La Folia – Corelli, Marais, Martín y Coll e outros – Jordi Savall

La Folia – Corelli, Marais, Martín y Coll e outros – Jordi Savall

La Folia

1490 – 1701

Corelli, Marais, Martin y Coll,

Ortiz & Anônimos

A motivação para este disco é o carnaval. Evoé, Momo! É claro que poderíamos escolher o Carnaval, de Schumann, mas isso parece muito batido. Então, hoje, vamos de Folia!

Minha primeira lembrança de Folia, em música, é a Sonata de Corelli, que conheci do disco do Grumiaux. Meus dois CDs desta gravação (Sonatas Op. 5, de Corelli, Grumiaux e Castagnone) enferrujaram (sigh…). Tenho ainda  uma cópia virtual em algum lugar. Mas, a postagem de hoje é com Savall, Jordi Savall!

Neste disco ele reuniu oito peças inspiradas nesta dança que (aprendi no livreto) surgiu em Portugal, como nos ensina Gil Vicente, o do teatro. São danças associadas às pessoas simples, pastores e camponeses. Daí também vem o nome, Folia, de folia mesmo.

Jordi Savall, Ariana Savall, Rolf Lislevand e Pedro Estevan

As cinco primeiras faixas do disco são relativamente curtas e servem para esquentar o clima, despertar nossas atenções. A sonoridade das peças, desde os primeiros acordes do disco, deixa claro que a produção é de altíssima qualidade. O conjunto liderado pelo Savall é ótimo. Atenção especial para o Rolf Lislevand, um bamba. Norueguês enorme, toca todo tipo de viola, violão, guitarra, tiórba, o que você imaginar.

Para mim, o núcleo deste disco são as faixas seis, com suas Diferencias sobre las Folias, de Antonio Martín y Coll, e sete, a Sonata de Corelli, aquela do Opus 5. Diferencias aqui significa variações e eu não conhecia qualquer peça de Martín y Coll. Eu que tenho um fraco pelas variações, gostei. Na corelliana sonata, Jordi toca uma viola da gamba soprano, muito lindo!!

A peça final, de Marin Marais, segue ainda por dezoito minutos, mas eu já havia colocado o disco lá, bem alto, na minha lista.

Outros compositores se deixaram inspirar pelas folias, entre eles Alessandro (o pai do Domenico) Scarlatti, Vivaldi e até gente da família aqui, o Carl Philipp Emanuel. Outros ainda, como Rachmaninov e suas Variações sobre um tema de Corelli e até Liszt, que caiu na folia com a Rapsódia Espanhola, são mais tardios, mas provam que a inspiração continuou.

De qualquer forma, o que temos para hoje é o magnífico time do Jordi Savall com suas variações e diferenças sobre a Folia!

 

  1. Anônimo – Folia: Rodrigo Martinez (1490) (Improvisations D’Après Le Villancico Du Cancionero De Palacio)
  2. Diego Ortiz – Recercada Quarta Sobre La Folia (1553)
  3. Antonio de Cabezón – Folia: Para Quien Crié Yo Cabellos (1557) (D’Après Venegas De Henestrosa)
  4. Diego Ortiz – Recercada Ottava Sobre La Folia (1553)
  5. Juan del Enzina – Folia: Hoy Comamos Y Bebamos (Vers 1520) (Improvisations D’Après Le Villancico De Juan Del Enzina)
  6. Antonio Martín y Coll – Diferencias Sobre Las Folias (D’Après Le Mss. Flores De Música 1357-60 Madrid Bibl. Nacional (1706-1709))
  7. Arcangelo Corelli – Follias (1700) (Op. 5 Roma 1700 / MS. VM7 6308 Paris Bibl. Nationale)
  8. Marin Marais – Couplets De Folies (1701) (Seconde Livre De Pièces De Viole, Paris 1701)

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Savall, caindo na Folia!

Aproveitem!

René Denon

The Art Of The Baroque Trumpet, Vol. 5/5 – An Italian Concerto – Niklas Eklund (baroque trumpet), Wasa Baroque Ensemble, Gabriel Bania & Edward H. Tarr – 1998


The Art Of The Baroque Trumpet
Vol. 5/5 – An Italian Concert

Niklas Eklund & Jeffrey Segal (baroque trumpet), Maria Keohane (soprano), Wasa Baroque Ensemble, Gabriel Bania & Edward H. Tarr

1998

Os trabalhos nesta gravação, Volume 5 na série de Naxos “A Arte do Trumpete Barroco”, exemplificam o cenário histórico do trompete na Itália durante o final do século XVII e XVIII. O trompete só começou a ser usado na igreja e no teatro de ópera quando se tornou possível que ele fosse tocado com sutileza dinâmica e tonal.

Os compositores representados neste repertório incluem alguns dos nomes mais importantes do período. Incluem compositores conhecidos como Vivaldi, Corelli, Torelli e Albinoni, e o menos conhecido Stradella, aqui representado por uma sinfonia de uma deliciosa serenata de casamento; Franceschini, o compositor de muita música sacra; Galuppi, que, como Vivaldi, atuou em Veneza e compositor de mais de cem óperas e Ziani, outro importante compositor veneziano de ópera. Todos eram mestres de seu ofício musical.

Palhinha: ouça: Vivaldi : Concerto in C Major R537

The Art Of The Baroque Trumpet, Vol. 5/5
An Italian Concert

Antonio Lucio Vivaldi (Veneza, 1678-Viena, 1741)
01. Concerto in C Major R537: I. Allegro
02. Concerto in C Major R537: II. Largo
03. Concerto in C Major R537: III. Allegro
04. Combatta un gentil cor from Tito Manlio
Arcangelo Corelli (Italia, 1653-1713)
05. Sonata in D major: I. Grave
06. Sonata in D major: II. Allegro
07. Sonata in D major: III. Grave
08. Sonata in D major: IV. Allegro
09. Sonata in D major: V. Allegro
Marc’ Antonio Ziani (Itália, 1653 – 1715)
10. Trombe d’Ausonia from La Flora
Giuseppe Torelli (Italia, 1658 – 1709)
11. Concerto in D Major: I. Allegro
12. Concerto in D Major: II. Adagio
13. Concerto in D Major: III. Presto
14. Concerto in D Major: IV. Adagio
15. Concerto in D Major: V. Allegro
Tomaso Albinoni (Itália, 1671 – 1750)
16. Vien con nuovo orribil guerra
Giuseppe Torelli (Italia, 1658 – 1709)
17. Sonata in D major: I. Grave
18. Sonata in D major: II. Allegro
19. Sonata in D major: III. Grave
20. Sonata in D major: IV. Allegro
21. Sonata in D major: V. Grave
22. Sonata in D major: VI. Allegro
Baldassare Galuppi (Italy, 1706 – 1785)
23. Alla tromba della Fama
Alessandro Stradella (Itália, 1639 – 1682)
24. Sinfonia avanti il Barcheggio: I. Allegro
25. Sinfonia avanti il Barcheggio: II. Andante
26. Sinfonia avanti il Barcheggio: III. Allegro
27. Sinfonia avanti il Barcheggio: IV. Allegro
Antonio Lucio Vivaldi (Veneza, 1678-Viena, 1741)
28. Agitata da Due Venti from Griselda
Petronio Franceschini (Italia, 1651 – 1680)
29. Sonata in D Major: I. Grave
30. Sonata in D Major: II. Allegro
31. Sonata in D Major: III. Adagio
32. Sonata in D Major: IV. Allegro

The Art Of The Baroque Trumpet, Vol. 5/5 – 1998
Niklas Eklund & Jeffrey Segal (baroque trumpet)
Maria Keohane (soprano)
Wasa Baroque Ensemble, Gabriel Bania & Edward H. Tarr

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Boa audição!

Un Viaggio a Roma – Händel, Scarlatti, Corelli, Stradella, Muffat – Concerto Italiano – Sandrine Piau, Sara Mingardo – 2018

Un Viaggio a Roma

Händel, Scarlatti
Corelli, Stradella, Muffat

Concerto Italiano
Rinaldo Alessandrini

Sandrine Piau – soprano
Sara Mingardo – contralto

2018

Händel, Scarlatti, Corelli, Stradella, Muffat… De 1650 a princípios do século XVIII, Roma exerceu um imenso poder de atração a compositores de toda a Europa e experimentou um momento intenso de atividade musical, por causa da – ou apesar de – administração papal. Foi um período próspero com um caldeirão de influências. 

O programa idealizado pelo maestro romano Rinaldo Alessandrini oferece uma visão pessoal e completa da época, apaixonada e secular, lírica (feita sublime por Sandrine Piau) e orquestral, romântica em todos os sentidos. Rinaldo Alessandrini é uma das principais figuras da cena musical internacional. Sua predileção pelo repertório italiano e sua constante preocupação com as características expressivas próprias do estilo italiano dos séculos XVII e XVIII são os fatores decisivos que orientam sua abordagem musical e suas opções interpretativas, tanto como chefe do Concerto Italiano, de que é o fundador e diretor, como solista e maestro convidado. (ex-internet)

Georg Friedrich Händel (Germany,1685-England,1759)
01. Overture in B-Flat Major, HWV 336
02. Aci, Galatea e Polifemo, HWV 72 – I. Duetto. Sorge il di-Spunta l’aurora
03. La resurrezione, HWV 47 – Aria. Disserratevi, o porte d’averno
04. Il trionfo del Tempo e del Disinganno, HWV 46a – Pure del cielo, intelligence eterne
05. Il trionfo del Tempo e del Disinganno, HWV 46a – Tu del ciel ministro eletto
Antonio Alessandro Boncompagno Stradella, (Itália, 1643 – 1682)
06. Sonata a 8 viole con una tromba in D Major – I. Allegro
07. Sonata a 8 viole con una tromba in D Major – II. Aria
08. Sonata a 8 viole con una tromba in D Major – III. Canzona
09. Sonata a 8 viole con una tromba in D Major – IV. Aria
10. San Giovanni Battista – Sinfonia
11. San Giovanni Battista – Deh, che piu tardi
12. San Giovanni Battista – Queste lagrime, e sospiri
Georg Muffat (França, 1653 – Alemanha, 1704)
13. Concerto grosso No. 12 in G Major ‘Propitia sydera’ – V. Ciacona
Alessandro Scarlatti (Italy, 1660 – 1725)
14. Su le sponde del tebro, H. 705 – I. Sinfonia
15. Su le sponde del tebro, H. 705 – II. Recitativo. Su le sponde del tebro
16. Su le sponde del tebro, H. 705 – III. Aria. Contentatevi, o fidi pensieri
17. Su le sponde del tebro, H. 705 – IV. Recitativo. Mesto, stanco, e spirante
18. Su le sponde del tebro, H. 705 – V. Aria. Infelici miei lumi 18 de 25
19. Su le sponde del tebro, H. 705 – VI. Aria. Dite almeno, astri crudeli
20. Su le sponde del tebro, H. 705 – VII. Recitativo. All’ aura, al cielo, ai venti
21. Su le sponde del tebro, H. 705 – VIII. Aria. Tralascia Pur Di Piangere
Arcangelo Corelli (Itália, 1653-1713)
22. Concerto grosso in D Major, Op. 6 No. 4 – I. Adagio-Allegr
23. Concerto grosso in D Major, Op. 6 No. 4 – II. Adagio
24. Concerto grosso in D Major, Op. 6 No. 4 – III. Vivace
25. Concerto grosso in D Major, Op. 6 No. 4 – IV. Giga. Allegro

Un viaggio a Roma – 2018
Concerto Italiano
dir. Rinaldo Alessandrini
Sandrine Piau & Sara Mingardo

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“…nega-me o pão, o ar,
a luz, a primavera,
mas nunca o teu riso,
senão, amor, eu morro”.
                        Neruda

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Boa audição!

Avicenna

 

Bach / Biber / Corelli / Marini: Unwritten — Do Violino para a Harpa

Bach / Biber / Corelli / Marini: Unwritten — Do Violino para a Harpa

81GQ8smjzUL._SX355_Um CD muito original. A harpista Flora Papadopoulos interpreta, com boa dose de liberdade, várias obras escritas originalmente para violino. J. S. Bach, Biber, Marini e Corelli são quatro das principais figuras da música barroca, mas ninguém os associaria à harpa. No entanto, eles trabalharam em ambientes onde há ampla evidência de que os harpistas estavam ativos, e onde certamente existia um repertório solo de harpa, mesmo que nunca fosse escrito. O ambicioso projeto de Papadopoulos parte dessa premissa e é o resultado de uma pesquisa profunda em fontes originais. Sugere que o repertório para violino, um instrumento que compartilha de suas características idiomáticas com a harpa, era uma fonte de inspiração para os harpistas. Assim, aqui algumas das peças mais conhecidas e mais virtuosas para o violino foram arranjadas para harpa, dando a essas composições um novo sopro de vida e lançando luz sobre novas e inesperadas nuances e reflexões. Flora Papadopoulos, após colaborações significativas com conjuntos como a Cappella Mediterranea e o Concerto Italiano agora faz seu primeiro álbum solo. Explorando caminhos pessoais, altamente experimentais e empíricos, ela revive uma fascinante prática musical há muito perdida.

Bach / Biber / Corelli / Marini: Unwritten — Do Violino para a Harpa

01. Mystery Sonata No. 1 in D Minor, “The Annunciation”: I. Praeludium
02. Mystery Sonata No. 1 in D Minor, “The Annunciation”: II. Variatio-Aria allegro-Variatio-Adagio-Finale
03. Arie madrigali et corenti, Op. 3: Romanesca per violino solo e basso se piace
04. Sonate, symphonie, canzoni, passe’mezzi, baletti, corenti, gagliarde e retornelli, Op. 8: Sonata Quarta per il violino per sonar con due corde
05. Sonata in F Major, Op. 5 No. 10: I. Preludio. Adagio
06. Sonata in F Major, Op. 5 No. 10: II. Allemanda. Allegro
07. Sonata in F Major, Op. 5 No. 10: III. Sarabanda. Largo
08. Sonata in F Major, Op. 5 No. 10: IV. Gavotta. Allegro
09. Sonata in F Major, Op. 5 No. 10: V. Giga. Allegro
10. Sonata No. 1 in D Minor (Orig. in G Minor), BWV 1001: I. Adagio
11. Sonata No. 1 in D Minor (Orig. in G Minor), BWV 1001: II. Fuga
12. Sonata No. 1 in D Minor (Orig. in G Minor), BWV 1001: III. Siciliana
13. Sonata No. 1 in D Minor (Orig. in G Minor), BWV 1001: IV. Presto

Composers:
Bach, Johann Sebastian (1685-1750)
Biber, Heinrich Ignaz Franz von (1644-1704)
Corelli, Arcangelo (1653-1713)
Marini, Biagio (c.1597-1665)

Flora Papadopoulos, harpa

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Flora Papadopoulos
Flora Papadopoulos

PQP

Giovanni Benedetto Platti (1697-1763): Concerti grossi after Corelli

Giovanni Benedetto Platti (1697-1763): Concerti grossi after Corelli

Platti tem a honra de estrear no PQP Bach. Não é pouca coisa para um menino nascido em Pádua (Padova) em 1697. Sua música não é de primeira linha, é apenas razoável, motivo pelo qual ele está meio fora do repertório barroco habitual. Mas o que é realmente anormal neste CD é o estupendo desempenho da Akademie für Alte Musik Berlin. A sonoridade da orquestra vale a pena, dá prazer. Ou seja, a verdadeira estrela do show é a banda, que toca essa música com a mesma dedicação, competência e empenho que daria à música da família Bach, Handel, etc. Aliás, um conselho: toda vez que a Akademie für Alte Musik Berlin passar na frente de vocês, peguem.

Giovanni Benedetto Platti (1697-1763): Concerti grossi after Corelli

Concerto Grosso n.10 F-Dur, after Corelli’s Sonatas op.5, Kat.-Nr.544
1 1. Preludio 2:24
2 2. Allegro 2:12
3 3. Sarabanda 2:30
4 4. Gavotta 0:29
5 5. Giga 2:09

Concerto for cello, 2 violins, viola & continuo in D major
6 1. Allegro 3:27
7 2. Adagio 3:37
8 3. Allegro 4:32

Concerto grosso No. 4 in F major (after Corelli’s Sonatas, Op. 5)
9 1. Adagio 1:45
10 2. Allegro 2:15
11 3. Vivace 1:02
12 4. Adagio 2:24
13 5. Gavotta 2:28

Concerto for oboe & orchestra in G minor
14 1. Allegro 3:29
15 2. Largo 4:34
16 3. Allegro 3:30

Concerto grosso No. 5 in G minor (after Corelli’s Sonatas, Op. 5)
17 1. Adagio 2:53
18 2. Vivace 1:50
19 3. Adagio 2:28
20 4. Vivace 1:29
21 5. Allegro 1:40

Akademie für Alte Musik Berlin

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A Akademie für Alte Musik em busca e seus instrumentos | Foto: Uwe Arens
A Akademie für Alte Musik em busca e seus instrumentos | Foto: Uwe Arens
A Akademie für Alte Musik com seus instrumentos | Foto: Uwe Arens
A Akademie für Alte Musik com seus instrumentos | Foto: Uwe Arens

PQP

Arcangelo Corelli (1653-1713): La Follia

Arcangelo Corelli (1653-1713): La Follia

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Como daria errado? A dinamarquesa Michala Petri e o iraniano norte-americano adotado pela Inglaterra Mahan Esfahani são dois músicos de um  tipo muito superior, são artistas cujo domínio de seus instrumentos transforma-se em pura alegria de se ouvir.

O destino abençoou o violinista e compositor italiano Arcangelo Corelli com grande talento, modéstia, mecenas ricos, discípulos fiéis e riqueza. Pode-se dizer sem exagero que Corelli foi o primeiro compositor mundialmente famoso. E ele continua com sorte. A reunião dele com Petri e Esfahani parece ter por tema o espírito criativo e a celebração da vida. Que cara de sorte!

Arcangelo Corelli (1653-1713): La Follia

1 Sonata in G minor, Op. 5 No. 12 “La FoLlia” 10:13

Sonata in G minor, Op. 5 No. 7
2 Preludio – Vivace 2:06
3 Corrente – Allegro 3:49
4 Sarabande – Largo 1:46
5 Giga – Allegro 2:29

Sonata in C major, Op. 5 No. 9
6 Preludio – Largo 4:06
7 Giga – Allegro 3:04
8 Adagio 0:34
9 Tempo di Gavotta – Allegro 2:50

Sonata in G major, Op. 5 No. 11
10 Preludio – Adagio 1:30
11 Allegro 2:29
12 Adagio 0:43
13 Vivace 2:04
14 Gavotta – Allegro 5:08

Sonata in G minor, Op. 5 No. 8
15 Preludio – Largo 3:28
16 Allemanda – Allegro 2:20
17 Sarabande – Largo 6:14
18 Giga – Allegro 2:04

Sonata in G major, Op. 5 No. 10
19 Preludio – Adagio 1:40
20 Allemanda – Allegro 2:09
21 Sarabande – Largo 1:59
22 Gavotta – Allegro 0:42
23 Giga – Allegro 2:17

Michala Petri, flauta
Mahan Esfahani, cravo

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Petri e Esfahani na Rádio da BBC: lá as rádios não apenas tocam discos e falam de futebol
Petri e Esfahani na Rádio da BBC: lá as rádios não apenas tocam discos e falam de futebol

PQP

Arcangelo Corelli, Georg Philipp Telemann, Jean-Philippe Rameau: Le Concert Spirituel: Au temps de Louis XV

Arcangelo Corelli, Georg Philipp Telemann, Jean-Philippe Rameau: Le Concert Spirituel: Au temps de Louis XV

O “Concert Spirituel” foi uma das primeiras séries de concertos públicos da história. Eles começaram em Paris no ano de 1725 e terminaram em 1790. Mais tarde, concertos ou séries de concertos de mesmo nome ocorreram em Paris, Viena, Londres e em outros lugares. A série foi fundada para proporcionar entretenimento durante a quinzena de Páscoa e em feriados religiosos quando as outras casas de espetáculos (a Ópera de Paris, a Comédie-Française e a Comédia italiana) eram fechadas. Os programas apresentaram uma mistura de obras corais sacras e peças instrumentais virtuosas. Durante muitos anos tais concertos aconteceram na Salle des Cent Suisses, magnificamente decorada, no Palácio das Tulherias. Começavam às 18h duravam por volta de 4h. Eram frequentados principalmente por burgueses ricos, pela aristocracia mais baixa e visitantes estrangeiros. Em 1784, os concertos foram movidos para a área de palco da Salle des Machines e, em 1790, quando a família real estava confinada nas Tulherias, passaram aos teatros. O que dizer sobre os concertos e Savall? Tudo maravilhoso, né? Peças e interpretação. No Rameau há uma atmosfera de festa que me parece bem dentro do espírito do “Concert Spirituel”.

Jordi Savall & Le Concert des Nations – Le Concert Spirituel: Au temps de Louis XV

ARCANGELO CORELLI (1653-1713)
Concerto Grosso, en Re Majeur Op. 6, núm. 4
1-2 Adagio-Allegro
3 Adagio
4 Vivace
5-6 Allegro-Allegro

GEORG PHILIPP TELEMANN (1681-1767)
Ouverture avec la Suite en Ré Majeur
pour Viola da Gamba et Cordes TWV 55:D6
7 Ouverture
8 La Trompette
9 Sarabande
10 Rondeau
11 Bourrée
12 Courante-Double
13 Gigue

GEORG PHILIPP TELEMANN
CONCERTO IN LA MINORE
per Flauto Dolce, Viola di Gamba, Corde e Fondamento TWV 52:a1
14-15 Grave-Allegro
16 Dolce
17 Allegro

GEORG PHILIPP TELEMANN
OUVERTURE AVEC LA SUITE EN MI MINEUR, TAFELMUSIK
à deux flûtes et cordes (première production) TWV 55:e1
18 Ouverture: Lentement – Vite – Lentement
19 Réjouissance
20 Rondeau
21 Loure
22 Passepied
23 Air; un peu vivement
24 Gigue

JEAN-PHILIPPE RAMEAU (1683-1764)
Les Indes Galantes. Suites des airs à Jouer (Symphonies)
25 Air pour les guerriers portans les Drapeaux
26 Air pour les Amants qui suivent Bellone Lent, tendrement-Vite
27 Orage
28 Air pour les Esclaves Africains
29 Air pour Borée et la Rose Très vite
30 2eme. Air pour Zéphire
31 Tambourins I et II

Pierre Hamon flauto
Enrico Onofri violino concertino
Marc Hantaï, Charles Zebley, Yi-Fen Chen traverso
Riccardo Minasi, Mauro Lopes, Olivia Centurione violini
Balázs Máté violoncello
LE CONCERT DES NATIONS
JORDI SAVALL viole de gambe et direction

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Concert_Spirituel_poster

PQP

Alma Latina: V Festival Internacional de Música Renacentista y Barroca Americana “Misiones de Chiquitos”

x0z1jaV Festival Internacional de Música Renacentista y Barroca Americana “Misiones de Chiquitos”
Santa Cruz de la Sierra
Bolivia
2004

Recientemente se ha descubierto más de 10.000 manuscritos musicales provenientes de las iglesias, catedrales, conventos y misiones jesuíticas en el Oriente Boliviano, más propiamente en Chiquitos y Moxos. La investigación de estos manuscritos comprueba que este “tesoro musical” aporta un extenso e importante material sobre el desarrollo de la música occidental en el Nuevo Mundo.

Medio siglo atrás maestros como Robert Stevenson, Curt Lange y Samuel Claro transcribieron estos manuscritos, traduciendo la “maravillosa” vida musical que existía en las colonias americanas. Inspirados con estas investigaciones, hace diez años atrás el mismo pueblo boliviano ha tomado liderazgo en la “apropiación” de este “tesoro”, en la cual participan el gobierno, la Iglesia Católica, los cabildos indígenas, las autoridades civiles, la empresa privada, las instituciones nacionales y extranjeras, investigadores y voluntarios.

El primer paso decisivo para la recuperación de las antiguas tradiciones musicales en Bolivia fue la creación del Festival Internacional de Música Renacentista y Barroca Americana “Misiones de Chiquitos” organizado y creado por la Asociación Pro Arte y Cultura (APAC).

Desde 1996 esta asociación invita a reconocidos músicos de todo el mundo, expertos en el género antiguo, a unir esfuerzos en la recuperación de la cultura musical americana. En abril y mayo del 2004 se realizó la quinta versión del encuentro y algunos de los momentos del inspirador pasado musical americano, reconstruidos por los artistas participantes en el V Festival “Misiones de Chiquitos”, fueron escogidos para los presentes CDs, que, así como el festival, son resultados del esfuerzo de los organizadores del evento y de sus generosos auspiciadores.

Las composiciones de los discos 2 y 3 provienen en su mayoría de diferentes ámbitos geográficos de América, que a lo largo de la época de la colonia fueron creadas por compositores europeos (presentes en América), criollos, indígenas anónimos, mulatos y otros desconocidos. A estas composiciones se han sumada algunas piezas de música antigua compuesta fuera de América, seleccionadas para participar en el festival por su calidad musical.

La variedad de sonoridades, estilos, formas musicales, etc., de estos discos corresponde al esplendor de la vida musical de la América Colonial. Este esplendor no tiene sólo expresiones en los centros urbanos (música catedralicia) y misionales (música reduccional) sino también incluye la música autóctona. Aunque los discos no incluyen música autóctona, esta se presentó en diferentes conciertos del festival.

jgiqrn Disco 1/3

Anónimo – Missiones de Chiquitos, s. XVIII
01. Sonata Chiquitana VIII 1. Allegro (a)
02. Sonata Chiquitana VIII 2. Andante (a)
03. Sonata Chiquitana VIII 3. Minuetto (a)
04. Caîma, Lyaî Jesús – motete (b)
Anónimo – Missiones de Chiquitos y Moxos, s. XVIII
05. Exaltate Regem regum – verso (b)
Anónimo – Missiones de Chiquitos, s. XVIII
06. Sonata Chiquitana IV 1. Allegro (c)
07. Sonata Chiquitana IV 2. Andante (c)
08. Sonata Chiquitana IV 3. Minuetto (c)
Domenico Zipoli (Prato, Itália, 1688 – Córdoba, Argentina 1726)
09. Ad Mariam – aria (d)
Anónimo – Missiones de Moxos, s. XVIII
10. Bico payaco borechu – verso para Fiesta de San Francisco Xavier (e)
11. Al portal llegaron – villancico de Navidad (e)
Anónimo – Missiones de Chiquitos, s. XVIII
12. La salve para la Virgen – letania (f)
13. Sonata Chiquitana XVIII – alegro (g)
14. Ara vale háva pehendu Ava – canto Guaraní (h)
Domenico Zipoli (Prato, Itália, 1688 – Córdoba, Argentina 1726)
15. Deus in adiutorium. Domine ad adiuvandum – verso introductorio. Fiesta Zuipaqu (i)
Anónimo – Missiones de Chiquitos, s. XVIII
16. Dixit Dominus – salmo. Fiesta Zuipaquí (i)
Musica de indios Canichana, Bolivia (1790)
17. Buenas Noches Señor (j)
18. Encha, Encha Va Chuai Hanan Nehem Cocule (j)
19. Nuasi hananem rama yeuco – Canto 3 (k)

(a) The Dorian Consort. (Suiza)
(b) Florilegium y solistas bolivianos, dir. Ashley Solomon. (Reino Unido-Bolivia)
(c) Freiburger Barockconsort, dir. Petra Mülljans. (Alemania)
(d) Ensemble Musica Fiorita, dir. Daniela Dolci. (Suiza)
(e) Les Carillons, dir. Rodrigo Diaz Riquelme. (Chile)
(f) Capilla del Sol, dir. Ramiro Albino. (Argentina)
(g) Camerata Urubichá, dir. Rubén Dario Suárez Arana mercado. (Bolivia)
(h) Ars Antiqua, dir. Eduardo Arámbula. (México)
(i) Estudio Músicantigua, dir. Sergio Candia Hidalgo. (Chile)
(j) Capilla de Indias, dir. Tiziana Palmiero. (Chile)
(k) Coro y Orquesta de San Ignacio de Moxos, dir. Karina Carrillo. (Bolivia)

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107mjbs Disco 2/3

Burgos. Ms. del Monasterio de Santa María la Real de las Huelgas
01. Flavit auster (l)
Anónimo
02. Gloriose matris Dei (l)
Burgos. Ms. del Monasterio de Santa María la Real de las Huelgas
03. Plange Castella misera (l)
Burgos. Archivo Diocesano, leg. mus. B 37
04. Fluminis. O Domina. De Fluviis (l)
El Escorial. Ms. J. B. 2
05. Por dereito ten a Virgen (l)
Anónimo
06. Je suis trop jeunette (m)
Raulin de Vaux (activo 1420)
07. Je suis trop jeunette (Instrumetal) (m)
Editor: Pierre Attaingnant (ca. 1494-1552)
08. C’est grand plaisir (m)
09. C’est grand plaisir (Instrumental) (m)
Pierre Guédron (ca. 1575-1620)
10. Que dit-on au village (m)
Michael Pretorius (1571-1621)
11. Bransles de village (m)
Pierre Guédron (ca. 1575-1620)
12. À Paris sur petit pon (m)
Gaspar Sanz (España, 1640 – 1710)
13. Canarios y Jácaras(d)
Manuel de Sumaya (Manuel de Zumaya) (México, c.1678-1755)
14. Ya la naturaleza redimida – cantata (d)
Gutierre Fernandez Hidalgo (b ?Talavera de la Reina, c1547; d La Plata [hoy Sucre], Bolivia, 1623)
15. Gloria Patri – verso (n)
Anónimo (s. XVII)
16. Hy, hy, hy, que de riza morremo – negrilla (n)
Juan García de Zéspedes (Mexico, 1619-1678)
17. Convidando está la noche (n)
Juan de Araujo (Villafranca, España, 1646 – Chuquisaca, Bolívia 1712)
18. Si El Amor Se Quedare Dormido (n)
Anónimo (s. XVIII) (n)
19. Ah! Nerina, eu não posso (o)
Luis de Camões – Anónimo
20. Na fonte esta Lianor (o)
Manuel José Vidigal (Lisboa, ? – 1805)
21. Cruel saudade (o)
Joaquim Manuel da Câmara (Rio de Janeiro, ca.1780 – ca.1840)
22. Desde o dia em que eu nasci (o)
José Francisco Leal (Rio de Janeiro, 1792-18291)
23. Esta noite, ó céus, que dita (o)

(d) Ensemble Musica Fiorita, dir. Daniela Dolci. (Suiza)
(l) Alia Musica, dir. Miguel Sánchez (España)
(m) Doulce Mémoire, dir. Denis Raisin Dadre (Francia)
(n) Ensemble Villancico, dir. Peter Pontvik (Suecia)
(o) Segreis de Lisboa, dir. Manuel Morais (Portugal)

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jg1mrt Disco 3/3

Johann Sebastian Bach (Austria, 1685-1750)
01. Overture (Suite) Nr. 2, BWV 1067 – 1. Ouverture (a)
02. Overture (Suite) Nr. 2, BWV 1067 – 2. Minuett (a)
03. Overture (Suite) Nr. 2, BWV 1067 – 3. Badinerie (a)
04. Chaconne para Violín solo, BWV 1004, Ryo Terakado, violin. (Japón)
Heinrich Ignaz Franz von Biber (Bohemia-Austria, 1644 [baptised]-1704)
05. Suite de Mensa Sonora. Pars III – 1. Gagliarda (c)
06. Suite de Mensa Sonora. Pars III – 2. Zarabanda (c)
07. Suite de Mensa Sonora. Pars III – 3. Aria (c)
08. Suite de Mensa Sonora. Pars III – 4. Ciaccona (c)
09. Suite de Mensa Sonora. Pars III – 5. Sonatina (c)
Arcangelo Corelli (Italia, 1653-1713)
10. Sonata en Do menor – 1. Grave (p)
11. Sonata en Do menor – 2. Allegro (p)
Anon. (Codex Trujillo, Peru)
12. El buen querer – joropo (q)
13. Lanchas para bailar (q)
14. La lata (q)
15. El palomo (q)
16. Dennos licencia, Señores (q)
Anônimo séc. XVIII
17. Homens errados e loucos / Você se esquiva de mim (r)
Canto Gregoriano
18. Ecce Panis Angelorum – Secuencia para Corpus (s)
19. Victimae paschali (s)
20. Salve Regina (solemne) (t)
Pedro de Cristo (Portugal, 1545/1550-1618)
21. Ay, mi Dios (u)
Juan del Encina (Espanha, ca.1468-1529)
22. Si habrá en este baldrés (v)
Giovanni Battista Bassani (Italia, ca. 1650-1716)
23. Missa mo fiesta San Xavier – Gloria (x)
Tomás Pascual (Guatemala, ca. 1595-1635)
24. Domine ad adjuvandum (y)
25. Esta es cena de amor llena (y)

(a) The Dorian Consort. (Suiza)
(c) Freiburger Barockconsort, dir. Petra Mülljans. (Alemania)
(p) Ensemble Laterna Mágica
(q) Música Temprana, dir. Adrián Rodríguez Van der Spoel. (Paises Bajos)
(r) Ars Antiqua, dir. Eduardo Arámbula (México)
(s) Coral Nova, dir. Ramiro Soriano Arce. (Bolivia)
(t) Coro de Canto Gregoriano del Seminario Mayor de San Jeronimo, dir. Mateo Barrientos Vergara. (Bolivia)
(u) Coro Santa Cecilia, dir. Karin Rendón. (Bolivia)
(v) Ad Libitvm. (Bolivia)
(x) Elocuencia Barroca, dir. Sylvia Leidemann. (Argentina)
(y) Savae, dir. Christofer Moroney. (Estados Unidos)

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V Festival Internacional de Música Renacentista y Barroca Americana “Misiones de Chiquitos” – 2004

CDs do acervo do musicólogo Prof. Paulo Castagna. ¡ Gracias !

Boa audição.

binding

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Avicenna

Alma Latina: Música de las Misiones de Chiquitos, Bolivia

eur1bmObras de la tradición jesuítica en Bolivia
Siglos XVIII y XIX

Arte y música en el corazón del continente

REPOSTAGEM

En las sabanas y bosques de Chiquitos, donde Bolivia flanquea con el Brasil y el Paraguay, quedan algo más que ruinas y restos dispersos: através de más de dos siglos los lugareños, sin ninguna ayuda exterior, mantuvieron sus iglesias, reemplazando los inmensos horcones de madera cuando éstos envejecían, y restaurando las pinturas y tallas en la medida de sus posibilidades.

En muchas localidades, los templos eran hasta hace poco testigos de la continua recreación de una tradición musical originada en tiempos de los Jesuitas, y nutrida luego por otros afluentes culturales.

Allí donde la presión demográfica de los criollos o la necesidad de escapar de la esclavitud en las haciendas ganaderas o las explotaciones de caucho empujaba a los indígenas hacia el interior del territorio, desalojándo-los de sus pueblos, los ritos tradicionales y su música correspondiente se instalaban en las capillas de techo de paja que centralizaban las nuevas aldeas.

Un reciente trabajo de restauración emprendido por el Vicariato local ha restituido a varias de las iglesias jesuíticas su antiguo esplendor. Al mismo tiempo, se ha rescatado una gran cantidad de manuscritos, en los que se refleja el origen y la evolución da la tradición musical. Los más antiguos de ellos contienen música copiada por los propios misioneros; otros nos muestran a los indígenas intentando conservar, a través del copiado, el legado de los padres. Hay también papeles llegados del Brasil en el siglo XIX, y otros, copiados en las misiones, con repertorio más moderno.

La presente grabación intenta restituir su valor sonoro a una parte de este variado patrimonio musical.

Música de las Misiones de Chiquitos
Anónimo (ca. 1740)
01. El Cordero De Los Cielos
Anónimo (ca. 1730)
02. Tierno Infante Divino
Autoría anónima, escrita a mediados del s. XVIII en la lengua de los indios Chiquitos
03. Zoipaqui
Domenico Zipoli (Prato, Itália, 1688 – Córdoba, Argentina 1726)
04. Retirada Del Emperador De Los Dominicos De España
Anónimo (ca. 1760)
05. Ave Maria Stella
Anónimo (ca. 1800)
06. Flor Hermosa
Anónimo (ca. siglo XIX)
07. Morenito Niño
Archangelo Corelli (Italia, 1653-1713)
08. Sonata A Solo, Op. 5 N°3
Domenico Zipoli (Prato, Itália, 1688 – Córdoba, Argentina 1726)
09. Suite Para Clave N°2, En Sol Menor
10. Cinco Antifonas Para La Fiesta De San Ignacio De Loyola
Archangelo Corelli (Italia, 1653-1713)
11. Sonata A Trio, Op. 1 N°12

Música de las Misiones de Chiquitos, siglos XVIII y XIX – 1992
Música Segreta, dir. Leonardo Waisman
Flauta traversa barroca/baroque flute: Claudia Diehl
Flautas dulces/recorders: Myriam Kitroser
Mezzosoprano: Ana Maria Pagola
Violoncello: Raúl Venturini
Clave/harpsichorde: Leonardo Waisman

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Um CD do acervo do musicólogo Prof. Paulo Castagna. ¡ Gracias !

Boa audição.

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Avicenna

Arcangelo Corelli (1653-1713): The Complete Concerto Grossi Op.6

Arcangelo Corelli (1653-1713): The Complete Concerto Grossi Op.6

Este é o tipo de gravação histórica que faz a alegria de F.D.P. Bach. Este registro do I Musici data de 1966. Os 12 Concerti Grossi, op.6, são uma coleção concertos escritos por Arcangelo Corelli, organizados para publicação em 1708. Aqui estão alguns dos melhores exemplos do estilo barroco. Os Concerti Grossi são Concertos para um grupo concertino de dois violinos e violoncelo e um grupo ripieno de 2 violinos, violoncelo e contínuo. Os primeiros oito são da chiesa enquanto que os quatro últimos são da camera.

Corelli: The Complete Concerto Grossi Op.6

01. No.1 in D – Largo – Allegro (2:51)
02. No.1 in D – Largo Allegro (3:33)
03. No.1 in D – Largo (3:44)
04. No.1 in D – Allegro (1:51)
05. No.1 in D – Allegro (2:17)
06. No.2 in F – Vivace – Allegro – Adagio – Vivace – Allegro – Largo andante (4:31)
07. No.2 in F – Allegro (1:54)
08. No.2 in F – Grave – Andante largo (1:58)
09. No.2 in F – Allegro (2:20)
10. No.3 in C minor – Largo (2:16)
11. No.3 in C minor – Allegro (2:25)
12. No.3 in C minor – Grave (2:07)
13. No.3 in C minor – Vivace (2:25)
14. No.3 in C minor – Allegro (2:43)
15. No.4 in D – Adagio – Allegro (3:35)
16. No.4 in D – Adagio (2:11)
17. No.4 in D – Vivace (1:09)
18. No.4 in D – Allegro (2:44)
19. No.4 in D – Allegro (0:49)
20. No.5 in B flat – Adagio – Allegro (3:32)
21. No.5 in B flat – Adagio (2:05)
22. No.5 in B flat – Allegro (2:09)
23. No.5 in B flat – Largo (1:08)
24. No.5 in B flat – Allegro (2:36)
25. No.6 in F – Adagio (1:59)
26. No.6 in F – Allegro (2:04)
27. No.6 in F – Largo (4:24)
28. No.6 in F – Vivace (2:19)
29. No.6 in F – Allegro (3:23)

01. No.7 in D – Vivace – Allegro – Adagio (2:52)
02. No.7 in D – Allegro (2:01)
03. No.7 in D – Andante largo (3:22)
04. No.7 in D – Allegro (1:15)
05. No.7 in D – Vivace (1:23)
06. No.8 in G minor – Vivace – Grave (1:58)
07. No.8 in G minor – Allegro (2:35)
08. No.8 in G minor – Adagio – Allegro – Adagio (3:35)
09. No.8 in G minor – Vivace (1:21)
10. No.8 in G minor – Allegro (2:31)
11. No.8 in G minor – Pastorale – Largo (4:32)
12. No.9 in F – Preludio. Largo (1:41)
13. No.9 in F – Allemanda. Allegro (2:57)
14. No.9 in F – Corrente. Vivace (1:53)
15. No.9 in F – Gavotta. Allegro (1:05)
16. No.9 in F – Adagio (1:04)
17. No.9 in F – Minuetto. Vivace (2:03)
18. No.10 in C – Preludio. Andante largo (2:37)
19. No.10 in C – Allemanda. Allegro (3:00)
20. No.10 in C – Adagio (1:16)
21. No.10 in C – Corrente. Vivace (2:54)
22. No.10 in C – Allegro (3:08)
23. No.10 in C – Minuetto. Vivace (1:55)
24. No.11 in B flat – Preludio. Andante largo (2:37)
25. No.11 in B flat – Allemanda. Allegro (2:54)
26. No.11 in B flat – Adagio – Andante largo (2:22)
27. No.11 in B flat – Sarabanda. Largo (1:35)
28. No.11 in B flat – Giga. Vivace (1:27)
29. No.12 in F – Preludio. Adagio (2:31)
30. No.12 in F – Allegro (2:40)
31. No.12 in F – Adagio (2:25)
32. No.12 in F – Sarabanda. Vivace (1:09)
33. No.12 in F – Giga. Allegro (3:08)

Felix Ayo & Arnaldo apostoli: violins
Enzo Altobelli: violoncello
Maria Teresa Garatti: harsipchord
I Musici

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Corelli: super-talento barroco
Corelli: super-talento barroco

PQP

Johann Nepomuk Hummel (1778-1837) – Trumpet Concerto in E flat, Joseph Haydn (1732-1809) – Trumpet Concerto in E Flat, Hob. VII e:1, Giuseppe Torelli (1658-1709) – Trumpet Concerto in D, Jan Krtitel Neruda (1711-1776) – Trumpet Concerto in E Flat – Alison Balsom, Die Deutsche Kammerphillarmonie Bremen, Thomas Klug

CoverEu tinha tanta certeza de que esse CD já tinha sido postado que a cada vez que eu botava os olhos nele pensava, esse já foi. Mas ao fazer um levantamento nas postagens antigas do PQPBach descobri que essa jóia ainda não tinha sido postado. Encontrei apenas uma postagem de um cd da Alison Balsom, feita pelo próprio PQP, e já se encontra sumido nas areias do tempo e do espaço cibernético.
Enfim, aproveito a postagem para trazer outra obra de Hummel, que lhes apresentei dias atrás, e agora com um concerto para um instrumento diferente, apesar de muito conhecido, o trompete. E claro, para lhes apresentar essa incrível musicista, Alison Balsom, uma trompetista inglesa que, além de ser uma bela mulher, toca seu instrumento divinamente. Temos uma amostra neste belo cd, que reúne alguns concertos para trompete.

01 – Concerto in E flat major for Trumpet and Orchestra (1806)_ I. Allegro con spirito
02 – Concerto in E flat major for Trumpet and Orchestra (1806)_ II. Andante
03 – Concerto in E flat major for Trumpet and Orchestra (1806)_ III. Rondo
04 – Concerto in E flat for Trumpet & Orchestra Hob. VII e_I_ Allegro
05 – Concerto in E flat for Trumpet & Orchestra Hob. VII e_I_ Andante
06 – Concerto in E flat for Trumpet & Orchestra Hob. VII e_I_ Finale. Allegro
07 – Concerto for Trumpet & Orchestra in D major ‘Estienne Roger’_ I. Allegro
08 – Concerto for Trumpet & Orchestra in D major ‘Estienne Roger’_ II. Adagio – Presto – Allegro
09 – Concerto for Trumpet & Orchestra in D major ‘Estienne Roger’_ III. Allegro
10 – Concerto for Trumpet and Strings in E flat major_ I. Allegro
11 – Concerto for Trumpet and Strings in E flat major_ II. Largo
12 – Concerto for Trumpet and Strings in E flat major_ III. Vivace

Allison Balsom – Trumpet
Die Deutsche Kammerphilharmonie Bremen

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FDPBach

Arcangelo Corelli (1653-1713): Sonate a Violino e Violone o Cimbalo

Esta é outra postagem de CD obscuro e a próxima também será. Certamente, este belo trabalho está fora de catálogo. Também estas sonatas já foram postadas por nós, mas não vejo muito problema em revisitá-las, pois são belíssimas. O trio italiano que as interpreta é bastante bom. Enrico Gatti é um especialista do repertório de Corelli a audição das Sonatas para Violino recuperaram o dia de hoje para mim.

Corelli – Sonate a Violino e Violone o Cimbalo

01. 1. Grave (Sonate I en ré majeur) (3:20)
02. 2. Allegro (Sonate I en ré majeur) (2:29)
03. 3. Allegro (Sonate I en ré majeur) (1:00)
04. 4. Adagio (Sonate I en ré majeur) (2:47)
05. 5. Allegro (Sonate I en ré majeur) (1:39)
06. 1. Preludio: Vivace (Sonate VII en ré mineur) (1:56)
07. 2. Corrente: allegro (Sonate VII en ré mineur) (2:43)
08. 3. Sarabana: Largo (Sonate VII en ré mineur) (2:08)
09. 4. Giga: Allegro (Sonate VII en ré mineur) (2:08)
10. 1. Grave (Sonate II en si bémol majeur) (3:00)
11. 2. Allegro (Sonate II en si bémol majeur) (2:24)
12. 3. Vivace (Sonate II en si bémol majeur) (1:15)
13. 4. Adagio (Sonate II en si bémol majeur) (2:36)
14. 5. Vivace (Sonate II en si bémol majeur) (1:19)
15. 1. Preludio: Largo (Sonate VIII en mi mineur) (4:32)
16. 2. Allemanda: Allegro (Sonate VIII en mi mineur) (1:51)
17. 3. Sarabanda: Largo (Sonate VIII en mi mineur) (2:52)
18. 4. Giga: Allegro (Sonate VIII en mi mineur) (1:53)
19. 1. Adagio (Sonate III en ut majeur) (2:49)
20. 2. Allegro (Sonate III en ut majeur) (2:08)
21. 3. Adagio (Sonate III en ut majeur) (2:59)
22. 4. Allegro (Sonate III en ut majeur) (1:01)
23. 5. Allegro (Sonate III en ut majeur) (2:22)
24. 1. Preludio: Largo (Sonate IX en la majeur) (4:58)
25. 2. Giga: Allegro (Sonate IX en la majeur) (2:34)
26. 3. Adagio (Sonate IX en la majeur) (0:40)
27. 4. Tempo di Gavotta: Allegro (Sonate IX en la majeur) (2:31)

01. 1. Adagio (Sonate IV en fa majeur) (2:16)
02. 2. Allegro (Sonate IV en fa majeur) (2:24)
03. 3. Vivace (Sonate IV en fa majeur) (1:08)
04. 4. Adagio (Sonate IV en fa majeur) (2:16)
05. 5. Allegro (Sonate IV en fa majeur) (2:19)
06. 1. Preludio: Adagio (Sonate X en fa majeur) (2:33)
07. 2. Allemanda: Allegro (Sonate X en fa majeur) (2:12)
08. 3. Sarabanda: Largo (Sonate X en fa majeur) (2:23)
09. 4. Gavotta: Allegro (Sonate X en fa majeur) (0:37)
10. 5. Giga: Allegro (Sonate X en fa majeur) (2:13)
11. 1. Adagio (Sonate V en sol mineur) (3:29)
12. 2. Vivace (Sonate V en sol mineur) (1:53)
13. 3. Adagio (Sonate V en sol mineur) (2:17)
14. 4. Vivace (Sonate V en sol mineur) (1:39)
15. 5. Giga: Allegro (Sonate V en sol mineur) (1:30)
16. 1. Preludio: Adagio (Sonate XI en mi majeur) (2:12)
17. 2. Allegro (Sonate XI en mi majeur) (2:29)
18. 3. Adagio (Sonate XI en mi majeur) (0:41)
19. 4. Vivace (Sonate XI en mi majeur) (1:57)
20. 5. Gavotta: Allegro (Sonate XI en mi majeur) (0:44)
21. 1. Grave (Sonate VI en la majeur) (3:12)
22. 2. Allegro (Sonate VI en la majeur) (2:17)
23. 3. Allegro (Sonate VI en la majeur) (0:59)
24. 4. Adagio (Sonate VI en la majeur) (2:17)
25. 5. Allegro (Sonate VI en la majeur) (2:15)
26. Follia (Sonate XII en ré mineur (11:57)

Enrico Gatti: violin
Gaetano Nasillo: Violoncello
Guido Morini: harpsichord

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Apoie os bons artistas, compre suas músicas!

PQP

Arcangelo Corelli (1653-1713) – Concerti Grossi, Op.6 (Completo) – LINK RESTAURADO

Um acepipe de primeira categoria para o numeroso grupo de adoradores do barroco que vem a este blog cuja modéstia ruborizou-se após a premiação referida por mim no antepenúltimo post e que só meu pudor impede de citar novamente… (Sim, sem vírgulas! Espero não ter roubado muito ar dos leitores.)

Adianto que o Op.6 de Corelli é grande música, aqui interpretada pelo sempre escandaloso Fabio Biondi, o qual costuma tomar algumas liberdades que, ao menos a mim, são bem-vindas. Ouvi os dois CDs ontem à noite, enquanto preparava-se o dia gris de hoje e, puxa, fui dormir o sono dos justos. Não vou escrever mais porque o livro que estou lendo é muito bom (Istambul, de Orham Pamuk) e está me chamando. Assim sendo, deixo vocês livres de minha verborragia sem direção.

Antes copio aqui uma nota biográfica de Coreli retirada deste barulhento site. Notem como toda a pequena obra de Corelli está no repertório barroco atual. Prova de sua imensa qualidade.

Arcangelo Corelli nasceu no dia 17 de fevereiro de 1653 em Fusignano, cidade localizada entre Bolonha e Ravena. Descendia de uma das mais ricas e tradicionais famílias da região.
Foi enviado muito cedo para Faenza onde recebeu educação básica e onde teria recebido as primeiras lições de música de um padre. Continuou os estudos em Lugo e, depois mudou-se para Bolonha, em 1666.

Em Bolonha o jovem Corelli se familiarizou com o violino e resolveu dedicar-se inteiramente a ele. Com Giovanni Benvenuti e Leonardo Brugnoli ele adquiriu os elementos essenciais da técnica violinística. Após quatro anos de estudos, Corelli foi admitido na Academia Filarmônica de Bolonha.

Em 1675, ele já estava em Roma. Nesta época, os nobre de Roma rivalizavam-se em pompa ao patrocinar apresentações artísticas. Entre os grandes mecenas, destacava-se Cristina Alexandra, que se fixara em Roma depois de abdicar de seu trono na Suécia, em 1659. Músicos, poetas, filósofos reuniam-se ao redor dela em seu palácio, e era uma honra ser convidado para suas festas. Cristina fundou a Academia da Arcádia – a sociedade musical mais fechada da Itália – onde Corelli seria recebido em 1709.

Aos 36 anos, e após a morte de Cristina da Suécia, Corelli passou a trabalhar para o Cardeal Ottoboni, seu maior protetor e grande amigo. Homem liberal e apaixonado pelas artes, Ottoboni possibilitou livre trânsito a seu protegido, fornecendo-lhe o tempo e as condições necessárias para que ele elaborasse suas obras com absoluta tranqüilidade.

Sua fama se expandia e estudantes de música vinham de longe para aprender com ele. Corelli já se firmara como um dos nomes importantes da música instrumental.

Corelli morreu durante a noite de 8 de janeiro de 1713. Estava só. Desolado, o Cardeal Ottoboni mandou embalsamá-lo e colocá-lo em um triplo ataúde, feito de chumbo, de cipreste e de castanheiro, e enterrou-o no panteão de Roma, reservado apenas aos pintores, arquitetos e escultores, membros da Artística Congregazione dei Virtuosi al Pantheon.

Sua Obra

Contrariamente à maioria dos grandes nomes da música barroca, Corelli produziu pouco, abordando apenas poucas formas de expressão musical existente em seu tempo. Jamais escreveu para voz. Sua glória repousa inteiramente em seis coletâneas de música instrumental, todas elas dedicadas aos instrumentos de arco.

As quatro primeiras delas dedica-se aos trios, a quinta é o famoso livro de sonatas para violino solo e baixo; e a sexta obra, os doze Concertos Grossos.

A Corelli pertence, entre outros, o mérito de ter favorecido a expansão do concerto grosso e contribuído de modo decisivo para o enobrecimento do violino. Derivado da viola, o violino surgiu em meados do século XIV, sempre relegado às festas populares e à idéia de vagabundagem e ao gosto duvidoso. Timidamente introduzido nos salões do início do século XVII, recebeu depois, com Corelli, brilhante tratamento técnico e conquistou definitivamente a corte.

Corelli – Concerti Grossi, Op.6 (Completo)

CD1:
1. Concerto N 2 In Fa Maggiore : Vivace, Allegro, Adagio, Vivace, Allegro…
2. Concerto N 2 In Fa Maggiore : Allegro
3. Concerto N 2 In Fa Maggiore : Grave, Andante Largo
4. Concerto N 2 In Fa Maggiore : Allegro
5. Concerto N 4 In Re Maggiore : Adagio, Allegro
6. Concerto N 4 In Re Maggiore : Adagio
7. Concerto N 4 In Re Maggiore : Vivace
8. Concerto N 4 In Re Maggiore : Allegro
9. Concerto N 5 In Si Bemolle Maggiore : Adagio, Allegro, Adagio
10. Concerto N 5 In Si Bemolle Maggiore : Adagio
11. Concerto N 5 In Si Bemolle Maggiore : Allegro, Adagio
12. Concerto N 5 In Si Bemolle Maggiore : Largo, Allegro
13. Concerto N 3 In Do Minore : Largo
14. Concerto N 3 In Do Minore : Allegro, Adagio
15. Concerto N 3 In Do Minore : Grave
16. Concerto N 3 In Do Minore : Vivace
17. Concerto N 3 In Do Minore : Allegro
18. Concerto N 1 In Re Maggiore : Largo, Allegro, Largo, Allegro
19. Concerto N 1 In Re Maggiore : Largo
20. Concerto N 1 In Re Maggiore : Allegro
21. Concerto N 1 In Re Maggiore : Allegro
22. Concerto N 6 In Fa Maggiore : Adagio
23. Concerto N 6 In Fa Maggiore : Allegro
24. Concerto N 6 In Fa Maggiore : Largo
25. Concerto N 6 In Fa Maggiore : Vivace
26. Concerto N 6 In Fa Maggiore : Allegro

CD2:
27. Concerto N 7 In Re Maggiore : Vivace, Allegro, Adagio
28. Concerto N 7 In Re Maggiore : Allegro
29. Concerto N 7 In Re Maggiore : Andante Largo
30. Concerto N 7 In Re Maggiore : Allegro
31. Concerto N 7 In Re Maggiore : Vivace
32. Concerto N 8 In Sol Minore : Vivace, Grave
33. Concerto N 8 In Sol Minore : Allegro
34. Concerto N 8 In Sol Minore : Adagio, Allegro, Adagio
35. Concerto N 8 In Sol Minore : Vivace
36. Concerto N 8 In Sol Minore : Allegro
37. Concerto N 8 In Sol Minore : Pastorale Largo
38. Concerto N 9 In Fa Maggiore : Preludio : Largo
39. Concerto N 9 In Fa Maggiore : Allemanda : Allegro
40. Concerto N 9 In Fa Maggiore : Corrente : Vivace
41. Concerto N 9 In Fa Maggiore : Gavotta : Allegro
42. Concerto N 9 In Fa Maggiore : Adagio
43. Concerto N 9 In Fa Maggiore : Minuetto : Vivace
44. Concerto N 10 In Do Maggiore : Preludio : Andante Largo
45. Concerto N 10 In Do Maggiore : Allemanda : Allegro
46. Concerto N 10 In Do Maggiore : Adagio
47. Concerto N 10 In Do Maggiore : Corrente : Vivace
48. Concerto N 10 In Do Maggiore : Allegro
49. Concerto N 10 In Do Maggiore : Minuetto : Vivace
50. Concerto N 11 In Si Bemolle Maggiore : Preludio : Andante Largo
51. Concerto N 11 In Si Bemolle Maggiore : Allemanda : Allegro
52. Concerto N 11 In Si Bemolle Maggiore : Adagio, Andante Largo
53. Concerto N 11 In Si Bemolle Maggiore : Sarabanda : Largo
54. Concerto N 11 In Si Bemolle Maggiore : Giga : Vivace
55. Concerto N 12 In Fa Maggiore : Preludio : Adagio
56. Concerto N 12 In Fa Maggiore : Allegro
57. Concerto N 12 In Fa Maggiore : Adagio
58. Concerto N 12 In Fa Maggiore : Sarabanda : Vivace
59. Concerto N 12 In Fa Maggiore : Giga : Allegro

Europa Galante (Ensemble),
Fabio Biondi (Violino e Regência),
Antonio Fantinuoli (Violoncelle),
Silvia Cantatore (Violon), et al.

BAIXE AMBOS AQUI – DOWNLOAD BOTH HERE

PQP

Charpentier (1643-1704), Molter (1696-1765), Vivaldi (1678-1741), Sammartini (1700-1775), Telemann (1681-1767), Handel (1685-1759), Corelli (1653-1713) – Concertos de Natal

Então é Natal – que lindo -, os sinos baladam e estou inteiramente tomado de boas intenções e com o coração cheio de Cristo. Bem, tá bom. É brincadeira deste ateu mau e comedor de criancinhas. Nada de pedofilia, trata-se de gastronomia mesmo. Como os comunas faziam, lembram? Mais ou menos como um apreciador de vitelas swiftianas.

Mas este CD traz Trevor Pinnock e seu The English Concert num agradável programa natalino, um presentão de maio para nossos leitores-ouvintes. Há música muito boa, mas as melhores vão para as figurinhas carimbadas de sempre: Vivaldi, Handel e Corelli. O restante do recheio é passa de uva. O trio citado é o licor. Desejo-lhes um Feliz Natal e um Próspero Ano Novo. Que o Menino Jesus ilumine suas vidas!

Christmas Concertos / Trevor Pinnock, The English Concert

Marc-Antoine Charpentier – Noels Sur Les Instruments
1. 1. Vous qui désirez sans fin
2. 2. A la venue de Noël
3. 3. Or nous dites, Marie
4. 4. Où s’en vont ces gais bergers?

Johann Melchior Molter – Concerto Pastorale In G Major
5. 1. Larghetto – Allegro e forte – (Larghetto)
6. 2. Aria 1: a tempo giusto – Aria 2: Lento e sempre piano – Aria 3: Tempo die Menuetto

Antonio Vivaldi – Concerto For 2 Trumpets In C Major, Rv 537
7. 1. Allegro – Mark Bennett, Michael Harrison, The English Concert, Trevor Pinnock
8. 2. Largo – Mark Bennett, Michael Harrison, The English Concert, Trevor Pinnock
9. 3. Allegro – Mark Bennett, Michael Harrison, The English Concert, Trevor Pinnock

Giuseppe Baldassare Sammartini – Pastorale In G Major
10. Pastorale in G major – Andante sostenuto

Georg Philipp Telemann – Concerto Polonois In G Major
11. 1. Dolce
12. 2. Allegro
13. 3. Largo
14. 4. Allegro

George Frideric Handel – Concerto A Due Cori In B Flat Major, Hwv 332
15. 1. Ouverture
16. 2. Allegro ma non troppo
17. 3. Allegro
18. 4. Largo
19. 5. A tempo ordinario
20. 6. Alla breve. Moderato
21. 7. Menuet (Allegro)

Arcangelo Corelli – Concerto Grosso In G Minor
22. 1. Vivace – Grave
23. 2. Allegro
24. 3. Adagio – Allegro – Adagio
25. 4. Vivace
26. 5. Allegro
27. 6. Pastorale: Largo

The English Concert
Trevor Pinnock

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Chaconne – Recital do Musica Antiqua de Köln

Vamos novamente falar a sério. Aproxime-se, caro leitor-ouvinte do PQP. Sente-se. Os grupos de música barroca inventaram um novo e interessante gênero de CD. Eles selecionam uma série de obras afins – mesmo que secretamente afins… – e as interpretam como num recital. Sim, um recital com lógica e não como a maioria dos concertos que assistimos, meras livres e esquizofrênicas associações. Nesta categoria de CDs, há um grande campeão: o Musica Antiqua de Colônia. Reinhard Goebel é insuperável em conhecimento, descoberta e escolha de obras. Vocês não imaginam a incrível qualidade do CD que ora postamos e diria que a grande estrela dele é… Pezel. Hum… claro, mas quem é Johann Christoph Pezel? Amigos, não faço a menor idéia. Pesquisem e depois me informem.

Já a definição de chacona é fácil. Do italiano ciaccona, é uma forma musical baseada na variação de uma pequena progressão harmônica repetida. Originalmente, foi uma rápida dança-canção da Espanha, com um texto muitas vezes grosseiro, mas tornou-se uma dança lenta, às vezes muito lenta, em compasso ternário e que surgiu, inicialmente, no século XVI . Atualmente, a chacona é entendida, de uma maneira um tanto ou quanto arbitrária, como um conjunto de variações numa progressão harmônica em contraposição à variação baseada num padrão melódico do baixo, ao qual foi, da mesma forma, identificado artificialmente como uma passacaglia). Na história da música, considerando a maneira em que uma peça musical é construída, a razão para a escolha dos compositores entre os termos “chaconne” e “passacaglia” não é tão claramente distinguível. (Parágrafo copiado da Wikipedia; fiz alterações.)

Altamente recomendado. É um trabalho esplêndido do MAK.

Chaconne ~ Blow, Corelli, Muffat, Pezel, Purcell, Lully, Marini

1. Lully: Chanconne in G
2. Marini: Passacaglio in g
3. Corelli: Ciacona in G
4. Purcell: Chacony in g, Z 730
5. Purcell: Chacony in g, Z 807
6. Blow: Chacony in G
7. Mayr: Passacalia-Grave in B
8. Pezel: Sonata-Ciacona in B
9. Muffat: Chaconne in G

Reinhard Goebel
Musica Antiqua Köln

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Arcangelo Corelli (1653-1713) – Sonatas para Violino Op.5

Sim, amigos. Já postamos estas obras com Eduard Melkus, lembram? Porém, aqui, mostramos um subconjunto do Op. 5 numa gravação mais, mais, digamos, menos sanguínea do que a do conjunto vienense, mas talvez mais agradável aos xiítas da música por instrumentos originais. Antes que alguém me pergunte sobre minha opinião, respondo que, neste caso, sou tucano e muito antes pelo contrário. Aproveito para mudar de assunto dizendo que Sigiswald Kuijken é excelente violinista e regente. F.D.P. Bach inclusive já publicou várias sinfonias de Haydn sob sua compreensiva leitura e amanhã teremos a super-gravação da Missa em Si Menor com o insuperável Gustav Leonhardt!!!

(Ufa, mudei de assunto!)

Arcangelo Corelli – Sonate a Violino e Violone o Cimbalo Op.5

1-5 – Sonata Op. 5: no 3 in C major
6-10 – Sonata Op. 5: no 1 in D major
11 – Sonata Op. 5: no 12 in D minor “La Follia”
12-16 – Sonata Op. 5: no 6 in A major
17-21 – Sonata Op. 5: no 11 in E major
22 – EXTRA (Presente de P.Q.P. Bach) – O “La Follia” de Vivaldi

Wieland Kuijken (Cello)
Robert Kohnen (Harpsichord)
Sigiswald Kuijken (Violin)

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Arcangelo Corelli (1653-1713) – Sonatas para Violino Op.5 (completas)

S2669368O mais importante opus de Corelli recebe aqui tratamento de luxo nesta gravação de 1972, diversas vezes reeditada pela Archiv. Um pouco mais nervosa que os registros mais modernos, Melkus dá uma demonstração de competência e virtuosismo ao lado da Capella Academica de Viena, um dos conjuntos precursores da música com instrumentos “autênticos” (de época). No meu vinil, está escrita a data em que o comprei pela primeira vez: 10/10/1979. Desde então os sons do Grave-Allegro da Sonata Nro. 1 que abre o CD1 e o Adagio inicial da Sonata Nro. 3 passaram a fazer, de certa forma, parte de mim. Um CD imperdível. Atenção para a Follia final.

Arcangelo Corelli – 12 Violin Sonatas Op. 5

CD1:
1-5 Sonata I in D major
6-10 Sonata II in B flat major
11-15 Sonata III in C major
16-20 Sonata IV in D minor
21-25 Sonata V in E minor
26-30 Sonata VI in A Major

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CD2:
1-4 Sonata VII in F major
5-8 Sonata VIII in G minor
9-12 Sonata IX in A major
13-17 Sonata X in F Major
18-22 Sonata XI in E Major
23 Sonata XII in D minor (“Follia”)

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Capella Academica Wien

Eduard Melkus (violin)
Huguette Dreyfus (harpsichord, organ)
Garo Atmagayan (violoncello)
Karl Scheit (lute)