Ludwig van Beethoven (1770-1827) – Piano Sonatas – Vol 9 e 10 de 10 – Vladimir Ashkenazy

41zpyGh-RIL._SS500Vamos então concluir mais uma integral, trazendo só petardos agora. Começa com a ‘Hammerklavier’, e as três últimas obras primas de op. 109, 110 e 111. Só coisa fina.
Vladimir Ashkenazy tem se dedicado mais à regência nos últimos anos e vem realizando ótimas gravações, revelando novos instrumentistas. Algumas destas gravações podem ser encontradas aqui mesmo no PQPBach como o belíssimo CD lançado pelo selo Deutsche Grammophon onde acompanha a violinista Lisa Batiashvilli nos concertos de Tchaikovsky e de Sibelius.
Espero que tenham gostado desta integral.

CD 9
01. Andante favori in F major, WoO 57 (1805)
02. Piano Sonata No.29 in B-flat major, Op.106 ‘Hammerklavier’ (1819) I. Allegro
03. II. Scherzo Assai vivace
04. III. Adagio sostenuto
05. IV. Introduzione Largo – Fuga Allegro risoluto

CD 10

01. Piano Sonata No.30 in E major, Op.109 (1820) I. Vivace, ma non troppo – Adagio espressivo
02. II. Prestissimo
03. III. Andante, molto cantabile ed espressivo
04. Piano Sonata No.31 in A-flat major, Op.110 (1821) I. Moderato cantabile, molto espressivo
05. II. Allegro molto
06. III. Adagio, ma non troppo
07. IV. Fuga Allegro ma non troppo
08. Piano Sonata No.32 in C minor, Op.111 (1822) I. Maestoso – Allegro con brio ed appassionato
09. II. Arietta Adagio molto, semplice e cantabile

Vladimir Ashkenazy – Piano

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Ludwig van Beethoven (1770-1827): Complete Piano Sonatas – CDs 7 e 8 de 8 – Maurizio Pollini

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Pois então chegamos ao final de mais uma série épica, um dos grandes trunfos da gravadora Deutsche Grammophon, com a integral das sonatas para piano de Beethoven, com o italiano Maurizio Pollini.
E nestes dois volumes não tem nada fácil não, só pedreira. Só a versão da “Hammerklavier” já vale a aquisição de toda a caixa. Pollini estava muito inspirado quando sentou na frente do piano para encarar essa obra prima do repertório pianístico. Ouvir estas últimas quatro sonatas é quase uma experiência mística. E o diferencial de outras interpretações igualmente boas é exatamente Pollini. É um músico diferenciado, daqueles que eu facilmente enquadraria na categoria de gênio, como comentei em postagem anterior, ao lado de Rubinstein, Richter, Michelangeli. Se não tivesse gravado outra coisa além destas quatro últimas sonatas já bastaria para enquadrá-lo entre os grandes.

Ludwig van Beethoven (1770-1827): Complete Piano Sonatas – CDs 7 e 8 de 8 – Maurizio Pollini

CD 1
1 Sonata in E flat major op. 81a – 1. Das Lebewohl (Les Adieux). Adagio – Allegro
2 Sonata in E flat major op. 81a – 2.  Abwesenheit (L’Absence). Andante espressivo
3 Sonata in E flat major op. 81a – 3. Das Wiedersehn (Le Retour). Vivacissimamente
4 Sonata in E minor op. 90 – 1. Mit Lebhaftigkeit und durchaus mit Empfindung und Ausdruck
5 Sonata in E minor op. 90 – 2. Nicht zu geschwind und sehr singbar vorzutragen
6 Sonata in B flat major op. 106, ‘Hammerklavier’ – 1.  Allegro
7 Sonata in B flat major op. 106, ‘Hammerklavier’ – 2. Scherzo. Assai vivace
8 Sonata in B flat major op. 106, ‘Hammerklavier’ – 3. Adagio sostenuto. Appassionato e con molto sentimento
9 Sonata in B flat major op. 106, ‘Hammerklavier’ – 4. Largo – Allegro risoluto

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CD 2
1 Sonata in A major Op.101 – 1. Etwas lebhaft und mit der innigsten Empfindung. Allegretto, ma non troppo
2 Sonata in A major Op.101 – 2. Lebhaft, marschmaessig. Vivace alla Marcia
3 Sonata in A major Op.101 – 3. Langsam und sehnsuchtsvoll. Adagio, ma non troppo, con affetto – attacca
4 Sonata in A major Op.101 – 4. Geschwinde, doch nicht zu sehr und mit Entschlossenheit. Allegro
5 Sonata in E major Op.109 – 1. Vivace, ma non troppo
6 Sonata in E major Op.109 – 2. Prestissimo
7 Sonata in E major Op.109 – 3. Gesangvoll, mit innigster Empfindung. Andante molto cantabile ed espressivo
8 Sonata in A flat major Op. 110 – 1. Moderato cantabile molto espressivo
9 Sonata in A flat major Op. 110 – 2. Allegro molto
10 Sonata in A flat major Op. 110 – 3. Adagio, ma non troppo – Fuga. Allegro, ma non troppo
11 Sonata in C minor Op. 111 – 1. Maestoso – Allegro con brio ed appassionato
12 Sonata in C minor Op. 111 – 2. Arietta. Adagio molto semplice e cantabile

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Maurizio Pollini – Piano

Não sei vocês, mas PQP ama este homem.

Não sei vocês, mas PQP ama este homem.

FDP

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Beethoven : Missa Solemnis, op. 123 : tributo ao maestro Roberto Schnorrenberg (2/2)

oglweaMissa Solemnis, op. 123
Coro e Orquestra do 8º Festival Internacional de Música do Paraná

Missa Solemnis! Beethoven! Linda postagem para um domingo de Páscoa, não?

Sim, linda! Só que… não duvido que alguns leitores (felizmente não muitos) sejam capazes de se decepcionar no momento seguinte: “Ah, imagina ouvir Beethoven gravado no Brasil!”

Pois essa é uma das principais intenções desta postagem e da imediatamente anterior (publicada originalmente em janeiro): combater o complexo-de-vira-lata. Pois se trata, sim, de realizações de altíssimo nível – e a carreira de publicações do monge Ranulfus neste blog deve lhes dar uma ideia de que ele não é tão sem base pra avaliar.

Tanto que ele admite, para começar, uma deficiência nesta gravação: a captação do som, que privilegiou demais @s solistas, deixando muito ao fundo o coro, que deveria ser a estrela maior – isso sem desmerecer o trabalho impecável das duas argentinas e dos dois brasileiros nos solos!

Mas a estrela maior de uma obra sinfônica é mesmo o regente. E aí ouso dizer que, entre os brasileiros, antes dos mais recentes como Neschling, Minczuk (que eram alunos neste festival) e Tibiriçá, eu mesmo não ouvi regência sinfônica melhor que a do nosso querido Schnô, como o chamávamos (pois cantei em pelo menos três concertos e quatro obras de fôlego sob regência dele – inclusive nesta). Falam muito de Eleazar de Carvalho mas, sinceramente, o que cheguei a ouvir não chegou a me convencer como o Schnô. Desde que vocês não esperem dele pirotecnias: esperem uma concepção equilibrada, madura, que serve à escrita do compositor e não a quaisquer estrelismos. Acompanhem, por exemplo, o Crucifixus a partir dos 6m33s do Credo (faixa 3), especialmente a textura em pianíssimo a partir de 8m48s: quem ousaria me dizer que isso é uma realização de segunda? E isso com um coral de estudantes preparado em menos de um mês!

Quanto à Missa Solemnis em si: é só pesquisar um pouco e vocês encontraram informação muito mais consistente do que eu poderia fornecer – a começar pela de que foi pensada como peça de concerto, e não para efetivo uso litúrgico – mas alinhavo aqui algumas observações pessoais (e portanto fortemente sujeitas a contestação):

Acreditem, não sou um idólatra de Beethoven. Gosto demais, mas não o vejo como Deus, e também ouso ser crítico. Pra mim foi, p.ex., um alívio saber que ninguém menos que Stravinski também achava a Nona Sinfonia caótica, e não a obra prima que todos acham indispensável repetir que é. Ouso dizer que prefiro muitíssimo a Fantasia Coral, que muitos consideram um mero exercício no caminho da Nona. Já quanto a esta Missa, acho que ela cresce a cada minuto de sua duração. Termina efetivamente sublime. Mas começa fraca (repito: no meu sentir pessoal). O Kyrie/Christe me parece quase composto por obrigação, já que toda missa tem que ter um.

Gloria e Credo são textos longos, que dizem muitas coisas diferentes, e terminam sendo sempre fragmentários quando o compositor busca ser ilustrativo. Para entender as tantas mudanças bruscas, só acompanhando o texto. Desses dois, gosto mais do Credo – talvez até porque tenho sentimentos muito esquisitos frente a qualquer ideia de “glória”.

Mas em seguida vêm o Sanctus/Benedictus e o Agnus Dei (faixas 4 e 5) – e aí eu baixo a crista diante de uns 30 minutos que estão entre o que eu conheço de mais sublime em música. Peguem só a textura criada pelas cordas a partir de 3m30s da faixa 5, e aí acompanhem a entrada do violino aos 5m10s, lá nas alturas como “o que vem em nome do Senhor”, para falar coisas lindas e consoladoras pelos 10 minutos seguintes…

E aí vem o Agnus, que – vocês sabem – se restringe a duas súplicas, a primeira das quais repetida: “Cordeiro de Deus, que carregas os pecados do mundo, tem misericórdia de nós” e “Cordeiro de Deus, que carregas os pecados do mundo, dá-nos PAZ”. Dessas três súplicas que são duas, titio Ludovico gerou 15 de seus mais sublimes minutos. Especialmente digno de nota, para terminar: depois de já ter apresentado o texto todo, aos 8m31s entreouvem-se toques de guerra, e Beethoven – que presenciou toda a devastação da Europa por Napoleão e tantos outros – retoma a súplica por misericórdia quase com desespero -, processo retomado com outras notas aos 11m20.

Mas, aqui entre nós, não consigo deixar de pensar que é um tanto patético pedir a paz a um ser além da humanidade, se quem faz a guerra somos nós mesmos.

Ou… será que somos mesmo nós? Ou será que muitas vezes não nos restou pedir a paz a algum poder de outro mundo, já que a guerra sempre foi imposta pelos que se autoinstituíram como poderosos neste, sem nos deixar escolha?

Taí: quem sabe eu consiga voltar a apreciar as missas como antigamente, se pensar que essa última súplica pode significar: QUE NÓS – GENTE COMUM – TENHAMOS O PODER DE ESCOLHER E FAZER VALER A PAZ.

Boa Páscoa, senhor@s. E agora com vocês, Beethoven. Por Schnorrenberg.

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Palhinha: ouçam 4. Missa Solemnis, op. 123 – 4: Sanctus, Benedictus

Ludwig van Beethoven (1770-1827)
Missa Solemnis op. 123
1. Missa Solemnis, op. 123 – 1: Kyrie
2. Missa Solemnis, op. 123 – 2: Gloria
3. Missa Solemnis, op. 123 – 3: Credo
4. Missa Solemnis, op. 123 – 4: Sanctus, Benedictus
5. Missa Solemnis, op. 123 – 5: Agnus Dei

8º Festival de Música de Curitiba e 8º Curso Internacional de Música do Paraná – 1975
Vinis 3 e 4 de 4
Coro e Orquestra do 8º Festival Internacional de Música do Paraná.
Maestro Roberto Schnorrenberg
Soprano: Maria Kallay
Contralto: Margarita Zimmermann
Tenor: Aldo Baldin
Baixo: Edilson Costa

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XLD RIP | FLAC 326,5 MB | HQ Scans 1,3 MB |

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MP3 320 kbps – 181,6 + 1,3 MB – 1h 15min
powered by iTunes 11.1.3

Boa audição.
macaco pensante

 

 

 

 

 

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Ranulfus: idealização, texto e integrante do Coral
Avicenna: digitalização do LP e mouse conductor

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Ludwig van Beethoven (1770-1827) – Piano Sonatas – Vol 7 e 8 de 10 – Ashkenazy

41zpyGh-RIL._SS500Ainda sem computador em casa, faço estas postagens nos raros momentos de tranquilidade no serviço, e claro, me aproveitando também da rápida velocidade da internet de fibra ótica do local.
Beethoven está em muito boas mãos nestas gravações do pianista Vladimir Ashkenazy  que, apesar de russo, tem cidadania islandesa. Outra hora conto a incrível história de sua vida, digna de ser filmada. E aqui nestes cds que ora vos trago só tem obras primas, como a ‘Waldstein’, ‘Apassionata’ e ‘Les Adieux’.

CD 7

01. Piano Sonata No.21 in C major, Op.53 ‘Waldstein’ (1803) I. Allegro con brio
02. II. Introduzione Molto adagio
03. III. Prestissimo
04. Piano Sonata No.22 in F major, Op.54 (1804) I. In tempo d’un menuetto
05. II. Allegretto
06. Piano Sonata No.23 in F minor, Op.57 ‘Appassionata’ (1805) I. Allegro assai
07. II. Andante con moto
08. III. Allegro ma non troppo – Presto
09. Piano Sonata No.24 in F-sharp major, Op.78 (1809) I. Adagio cantabile – Allegro ma non troppo
10. II. Allegro vivace

CD 8

01. Piano Sonata No.25 in G major, Op.79 (1809) I. Presto alla tedesca
02. II. Andante
03. III. Vivace
04. Piano Sonata No.26 in E-flat major, Op.81a ‘Les Adieux’ (1810) I. Adagio – Allegro
05. II. Andante espressivo
06. III. Vivacissimamente
07. Piano Sonata No.27 in E minor, Op.90 (1814) I. Mit Lebhaftigkeit und durchaus mit Empfindung und Ausdruck
08. II. Nicht zu geschwind und sehr singbar vorgetragen
09. Piano Sonata No.28 in A major, Op.101 (1816) I. Etwas lebhaft, und mit der innigsten Empfindung
10. II. Lebhaft. Marschmabig
11. III. Langsam und sehnsuchtsvoll – Geschwind, doch nicht zu sehr und mit Entschlossenheit

Vladimir Ashkenazy – Piano

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CD 8 – BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE

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Beethoven, Hassler, Penalva, Henrique de Curitiba, Edino Krieger, Krzysztof Meyer: tributo ao maestro Roberto Schnorrenberg (1/2)

oglwea8º Festival de Música de Curitiba
1975

Em janeiro de 2016 Curitiba realizou sua 34.ª Oficina de Música anual. Notável, não? Mas seria ainda mais caso se contassem junto os nove “Festivais” realizados antes, ano a ano de 1965 a 1970, e depois em 74, 75 e 77, todos (exceto o de 74) com a apaixonada direção de Roberto Schnorrenberg.

Apaixonada e competentíssima! Schnorrenberg, que nos deixou em 1983, com apenas 54 anos, era um músico extraordinário. Eu, monge Ranulfus, posso testemunhar porque estava lá nos três últimos festivais (como vocês poderão perceber distinguindo minha maviosa e inconfundível voz em meio às outras seiscentas do coral, na segunda postagem desta série…)

Figura inesquecível, “o Schnô” – suas fúrias teatrais nos ensaios: “trrrrogloditas!” para os baixos, “galinááááceas!” para as sopranos. Nos atuais tempos mal humorados isso talvez lhe tivesse rendido algum processo, mas a verdade é que só nos divertia e estimulava.

Mas não era só onda: neste país em que tanta realização musical ainda permanece no nível das excelentes intenções mas afinação nem tanto – para ficar só no mais elementar – é vitalmente necessário resgatar e preservar os sons produzidos sob a batuta de Schorrenberg e seus amigos – gente que a partir do Collegium Musicum e da Escola Livre de Música Pro Arte iluminou a vida musical de São Paulo nos anos 50 e 60, e de quebra também a de Curitiba e muitos lugares mais.

Quatro discos de vinil documentaram uma fração da música que se fez em Curitiba naquele janeiro de 1975 – tudo ensaiado em um mês, ou menos, por músicos vindos dos mais diversos lugares – profissionais os instrumentistas e solistas vocais, amadores os coralistas. Mestre Avicenna teve um trabalho hercúleo para digitalizá-los e limpar os ruídos. Em uns poucos casos sobrou um resíduo impossível de eliminar, como no final do 2º movimento da Pastoral, mas mesmo assim, @s senhor@s hão de convir: isso não é uma realização menor da Pastoral, que possa ser esquecida.

Com a exceção do belo salmo cromático de Hassler, o segundo bloco é só de autores contemporâneos – que estiveram todos presentes e lecionando nesse mesmo festival. Muitas obras, de brasileiros e estrangeiros, estreavam nessas ocasiões – a exemplo da “Metánoia” do Padre Penalva, que no festival seguinte ganharia a companhia de “Dóxa” e “Eiréne”, sob o nome conjunto de “Agápe”. O polonês Krzysztof Meyer, que comparece aqui com um quarteto de cordas de altíssima qualidade (para quem já aprendeu a ouvir a música mais experimental do século XX) estrearia seu “Concerto Retrô” no festival do ano seguinte – cujo registro ainda hei de postar.

O Estudo Aberto de Henrique de Curitiba não impressiona muito na gravação: sua intenção era observar as mudanças de textura com os diferentes músicos se deslocando no palco. A obra brasileira mais bem sucedida aqui me parece ser a de Edino Krieger – pois a do Padre Penalva… ah, que drama: as texturas corais e instrumentais dessa obra são admirabilíssimas, coisa de Penderecki – mas confesso que não aguento ouvi-la – isso porque se há modalidade artística em que o Brasil me parece realmente fraco, incompetente de tudo, é a da locução artística, tanto solo quanto coral [jogral]. Alemães sabem fazer isso como grande arte; acho que precisaríamos de anos de treinamento com eles para realizar adequadamente um obra desta complexidade. O que ouço em matéria de texto falado é constrangedor (ainda mais lembrando que é minha uma das vozes que engrolam “Miserere mei, Deus…” logo no início. Bota misericórdia nisso!). Mesmo assim recomendo a vocês no mínimo zapearem pela obra e conferirem as texturas de que falei.

Enfim, senhor@s, divirtam-se com estes vinis 1 e 2. Logo voltaremos à carga com os 3 e 4: a Missa Solemnis Op.123, de vocês-sabem-quem. Aguardem!

8º CURSO INTERNACIONAL DE MÚSICA DO PARANÁ  e
8º FESTIVAL DE MÚSICA DE CURITIBA   (1975)
Postagem 1/2

• VINIL 1/4

Ludwig van Beethoven (1770-1827)
Sinfonia No.6 em Fá maior, op.68 ‘Pastoral’
1. Despertar de alegres emoções ao chegar ao campo – Allegro ma non troppo
2. Cena junto ao regato – Andante con moto
3. Convívio divertido da povo da roça – Allegro
4. Tempestade – Allegro
5. Cantos dos pastores: sentimentos de alegria e gratidão após a tempestade – Allegretto
Orquestra do 8º Festival de Música de Curitiba – Reg. Roberto Schnorrenberg

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MP3 320 kbps – 111,4 + 1,3 MB – 1h 23min

• VINIL 2/4

1. Hans Leo Hassler (1564-1612):
    Salmo 119, v.1-2: Ad Dominum cum tribulare clamavi
(faixa incluída originalmente no vinil 1/4)
2. Pe. José de Almeida Penalva (Campinas, 1924 – Curitiba, 2002)
    Metánoia (1ª versão)
Madrigal dos Alunos do 8º Curso Internacional de Música do Paraná.
Narração: Pe. Nereu Teixeira. Regência: Henrique Gregori

3-4. Henrique de Curitiba (Zbigniew Henrique Morozowicz) (Curitiba, 1934-2008)
    Estudo Aberto
Faixa 3: Primeira posição / Improviso
Faixa 4: Segunda posição / Final
Flauta: Norton Morozowicz
Clarinete: Daniel Blech
Fagote: Noel Devos

5. Edino Krieger (Brusque, SC, 1928)
    Estro Armonico
Orquestra do 8º Festival de Música de Curitiba.
Regência: Roberto Schnorrenberg

6. Krzysztof Meyer
(Kraków, Polônia, 1943)
    Quarteto de Cordas nº 4, op. 33 (1973):
I. Preludio interroto – II. Ostinato – III. Elegia e Conclusione
Quarteto Wilanow
Violino: Tadeusz Gadzina
Violino: Pawel Losakiewicz
Viola: Arthur Paciorkiewics
Violoncelo: Wojciech Walasek

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MP3 320 kbps – 119,1 + 1,3 MB – 42min

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PALHINHA: ouça 5. Estro Armonico (Edino Krieger)
com a Orquestra Sinfônica Nacional da Rádio MEC

Boa audição!

jaula-casca-ovo

 

 

 

 

 

 

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Ranulfus: idealização e texto
Avicenna: digitalização do LP e mouse conductor

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Ludwig van Beethoven (1770-1827): Complete Piano Sonatas – CDs 5 e 6 de 8 – Maurizio Pollini

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Muitos me perguntam o motivo que de não postar mais de um volume de cada vez quando disponibilizo estas coleções maiores. Respondo que assim se pode apreciar melhor cada cd. E quando se trata de Maurizio Pollini interpretando as sonatas de Beethoven, aí então é que as postagens devem ficar mais distantes entre si.

Hoje, excepcionalmente, postarei dois cds, A destacar nestes dois cds  a “Waldstein”, gravada ao vivo, com direito a aplausos e tudo no templo sagrado do Musikverein, em Viena, em fevereiro de 1997, ou seja, esta gravação está completando sua maioridade. E Pollini está totalmente a vontade, atingindo seu ápice na “Apassionata“, em um dos melhores registros que já ouvi. Sou quase que obrigado a citar esse longo parágrafo de Mainard Solomon, em sua biografia de Beethoven:

“Com as Sonatas Waldstein e Apassionata, op. 53 e op. 57, compostas principalmente em 1804 e 1805, Beethoven transpôs irrevogavelmente as fronteiras do estilo pianístico clássico, criando sonoridades e tessituras que nunca haviam sido antes obtidas. Ele deixou de limitar as dificuldades técnicas de suas sonatas para permitir a execução por amadores competentes, mas, pelo contrário, dilatou as potencialidades do instrumento e da técnica até seus limites exteriores. As dinâmicas foram grandemente ampliadas; as cores são fantásticas e luxuriantes, aproximando-se de sonoridades quase-orquestrais. (…) Cada uma das sonatas é em três movimentos mas em ambos os casos – especialmente no op. 53 – os movimentos lentos estão orgânicamente ligados aos finales, de modo a dar a impressão de obras em dois movimentos ampliados. Enquanto que a Waldstein fecha sobre a típica nota beethoveniana de jubilosa transcendência,a Apassionata mantém do começo ao fim uma incomum atmosfera trágica. (…)”.

Ludwig van Beethoven (1770-1827): Complete Piano Sonatas – CDs 5 e 6 de 8 – Maurizio Pollini

CD 5

1 Sonata in G major Op. 31 No. 1 – 1. Allegro vivace
2 Sonata in G major Op. 31 No. 1 – 2. Adagio grazioso
3 Sonata in G major Op. 31 No. 1 – 3. Rondo. Allegretto
4 Sonata in D minor Op. 31 No. 2 – 1. Largo – Allegro
5 Sonata in D minor Op. 31 No. 2 – 2. Adagio
6 Sonata in D minor Op. 31 No. 2 – 3. Allegretto
7 Sonata in E flat major Op. 31 No. 3 – 1. Allegro
8 Sonata in E flat major Op. 31 No. 3 – 2. Scherzo. Allegretto vivace
9 Sonata in E flat major Op. 31 No. 3 – 3. Menuetto. Moderato e grazioso
10 Sonata in E flat major Op. 31 No. 3 – 4. Presto con fuoco
11 Sonata in G minor Op. 49 No. 1 – 1. Andante
12 Sonata in G minor Op. 49 No. 1 – 2. Rondo. Allegro
13 Sonata in G major Op. 49 No. 2 – 1. Allegro, ma non troppo
14 Sonata in G major Op. 49 No. 2 – 2. Tempo di Menuetto

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CD 6

1 Sonata in C major Op. 53 ‘Waldstein’ – 1. Allegro con brio
2 Sonata in C major Op. 53 ‘Waldstein’ – 2. Introduzione. Adagio molto – attacca
3 Sonata in C major Op. 53 ‘Waldstein’ – 3. Rondo. Allegretto moderato – Prestissimo
4 Sonata in F major Op. 54 – 1. In tempo d’un Menuetto
5 Sonata in F major Op. 54 – 2. Allegretto
6 Sonata in F minor Op. 57 – 1. Allegro assai
7 Sonata in F minor Op. 57 – 2. Andante con moto – attacca
8 Sonata in F minor Op. 57 – 3. Allegro, ma non troppo – Presto
9 Sonata in F sharp major Op. 78 – 1. Adagio cantabile – Allegro, ma non troppo
10 Sonata in F sharp major Op. 78 – 2. Allegro vivace
11 Sonata in G major Op. 79 – 1. Presto alla tedesca
12 Sonata in G major Op. 79 – 2. Andante
13 Sonata in G major Op. 79 – 3. Vivace

CD 6 – BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE

Maurizio Pollini – Piano

Hoje tem Waldstein, maninho!

Hoje tem Waldstein, maninho!

FDP

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Ludwig van Beethoven (1770-1827): Complete Piano Sonatas – CD 4 de 8 – Maurizio Pollini

IM-PER-DÍ-VEL !!!

“Maravilha das maravilhas! O drama humano e a beleza pura postos em suas reais dimensões.” Francisco Marshall.

O autor desta frase é amigo de nosso mentor, PQPBach, e creio que basta para sintetizar o que significa esta integral das sonatas de Beethoven interpretadas por Maurizio Pollini. E podemos sentir o que ela significa a partir dos primeiros momentos do tema original que dá origem às variações no op. 26, gravação esta realizada ao vivo em 1997 e até então guardada a sete chaves nos cofres da DG. Maurizio Pollini alcançou um nível de excelência que transcende tudo o que já ouvimos. A namorada de PQPBach, violinista de uma importante orquestra brasileira, comentou com este que vos escreve que ouvir Pollini é uma experiência de vida única. Ela disse isso por ter tido a oportunidade de estar presente a um recital do pianista italiano ano passado em Londres, poucos dias após a morte de Claudio Abbado, amigo pessoal de Polllini por décadas. Nós, pobres mortais, temos de nos satisfazer em apenas ouvi-lo e imaginar a sensação em uma sala de concertos.

Deleitem-se, então, pobres mortais e apreciem a arte em seu mais alto grau de expressão.

Ludwig van Beethoven (1770-1827): Complete Piano Sonatas – CD 4 de 8 – Maurizio Pollini

1 – Sonata in A flat major Op. 26 – 1. Andante con Variazioni
2 – Sonata in A flat major Op. 26 – 2. Scherzo. Allegro molto
3 – Sonata in A flat major Op. 26 – 3. Marcia funebre sulla morte d’un Eroe. Maestoso andante
4 – Sonata in A flat major Op. 26 – 4. Allegro
5 – Sonata in C sharp minor Op. 27 No. 2 Sonata quasi una fantasia – 1. Adagio sostenuto – attacca
6 – Sonata in C sharp minor Op. 27 No. 2 Sonata quasi una fantasia – 2. Allegretto – attacca
7 – Sonata in C sharp minor Op. 27 No. 2 Sonata quasi una fantasia – 3. Presto agitato
8 – Sonata in D major Op. 28 – 1. Allegro
9 – Sonata in D major Op. 28 – 2. Andante
10 – Sonata in D major Op. 28 – 3. Scherzo. Allegro vivace
11 – Sonata in D major Op. 28 – 4. Rondo. Allegro, ma non troppo
12 – Sonata in E flat major Op. 27 No. 1 Sonata quasi una fantasia – 1. Andante – Allegro – Tempo I – attacca
13 – Sonata in E flat major Op. 27 No. 1 Sonata quasi una fantasia – 2. Allegro molto e vivace – attacca
14 – Sonata in E flat major Op. 27 No. 1 Sonata quasi una fantasia – 3. Adagio con espressione – attacca
15 – Sonata in E flat major Op. 27 No. 1 Sonata quasi una fantasia – 4. Allegro vivace

Maurizio Pollini – Piano

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Deus com a mão no queixo.

Deus com a mão no queixo.

FDP Bach

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Ludwig van Beethoven (1770-1827): Complete Piano Sonatas – CD 3 de 8 – Maurizio Pollini

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Mais um CD desta bela coleção, para alegrar o coração de PQPBach, que neste momento está curtindo suas merecidas férias, em alguma praia neste imenso litoral brasileiro. Mas ele nos confidenciou que estará conectado o tempo todo, acompanhando o que está acontecendo por aqui.

Então, neste terceiro CD temos as três sonatas de op. 10, e uma de minhas obras favoritas do repertório, não apenas beethovenniano, mas também pianístico, a Sonata “Patética” , uma verdadeira montanha russa de emoções. Com certeza, uma das grandes realizações do ser humano. Estes registros foram realizados em 2002.

AH, podem apreciar sem moderação. Vossos corações agradecem.

Ludwig van Beethoven (1770-1827) – Piano Sonatas – CD 3 de 9 – Maurizio Pollini

1 Piano Sonata No.5 in C minor, Op.10 No.1I. Allegro molto e con brio
2 Piano Sonata No.5 in C minor, Op.10 No.1II. Adagio molto
3 Piano Sonata No.5 in C minor, Op.10 No.1III. Finale. Prestissimo
4 Maurizio Pollini – Piano Sonata No.6 in F major, Op.10 No.2I. Allegro
5 Piano Sonata No.6 in F major, Op.10 No.2II. Allegretto
6 Piano Sonata No.6 in F major, Op.10 No.2III. Presto
7 Piano Sonata No.7 in D major, Op.10 No.3I. Presto
8 Piano Sonata No.7 in D major, Op.10 No.3II. Largo e mesto
9 Piano Sonata No.7 in D major, Op.10 No.3III. Menuetto. Allegro
10 Piano Sonata No.7 in D major, Op.10 No.3IV. Rondo. Allegro
11 Piano Sonata No.8 in C minor, Op.13“Pathetique”I. Grave–Allegro di molto e con brio
12 Piano Sonata No.8 in C minor, Op.13“Pathetique”II. Adagio cantabile
13 Piano Sonata No.8 in C minor, Op.13“Pathetique”III. Rondo. Allegro

Maurizio Pollini – Piano

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Pollini começando a ficar calvinho.

Pollini começando a ficar calvinho.

FDP

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Ludwig van Beethoven (1770-1827): Complete Piano Sonatas – CD 2 de 8 – Maurizio Pollini

IM-PER-DÍ-VEL !!!

E Pollini continua sua epopeica jornada encarando as sonatas para piano de Beethoven. Neste segundo CD temos aqui as duas sonatas de op. 14, a de op. 7 e a de op. 22. Uma curiosidade a respeito da Sonata nº4 op. 7: Beethoven a considerava seu melhor trabalho de juventude, lembrando que ela foi escrita quando o compositor ainda não completara 30 anos. E aqui ele inova com o pungente e expressivo Segundo Movimento, um ‘Largo, com gran espressione’.

Ludwig van Beethoven (1770-1827) – Complete Piano Sonatas – CD 2 de 8 – Maurizio Pollini

1 Piano Sonata No.4 in E flat major, Op.7 – 1. Allegro molto e con brio
2 Piano Sonata No.4 in E flat major, Op.7 – 2. Largo, con gran espressione
3 Piano Sonata No.4 in E flat major, Op.7 – 3. Allegro
4 Piano Sonata No.4 in E flat major, Op.7 – 4. Rondo. Poco allegretto e grazioso

5 Piano Sonata No.9 in E major, Op.14 No.1 – 1. Allegro
6 Piano Sonata No.9 in E major, Op.14 No.1 – 2. Allegretto
7 Piano Sonata No.9 in E major, Op.14 No.1 – 3. Rondo. Allegro comodo

8 Piano Sonata No.10 in G major, Op.14 No.2 – 1. Allegro
9 Piano Sonata No.10 in G major, Op.14 No.2 – 2. Andante
10 Beethoven Piano Sonata No.10 in G major, Op.14 No.2 – 3. Scherzo. Allegro assai

11 Piano Sonata No.11 in B flat major, Op.22 – 1. Allegro con brio
12 Piano Sonata No.11 in B flat major, Op.22 – 2. Adagio con molto espressione
13 Piano Sonata No.11 in B flat major, Op.22 – 3. Menuetto
14 Piano Sonata No.11 in B flat major, Op.22 – 4. Rondo. Allegretto

Maurizio Pollini – Piano

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Já fomos jovens, né, Pollini?

Já fomos jovens, né, Pollini?

FDP

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Ludwig van Beethoven (1770-1827) – Piano Sonatas – Vol 4, 5 e 6 de 10 – Ashkenazy

41zpyGh-RIL._SS500PQPBach está postando a integral do seu Deus Maurizio Pollini interpretando Beethoven. Então, eis um bom momento para fazer as devidas comparações com Vladimir Ashkenazy.

Sem mais para o momento, subscrevemo-nos …

 

cd 4

01 – Piano Sonata No.11 in B-flat major, Op.22 (1800)_ I. Allegro con brio
02 – II. Adagio con molto espressione
03 – III. Menuetto
04 – IV. Rondo_ Allegretto
05 – Piano Sonata No.12 in A-flat major, Op.26 (1801)_ I. Andante con variazioni
06 – II. Scherzo & Trio_ Allegro molto
07 – III. Marcia funebre sulla morte d’un eroe
08 – IV. Allegro
09 – Piano Sonata No.13 in E-flat major, Op.27, No.1 (1801)_ I Andante – Allegro
10 – II. Allegro molto e vivace
11 – III. Adagio con espressione
12 – IV. Allegro vivace – Presto

cd 5

01. Piano Sonata No.14 in C-sharp minor, Op.27, No.2 ‘Moonlight’ (1801) I. Adagio sostenuto
02. II. Allegretto & Trio
03. III. Presto agitato
04. Piano Sonata No.15 in D major, Op.28 (1801) I. Allegro
05. II. Andante
06. III. Scherzo & Trio Allegro vivace
07. IV. Rondo Allegro ma non troppo
08. Piano Sonata No.16 in G major, Op.31, No.1 (1802) I. Allegro vivace
09. II. Adagio grazioso
10. III. Rondo Allegretto

cd 6

01. Piano Sonata No.17 in D minor, Op.31, No.2 (1802) I. Largo – Allegro
02. II. Adagio
03. III. Allegretto
04. Piano Sonata No.18 in E-flat major, Op.31, No.3 (1802) I. Allegro
05. II. Scherzo Allegretto vivace
06. III. Menuetto & Trio Moderato e grazioso
07. IV. Presto con fuoco
08. Piano Sonata No.19 in G minor, Op.49, No.1 (1792) I. Andante
09. II. Rondo Allegro
10. Piano Sonata No.20 in G major, Op.49, No.2 (1792) I. Allegro ma non troppo
11. II. Tempo di menuetto

CD 4 BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE
CD 5 BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE
CD 6 BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE

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Ludwig van Beethoven (1770-1827): Complete Piano Sonatas – CD 1 de 8 – Maurizio Pollini

IM-PER-DÍ-VEL !!!

E Deus encarou e gravou as 32 sonatas de Beethoven!!! Creio que assim seria o título que  nosso querido PQP Bach daria para a postagem desta caixa recém saída dos fornos da Deutsche Grammophon. Maurizio Pollini, no alto de seus setenta e poucos anos de idade, encarou o desafio. Calma, o mestre não teria fôlego para tanto nesta altura da vida. Ainda mais quando se trata das últimas sonatas, verdadeiras provas de fogo para qualquer pianista, mesmo que este seja Maurizio Pollini. Então de acordo com as datas que constam no booklet, algumas são gravações bem recentes, outras, bem mais antigas. Em outras palavras, ele apenas concluiu um projeto de vida, digamos assim. O resultado? Bem, ainda estou ouvindo, mas do que ouvi até agora, vale cada centavo do investimento.

Para não perdermos o costume, vamos começar pelo começo, trazendo o primeiro cd com as três sonatas de op. 2.

Ludwig van Beethoven (1770-1827) – Complete Piano Sonatas – CD 1 de 8 – Maurizio Pollini

1 – Sonata No. 1 in F minor, Op. 2 nº1 – 1. Allegro
2 – Sonata No. 1 in F minor, Op. 2 nº1 – 2. Adagio
3 – Sonata No. 1 in F minor, Op. 2 nº1 – 3. Menuetto Allegretto
4 – Sonata No. 1 in F minor, Op. 2 nº1 – 4. Prestissimo
5 – Sonata No. 2 in A major, Op. 2 nº2 – 1. Allegro vivace
6 – Sonata No. 2 in A major, Op. 2 nº2 – 2. Largo appassionato
7 – Sonata No. 2 in A major, Op. 2 nº2. Scherzo Allegretto
8 – Sonata No. 2 in A major, Op. 2 nº2 – 4. Rondo Grazioso
9 – Sonata No. 3 in C major, Op. 2 nº3 – 1. Allegro con brio
10 – Sonata No. 3 in C major, Op. 2 nº3 – 2. Adagio
11 – Sonata No. 3 in C major, Op. 2 nº3 – 3. Scherzo Allegro
12 – Sonata No. 3 in C major, Op. 2 nº3 – 4. Allegro assai

Recording: Munich, Residenz, Herkulessaai, 9/2006

Maurizio Pollini – Piano

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BAIXE AQUI O BOOKLET COMPLETO — DOWNLOAD HERE THE COMPLETE BOOKLET

Pollini mais ou menos jovem

Pollini mais ou menos jovem

FDP

 

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Ludwig van Beethoven (1770-1827): Diabelli Variationen – Paul Lewis

O CD que estou trazendo para os senhores é novidade. Ainda nem foi lançado. Só no dia 14 estará à disposição para os senhores comprarem no site da amazon. A não ser que comprem em mp3.

Nosso mentor PQPBach ama essas pequenas miniaturas beethovenianas. E elas realmente são incríveis. Mais incríveis ainda quando estão sendo executadas por um dos grandes nomes do piano na atualidade, o queridinho das massas, Paul Lewis. E justiça seja feita, o cara é bom mesmo. Vide sua integral dos concertos para piano e das sonatas do mesmo Beethoven. Foi protegido de ninguém menos que Alfred Brendel, que dispensa apresentações. E grava pela Harmonia Mundi.

Como diz nosso colega Carlinus, que está viajando, uma boa apreciação.

1. 33 Variations on a Waltz by Diabelli, op.120: Thème. Vivace – Var. I. Alla Marcia maestoso
2 II. Poco allegro
3. Var. III. L’istesso tempo
4. Var. IV. Un poco più vivace
5. Var. V. Allegro vivace
6. Var. VI. Allegro ma non troppo e serioso
7. Var. VII. Un poco più allegro
8. Var. VIII. Poco Vivace
9. Var. IX. Allegro pesante e risoluto
10. Var. X. Presto
11. Var. XI. Allegretto
12. Var. XII. Un poco più moto
13. Var. XIII. Vivace
14. Var. XIV. Grave e maestoso
15. Var. XV. Presto scherzando
16. Var. XVI. Allegro
17. Var. XVII.
18. Var. XVIII. Poco Moderato
19.Var. XIX. Presto
20.Var. XX. Andante
21.Var. XXI. Allegro con brio – Meno allegro
22.Var. Xxii. Allegro Molto
23.Var. Xxiii. Allegro Assai
24.Var. Xxiv – Fughetta. Andante
25.Var. XXV. Allegro
26. Var. Xxvi.
27. Var. Xxvii. Vivace
28.Var. Xxviii. Allegro
29.Var. Xxix. Adagio Ma Non Troppo
30. Var. XXX. Andante, sempre cantabile
31.Var. Xxxi. Largo, Molto Espressivo
32.Var. Xxxii – Fuga. Allegro – Poco Adagio
33.Var. Xxxiii. Tempo Di Menuetto Moderato

Paul Lewis – Piano

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Hoje tô de mal com o piano.

Hoje tô de mal com o piano.

FDPBach

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Ludwig van Beethoven (1770-1827) – Piano Sonatas – Vol. 1, 2 e 3 de 10 – Vladimir Ashkenazy

41zpyGh-RIL._SS500Reconheço que nunca fui fã de Vladimir Ashkenazy, o prefiro em um repertório mais russo, digamos assim. Suas gravações de Rachmaninov são espetaculares, entre as melhores já realizadas. Mas quando se trata de Beethoven, aí dou-me ao direito de não gostar. Prefiro outros intérpretes.
Mas como assim, FDPBach? Não gostas do cara e estás postando a integral das sonatas de Beethoven com ele? Logo as que dizes não admirar? Pois é, a vida tem destas coisas. Estou sendo democrático e deixando ao cargo dos senhores de analisar a dita cuja. Tem momentos muito interessantes, por isso, fiquem a vontade para me criticar depois, dizendo que esta é melhor integral que já ouviram. Em minha defesa poderia dizer que estas gravações me foram apresentadas em momento desfavorável, eu diria, em um momento delicado e confuso de minha vida, e ela acabou por se tornar a trilha sonora daquele momento. Creio que no disco tinha a Sonata ao Luar, e talvez a Patética, mas não tenho certeza. Como disse, foi um momento de transição, e aquela abordagem não me apeteceu.

Mas vamos ao que viemos.

CD 1

01 – Piano Sonata No.1 in F minor, Op.2, No.1 (1795)_ I. Allegro
02 – II. Adagio
03 – III. Menuetto & Trio_ Allegretto
04 – IV. Prestissimo
05 – Piano Sonata No.2 in A major, Op.2, No.2 (1795)_ I. Allegro vivace
06 – II. Largo appassionato
07 – III. Scherzo & Trio_ Allegretto
08 – IV. Rondo. Grazioso
09 – Piano Sonata No.3 in C major, Op.2, No.3 (1795)_ I. Allegro con brio
10 – II. Adagio
11 – III. Scherzo & Trio_ Allegro
12 – IV. Allegro assai

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CD 2

01 -Piano Sonata No.4 in E-flat major, Op.7 (1797)_ I. Allegro molto e con brio
02 – II. Largo, con gran espressione
03 – III. Allegro
04 – IV. Rondo_ Poco allegretto e grazioso
05 – Piano Sonata No.5 in C minor, Op.10, No.1 (1798)_ I. Molto allegro e con brio
06 – II. Adagio molto
07 – III. Finale_ Prestissimo
08 – Piano Sonata No.6 in F major, Op.10, No.2 (1798)_ I. Allegro
09 – II. Allegretto
10 – III. Presto

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CD 3

01 – Piano Sonata No.7 in D major, Op.10, No.3 (1798)_ I. Presto
02 – II. Largo e mesto
03 – III. Menuetto
04 – IV. Rondo_ Allegro
05 – Piano Sonata No.8 in C minor, Op.13 ‘Pathetique’ (1798)_ I. Grave – Allegro di molto e con brio
06 – II. Adagio cantabile
07 – III. Rondo_ Allegro
08 – Piano Sonata No.9 in E major, Op.14, No.1 (1799)_ I. Allegro
09 – II. Allegretto
10 – III. Rondo_ Allegro commodo
11 – Piano Sonata No.10 in G major, Op.14, No.2 (1799)_ I. Allegro
12 – II. Andante
13 – III. Scherzo_ Allegro assai

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Vladimir Ashkenazy – Piano

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Ludwig van Beethoven (1770-1827): Sinfonia Nº 10 (sério!)

Beeth10— E daí, gata, tenho uma coisa pra te mostrar.

— Eu não curo reumatismo, viu?

— Nada disso, princesa, quero te mostrar aqueles motivos curtos e repetitivos.

— Repetitivos está OK, mas curtos…?

— Sim, e afirmativos.

— Em riste?

— Certamente! Vamos para aquele cantinho ali? Me parece mais adequado.

Os dois foram. A mulher já se preparava para os amassos quando o homem tirou um fone de ouvidos do bolso e um celular. Deixou tudo no ponto e introduziu levemente os fones no ouvido da mulher, que não entendia nada.

— É a 10ª de Beethoven.

A mulher fez uma cara de decepção e respondeu.

— Um, eu não estou aqui para ouvir eruditos, quero testosterona, meu! E, dois, Beethoven jamais chegou à décima, assim como tu jamais chegarias à 2ª, quiçá à 1ª!

— Nada disso. Acabam de remontar o primeiro movimento da décima.

— Quem?

— Um Cooper ou um Wyn qualquer coisa, não lembro.

— Vin? A propósito, podias ser um cavalheiro e pedir um vinho pra aquecer.

— Garçom!

— Então podemos retirar Beethoven da “Maldição da Décima”?

— O que é isso?

— Veio, tu não sabes que Bruckner, Mahler, Dvorargh, Beethoven e Spohr escreveram nove sinfonias e aí veio um raio e fulminou com todos? Isto é, com um de cada vez… Não sabia?

— Mas Mahler fez o Adagio da Décima.

— Sim, mas era um adagio, não tinha muita ação. Aquilo lá devia estar moribundo como o teu Ludwig van.

— Então a décima é perigosa? Pode matar?

— Sim, haja disposição para chegar lá…

— Eu tenho.

Ele bem que tentou, mas acabou por deixar a segunda inacabada. Ainda hoje se encontram.

Beethoven: 10ª Sinfonia (Fragmento- Gravado em 1993)

1. Symphony No. 10 in E flat (19:44)
2. A História da Décima de Beethoven (28:50)

London Symphony Orchestra
Wyn Morris

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La decima

PQP

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Ludwig van Beethoven (1770-1827): Sonatas para Piano — Op.2 No.3, Op.13 Pathétique, Op.28 Pastoral

Eu não sou tarado por essas sonatas de Beethoven — prefiro as sonatas mais, digamos, novas — , mas a grande estrela da Hyperion Angela Hewitt as toca tão bem que permaneci ouvindo o CD mesmo durante o jogo do Inter no fim-de-semana. Fiquei com o CD Player ligado ouvindo a Hewitt enquanto via o Inter na TV montar sua pilhinha de gols no Grêmio. A A TV sem som, claro, para não ouvir as imbecilidades dos comentaristas. Nos dois casos houve vitória, aqui bem mais fácil do que em campo, pois Angie não foi obrigada — ainda bem — a bater pênaltis.

Mesmo com um olho no jogo, pude notar o senso de estilo de uma pianista tão afeita aos barrocos quanto a Ravel. Sua Patética, olha, saiu boa demais. Ouvi duas vezes as duas primeiras sonatas; na terceira já estava mais preocupado com a partida. Mas confiram porque é biscoito fino!

Ludwig van Beethoven (1770-1827): Sonatas para Piano — Op.2 No.3, Op.13 Pathétique, Op.28 Pastoral

1. No.15 in D, Op.28 ‘Pastoral’: I. Allegro
2. No.15 in D, Op.28 ‘Pastoral’: II. Andante
3. No.15 in D, Op.28 ‘Pastoral’: III. Scherzo: Allegro vivace
4. No.15 in D, Op.28 ‘Pastoral’: IV. Rondo: Allegro ma non troppo

5. No.8 in c, Op.13 ‘Pathétique’: I. Grave – Allegro di molto e con brio
6. No.8 in c, Op.13 ‘Pathétique’: II. Adagio cantabile
7. No.8 in c, Op.13 ‘Pathétique’: III. Rondo: Allegro

8. No.3 in C, Op.2/3: I. Allegro con brio
9. No.3 in C, Op.2/3: II. Adagio
10. No.3 in C, Op.2/3: III. Scherzo: Allegro
11. No.3 in C, Op.2/3: IV. Allegro assai

Angela Hewitt, piano

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Beethoven -- em foto de 1992 -- é o que está com a língua de fora

Beethoven — em foto de 1992 — é o que está com a língua de fora

PQP

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Ludwig van Beethoven (1770-1827): Sonatas para Piano

Beethoven Foldes

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Andor Foldes (1913-1992) foi um daqueles húngaros notáveis do início do século passado. Fricsay, Reiner, Dorati, Solti, Ormandy, Kodály, Bartók, Anda, Cziffra… Quem mais, dentro os pequenos países, teve uma geração como essa? E ela seguiu com brilho na segunda metade do século XX. Aqui, direto dos tesouros da Deutsche Grammophon, temos Foldes esmerilhando algumas Sonatas de Beethoven. Raramente pude ouvir gravações melhores, principalmente das primeiras Sonatas. Foldes esteve sempre muito próximo à música de seu contemporâneo Béla Bartók, então achei que ia gostar mais das Sonatas mais modernas de Beethoven. Mas não, admirei as primeiras. É que depois de ouvir Pollini nas últimas Sonatas não tem mais jeito. Mas Foldes foi um monstro!

Ludwig van Beethoven (1770-1827): Sonatas para Piano

CD 1
1 Piano Sonata No.8 in C minor, Op.13 -“Pathétique”: 1. Grave – Allegro di molto e con brio
2 Piano Sonata No.8 in C minor, Op.13 -“Pathétique”: 2. Adagio cantabile
3 Piano Sonata No.8 in C minor, Op.13 -“Pathétique”: 3. Rondo (Allegro)

4 Piano Sonata No.15 In D, Op.28 -“Pastorale”: 1. Allegro
5 Piano Sonata No.15 In D, Op.28 -“Pastorale”: 2. Andante
6 Piano Sonata No.15 In D, Op.28 -“Pastorale”: 3. Scherzo. Allegro vivace
7 Piano Sonata No.15 In D, Op.28 -“Pastorale”: 4. Rondo. Allegro ma non troppo

8 Piano Sonata No.17 In D Minor, Op.31 No.2 -“Tempest”: 1. Largo – Allegro
9 Piano Sonata No.17 In D Minor, Op.31 No.2 -“Tempest”: 2. Adagio
10 Piano Sonata No.17 In D Minor, Op.31 No.2 -“Tempest”: 3. Allegretto

11 Piano Sonata No.21 in C, Op.53 -“Waldstein”: 1. Allegro con brio
12 Piano Sonata No.21 in C, Op.53 -“Waldstein”: 2. Introduzione (Adagio molto)
13 Piano Sonata No.21 in C, Op.53 -“Waldstein”: 3. Rondo (Allegretto moderato – Prestissimo)

CD2
1 Piano Sonata No.23 in F minor, Op.57 -“Appassionata”: 1. Allegro assai
2 Piano Sonata No.23 in F minor, Op.57 -“Appassionata”: 2. Andante con moto
3 Piano Sonata No.23 in F minor, Op.57 -“Appassionata”: 3. Allegro ma non troppo

4 Piano Sonata No.26 In E Flat, Op.81a -“Les adieux”: 1. Das Lebewohl (Adagio – Allegro)
5 Piano Sonata No.26 In E Flat, Op.81a -“Les adieux”: 2. Abwesenheit (Andante espressivo)
6 Piano Sonata No.26 In E Flat, Op.81a -“Les adieux”: 3. Das Wiedersehen (Vivacissimamente)

7 Piano Sonata No.28 in A, Op.101: 1. Etwas lebhaft und mit der innigsten Empfindung (Allegretto ma non troppo)
8 Piano Sonata No.28 in A, Op.101: 2. Lebhaft, marschmäßig (Vivace alla marcia)
9 Piano Sonata No.28 in A, Op.101: 3. Langsam und sehnsuchtsvoll (Adagio ma non troppo, con affetto)
10 Piano Sonata No.28 in A, Op.101: 4. Geschwind, doch nicht zu sehr und mit Entschlossen- heit (Allegro)

11 Piano Sonata No.30 in E, Op.109: 1. Vivace, ma non troppo – Adagio espressivo – Tempo I
12 Piano Sonata No.30 in E, Op.109: 2. Prestissimo
13 Piano Sonata No.30 in E, Op.109: 3. Gesangvoll, mit innigster Empfindung (Andante molto cantabile ed espressivo)

Andor Foldes, piano

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Grande Foldes!!!

Grande Foldes!!!

PQP

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Ludwig van Beethoven (1770-1827): Sonatas para Violoncelo (completas)

Nesta gravação, Steven Isserlis, juntamente com seu colaborador habitual, o pianista Robert Levin, apresenta as obras completas de Beethoven para violoncelo e piano, incluindo o arranjo de Beethoven para a sua Sonata para Trompa. O uso do pianoforte abre uma riqueza de possibilidades sonoras para essas obras. As cinco sonatas de violoncelo abrangem todas as fases de composição de Beethoven e, creio, são o ciclo mais importante de sonatas de violoncelo de todo o repertório. Isserlis escreve que o compositor “primeiro transforma o violoncelista num virtuoso confiante da forma clássica e, em seguida, um místico explorando estranhos mundos novos de beleza sobrenatural”. Não chego a ser apaixonado por estas Sonatas, mas a Op. 102, Nº 2, é fodíssima. Vale a pena,

Ludwig van Beethoven (1770-1827): Sonatas pata Violoncelo (completas)

CD 1 79:50

Cello Sonata In F Major Op 5 No. 1
1.1 Adagio Sostenuto 2:47
1.2 Allegro 14:11
1.3 Allegro Vivace 7:05

Cello Sonata In G Minor Op 5 No. 2
1.4 Adagio Sostenuto Ed Expressivo 5:19
1.5 Allegro Molto Più Tosto Presto 14:12
1.6 Rondo: Allegro 9:16

Cello Sonata In A Major Op 69
1.7 Allegro, Ma Non Tanto 12:35
1.8 Scherzo: Allegro Molto 5:24
1.9 Adagio Cantabile 1:30
1.10 Allegro Vivace 7:28

CD 2 79:08

Cello Sonata In C Major Op 102 No. 1
2.1 Andante 2:53
2.2 Allegro Vivace 5:11
2.3 Adagio Tempo D’andante 3:15
2.4 Allegro Vivace 4:28

Cello Sonata In D Major Op 102 No. 2
2.5 Allegro Con Brio 6:43
2.6 Adagio Con Molto Sentimento D’affetto 8:12
2.7 Allegro – Allegro Fugato 4:34
2.8 Variations In G Major On “See The Conqu’ring Hero Comes” From Handel’s Judas Maccabacus Wo 045 11:24
2.9 Variations In F Major On “Ein Mädchen Oder Weibchen” From Mozart’s Die Zauberflöte Op 66 9:17
2.10 Variations In E Flat Major On”Bei Männern, Weiche Liebe Fühlen” From Mozart’s Die Zauberflöte Wo 046 8:54

Horn Sonata In F Major Op 17, Arranged For Cello And Piano
2.11 Allegro Moderato 7:50
2.12 Poco Adagio, Quasi Andante 1:19
2.13 Rondo: Allegro Moderato 5:05

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Oi? | Arte de Sergio Artigas (http://artigas.deviantart.com/art/Ludwig-van-Beethoven-07-152989423)

Oi? | Arte de Sergio Artigas (http://artigas.deviantart.com/art/Ludwig-van-Beethoven-07-152989423)

PQP

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Ludwig van Beethoven (1770-1827): Concerto para Violino, Op. 61 / Romances

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Posso ser polêmico? Pois, para mim, esta gravação ao vivo é a melhor deste célebre concerto. Mas talvez não deva ser a primeira versão a ser ouvida por um jovem ouvinte. A interpretação pessoalíssima vem de uma Mutter madura e ousada, que tem desagradado os conservadores em função da “jazzificação” de seus solos. Sim, sua interpretação desta grande obra-prima está a léguas da ortodoxia. Eu entendo essas pessoas em seu desconforto. Elas querem mais do mesmo e cada vez mais perfeito, tudo bem longe de quaisquer riscos. Aí aparece Mutter e vira tudo de cabeça para baixo. E tais ouvintes parecem não captar a diferença entre uma improvisação altamente artística e a vulgaridade. Beethoven era uma alma romântica presa em uma moldura clássica e, se voltasse hoje, acho que adoraria ouvir as improvisações da genial Mutter. O que Mutter fez foi projetar uma peça de música celestial para a paisagem onde nós, mortais, vivemos. Sou muito grato.

Beethoven: Violin Concerto In D, Op.61
1 Allegro ma non troppo – Cadenza: Fritz Kreisler 27:08
2 Larghetto 10:58
3 Rondo. Allegro (Cadenza: Fritz Kreisler) 10:10

4 Beethoven: Violin Romance No.1 In G Major, Op.40 7:10
5 Beethoven: Violin Romance No.2 In F Major, Op.50 8:22

Anne-Sophie Mutter
New York Philharmonic
Kurt Masur

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Anne Sophie Mutter, muito obrigado.

Anne Sophie Mutter, muito obrigado.

PQP

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Schubert / Beethoven / Rameau / Brahms: Impromptus / Hammerklavier e outras peças

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Grigory Sokolov (1950) é um artista excepcional, uma lenda. Ele é considerado um dos maiores pianistas vivos e é adorado pelo publico em concertos sempre esgotados. Seu álbum de estreia na Deutsche Grammophon foi um enorme sucesso e é ainda o disco mais vendido pelo selo em 2016. Sokolov retorna com mais uma excelente gravação ao vivo — realizadas durante concertos em Varsóvia e Salzburgo — como gosta de fazer. Eu também as prefiro aos registros 100% corretos — e às vezes engessados — dos estúdios de gravação. O repertório é absolutamente fantástico. Vamos dos melodiosos Impromptus de Schubert, fazendo um descanso nas três peças para piano do mesmo compositor e para depois adentrar a mais lenta Sonata Hammerklavier que conheço. São 53 minutos! Depois vamos para a leveza de Rameau e finalizamos com a densidade de Brahms. E, curiosamente, tudo combina direitinho. Um CD que está no mais sublime grau de poesia e intimidade.

Schubert / Beethoven / Rameau / Brahms: Impromptus / Hammerklavier e outras peças

CD1:
Franz Schubert – Impromtus D 899
1. No.1
2. No.2
3. No.3
4. No.4

Franz Schubert – Three Piano Pieces D 946
5. No.1
6. No.2
7. No.3

CD2:
Ludwig van Beethoven – Piano Sonata No.29, Op.106 ‘Hammerklavier’
01. I. Allegro
02. II. Scherzo. Assai vivace
03. III. Adagio sostenuto
04. IV. Largo – Allegro risoluto

Jean-Philippe Rameau
05. Premier livre de pieces de clavecin / Suite In D Minor-Major (1724) – 2. Les tendres plaintes (Live)
06. Premier livre de pieces de clavecin / Suite In D Minor-Major (1724) – 17. Les tourbillons (Live)
07. Premier livre de pieces de clavecin / Suite In D Minor-Major (1724) – 18. Les cyclopes (Live)
08. Premier livre de pieces de clavecin / Suite In D Minor-Major (1724) – 15. La follette (Live)
09. Nouvelles suites de pièces de clavecin / Suite In G Major – 6. Les sauvages (Live)

Johannes Brahms
10. Intermezzo, Op.117 No.2

Grigory Sokolov, piano

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Grigory Sokolov

Grigory Sokolov: poesia e intimidade

PQP

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Scarlatti / Beethoven / Chopin / Wagner / Liszt: On My New Piano, com Daniel Barenboim

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Belíssimo disco de gatinhos do maestro e pianista Barenboim. O tal “piano novo” foi uma encomenda do pianista feita sob medida a Chris Maene. Dizer que funciona direitinho é pouco. Recomendo a todos os pianistas, o Maene é bom mesmo… DB tomou inusitadas liberdades em suas Scarlatti, mas eu curti a K. 380 intimista inventada por ele. No resto, dá um banho de competência. Ele gravou 3 vezes o ciclo de Sonatas de Beethoven, então era justo que fizesse o mesmo com as 32 Variações. Estão maravilhosas. O Chopin está OK. O ponto alto do disco talvez seja a Marcha Solene de Wagner. A interpretação de Barenboim traz a quantidade certa de poesia e gravidade para esta música envolvente. Difícil de parar de ouvir. A complicadíssima Valsa de Mephisto, de Liszt, é tocada com perícia e sensibilidade que talvez nunca ouvidas. Recomendo não somente o Maene, tá?

On My New Piano, com Daniel Barenboim

1 Scarlatti: Sonata In C Major, Kk. 159 2:22
2 Scarlatti: Sonata In D Minor, Kk. 9 4:13
3 Scarlatti: Sonata In E Major, Kk. 380 6:39
4 Beethoven: 32 Piano Variations In C Minor On An Original Theme, WoO 80 12:37
5 Chopin: Ballade No. 1 In G Minor, Op. 23 9:58
6 Wagner: Solemn March To The Holy Grail From Parsifal, S. 450 7:50
7 Liszt: 10 Harmonies poétiques et religieuses, S. 173 – No. 7 Funérailles 12:24
8 Liszt: Mephisto Waltz No.1, S. 514 12:10

Daniel Barenboim, piano

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Esta foto nada tem a ver com o CD, mas vocês já viram tanto talento junto em uma foto? São Pollini, Barenboim e Claudio Abbado no La Scala. Bota logo num quadro, rapaz.

Esta foto nada tem a ver com o CD, mas vocês já viram tanto talento junto em uma foto? São Pollini, Barenboim e Claudio Abbado no La Scala. Bota logo num quadro, rapaz.

PQP

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