Michel Richard de Lalande (1657-1726) – Symphonies pour les Soupers du Roy – Integral – Ensemble La Simphonie du Marais, dir. Hugo Reyne

Michel Richard de Lalande
France, 1657-1726

Symphonies pour les Soupers du Roy
Integral

Ensemble La Simphonie du Marais
dir. Hugo Reyne

1990

 

As faixas dos 4 CDs podem ser encontradas AQUI.

A Ceia do Rei, um cerimonial.

A Ceia do Rei era servida às dez horas da noite ou na Antecâmara do Rei ou na Antecâmara do “Grand Couvert” (mesa cerimonial). O rei jantava em público. Ele sentava no meio da mesa com suas costas para a lareira. Depois dele ficavam seu médico principal, Daquin, e vários conselheiros privilegiados, como o duque de Saint-Simon, por exemplo. Mais atrás, amontoados nos vãos das portas, havia outros conselheiros e espectadores curiosos. À esquerda do rei, no final da mesa, junto às janelas que davam para o recinto de mármore, sentava Monsieur, o irmão do rei, sua esposa, Madame, ou outros membros da família real. Contra a parede voltada para o rei ficava a galeria reservada para os músicos do jantar.

Uma portaria de 1681 prescreve o cerimonial para o serviço da carne (ou seja, a refeição) do rei: “Os cavalheiros servidores trazem o primeiro prato; o segundo prato é levado pelo contrôleur (que provou a comida do rei); os officiers de la bouche (literalmente oficiais da boca) carregam os outros pratos. Nesta ordem, o chefe do cerimonial, com o bastão em sua mão, caminha à frente, precedido por alguns passos pelo contínuo da mesa levando uma tocha, acompanhado de três guarda-costas, com os rifles nos ombros … “

O menu consistia de quatro pratos: as sopas, as entradas, os assados ​​e os doces. Ao lado da fanfarra inicial (cf. Concert de Trompettes), para a entrada do Rei, que coincidia com a chegada do primeiro prato, acreditamos que a música de Delalande era tocada entre o final de um prato e a chegada do próximo, intervindo três vezes, o que explicaria a organização tripartite das suítes. O jantar terminava por volta das onze horas e sua conclusão era provavelmente pontuada por outra fanfarra. Infelizmente não temos documentação gráfica relacionada à ceia de Luís XIV, mas há uma gravura representando a corte do imperador alemão, Joseph II, em 1705, que é uma perfeita ilustração da cerimônia de Versalhes. Na galeria dos músicos podemos distinguir, entre outros, quatro violinos, duas teorbas e, especialmente, duas trombetas, que, conduzidas por um batedor de tempo, tocavam uma fanfarra pela chegada do primeiro prato da refeição.

Symphonies pour les Soupers du Roy – Integral
Michel Richard de Lalande
Ensemble La Simphonie du Marais
dir. Hugo Reyne

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Avicenna

Michel Richard de Lalande (France, 1657-1726): Leçons de Ténèbres – Ensemble Correspondances, dir. Sébastien Daucé

Michel Richard de Lalande
France, 1657-1726

Leçons de Ténèbres

Ensemble Correspondances
dir. Sébastien Daucé

2015

 

Quando Delalande deixou este vale de lágrimas, sua fama estava no auge; entre 1725 e 1730, ele foi o compositor mais frequentemente ouvido em Paris. O público reunia-se para ouvir seus motetos, notavelmente os três Leçons de Ténèbres e o Miserere para voz solo, escritos para os ofícios da Semana Santa. Muitos compositores já haviam produzido arranjos desses textos na França do Rei Sol, tornando o Ofício de Tenebrae um verdadeiro evento social. Fiel à mesma estética, Delalande explorou essa arte da ambiguidade enquanto se desviava da tradição. (ex-encarte)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Leçons de Ténèbres
Michel Richard de Lalande
Ensemble Correspondances – 2015
dir. Sébastien Daucé

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Avicenna

Michel Richard de Lalande (France, 1657-1726): 3 Grands Motets: Te Deum + Super Flumina Babilonis + Confitebor Tibi Domine – Les Arts Florissants, dir. William Christie – 2001

Michel Richard de Lalande
France, 1657-1726

Te Deum
Super Flumina Babilonis
Confitebor Tibi Domine

Sandrine Piau, Véronique Gens, Arlette Steyer – sopranos

Les Arts Florissants – 2001
dir. William Christie

 

GRANDES MOTETOS DE MICHEL-RICHARD DELALANDE “O criador da música sacra francesa” … um “Latin Luny” … uns dos elogios a Delalande (1657-1726), que levou o moteto ao seu auge de popularidade na França. Sucessor de Lully como proeminente músico da corte sob Luís XIV e Luís XV, a criatividade dramática de Delalande foi mais poderosa em seus 75 motetos, louvando seu Deus e, é claro, seu rei.

A devoção de Delalande à corte e à música sacra começou como um estudante na igreja de Saint-Germain l’Auxerrois e seus postos de organista em quatro igrejas de Paris. Em 1683, logo após a mudança do tribunal para Versalhes, ele foi o candidato favorito de Louis para o sous maitre da capela, sua primeira das dez nomeações durante os 43 anos seguintes. Por volta de 1770, seus motetos haviam desfrutado de mais de 600 apresentações na série de concertos públicos de Paris, a Concert Spirituel. Delalande compôs um terço de seus motetos, bem como sete entretenimentos seculares, durante sua primeira década prodigiosa na corte. Ele completou a maioria dos motetos restantes em 1710 e dedicou seus últimos anos à revisão de trabalhos anteriores.
(ex-catálogo, Barbara Coeyman)

3 Grands Motets
Michel Richard de Lalande
01. Te Deum – 1. Simphonie
02. Te Deum – 2. Te Deum laudamus
03. Te Deum – 3. Tibi omnes angeli
04. Te Deum – 4. Sanctus Dominus Deus Sabaoth
05. Te Deum – 5. Te gloriosus Apostolorum chorus
06. Te Deum – 6. Tu Rex gloriae, Christe
07. Te Deum – 7. Tu ad liberandum
08. Te Deum – 8. Tu devicto mortis aculeo
09. Te Deum – 9. Te ergo, quaesumus
10. Te Deum – 10. Aeterna fac
11. Te Deum – 11. Per singulos dies
12. Te Deum – 12. Dignare Domine
13. Te Deum – 13. In te Domine speravi
14. Super Flumina Babilonis – 1. Simphonie – 2. Super flumina
15. Super Flumina Babilonis – 3. In salicibus
16. Super Flumina Babilonis – 4. Quia illic interrogaverunt nos
17. Super Flumina Babilonis – 5. Hymnum cantate nobis
18. Super Flumina Babilonis – 6. Si oblitus fueri tui
19. Super Flumina Babilonis – 7. Adhaereat lingua mea
20. Super Flumina Babilonis – 8. Memor esto, Domine
21. Super Flumina Babilonis – 9. Filia Babilonis misera (soli)
22. Super Flumina Babilonis – 10. Filia Babilonis misera (chorus)
23. Confitebor Tibi Domine – 1. Simphonie – 2. Confiterbor
24. Confitebor Tibi Domine – 3. Magna opera Domini
25. Confitebor Tibi Domine – 4. Confessio et magnificentia
26. Confitebor Tibi Domine – 5. Memoriam fecit mirabilium
27. Confitebor Tibi Domine – 6. Memor erit in saeculum
28. Confitebor Tibi Domine – 7. Fidelia omnia mandata ejus
29. Confitebor Tibi Domine – 8. Redemptionem misit populo suo
30. Confitebor Tibi Domine – 9. Sanctum et terribile
31. Confitebor Tibi Domine – 10. Intellectus bonus
32. Confitebor Tibi Domine – 11. Gloria

3 Grands Motets
Michel Richard de Lalande
Les Arts Florissants, dir. William Christie – 2001

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Avicenna

Lully, Charpentier, Rebel, Delaland, Rameau: Concert de Danse

Lully, Charpentier, Rebel, Delaland, Rameau: Concert de Danse

O Avicenna ama a música barroca francesa e tem razão, ela é bonita, normalmente alegre e de muito boa qualidade. Então, há bastante material do gênero no PQP Bach. Porém, não há muito disso no mercado em geral. Vejo pouco balé e óperas barrocas no mercado, talvez porque esses repertórios, com suas convenções textuais e musicais antigas e seus gêneros desconhecidos, sejam considerados inacessíveis para ouvintes gerais em obras completas. As reconstruções de William Christie e outros, incluindo o maestro deste disco, Sigiswald Kuijken, mostraram que há muita imaginação e musicalidade nestas obras, há vida aqui. Dito isto, o sensacional grupo de Kuijken, La Petite Bande, oferece uma introdução agradável à música de dança de um período de 100 anos, junto do tenor norte-americano e especialista em barroco francês Howard Crook. O disco consiste de música de balé, bem como trechos de óperas, instrumentais e vocais. A presença desses números vocais é uma característica positiva do disco, pois a interpenetração da música e da dança na construção cultural da corte francesa é de grande importância. Outra novidade é a presença de obras estranhas, mas coloridas, como as duas suítes de danças de Jean-Féry Rebel — cheias de leveza e esplendor cortês. Desta maneira, o programa mistura números únicos com peças maiores; como a “pastorale héroique” de Rameau, retirada de Daphnis et Aiglé. Esta foi uma dança montada no palácio de Fontainebleau em 1753. Mas a melhor razão para ouvir este disco é o toque de La Petite Bande, que dá performances que se fosse a Royal Shakespeare Company. A banda aparece aqui com 19 cordas, proporcionando um som rico e suntuoso, como devia ser na corte francesa.

Lully, Charpentier, Rebel, Delaland, Rameau: Concert de Danse

01. Jean Baptiste Lully : Armide – Overture [2:11]
02. Acis et Galatee : Aria of Acis – ‘C’est en vain’ [1:54]
03. Armide – Passacaille [3:43]
04. Marc-Antoine Charpentier : Medee – Aria of Jason – ‘Que me peut demander Gloire’ [1:58]
05-09. Jean-Fery Rebel :La Fantaisie
I. Grave [1:00]
II. Chaconne [2:57]
III. Loure [1:52]
IV. Tambourin [0:41]
V. Chaconne [1:24]
10. Michael Richard Delalande : L´Amour flechi par la Constance (1697 ) – Aria of… [5:30]
11-15. Jean-Fery Rebel : Les plaisirs champetres (1734)
I. Musette [0:57]
II. Gavotte [2:03]
III. Chaconne [2:38]
IV. Passepied [1:28]
V. Bourree – Rigoudon – Bourree [3:24]
16-32. Jean-Philippe Rameau : Daphnis et Aegle (pastorale heroique)

Howard Crook (tenor)
La Petite Bande
Sigiswald Kuijken, conductor

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PQP

Court of the Sun King: The Glory of the French Baroque – 10 CDs

Court of the Sun King: The Glory of the French Baroque – 10 CDs

2wdr615A glória do Barroco Francês
Corte de Luis XIV, o Rei Sol
Grandes mestres
Grandes intérpretes
Registros históricos

REPOSTAGEM

As características essenciais do estilo francês eram: a forma clara e concisa, peças instrumentais de expressão condensada, movimentos curtos e muito simples. A ópera, de um gênero totalmente diverso da italiana, era voltada, sobretudo, para a dança. Era como se a forma clara e rígida das danças tivesse sido criada especialmente para que se pusesse, em música, o estilo desta nação. (http://ciaesons.blogspot.com.br/2010/06/musica-barroca-os-estilos-italiano-e.html)

CD 01/10
Marc-Antoine CHARPENTIER (1643-1704)
Te Deum, H146
Chorale des Jeunesses Musicales de France
Orchestre de Chambre Jean-François Paillard
1953

Jean-Baptiste LULLY (1632-1687)
Te Deum
Ensemble Vocal “À Coeur Joie” de Valence
Orchestre de Chambre Jean-François Paillard
1975

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CD 02/10
Marc-Antoine CHARPENTIER (1643-1704)
Magnificat, H79
Gents Madrigaalkoor
Cantabile Gent
Musica Polyphonica
1984

Messe de minuit, H9
Chorale des Jeunesses Musicales de France
Orchestre de Chambre Jean-François Paillard
1976

Dialogus inter angelos et pastores Judeae in nativitatem Domini, H420
Ensemble Vocal Stéphane Caillat
Orchestre de Chambre Jean-François Paillard
1976

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CD 03/10
Nicolas BERNIER (1665-1734)
Motet du Saint-Esprit
Jocelyne Chamonin (soprano)
Bernard Fonteny (cello)
Marie-Claire Alain (orgue)
1966

Louis MARCHAND (1669-1732)
Livre d’orgue, Livre I, Ier ton
Jocelyne Chamonin (soprano)
Bernard Fonteny (cello)
Marie-Claire Alain (orgue)
1966

Marc-Antoine CHARPENTIER (1643-1704)
Messe pour les trépassés, H2 (beginning)
Dies Irae, H12
Motet pour les trépassés “Miseremini mei”, H311
Messe pour les trépassés, H2 (conclusion)
Gulbenkian Choir and Orchestra, Lisbon
1974

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CD 04/10
Francois COUPERIN (1668-1733)
Leçons de ténèbres
Nadine Sautereau (contralto)
Huguette Fernandez, Maire-Claire Misson (violins)
Marie-Mocquot (viola de gamba)
Noëlie Pierront (organ)
1954

Marc-Antoine CHARPENTIER (1643-1704)
Le Reniement de saint Pierre, H424
Chorale Philippe Caillard
1978

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CD 05/10
Jean GILLES (1668-1705)
Requiem
Chorale Phillipe Caillard
Orchestre de Chambre Jean-François Paillard
1976

Michel-Richard DELALANDE (1637-1726)
Trois leçons de ténèbres – 3e Leçon de Jeudy Saint
Micaëla Etcheverry (mezzo-soprano)
Jean-Louis Charbonnier (viola de gamba)
Laurence Boulay (harpsichord & organ)
1978

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CD 06/10
Guillaume Gabriel NIVERS (c.1632-1714)
Livre contenant cent Pièces de tous les tons d’Eglise – Suite de 2e ton
Orchestre de Chambre Jean-François Paillard
1966

Nicolas de GRIGNY (1672-1703)
Messe “Conctipotens genitor Deus” – Il Gloria
Les Chantres de la Chapelle
Marie-Claire Alain (orgue)
1997

Francois COUPERIN (1668-1733)
Messe à l’usage ordinaire des Paroisses
Messe pour les Couvents de religieux et religieuses
Compagnie Musicale Catalane
Marie-Claire Alain (orgue)
1990

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CD 07/10
Michel-Richard DELALANDE (1637-1726)
Simphonies pour les Soupers du Roy
Orchestre Jean-François Paillard
1985

Sacres solemnis – Hymne pour le Saint Sacrement
Chorale Stéphane Caillard
Orchestre de Chambre Jean-François Paillard
1966

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CD 08/10
Francois COUPERIN (1668-1733)
Le Parnasse, ou l’Apothéose de Corelli
Orchestre Jean-François Paillard
1976

Jean-François DANDRIEU (1681/2-1738)
Trio Sonata in E minor, op.1 no.6
Huguette Fernandez, Philippe Lamacque (violins)
Laurence Boulay (harpsichord)
1969

Michel DE LA BARRE (c.1675-1745)
Suite in E minor for Two Flutes
Maxence Larrieu, R. Cotton (flutes)
1969

Élisabeth Jacquet DE LA GUERRE (1665-1729)
Sarabande in G major
Second Gigue in D minor
R. Boulay (treble viol)
Laurence Boulay (harpsichord)
1969

Francois COUPERIN (1668-1733)
Concert royal no.1 in G major
R. Boulay (treble viol)
Laurence Boulay (harpsichord)
1969

Jean-Henry D’ANGLEBERT (1629-1691)
Pièces de clavecin
R. Boulay (treble viol)
Laurence Boulay (harpsichord)
1969

Francois COUPERIN (1668-1733)
L’Apothéose de Lully
Orchestre Jean-François Paillard
1969

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CD 09/10
Jean-Philippe RAMEAU (1683-1764)
Premier Livre de Pièces de clavecin
Cinq Pièces pour clavecin seul
Laurence Boulay, harpsichord
1980

Francois COUPERIN (1668-1733)
L’Art de toucher le clavecin
Deuxième Livres de Pièces de clavecin, 6e Ordre
Laurence Boulay, harpsichord
1980

Jacques Champion DE CHAMBONNIÈRES (1601/2-1672)
Pavane
La Volte
Laurence Boulay, harpsichord
1980

Michel CORRETTE (1707-1795)
Prélude
La Fürstenberg
Laurence Boulay, harpsichord
1980

Joseph-Nicolas-Pancrace ROYER (c.1705-1755)
Pièces de clavecin
Laurence Boulay, harpsichord
1980

Jean-Henry D’ANGLEBERT (1629-1691)
Pièces de clavecin
Laurence Boulay, harpsichord
1980

Joseph Bodin DE BOISMORTIER (1689-1755)
Première Suite de pièces de clavecin, op.59
Laurence Boulay, harpsichord
1980

Louis COUPERIN (c.1626-1661)
Prélude in A minor
Branle de Basque
Gigue in C minor
Gaillarde
Sarabande et canaries
Laurence Boulay, harpsichord
1980

Francois COUPERIN (1668-1733)
Concert royal no.4
Deuxième Livre de pièces de clavecin, 9e Ordre
Troisième Livre de pièces de clavecin, 15e Ordre
Françoise Lengellé, harpsichord
1976

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CD 10/10
Jean-Baptiste LULLY (1632-1687)
Isis
Orchestre Jean-François Paillard
1972

Amadis
Orchestre Jean-François Paillard
1976

Armide
Orchestre Jean-François Paillard
1972

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Encarte + capas (booklets + covers) – English & Français
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The Glory of the French Baroque
Músicas compostas para a corte de Luis XIV
2011

Boa audiência, caro Monge Ranulfus.

 

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Avicenna

Michel Richard Delalande (1657-1726): Simphonies pour les Soupers du Roy

Michel Richard Delalande (1657-1726): Simphonies pour les Soupers du Roy

Na boa, sabem aquelas músicas que são usadas no cinema para a entrada de reis e rainhas? Pois bem, Delalande é o autor da maioria. É um especialista em babar ovos, ao que parece. As “Sinfonias para os Sopros do Rei” são um blow job de primeira linha. Música boa para colocar quando da primeira visita do sogro em casa ou quando aquele sujeito com um ego imenso entra no recinto. No mais, Paillard e sua turma estão muito bem e o CD ao lado não é o de Paillard, mas tem a mesma música (é que não o encontrei na Amazon).

Michel Richard Delalande (1657-1726): Simphonies pour les Soupers du Roy

Concert de trompettes pour les Festes sur le canal de Versailles
Premier Caprice ou Caprice de Villers-Cotterets
Deuxième Fantaisie ou Caprice que le Roy demandoit souvent
Troisième Caprice

Orchestre de Chambre Jean-Francois Paillard
Jean-Francois Paillard

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Delalande: sonhando com Reis e Rainhas
Delalande: ai, vem cá, meu Rei…

PQP