: 20. Magnificat

De Profundis: Retrospectiva 1987 – 1995
Juan de Anchieta (España, 1462-1523)
01. Salve Regina
Tomás Luis de Victoria (Spain, 1548-1611)
02. Duo Seraphim
Sebastián de Vivanco (España, ca.1550-1622)
03. Assumpta Est Maria
04. Canite Tuba In Sion
Tomás Pascual (Guatemala, s.XVII)
05. Oy Es Día De Placer
Hernando Franco (el indio) (México, ca.1599))
06. Sancta Mariae, In Ilhuicac Cihaupilli
Juan Gutiérrez de Padilla (Málaga, Espanha c.1590 – Puebla, México, 1664)
07. Las Estreyas Se Rien
Anónimo (Cuzco, s.XVII)
08. Canzona Para Dos Violas Y Continuo
Fr. Juan Pérez de Bocanegra (Cusco, ca. 1610)
09. Hanacpachap Cussicuinim
Roque Jacinto de Chavarría (Sucre, 1688-1719)
10. Fuera, Fuera, Haganles Lugar
Gaspar Fernandes (Portugal, 1566-México,1629)
11. Tañe Gil Tu Tamborino
12. En Un Portalejo Pobre
13. Dame Albricia Mano Anton
14. Xicochi, Xicochi Conetzintle
15. Tleycantimo Choquiliya
16. Eso Rigor E Repente
Juan Gutiérrez de Padilla (Málaga, Espanha c.1590 – Puebla, México, 1664)
17. Stabat Mater
18. Versa Est In Luctum
19. Deus In Auditorium Meum Intende
Bernard Reichel (Suiza, 1901-1993)
20. Magnificat
Frank Martin (Ginebra, 1890-1974)
21. Missa – Agnus Dei
Johann Sebastian Bach (Austria, 1685-1750)
22. Matthäus-Passion – BWV 244 – NR. 68 Chor

Retrospectiva 1987 – 1995
De Profundis Ensemble Vocal e Instrumental
Dir.: Mtra. Cristina Garcia Banegas – 1995

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Um CD do acervo do musicólogo Prof. Paulo Castagna. Beleza !!!

Boa audição.

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Avicenna

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Ars subtilior: The Saracen and the Dove: Music from the Courts of Padua and Pavia (XV century) – Orlando Consort

sf8cwwMusic from the Courts of Padua and Pavia
XV century

Orlando Consort

Repostagem com novos e atualizados links.

Ars subtilior (more subtle art) is a musical style characterized by rhythmic and notational complexity, centered on Paris, Avignon in southern France, also in northern Spain at the end of the fourteenth century. The style also is found in the French Cypriot repertory. Often the term is used in contrast with ars nova, which applies to the musical style of the preceding period from about 1310 to about 1370; though some scholars prefer to consider the ars subtilior a subcategory of the earlier style. Primary sources for the ars subtilior are the Chantilly Codex, the Modena Codex (Mod A M 5.24), and the Turin Manuscript (Torino J.II.9).

Musically, the productions of the ars subtilior are highly refined, complex, difficult to sing, and probably were produced, sung and enjoyed by a small audience of specialists and connoisseurs. Hoppin suggests the superlative ars subtilissima, saying, “not until the twentieth century did music again reach the most subtle refinements and rhythmic complexities of the manneristic style.” They are almost exclusively secular songs, and have as their subject matter love, war, chivalry, and stories from classical antiquity. There are even some songs written in praise of public figures (for example Antipope Clement VII). Daniel Albright compares avant-garde and modernist music of the 20th century’s “emphasis on generating music through technical experiment” to the precedent set by the ars subtilior movement’s “autonomous delight in extending the kingdom of sound.” He cites Baude Cordier’s perpetual canon Tout par compas (All by compass am I composed), notated on a circular staff.

One of the centers of activity of the style was Avignon at the end of the Babylonian Captivity of the Papacy and during the Great Schism (1378–1417), the time during which the Western Church had a pope both in Rome and in Avignon. The town on the Rhône had developed into an active cultural center, and produced the most significant surviving body of secular song of the late fourteenth century.

The style spread into northern Spain and as far as Cyprus (which was a French cultural outpost at the time). French, Flemish, Spanish and Italian composers used the style.

Johannes Ciconia (c. 1370 – between 10 June and 13 July 1412) was a composer and music theorist of the late Middle Ages. He was born in Liège, but worked most of his adult life in Italy, particularly in the service of the papal chapel(s) and at Padua cathedral.

Bartolino da Padova (also “Magister Frater Bartolinus de Padua”) (fl. ca. 1365 – ca. 1405) was an Italian composer of the late 14th century. He is a representative of the stylistic period known as the Trecento, sometimes known as the “Italian ars nova”, the transitional period between medieval and Renaissance music in Italy.

Antonello da Caserta, also Anthonello, Antonellus Marot, was an Italian composer of the medieval era, active in the late 14th and early 15th centuries. Essentially nothing is known of Antonello’s life. Earlier in the 20th century, Nino Pirrotta thought Caserta was a Neapolitan composer, but because most of his surviving works are in northern Italian manuscripts, this is disputed. Allusions in his texts suggest that he worked for the Visconti family in Milan around the turn of the 15th century, and archival documents place him in Pavia in 1402. Antonello was a monk, though the order to which he belonged is not known.

Antonio “Zacara” da Teramo (in Latin Antonius Berardi Andree de Teramo, also Zacar, Zaccara, Zacharie, Zachara, and Çacharius; b. probably between 1350 and 1360 – d. between May 19, 1413 and mid-September 1416) was an Italian composer, singer, and papal secretary of the late Trecento and early 15th century. He was one of the most active Italian composers around 1400, and his style bridged the periods of the Trecento, ars subtilior, and beginnings of the musical Renaissance. (Textos da Wikipedia)

The Saracen and the Dove
Johannes Ciconia (Bélgica, 1370-Itália, 1412)
01. Doctorum Principem/Melodia Suavissiama/Vir Mitis, motet
02. Per Quella Strada Lactea for 2 voices
Bartolino da Padova (Itália, 1365-1405)
03. Imperial sedendo fra piú stelle, madrigal for 3 voices (Squarcialupi Codex fol.109v-110)
Johannes Ciconia (Bélgica, 1370-Itália, 1412)
04. O felix templum jublia, motet
Anonymous (Séc. XV)
05. O Maria, virgo davitica / O Maria, maris stella, motet
Johannes Ciconia (Bélgica, 1370-Itália, 1412)
06. O Padua, sidus preclarum, motet
Bartolino da Padova (Itália, 1365-1405)
07. La douce çere d’un fier animal, madrigal for 3 voices (Squarcialupi Codex fol.101v-102)
Johannes Ciconia (Bélgica, 1370-Itália, 1412)
08. Con lagreme bagnandome nel viso, for 2 voices
Johannes Ciconia (Bélgica, 1370-Itália, 1412)
09. Gloria “Spiritus et alme” for 4 voices
10. Una panthera in compagnia di marte, madrigal for 3 voices
Anthonello da Caserta (Itália, 1355-1402)
11. Del glorioso titolo d’esto duce, madrigal for 2 voices
Antonio Zachara da Teramo (Itália, 1355-1416)
12. Un fior gentil m’apparse, song for 3 voices
Johannes Ciconia (Bélgica, 1370-Itália, 1412)
13. Sus une fontayne, for 3 voices (Modena Codex fol.27v-28r)
14. Le ray au soley!, canon
Antonio Zachara da Teramo (Itália, 1355-1416)
15. Sumite, karissimi, capud de Remulo, patres, song for 3 voices (Modena Codex fol.12v-13)
16. Dime Fortuna poy che tu parlasti, ballata for 2 voices (attributed)
17. Gloria “Ad ogni vento”, mass movement for 4 voices

The Saracen and the Dove – 1999
Orlando Consort

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Na falta de um encarte, seguem algumas referências:
http://en.wikipedia.org/wiki/Ars_subtilior
http://www.medieval.org/music/ccc/aaaa981022.html
http://www.allmusic.com/album/the-saracen-and-the-dove-music-from-the-courts-of-padua-and-pavia-mw0001827491
http://www.amazon.com/The-Saracen-Dove-Courts-around/dp/B00000JLFO

Boa audição.

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Alma Latina: Le Chemins du Baroque: de Sarrebourg à Urubichá

24wrschDe Sarrebourg à Urubichá, Bolívia
Choeur et Ensemble Instrumental du Festival de Sarrebourg
Coro y Orquesta Juvenil de Urubichá

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Esta gravação, realizada na Catedral de Sucre de 21 a 24 de abril e depois na igreja paroquial de Urubichá de 25 a 29 de abril de 1998, é a memória do encontro fraternal e musical da juventude musical de Sarrebourg, com os jovens músicos de Urubichá.

Foram apresentados inúmeros concertos em Sucre, Bolívia, como parte da cadeira de Sucre Playa Mayor de Cultura; depois em Urubichá, Ascensión de Guarayos, San Javier e, finalmente, em Santa Cruz de la Sierra.

Estes últimos concertos foram programados para o Festival Internacional de Música da Renascença e Barroca Americana “Missiones de Chiquitos“.

“Urubichá” significa en guarayo “laguna o extensión de mucha agua”.

Le Chemins du Baroque: de Sarrebourg à Urubichá
Chant guarayo
01. Yeyú (poissons)
Auteur anonyme
02. Regina Coeli laetare
Extr. Misa mo sabado
03. Et in terra pax
Chant guarayo
04. Canción puñete y patada
Attribué à Domenico Zipoli (Prato, Itália,1688 – Córdoba, Argentina 1726)
05. Ave Maris Stella
06. Iesu, Corona Virginum
Jan Josef Ignác Brentner (Czech, 1689-1742)
07. Cantemus, Domino
Auteur anonyme
08. Salve Regina
António Ripa y Blanque (España, 1720 – 1795)
09. Magnificat, et misericordia, Sicut locutus, Gloria Patri
Pe. José Maurício Nunes Garcia (1767-1830, Rio de Janeiro, RJ)
10. Immutemur habitu
11. Inter Vestibulum
José Francisco Velásquez, El Viejo (Venezuela, 1756-1805)
12. Niño mio
Fray Esteban Ponce de León (Perú, ca.1692-175¿?)
13. Cantata “Venid, venid deydades”: 01: “Venid, venid deydades”
14. Cantata “Venid, venid deydades”: 02. Yo, que Arequipa soy, madre primera
15. Cantata “Venid, venid deydades”: 03. Con tal derecho bien disputo
16. Cantata “Venid, venid deydades”: 04. Viva, viva mi Arequipa
17. Cantata “Venid, venid deydades”: 05. Yo, su madre segunda la ciudad del Cuzco soy
18. Cantata “Venid, venid deydades”: 06. Bien lo pregona la voz del clarín
19. Cantata “Venid, venid deydades”: 07. Luego a mi toca el blasón
20. Cantata “Venid, venid deydades”: 08. Viva, viva el prelado que el Cuzco cría
21. Cantata “Venid, venid deydades”: 09. No se apropie hoy el Cuzco
22. Cantata “Venid, venid deydades”: 10. Si en noble competencia
23. Cantata “Venid, venid deydades”: 11. Si en tan reñida cuestión
24. Cantata “Venid, venid deydades”: 12. De tanta victoria
25. Cantata “Venid, venid deydades”: 13. Viva, viva pues triunfante
26. Cantata “Venid, venid deydades”: 14. Y pues se celebra hoy esta memoria

Le Chemins du Baroque: de Sarrebourg à Urubicha – 1998
Choeur et Ensemble Instrumental du Festival de Sarrebourg
Coro y Orquesta Juvenil de Urubicha.
Direction Jean-Frank Anselme & Rubén Dario S. Arana

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Um CD do acervo do musicólogo Prof. Paulo Castagna. Maravilha !!!

Boa audição.

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Avicenna

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Voz Ativa Madrigal: Pro Nobis (Acervo PQPBach)

qovs4nProdução independente do Voz Ativa Madrigal, gravado no ano de 2000, este CD é composto por músicas sacras de diversos períodos da história da música, desde o Barroco até o Contemporâneo.

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Um dos objetivos deste disco foi o registro de peças da música brasileira, incluindo composições do período colonial de André da Silva Gomes e Manoel Dias de Oliveira. Destaque especial para Heitor Villa-Lobos de quem o grupo foi o primeiro a receber autorização para registro de Ave Maria. Também inclui uma peça escrita especialmente para compor o repertório deste trabalho, de Robson Cavalcante.
Este é o primeiro registro do PROMUSA – Projeto de Música Sacra, concebido e levado a efeito pelo Voz Ativa Madrigal.
(http://www.vozativamadrigal.com.br/vam05/discos.htm#PRONOBIS)

Giuseppe Antonio Pitoni (1675-1743)
01. Christus factus est
Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791)
02. Ave verum corpus
03. Laudate Dominum
André da Silva Gomes (Lisboa, 1752 – São Paulo, SP, 1844)
04. O vos omnes
Franz Schubert (1797-1828)
05. Chor der engel
Anton Bruckner (Austria, 1824-1896)
06. Ave Maria
07. Tota pulchra es Maria
Heitor Villa-Lobos (1887-1959)
08. Ave Maria
09. Ave verum
Gyorgy Deak-Bardos (1905-1991)
10. Eli! Eli!
Manoel Dias de Oliveira (São José del Rey [Tiradentes], 1735-1813)
11. Surrexit Dominus (Moteto para procissão de Domingo de Páscoa)
Robson Barata Cavalcante (1962 – )
12. Ave Maris Stella

Pro Nobis – 2000
Voz Ativa Madrigal
Maestro Ricardo Barbosa

Este CD pertence ao acervo do musicólogo Prof. Paulo Castagna. Não tem preço !!!
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Avicenna

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Alma Latina: Ignacio de Jerusalem: Matins for the Virgin of Guadalupe, 1764

105uvlyJerusalem: Matins for the Virgin of Guadalupe
Chanticleer Sinfonia

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Este responsorio es el más antiguo del conjunto, que data de las composiciones de Jerusalem para Maitines de Nuestra Señora de Guadalupe de 1756. Más tarde se reutiliza en los Maitines de la Concepción. Por una versión encontrada en la Catedral de Puebla demuestra que este responsorio se utilizó como responsorio para: los maitines de la Virgen de Guadalupe, los maitines de la Asunción de la Santísima Virgen, los maitines de la Octava de la Concepción de la Santísima Virgen, y hasta los Maitines de Santo Domingo (pero con un nuevo texto “Euge, serve bone”).

“Vidi speciosam” es un número enérgico e intenso para coro en sol menor, clave favorita de Jerusalén por representar los sentimientos emotivamente intensos y sinceros. Las progresiones de acordes marchan hacia adelante en la actividad inexorable, asemejándose al lenguaje armónico de Bach y la actividad irrefrenable del Barroco. Más tarde Jerusalén explora la gracia de un minuet aristocrática “Signum magnum apparuit en coelo” con su juego de ritmos que recuerdan más de Mozart y al Clásicismo que al Barroco de Bach.

Ignacio de Jerusalem y Stella (Ignazio Gerusalemme) (Lecce, Italia, circa 1707 – Ciudad de México, 1769), fue uno de los más importantes compositores de la Nueva España.

Inició su actividad musical en su natal Italia como violinista. Fue músico del Coliseo de Cádiz y en la Nueva España llegó a ser Maestro de capilla de la Catedral de México. Fue conocido entre sus contemporáneos como el “milagro musical” porque su talento y capacidades musicales igualaban al mismo maestro de capilla de Madrid.

En 1732 deja Italia y se instala en Cádiz para trabajar en el Coliseo (teatro) de aquella ciudad. En 1742 José Cárdenas, del Real Tribunal de Cuentas, lo contrata en España junto con otros músicos y cantantes destinados a cumplir sus servicios en México. Llega a la capital de la Nueva España en 1742 para desempeñarse como violinista y director musical del Coliseo de México. Comienza a componer obras para la Catedral de México desde 1746, y en 1749 lo contratan como maestro de capilla interino en la Catedral de México. Al año siguiente lo nombran maestro titular de la misma, cargo que ejerció hasta su muerte en el año 1769.

El investigador Annibale Enrico Cetrangolo afirma que en los archivos de la Curía Arcivescovile de Lecce se halla el acta de bautismo de Ignatius, Dominicus, Orontius, Joseph Pascali Jerusalem, fechada el 3 de junio de 1707. De acuerdo con ese documento sus padres fueron Matteo, hijo de Francesco Jerusalem, y Anna Curzio (o Stella), hija de Vincenzo. El padre de Ignazio, Matteo Gerusalemme, nació en Nápoles en 1667 y pasó a Lecce en 1689, al servicio de Don Gabriel Augustín Erriquez (o Enriquez), Príncipe de Squinzano, Campi Salentina y Salice, como “musico di scuola” en Campi y “maestro di Cappella” en la Iglesia de los Jesuitas de Lecce. Matteo, según las actas estudiadas, además de Ignazio, tuvo otros 11 hijos con Anna Curzio (o Stella) y uno más con Giustina Stefanelli (al parecer su primera esposa).

Los padrinos de los hijos de Matteo pertenecían a la aristocracia de Lecce y de Terra d’Otranto: los Lubelli, los Tafuro, los Belli, los Enriquez, los Greco, los Personè. Anna Curzio , la madre de Ignazio Jerusalem (o Gerusalemme), era hija del napolitano Vincenzo, quien fue maestro di cappella en Lecce. Es de notar la curiosa ambigüedad en los documentos de la designación del apellido de Vincenzo y de su hija Anna, quienes figuran a veces como Stella y otras como Curzio.

Como maestro de capilla, Ignacio de Jerusalem fue precedido por Domingo Dutra y Andrade (1741-1750) y sucedido por Mateo Tollis della Rocca (1769-1780). La mayor parte de la obra de Jerusalem se conserva en los archivos de música de las catedrales de México, Puebla y Oaxaca, y apenas ha sido estudiada, transcrita o ejecutada. Los registros existentes demuestran que muchas de sus obras se ejecutaban en los servicios religiosos de iglesias y catedrales a lo largo de todo el territorio de la Nueva España, desde la Alta California hasta la Ciudad de Guatemala. (Enrique Guerrero)

Palhinha: ouça: 04. Matins for the Virgin of Guadalupe : 4. Responsorio – Vidi speciosam sicut columbam

Matins for the Virgin of Guadalupe
Ignacio de Jerusalem y Stella (Itália, 1707 – Cidade do México, 1769)
01. Matins for the Virgin of Guadalupe : 1. Invitatorio y Salmo 94
02. Matins for the Virgin of Guadalupe : 2. Hymn – Quem terra pontus sidera
03. Matins for the Virgin of Guadalupe : 3. Bendición y Lección I
04. Matins for the Virgin of Guadalupe : 4. Responsorio – Vidi speciosam sicut columbam
05. Matins for the Virgin of Guadalupe : 5. Responsorio – Quae est ista, quae ascendit
06. Matins for the Virgin of Guadalupe : 6. Bendición y Lección II
07. Matins for the Virgin of Guadalupe : 7. Responsorio – Quae est ista, quae processit
Manuel de Sumaya (Manuel de Zumaya) (Mexico, c.1678-1755)
08. Matins for the Virgin of Guadalupe : Interludio – Albricias mortales
Ignacio de Jerusalem y Stella (Itália, 1707 – Cidade do México, 1769)
09. Matins for the Virgin of Guadalupe : 8. Antifona y Salmo 18
10. Matins for the Virgin of Guadalupe : 9. Responsorio – Signum magnum apparuit in caelo
11. Matins for the Virgin of Guadalupe : 10. Versículo, Padrenuestro y Absolución
Giacomo Rust (Italia, 1741-1786)
12. Matins for the Virgin of Guadalupe : Responsorio – Beatam me dicent omnes
Ignacio de Jerusalem y Stella (Itália, 1707 – Cidade do México, 1769)
13. Matins for the Virgin of Guadalupe : 11. Benedición y Lección III
14. Matins for the Virgin of Guadalupe : 12. Te Deum – I Te deum laudamus
15. Matins for the Virgin of Guadalupe : 13. Te Deum – II Te aeternum Patrem
16. Matins for the Virgin of Guadalupe : 14. Te Deum – III Tibi omnes Angeli
17. Matins for the Virgin of Guadalupe : 15. Te Deum – IV Tibi Cherubim et Seraphim
18. Matins for the Virgin of Guadalupe : 16. Te Deum – V Sanctus
19. Matins for the Virgin of Guadalupe : 17. Te Deum – VI Pleni sunt caeli
20. Matins for the Virgin of Guadalupe : 18. Te Deum – VII Te ergo quaesumus
21. Matins for the Virgin of Guadalupe : 19. Te Deum – VIII Aeterna fac cum sanctis tuis
22. Matins for the Virgin of Guadalupe : 20. Te Deum – IX In te, Domine, speravi
Manuel de Sumaya (Manuel de Zumaya) (Mexico, c.1678-1755)
23. Matins for the Virgin of Guadalupe : Recesional – Angélicas milicias

Jerusalem: Matins for the Virgin of Guadalupe, 1764
Chanticleer Sinfonia. Maestro Joseph Jennings
2007

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Um CD do acervo do musicólogo Prof. Paulo Castagna. Valeu !!!

Boa audição.

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Americantiga: Concerto de Natal no Mosteiro de São Bento (Acervo PQPBach)

v8jzvtEsta rara e magnífica audição do Americantiga Coro e Orquestra de Câmara, numa noite de Natal no Convento de São Bento, em São Paulo, não foi comercializada.
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Somente uns poucos privilegiados a tem, entre eles nós, ouvintes do PQPBach!
(A foto ao lado é uma parte da capa do convite.)

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                                                          Com instrumentos de época. On period instruments.

Concerto de Natal no Mosteiro de São Bento
Giovanni Pierluigi da Palestrina (c.1525-1594)
01. Sicut cervus a 4 vozes
Giovanni Battista Bassani (1657-1716)
02. Missa Encarnación – 1. Kyrie
03. Missa Encarnación – 2. Christe eleison
04. Missa Encarnación – 3. Kyrie: Christe eleison
05. Missa Encarnación – 4. Glória
06. Missa Encarnación – 5. Gloria: Qui tollis
07. Missa Encarnación – 6. Gloria: Qui sedes
Francesco Durante (Itália, 1684-1755)
08. Magnificat em sí bemol a 4 vozes e baixo contínuo – 1. Magnificat anima mea
09. Magnificat em sí bemol a 4 vozes e baixo contínuo – 2. Et misericordia eius
10. Magnificat em sí bemol a 4 vozes e baixo contínuo – 3. De possuit potentes
11. Magnificat em sí bemol a 4 vozes e baixo contínuo – 4. Suscepti Israel
12. Magnificat em sí bemol a 4 vozes e baixo contínuo – 5. Sicut locutus est
13. Magnificat em sí bemol a 4 vozes e baixo contínuo – 6. Gloria
14. Magnificat em sí bemol a 4 vozes e baixo contínuo – 7. Sicut erat in principio
Pe. José Maurício Nunes Garcia (1767-1830, Rio de Janeiro, RJ)
15. Te Deum laudamus (1801) a 4 vozes e órgão 1. Te Deum laudamus
16. Te Deum laudamus (1801) a 4 vozes e órgão 2. Te ergo quasumus
17. Te Deum laudamus (1801) a 4 vozes e órgão 3. Aeterna fac
José Totti (Itália, 1780 – Portugal, 1832)
18. Solitario bosco ombroso (duo de sopranos com teorba)
José Alves (Portugal, sec. XVIII)
19. Dixit Dominus a 8 vozes e baixo contínuo – 1. Dixit Dominus
20. Dixit Dominus a 8 vozes e baixo contínuo – 2. Donec ponam
21. Dixit Dominus a 8 vozes e baixo contínuo – 3. Juravit Dominus
22. Dixit Dominus a 8 vozes e baixo contínuo – 4. Tu es sacerdos
23. Dixit Dominus a 8 vozes e baixo contínuo – 5. Gloria Patri
24. Dixit Dominus a 8 vozes e baixo contínuo – 6. Sicut erat in principio I
25. Dixit Dominus a 8 vozes e baixo contínuo – 7. Sicut erat in principio II

Concerto de Natal no Mosteiro de São Bento – 2002
Americantiga Coro e Orquestra de Câmara
Regente Ricardo Bernardes

CD gentilmente cedido pelo musicólogo Prof. Paulo Castanha (http://paulocastagna.com) – não tem preço!!
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Partituras e outros que tais? Clique aqui

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A todos os amigos que nos acompanham nesta viagem, desejo um Feliz 2014 com muita Paz e Saúde.

Avicenna

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Alma Latina: New Britain – The Roots of American Folksong / Les Racines du Folksong Americain: The Boston Camerata

14v18pdAs Raízes da Música Americana
Les Racines du Folksong Americain
The Boston Camerata

Repostagem com novos e atualizados links.

As Raízes da Música Americana

A civilização americana veio em grande parte da velha Europa. Isso, todos nós sabemos – será que sabemos? Para o mito moderno, a América industrial que, completamente nova, impulsionada pela tecnologia, sem raízes, é forte na mente contemporânea.

A música americana, nós tendemos a pensar, é um produto dos tempos modernos e das grandes cidades. No entanto, aqueles que conhecem e amam as tradições da música popular americana estão cientes de que a “novidade” do novo mundo é algumas vezes mais aparente do que real.

Grande foi a alegria dos estudiosos da música popular americana quando, um par de gerações atrás, começaram a registrar versões esplêndidas de baladas elisabetanas das bocas de camponeses semi-alfabetizados nos Apalaches do sul.

E muitas das melodias locais coletadas em Quebec antes da primeira Guerra Mundial têm antecedentes nos cadernos de músicas francesas do início do Renascimento. Este registro não ortodoxo, um mix intencionalmente provocador de música antiga com a popular moderna, destina-se, antes de tudo para dar prazer – mas é também uma meditação sobre a história, em arquétipos, e sobre a transmissão da cultura humana.

Grande parte da cultura da Europa renascentista, tanto “clássica” como popular, sobreviveu no campo: no Velho Mundo, é claro, mas também no Novo. O que as elites das cidades e das cortes, impacientes em busca de novidade haviam rejeitado, manteve-se no gosto popular rural até mesmo em nosso próprio tempo.

Como vimos tantas vezes na América (e talvez em outros lugares, também) o gosto de pessoas comuns podem ser pelo menos tão bom – ou melhor – que os julgamentos de uma confraria oficial. Em nossas raízes reside a nossa força!

Joel Cohen

The Roots of American Music

American civilisation came in large part from old Europe. So we all know – but do we? For the myth of modern, industrial America, that brand-new, technology-driven, rootless place is strong in the contemporary mind.

American music, we tend to think, is a product of modern times and big cities. Yet those who know and love American folk traditions are aware that the “newness” of the new world is some-times more apparent than real.

Great was the joy of English folksong collectors when, a couple of generations back, they began notating splendid versions of Elizabethan ballads from the mouths of semi-literate peasants in the Southern Appalachians.

And many of the country melodies collected in Quebec before the first World War have antecedents in the French songbooks of the early Renaissance. This unorthodox recording, an intentionally provocative mix of early art song and modern folksong, is meant first of all to give pleasure – but it is also a meditation on history, on archetypes, and on the transmission of human culture.

Much of the culture of Renaissance Europe, both “high” and popular, survived in the countryside: in the Old World, of course, but also in the New. What the impatient, novelty-seeking elites of the cities and courts had rejected remained to delight rural folk even into our own time.

As we have seen so often in America (and perhaps elsewhere, too) the taste of ordinary people can be at least as good – or better than – the judgements of an official coterie. In our roots lies our strength!

Joel Cohen

New Britain – The Roots of American Folksong

I – PROLOGUE/OPENING MUSIC/PRELUDE
Anonymous, Southern Europe, 10 th c./ The Sacred Harp, Philadelphia, 1860
01. Opening music: 1. Judicci Signum / The Great Day
Provence, ca. 1200 / New Mexico, 1953
02. Opening music: 2. Calenda maia / Cuando por el oriente

II – VIEILLE FRANCE ET NOUVELLE FRANCE/OLD AND NEW FRANCE
Quebec, 1914 / Borlet, ca. 1400
03. Old & New France: 1. Rossignolet du bois joli / Rossignolet del bos jolin
Quebec, 1914 / Loyset Compère, ca. 1500
04. Old & New France: 2. Dans Paris y-a-t-un’barbière / Allons-nous faire la barbe
Quebec, 1914 / Anonymous, ca. 1500
05. Old & New France: 3. Mon père m’a mariée / Mon père m’a mariée
Canada, ca. 1900 / Jean Planson, 1587
06. Old & New France: 4. Gabriel Nazareth / Une nymphe jolie
Quebec, 1914 / Jacob Arcadelt, ca. 1568
07. Old & New France: 5. C’est en passant par Varennes / Margo labourés les vignes
Jean Baptiste Besard, 1603 / Québec, 1914
08. Old & New France: 6. Bransles de village / Il étrait une Cendrillon
Quebec, 1914 / Amsterdam, ca. 1620 / Belgium 20 th c.
09. Old & New France: 7. C’est dans la ville de Bytowm / C’est dans la ville de Bytowm

III – CHANSONS ET BALLADES ERRANTES/WANDERING SONGS AND BALLADS
France, ca. 1475 / Germany, 1619 / England, 1859 / Tennessee, 1937 / Georgia, 1855
10. Wandering songs & Ballads: 1. Il est venu le petit oysillon / An jenem Tag, nach Davids sag / Barbara Allen / Heavenly Dove
Virginia, 1931 / England, ca. 1550
11. Wandering songs & Ballads: 2. Chevy Chase / The Kings hunt is upp
Scotland, ca. 1650 / Nova Scotia, 1950
12. Wandering songs & Ballads: 3. My love gave me a cherry / I gave my love a cherry
Thomas Ravenscroft, 1611
13. Wandering songs & Ballads: 4. Hey, ho, nobody at home
Texas, 1950 / Thomas Ravenscoft, 1611
14. Wandering songs & Ballads: 5. There were three crows / There were three ravens
Scotland, ca. 1620 / Ohio, 1925
15. Wandering songs & Ballads: 6. Lady Cassilles lilt / Gipsy Davy
Scotland, 1790
16. Wandering songs & Ballads: 7. The Jolly Beggar
Thaunton, Massachussetts, 1934 / Northern England, ca. 1920
17. Wandering songs & Ballads: 8. Billy Boy / Billy Boy

IV – SINGING SCHOOL (THE SOCIAL HARP, GEORGIA, 1855)
……POLYPHONIE POPULAIRE AUX ETATS-UNIS/FOLK POLYPHONY IN THE US
Diego Ortiz, 1654 / North Carolina, 1916
18. Wandering songs & Ballads: 9. Ricercada premera / Betty Anne
The Social Harp, Georgia, 1855
19. Wandering songs & Ballads: 10. Singing School
Boston, 1794
20. Wandering songs & Ballads: 11. Thomas-Town
The Sacred Harp, Philadelphia, 1860
21. Wandering songs & Ballads: 12. New Britain (Amazing Grace)
The Social Harp
22. Wandering songs & Ballads: 13. Parting Friends
23. Wandering songs & Ballads: 14. Hallelujah

New Britain – The Roots of American Folksong
The Boston Camerata. Director: Joel Cohen
1990

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Um CD do acervo do musicólogo Prof. Paulo Castagna. Obrigado !!!

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Antonio Lotti (Italy, ca. 1667 – 1740): Vesper Psalms

1z70gnt Lotti Vesper Psalms
Dixit Dominus, Psalm 109
Laudate pueri, Psalm 112
Credidi, Psalm 115
Laudate Dominum, Psalm 116

Lotti nasceu em Veneza, seu pai Matteo foi Kapellmeister em Hanôver.

Em 1682, começou a estudar com Lodovico Fuga e Giovanni Legrenzi, na Basílica de São Marcos de Veneza. Lotti fez sua carreira primeiro como cantor alto (de 1689), depois como assistente do organista, como segundo organista(de 1692), (de 1704) como organista principal, e, finalmente, (de 1736) como maestro di cappella, cargo que ocupou até sua morte. Também escreveu música, e ensinava, o Ospedale degli Incurabili. Em 1717 foi-lhe dado permissão para ir a Dresden, onde várias de suas óperas foram produzidos, incluindo Giove em Argo, Teofane e Elementi quattro Li (todos com libretos de Antonio Maria Lucchini). Retornou a Veneza em 1719 e lá permaneceu até sua morte em 1740.

Lotti escreveu em uma variedade de formas, produzindo missas, cantatas, madrigais, cerca de trinta óperas e música instrumental. Suas obras sacras para coral são frequentemente acompanhados (a cappella). Seu trabalho é considerado uma ponte entre o barroco e o estilo clássico. Lotti influênciou compositores como Johann Sebastian Bach, George Frideric Handel, e Johann Dismas Zelenka, os quais possuíam cópias da missa de Lotti, a Missa Sapientiae.

Lotti foi um professor notável, de Domenico Alberti, Benedetto Marcello, Baldassare Galuppi, Saratelli Giuseppe e Johann Dismas Zelenka entre seus alunos.

Casou com a notável soprano Santa Stella.

Palhinha: ouça a integral

Antonio Lotti (Italy, ca. 1667 – 1740)
01. Dixit Dominus, Psalm 109 1. Dixit Dominus (Soli, Coro)
02. Dixit Dominus, Psalm 109 2. Donec Ponam (Soli)
03. Dixit Dominus, Psalm 109 3. Virgam Virtutis (Soli, Coro)
04. Dixit Dominus, Psalm 109 4. Tecum Principium (A)
05. Dixit Dominus, Psalm 109 5. Juravit Dominus (Coro)
06. Dixit Dominus, Psalm 109 6. Dominus A Dextris Tuis (Coro)
07. Dixit Dominus, Psalm 109 7. Judicabit In Nationibus (Coro)
08. Dixit Dominus, Psalm 109 8. Implebit Ruinas (Coro)
09. Dixit Dominus, Psalm 109 9. De Torrente In Via Bibet (S I)
10. Dixit Dominus, Psalm 109 10. Gloria Patri (Soli)
11. Dixit Dominus, Psalm 109 11. Sicut Erat In Principio (Soli, Coro)
12. Dixit Dominus, Psalm 109 12. Et In Saecula Saeculorum (Coro)
13. Laudate pueri, Psalm 112 1. Laudate Pueri (S I, S II, B)
14. Laudate pueri, Psalm 112 2. Sit Nomen Domini (S I)
15. Laudate pueri, Psalm 112 3. A Solis Ortu Usque Ad Occasum (S II, B)
16. Laudate pueri, Psalm 112 4. Exelsus Super Omnes (SI)
17. Laudate pueri, Psalm 112 5. Quis Sicut Dominus (S II)
18. Laudate pueri, Psalm 112 6. Suscitans A Terra (S I, S II, B)
19. Laudate pueri, Psalm 112 7. Ut Collocet Eum (B)
20. Laudate pueri, Psalm 112 8. Qui Habitare Facit (S I, S II)
21. Laudate pueri, Psalm 112 9. Gloria Patri (S I, B)
22. Laudate pueri, Psalm 112 10. Sicut Erat In Principio (S I, S II, B)
23. Credidi, Psalm 115
24. Laudate Dominum, Psalm 116

Lotti Vesper Psalms – 2006
Batzdorfer Hofkapelle & Sächsisches Vocalensemble.
Maestro Matthias Jung

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Alma Latina: Alabanzas, Misas y Villancicos de los Archivos de Bolivia a la Virgen

2cgy0snAlabanzas a la Virgen – siglo XVIII – XIX
Archivos de Bolivia:
• Missiones de Chiquitos
• Catedral de La Prata (Sucre)

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Debido a su maravillosa composición y interpretación, siguen los comentarios en el folleto sobre la Misa Encarnación:

Misa Encarnación: Anónimo – Missiones de Chiquitos

La “Misa Encarnación” forma parte de una miscelánea de obras musicales encontradas en dos antiguas reducciones jesuíticas de la Chiquitania: San Rafael y Santa Ana de Chiquitos, Provincia Velasco (Bolivia).

Los manuscritos, preservados por los Cabildos Indigenales de dichos pueblos, y reunidos por el arquitecto Hans Rqth, actualmente se encuentran en el Archivo Episcopal de la Catedral de Concepción -Ñuflo de Chávez- a fin de conservarlos y evitar su progresivo deterioro. Constituyen el monumento más importante y amplio de todos los repositorios de música de las reducciones conocidos hasta ahora.

Esta colección ofrece una ayuda inapreciable para comprender y valorar lo que se había logrado musicalmente en las misiones jesuíticas. El autor de esta obra es desconocido. Sin embargo, el elaborado contrapunto de esta Misa, su magnitud, su organización formal y la casi perfecta concordancia entre el significado del texto y su musicalización, demuestran que se trata de una obra de compositor de oficio.

Ha sido compuesta (o copiada) posiblemente en momentos inmediatamente anteriores a la expulsión (1767), acontecimiento que impediría su conclusión, ya que la parte de Alto en el Credo llega sólo al compás 90. Sin embargo, la partitura dejó suficiente espacio libre para llenarlo con las notas necesarias, coincidiendo la coda del movimiento con las otras voces e instrumentos. Lo mismo ocurre con la parte de Soprano en el Sanctus, cuyas notas llegan sólo hasta el Benedictus. La transcripción ofrece una propuesta para la conclusión de ambos movimientos. Por otra parte, los facsímiles de Tenor contienen una disparidad entre sí: en algunos el fínale del Credo ofrece la terminación corta, mientras que en los restantes, termina con una coda elaborada.

La “Misa Encarnación” está sido compuesta para coro a cuatro voces y orquesta; sin embargo la lectura de esta misa parece sugerir que podría ser interpretada por uno o, posiblemente, dos coros y cuatro solistas. La organización formal de la obra, su instrumentación, movimiento de voces, progresiones armónicas, y -sobre todo- la relación con el significado del texto, han servido como base para la asignación de las partes a los grupos vocales. Todos los facsímiles corresponden a la colección de manuscritos provenientes de San Rafael, y entre éstos hay los que se originaron durante el período de las Reducciones, _mientras que otros han sido escritos en la época post-jesuítica.

Las copias musicales más antiguas generalmente demuestran menos problemas de notación musical, como también de ortografía del texto latino. La segunda copia del Bajo incluye la fecha de su terminación y las iniciales del nombre del copista. Dice textualmente: “Año de 1812, 16 de Marzo. Lo firmo para que conste Pblo Sbis”.

Se ha preservado sólo una copia de la parte de Violín, que estaba incluida en la colección de manuscritos de San Rafael. La parte está completa, pero -debido a su estado- resulta muy difícil de leer, con varios 6 fragmentos ilegibles o faltantes. El manuscrito no incluye indicaciones de arcos. No se ha encontrado el basso continuo. Esta parte, como también la elaboración de la mano derecha, han sido compuestas por el autor de esta transcripción, quien se sirvió de la parte vocal de Bajo -la única existente- como base para esta labor.

Alabanzas a la Virgen
Anónimo – Missiones de Chiquitos
01. Misa I mo Sábado: 1. Kyrie
02. Misa I mo Sábado: 2. Gloria
03. Misa I mo Sábado: 3. Credo
04. Misa I mo Sábado: 4. Sanctus – Benedictius
05. Misa I mo Sábado: 5. Agnus Dei
Anónimo – Catedral de La Plata (Sucre)
06. Tota pulchra
07. Stella caeli
Anónimo – Missiones de Chiquitos
08. Misa Encarnación: 1. Kyrie
09. Misa Encarnación: 2. Gloria
10. Misa Encarnación: 3. Credo
11. Misa Encarnación: 4. Sanctus – Benedictus
12. Misa Encarnación: 5. Agnus Dei
Anónimo – Catedral de La Plata (Sucre)
13. Quién llena de armonía las esferas
14. Parabienes, zagalejos
15. Hola!, hao!, ah! de las sombras

Alabanzas, Misas y Villancicos de los Archivos de Bolivia a la Virgen
Coral Nova & Orquesta de Camara de La Paz. Dirección: Ramiro Soriano Arce
1996

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Vox Silentii: Passio Sanctarum Filiarum: Medieval Chants for Female Saints

fok9it The medieval chants collected here have the common theme of being dedicated to female saints.

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It’s appropriate, then, that a women’s ensemble should be performing them. Finnish group Vox Silentii consists of two singers, Johann Korhonen and Hikka-Liisa Vuori, with exceptionally pure and supple voices.

The vocal group Vox Silentii was founded in 1992. The singers believe the human voice is a bridge to a world you cannot see and the heavenly connection gives you silence and peace. This is their fourth recording on the Proprius label and was recorded in the Naantali Church outside Turku in the south-western part of Finland. The acoustics in that particular church – together with the human voice – form an atmosphere of silent, intense praying.

Palhinha: ouça 01. Helena Uesgocie, alleluia for St. Helen of Sweden

Vox Silentii
Anonymous, English
01. Helena Uesgocie, alleluia for St. Helen of Sweden
Anonymous, Finnish
02. Flavit auster, great responsory for St. Mary Magdalen
03. Beata mater Anna, great responsory for St. Ann
04. Ante thorum virginalem, sequence for St. Barbara (from the Codex Cumoensis, Kokemäki)
05. Vidi civitatem, great responsory for November 1
06. Spes datur omni populo, alleluia for the Visitation of St. Mary
07. Audi filia et vide, alleluia for St. Cecilia
08. Veni electa mea (alleluia), gradual (from the Uskela mass book)
Gregorian Chant
09. Salve sancta parens, introit for St. Mary
Anonymous, Finnish
10. Nobilis et pulchra, alleluia for St. Catherine of Alexandria
11. Stabat iuxta Christi crucem, sequence for the Compassion of St. Mary
12. Nigra sum sed formosa, antiphon for St. Mary
13. Gloria in excelsis, troped with “Per precem piissimam” (from the songbook of the church of Ilmajoki)
Gregorian Chant
14. Post dies octo, alleluia mode 8

Passio Sanctarum Filiarum: Medieval Chants for Female Saints – 2006
Vox Silentii

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Encarte completo em: http://www.voxsilentii.fi/32

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Alma Latina: 300 Años de Música Colonial Mexicana

1smbli300 Años de Música Colonial Mexicana
Capilla Virreinal de la Nueva España
Director: Aurelio Tello

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Capilla Virreinal de la Nueva España (México), es un grupo de cantantes e instrumentistas que actúa bajo la dirección del maestro Aurelio Tello, dedicado a la difusión de la música colonial mexicana e iberoamericana.

Desde 1989 –año en que realizó una gira de conciertos en Francia con motivo del bicentenario de la Revolución Francesa– ha tenido una significativa presencia en diversos festivales nacionales e internacionales: Primavera Potosina, Jornadas Alarconianas. el Festival Querétaro Ciudad Barroca, el Internacional Cervantino, el Idriart de Oaxaca, el Polifonía de Puebla, el ciclo In illo tempore, Jornadas de Música Antigua del INBA, el Festival del Centro Histórico de la Ciudad de México en el cual participó al lado del grupo francés La Grand Ecurie et La Chambre du Roy que dirige Jean Claude Malgoire, el Festival de Música Antigua del Centro Nacional de las Artes y el Festival de Música Renacentista y Barroca y el Festival de Música Antigua “Los Fundadores” de San Luis Potosí. En el marco del III Gran festival de la Ciudad de México ofreció el estreno latinoamericano de La púrpura de la rosa de Tomás de Torrejón y Velasco, primera ópera compuesta en América.

Sus presentaciones en el extranjero comprenden los conciertos inaugurales de la exposición México, esplendor de treinta siglos en Nueva York y presentaciones en festivales diversos; el de música barroca en Indianápolis; el Festival de Música Antigua de San Antonio, Texas; los conciertos para la Universidad de Norman, Oklahoma; el Festival de la Harpsichord Houston Society; el festival Academia Armónica de Madrid; el Festival Musical de Sarrebourg, Francia, el Tercer festival de la música del pasado de América de Caracas, el Festival de Música Sacra de Fez, Marruecos y el II Festival Internacional de la Música Renacentista y Barroca Americana “Misiones de Chiquitos”, Bolivia.

Entre sus producciones discográficas se cuentan los discos Manuel de Sumaya, 300 años de música colonial mexicana y Antología del barroco musical peruano. Siglos XVII-XVIII. En el año 2003 realizó la versión discográfica de El Divino Narciso de Sor Juana Inés de la Cruz y en el 2005 aparecieron los dos primeros discos de una serie dedicada a la música colonial de Oaxaca. Por la calidad de su trabajo y la meritoria labor de difusión de la música colonial que realiza, recibió en 1990 y 1994 la beca del Fondo Nacional para la Cultura y las Artes.

Algunas de sus actividades más importantes incluyen la realización del programa Arca de Música: los villancicos de Sor Juana Inés de la Cruz, la puesta en escena del espectáculo Pasiones inhumanas que recupera el repertorio de la música teatral de la época colonial, los conciertos de presentación de los libro Misas de Manuel de Sumaya y Cancionero Musical de Gaspar Fernandes y el estreno del programa Antología del barroco musical peruano. En el 2004 celebró su XV aniversario con diversos conciertos y presentaciones. http://paginasprodigy.com/tlatoani2006/Capilla%20Virreinal.htm

300 Años de Música Colonial Mexicana
Hernando Franco (Espana, 1532 – Cidade do Mexico, 1585)
01. Dos motetes en nahuatl – In ilhuicac cihuapille (Códice Valdés)
Juan de Lienas (attivo c.1617-54)
02. Coenantibus autem illis – Coenantibus autem illis (Códice del Convento del Carmen)
Sebastián Durón (Spain,1660 – France, 1716)
03. Villancico a dúo – Al dormir el sol (Colección Sanchez Garza)
Gaspar Fernandes (Portugal, 1566-México,1629)
04. Negrito a 5 – Mano fasiquiyo (Catedral de Oaxaca)
Juan Mathías de los Reyes (músico Indígena Oaxaqueño, Mexico c.1617 – c.1667)
05. 8 al Santisimo, Quien sale aqueste dia disfrazado (Catedral de Guatemala)
Juan Hidalgo (Madrid, 1614 – 1685)
06. Tonada sola de 8º tono – Disfrazado de pastor (Colección Sanchez Garza)
Francisco López Capillas (México, 1615 – 1673)
07. Salmo a 8 – Laudate Dominum (Catedral de Oaxaca)
Antonio de Salazar (Sevilha, Espanha c.1650–Cidade do México 1715)
08. Villancico a 6 – Digan, digan quién vio ta (Colección Sanchez Garza)
Manuel de Sumaya (Manuel de Zumaya) (Mexico, c.1678-1755)
09. Cantada a solo a N.P. San Pedro – Oh muro más que humano (Catedral de Oaxaca)
10. Villancico a 7 a la Asunción – Celebren, publiquen entonem y cantem (Catedral de Oaxaca)
Juan de Valdivieso (Siglo XVIII)
11. Cantada al nacimiento – Sonoro arroyuelo (Catedral de México)
Ignacio de Jerusalem y Stella (itália, 1707 – Cidade do México, 1769)
12. Villancico a 4 – A la milagrosa escuela (Catedral de México)
Francisco Martínez de la Costa (España, 1739- ca.1769).
13. Villancico a 8 a San Pedro – Llegad moradores de aqueste pensil (Catedral de Oaxaca)

300 Años de Música Colonial Mexicana
Capilla Virreinal de la Nueva España. Director: Aurelio Tello
1992

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Collegium Musicum de São Paulo – 40 anos (Acervo PQPBach)

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Collegium Musicum de São Paulo
40 anos: 1962 – 2002

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Collegium Musicum de São Paulo – 40 anos
Jacob Obrecht (Franco-Flemish, 1457/8-1505)
01. Parce Domine
Loyset Compère (French, c.1445-1518)
02. O Vos Omnes
Thomas Tallis (England,c.1505-1585)
03. O Sacrum Convivium
William Byrd (England, 1540 or late 1539 – 1623)
04. Ave Verum Corpus
Pe. José Maurício Nunes Garcia (1767-1830, Rio de Janeiro, RJ)
05. Immutemur Habitu
06. Inter Vestibulum
Anton Bruckner (Austria, 1824-1896)
07. Locus Iste
08. Ave Maria
Ernst Widmer (Aarau, Suiça 1927-1990, viveu na Bahia)
09. Salmo 150
Ernst Mahle (Stuttgart, Germany 1929-hoje em Piracicaba, SP)
10. Arca de Noé
Pe. José Maurício Nunes Garcia (1767-1830, Rio de Janeiro, RJ)
11. Laudate Pueri – Salmo 112 (Les Chant des Oyseaux)

Collegium Musicum de São Paulo – 40 anos – 2001
Diretor: Abel Rocha

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Alma Latina: Nueva España: Close Encounters in the New World, 1590-1690

24myk8yNueva España: Close Encounters in the New World, 1590-1690
The Schola Cantorum Of Boston
The Boston Shawm
Sackbut Ensemble

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Pedro Bermúdez, de origen granadino, uno de los más notables polifonistas del primer siglo de dominio español en el Nuevo Mundo, llegó a América luego de haber sido maestro de capilla suplente, junto a Francisco Guerrero, en la Catedral de Sevilla. A finales de 1596 embarcó hacia el virreinato del Perú y el 10 de septiembre de 1597 fue nombrado maestro de capilla de la Catedral del Cusco, en sustitución de Gutierre Fernández Hidalgo. A partir de 1600 tomó posesión del magisterio de capilla de la Catedral de Guatemala y posteriormente de la Catedral de Puebla de los Ángeles en México.

El legado musical de Pedro Bermúdez que ha perdurado hasta nuestros días está conformado exclusivamente por obras con textos en latín. Todas, excepto una, se encuentran en los libros de polifonía de la Catedral de Guatemala. Algunas de ellas aparecen duplicadas en varios libros de la Catedral de Puebla. Su lenguaje musical se apega al de la polifonía clásica del siglo XVI, pero presenta ciertos elementos rítmicos, armónicos y melódicos que apuntan hacia la nueva práctica del XVII. (Enrique Guerrero)

Palhinha: ouça: 03 . Deus in Adjutorium/ Domine ad Adjuvandum

Close Encounters in the New World, 1590-1690
Lobo, Alonso (Spain, 1555-1617)
01. Cum Audisset Joannes
Bocanegra, Juan Pérez (Peru, 1631)
02 .Hanacpachap Cussicuinin
Bermúdez, Pedro (Mexico, 1650)
03 . Deus in Adjutorium/ Domine ad Adjuvandum
Torrejón y Velasco, Tomas de (Spain, 1644 – Peru, 1728)
04. A Este Sol Peregrino
Aguilera de Heredia, Sebastián (Spain, 1561-1627)
05. La Reina de los Pangelinguas
Lienas, Don Juan de (Mexico, 1650)
06. Lamentatio
Ribayaz, Lucas Ruiz de (Spain, 1667)
07. Pabanas
Santiago, Frei Fransisco de (Portugal, 1578 – Spain, 1644)
08. Que se Ausenta
Fernandez, Gaspar (Portugal, 1570 – Mexico, 1629)
09. Xicochi Xicochi Conetzintle
Ximeno, Fabián (Mexico, 1650)
10. Ay Ay Galeguiños
Padilla, Juan Guitterez de (Spain, 1595 – Mexico, 1664)
11. Exultate, Iusti, in Domino
Bruna, Pablo (Spain, 1640)
12. Tiento
Fernandez, Gaspar (Portugal, 1570 – Mexico, 1629)
13. Dame Albriçia, ‘mano Anton
Padilla, Juan Guitterez de (Spain, 1595 – Mexico, 1664)
14. Gallego: Si al Nacer o Minino
Salazar, Antonio de (Spain, 1650 – Mexico, 1715)
15. Tarara, Tarara
Bocanegra, Juan Pérez (Peru, 1631)
16. Hanacpachap Cussicuinin
Araujo, Juan de (Spain, 1646 – Mexico, 1712)
17. Los Coflades de la Estleya
Murcia, Sebastián de (Mexico, 1700)
18. Cumba
Trad. (Gregorian Chant)
19. Agnus Dei
Victoria, Tomás Luis de (Spain, 1548-1611)
20. Agnus Dei | Missa Ave Regina
Zéspiedes, Juan García de (Mexico, 1650)
21. Guaracha: Convivando esta la Noche

Close Encounters in the New World, 1590-1690 – 1993
The Schola Cantorum Of Boston & The Boston Shawm & Sackbut Ensemble.
Director: Joel Cohen

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Ñande reko arandu: Memória viva Guarani

261mgp2REALIZAÇÃO:
• COMUNIDADE SOLIDÁRIA / INTERLOCUÇÃO SÃO PAULO
• ASSOCIAÇÃO INDÍGENA TEMBIGUAI
• ASSOCIAÇÃO INDÍGENA DA ALDEIA MORRO DA SAUDADE
• ASSOCIAÇÃO INDÍGENA DA ALDEIA RIO SILVEIRA
• ASSOCIAÇÃO COMUNITÁRIA INDÍGENA DO BRACUÍ-ACIBRA

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Esse projeto é um projeto inédito, um projeto bonito. Porque, antes, nunca o índio teve participação. Então, uma coisa importante dessa gravação é que tem participação no projeto, os executores da gravação somos nós. A gente tem participação. Uma coisa interessante.

Quando a gente leva um branco na casa de reza parece que não dá para se concentrar. E, de repente, naquele dia da gravação, na casa de reza da Aldeia Boa Vista, tinha câmera, tinha gravador, microfone para gravar, tinha foto tirando, e, em nenhum momento, não se interferiu nem atrapalhou a parte do cântico, da concentração que a gente tem ali. Porque são escolhidos. As pessoas que são escolhidas estão ali. Então, a gravação foi excelente.

Agora, se Deus não quisesse, jamais isso estaria acontecendo. Jamais outras pessoas se interessariam por isso. Porque é isto. Veio a ordem do além. Para ser gravado, para ser mostrado, para os povos não índios acreditarem, para verem exatamente qual é a religião guarani. Onde a participação que a gente tem, que tivemos, foi o ponto de partida. Por que? Eu me lembro muito bem. Eu tinha este cântico do meu avô que cantava, sempre cantava e contava estória. Qual é o princípio, qual é a estória do mundo, qual a existência dos povos guarani, qual o religião do guarani.

Nós tínhamos o cântico guardado no fundo de cada um, na memória. É dificil você tornar ou voltar ao princípio, como era antes. Mas continua guarani. Mantém sua tradição, mantém sua própria língua. Entre os guarani conversamos em guarani, com as crianças, os adultos. A gente brinca em guarani. A nossa cultura é primordial, fundamental dentro da comunidade indígena.

Onde o guarani ficou um pouco fraco é devido à escravidão que aconteceu com os guarani. Porque o guarani não perdeu porque quis. O guarani nunca quis isto. Acho que os povos indígenas nunca pensaram: nós queremos um monte de pessoa estranha invadindo a nossa terra para a gente perder a nossa cultura. Nós não pedimos. Nunca nós invadimos. Houve até confronto. Então, o guarani tinha muita pressão, onde quase perdeu. Quase. Porque sem a sua cultura, sem a sua tradição, você completamente não é nada.

Através desta gravação, todos vamos saber para que é este cântico. Porque o cântico é do Guarani. Porque Deus deixou isto para o guarani. Todo mundo vai ficar sabendo disto. Porque surgiu daqui para todos os guarani que existem no mundo. Os Guarani vão criar uma aliança dentro de sua própria cultura.

(extraído do encarte)

Ñande Reko Arandu
Os Guaranis
01. Nhanerãmoi’i Karai Poty
02. Gwyrá Mi
03. Mãduvi’ju’i
04. Xekyvy’i
05. Nhanderuvixa Tenonde’i
06. Nhamandu
07. Mamo Teta Guireju
08. Oreru Orembo’e Katu
09. Oreyvy Peraa Va’ekue
10. Xondaro’i
11. Pave Jajerojy
12. Nhamandu Miri
13. Ka’aguy Nhandeu Ojapo Va’akue
14. Oreru Nhamandú Tupã
15. Xondaro

Memória Viva Guarani – 2000
Composições guaranis cantadas por crianças guaranis.

Um CD do acervo do musicólogo Prof. Paulo Castagna. Não tem preço !!!

Postagem dedicada ao Bisnaga pelo apoio prestado durante a minha ausência!

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XLD RIP | FLAC 423,8 MB | HQ Scans 25,5 MB |

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320 kbpm .mp3 – 225,2 MB – 1,2 h
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Boa audição.

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Avicenna

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Alma Latina: Esteban Salas – Cantadas Barrocas de Santiago de Cuba

33f6wp2Cantadas Barrocas de Santiago de Cuba
Esteban Salas (1725 – 1803)

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El Coro de Cámara Exaudi (en latín: ¡Escucha!) se fundó en 1987 por su directora María Felicia Pérez Arroyo. Sus integrantes son graduados en varias especialidades de música, en el Instituto Superior de Arte y el Conservatorio Amadeo Roldán. El repertorio que interpretan incluye obras corales europeas, latinoamericanas y cubanas de todos los periodos.

Exaudi ha participado en múltiples festivales y con frecuencia realiza presentaciones en salas de concierto en Hungría, Venezuela, España, Bulgaria, Alemania, Dinamarca, Suecia, Francia, Canadá, Bélgica, Italia, Ecuador, Argentina, México, Australia, Nueva Zelandia, Noruega, Estados Unidos, Brasil, Turquía, Chile y Cuba.

Entre 1990 y 1994 obtuvo varios primeros premios:
• 1990- XIV Concurso Internacional de Coros Béla Bartók, Debrecen, Hungría: Primer Premio en la categoría de Coros de Cámara y Premio por el programa folklórico. Su directora María Felicia fue seleccionada como una las mejores directoras del evento.
• 1992- XXIV Certamen Internacional de Masas Corales de Tolosa, España: Primer Premio en la modalidad de Folklore, Tercer Premio en la modalidad de Polifonía, Grand Prix del concurso y Premio del Público.
• 1993- Grand Prix Europeo de Canto Coral, Varna, Bulgaria: Segundo Lugar ; Festival Harmonie 93, Lindenholzhausen, Alemania: Primer Premio; III Concurso Internacional para Coros de Cámara de Marktoberdorf, Alemania: Tercer Premio y categoría Internacionalmente excelente y XXV Certamen Internacional de Masas Corales de Tolosa, España: Primer Premio en la modalidad de Folklore y Premio por la mejor interpretación de una obra vasca.
• 1994 y 2005- XL y LI Certamen Internacional de Habaneras y Polifonía de Torrevieja, Alicante, España: Primer Premio en la Modalidad de Polifonía y Primer Premio en la Modalidad de Habaneras.

María Felicia Pérez Arroyo, directora
Hizo estudios en el Conservatorio Municipal de Música de La Habana Amadeo Roldán en 1962, en la especialidad de piano y se graduó en dirección coral en la Escuela Nacional de Arte, con las profesoras Carmen Collado, de Cuba y Agnes Kralowsky, de Hungría y en licenciatura de Dirección Coral en la Escuela Superior de Música Franz Liszt, Weimar, Alemania. La etapa estudiantil participó en varios conciertos junto al Coro de Cámara de la escuela.

Desde su regreso imparte clases de Dirección Coral en la Escuela Nacional de Música, y aún participa en el claustro de profesores. En estos ha formado, en el nivel medio-profesional, a varias generaciones de directores corales.

En 1982 fundó, en la Cátedra de Dirección Coral, el Coro Femenino de la ENM, con estudiantes y ofreció exitosos recitales y conciertos. En varias de sus ediciones participó en el Festival Nacional de Coros de Santiago de Cuba. Participó en el montaje de seis obras sinfónico-corales cubanas y universales con los coros mixtos de la ENM.

En los años 80 asesoró la Dirección de Enseñanza Artística del Ministerio de Cultura y actúo de jurado en festivales y concursos nacionales. Además apoyó la superación profesional e impartió seminarios. Así mismo realizó inspecciones provinciales y participó en encuentros y festivales de las Escuelas de Arte.

Entre 1982 y 1990 confeccionó planes y programas docentes para la Dirección Coral y curso de perfeccionamiento. Como ponente participó en los Encuentros Latinoamericanos de la Enseñanza Artística. Fundó en 1987 el Coro de Cámara Exaudi, con el cual se desarrolla como intérprete, y logra reconocimiento nacional e internacional, ya que ha participado en prestigiosos concursos corales europeos.

Mereció las distinciones por la Educación Cubana, 1991 y por la Cultura Nacional, 1993, la Medalla Alejo Carpentier, 2002 y la Orden Félix Varela de Primer Grado en 2004. Desde 1998 trabaja en el Instituto Superior de Arte. Es profesora Titular del Departamento de Dirección Coral.

Cantadas Barrocas de Santiago de Cuba
Esteban Salas y Castro (Cuba, 1725 – 1803)
1. Qué dulce melodia
2. Resuenen armoniosos
3. Vayan unas especies
4. Pues la fabrica de un templo
5. Respirad, O mortales
6. Oigan una nueva
7. Escuchen el concento

Salas – Cantadas Barrocas de Santiago de Cuba
Exaudi Choir of Cuba. Director María Felicia Pérez
1997

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XLD RIP | FLAC 278,8 MB | HQ Scans included

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MP3 320 kbps | 110,0 MB | HQ Scans included

powered by iTunes 12.1.2 – 51 min

Um CD do acervo do musicólogo Prof. Paulo Castagna. Não tem preço !!!

Boa audição.

xarsxy

 

 

 

 

 

 

Avicenna

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