Georg Philipp Telemann (1681-1767): Pimpinone

Georg Philipp Telemann (1681-1767): Pimpinone

Eu curti. Pimpinone é uma ópera cômica em 3 partes e 11 cenas, com música de Georg Philipp Telemann e libreto em alemão de Johann Philipp Praetorius, sobre texto precedente de Pietro Pariati. A sua estreia foi feita no Theater am Gänsemarkt de Hamburgo, em 27 de setembro de 1725. O seu título completo é Die Ungleiche Heirat zwischen Vespetta und Pimpinone oder Das herrsch-süchtige Camer Mägden (O casamento desigual entre Vespetta e Pimpinone ou A dominante camareira). A obra está descrita como um Lustiges Zwischenspiel (Intermezzo cômico) em três partes. Telemann retoma o libreto que musicou Tommaso Albinoni quase vinte anos antes, através de uma versão em alemão para os recitativos, conservando para as árias o texto em italiano. Pimpinone teve muito êxito e marcou o caminho que seguiriam os intermezzi posteriores, em particular La serva padrona de Giovanni Battista Pergolesi. Esta ópera raras vezes se representa na atualidade; nas estatísticas do site Operabase aparece com somente 6 representações no período 2005-2010.

Mas ela é ótima e belamente interpretada neste CD. O que Reiner Süß faz na faixa 17 não é normal. A trama é simples: Vespetta, a empregada, ganha a confiança do seu chefe, o velho Pimpinone, para que se case com ela. Uma vez casados, a natureza mordaz dela (o nome Vespetta significa “pequena vespa”) domina completamente o marido. Só há dois personagens nesta mini-ópera.

Georg Philipp Telemann (1681-1767): Pimpinone

1 Pimpinone, oder Die ungleiche Heirat, oder Die herrschsüchtige Cammer-Mädgen deel I 3:43
2 Pimpinone, oder Die ungleiche Heirat, oder Die herrschsüchtige Cammer-Mädgen deel II 1:53
3 Pimpinone, oder Die ungleiche Heirat, oder Die herrschsüchtige Cammer-Mädgen deel III 3:55
4 Pimpinone, oder Die ungleiche Heirat, oder Die herrschsüchtige Cammer-Mädgen deel IV 2:39
5 Pimpinone, oder Die ungleiche Heirat, oder Die herrschsüchtige Cammer-Mädgen deel V 3:18
6 Pimpinone, oder Die ungleiche Heirat, oder Die herrschsüchtige Cammer-Mädgen deel VI 1:42
7 Pimpinone, oder Die ungleiche Heirat, oder Die herrschsüchtige Cammer-Mädgen deel VII 2:47
8 Pimpinone, oder Die ungleiche Heirat, oder Die herrschsüchtige Cammer-Mädgen deel VIII 0:31
9 Pimpinone, oder Die ungleiche Heirat, oder Die herrschsüchtige Cammer-Mädgen deel IX 1:24
10 Pimpinone, oder Die ungleiche Heirat, oder Die herrschsüchtige Cammer-Mädgen deel X 1:53
11 Pimpinone, oder Die ungleiche Heirat, oder Die herrschsüchtige Cammer-Mädgen deel XI 2:18
12 Pimpinone, oder Die ungleiche Heirat, oder Die herrschsüchtige Cammer-Mädgen deel XII 1:43
13 Pimpinone, oder Die ungleiche Heirat, oder Die herrschsüchtige Cammer-Mädgen deel XIII 2:29
14 Pimpinone, oder Die ungleiche Heirat, oder Die herrschsüchtige Cammer-Mädgen deel XIV 1:22
15 Pimpinone, oder Die ungleiche Heirat, oder Die herrschsüchtige Cammer-Mädgen deel XV 5:19
16 Pimpinone, oder Die ungleiche Heirat, oder Die herrschsüchtige Cammer-Mädgen deel XVI 2:01
17 Pimpinone, oder Die ungleiche Heirat, oder Die herrschsüchtige Cammer-Mädgen deel XVII 3:04
18 Pimpinone, oder Die ungleiche Heirat, oder Die herrschsüchtige Cammer-Mädgen deel XVIII 1:50
19 Pimpinone, oder Die ungleiche Heirat, oder Die herrschsüchtige Cammer-Mädgen deel XIX 1:29
20 Pimpinone, oder Die ungleiche Heirat, oder Die herrschsüchtige Cammer-Mädgen deel XX 0:52
21 Pimpinone, oder Die ungleiche Heirat, oder Die herrschsüchtige Cammer-Mädgen deel XXI 4:12
22 Pimpinone, oder Die ungleiche Heirat, oder Die herrschsüchtige Cammer-Mädgen deel XXII 1:20
23 Pimpinone, oder Die ungleiche Heirat, oder Die herrschsüchtige Cammer-Mädgen deel XXIII 4:06

Erna Roscher
Reiner Süß
Staatskapelle Berlin
Helmut Koch

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Normal

PQP

A.Scarlatti (1660-1725): Infirmata, Vulnerata. F.Couperin (1668-1733): Leçon de Ténèbres I. J.Rosenmüller (1619-1684): Von himmlischen Freuden. G.Ph.Telemann (1681-1767): ‘Cantata do Canário’. Dietrich Fischer-Dieskau, barítono.

Esta é uma seleção composta:  as faixas 1 e 2 foram gravadas e lançadas em 1963  no vinil com a capa ao lado; a faixa 4, já em 1957/62, e a faixa 3 apenas em 1969/72 – o que deixa entreouvir que a técnica e timbre do “barítono do século” ainda podem ter amadurecido entre seus 32 e 44 anos.

O repertório é todo barroco, e geralmente entendemos isso como “contemporâneo de Bach” – mas vejamos: quando João Sebastião nasceu:

  • Rosenmüller tinha morrido há um ano (com 65)
  • Alessandro Scarlatti estava na ativa, com 25 anos
  • Couperin tinha 17
  • Telemann tinha seus 4 aninhos (e sobreviveria JSB por mais 18)

Aldous Huxley chama a atenção, em um ensaio, para que “barroco” não parece significar o mesmo em música e nas demais artes: nestas, “barroco” sugere uma extensão da inventividade renascentista pelos terrenos do tenso, assimétrico, dramático, exagerado; já na música, o trajeto parece ser do irregular para o regular, do inventivo e do emocional para o cada vez mais padronizado e convencional (com o que Bach aparece como uma espécie de canto de cisne da invenção e originalidade no barroco).

Aqui temos em Rosenmüller (faixa 3) uma amostra do barroco seiscentista de sabor tardo-renascentista – e teríamos uma amostra do tardo-barroco mais tediosamente convencional se tivéssemos conservado a peça de Telemann incluída no vinil acima: uma cantata não-religiosa, humanista, sobre o valor da esperança (Die Hoffnung ist mein Leben), quem sabe prefigurando o que Schiller faria pouco mais tarde com o valor da alegria. Nobre intento… só que acabou dando numa das peças barrocas mais chatas que já ouvi!

Felizmente o próprio tio Dietrich se encarregou de salvar a honra de Telemann, gravando o que suspeito ser sua obra prima: a cantata tragicômica sobre a morte de um canário “experimentado em sua arte” por obra de um gato – animal que termina merecendo um movimento para xingar sua glutonice, e mais um para desejar que o canário o arranhe e bique por dentro – ao lado de frases da mais autêntica e compungida ternura dedicadas ao passarinho. Talvez mais uma confirmação de que o convívio com animais humaniza – enquanto o convívio só com ideais mumifica.

De entremeio temos o sempre intenso Couperin cantando as dores de Jerusalém subjugada pelos babilônios lá por 600 a.C. – isso como abertura das cerimônias católicas relativas à… morte de Jesus, nesse estranho sincretismo que é a cultura judaico-cristã.

E temos Alessandro! Alessandro Scarlatti, que, no meu sentir, enquanto os outros saíam do barroco provinciano seiscentista meramente para a convencionalidade dos salões da nobreza, Alessandro dá o passo e não vê só os salões: já vislumbra lá na frente a volta do primado do sentimento no romantismo, bem como a criatividade livre, expressa na imprevisibilidade e na assimetria, a ser reivindicada pelos criadores do século XX.

Eu falaria dias sobre os detalhes do meu xodó nesta seleção, que é a Infirmata, Vulnerata do Alessandro – que alguns querem ver como peça sacra, o que não me convence… – mas vou só mencionar que, quando minha mente está “tocando” Infirmata, Vulnerata, com a maior facilidade ela “desliza de faixa” e prossegue pela Actus Tragicus, composta por Bach aos 22-23 anos – ou seja: quando Alessandro estava nos seus 47-48. Para facilitar o acesso às sutilezas emocionais da obra, incluo abaixo o texto latino com uma tentativa de tradução… e deixo vocês com a música. Vão lá!

(Ah, sim: titio Dietrich & amigos foram de uma geração anterior ao movimento de instrumentos de época e interpretações estilisticamente autênticas – mas não por isso deixam de fazer música da melhor! Em todo caso, se vocês quiserem comparar com uma leitura “de época” da Infirmata, Vulnerata – com contratenor, dois violinos, órgão e tiorba no contínuo – a realização de que mais gostei até agora vocês encontram em https://www.youtube.com/watch?v=7Q1b6YsiROo . – Qual eu prefiro? As duas, claro! Se posso ter duas coisas gostosas, a troco do quê vou colocar hierarquia entre elas?)

INFIRMATA, VULNERATA: O TEXTO
(Tentativa de interpretação nas entrelinhas: Ranulfus)

Infirmata, vulnerata
Enfermada e ferida
puro deficit amore
por puro amor insuficiente
et liquescens gravi ardore
e pelo ardor penoso que se liquefaz,
languet anima beata.
jaz doente a alma abençoada.

O care, o dulcis amor,
Ó caro, ó doce amor,
quomodo mutatus es mihi in crudelem,
de que modo te transmudaste para mim em cruel,
quem numquam agnovisti infidelem!
a mim que nunca pudeste dizer infiel!

Vulnera percute, transfige cor.
Machuca, golpeia, transpassa o coração:
Tormenta pati non timeo.
sofrer as torturas não temo.

Cur, quaeso, crudelis
Por quê, por favor, cruel ...
es factus, es gravis?
... te tornaste, e sombrio?
Sum tibi fidelis,
A ti sou fiel,
sis mihi suavis.
a mim sê suave!

Vicisti, amor, vicisti,
Venceste, amor, venceste,
et cor meum cessit amori.
e meu coração se rende ao amor.

Semper gratus, desiderabilis,
Sempre bem-vindo e desejável,
semper, semper eris in me.
sempre, sempre estarás em mim.
Veni, o care, totus amabilis,
Vem, ó querido, todo amável,
in aeternum diligam te.
serei eternamente ligad@ a ti.
[Da capo] Semper gratus, desiderabilis,
[Da capo] Sempre bem-vindo e desejável,
semper, semper eris in me... In me.
sempre, sempre estarás em mim... Em mim.

FAIXAS

01 Alessandro SCARLATTI (1660-1725)
Infirmata, Vulnerata (Enferma e ferida)
Moteto(?) sobre poema em latim de autor desconhecido
Lançado em vinil em 1963 – 6 movimentos – 13’42

02 François COUPERIN (1668-1733)
Première Leçon de Ténèbres: Pour le Mercredi
(1º Ofício de Trevas: para a Quarta-Feira Santa)
Texto: Vulgata Latina: Lamentações de Jeremias, cap.1
Lançado em vinil em 1963 – 7 movimentos – 16’36

03 Johann ROSENMÜLLER (1619-1684)
Von den himmlischen Freuden (Das alegrias celestiais)
Cantata para barítono e baixo contínuo
Lançado em vinil em 1972 – 4 estrofes – 9’10

04 Georg Philip TELEMANN (1681-1767)
Trauermusik eines kunsterfahrenen Kanarienvogels
(Música fúnebre para um canário virtuose =
“Kanarienkantate” [Cantata do Canário])
Lançado em vinil em 1962 – 9 movimentos – 16’50

MÚSICOS
Voz (barítono): Dietrich Fischer-Dieskau (1925-2012)
Flauta transversal: Aurèle Nicolet (faixas 1 e 2)
Oboé: Lothar Koch (faixa 4)
Violino: Helmuth Heller (f. 1, 2 e 4); Koji Toyoda (f. 3)
Viola: Heiz Kirchner (faixa 4)
Cello: Irmgard Popper (f. 1, 2 e 4); Georg Dondere (f. 3)
Contrabaixo: Hans Nowak (faixa 3)
Cravo: Edith Picht-Axenfeld

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Ranulfus – com a colaboração dos leitores
Pedro Goria, Carlos Alberto Penha e João Ferreira

Albinoni (1671-1751) & Telemann (1681-1767): Oboe Concertos – Han de Vries

Albinoni (1671-1751) & Telemann (1681-1767): Oboe Concertos – Han de Vries

Tomaso Albinoni  & Georg Philipp Telemann 

Oboe Concertos 

Esta postagem atende a um pedido: Me atrevo a pedir, solo si es posible, obras para oboe. Sim, Claudio, possibilíssimo!! Escolhi para isto um disco que mora aqui em casa faz tempo, muito tempo.

Veneziano como Vivaldi e seu contemporâneo, Albinoni foi músico completo. Treinado como violinista e cantor, casado com Margarita Raimondi, cantora de ópera, certamente era do ramo. Foi compositor de sonatas e concertos e tem várias publicações de conjuntos de obras.

O emprego é ótimo. Chato é ter que usar peruca…

O concerto italiano havia evoluído do concerto grosso (grupo de instrumentos solistas em oposição ao tutti) para os concertos para violino ou violoncelo (com cordas e contínuo). Nas primeiras décadas do século XVIII o boé passou também a exercer o papel de solista. Em seu Opus 7, Albinoni reuniu quatro concertos para cordas, quatro para dois oboés, cordas e contínuo e mais quatro para oboé, cordas e contínuo. Deve ter feito sucesso pois a fórmula se repetiu no Opus 9. Este disco traz os concertos para oboé do Opus 9.

Completanto o disco, três concertos de Georg Philipp Telemann, que também viveu neste maravilhoso período para a música. Telemann foi o mais famoso, versátil e produtivo compositor de sua geração, que inclui seu compadre Johann Sebastian Bach. Eu disse famoso, versátil e produtivo, não o maior…

Han de Vries, simpatia em pessoa!

O repertório do disco evidencia a diferença entre os estilos dos dois compositores, o veneziano e o alemão. Os concertos do Albinoni são, conforme ele mesmo explica, concertos com oboé. Ou seja, o oboé é mais integrada ao todo e, principalmente, canta – lembremos, o homem também foi cantor e casado com cantora. O adágio do Concerto No. 2, em ré menor, a segunda faixa do disco, é uma belíssima cantinela do oboé sobre o acompanhamento do primeiro violino que segue repetindo o mesmo motivo do início ao fim.

Enquanto os concertos de Albinoni são em três movimentos, Telemann segue mais a forma das sonatas, com quatro movimentos em pelo menos dois dos seus três concertos no disco. Além disso, Telemann explora mais o aspecto virtuosístico do oboé, colocando-o mais em oposição às cordas.

Esqueça essas coisas técnicas, coloque lá o disco para tocar e deleite-se, por que o Han de Vries é ótimo e o conjunto Alma Musica Amsterdam, regido pelo (cravista e expert barroco) Bob van Asperen acompanha tudo com perfeição. O CD é uma reunião de gravações feitas em 1981 e 1982 na Holanda, sob a cuidadosa produção de Gerd Berg.

Se música barroca não é sua praia, ouça apenas o primeiro concerto e considere. Se ele não lhe derreter o coração é por que ele é como o do Scarpia! Se você gosta de música barroca, vá em frente, ouça o disco todo. Mas, se você tem a carterinha de fã de Música Barroca, depois de ouvir o disco, vá lá e baixe todo o Opus 9 do Tomaso no post do Das Chucruten!

Tomaso Giovanni Albinoni (1671 – 1751)

Concerti a cinque Op. 9, para oboé e cordas

1-3. Concerto No. 2, em ré menor

4-6. Concerto No. 11, em si bemol maior

7-9. Concerto No. 5 em dó maior

10-12. Concerto No. 8 em sol menor

Georg Philipp Telemann (1681 – 1767)

Concertos para oboé, cordas e baixo contínuo

13-16. Concerto em mi menor

17-20. Concerto em ré menor

21-22. Concerto em fá menor

Han de Vries, oboé (Gottlieb Crone, Leipzig c. 1735)

Alma Musica Amsterdam

Bob van Asperen

Produção de Gerd Berg

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Aproveite!!

René Denon

 

Music for Trumpet and Orchestra – Crispian Steele-Perkins (trumpet) & Tafelmusik, dir. Jeanne Lamon – 1993

Music for Trumpet and Orchestra

Crispian Steele-Perkins (trumpet)

Tafelmusik, dir. Jeanne Lamon

1993

 

Mais um album que nos foi presenteado pelo nosso ouvinte e amigo Mário Olivero, onde se destaca a excepcional performance ao trompete de Crispian Steele-Perkins, considerado um dos mais completos trompetista da atualidade.

Music for Trumpet and Orchestra
Antonio Alessandro Boncompagno Stradella, (Itália, 1643 – 1682)
01. Sonata a 8 Viole con una Tromba in D major
Heinrich Ignaz Franz von Biber (Bohemia-Austria, 1644 [baptised]-1704)
02. Sonata IV a 5 in C major
03. Sonata I a 8 in C major
04. Duets for 2 Trumpets No. 1 in C minor
05. Duets for 2 Trumpets No. 11 in G minor
06. Duets for 2 Trumpets No 5 in C Major
07. Duets for 2 Trumpets No. 13 in A minor
08. Sonata X a 5 in G minor
Antonio Lucio Vivaldi (Veneza, 1678-Viena, 1741)
09. Concerto in C Major, RV 537 – Allego
10. Concerto in C Major, RV 537 – Largo
11. Concerto in C Major, RV 537 – Allegro
Tomaso Albinoni (Itália, 1671 – 1750)
12. Concerto for Trumpet – Allegro moderato
13. Concerto for Trumpet – Affettuoso
14. Concerto for Trumpet – Presto
Georg Philipp Telemann (Alemanha, 1681-1767)
15. Concerto for Trumpet – Allegro
16. Concerto for Trumpet – Adagio
17. Concerto for Trumpet – Aria
18. Concerto for Trumpet – Allegro
Georg Friedrich Händel (Alemanha, 1685 – Inglaterra, 1759)
19. Airs from Vauxhall Gardens – Caro voi siete all’alma
20. Airs from Vauxhall Gardens – Se l’arco avessi
21. Airs from Vauxhall Gardens – March from Scipione
22. Airs from Vauxhall Gardens – See, the Conquering Hero Comes
23. Airs from Vauxhall Gardens – Overture from Atalanta

Music for Trumpet and Orchestra – 1993
Crispian Steele-Perkins (trumpet)
Tafelmusik, dir. Jeanne Lamon

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The Art Of The Baroque Trumpet, Vol. 4/5 – Virtuoso Concertos – Niklas Eklund (baroque trumpet), The Drottningholm Ensemble, Nils-Erik Sparf – 1997



The Art Of The Baroque Trumpet
Vol. 4/5 – Virtuoso Concertos

Niklas Eklund (baroque trumpet)

Niklas Eklund (baroque trumpet), The Drottningholm Ensemble, Nils-Erik Sparf & Edward H Tarr; Ulf Bjurenhed (oboe)

1997

Para sua quarta gravação na série The Art Of The Baroque Trumpet, Niklas Eklund escolheu obras de compositores alemães. Vários deles, incluindo os concertos de Gross, Michael Haydn e Hertel, nunca foram gravados em um trompete barroco por causa de sua considerável dificuldade.

Palhinha: ouça: Johann Melchior Molter : Trumpet Concerto No. 2 in D major

The Art Of The Baroque Trumpet, Vol. 4/5
Virtuoso Concertos
Joseph Arnold Gross (Alemanha, 1701 – 1783/4)
01. Trumpet Concerto in D major – I. Allegro
02. Trumpet Concerto in D major – II. Andante molto
03. Trumpet Concerto in D major – III. Allegro molto
Michael Haydn (Áustria, 1737 – 1806)
04. Trumpet Concerto No. 2 in C major – I. Adagio
05. Trumpet Concerto No. 2 in C major – II. Allegro molto
Johann Melchior Molter (Alemanha, 1696 – 1765)
06. Trumpet Concerto No. 2 in D major – I. Allegro
07. Trumpet Concerto No. 2 in D major – II. Adagio
08. Trumpet Concerto No. 2 in D major – III. Allegro assai
Johann Wilhelm Hertel (Alemanha, 1727 – 1789)
09. Double Concerto in E flat major for trumpet and oboe – I. Allegro
10. Double Concerto in E flat major for trumpet and oboe – II. Arioso
11. Double Concerto in E flat major for trumpet and oboe – III. Allegro
Georg Philipp Telemann (Alemanha, 1681-1767)
12. Trumpet Concerto No. 2 in D major – I. Largo
13. Trumpet Concerto No. 2 in D major – II. Vivace
14. Trumpet Concerto No. 2 in D major – III. Siciliano
15. Trumpet Concerto No. 2 in D major – IV. Vivace
Georg Friedrich Händel (Alemanha, 1685 – Inglaterra, 1759)
16. Overture to “Atalanta” – I. Andante
17. Overture to “Atalanta” – II. Vivace
18. Overture to “Atalanta” – III. Andante

The Art Of The Baroque Trumpet, Vol. 4/5 – 1997
Niklas Eklund (baroque trumpet)
The Drottningholm Ensemble, Nils-Erik Sparf & Edward H Tarr
Ulf Bjurenhed (oboe)

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The Art Of The Baroque Trumpet, Vol. 1/5 – Niklas Eklund (baroque trumpet), The Drottningholm Ensemble, Nils-Erik Sparf – 1995

The Art Of The Baroque Trumpet
Vol. 1/5

Niklas Eklund (baroque trumpet)

The Drottningholm Ensemble
Nils-Erik Sparf

1995

 

Eklund aprendeu trompete exatamente como um trompetista do século 17 teria … de seu pai trompetista, começando aos cinco anos de idade. Na verdade, ele é a quarta geração de trompetistas dos Eklund. Duvido que houvesse alguma melhor maneira de aprender o instrumento. Os trompetistas eram muito apreciados e bem pagos em toda a Europa nos séculos do Renascimento e do Barroco; eles tinham suas próprias guildas (corporações de ofício,) e suas próprias tradições.

Como diz Eklund, a técnica necessária para tocar trompete barroco é bem diferente daquela do trompete moderno, e não é automático que um lhe dê o outro. O trompete que Eklund toca nesses CDs é uma cópia moderna feita por Reiner Egger de um instrumento feito por volta de 1700 por Johann Leonard Ehe II, talvez também um artesão de quarta geração.

O trompete natural histórico tocou mais confortavelmente em tom médio. O ‘trompete barroco’ de uso comum hoje tem um ou mais pequenos orifícios perfurados na tubulação, que podem ser cobertos e descobertos pelos dedos do músico. Isso foi introduzido pelos fabricantes modernos por Otto Steinkopf na década de 1960; ainda há alguns trompetistas que o rejeitam como uma inovação, mas na verdade ele já pode ter sido conhecido pelos músicos do 18º século. O trompete ‘com chave’, para o qual Haydn escreveu seu glorioso Concerto em Mi bemol maior, não poderia ter sido tocado muito bem no trompete Ehe, mas sua construção implica que os efeitos do orifício na tubulação já fossem compreendidos. De qualquer outra forma, o trompete haydn estava muito mais próximo do trompete barroco em construção e em técnica do que do moderno trompete valvulado.

The Art Of The Baroque Trumpet, Vol. 1/5
Georg Philipp Telemann (Alemanha, 1681-1767)
01. Trumpet Concerto No. 1 in D Major (c. 1720) – I. Adagio
02. Trumpet Concerto No. 1 in D Major (c. 1720) – II. Allegro
03. Trumpet Concerto No. 1 in D Major (c. 1720) – III. Grave
04. Trumpet Concerto No. 1 in D Major (c. 1720) – IV. Allegro
Johann Melchior Molter (Alemanha, 1696 – 1765)
05. Trumpet Concerto No. 1 in D Major (c. 1750) – I. Allegro
06. Trumpet Concerto No. 1 in D Major (c. 1750) – II. Adagio
07. Trumpet Concerto No. 1 in D Major (c. 1750) – III. Allegro
Johann Friedrich Fasch (Alemanha, 1688 – 1758)
08. Trumpet Concerto in D Major (c. 1750) – I. (Allegro)
09. Trumpet Concerto in D Major (c. 1750) – II. Largo
10. Trumpet Concerto in D Major (c. 1750) – III. Allegro
Leopold Mozart (Alemanha, 1719 – 1787)
11. Trumpet Concerto in D Major (c. 1762) – I. Andante (cadenza by N. Eklund)
12. Trumpet Concerto in D Major (c. 1762) – II. Allegro moderato
Giuseppe Torelli (Italia, 1658 – 1709)
13. Sonata in D Major (1690) – I. (Andante)
14. Sonata in D Major (1690) – II. (Allegro)
15. Sonata in D Major (1690) – III. Grave
16. Sonata in D Major (1690) – IV. (Allegro)
Henry Purcell (Inglaterra, 1659-1695)
17. Sonata in D Major (1695) – I. (Allegro)
18. Sonata in D Major (1695) – II. Adagio
19. Sonata in D Major (1695) – III. (Allegro)
Georg Friedrich Händel (Alemanha, 1685 – Inglaterra, 1759)
20. Suite in D Major (1733) – I. Overture
21. Suite in D Major (1733) – II. Allegro (Gigue)
22. Suite in D Major (1733) – III. Air (Minuet)
23. Suite in D Major (1733) – V. March

The Art Of The Baroque Trumpet, Vol. 1/5 – 1995
Niklas Eklund (baroque trumpet)
The Drottningholm Ensemble

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Georg Philipp Telemann (1681-1767): Spirituosa (Concertos)

Georg Philipp Telemann (1681-1767): Spirituosa (Concertos)

Não cheguei a enlouquecer com este CD, mas ele é bem competente, até porque o Concerto Melante é um grupo de primeira.

Se, por volta de 1720-1730, alguém fizesse uma sondagem com a elite intelectual e a comunidade musical germânica sobre quem eram os maiores compositores vivos, é provável que o nome mais citado fosse o de Georg Philipp Telemann. Em 1728, Johann Christoph Gottsched apontava Telemann, Handel e Bach como os três mestres musicais nascidos em solo alemão. Telemann e J. S. Bach cruzaram-se em Eisenach, cerca de 1708, e conheciam bem o trabalho um do outro. O primeiro gozava de maior prestígio na época. Ironicamente, a dimensão que a História atribuiu postumamente a Bach contribuiu para que o nome de Telemann tenha sido relegado para segundo plano. Para o ilustrar, basta lembrar que o lugar de Kantor de Leipzig só foi confiado a J. S. Bach, em 1723, depois de lhe ter sido primeiro oferecido a Telemann. Ele recusou o trabalho para se radicar em Hamburgo recebendo um salário três vezes superior. Era um músico dotado de uma extraordinária capacidade de trabalho. O seu catálogo compõe-se de milhares de obras. Escreveu cerca de trinta óperas, dezenas de paixões, muitas mais cantatas e uma enorme gama de obras instrumentais, entre aberturas, suítes, concertos e música de câmara.

Georg Philipp Telemann (1681-1767): Spirituosa (Concertos)

Quintet (Sinfonia Spirituosa) In D Major TWV 44:1
1 I. Sinfonia 2:44
2 II. Largo 3:07
3 III. Vivace 2:54

Sonata In A Major, TWV 42:A1044
4 I. Cantabile 1:58
5 II. Vivace 1:00
6 III. Andante 1:54
7 IV. [No Indication] 1:54

Sonata In A Minor, TWV 42:a5
8 I. Affettuoso 2:07
9 II. Allegro 2:27
10 III. Grave 1:56
11 IV. Vivace 1:21

Trio Sonata In G Major, TWV 42:G7
12 I. Vivace 3:28
13 II. Adagio 2:30
14 III. Allegro 3:23

Trio Sonata In B Minor, TWV 42:h5
15 I. Tendrement 1:59
16 II. Allegrement 3:42
17 III. Chandon 2:33
18 IV. Allegrement 2:48

Trio Sonata In D Major, TWV 42:D11
19 I. Allegro 1:51
20 II. Adagio 1:49
21 III. Vivace 1:26

Sonate In A, TWV 44:35
22 I. Affettuoso 2:00
23 II. Allegro/Affettuoso 2:54
24 III. Allegro 1:53

Sonata In E Minor, TWV 42:e12
25 I. Adagio 1:36
26 II. Allegro 2:28
27 III. Adagio 1:27
28 IV. Presto 1:21

Sonata In A Major, TWV 40:200
29 I. Affettuoso 1:32
30 II. Allegro 3:06
31 III. Vivace 2:40

Concerto Melante:
Cello [Baroque Cello / Barockcello] – Kristin Von Der Goltz
Harpsichord [Cembalo] – Raphael Alpermann
Management [Concerto Melante] – Raimar Orlovsky
Theorbo [Theorbe] – Björn Colell
Trumpet [Natural Trumpet / Naturtrompete] – Reinhold Friedrich (tracks: 1 to 3)
Viola [Baroque Viola / Barockviola] – Ulrich Knörzer, Walter Küssner
Viola da Gamba [Gambe] – Hille Perl (tracks: 4 to 7)
Violin [Baroque Violin / Barockvioline] – Bernhard Forck, Raimar Orlovsky
Violone, Viola da Gamba – Ulrich Wolff

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A melântica orquestra

PQP

Georg Philipp Telemann (1681-1767): Concertos & Suíte “La Putain”

Georg Philipp Telemann (1681-1767): Concertos & Suíte “La Putain”

Um bom e velho vinil. Um LP procês pequepianos! Telemann é aquele cara que estava produzindo muito na época mais confusa da história da música: a saída do barroco para o rococó e o clássico. Telemann não foi um barroco tardio como J. S. Bach, ele foi um dos elos para com o que veio logo depois. (Curiosamente, Bach foi todo o futuro).  Este disco bem demonstra o rolo. Não é mais barroco, ainda não é clássico, longe disso. Mas é divertido pacas. Les Solistes de Cologne também são um grupo pioneiro. Fazem uma música mais ou menos autêntica lá nos anos 60, apesar de honesta. Divirtam-se.

Georg Philipp Telemann (1681-1767): Concertos @ Suíte “La Putain

Concerto En Ré Majeur Pour Trompette Deux Hautbois, Cordes Et Clavecin
A1 Allegro
A2 Adagio
A3 Aria Andante
A4 Adagio
A5 Vivace

Concerto Pour Hautbois, Cordes Et Clavecin
A6 Allegro
A7 Largo E Piano
A8 Vivace

Concerto En Ré Majeur Pour Trompette Cordes Et Clavecin
B1 Adagio
B2 Allegro
B3 Grave
B4 Allegro

Suite “La Putain” Pour Cordes Et Clavecin
B5 Ouverture
B6 Mascarade
B7 Loure
B8 Menuet
B9 Rondeau Sarabande
B10 Marche
B11 Gasconnade
B12 Menuet Et Trio
B13 Bourrée
B14 Hornpipe

Klaus Nolte, clavecin
Gunter Passin, hautbois
Helmut Schneidewind, trompette
Les Solistes de Cologne
dir. Helmut Muller-Bruhl

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Loose Company (1623), de Dirck van Baburen (1595-1624)

PQP

G. P. Telemann (1681-1767): Heilig, heilig, heilig ist Gott

G. P. Telemann (1681-1767): Heilig, heilig, heilig ist Gott

Eu adoro Telemann, mas não curti muito este CD. O problema deve ser eu. Ou não. Bem, não me surpreendo que Helig, heilig, heilig ist Gott (“Santo, Santo, Santo é Deus”) venha de uma parte do catálogo de Georg Philipp Telemann que é raramente frequentada — as cantatas e os oratórios que ele compôs as igrejas. Estes são em número de 13, menos dois que estão perdidos. Heilig foi escrita em 1747 para a reabertura da Dreieinikeitskirche em St. Georg, um subúrbio de Hamburgo. St. Georg estava crescendo rapidamente, pois a população de Hamburgo fugia para lá em razão de uma epidemia. A Dreieinikeitskirche ficou pequena demais para acomodar o aumento dos participantes, e assim teve de ser remodelada a grande custo durante a década de 1740. Sem dúvida, a Cantata de Telemann foi incluída no orçamento. Tragicamente, a Dreieinikeitskirche, antes conhecida como uma das mais belas igrejas barrocas da Europa, foi destruída em um bombardeio aliado em julho de 1943.

G. P. Telemann (1681-1767): Heilig, heilig, heilig ist Gott

Before the Sermon: I. Heilig, heilig, heilig ist Gott (Chorus) 3:36
II. Recitative: Herr, dessen unumschrankte Macht 3:09
III. Aria: Es strahlt die Pracht der gottlichen Starke 4:43
IV: Herr, was ist der Mensch (Chorus) 2:24
V. Recitative: So uberfallt uns Angst 2:21
VI. Aria: Herr, wenn wir zitternd vor dich treten 4:24
VII. Recitative: So fallt vor dir, Herr, unsre Andacht nieder 2:06
VIII. Aria: Schau mit gnadenvollem Blicke 4:38
IX. Chorale: Sei Lob und Preis mit Ehren 1:09
After the Sermon: X. Machet die Tore weit (Chorus) 4:08
XI. Recitative: Der Gott, der Heiland, der die Welt besucht 1:00
XII. Aria: Auf! sucht in vereingten Choren 6:26
XIII. Singet frohlich Gott (Chorus) 2:19
XIV. Recitative: Doch unsern Gott 1:03
XV. Aria: Der Glaude, der in Liebe gluhet 4:50
XVI. Chorale: Herr Gott, Vater, mein starker Held 1:12
XVII. Recitative: Allein, was sind wir ohne dich? 1:49
XVIII. Aria: Unverletzlich ewge Klarheit 7:20
XIX. Chorale: Du heiliges Licht, edler Hort 1:10
XX. Recitative: Herr, unser Glaube stammt von dir 2:22
XXI. Aria: Herr! starke die befohlnen Triebe 4:56
XXII. Chorale: Du susse Liebe, schenk uns deine Gunst 0:40
XXIII. Recitative: Du ewger Vater, deine Gute 1:19
XXIV. Chorale: Gott Vater, dir sei Preis 0:50
XXV. Aria: Herr! Deine Treue kennt kein Wanken 6:22
XXVI. Chorale: Es danke Gott und lobe dich 1:15

Performers:
Monika Mauch, Soprano
Ralf Popken, Altus
Andreas Post, Tenor
Albrecht Pohl, Bass

Collegium Vocale Siegen
Trompeten Consort ”Friedemann Immer”
Hannoversche Hofkapelle
Ulrich Stotzel, conductor

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A nova Dreieinigkeitskirche, de St. Georg, Hamburgo

PQP

Georg Philipp Telemann (1681-1767): Sinfonia Spirituosa — Concertos para Cordas

Georg Philipp Telemann (1681-1767): Sinfonia Spirituosa — Concertos para Cordas

frontIM-PER-DÍ-VEL !!!

Sinto imensa falta do Musica Antiqua Köln, que existiu entre os anos de 1973 e 2007. O grupo foi fundado por Reinhard Goebel e colegas do Conservatório de Música de Colônia. R. Goebel fora aluno do imenso Franzjosef Maier (1925-2014), líder do Collegium Aureum. Ou seja, é uma pessoa de excelente pedigree. Desde a dissolução do MAK, Goebel concentrou-se em reger orquestras maiores, tanto no repertório antigo quanto no moderno. OK, ele tem o direito de querer outra coisa, mas… Que espetacular CD este que posto agora! O repertório do disco é desigual, com obras belas e outras nem tanto, mas, céus, que orquestra! O que Telemann e a orquestra nas faixas de 1 a 3, 23 e 30… É demais, não tem explicação!

Georg Philipp Telemann (1681-1767): Sinfonia Spiritosa — Concertos para Cordas

»Sinfonia Spirituosa« In D Major, TWV 44:1 (For 2 Violins, Viola And Basso Continuo) (8:16)
1 1. Sinfonia Spirituosa 2:54
2 2. Largo 2:06
3 3. Vivace 3:16

Overture (Suite) In D Major, TWV 55:D6 (For Viola Da Gamba Concertata, Strings And Basso Continuo) (24:04)
4 1. Ouverture 8:29
5 2. La Trompette 1:44
6 3. Sarabande 5:40
7 4. Rondeau 1:15
8 5. Bourée 1:47
9 6. Courante 2:21
10 7. Gigue. Presto 2:48

Sonata (Concerto) In C Major, TWV 40:203 (For 4 Solo Violins) (7:24)
11 1. Grave 1:07
12 2. Allegro 3:04
13 3. Largo E Staccato 1:34
14 4. Allegro 1:39

Concerto In A Major, TWV 54:A1 (For 4 Violins, Strings And Basso Continuo) (6:32)
15 1. Affettuoso 1:21
16 2. Allegro 2:14
17 3. Adagio 0:34
18 4. Allegro 2:23

Concerto In G Major, TWV 40:201 (For 4 Solo Violins) (6:10)
19 1. Largo E Staccato 2:11
20 2. Allegro 1:31
21 3. Adagio 0:38
22 4. Vivace 1:50

Concerto In A Major (»Die Relinge«), TWV 51:A4 (For Violin Principale, 3 Violins, Viola And Basso Continuo) (10:54)
23 1. Allegro 5:58
24 2. Adagio 2:26
25 3. Menuet 2:30

Concerto In D Major, TWV 40:202 (For 4 Solo Violins) (5:49)
26 1. Adagio 0:30
27 2. Allegro 1:51
28 3. Grave 1:56
29 4. Allegro 1:32

Symphony In D Major, TWV Anh. 50:1 (For The Centenary Of The Hamburg Trade Deputation) (4:58)
30 1. Die Alte Welt. Altdeutsch – Ernsthaft – Munter 2:38
31 2. Die Mittlere Welt. Capellmäßig 1:05
32 3. Die Jüngere Welt. Lustig 1:15

Musica Antiqua Köln
Reinhard Goebel

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O grande Reinhard Goebel
O grande Reinhard Goebel

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Telemann (1681-1767). J.S. Bach (1685-1750), Koppel (1944), Krähmer (1795-1837), Vivaldi (1678-1741), Ibert (1890-1962), Kupkovič (1928), Jacob (1895-1984): Souvenir – Musica para Flauta Doce e Alaúde / Violão

Telemann (1681-1767). J.S. Bach (1685-1750), Koppel (1944), Krähmer (1795-1837), Vivaldi (1678-1741), Ibert (1890-1962), Kupkovič (1928), Jacob (1895-1984): Souvenir – Musica para Flauta Doce e Alaúde / Violão

Um disco leve e divertido. Aqui, a super virtuose Petri dá um banho de competência ao lado de seu parceiro habitual Lars Hannibal — que não é Lecter. O que Petri faz é impressionante. Jamais imaginei que fossem possíveis tantos efeitos quanto os obtidos na obra de Kupkovič, por exemplo. Mas Petri não é só hábil. Ela sabe fazer música para lá de sua demoníaca forma de tocar. Um belo CD para você esquecer seu (sua) chefe e se alegrar após um dia de trabalho daqueles.

Telemann (1681-1767). J.S. Bach (1685-1750), Koppel (1944), Krähmer (1795-1837), Vivaldi (1678-1741), Ibert (1890-1962), Kupkovič (1928), Jacob (1895-1984): Souvenir – Musica para Flauta Doce e Alaúde / Violão

Georg Philipp Telemann (1681 – 1767): Sonata in D Minor / d-moll / ré mineur for Alto Recorder and Continuo
1 Affetuoso 1:52
2 Presto 3:34
3 Grave 0:54
4 Allegro 3:09

Johann Sebastian Bach (1685 – 1750): Partita in C Minor / c-moll / ut mineur, BWV 1013, or Alto Recorder (Flute)
5 Allemande 2:31
6 Corrente 2:25
7 Sarabande 4:13
8 Bourrée anglaise 2:34

Thomas Koppel (b.1944): Nele’s Dances for Recorder and Lute
9 I Know You Are Crossing the Borders Somewhere 2:09
10 And I Know You Are Remembering, You Distant Boy 2:51
11 And I’m Still Feeling You in My Arms 1:47
12 In Front of the Castle With No Doors 1:45
13 Where the Living Dead Are Dancing 1:54
14 There I Dance My Dance on Black Feet 3:38
15 And Later On, In the Place That No One Knows 2:09
16 I Give Birth to the Warm Fruit of Our Love 0:58
17 And the Wild Foals Leave the Folds 0:35
18 In a Symphony of Galloping Hooves 0:54

19 Ernest Krähmer (1795 – 1837): Introduction, Theme, and Variations, Op, 32, for Soprano Recorder and Guitar 10:46

Antonio Vivaldi (1678 – 1741): Sonata in G Major / G-dur / sol majeur, RV 59, for Soprano Recorder and Continuo
20 Preludio – Largo 1:44
21 Allegro ma non presto 2:53
22 Pastorale 3:22
23 Allegro 1:45

24 Jacques Ibert (1890 – 1962): Entr’acte for Sopranino Recorder (Flute) and Guitar 3:00

25 Ladislav Kupkovič (b.1928) / arr. Petri: Souvenir for Sopranino Recorder (Violin) and Guitar (Piano) 4:06

26 Gordon Jacob (1895 – 1984): An Encore for Michala for Alto Recorder and Guitar 2:19

Michala Petri, flauta doce
Lars Hannibal, alaúde / violão

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Petri & Hannibal: ele ainda não a mordeu
Petri & Hannibal: ele ainda não a mordeu

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Bach, Falconieri, Geminiani, Handel, Leclair, Marini, Matteis, Ortiz, Pachelbel, Telemann, Valente, Westhoff: A Baroque Journey

R-2583260-1291643997.jpegLembram aquelas seleções de clássicos dos anos 70 e 80 que tinham gatinhos na capa? Ali, o Aleluia de Handel podia vir antes de Rhapsody in Blue, a qual era seguida da Abertura 1812, por exemplo. Mas, óin, as capas tinham gatinhos… Enfim, o apelido “Disco de Gatinhos” é de autoria do Júlio e da D. Cristina lá da King`s Discos, esplêndida loja que ficava na Galeria Chaves. Eles não gostavam muito daquelas seleções. Nem eu. Pois a grande surpresa aqui é o fato de eu ter gostado deste disco de gatinhos barrocos de Daniel Hope. Achei um mui digno caça-níqueis pontuado por obras inesperadas neste tipo de seleções. É o gênero de disco que as gravadoras fazem para popularizar de vez um artista muito bom e ganhar uma bela grana. E Hope é boníssimo e tem bom gosto. Se não tivesse, faria o habitual: uma salada sem gosto.

Bach, Falconieri, Geminiani, Handel, Leclair, Marini, Matteis, Ortiz, Pachelbel, Telemann, Valente, Westhoff: A Baroque Journey

Andrea Falconieri (1585 – 1656)
1. Chaconne in G Major [3:14]

George Frideric Handel (1685 – 1759)
Suite No.15 in D minor for Harpsichord, HWV 447
2. 3. Sarabande [3:07]

Diego Ortiz
3. Ricercata segunda [1:25]

Andrea Falconieri (1585 – 1656)
4. La suave melodia [3:10]

Biagio Marini (1597 – 1665)
5. Passacalio in G minor [3:38]

Nicola Matteis
6. “La Vecchia Sarabanda” [4:17]

Johann Pachelbel (1653 – 1706)
Canon and Gigue in D major
7. 1. Canon [3:41]
8. 2. Gigue [1:25]

Georg Philipp Telemann (1681 – 1767)
Concerto for Violin concertato, Strings and Basso continuo in A minor, TWV 51:A1
9. Adagio [2:59]
10. Allegro [2:22]
11. Presto [1:41]

Johann Paul von Westhoff (1656 – 1705)
Sonata for Violin and Continuo III
12. Imitazione delle Campane [1:55]

Nicola Matteis
13. Ground after the Scotch Humour [1:50]

Francesco Geminiani
Concerto grosso No.5 in G minor
Arr. from Corelli’s Sonata Op.5 No. 5
14. 1. Adagio [3:02]
15. 2. Vivace [1:38]
16. 3. Adagio [2:45]
17. 4. Allegro [1:40]

Antonio Valente
18. Gagliarda Napolitana [1:51]

Andrea Falconieri (1585 – 1656)
19. Passacaglia in G Minor [2:56]

Jean-Marie Leclair (1697 – 1764)
20. Tambourin [1:44]

Anonymous
21. Greensleeves [4:40]

Johann Paul von Westhoff (1656 – 1705)
Sonata “La guerra” in A Major
22. La Guerra cosí nominata di sua maestà [0:46]
Sonata for Violin and Continuo II
Sonata for Violin and Continuo “Consacrate al Grand’ Apolline di questi tempi”
23. Imitazione del Liuto. Presto [2:26]

Johann Sebastian Bach (1685 – 1750)
Suite No.3 in D, BWV 1068
24. 2. Air [5:01]

Cello – Jonathan Cohen (7), William Conway
Double Bass – Enno Senft
Engineer – Mike Hatch
Executive-Producer – Dr. Alexander Buhr
Harpsichord, Organ – Kristian Bezuidenhout
Lute, Guitar, Theorbo – Stefan Maass, Stephan Rath (2)
Percussion – Hans-Kristian Kjos Sørensen
Photography By [Cover] – Harald Hoffmann
Producer – John West*
Viola – Stewart Eaton
Violin – Lucy Gould
Violin [Solo Violin Ii] – Lorenza Borrani
Violin, Executive Producer, Liner Notes – Daniel Hope

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Hope entre os carros, sonhando com barrocos
Hope entre os carros, sonhando com barrocos

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Quadro Cervantes: Música Medieval, Renascentista & Barroca

Música Medieval, Renascentista & Barroca

Quadro Cervantes: Música Medieval, Renascentista & Barroca

1979

O Conjunto “Quadro Cervantes” possui um verbete na Wikipedia contando muito brevemente sua história.

Trilha extraída da internet e aqui postada, a pedido do Matheus. (Algumas faixas não estão boas.)

Esta postagem é dedicada a Helder Parente, membro do Quadro Cervantes, que mudou para o céu em 2017. Conheça mais sobre Helder Parente neste artigo da revista Concerto.

Vai Helder, tocar, cantar e dançar com os anjos, enquanto aqui choramos a sua perda. (Rosana Lanzelotte)

Quadro Cervantes
Música Medieval, Renascentista & Barroca – 1979

Anônimo séc. XVIII
01. Cuando El Rey Nimrod
Alfonso X, El Sabio (1221-1284)
02. Maravillosos Et Piadosos
03. Des Oge Mais
John Dowland (Inglaterra, 1563 – 1626)
04. Fine Knacks For Ladies
Henry Purcell (Inglaterra, 1659-1695)
05. Music For A While
Georg Philipp Telemann (Alemanha, 1681-1767)
06. Triosonata Em Fá Maior a. Vivace
07. Triosonata Em Fá Maior b. Mesto
08. Triosonata Em Fá Maior c. Allegro
Johann Sebastian Bach (Alemanha, 1685-1750)
09. Schafe Können Sicher Weiden
John Bartlet (Inglaterra, ca. 1580 – ca. 1620)
10. Whither Runneth, My Sweetheart
François Couperin (França, 1668 – 1733)
11. Les Barricades Mystérieuses
Anônimo
12. Corten Espadas Afiladas
13. Mariam Matrem
Jean Hotteterre (França, 1677 – 1720)
14. Les Noces Champétres a. Premiere Marche
15. Les Noces Champétres b. Appel De Rassemblement
16. Les Noces Champétres c. Sarabande
17. Les Noces Champétres d. Air I & II
18. Les Noces Champétres e. Marche Du Retour

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Boa audição.

Avicenna

Händel / Bach / Telemann: Sonatas para Flauta e Contínuo

Händel / Bach / Telemann: Sonatas para Flauta e Contínuo

Sharon Bezaly é uma excelente flautista que já demonstrou seus dotes em várias gravações da BIS, seja em concertos escritos para ela por renomados compositores contemporâneos, incluindo Sofia Gubaidulina e Kalevi Aho, seja em clássicos da literatura de flauta, como os concertos para flauta de Mozart. Ao longo do caminho, gravou uma grande variedade de discos que são recitais imaginativamente programados, com foco nas grandes sonatas de flauta, bem como na tradição da flauta francesa. Neste disco, Bezaly visita o período em que a flauta transversa se estabeleceu como instrumento solo por si só. Foi apenas no século XVIII que os músicos começaram a se especializar em flauta transversa, em vez de ficarem só no oboé ou na flauta doce. Este disco reflete este desenvolvimento do gosto musical com um programa de seis sonatas para flauta e cravo, com e sem o apoio de um instrumento de baixo. Uma joia!

Händel / Bach / Telemann: Sonatas para Flauta e Contínuo

1. Georg Friedrich Händel – Sonata in B Minor for Flute and Continuo, HWV 367b: I. Largo (2:06)
2. Georg Friedrich Händel – Sonata in B Minor for Flute and Continuo, HWV 367b: II. Vivace (3:02)
3. Georg Friedrich Händel – Sonata in B Minor for Flute and Continuo, HWV 367b: III. Andante (1:50)
4. Georg Friedrich Händel – Sonata in B Minor for Flute and Continuo, HWV 367b: IV. Presto (1:13)
5. Georg Friedrich Händel – Sonata in B Minor for Flute and Continuo, HWV 367b: V. Adagio (1:41)
6. Georg Friedrich Händel – Sonata in B Minor for Flute and Continuo, HWV 367b: VI. Alla Breve (2:34)
7. Georg Friedrich Händel – Sonata in B Minor for Flute and Continuo, HWV 367b: VII. A Tempo Di Minuet (1:42)

8. Johann Sebastian Bach – Sonata In E Minor for Flute and Continuo, BWV 1034: I. Adagio Ma Non Tanto (2:40)
9. Johann Sebastian Bach – Sonata In E Minor for Flute and Continuo, BWV 1034: II. Allegro (2:39)
10. Johann Sebastian Bach – Sonata In E Minor for Flute and Continuo, BWV 1034: III. Andante (3:17)
11. Johann Sebastian Bach – Sonata In E Minor for Flute and Continuo, BWV 1034: VI. Allegro (4:37)

12. Johann Sebastian Bach – Sonata In A Major for Flute and Harpsichord, BWV 1032: I. Vivace (5:09)
13. Johann Sebastian Bach – Sonata In A Major for Flute and Harpsichord, BWV 1032: II. Largo e Dolce (2:47)
14. Johann Sebastian Bach – Sonata In A Major for Flute and Harpsichord, BWV 1032: III. Allegro (4:26)

15. Johann Sebastian Bach – Sonata In E Major for Flute and Continuo, BWV 1035: I. Adagio Ma Non Tanto (2:16)
16. Johann Sebastian Bach – Sonata In E Major for Flute and Continuo, BWV 1035: II. Allegro (2:55)
17. Johann Sebastian Bach – Sonata In E Major for Flute and Continuo, BWV 1035: III Siciliano (3:08)
18. Johann Sebastian Bach – Sonata In E Major for Flute and Continuo, BWV 1035: IV. Allegro Assai (3:12)

19. Johann Sebastian Bach – Sonata In E Flat Major for Flute and Harpsichord, BWV 1031: I. Allegro Moderato (3:35)
20. Johann Sebastian Bach – Sonata In E Flat Major for Flute and Harpsichord, BWV 1031: II. Siciliano (2:09)
21. Johann Sebastian Bach – Sonata In E Flat Major for Flute and Harpsichord, BWV 1031: III. Allegro (4:43)

22. Georg Philipp Telemann – Sonata In F Major for Flute and Continuo, TWV 41:F4: I. Vivace (2:10)
23. Georg Philipp Telemann – Sonata In F Major for Flute and Continuo, TWV 41:F4: II. Largo (1:32)
24. Georg Philipp Telemann – Sonata In F Major for Flute and Continuo, TWV 41:F4: III. Allegro (2:12)

Sharon Bezaly – flute
Terence Charlston – harpsichord
Charles Medlam bass – viol

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Sharon Bezaly fazendo um solo especial para os pequepianos
Sharon Bezaly fazendo um solo especial para os pequepianos

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Georg Philipp Telemann (1681-1767): Suite In A Minor & Double Concertos

Georg Philipp Telemann (1681-1767): Suite In A Minor & Double Concertos

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Um grande disco com algumas das melhores obras de Telemann. E Oberlinger é um show absoluto. Aqui, temos a melhor das Suítes e três dos mais famosos e incontornáveis concertos de Telemann. Os concertos têm aquele esquema de 4 movimentos: lento – rápido – lento – rápido. Telemann foi um dos caras que fizeram o “enganche” entre o barroco e o clássico, o que lhe garantiu a fama de moderninho e o tornou mais famoso do que Bach entre seus contemporâneos. Um baita CD que fará a alegria de cada um dos pequepianos amantes do barroco

Georg Philipp Telemann (1681-1767): Suite In A Minor & Double Concertos

Suite in A Minor, For Recorder, Strings & Continuo, TWV 50:A3
1 Ouverture 9:18
2 Les Plaisirs 3:22
3 Air À L’Italien 5:42
4 Menuet I & II 3:28
5 Réjoussance 2:24
6 Passepied I & II 1:44
7 Polonaise 3:24

Concerto In E Minor For Recorder, Traverso, Strings & Continuo, TWV 52:E1
8 Largo 3:49
9 Allegro 3:55
10 Largo 2:59
11 Presto 2:29

Concerto In F Major For Recorder, Bassoon, Stings & Continuo, TWV 52:F1
12 Largo 3:27
13 Vivace 5:35
14 Grave 4:07
15 Allegro 3:27

Concerto In A Minor For Recorder, Viol, Strings & Continuo, TWV 52:A1
16 Grave 3:41
17 Allegro 3:58
18 Dolce 3:13
19 Allegro 4:06

Dorothee Oberlinger, flauta
Ensemble 1700

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Quem seria além de Georg Philipp Telemann?
Quem seria além de Georg Philipp Telemann?

PQP

Telemann / Pfeiffer / Graun / Abel: Concertos

Telemann / Pfeiffer / Graun / Abel: Concertos

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Mais um belo CD que envolve a esplêndida Freiburger Barockorchester. Porém, desta vez, a grande estrela não é a orquestra e sim a gambista alemã Hille Perl. A competência da moça é efetivamente notável. Sua sonoridade nos consola ao apresentar um programa com trabalhos bem conhecidos e outros inteiramente fora do repertório habitual. Gravação lúcida, detalhada e suave. Dá para ouvir o CD por horas e horas, sem cansar. A música é profunda e a performance, soberba.

Telemann / Pfeiffer / Graun / Abel: Concertos

Georg Philipp Telemann
Concerto For Recorder, Viola Da Gamba & Orchestra TWV 52:a1
1 Grave 4:05
2 Allegro 4:22
3 Dolce 3:45
4 Allegro 3:41

Carl Friedrich Abel
From MS Drexel 5871
5 Adagio & Allegro 6:55

Johann Pfeiffer
Concerto In A Major For Viola Da Gamba, Two Violins & Basso Continuo
6 À Tempo Guisto 3:29
7 Allegro 2:56
8 Lerog 4:26
9 Allegro 2:59

Carl Friedrich Abel
From MS Drexel 5871
10 Interludium In D 2:24

Johann Gottlieb Graun
Concerto In G Major For Viola Da Gamba, Strings & Basso Continuo
11 Allegro 5:24
12 Adagio Ma Non Tanto 8:44
13 Allegro 7:22

Carl Friedrich Abel
From MS Drexel 5871
14 Arpeggiata & Fantasia 6:27

Viola da Gamba – Hille Perl
Alto Recorder – Han Tol
Violin – Petra Müllejans
Orchestra – Freiburger Barockorchester
Directed By – Petra Müllejans

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Hille Perl, que tremenda gambista!
Hille Perl, que tremenda gambista!

PQP

Georg Philipp Telemann (1681-1767): Sonates Corellisantes / Canonic Duos

Georg Philipp Telemann (1681-1767): Sonates Corellisantes / Canonic Duos

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Um disco de alta qualidade artística. Às excelentes composições de Telemann, temos uma bela resposta de Simon Standage e de seu Collegium Musicum 90. As Sonatas Corellisantes e os Duos Canônicos estão dentre as mais sublimes obras do compositor. É claro que Telemann conhecia Corelli e todo o panorama musical de sua época. E ele não brinca ao chamar suas Sonatas de corellisantes… Telemann foi o principal compositor da Alemanha em seu tempo — naquele tempo, Bach era mais respeitado pelos outros músicos. Telemann compôs em todas as formas existentes em sua época. Em qualquer estilo, sua música tem um caráter inconfundível, sendo sempre clara e fluída. Apesar de ser quatro anos mais velho do que seus contemporâneos Bach e Handel, utilizou formas musicais já quase fora do barroco, podendo ser considerado um precursor do clássico.

Georg Philipp Telemann (1681-1767): Sonates Corellisantes / Canonic Duos

Sonate Corellisante No. 1 In F Major (7:43)
1 I Largo 2:38
2 II Presto 1:17
3 III Dolce 1:55
4 IV Grave 0:39
5 V Allegro 1:10

Sonate Corellisante No. 2 In A Major (8:33)
6 I Largo 1:51
7 II Allemanda. Presto 2:17
8 III Sarabanda. Grave 2:11
9 IV Corrente. Vivace 2:12

Canonic Duo No. 1 In G Major (4:20)
10 I Vivace 1:31
11 II Adagio 1:25
12 III Allegro 1:24

Sonate Corellisante No. 3 In B Minor (8:26)
13 I Grave 1:53
14 II Vivace 1:26
15 III Adagio E Staccato 0:41
16 IV Allegro Assai 1:13
17 V Soave 1:30
18 VI Presto 1:40

Canonic Duo No. 2 In G Minor (3:33)
19 I Presto 1:16
20 II Largo 1:09
21 III Vivace 1:07

Sonate Corellisante No. 4 In E Major (9:07)
22 I Andante 1:44
23 II Allemanda. Allegro 3:06
24 III Largo 1:19
25 IV Giga. Allegro 2:56

Canonic Duo No. 3 In D Major (4:43)
26 I. Spirituoso 1:33
27 II Larghetto 1:26
28 III Allegro Assai 1:42

Sonate Corellisante No. 5 In G Minor (8:08)
29 I Grave 2:36
30 II Vivace 1:58
31 III Presto 1:25
32 IV Grave 0:34
33 V Vivace 1:31

Canonic Duo No. 4 In D Minor (5:04)
34 I Vivace Ma Moderato 1:46
35 II Piacevole, Non Largo 2:07
36 III Presto 1:08

Sonate Correlisante No. 6 In D Major (10:07)
37 I Pastorale. Moderato 2:34
38 II Corrente. Vivace 3:05
39 III Gavotta. Allegro 1:54
40 IV Grave 0:48
41 V Vivace 1:45

Cello – Jane Coe
Violin – Micaela Comberti
Harpsichord – Nicholas Parle
Directed By, Violin – Simon Standage
Orchestra – Collegium Musicum 90

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Simon Standage, um dos ídolos de PQP Bach
Simon Standage, um dos ídolos de PQP Bach

PQP

23º Festival de Música de Juiz de Fora: Georg Philipp Telemann (1681-1767) + J. S. Bach (1685-1750) + Johann Gottlieb Graun (1702-1771) + José Joaquim Emerico Lobo de Mesquita (1746-1805) Acervo PQPBach

2zrgu3t23º Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga de Juiz de Fora
2012

Com instrumentos de época. On period instruments.

 

Para este CD, a Orquestra Barroca preparou um programa com obras alemãs do início do século XVIII. Três personalidades : Telemann, Bach e Graun. Todos mostram essa característica marcante da música barroca alemã: a fusão dos estilos italiano e francês – tão díspares quanto mutuamente influentes – expressos através de uma profunda erudição e esmero artesanal.

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A Suite “Hamburger Ebb und Fluth” de G. P. Telemann é comumente chamada de “Música Aquática” por analogia à famosa suíte de Haendel, porém não foi assim batizada pelo seu autor. Ao contrário de Haendel, que compôs uma obra orquestral na qual a única ligação com a água foi a função de sua performance (executada num barco em Londres), a música de Telemann faz analogia à água através de suas ideias musicais. Desde a ouverture, o movimento das águas é sentido nos motivos temáticos da fuga central e da especial combinação de notas longas dos sopros e ritmos acelerados das cordas. As danças que compõem a suíte têm nomes próprios, com figuras da mitologia grega ligadas a água: Tétis, Netuno, Tritão, Éolo e Zéfiro. As alusões são de caráter retórico, e dão uma atmosfera diferente a cada dança, com ideias musicais nada convencionais – como o caso da giga que simula o sobe e desce das marés.

O concerto para violino em lá menor BWV 1041 de J. S. Bach é uma conhecida peça do repertório; é compreensível quando verificamos que esta foi uma das poucas obras do período barroco imortalizadas no cânone violinístico do período romântico, a partir da fundação do Conservatório de Paris, no início do século XIX. Desde então, uma tradição “romantizada” de interpretação desta obra de Bach se instalou de maneira profunda na pedagogia do violino, o que contribuiu para uma considerável distorção de sua visão interpretativa. Aqui, Bach faz uma perfeita imitação da música de A. Vivaldi (que só veio a ser redescoberto no início do século XX): o diálogo entre o violino solista e a orquestra, a técnica de composição do ritornello, os motivos musicais clichês do estilo italiano ostinatto e o cantabile, e a linguagem idiomática do violino, magnificamente mostrado no último movimento.

Por outro lado, Johann Gottlieb Graun é pouco conhecido do grande público, e sua obra menos ainda. Este excelente compositor fez parte de uma geração de artistas que gravitaram em torno de Frederico II, rei da Prússia. Frederico, o Grande, como ficou conhecido, tinha grande apreço pela música – ele próprio era flautista e tinha como tutor musical Quantz e C.P.E. Bach entre seus empregados. Neste seleto ambiente artístico produziu-se música de altíssimo nível e num estilo único, que viria a ser conhecido como escola de Berlim – associada ao gênero galante, ao estilo “sentimental” e ao movimento literário “sturm und drang”. A suite em lá menor para orquestra mostra bem a característica da escola de Berlim, com mudanças bruscas de affetto, passagens concertantes virtuosísticas para os sopros e uma decadente visão das danças em estilo francês.

Para terminar o CD, a obra Tercio de J. J. Emerico Lobo de Mesquita, que possui uma grande importância para o repertório colonial, pelo fato de ser, além de autografada e datada, preservada num manuscrito da partitura geral – ao contrário de tantas outras peças que nos chegaram somente através de partes separadas. A singeleza de Tercio é também emblemática: ela representa bem a produção musical brasileira dessa época, ao mesmo tempo funcional e talentosa, pois soube superar a precariedade evidente do ambiente colonial com uma tocante economia de recursos musicais, sem comprometer a criatividade e a beleza musical.

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Georg Philipp Telemann (Alemanha, 1681-1767)
01. Suite Wassermusik “Hamburger Ebb’ & Fluth” em dó maior 1. Ouverture Grave
02. Suite Wassermusik “Hamburger Ebb’ & Fluth” em dó maior 2. Saraband. Die schlaffende Thetis
03. Suite Wassermusik “Hamburger Ebb’ & Fluth” em dó maior 3. Bourée. Die erwachende Thetis
04. Suite Wassermusik “Hamburger Ebb’ & Fluth” em dó maior 4. Loure. Der verliebte Neptune
05. Suite Wassermusik “Hamburger Ebb’ & Fluth” em dó maior 5. Gavotte. Spielende Najaden
06. Suite Wassermusik “Hamburger Ebb’ & Fluth” em dó maior 6. Harlequinade. Der Schertzende Tritonus
07. Suite Wassermusik “Hamburger Ebb’ & Fluth” em dó maior 7. Der stürmende Aeolus
08. Suite Wassermusik “Hamburger Ebb’ & Fluth” em dó maior 8. Menuet. Der angenehme Zephir
09. Suite Wassermusik “Hamburger Ebb’ & Fluth” em dó maior 9. Gigue. Ebbe und Fluth
10. Suite Wassermusik “Hamburger Ebb’ & Fluth” em dó maior 10. Canarie. Die lustigen Bots Leute
Johann Sebastian Bach (Alemanha 1685-1750)
11. Concerto para violino e orquestra em lá menor, BWV 1041 – 1. Allegro
12. Concerto para violino e orquestra em lá menor, BWV 1041 – 2. Andante
13. Concerto para violino e orquestra em lá menor, BWV 1041 – 3. Allegro assai
Johann Gottlieb Graun (Alemanha, 1702-1771)
14. Suite em lá menor para orquestra 1. Ouverture
15. Suite em lá menor para orquestra 2. Menuet – trio
16. Suite em lá menor para orquestra 3. Duetto
17. Suite em lá menor para orquestra 4. Menuet
18. Suite em lá menor para orquestra 5. Sarabande
19. Suite em lá menor para orquestra 6. Aria I
20. Suite em lá menor para orquestra 7. Aria II
21. Suite em lá menor para orquestra 8. Bourrée
22. Suite em lá menor para orquestra 9. Loure
23. Suite em lá menor para orquestra 10. Chaconne
José Joaquim Emerico Lobo de Mesquita (Vila do Príncipe, hoje Serro, MG, 1746- Rio de Janeiro, 1805)
24. Tercio – 1. Difusa est Gratia – Andante Lento
25. Tercio – 2. Padre Nosso
26. Tercio – 3. Ave Maria
27. Tercio – 4. Gloria

23º Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga de Juíz de Fora – 2012
Orquestra Barroca
Maestro Luis Otávio Santos
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XLD RIP | FLAC 419,5 MB | HQ Scans 8,7 MB |

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MP3 320 kbps – 177,5 + 8,7 MB – 1,2 h
powered by iTunes 11.0.3

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CD do acervo do musicólogo Prof. Paulo Castagna. Não tem preço !!!

Boa audição.

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Avicenna

12º Festival de Música de Juiz de Fora: Telemann (1681-1767): Overture (Suíte) em Ré Maior & J. J. Emerico Lobo de Mesquita (1746-1805): Missa em Mí Bemol Maior (Acervo PQPBach)

nzimna12º Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga de Juiz de Fora
2001

Com instrumentos de época. On period instruments.

Neste clima de consolidação das propostas primordiais às quais o Festival e o Centro Cultural Pró-Música se propõem, a Orquestra Barroca, no seu 2º CD, promove a releitura da Missa em Mi bemol Maior de J.J. Emerico Lobo de Mesquita. Esta obra, considerada uma das mais representativas do compositor, já fora gravada no primeiro da série de Cds do Festival, em 1992. Naquela época, a necessidade de registros fonográficos da música colonial era uma prioridade, pois a discografia disponível para o público e interessados era pequena. Contudo, os instrumentos de época ainda tiveram que esperar vários anos.

Com o amadurecimento do departamento de Música Antiga do festival, emblemado pela Orquestra Barroca, a regravação da Missa em Mi Bemol nove anos depois reafirma a proposta do Festival na sua totalidade: divulgar os novos conceitos estéticos, fruto do trabalho integrado de pesquisadores e intérpretes especializados na música histórica. É uma união final entre os universos de Curt Lange e Sigiswald Kuijken e o marco de uma nova era do Festival.

Contrapondo-se a Emerico Lobo de Mesquita neste CD, encontra-se a versão da Orquestra Barroca da Suíte em Ré Maior de G. P. Telemann. Um do mais prolíficos e executados compositores do fim do Barroco Europeu, Telemann soube como poucos explorar os recursos de cada instrumento para o qual escrevia. Nesta pouco conhecida Ouverture em Ré M, Telemann emprega uma orquestração sui generis: o uso de oboés e corni da caccia obligatti cria uma sonoridade ao mesmo tempo pomposa e rústica. Talvez essa inventio extravagante o leve a incluir na suíte movimentos não derivados das tradicionais danças francesas, como a divertida Rejouissance, o descritivo Carillon e a barrulhenta Tintamare. Um típico delírio barroco com efeitos sonoros somente realizáveis com os recursos de uma orquestra barroca.

Este é um CD de novidades. Novas sonoridades e efeitos orquestrais com a música de Telemann e uma nova visão estética da música do Brasil colonial com a releitura de Emerico. Mas, acima de tudo, este é um CD de comemoração da longa trajetória percorrida pelo Centro Cultural Pró-Música, que o Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, concedido em 2000 pelo Ministério da Cultura e pelo IPHAN ao Festival, veio reconhecer, colocando-o numa posição proeminente e de interferência na produção cultural do Brasil.

(http://www.promusica.org.br/index.php?meio=cds/cd12)

Georg Philipp Telemann (1681-1767)
01. Overture (Suíte) em Ré Maior – 1. Overture
02. Overture (Suíte) em Ré Maior – 2. Plainte
03. Overture (Suíte) em Ré Maior – 3. Rejoussance
04. Overture (Suíte) em Ré Maior – 4. Carrillon
05. Overture (Suíte) em Ré Maior – 5. Tintamare
06. Overture (Suíte) em Ré Maior – 6. Loure
07. Overture (Suíte) em Ré Maior – 7. Minuet I Et II

José Joaquim Emerico Lobo de Mesquita (Vila do Príncipe, 1746- Rio de Janeiro, 1805)
08. Missa em Mí Bemol Maior – 1. Kyrie
09. Missa em Mí Bemol Maior – 2. Christe
10. Missa em Mí Bemol Maior – 3. Kyrie
11. Missa em Mí Bemol Maior – 4. Gloria
12. Missa em Mí Bemol Maior – 5. Laudamus
13. Missa em Mí Bemol Maior – 6. Gratias
14. Missa em Mí Bemol Maior – 7. Domine Deus
15. Missa em Mí Bemol Maior – 8. Qui Tollis
16. Missa em Mí Bemol Maior – 9. Suscipe
17. Missa em Mí Bemol Maior – 10. Qui Sedes
18. Missa em Mí Bemol Maior – 11. Quoniam
19. Missa em Mí Bemol Maior – 12. Cum Sanctu Spiritu

12º Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga de Juiz de Fora – 2001
Orquestra Barroca
Luis Otávio Santos, regente
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XLD RIP | FLAC 314,5 MB | HQ Scans 13,9 MB |

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mp3 320 kbps – 125,5 MB – 53 min
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Boa audição.

inocência

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Avicenna

Georg Philipp Telemann (1681-1767): Concerti per molti stromenti

Georg Philipp Telemann (1681-1767): Concerti per molti stromenti

IM-PER-DÍ-VEL !!!!

Eu, PQP Bach, tenho 60 anos e ouço música erudita diariamente desde que nasci. Explico: meu pai passava horas e horas todas as noites ouvindo música em casa ou tocando piano. Minha mãe também tocava o mesmo instrumento. Eram dentistas, mas pareciam gostar mais de sons do que de dentes. Neste período, vários compositores foram guindados a posições mais nobres em meu ranking interno, mas talvez nenhum tenho se elevado tanto quanto Telemann. Quase saindo do barroco para o clássico, Telemann só faz subir em minha consideração. Minha opinião vale só para mim, mas, sabem?, cada vez gosto mais do compositor mais popular da época de Bach. Claro que ele não arranha a qualidade de Johann Sebastian, só que é um sujeito agradabilíssimo.

Georg Philipp Telemann (1681-1767): Concerti per molti stromenti

Concerto for 3 Trumpets and Timpani in D Major, TWV 54:D3
1 I. Intrada-Grave 02:10
2 II. Allegro 02:30
3 III. Largo 02:25
4 IV. Vivace 02:47

Concerto for 2 Flutes and Calchedon in B Minor, TWV 53:h1
5 I. Grave 03:45
6 II. Vivace 02:34
7 III. Dolce 02:48
8 IV. Allegro 02:54

Concerto for 3 Oboes, 3 Violins and Continuo in B-Flat Major, TWV 44:43
9 I. Allegro 02:32
10 II. Largo 02:30
11 III. Allegro 02:46

Sonata for 2 Violins, 2 Violas, cello and Continuo in F Minor, TWV 44:32
12 I. [Adagio] 01:16
13 II. [Allegro] 01:52
14 III. Largo 01:50
15 IV. Presto 02:06

Concerto for Mandolin, Hammered Dulcimer, Harp and Continuo in F Major, TWV 53:F1
16 I. Allegro 05:32
17 II. Largo 06:24
18 II. Vivace 03:27

Concerto for 2 Oboes, Bass and Continuo in D minor, TWV 53:d1
19 I. Grave 02:48
20 II. Allegro 01:58
21 III. Affettuoso 01:56
22 IV. Vivace 02:17

Concerto for 3 Horns and Violin in D Major, TWV 54:D2
23 I. Vivace 03:41
24 II. Grave – Adagio- Grave 03:27
25 III. Presto 02:21

Quartet for 2 Violins, 2 Violas and Continuo in G major, TWV 43:G5
26 I. Adagio 01:29

Akademie für Alte Musik Berlin

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TeleMannia
TeleMannia

PQP

Telemann (1681-1767) / Graupner (1683-1760) / Schultze (ca.1733-1813): Concertos para Flauta

Telemann (1681-1767) / Graupner (1683-1760) / Schultze (ca.1733-1813): Concertos para Flauta

Um CD que vale mais pelos intérpretes do que pelo repertório. A alemã Dorothee Oberlinger é um fenômeno do instrumento e até estas obras menores brilham sob seus sopros e dedos. Para completar o timaço, temos Reinhard Goebel comandando o Ensemble 1700. Os barrocos tinham disso: produziam demais e têm obras-primas demais, mas nem sempre os cantinhos de repertório guardam tesouros. Mesmo assim, é um CD muito agradável de se colocar nos ouvidos e deixar rolar. Talvez seja importante saber que este CD recebeu 4 e 5 estrelas em quase todas as publicações que consultei. Isto significa que posso estar muito errado em meu pouco entusiasmo.

Telemann (1681-1767) / Graupner (1683-1760) / Schultze (ca.1733-1813): Concertos para Flauta

Georg Philipp Telemann – Concerto In G Minor For Alto Recorder, Strings & Continuo
1 Allegro 4:43
2 Adagio 2:10
3 Allegro 4:18

Georg Philipp Telemann – Concerto In C Major (TWV 51:C) For Alto Recorder, Strings & Continuo
4 Allegretto 2:59
5 Allegro 3:34
6 Andante 2:57
7 Tempo Di Menuet 5:29

Christoph Graupner – Suite (Ouverture) In F Major For Alto Recorder, Strings & Continuo
8 Ouverture 8:05
9 Le Speranza (Tempo Gusto) 2:10
10 Air En Gavotte 5:47
11 Menuet 2:55
12 Air 7:03
13 Plaisanterie 4:10

Johann Christoph Schultze – Concerto In G Major For Alto Recorder, Strings & Continuo
14 Allegro 4:18
15 Adagio 2:34
16 Vivace 3:11

Alto Recorder – Dorothee Oberlinger

Bassoon – Lorenzo Alpert
Cello – Anita Jehli
Harpsichord – Alexander Puliaev
Viola – Florian Deuter
Violin – Adrian Bleyer, Evan Few, Johannes Pramsoler, Joseph Tan, Katja Grüttner, Mónica Waisman
Violone – Jörg Meder
(Ensemble 1700)

Conductor, violin – Reinhard Goebel

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Dorothee Oberlinger, uma virtuose da flauta
Dorothee Oberlinger, uma virtuose da flauta

PQP

G. F. Händel (1685-1759) / G. P. Telemann (1681-1767): Water Music (Música Aquática)

G. F. Händel (1685-1759) / G. P. Telemann (1681-1767): Water Music (Música Aquática)

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Discaço da Hyperion. Robert King e seu King`s Consort estão perfeitamente à vontade com neste repertório bem inglês. Ouvir apenas esta versão do Minueto da Suite No.3 da Música Aquática de Händel, já equivale a várias sessões de análise.

A Música Aquática (Water Music) é uma coleção de movimentos orquestrais, frequentemente divididos em três suítes, compostas por George Frideric Händel. Sua estreia se deu em 17 de julho de 1717, após o rei Jorge I encomendar um concerto para ser execudado sobre o rio Tâmisa. O concerto foi executado originalmente por cerca de 50 músicos, situados sobre uma barca nas proximidades da barca real, a partir da qual o monarca escutava a peça com seus amigos mais próximos. As barcas se dirigiam a Chelsea ou Lambeth. O rei Jorge gostou tanto da música que pediu a seus músicos, já esgotados, que tocassem-na por três vezes durante o tempo do percurso.

Ao contrário de suítes de Handel, a obra de Telemann é um exemplo claro de música de programa no qual o autor tenta descrever a água através de cenas e personagens mitológicos associados a esse elemento.

G. F. Händel (1685-1759) / G. P. Telemann (1681-1767): Water Music

Händel
Water Music Suite No.1 for orchestra in F major, HWV 348
1 – Ouverture (Largo – Allegro) 3:18
2 – Adagio E Staccato 2:06
3 – (Allegro) – Andante – (Allegro) 7:20
4 – (Menuet) 2:55
5 – Air 2:31
6 – Menuet 2:30
7 – Bourrée 1:02
8 – Hornpipe 1:17
9 – Andante 4:19

Water Music Suite No.2 for orchestra in D major, HWV 349
10 – (Ouverture) 2:00
11 – Alla Hornpipe 2:58

Water Music Suite No.3 for orchestra in G major, HWV 350
12 – (Menuet) 3:03
13 – Rigaudon 2:42

Water Music Suite No.2 for orchestra in D major, HWV 349
14 – Lentement 2:03
15 – Bourrée 0:51

Water Music Suite No.3 for orchestra in G major, HWV 350
16 – Menuet (I) 1:00
17 – Menuet (II) 2:10
18 – (Country Dance I & II) 1:29

Water Music Suite No.2 for orchestra in D major, HWV 349
19 – (Trumpet Menuet) 1:22

Telemann
Wasser Overture, for 2 recorders, flute, 2 oboes, bassoon, strings & continuo in C major (“Hamburger Ebb und Fluth”), TWV 55:C3
20 – Ouverture 7:27
21 – Sarabande: Die Schlafende Thetis 2:08
22 – Bourrée: Die Erwachende Thetis 1:51
23 – Loure: Der Verliebte Neptunus 1:44
24 – Gavotte: Spielende Najaden 0:41
25 – Harlequinade: Der Schertzende Tritonus 1:05
26 – Der Stürmende Aeolus 2:09
27 – Menuet: Der Angenehme Zephir 2:45
28 – Gigue: Ebb’ Und Fluth 1:08
29 – Canarie: Die Lustigen Bots Leute 1:33

The King’s Consort
Robert King

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Música aquática
Música aquática

PQP

Alma Latina: Segundo Festival de Música Renacentista y Barroca Americana, Misiones de Chiquitos vol. II

Capa-solo-WEBSegundo Festival de Música Renacentista y Barroca Americana
Misiones de Chiquitos
vol. II
1998

El material aquí presentado es tan solo una pequeña muestra de lo que fue el II Festival “Misiones de Chiquitos”. Las obras seleccionadas para los dos CDs sirven para documentar el desarrollo de música occidental en todos los mayores centros de su presencia en la Américas, desde los primeros años de su establecimiento hasta bien estrado siglo XIX.

La contribución del ambiente en la formación y desarrollo de los estilos musicales ha sido abundante. Una de las cosas sobresalientes en este documento es el spectrum y la originalidad del material incluído. Al lado de las tradiciones catedralicias, misionales o monásticas contamos con una impresionante contribución del medio de donde proviene la música.

Hablando tan solo de la letra de las obras, hay textos no solo en latín y español (propios al ambiente urbano) sino que muchos de ellos se sirvieron de lenguas originarias (ambiente de las misiones), como por ejemplo: maya, qheshwa, chiquitano, moxo o mapuche.

Los conciertos del Festival incluyeron obras de los múltiples archivos musicales americanos que poseen la música de la época de la Colonia: Puebla, Oaxaca, México, Guatemala (San Juan Ixcoi, la Catedral), Cuba, Santa Fé de Bogotá, Lima, Cuzco, Trujillo, La Plata (hoy Sucre), Tarija, las misiones de Chiquitos, Moxos, Guarayos y Mapuches, Minas Gerais, Rio de Janeiro y Bahía. Además, se presentaron, también, cantos de los anónimos sefardíes, un corpus de música instrumental y obras de los compositores de España, Italia, Alemania e Inglaterra.

El arreglo de los 2 CDs refleja la riqueza de estos programas, aunque no todo ha sido posible encerrar en ellos. Las grabaciones se las hizo en vivo, sin posibilidad alguna de repetición o corrección. El fin que hemos buscado ha sido producir un documento sonoro del Festival.

(Piotr Nawrot s.v.d. Festival “Misiones de Chiquitos” Director Artístico)

Ensemble Louis Berger. Maestro Ricardo Massun (Argentina)
Fray Esteban Ponce de León (Perú, ca.1692-175¿?)
01. Veni, venid Deidades (Opera – Serenata)

De Profundis Ensemble Vocal e Instrumental & Marcela Redalli. Maestrina Cristina Garcia Banegas (Uruguay)
Fr. Juan Pérez de Bocanegra (Cusco, ca. 1610)
02. Hanac Pachap Cussi Cuinin (A felicidade dos céu) – Himno procesional a la Virgen en lengua quechua
Anónimo, España
03. Con qué la lavaré
Anónimo
04. Diferencias
Manuel José de Quirós (Guatemala, ? – 1765)
05. Luzid, fragante Rosa

Capilla Virreinal de la Nueva España. Director: Aurelio Tello (México)
Gaspar Fernández (Portugal, 1570?- Puebla, Mexico, 1629)
06. Eso rigor e repente (Oaxaca)
Manuel de Sumaya (Manuel de Zumaya) (Mexico, c.1678-1755)
07. Como aunque culpa (Oaxaca)
Alfonso Mallén (? – ?)
08. Como chamorro es el alcaide (Puebla)

Grupo Vocal Contrapunto (Bolivia)
Tomás Luis de Victoria (Spain, 1548-1611)
09. Ave Maria

Música Ficta. Mastro Carlos Serrano (Colombia)
Manuel Blasco (Ecuador, Quito c1628 – c1696)
10. Versos al órgano con dúo para chirimías
Juan Antonio Vargas y Guzmán (México, 1776)
11. Sonata no. 1 em La mayor

Grupo Zarabanda. Maestro Alvaro Marías (España)
Georg Philipp Telemann (Alemanha, 1681-1767)
12. Trío en Fa mayor 1. Vivace
13. Trío en Fa mayor 2. Maesto
Anónimo. Sonata no. 4
14. Sonatas ‘Chiquitanas’, AMCH 264 – Allegro
Georg Philipp Telemann (Alemanha, 1681-1767)
15. Dúo en Re menor 1. Largo
16. Dúo en Re menor 2. Vivace

Carlos Enrique Marchena, guitarra (Perú)
Anónimo, Lima, siglo XVIII
17. Giga en Re mayor
Anónimo
18. Cuaderno de Música para Vihuela

Segundo Festival de Música Renacentista y Barroca Americana, Misiones de Chiquitos vol. II
Santa Cruz de la Sierra, Bolivia, 1998

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Um CD do acervo do musicólogo Prof. Paulo Castagna. ¡¡¡ Gracias !!!

Boa audição.

rezar antes de comer

 

 

 

 

 

 

 

 

Avicenna

Arcangelo Corelli, Georg Philipp Telemann, Jean-Philippe Rameau: Le Concert Spirituel: Au temps de Louis XV

Arcangelo Corelli, Georg Philipp Telemann, Jean-Philippe Rameau: Le Concert Spirituel: Au temps de Louis XV

O “Concert Spirituel” foi uma das primeiras séries de concertos públicos da história. Eles começaram em Paris no ano de 1725 e terminaram em 1790. Mais tarde, concertos ou séries de concertos de mesmo nome ocorreram em Paris, Viena, Londres e em outros lugares. A série foi fundada para proporcionar entretenimento durante a quinzena de Páscoa e em feriados religiosos quando as outras casas de espetáculos (a Ópera de Paris, a Comédie-Française e a Comédia italiana) eram fechadas. Os programas apresentaram uma mistura de obras corais sacras e peças instrumentais virtuosas. Durante muitos anos tais concertos aconteceram na Salle des Cent Suisses, magnificamente decorada, no Palácio das Tulherias. Começavam às 18h duravam por volta de 4h. Eram frequentados principalmente por burgueses ricos, pela aristocracia mais baixa e visitantes estrangeiros. Em 1784, os concertos foram movidos para a área de palco da Salle des Machines e, em 1790, quando a família real estava confinada nas Tulherias, passaram aos teatros. O que dizer sobre os concertos e Savall? Tudo maravilhoso, né? Peças e interpretação. No Rameau há uma atmosfera de festa que me parece bem dentro do espírito do “Concert Spirituel”.

Jordi Savall & Le Concert des Nations – Le Concert Spirituel: Au temps de Louis XV

ARCANGELO CORELLI (1653-1713)
Concerto Grosso, en Re Majeur Op. 6, núm. 4
1-2 Adagio-Allegro
3 Adagio
4 Vivace
5-6 Allegro-Allegro

GEORG PHILIPP TELEMANN (1681-1767)
Ouverture avec la Suite en Ré Majeur
pour Viola da Gamba et Cordes TWV 55:D6
7 Ouverture
8 La Trompette
9 Sarabande
10 Rondeau
11 Bourrée
12 Courante-Double
13 Gigue

GEORG PHILIPP TELEMANN
CONCERTO IN LA MINORE
per Flauto Dolce, Viola di Gamba, Corde e Fondamento TWV 52:a1
14-15 Grave-Allegro
16 Dolce
17 Allegro

GEORG PHILIPP TELEMANN
OUVERTURE AVEC LA SUITE EN MI MINEUR, TAFELMUSIK
à deux flûtes et cordes (première production) TWV 55:e1
18 Ouverture: Lentement – Vite – Lentement
19 Réjouissance
20 Rondeau
21 Loure
22 Passepied
23 Air; un peu vivement
24 Gigue

JEAN-PHILIPPE RAMEAU (1683-1764)
Les Indes Galantes. Suites des airs à Jouer (Symphonies)
25 Air pour les guerriers portans les Drapeaux
26 Air pour les Amants qui suivent Bellone Lent, tendrement-Vite
27 Orage
28 Air pour les Esclaves Africains
29 Air pour Borée et la Rose Très vite
30 2eme. Air pour Zéphire
31 Tambourins I et II

Pierre Hamon flauto
Enrico Onofri violino concertino
Marc Hantaï, Charles Zebley, Yi-Fen Chen traverso
Riccardo Minasi, Mauro Lopes, Olivia Centurione violini
Balázs Máté violoncello
LE CONCERT DES NATIONS
JORDI SAVALL viole de gambe et direction

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Georg Philipp Telemann (1681-1767): Double & Triple Concertos

Georg Philipp Telemann (1681-1767): Double & Triple Concertos

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Sem exagero, este é um dos melhores discos de música barroca que conheço. Comprei o vinil em 1984 e jamais me desapaixonei. Eram os primórdios dessa coisa de “música historicamente informada”. As gravações, com raras exceções, eram desinteressantes e matemáticas. Então veio o Collegium Aureum, Leonhardt, Kuijken, Harnoncourt, Hogwood e outros para provar que dava para fazer o barroco com sonoridade, musicalidade e tesão. A escolha do repertório é maravilhosa. Ouçam primeiro o Concerto TWV 52:e1 (completo!) para cair logo de amores e depois todo resto.

Concerto for 3 trumpets, timpani, strings & continuo in D major, TWV 54:D4
1 I. Largo 1:57
2 II. Allegro 2:56
3 III. Adagio 2:06
4 IV. Presto 1:54

Quartet (Concerto) for 2 violins, viola & continuo in B flat major, TWV 43:B2
5 I. Spiritoso 2:45
6 II. Grave 1:51
7 III. Allegro 1:40

Concerto for recorder, flute, strings & continuo in E minor, TWV 52:e1
8 I. Largo 3:53
9 II. Allegro 4:20
10 III. Largo 3:09
11 IV. Presto 2:41

Concerto alla Polonese, for strings & continuo in G major (a.k.a “Concerto Polonois”), TWV 43:G7
12 I. Dolce – Allegro 4:30
13 II. Largo 2:07
14 III. Allegro 1:47

Concerto for flute, oboe d’amore, viola d’amore, strings & continuo in E major, TWV 53:E1
15 I. Andante 3:08
16 II. Allegro 5:26
17 III. Siciliano 3:12
18 IV. Vivace 4:00

Academy of Ancient Music
Christopher Hogwood

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Christopher Hogwood (1941-2014): um enorme, imenso e compreensivo talento
Christopher Hogwood (1941-2014): um enorme, imenso e compreensivo talento

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