K617 – Nouveaux Mondes Sonores

Nouveaux Mondes Sonores

O renomado selo K617 lançou este CD, em 1997, que apresenta faixas de seus principais lançamentos, tendo como focos (i) a música barroca, de Palermo à América Latina; (ii) memórias musicais de Lorraine e, finalmente, um breve passeio (iii) do clássico ao inusitado.

K617 é uma gravadora de música clássica francesa com sede em Metz e fundada por Alain Pacquier, compositor e criador do Festival de Saintes no Abbaye aux Dames na Normandia, e o Festival de Sarrebourg no Convento de Saint Ulrich. O nome “K617” refere-se ao Adagio e Rondo de Mozart em C menor para glass harmonica com acompanhamento de flauta, oboé, viola e violoncelo.

Ouça o Adagio e Rondo de Mozart em C menor para glass harmonica:

Nouveaux Mondes Sonores
I. L’Italie et le Nouveau Monde revisités par Gabriel Garrido
Baroque, de Palerme à l’Amérique Latine
Claudio Giovanni Antonio Monteverdi (Cremona, 1567- Veneza, 1643) – (1)
01. L’Orfeo: 1. Toccata d’ouverture
02. L’Orfeo: 2. Duo Apollon – Orfeo
03. L’Orfeo: 3. Choeur final, ritournelle et moresque
Marco da Gagliano (Florence, 1582-1643) – (1)
04. La Dafne: Ballo
Bonaventura Rubino (Italia, ca. 1600-1668) – (1)
05. Vepres du Stellario de Palermo: Magnificat
Juan de Araujo (Villafranca, España, 1646 – Chuquisaca, Bolívia 1712) – (2)
06. Psaume dixit dominus
Martin Schmid (Swiss, 1694-1772) – (3)
07. Opéra San Ignacio: Scène 6
Roque Ceruti (Milan, ca. 1685 – Lima, 1760) – (4)
08. Musica a la Real Audiencia de Charcas: Vilancico “Afuela, apalta”

II. Mémoire musicale de la Lorraine
Autour d’un Requiem
Louis Théodore Gouvy (Germany, 1819-1898)
09. Feuillets intimes: Allegro giocoso – (5)
10. Stabat mater: Fac me flere – (6)
11. Requiem: Dies irae – (6)
Pierrequin de Thérache (ou Pierquin de Thiérache) (France, 1460-1528) – (7)
12. Loyset Compère Chapelle des Chantres des Ducs de Lorraine: Motet crux triumphans
Henry Desmarets (France, 1661-1741) – (8)
13. Les motets Lorrains: Marche Lorraine
14. Les motets Lorrains: Récit de soprano “Misere mei”
15. Les motets Lorrains: Choeur “Convertere Domine”

III. K617, du classique à l’étrange
Wolfgang Amadeus Mozart (Austria, 1756-1791) – (9)
16. Divertimenti pour cors de basset: Adagio K.411 pour 2 clarinettes et 3 cors de basset
Anonyme – (10)
17. Missa Corsica In Monticellu: 1. Agnus Dei
18. Missa Corsica In Monticellu: 2. Ite missa est
Marc-Antonie Charpentier (France, 1643-1704) – (11)
19. Leçons de Ténèbre et ragas de la nuit: 3ème leçon du Mercredi Saint

(1) Ensemble Elyma & Coro Antonio Il Verso. Director: Gabriel Garrido
(2) Ensemble Elyma & Coro de Niños Cantores de Cordoba. Director Gabriel Garrido
(3) Ensemble Elyma. Director: Gabriel Garrido
(4) Ensemble Elyma & Ensamble Luis Berger/Capilla Cisplatina & Coro Juvenil de la Fundación Pro Arte de Córdoba. Director Gabriel Garrido
(5) Quatuor à cordes – Quintette
(6) Evangelische Kantorei Saarlouis & Choeur d’Hommes de Hombourg-Haupt & Philarmonie de Lorraine. Director: Olivier Holt
(7) Ensemble Vocal Cantus Figuratus & La Traditora. Director: Dominique Vellard
(8) L’Orchestre des Violons du Roy et le Choeur du Studio de Musique Ancienne de Montréal. Director: Christopher Jackson
(9) Le Quatuor Stadler & Le Trio di Bassetto & La Grande Ecurie et la Chambre du Roy
(10) Ensemble A Cumpania
(11) Ensemble Gradiva

K617 – Nouveaux Mondes Sonores
1992

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Mais um CD do acervo do musicólogo Prof. Paulo Castagna. Valeu !!!

Boa audição.

no restaurante

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Avicenna

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Les Voix Baroques – Canticum Canticorum (Cântico dos Cânticos do Rei Salomão)

2tphdCântico dos Cânticos: clérigos promovem as canções como uma representação alegórica da relação de Deus e Israel como marido e mulher. Quando lidas fora do contexto, as canções revelam uma coleção erótica, se não singularmente carnal de poesia de amor. Esta dicotomia entre o sagrado e o carnal nos Cântico dos Cânticos tem sido um dos temas favoritos entre os compositores desde a Renascença.

O livro de Cântico dos Cânticos, também chamado de Cantares, Cântico Superlativo, ou Cântico de Salomão, faz parte dos livros poéticos do Antigo Testamento, vem depois de Eclesiastes e antes do livro de Isaías. Representa, em hebraico, uma fórmula de superlativo; significa o mais belo dos cânticos, Cântico por Excelência ou o cântico maior. É um canto poético curto, com somente 8 capítulos.

De acordo com o título em 1.1, o Cântico dos Cânticos foi escrito por Salomão, filho do Rei Davi. Pode-se dizer que é “de Salomão”, pois a expressão hebraica “de Salomão”(1.1) pode ser traduzida “de” Salomão (como o seu autor) ou “para Salomão (como a pessoa à qual o livro é dedicado). A opinião tradicional entre judeus é a de que Salomão foi o seu autor (Cf. 1Rs.4.32), para os católicos este livro pertence ao agrupamento dos Sapienciais, que condensam a sabedoria infundida por Deus no povo de Israel. Como pertence ao grupo dos sapienciais, recebe como autor a figura simbólica de Salomão, o modelo da sabedoria em Israel, tem sua escrita estimada por volta do ano 400 a.C, e constitui-se de uma coletânea de hinos nupciais.

Por ser um poema escrito em uma linguagem considerada sensual, sua validade como texto bíblico já foi questionado ao longo dos tempos. O poema fala do amor entre o noivo e sua noiva. O nome de Deus só aparece nele de forma abreviada, em 8,6, “uma chama de Iah(weh)”[6]. A interpretação alegórica, segundo a qual o amor de Deus por Israel e o do povo por seu Deus são representados como as relações entre dois esposos, tornou-se comum entre os judeus a partir do séc. II DC, tal interpretação tem paralelo no tema da alegria nupcial que os profetas desenvolveram a partir de Oséias.

O Cântico dos Cânticos ou Shir há´Shirim, além das inúmeras interpretações que recebeu ao longo dos séculos, é um dos mais belos poemas de amor já escritos. Seus protagonistas são uma amada e seu amado. A menção do amado como rei e pastor pode ser uma alusão à tradição judaica que, durante o casamento, considera o noivo um rei e a noiva uma rainha. Ao longo do texto, eles dialogam entre si ou com um coro e, apesar de o original não diferenciar explicitamente o que dizem ele e ela, é possível deduzir a qual deles pertence cada palavra pela diferente flexão que têm o masculino e o feminino em hebraico. O aparecimento do protagonista “coro” também parece apontar para uma influência grega.

Les Voix Baroques, sob a direção do fundador Matthew White, reuniu 16 músicas, todas inspiradas nos Cânticos dos Cânticos, que vão desde John Dunstable do século 15 para Sir William Walton do século 20, abrangendo a Inglaterra medieval, a Itália renascentista, o barroco da Alemanha e França, e o Canadá e Inglaterra do século 20. O grupo agilmente desenvolve cada um dos períodos da música coral com instrumentos e estilos de época.

(textos retirados da internet)

O Cântico começa com as palavras da amada:
Beija-me com beijos de tua boca,
Teus amores são melhores do que o vinho;
O alento do teu corpo me embriaga
E pronunciar teu nome desperta fragrâncias que impregnam tudo.
Por isso te amam as donzelas.

Leva-me contigo; corramos ao teu quarto e gozemos com alegria.
Evocar tuas carícias embriaga mais do que o vinho.
Com razão se enamoram de ti.
Filhas de Jerusalém, sou morena, mas sou graciosa;
Morena como as tendas do deserto,
Cheia de graça como os pavilhões do rei.

Não me negligencies por eu ser morena,
É que o sol me queima.
Dize-me, amor, onde vais apascentar teu rebanho e onde descansas ao meio-dia
Para que, buscando-te, eu não me extravie entre os rebanhos de teus companheiros.

Ao que ele responde:
Se não sabes onde me encontrar, bela entre as donzelas, segue as pisadas do meu rebanho e leva teu rebanho a pastar junto às tendas dos pastores.
Oh, bela, minha amada, tens a prestância dos corcéis do faraó.
Que delicado é teu rosto ornado por teu cabelo! Que graça tem teu pescoço com os colares!

E ela replica:
O perfume do meu corpo vai atrás do meu amado aonde quer que vá.
Quando descansa entre meus seios, ele é para mim uma porção de lavanda, um punhado de ervas aromáticas.

E ele:
Que bela és, amada, que bela! Teus olhos são pombas de serenidade e graça.

E, finalmente, responde ela:
Que belo és, amor! Que prazer! No campo temos estendido nossa cama, os ramos dos ciprestes são nosso telhado e os cedros são as colunas de nossa casa.
(Tradução de Eziel Belaparte Percino)

Palhinha: ouça 03 – Symphoniae sacrae, Op. 6: Anima mea liquefacta est, SWV 263

Canticum Canticorum
Orlando de Lassus (Franco-Flemish, 1532/1530-1594)
01 – Veni in hortum meum
Giovanni Pierluigi da Palestrina (c.1525-1594)
02 – Osculetur me osculo oris sui
Heinrich Schütz (Germany, 1585-1672)
03 – Symphoniae sacrae, Op. 6: Anima mea liquefacta est, SWV 263
04 – Symphoniae sacrae, Op. 6: Adjuro vos, filiae, SWV 264

Domenico Mazzocchi (Italy, 1592-1665)
05 – Dialogo della cantica
Healey Willian (Anglo-Canadian, 1880-1968)
06 – Rise up, my love, my fair one, B 314
07 – I beheld her beautiful as a dove, B 312

Sir William Walton (England, 1902-1983)
08 – Set me as a seal upon thine heart
Thomas Tomkins (England, 1572-1656)
09 – My beloved spake unto me
Heinrich Schütz (Germany, 1585-1672)
10 – Cantiones sacrae, Op. 4: Ego dormio, et cor meum, SWV 63
11 – Cantiones sacrae, Op. 4: Vulnerasti cor meum, SWV 64

Marc-Antonie Charpentier (France, 1643-1704)
12 – Dilecti mi, H 436
Marin Marais (France, 1656-1728)
13 – Passacaille
Marc-Antonie Charpentier (France, 1643-1704)
14 – Antienne pour les Vêpres de l’Assomption de la vierge: Après Lauda Jerusalem Dominum, H 52
John Dunstaple (or Dunstable) (England, c.1390 – 1453)
15 – Quam pulchra es, MB 44
Henry Purcell (England, 1659-1695)
16 – My beloved spake, Z 28

Canticum Canticorum – 2007
Les Voix Baroques
Director: Matthew White

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Court of the Sun King: The Glory of the French Baroque – 10 CDs

2wdr615A glória do Barroco Francês
Corte de Luis XIV, o Rei Sol
Grandes mestres
Grandes intérpretes
Registros históricos

REPOSTAGEM

As características essenciais do estilo francês eram: a forma clara e concisa, peças instrumentais de expressão condensada, movimentos curtos e muito simples. A ópera, de um gênero totalmente diverso da italiana, era voltada, sobretudo, para a dança. Era como se a forma clara e rígida das danças tivesse sido criada especialmente para que se pusesse, em música, o estilo desta nação. (http://ciaesons.blogspot.com.br/2010/06/musica-barroca-os-estilos-italiano-e.html)

CD 01/10
Marc-Antoine CHARPENTIER (1643-1704)
Te Deum, H146
Chorale des Jeunesses Musicales de France
Orchestre de Chambre Jean-François Paillard
1953

Jean-Baptiste LULLY (1632-1687)
Te Deum
Ensemble Vocal “À Coeur Joie” de Valence
Orchestre de Chambre Jean-François Paillard
1975

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CD 02/10
Marc-Antoine CHARPENTIER (1643-1704)
Magnificat, H79
Gents Madrigaalkoor
Cantabile Gent
Musica Polyphonica
1984

Messe de minuit, H9
Chorale des Jeunesses Musicales de France
Orchestre de Chambre Jean-François Paillard
1976

Dialogus inter angelos et pastores Judeae in nativitatem Domini, H420
Ensemble Vocal Stéphane Caillat
Orchestre de Chambre Jean-François Paillard
1976

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CD 03/10
Nicolas BERNIER (1665-1734)
Motet du Saint-Esprit
Jocelyne Chamonin (soprano)
Bernard Fonteny (cello)
Marie-Claire Alain (orgue)
1966

Louis MARCHAND (1669-1732)
Livre d’orgue, Livre I, Ier ton
Jocelyne Chamonin (soprano)
Bernard Fonteny (cello)
Marie-Claire Alain (orgue)
1966

Marc-Antoine CHARPENTIER (1643-1704)
Messe pour les trépassés, H2 (beginning)
Dies Irae, H12
Motet pour les trépassés “Miseremini mei”, H311
Messe pour les trépassés, H2 (conclusion)
Gulbenkian Choir and Orchestra, Lisbon
1974

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CD 04/10
Francois COUPERIN (1668-1733)
Leçons de ténèbres
Nadine Sautereau (contralto)
Huguette Fernandez, Maire-Claire Misson (violins)
Marie-Mocquot (viola de gamba)
Noëlie Pierront (organ)
1954

Marc-Antoine CHARPENTIER (1643-1704)
Le Reniement de saint Pierre, H424
Chorale Philippe Caillard
1978

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CD 05/10
Jean GILLES (1668-1705)
Requiem
Chorale Phillipe Caillard
Orchestre de Chambre Jean-François Paillard
1976

Michel-Richard DELALANDE (1637-1726)
Trois leçons de ténèbres – 3e Leçon de Jeudy Saint
Micaëla Etcheverry (mezzo-soprano)
Jean-Louis Charbonnier (viola de gamba)
Laurence Boulay (harpsichord & organ)
1978

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CD 06/10
Guillaume Gabriel NIVERS (c.1632-1714)
Livre contenant cent Pièces de tous les tons d’Eglise – Suite de 2e ton
Orchestre de Chambre Jean-François Paillard
1966

Nicolas de GRIGNY (1672-1703)
Messe “Conctipotens genitor Deus” – Il Gloria
Les Chantres de la Chapelle
Marie-Claire Alain (orgue)
1997

Francois COUPERIN (1668-1733)
Messe à l’usage ordinaire des Paroisses
Messe pour les Couvents de religieux et religieuses
Compagnie Musicale Catalane
Marie-Claire Alain (orgue)
1990

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CD 07/10
Michel-Richard DELALANDE (1637-1726)
Simphonies pour les Soupers du Roy
Orchestre Jean-François Paillard
1985

Sacres solemnis – Hymne pour le Saint Sacrement
Chorale Stéphane Caillard
Orchestre de Chambre Jean-François Paillard
1966

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CD 08/10
Francois COUPERIN (1668-1733)
Le Parnasse, ou l’Apothéose de Corelli
Orchestre Jean-François Paillard
1976

Jean-François DANDRIEU (1681/2-1738)
Trio Sonata in E minor, op.1 no.6
Huguette Fernandez, Philippe Lamacque (violins)
Laurence Boulay (harpsichord)
1969

Michel DE LA BARRE (c.1675-1745)
Suite in E minor for Two Flutes
Maxence Larrieu, R. Cotton (flutes)
1969

Élisabeth Jacquet DE LA GUERRE (1665-1729)
Sarabande in G major
Second Gigue in D minor
R. Boulay (treble viol)
Laurence Boulay (harpsichord)
1969

Francois COUPERIN (1668-1733)
Concert royal no.1 in G major
R. Boulay (treble viol)
Laurence Boulay (harpsichord)
1969

Jean-Henry D’ANGLEBERT (1629-1691)
Pièces de clavecin
R. Boulay (treble viol)
Laurence Boulay (harpsichord)
1969

Francois COUPERIN (1668-1733)
L’Apothéose de Lully
Orchestre Jean-François Paillard
1969

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CD 09/10
Jean-Philippe RAMEAU (1683-1764)
Premier Livre de Pièces de clavecin
Cinq Pièces pour clavecin seul
Laurence Boulay, harpsichord
1980

Francois COUPERIN (1668-1733)
L’Art de toucher le clavecin
Deuxième Livres de Pièces de clavecin, 6e Ordre
Laurence Boulay, harpsichord
1980

Jacques Champion DE CHAMBONNIÈRES (1601/2-1672)
Pavane
La Volte
Laurence Boulay, harpsichord
1980

Michel CORRETTE (1707-1795)
Prélude
La Fürstenberg
Laurence Boulay, harpsichord
1980

Joseph-Nicolas-Pancrace ROYER (c.1705-1755)
Pièces de clavecin
Laurence Boulay, harpsichord
1980

Jean-Henry D’ANGLEBERT (1629-1691)
Pièces de clavecin
Laurence Boulay, harpsichord
1980

Joseph Bodin DE BOISMORTIER (1689-1755)
Première Suite de pièces de clavecin, op.59
Laurence Boulay, harpsichord
1980

Louis COUPERIN (c.1626-1661)
Prélude in A minor
Branle de Basque
Gigue in C minor
Gaillarde
Sarabande et canaries
Laurence Boulay, harpsichord
1980

Francois COUPERIN (1668-1733)
Concert royal no.4
Deuxième Livre de pièces de clavecin, 9e Ordre
Troisième Livre de pièces de clavecin, 15e Ordre
Françoise Lengellé, harpsichord
1976

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CD 10/10
Jean-Baptiste LULLY (1632-1687)
Isis
Orchestre Jean-François Paillard
1972

Amadis
Orchestre Jean-François Paillard
1976

Armide
Orchestre Jean-François Paillard
1972

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The Glory of the French Baroque
Músicas compostas para a corte de Luis XIV
2011

Boa audiência, caro Monge Ranulfus.

 

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Avicenna

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Marc-Antonie Charpentier (France, 1643-1704): Litanies de la Vierge – Motets pour la Maison de Guise

2lsfo6xMarc-Antonie Charpentier
Litanies de la Vierge
Motets pour la Maison de Guise
Ensemble Correspondances

Motets for the House of Guise

Repostagem com novos e atualizados links.

For nearly twenty years, Charpentier lived at the Hôtel de Guise in the rue de la Chaume (now rue des Archives) in Paris. He arrived there in the early 1670s, shortly after his stay in Rome, and left only on the death of Mademoiselle de Guise in 1688. Marie de Lorraine, Princesse de Joinville, Duchesse de Joyeuse and Duchesse de Guise, was the last family member to bear the Guise name. she was the granddaughter of Henri de Lorraine, Duc de Guise, known as ‘le Balafré’ (Scarface), one of the organisers of the Catholic League, who was murdered in 1588 on the orders of King Henri III. Suspected of conspiracy by Richelieu, his son Charles de Lorraine was forced into exile. From 1631 to 1643 he lived in Florence with his family. As a guest at the sumptuous receptions given by the Medici, young Marie formed her musical tastes through listening to the oratorios of Giovanni Battista Gagliano and Silvestro Angolo di Conti, the Medici household musicians. Born on August 15,2 she was deeply devoted to the Virgin Mary, an attachment strengthened by the pilgrimage she made to Loreto, near Ancona, before returning to Paris. The singing of the Litany of the Blessed Virgin made a strong impression on her, an emotion she must have felt once more on hearing the setting Charpentier presented to her some forty years later.

Motets pour la Maison de Guise

Pendant près de vingt ans, Charpentier habita à l’hôtel de Guise de la rue du Chaume (l’actuelle rue des Archives) à Paris. Arrivé au début des années 1670 peu après son séjour à Rome, il n’en partit qu’à la mort de Mademoiselle de Guise en 1688. Dernière descendante du nom, Marie de Lorraine, princesse de Joinville, duchesse de Joyeuse et duchesse de Guise, était la petite-fille d’Henri de Lorraine, duc de Guise, dit le “Balafré”, organisateur de la Ligue et assassiné sur l’ordre d’Henri III en 1588. Soupçonné de conspiration par Richelieu, son fils Charles de Lorraine fut contraint à l’exil. De 1631 à 1643, il vécut à Florence avec toute sa famille. Témoin des grandes réceptions données par les Médicis, la jeune Marie forma son goût musical à l’audition des oratorios de Giovanni Battista Gagliano ou d’Angolo di Silvestro Conti, musiciens de la maison. Née un 15 août, elle vouait une profonde dévotion à la Vierge affermie par le pèlerinage qu’elle fit à Loreto, près d’Ancône, avant de retrouver Paris. Le chant des Litanies de la Vierge fit une forte impression sur elle, émotion qu’elle dut retrouver lorsqu’elle entendit la version que Charpentier lui offrit quelque quarante années plus tard.

Motetten für das Haus Guise

Annähernd zwanzig Jahre lang lebte Charpentier im Palais der Guise in der Rue du Chaume (heute Rue des Archives) in Paris. Kurz nach seiner Rückkehr aus Rom nahm er Anfang der 1670er Jahre dort Wohnung und blieb bis zum Tod von Mademoiselle de Guise im Jahr 1688. Marie de Lorraine, Prinzessin von Joinville, Herzogin von Joyeuse und Herzogin von Guise, die letzte Nachfahrin dieses Namens, war die Enkelin von Henri de Lorraine, Herzog von Guise, genannt Le Balafré, der die Heilige Liga gegründet hatte und der 1588 auf Anordnung von Henri III. ermordet wurde. Sein Sohn Charles de Lorraine wurde von Richelieu verdächtigt, eine Verschwörung angezettelt zu haben, und war gezwungen, ins Exil zu gehen. Von 1631 bis 1643 lebte er mit seiner ganzen Familie in Florenz. Als junges Mädchen erlebte Marie die prächtigen Empfänge im Hause der Medici, und Aufführungen der Oratorien von Giovanni Battista Gagliano oder Angolo di Silvestro Conti, beide Musiker in Diensten der Medici, prägten ihren musikalischen Geschmack. Sie ist an einem 15. August geboren, und das war für sie der Anstoß zu einer tiefempfundenen Marienverehrung, die sie durch eine Wallfahrt nach Loreto nahe Ancona bekräftigte, bevor sie nach Paris zurückkehrte. Der Gesang der Lauretanischen Litanei machte großen Eindruck auf sie, und diese Empfindungen wurden sicherlich wieder lebendig, als sie die Fassung Charpentiers hörte, die er ihr mehr als vierzig Jahre später zum Geschenk machte.

Marc-Antonie Charpentier (France, 1643-1704)
Litanies de la Vierge – Motets pour la Maison de Guise
01. Miserere H.193 – I. Miserere mei Deus
02. Miserere H.193 – II. Auditui meo dabis gaudiam
03. Miserere H.193 – III. Ne projicias me
04. Miserere H.193 – IV. Libera me
05. Miserere H.193 – V. Sacrificium Deo spiritus contribulatus
06. Antienne H.526
07. Annunciate superi H.333 – I. Annunciate superi
08. Annunciate superi H.333 – II. Hæc enim Virgo
09. Annunciate superi H.333 – III. Psallite ergo populi
10. Ouverture H.536
11. Litanies de la Vierge H.83 – I. Kyrie eleison
12. Litanies de la Vierge H.83 – II. Speculum justitiæ
13. Litanies de la Vierge H.83 – III. Salus infirmorum
14. Litanies de la Vierge H.83 – IV. Agnus Dei

Litanies de la Vierge – Motets pour la Maison de Guise – 2013
Ensemble Correspondances
Clavecin, orgue & direction, Sébastien Daucé
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Avicenna, one of the ‘Happy Few’

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History of the Sacred Music vol 08: Lamentations & Tenebrae

CD08_FRONTHarmonia Mundi: História da Música Sacra vol 08: Lamentações & Tenebrae

Tenebrae (“trevas”em latim) é uma celebração cristã que ocorre nos últimos três dias da Semana Santa: quinta, sexta e sábado de Aleluia. A cerimônia distingue-se pelo candelabro de 15 velas, que são apagadas progressivamente ao final de cada salmo. No rito católico, proclama-se os 3 salmos do ofício das leituras, os 3 salmos das laudes e o Benedictus (7a. vela). A vela mais alta é extinta ao final da celebração. Também proclama-se as leituras do ofício do dia. Entre o terceiro e quarto salmos, é lido (ou cantado) um trecho do Livro das Lamentações.

Huelgas-Ensemble. Maestro Paul Van Nevel
Tiburtio Massaino (Italy, b.1550-a.1608)
01. Musica super Threnos Ieremiae prophete, in maiori hebdomada dacantadas à 5. Feria V. In coena Domini 1. Lectio Prima
02. Musica super Threnos Ieremiae prophete, in maiori hebdomada dacantadas à 5. Feria V. In coena Domini 2. Lectio Secunda
03. Musica super Threnos Ieremiae prophete, in maiori hebdomada dacantadas à 5. Feria V. In coena Domini 3. Lectio Tertia
Orlande de Lassus (also Orlandus Lassus, Orlando di Lasso, Roland de Lassus, or Roland Delattre) (Franco-Flemish, 1532/1530-1594)
04. Lamentationes Hieremiae. Feria sexta in Parasceve à 5 – 1. Lamentatio Prima
05. Lamentationes Hieremiae. Feria sexta in Parasceve à 5 – 2. Lamentatio Secunda
06. Lamentationes Hieremiae. Feria sexta in Parasceve à 5 – 3. Lamentatio Tertia

Concerto Vocale. Maestro René Jacobs
Marc-Antonie Charpentier (France, 1643-1704)
07. Leçons de Ténèbres du Mercredy Sainct – Seconde Leçon: VAU – Et egressus est a filia Sion
François Couperin (France, 1668 -1733)
08. Leçons de Ténèbres – Troisième Leçon

RIAS Kammerchor. Maestro Marcus Creed
Ernst Krenek (Austria, 1900 – Estados Unidos, 1991)
09. Hieremie prophetae Lamentationes – Lectio secunda

History of the Sacred Music vol. 08: Lamentations & Tenebrae

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Boa audição.

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– Ouro Preto, MG, Brasil

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Avicenna

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History of the Sacred Music vol 07: The French’s ‘Petit Motet’ and ‘Grand Motet’

History-of-the-Sacred-Music-vol.-07_-The-French's-'Petit-Motet'-and-'Grand-Motet'Harmonia Mundi: História da Música Sacra vol 07: Os pequenos e os grandes motetos franceses

Durante o reinado de Louis XIV (1638-1715) a música sacra se apresentou de três formas essenciais: o Grand Motet (específico para a corte francesa), o Petit Motet em escala menor, e peças para órgão alternandas com cantochão.

Todas as três formas foram reunidas em Versalhes na celebração diária da missa do rei. Elas também foram os componentes das cerimônias religiosas importantes realizadas nas principais igrejas de Paris, como a Notre Dame e a Sainte-Chapelle, a qual manteve um corpo de músicos de primeira linha. A música sacra em Versalhes fazia parte do ofício diário comum, assim como também era apresentada em ocasiões especiais, como o Te Deum.

A famosa “pompa” de Versalhes, como ilustrada pela configuração gloriosa do Te Deum de Marc-Antoine Charpentier, ouvido nesta gravação, envolvendo solistas, um grande coro e uma orquestra com trompetes e tímpanos, co-existia com obras excepcionalmente íntimas, tais como o Miserere de Lalande ou os petit motets compostos por Dumont, que ilustram o aspecto mais pessoal da música sacra francesa da época barroca.

Finalmente, a música de órgão desempenhou um papel importante em cerimônias religiosas por todo o reino, nas catedrais das províncias e na Capela Real. Em Versalhes quatro organistas partilhavam a tarefa de tocar o instrumento encomendado por Luís XIV, com cada um tendo um quarto do ano. François Couperin e Louis Marchand estavam entre os mais famosos dos organistas reais.

History of the Sacred Music vol. 07: The French’s ‘Petit Motet’ and ‘Grand Motet’
– Faixa 01 e 02 – Solistes, Choeur et Orchestre de la Chapelle Royale. Maestro Philippe Herreweghe
– Faixa 03 a 23 – Les Arts Florissants. Maestro William Christie
Henri Dumont (also Henry Du Mont, originally Henry de Thier) (Franco-Belgian, 1610-1684)
01. Grand Motet: Memorare
Jean-Baptiste Lully (Italy, 1632-France, 1687)
02. Grand Motet: Dies irae
Michel Richard de Lalande (France, 1657-1726)
03. Grand Motet: Super flumina Babilonis – 1. Simphonie. Super flumina
04. Grand Motet: Super flumina Babilonis – 2. In salicibus
05. Grand Motet: Super flumina Babilonis – 3. Quia illic interrogaverunt nos
06. Grand Motet: Super flumina Babilonis – 4. Hymnum cantate nobis
07. Grand Motet: Super flumina Babilonis – 5. Si oblitus fuero tui
08. Grand Motet: Super flumina Babilonis – 6. Adhaereat lingua mea
09. Grand Motet: Super flumina Babilonis – 7. Memore esto, Domine
10. Grand Motet: Super flumina Babilonis – 8. Filia Babilonis misera (solis)
11. Grand Motet: Super flumina Babilonis – 9. Filia Babilonis misera (choeur)
Marc-Antonie Charpentier (France, 1643-1704)
12. Grand Motet: Te Deum – 1. Prélude
13. Grand Motet: Te Deum – 2. Te Deus laudamus (basse, 2 violons, basse continue)
14. Grand Motet: Te Deum – 3. Te aeternum Patrem (soli, choeur et orchestre)
15. Grand Motet: Te Deum – 4. Per te orbem terrarum (contre-ténor, ténor, basse, basse continue)
16. Grand Motet: Te Deum – 5. Tu devicto mortis aculeo (soli, choeur et orchestre)
17. Grand Motet: Te Deum – 6. Te ergo quaesumus (soprano, 2 flûtes, basse continue)
18. Grand Motet: Te Deum – 7. Aeterna fac cum sanctis tuis (soli, choeur et orchestre)
19. Grand Motet: Te Deum – 8. Dignare Domine (soprano, basse, 2 violons, basse continue)
20. Grand Motet: Te Deum – 9. Fiat misericordia tua Domine (2 sopranos, basse, 2 flûtes, basse continue)
21. Grand Motet: Te Deum – 10. In te Domine speravi (soli, choeur et orchestre)
Jean-Baptiste Lully (Italy, 1632-France, 1687)
22. Petit Motet: Ave coeli (haute-contre, ténor, bassel)
Michel Richard de Lalande (France, 1657-1726)
23. Petit Motet: Miserator et misericors

History of the Sacred Music vol. 07: The French’s ‘Petit Motet’ and ‘Grand Motet’

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Memorial Ucraniano - Curitiba, Paraná, Brasil

Memorial Ucraniano – Curitiba, Paraná, Brasil

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Avicenna, com um empurrão do FDP!

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A la venue de Noël: Messe sur des Noëls: André Raison, Guillaume Minoret, Marc-Antonie Charpentier, Michel Corrette, Michel Richard de Lalande, Nicolas Lebègue.

2ex0hm0Repostagem com novos e atualizados links.

Um Feliz Natal aos que nos tem acompanhado nesta aventura musical !!

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A la venue de Noël
Messe sur des Noëls
Ensemble Aria Voce

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Missa de Natal inédita. O Ensemble Aria Voce, dirigido por Philippe Le Corf, foi constituído para interpretar repertórios barrocos pouco conhecidos. É neste espírito que a obra de William Minoret foi gravada. Sua missa, original até então, “Missa pro tempore Nativitatis” é construída sobre temas populares de Natal. Uma obra sagrada magistral para se descobrir.
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A La Venue de Noël: Messe sur des Noëls
André Raison (France, c.1640 – 1719)
01. Une jeune pucelle
02. Joseph est bien marié
03. Or, nous dites Marie
Guillaume Minoret (France,1650 – 1717 /1720)
04. Missa pro tempore Nativitatis 1. Kyrie
05. Missa pro tempore Nativitatis 2. Gloria
06. Missa pro tempore Nativitatis 3. Credo
07. Missa pro tempore Nativitatis 4. Sanctus
08. Missa pro tempore Nativitatis 5. Agnus Dei
09. Missa pro tempore Nativitatis 6. Domine, salvum fac Regem
Marc-Antonie Charpentier (France, 1643-1704)
10. Joseph est bien marié-Symphonie
11. À la venue de Noël-Symphonie
12. Ô pretiosum
13. Or, nous dites Marie-Symphonie
14. Petite Cantate de Noël
Michel Corrette (France, 1707 – 1795)
15. Où s’en vont ces gays bergers
Michel Richard de Lalande (France, 1657-1726)
16. Symphonie sur des Noëls
Nicolas Lebègue (France, 1631-1702)
17. Une Vierge Pucelle

A la venue de Noël: Messe sur des Noëls – 2005
Ensemble Aria Voce
Maestro Philippe Le Corf

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Boa audição.

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Avicenna

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A música do tempo dos “Castrati”

amyikes1_loisinorUma bela coletânea de árias originalmente escritas para castrati. As gravações não são muito novas e envolvem vários contratenores e orquestras. Se há alguém vindo de Marte frequentando nosso blog, explicamos: Castrato (plural castrati) é um cantor masculino cuja extensão vocal corresponde a das vozes femininas, seja de soprano, mezzo-soprano, ou contralto. Esta faculdade numa voz masculina só é verificável na sequência de uma operação de corte dos canais provenientes dos testículos, ou então por um problema endocrinológico que impeça a maturidade sexual. Consequentemente, a chamada “mudança de voz” não ocorre. A castração antes da puberdade (ou na sua fase inicial) impede então a libertação para a corrente sanguínea das hormônios sexuais produzidas pelos testículos, as quais provocariam o crescimento normal da laringe masculina (para o dobro do comprimento) entre outras características sexuais secundárias, como o crescimento da barba. Quando o jovem castrato chega à idade adulta, o seu corpo desenvolve-se em termos de capacidade pulmonar e força muscular, mas a sua laringe não. A sua voz adquire assim uma tessitura única, com um poder e uma flexibilidade muito diferentes, tanto da voz da mulher adulta, como da voz mais aguda do homem não castrado (contratenor). Por outro lado, a maturidade e a crescente experiência musical do castrato tornavam a sua voz marcadamente diferente da de um jovem. O termo castrato designa não só o cantor mas também o próprio registro da sua voz.

A música do tempo dos “Castrati”

Christoph Willibald Gluck
Orfeo ed Euridice (Italian version), opera in 3 acts, Wq. 30
1 Act 2. Scene 2. “Les Champs-Elysées (symphonie descriptive-danse-arioso) 6:21

Antonio Vivaldi
Montezuma, opera in 3 acts, RV 723
2 Act 3. Scene 10. Aria. “Dov’è la figlia” 6:02

Gregorio Allegri
3 De ore prudentis, motet for 3 voices & continuo 1:54

Antonio Vivaldi
4 Dixit Dominus (Psalm 109), for 4 voices, double chorus, 2 trumpets, 2 oboes, solo strings, strings & continuo D major, RV 594 2:17

Marc-Antoine Charpentier
5 Salve Regina à trois voix pareilles, motet for 3 voices & continuo, H. 23 8:16

Christoph Willibald Gluck
Orfeo ed Euridice (Italian version), opera in 3 acts, Wq. 30
6 Act 3. Scene 1. “Che faró senza Euridice?” 3:28

Antonio Vivaldi
Montezuma, opera in 3 acts, RV 723
7 Act 1. Scene 2. Aria. “Gl’oltraggidella sorte” 3:30

Gregorio Allegri
8 Repleti sunt omnes, motet for 3 voices & continuo 1:41

Antonio Vivaldi
Nisi Dominus (Psalm 126), for 3 voices, viola d’amore, chalumeau, violin, strings & continuo in A major, RV 803
9 Sicut erat-Amen 2:47

Riccardo Broschi
10 Son Qual Nave ch’agitata 8:09

James Bowman
Ewa Malas-Godlewska
Derek Lee Ragin
Gerard Lesne
John Elves
Josep Cabre
Dominique Visse
La Grande Ecurie et la Chambre du Roy
Ensemble a Sei Voci
Le Concert des Nations
Les Talens Lyriques
Jean-Claude Malgoire
Bernard Fabre-Garrus
Christophe Rousset

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James Bowman: "Nenhum cantor sofreu maus tratos durante as gravações".

James Bowman e PQP Bach asseveram que “Nenhum cantor sofreu maus tratos durante as gravações”.

PQP

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A Baroque Christmas

É Natal! Jesus nasceu e todos estão felizes fazendo compras como se o mundo fosse acabar. E aqui temos um excelente CD. SÉRIO!

Bem, sei, melhor me acalmar. Um CD delicadíssimo e de alto nível artístico este da Nonesuch Records. Não é aquele barroco cheio de vigor, é tranquilo e autenticamente camarístico. As melhores obras do CD são as de Charpentier, o que não deixa de ser uma surpresa; afinal, Marc-Antoine é francês… Os americanos que o interpretam também são muito bons… Melhor rever meus conceitos (e preconceitos). Música sacra da melhor qualidade!

Feliz Natal!

A Baroque Christmas

1. A minuit fut fait un réveil / Anonymous (France), 17th century
2-6. Noëls pour les instruments/ Marc-Antoine Charpentier (1634-1704)
7. Hodie christus natus est/ Gregorian
8. Nun jauchzet mit hellem Ton / Johannes Schein (1586-1630)
9. Laudate dominum/ Claudio Monteverdi (1547-1643)
10. Non recedet laus tuus/ Gregorian
11. Salve Regina/ Claudio Monteverdi
12. The Blessed virgin’s expostulation/ Henry Purcell (1659-1695)
13-18. Messe de minuit sur des airs de Noël/ Marc-Antoine Charpentier

THE BOSTON CAMERATA
Anne Azéma, soprano
Elizabeth Weigle, soprano
Richard Duguay, tenor
Dan McCabe, baritone
Arizeder Urreiztieta, bass
Robert Mealy (concertmaster), baroque violin
Katherine Sutherland, baroque violin
Harold Lieberman, baroque viola
Carol Lewis, viola da gamba
Jesse Lepkoff, flute, recorder
Kathie Roth, flute
Owen Watkins, recorder
Michael Dolbow, violone
Olav Chris Henriksen, theorbo, baroque guitar
Frances Conover Fitch, organ

assisted by THE SCHOLA CANTORUM OF BOSTON
Frederick Jodry, director

Alice Dampman, Sandra Stuart, sopranos
Rob Dobson, Frederick Jodry, altos
John Delorey, Arthur Rawding, tenors
John Holyoke, bariton
Gregory Mancusi-Ungaro, bass

Joel Cohen, Director

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deadsantaPQP

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Alma Latina: Les Chemins du Baroque – Vêpres de l’Assomption de la Vierge Mexico-Versailles – II

 Capa-Solo-WEBVêpres de l’Assomption de la Vierge
Mexico-Versailles

(Postagem inédita)

Mais uma apresentação da série ‘Les Chemins du Baroque’, K617, gravada em 1992 na igreja dos Carmos em Tavira, Portugal.
Músicas compostas no México e em Versailles, em uma mesma época, caracterizam esta gravação.

Les Chemins du Baroque – Vêpres de l’Assomption de la Vierge Mexico-Versailles
Anonymous (Bogota 1701)
01. Deus in Adjutorium
Juan de Araujo (Villafranca, España, 1646 – Chuquisaca, Bolívia 1712)
02. Dixit Dominus (Ps 109)
Marc-Antoine Charpentier (France, 1643-1704)
03. 1e Kyrie, Laudate Pueri (Ps 112), 3e Kyrie
Manuel de Sumaya (Manuel de Zumaya) (México, c.1678-1755)
04. Lætatus sum / 5e Kyrie
Marc-Antoine Charpentier (France, 1643-1704)
05. Nisi Dominus (Ps 126)
Manuel de Sumaya (Manuel de Zumaya) (México, c.1678-1755)
06. Laudate Jerusalem (Ps 147)
Marc-Antoine Charpentier (France, 1643-1704)
07. Kyrie / Ave Maris stella / Offerte à deux chœurs
08. Magnificat

Les Chemins du Baroque – K617
Vêpres de l’Assomption de la Vierge Mexico-Versailles – 1992
La Grande Ecurie et la Chambre du Roy
La Maîtrise Nationale de Versailles
La Compañia Musical de las Americas
Maestro Jean-Claude Malgoire

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Mais um CD do acervo do musicólogo Prof. Paulo Castagna. Valeu, Seu Paulo!

Boa audição,

Caravela-texto

 

 

 

 

 

 

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Avicenna

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Guia dos Instrumentos antigos 5/8 – O século de Luís XIV / A Alemanha Luterana

ES-PE-TA-CU-LAR !!!

Os arquivos foram todos renomeados e o livro tem o texto reconhecível graças ao trabalho do Igor Freiberger! Mais uma contribuição impagável!

Livro com oito CDs fenomenalmente cedido pelo internauta Camilo Di Giorgi! Não tem preço!!!

Tem na Amazon: aqui.

Amados, o adiantado da hora não permite que eu me delongue muito nem que floreie demais essa postagem.

O que posso dizer é que este quinto Cd está lindo: um desfile de trompetes e metais de vários modelos e timbres incríveis, junto a teorbas e órgãos dos mais variados tipos, soando músicas de caras bons como Charpentier, Lully e Couperin! Muito Bom!

Ouça! Leia! Estude! Divulgue e… Deleite-se!

Guide des Instruments Anciens – CD5
O século de Luís XIV / A Alemanha Luterana

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“Como assim, quinto CD?”
Calma, temos uma coleção pelo meio aqui. aproveite e baixe os quatro primeiros: CD1, CD2, CD3, e CD4.

Tão bom quando vocês comentam… Pode comentar, pessoal!

– Moooor, cê acha que eu tô gorda?

Avicenna & Bisnaga

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Maria Callas – Gravações em Estúdio Completas – CDs 52-60 de 70 – Marc Antoine Charpentier (1643-1704), Christoph Willibald Gluck (1714-1787), Ludwig Van Beethoven (1770-1827), Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791), Carl Maria Von Weber (1786-1826), Vincenzo Bellini (1801-1835), Hector Berlioz (1803-1869), Ambroise Thomas (1811-1896), Charles Gounod (1818-1893), Amilcare Ponchielli (1834-1886), Camille Saint-Saëns (1835-1921), Georges Bizet (1838-1875), Jules Massenet (1842-1912) (NOVOS LINKS)

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Repostagem original de 27 de novembro de 2012.

Hoje Callas brilha em La Gioconda. A gravação do grupeto de 3 Cds é de 1959, período em que Maria Callas já era uma popstar do canto lírico, mais que consagrada. Suas apresentações causavam frisson onde ocorriam e atraíam multidões. Ela estava no auge!

Em seguida, a segunda gravação de difícil Norma com Maria Callas nesta coleção. Foi um de seus papéis mais marcantes, além de ser considerado um dos papéis tecnicamente mais difíceis para soprano. A ópera trata do embate entre os gauleses e os romanos no século 1º d.C. e da história de amor não correspondido e traição entre a sacerdotisa gaulesa Norma e o centurião romano Pollione. Tudo certo para um bom libreto, que Bellini musica com maestria e que regente, orquestra e solistas do Scala executam com enorme brilho. 

Nos demais álbuns desse grupeto de hoje, Maria Callas já tinha atingido fama e reconhecimento que talvez nenhuma soprano lírica sequer teve em vida. Como afirmado em outras postagens, ela tornara-se uma popstar. Era incrível o afluxo de pessoas e a concorrência para vê-la. Para além disso, Callas possuía um porte esguio (mostrou que cantoras líricas não precisavam ser aquelas matronas italianas gordinhas e muitas vezes desleixadas) e uma elegância ímpar: era vestida pelos mais afamados estilistas e usava joias para ela desenhadas, o que fazia com que fosse frequentemente convidada para récitas e recepções em castelos, palácios, casas de príncipes e reis. Estava o tempo todo cercada por nobres, o que elevava ainda mais a sua fama e o seu status de divina.
As gravações que ora trazemos são de 1961 a 1964, três discos em que Callas encara uma produção mais ao restilo blockbuster: não grava óperas inteiras, mas faz récitas de árias pinçadas de várias obras, algo mais popular e que atingiria (mesmo que não fosse o intuito principal) públicos menos específicos, não tão ligados à ópera. Nesses álbuns, também teve a oportunidade, para quem gravara quase exclusivamente ópera romântica do século XIX, de fazer o registro sonoro de peças de autores barrocos, classicistas e pré-modernos. Com isso temos Charpentier, Gluck, Mozart, Saint-Säens, e até uma rara peça de Beethoven para soprano.

Pôxa, demais! Ouça! Deleite-se! Atinja o êxtase!

Palhinha: Maria Callas canta a Mozart (genial!): In Quali Eccessi, O Numi! …Mi Tradi Quell’ Alma Ingrata (faixa 06 do CD 60):

Maria Callas (1923-1977)
Complete Studio Recordings

CDs 52-54
Amilcare Ponchielli (1834-1886)
La Gioconda (3 CDs)
CD 52
01. Preludio
02. Feste E Pane! (1º Ato)
03. E Cantan Su Lor Tombe!
04. Figlia, Che Reggi Il Tremulo Pie
05. L’Ora Non Giunse Ancor Del Vespro Santo
06. Polso Di Cerro!
07. Suo Covo e Un Tugurio
08. Che? La Plebe Or Qui Si Arroga
09. Voce Di Donna O d’Angelo
10. Enzo Grimaldo, Principe Di Santafior, Che Pensi?
11. O Grido Di Quest’ Anima
12. Maledici? Sta Ben…L’Amor T’Accieca
13. O Monumento!
14. Carneval! Baccanal!
15. Angele Dei

CD 53
01. Ho! He! Ho! He! Fissa Il Timone! (2º Ato)
02. Pescator, Affonda L’Esca-
03. Pescator, Affonda L’Esca
04. Sia Gloria Ai Canti Dei Naviganti!
05. Cielo E Mar!
06. Ma Chi Vien?
07. Laggiu Nelle Nebbie Remote
08. E Il Tuo Nocchiere Or La Fuga T’Appresta
09. Stella Del Marinar!
10. E Un Anatema!
11. La Attesi E Il Tempo Colsi
12. L’Amo Come Il Fulgor Del Creato!
13. Il Mio Braccio T’Afferra!
14. Maledizion! Ha Preso Il Vol!
15. Vedi La, Nel Canal Morto

CD 54
1. Si! Morir Elle De’ ! (3º Ato)
2. Ombre Di Mia Prosapia
3. Qui Chiamata M’Avete? …Bella Cosi, Madonna
4. Morir! e Troppo Orribile!
5. La Gaia Canzone
6. O Madre Mia, Nell’ Isola Fatale
7. Benevenuti Messeri! Andrea Segredo!
8. Grazie Vo Rendo Per Le Vostre Laudi
9. Prodigio! Incanto!
10. Vieni! Lasciami!
11. Gia Ti Veggo Immota E Smorta
12. Nessun V’ha Visto? (4º Ato)
13. Suicidio!
14. Ecco, Il Velen Di Laura
15. Ridarti Il Sol, La Vita!
16. O Furibonda Jena
17. Ten Va Serenata
18. La Barca S’Avvicina
19. Quest’ Ultimo Bacio Cheil Pianto
20. Ora Posso Morir. Tutto e Compiuto
21. Vo’ Farmi Più Gaia, Più Fulgida Ancora

Maria Callas, soprano
Fiorenza Cossotto
Piero Cappuccilli
Coro e Orchestra della Scalla di Milano
Antonino Votto, regente
Milão, setembro de 1959

CDs 55-57
Vincenzo Bellini (1801-1835)
Norma (3 CDs)
CD 55
01. Sinfonia
02. Ite Suol Colle…Dell’ Aura Tua Profetica (1º Ato)
03. Svanir Le Voci!
04. Meco All’ Altardi Venere
05. Odi? I Suoi Riti A Compiere
06. Me Protegge, Me Difende
07. Norma Viene
08. Sediziose Voci
09. Casta Diva
10. Fine Al Rito, E Il Sacro Bosco
11. Ah! Bello A Me Ritorna
12. Sgombra e La Sacra Selva
13. Eccola-Va, Mi Lascia
14. Va, Crudele
15. Vieni In Roma

CD 56
01. Vanne, E Li Cela Entrambi
02. Adalgisa! Alma, Costanza
03. Oh, Rimembranza!
04. Ah Si, Fa Core, Abbracciami
05. Ma Di’ …l’Amato Giovine
06. Oh, Di Qual Sei Tu Vittima
07. Perfido! …Or Basti!
08. Vanne, Si, Mi Lascia, Indegno

CD 57
01. Introduzione (2º Ato)
02. Dormono Entrambi!
03. Ola! Clothilde!
04. Mi Chiami, O Norma?
05. Deh! Con Te, Con Te Li Prendi
06. Mira, O Norma
07. Cedi…Deh Cedi!
08. Si, Fino All’ Ore Estreme
09. Non Parti?
10. Guerrieri! A Voi Venirne
11. Ah! Del Tebro Al Giogo Indegno
12. Ei Tornera. Si!
13. Squilla Il Bronzo Del Dio!
14. Guerra! Guerra!
15. Ne Compi Il Rito, O Norma?
16. In Mia Man Alfin Tu Sei
17. Gia Mi Pasco Ne’ Tuoi Sguardi
18. Dammi Quel Ferro!
19. Qual Cor Tradisti
20. Norma! Deh! Norma, Scolpati!
21. Deh! Non Volerli Vittime

Maria Callas, soprano
Christa Ludwig, mezzo-soprano
Franco Corelli, tenor
Coro e Orchestra della Scalla di Milano
Tullio Serafin, regente
Milão, setembro de 1960

CD 58
Callas à Paris I (1 CD)

Christoph Willibald Gluck (1714-1787)
01. Orphée et Eurydice – J’ai Perdu Mon Eurydice
02. Divinites Du Styx – Divinites Du Styx
Georges Bizet (1838-1875)
03. Carmen – L’Amour Est Un Oiseau Rebelle
04. Carmen – Pres Des Remparts de Seville
Camille Saint-Saëns (1835-1921)
05. Samson et Dalila – Printemps Qui Commence
06. Samson et Dalila – Samson, Recherchant Ma Presence…Amour! Viens Aider Ma Faiblesse!
07. Samson et Dalila – Mon Coeur S’Ouvre a Ta Voix
Charles Gounod (1818-1893)
08. Romeo et Juliette – Ah! Je Veux Vivre Dans Ce Reve
Ambroise Thomas (1811-1896)
09. Mignon – Ah, Pour Ce Soir…Je Suis Titania
Jules Massenet (1842-1912)
10. Le Cid – De Cet Affreux Combat…Pleurez, Mey Yeux!
Marc Antoine Charpentier (1643-1704)
11. Louise – Depuis Le Jour

Maria Callas, soprano
Orquestra Nacional da Rádio da França
Georges Prêtre, regente
Paris, março-abril de 1961

CD 59
Callas à Paris II (1 CD)

Christoph Willibald Gluck (1714-1787)
01. Iphigenie en Tauride – O Malheureuse Iphigenie
Hector Berlioz (1803-1869)
02. La Damnation de Faust – d’Amour L’Ardente Flamme
Georges Bizet (1838-1875)
03. Les pêcheurs de perles – Me Voila Seule…Comme Autrefois
Jules Massenet (1842-1912)
04. Manon – Je Ne Suis Que Faiblesse…Adieu, Notre Petite Table
05. Manon – Suis-Je Gentille Ainsi? …Je Marche Sur Tous Les Chemins
06. Werther – Werther! Qui M’Aurait Dit…Des Cris Joyeux
Charles Gounod (1818-1893)
07. Fausto – Je Voudrais Bien Savoir…Il Etait Un Roi De Thule…O Dieu! Que De Bijoux…Ah! Je Ris

Maria Callas, soprano
Orquestra do Conservatório de Paris
Georges Prêtre, regente
Paris, maio de 1963

CD 60
Mozart, Beethoven & Weber (1 CD)

Ludwig Van Beethoven (1770-1827)
01. Ah, Perfido, op. 65 (Concerto-ária para soprano e orquestra)
Carl Maria Von Weber (1786-1826)
02. Oberon – Ocean! Thou Mighty Monster
Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791)
03. Le nozze di Figaro – Porgi, Amor
04. Don Giovanni – Or Sai Chi L’Onore
05. Don Giovanni – Crudele? …Non Mi Dir
06. Don Giovanni – In Quali Eccessi, O Numi! …Mi Tradi Quell’ Alma Ingrata

Maria Callas, soprano
Orquestra do Conservatório de Paris
Nicola Rescigno, regente
Paris, dezembro de 1963 e janeiro de 1964

Só para os gulosos!
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Charpentier (1643-1704), Molter (1696-1765), Vivaldi (1678-1741), Sammartini (1700-1775), Telemann (1681-1767), Handel (1685-1759), Corelli (1653-1713) – Concertos de Natal

Então é Natal – que lindo -, os sinos baladam e estou inteiramente tomado de boas intenções e com o coração cheio de Cristo. Bem, tá bom. É brincadeira deste ateu mau e comedor de criancinhas. Nada de pedofilia, trata-se de gastronomia mesmo. Como os comunas faziam, lembram? Mais ou menos como um apreciador de vitelas swiftianas.

Mas este CD traz Trevor Pinnock e seu The English Concert num agradável programa natalino, um presentão de maio para nossos leitores-ouvintes. Há música muito boa, mas as melhores vão para as figurinhas carimbadas de sempre: Vivaldi, Handel e Corelli. O restante do recheio é passa de uva. O trio citado é o licor. Desejo-lhes um Feliz Natal e um Próspero Ano Novo. Que o Menino Jesus ilumine suas vidas!

Christmas Concertos / Trevor Pinnock, The English Concert

Marc-Antoine Charpentier – Noels Sur Les Instruments
1. 1. Vous qui désirez sans fin
2. 2. A la venue de Noël
3. 3. Or nous dites, Marie
4. 4. Où s’en vont ces gais bergers?

Johann Melchior Molter – Concerto Pastorale In G Major
5. 1. Larghetto – Allegro e forte – (Larghetto)
6. 2. Aria 1: a tempo giusto – Aria 2: Lento e sempre piano – Aria 3: Tempo die Menuetto

Antonio Vivaldi – Concerto For 2 Trumpets In C Major, Rv 537
7. 1. Allegro – Mark Bennett, Michael Harrison, The English Concert, Trevor Pinnock
8. 2. Largo – Mark Bennett, Michael Harrison, The English Concert, Trevor Pinnock
9. 3. Allegro – Mark Bennett, Michael Harrison, The English Concert, Trevor Pinnock

Giuseppe Baldassare Sammartini – Pastorale In G Major
10. Pastorale in G major – Andante sostenuto

Georg Philipp Telemann – Concerto Polonois In G Major
11. 1. Dolce
12. 2. Allegro
13. 3. Largo
14. 4. Allegro

George Frideric Handel – Concerto A Due Cori In B Flat Major, Hwv 332
15. 1. Ouverture
16. 2. Allegro ma non troppo
17. 3. Allegro
18. 4. Largo
19. 5. A tempo ordinario
20. 6. Alla breve. Moderato
21. 7. Menuet (Allegro)

Arcangelo Corelli – Concerto Grosso In G Minor
22. 1. Vivace – Grave
23. 2. Allegro
24. 3. Adagio – Allegro – Adagio
25. 4. Vivace
26. 5. Allegro
27. 6. Pastorale: Largo

The English Concert
Trevor Pinnock

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Mouret (1682 – 1738), de Lalande (1732 – 1807), Philidor (1726 – 1795), Lully (1632 – 1687), Charpentier ( 1643 – 1704) – Música Barroca Francesa para Trompete e Orquestra

Como é que os franceses podem viver sem reis e rainhas? O que eles fazem com esse repertório que ouvimos em filmes que querem mostrar a nobreza e grandiosidade dos monarcas? Eu tenho algum respeito por Adolf Scherbaum, mas este CD… Tem umas músicas famosíssimas que são usadas quando o filme tem reis e rainhas ou quando queremos fazer alguma caricatura da nobreza. Sabe aqueles toques de trompete bem famosos? São todos franceses e estão neste disco. Ah, os franceses e a música, a música e os franceses…

Adolf Scherbaum têm gravações estupendas de música para trompete a órgão. Mas este aqui é dureza. Esse Mouret é o compositor que 10 entre 10 reis absolutistas escolheriam. Um saco. Ah, a faixa 32 de Monsieur de Lalande é plágio de uma suíte orquestral de papai. Fuja deste CD! É péssimo!

Sinfonias e Fanfarras!

01 – Fanfares – Première suite – J.J. Mouret
02 – Fanfares – Première suite – J.J. Mouret
03 – Fanfares – Première suite – J.J. Mouret
04 – Fanfares – Première suite – J.J. Mouret
05 – Symphonies – Seconde suite – J.J. Mouret
06 – Symphonies – Seconde suite – J.J. Mouret
07 – Symphonies – Seconde suite – J.J. Mouret
08 – Symphonies – Seconde suite – J.J. Mouret
09 – Symphonies – Seconde suite – J.J. Mouret
10 – Symphonies – Seconde suite – J.J. Mouret
11 – Symphonies – Seconde suite – J.J. Mouret
12 – Symphonies Quatrième suite – M.R. De Lalande
13 – Symphonies Quatrième suite – M.R. De Lalande
14 – Symphonies Quatrième suite – M.R. De Lalande
15 – Symphonies Quatrième suite – M.R. De Lalande
16 – Symphonies Quatrième suite – M.R. De Lalande
17 – Symphonies Quatrième suite – M.R. De Lalande
18 – Symphonies Quatrième suite – M.R. De Lalande
19 – Symphonies Quatrième suite – M.R. De Lalande
20 – Symphonies Quatrième suite – M.R. De Lalande
21 – Symphonies Quatrième suite – M.R. De Lalande
22 – Symphonies Quatrième suite – M.R. De Lalande
23 – Symphonies Quatrième suite – M.R. De Lalande
24 – Symphonies Quatrième suite – M.R. De Lalande
25 – Symphonies Quatrième suite – M.R. De Lalande
26 – Symphonies Quatrième suite – M.R. De Lalande
27 – Symphonies Quatrième suite – M.R. De Lalande
28 – Symphonies Quatrième suite – M.R. De Lalande
29 – Symphonies Quatrième suite – M.R. De Lalande
30 – Symphonies Quatrième suite – M.R. De Lalande
31 – Symphonies Quatrième suite – M.R. De Lalande
32 – Symphonies Sixième suite – M.R. De Lalande
33 – Symphonies Sixième suite – M.R. De Lalande
34 – Symphonies Sixième suite – M.R. De Lalande
35 – Symphonies Sixième suite – M.R. De Lalande
36 – Marche à quatre Timbales – A. D. Philidor
37 – Airs de trompettes – J.B. Lully
38 – Airs de trompettes – J.B. Lully
39 – Airs de trompettes – J.B. Lully
40 – Airs de trompettes – J.B. Lully
41 – Prélude du Te Deum – M. A. Charpentier

Adolf Scherbaum, trumpet
Orchestre de Chambre Paul Kuentz
Paul Kuentz, director

BAIXE AQUI – Parte 1 – DOWNLOAD HERE – Part 1

BAIXE AQUI – Parte 2 – DOWNLOAD HERE – Part 2

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