Heinrich Ignaz Franz von Biber (1644-1704) – Battalia, à 10 & Requiem, à 15 in Concerto – La Capella Reial de Catalunya, Le Concert des Nations, Jordi Savall

Biber_ Battalia, aÃÄ 10 & Requiem, aÃÄ 15 in Concerto - SavallHeinrich Ignaz Franz von Biber
Battalia, à 10
Requiem, à 15 in Concerto

La Capella Reial de Catalunya
Le Concert des Nations

Jordi Savall

O compositor Heinrich Ignaz Franz von Biber escreveu algumas das músicas mais criativas da era barroca na Alemanha. Sua música aumentou acentuadamente em popularidade entre o final dos anos 1980 e o início dos anos 2000.

Um violinista muito talentoso, escreveu músicas difícieis que continuam a desafiar os violinistas de hoje, e sua música para outros instrumentos é igualmente original. (transcrito da internet).

Ninguém melhor que Jordi Savall para demonstrar o talento de Biber, cujo CD ora postado nos foi cedido muito gentilmente pelo nosso amigo David, da Catalunya. Não tem preço!!!

Heinrich Ignaz Franz von Biber (1644-1704)
01. Battalia, à 10: I. Sonata
02. Battalia, à 10: II. Die liederliche Gesellschaft von allery Humor: Allegro
03. Battalia, à 10: III. Presto
04. Battalia, à 10: IV. Der Mars
05. Battalia, à 10: V. Presto
06. Battalia, à 10: VI. Aria
07. Battalia, à 10: VII. Die Schlacht
08. Battalia, à 10: VIII. Lamento der Verwundten Musquetirer: Adagio
09. Requiem à 15 in Concerto: I. Marcia Funebre
10. Requiem à 15 in Concerto: II. Introitus – Requiem aeternam
11. Requiem à 15 in Concerto: III. Kyrie eleison
12. Requiem à 15 in Concerto: IV. Sequentia – Dies Irae, dies illa
13. Requiem à 15 in Concerto: V. Offertorium
14. Requiem à 15 in Concerto: VI. Sanctus
15. Requiem à 15 in Concerto: VII. Benedictus
16. Requiem à 15 in Concerto: VIII. Agnus Dei
17. Requiem à 15 in Concerto: IX. Communio

Biber: Battalia, à 10 & Requiem, à 15 in Concerto – Savall – 2002
La Capella Reial de Catalunya, Le Concert des Nations, Jordi Savall

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Boa audição !

acordei barroco

 

 

 

 

 

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Avicenna

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Musica Antiqua Bohemica – Heinrich Ignaz Franz Biber (1644-1704): Sonatas dos Mistérios (ou do Rosário) – Gabriela Demeterová

51V1yFiGA1LEmbora tido por muitos como austríaco, Biber nasceu na cidadezinha boêmia de (cuidado a língua!) Stráž pod Ralskem, ou Wartenberg, o que o torna elegível para inclusão nesta série, ainda que não encontremos qualquer registro da forma tcheca de seu nome, que seria (a língua, cuidado com ela!) Jindřich Ignác František Biber.

Provavelmente o maior violinista de seu tempo, Biber trabalhou em Graz e na simpática sopa de diacríticos que é Kroměříž antes de chegar à corte de Salzburg, onde consolidou sua fama e fortuna. Foi um compositor muito inventivo para diversos conjuntos instrumentais, e suas obras para violino eram tidas como o suprassumo do virtuosismo em sua época.

Como se isso tudo não bastasse, ainda lhe sobrava estilo

Como se isso tudo não bastasse, o cara ainda esbanjava estilo

A reputação dessas Sonatas dos Mistérios (ou do Rosário) só fez crescer desde sua publicação em 1905, mais de duzentos anos após a morte do compositor. Cada uma das quinze sonatas para violino e órgão refere-se a um dos Mistérios do rosário católico (cinco gozosos, cinco dolorosos e cinco gloriosos), com um programa mais sugerido do que puramente descrito musicalmente (em vivo contraste com sua “Sonata Representativa”, que também postaremos aqui). Além de raspar o fundo do tacho da técnica violinística disponível na época, Biber usou e abusou do recurso da scordatura, que consiste na alteração da afinação do violino de maneira a obter efeitos colorísticos e ressonâncias indisponíveis na afinação padrão.

Notação das indicações de scordatura para cada uma das Sonatas dos Mistérios de Biber. Apenas a primeira e última peça (a Sonata I e a Passacaglia) utilizam a afinação normal (Sol-Ré-Lá-Mi)

Notação das indicações de scordatura para cada uma das Sonatas dos Mistérios de Biber. Notem que apenas a primeira e última peça (a Sonata I e a Passacaglia) utilizam a afinação padrão (Sol-Ré-Lá-Mi)

A série conclui com uma solene passacaglia, uma das mais antigas obras para violino solo. Ela foi muito difundida, em cópias manuscritas, ainda durante a vida do compositor, e considerada o pináculo de toda literatura violinística até que Sebastian Bach e sua monumental Chacona acenassem para Biber lá bem do alto. A solista Gabriela Demeterová – que, ao vivo, tem aparência bem mais amistosa que a garota de olhar dardejante que aparece nas fotos de divulgação – faz a perigosa travessia violinística com muita competência e sem qualquer incidente, acompanhada pelo versátil Jaroslav Tůma, que, verão vocês em publicações futuras, toca todos os teclados imagináveis.

BIBER – MYSTERY SONATAS

Heinrich Ignaz Franz von BIBER (1644-1704)

Sonatas para a Glorificação dos Quinze Mistérios da Vida de Maria e de Cristo

DISCO 1

Sonata I: Anunciação do Nascimento de Cristo pelo Arcanjo Gabriel (modo dórico)
01 – Praeludium
02 – Variatio. Aria: Allegro
03 – Finale

Sonata II: Visitação de Maria por Isabel (Lá maior)
04 – Sonata
05 – Allemande
06 – Presto

Sonata III: Nascimento de Cristo, Adoração dos Pastores (Si menor)
07 – Sonata
08 – Courante
09 – Double
10 – Courante (da capo)
11 – Adagio

Sonata IV: Apresentação de Cristo no Templo (modo dórico)
12 – Ciaccona

Sonata V: Jesus aos Doze Anos no Templo (Lá maior)
13 – Praeludium
14 – Allemande
15 – Gigue
16 – Sarabande
17 – Double
18 – Sarabande (da capo)

Sonata VI: O Sofrimento de Cristo no Monte das Oliveiras (Dó menor)
19 – Lamento
20 – Adagio

Sonata VII: A Flagelação de Cristo (Fá maior)
21 – Allemande
22 – Variation
23 – Sarabande

24 – Passacaglia para violino solo

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DISCO 2

Sonata VIII: A Coroação com Espinhos (Si menor)
01 – Sonata
02 – Presto
03 – Gigue
04 – Double I
05 – Gigue (da capo)
06 – Double II
07 – Gigue (da capo)

Sonata IX: Jesus carrega a Cruz (Lá menor)
08 – Grave
09 – Corrente
10 – Double I
11 – Double II
12 – Finale

Sonata X: A Crucificação (Sol menor)
13 – Praeludium
14 – Aria con variazioni

Sonata XI: A Ressurreição (Sol maior)
15 – Sonata
16 – Adagio
17 – Andante

Sonata XII: A Ascensão de Cristo (Dó maior)
18 – Intrada
19 – Aria
20 – Allemanda
21 – Courante
22 – Double
23 – Courante (da capo)

Sonata XIII: A Descida do Espírito Santo (Ré menor)
24 – Sonata
25 – Gavotte
26 – Gigue
27 – Sarabande

Sonata XIV: A Assunção de Maria (Ré maior)
28 – Allegro maestoso
29 – Aria (Ciaccona)
30 – Gigue

Sonata XV: A Coroação de Maria (Dó maior)
31 – Sonata
32 – Aria con variazioni
33 – Canzone
34 – Sarabande
35 – Variation

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Gabriela Demeterová, violino
Jaroslav Tůma, órgão

Gabriela Demeterová, antes e depois do dardo tranquilizante

Gabriela Demeterová, antes e depois do dardo tranquilizante

Vassily Genrikhovich

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VIA CRUCIS – L’Arpeggiata – Christina Pluhar (2010)

Eis um disco letal para quem por desventura for alérgico a beleza (e olhe que há quem seja). Este disco é um gravíssimo atentado à feiura. Sob a direção da teoerbista austríaca Christina Pluhar (também alaudista e harpista), o grupo L’Arpeggiata vem realizando gravações de extrema excelência e beleza, com rica instrumentação, sobre um repertório de princípios do barroco, mais temas e estilos tradicionais. Explorando bastante o gênero chaconne (caracterizado pelas variações sobre a repetição de uma breve sequência harmônica, com um baixo ostinato). Aqui o L’Arpeggiata conta com uma verdadeira constelação de artistas, a exemplo do impressionante grupo vocal Barbara Furtuna da Corsega (liderado pelo expressivo cantor Maxime Merlandi); também a soprano Nuria Rial, o consagradíssimo Philippe Jaroussky, o barítono Fulvio Bettini e o tenorino napoletano Vincenzo Capezzuto (este, se não é um anjo, canta como tal. Ouçam para crer – faixa 18 ‘Stù Criatu). Como evidencia o título, é um disco no qual se reuniram peças com uma finalidade conceitual e sacra: VIA CRUCIS – Rappresentazzione della Gloriosa Passione de Cristo, à maneira de um Intermedi sacro renascentista. Peças do século XVII se mesclam a temas da Corsega e do Sul da Itália. Um dos arrebatadores momentos do disco é a faixa 3 – Maria, canção composta sobre uma canção tradicional dos pastores de Carpino, La Carpinese – destaque para o cornetto do virtuosíssimo Doron David Scherwin. Assim como também são impressionantes as outras faixas de canto corso nas quais atua o grupo Barbara Furtuna: Suda Sangre, Stabat Mater e Lamentu di Ghjesu sopra La Follia. O disco se divide em três segmentos: Maria – La Visione (faixas 1 a 5), La Morte de Xsto – O diu, tante suffranze (faixas 6 a 13) e Ci vedrem in paradiso (faixas 14 a 18). Tive a felicidade de encontrar esta beleza na Fnac do Chiado, em Lisboa, numa promoção inacreditável, na qual discos da Harmonia Mundi, por exemplo, variavam entre 2 e 9 euros. Este custou 5! Em nosso desventurado país não custaria menos de 80 contos. Como escreveu Tennessee Williams, “às vezes Deus aparece tão de repente…” rs

  • L’Annociation – H. I. F. Von Biber
  • Ninna nanna alla Napoletana – Ann. – P. Jaroussky
  • Maria (sopra La Carpinese, trad.) – Barbara Furtuna.
  • Hor ch’è tempo di dormire – Tarquinio Merula – Nuria Rial
  • L’Aria – H. I. F. Von Biber
  • Lumi, potete piangere – Giovanni Legrenzi – Nuria Rial, P. Jaroussky
  • Suda Sangre – Trad. corso – Barbara Furtuna
  • Queste pungente spine – Benedetto Ferrari – P. Jaroussky
  • Voglio morire – Luigi Rossi
  • Stabat Mater – Trad. corso – Barbara Furtuna
  • Stabat Mater – Giovanni Felice Sances – Nuria Rial
  • Passacaglia – Maurizio Cazzati
  • Lamentu di Ghjesu (sopra La Follia) – Roccu Mambrini e L’ensemble Tavagna
  • Ciaconna – Tarquinio Merula
  • Laudate Dominum – C. Monteverdi – Nuria Rial
  • Canario – Lorenzo Allegri
  • Ciaccona di Paradiso e dell’Inferno – Ann. – P. Jaroussky, Fulvio Bettini
  • ‘Stù Criatu – Enzo Gragnaniello (n.1954) – Vincenzo Capezzuto

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Christina Pluhar

Christina Pluhar

Wellbach

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Alma Latina: V Festival Internacional de Música Renacentista y Barroca Americana “Misiones de Chiquitos”

V Festival Internacional de Música Renacentista y Barroca Americana “Misiones de Chiquitos”
Santa Cruz de la Sierra
Bolivia
2004

Recientemente se ha descubierto más de 10.000 manuscritos musicales provenientes de las iglesias, catedrales, conventos y misiones jesuíticas en el Oriente Boliviano, más propiamente en Chiquitos y Moxos. La investigación de estos manuscritos comprueba que este “tesoro musical” aporta un extenso e importante material sobre el desarrollo de la música occidental en el Nuevo Mundo.

Medio siglo atrás maestros como Robert Stevenson, Curt Lange y Samuel Claro transcribieron estos manuscritos, traduciendo la “maravillosa” vida musical que existía en las colonias americanas. Inspirados con estas investigaciones, hace diez años atrás el mismo pueblo boliviano ha tomado liderazgo en la “apropiación” de este “tesoro”, en la cual participan el gobierno, la Iglesia Católica, los cabildos indígenas, las autoridades civiles, la empresa privada, las instituciones nacionales y extranjeras, investigadores y voluntarios.

El primer paso decisivo para la recuperación de las antiguas tradiciones musicales en Bolivia fue la creación del Festival Internacional de Música Renacentista y Barroca Americana “Misiones de Chiquitos” organizado y creado por la Asociación Pro Arte y Cultura (APAC).

Desde 1996 esta asociación invita a reconocidos músicos de todo el mundo, expertos en el género antiguo, a unir esfuerzos en la recuperación de la cultura musical americana. En abril y mayo del 2004 se realizó la quinta versión del encuentro y algunos de los momentos del inspirador pasado musical americano, reconstruidos por los artistas participantes en el V Festival “Misiones de Chiquitos”, fueron escogidos para los presentes CDs, que, así como el festival, son resultados del esfuerzo de los organizadores del evento y de sus generosos auspiciadores.

Las composiciones de los discos 2 y 3 provienen en su mayoría de diferentes ámbitos geográficos de América, que a lo largo de la época de la colonia fueron creadas por compositores europeos (presentes en América), criollos, indígenas anónimos, mulatos y otros desconocidos. A estas composiciones se han sumada algunas piezas de música antigua compuesta fuera de América, seleccionadas para participar en el festival por su calidad musical.

La variedad de sonoridades, estilos, formas musicales, etc., de estos discos corresponde al esplendor de la vida musical de la América Colonial. Este esplendor no tiene sólo expresiones en los centros urbanos (música catedralicia) y misionales (música reduccional) sino también incluye la música autóctona. Aunque los discos no incluyen música autóctona, esta se presentó en diferentes conciertos del festival.

Disco 1/3

Anónimo – Missiones de Chiquitos, s. XVIII
01. Sonata Chiquitana VIII 1. Allegro (a)
02. Sonata Chiquitana VIII 2. Andante (a)
03. Sonata Chiquitana VIII 3. Minuetto (a)
04. Caîma, Lyaî Jesús – motete (b)
Anónimo – Missiones de Chiquitos y Moxos, s. XVIII
05. Exaltate Regem regum – verso (b)
Anónimo – Missiones de Chiquitos, s. XVIII
06. Sonata Chiquitana IV 1. Allegro (c)
07. Sonata Chiquitana IV 2. Andante (c)
08. Sonata Chiquitana IV 3. Minuetto (c)
Domenico Zipoli (Prato, Itália, 1688 – Córdoba, Argentina 1726)
09. Ad Mariam – aria (d)
Anónimo – Missiones de Moxos, s. XVIII
10. Bico payaco borechu – verso para Fiesta de San Francisco Xavier (e)
11. Al portal llegaron – villancico de Navidad (e)
Anónimo – Missiones de Chiquitos, s. XVIII
12. La salve para la Virgen – letania (f)
13. Sonata Chiquitana XVIII – alegro (g)
14. Ara vale háva pehendu Ava – canto Guaraní (h)
Domenico Zipoli (Prato, Itália, 1688 – Córdoba, Argentina 1726)
15. Deus in adiutorium. Domine ad adiuvandum – verso introductorio. Fiesta Zuipaqu (i)
Anónimo – Missiones de Chiquitos, s. XVIII
16. Dixit Dominus – salmo. Fiesta Zuipaquí (i)
Musica de indios Canichana, Bolivia (1790)
17. Buenas Noches Señor (j)
18. Encha, Encha Va Chuai Hanan Nehem Cocule (j)
19. Nuasi hananem rama yeuco – Canto 3 (k)

(a) The Dorian Consort. (Suiza)
(b) Florilegium y solistas bolivianos, dir. Ashley Solomon. (Reino Unido-Bolivia)
(c) Freiburger Barockconsort, dir. Petra Mülljans. (Alemania)
(d) Ensemble Musica Fiorita, dir. Daniela Dolci. (Suiza)
(e) Les Carillons, dir. Rodrigo Diaz Riquelme. (Chile)
(f) Capilla del Sol, dir. Ramiro Albino. (Argentina)
(g) Camerata Urubichá, dir. Rubén Dario Suárez Arana mercado. (Bolivia)
(h) Ars Antiqua, dir. Eduardo Arámbula. (México)
(i) Estudio Músicantigua, dir. Sergio Candia Hidalgo. (Chile)
(j) Capilla de Indias, dir. Tiziana Palmiero. (Chile)
(k) Coro y Orquesta de San Ignacio de Moxos, dir. Karina Carrillo. (Bolivia)

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Disco 2/3

Burgos. Ms. del Monasterio de Santa María la Real de las Huelgas
01. Flavit auster (l)
?
02. Gloriose matris Dei (l)
Burgos. Ms. del Monasterio de Santa María la Real de las Huelgas
03. Plange Castella misera (l)
Burgos. Archivo Diocesano, leg. mus. B 37
04. Fluminis. O Domina. De Fluviis (l)
El Escorial. Ms. J. B. 2
05. Por dereito ten a Virgen (l)
Anónimo
06. Je suis trop jeunette (m)
Raulin de Vaux (activo 1420)
07. Je suis trop jeunette (Instrumetal) (m)
Editor: Pierre Attaingnant (ca. 1494-1552)
08. C’est grand plaisir (m)
09. C’est grand plaisir (Instrumental) (m)
Pierre Guédron (ca. 1575-1620)
10. Que dit-on au village (m)
Michael Pretorius (1571-1621)
11. Bransles de village (m)
Pierre Guédron (ca. 1575-1620)
12. À Paris sur petit pon (m)
Gaspar Sanz (España, 1640 – 1710)
13. Canarios y Jácaras(d)
Manuel de Sumaya (Manuel de Zumaya) (México, c.1678-1755)
14. Ya la naturaleza redimida – cantata (d)
Gutierre Fernandez Hidalgo (b ?Talavera de la Reina, c1547; d La Plata [hoy Sucre], Bolivia, 1623)
15. Gloria Patri – verso (n)
Anónimo (s. XVII)
16. Hy, hy, hy, que de riza morremo – negrilla (n)
Juan García de Zéspedes (Mexico, 1619-1678)
17. Convidando está la noche (n)
Juan de Araujo (Villafranca, España, 1646 – Chuquisaca, Bolívia 1712)
18. Si El Amor Se Quedare Dormido (n)
Anónimo (s. XVIII) (n)
19. Ah! Nerina, eu não posso (o)
Luis de Camões – Anónimo
20. Na fonte esta Lianor (o)
Manuel José Vidigal (Lisboa, ? – 1805)
21. Cruel saudade (o)
Joaquim Manuel da Câmara (Rio de Janeiro, ca.1780 – ca.1840)
22. Desde o dia em que eu nasci (o)
José Francisco Leal (Rio de Janeiro, 1792-18291)
23. Esta noite, ó céus, que dita (o)

(d) Ensemble Musica Fiorita, dir. Daniela Dolci. (Suiza)
(l) Alia Musica, dir. Miguel Sánchez (España)
(m) Doulce Mémoire, dir. Denis Raisin Dadre (Francia)
(n) Ensemble Villancico, dir. Peter Pontvik (Suecia)
(o) Segreis de Lisboa, dir. Manuel Morais (Portugal)

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Disco 3/3

Johann Sebastian Bach (Austria, 1685-1750)
01. Overture (Suite) Nr. 2, BWV 1067 – 1. Ouverture (a)
02. Overture (Suite) Nr. 2, BWV 1067 – 2. Minuett (a)
03. Overture (Suite) Nr. 2, BWV 1067 – 3. Badinerie (a)
04. Chaconne para Violín solo, BWV 1004, Ryo Terakado, violin. (Japón)
Heinrich Ignaz Franz von Biber (Bohemia-Austria, 1644 [baptised]-1704)
05. Suite de Mensa Sonora. Pars III – 1. Gagliarda (c)
06. Suite de Mensa Sonora. Pars III – 2. Zarabanda (c)
07. Suite de Mensa Sonora. Pars III – 3. Aria (c)
08. Suite de Mensa Sonora. Pars III – 4. Ciaccona (c)
09. Suite de Mensa Sonora. Pars III – 5. Sonatina (c)
Arcangelo Corelli (Italia, 1653-1713)
10. Sonata en Do menor – 1. Grave (p)
11. Sonata en Do menor – 2. Allegro (p)
Anon. (Codex Trujillo, Peru)
12. El buen querer – joropo (q)
13. Lanchas para bailar (q)
14. La lata (q)
15. El palomo (q)
16. Dennos licencia, Señores (q)
Anônimo séc. XVIII
17. Homens errados e loucos / Você se esquiva de mim (r)
Canto Gregoriano
18. Ecce Panis Angelorum – Secuencia para Corpus (s)
19. Victimae paschali (s)
20. Salve Regina (solemne) (t)
Pedro de Cristo (Portugal, 1545/1550-1618)
21. Ay, mi Dios (u)
Juan del Encina (Espanha, ca.1468-1529)
22. Si habrá en este baldrés (v)
Giovanni Battista Bassani (Italia, ca. 1650-1716)
23. Missa mo fiesta San Xavier – Gloria (x)
Tomás Pascual (Guatemala, ca. 1595-1635)
24. Domine ad adjuvandum (y)
25. Esta es cena de amor llena (y)

(a) The Dorian Consort. (Suiza)
(c) Freiburger Barockconsort, dir. Petra Mülljans. (Alemania)
(p) Ensemble Laterna Mágica
(q) Música Temprana, dir. Adrián Rodríguez Van der Spoel. (Paises Bajos)
(r) Ars Antiqua, dir. Eduardo Arámbula (México)
(s) Coral Nova, dir. Ramiro Soriano Arce. (Bolivia)
(t) Coro de Canto Gregoriano del Seminario Mayor de San Jeronimo, dir. Mateo Barrientos Vergara. (Bolivia)
(u) Coro Santa Cecilia, dir. Karin Rendón. (Bolivia)
(v) Ad Libitvm. (Bolivia)
(x) Elocuencia Barroca, dir. Sylvia Leidemann. (Argentina)
(y) Savae, dir. Christofer Moroney. (Estados Unidos)

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V Festival Internacional de Música Renacentista y Barroca Americana “Misiones de Chiquitos” – 2004

CDs do acervo do musicólogo Prof. Paulo Castagna. ¡ Gracias !

Boa audição.

Avicenna

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Heinrich Ignaz Franz von Biber (1644-1704) e Georg Muffat (1653-1704): Der Türken Anmarsch

Belíssimo CD. Boas músicas e linda sonoridade do trio. O barroco parece não ter fim. Cada vez ouvimos mais maravilhas. O violinista John Holloway é um músico que tem melhorado constantemente seu desempenho. As quatro sonatas aqui Biber registradas são cheias de contrastes e surpresas. Ah, e se você já se perguntou sobre a diferença que as cordas de tripa dão a um violino, faça o favor de colocar este CD. Você vai ouvir enorme diferença.

Heinrich Ignaz Franz von Biber (1644-1704) e Georg Muffat (1653-1704): Der Türken Anmarsch

1 Biber: Sonata “Victori der Christen” for violin & continuo in A minor 9:45
2 Biber: Sonata for violin & continuo No. 1 in A major (Sonatae Violino Solo No. 1), C. 138 11:21
3 Biber: Sonata for violin & continuo No. 2 in D minor (Sonatae Violino Solo No. 2), C. 139 8:28
4 Biber: Sonata for violin & continuo No. 5 in E minor (Sonatae Violino Solo No. 5), C. 142 10:54
5 Biber: Sonata for violin & continuo No. 8 in G major (Sonatae Violino Solo No. 8), C. 145 9:29
6 Muffat: Sonata for violin & continuo in D major 12:52

John Holloway, violin
Aloysia Assenbaum, organ
Lars Ulrik Mortensen, harpsichord

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John Holloway, esse nasceu na e para a música barroca

John Holloway, esse nasceu na e para a música barroca

PQP

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Biber: Battalia e outras obras / Locke: The Tempest / Zelenka: Fanfare — Il Giardino Armonico


IM-PER-DÍ-VEL !!!

Em verdade vos digo: nunca deixeis de ouvir as gravações do Il Giardino Armonico, são sempre FANTÁSTICAS. Mas sim, comecemos pelo que interessa: IM-PER-DÍ-VEL !!!! Ah, já tinha dito, né? Este é um disco de música barroca sem o qual você não pode viver sem. A vitalidade e o frescor das interpretações do Il Giardino Armonico trabalham favoravelmente à música dos grandes Biber e Locke, compositores imerecidamente pouco ouvidos. E, para melhorar ainda mais, são obras divertida, cheias de expressão surpreendente. A Battalia de Biber e a a música incidental escrita por Locke para a peça de Shakespeare A Tempestade são das coisas mais arrepiantes que há.

Mas temos que voltar a Antonini e seu Giardino: há muitos especialistas em barroco, mas este grupo — o preferido por Cecilia Bartoli — é especial. Muitas vezes agressivo, quase sempre inesperado mas sempre eufônico, o grupo costuma explorar seu repertório com tanto entusiasmo que as músicas parecem outras após um tratamento “Armonico”.

Biber: Battalia e outras obras / Locke: The Tempest / Zelenka: Fanfare — Il Giardino Armonico

Jan Dismas Zelenka (1679-1745):
1. Fanfare in D major (02:11)

Heinrich Ignaz Franz Von Biber (1644 – 1704):
2. Battalia – Sonata – Allegro (01:52)
3. Battalia – Die liederliche Gesellsschaft von allerley Humor (Allegro) (00:45)
4. Battalia – Presto (00:26)
5. Battalia – The march (violin I solo) (01:03)
6. Battalia – Presto (2) (01:01)
7. Battalia – Aria (02:39)
8. Battalia – The battle (00:42)
9. Battalia – Lamento der Verwundten Musquetirer (Adagio) (01:31)
10. Passacaglia in C minor (04:55) — Luca Pianca, archlute
11. Anon. / Tune for the woodlark (00:20) – Giovanni Antoini, flautino
12. Sonata Violino solo representativa – Allegro (01:46)
13. Sonata Violino solo representativa – The nightingale (01:22)
14. Sonata Violino solo representativa – The cuckoo (00:42)
15. Sonata Violino solo representativa – The frog (00:42)
16. Sonata Violino solo representativa – Adagio (00:25)
17. Sonata Violino solo representativa – The hen & the cock (00:24)
18. Sonata Violino solo representativa – Presto (00:12)
19. Sonata Violino solo representativa – Adagio – The quail (00:42)
20. Sonata Violino solo representativa – The cat (00:25)
21. Sonata Violino solo representativa – The musketeers’ march (01:14)
22. Sonata Violino solo representativa – Allamande (01:41)
23. – Onofri, Enrico – Ricercare (01:52) Michele Barchi, gravicembalo / Riccardo Doni, organ
24. – Partita VII in C minor – Praeludium (03:24) Enrico Onofri, Marco Bianchi, viole d’amore / Giovanni Antonini, tenor chalumeau / Vittorio Ghielmi, bass and tenor violas da gamba / Luca Pianca, archlute / Michele Barchi, gravicembalo and organ
25. – Partita VII in C minor – Allamande (02:18)
26. – Partita VII in C minor – Sarabande (01:42)
27. – Partita VII in C minor – Gigue – Presto (01:22)
28. – Partita VII in C minor – Aria (01:35)
29. – Partita VII in C minor – Trezza (00:48)
30. – Partita VII in C minor – Arietta variata (05:58)

Matthew Locke (1621 – 1677):
31. – Canon 4 in 2 (00:48)
32. – Music for The Tempest – Introduction (01:03)
33. – Music for The Tempest – Galliard (01:30)
34. – Music for The Tempest – Gavot (01:06)
35. – Music for The Tempest – Sarabrand (03:02)
36. – Music for The Tempest – Lilk (00:54)
37. – Music for The Tempest – Curtain Tune (05:19)
38. – Music for The Tempest – First Act Tune – Rustick Air (01:18)
39. – Music for The Tempest – Second Act Tune – Minoit (01:32)
40. – Music for The Tempest – Third act tune – Corant (01:05)
41. – Music for The Tempest – Fourth act tune – A Martial Jigge (01:43)
42. – Music for The Tempest – Conclusion: A Canon 4 in 2

Il Giardino Armonico
Giovanni Antonini

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Parte dos membros do Il Giardino Armonico

O correto é tocar assim, viu?

PQP

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Biber (1644-1704), Muffat (1653-1704), Rosenmüller (c.1620-1684), Scheidt (1593-1661), Schmelzer (c.1620-1680), Froberger (1616-1667), Kuhnau (1660-1722): The Gustav Leonhardt Edition (CDs 16, 17 e 18 de 21)


IM-PER-DÍ-VEL !!!

Toda a série aqui, ó.

Aqui, a coisa fica mais alemã e indiscutivelmente melhor do que o grupo de CDs anteriores. O show de Leonhardt está no Froberger e no Kuhnau — apesar da narrativa — dos CDs 17 e 18, em minha opinião, mas ouvi apenas uma vez. Posso estar errado, claro.

CD 16:
Heinrich Ignaz Franz von Biber

Harmonia Artificiosa-Ariosa: Diversi Mode Accordata
01. Pars III

Mensa Sonora: Seu Musica Instrumentalis
02. Pars III

Fidicinium Sacro-Profanum
03. Sonata No. 3
04. Sonata No. 4
05. Sonata No. 5
06. Sonata No. 6

Georg Muffat

Armonico Tributo
07. Sonata No.2 In G Minor

Johann Rosenmüller
08. Sonata No.7 A 4

Samuel Scheidt
09. Paduan A 4

Johann Heinrich Schmelzer

Sacro-Profanus Concentus Musicus
10. Sonata No. 7 A 5
11. Souata No. 9 A 5

Leonhardt-Consort / Gustav Leonhardt, harpsichord / organ

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CD 17:
Johann Jakob Froberger
01. Capriccio No. 2
02. Fantasia No. 3
03. Toccata No. 11, “Da Sonarsi Alla Levatione”
04. Ricercar No. 2
05. Canzona No. 2
06. Toccata No. 9

Suite No. 18
07. I Allemande
08. II Gigue
09. III Courante
10. IV Sarabande
11. Toccata No. 18

Suite No. 12
12. I Lamento Sopra La Dolorosa Perdita Della Real Msta
Di Ferdinando IV, Re De Romani (Allemande) – Gigue
13. II Courante
14. III Sarabande

Gustav Leonhardt, organ / harpsichord

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CD 18:
Johann Kuhnau

Musicausche Vorstellung Einiger Biblischer Historien
Musical Depiction Os Certain Biblical Stories
Representation Musicale De Quelques Histoires Bibliques

01-10. Sonata No. 1: Der Streit Zwischen David Und Goliath
The Combat Between David And Goliath
Le Combat Entre David Et Goliath

11-14. Sonata No. 2: Der Von David Vermittelst Der Music Curirte Saul
Saul Healed By David With The Help Of Music
Sauel Gueri Par David Grace A La Musique

15-23. Sonata No. 3: Jacobs Heyrath
The Marriage Of Jacob – Le Marriage De Jacob
Gustav Leonhardt, organ / harpsichord / narration

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Mestre!

Mestre!

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Apesar de raramente respondidos, os comentários dos leitores e ouvintes são apreciadíssimos. São nosso combustível.
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PQP

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Heinrich Ignaz Franz Biber (1644-1704): Unam Ceylum (Sonatas para Violino)

Mais um CD de Biber. Mais uma surpresa deste grande e quase desconhecido compositor. Biber era um virtuose do violino e Kapellmeister. Seu grupo de “Sonatas Bíblicas” já fazem parte do repertório dos violinistas barrocos e, aqui, John Holloway resgata mais sonatas de Biber da imerecida obscuridade. O disco inclui duas sonatas inéditas e quatro da coleção Biber de 1681, a qual consolidou sua posição entre os seus contemporâneos, mas ainda não entre nós. Todas as obras estão cheias de deslumbrantes efeitos técnicos e reviravoltas inesperadas. A Sonata em Fá Maior (Nº 3), por exemplo, equilibra belas melodias com um monte de surpresas, tanto musicais quanto técnicas, concluindo com uma grande chaconne. Holloway está à altura das demandas que Biber impõe. Ele está acompanhado de cravo e órgão. Dá para dizer tranquilamente que este disco é uma escandalosa incursão na extravagância barroca. Biber voltou para restabelecer seu nome entre os maiores barrocos. Uma descoberta. Mais grande música aqui.

IM-PER-DÍ-VEL !!!!

Biber — Unam Ceylum (Sonatas para Violino)

1. Sonata III F major from Sonatae Violino solo 1681
2. Sonata IV D major from Sonatae Violino solo 1681
3. Sonata No. 81 A major – unpublished
4. Sonata VI C minor from Sonatae Violino solo 1681
5. Sonata VII G major from Sonatae Violino solo 1681
6. Sonata No. 84 E major: Adagio – unpublished

John Holloway: violin
Aloysia Assenbaum: organ
Lars Ulrik Mortensen: harpsichord

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PQP

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Monteverdi (1567-1643), Biber (1644-1704), Vivaldi (1678-1741) – Pianto della Madonna, Rosenkranz-Sonaten, Stabat Mater – Harmonia Mundi – 50 years of music exploration – CD 14 de 29

Disco bom, boníssimo. Essa coleção parece ter sido feita sob encomenda de Clara Schumann. Tenho a impressão de postar para ela. Há três grandes estrelas neste CD: o soprano Maria Cristina Kiehr, o violinista Andrew Manze e o contratenor Andreas Scholl, todos em grande forma.

O registro do Stabat Mater de Vivaldi é um campeão. Recomendo a audição.

Disc: 14

Pianto della Madonna Claudio Monteverdi 8’21
1. Pianto Della Madonna – Maria Cristina Kiehr
Maria Cristina Kiehr
Concerto Soave
Jean-Mark Aymes, conductor;

Rosenkranz-Sonaten: Die fünf freudenreichen Mysterien
Sonates du Rosaire : Les Cinq Mystères joyeux
The Rosary Sonatas: The Five Joyful Mysteries Heinrich Ignaz Franz von Biber 36’32

2. Praeludium – Andrew Manze
3. Aria, Variatio – Andrew Manze
4. Finale – Andrew Manze
5. Sonata – Andrew Manze
6. Allamanda – Andrew Manze
7. Finale – Andrew Manze
8. Sonata – Andrew Manze
9. Courente, Double – Andrew Manze
10. Finale – Andrew Manze
11. Ciacona – Andrew Manze
12. Praeludium – Andrew Manze
13. Allamanda – Andrew Manze
14. Guigue – Andrew Manze
15. Sarabanda, Double – Andrew Manze
Andrew Manze, violin
Richard Egarr, organ and clavecin;

Stabat Mater RV 621 Antonio Vivaldi 18’46
16. Stabat Mater Dolorosa. Largo – Andreas Scholl
17. Cujus Animam Gementem. Adagio – Andreas Scholl
18. O Quam Tristis. Andante – Andreas Scholl
19. Quis Est Homo. Largo – Andreas Scholl
20. Quis Non Posset. Adagio – Andreas Scholl
21. Pro Peccatis Suae Gentis. Andante – Andreas Scholl
22. Eja Mater, Fons Amoris. Largo – Andreas Scholl
23. Fac Ut Ardeat. Lento – Andreas Scholl
24. Amen. Allegro – Andreas Scholl
Andreas Scholl
Ensemble 415
Chiara Banchini, conductor;

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PQP

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Heinrich Ignaz Franz Biber (1644-1704)- Rosenkranz-Sonaten

Uma obra-prima, um disco estupendo do Musica Antiqua Köln. Biber nasceu em Wartenberg (hoje uma cidade chamada Straz pod Ralskem na Republica Checa).

Além de ser um compositor notável foi também um virtuoso do Violino. Em 1684 tornou-se mestre de capela em Salzburgo onde acabou por falecer 20 anos depois. Sua obra ganhou recentemente alguma popularidade pela originalidade do conjunto de 16 sonatas chamadas The Mystery Sonatas ou Rosenkranz-Sonaten que têm a particularidade de cada uma delas exigir uma afinação do violino diversa da usual. Uma outra peça de referência pela sua grandiosidade é a Missa Salisburgensis (escrita par 53 partes independentes de vozes e instrumentos). É alias uma parte desta missa que escolhemos para ilustrar o trabalho deste compositor composta em 1682.

Informações retiradas daqui.

Quem gosta e quem detesta música barroca deve baixar este CD extraordinário.

Biber – Rosenkranz-Sonaten

1. I. The Annuciation
2. II. The Visitation
3. III. The Nativity
4. IV. The Presentation
5. V. The Finding in the Temple
6. VI. The Agony in the Garden
7. VII. The Scourging of Jesus
8. VIII. The Crowing of Jesus with Thorns
9. IX. Jesus carries His Cross
10. X. The Crucifixion
11. XI. The Resurrection
12. XII. The Ascension
13. XIII. The Descent of the Holy Ghost
14. XIV. The Assumption of our Lady
15. XV. The Crowning of the Blessed Virgin Mary
16. Passacaglia

Musica Antiqua Köln:
Reinhard Goebel – violin
Phoebe Carrai – Violoncello
Konrad Junghanel – Lute
Andreas Spering – Harpsichord & Organ.

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