Transformations 20th Century Works Violin & Piano (com Roman Mints e Evgenia Chudinovich)

Grande CD de 1999 que traz uma espécie de apanhado, na verdade, da segunda metade do século XX. Para comprovar, basta notar que a maioria dos compositores da “mostra” ainda está viva em 2017. Claro que o destaque fica com Fratres, obra de Pärt (diga Piárt) tão famosa que já foi utilizada em mais de dez filmes, sendo os mais famosos Sangue Negro (There Will Be Blood), de Paul Thomas Anderson e Amor Pleno (To the Wonder), de Terrence Malick. O restante das peças também são excelentes. Um Penderecki da fase radical, uma Gubaidulina sensacional e um Schnittke, ah, Schnittke.

Transformations 20th Century Works Violin & Piano
(com Roman Mints e Evgenia Chudinovich)

Artem Vassilev
1. Pieces (5) for violin & piano
2. Pieces (5) for violin & piano
3. Pieces (5) for violin & piano
4. Pieces (5) for violin & piano
5. Pieces (5) for violin & piano

Arvo Pärt
6. Fratres, for violin & piano

Krzysztof Penderecki
7. Miniatures (3) for violin & piano: Movement 1
8. Miniatures (3) for violin & piano: Movement 2
9. Miniatures (3) for violin & piano: Movement 3

Elena Langer
10. Transformations for violin & piano
11. Transformations for violin & piano

Witold Lutoslawski
12. Subito, for violin & piano

Sofia Gubaidulina
13. Dancer on a Tightrope, for violin & piano

Alfred Schnittke
14. Silent Night (Stille Nacht), for violin & piano

Roman Mints, violino
Evgenia Chudinovich, piano

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Pärt e Schnittke tentando repetir a foto de formatura de ambos, muitos ano depois

Pärt e Schnittke tentando repetir a foto de formatura de ambos, muitos anos depois

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Igor Stravinsky (1882-1971) / Witold Lutoslawski (1913-1994): Violin Concerto / Chain 2 & Partita

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Este disco de 1990 é uma joia. E é também um CD de grandes artistas celebrando a talentosa violinista Anne-Sophie Mutter. Temos o imenso Paul Sacher regendo o Concerto de Stravinsky e Witold Lutoslawski conduzindo sua própria música. Garanto-lhes que você não poderá obter performances melhores desta música em CD. Ao menos por enquanto. O conhecido Concerto de Stravinsky é a peça mais conhecida e fácil de compreender neste CD. Mutter é absurdamente brilhante neste concerto. Os Lutoslawski são mais difíceis mas nada agressivos. Eu os colocaria em algum lugar na transição entre a música erudita conservadora do século 20 conservadora e os casos mais intrincados. De qualquer maneira, o prazer de ouvir Mutter é algo.

Igor Stravinsky (1882-1971) / Witold Lutoslawski (1913-1994): Violin Concerto / Chain 2 & Partita

Igor Stravinsky (1882 – 1971)
Concerto en rPartie for violin and Orchestra
1) 1. Toccata [5:51]
2) 2. Aria I [4:09]
3) 3. Aria II [5:13]
4) 4. Capriccio [5:49]
Anne-Sophie Mutter
Philharmonia Orchestra
Paul Sacher

Witold Lutoslawski (1913 – 1994)
Partita (for Violin and Orchestra)
5) 1. Allegro giusto [4:14]
6) 2. Ad libitum [1:12]
7) 3. Largo [6:22]
8) 4. Ad libitum [0:47]
9) 5. Presto [3:51]
Anne-Sophie Mutter
Phillip Moll
BBC Symphony Orchestra

Witold Lutoslawski
Chain 2 Dialogue for Violin and Orchestra
10) 1. Ad libitum [3:48]
11) 2. A battuta [4:58]
12) 3. Ad libitum [4:58]
13) 4. A battuta – Ad libitum – A battuta [4:27]
Anne-Sophie Mutter
BBC Symphony Orchestra
Witold Lutoslawski

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Anne-Sophie Mutter em pode especial para o PQP Bach

Anne-Sophie Mutter em pose especial para o PQP Bach

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Katia & Marielle Labèque – Sisters – CD 2 de 6

katia-marielle-labeque-sisters-2016O segundo CD do duo Labèque Sisters traz um repertório bem mais eclético, que vai de Tchaikovsky a Berio, passando por Brahms, Dvorák entre outros. Outro grande momento das irmãs, impecáveis em sua incrível capacidade de tocarem juntas como se fossem uma só.
Já trouxe em outra ocasião a gravação das Danças Húngaras de Brahms com essa dupla, mas já faz bastante tempo, então os links também já eram.

2.001. Tchaikovsky Swan Lake, Op.20, TH.12 – Arr. for piano duet – Russian dance
2.002. Brahms Hungarian Dance No.1 in G Minor, WoO 1 No.1 – for piano duet – Allegro molto
2.003. Brahms Hungarian Dance No.20 in E Minor, WoO 1, No.20 – Arr. for piano duet – Poco allegretto – Vivace
2.004. Brahms Hungarian Dance No.5 in G Minor, WoO 1 No.5 – for Piano Duet – Allegro – Vivace
2.005. Dvorák 8 Slavonic Dances, Op.72, B.147 – For Piano Duet – No.2 in E Minor (Allegretto grazioso)
2.006. Dvorák 8 Slavonic Dances, Op.46, B.83 – For Piano Duet – No.8 in G Minor (Presto)
2.007. Bizet Jeux d’enfants, Op.22 – 12 pieces for Piano duet – 11. Petit mari, petite femme
2.008. J. Strauss II Pizzicato Polka – for Piano Duet – Pizzicato Polka
2.009. J. Strauss II Auf der Jagd, Op.373 – for Piano Duet – Polka (Schnell)
2.010. Fauré Dolly Suite, Op.56 – for piano duet – 1. Berceuse
2.011. Poulenc L’Embarquement pour Cythère, valse-musette pour deux pianos FP 150
2.012. Milhaud Scaramouche – for 2 Pianos Op.165b – 3. Brazileira (Mouvement de samba)
2.013. Grainger Country Gardens (Handkerchief Dance) – Arr. for Piano Duet – Country Gardens (Handkerchief Dance)
2.014. Gershwin Three Preludes for Piano (1926) – Arr. for Piano Duet – I. Allegro ben ritmato e deciso, in B flat
2.015. Gershwin Three Preludes for Piano (1926) – Arr. for Piano Duet – II. Andante con moto e poco rubato, in C sharp minor
2.016. Gershwin Three Preludes for Piano (1926) – Arr. for Piano Duet – III. Allegro ben ritmato e deciso, in E flat minor
2.017. Stravinsky Three Easy Pieces (for Piano Four-Hands) – II. Waltz
2.018. Stravinsky 5 Easy Pieces for Piano Duet – 5. Galop
2.019. Lutoslawski Variations on a Theme of Paganini – Arr. for two pianos – Variations on a Theme of Paganini
2.020. Berio Polka, for piano quatre-mains

Katia & Marielle Labèque – Piano

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Witold Lutosławski (1913-1994): The Symphonies

Texto retirado daqui.

SINCERIDADE MÁXIMA DA EXPRESSÃO: A MÚSICA DE WITOLD LUTOSLAWSKI

Witold Lutoslawski (1913-94) nasceu em Varsóvia, onde passou a vida criando uma obra que o coloca entre os maiores compositores do século XX. Uma vida marcada por grandes sucessos, mas também por experiências traumáticas. Alguns meses depois do início da 1ª Guerra Mundial (1914), ele e sua família viveram alguns anos em Moscou — onde seu pai foi assassinado em 1918.

Formado em piano e em composição pelo Conservatório de Varsóvia, Lutoslawski estreou como compositor com Variações Sinfônicas, apresentadas em Cracóvia em 1939, às vésperas da 2ª Guerra Mundial. Nos anos da ocupação alemã, ganhou a vida tocando piano nos cafés de Varsóvia e, em 1941, começou a trabalhar com sua primeira obra de grande formato, a Sinfonia nº 1. Depois da guerra, tomou parte na organização da Associação dos Compositores Poloneses e no Festival Outono de Varsóvia, dedicado à música contemporânea.

Depois da estreia da Sinfonia nº 3, em Chicago, em 1983, um crítico escreveu que a obra só poderia ter sido escrita na Polônia, aludindo à situação política do país naquele momento. Lutoslawski, contudo, dizia que nunca havia sido sua intenção representar o mundo exterior, uma vez que ele não precisa ser representado pela arte para que possamos presenciá-lo. A música é “o domínio do mundo ideal, o mundo que emerge da nossa imaginação, dos nossos desejos, da nossa concepção do ideal”. Para ele, a missão do artista era uma atuação nesse “mundo ideal” e sua “expressão” em obras, para assim torná-lo acessível aos outros.

Lutoslawski nunca cedeu às pressões enfrentadas pelos artistas do seu país nos tempos stalinistas. Um exemplo basta: em 1949, depois da estreia da sua Sinfonia nº 1 — tachada pela crítica oficial como “formalista” —, o então ministro da cultura Wlodzimierz Sokorski declarou que um compositor como ele deveria ser atropelado por um bonde.

Não são somente às pressões externas, afinal, que o artista precisa resistir em nome da liberdade criativa. É preciso também recusar a repetição das próprias ideias, em busca de novas formas de expressão: “Eu me cuido muito para que nenhum dos meus pensamentos me domine e para que nenhum deles me possa tirar a liberdade de ir ao encontro de tudo o que a imaginação me possa trazer no futuro”.

Nem as primeiras obras, desde Variações Sinfônicas até Sinfonia nº 1 (1941-47), inspiradas nos clássicos do século XX, nem as da fase seguinte, em que explorava os motivos da música folclórica (Canções Populares Para Piano, 1945; Concerto Para Orquestra, 1950-54 [que será tocado pela Osesp este ano]), satisfaziam o compositor na busca de uma nova linguagem sonora. Nos anos 1960, Lutoslawski surpreendeu a todos com um novo estilo ( Jeux Vénitiens, Sinfonia nº 2, Prelúdios e Fugas), próximo ao da vanguarda ocidental do pós- -guerra: forma aberta, linguagem amelódica e modos não convencionais de articulação do som.

Inspirado pelo aleatorismo de John Cage, ele inventou uma técnica de “aleatorismo controlado”. Mas Lutoslawski manteve distanciamento crítico diante da “ideologia do vanguardismo”. Mesmo os meios extremos do novo estilo presentes nas suas obras não são apenas manifestação de rompimento com a tradição, mas servem para expressar conteúdos e aspirações que a música persegue há séculos.

Nas obras das últimas três décadas da vida do compositor, perde força a presença dos meios radicais do estilo da vanguarda, que entram em simbiose com os elementos da tradição, como linhas melódicas mais acentuadas, segmentação clássica da forma, ou uma emocionalidade “romântica”. Mas Lutoslawski evitava sempre o sistema tonal, dispensável para quem chegou a criar seu próprio sistema de seleção dos intervalos melódicos e harmônicos.

Concluída em 1983, a Sinfonia nº 3 — uma composição monumental e exuberante escrita ao longo de cerca de dez anos — é considerada o auge de sua obra sinfônica e um marco na música da segunda metade do século XX. Nos últimos anos de vida, porém, Lutoslawski não deu continuidade a esse tipo de expressão, procurando uma nova coloração instrumental. Sua linguagem tornou-se mais camerística e ainda menos vanguardista do que nas obras anteriores. Chain 1, 2, 3 (1983-86), Concerto Para Piano (1987-88) e Sinfonia nº 4 (1988- 92) são obras-primas dessa fase. Lutoslawski dá continuidade também às suas composições vocais, com o ciclo de canções Chantefleurs et Chantefables (sobre poemas de Robert Desnos) para soprano e orquestra, em que se manifesta sua afinidade com a poesia francesa e o gosto de escrever obras para crianças, a que se dedicara muito nos anos do pós-guerra.

O trabalho de composição, para Lutoslawski, vinha sempre acompanhado de reflexão crítica e teórica, registrada em inúmeras anotações, principalmente no que ele chamava de Caderno de Pensamentos, mas também em entrevistas, palestras e artigos. São comentários à margem da obra que podem ajudar a compreender melhor seus princípios, sua trajetória e suas metas, e que também articulam uma singular filosofia de relacionamento do artista com o seu destinatário. O Caderno de Pensamentos foi traduzido para o inglês e publicado na coletânea Lutoslawski on Music (Scarecrow Press, 2007), organizada pelo musicólogo Zbigniew Skowron. Em anotação de 24 de março de 1972, o compositor afirma:

“Não quero captar nada, quero encontrar. Encontrar os que no fundo da alma sentem como eu. Como realizá-lo? Só por uma máxima sinceridade de expressão artística em todos os níveis, desde um detalhe técnico até as profundezas mais misteriosas, mais íntimas. Sei que essa atitude elimina de antemão um grande número de potenciais ouvintes das minhas composições. Em compensação, os que ficam são um tesouro inestimável”. Ao falar da sua linhagem artística, Lutoslawski apontava Debussy, Bartók, Ravel e Stravinsky — todos eles artistas que sabiam conciliar uma extensa gama emocional e sensorial com uma ordem sonora precisa em todos os seus detalhes. Embora a vida inteira fizesse experiências com o dodecafonismo, a ideia da ordem serial de Arnold Schoenberg e Anton Webern não o atraía muito, resistindo ao cálculo intelectual sistemático. A diversidade das formas e técnicas revelada ao longo de uma trajetória artística de mais de 60 anos não nos impede de vislumbrar traços de unidade numa obra original e inconfundível. A crítica aponta, entre eles, a virtuosidade e a precisão dos detalhes, o colorido brilhante e a sensualidade do som, a energia do movimento e a sutileza de suas partículas, a moderação da expressão emocional junto a gestos de comoção lírica, a expansividade e a intimidade.

São contrastes que moldam o mundo de sons de Lutosawski e que geram, em grande medida, a força e a dramaticidade de suas obras.

HENRYK SIEWIERSKI é doutor em Ciência da Literatura pela Universidade Jaguelloniana de Cracóvia e professor titular do Departamento de Teoria Literária e Literaturas da Universidade de Brasília.

Witold Lutosławski (1913-1994): The Symphonies

1. Fanfare for Los Angeles Philharmonic 0:55

2. Symphony No. 1: I. Allegro giusto 5:10
3. Symphony No. 1: II. Poco adagio 9:26
4. Symphony No. 1:  III. Allegretto misterioso 4:21
5. Symphony No. 1: IV. Allegro vivace 5:31

6. Symphony No. 2: I. Hésitant (Instrumental) [Clean] 13:40
7. Symphony No. 2: II. Direct (Instrumental) [Clean] 14:11

8. Symphony No. 3 [Clean] 31:26

9. Symphony No. 4 [Clean] 21:01

Dawn Upshaw, na Sinfonia N° 2
Peter Crowley, na Sinfonia N° 2
Los Angeles Philharmonic
Esa-Pekka Salonen

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Há que ouvir mais Lutosławski, gente!

Há que ouvir mais Lutosławski, gente!

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Schnittke (1934-1998) / Lutoslawski (1913-1994) & Ligeti (1923-2006): Obras para Orquestra de Câmara

schnittke ligeti Lutoslawski

Mais um grande disco de música da segunda metade do século XX. Aqui, Schnittke está acompanhado de Lutoslawski e Ligeti, mas permanece como a estrela deste CD da Deutsche Grammophon que faz parte da coleção Classikon, destinada aos clássicos modernos. E, com efeito, são gravações que já tinham aparecido em discos anteriores da DG. Apesar do disco abrir e fechar com Lutoslawski, penso que ele sirva de parênteses para as criações de Ligeti e Schnittke, a meu ver superiores. Vale muito a audição!

Schnittke (1934-1998) / Lutoslawski (1913-1994) & Ligeti (1923-2006): Obras para Orquestra de Câmara

Witold Lutoslawski (1913-1994)
Chain 3 (1986)
for Orchestra

1 1. Presto (4’42)
2 2. Presto (13) (4’59)
3 3. (38) (2’12)

BBC Symphony Orchestra
Dir.: Witold Lutoslawski

Alfred Schnittke (1934-1998)
Concerto grosso no.1 (1976-77)
for two violins, harpsichord, prepared piano and string orchestra

4 1. Preludio: Andante (5’00)
5 2. Toccata: Allegro (4’26)
6 3. Recitativo: Lento (6’55)
7 4. Cadenza (without tempo marking) (2’32)
8 5. Rondo: Allegro (7’08)
9 6. Postludio: Andante – Allegro – Andante (2’13)

Gidon Kremer, Tatiana Grindenko, violins
Yuti Smirnov, harpsichord & prepared piano
The Chamber Orchestra or Europe
Dir.: Heinrich Schiff

György Ligeti (1923-2006)
Chamber Concerto (1969-70)
for 13 instruments

10 1. Corrente (5’07)
11 2. Calmo, sostenuto (5’53)
12 3. Movimiento preciso e meccanico (3’58)
13 4. Presto (3’33)

Ensemble InterContemporain
Dir.: Pierre Boulez

Witold Lutoslawski
Novelette (1978-79)
for Orchestra

14 I. Announcement (1’45)
15 II. First Event (2’58)
16 III. Second Event (3’38)
17 IV. Third Event (2’10)
18 V. Conclusion (6’58)

BBC Symphony Orchestra
Dir.: Witold Lutoslawski

Deutsche Grammophon 439 452-2

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Alfred Schnittke: o grande talento do inventor do poili estilismo

Alfred Schnittke: o grande talento do inventor do poliestilismo

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Witold Lutoslawski (1913-1994): Konzert für Orchester, Karol Szymanovski (1882-1937) – Symphonie nº3, für Tenor, Choir und Orchester, op. 27, Alexander Tschaikowski ((1946 ) – Symphonie nº4, für Orchester, Chor und Solo Bratsche, op. 78 – Jansons, Symphonieorchester des Bayerschen Rundfunk

coverJá declarei inúmeras vezes aqui no PQPBach que música contemporânea não é muito a minha praia, parei em Stravinsky e Prokofiev, e não me arrisco muito mais no repertório mais recente. Mas confesso que me rendi a este CD logo no início do Concerto para Orquestra do Lutoslawski. Um pouco com certeza pela condução segura de Mariss Jansons e pela execução como sempre impecável da Orquestra da Rádio Bávara. Mas ainda se trata de obra audível para os meus parâmetros.
Szymanowski não é tão novo assim, e essa terceira sinfonia talvez seja sua obra mais conhecida. O Tchaikowski que não é o Piotr, e até onde li não tem nenhum parentesco com aquele, me era um compositor totalmente desconhecido até então. Nunca tinha ouvido nada dele.
Mas volto a ressaltar o primor de execução desta orquestra espetacular, e Mariss Jansons com certeza é um dos grandes regentes da atualidade. Trata-se de um CD para ser ouvido com atenção e diversas vezes, se possível, para se acostumar os ouvidos com a sonoridade dessas obras.

1 (Witold Lutoslawski) Concerto for Orchestra I. Intrada
2 (Witold Lutoslawski) Concerto for Orchestra II. Capriccio notturno e arioso
3 (Witold Lutoslawski) Concerto for Orchestra III. Passacaglia, toccata e Corale
4 (Karol Szymanowsky) Symphony No. 3, Op. 27, ‘Piesn o nocy’ (The Song of the Night) 1 – Moderato asai
5 (Karol Szymanowsky) Symphony No. 3, Op. 27, ‘Piesn o nocy’ (The Song of the Night) 2 – Vivace scherzando
6 (Karol Szymanowsky) Symphony No. 3, Op. 27, ‘Piesn o nocy’ (The Song of the Night) 3 – Largo

Rafal Bartminski – Tenor
Andreas Röhn – Solo Violine

7 (Alexander Vladimirovich Tchaikovsky) Symphony No. 4, Op. 78

Nimrod Guez – Solo – Bratsche
Chor des Bayerischen Rundfunks
Symphonieorchester des Bayerischen Rundfunk
Mariss Jansons – Conductor

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FDPBach

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Krzysztof Penderecki (1933) – Clarinet Concerto (world premiere recording), Sinfonietta nº2 for clarinet and Strings, 3 Miniatures for clarinet and piano, Präludium for solo clarinet, Witold Lutoslawski (1913-1994) – Dance Preludes for clarinet, harp, piano, percussion and strings

51bCSTfbTlLEis finalmente o quinto cd dessa coleção. A clarinetista israelense Sharon Kam interpreta dois compositores contemporâneos poloneses, Penderecki e Lutoslawski, sendo que o Concerto de Penderecki é uma “world premiere recording”. A moça não é fraca não, como diriam lá na minha terra.
Fiquei muito feliz com a repercussão que essa coleção teve. Até ter acesso a este material essa excelente clarinetista me era desconhecida, mas o talento dela está muito bem demonstrado nesta série de cinco cds que eu trouxe para os senhores nestas últimas semanas. Espero que tenham gostado.

1 Penderecki – Concerto – 1 Andante
2 Penderecki – Concerto – 2 Più mosso
3 Penderecki – Concerto – 3 Andante
4 Penderecki – Concerto – 4 Allegro con brio
5 Penderecki – Concerto – 5 Adagio
6 Penderecki – Concerto – 6 Vivace
8 Penderecki – Concerto – 7 Allegro molto – Andante recitativo
9 Lutoslawski – Dance Preludes – 1 Allegro molto
10 Lutoslawski – Dance Preludes – 2 Andantino
11 Lutoslawski – Dance Preludes – 3 Allegro giocoso
12 Lutoslawski – Dance Preludes – 4 Andante
13 Lutoslawski – Dance Preludes – 5 Allegro molto
14 Penderecki – Sinfonietta Nr.2 – 1 Notturno_ Adagio
15 Penderecki – Sinfonietta Nr.2 – 2 Scherzo_ Vivacissimo
16 Penderecki – Sinfonietta Nr.2 – 3 Serenade_ Tempo di Valse
17 Penderecki

– Sinfonietta Nr.2 – 4 Abschied_ Larghetto

Czech Philharmonic Orchestra
Krzysztof Penderecki – Conductor
Sharon Kam – Clarinet

18 Penderecki – Three Miniatures – 1 Allegro
19 Penderecki – Three Miniatures – 2 Andante cantabile
20 Penderecki – Three Miniatures – 3 Allegro ma nontroppo

Itamar Golam – Piano
Sharon Kam – Clarinet

21 Penderecki – Prelude – Lento sostenuto
Sharon Kam – Clarinet

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FDPBach

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Uma bela clarinetista, em todos os sentidos.

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Witold Lutoslawski (1913-1994): Concerto for Orchestra / Jeux Venitiens / Livre pour Orchestre / Mi-Parti


Não há nada mais complexo e difícil que ouvir. Quando paramos de falar (um grande passo, aliás), não necessariamente paramos para ouvir. A mente continua sua tagarelice até entrar em uníssono com o interlocutor. Para os mais incontidos, frases rápidas são exclamadas para ressaltar as idéias do outro (que na verdade são também do ouvinte). No fim, tudo continua como começou. O prazer que sentimos na concordância desfaz qualquer possibilidade de aprendermos algo diferente.

A música, no entanto, nos faz aprender um bocado sobre essas deficiências. Ouvindo a música de Haydn, por exemplo, consigo ver minhas limitações, principalmente quando o mestre me prega aquelas surpresas: tudo levando a um caminho e, pronto! Dou de cara com um caminho inusitado e nunca imaginado por mim. No futebol, a experiência foi a mesma. Lembro de ter sido um jogador razoável na minha infância, mas ficava puto da vida com os dribles que um fedelho me dava. Ouvir, assim como viver, é confrontar nossas fraquezas. E quem está disposto a isso com frequência?

Outro compositor que mostra muito como é limitada minha imaginação é o polonês Witold Lutoslawski. Sua linguagem não é fácil, mas tem uma unidade e coerência que ajuda o ouvinte a seguir adiante. No fim tenho a sensação de que ganhei muito com meu silêncio.

Witold Lutoslawski (1913 – 1994): Concerto for Orchestra
/ Jeux Venitiens / Livre pour Orchestre / Mi-Parti

1. Con: I. Intrada (Allegro Maestoso)
2. Con: II. Capriccio, Notturno E Arioso (Vivace)
3. Con: III. Passacaglia, Toccata E Corale (Andante Con Moto – Allegro Giusto)
4. Jeux Venitiens
5. Livre Pour Orchestre
6. Mi-parti

Performed By Polish Radio NSO
Witold Lutoslawski

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dsdsd

Lutoslawski: imaginativo e original

CDF

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Rachmaninov / Shostakovich / Lutoslawski: Rapsódia sobre um tema de Paganini / Concerto para Piano N° 1 / Paganini Variations

Um CD estranho, ao menos para mim. Não gosto desta obra de Rachmaninov, a coisa melhora muito no Shostakovich, mas volta a cair no Lutoslawski, espécie de resposta ou complemento a Rach. Mas, ouvindo o CD por inteiro, é indiscutível reconhecer a boa sacada do repertório ultra coerente, tendo Paganini como eminência parda que faz de Rach e Lutos pequenas marionetes prontas para serem depostas.

Se eu fosse você ouviria com atenção. Afinal, não pretendo ser o dono da verdade.

Rachmaninov / Shostakovich / Lutoslawski:
Rapsódia sobre um tema de Paganini / Concerto para Piano N° 1 / Paganini Variations

1. Rhapsody On A Theme Of Paganini, Op.43 23:07

2. Piano Concerto No.1 For Piano, Trumpet & Strings, Op.35 – 1. Allegretto 5:58
3. Piano Concerto No.1 For Piano, Trumpet & Strings, Op.35 – 2. Lento 8:27
4. Piano Concerto No.1 For Piano, Trumpet & Strings, Op.35 – 3. & 4. – Moderato – Allegro Con Brio 8:18

5. Paganini Variations, For Piano & Orchestra 8:42

Peter Jablonski, piano
Royal Philharmonic Orchestra
Vladimir Ashkenazy

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Jablonski

Não adianta, os anos engordam a gente, Jablonski.

PQP

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Lutosławski – 20 Canções Natalinas Polonesas

Para ser bem honesto, como não me dou lá muito bem com canto lírico e, ainda que seja fã de carteirinha de Lutosławski, não aceito muito as coisas cantadas dele (salvo peças para coro), mas entrando em clima natalino, aqui seguem as 20 canções natalinas polonesas dele, escritas logo depois da Guerra, para voz e piano, e rearranjadas no fim da vida para voz, coro e orquestra.  Não é o Lutosławski moderníssimo das décadas de 60 e 70, mas, quando a soprano está fora da parada, a música é uma delícia (o arranjo é bem bonito e de extremo bom gosto, como costuma ser o caso ao ser falar em Lutosławski). Tristemente a soprano não costuma estar fora da parada, claro (mas creio que, se não tiverem problemas com canto lírico, será muito boa a fruição).

De lambuja, acompanham a Lacrimosa (peça de 1937) e as muito mais arrojadas Cinco Canções, escritas em 1957.

Boa diversão!

Witold Lutosławski (1913-1994)

1-20 Vinte Canções Natalinas Polonesas, para soprano, coro feminino e orquestra

21 Lacrimosa, para soprano, coro e orquestra

22-26 Cinco Canções, para voz feminina e 30 instrumentos solo

Olga Pasichnyk, Soprano (faixas 1-21)
Jadwiga Rappé, Alto (faixa 22-26)
Polish Radio Chorus, Kraców (faixas 1-21) (Włodzimierz Siedlik, Chorus Master)
Polish National Radio Symphony Orchestra (Katowice)
Antoni Wit

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itadakimasu

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Frank Bridge (1879-1941) – The Sea-Suite For Orchestra, Benjamin Britten (1913-1976) – Violin concerto, op. 15 e Witold Lutoslawski (1913-1994) – Concerto for Orchestra

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O maestro Yan Pascal Tortelier tem um currículo respeitável. Não havia escutado nada ainda sob a sua condução. Sou sabedor de que, após os problemas com John Neschling, em 2009, Tortelier foi contratado para ser o regente titular da Osquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (OSESP). Tortelier é francês de nascimento. Mas já teve a oportunidade de conduzir importantes orquestras como a de Londres, São Francisco, Montréal, Paris e São Petersburgo. Vale ressaltar que o seu principal protagonismo foi à frente da orquestra da BBC de Londres. Seu trabalho na BBC lhe rendeu um laureamento (inclusive, as peças regidas neste post estão a cargo da sinfônica inglesa). A primeira impressão foi positiva. As três peças (broadcastings) que surgem nesta postagem, deixaram-me feliz. Conhecia somente o concerto para violino de Britten, compositor que se sempre provoca admiração e surpresa quando o escuto. A suite de Bridge também provocou uma impressão de contentamento. Fato importante é que Frank Bridge foi professor de Britten, o maior compositor inglês de todos os tempos (em minha humilde opinião). Lutoslawski, por sua vez, com sua linguagem áspera, continua a ser um desafio. Não deixe de ouvir. Uma boa apreciação!

Frank Bridge (1879-1941) – The Sea-Suite For Orchestra
01. 1. Seascape (Allegro ben moderato)
02. 2. Sea-foam (Allegro vivo)
03. 3. Moonlight (Adagio ma non troppo)
04. 4. Storm (Allegro energico)

Benjamin Britten (1913-1976) – Violin concerto, op. 15
05. I. Moderato Con Moto-
06. II. Vivace-Cadenza-
07. III. Passacaglia Andante Lento (Un Poco Meno Mosso)

Witold Lutoslawski (1913-1994) – Concerto for Orchestra
08. I. Intrada: Allegro maestoso
09. II. Capriccio notturno e arioso: Vivace
10. III. Passacaglia, toccata e corale: Andante con moto

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BBC Symphony Orchestra
Yan Pascal Tortelier, regente
Daniel Hope, violino

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Carlinus

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Witold Lutoslawski (1913 – 1994): String Quartet – LINK REVALIDADO

Gosto tanto da música de Lutoslawski que chego a dizer que ele é meu compositor favorito; claro, ao lado de Messiaen. Tenho praticamente sua obra completa na cabeceira da minha cama. Destaco esse pequeno disco (23 minutos) com uma de suas obras mais importantes: o Quarteto de Cordas (1964). Obra que submete os músicos a certas liberdades de tempo, improvisações controladas, e quase total independência entre os instrumentos. Mas não se enganem Lutoslawski é extremamente preciso em suas composições. Um senhor metódico e disciplinado escrevendo música de natureza rebelde.

Outro destaque é o Kronos Quartet, músicos que estavam possuídos nesta gravação.

Faixas:

1. String Quartet: Introductory Movement
2. String Quartet: Main Movement

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CDF

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Stokowski rege Lutoslawski e Shostakovich

Encontrei, por acaso, ontem uma gravação que me deixou de queixo caído: não fazia ideia de que Stokowski houvesse gravado Lutosławski. Verdade que é o primeiro Lutosławski, ligado claramente à música de Bartók (de fato, mesmo depois, ele continuaria umbilicalmente ligado, mas de formas mais sinuosas, complexas, ambíguas; aqui, não, tudo é direto e cristalino, ainda que esteja longe, muito longe, de ser a obra que Bartók não escreveu), mas seja o compositor teoricamente visto como conservador (e tenho muitas ressalvas a essa percepção), seja o vanguardista de pouco depois, Lutosławski é grande, fantástico em sua capacidade de manejar a massa sonora, na compactação e na fluência de suas peças, na sua capacidade de construir climas. Pessoalmente, gosto mais desta 1ª Sinfonia do que de qualquer peça puramente orquestral de Bartók (salvo, talvez, pelo início do Mandarim Miraculoso). E nas mãos de Stokowski (numa gravação ao vivo, de 1959), a peça soa fresca, intensa, como nunca havia visto (ouvido) antes. A princípio, o primeiro impacto é a velocidade e a angulosidade da regência, mas não menos impressionante é a coesão que ela imprime, o frescor que tira aquele bolor de obra escolar que estava impregnado em nossa  (tanto Antoni Wit quanto o próprio Lutosławski acabam fazendo isso em suas gravações e, do que me recordo, não conheço outras interpretações), e que ele consegue mesmo quando é menos acelerado que Wit no último movimento. Por essas e outras, minha reverência por Stokowski só cresce.

Da 5ª Sinfonia do Shostakovich não tenho muito o que dizer. Não a escutei com atenção e não é, em absoluto, uma das minhas sinfonias favoritas (seria tão melhor por ouvir o Stokowski regendo uma das quatro primeiras ou a décima!).

Ótima diversão!

Witold Lutoslawski

Sinfonia nº1 (1947), para orquestra
01 I. Allegro giusto
02 II. Poco adagio
03 III. Allegro misterioso
04 IV. Allegro vivace

Dmitri Shostakovich

Sinfonia nº5 in Ré menor, Op. 47, para orquestra
05 I. Moderato
06 II. Allegretto
07 III. Largo
08 IV. Allegro non troppo

Orquestra Filarmônica Nacional de Varsóvia
(faixas 1-4)
Orquestra Filarmônica Tcheca de Praga (5-8)
Leopold Stokowski, regente

BAIXE AQUI

itadakimasu

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Lutoslawski no You Tube

Messiaen foi o melhor compositor da segunda metade do século XX, Lutoslawski quase…

cdf

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Witold Lutoslawski (1913 – 1994): Concerto for Cello / Livre pour orchestre

Quando por muito tempo um nome de importância não surge, é inevitável perguntar se a arte dá sinais de seu fim. Claro que tal pensamento apocalíptico não soa bem na boca de um crítico pançudo, cuja carreira sempre se baseou no fatalismo das coisas. Quantos críticos em diferentes épocas esbravejaram este fim, mesmo diante de nomes como Stravinsky, Picasso ou Joyce? Mas quando, por algum tempo, nenhum nome vem à cabeça, alguém que balance as estruturas e que mostre uma nova direção, o ar se enche mesmo é de pessimismo.

Talvez o nome de Lutoslawski não esteja entre os grandes transformadores, pois o compositor polonês teve sempre sua música muito próxima, inicialmente, a Szymanowski e Bartok, e depois, à música mais avançada dos anos 50 e 60. Enfim, a originalidade não foi seu grande trunfo. Mas será que isso é motivo de pessimismo? Ser original é mesmo importante? Conhecendo bem a obra de Lutoslawski, acredito realmente que ele foi sim um grande mestre, pois ao contrário de alguns criadores revolucionários, sua música não é artificial, ela é absolutamente sincera mesmo em estruturas complexas como o atonalismo ou aleatoriedade.

O concerto para violoncelo dedicada a Rostropovich é daquelas obras nascidas para ficar. É tão dramaticamente estruturada como se fosse um concerto de Brahms. Lembro de Brahms, pois o compositor foi de certa maneira chamado de conservador (não por Schoenberg). Brahms não trouxe uma linguagem revolucionária, mas quem ousaria diminuir o valor de sua música por isso? Penso o mesmo do compositor polonês. Esta obra escrita no fim dos anos 1960 está ao lado de qualquer concerto já escrito para este instrumento. É mesmo uma obra-prima.

Outra fantástica obra neste disco é Livre pour orchestre que também, como o concerto, permite que os músicos usem a imaginação em certos momentos bem limitados, ou seja, aqui vemos uma forte presença de John Cage rondando sua obra. Mas a sonoridade de Lutoslawski é tão inconfundível quanto a de Brahms.

Novelettes para orquestra, escrita no fim dos anos 1970, é vista por alguns como um retrocesso. Lutoslawski tinha certos momentos de crise. Ficava em dúvida no caminho que deveria seguir. Essa obra fica justamente numa dessas fases de transição. Apesar de ser uma obra menor e menos avançada que as duas obras anteriores, ela tem momentos encantadores.

Chain 3 para orquestra foi escrita após esta crise. O resultado é absolutamente fantástico. Para o meu pobre conhecimento de música contemporânea, uma das últimas grandes obras escritas. Talvez os pessimistas possam ver finalmente o fim da jornada da música ocidental. Mas Chain 3 foi escrita em 1986. Bem, não faz tanto tempo assim.

1. Livre pour orchestre
2. Concerto for Cello and Orchestra
3. Novelette: Announcement
4. Novelette: First Event
5. Novelette: Second Event
6. Novelette: Third Event
7. Novelette: Conclusion
8. Chain No. 3

Performed by Katowice Polish Radio Orchestra & Chorus
cello: Andrzej Bauer
Conducted by Antoni Wit


BAIXE AQUI (Parte 1) – DOWNLOAD HERE (Part 1)

BAIXE AQUI (Parte 2) – DOWNLOAD HERE (Part 2)

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Witold Lutoslawski (1913-1994) – Concerto para Orquestra

Lutoslawski foi muito influenciado por Bartók. Considerava que ele e todos os compositores modernos tinham um enorme débito para com o húngaro. Chegou a dedicar obras a Bartók, como a “Música Fúnebre para Cordas”, de 1958. Gosto muito deste concerto feito sobre temas folclóricos polacos. O terceiro movimento – Passacaglia, Toccata e Corale – é notável.

1. Concerto Pour Orchestre : Intrada
2. Concerto Pour Orchestre : Capriccio, Notturno e Arioso
3. Concerto Pour Orchestre : Passacaglia, Toccata e Corale

Royal Stockholm Philharmonic Orchestra
Reg.: Andrew Davis

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