Johannes Brahms (1833-1897): Sinfonia Nº 1 e Abertura Trágica

Johannes Brahms (1833-1897): Sinfonia Nº 1 e Abertura Trágica

IM-PER-DÍ-VEL !!!

De todas as sinfonias de todos os compositores, talvez seja esta a que eu mais goste. De todos os regentes vivos, certamente o que eu que mais gosto é Bernard Haitink.

Então, para mim, este álbum é matador em todos os sentidos. Eu simplesmente amo a Sinfonia Nº 1 de Brahms. Ele a estreou tarde, quando já tinha 43 anos. Brahms era uma pessoa dura e pouco sociável e era respeitado como o herdeiro de Beethoven. É muito provável que o receio de uma comparação direta tivesse determinado a demora na estreia de sua primeira sinfonia até porque ele já tinha publicado várias obras sinfônicas de peso, mas nada de uma 1ª.  Após a estreia, o maestro von Bülow a apelidou de “a 10ª”, recebendo uma merecida resposta de Brahms, que rebateu dizendo que apenas os estúpidos a chamariam assim. E tinha toda a razão: a 1ª é obra pessoalíssima e de completa unidade. Nada do que ali está poderia estar em outro lugar. Talvez o primeiro movimento ainda possa ser chamado de beethoveniano, mas o resto não, de modo nenhum. É tudo puro Brahms.

Symphony No. 1 In C Minor, Op. 68 (1876)
1 Un Poco Sostenuto – Allegro 12:38
2 Andante Sostenuto 8:35
3 Un Poco Allegretto E Grazioso 4:40
4 Adagio – Allegro Non Troppo Ma Con Brio 17:07

5 Tragic Overture In D Minor, Op. 81 (1881) 15:09

London Symphony Orchestra
Bernard Haitink

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Bernard Haitink, o maior regente vivo em âmbito interplanetário

PQP

Johannes Brahms (1833-1897): Sonatas para Clarinete e Trio

Johannes Brahms (1833-1897): Sonatas para Clarinete e Trio

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Os clarinetistas tem muita sorte. Mozart compôs obras para o instrumento quando era um compositor maduro. São obras-primas. E Brahms foi reinspirado pelo… clarinete. Por um ano o compositor escreveu pouco, sentindo que seu trabalho estava finalizado. Mas, em 1891, ele iria para Meiningen, na Alemanha, e conheceria o grande clarinetista Richard Mühlfeld. Foi revigorante. Em contato com este músico extraordinário, Brahms obteria uma compreensão mais profunda das possibilidades de interpretação, bem como do potencial técnico e musical do instrumento. Assim, ele compôs suas quatro últimas músicas de câmara com o clarinete: o Trio Op. 114 e o Quinteto Op. 115 em 1891 e, no verão de 1894, suas duas Sonatas para Clarinete, op. 120.

Johannes Brahms (1833-1897): Sonatas para Clarinete e Trio

1 Clarinet Trio in A Minor, Op. 114: I. Allegro 7:40
2 Clarinet Trio in A Minor, Op. 114: II. Adagio 7:32
3 Clarinet Trio in A Minor, Op. 114: III. Andantino grazioso 4:33
4 Clarinet Trio in A Minor, Op. 114: IV. Allegro 4:45

5 Clarinet Sonata No. 2 in E-Flat Major, Op. 120 No. 2: I. Allegro amabile 8:31
6 Clarinet Sonata No. 2 in E-Flat Major, Op. 120 No. 2: II. Allegro appassionato 5:13
7 Clarinet Sonata No. 2 in E-Flat Major, Op. 120 No. 2: III, Pt. 1. Andante con moto 5:01
8 Clarinet Sonata No. 2 in E-Flat Major, Op. 120 No. 2: III, Pt. 2. Allegro 2:09

9 Clarinet Sonata No. 1 in F Minor, Op. 120 No. 1: I. Allegro appassionato 8:02
10 Clarinet Sonata No. 1 in F Minor, Op. 120 No. 1: II. Andante un poco adagio 4:55
11 Clarinet Sonata No. 1 in F Minor, Op. 120 No. 1: III. Allegretto grazioso 4:16
12 Clarinet Sonata No. 1 in F Minor, Op. 120 No. 1: IV. Vivace 5:07

Pascal Moraguès
Frank Braley
Christian Poltéra

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PQP

Johannes Brahms (1833-1896): Symphonies 1 & 3 – Günter Wand – NDR Sinfonieorchester

Johannes Brahms (1833-1896): Symphonies 1 & 3 – Günter Wand – NDR Sinfonieorchester

Dia desses foi postado pelo mano PQP Bach uma gravação deste bom velhinho, Günter Wand, creio que da Nona de Bruckner. Resolvi então procurar e achei suas gravações das sinfonias de Brahms.

Amo, adoro e venero estas sinfonias, e não canso de procurar outras versões delas. Já devo ter umas 6, pelo menos. E ainda procuro aquela que poderei considerar definitiva. Toscanini, Fürtwangler, Karajan, Bernstein, Abbado, Wand, Klemperer, Jochum, todos eles sem exceção deram suas contribuições. Não consegui estabelecer um ranking entre estas gravações, nem pretendi fazê-lo, pois os vejo de diferentes perspectivas. Alguns críticos consideram as gravações de Toscanini e de Fürtwangler imbatíveis. Porém os métodos de gravação da época ainda eram precários, e por mais que os engenheiros de som trabalhassem, não conseguiam fazer milagres. Os outros acima citados viram a evolução das gravações, a criação do estéreo, do som digital.

Vejo nas obras dele um embate constante entre a razão e a emoção, e dependendo do regente, vemos este conflito quase que explícito. Por exemplo, o primeiro e o quarto movimentos da Sinfonia nº1, este último já discutido aqui no blog. Wand nos brinda com uma gravação impecável do ponto de vista do equilíbrio e dinâmica. O registro da massa orquestral nos momentos mais expressivos não soa tão grandiloquente quanto ao que Karajan imprimiu à Filarmônica de Berlim (tremo ao lembrar da abertura da primeira sinfonia na sua gravação dos anos 80), ou o Bernstein, um pouco mais contido, é verdade, à Filarmônica de Viena, porém acho que o resultado soou mais agradável, não tão assustador quando a de Herr Karajan. Wand é grande em todos os sentidos. Conseguiu colocar a excelente NDR Sinfonieorchester nos níveis de excelência de outras orquestras tradicionais alemãs, e a sonoridade que ele consegue extrair é exemplar, contando também com a ajuda da engenharia de som da RCA.

Deixem-me contar uma pequena crônica de minha vida, que se passou há exatos 20 anos atrás, quando morava em São Paulo. Minha casa tinha uma varanda nos fundos, de onde tinhamos uma vista privilegiada do bairro da Aclimação. Certo final de tarde de sábado, sozinho em casa, coloquei minha velha fita cassete da Sinfonia nº1 com o Karajan no walkman, sentei-me em uma cadeira, e fiquei ali ouvindo o velho Herbert regendo a sua Filarmônica de Berlim. Senti minha alma ser transportada para outra dimensão. Naquele dia fui agraciado com um pôr-de-sol de outubro deslumbrante, com nuvens assustadoras no céu, e quando soavam os timpanos da orquestra parecia que era a voz de Deus querendo falar comigo, ou pelo menos tentando. Não, não fumei nem tomei nada antes, e não arrisco dizer que foi uma experiência quase mística. Aqueles foram um dos momentos mais marcantes de minha vida. Nunca mais consegui experimentar a mesma emoção. Já ouvi esta sinfonia milhares de vezes, e ouvirei quantas mais forem possíveis, mas sei que nunca mais ter a mesma sensação.

Com relação á terceira sinfonia, bem, só tenho a dizer que se Brahms só tivesse composto o terceiro e o quarto movimentos desta sinfonia já teria dado sua contribuição para história da música ocidental. É uma sinfonia romântica em sua essência, talvez a mais desavergonhadamente romântica das quatro. Seu terceiro movimento é de um lirismo pungente, emocionante, quase nos leva às lágrimas. Nela Brahms extravasa suas emoções.

Espero que apreciem.

Johannes Brahms – Symphonies 1 & 3 – Günter Wand – NDR Sinfonieorchester

01 – Brahms Symphony No.1 in C minor, Op.68 – I. Un poco sostenuto, Allegro
02 – Brahms Symphony No.1 in C minor, Op.68 – II. Andante sostenuto
03 – Brahms Symphony No.1 in C minor, Op.68 – III. Un poco allegretto e grazioso
04 – Brahms Symphony No.1 in C minor, Op.68 – IV. Adagio non troppo ma con brio

05 – Brahms Symphony No.3 in F, Op.90 – I. Allegro con brio
06 – Brahms Symphony No.3 in F, Op.90 – II. Andante
07 – Brahms Symphony No.3 in F, Op.90 – III. Poco allegretto
08 – Brahms Symphony No.3 in F, Op.90 – IV. Allegro

NDR-Sinfonieorchester
Günter Wand – Director

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Este carinha foi um gênio.

FDPBach

Schubert / Brahms / Mendelssohn / Bach: The Wigmore Hall Recital – Meneses & Pires

Schubert / Brahms / Mendelssohn / Bach: The Wigmore Hall Recital – Meneses & Pires

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Fui umas dez vezes assistir a recitais no Wigmore Hall. É uma sala pequena, principalmente se  compararmos com a enorme fama que ostenta. Está sempre lotada, às vezes com mais de um recital por dia e os nomes que lá se apresentam sempre são de primeira linha. Sua fama é justa. A acústica é perfeita, miraculosa. Trata-se de um dos melhores lugares do universo. Quem lê os livros de Ian McEwan sabe o quanto ele ama a sala. Uma vez, ele ficou atrás de mim na fila de retirada de ingressos… Ou seja, o local tem grande mística e não é incomum os recitais que lá ocorrem transformarem-se em CDs. (PQP)

Um presentinho para os senhores, um CD absolutamente maravilhoso, para ser ouvido sem se cansar diversas vezes seguidas, principalmente pela “Arpeggione”, e claro, pela Sonata de Brahms, outra das mais belas páginas da história da música. Um brasileiro e uma portuguesa, grandes nomes em seus respectivos instrumentos, dão um verdadeiro show…

Lembro do Menezes novinho, junto com a Anne-Sophie Mutter, tocando o Concerto Duplo de Brahms, sob a supervisão de Herr Karajan, e ali já senti que a coisa era séria, que ele seria um músico completo, e não me enganei. Karajan não era bobo, e logo identificou o talento do nosso pernambucano. O tempo pode ter levado seus cabelos, mas criou um intérprete maduro, completo. (FDP)

Schubert / Brahms / Mendelssohn / Bach: The Wigmore Hall Recital – Meneses & Pires

01. Schubert – Arpeggione Sonata – I. Allegro moderato
02. Schubert – Arpeggione Sonata – II. Adagio – attacca
03. Schubert – Arpeggione Sonata – III. Allegretto

04. Brahms – 3 Intermezzi – No.1 Andante moderato
05. Brahms – 3 Intermezzi – No.2 Andante non troppo e con molto espressione
06. Brahms – 3 Intermezzi – No.3 Andante con moto

07. Mendelssohn – Song without Words, Op.109

08. Brahms – Cello Sonata No.1 – I. Allegro non troppo
09. Brahms – Cello Sonata No.1 – II. Allegretto quasi Menuetto – Trio
10. Brahms – Cello Sonata No.1 – III. Allegro – Piu Presto

11. Bach – Pastorale BWV 590 (arr. Roemaet-Rosanoff)

Antonio Menezes – Cello
Maria João Pires – Piano

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Pires y Meneses
Que dupla…. !!!

FDP / PQP

Hilary Hahn plays Bach + Volodos Plays Brahms + Philippe Jaroussky – Green – Melodies Françaises on Verlaine’s poems

Hilary Hahn plays Bach + Volodos Plays Brahms + Philippe Jaroussky – Green –  Melodies Françaises on Verlaine’s poems

PQP Bach
12 anos de Prazer

12 anos falando sobre música desse nível num país desse nível?! É como jogar comida ao mar, esperando absolutamente nada. Até que pequenas vozes de lugares distantes se fazem ouvir: “Obrigado, irmão. Bach te abençoe”. Quando começamos, conseguíamos ouvir apenas o mastigar de nossa comida diária, hoje caravelas de refugiados atracam no nosso porto, sedentos e famintos. Somos colossos do céu, mas caridosos com os pequenos ouvintes. Lembro que o primeiro a descer foi meu irmão mais velho PQP Bach que, meio entediado do paraíso que vivia, resolveu abrir essa parada dos milagres. Até que um dia ele me convidou para participar também dessa celebração no meio dos gentios. E assim aconteceu com meus outros irmãos, seduzidos pelo bem maior de propagar a palavra d´Ele e de outros deuses ciumentos.

Para celebrar esse aniversário, achei um momento na minha agenda celeste para descer aqui na paragem há muito tempo não visitada por mim. Trago comida da melhor qualidade. Vamos ver aqui no meu saquinho…

Hilary Hahn plays Bach

Quando Deus, o maior de todos os voyeurs, colocou o homem no mundo, rapidamente percebeu como seria aborrecido de espiar. Porém resolveu o problema caprichando numa espécie que não é necessariamente humana, pois há algo de divino na mulher. Ouça esse disco da Hilary Hahn interpretando as famosas peças para violino solo do nosso pai e confesse, essa senhora não é deste planeta. Eu conheço essas obras há mais de 200 anos, mas esta gravação aqui prova o contrário… AGORA sim que essas peças encontraram sua intérprete perfeita. Quando essa criatura morrer, estarei no lugar de São Pedro para recebê-la de braços abertos.

Hilary Hahn plays Bach
1. Preludio
2. Loure
3. Gavotte En Rondeau
4. Menuet I
5. Menuet II
6. Bourrée
7. Gigue
8. Allemande
9. Courante
10. Sarabande
11. Gigue
12. Giaconna
13. Adagio
14. Fuga
15. Largo
16. Allegro Assai

Hilary Hahn plays Bach – 1997
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XLD RIP | FLAC | 424 MB

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MP3 | 320 Kbps | 196 MB

Vamos para o segundo presente:

Volodos Plays Brahms

Brahms deve ser o compositor mais melancólico que conheço. Nunca estive com ele por essas bandas. Esse deus alemão detesta bajulação. Ele continua sempre isolado, apesar do seu apreço por cabarés e moçoilas. É capaz dele ficar do meu lado esperando a Hilary chegar. Essa gravação que vos trago contém o que há de mais sofrido no mundo da música. Acho que foi Carpeaux que disse que é necessário ter idade para sentir o peso dessa música. Volodos entrega a dose correta dessa melancolia.

Volodos Plays Brahms
1 – Capriccio in F-Sharp Minor, Op. 76, No. 1
2 – Capriccio in B Minor, Op. 76, No. 2
3 – Intermezzo in A-Flat Major, Op. 76, No. 3
4 – Intermezzo in B-Flat Major, Op. 76 No. 4
5 – Drei Intermezzi, Op. 117: Drei Intermezzi, Op. 117: I. Andante moderato
6 – Drei Intermezzi, Op. 117: Drei Intermezzi, Op. 117: II. Andante non troppo e con molto espressione
7 – Drei Intermezzi, Op. 117: Drei Intermezzi, Op. 117: III. Andante con moto
8 – Sechs Klavierstücke, Op. 118: Sechs Klavierstücke, Op. 118: I. Intermezzo in A Minor
9 – Sechs Klavierstücke, Op. 118: II. Intermezzo in A Major
10 – Sechs Klavierstücke, Op. 118: Sechs Klavierstücke, Op. 118: III. Ballade in G Minor
11 – Sechs Klavierstücke, Op. 118: Sechs Klavierstücke, Op. 118: IV. Intermezzo in F Minor
12 – Sechs Klavierstücke, Op. 118: V. Romanze in F Major
13 – Sechs Klavierstücke, Op. 118: Sechs Klavierstücke, Op. 118: VI. Intermezzo in E-Flat Minor

Volodos Plays Brahms – 2017
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XLD RIP | FLAC | 785 MB

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MP3 | 320 Kbps | 120 MB

Por fim deixo o melhor disco de todos os tempos:

Philippe Jaroussky – Green – Melodies Françaises on Verlaine’s poems

Phillippe Jaroussky é o verdadeiro Orfeu. Sua voz quebra o tempo, até os demônios aqui param para ouvi-lo. Seu som meio masculino, meio feminino, eleva todas as canções desse disco a um patamar que deixariam o nosso miserável poeta Verlaine feliz… Esse é um disco para se ouvir com pouca luz, cigarro (pena que eu não fumo), uma taça de vinho, imaginando uma Paris que nunca mais existirá.

Green – Melodies francaises de Verlaine (respectivos compositores entre parêntesis, de acordo com a nobre contribuição do Monge Ranulfus. Valeu, Monge!)
Disc: 1
1. Colloque sentimental (Ferré)
2. 5 Melodies, Op 58 dites ‘Venise’: I Mandoline (Fauré)
3. Prison (Severac)
4. 10 Melodies, Op 83: I Clair de lune (Szulk)
5. Fetes galantes, FL 86, Book I: I En sourdine (Debussy)
6. Fetes galantes, FL 86, Book I: II Fantoches (Debussy)
7. Fetes galantes, FL 86, Book I: III Clair de lune (Debussy)
8. 5 Melodies dites “Venise”, Op 58: V C’est l’extase (Fauré)
9. Ecoutez la chanson bien douce (Chausson)
10. 5 Melodies dites ‘Venise’, Op 58: III Green (Fauré)
11. O triste, triste etait mon ame (Bordes)
12. Le vent dans la plaine (Saint-Saëns)
13. 5 Melodies dites “Venise”, Op 58: II En sourdine (Fauré)
14. Fisch-Ton-Kan, D. 23: “Qui je suis, qui je suis” [Fisch-Ton-Kan] ( Chabrier)
15. 7 Chansons grises: IV. En sourdine (Hahn)
16. 2 Melodies, Op 83: I Prison (Fauré)
17. Mandoline, L. 43b (Published Version) (Debussy)
18. Apaisement (Chausson)
19. Un grand sommeil noir (Honegger)
20. 4 Melodies, Op 51: III Spleen (Fauré)
21. Revons, c’est l’heure (Massanet)
22. Un grand sommeil noir (Varèse)
23. Ecoutez la chanson bien douce (Ferré)

Disc: 2
1. 2 Melodies, Op 46: II Clair de lune (Fauré)
2. 7 Chansons grises: I. Chanson d’automne (Hahn)
3. Green (Caplet)
4. Ariettes oubliees, FL 63: II Il pleure dans mon coeur (Debussy)
5. L’heure exquise (Poldowski)
6. Colombine (Poldowski)
7. Chanson d’automne (Trenet)
8. Mandoline (Poldowski)
9. 3 Melodies, Op 4: II Il pleure dans mon coeur (Schmitt)
10. 20 Melodies, Book I: XVI D’une prison (Hahn)
11. Fisch-Ton-Kan, D. 23: “J’engraisse” [Poussah] (Chabrier)
12. 4 Melodies, Op 22: IV Il pleure dans mon coeur (Koechlin)
13. La Bonne Chanson, Op. 61: III. La lune blanche luit dans les bois (Fauré)
14. Promenade sentimentale (Bordes)
15. Ariettes oubliees, FL 63: V Aquarelles, 1: Green (Debussy)
16. Colloque sentimental (Canteloube)
17. Fetes galantes, FL 114, Book II: I Les Ingenus (Debussy)
18. Fetes galantes, FL 114, Book II: II Le Faune (Debussy
19. Fetes galantes, FL 114, Book II: III Colloque Sentimental (Debussy
20. Colombine (Brassens)

Green – Melodies francaises de Verlaine – 2015
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XLD RIP | FLAC | 404 MB

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MP3 | 320 Kbps | 250 MB

Felicitações a todos. E longa vida ao site.

CDF

Johannes Brahms (1833-1897): As Quatro Sinfonias

Johannes Brahms (1833-1897): As Quatro Sinfonias

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Um blog amigo postou esta versão das sinfonias de Brahms há poucos dias. Mas o que posso fazer se a mesma gravação estava em minha linha de tiro? A versão de Jochum é uma resposta cheia de musicalidade e bons argumentos a esta gravação aqui, postada por nosotros em julho. Não sei avaliar bem qual é a melhor, mas escolho Jochum na Primeira sinfonia e Abbado na Quarta, só para iniciar o jogo. Porém, é importante notar que esta não é uma conversa de pigmeus. É Abbado e Jochum com Brahms; quer dizer que é um papo denso, muito denso e de gigantes. Todos.

Da coleção Originals da DG. Tudo que está ali é bom. É o The Best of The Best da gravadora. Baixa logo, tá?

Johannes Brahms (1833-1897): As Quatro Sinfonias

1. Symphony No.1 in C minor, Op.68 – 1. Un poco sostenuto – Allegro – Meno allegro 13:43
2. Symphony No.1 in C minor, Op.68 – 2. Andante sostenuto 9:36
3. Symphony No.1 in C minor, Op.68 – 3. Un poco allegretto e grazioso 4:50
4. Symphony No.1 in C minor, Op.68 – 4. Adagio – Piu andante – Allegro non troppo, ma con brio – Piu allegro 16:56

5. Symphony No.2 in D, Op.73 – 1. Allegro non troppo 14:59
6. Symphony No.2 in D, Op.73 – 2. Adagio non troppo – L’istesso tempo, ma grazioso 10:06
7. Symphony No.2 in D, Op.73 – 3. Allegretto grazioso ( Quasi andantino) – Presto ma non assai 5:40
8. Symphony No.2 in D, Op.73 – 4. Allegro con spirito 8:17

9. Symphony No.3 in F, Op.90 – 1. Allegro con brio – Un poco sostenuto – Tempo I 10:00
10. Symphony No.3 in F, Op.90 – 2. Andante 9:21
11. Symphony No.3 in F, Op.90 – 3. Poco allegretto 6:09
12. Symphony No.3 in F, Op.90 – 4. Allegro 8:59

13. Symphony No.4 in E minor, Op.98 – 1. Allegro non troppo 12:30
14. Symphony No.4 in E minor, Op.98 – 2. Andante moderato 12:05
15. Symphony No.4 in E minor, Op.98 – 3. Allegro giocoso – Poco meno presto – Tempo I 6:02
16. Symphony No.4 in E minor, Op.98 – 4. Allegro energico e passionato – Più allegro 9:51

Berlin Philharmonic Orchestra
Eugen Jochum

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Jochum: mestre

PQP

Johannes Brahms (1833-1897): Lieder

Johannes Brahms (1833-1897): Lieder

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Meu deus, que disco lindo! Brahms é Brahms, quem não conhece? Bernarda Fink (Buenos Aires, 1955) é uma mezzosoprano argentina de ascendência eslovena. Ela canta absurdamente bem, tem uma voz maravilhosa. Nada menos que 31 canções de Brahms são apresentadas aqui por esta dupla soberba: a citada e requintada mezzo-soprano e o excelente pianista britânico Roger Vignoles, que já acompanhara Fink em vários discos de recital anteriores. Há momentos dramáticos (“Von ewiger Liebe”), leves (“Vergebliches Ständchen”), delicados (“An die Nachtigall”. E o que dizer de “Die Mainacht” e “Mädchenlied” (faixa 30)? Fink coloca a música sempre em primeiro plano. Fink pode ser a garota cantando sobre seu amante, mas também o caçador de “Der Jäger”. Vignoles está perfeito. A Harmonia Mundi contribui com o seu som imaculado habitual. Este disco é uma alegria e não se pode perder.

Johannes Brahms (1833-1897): Lieder

1 Bei Dir Sind Meine Gedanken
2 Wie Melodien Zieht Es Mir
3 Sapphische Ode
4 Feldeinsamkeit
5 Nachtigall
6 Verzagen
7 Alte Liebe
8 An Die Nachtigall
9 Das Mädchen Spricht
10 Dein Blaues Auge
11 Geheimnis
12 Ständchen
13 Von Ewiger Liebe
14 Der Tod, Das Ist Die Kühle Nacht
15 Auf Dem Kirchhofe
16 Die Mainacht
17 Anklänge
18 Spanisches Lied
19 Mädchenlied
20 Am Sonntag Morgen
21 Liebestreu
22 Vergebliches Ständchen
23 Das Mädchen
24 Therese
25 Mädchenlied
26 Der Jäger
27 Der Schmid
28 Der Gang Zum Liebchen
29 Sonntag
30 Mädchenlied
31 Wiegenlied

Bernarda Fink, mezzosoprano
Roger Vignoles, piano

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Fink: sua voz deve ser a trilha sonora do paraíso.

PQP

Johannes Brahms (1833-1897): Sonatas para Violino 1-3 / Trio para Piano Nº 1, Op. 8 / Concerto para Violino, Op. 77

Johannes Brahms (1833-1897): Sonatas para Violino 1-3 / Trio para Piano Nº 1, Op. 8 / Concerto para Violino, Op. 77

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Um espanto este álbum com obras de Brahms interpretadas pela genial violinista russa Viktoria Mullova. O álbum duplo foi “montado” pegando os melhores registros que estavam espalhados em três discos lançados em separado anteriormente. Então, temos uma das melhores integrais das Sonatas para Violino e Piano, o ESPLÊNDIDO Piano Trio Nº 1 e uma grandes versões de um dos mais belos Concertos para Violino jamais escritos. Nas gravações, ela é acompanhada apenas por Piotr Anderszewski nas Sonatas, por Andre Previn e Heinrich Schiff no Trio e por Abbado e a Filarmônica de Berlim no Concerto. Não dá para pedir mais, né?

Johannes Brahms (1833-1897): Sonatas para Violino 1-3 / Trio para Piano Nº 1, Op. 8 / Concerto para Violino, Op. 77

1. Sonata No. 1 in G, Op. 78: Vivace Ma Non Troppo
2. Sonata No. 1 in G, Op. 78: Adagio
3. Sonata No. 1 in G, Op. 78: Allegro Molto Moderato

4. Sonata No. 2 in A, Op.100: Allegro Amabile
5. Sonata No. 2 in A, Op.100: Andante Tranquillo – Vivace – Andante – Vivace Di Piu – Andante – Vivace
6. Sonata No. 2 in A, Op.100: Allegretto Grazioso (Quasi Andante)

7. Sonata No. 3 in d, Op.108: Allegro
8. Sonata No. 3 in d, Op.108: Adagio
9. Sonata No. 3 in d, Op.108: Un Poco Presto E Con Sentimento
10. Sonata No. 3 in d, Op.108: Presto Agitato

Viktoria Mullova
Piotr Anderszewski

1. Piano Trio in B, Op.8: 1. Allegro con brio
2. Piano Trio in B, Op.8: 2. Scherzo. Allegro molto
3. Piano Trio in B, Op.8: 3. Adagio
4. Piano Trio in B, Op.8: 4. Allegro

Viktoria Mullova
Andre Previn
Heinrich Schiff

1. Violin Concerto In D, Op.77: No.1 Allegro non troppo
2. Violin Concerto In D, Op.77: No.2 Adagio
3. Violin Concerto In D, Op.77: No.2 Allegro giocoso, ma non troppo vivace-Poco piu presto

Viktoria Mullova
Berlin Philharmonic Orchestra
Claudio Abbado

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Mullova
(suspiro)

PQP

Johannes Brahms (1833-1897): Quartetos de Cordas Completos, Trios, Quintetos e Sextetos

Johannes Brahms (1833-1897): Quartetos de Cordas Completos, Trios, Quintetos e Sextetos

Aqui quem escreve é o PQP. Estou revalidando num só arquivo estes super posts do Carlinus. Motivo: (1) dois ou três dos CDs estavam com seus links idos e (2) Brahms é bom demais. Mantive todos os textos introdutórios originais. Só não há texto para o 5º CD pelo simples fato de o post para o 4º e 5º CDs serem um só. Grande destaque para os Op. 88,  34, 114, 115 — obra que inspirou Erico Verissimo a dar o nome de Solo de Clarineta a seus livros de memórias, a ter infartos e mais: acho que a gravação de Leister era a que ele tinha em casa — , 18, 51 nº 2, 36 e para todo o resto!

Como diz o Carlinus: boa apreciação!

CD1:

Já venho há dois meses com o intento de postar os quartetos de cordas de Brahms, uma joia, uma pérola, algo para qual nos falta palavras. Mas foi somente hoje que disse para mim mesmo: “Hoje a criança nasce!”. E como estou entusiasmado com estas postagens! Nutro uma profunda admiração pela música brahmsiana. Com o compositor não havia tempo para devaneios ou produções que fugiam àqueles elementos tão típicos da música genuinamente clássica. Deve ser por isso que ele não compôs balê ou ópera. Seus pés estavam fincados no terreno da música pura. Música-música (se é que existe esta expressão). Toda as vezes que vou postar Brahms corre dentro de mim certa expectação reverente. A alemão não era brincadeira. Sua música é um atestado de sua competência e seriedade. Em sua época o que vigorava eram as megalomanias de Wagner e dos compositores programáticos. Brahms conseguiu se impor compondo música absoluta – a mesma que compusera Beethoven, Mozart e Haydn. Tudo isso amalgamado ao espírito profundo do Romantismo. Resta-nos apenas ficar com o primeiro CD com os dois primeiros quartetos – O opus 51 no. 1 e 2. Estes quartetos são verdadeiras obras primas. Possuem uma capacidade de síntese, concentração e honestidade musical invejáveis, dificilmente encontráveis em outros compositores. Prestem atenção: falo “dificilmente”. Páro por aqui: é preciso ouvir para sentir estas duas maravilhas. Aprecie sem moderação, incontidamente!

Johannes Brahms (1833-1897) – String Quartet in C menor, Op. 51 no. 1 e String Quartet in A menor, Op. 51 no. 2

String Quartet in C menor, Op. 51 no. 1 [30:10]
01. Allegro
02. Romanze. Poco Adagio
03. Allegretto molto moderato e comodo – Un poco piu animato
04. Allegro

String Quartet in A menor, Op. 51 no. 2 [31:04]
05. Allegro non troppo
06. Andate moderato
07. Quasi Minuetto, moderato – Allegretto vivace
08. Finale. Allegro non assai

Amadeus Quartet

CD2:

Após alguns dias de ausência eu retorno ao PQP Bach para dá continuidade ao ciclo de postagens com o material camerístico de Brahms, iniciado há alguns dias atrás. Nesta ocasião teremos o Quarteto in B flat maior, Op. 67 e o o famoso Quinteto para piano, dois violinos, viola e violoncelo em F menor, Op. 34. Para um dia como este é uma música agradavelmente adequada. Os comentários são dispensáveis. Que a música forneça suas explicações. Boa apreciação!

Johannes Brahms (1833-1897) – String Quartet in B flat major, Op. 67 e Quinteto for piano, 2 violins, viola e violoncello in F menor, Op. 34

String Quartet in B flat major, Op. 67 [32:13]
01. 1.Vivace
02. 2. Andante
03. 3. Agitato(Allegretto Non Troppo)
04. 4. Poco Allegretto Con Variazioni

Quinteto for piano, 2 violins, viola e violoncello in F menor, Op. 34 [41:21]
05. 1. Allegro Non Troppo
06. 2. Andante, Un Poco Adagio
07. 3. Scherzo.Allegro-Trio
08. 4. Finale.Poco Sostenuto

Amadeus Quartet

CD3:

Dizer o quê? Comentar o quê? Não há necessidade nem disso nem daquilo. A obra camerística de Brahms é uma das coisas mais belas que já foram escritas em toda a história da música. É a mistura da melancolia correta com a técnica exata. Destaca-se neste CD o opus 111. É uma obra tardia do velho Brahms. Uma curiosidade: conta-se que após ter escrito esse Quinteto, Brahms decidiu parar de compor e até preparou um testamento. Entrementes, alguém como ele não poderia ficar parado. Esse fato teria se dado lá pelos anos de 1890. O que acontece é que após ter encontrado o clarinetista Richard Mülhfeld, e, encantado com o instrumento para sopro, resolve escrever inúmeras obras para o clarinete. Sorte a nossa! Resta-nos apreciar essas maravilhas. Seguem dois quintetos neste registro – o opus 88 e o opus 111. Uma boa apreciação!

Johannes Brahms (1833-1897) – String Quintet in F major, Op. 88 e String Quintet in G major, Op. 111

String Quintet in F major, Op. 88
01. I. Allegro non troppo ma con brio
02. II. Grave ed appassionato-Allegretto vivace-Tempo I – Presto
03. III. Finale. Allegro energico

String Quintet in G major, Op. 111
04. I. Allegro non troppo, ma con brio
05. II. Andante, un poco Adagio
06. III. Scherzo. Allegro – Trio
07. IV. Finale. Poco sostenuto

Amadeus Quartet

CD4:

Finalizemos esta integral com postagens da obra camerística de Brahms. Foi uma caminhada de grandes hiatos, postergações, supressões e tudo mais. Mas, chegamos a bom termo. Brahms é daqueles compositores profundos, de música sensível, que exigem uma atenção demasiada. É preciso ouvi-lo mais de uma vez para que entremos em seu mundo. Destacam-se nesse post os dois sextetos para cordas. O primeiro é o opus 18, composto em 1860 e estreado em 1862. Possui quatro movimentos. É marcado por duas violas, dois violinos e dois violoncelos. E a outra peça é o sexteto para cordas opus 36, composto durante os anos de 1864-1865. Apesar de Brahms tê-lo composto na atmosfera solitária, calma de Baden-Baden, Alemanha, o sexteto foi tocado pela primeira vez nos Estados Unidos, mais precisamente em Boston. Segue a mesma marcação do primeiro sexteto, com duas violas, dois violinos e dois violoncelos. Fica aqui a certeza de dois trabalhos fantásticos. Boa apreciação!

Johannes Brahms (1833-1807) – Trio para piano, clarinete e violoncelo em A menor, Op. 114 e Quinteto para clarinete, 2 violinos, viola e violoncelo em B menor, Op. 115

Trio para piano, clarinete e violoncelo em A menor, Op. 114
01. Allegro
02. Adagio
03. Andante grazioso
04. Allegro

Karl Leister, clarinete
Georg Donderer, violoncelo
Christopher Eschenbach, piano

Quinteto para clarinete, 2 violinos, viola e violoncelo em B menor, Op. 115

05. Allegro
06. Adagio
07. Andantino – Presto non assai, ma con sentimento
08. Con moto

Amadeus Quartet
Karl Leister, clarinete

CD5:

Johannes Brahms (1833-1897) – Sexteto para cordas em B flat major, Op. 18 e Sexteto para cordas em G major, Op. 36

Sexteto para cordas em B flat major, Op. 18 [33:25]
01. Allegro ma non troppo
02. Thema con Variazioni. Andante, ma moderato
03. Scherzo. Allegro molto – Trio. Animato
04. Rondo. Poco Allegretto e grazioso

Sexteto para cordas em G major, Op. 36 [38:55]
05. Allegro ma non troppo
06. Scherzo. Allegro ma non troppo – Presto giocoso – Tempo I
07. Poco Adagio
08. Poco Allegro

Amadeus Quartet
Cecil Aronowitz, viola II
William Pleeth, violoncelo II

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Quem seria?

Carlinus (com PQP)

Johannes Brahms (1833-1897): Concerto para Violino, Op. 77 , Concerto Duplo para Violino e Violoncelo, Op. 102

Johannes Brahms (1833-1897): Concerto para Violino, Op. 77 , Concerto Duplo para Violino e Violoncelo, Op. 102

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Atendendo à uma solicitação de nossa querida Clara Schumann, estou postando aqui um CD que ela pede faz já algum tempo. A relação de todos nós, mais velhos, com esta gravação é intensa desde os tempos do LP. O que mais chama a atenção — além da extrema musicalidade de Karajan e de sua orquestra — é a precocidade dos solistas, e ao mesmo tempo a maturidade com que eles tocam. Até parece gente grande. e puxando um pouco para o lado do ufanismo verde-amarelo, dá orgulho de ver o pernambucano Antônio Meneses tocando ao lado de Karajan e da divina — ainda adolescente — Anne-Sophie Mutter.

Johannes Brahms (1833-1897): Concerto para Violino, Op. 77 , Concerto Duplo para Violino e Violoncelo, Op. 102

Johannes Brahms (1833-1897) – Violin Concerto in D Minor, op. 77
1 – Allegro non troppo
2 – Adagio
3 – Allegro giocoso, ma non troppo vivace – Poco pio presto
Cadenzas – Joseph Joachin

Johannes Brahms (1833-1897) – Double Concerto for Violin, Violoncelo e Orchestra, in A Minor, op. 102

1 – Allegro
2 – Andante
3 – Vivace non troppo

Anne-Sophie Mutter – Violin
Antonio Meneses – Violoncello
Berliner Philarmoniker
Herbert von Karajan – Direktor

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Karajan e Meneses se cumprimentam e... Como a idade fez bem a Mutter!
Karajan e Meneses se cumprimentam e… Como a idade fez bem a Mutter!

FDP

Johannes Brahms (1833-1897): O Concerto para Violino, Op. 77 — Três versões matadoras para os pequepianos com Mullova, Szeryng e Oistrakh

Johannes Brahms (1833-1897): O Concerto para Violino, Op. 77 — Três versões matadoras para os pequepianos com Mullova, Szeryng e Oistrakh

3 VEZES IM-PER-DÍVEL !!!

Bem, montei este especial aqui porque passei a sexta-feira ouvindo este concerto. Foi bom! A versão de Mullova — extraordinária, imbatível — é inédita no blog. A versão de Szeryng — extraordinária, imbatível — tinha sido postada pelo Carlinus, mas o link já não existe. O mesmo é o caso da versão de Oistrakh — extraordinária, imbatível — , a qual fora postada por FDP no falecido Megaupload.

Não sou doido de dizer qual é a melhor das versões desta absoluta obra-prima do repertório violinístico e orquestral. Amo todas e efetivamente pretendo ser fiel às três.  A única coisa que faz Mullova ser menos fabulosa é que ela está aí, vivinha, e os outros já se foram.

Ah, o CD de Oistrakh vem com um espetacular bônus: a Sonata Nº 3 para Violino e Piano. Ninguém vai reclamar, acho.

MI0000963547Johannes Brahms (1833-1897): Concerto para Violino, Op. 77

I. Allegro non troppo
II. Adagio
III. Allegro giocoso, ma non troppo vivace – Poco più presto

Viktoria Mullova
Berlin Philharmonic Orchestra
Claudio Abbado

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brahms-violin-concerto-henryk-szeryng-lso-pierre-monteux-1-lp-rcaJohannes Brahms (1833-1897): Concerto para Violino, Op. 77

1. Violin Concerto in D, Op.77: Allegro non troppo [Cadenza: Joseph Joachim] – Henryk Szeryng, London Symphony Orchestra
2. Violin Concerto in D, Op.77: Adagio – Henryk Szeryng, London Symphony Orchestra
3. Violin Concerto in D, Op.77: Allegro giocoso, ma non troppo vivace –

Henryk Szeryng
London Symphony Orchestra
Pierre Monteux

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front22Johannes Brahms (1833-1897): Concerto para Violino, Op. 77

1. Concerto for Violin and Orchestra in D Op. 77 (2003 Digital Remaster): I. Allegro non troppo (cadenza: J. Joachim) 22:35
2. Concerto for Violin and Orchestra in D Op. 77 (2003 Digital Remaster): II. Adagio 9:38
3. Concerto for Violin and Orchestra in D Op. 77 (2003 Digital Remaster): III. Allegro giocoso, ma non troppo vivace 8:40

4. Sonata for Violin and Piano No. 3 in D minor, Op. 108 (2003 Digital Remaster): I. Allegro 8:56
5. Sonata for Violin and Piano No. 3 in D minor, Op. 108 (2003 Digital Remaster): II. Adagio 5:49
6. Sonata for Violin and Piano No. 3 in D minor, Op. 108 (2003 Digital Remaster): III. Un poco presto e con sentimento 3:12
7. Sonata for Violin and Piano No. 3 in D minor, Op. 108 (2003 Digital Remaster): IV. Presto agitato 6:11

David Oistrakh
Vladimir Yampolsky, piano
Cleveland Orchestra
George Szell

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Quem seria, né?
Quem seria, né?

PQP

Johannes Brahms (1833-1897): Trios Op. 8 (Nro, 1) e Op. 87 (Nro. 2)

Johannes Brahms (1833-1897): Trios Op. 8 (Nro, 1) e Op. 87 (Nro. 2)

folder (1)O Trio Op. 8 é algo tão impressionante que vale ser ouvido em todas as versões possíveis, apesar de que a a concorrência é muito grandeParece que Brahms encontrava sempre uma forma acertar tudo de primeira. Independentemente do gênero —  sinfonias, concertos, serenatas, sonatas para violino ou sextetos de cordas — Brahms consegue ser melhor e mais expressivo em suas primeiras tentativas. Tal é certamente o caso do seu primeiro trio de piano, que embora tenha sido substancialmente revisto décadas após a sua composição original, ainda se apresenta como uma obra-prima de contorno melódico, complexidade harmônica e forma. Compara aí com o segundo e veja se eu não tenho razão!

O Op. 87 é ótimo, é Brahms, mas o 8…

Johannes Brahms (1833-1897): Trios Op. 8 (Nro, 1) e Op. 87 (Nro. 2)

01. Piano Trio No. 1 in B, Op. 8 – Allegro con brio
02. Piano Trio No. 1 in B, Op. 8 – Scherzo (Allegro molto)
03. Piano Trio No. 1 in B, Op. 8 – Adagio
04. Piano Trio No. 1 in B, Op. 8 – Allegro

05. Piano Trio No. 2 in C, Op. 87 – Allegro
06. Piano Trio No. 2 in C, Op. 87 – Andante con moto
07. Piano Trio No. 2 in C, Op. 87 – Scherzo (Presto)
08. Piano Trio No. 2 in C, Op. 87 – Finale (Allegro giocoso)

Storioni Trio

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O Storioni Trio
O Storioni Trio em azul, preto e branco, como o indigno e nojento time do Grêmio

PQP

Johannes Brahms (1833-1897) – Jean-Guihen Queyras & Alexandre Tharaud – Brahms Cello Sonatas & Hungarian Dances

Jean-Guihen Queyras & Alexandre Tharaud - Brahms Cello Sonatas & Hungarian Dances (2018)As Sonatas para Violoncelo de Brahms estariam certamente entre as obras que eu levaria para uma ilha deserta. Provavelmente a gravação de dois gigantes do século XX, Rudolf Serkin e Mstlsav Rostropovich.

Mas a nova geração está muito bem representada neste CD: o violoncelista é Jean-Guihen Queyras e o pianista é Alexander Tharaud. Jovens franceses que já tem experiência suficiente para nos proporcionar agradáveis momentos na audição destas duas obras primas do repertório.

A música de Brahms é por demais sofisticada, elaborada e profunda para uma simples gravação. Com certeza, essa dupla irá regravar estas peças quando tiverem mais idade e mais maturidade. Não falo no quesito técnico e virtuosístico, isso sobra para os dois, mas sim no quesito maturidade emocional e afetiva. Talvez seja o que falta neste CD.

SONATA FOR CELLO & PIANO No. 1 Op. 38 in E minor · mi mineur · e-moll
1) I. Allegro non troppo (E minor)
2) II. Allegretto quasi Menuetto (A minor)
3) III. Allegro (E minor)
SONATA FOR CELLO & PIANO No. 2 Op. 99 in F Major · fa majeur · F-Dur
4) I. Allegro vivace (F major)
5) II. Adagio affettuoso (F# major)
6) III. Allegro passionato (F minor)7) IV. Allegro molto (F major)
DANSES HONGROISES Ungarische Tänze · Hungarian dances WoO 1 (excerpts)
Transcription for piano and cello by Alexandre Tharaud & Jean Guihen Queyras
Book 1
8) Tanz No. 4 (Poco sostenuto) transposed in G minor
9) Tanz No. 1 in G minor (Allegro molto)
10) Tanz No. 5 in F# minor (Allegro – Vivace)
Book 2
11) Tanz No. 7 (Allegretto – Vivo) transposed in A Major
Book 3
12) Tanz No. 14 in D minor (Un poco andante)
13) No. 11 in D minor (Poco andante)

Jean-Guihen Queyras – Violoncelo
Alexander Tharaud – Piano

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Johannes Brahms (1833-1897): Quartetos para Piano Op. 25 e 60

Johannes Brahms (1833-1897): Quartetos para Piano Op. 25 e 60

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Brahms compôs três quartetos para piano, os Op. 25 e 26, escritos em 1861, e o Op. 60, escrito em parte em 1855 e concluído em 1875. Os dois melhores são, de forma disparada, os que estão neste CD do Fauré Quartett. São obras de absoluta preferência minha e de FDP. É Brahms, isto é: é música profunda, de primeiríssima qualidade e merecidamente conhecidos, ouvidos, reouvidos e louvados. Estou com o Rondo alla Zingarese do Op. 25 e sinto certa taquicardia. Que bom! O Fauré sabe cantar e tocar coletivamente, o que torna maravilhoso este CD. Minha performance preferida destes quartetos ainda é a do Beaux Arts Trio, feira em 1973 e com Walter Trampler como violinista convidado. Mas o Fauré vai muito bem nelas.

Johannes Brahms (1833-1897): Quartetos para Piano Op. 25 e 60

1. Allegro [Brahms: Piano Quartet No.1 in G minor, Op.25]
2. Intermezzo (Allegro ma non troppo) [Brahms: Piano Quartet No.1 in G minor, Op.25]
3. Andante con moto [Brahms: Piano Quartet No.1 in G minor, Op.25]
4. Rondo alla Zingarese [Brahms: Piano Quartet No.1 in G minor, Op.25]

5. Allegro ma non troppo [Brahms: Piano Quartet No.3 in C minor, Op.60]
6. Scherzo (Allegro) [Brahms: Piano Quartet No.3 in C minor, Op.60]
7. Andante [Brahms: Piano Quartet No.3 in C minor, Op.60]
8. Finale (Allegro) [Brahms: Piano Quartet No.3 in C minor, Op.60]

Fauré Quartett

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O Fauré Quartett envolvido por Brahms
O Fauré Quartett envolvido por Brahms

PQP

Johannes Brahms (1833-1897): Os Quartetos para Piano (completo)

Johannes Brahms (1833-1897): Os Quartetos para Piano (completo)

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Já que todos aqui estão depondo suas melhores pérolas para os visitantes, não serei eu a destoar de meus comparsas em vaidade. Hoje é o dia em que nosso poeta Alessandro Reiffer vai enlouquecer de vez. Pois estes quartetos para piano absolutamente perfeitos estão numa gravação que — perdoe-me, FDP — bate o ex-campeão Beaux Arts Trio. O mundo é assim: quando achamos que ouvimos o absolutamente perfeito, vem uns malucos e fazem ainda melhor.

Gente, li tudo o que vocês escreveram sobre Brahms e concordo com muitas coisas, mas o principal não foi dito, penso: Brahms é denso pra caralho. Brahms explora um tema como papai fazia. Ele é bachiano até a raiz dos cabelos. Aliás, meus cinco compositores prediletos são Bach, Beethoven, Brahms, Bruckner, Bartók, Mahler e Shostakovich, todos com mania de repetição, sendo que Mahler devia ser também maníaco-depressivo. Vamos a um TEXTO MAIS ORGANIZADINHO E BONITINHO sobre Brahms? Nosso colaborador eventual Milton Ribeiro o escreve.

Como se não bastasse o trocadilho infame que o nome Brahms sugere a nós, brasileiros, ele era filho de um contrabaixista de Hamburgo que tocava em cervejarias. E, a partir dos dez anos de idade, o pequeno Johannes passou a trabalhar como pianista com seu pai, nas tabernas. Não sabemos se estas atividades foram nocivas à saúde do menino, sabemos apenas que ele, mais tarde, fez bom uso de seu conhecimento sobre o repertório popular alemão. Brahms teve apenas dois professores, ambos durante a infância e adolescência. Estava pronto após estudar Bach, Mozart e Beethoven.

Começou a compor cedo e, antes de completar 20 anos, seu Scherzo opus 4 já tinha entusiasmado e revelado afinidades com Schumann, a quem Brahms ainda desconhecia. Foi visitar Schumann e então os fatos são mais conhecidos: primeiro, Schumann escreve em seu diário “Visita de Brahms, um gênio!”, depois publica artigo altamente elogioso ao compositor, fazendo com que o jovem Brahms tivesse a melhor publicidade que um artista pudesse desejar. Schumann o considerava um filho espiritual e a esposa de Schumann, Clara, chamava-o de seu “deus loiro”. Muitas hipóteses são possíveis sobre a relação entre Clara e Brahms, mas só uma coisa é certa: eles destruíram a maior parte das cartas que dizia respeito a ela. Porém, a versão de que houve um forte componente amoroso na relação dos dois tem tudo para estar próxima da verdade.

O Quarteto para Piano é uma formação que envolve um piano e três outros instrumentos. Durante o período clássico, usualmente os outros instrumentos eram um trio de cordas –- violino, viola e violoncelo. Para esta formação, Mozart, Schumann, Brahms, Mendelssohn, Schubert, Dvorak, Berwald e Fauré, entre outros, escreveram obras. Mais modernamente, Mahler e Messiaen utilizaram a mesma formação, sendo que o Quarteto para o Fim dos Tempos de Messiaen envolve piano, violino, cello e um clarinete em lugar da viola.

Brahms compôs três quartetos para piano. Curiosamente, o último foi o primeiro a ser escrito, nos anos de 1855-1856, quando o compositor tinha 22-23 anos e estava hospedado na casa dos Schumann. Só que ele foi revisado e estreado apenas trinta anos depois, em 1875. O segundo a ser escrito e primeiro a ser estreado é o que recebeu o Nº1, Op. 25 (escrito em 1861 – Brahms com 28 anos) e o terceiro é o Nº 2, Op. 26 (1862 – Brahms com 29 anos).

Brahms é compositor originalíssimo. Suas obras representam uma tentativa única de fusão entre a expressividade romântica e as preocupações formais clássicas. O resultado é uma música de grande densidade e intensidade. Foi, em sua época, adotado pelos conservadores. Ele colaborou bastante com esta adoção ao assinar um manifesto contra a chamada escola neo-alemã de Liszt e Wagner. Teve tal estigma imerecido até o famoso ensaio de Schoenberg: “Brahms, o Progressista”.

Em seus últimos anos de vida, Brahms afirmava que suas maiores obras de câmara teriam sido as da juventude e citava nominalmente o Sexteto, Op. 18, e os Quartetos para Piano, Op. 25 e 26, como as suas preferidas.

Então, fica a pergunta: teria ele comido Clara Schumann?

Johannes Brahms (1833-1897): Os Quartetos para Piano (completo)

Piano Quartet No. 1 in G minor, Op. 25 (39:08)
1. Allegro
2. Intermezzo: Allegro Ma Non Troppo – Trio: Animato
3. Andante Con Moto
4. Rondo Alla Zingarese: Presto

Piano Quartet No. 3 in C minor (“Werther”), Op. 60 (35:06)
5. Allegro Non Troppo
6. Scherzo: Allegro
7. Andante
8. Finale: Allegro Comodo

Piano Quartet No. 2 in A major, Op. 26 (50:12)
1. Allegro Non Troppo
2. Poco Adagio
3. Scherzo: Poco Allegro – Trio
4. Finale: Allegro

Intermezzi (3) for piano solo, Op. 117 (16:16)
5. Andante Moderato
6. Andante Non Troppo E Con Molto Espressione
7. Andante Con Moto

Leopold String Trio
Marc-André Hamelin, piano

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O Leopold String Trio sem Hamelin
O Leopold String Trio sem Hamelin

PQP

Brahms / Rihm / Harbison: Double Concertos

Brahms / Rihm / Harbison: Double Concertos

coverO violoncelista Jan Vogler, que mora entre Nova York e Dresden, gravou três concertos duplos para violino, violoncelo e orquestra com sua esposa, a notável violinista Mira Wang, com a Royal Scottish National Orchestra sob a direção de Peter Oundjian. É claro que Mira Wang também mora entre Nova York e Dresden. O concerto duplo de Brahms é espetacular com seus sons românticos, solos eloquentes e grande participação orquestral. A imprensa inglesa escreveu a respeito: “Vogler, em particular, tratou suas seções solo como um recitativo de ópera, mesmo nas seções mais rápidas do Vivace. Wang, sua esposa, combinou com ele em virtuosismo e em beleza de tom. O destaque, no entanto, foi a abertura do movimento lento, que traz sensacionais timbres de legato, com solistas e orquestra entrando um no outro como em círculos concêntricos, criando um som como o de chocolate derretido”. Bem… O compositor norte-americano John Harbison (nascido em 1938) compôs o concerto duplo para a Boston Symphony Orchestra, encomendado pelo Friends of the Dresden Festival. A estreia mundial altamente elogiada com Jan Vogler e Mira Wang ocorreu em 8 de abril de 2010 em Boston, sob a direção de Carlos Kalmar. Agora, este trabalho colorido e dinâmico, repleto de virtuosismo cintilante, pode ser ouvido pela primeira vez em uma gravação. O compositor alemão Wolfgang Rihm (nascido em 1953) é considerado um dos mais importantes compositores do nosso tempo. Seu “Duo Concerto”, apresentado no Carnegie Hall em Nova York por Jan Vogler e Mira Wang com Orpheus Chamber Orchestra em 2015, completa este grande CD.

Brahms / Rihm / Harbison: Double Concertos

Wolfgang Rihm (1952)
1. Duo Concerto for Violin, Cello and Orchestra 22:41

Johannes Brahms (1833-1897)
2. Concerto for Violin, Cello and Orchestra in A minor, Op. 102 : I. Allegro 17:19
3. Concerto for Violin, Cello and Orchestra in A minor, Op. 102 : II. Andante 07:40
4. Concerto for Violin, Cello and Orchestra in A minor, Op. 102 : III. Vivace non troppo 08:55

John Harbison (1938)
5. Double Concerto, “To the Memory of Roman Totenberg” : I. Affetuoso, poco inquieto 06:58
6. Double Concerto, “To the Memory of Roman Totenberg” : II. Notturno. Adagio 07:41
7. Double Concerto, “To the Memory of Roman Totenberg” : III. Tempo giusto 06:15

Personnel:
Mira Wang (violin)
Jan Vogler (violoncello)
Royal Scottish National Orchestra
Peter Oundjian (conductor)

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Wang e Vogler mandando bala.
Wang e Vogler mandando bala.

PQP

Johannes Brahms (1833-1897): Integral dos Quartetos para Piano e Trio Op. Póstumo (Final)

Johannes Brahms (1833-1897): Integral dos Quartetos para Piano e Trio Op. Póstumo (Final)

AB-SO-LU-TA-MEN-TE IM-PER-DÍ-VEL !

Quem perder esta postagem é mulher do padre. Isto é óbvio. O quarteto Op. 26 forma uma dupla e tanto com o Op. 25. O Op. 25  é mais extrovertido e virtuoso que seu grande companheiro. Sim, é a música de câmara mais longa de Brahms. São mais de 50 minutos, tempo maior do que qualquer uma de suas sinfonias e concertos, embora a Primeira Sinfonia e o Segundo Concerto para Piano chegarem perto. Entre todos os trabalhos com números de opus, apenas Um Réquiem Alemão leva mais tempo para executar. Todos os quatro movimentos duram mais de 10 minutos e são ricos em conteúdo. É música boa pra mais de metro. O Trio Opus Póstumo não é uma loucura, mas depois que a gente se apaixona pela densidade brahmsiana, quer conhecer tudo o que o hamburguês escreveu.

Johannes Brahms (1833-1897): Integral dos Quartetos para Piano e Trio Op. Póstumo (Final)

Piano Quartet In A, Op. 26
1 Allegro Non Troppo 15:21
2 Poco Adagio 12:36
3 Scherzo. Poco Allegro 11:05
4 Finale. Allegro 9:36

Piano Trio In A, Op. Posth.
5 Moderato 9:12
6 Vivace 5:44
7 Lento 8:47
8 Presto 6:18

Beaux Arts:
Piano – Menahem Pressler
Violin – Isidore Cohen (1-4), Daniel Guilet (5-8)
Cello – Bernard Greenhouse
Mais:
Viola – Walter Trampler

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O Beaux Arts em 1960: ainda com Daniel Guilet ao violino. Depois entraria Isidore Cohen em seu lugar
O Beaux Arts em 1960, ainda com Daniel Guilet ao violino. Depois entraria Isidore Cohen em seu lugar

PQP

Johannes Brahms (1833-1897): Integral dos Quartetos para Piano e Trio Op. Póstumo (I)

Johannes Brahms (1833-1897): Integral dos Quartetos para Piano e Trio Op. Póstumo (I)

AB-SO-LU-TA-MEN-TE IM-PER-DÍ-VEL !

Você talvez fique se perguntando: por que PQP colocou um álbum duplo em duas postagens em vez de entregar logo tudo? Ora, simples. É que é impossível ouvir apenas uma vez cada um destes CDs. (Calma, amanhã virá o segundo). Não é algo comum que passa por nossos ouvidos como uma brisa. Quem conhece estas obras sabe que são monumentos centrais da música de câmara. Além disso, desconheço melhor interpretação para estas obras do que a do Beaux Arts Trio. O que o Pressler, Cohen e Greenhouse fazem aqui merece ser ouvido por todos os dias que desejem ser lindos.

Johannes Brahms (1833-1897): Integral dos Quartetos para Piano e Trio Op. Póstumo (I)

Piano Quartet In G Minor, Op. 25
1-1 Allegro 13:10
1-2 Intermezzo. Allegro Ma Non Troppo 8:34
1-3 Andante Con Moto 9:39
1-4 Rondo Alla Zingarese. Presto 7:58

Piano Quartet In C Minor, Op. 60
1-5 Allegro Ma Non Troppo 9:59
1-6 Scherzo. Allegro 3:55
1-7 Andante 9:54
1-8 Finale. Allegro 9:39

Beaux Arts:
Piano – Menahem Pressler
Violin – Isidore Cohen
Cello – Bernard Greenhouse
Mais:
Viola – Walter Trampler

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Beaux Arts: vistos assim, parece gente normal
Beaux Arts: vistos assim, parece gente normal

PQP

Johannes Brahms (1833-1897): Serenatas

Johannes Brahms (1833-1897): Serenatas

Serenata é uma sequência livre de movimentos de estilo leve e comunicativo. Porém o início deste disco é absolutamente furioso. Depois acalma. As duas serenatas Op. 11 e 16, representam são duas das primeiras tentativas de Johannes Brahms de escrever música orquestral. Ambas datam da década de 1850, especificamente do período em que ele trabalhou na corte de Detmold. Segundo seus biógrafos, esse período era tranquilo e repousado, e embora ao mesmo tempo compusesse o primeiro concerto para piano — sim, aquele meio diabólico –, compôs algumas peças de coral e o lindo sexteto de cordas, Op. 18. Agora, o Quasi Menuetto da Serenata Nº 2 é irresistível em sua sensibilidade e elegância.

Johannes Brahms (1833-1897): Serenatas

Serenade No. 1 In D Major, Op. 11
1 Allegro Molto 13:01
2 Scherzo. Allegro Non Troppo – Trio. Poco Più Moto 7:21
3 Adagio Non Troppo 13:10
4 Menuetto I – Manuetto II 3:52
5 Scherzo. Allegro – Trio 2:41
6 Rondo. Allegro 4:59

Serenade No. 2 For Small Orchestra In A Major, Op. 16
7 Allegro Moderato 9:20
8 Scherzo. Vivace – Trio 3:07
9 Adagio Non Troppo 9:10
10 Quasi Menuetto – Trio 5:32
11 Rondo. Allegro 6:11

Gewandhausorchester Leipzig
Conductor – Riccardo Chailly

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O jovem Brahms.
O jovem Brahms.

PQP

The Club Album (Live From Yellow Lounge) com Anne-Sophie Mutter

The Club Album (Live From Yellow Lounge) com Anne-Sophie Mutter

Pois é. Dizer o quê? A grande discussão lá em casa era se este CD era melhor ou pior que os de André Rieu ou que as incursões populares de Mullova. Eu acho que Mutter vence seus concorrentes, mas houve opiniões contrárias. No que todos concordaram é no fato de Mutter ter desejado tornar-se popular ou ter decidido ganhar dinheiro. Como não creio que grandes haja rombos em sua conta bancária, talvez a moça tenha apenas desejado ser (ainda mais) reconhecida nas ruas. Este é um mal que atinge muitas carreiras. Chega o momento em que alguns artistas dizem: “não quero mais ser moderno, quero ser eterno”. Este CD de Mutter nem é tão bem interpretado, é um CD de brilhaturas pessoais e de abordagens para atingir o grande público. Apesar de eu achá-lo superior aos de Rieu e àquele de música brasileira de Mullova, dou-lhe a nota 1, com louvor.

The Club Album (Live From Yellow Lounge) com Anne-Sophie Mutter

1 Vivaldi: The Four Seasons – Concerto In G Minor, RV 315, “The Summer” – 3. Presto 2:40
by Anne-Sophie Mutter and Mahan Esfahani and Mutter’s Virtuosi

2 Gershwin: Three Preludes – 1. Allegro ben ritmato e deciso 1:43
by Anne-Sophie Mutter and Lambert Orkis
3 Gershwin: Three Preludes – 2. Andante con moto e poco rubato 3:13
by Anne-Sophie Mutter and Lambert Orkis
4 Gershwin: Three Preludes – 3. Allegro ben ritmato e deciso 1:34
by Anne-Sophie Mutter and Lambert Orkis

5 J.S. Bach: Double Concerto For 2 Violins, Strings, And Continuo In D Minor, BWV 1043 – 3. Allegro 4:34
by Anne-Sophie Mutter and Mahan Esfahani and Mutter’s Virtuosi and Noa Wildschut

6 Tchaikovsky: Souvenir d’un lieu cher, Op. 42 – Mélodie 4:31
by Anne-Sophie Mutter and Lambert Orkis

7 Vivaldi: The Four Seasons – Concerto In F Minor, RV 297, “The Winter” – 1. Allegro non molto 3:34
by Anne-Sophie Mutter and Mahan Esfahani and Mutter’s Virtuosi

8 J.S. Bach: Double Concerto For 2 Violins, Strings, And Continuo In D Minor, BWV 1043 – 1. Vivace 3:30
by Anne-Sophie Mutter and Mahan Esfahani and Mutter’s Virtuosi and Nancy Zhou

9 Brahms: Hungarian Dance No.1 In G Minor, WoO 1 3:56
by Anne-Sophie Mutter and Lambert Orkis

10 Debussy: Children’s Corner, L. 113 – 6. Golliwogg’s Cakewalk 3:08
by Anne-Sophie Mutter and Lambert Orkis

11 Saint-Saëns: Introduction et Rondo capriccioso, Op. 28 9:24
by Anne-Sophie Mutter and Lambert Orkis

12 Debussy: Suite bergamasque, L. 75 – 3. Clair de lune 5:00
by Anne-Sophie Mutter and Lambert Orkis

13 Copland: Rodeo – 4. Hoe-Down 3:11
by Anne-Sophie Mutter and Lambert Orkis

14 Gounod / J.S. Bach: Ave Maria 5:08
by Anne-Sophie Mutter and Lambert Orkis

15 Benjamin: Jamaican Rumba 1:49
by Anne-Sophie Mutter and Lambert Orkis

16 Williams: Schindler’s List – Original Motion Picture Soundtrack – Theme 4:43
by Anne-Sophie Mutter and Lambert Orkis

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Anne-Sophie-Mutter: com muita vontade de ganhar dinheiro
Anne-Sophie-Mutter: com muita vontade de ser ainda mais popular

PQP

Johannes Brahms (1833-1897) – Brahms String Quintets – WDR Symphony Orchestra Cologne Chamber Players

coverA WDR Symphony Orchestra, de Colônia, é uma velha conhecida daqui do blog, principalmente devido as gravações de um de seus grandes regentes, o bom velhinho Günther Wand. Este conjunto de câmara que encara os Quintetos para Cordas de Brahms é formado por músicos desta orquestra. E são muito bons. Gostei bastante deste CD. Tratam-se de músicos muito competentes, acostumados a tocarem juntos, e que tornam a riqueza contrapontística, harmônica e melódica das referidas obras mais agradáveis de serem absorvidas por quem não tem muita familiaridade com estas peças.

Johannes Brahms (1833-1897) – Brahms String Quintets – WDR Symphony Orchestra Cologne Chamber Players

01. String Quintet No. 1 in F major, Op. 88 – I. Allegro non troppo, ma con brio
02. String Quintet No. 1 in F major, Op. 88 – II. Grave ed appassionato – Allegretto vivace – Tempo I – Presto – Tempo I
03. String Quintet No. 1 in F major, Op. 88 – III. Allegro energico – Presto
04. String Quintet No. 2 in G major, Op. 111 – I. Allegro non troppo ma con brio
05. String Quintet No. 2 in G major, Op. 111 – II. Adagio
06. String Quintet No. 2 in G major, Op. 111 – III. Un poco allegretto
07. String Quintet No. 2 in G major, Op. 111 – IV. Vivace ma non troppo presto – Animato

Ye Wu 1. Violine
Andreea Florescu Violine
Mischa Pfeiffer, Tomasz Neugebauer – Violas
Susanne Eychmüller, Violoncello

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FDP

Bach – Busoni – Lutz – Brahms: Chaconne

Bach – Busoni – Lutz – Brahms: Chaconne

IM-PER-DÍ-VEL !!!! 

REVALIDADO POR VASSILY EM 2/8/2015

Atendendo a pedidos, nosso Serviço de Atendimento ao Chororô (SAC) disponibiliza links fresquíssimos para um belo álbum repleto da magistral Chaconne da Partita em Ré menor do Grande Pai Bach, em transcrições para piano (aquela célebre de Busoni, uma contemporânea de Lutz e a de Brahms para mão esquerda) e no original para violino solo. É daquelas obras que, na iminência do final do mundo, a gente desejaria colocar numa cápsula espacial para que se salve deste vale de lágrimas – e que muitos de nós outros, melômanos, certamente gostaríamos de ter nos ouvidos ao dele nos despedirmos. Uma tremenda gravação, acompanhada de uma das melhores resenhas jamais feitas pelo patrão PQP.

Vassily

POSTAGEM ORIGINAL DE PQP BACH EM 10/5/2012

Numa noite fria do século XVIII, Bach escrevia a Chacona da Partita Nº 2 para violino solo. A música partia de sua imaginação (1) para o papel (2), alternando-se com o violino (3), no qual era testada. Anos depois, foi copiada (4) e publicada (5). Hoje, o violinista lê a Chacona (6) e de seus olhos passa o que está escrito ao violino (9) utilizando para isso seu controverso cérebro (7) e sua instável, ou não, técnica (8). Do violino, a música passa a um engenheiro de som (10) que a grava em um equipamento (11), para só então chegar ao ouvinte (12), que se desmilingúi àquilo.

Na variação entre todas essas passagens e comunicações, está a infindável diversidade das interpretações. Mas ainda faltam elos, como a qualidade do violino – e se seu som for divino ou de lata, e se ele for um instrumento original ou moderno? E o calibre do violinista? E seu senso de estilo e vivências? E o ouvinte? E… as verdadeiras intenções de Bach? Desejava ele que o pequeno violino tomasse as proporções gigantescas e polifônicas do órgão? Mesmo?

E depois tem gente que acha chata a música erudita…

-=-=-=-=-

Este CD faz ainda pior. É um disco onde há três diferentes transcrições (13, 13 e 13) que foram para o papel (14), para o pianista, etc. As transcrições são muito boas.

E apenas uma certeza. Tudo muito bom, tudo muito bonito, mas a Chaconne foi mesmo escrita o VIOLINO. Quando Beyer entra, o sol aparece. É algo absurdamente luminoso, apesar de, ao que tudo indica, Bach tê-la escrito durante o luto pela morte de sua primeira esposa Maria Barbara e em honra a ela. 

Bach – Busoni – Lutz – Brahms: Chaconne

1. Chaconne After Bach’s Partita for Violin Solo No. 2 in D Minor, BWV 1004 (Transcribed for Piano By Busoni) 15:47

2. Chaconne After Bach’s Partita for Violin Solo No. 2 in D Minor, BWV 1004 (Transcribed for Piano By Lutz) 15:18

3. Chaconne After Bach’s Partita for Violin Solo No. 2 in D Minor, BWV 1004 (Transcribed for Piano By Brahms) 15:28

4. Partita for Violin Solo No. 2 in D Minor, BWV 1004: V. Chaconne 13:58

Edna Stern, piano
Amandine Beyer, violino

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Chaconne

PQP

Johannes Brahms (1833-1897): Os Trios para Piano

Johannes Brahms (1833-1897): Os Trios para Piano

Bem, nem vou falar muito do repertório deste CD — vou logo dizendo que é sublime, fantástico, impecável, irrepreensível. Yo-Yo Ma, seu excelente e constante colaborador Emanuel Ax e o violinista Leonidas Kavakos são grandes estrelas e este álbum duplo seria um campeão não fosse o maravilhoso e redondo registro do Beaux Arts Trio, que insiste em não desgrudar de nossos ouvidos. Por outro lado, sigo achando que, no mundo, há poucas coisas mais belas do que o Trio Nº 1. Gosto tanto dele que chego a esquecer do Beaux Arts por alguns momentos. Imaginem que Brahms o escreveu aos 20 anos…  De qualquer forma, trata-se um extraordinário registro, que merece estar ao lado da gravação do Wanderer Trio.

De qualquer forma, vai um IM-PER-DÍ-VEL !!! para o trio.

Johannes Brahms (1833-1897): Os Trios para Piano

Disc 1:
Piano Trio No. 2 in C Major, Opus 87
1 Allegro
2 Andante con moto
3 Scherzo: Presto
4 Finale: Allegro giocoso

Disc: 2
Piano Trio No. 3 in C Minor, Opus 101
1 Allegro energico
2 Presto non assai
3 Andante grazioso
4 Allegro molto

Piano Trio No. 1 in B Major, Opus 8
5 Allegro con brio
6 Scherzo: Allegro molto
7 Adagio
8 Finale: Allegro

Leonidas Kavakos, violino
Emanuel Ax, piano
Yo-Yo Ma, violoncelo

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O trio no Ozawa Hall, em Tanglewood
O trio no Ozawa Hall, em Tanglewood

PQP

Johannes Brahms (1833-1897): Sonata Op. 5 / Intermezzo / Capriccio / 5 Danças Húngaras

Johannes Brahms (1833-1897): Sonata Op. 5 / Intermezzo / Capriccio / 5 Danças Húngaras

Não se pode dizer que Brahms tenha sido um compositor precoce como Mendelssohn, mas, quando apareceu, chegou pronto. Sua Sonata Op. 5 é algo como escrever Os Buddenbrook aos 25 anos. Ela é a peça central deste CD, composta quando Johannes tinha 20 anos de idade. Tem 38 minutos, é um grande trabalho em cinco movimentos, sinfônico em complexidade e formato. O virtuosismo de Kissin é enorme, mas acho que ele perde para a velha versão de Radu Lupu. Kissin exagera nos sussurros românticos em nossos ouvidos. As duas peças da Op. 76 –compostas 22 anos após a sonata — expressam sabor popular e um anseios sentimentais, respectivamente. Já as cinco breves Danças Húngaras todo mundo conhece.

Johannes Brahms (1833-1897): Sonata Op. 5 / Intermezzo / Capriccio / 5 Danças Húngaras

Sonata, Op. 5 In F Minor
1 I Allegro Maestro 9:53
2 II Andante Espressivo 12:29
3 III Scherzo: Allegro Energico 4:30
3 IV Intermezzo: Andante molto 3:48
5 V Finale: Allegro Moderato Ma Rubato 6:47

6 Intermezzo, Op.76 No.7, In A Minor 3:25

7 Capriccio, Op. 76 No.2, In B Minor 3:10

Five Hungarian Dances
8 No. 1 In G Minor 2:36
9 No. 3 In F 2:02
10 No. 2 In D Minor 2:39
11 No. 7 In F 1:32
12 No. 6 In D-flat 2:50

Piano – Yevgeny Kissin

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Kissin olhando o som do seu piano.
Kissin olhando o som do seu piano.

PQP

Johannes Brahms: Complete Trios

Johannes Brahms: Complete Trios

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Uma gravação clássica do Beaux Arts Trio e agregados, que deve ser apresentada aos pequepianos. Trata-se de um repertório sem pontos baixos interpretados notavelmente por especialistas no formato de trio e no gênero romântico. Das várias formações do grupo de Menahem Pressler, a deste CD, com Isidore Cohen e Bernard Greenhouse, foi a mais habitual.

Esses trios são uma excelente introdução a Brahms, uma vez que eles são de todas as fases da carreira do compositor. O Beaux Arts oferece a prova definitiva de que é melhor ouvir um conjunto estabelecido do que as colaborações entre superstars das quais algumas gravadoras tanto gostam. Há um diálogo contínuo e instintivo longamente estabelecido entre os três veteranos. A sua abordagem é descontraída, sem os excessos dramáticos que caracterizam muitas interpretações camarísticas de Brahms. Uma joia!

Johannes Brahms: Complete Trios

Disc 1

1 Brahms: Piano Trio No.1 in B, Op.8 – 1. Allegro con brio 10:15
2 Brahms: Piano Trio No.1 in B, Op.8 – 2. Scherzo (Allegro molto) 4:58
3 Brahms: Piano Trio No.1 in B, Op.8 – 3. Adagio 8:10
4 Brahms: Piano Trio No.1 in B, Op.8 – 4. Allegro 6:17

Beaux Arts Trio

5 Brahms: Horn Trio in E flat, Op.40 – 1. Andante – Poco più animato 7:25
6 Brahms: Horn Trio in E flat, Op.40 – 2. Scherzo (Allegro) 7:32
7 Brahms: Horn Trio in E flat, Op.40 – 3. Adagio mesto 7:03
8 Brahms: Horn Trio in E flat, Op.40 – 4. Finale (Allegro con brio) 6:24

Arthur Grumiaux and Francis Orval and György Sebök

Disc 2

1 Brahms: Piano Trio No.2 in C, Op.87 – 1. Allegro 8:50
2 Brahms: Piano Trio No.2 in C, Op.87 – 2. Andante con moto 7:23
3 Brahms: Piano Trio No.2 in C, Op.87 – 3. Scherzo (Presto) 4:13
4 Brahms: Piano Trio No.2 in C, Op.87 – 4. Finale (Allegro giocoso) 5:27

Beaux Arts Trio

5 Brahms: Piano Trio No.3 in C minor, Op.101 – 1. Allegro energico 6:43
6 Brahms: Piano Trio No.3 in C minor, Op.101 – 2. Presto non assai 3:12
7 Brahms: Piano Trio No.3 in C minor, Op.101 – 3. Andante grazioso 4:32
8 Brahms: Piano Trio No.3 in C minor, Op.101 – 4. Allegro molto 4:54

Beaux Arts Trio

9 Brahms: Clarinet Trio in A minor, Op.114 – 1. Allegro 7:44
10 Brahms: Clarinet Trio in A minor, Op.114 – 2. Adagio 8:17
11 Brahms: Clarinet Trio in A minor, Op.114 – 3. Andante grazioso 5:12
12 Brahms: Clarinet Trio in A minor, Op.114 – 4. Allegro 4:16

Bernard Greenhouse and George Pieterson and Menahem Pressler

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A formação, digamos, mais duradoura do Beaux Arts. O único membro que sempre se manteve foi o pianista Menahen Pressler.
A formação, digamos, mais duradoura do Beaux Arts. O único membro que sempre se manteve foi o pianista Menahen Pressler.

PQP