F. J. Haydn (1732-1809): As Sete Últimas Palavras de Cristo na Cruz (Quartetos de cordas, Op. 51)

F. J. Haydn (1732-1809): As Sete Últimas Palavras de Cristo na Cruz (Quartetos de cordas, Op. 51)

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Esta obra foi originalmente composta para orquestra, porém, em 1795-96, Haydn adicionou movimentos corais tornando-a um oratório e, posteriormente, publicou a versão para quarteto de cordas, que se tornou a mais utilizada. A música é composta por uma introdução e sete meditações sobre as últimas palavras de Jesus Cristo e foi encomendada em 1787 para o serviço de Sexta-Feira Santa na Gruta Santa Cueva, perto de Cádiz, no sul de Espanha. O trabalho existe em várias versões, incluindo o original para orquestra, um oratório com coral e solistas, e uma transcrição para quarteto de cordas. Trata-se de uma belíssima obra e merece o imperdível acima.

Excelente o quarteto montado por Gidon Kremer.

Haydn: The Seven Last Words From The Cross (String Quartets Op. 51)

1. Introduction (Maestoso ed adagio)
2. I: Largo – “Pater, dimitte illis; non enim sciunt, quid faciunt”
3. II: Grave e cantabile – “Amen dico tibi: hodie mecum eris in paradiso”
4. III: Grave – “Mulier, ecce filius tuus, et tu, ecce mater tua!”
5. IV: Largo – “Eli, Eli, lama asabthani?”
6. V: Adagio – “Sitio”
7. VI: Lento – “Consumatum est”
8. VII: Largo – “Pater, in tuas manus commendo spiritum meum”

Gidon Kremer: violin
Kathrin Rabus: violin
Gerard Caussé: viola
Ko Iwasaki: violoncello

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Gidon Kremer em 2008

PQP

Franz Joseph Haydn (1732-1809): Symphonies Nº 92 “Oxford” & 91

Franz Joseph Haydn (1732-1809): Symphonies Nº 92 “Oxford” & 91

FDP traz nessa postagem as sinfonias de Nº 91 e de Nº 92, de Joseph Haydn. A interpretação estará a cargo da Orquestra do Concertgebouw de Amsterdam, regida por Sir Colin Davis. Trata-se aqui de uma grande orquestra, com grande massa sonora, ao contrário de outras gravações que até agora postei, sempre com orquestras menores. A leitura de Colin Davis é como sempre correta, e essa Orquestra possui uma sonoridade maravilhosa e que sempre atraiu a todos os grande regentes.

Franz Joseph Haydn – Symphony nº 92 “Oxford” in G Major e nº 91, em F Flat

1 – Symphony nº 92 “Oxford” – Adagio – Allegro spirituoso
2 – Symphony nº 92 “Oxford” – Adagio
3 – Symphony nº 92 “Oxford” – Menuet (Allegretto)
4 – Symphony nº 92 “Oxford” – Presto

5 – Symphonie nº 91 – Largo – Allegro assai
6 – Symphonie nº 91 – Andante
7 – Symphonie nº 91 – Menuet (un poco allegretto)
8 – Symphonie nº 91 – Finale (Vivace)

Concertgebow Orchestra, Amsterdam
Sir Colin Davis – Conductor

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Haydn divertindo-se em quarteto.

FDP Bach

Clóvis Pereira (1932) e Franz Joseph Haydn (1732-1809): Concertos para violoncelo

Clóvis Pereira (1932) e Franz Joseph Haydn (1732-1809): Concertos para violoncelo

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Eu tava na agonia para postar este CD desde quando o comprei, em agosto. Queria compartilhar com vocês não os Concertos de Haydn e sim o Concertino do pernambucano Clóvis Pereira, escrito a pedido de Antonio Meneses. (Apesar de que as versões de Meneses para os dois Concertos de Haydn serem simplesmente ESPLÊNDIDAS).

Segundo apurei numa matéria na revista Concerto de julho ou junho, não me lembro, Meneses estava na casa do maestro Rafael Garcia, no Recife, quando o regente chileno mostrou uma gravação das Três peças nordestinas de Clóvis Pereira (creio que exatamente a mesma gravação postada há um ou dois anos aqui no Blog, do CD A música erudita de compositores populares pernambucanos).

Meneses gostou tanto do Aboio, o segundo movimento, que Rafael Garcia acabou apresentando por telefone o celista ao compositor e testemunhou a encomenda da obra, saída a pulso devido ao receio do autor de não fazer algo à altura do intérprete. Para se ter ideia da auto-exigência de Clóvis Pereira, ele — que é o maior compositor pernambucano erudito vivo, depois de Marlos Nobre — tem um catálogo que não deve passar de 25 obras (contabilizei 15 até agora), com a compensação de a maior parte delas ter sido gravada e ser eventualmente executada.

Quanto ao Concertino em si, creio que a maior virtude dele é a de se adequar a qualquer programa de concerto sem maiores dificuldades, por ser tonal e respeitar a estrutura tradicional dos concertos clássico-românticos além de se valer de temas e ritmos nordestinos marcantes, desenvolvidos através de um tratamento harmônico neoclássico que evitasse qualquer tentação de modalismo exoticista — vale lembrar que Clóvis Pereira foi aluno de Guerra-Peixe e um dos primeiros compositores armoriais. Prova dessa citada virtude é a sua inclusão entre os dois concertos de Haydn no presente disco.

Clóvis Pereira parece ter nomeado a obra de concertino, em vez de concerto, por conta das cadências curtas e da ausência de dificuldades extremas para o solista (o que ele compensou na Suíte Macambira (2008), para cello solo, já postada também aqui no blog). Essa prudência, já explicada dois parágrafos atrás, é até boa para evitar excesso de expectativa e comparações com obras estabelecidas.

O primeiro movimento, assim como o tema rondó do terceiro, é calcado em ritmo de galope nordestino e se vale da forma-sonata de uma maneira interessante e pouco usual: estabelecendo uma alternância tensão-afrouxamento a partir de um único tema em andamentos diferentes, o segundo mais lento.

O segundo movimento, monotemático, utiliza o mesmíssimo aboio das já mencionadas Três peças nordestinas, mas agora com um acompanhamento orquestral diferente e que atinge o clímax em fortíssimo no meio do movimento, imprimindo uma forma de arco ao direcionamento da dinâmica ao longo dos cinco minutos desta parte da obra.

O terceiro movimento alterna um outro tema de galope nordestino com um de frevo, o qual vem a revisar simbolicamente uma omissão histórica do Movimento Armorial na década de 70 – que rejeitou o frevo pelo fato de ser um gênero musical popular urbano e tonal quando os compositores armoriais bebiam majoritariamente da música folclórica rural e modal.

Dito isto, o concertino de Clóvis Pereira colocou-se como a mais apresentável e bem recebida peça para cello e cordas do repertório nacional não só pelo empenho de Meneses (que inclusive toca o Aboio em uma versão para cello solo como bis em alguns recitais e pediu a Clóvis Pereira a exclusividade de execução durante alguns anos) mas pelos próprios méritos: a não opção pelo virtuosismo extremado, pela dramaticidade, e pelo folclórico apelativo acabou favorecendo uma obra com melodiosidade e boa comunicação e soube fazer uma concessão ao público sem perder em termos estéticos.

PS.: O tema original do aboio, com extensão de quatro frases (a quarta com coda), foi gravado por Ariano Suassuna no interior da Paraíba e, fora o emprego por Clóvis Pereira em duas ocasiões, foi usado por Cussy de Almeida em seu próprio Aboio e no Gloria da Missa Sertaneja. Cada compositor criou desenvolvimentos temáticos diferentes para a toada de vaqueiro.

Clóvis Pereira (1932) e Joseph Haydn (1732-1809): Concertos para violoncelo

Haydn

1. Concerto For Cello And Orchestra No. 1 In C Major, Hob. VIIb:1: I. Moderato
2. Concerto For Cello And Orchestra No. 1 In C Major, Hob. VIIb:1: II. Adagio
3. Concerto For Cello And Orchestra No. 1 In C Major, Hob. VIIb:1: III. Allegro Molto

Pereira

4. Concertino For Cello And String Orchestra: I. Allegro Con Moto
5. Concertino For Cello And String Orchestra: II. Aboio. Adagio
6. Concertino For Cello And String Orchestra: III. Rondo Agalopado. Allegro

Haydn

7. Concerto For Cello And Orchestra No. 2 In D Major, Hob. VIIb:2: I. Allegro Moderato
8. Concerto For Cello And Orchestra No. 2 In D Major, Hob. VIIb:2: II. Adagio
9. Concerto For Cello And Orchestra No. 2 In D Major, Hob. VIIb:2: III. Rondo. Allegro

Antonio Meneses
Northern Sinfonia

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Antônio Gênio Meneses (1957)

CVL / PQP

Die himmel rühmen geistliche chormusik (Os céus entoam música coral sacra)

Die himmel rühmen geistliche chormusik

Os céus entoam música sacra coral

 

Uma coleção de 42 músicas, de inspirados e tradicionais compositores, reunidas em 3 CDs.

 

CD # 1
01. Messiah, HWV 56, Part II: Hallelujah! Georg Friedrich Händel (Germany,1685-England,1759), Marcus Creed, RIAS Chamber Chorus & Berlin RIAS Sinfonietta

02. Vesperae solennes de confessore, K. 339: Laudate Dominum, Wolfgang Amadeus Mozart (Austria, 1756-1791), Maria Zadori, Jeunesses Musicales Chorus, Ivan Fischer & Budapest Philharmonic Orchestra

03. Die Schopfung (The Creation), Hob.XXI:2, Part I: Die Himmel erzahlen die Ehre Gottes (The heavens are telling the glory of God), Haydn, Franz Joseph (Austria, 1732-1809), Vienna Boys Choir, Peter Marschik, Christian Bauer, Ernst Jankowitsch, Max Emanuel Cencic & Wiener Volksoper Orchestra

04. 6 Songs, Op. 48: No. 4. Die Ehre Gottes aus der Natur (arr. for male choir), Anonymous & Ludwig van Beethoven (Alemanha, 1770-Áustria, 1827), Carl Maria von Weber Men’s Choir, Berlin & Andreas Wiedermann

05. Christmas Oratorio, BWV 248: Ehre sei dir, Gott gesungen, Johann Sebastian Bach (Germany, 1685-1750), Concerto Koln, Frankfurt Vocal Ensemble & Ralf Otto

06. 3 Motets, Op. 39: No. 2. O praise the Lord (Laudate pueri), Anonymous & Mendelssohn, Felix (1809-1847), Martin Flämig & Dresdner Kreuzchor

07. Te Deum, WAB 45: Te Deum laudamus – Te ergo, Anonymous & Anton Bruckner (Austria, 1824-1896), Roland Bader, Elzbieta Towarnicka, Matgorzata Walewska, Jerzy Knetig, Andrzej Biegum, Krakòw Philharmonic Orchestra & Krakow Philharmonic Chorus

08. Deutsche Messe, D. 872: Zum Sanctus: Heilig, heilig ist der Herr, Schubert, Franz (Austria, 1797-1828), Marcus Creed, RIAS Chamber Chorus & Berlin RIAS Sinfonietta

09. Laudate Dominum, Anonymous & Christian Theodor •Weinlig (Germany, 178-1842), Martin Flämig & Dresdner Kreuzchor

10. Die Schopfung (The Creation), Hob.XXI:2, Part II: In holder Anmut stehn (Most beautiful appear), Haydn, Franz Joseph (Austria, 1732-1809), Vienna Boys Choir, Peter Marschik, Christian Bauer, Ernst Jankowitsch, Max Emanuel Cencic & Wiener Volksoper Orchestra

11. Jubilate-Amen, Op. 3, Max Bruch (Germany 1838-1920), Koln Radio Choir, Helmut Froschauer, Cologne West German Radio Chorus & Cologne West German Radio Orchestra

12. Gott in der Natur, D. 757, Schubert, Franz (Austria, 1797-1828), Berlin Radio Chorus, Dietrich Knothe & Bernd Casper

13. Pange lingua, WAB 33, Anton Bruckner (Austria, 1824-1896), Martin Flämig & Dresdner Kreuzchor

14. Mass No. 2 in G major, D. 167: Gloria in excelsis, Schubert, Franz (Austria, 1797-1828), Sofia Philharmonic Orchestra, Bulgarian National Svetoslav Obretenov Choir & Georgi Robev

15.  Die Schopfung (The Creation), Hob.XXI:2, Part III: Singt dem Herren alle Stimmen (Sing the Lord, ye voices all!), Haydn, Franz Joseph (Austria, 1732-1809), Vienna Boys Choir, Peter Marschik & Wiener Volksoper Orchestra

CD # 2
01. Ave verum corpus, K. 618, Wolfgang Amadeus Mozart (Austria, 1756-1791) & Anonymous,  Marcus Creed, Berlin Radio Symphony Orchestra & RIAS Chamber Chorus

02. Deutsche Messe, D. 872: Zum Eingang: Wohin soll ich mich wenden, Schubert, Franz (Austria, 1797-1828), Marcus Creed, Berlin Radio Symphony Orchestra & RIAS Chamber Chorus

03. So nimm denn meine Hande, Friedrich •Silcher (Germany,1789-1860), Leipzig Radio Chorus & Jorg-Peter Weigle

04. Tantum ergo, D. 962, Anonymous & Schubert, Franz (Austria, 1797-1828), Berlin Radio Chorus, Berlin Radio Symphony Orchestra & Dietrich Knothe

05. Elijah, Op. 70: Denn er hat seinen Engeln befohlen uber dir, Mendelssohn, Felix (Germany, 1809-1847), Martin Flämig & Dresdner Kreuzchor

06. Die Schopfung (The Creation), Hob.XXI:2, Part IV: Von deiner Gut’, o Herr und Gott (By thee with bliss, O bounteous Lord), Haydn, Franz Joseph (Austria, 1732-1809), Vienna Boys Choir, Peter Marschik, Ernst Jankowitsch, Gertraud Schmid & Wiener Volksoper Orchestra

07. Souvenir de Florence, Op. 70: Herr, hore mein Gebet, Op. 45, Anonymous & (Germany, 1808-1879), Leipzig Thomaner Choir & Hans-Joachim Rotzsch

08. Offertory: Intende voci, D. 963, Schubert, Franz (Austria, 1797-1828), Peter Schreier, Berlin Radio Chorus, Berlin Radio Symphony Orchestra & Dietrich Knothe

09. 3 Motets, Op. 39: No. 1. Hear my prayer, O Lord (Veni, Domine), Anonymous & Mendelssohn, Felix (1809-1847), Martin Flämig & Dresdner Kreuzchor

10. Ein deutsches Requiem (A German Requiem), Op. 45: III. Herr, lehre doch mich, Johannes Brahms (Germany, 1833-1897), Leipzig Radio Chorus, Leipzig Radio Symphony Orchestra, Herbert Kegel & Siegfried Lorenz

11. Komm, Jesu, komm, BWV 229: Komm, Jesu, komm, Johann Sebastian Bach (Germany, 1685-1750), Rostocker Motet Choir, Leipzig Capella Fidicinia & Hartwig Eschenburg

12. Souvenir de Florence, Op. 70 (arr. for string orchestra): Anbetung dem Erbarmer, Wq. 243, H. 807, Carl Philipp Emanuel Bach (Germany, 1714-1788), Rheinische Kantorei, Kleine Konzert, Das & Hermann Max

CD # 3
01. Bringet dem Herrn Ehre seines Namens, BWV 148: Bringet dem Herrn Ehre seines Namens, Johann Sebastian Bach (Germany, 1685-1750), Leipzig Thomaner Choir, New Bach Collegium Musicum Leipzig & Hans-Joachim Rotzsch

02. Jesu, meines Herzens Freud, BWV 361, Anonymous & Bach, Johann Sebastian (1685-1750), Rostocker Motet Choir, Leipzig Capella Fidicinia & Hartwig Eschenburg

03. Lobe den Herrn, meine Seele, BWV 143: Chorale: Du Friedefurst, Herr Jesu Christ ,Johann Sebastian Bach (Germany, 1685-1750), Leipzig Thomaner Choir, New Bach Collegium Musicum Leipzig & Hans-Joachim Rotzsch

04. Mass in B minor, BWV 232: Gloria – Et in terra pax, Johann Sebastian Bach (Germany, 1685-1750), Rheinische Kantorei, Kleine Konzert, Das & Hermann Max

05. St. Matthew Passion, BWV 244, Part I: Ich will bei meinem Jesu wachen, Johann Sebastian Bach (Germany, 1685-1750), Wilfried Jochens, Rheinische Kantorei, Kleine Konzert, Das & Hermann Max

06. Jesu, du mein liebstes Leben, BWV 356, Anonymous & Bach, Johann Sebastian (1685-1750), Rostocker Motet Choir, Leipzig Capella Fidicinia & Hartwig Eschenburg

07. Christmas Oratorio, BWV 248: Herr, wenn die stolzen Feinde schnauben, Johann Sebastian Bach (Germany, 1685-1750), Concerto Koln, Frankfurt Vocal Ensemble & Ralf Otto

08. Ich Lasse Dich Nicht, Johann Hermann Schein (Germany, 1586-1630), Leipzig Thomaner Choir & Hans-Joachim Rotzsch

09. War Gott nicht mit uns diese Zeit, BWV 14: War Gott nicht mit uns diese Zeit, Anonymous & Bach, Johann Sebastian (1685-1750), Leipzig Thomaner Choir, New Bach Collegium Musicum Leipzig & Hans-Joachim Rotzsch

10. St. John Passion, BWV 245, Part II: Mein teurer Heiland – Jesu, der du warest tot, Johann Sebastian Bach (Germany, 1685-1750), Gotthold Schwarz, Rheinische Kantorei, Kleine Konzert, Das & Hermann Max

11. Jesu, meine Freude, BWV 227: Jesu, meine Freude, Johann Sebastian Bach (Germany, 1685-1750), Rostocker Motet Choir, Leipzig Capella Fidicinia & Hartwig Eschenburg

12. Preise, Jerusalem, den Herrn, BWV 119: Der Herr hat Guts an uns getan, Anonymous & Bach, Johann Sebastian (1685-1750), Max Pommer, New Bach Collegium Musicum Leipzig & Leipzig University Choir

13. Ich hatte viel Bekummernis, BWV 21: Sei nun wieder zufrieden, meine Seele, Johann Sebastian Bach (Germany, 1685-1750), Vienna Boys Choir, Peter Marschik & Stuttgart Philharmonic Orchestra

14. Wer weiss, wie nahe mir mein Ende!, BWV 27: Wer weiss, wie nahe mir mein Ende, Anonymous & Bach, Johann Sebastian (1685-1750), Rostocker Motet Choir, Leipzig Capella Fidicinia & Hartwig Eschenburg

15. St. Matthew Passion, BWV 244, Part III: Wir setzen uns mit Tranen nieder, Johann Sebastian Bach (Germany, 1685-1750), Rheinische Kantorei, Kleine Konzert, Das & Hermann Max

Die himmel rühmen geistliche chormusik
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MP3 | 275 KBPS VBR | 381 MB

powered by iTunes 12.8.0 | 3h 24 min

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Por gentileza, quando tiver problemas para descompactar arquivos com mais de 256 caracteres, para Windows, tente o 7-ZIP, em https://sourceforge.net/projects/sevenzip/ e para Mac, tente o Keka, em http://www.kekaosx.com/pt/, para descompactar, ambos gratuitos.

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When you have trouble unzipping files longer than 256 characters, for Windows, please try 7-ZIP, at https://sourceforge.net/projects/sevenzip/ and for Mac, try Keka, at http://www.kekaosx.com/, to unzip, both at no cost.

Boa audição!

Avicenna

 

Joseph Haydn (1733-1807) – Concerti per Estherházy Vol.1 – Amandine Beyer, Marco Ceccato, Gli Incogniti

Mais um baita CD com o selo de IM-PER-DÍ-VEL do PQPBach !!!

Sei que já é chover no molhado, mas novamente Amandine Beyer mostra que é o grande nome do violino da hora, e nos apresenta uma gravação dos Concertos para Violino de para Violoncelo de Haydn simplesmente matadoras.  Novamente ela dá um show de talento, versatilidade e virtuosismo, juntamente com seu conjunto ‘Gli Incogniti’. Eis o texto do editorial da amazon:

“Joseph Haydn spent much of his career as kapellmeister for the wealthy Esterházy family at their remote estate in Hungary. This isolated him from other composers and trends in music to such an extent that Haydn said it, ”forced him to become original.” He wrote many works specifically for the Esterházy orchestra, including the three concertos featured here. The Violin Concertos Nos. 1 and 4 were written for Luigi Tomasini, the orchestra’s concertmaster, while the Cello Concerto No.1 was composed Joseph Franz Weigl, its principal cellist. It is fitting then that the principal players of Gli incogniti, leader Amandine Beyer and principal cellist Marco Ceccato, take the starring roles on this delightful recording of three Haydn masterworks.”

Este é o primeiro volume. Vamos aguardando ansiosos pelo que vem pela frente.

1 Violin Concerto in C Major, Hob. VIIa-1- I. Allegro moderato
2 Violin Concerto in C Major, Hob. VIIa-1- II. Adagio
3 Violin Concerto in C Major, Hob. VIIa-1- III. Finale. Presto
4 Cello Concerto in C Major, Hob. VIIb-1- I. Moderato
5 Cello Concerto in C Major, Hob. VIIb-1- II. Adagio
6 Cello Concerto in C Major, Hob. VIIb-1- III. Finale. Allegro molto
7 Violin Concerto in G Major, Hob. VIIa-4- I. Allegro moderato
8 Violin Concerto in G Major, Hob. VIIa-4- II. Adagio
9 Violin Concerto in G Major, Hob. VIIa-4- III. Allegro

Marco Ceccato – Cello
Gli Incogniti
Amandine Beyer – Violin & Direction

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Amandine Beyer

 

F. J. Haydn (1732-1809): Integral dos Trios para Piano – Beaux Arts Trio

PQP Bach
12 anos de Prazer

Pensei muito antes de escolher o que postar nesta data tão especial, aí o próprio PQP Bach sugeriu Haydn, alegando que tínhamos postado pouca coisa do velho mestre de sua Obra de Câmara. Ai sugeri a gravação dos trios com o Beaux Arts Trio e imediatamente ele gritou, ‘Isso!’… um compositor que todos adoram interpretado por um dos principais conjuntos de câmara do Século XX  e que também é adorado por todos.

Essa coleção da integral dos Trios de Haydn com o Beaux Arts Trio deveria ser considerada Patrimônio Cultural da Humanidade pela UNESCO. A perfeição da execução, a escolha dos tempos, facilmente identificamos a sobriedade da execução em alguns momentos, em outros a alegria incontida, e obviamente, o prazer de fazer o que se gosta… bem, não estou fazendo outra coisa senão descrevendo a música de Joseph Haydn.

Como a ocasião é especial estou trazendo os nove cds de uma só vez, aproveitando que não tenho mais os problemas de velocidade de internet alegados acima. Espero que apreciem, pois esta postagem, além de me dar um trabalho danado, ainda me danificou um HD externo. Mas são coisas da vida e da informática.

Então, Parabéns e Longa Vida ao PQPBach !!!

F. J. Haydn (1732-1809): Integral dos Trio para Piano

CD 1

01. Piano Trio Hob. XV.37 in F – 1. Adagio
02. Piano Trio Hob. XV.37 in F – 2. Allegro molto
03. Piano Trio Hob. XV.37 in F – 3. Menuet
04. Piano Trio Hob. XV.C1 in C – 1. Allegro moderato
05. Piano Trio Hob. XV.C1 in C – 2. Menuet
06. Piano Trio Hob. XV.C1 in C – 3. Andante con variazioni
07. Piano Trio Hob. XIV.6-XVI.6 in G – 1. Allegro
08. Piano Trio Hob. XIV.6-XVI.6 in G – 2. Adagio
09. Piano Trio Hob. XIV.6-XVI.6 in G – 3. Menuetto
10. Piano Trio Hob. XV.39 in F – 1. Allegro
11. Piano Trio Hob. XV.39 in F – 2. Andante
12. Piano Trio Hob. XV.39 in F – 3. Allegro
13. Piano Trio Hob. XV.39 in F – 4. Menuetto
14. Piano Trio Hob. XV.39 in F – 5. Scherzo
15. Piano Trio Hob. XV.1 in G minor – 1. Moderato
16. Piano Trio Hob. XV.1 in G minor – 2. Menuet
17. Piano Trio Hob. XV.1 in G minor – 3. Presto

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CD 2

01. Piano Trio Hob. XV.40 in F – 1. Moderato
02. Piano Trio Hob. XV.40 in F – 2. Menuet
03. Piano Trio Hob. XV.40 in F – 3. Finale. Allegro molto
04. Piano Trio Hob. XV.41 in G – 1. Allegro
05. Piano Trio Hob. XV.41 in G – 2. Menuet
06. Piano Trio Hob. XV.41 in G – 3. Adagio
07. Piano Trio Hob. XV.41 in G – 4. Finale. Presto
08. Piano Trio Hob. XV.35 in A – 1. Capriccio. Allegretto
09. Piano Trio Hob. XV.35 in A – 2. Menuet
10. Piano Trio Hob. XV.35 in A – 3. Finale. Allegro
11. Piano Trio Hob. XV.34 in E – 1. Allegro moderato
12. Piano Trio Hob. XV.34 in E – 2. Menuet
13. Piano Trio Hob. XV.34 in E – 3. Finale. Presto
14. Piano Trio Hob. XV.36 in E flat – 1. Allegro moderato
15. Piano Trio Hob. XV.36 in E flat – 2. Polones
16. Piano Trio Hob. XV.36 in E flat – 3. Finale. Allegro molto
17. Piano Trio Hob. XV.38 in B flat – 1. Allegro moderato
18. Piano Trio Hob. XV.38 in B flat – 2. Menuet
19. Piano Trio Hob. XV.38 in B flat – 3. Finale. Presto

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CD 3

01. Piano Trio Hob. XV.f1 in F minor – 1. Allegro moderato
02. Piano Trio Hob. XV.f1 in F minor – 2. Menuet
03. Piano Trio Hob. XV.f1 in F minor – 3. Finale. Allegro
04. Piano Trio Hob. deest in D – 1. Allegro molto – 2. Andante
05. Piano Trio Hob. XV.C1 in C – 1. Adagio – 2. Presto
06. Piano Trio Hob. XV.C1 in C – 3. Menuet
07. Piano Trio Hob. XV.C1 in C – 4. Finale
08. Piano Trio Hob. XV.2 in F – 1. Allegro moderato
09. Piano Trio Hob. XV.2 in F – 2. Menuetto. Allegretto
10. Piano Trio Hob. XV.2 in F – 3. Finale. Adagio con variazioni
11. Piano Trio Hob. XV.5 in G – 1. Adagio non tanto
12. Piano Trio Hob. XV.5 in G – 2. Allegro
13. Piano Trio Hob. XV.5 in G – 3. Allegro
14. Piano Trio Hob. XV.6 in F – 1. Vivace
15. Piano Trio Hob. XV.6 in F – 2. Tempo di menuetto

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CD 4

01. Piano Trio Hob. XV.7 in D – 1. Andante con variazoni
02. Piano Trio Hob. XV.7 in D – 2. Andante
03. Piano Trio Hob. XV.7 in D – 3. Allegro assai
04. Piano Trio Hob. XV.8 in B flat – 1. Allegro moderato
05. Piano Trio Hob. XV.8 in B flat – 2. Tempo di menuetto
06. Piano Trio Hob. XV.9 in A – 1. Adagio
07. Piano Trio Hob. XV.9 in A – 2. Vivace
08. Piano Trio Hob. XV.10 in E flat – 1. Allegro moderato
09. Piano Trio Hob. XV.10 in E flat – 2. Presto
10. Piano Trio Hob. XV.11 in E flat – 1. Allegro moderato
11. Piano Trio Hob. XV.11 in E flat – 2. Tempo di menuetto

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CD 5

01. Piano Trio Hob. XV.12 in E minor – 1. Allegro moderato
02. Piano Trio Hob. XV.12 in E minor – 2. Andante
03. Piano Trio Hob. XV.12 in E minor – 3. Rondo. Presto
04. Piano Trio Hob. XV.13 in C minor – 1. Andante
05. Piano Trio Hob. XV.13 in C minor – 2. Allegro spiritoso
06. Piano Trio Hob. XV.14 in A flat – 1. Allegro moderato
07. Piano Trio Hob. XV.14 in A flat – 2. Adagio
08. Piano Trio Hob. XV.14 in A flat – 3. Rondo. Vivace
09. Piano Trio Hob. XV.16 in D – 1. Allegro
10. Piano Trio Hob. XV.16 in D – 2. Andantino pi¨´ tosto allegretto
11. Piano Trio Hob. XV.16 in D – 3. Vivace assai

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CD 6

01 – Hob XV_15 in G – Allegro
02 – Hob XV_15 in G – Andante
03 – Hob XV_15 in G – Finale allegro moderato
04 – Hob XV_17 in F – Allegro
05 – Hob XV_17 in F – Finale di menuetto
06 – Hob XV_32 in G – Andante
07 – Hob XV_32 in G – Allegro
08 – Hob XV_18 in A – Allegro moderato
09 – Hob XV_18 in A – Andante
10 – Hob XV_18 in A – Allegro
11 – Hob XV_19 in G minor – Andante presto
12 – Hob XV_19 in G minor – Adagio ma no troppo
13 – Hob XV_19 in G minor – Presto

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CD 7

01 – Trio in B flat, H. XV No. 20 – 1. Allegro
02 – Trio in B flat, H. XV No. 20 – 2. Andante cantabile
03 – Trio in B flat, H. XV No. 20 – 3. Finale (Allegro)
04 – Trio in C, H. XV No. 21 – 1. Adagio pastorale – Vivace assai
05 – Trio in C, H. XV No. 21 – 2. Molto andante
06 – Trio in C, H. XV No. 21 – 3. Finale (Presto)
07 – Trio in E flat, H. XV No. 22 – 1. Allegro moderato
08 – Trio in E flat, H. XV No. 22 – 2. Poco adagio
09 – Trio in E flat, H. XV No. 22 – 3. Finale (Allegro)
10 – Trio in D minor, H. XV No. 23 – 1. Molto andante
11 – Trio in D minor, H. XV No. 23 – 2. Adagio ma non troppo
12 – Trio in D minor, H. XV No. 23 – 3. Finale (Vivace)

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CD 8

01 – Hob XV_24 in D – Allegro
02 – Hob XV_24 in D – Andante
03 – Hob XV_24 in D – Allegro ma dolce
04 – Hob XV_25 in G – Andante
05 – Hob XV_25 in G – Poco adagio cantabile
06 – Hob XV_25 in G – Rondo all’Ongarese presto
07 – Hob XV_26 in F sharp minor – Allegro
08 – Hob XV_26 in F sharp minor – Adagio cantabile
09 – Hob XV_26 in F sharp minor – Tempo di menuetto
10 – Hob XV_31 in E flat – Andante cantabile
11 – Hob XV_31 in E flat – Allegro

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CD 9

01 – Hob XV_30 in E flat – Allegro moderato
02 – Hob XV_30 in E flat – Andante com moto
03 – Hob XV_30 in E flat – Presto
04 – Hob XV_27 in C – Allegro
05 – Hob XV_27 in C – Andante
06 – Hob XV_27 in C – Finale presto
07 – Hob XV_28 in E – Allegro moderato
08 – Hob XV_28 in E – Allegretto
09 – Hob XV_28 in E – Finale allegro
10 – Hob XV_29 in E flat – Poco allegretto
11 – Hob XV_29 in E flat – Andantino ed innicentemente
12 – Hob XV_29 in E flat – Finale allemande presto assai

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Beaux Arts Trio :

Menahem Pressler – Piano
Isidore Cohen – Violin
Bernard Greenhouse – Cello

 

FDP

 

Pachelbel: Canon and Gigue / Vivaldi: Sinfonia in G major / Albinoni: Concerto a cinque, op. 9 no. 2 / Purcell: Chacony in G minor / Handel: The Arrival of the Queen of Sheba / Avison: Concerto grosso no.9 in C major / Haydn: Concerto for Harpsichord and Orchestra

Pachelbel: Canon and Gigue / Vivaldi: Sinfonia in G major / Albinoni: Concerto a cinque, op. 9 no. 2 / Purcell: Chacony in G minor / Handel: The Arrival of the Queen of Sheba / Avison: Concerto grosso no.9 in C major / Haydn: Concerto for Harpsichord and Orchestra

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Na verdade, tem razão um avaliador da Amazon: If you’re not the typical connoisseur of Classical music THIS CD IS FOR YOU! Pois é um CD variado e absolutamente encantador, um dos maiores sucessos do selo Archiv. Há excelência na interpretação de cada uma das peças e conheço muita gente boa que começou a ouvir música erudita por este LP de 1985, depois tornado CD. Porque o inexperiente que é esperto não quer saber de porcaria, quer carinho e atenção de primeira qualidade. Ninguém quer nada residual, né? E esta atenção é dada em fartas quantidades por Trevor Pinnock e seu English Concert.

(Nem que seja para mostrar para aquele seu sobrinho inteligente a fim de introduzi-lo neste mundo de leituras contraditórias).

Pachelbel: Canon & Gigue

Johann Pachelbel (1653-1706)
Canon and Gigue
for 3 violins and basso continuo in D major
Simon Standage • Micaela Comberti • Elizabeth Wilcock, violin
Anthony Pleeth, violoncello
Trevor Pinnock, harpsichord
1. Canon and Gigue in D major – 1. Canon The English Concert 4:31
2. Canon and Gigue in D major – 2. Gigue The English Concert 1:20

Antonio Vivaldi (1678-1741)
Sinfonia in G major
violin I (6), violin II (6), viola (3), violoncello (2), double bass (1), harpsichord
3. Sinfonia for Strings and Continuo in G, R.149 – 1. Allegro molto The English Concert 1:50
4. Sinfonia for Strings and Continuo in G, R.149 – 2. Andante The English Concert 1:48
5. Sinfonia for Strings and Continuo in G, R.149 – 3. Allegro The English Concert 2:31

Tomaso Albinoni (1671-1750)
Concerto a cinque, op. 9 no. 2 for solo oboe and strings in D minor
David Reichenberg, oboe
violin I (4), violin II (4), viola (3), violoncello (2), double bass (1), bassoon (I), harpsichord
6. Concerto a 5 in D minor, Op.9, No.2 for Oboe, Strings, and Continuo – 1. Allegro e non presto David Reichenberg 4:28
7. Concerto a 5 in D minor, Op.9, No.2 for Oboe, Strings, and Continuo – 2. Adagio David Reichenberg 3:59
8. Concerto a 5 in D minor, Op.9, No.2 for Oboe, Strings, and Continuo – 3. Allegro David Reichenberg 3:01

Henry Purcell (1659-1695)
Chacony in G minor
violin I (4), violin II (4). viola (3), violoncello (2), double bass (1), harpsichord
9. Ciacona in G minor The English Concert 5:23

George Frideric Handel (1685-1759)
The Arrival of the Queen of Sheba (Sinfonia from “Solomon”, Act III) in B flat major
oboe I/II, violin I (6), violin II (6), viola (3), violoncello (2), double bass (1), bassoon (1), harpsichord
10. Solomon HWV 67 – Arrival of the Queen of Sheba The English Concert 3:10

Charles Avison (1709-1770)
Concerto grosso no.9 in C major/A minor
(after Domenico Scarlatti: “Lessons for the Harpsichord”)
Concertino: Simon Standage • Elizabeth Wilcock, violin
Anthony Pleeth, violoncello
violin I (4), violin II (4), viola (3). violoncello (2). double bus (1), harpsichord
11. Concerto Grosso No.9 in A minor after “Lessons for the Harpsichord” by Domenico Scarlatti – 1. Largo The English Concert 2:13
12. Concerto Grosso No.9 in A minor after “Lessons for the Harpsichord” by Domenico Scarlatti – 2. Con spirito – Andante – Con spirito The English Concert 3:07
13. Concerto Grosso No.9 in A minor after “Lessons for the Harpsichord” by Domenico Scarlatti – 3. Siciliana The English Concert 3:19
14. Concerto Grosso No.9 in A minor after “Lessons for the Harpsichord” by Domenico Scarlatti – 4. Allegro The English Concert 3:44

Joseph Haydn (1732-1809)
Concerto for Harpsichord and Orchestra in D major
Trevor Pinnock, harpsichord
oboe I/II, horn I/II, violin I (4), violin II (4), viola (2), violoncello (2), double bass (1), bassoon (1)
15. Concerto For Harpsichord And Orchestra In D Major, Hob.XVIII:11 – 1. Vivace The English Concert 7:58
16. Concerto For Harpsichord And Orchestra In D Major, Hob.XVIII:11 – 2. Un Poco Adagio The English Concert 7:48
17. Concerto For Harpsichord And Orchestra In D Major, Hob.XVIII:11 – 3. Rondo All’Ungherese The English Concert 4:38

Anthony Pleeth
David Riechenberg
Micaela Comberti
Simon Standage
Elizabeth Wilcock

The English Concert
Trevor Pinnock

Recording: London, Henry Wood Hall, 3/1983-5/1985
(Pachelbel:) London, EMI Studio, Abbey Road, 1/1985

Total timing: 47’52”

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barroco

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Mozart / Haydn / Beethoven / Schubert / Bach: The Farewell Concerts (Alfred Brendel)

Mozart / Haydn / Beethoven / Schubert / Bach: The Farewell Concerts (Alfred Brendel)

O austríaco Alfred Brendel (1931) foi um dos melhores pianistas do século XX. Mas também foi ensaísta — escrevia sobre música — e poeta. Era especialista principalmente em Mozart, Schubert, Haydn, Beethoven e Schoenberg. Em 2008, em razão da artrite, decidiu retirar-se dos palcos. Então fez uma grande excursão pela Europa. Seu último concerto público foi em 18 de dezembro, em Viena, na Grande Sala do Musikverein. São justamente partes desta excursão que temos aqui. O velho mestre dá um show num repertório onde é craque absoluto, o da música germânica clássica e romântica. Brendel se aposentou no auge e esta gravação é uma bela recordação e uma bem-vinda coda de seu importante legado.

Brendel no túmulo de Schubert

Mozart / Haydn / Beethoven / Schubert / Bach: The Farewell Concerts (Alfred Brendel)

Wolfgang Amadeus Mozart (1756 – 1791)
Piano Concerto No. 9 in E Flat Major, K.271 – “Jeunehomme”
1. 1. Allegro 10:43
2. 2. Andantino 13:17
3. 3. Rondeau (Presto) 10:45
Alfred Brendel
Wiener Philharmoniker
Charles Mackerras

Franz Joseph Haydn (1732 – 1809)
4. Variations in F Minor, Hob. XVII:6 11:38

Wolfgang Amadeus Mozart (1756 – 1791)
Piano Sonata No. 15 in F Major, K. 533/494
5. 1. Allegro, K.533 7:55
6. 2. Andante, K.533 9:38
7. 3. Rondo (Allegretto), K.494 7:23

Ludwig van Beethoven (1770 – 1827)
Piano Sonata No. 13 In E Flat Major, Op. 27, No. 1
1. 1. Andante – Allegro – Tempo I 4:47
2. 2. Allegro molto e vivace 2:00
3. 3. Adagio con espressione 3:05
4. 4. Allegro vivace – Tempo I – Presto 6:31

Franz Schubert (1797 – 1828)
Piano Sonata No. 21 in B-Flat Major, D. 960
5. 1. Molto moderato 15:17
6. 2. Andante sostenuto 9:10
7. 3. Scherzo (Allegro vivace con delicatezza) 4:05
8. 4. Allegro ma non troppo 9:19

Ludwig van Beethoven (1770 – 1827)
7 Bagatelles, Op. 33
9. 4. Andante 3:33

Franz Schubert (1797 – 1828)
4 Impromptus, Op. 90, D. 899
10. No. 3 in G-Flat Major (Andante) 6:16

Johann Sebastian Bach (1685 – 1750)
11. Nun komm, der Heiden Heiland, BWV 659 (Nun komm, der Heiden Heiland, BWV 659) 5:45

Alfred Brendel, piano

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Brendel com um amigo

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Haydn: Les Sept Dernières Paroles du Christ en Croix – Sandrine Piau (soprano) & Accentus Akademie für Alte Musik Berlin, dir. Laurence Equilbey

Les Sept Dernières Paroles du Christ en Croix

Franz Joseph Haydn (Austria, 1732-1809)

Accentus Akademie für Alte Musik Berlin
dir. Laurence Equilbey

 

No caminho de volta de sua segunda estada na Inglaterra, no final de agosto de 1795, Haydn parou em Passau, antiga cidade episcopal da Baviera, que fica na confluência do Rio Danúbio com o Rio Inn. Na noite de sua chegada, assistiu à apresentação de uma de suas obras, as Sete Últimas Palavras. Mas ele nunca tinha ouvido daquela maneira sua composição antes: foi apresentada como uma cantata para vozes e orquestra, no arranjo de Passau Hotkammerrat e Kapellmeister Joseph Friebert (1723-99).

Haydn havia escrito as Sete Últimas Palavras em 1786 como um trabalho puramente orquestral. A solicitação original tinha vindo da Espanha, de um cânone de Cádiz, para ser mais preciso, que pedira ao sinfonista mais célebre da Europa que escrevesse música meditativa para os exercícios espirituais Passiontide na capela de Santa Cueva. Os movimentos individuais deviam servir, por assim dizer, como comentários sobre as palavras bíblicas lidas no púlpito. Para este fim, Haydn, portanto, forneceu uma sucessão de movimentos quase exclusivamente lentos. Mais tarde, ele escreveu: “A tarefa de escrever sete adágios sucessivos, cada um deles durando cerca de dez minutos, sem cansar o ouvinte, não era de maneira alguma fácil”. Esta foi a origem de uma das mais extraordinárias composições instrumentais de todo o século XVIII, que rapidamente se tornou uma das obras mais conhecidas de Haydn.

Edições impressas apareceram já em 1787/8 nos mais importantes centros musicais, Londres, Paris e Viena, e cópias manuscritas circularam pela Europa. Haydn também comercializou as Sete Últimas Palavras em seu próprio arranjo para quarteto de cordas, e em uma versão de teclado que ele mesmo não fez, mas ainda assim aprovou. A única maneira de retrabalhar a peça, que obviamente não lhe ocorreu – embora o assunto tenha se prestado tão claramente a ela – foi como uma obra vocal.

Mas sua estada em Passau mudou tudo o que Haydn tinha gostado na apresentação daquela noite de agosto de 1795. No entanto, seu veredicto sobre o arranjo de Friebert em si era: “Acho que eu poderia ter manipulado melhor as partes vocais”. Ele pediu a Friebert que lhe desse uma cópia de sua versão, e assim que ele voltou a Viena, ele começou a transformar as Sete Últimas Palavras em música vocal.

No início, o arranjo de Passau serviu-lhe como modelo. À medida que seu trabalho avançava, porém, ele se afastava cada vez mais dele. Para fazer seu arranjo, Haydn teve uma partitura copiada das partes impressas da versão original, na qual ele inseriu as partes vocais recém-compostas. No entanto, a escrita orquestral não permaneceu intocada: ele modificou algumas notas e marcações dinâmicas, e enriqueceu a instrumentação com pares de clarinetes e trombones, enquanto apagava duas das quatro partes originais das trompas.

Haydn inseriu em cada uma das sonatas uma das sete frases finais de Cristo na Cruz: (I) “Pater, dimitte illis, quia nesciunt, quid faciunt”, (II) ‘Hodie mecum eris in Paradio’, (III) ‘Mulier, ecce filius tuus’, (IV) Deus meus, Deus meus, utquid dereliquisti me, (V) ‘Site’, (VI) ‘Consummatum est’, (VII) “Em manus Tuas, Domine, commendo spiritum meum.

Existem duas adições particularmente proeminentes em comparação com a versão orquestral. Primeiro de tudo, Haydn prefaciava a maioria dos movimentos com introduções curtas em quatro partes em um estilo a cappella conscientemente arcaico, no qual a sentença de Cristo que dá à peça seu título é declamada à maneira de uma “epígrafe”. Além disso, entre a quarta e a quinta “palavras” ele inseriu um novo movimento instrumental, uma segunda Introdução em Lá menor, que agora separa claramente o trabalho em duas partes. Este movimento extraordinário, marcado apenas por instrumentos de sopro, surpreende o ouvinte pela sua severidade e acidez. Não foi por acaso que os contemporâneos a consideraram “entre as obras mais talentosas que Haydn já produziu”.

Nesse movimento, ele exige que a sonoridade seja reforçada por um contrafagote – pela primeira vez em sua produção. Haydn assumiu a maior parte do texto cantado do arranjo de Friebert. Provavelmente se deve ao próprio Passau Kapellmeister, que foi inspirado por modelos poéticos altamente emocionais como Geistliche Oden undbeder de Christian Rirchtegott Gellert (odes espirituais e canções) e Der Tod Jesu de Karl Wilhelm Ramler (A morte de Jesus) para escrever textos devocionais nos quais cada uma das “palavras” de Cristo da cruz é enfaticamente enfatizada.

No entanto, Haydn pediu ao barão Gottfried van Swieten, o influente patrono da música e diretor da Biblioteca Imperial (agora o Osterreichische Nationalbibliothek), para revisar o texto. Ao fazê-lo, van Swieten assumiu e ampliou os ecos óbvios de Ramler, chegando a emprestar todo o texto do movimento de fechamento, “terremoto”, diretamente de seu Der Tod Jesu. Van Swieten também organizou o primeiro desempenho da nova versão. Esta foi conduzida por Haydn em 26 de março de 1796 no Palais Schwarzenberg em Viena, em um dos concertos da Gesellschaft der Assoclierten Cavaliers, uma associação de nobres amantes da música cujo espírito de movimento era o próprio barão. Foi nesse mesmo cenário que, pouco mais de dois anos depois, o oratório de Haydn, The Creation, teve sua estréia. Naquela época, o arranjo oratorio das Sete Últimas Palavras já havia se estabelecido como um favorito firme no Passiontide em Viena. (ex-catálogo & internet)

Haydn: Les Sept Dernières Paroles du Christ en Croix – 2006
Accentus Akademie für Alte Musik Berlin
01. Introduzione: Maestoso Ed Adagio
02. Nr. 1 Largo: Vater, Vergib Ihnen, Denn Sie Wissen Nicht, Was Sie Tun
03. Nr. 1 Largo: Vater, Vergib Ihnen, Denn Sie Wissen Nicht, Was Sie Tun
04. Nr. 2 Grave E Cantabile: Furwahr, Ich Sag’ Es Dir: Heute Wirst Du Bei Mir Im Paradiese Sein
05. Nr. 2 Grave E Cantabile: Furwahr, Ich Sag’ Es Dir: Heute Wirst Du Bei Mir Im Paradiese Sein
06. Nr. 3 Grave: Frau, Hier Siehe Deinen Sohn, Und Du, Siehe Deine Mutter!
07. Nr. 3 Grave: Frau, Hier Siehe Deinen Sohn, Und Du, Siehe Deine Mutter!
08. Nr. 4 Largo: Mein Gott, Mein Gott, Warum Hast Du Mich Verlassen?
09. Nr. 4 Largo: Mein Gott, Mein Gott, Warum Hast Du Mich Verlassen?
10. Introduzione: Largo E Cantabile
11. Nr. 5 Adagio: Jesus Refut: Ach, Mich Durstet!
12. Nr. 6 Lento: Es Ist Vollbracht
13. Nr. 6 Lento: Es Ist Vollbracht
14. Nr. 7 Largo: Vater, In Deine Hande Empfehle Ich Meinen Geist
15. Nr. 7 Largo: Vater, In Deine Hande Empfehle Ich Meinen Geist
16. Il Terremoto (Das Erdbeben): Presto E Con Tutta La Forza – Er Ist Nicht Mehr

Haydn: Les Sept Dernières Paroles du Christ en Croix – 2006
Sandrine Piau (soprano); Ruth Sandhoff (mezzo-soprano); Robert Getchell (ténor), Harry van der Kamp (basse)
Accentus Akademie für Alte Musik Berlin
dir. Laurence Equilbey

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XLD RIP | FLAC | 348 MB

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MP3 | 320 kbps | 216 MB
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– Sandrine [suspiros] Piau

 

 

 

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Por gentileza, quando tiver problemas para descompactar arquivos com mais de 256 caracteres, para Windows, tente o 7-ZIP, em https://sourceforge.net/projects/sevenzip/ e para Mac, tente o Keka, em http://www.kekaosx.com/pt/, para descompactar, ambos gratuitos.

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When you have trouble unzipping files longer than 256 characters, for Windows, please try 7-ZIP, at https://sourceforge.net/projects/sevenzip/ and for Mac, try Keka, at http://www.kekaosx.com/, to unzip, both at no cost.

Boa audição.

Avicenna

F. J. Haydn (1732-1809): Haydn in London — Trios & Symphony No. 94

F. J. Haydn (1732-1809): Haydn in London — Trios & Symphony No. 94

Haydn in London - Gaia ScienzaDisco luminoso, ensolarado, alegre e feliz. Aliás…

A série de livros de “Manual do Blefador” (Ediouro) dá dicas a pessoas que não querem passar vergonha entre entendidos. Há vários desses livrinhos: sobre música, vinhos, literatura, arte moderna, filosofia, teatro, etc. Eles são ótimos, engraçadíssimos, como demonstra este verbete sobre Haydn:

Haydn.

O pai da sinfonia. Ao contrário do normal, ninguém soube quem foi sua mãe. Haydn decidiu que as sinfonias deviam ter princípio, meio e fim, primeiros movimentos nas sonatas, nas missas e nos trios. Beethoven, em seu estilo grosseiro, desconsiderou e estragou esse belo modelo convencional.

O sentimento geral é de que Haydn podia ser tão bom quanto Mozart se não tivesse sido tão incuravelmente feliz durante a vida. Esse espírito de contentamento insinuou-se por toda sua música e diluiu-se. As últimas sinfonias foram compostas em Londres para ganhar dinheiro vivo, e a sombra do contrato que pairava sobre ele acrescentou-lhe aquela pitadinha de desgraça que tanto lhe faltara antes. Talvez somente um homem verdadeiramente sem coração poderia ter composto algo tão assombrosamente feliz quanto o final da Sinfonia Nº 88.

Existem muitas e muitas sinfonias que praticamente não são tocadas e que você pode considerar suas favoritas, mas o excelente comentário sobre Haydn é afirmar que o melhor de suas músicas foram as missas — e não haverá necessidade de falar sobre isso.

Peter Gammond — Manual do Blefador: Música

F. J. Haydn (1732-1809): Haydn in London — Trios & Symphony No. 94

Haydn: Trio in D major Hob. XV 16 16:25
1 Allegro 7:15
2 Andantino più tosto Allegretto 4:45
3 Vivace assai 4:25

Haydn: Trio in G Major Hob. XV 15 18:53
4 Allegro 8:31
5 Andante 5:15
6 Finale, Allegro moderato 5:07

Haydn: Trio in F Major Hob. XV 17 12:00
7 Allegro 6:33
8 Finale, Tempo di Menuetto 5:27

Haydn: The Surprise Symphony No. 94 in G Major 16:48
9 Adagio cantabile, Vivace assai 8:00
10 Andante 4:47
11 Finale, Allegro molto 4:01

La Gaia Scienza:
Marco Brolli: traverse flute
Stefano Barneschi: violin
Paolo Beschi: cello
Federica Valli: fortepiano

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Haydn Arte Pop
Haydn Arte Pop

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100 Anos de Leonard Bernstein – Franz Joseph Haydn – The Creation – Leonard Bernstein, Judith Raskin, Alexander Young, John Reardon, NYPO

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Leonard Bernstein (Lawrence, 25 de agosto de 1918 – Nova Iorque, 14 de outubro de 1990). Aqui, todas as postagens desta série.

Bernstein faz cem anos e quem ganha somos nós … assim é bom, né?

“What remains so remarkable in this day and age is The Creation over-all spirit of joy, to wich a serene religious faith, a love of this world and a sense of drama contribute.
“This sense of dynamic joy was communicated beautifully in the performance by the New York Philharmonic under the direction of Leonard Bernstein. Mr Bernstein´s treatment of the score made it seem as fresh as the day it was created.
“… it delighted in the picturesque instrumental coloration, in the grandeur of the choruses, in the elegant melodies of its famous arias.”
“The orchestral elements were superbly balanced to allow all the smallest elements to shine through, yet the whole performance had a dynamism that gave the work its inherent bigness without falling into theatricalism.”
“All the participants contributed in equal degree to the beauty of the performance.”

Mesmo se tivesse vivido em uma ilha nos últimos 60 anos e nem imaginasse quem poderia ser Leonard Bernstein, após ouvir esta gravação, tenho certeza de que você imediatamente iria identificar o imenso maestro que ele foi. Naquela agora longínqua década de 60 ele reinava soberano, ofuscando o brilho de Karajan, Kubelik, Fricsay, entre outros grandes maestros do século XX e que também estavam em seu apogeu naquele momento.

CD 1

01. Part I Prelude, The Representation of Chaos
02. Aria Con Coro ‘Nun schwanden vor dem heiligen Strahle’
03. Recitativo ‘Und Gott machte das Frimament’
04. Solo and Chorus, ‘Mit staumnen sieht das Wunderwerk’
05. Recitativo, ‘Und Gott sprach Es sammle sich das Wasser’
06. Aria, ‘Rollend in schaumenden Wellen’
07. Recitativo, ‘Und Gott sprach Es bringte die Erde Gras hervor’
08. Aria, ‘Nun beut die Flur das frische Grun’
09. Recitativo, ‘Und die himmlischen Heerscharen verkundigten’
10. Chorus, ‘Stimmt an die Saiten’
11. Recitativo, ‘Und Gott sprach Es sei’n Lichter and der Feste des Himmels’
12. Recitativo, ‘In vollem Glanze steiget jetzt’
13. Chorus and Soli, ‘Die Himmel erzahlen die Ehre Gottes’
14. Parte II – Recitativo,’ Und Gott sprach Es bringe das Wasser in der Fulle he
15. Aria, ‘Auf strakem Fittiche schwinget sich der Adler stolz’
16. Recitativo, ‘Und Gott schuf gro©¬e Walfische’
17. Recitativo, ‘Und die Engel ruhrten ihr’
18. Trio, ‘In holder Anmut stehn’
19. Chorus and Soli, ‘Der Herr ist gro©¬ in seiner Macht’

CD 2

01. Recitativo, ‘Und Gott sprach Es bringe das Wasser’
02. Recitativo, ‘Gleich öffnet sich der Erde Schoß’
03. Aria, ‘Nun scheint in vollem Glanze der Himmel’
04. Recitativo, ‘Und Gott schuf den Menschen’
05. Aria, Mit Würd’ und Hoheit angetan
06. Recitativo, Und Gott sah jedes Ding
07. Coro, ‘Vollendet ist das große Werk’
08. Terzetto, Terzett ‘Zu dir, o Herr’
09. Coro, ‘Vollendet ist das große Werk’
10. Recitativo, ‘Aus Rosenwolken bricht’
11. Duetto con coro, ‘Von deiner Güt’, ‘o Herr und Gott -‘
12. Recitativo, ‘Nun ist die erste Pflicht erfüllt’
13. Duetto, ‘Holde Gattin, dir zur Seite’
14. Recitativo, ‘O glücklich Paar’
15. Coro Finale, ‘Singt dem Herren alle Stimmen’

Judith Raskin – Soprano
Alexander Young – Tenor
John Reardon – Baritone
Camerata Singers
The New York Philharmonic Orchestra
Leonard Bernstein – Conductor

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Franz-Joseph Haydn – Masses – Helmut Rilling, Gächinger Kantorei Stuttgart, Stuttgarter Kammerorchester, Oregon Bach Festival Chorus Oregon Bach Festival Orchestra, Radio-Sinfonieorchester Stuttgart des SWR

coverContinuando … !!!

 

CD 3

Harmoniemesse Wind Band Mass
Missa B-Dur B flat Major Hob XXII:14 

1. Mass No. 14 in B-Flat Major, Hob. XXII14 Harmoniemesse I. Kyrie
2. Mass No. 14 in B-Flat Major, Hob. XXII14 Harmoniemesse II. Gloria
3. Mass No. 14 in B-Flat Major, Hob. XXII14 Harmoniemesse III. Credo
4. Mass No. 14 in B-Flat Major, Hob. XXII14 Harmoniemesse IV. Sanctus
5. Mass No. 14 in B-Flat Major, Hob. XXII14 Harmoniemesse V. Benedictus
6. Mass No. 14 in B-Flat Major, Hob. XXII14 Harmoniemesse VI. Agnus Dei

Heiligmesse Heilig Mass
Missa St.i Bernardi von Offida Missa B-Dur B flat Major Hob. XXII:10

7. Mass No. 9 in B-Flat Major, Hob. XXII10 Sancti Bernardi von Offida I. Kyrie
8. Mass No. 9 in B-Flat Major, Hob. XXII10 Sancti Bernardi von Offida II. Gloria
9. Mass No. 9 in B-Flat Major, Hob. XXII10 Sancti Bernardi von Offida III. Credo
10. Mass No. 9 in B-Flat Major, Hob. XXII10 Sancti Bernardi von Offida IV. Sanctus
11. Mass No. 9 in B-Flat Major, Hob. XXII10 Sancti Bernardi von Offida V. Benedictus
12. Mass No. 9 in B-Flat Major, Hob. XXII10 Sancti Bernardi von Offida VI. Agnus Dei

Sibylla Ruben Soprano
Ingeborg Danz Alto
Lothar Odinius Tenor
Michael Nagy Bass
Linh Kauffmann Soprano – [Et incarnatus est] D
David Kim Bass [Et incarnatus est]
Oregon Bach Festival Chorus & Orchestra
Helmuth Rilling

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CD 4

Theresienmesse Theresa Mass
Missa B-Dur B flat Major Hob XXII:12

1. Mass in B-Flat Major, Hob. XXII12 Theresienmesse I. Kyrie
2. Mass in B-Flat Major, Hob. XXII12 Theresienmesse IIa. Gloria
3. Mass in B-Flat Major, Hob. XXII12 Theresienmesse IIb. Gloria. Gratias agimus tibi
4. Mass in B-Flat Major, Hob. XXII12 Theresienmesse IIc. Gloria. Quoniam tu solus sanctus
5. Mass in B-Flat Major, Hob. XXII12 Theresienmesse IIIa. Credo
6. Mass in B-Flat Major, Hob. XXII12 Theresienmesse IIIb. Credo. Et incarnatus est
7. Mass in B-Flat Major, Hob. XXII12 Theresienmesse IIIc. Credo. Et resurrexit
8. Mass in B-Flat Major, Hob. XXII12 Theresienmesse IV. Sanctus
9. Mass in B-Flat Major, Hob. XXII12 Theresienmesse V. Benedictus
10. Mass in B-Flat Major, Hob. XXII12 Theresienmesse VIa. Agnus Dei
11. Mass in B-Flat Major, Hob. XXII12 Theresienmesse VIb. Agnus Dei. Dona nobis pacem

Paukenmesse Mass in Time of War
Missa in tempore belli C-Dur C major Hob XXII:9

12. Mass No. 10 in C Major, Hob. XXII9 In tempore belli I. Kyrie
13. Mass No. 10 in C Major, Hob. XXII9 In tempore belli IIa. Gloria. Gloria in excelsis
14. Mass No. 10 in C Major, Hob. XXII9 In tempore belli IIb. Gloria. Qui tollis
15. Mass No. 10 in C Major, Hob. XXII9 In tempore belli IIc. Gloria. Quoniam tu solus sanctus
16. Mass No. 10 in C Major, Hob. XXII9 In tempore belli IIIa. Credo
17. Mass No. 10 in C Major, Hob. XXII9 In tempore belli IIIb. Credo. Et incarnatus est
18. Mass No. 10 in C Major, Hob. XXII9 In tempore belli IIIc. Credo. Et resurrexit
19. Mass No. 10 in C Major, Hob. XXII9 In tempore belli IIId. Credo. Et vitam venturi
20. Mass No. 10 in C Major, Hob. XXII9 In tempore belli IV. Sanctus
21. Mass No. 10 in C Major, Hob. XXII9 In tempore belli V. Benedictus
22. Mass No. 10 in C Major, Hob. XXII9 In tempore belli VIa. Agnus Dei
23. Mass No. 10 in C Major, Hob. XXII9 In tempore belli VIb. Agnus Dei. Dona nobis pacem

Ruth Ziesak Soprano
Ingeborg Danz Alto
Christoph Prégardien Tenor
Michel Brodard Bass
Gächinger Kantorei Stuttgart
Stuttgarter Kammerorchester
Helmuth Rilling

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BOOKLET 

Franz-Joseph Haydn: Masses – Helmut Rilling, Gächinger Kantorei Stuttgart, Stuttgarter Kammerorchester, Oregon Bach Festival Chorus Oregon Bach Festival Orchestra, Radio-Sinfonieorchester Stuttgart des SWR

coverÉ muito grande a probalidade de que estes quatro CDs com missas de Haydn tragam as melhores versões que eu já possa ter ouvido destas obras. Trata-se “apenas” de Helmuth Rilling, um especialista em regência de coros, e que passou boa parte de sua vida se dedicando a obra de Bach, tendo gravado a integral de sua obra, em uma caixa de 170 CDS, que tenho o grande orgulho de possuir, boa parte destes cds dedicados às cantatas de Johann Sebastian. Digamos, portanto, que o cara tem um know how indiscutível para nos proporcionar o prazer da audição destes quatro cds, com certeza uma das minhas principais aquisições deste ano de 2018.

O imenso talento do bom velhinho Helmuth Rilling (85 anos e ainda trabalhando) para reger obra vocal e coral está mais do que evidente nestes quatro CDs.

Para se ouvir à exaustão, sem temer excessos.

CD 1 Missa Cellensis In honorem Beatissimae Virginis Mariae
Erste Mariazeller Messe” HOB.XXII:5 Messe Nr. 5 C-Dur/Mass No. 5 in C major

1. Kyrie I (Adagio/Allegro con spirito) 3’11
2. Christe (Allegretto) 3’03
3. Kyrie II (Vivace) 3’00 Gloria
4. Gloria (Allegro di molto) 2’55
5. Laudamus te (Moderato) 3’52
6. Gratias (Alla breve) 2’45
7. Domine Jesu (Allegro) 4’55
8. Qui tollis (Adagio) 5’58
9. Quoniam (Allegro di molto) 3’06
10. Cum Sancto Spiritu 0’29
11. In Gloria (Largo/Allegro con spirito) 2’57 Credo
12. Credo (Vivace) 3’37
13. Et incarnatus (Largo) 6’52
14. Et resurrexit (Allegro) 4’41 Sanctus
15. Sanctus 1’32
16. Benedictus 5’12 Agnus
17. Agnus Dei (Largo) 2’20
18. Dona nobis (Presto) 2’16

Priska Eser-Streit (Soprano)
Anne Buter (Alto)
Christoph Genz (Tenor)
Thomas Hamberger (Bass)
Orpheus Chor München
Neue Hofkapelle München Gerd Guglhör

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CD 2

Nelsonmesse Lord Nelson Mass
Missa in angustiis d-Moll D Minor Hob XXII:II

1. Mass No. 11 in D Minor, Hob. XXII11 Nelsonmesse I. Kyries I-III
2. Mass No. 11 in D Minor, Hob. XXII11 Nelsonmesse IIa. Gloria
3. Mass No. 11 in D Minor, Hob. XXII11 Nelsonmesse IIb. Gloria. Qui tollis peccata mundi
4. Mass No. 11 in D Minor, Hob. XXII11 Nelsonmesse IIc. Gloria. Quoniam tu solus sanctus
5. Mass No. 11 in D Minor, Hob. XXII11 Nelsonmesse IIIa. Credo
6. Mass No. 11 in D Minor, Hob. XXII11 Nelsonmesse IIIb. Credo. Et incarnatus est
7. Mass No. 11 in D Minor, Hob. XXII11 Nelsonmesse IIIc. Credo. Et resurrexit
8. Mass No. 11 in D Minor, Hob. XXII11 Nelsonmesse IV. Sanctus
9. Mass No. 11 in D Minor, Hob. XXII11 Nelsonmesse V. Benedictus
10. Mass No. 11 in D Minor, Hob. XXII11 Nelsonmesse VIa. Agnus Dei
11. Mass No. 11 in D Minor, Hob. XXII11 Nelsonmesse VIb. Agnus Dei. Dona nobis pacem

Schöpfungsmesse Creation Mass
Missa solemnis B-Dur B flat Major Hob XXII:I3

12. Mass No. 13 in B-Flat Major, Hob. XXII13 Schöpfungsmesse Ia. Kyrie I
13. Mass No. 13 in B-Flat Major, Hob. XXII13 Schöpfungsmesse Ib. Kyrie II & III
14. Mass No. 13 in B-Flat Major, Hob. XXII13 Schöpfungsmesse IIa. Gloria
15. Mass No. 13 in B-Flat Major, Hob. XXII13 Schöpfungsmesse IIb. Gloria. Quoniam tu solus sanctus
16. Mass No. 13 in B-Flat Major, Hob. XXII13 Schöpfungsmesse IIIa. Credo
17. Mass No. 13 in B-Flat Major, Hob. XXII13 Schöpfungsmesse IIIb. Credo. Et incarnatus est
18. Mass No. 13 in B-Flat Major, Hob. XXII13 Schöpfungsmesse IIIc. Credo. Et resurrexit
19. Mass No. 13 in B-Flat Major, Hob. XXII13 Schöpfungsmesse IV. Sanctus
20. Mass No. 13 in B-Flat Major, Hob. XXII13 Schöpfungsmesse V. Benedictus
21. Mass No. 13 in B-Flat Major, Hob. XXII13 Schöpfungsmesse VIa. Agnus Dei
22. Mass No. 13 in B-Flat Major, Hob. XXII13 Schöpfungsmesse VIb. Agnus Dei – Dona nobis pacem

Donna Brown Sopran
Roxana Constantinescu Alto
Lothar Odinius Tenor
Markus Eiche Bass
Oregon Bach Festival
Chorus Oregon Bach Festival Orchestra
Helmuth Rilling

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Helmuth Rilling
O imenso maestro Helmuth Rilling

Franz-Joseph Haydn (1732-1809) – Symphonie Nr. 44 e-moll ‘Trauersymphonie’ Hob. I44, Symphonie Nr. 95 c-moll Hob. I95, Symphonie Nr. 98 B-dur Hob. I98 – Ferenc Fricsay, RIAS Symphonie-Orchester Berlin

41-ya7iwNtL._SY355_Havia um tempo em que os LPs dominavam a Terra. Era a única forma das pessoas terem acesso a música, se não fosse em apresentações ao vivo ou transmitidas pelo rádio.
Estarei postando pelos próximos dias uma série de gravações históricas do selo Deutsche Grammophon, realizadas antes do advento do estéreo, ainda na metade da década de cinquenta. Os maestros e orquestras são bem conhecidos pelos ‘frequentadores’ do PQPBach, músicos renomados e respeitados. O texto abaixo serão tirados do booklet da coleção.

“In February 1954, as part fo promotional campaign, Deutsch Grammophon produced a a now-legendary 10 inch LPs titled Musik … Sprache der Welt (Music – The Universal Language), that presented selections of its then-current recordings. 
That LP, now a rare collector´s item, consisted of extract works by the great composers. Each selection had a brief spoken introduction and was intended as a marketing tool for salesmen, to give – as Deutsch Grammophon wrote – “an impression of the breadth and quality of our repertory … a kind of calendar in sound”. It offered something different from the usual sales-information sheets and record catalogues. 
By reviving the title (and using the original Musik … Sprache der Welt cover art) we have developed this series to re-create the flavour and the spirit of those times at Deutsche Grammophon. 
The new 10 CD set of chronologically-ordered orchestral works (from Haydn to Bruckner) – features familiar iconic recordings  (such as Furtwängler´s Schumann Fourth) that appear alongside recordings completely new to CD (e.g. Lehmann´s Schubert and Sanderling Beethoven´s Second). In fact, over half of this recordings appear internationally on CD for the first time. In many cases the recordings on the original LP are complemented by bonus material from the same conductor. In some cases, two LPs set have been put onto a single  CD. The reproduction of original artwork and the illustrative material contained here evoke the look and feel of that period, and serve as a testemony to the cultural and aesthetic values of another era.”

David Butchart

P.S. Devido a importância histórica desta coleção, vou trazer também a arte das capas originais de cada CD.
CD 1

01. Symphonie Nr. 44 e-moll ‘Trauersymphonie’ Hob. I44 – 1.Satz Allegro con brio
02. Symphonie Nr. 44 e-moll ‘Trauersymphonie’ Hob. I44 – 2.Satz Menuetto Alleg
03. Symphonie Nr. 44 e-moll ‘Trauersymphonie’ Hob. I44 – 3.Satz Adagio
04. Symphonie Nr. 44 e-moll ‘Trauersymphonie’ Hob. I44 – 4.Satz Finale Presto
05. Symphonie Nr. 95 c-moll Hob. I95 – 1.Satz Allegro moderato
06. Symphonie Nr. 95 c-moll Hob. I95 – 2.Satz Andante cantabile
07. Symphonie Nr. 95 c-moll Hob. I95 – 3.Satz Menuet – Trio – Menuet
08. Symphonie Nr. 95 c-moll Hob. I95 – 4.Satz Finale Vivace
09. Symphonie Nr. 98 B-dur Hob. I98 – 1.Satz Adagio – Allegro
10. Symphonie Nr. 98 B-dur Hob. I98 – 2.Satz Adagio cantabile
11. Symphonie Nr. 98 B-dur Hob. I98 – 3.Satz Menuet Allegro – Trio – Menuet
12. Symphonie Nr. 98 B-dur Hob. I98 – 4.Satz Finale Presto

RIAS Symphonie-Orchester Berlin
Ferenc Fricsay – Conductor

CD 1 – BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE
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Capa original da Coleção
Capa original da Coleção

 

Joseph Haydn (1732- 1809) Concerto para Oboé, Trompete e Cravo

Joseph Haydn (1732- 1809) Concerto para Oboé, Trompete e Cravo

Cuidado: o nome do arquivo diz Handel, mas é Haydn!

Com certeza um baita CD. Com toda a certeza também, um dos meus preferidos. Haydn foi muito ousado ao compor o concerto para trompete, já que o concerto foi composto para inaugurar o trompete de válvulas. Neste concerto, o trompete pode aparecer meio áspero, mas isso é porque o músico está usando instrumento de época.

Percebam também que os trinados característicos da época são feitos diretamente na embocadura, ou seja, a nota não se altera, a frequência dela é que se altera. Isso para nós é inconcebível. Vale lembrar também que a flauta que se usa na orquestração também é de época. A maioria das passagens é feita por flauta, logo dá-nos a impressão de quebra. Já que o trompete parece áspero e a flauta tem um som super doce. O contraste é maravilhoso aos ouvidos de cada um.

O concerto para cravo nem precisa dizer, é super famoso. Mas Pinnock é um mestre.

Eu nunca ouvi esse primeiro movimento tão brilhante. Tão Allegro.

É isso, boa audição.

Joseph Haydn – Concerto for Oboe, Concerto for Trumpet and Concerto for Harpsichord – The English Concert

Concerto for Oboe and Orchestra in C major
I. Allegro spirituoso
II. Andante
III. Rondo: Allegretto
Paul Goodwin, oboe

Concerto for Trumpet and Orchestra in E flat major
I. Vivace
II. Un poco Adagio
III. Finale: Allegro
Mark Bennet, keyed trumpet

Concerto for Harpsichord and Orchestra in D major
I. Allegro
II. Andante
III. Rondo all’Ungarese: Allegro assai
Trevor Pinnock, harpsichord

Paul Goodwin, oboe
Mark Bennett, trumpet
Trevor Pinnock, harpsichord

English Concert
Trevor Pinnock

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Escreve, Haydn, escreve pra nós
Escreve, Haydn, escreve pra nós

Gabriel Clarinet

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791): Flute Concertos, Concerto for Flute & Harp – Richter, Nicolet,

FrontAté pouco tempo atrás eu desconhecia estas gravações do flautista suiço Aurelè Nicolet dos Concertos para Flauta de Mozart com o Karl Richter. Foi com grata satisfação que encontrei estas gravações dentro de uma caixa dedicada a Richter.

Anos atrás postei outro CD dele com Richter, mais especificamente das sonatas para flauta de Bach, e este foi um dos cds mais baixados do blog, passando dos dois mil downloads, nos tempos em que ainda usávamos o Rapidshare. Algum tempo depois trouxe para cá a histórica gravação do Concerto para Flauta e Harpa, com esta mesma dupla, além do pouquíssimo conhecido concerto para flauta de Haydn.

Este CD duplo é uma joia que merece ser compartilhada, baixada e admirada. Aqui temos músicos de altíssimo nível com interpretações idem. Por exemplo, ainda não encontrei uma interpretação tão espetacular do Concerto para Flauta e Harpa quando esta que aqui trago, com o perdão dos fãs de Rampal, no qual me incluo.

Chega de papo e vamos ao que viemos. Nem preciso dizer que temos aqui dois cds com o selo de qualidade do PQPBach de IM-PER-DÍ-VEL !!!.

CD 1
01. W.A.Mozart Flute Concerto in G major, K.313 – I. Allegro maestoso
02. II. Adagio non troppe
03. III. Rondo Tempo di minuetto
04. W.A.Mozart Flute Concerto in D Major, K.314 – I. Allegro aperto
05. II. Andante ma non troppo
06. III. Allegro
07. Andante for Flute & Orchestra in D major, K.315

Aurèle Nicolet – Flute
Münchener Bach-Orchester
Karl Richter – Conductor

CD 2

01. W.A.Mozart Concerto for Flute, Harp & Orchestra in C, K.299 – I. Allegro
02. II. Andantino
03. III. Rondo Allegeo
04. J.Haydn Concerto for Flute & String Orchestra in D, Hb VII fD1 – I. Allegro moderato
05. II. Adagio
06. III. Allegro molto
07. C.W.Gluck Reigen Seliger Geister

Aurèle Nicolet – Flute
Rose Stein – Harp
Münchner Bach-Orchester
Karl Richter – Conductor

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FDP

Haydn / Takemitsu / Bartók / Pärt: Landscapes

Haydn / Takemitsu / Bartók / Pärt: Landscapes

Gosto desses CDs mistureca. Haydn, Bartók, Pärt e Takemitsu acabam conseguindo uma boa convivência na pequena área do disquinho. Sem Haydn, não se sabe o que seria do gênero do quarteto de cordas. Elo de ligação entre Johann Sebastian Bach e Wolfgang Amadeus Mozart sua obra é feliz, mas sem a qualidade de um Mozart ou as profundidades filosóficas de um Beethoven. Mas Joseph Haydn foi um grandíssimo gênio. Aqui, está na companhia de compositores nascidos séculos depois. Como combinam bem os revolucionários! Os três irmãos Mark, Erik e Ken Schumann, que cresceram na Renânia e tocavam juntos desde crianças. Em 2012, a violista estoniana Liisa Randalu juntou-se a eles para formar o excelente Schumann Quartett. Olho neles, os caras são bons.

Haydn / Takemitsu / Bartók / Pärt: Landscapes

JOSEPH HAYDN STRING QUARTETT IN B-FLAT MAJOR OP. 76 “SUNRISE”
1 ALLEGRO CON SPIRITO
2 ADAGIO
3 MENUETTO
4 FINALE

5 TORU TAKEMITSU “LANDSCAPE” FOR STRING QUARTET

BÉLA BARTÓK STRING QUARTET NO. 2
6 MODERATO
7 ALLEGRO MOLTO CAPRICCIOSO
8 LENTO

9 ARVO PÄRT “FRATRES”

Schumann Quartett

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Takemitsu: impressionado com a qualidade e a quantidade de música que temos aqui no PQP.
Takemitsu: impressionado com a qualidade e a quantidade de música que temos aqui no PQP.

PQP

18º Festival de Música de Juiz de Fora: Franz Joseph Haydn (1732-1809) + C.P.E. Bach (1714-1788) + Pe. José Maurício Nunes Garcia (1767-1830) – Acervo PQPBach

261k8jo18º Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga de Juiz de Fora
2007

Com instrumentos de época. On period instruments.

 

Uma celebração especial

Esta postagem tem o objetivo especial de celebrar o retorno do mais completo website sobre a vida e obra do Pe. José Maurício Nunes Garcia, que ficou 2 anos fora do ar. Devemos essa obra prima a Antonio Campos Monteiro Neto, que dedicou 2 anos para remontar e atualizar o site.

Nao deixe de visitar. IM-PER-DÍ-VEL!!!
http://www.josemauricio.com.br/

Palhinha: ouçam 08. Abertura em Ré Maior

Franz Joseph Haydn  (1732-1809)
01. Sinfonia em Ré Maior, Hob. 104 “Londres”, Adagio – Allegro
02. Sinfonia em Ré Maior, Hob. 104 “Londres”, Andante
03. Sinfonia em Ré Maior, Hob. 104 “Londres”, Menuet
04. Sinfonia em Ré Maior, Hob. 104 “Londres”, Finale – Spiritoso
C.P.E. Bach (1714-1788)
05. Sinfonia em Ré Maior Wt 183, Allegro di Molto
06. Sinfonia em Ré Maior Wt 183, Largo
07. Sinfonia em Ré Maior Wt 183, Presto

Pe. José Maurício Nunes Garcia (1767-1830, Rio de Janeiro, RJ)
08. Abertura em Ré Maior
09. Sinfonia Fúnebre (1790)
10. Ouverture “Que Expressa Relâmpagos e Trovoadas”

18° Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga de Juiz de Fora – 2007
Orquestra Barroca
Regente: Luis Otávio Santos

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memoria

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XLD RIP | FLAC 300,3 MB | 1,0 h

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MP3 320 kbps | 127,6 MB | 1,0 h
powered by iTunes 12.1.0

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Boa audição.

de surpresas

Avicenna

F. J. Haydn (1732-1809): Sinfonias Nº 44, 28 e 49

F. J. Haydn (1732-1809): Sinfonias Nº 44, 28 e 49

A partir do som mais ou menos, podemos quase garantir que se tratam de velhas gravações da Melodiya, o que não significa que sejam ruins. A interpretação é boa e elegante, com aquele entusiasmo contido e a alegria que convêm à Haydn. Claro que as sinfonias mostram mais uma vez o modelo clássico formatado pela Escola de Mannheim e consolidado por Haydn, sempre dividido em 4 partes. O primeiro movimento pode ser uma música de caráter ligeiro, um allegro por exemplo. Alguns primeiros movimentos possuem uma curta introdução de caráter mais grave. O segundo movimento é a parte lenta e reflexiva da obra. O terceiro movimento é conhecido como minueto. É a música mais dançável da obra. Estes dois últimos movimentos podem ter invertidas suas ordens. O quarto e último movimento (finale) tem características semelhantes à do primeiro movimento, mas aqui o caráter é habitualmente triunfante, daquele tipo que busca o aplauso. Sim, há que considerar o ambiente dos concertos. As sinfonias? Sim, são ótimas!

F. J. Haydn (1732-1809): Sinfonias Nº 44, 28 e 49

01. Symphony No.44_ I. Allegro con brio
02. II. Menuetto. Allegretto. Canone in diapason
03. III. Adagio
04. IV. Finale. Presto

05. Symphony No.28_ I. Allegro di molto
06. II. Poco Adagio
07. III. Menuet. Allegro molto
08. IV. Presto assai

09. Symphony No.49_ I. Adagio
10. II. Allefro di molto
11. III. Menuetto
12. IV. Finale. Presto

The Moscow Chamber Orchestra

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Bach, Beethoven, Mozart e Haydn na cerveja
Bach, Beethoven, Mozart e Haydn na cerveja

PQP

F. J. Haydn (1732-1809): Trios para Piano

F. J. Haydn (1732-1809): Trios para Piano

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Um disco agradabilíssimo, onde temos o extraordinário Trio Nº 39 – e três outros –tocado da forma como se deve: bem cigana, conforme indica a capa do CD de Minasi e sua turma. Homem simpático, organizado e querido por todos, Haydn, o pai do classicismo musical vienense, é muitas vezes considerado “menor”. Erro. Vamos a uma historinha contada pelo pessoal da Deutsche Welle?

Ao falecer aos 77 anos de idade, em 31 de maio de 1809, em Viena, Joseph Haydn era o mais popular e, sem dúvida, também um dos mais abastados compositores da Europa. Sua música era executada em todo o continente, o público aclamava cada nova obra com entusiasmo. Altezas imperiais convidavam à sua mesa o filho de um artesão e de uma cozinheira. Como os tempos eram de instabilidade política, somente duas semanas após seu sepultamento, em 1º de junho, no cemitério de Hundsthurm, pode ser realizada uma cerimônia na igreja Schottenkirche. A missa foi solenemente acompanhada pelo Réquiem de Mozart.

O CRÂNIO FURTADO

No entanto, o que aconteceria em seguida com os restos mortais de Haydn pertence à categoria do grotesco. Um conhecido seu, Joseph Carl Rosenbaum, era adepto da frenologia, doutrina criada pelo médico alemão Franz Joseph Gall. Entre outros aspectos, ela se baseava na forma craniana para analisar o talento e a inteligência de uma pessoa.

Naquele junho mesmo, Rosenbaum abriu o túmulo do compositor e roubou sua cabeça. Somente em 1820, quando os Esterházy se propuseram a transferir os restos mortais, deu-se por sua falta. Descoberto em 1895, o crânio do venerável compositor foi guardado como relíquia durante décadas pela Sociedade dos Amantes da Música de Viena.

Não foi antes de 1954 que a cabeça pôde unir-se ao corpo, num magnífico sarcófago, no mausoléu mandado construir pela família de seus empregadores, os nobres Esterházy, na Bergkirche de Eisenstadt.

Pois é. Haydn perdeu a cabeça por séculos.

F. J. Haydn (1732-1809): Trios para Piano

1 Piano Trio No. 39 in G Major, Hob. XV:25, “Gypsy”: I. Andante
2 Piano Trio No. 39 in G Major, Hob. XV:25, “Gypsy”: II. Poco adagio
3 Piano Trio No. 39 in G Major, Hob. XV:25, “Gypsy”: III. Rondo a l’Ongarese. Presto

4 Piano Trio No. 13 in B-Flat Major, Hob. XV:38: I. Allegro moderato
5 Piano Trio No. 13 in B-Flat Major, Hob. XV:38: II. Menuetto
6 Piano Trio No. 13 in B-Flat Major, Hob. XV:38: III. Finale. Presto

7 Piano Trio No. 26 in C Minor, Hob. XV:13: I. Andante
8 Piano Trio No. 26 in C Minor, Hob. XV:13: II. Allegro spiritoso

9 Piano Trio No. 5 in G Minor, Hob. XV:1: I. Moderato
10 Piano Trio No. 5 in G Minor, Hob. XV:1: II. Menuetto
11 Piano Trio No. 5 in G Minor, Hob. XV:1: III. Finale. Presto

Riccardo Minasi, violino
Maxim Emelyanychev, piano
Federico Toffano, violoncelo

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Uma imagem da cobiçada cabeça de Haydn
Uma imagem da cobiçada cabeça de Haydn

PQP

Haydn (1732-1809) e Beethoven (1770-1827): Quartetos de Cordas

Haydn (1732-1809) e Beethoven (1770-1827): Quartetos de Cordas

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Um disco para sua discoteca básica. Haydn tinha 24 anos quando Mozart nasceu. Foram amigos, chegaram a tocar lado a lado Quintetos do segundo e, bem, Haydn sobreviveu ao amigo. Haydn foi professor de Beethoven. Era uma pessoa super deboas. Achava os dois jovens muito melhores do que ele. Aqui, temos o mestre que consolidou a forma sonata no primeiro movimento, depois um movimento lento, minueto e allegro final. O “Poco adagio” do Quarteto Imperador é apenas o hino da Alemanha. É um tremendo quarteto, grande música. O Sunrise também é belíssimo — melhor minueto ever. E depois temos seu talentoso pupilo no melhor Quarteto dos seis do notável Op. 18. As concepções do Quartetto Italiano (ativos entre 1945 e 1980) envelheceram um bocado, mas, puxa, ainda estão em ótimo estado.

Haydn (1732-1809) e Beethoven (1770-1827): Quartetos de Cordas

Haydn — String Quartet No. 62 in C major (‘Emperor’), Op. 76/3, H. 3/77:
1. Allegro
2. Poco adagio, cantabile
3. Menuetto (Allegro)
4. Finale (Presto)

String Quartet No. 63 in B flat major (‘Sunrise’), Op. 76/4, H. 3/78:
5. Allegro con spirito
6. Adagio
7. Menuetto (Allegro)
8. Finale (Allegro ma non troppo)

Beethoven — String Quartet No. 5 in A major, Op. 18/5:
9. Allegro
10. Menuetto
11. Andante cantabile
12. Allegro

Quartetto Italiano

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O Quartetto Italiano
O Quartetto Italiano

PQP

Martha Argerich & Friends – Live from Lugano Festival 2003

Box FrontApós o choque inicial que a primeira postagem causou, vamos trazer a caixa referente ao ano de 2003. Esqueci de comentar em postagem anterior, mas o titulo deixa claro que o festival é de Música de Câmara. E o repertório explora obras dos séculos XVIII ao século XX. Papa finíssima, eu diria.

Os irmãos Capuçon, Gabriela Montero e Lilya Zilberstein serão presença frequente nestes CDs. A integração entre eles é única, coisa de gente que sabe o que faz.

Então vamos ao que viemos.

CD 1

01. Haydn – Piano Trio in G (Gypsy Rondo) – I. Andante
02. Piano Trio in G (Gypsy Rondo) – II. Poco adagio
03. Piano Trio in G (Gypsy Rondo) – III. Rondo all’ongarese Presto

Martha Argerich, Renaud Capuçon, Gautier Capuçon

04. Rachmaninov Six Duets op.11 – I. Barcarolle
05. Six Duets op.11 – II. Scherzo
06. Six Duets op.11 – III. Chanson russe
07. Six Duets op.11 – IV. Valse
08. Six Duets op.11 – V. Romance
09. Six Duets op.11 – VI. Slava (Gloria)

Lilya Zilberstein, Martha Argerich

10. Grieg Cello Sonata in A minor – I. Allegro agitato
11. Cello Sonata in A minor – II. Andante molto tranquillo
12. Cello Sonata in A minor – III. Allegro – Allegro molto

Gautier Capuçon, Gabriela Montero

CD 2

01. Arensky Piano Trio No.1 in D Minor Op.32 – I. Allegro Moderato – Adagio
02. Piano Trio No.1 in D Minor Op.32 – II. Scherzo Allegro Molto
03. Piano Trio No.1 in D Minor Op.32 – III. Elegia Adagio
04. Piano Trio No.1 in D Minor Op.32 – IV. Finale Allegro non troppo – Andante –

Polina Leschenko, Renaud Capuçon, Gautier Capuçon

05. Lutoslawsky  – Variations on a Theme by Paganini for two pianos
06. Franck Piano Quintet in F minor – I. Molto moderato quasi lento
07. Piano Quintet in F minor – II. Lento con molto sentimento
08. Piano Quintet in F minor – III. Allegro non troppo ma con fuoco

Martha Argerich, Giorgia Tomassi

CD Bônus

01. Piazzola Tangos Revirado
02. Tangos Adiós Nonino

Karin Lechner, Sergio Tiempo

03. Monteiro – Improvisation on a Theme from Beethoven´s First Piano Concerto

Gabriela Montero

04. Piazzola – Oblivion

Dora Schwarzberg, Jorge Andres Bosso
The Cello Concept

05. Rodrigues 0 La Cumparsita

Dora Schwarzberg, Jorge Andres Bosso
The Cello Concept

06. Music from the Gypsy, Hungarian and Romanian Traditions – I
07. Music from the Gypsy, Hungarian and Romanian Traditions – II
08. Music from the Gypsy, Hungarian and Romanian Traditions – III

Géza Hosszu-Legocki, The Five DeVils

CD 1 – BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE
CD 2 – BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE
CD BONUS – BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE

Joseph Haydn (1832-1809): Os Seis Quartetos, Op. 33 – “Russos”

Joseph Haydn (1832-1809): Os Seis Quartetos, Op. 33 – “Russos”

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Muitas vezes chamado de “Pai do Quarteto de Cordas” (sem mencionar da sinfonia), foi com este conjunto de 6 Quartetos, Op. 33, que Haydn realmente começou a fazer sua marca única e singular no gênero. O conjunto é frequentemente denominado coletivamente como os quartetos “russos”, já que foram dedicados a um nobre russo. Eles também foram os quartetos que inspiraram Mozart a escrever seus chamados “Quartetos Haydn”, o que não é pouca coisa. O conjunto é especialmente ensolarado; Mesmo o primeiro deles — o único em tom menor — está longe de ser tristinho. Haydn era irremediavelmente feliz. O Quarteto Borodin faz um esplêndido trabalho de destacar a natureza jovial dessas seis obras-primas. Embora o violino ocupe um lugar proeminente nas partituras de Haydn, os “borodinos” não produzem um som que favoreça demais o primeiro violino. Em vez disso, as quatro partes são igualmente robustas e vigorosas, caminhando sempre na direção de uma conversa íntima entre iguais. As interpretações são alegres, um tantinho agressivas aqui e ali, nada romantizadas ou apressadas. A energia, a espontaneidade e a alegria da criação de música resultam em um conjunto que é igualmente alegre de ouvir.

Joseph Haydn (1832-1809): Os Seis Quartetos, Op. 33 – “Russos”

DISCO 01
01. String Quartet in B minor, Op. 33 No. 1 – I Allegro moderato
02. String Quartet in B minor, Op. 33 No. 1 – II Scherzo_ Allegro di molto
03. String Quartet in B minor, Op. 33 No. 1 – III Andante
04. String Quartet in B minor, Op. 33 No. 1 – IV Finale_ Presto

05. String Quartet in E flat major, Op. 33 No. 2 ‘The Joke’ – I Allegro moderato
06. String Quartet in E flat major, Op. 33 No. 2 ‘The Joke’ – II Scherzo_ Allegro
07. String Quartet in E flat major, Op. 33 No. 2 ‘The Joke’ – III Largo
08. String Quartet in E flat major, Op. 33 No. 2 ‘The Joke’ – IV Presto

09. String Quartet in C major, Op. 33 No. 3 ‘The Bird’ – I Allegro moderato
10. String Quartet in C major, Op. 33 No. 3 ‘The Bird’ – II Scherzo_ Allegretto
11. String Quartet in C major, Op. 33 No. 3 ‘The Bird’ – III Adagio ma non troppo
12. String Quartet in C major, Op. 33 No. 3 ‘The Bird’ – IV Finale_ Rondo – Presto

DISCO 02
01. String Quartet in B flat major, Op. 33 No. 4 – I Allegro moderato
02. String Quartet in B flat major, Op. 33 No. 4 – II Scherzo_ Allegretto
03. String Quartet in B flat major, Op. 33 No. 4 – III Largo
04. String Quartet in B flat major, Op. 33 No. 4 – IV Finale_ Presto

05. String Quartet in G major, Op. 33 No. 5 ‘How do you do?’ – I Vivace assai
06. String Quartet in G major, Op. 33 No. 5 ‘How do you do?’ – II Largo e cantabile
07. String Quartet in G major, Op. 33 No. 5 ‘How do you do?’ – III Scherzo_ Allegro
08. String Quartet in G major, Op. 33 No. 5 ‘How do you do?’ – IV Finale_ Allegretto

09. String Quartet in D major, Op. 33 No. 6 – I Vivace assai
10. String Quartet in D major, Op. 33 No. 6 – II Andante
11. String Quartet in D major, Op. 33 No. 6 – III Scherzo_ Allegretto
12. String Quartet in D major, Op. 33 No. 6 – IV Finale_ Allegretto

Borodin Quartet

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Felizes como Haydn
Borodinos, felizes como Haydn

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F. J. Haydn (1732-1809): Sinfonias 100 & 45, ‘Militar’ e ‘Do Adeus’

F. J. Haydn (1732-1809): Sinfonias 100 & 45, ‘Militar’ e ‘Do Adeus’

Hermann Scherchen Westminster PWS744 1

Duas extraordinárias sinfonias de Haydn com o não menos extraordinário maestro Hermann Scherchen. Ainda hoje é raro ouvir a Sinfonia Nº 100 com tanta cara de militar do que a que dá nosso HS. Fiquem tranquilos a militar de Haydn não mata. Sua alcunha se deve ao uso de uma abundante percussão alla turca, sobretudo no segundo movimento, ao estilo das marchas militares executadas em campanhas bélicas. Mas aqui é tudo bonito. A gravação foi roubada novamente do grande blog holandês 33 toeren klassiek, especializado em garimpar joias no vasto mar de gravações do passado.

F. J. Haydn (1732-1809): Sinfonias 100 & 45, ‘Militar’ e ‘Do Adeus’

Sinfonia Nº 100, Militar   22:42
1  adagio – allegro    6:12
2  allegretto    7:28
3  minuetto: moderato    5:08
4  finale: presto    3:54
Sinfonia Nº 45, Do Adeus   21:53
5  allegro assai    4:15
6  adagio    5:38
7  minuetto: allegretto    3:51
8  presto – adagio    8:09

Orquestra da Ópera de Viena
Hermann Scherchen

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O grande Hermann Scherchen
O grande Hermann Scherchen

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Edmundo Hora: Estes nossos Brasis: Música para fortepiano no Brasil dos séculos XVIII e XIX (Acervo PQPBach)

30lo4e1Estes nossos Brasis: Música para fortepiano no Brasil dos séculos XVIII e XIX

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A invenção do “Fortepiano” deu-se em Florença na Itália, no final do século XVII, por Bartolomeo Cristofori (1655-1731) e a grande novidade que esse instrumento propunha era a capacidade de se realizar uma dinâmica “forte” e “piano” por meio do seu teclado sensitivo.

Os primeiros instrumentos já possuíam o formato conhecido de hoje, ainda que em dimensões bem menores. Uma grande variedade de modelos existiu, porém todos eles possuíam os Martelletti (martelinhos) que foram se modificando com o passar dos séculos, à medida que mais sonoridade foi requerida. O seu primeiro nome foi Clavicembalo con Martelletti… (Cravo com martelinhos…), que era capaz de tocar forte e piano. Essa nova maneira de se tocar revolucionou a música para os instrumentos de teclados, promovendo então nova estética musical. Assim, numa melodia, os “crescendos e diminuendos” podiam ser realizados permitindo uma semelhança com a voz cantada.

Ao final do século XVIII, nos países de língua alemã, esses instrumentos já haviam percorrido um grande caminho adquirindo novos recursos técnicos. Na Áustria, compositores como J. Haydn (1732-1803) e W. A. Mozart (1756-1791) compuseram muito do seu repertório para esse novo “instrumento expressivo”.

Já no início do século XIX, com a chegada da família Real Portuguesa ao Brasil, precisamente em 1808, a cidade do Rio de Janeiro adquiriu o status de capital do Reino, transformando-se da noite para o dia, num grande centro político e cultural. Porém, ainda na segunda metade do século XVIII, atividades musicais foram ali muito praticadas e a figura do Pe. José Maurício Nunes Garcia (1767-1830) projeta-se como o mais importante compositor e tecladista da época, ficando, por um determinado período, como o responsável pelas atividades na Capela Real da Corte. Contudo, muito pouco podemos afirmar sobre a formação musical do nosso Padre músico, e até o presente momento, que ela tenha sido adquirida pelo contato com o músico mineiro Salvador José de Almeida.

O ano de 1816 registra a chegada ao Brasil de Sigismund Neukomm (1778-1858), compositor austríaco e aluno de J. Haydn. De suas atividades como instrumentista e compositor, constava também a tarefa de ensinar música aos futuros monarcas D. Pedro (1798-1834) e sua esposa D. Leopoldina (1797-1826). Nessas funções ele permaneceu por 6 anos, legando ao nosso repertório de câmara uma vasta quantidade de músicas nas mais diversas formações, destacando-se o Les Adieux à ses amis bresiliénnes, obra escrita em 1821, como despedida aos seus amigos que aqui ficaram. Na Corte do Rio de janeiro, Neukomm travou amizade com José Maurício, reconhecendo nele o talento, a virtuosidade na composição e nos instrumentos como o Cravo e o Órgão. Assim, é natural supor-se que com essa vivência e troca de influências ambas as partes lucraram, e José Maurício pôde aperfeiçoar-se em suas atividades artísticas seja como compositor, seja também como instrumentista ao Fortepiano.

Posteriormente, e mais precisamente em 1817, a chegada ao Rio de Janeiro de D. Leopoldina, a esposa austríaca de D. Pedro, coloca o ambiente musical brasileiro na vanguarda de uma nova tendência estética, a futura música “romântica”. Dentre os diversos conteúdos de sua bagagem, a presença de um Fortepiano austríaco e sua posterior utilização, pode ser considerada como uma justificativa razoável para se executar num instrumento europeu músicas com influência brasileira. Assim, entre outras obras, tomamos a liberdade de acrescentar ao nosso programa musical os 3 Lundus, demonstrando uma vertente de miscigenação ocorrida na linguagem instrumental, como sendo a gênesis da futura música brasileira.

Reunir obras instrumentais de diferentes autores e épocas num só programa é sempre um desafio que se impõe ao intérprete contemporâneo, ainda mais em se tratando de repertório Brasileiro de concerto e de salão. O “sonho” de todo o instrumentista tecladista brasileiro sempre foi o de encontrar material suficiente para um programa de concerto, já que as fontes são escassas, limitando significativamente a margem de escolha. Felizmente nos últimos anos, tem aparecido um expressivo número de obras o que toma a nossa tarefa um pouco mais cômoda.

Também de relevante significado na interpelação é a questão da afinação e do temperamento como recurso expressivo para o instrumento utilizado. Ao se optar por um sistema de temperamento desigual, evidenciaram-se ainda mais as características tonais, favorecendo-se as “cores” dos textos musicais escolhidos. E neste campo, devemos mencionar que muito já tem sido demonstrado através de fontes históricas, da importância e da influência no plano sensorial deste elemento para a reconstrução sonora no plano estético-estilístico. Em contrapartida à proposta do sistema mesotônico de afinação, característico do séc. XVII, em que se dá preferência à beleza e à perfeição das terças maiores em seu estado puro, construiu-se, no século XVIII, diversas propostas desiguais de afinação, possibilitando-se as enarmonias e modulações, evidenciando-se as cores e “afetos” à cada tonalidade. Dessa maneira, inspirado nas orientações históricas, construímos um sistema desigual de afinação no qual os diferentes campos tonais são ressaltados, buscando melhor traduzir o conteúdo sentimental de cada obra.

Compartilhem do nosso sonho! Edmundo Hora, 2003.

Edmundo Hora, fortepiano
Johannes Chrysostomus Wolfgangus Theophilus [Lat. Amadeus] Mozart (Austria, 1756-1791)
01. Fantasia em dó menor, Kv 396
Franz Joseph Haydn (Germany, 1732-1809)
02. Adágio em Fá Maior, Hob. XVI:21
Anônimo (Sabará, MG, final do séc. XVIII)
03. Sonata 2ª (Sabará) – 1. Allegro
04. Sonata 2ª (Sabará) – 2. Adágio
05. Sonata 2ª (Sabará) – 3. Rondó
Pe. José Maurício Nunes Garcia (1767-1830, Rio de Janeiro, RJ)
Lições extraídas do Compêndio de Música e Método de Pianoforte, Rio 1821
06. – 1. Lição 9ª – Andantino em Dó Menor (Iªparte)
07. – 2. Lição 3ª – Andantino em Mí Maior (IIªparte)
08. – 3. Lição 5ª – Allegretto em Sol Maior (Iªparte)
09. – 4. Lição 11ª – Allegretto em Ré Maior (Iªparte)
10. – 5. Lição 12ª – Allegretto em Ré Menor (Iªparte)
11. – 6. Lição 6ª -Allegro Maestoso em Lá Maior (IIªparte)
Antonio Vieira dos Santos (Porto, 1784 – Morretes, PR, 1854)
12. Lundum da Bahia em Ré Maior (da coleção “Cifras de Música “), ajeitado por E. Hora
Anônimo bahiano (séc. XVIII e XIX)
13. Lundum em Lá Menor – com naturalidade de conversa
14. Lundum em Lá Maior – allegro
Sigismund Ritter von Neukomm (Salzburg, 1778 – Paris, 1858)
15. Les Adieux à ses amis Brésiliènes à Rio de Janeiro, em Mib Maior (Rio, 7 de abril de 1821)

Música para fortepiano no Brasil dos séculos XVIII e XIX – 2003
Edmundo Hora

Mais um CD do acervo do musicólogo Prof. Paulo Castagna. Não tem preço !!!

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XLD RIP | FLAC 218,1 MB | HQ Scans 11,2 MB |

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MP3 320 kbpm – 164.8 MB – 55,1 min
powered by iTunes 10.7

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Boa audição.

 

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Avicenna