F. J. Haydn (1732-1809): Trios para Piano

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Um disco agradabilíssimo, onde temos o extraordinário Trio Nº 39 – e três outros –tocado da forma como se deve: bem cigana, conforme indica a capa do CD de Minasi e sua turma. Homem simpático, organizado e querido por todos, Haydn, o pai do classicismo musical vienense, é muitas vezes considerado “menor”. Erro. Vamos a uma historinha contada pelo pessoal da Deutsche Welle?

Ao falecer aos 77 anos de idade, em 31 de maio de 1809, em Viena, Joseph Haydn era o mais popular e, sem dúvida, também um dos mais abastados compositores da Europa. Sua música era executada em todo o continente, o público aclamava cada nova obra com entusiasmo. Altezas imperiais convidavam à sua mesa o filho de um artesão e de uma cozinheira. Como os tempos eram de instabilidade política, somente duas semanas após seu sepultamento, em 1º de junho, no cemitério de Hundsthurm, pode ser realizada uma cerimônia na igreja Schottenkirche. A missa foi solenemente acompanhada pelo Réquiem de Mozart.

O CRÂNIO FURTADO

No entanto, o que aconteceria em seguida com os restos mortais de Haydn pertence à categoria do grotesco. Um conhecido seu, Joseph Carl Rosenbaum, era adepto da frenologia, doutrina criada pelo médico alemão Franz Joseph Gall. Entre outros aspectos, ela se baseava na forma craniana para analisar o talento e a inteligência de uma pessoa.

Naquele junho mesmo, Rosenbaum abriu o túmulo do compositor e roubou sua cabeça. Somente em 1820, quando os Esterházy se propuseram a transferir os restos mortais, deu-se por sua falta. Descoberto em 1895, o crânio do venerável compositor foi guardado como relíquia durante décadas pela Sociedade dos Amantes da Música de Viena.

Não foi antes de 1954 que a cabeça pôde unir-se ao corpo, num magnífico sarcófago, no mausoléu mandado construir pela família de seus empregadores, os nobres Esterházy, na Bergkirche de Eisenstadt.

Pois é. Haydn perdeu a cabeça por séculos.

F. J. Haydn (1732-1809): Trios para Piano

1 Piano Trio No. 39 in G Major, Hob. XV:25, “Gypsy”: I. Andante
2 Piano Trio No. 39 in G Major, Hob. XV:25, “Gypsy”: II. Poco adagio
3 Piano Trio No. 39 in G Major, Hob. XV:25, “Gypsy”: III. Rondo a l’Ongarese. Presto

4 Piano Trio No. 13 in B-Flat Major, Hob. XV:38: I. Allegro moderato
5 Piano Trio No. 13 in B-Flat Major, Hob. XV:38: II. Menuetto
6 Piano Trio No. 13 in B-Flat Major, Hob. XV:38: III. Finale. Presto

7 Piano Trio No. 26 in C Minor, Hob. XV:13: I. Andante
8 Piano Trio No. 26 in C Minor, Hob. XV:13: II. Allegro spiritoso

9 Piano Trio No. 5 in G Minor, Hob. XV:1: I. Moderato
10 Piano Trio No. 5 in G Minor, Hob. XV:1: II. Menuetto
11 Piano Trio No. 5 in G Minor, Hob. XV:1: III. Finale. Presto

Riccardo Minasi, violino
Maxim Emelyanychev, piano
Federico Toffano, violoncelo

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Uma imagem da cobiçada cabeça de Haydn

Uma imagem da cobiçada cabeça de Haydn

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Haydn (1732-1809) e Beethoven (1770-1827): Quartetos de Cordas

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Um disco para sua discoteca básica. Haydn tinha 24 anos quando Mozart nasceu. Foram amigos, chegaram a tocar lado a lado Quintetos do segundo e, bem, Haydn sobreviveu ao amigo. Haydn foi professor de Beethoven. Era uma pessoa super deboas. Achava os dois jovens muito melhores do que ele. Aqui, temos o mestre que consolidou a forma sonata no primeiro movimento, depois um movimento lento, minueto e allegro final. O “Poco adagio” do Quarteto Imperador é apenas o hino da Alemanha. É um tremendo quarteto, grande música. O Sunrise também é belíssimo — melhor minueto ever. E depois temos seu talentoso pupilo no melhor Quarteto dos seis do notável Op. 18. As concepções do Quartetto Italiano (ativos entre 1945 e 1980) envelheceram um bocado, mas, puxa, ainda estão em ótimo estado.

Haydn (1732-1809) e Beethoven (1770-1827): Quartetos de Cordas

Haydn — String Quartet No. 62 in C major (‘Emperor’), Op. 76/3, H. 3/77:
1. Allegro
2. Poco adagio, cantabile
3. Menuetto (Allegro)
4. Finale (Presto)

String Quartet No. 63 in B flat major (‘Sunrise’), Op. 76/4, H. 3/78:
5. Allegro con spirito
6. Adagio
7. Menuetto (Allegro)
8. Finale (Allegro ma non troppo)

Beethoven — String Quartet No. 5 in A major, Op. 18/5:
9. Allegro
10. Menuetto
11. Andante cantabile
12. Allegro

Quartetto Italiano

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O Quartetto Italiano

O Quartetto Italiano

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Martha Argerich & Friends – Live from Lugano Festival 2003

Box FrontApós o choque inicial que a primeira postagem causou, vamos trazer a caixa referente ao ano de 2003. Esqueci de comentar em postagem anterior, mas o titulo deixa claro que o festival é de Música de Câmara. E o repertório explora obras dos séculos XVIII ao século XX. Papa finíssima, eu diria.

Os irmãos Capuçon, Gabriela Montero e Lilya Zilberstein serão presença frequente nestes CDs. A integração entre eles é única, coisa de gente que sabe o que faz.

Então vamos ao que viemos.

CD 1

01. Haydn – Piano Trio in G (Gypsy Rondo) – I. Andante
02. Piano Trio in G (Gypsy Rondo) – II. Poco adagio
03. Piano Trio in G (Gypsy Rondo) – III. Rondo all’ongarese Presto

Martha Argerich, Renaud Capuçon, Gautier Capuçon

04. Rachmaninov Six Duets op.11 – I. Barcarolle
05. Six Duets op.11 – II. Scherzo
06. Six Duets op.11 – III. Chanson russe
07. Six Duets op.11 – IV. Valse
08. Six Duets op.11 – V. Romance
09. Six Duets op.11 – VI. Slava (Gloria)

Lilya Zilberstein, Martha Argerich

10. Grieg Cello Sonata in A minor – I. Allegro agitato
11. Cello Sonata in A minor – II. Andante molto tranquillo
12. Cello Sonata in A minor – III. Allegro – Allegro molto

Gautier Capuçon, Gabriela Montero

CD 2

01. Arensky Piano Trio No.1 in D Minor Op.32 – I. Allegro Moderato – Adagio
02. Piano Trio No.1 in D Minor Op.32 – II. Scherzo Allegro Molto
03. Piano Trio No.1 in D Minor Op.32 – III. Elegia Adagio
04. Piano Trio No.1 in D Minor Op.32 – IV. Finale Allegro non troppo – Andante –

Polina Leschenko, Renaud Capuçon, Gautier Capuçon

05. Lutoslawsky  – Variations on a Theme by Paganini for two pianos
06. Franck Piano Quintet in F minor – I. Molto moderato quasi lento
07. Piano Quintet in F minor – II. Lento con molto sentimento
08. Piano Quintet in F minor – III. Allegro non troppo ma con fuoco

Martha Argerich, Giorgia Tomassi

CD Bônus

01. Piazzola Tangos Revirado
02. Tangos Adiós Nonino

Karin Lechner, Sergio Tiempo

03. Monteiro – Improvisation on a Theme from Beethoven´s First Piano Concerto

Gabriela Montero

04. Piazzola – Oblivion

Dora Schwarzberg, Jorge Andres Bosso
The Cello Concept

05. Rodrigues 0 La Cumparsita

Dora Schwarzberg, Jorge Andres Bosso
The Cello Concept

06. Music from the Gypsy, Hungarian and Romanian Traditions – I
07. Music from the Gypsy, Hungarian and Romanian Traditions – II
08. Music from the Gypsy, Hungarian and Romanian Traditions – III

Géza Hosszu-Legocki, The Five DeVils

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CD 2 – BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE
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Joseph Haydn (1832-1809): Os Seis Quartetos, Op. 33 – “Russos”

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Muitas vezes chamado de “Pai do Quarteto de Cordas” (sem mencionar da sinfonia), foi com este conjunto de 6 Quartetos, Op. 33, que Haydn realmente começou a fazer sua marca única e singular no gênero. O conjunto é frequentemente denominado coletivamente como os quartetos “russos”, já que foram dedicados a um nobre russo. Eles também foram os quartetos que inspiraram Mozart a escrever seus chamados “Quartetos Haydn”, o que não é pouca coisa. O conjunto é especialmente ensolarado; Mesmo o primeiro deles — o único em tom menor — está longe de ser tristinho. Haydn era irremediavelmente feliz. O Quarteto Borodin faz um esplêndido trabalho de destacar a natureza jovial dessas seis obras-primas. Embora o violino ocupe um lugar proeminente nas partituras de Haydn, os “borodinos” não produzem um som que favoreça demais o primeiro violino. Em vez disso, as quatro partes são igualmente robustas e vigorosas, caminhando sempre na direção de uma conversa íntima entre iguais. As interpretações são alegres, um tantinho agressivas aqui e ali, nada romantizadas ou apressadas. A energia, a espontaneidade e a alegria da criação de música resultam em um conjunto que é igualmente alegre de ouvir.

Joseph Haydn (1832-1809): Os Seis Quartetos, Op. 33 – “Russos”

DISCO 01
01. String Quartet in B minor, Op. 33 No. 1 – I Allegro moderato
02. String Quartet in B minor, Op. 33 No. 1 – II Scherzo_ Allegro di molto
03. String Quartet in B minor, Op. 33 No. 1 – III Andante
04. String Quartet in B minor, Op. 33 No. 1 – IV Finale_ Presto

05. String Quartet in E flat major, Op. 33 No. 2 ‘The Joke’ – I Allegro moderato
06. String Quartet in E flat major, Op. 33 No. 2 ‘The Joke’ – II Scherzo_ Allegro
07. String Quartet in E flat major, Op. 33 No. 2 ‘The Joke’ – III Largo
08. String Quartet in E flat major, Op. 33 No. 2 ‘The Joke’ – IV Presto

09. String Quartet in C major, Op. 33 No. 3 ‘The Bird’ – I Allegro moderato
10. String Quartet in C major, Op. 33 No. 3 ‘The Bird’ – II Scherzo_ Allegretto
11. String Quartet in C major, Op. 33 No. 3 ‘The Bird’ – III Adagio ma non troppo
12. String Quartet in C major, Op. 33 No. 3 ‘The Bird’ – IV Finale_ Rondo – Presto

DISCO 02
01. String Quartet in B flat major, Op. 33 No. 4 – I Allegro moderato
02. String Quartet in B flat major, Op. 33 No. 4 – II Scherzo_ Allegretto
03. String Quartet in B flat major, Op. 33 No. 4 – III Largo
04. String Quartet in B flat major, Op. 33 No. 4 – IV Finale_ Presto

05. String Quartet in G major, Op. 33 No. 5 ‘How do you do?’ – I Vivace assai
06. String Quartet in G major, Op. 33 No. 5 ‘How do you do?’ – II Largo e cantabile
07. String Quartet in G major, Op. 33 No. 5 ‘How do you do?’ – III Scherzo_ Allegro
08. String Quartet in G major, Op. 33 No. 5 ‘How do you do?’ – IV Finale_ Allegretto

09. String Quartet in D major, Op. 33 No. 6 – I Vivace assai
10. String Quartet in D major, Op. 33 No. 6 – II Andante
11. String Quartet in D major, Op. 33 No. 6 – III Scherzo_ Allegretto
12. String Quartet in D major, Op. 33 No. 6 – IV Finale_ Allegretto

Borodin Quartet

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Felizes como Haydn

Borodinos, felizes como Haydn

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F. J. Haydn (1732-1809): Sinfonias 100 & 45, ‘Militar’ e ‘Do Adeus’

Hermann Scherchen Westminster PWS744 1

Duas extraordinárias sinfonias de Haydn com o não menos extraordinário maestro Hermann Scherchen. Ainda hoje é raro ouvir a Sinfonia Nº 100 com tanta cara de militar do que a que dá nosso HS. Fiquem tranquilos a militar de Haydn não mata. Sua alcunha se deve ao uso de uma abundante percussão alla turca, sobretudo no segundo movimento, ao estilo das marchas militares executadas em campanhas bélicas. Mas aqui é tudo bonito. A gravação foi roubada novamente do grande blog holandês 33 toeren klassiek, especializado em garimpar joias no vasto mar de gravações do passado.

F. J. Haydn (1732-1809): Sinfonias 100 & 45, ‘Militar’ e ‘Do Adeus’

Sinfonia Nº 100, Militar   22:42
1  adagio – allegro    6:12
2  allegretto    7:28
3  minuetto: moderato    5:08
4  finale: presto    3:54
Sinfonia Nº 45, Do Adeus   21:53
5  allegro assai    4:15
6  adagio    5:38
7  minuetto: allegretto    3:51
8  presto – adagio    8:09

Orquestra da Ópera de Viena
Hermann Scherchen

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O grande Hermann Scherchen

O grande Hermann Scherchen

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Edmundo Hora: Estes nossos Brasis: Música para fortepiano no Brasil dos séculos XVIII e XIX (Acervo PQPBach)

30lo4e1Estes nossos Brasis: Música para fortepiano no Brasil dos séculos XVIII e XIX

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A invenção do “Fortepiano” deu-se em Florença na Itália, no final do século XVII, por Bartolomeo Cristofori (1655-1731) e a grande novidade que esse instrumento propunha era a capacidade de se realizar uma dinâmica “forte” e “piano” por meio do seu teclado sensitivo.

Os primeiros instrumentos já possuíam o formato conhecido de hoje, ainda que em dimensões bem menores. Uma grande variedade de modelos existiu, porém todos eles possuíam os Martelletti (martelinhos) que foram se modificando com o passar dos séculos, à medida que mais sonoridade foi requerida. O seu primeiro nome foi Clavicembalo con Martelletti… (Cravo com martelinhos…), que era capaz de tocar forte e piano. Essa nova maneira de se tocar revolucionou a música para os instrumentos de teclados, promovendo então nova estética musical. Assim, numa melodia, os “crescendos e diminuendos” podiam ser realizados permitindo uma semelhança com a voz cantada.

Ao final do século XVIII, nos países de língua alemã, esses instrumentos já haviam percorrido um grande caminho adquirindo novos recursos técnicos. Na Áustria, compositores como J. Haydn (1732-1803) e W. A. Mozart (1756-1791) compuseram muito do seu repertório para esse novo “instrumento expressivo”.

Já no início do século XIX, com a chegada da família Real Portuguesa ao Brasil, precisamente em 1808, a cidade do Rio de Janeiro adquiriu o status de capital do Reino, transformando-se da noite para o dia, num grande centro político e cultural. Porém, ainda na segunda metade do século XVIII, atividades musicais foram ali muito praticadas e a figura do Pe. José Maurício Nunes Garcia (1767-1830) projeta-se como o mais importante compositor e tecladista da época, ficando, por um determinado período, como o responsável pelas atividades na Capela Real da Corte. Contudo, muito pouco podemos afirmar sobre a formação musical do nosso Padre músico, e até o presente momento, que ela tenha sido adquirida pelo contato com o músico mineiro Salvador José de Almeida.

O ano de 1816 registra a chegada ao Brasil de Sigismund Neukomm (1778-1858), compositor austríaco e aluno de J. Haydn. De suas atividades como instrumentista e compositor, constava também a tarefa de ensinar música aos futuros monarcas D. Pedro (1798-1834) e sua esposa D. Leopoldina (1797-1826). Nessas funções ele permaneceu por 6 anos, legando ao nosso repertório de câmara uma vasta quantidade de músicas nas mais diversas formações, destacando-se o Les Adieux à ses amis bresiliénnes, obra escrita em 1821, como despedida aos seus amigos que aqui ficaram. Na Corte do Rio de janeiro, Neukomm travou amizade com José Maurício, reconhecendo nele o talento, a virtuosidade na composição e nos instrumentos como o Cravo e o Órgão. Assim, é natural supor-se que com essa vivência e troca de influências ambas as partes lucraram, e José Maurício pôde aperfeiçoar-se em suas atividades artísticas seja como compositor, seja também como instrumentista ao Fortepiano.

Posteriormente, e mais precisamente em 1817, a chegada ao Rio de Janeiro de D. Leopoldina, a esposa austríaca de D. Pedro, coloca o ambiente musical brasileiro na vanguarda de uma nova tendência estética, a futura música “romântica”. Dentre os diversos conteúdos de sua bagagem, a presença de um Fortepiano austríaco e sua posterior utilização, pode ser considerada como uma justificativa razoável para se executar num instrumento europeu músicas com influência brasileira. Assim, entre outras obras, tomamos a liberdade de acrescentar ao nosso programa musical os 3 Lundus, demonstrando uma vertente de miscigenação ocorrida na linguagem instrumental, como sendo a gênesis da futura música brasileira.

Reunir obras instrumentais de diferentes autores e épocas num só programa é sempre um desafio que se impõe ao intérprete contemporâneo, ainda mais em se tratando de repertório Brasileiro de concerto e de salão. O “sonho” de todo o instrumentista tecladista brasileiro sempre foi o de encontrar material suficiente para um programa de concerto, já que as fontes são escassas, limitando significativamente a margem de escolha. Felizmente nos últimos anos, tem aparecido um expressivo número de obras o que toma a nossa tarefa um pouco mais cômoda.

Também de relevante significado na interpelação é a questão da afinação e do temperamento como recurso expressivo para o instrumento utilizado. Ao se optar por um sistema de temperamento desigual, evidenciaram-se ainda mais as características tonais, favorecendo-se as “cores” dos textos musicais escolhidos. E neste campo, devemos mencionar que muito já tem sido demonstrado através de fontes históricas, da importância e da influência no plano sensorial deste elemento para a reconstrução sonora no plano estético-estilístico. Em contrapartida à proposta do sistema mesotônico de afinação, característico do séc. XVII, em que se dá preferência à beleza e à perfeição das terças maiores em seu estado puro, construiu-se, no século XVIII, diversas propostas desiguais de afinação, possibilitando-se as enarmonias e modulações, evidenciando-se as cores e “afetos” à cada tonalidade. Dessa maneira, inspirado nas orientações históricas, construímos um sistema desigual de afinação no qual os diferentes campos tonais são ressaltados, buscando melhor traduzir o conteúdo sentimental de cada obra.

Compartilhem do nosso sonho! Edmundo Hora, 2003.

Edmundo Hora, fortepiano
Johannes Chrysostomus Wolfgangus Theophilus [Lat. Amadeus] Mozart (Austria, 1756-1791)
01. Fantasia em dó menor, Kv 396
Franz Joseph Haydn (Germany, 1732-1809)
02. Adágio em Fá Maior, Hob. XVI:21
Anônimo (Sabará, MG, final do séc. XVIII)
03. Sonata 2ª (Sabará) – 1. Allegro
04. Sonata 2ª (Sabará) – 2. Adágio
05. Sonata 2ª (Sabará) – 3. Rondó
Pe. José Maurício Nunes Garcia (1767-1830, Rio de Janeiro, RJ)
Lições extraídas do Compêndio de Música e Método de Pianoforte, Rio 1821
06. – 1. Lição 9ª – Andantino em Dó Menor (Iªparte)
07. – 2. Lição 3ª – Andantino em Mí Maior (IIªparte)
08. – 3. Lição 5ª – Allegretto em Sol Maior (Iªparte)
09. – 4. Lição 11ª – Allegretto em Ré Maior (Iªparte)
10. – 5. Lição 12ª – Allegretto em Ré Menor (Iªparte)
11. – 6. Lição 6ª -Allegro Maestoso em Lá Maior (IIªparte)
Antonio Vieira dos Santos (Porto, 1784 – Morretes, PR, 1854)
12. Lundum da Bahia em Ré Maior (da coleção “Cifras de Música “), ajeitado por E. Hora
Anônimo bahiano (séc. XVIII e XIX)
13. Lundum em Lá Menor – com naturalidade de conversa
14. Lundum em Lá Maior – allegro
Sigismund Ritter von Neukomm (Salzburg, 1778 – Paris, 1858)
15. Les Adieux à ses amis Brésiliènes à Rio de Janeiro, em Mib Maior (Rio, 7 de abril de 1821)

Música para fortepiano no Brasil dos séculos XVIII e XIX – 2003
Edmundo Hora

Mais um CD do acervo do musicólogo Prof. Paulo Castagna. Não tem preço !!!

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XLD RIP | FLAC 218,1 MB | HQ Scans 11,2 MB |

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MP3 320 kbpm – 164.8 MB – 55,1 min
powered by iTunes 10.7

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Boa audição.

 

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Avicenna

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Benjamim Britten (1913-1976): Sinfonia para Cello e Orquestra, Op. 68 e Joseph Haydn (1732-1809) – Concerto para Cello e Orquestra in C

Este CD não me sai da cabeça desde o início da semana. Já pude ouvi-lo por diversas vezes. O fato é que a Sinfonia para Cello e orquestra do inglês Benjamim Britten é perturbadoramente incrível. Não me canso de ouvir. E mais: é regido pelo próprio Britten e tem no cello nada mais nada menos do que Rostropovich. Ou seja, não se trata de qualquer registro. Deve ser por isso que ele me fisgou. É um CD com intenções diferenciadas. De um lado temos um Britten visceral e do outro temos Haydn com o seu já conhecido Concerto para Cello e orquestra. Ouça este CD e tire suas próprias conclusões!

Rostropovich e Britten na vida louca

Rostropovich, Galina Vishnevskaya e Britten na vida louca

Benjamim Britten (1913-1976) – Sinfonia para Cello e Orquestra, Op.68

01 Britten – Symphony for Cello & Orchestra – I. Allegro maestoso
02 Britten – Symphony for Cello & Orchestra – II. Presto inquieto
03 Britten – Symphony for Cello & Orchestra – III. & IV

Joseph Haydn (1732-1809) – Concerto para Cello e Orquestra in C

04 Haydn – Cello Concerto in C – I. Moderato
05 Haydn – Cello Concerto in C – II. Adagio
06 Haydn – Cello Concerto in C – III. Allegro molto

The English Chamber Orchestra
Mstilav Rostropovich, cello
Benjamim Britten, regente

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Meu deus: Rostropovich, Oistrakh, Britten e Shostakovich levando um papo.

Meu deus: Rostropovich, Oistrakh, Britten e Shostakovich levando um papo.

Carlinus

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Haydn, Mozart, Boccherini, Tartini: Obras para Violoncelo e Orquestra

Um CD imensamente agradável. Enquanto realizo algumas atividades aqui em casa, estou a ouvir essa música alegre, bela, simples, cheia de uma poesia comovente. Destaco o Concerto para cello de Mozart. Revela aquele aspecto mais essencial de Mozart: dizer de forma singela aquilo que nos comove, envolvendo-nos por completo. Mozart sempre me faz sentir bem. Tenho uma relação de prazer com a beleza e com a alegria todas as vezes que o escuto. Consigo identificar a música e as peculiaridades tão características do compositor à distância. No CD ainda temos Haydn, Boccherini e Tartini. Boa apreciação!

Joseph Haydn (1732-1809) – Divertimento for Cello and String Orchestra in D major
01. Adagio
02. Minueto & Trio
03. Allegro di molto

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) – Concerto for Cello and Orchestra in D major K.447
04. Allegro
05. Romanze
06. Rondo

Luiggi Boccherini (1743-1805) – Adagio and Allegro for Cellor and String Orchestra in A major
07. Adagio
08. Allegro

Giuseppe Tartini (1692-1770) – Concerto for Cello and String Orchestra in D major
09. Poco Largo. Pomposo
10. Allegro Moderato
11. Grave espressivo
12. Allegro

Yuli Turovsky, cello
I Musici de Montréal Chamber Orchestra

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Joshua Reynolds (1723-1792): Autorretrato aos 24 anos

Joshua Reynolds (1723-1792): Autorretrato aos 24 anos

Carlinus

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Franz Joseph Haydn (1732-1809): Sinfonias Nº 46, 22 “O Filósofo” e 47 / Wilhelm Friedemann Bach (1710-1784): Symphony in F major for strings and continuo

A ideia e o repertório são notáveis, Giovanni Antonini é competentíssimo, mas algo aqui não funcionou. O disco é bom, mas não é apaixonante como poderia ser. Ou talvez seja eu o problema, em razão de todo o amor que tenho pela Sinfonia Nº 22 de Haydn, O Filósofo. Vocês sabem como são as exigências do amor. A gente prefere assim e não assado, devagarinho aqui, acelerando ali, sem ou com grosserias, enfim. Também o fato de ter recém ouvido extensivamente os Haydn de Sigiswald Kuijken deve ter atrapalhado. A gente fica mais exigente… Mas Antonini é muito talentoso e vai se recuperar nas próximas gravações desta coleção recém iniciada na Alpha.

Franz Joseph Haydn (1732-1809): Sinfonias Nº 46, 22 “O Filósofo” e 47 / Wilhelm Friedemann Bach (1710-1784): Symphony in F major for strings and continuo

Haydn — Symphony No. 46 in B Major, Hob. I:46

1 I. Vivace 7:34
2 II. Poco adagio 7:27
3 III. Menuet: Allegretto – Trio 2:06
4 IV. Finale: Presto e scherzando 5:57

Symphony No. 22 in E-Flat Major, Hob. I:22 “Philosopher” (Original 1764 Version)
5 I. Adagio 7:18
6 II. Presto 4:06
7 III. Menuetto – Trio 2:22
8 IV. Finale: Presto 2:55

W.F. Bach — Symphony in F major for strings and continuo

9 I. Vivace 4:15
10 II. Andante 3:52
11 III. Allegro 3:15
12 IV. Menuetto I-II 2:13

Symphony No. 47 in G Major, Hob. I:47
13 I. Allegro 7:50
14 II. Un poco adagio 6:34
15 III. Menuet al roverso – Trio al roverso 2:00
16 IV. Finale: Presto assai 5:25

Il Giardino Armonico
Giovanni Antonini

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Giovanni Antonini: na trave

Giovanni Antonini: na trave

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Joseph Haydn – Die Jahreszeiten – Herreweghe, Landshammer, Schmidt, Boesch, Collegium Vocale Gent, Orchestre des Champs-Elysées

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NOVOS LINKS !!!!

E a Primavera chegou … Viva a Primavera !!!
E para comemorar, nada como “As Estações” de Haydn, em uma versão fresquinha, lançada em 2014, com o maestro Phillipe Herreweghe, que começa sua incursão no repertório haydniano exatamente com o último oratório que o gênio austríaco compôs.
Já trouxe outras versões aqui,com regentes tão diferentes quanto Fricsay, Karajan ou René Jacobs. Obviamente a versão de Herreweghe está mais para Jacobs do que Fricsay, afinal de contas temos um período de cinquenta anos entre uma gravação e outra. Vamos dar uma lida no texto de introdução do booklet? O restante vai em anexo.
“Haydn’s Die Jahreszeiten (The Seasons), composed between 1799 and 1801 and premiered in Vienna in the spring of 1801, when he was in his seventieth year, may plausibly be counted either as the last great musical masterpiece of the eighteenth century or the first of the nineteenth. Much of its fascination lies in its Januslike position between two musical eras, the Classical and the Romantic, with roots that reach back into the Baroque Austria in which the young choirboy and budding composer was raised and which he recalls, notably, in the great fugal choruses.”

Então vamos aproveitar a Primavera que chega? Estou lhes oferecendo uma trilha sonora para os senhores. Espero que aproveitem bem …

CD 1

1 Die Jahreszeiten (The Seasons), Hob.XXI:3: Der Fruhling (Spring): Introduction and Recitative: Seht, wie der strenge Winter (Simon, Lukas, Hanne)
by Christina Landshamer
2 Die Jahreszeiten (The Seasons), Hob.XXI:3: Der Fruhling (Spring): Komm, holder Lenz! (Chorus)
3 Die Jahreszeiten (The Seasons), Hob.XXI:3: Der Fruhling (Spring): Recitative: Vom Widder strahlet jetzt (Simon)
by Florian Boesch
4 Die Jahreszeiten (The Seasons), Hob.XXI:3: Der Fruhling (Spring): Aria: Schon eilet froh der Ackermann (Simon)
by Florian Boesch
5 Die Jahreszeiten (The Seasons), Hob.XXI:3: Der Fruhling (Spring): Recitative: Der Landmann hat sein Werk vollbracht (Lukas)
by Maximilian Schmitt
6 Die Jahreszeiten (The Seasons), Hob.XXI:3: Der Fruhling (Spring): Trio: Sei nun gnadig, milder Himmel! (Lukas, Simon, Hanne, Chorus)
by Christina Landshamer
7 Die Jahreszeiten (The Seasons), Hob.XXI:3: Der Fruhling (Spring): Recitative: Erhort ist unser Flehn (Hanne)
by Christina Landshamer
8 Die Jahreszeiten (The Seasons), Hob.XXI:3: Der Fruhling (Spring): Trio: Song of Joy: O wie lieblich ist der Anblick (Hanne, Lukas, Simon, Chorus)
by Christina Landshamer
9 Die Jahreszeiten (The Seasons), Hob.XXI:3: Der Fruhling (Spring): Ewiger, machtiger, gutiger Gott! (Chorus, Hanne, Lukas, Simon)
by Christina Landshamer
10 Die Jahreszeiten (The Seasons), Hob.XXI:3: Der Sommer (Summer): Recitative: In grauem Schleier ruckt heran (Lukas, Simon)
by Maximilian Schmitt
11 Die Jahreszeiten (The Seasons), Hob.XXI:3: Der Sommer (Summer): Aria: Der munt’re Hirt versammelt nun (Simon) – Recitative: Die Morgenrote bricht hervor (Hanne)
by Florian Boesch
12 Die Jahreszeiten (The Seasons), Hob.XXI:3: Der Sommer (Summer): Trio: Sie steigt herauf, die Sonne (Hanne, Lukas, Simon, Chorus)
by Christina Landshamer
13 Die Jahreszeiten (The Seasons), Hob.XXI:3: Der Sommer (Summer): Recitative: Nun regt und bewegt sich alles umher (Simon)
by Florian Boesch
14 Die Jahreszeiten (The Seasons), Hob.XXI:3: Der Sommer (Summer): Recitative: Die Mittagssonne brennet jetzt (Lukas)
by Maximilian Schmitt
15 Die Jahreszeiten (The Seasons), Hob.XXI:3: Der Sommer (Summer): Cavatina: Dem Druck’ erlieget die Natur (Lukas)
by Maximilian Schmitt
16 Die Jahreszeiten (The Seasons), Hob.XXI:3: Der Sommer (Summer): Recitative: Willkommen jetzt, o dunkler Hain (Hanne)
by Christina Landshamer
17 Die Jahreszeiten (The Seasons), Hob.XXI:3: Der Sommer (Summer): Aria: Welche Labung fur die Sinne (Hanne)
by Christina Landshamer
18 Die Jahreszeiten (The Seasons), Hob.XXI:3: Der Sommer (Summer): Recitative: O seht, es steiget in der schwulen Luft (Simon, Lukas, Hanne)
by Christina Landshamer
19 Die Jahreszeiten (The Seasons), Hob.XXI:3: Der Sommer (Summer): Ach! das Ungewitter naht (Chorus)
by Collegium Vocale Gent
20 Die Jahreszeiten (The Seasons), Hob.XXI:3: Der Sommer (Summer): Trio: Die dustren Wolken trennen sich (Lukas, Hanne, Simon, Chorus)
by Christina Landshamer

Disc 2
1 Die Jahreszeiten (The Seasons), Hob.XXI:3: Der Herbst (Autumn): Introduction
by Orchestre des Champs-Elysees
2 Die Jahreszeiten (The Seasons), Hob.XXI:3: Der Herbst (Autumn): Recitative: Was durch seine Blute der Lenz (Hanne) – Recitative: Den reichen Vorrat fuhrt er nun (Lukas, Simon)
by Christina Landshamer
3 Die Jahreszeiten (The Seasons), Hob.XXI:3: Der Herbst (Autumn): Trio: So lohnet die Natur den Fleiss (Simon, Hanne, Lukas, Chorus)
by Christina Landshamer
4 Die Jahreszeiten (The Seasons), Hob.XXI:3: Der Herbst (Autumn): Recitative: Seht, wie zum Haselbusche dort (Hanne, Simon, Lukas)
by Christina Landshamer
5 Die Jahreszeiten (The Seasons), Hob.XXI:3: Der Herbst (Autumn): Duet: Ihr Schonen aus der Stadt, kommt her (Lukas, Hanne)
by Christina Landshamer
6 Die Jahreszeiten (The Seasons), Hob.XXI:3: Der Herbst (Autumn): Recitative: Nun zeiget das entblosste Feld (Simon)
by Florian Boesch
7 Die Jahreszeiten (The Seasons), Hob.XXI:3: Der Herbst (Autumn): Aria: Seht auf die breiten Wiesen hin (Simon)
by Florian Boesch
8 Die Jahreszeiten (The Seasons), Hob.XXI:3: Der Herbst (Autumn): Recitative: Hier treibt ein dichter Kreis (Lukas)
by Maximilian Schmitt
9 Die Jahreszeiten (The Seasons), Hob.XXI:3: Der Herbst (Autumn): Chorus of Countrymen and Hunters: Hort das laute Geton (Chorus)
by Collegium Vocale Gent
10 Die Jahreszeiten (The Seasons), Hob.XXI:3: Der Herbst (Autumn): Recitative: Am Rebenstocke blinket jetzt (Hanne)
by Christina Landshamer
11 Die Jahreszeiten (The Seasons), Hob.XXI:3: Der Herbst (Autumn): Juhe, juhe! Der Wein ist da (Chorus)
by Collegium Vocale Gent
12 Die Jahreszeiten (The Seasons), Hob.XXI:3: Der Winter (Winter): Introduction: Die Einleitung schildert die dicken Nebel
by Orchestre des Champs-Elysees
13 Die Jahreszeiten (The Seasons), Hob.XXI:3: Der Winter (Winter): Recitative: Nun senket sich (Simon, Hanne)
by Christina Landshamer
14 Die Jahreszeiten (The Seasons), Hob.XXI:3: Der Winter (Winter): Cavatina: Licht und Leben sind geschwachet (Hanne)
by Christina Landshamer
15 Die Jahreszeiten (The Seasons), Hob.XXI:3: Der Winter (Winter): Recitative: Gefesselt steht der breite See (Lukas)
by Maximilian Schmitt
16 Die Jahreszeiten (The Seasons), Hob.XXI:3: Der Winter (Winter): Aria: Hier steht der Wand’rer nun (Lukas)
by Maximilian Schmitt
17 Die Jahreszeiten (The Seasons), Hob.XXI:3: Der Winter (Winter): Recitative: So wie er naht (Lukas, Hanne, Simon)
by Christina Landshamer
18 Die Jahreszeiten (The Seasons), Hob.XXI:3: Der Winter (Winter): Song with Chorus: Knurre, schnurre, knurre (Hanne, Chorus)
by Christina Landshamer
19 Die Jahreszeiten (The Seasons), Hob.XXI:3: Der Winter (Winter): Recitative: Abgesponnen ist der Flachs (Lukas)
by Maximilian Schmitt
20 Die Jahreszeiten (The Seasons), Hob.XXI:3: Der Winter (Winter): Song with Chorus: Ein Madchen, das auf Ehre (Hanne, Chorus)
by Christina Landshamer
21 Die Jahreszeiten (The Seasons), Hob.XXI:3: Der Winter (Winter): Recitative: Vom durren Osten dringt (Simon)
by Florian Boesch
22 Die Jahreszeiten (The Seasons), Hob.XXI:3: Der Winter (Winter): Aria: Erblicke hier, betorter Mensch (Simon)
23 Die Jahreszeiten (The Seasons), Hob.XXI:3: Der Winter (Winter): Recitative: Die bleibt allein (Simon)
24 Die Jahreszeiten (The Seasons), Hob.XXI:3: Der Winter (Winter): Trio and Double Chorus: Dann bricht der grosse Morgen an (Simon, Lukas, Hanne, Chorus)
by Christina Landshamer

Christina Landshamer – Soprano
Maximilian Schmitt – Tenor
Florian Boesch – Bass
Collegium Vocale Gent
Orchestre des Champs-Elysées
Philippe Herreweghe – Conductor

 

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philippe

Phillippe Herreweghe – Dás um banho, hem ???

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18º Festival de Música de Juiz de Fora: Franz Joseph Haydn (1732-1809) + C.P.E. Bach (1714-1788) + Pe. José Maurício Nunes Garcia (1767-1830) – Acervo PQPBach

261k8jo18º Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga de Juiz de Fora
2007

Com instrumentos de época. On period instruments.

Repostagem com novos e atualizados links.

Uma celebração especial

Esta postagem tem o objetivo especial de celebrar o retorno do mais completo website sobre a vida e obra do Pe. José Maurício Nunes Garcia, que ficou 2 anos fora do ar. Devemos essa obra prima a Antonio Campos Monteiro Neto, que dedicou 2 anos para remontar e atualizar o site.

Nao deixe de visitar. IM-PER-DÍ-VEL!!!
http://www.josemauricio.com.br/

Palhinha: ouçam 01. Abertura em Ré Maior

Franz Joseph Haydn  (1732-1809)
01. Sinfonia em Ré Maior, Hob. 104 “Londres”, Adagio – Allegro
02. Sinfonia em Ré Maior, Hob. 104 “Londres”, Andante
03. Sinfonia em Ré Maior, Hob. 104 “Londres”, Menuet
04. Sinfonia em Ré Maior, Hob. 104 “Londres”, Finale – Spiritoso
C.P.E. Bach (1714-1788)
05. Sinfonia em Ré Maior Wt 183, Allegro di Molto
06. Sinfonia em Ré Maior Wt 183, Largo
07. Sinfonia em Ré Maior Wt 183, Presto

Pe. José Maurício Nunes Garcia (1767-1830, Rio de Janeiro, RJ)
08. Abertura em Ré Maior
09. Sinfonia Fúnebre (1790)
10. Ouverture “Que Expressa Relâmpagos e Trovoadas”

18° Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga de Juiz de Fora – 2007
Orquestra Barroca
Regente: Luis Otávio Santos

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2jcbrlsBAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE
XLD RIP | FLAC 300,3 MB | 1,0 h

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MP3 320 kbps | 127,6 MB | 1,0 h
powered by iTunes 12.1.0

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Boa audição.

xd7ir

 

 

 

 

Avicenna

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F. J. Haydn (1732-1809): Sinfonias Nº 26, 52, 53 e de 82 a 92 (5 CDs – Sigiswald Kuijken)

IM-PER-DÍ-VEL !!!!

A série de livros “Manual do Blefador” (Ediouro) dá dicas a pessoas que não querem passar vergonha entre entendidos. Você chega num grupo intelectualizado e começa a externar generalidades brilhantes sobre vários assuntos. Mesmo sem saber do que se trata, sem ter lido, ouvido ou tido algum contato com o tema, você se torna subitamente um especialista. Há vários desses livrinhos: sobre música, vinhos, literatura, arte moderna, filosofia, teatro, etc. Eles são ótimos, engraçadíssimos, como demonstra este verbete sobre Haydn, retirado de “Manuel do Blefador: Música”:

Haydn.

O pai da sinfonia. Ao contrário do normal, ninguém soube quem foi sua mãe. Haydn decidiu que as sinfonias deviam ter princípio, meio e fim, além de primeiros movimentos que soma como aberturas nas sonatas, missas e trios. Beethoven, em seu estilo grosseiro, desconsiderou e estragou esse belo modelo convencional.

O sentimento geral é de que Haydn podia ser tão bom quanto Mozart se não tivesse sido tão incuravelmente feliz durante a vida. Esse espírito de contentamento insinuou-se por toda sua música e diluiu-se. As últimas sinfonias foram compostas em Londres para ganhar dinheiro vivo, e a sombra do contrato que pairava sobre ele acrescentou-lhe aquela pitadinha de desgraça que tanto lhe faltara antes. Talvez somente um homem verdadeiramente sem coração poderia ter composto algo tão assombrosamente feliz quanto o final da Sinfonia Nº 88.

Existem muitas e muitas sinfonias que praticamente não são tocadas e que você pode considerar suas favoritas, mas o excelente comentário sobre Haydn é afirmar que o melhor de suas músicas foram as missas — e não haverá necessidade de falar sobre isso.

Peter Gammond — Manual do Blefador: Música

Sigiswald Kuijken faz uma careta especial para o povo pequepiano | Imagem roubada do Facebook do grande violinista e maestro brasileiro Luis Otavio Santos

Sigiswald Kuijken faz uma careta especial para o povo pequepiano | Imagem roubada do Facebook do grande violinista e maestro brasileiro Luis Otavio Santos

Elegância, equilíbrio, senso de estilo, alegria, linda sonoridade, todos os elogios valem para esta coleção de sinfonias de Haydn. Quem aprecia este imenso compositor do classicismo ficará muito feliz em ouvir Sigiswald Kuijken dirigindo dois esplêndidos grupos: a Orchestra of the Age of Enlightenment e, pois creio que seja, a sua La Petite Bande.

Haydn, ao lado de Mozart, personifica o classicismo vienense. Para quem não sabe, compôs mais de 100 delas, além de mais de 60 quartetos de cordas e dezenas de criações em diversos gêneros instrumentais e vocais, sacros e profanos. Ele é chamado o “Pai da Sinfonia”, mas pode também ser chamado de “Pai do Quarteto de Cordas”, gênero inventado por ele. Mozart chamava-o de “Papai Haydn”.

O musicólogo Charles Rosen escreveu:

Não há uma passagem, mesmo a mais séria, dessas grandes obras que não seja marcada pelo humor de Haydn, e seu humor cresce de forma tão poderosa e tão eficiente que se torna uma espécie de paixão, uma força ao mesmo tempo onívora e criativa.

Franz Josef Haydn (1732-1809)

Franz Josef Haydn (1732-1809)

Haydn: Sinfonias Nº 26, 52, 53 e de 82 a 92

CD 1
Symphony No. 26 in D minor (‘Lamentatione’), H. 1/26
1. I. Allegro con spirito
2. II. Adagio
3. III. Menuet & trio
Symphony No. 52 in C minor, H. 1/52
4. I. Allegro con brio
5. II. Andante
6. III. Menuetto (Allegro) & trio
7. IV. Finale: Presto
Symphony No. 53 in D major (‘L’Impériale’/’Festino’), H. 1/53
8. I. Largo maestoso – Vivace
9. II. Andante
10. III. Menuetto & trio
11. IV. Finale: Capriccio – Moderato

CD 2
Symphony No. 82 in C major (‘The Bear’), H. 1/82
1. I. Vivace assai
2. II. Allegretto
3. III. Menuet – Trio
4. IV. Finale: Vivace
Symphony No. 83 in G minor (‘The Hen’), H. 1/83
5. I. Allegro spiritoso
6. II. Andante
7. III. Menuet: Allegretto – Trio
8. IV. Finale: Vivace
Symphony No. 84 in E flat major (‘In Nomine Domini’), H. 1/84
9. I. Largo – Allegro
10. II. Andante
11. III. Menuet: Allegretto – Trio
12. IV. Finale: Vivace

CD 3
Symphony No. 85 in B flat major (‘La Reine’), H. 1/85
1. I. Adagio – Vivace
2. II. Romance: Allegretto
3. III. Menuetto: Allegretto – Trio
4. IV. Finale: Presto
Symphony No. 86 in D major, H. 1/86
5. I. Adagio – Allegro spiritoso
6. II. Capriccio: Largo
7. III. Menuet: Allegretto – Trio
8. IV. Finale: Allegro con spirito
Symphony No. 87 in A major, H. 1/87
9. I. Vivace
10. II. Adagio
11. III. Menuet – Trio
12. IV. Finale: Vivace

CD 4
Symphony No. 88 in G major (‘Letter V’), H. 1/88
1. I. Adagio – Allegro
2. II. Largo
3. III. Allegretto
4. IV. Allegro con spirito
Symphony No. 89 in F major (‘Letter W’), H. 1/89
5. I. Vivace
6. II. Andante con moto
7. III. Menuet
8. IV. Vivace assai
Symphony No. 92 in G major (‘Oxford’/’Letter Q’), H. 1/92
9. I. Adagio – Allegro spiritoso
10. II. Adagio
11. III. Allegretto
12. IV. Presto

CD 5
Symphony No. 90 in C major (‘Letter R’), H. 1/90
1. I. Adagio – Allegro assai
2. II. Andante
3. III. Menuet
4. IV. Allegro assai
Symphony No. 91 in E flat major (‘Letter T’), H. 1/91
5. I. Largo – Allegro assai
6. II. Andante
7. III. Menuet
8. IV. Vivace

Orchestra of the Age of Enlightenment
La Petite Bande
Sigiswald Kuijken

Total playing time: 348:38
Recorded 1988-91 | Released 2002

Recording:
1988-91, Haarlem, The Netherlands | London

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Sigiswald Kuijken: um esplêndido trabalho em Haydn

Sigiswald Kuijken: um esplêndido trabalho em Haydn

PQP

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Haydn (1732-1809): As Seis Grandes Missas (CD 3 de 3)

As Missas que fecham a coleção de Gardiner são esplêndidas. a Missa de Teresa e a Missa em Tempo de Guerra são obras-primas. Se a segunda é reflexiva, a primeira é cheia de melodias arrebatadoras e inesquecíveis, tanto que este que vos escreve não ouvia a Teresa há vinte anos e começou a cantá-la como se a tivesse ouvido ontem. Aqui, novamente, não se nota muita distinção entre religioso e profano. As Missas de Haydn são carregadas de elementos profanos e nelas se sente a sombra do sinfonista, que se revela no contraste entre os solistas e o coro e no estilo concertante. São sinfonias corais. Belíssimas sinfonias corais.

Disc 3:

Mass for soloists, chorus, organ & orchestra in B flat major (“Theresienmesse”), H. 22/12
1. Kyrie – Kyrie 5:03
2. Gloria – Gloria 2:35
3. Gratias – Gratias 6:56
4. Quoniam – Quoniam 2:51
5. Credo – Credo 1:51
6. Et incarnatus – Et incarnatus 3:44
7. Et resurrexit – Et resurrexit 4:03
8. Sanctus – Sanctus 2:16
9. Benedictus – Benedictus 6:17
10. Agnus Dei – Agnus Dei 2:30
11. Dona nobis pacem – Dona nobis pacem 3:58

Missa in Tempore belli, for soloists, chorus, organ & orchestra in C major (“Paukenmesse”), H. 22/9
12. Kyrie – Kyrie 4:45
13. Gloria: Gloria in excelsis Deo – Gloria: Gloria in excelsis Deo 2:40
14. Gloria: Qui tollis peccata mundi – Gloria: Qui tollis peccata mundi 4:39
15. Gloria: Quoniam tu solus sanctus – Gloria: Quoniam tu solus sanctus 2:23
16. Credo: Credo in unum Deum – Credo: Credo in unum Deum 1:10
17. Credo: Et incarnatus est – Credo: Et incarnatus est 3:57
18. Credo: Et resurrexit tertia die – Credo: Et resurrexit tertia die 4:16
19. Sanctus – Sanctus 2:21
20. Benedictus – Benedictus 5:47
21. Agnus Dei – Agnus Dei 2:58
22. Dona Nobis – Dona Nobis 2:53

Monteverdi Choir
English Baroque Soloists
John Eliot Gardiner

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Gardiner

Gardiner: uma Teresa impecável.

PQP

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Haydn (1732-1809): As Seis Grandes Missas (CD 2 de 3)

A Missa Nelson ou Missa in Angustiis é o destaque deste segundo CD. Como estamos atrasados, pediremos auxílio ao grande maestro Emanuel Martinez.

Quando Josef Haydn assumiu pela segunda vez o posto de mestre-capela do castelo Esterhazy, em Viena, ele tinha por incumbência compor a cada ano uma missa para festejar o dia onomástico da princesa Maria Josefa Emernegilda . A “Missa Nelson”, composta em 1798 por um Haydn aos 66 anos de idade e dono de uma muito fértil inspiração musical, é a terceira de uma série de seis grandes missas assim compostas.

A designação “Nelson” é com certeza um dado posterior à composição, como ocorre aliás com muitas outras obras suas, sobretudo com as sinfônias , denominadas a partir de um fato significativo das circunstâncias da estréia (ex. sinfonia da despedida) ou a partir de um elemento temático saliente (ex sinfonia do relógio).

“Missa in angustiis” (missa nos tempos de aflição) é seu primeiro nome, pois ela estava sendo composta em tempos muito difíceis, quando as ameaças das guerras napeleônicas afligiam a todos. E é num contexto napoleônico que seuge o nome Nelson, o almirante britânico que me 1 de agosto de 1798, exatamente quando Haydn compunha sua “Missa in angustiis”, abateu a frota de Napoleão na batalha de Abicur no Nilo. Dois anos mais tarde, num visita do mesmo almirante Nelson ao castelo do príncipe Estechazy onde Haydn era o mestre da música fez-se ouvir a “Missa in angustiis”. Esta poderia ter sido uma razão suficiente para que a missa passasse a se chamar “Missa de Nelson”.

A Orquestração usada por Haydn nesta obra destoa da riqueza orquestral diferenciada de suas últimas sinfonias. É que o compositor dispunha na ocasião apenas de uma orquestra reduzida, pois o príncipe Estehazy tinha demitido na época os instrumentistas de sopro, sobretudo as madeiras. Assim o coro e os solistas tem como acompanhamento a orquestra de cordas e a fanfarra às vezes militar, às vezes festiva dos trompetes e tímpanos.

Disc 2:

Mass for soloists, chorus, organ & orchestra in D minor (“Missa in Angustiis”, “Lord Nelson”, “Missa Nelson”), H. 22/11
1. Kyrie – Kyrie 4:39
2. Gloria: Gloria in excelsis Deo – Gloria: Gloria in excelsis Deo 3:30
3. Gloria: Qui tollis – Gloria: Qui tollis 4:27
4. Gloria: Quoniam – Gloria: Quoniam 2:45
5. Credo: Credo in unum Deum – Credo: Credo in unum Deum 1:41
6. Credo: Et incarnatus est – Credo: Et incarnatus est 4:05
7. Credo: Et resurrexit – Credo: Et resurrexit 3:36
8. Sanctus – Sanctus 2:26
9. Benedictus – Benedictus 6:12
10. Agnus Dei: Agnus Dei qui tollis – Agnus Dei: Agnus Dei qui tollis 2:48
11. Agnus Dei: Dona nobis pacem – Agnus Dei: Dona nobis pacem 2:29

Mass for soloists, chorus, organ & orchestra in B flat major (“Schöpfungsmesse”), H. 22/13
12. Kyrie – Kyrie 6:29
13. Gloria – Gloria 7:11
14. Quoniam – Quoniam 0:37
15. In gloria Dei patris – In gloria Dei patris 2:37
16. Credo – Credo 1:57
17. Et incarnatus est – Et incarnatus est 2:47
18. Et resurrexit – Et resurrexit 2:35
19. Et vitam venturi saeculi – Et vitam venturi saeculi 1:21
20. Sanctus – Sanctus 3:13
21. Benedictus – Benedictus 5:35
22. Agnus Dei – Agnus Dei 3:10
23. Dona nobis – Dona nobis 3:25

Monteverdi Choir
English Baroque Soloists
John Eliot Gardiner

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John Eliot Gardiner: uma rara foto de regente coçando a cabeça

John Eliot Gardiner: uma rara foto de regente coçando a cabeça

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Haydn (1732-1809): As Seis Grandes Missas (CD 1 de 3)

As Missas de Haydn são um capítulo à parte da História da Música. São belíssimas e criticadíssimas. Em primeiro lugar, seriam alegres, felizes demais para o serviço religioso. Em segundo lugar, cada uma delas teria (e tem!) tal unidade que seriam inúteis para a igreja — onde normalmente as Missas são interrompidas pelas preces. Mas, gente, são tão lindas que as salas de concerto as abraçaram como se fossem filhas queridas que tivessem sofrido sequestros por parte de um comando de padres.

A Harmoniemesse que abre esta coleção é exuberante e feliz e a Heiligmesse não fica muito atrás. Agora, uma alerta: não se engane, estas 6 Missas compostas no final da década de 1790 para o patrão Esterházy são as melhores obras vocais de Haydn. Deixe as insinceras A Criação e As Estações de lado. Aqui está o verdadeiro tesouro. Gardiner não me deixa mentir.

Disc 1:

Mass for soloists, chorus, organ & orchestra in B flat major (“Harmoniemesse”. “Missa para Banda de Sopros”), H. 22/14
1. Kyrie – Kyrie 8:03
2. Gloria – Gloria 2:04
3. Gratias – Gratias 5:46
4. Quoniam – Quoniam 3:10
5. Credo – Credo 2:43
6. Et incarnatus – Et incarnatus 3:44
7. Et resurrexit – Et resurrexit 2:38
8. Et vivam venturi saeculi – Et vivam venturi saeculi 1:38
9. Sanctus – Sanctus 3:05
10. Benedictus – Benedictus 3:55
11. Agnus Dei – Agnus Dei 2:54
12. Dona nobis – Dona nobis 2:53

Missa Sancti Bernardi von Offida, for soloists, chorus, organ & orchestra in B flat major (“Heiligmesse”), H. 22/10
13. Kyrie – Kyrie 4:22
14. Gloria in excelsis Deo – Gloria in excelsis Deo 2:03
15. Gratias agimus tibi – Gratias agimus tibi 3:39
16. Quoniam tu solus Sanctus – Quoniam tu solus Sanctus 2:35
17. Credo in unum Deum – Credo in unum Deum 1:16
18. Et incarnatus est – Et incarnatus est 3:55
19. Et resurrexit – Et resurrexit 3:46
20. Sanctus – Sanctus 1:43
21. Benedictus – Benedictus 4:56
22. Agnus Dei – Agnus Dei 3:11
23. Dona nobis pacem – Dona nobis pacem 2:41

Monteverdi Choir
English Baroque Soloists
John Eliot Gardiner

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O genial Haydn em 1792: feliz demais e "inadequado para as igrejas", com a graça de Deus.

O genial Haydn em 1792: feliz demais e “inadequado para as igrejas”, com a graça de Deus.

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Joseph Haydn (1732-1809): The "Sturm und Drang" Symphonies – CDs 5 e 6 de 6 – The English Concert – Pinnock

Para esta última postagem das sinfonias haydnianas do período chamado “Sturm & Drang” eu havia preparado um texto já na semana passada, portanto bastava subir o arquivo compactado e postar. Me engana que eu gosto… exatamente às seis horas da tarde deste sábado o servidor do Pensador Selvagem entrou em crise, e nem com reza braba eu conseguia concluir a postagem. Quando voltei, uma hora depois, surpresa, o texto tinha sido apagado por algum fantasma cibernético, e portanto tive de improvisar.

Pois bem, temos aqui os cds 5 e 6 que trazem algumas pérolas, entre elas a genial sinfonia nº 45, conhecida como Sinfonia do Adeus. Por falta de tempo, não entrarei em detalhes sobre ela, sugiro a leitura detalhada do libreto anexado ao arquivo, libreto este que dá um histórico e detalhes de cada uma das sinfonias gravadas nestes seis cds.

Espero que tenham gostado da série. Os números dos downloads são impressionantes, me deixaram bastante contente.

Joseph Haydn (1732-1809) – The “Sturm und Drang” Symphonies – CDs 5 e 6 de 6

CD 5

01 – Symphony No.42 in D major – 1. Moderato e maestoso
02 – Symphony No.42 in D major – 2. Andantino e cantabile
03 – Symphony No.42 in D major – 3. Minuet_ Allegretto
04 – Symphony No.42 in D major – 4. Finale_ Scherzando e presto
05 – Symphony No.44 in E minor ‘Mourning’ – 1. Allegro con brio
06 – Symphony No.44 in E minor ‘Mourning’ – 2. Minuetto_ Allegretto (Canone in Dia
07 – Symphony No.44 in E minor ‘Mourning’ – 3. Adagio
08 – Symphony No.44 in E minor ‘Mourning’ – 4. Finale_ Presto
09 – Symphony No.46 in B major – 1. Vivace
10 – Symphony No.46 in B major – 2. Poco adagio
11 – Symphony No.46 in B major – 3. Minuet_ Allegretto
12 – Symphony No.46 in B major – 4. Finale_ Presto e scherzando

CD 6

01 – Symphony in F sharp minor, H.I No.45 ‘Farewell’ – 1. Allegro assai
02 – Symphony in F sharp minor, H.I No.45 ‘Farewell’ – 2. Adagio
03 – Symphony in F sharp minor, H.I No.45 ‘Farewell’ – 3. Menuet (Allegretto)
04 – Symphony in F sharp minor, H.I No.45 ‘Farewell’ – 4. Finale (Presto – Adagio)
05 – Symphony in F sharp minor, H.I No.45 ‘Farewell’ – 5. Adagio
06 – Symphony in G, H.I No.47 – 1. (Allegro)
07 – Symphony in G, H.I No.47 – 2. Un poco adagio
08 – Symphony in G, H.I No.47 – 3. Menuet al Roverso
09 – Symphony in G, H.I No.47 – 4. Finale (Presto assai)
10 – Symphony in C, H.I No.50 – 1. Adagio e maestoso
11 – Symphony in C, H.I No.50 – 2. Andante moderato
12 – Symphony in C, H.I No.50 – 3. Menuet
13 – Symphony in C, H.I No.50 – 4. Finale. Presto

The English Concert
Trevor Pinnock – Harpsichord & Conductor

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E agora, Pinnock mais velhão

E agora, Pinnock mais velhão

FDPBach

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Joseph Haydn (1732-1809): The "Sturm und Drang" Symphonies – CDs 3 e 4 de 6 – The English Concert – Pinnock

Sucesso, sucesso, sucesso. Assim posso chamar a postagem dos dois primeiros cds desta baita coleção do grande Pinnock regendo o imortal Haydn. Isso mostra como existe um grande interesse por este compositor, estigmatizado e desprezado às vezes, mas que se impõe pela qualidade de suas composições.

Creio que a sinfonia mais conhecida deste grupo que ora trago seja a de nº 48, intitulada “Maria Thereza”, uma das principais obras sinfônicas compostas no século XVIII. É de se ouvir de joelhos, ainda mais com a brilhante interpretação do The English Concert nas mãos de Pinnock. Uma gravação destas não pode dar errado.

Divirtam-se.

Joseph Haydn (1732-1809) – The “Sturm und Drang” Symphonies – CDs 3 e 4 de 6

CD 3
01 – Symphony No.41 in C major – 1. Allegro con spirito
02 – Symphony No.41 in C major – 2. Un poco Andante
03 – Symphony No.41 in C major – 3. Menuet
04 – Symphony No.41 in C major -4. Finale_ Presto
05 – Symphony No.48 in C major ‘Maria Theresia’ – 1. Allegro
06 – Symphony No.48 in C major ‘Maria Theresia’ – 2. Adagio
07 – Symphony No.48 in C major ‘Maria Theresia’ – 3. Menuet_ Allegretto
08 – Symphony No.48 in C major ‘Maria Theresia’ – 4. Finale_ Allegro
09  – Symphony No.65 in A major – 1. Vivace e con spirito
10 – Symphony No.65 in A major – 2. Andante
11 – Symphony No.65 in A major – 3. Menuetto
12 – Symphony No.65 in A major – 4. Finale_ Presto

CD 4

01 – Symphony No.43 in E flat major ‘Mercury’ – 1. Allegro
02 – Symphony No.43 in E flat major ‘Mercury’ – 2. Adagio
03 – Symphony No.43 in E flat major ‘Mercury’ – 3. Menuetto
04 – Symphony No.43 in E flat major ‘Mercury’ – 4. Finale_ Allegro
05 – Symphony No.51 in B flat major – 1. Vivace
06 – Symphony No.51 in B flat major – 2. Adagio
07 – Symphony No.51 in B flat major – 3. Menuetto – Trio I & II
08 – Symphony No.51 in B flat major – 4. Finale_ Allegro
09 – Symphony No.52 in C minor – 1. Allegro assai con brio
10 – Symphony No.52 in C minor – 2. Andante
11 – Symphony No.52 in C minor – 3. Menuetto_ Allegretto
12 – Symphony No.52 in C minor – 4. Finale_ Presto

The English Concert
Trevor Pinnock – Harpsichord & Conductor

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Pinnock na meia idade

Pinnock na meia idade

FDPBach

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Joseph Haydn (1732-1809): The "Sturm und Drang" Symphonies – CDs 1 e 2 de 6 – The English Concert – Pinnock

A partir desta postagem estou iniciando uma série especial dedicada às sinfonias haydnianas. Nos primórdios do blog também fiz uma mega postagem a partir da sinfonia 88, com diversos regentes e orquestras, mas creio que os links já estejam apagados. Vou começar trazendo esta bela caixa da Archiv: as sinfonias compostas no período do “Sturm Und Drang”, movimento literário pré romântico, cujos principais expoentes foram Goethe e Schiller. Neste período Haydn já estava trabalhando para a família imperial austríaca, os Esterházy.

Para ser mais rápido, estarei postando dois cds de cada vez. Nestes dois primeiros, temos as conhecidas sinfonias de nº 26, “Lamentations”, e a de nº 49, intitulada “La Passione”. Prestem atenção como em diversos momentos parece que ouvimos uma sinfonia de Mozart.

A orquestra é o excelente conjunto “The English Concert”, dirigido pelo sempre competente e versátil Trevor Pinnock. Coisa finíssima.

Espero que apreciem.

Joseph Haydn (1732-1809) – The “Sturm und Drang” Symphonies – CDs 1 e 2 de 6

CD 1
01 – Haydn – Symphony No.35 in B Flat, Hob.I-35 – I. Allegro di molto
02 – Haydn – Symphony No.35 in B Flat, Hob.I-35 – II. Andante
03 – Haydn – Symphony No.35 in B Flat, Hob.I-35 – III. Menuet. Un poco Allegretto
04 – Haydn – Symphony No.35 in B Flat, Hob.I-35 – IV. Finale. Presto
05 – Haydn – Symphony No.38 in C, Hob.I-38 – I. Allegro di molto
06 – Haydn – Symphony No.38 in C, Hob.I-38 – II. Andante molto
07 – Haydn – Symphony No.38 in C, Hob.I-38 – III. Menuet. Allegro
08 – Haydn – Symphony No.38 in C, Hob.I-38 – IV. Finale. Allegro di molto
09 – Haydn – Symphony No.39 in G minor, Hob.I-39 – I. Allegro assai
10 – Haydn – Symphony No.39 in G minor, Hob.I-39 – II. Andante
11 – Haydn – Symphony No.39 in G minor, Hob.I-39 – III. Menuet
12 – Haydn – Symphony No.39 in G minor, Hob.I-39 – IV. Finale. Allegro di molto
13 – Haydn – Symphony No.59 in A, Hob.I-59 ”Fire” – I. Presto
14 – Haydn – Symphony No.59 in A, Hob.I-59 ”Fire” – II. Andante o piu tosto Alle
15 – Haydn – Symphony No.59 in A, Hob.I-59 ”Fire” – III. Menuetto
16 – Haydn – Symphony No.59 in A, Hob.I-59 ”Fire” – IV. Allegro assai

CD 2

01 – Symphony in D minor, H.I No.26 ‘Lamentations’ – 1. Allegro assai con spirito
02 – Symphony in D minor, H.I No.26 ‘Lamentations’ – 2. Adagio
03 – Symphony in D minor, H.I No.26 ‘Lamentations’ – 3. Menuetto
04 – Symphony in F minor, H.I No.49 ‘La passione’ – 1. Adagio
05 – Symphony in F minor, H.I No.49 ‘La passione’ – 2. Allegro di molto
06 – Symphony in F minor, H.I No.49 ‘La passione’ – 3. Menuet
07 – Symphony in F minor, H.I No.49 ‘La passione’ – 4. Finale (Presto)
08 – Symphony in F, H.I No.58 – 1. Allegro
09 – Symphony in F, H.I No.58 – 2. Andante
10 – Symphony in F, H.I No.58 – 3. Menuet alla zoppa. Un poco Allegretto
11 – Symphony in F, H.I No.58 – 4. Finale. Presto

The English Concert
Trevor Pinnock – Conductor

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Pinnock quando jovem

Pinnock quando jovem

FDPBach

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W. A. Mozart (1756-1791): Gran Partita / F. J. Haydn (1732-1809): Noturno Nº 8

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Na página não parecia… Nada! O princípio simples, quase cômico. Só uma pulsação. Trompas… fagotes… como uma sanfona enferrujada. E depois, subitamente… lá bem no alto… um oboé. Uma única nota, ali pendurada, decidida. Até que um clarinete a substitui, adoçando-a numa frase de tal voluptuosidade… Isto não era uma composição de um macaco amestrado. Era música como eu nunca tinha ouvido.

Este texto é brilhantemente dito por F. Murray Abraham — que ganhou o Oscar de Melhor Ator — em Amadeus (1984), de Milos Forman. Ele está descrevendo o Adágio da Serenata para 13 Instrumentos de Sopro, K. 361, mais conhecida como “Gran Partita“.

Não sei de preciso escrever mais. Talvez deva dizer que Trevor Pinnock pegou um grupo bem jovem e talentoso para fazer este CD muitíssimo bom. E que novamente me deu certa vontade de chorar ouvindo o tal Adágio que não foi escrito por um macaco amestrado e sim por um dos topos da evolução da espécie humana: Mozart.

Serenade in B flat major, K. 361, ‘Gran Partita’, de W. A. Mozart
1. I. Largo – Allegro Molto
2. II. Menuetto
3. III. Adagio
4. IV. Menuetto: Allegretto
5. V. Romance: Adagio
6. VI. Tema Con Variazioni
7. VII. Finale: Allegro Molto

Notturno No. 8 in G major, Hob. II:27, de F. J. Haydn
8. I. Largo – Allegro
9. II. Adagio
10. III. Finale: Vivace Assai

Royal Academy of Music Soloists Ensemble
Trevor Pinnock, regente

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Pinnock, alguns discordam, mas o cara é conhece muito Mozart

Pinnock, alguns discordam, mas o cara conhece muito Mozart. Eu acho.

PQP

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Joseph Haydn – Trumpet Concerto in E Flat Major, Leopold Mozart – Trumpet Concerto in D Major,

FrontNa verdade quem deveria estar assinando esta postagem seria nosso colega Wellbach, trompetista profissional e professor do mesmo instrumento. Mas como sei que é difícil para ele encontrar um tempo em sua agenda, resolvi então escrever estas mal traçadas linhas.
Maurice Andre provavelmente é o maior de todos os trompetistas, me corrijam se eu estiver errado, e se existiu algum outro trompetista deste quilate, me apresentem, pelo menos neste repertório.
Imagino que o repertório para um trompetista concertista seja muito limitado, por este motivo as adaptações são necessárias, que o digam os concertos para Oboe de Mozart e de Haydn aqui tocados. E a própria transcrição deve ser muito complicada, pois tratam-se de dois instrumentos bem diferentes.
Peço ajuda aos universitários, digo ao Wellbach, para fazer algum outro comentário sobre as obras aqui interpretadas e sobre o músico.

01. Haydn – Trumpet Concerto in E flat major – 1 – Allegro
02. Haydn – Trumpet Concerto in E flat major – 2 – Andante Cantabile
03. Haydn – Trumpet Concerto in E flat major – 3 – Allegro

Bamberg Symphony Orchestra
Theodor Guschlbauer – Conductor

04. Leopold Mozart – Trumpet Concerto in D major – 1 – Adagio
05. Leopold Mozart – Trumpet Concerto in D major – 2 – Allegro moderato

Jean-François Paillard Chamber Orchestra
Jean-François Paillard – Conductor

06. Haydn – Oboe Concerto in C major – 1 – Allegro spirituoso
07. Haydn – Oboe Concerto in C major – 2 – Andante
08. Haydn – Oboe Concerto in C major – 3 – Rondo
09. Mozart – Oboe Concerto in C major – 1 – Allegro aperto
10. Mozart – Oboe Concerto in C major – 2 – Adagio non troppo
11. Mozart – Oboe Concerto in C major – 3 – Rondo

Franz Liszt Chamber Orchestra
Frygies Sándor – Conductor
Maurice André – Trumpet

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