Yngwie Johann Malmsteen (1963): Concerto Suite for Electric Guitar and Orchestra in Em, Opus 1 "Millennium"


Trago-lhes um álbum que, com certeza, fará com que os mais conservadores “tremam suas carnes”.

Concerto Suite for Electric Guitar and Orchestra in Em, Opus 1 “Millennium” é uma obra para orquestra e coro, com solos de guitarra elétrica e violão acústico, composta pelo guitarrista sueco Yngwie Malmsteen, mais conhecido pelo virtuosismo com a guitarra e riffs de heavy metal. Algumas partes do Concerto foram baseadas em temas de seus álbuns de heavy metal. Uma obra de muita inspiração, vigor e sobretudo virtuosismo.

Yngwie Malmsteen, nome artístico de Lars Johan Yngve Lannerbäck, é um virtuoso guitarrista sueco. Nasceu em Estocolmo, Suécia, 30 de junho de 1963. Guitarrista conhecido por sua incrível velocidade,teve aulas de piano e trompete e aos 5 anos ganhou seu primeiro violão, que ficou parado até 18 de setembro de 1970 quando viu um especial na TV sobre a morte de Jimi Hendrix.O que lhe chamou a atenção não foi a técnica de Hendrix mas sim o momento em que ele pôs fogo em sua guitarra após quebrá-la.
Aplicando sua intensa curiosidade e tenacidade primeiro com uma velha guitarra Mosrite e depois uma barata Stratocaster, Yngwie entrou na música de bandas como Deep Purple. Sua admiração pelas influências clássicas de Ritchie Blackmore levaram-no a conhecer Bach, Vivaldi, Beethoven, Mozart e Paganini, entre outros compositores.
O primeiro disco solo de Yngwie, “Rising Force”, entrou nas paradas da Billboad no 60º lugar, uma ótima marca para um disco quase todo instrumental. Esse álbum ganhou uma indicação para o Grammy e várias votações em revistas como Revelação, Melhor Guitarrista, etc. Seus duelos com o grande tecladista Jens Johansson (ex Stratovarius) fizeram nascer um novo estilo musical: o metal neo-clássico, mais tarde chamado de Baroque & Roll.
As composições neo-clássicas de Yngwie alcançaram novas alturas em 1986 no álbum “Trilogy”. Até os dias de hoje esse é um dos seus discos favoritos, tanto nas letras quanto musicalmente.
Fonte: Wikipédia

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Yngwie Malmsteen: Concerto Suite for Electric Guitar and Orchestra in Em, Opus 1 “Millennium”

01 Icarus Dreams Fanfare (5:22)
02 Cavalino Rampante (3:54)
03 Fugue (3:35)
04 Prelude to April (2:42)
05 Toccata (3:54)
06 Andante (4:17)
07 Sarabande (3:19)
08 Allegro (1:29)
09 Adagio (3:07)
10 Vivace (4:47)
11 Presto Vivace (3:39)
12 Finale (1:49)

Yngwie Johann Malmsteen, electric and acoustic guitar
Czech Philharmonic Orchestra
Yoel Levi, conductor
David Rosenthal, orchestrations

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Na humilde opinião de PQP, o pior disco postado por este blog em todos os tempos

Na humilde opinião de PQP, o pior disco postado por este blog em todos os tempos

Marcelo Stravinsky

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Cathy Berberian – Beatles Arias

Este post é de 24 de abril de 2009. Era uma época em que os integrantes do PQP se esmeravam em encontrar o Pior Álbum Clássico de Todos os Tempos. Foi dentro deste espírito que o desaparecido CVL Bach trouxe a AUTENTICAMENTE MEDONHA Cathy Berberian, mas acho que ela não venceu MALMSTEEN, que é APARENTEMENTE INVENCÍVEL E INVICTO. (Aliás, explico o “invicto”. Estou ofendido! Minha postagem com menos downloads foi baixada mais de 100 vezes. Mas a revalidação de Malmsteen tem 0 (ZERO) downloads após uma briga de mais de 100 comentários no post original! Tá certo que o público do PQP é muito QUALIFICADO, mas não precisa ser TANTO. Espero que alguma boa alma me tire aquele zero do placar. Conto com vossa BONDADE). Ela, a Berbarian, fica ao lado de ALBRECHTSBERGER em ruindade, pois ambos são LAMENTÁVEIS mas ainda provocam o riso, enquanto Malmsteen é capaz de irritar o mais tranquilo monge nepalês. Ah, falta uma faixa do disco de Berberian, mas talvez vocês deem graças a DEUS. Junte os três discos num CD e dê para seu maior inimigo. Abaixo, a postagem original.

PQP

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Se você não conhece Cathy Berberian (1925-1983) – a singular e versátil meio-soprano americana filha de armênios que foi casada com Luciano Berio – aviso logo que este CD é o pior cartão de visitas possível pois o estou postando por outra razão: para que ele venha a se somar a outros dois álbuns do blog e concorrer a “pior gravação da história”.

Caso você tenha saltado de rir com o esquitíssimo concerto para harpa de boca (marranzano) e orquestra de Albrechtsberger ou tenha achado um “nada a ver total” o Concerto para soprano coloratura (!) do russo Reinhold Glière (que mais parece um suíço, com esse nome) – ou caso você conheça ainda o abestalhado Concerto para uma voz de Saint-Preux, que não postamos por aqui porque é disponível em qualquer Lojas Americanas – prepare-se para exclamar com toda a estranheza: “Que porra é isso!?”

Há vários vídeos de Cathy no Youtube, incluindo um áudio de Xangô, de meu pai, que parece ter sido escrito pra ela, sob medida. Há também Stripsody, composição dela mesma, onde dá pra se ver seu vanguardoidismo assumido* (Cage escreveu coisas pra Cathy, por sinal). A “pá virada” é rodopiada de vez – “ou não”, diria Caetano – no presente álbum, de 1967, um atestado de fã dos Beatles que nitidamente causou risos desenfreados (as faixas finais são ao vivo).

Qualquer mico que algum cantor lírico tenha pago até hoje está redimido nessas Beatles Arias.

* Vale a pena também conhecer a partitura da peça.

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Cathy Berberian – Beatles Arias

01.Ticket to ride
03.Michelle
04.Eleanor Rigby
05.Yellow Submarine
06.Help
07.You’ve got to hide your love away
08.Yesterday
09.Can’t buy me love
10.Girls
11.A hard day’s Night

Bonus tracks – Unreleased before

12.Interview (radio france- 1975)
13.Introduction (Live Avignon 1982)
14.Ticket to ride (Live Avignon 1982)
15.Yesterday (Live Avignon 1982)
16.Ticket to ride

PS.: No arquivo postado, eu editei a gravação e coloquei uma faixa a mais – uma introdução falada, antes de Ticket to ride, conforme consta na contracapa do CD.

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CVL

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