Mendelssohn: As Hébridas, Op. 26 / Sibelius: Concerto para violino, Op. 47 / Tchaikovsky: Sinfonia #6, “Patética”

Masur

Masur

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Saber de onde saíram estas gravações juntadas a partir de mais de um CD? Tarefa impossível. Mas em verdade vos digo: são registros absolutamente entusiasmantes, sensacionais, estimulantes. O que faz Sergey Khachatryan, uma das preferências mais radicais deste que vos escreve, no Concerto de Sibelius? Putz, onde encontrar uma gravação melhor deste concerto? E para ser melhor ainda, é tudo AO VIVO. Olha, o Mendelssohn inicial e o Sibelius são para se ouvir de joelhos, o Tchai já está mais para a normalidade. Confiram e me digam se não tenho razão.

Mendelssohn: As Hébridas, Op. 26 /
Sibelius: Concerto para violino, Op. 47 /
Tchaikovsky: Sinfonia #6, “Patética”

Felix Mendelssohn (1809-1847) – A Abertura “As Hébridas”, Op. 26
1. A Abertura “As Hébridas” em E menor, Op. 26

Jean Sibelius (1865 – 1957) – Concerto para violino, Op.47
2. Allegro moderato
3. Adagio di molto
4. Allegro, ma non tanto

Piotr Ilytch Tchaikovsky (1840-1893) – Sinfonia No. 6, Op. 74 – “Patética”
5. Adagio – Allegro non troppo
6. Allegro con grazia
7. Allegro molto vivace
8. Finale — Adagio lamentoso

Sergey Khachatryan, violin
New York Philharmonic
Kurt Masur, conductor

BAIXE AQUI — DOWNLOAD HERE

Sergey Khachatryan: esse toca pra caraglio.

Sergey Khachatryan: esse toca pra caraglio.

PQP

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J.S.Bach (1685-1750): Sinfonia da Cantata BVW 42, Concerto para 2 violinos, Concerto de Brandenburgo Nº 1 / Felix Mendelssohn (1809-1847): Sinfonia Nº 5 “Reforma”

Koopman exalta os músicos finlandeses. Justo.

Koopman exalta os músicos finlandeses. Justo.

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Certamente, este não é um CD regular, desses que você encontra na loja e compra. É um pirata da mais alta qualidade. É o registro de um concerto ao vivo no qual o grande Ton Koopman rege um repertório extraordinariamente bem bolado. O som — excelente, se considerarmos a situação — deve ter sido capturado através da Rádio Estatal Finlandesa, uma das mais ouvidas por PQP Bach em seu micro. Uma joia. Ao lado de obras de Bach, Koopman programou a Sinfonia Nº 5 de Mendelssohn, composta para as comemorações dos 300 anos da Reforma Protestante (1832).

Assim como Bach fazia em suas Cantatas, a Sinfonia de Mendelssohn está cheia de citações a hinos luteranos. Por exemplo, no primeiro movimento, a introdução lenta e solene, que alterna metais e cordas em pianíssimo, apresenta o Amen de Dresden, tema retirado da liturgia luterana do século XVIII da região da Saxônia. É contrastado por um vigoroso Allegro con fuoco e ao final é reapresentado o Amen de Dresden, que termina em grande agitação com um acorde menor se transformando em maior. E o último movimento é uma fantasia sobre o coral de Lutero Ein’ feste Burg ist unser Gott, o chamado Hino da Reforma, utilizado por Bach em sua maior Cantata, a BWV 80.

Minha opinião diverge cordialmente da de meu colega Carlinus: esta é a maior e mais importante Sinfonia de Mendelssohn e não a preferida dele, a de Nº 4, “Italiana”. Mas não vamos brigar por isso, de modo algum. É questão de gosto. Também não brigaremos sobre a competência de Ton Koopman, notável cravista, organista e regente.

J.S.Bach (1685-1750): Sinfonia da Cantata BVW 42, Concerto para 2 violinos, Concerto de Brandenburgo Nº 1 / Felix Mendelssohn (1809-1847): Sinfonia Nº 5 “Reforma”

Johann Sebastian Bach (1685-1750)
1. Sinfonia from Cantata BWV 42

2. Concerto in D Minor for Two Violins, BWV 1060
Allegro
Adagio
Allegro

3. Brandenburg concerto No. 1 in F major, BWV 1046
(Without tempo indication)
Adagio
Allegro
Menuetto – Trio I – Polacca – Trio II

Felix Mendelssohn Bartholdy (1809-1847)
4. Sinfonia No. 5 em Ré maior, Op. 107 – “Da Reforma”
Andante – Allegro com fuoco
Allegro vivace
Andante
Andante com moto – Allegro vivace – Allegro maestoso

Finnish Radio Symphony Orchestra
Ton Koopman, regente
Taija Kilpiö, violino
Emma Vähälä, violino

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Koopman calando a boca de todos.

Koopman calando a boca de todos.

PQP

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Felix Mendelssohn (1809-1847): The Piano Trios / Works for Cello & Piano

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Em janeiro deste ano de 2017, tive a felicidade de ver este trio em ação no Wigmore Hall interpretando o Notturno e os Trios Op. 99 e 100 de Schubert. Foi uma noite inesquecível. Quando começou o recital, eu e minha mulher — que é violinista de primeira linha — tomamos um susto. Quem eram aqueles caras tão perfeitos, integrados, cantantes, seguros e sem estrelismo, que valorizam cada nota? Bem, eram Lucy Gould (violino), Alice Neary (cello) e Benjamin Frith (piano). Comprei um CD deles no intervalo e soube que Lucy Gould era apenas a spalla da Chamber Orchestra of Europe e que seus dois companheiros eram no mesmo calibre. Seu trio já tem 25 anos. Minha mulher disse que foi o melhor Schubert que já ouviu na vida e o mesmo digo eu. No final, fui pedir autógrafos dos músicos no meu CD com os Trios de Mendessohn, este CD que lhes mostro. Devo ter dito coisas muito boas, porque ganhei as assinaturas de todos e, de Lucy — que toca num Guarnierius — , mais um CD com o Trio Arquiduque.

Felix Mendelssohn (1809-1847): The Piano Trios; Works for Cello & Piano

Piano Trio No. 1 in D minor, Op. 49
1 Molto allegro agitato 9:16
2 Andante con moto tranquillo 6:19
3 Scherzo 3:41
4 Finale 8:34

5 Variations Concertantes for Cello & Piano in D major, Op. 17 9:10

Piano Trio No. 2 in C minor, Op. 66
6 Allegro energico e con fuoco 10:46
7 Andante espressivo 6:39
8 Scherzo 3:33
9 Finale 7:34

10 Albumblatt for Piano in E minor, Op. 117 2:01

11 Song Without Words for Cello & Piano in D minor, Op. 109 4:53

The Gould Piano Trio

BAIXE AQUI — DOWNLOAD HERE

São perfeitos. Têm até a mesma altura, fato que percebi quando os vi no Wigmore Hall.

São perfeitos. Têm até a mesma altura, fato que percebi quando os vi no Wigmore Hall.

PQP

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Mendelssohn: 12 String Symphonies – Ross Pople, London Festival Orchestra HYPERION, 2004

Hoje, 3 de fevereiro, é aniversário de Felix Mendelssohn. Pensei muito no que postar, e vi que o PQP já tem praticamente tudo dele, alguns itens várias vezes. Mas este chucruten tem um trunfo, que nunca foi postado, e eis aqui em primeira mão a integral de suas Sinfonias de juventude escritas para orquestra de cordas.

Entre os 12 e os 14 anos, Mendelssohn escreveu 12 Sinfonias para serem executadas em ambiente privado, provavelmente uma orquestra de cordas que se reunia em sua casa, por ser um ambiente abastado cultural e monetariamente (ele era filho de um rico banqueiro judeu). A primeira eventual sinfonia em que acrescenta madeiras, metais e percussão, que ele considerava a sua 13a., ficou sendo a sua Sinfonia no.1 em dó menor op.11, escrita por ele aos 15 anos. Então, se o ouvinte se pergunta: mas como um rapaz de 15 anos poderia ter escrito tal sinfonia, e no pacote, em idades próximas, o fabuloso Octeto op.20 e a mágica abertura do Sonho de uma Noite de Verão? Bem, a resposta mais evidente é: ele treinou muito antes, com estas sinfonias para cordas. Quando resolveu investir numa orquestra completa, já era um compositor maduro. Ademais, é notório que Mendelssohn é frequentemente comparado, em relação à precoce inclinação musical e espontaneidade de ideias, a Mozart. Foi Schumann, por notar estas semelhanças, que o apelidou “Mozart do século XIX”. É ver pra crer.

Felix Mendelssohn-Bartholdy (1809-1847)
CD1
String Symphony No. 1 In C Major
String Symphony No. 2 In D Major
String Symphony No. 3 In E Minor
String Symphony No. 4 In C Minor
String Symphony No. 5 In B Flat Major
String Symphony No. 6 In E Flat Major
CD2
String Symphony No. 7 In D Minor
String Symphony No. 8 In D Major
String Symphony No. 9 In C Minor “Swiss Symphony”
CD3
String Symphony No. 10 In B Minor
String Symphony No. 11 In F Major
String Symphony No. 12 In G Minor

London Festival Orchestra
Ross Pople
Hyperion, 1991

DOWNLOAD HERE
Arquivo FLAC (sem perda de qualidade), 962Mb

Chucruten

 

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History of the Sacred Musica – Great Oratorios: vol. 11/12: Palestrina, Cain overo Il primo omicidio + vol. 13/14: Handel, Messiah + vol. 15/16: Mendelssohn, Paulus

ahjagfhaHistória da Música Sacra
Grandes oratorios
vol. 11/12: Palestrina, Cain overo Il primo omicidio
vol. 13/14: Handel, Messiah
vol. 15/16: Mendelssohn, Paulus

O oratório ou oratória é uma espécie de obra musical não somente instrumental, mas fundamentalmente cantada. Seu teor é essencialmente narrativo. Nesta composição interagem cantores que executam solos vocais, vozes em coro e uma orquestra. Este gênero é similar à ópera, tanto no que tange às categorias que dele participam, quanto na utilização de árias e recitais, mas enquanto as criações operísticas são apresentadas principalmente através do viés interpretativo, esta modalidade não exige encenações dramáticas.

Este gênero pode ter como tema a esfera espiritual ou questões mundanas; normalmente, porém, as questões enfocadas no oratório são extraídas das Escrituras Sagradas. Esta expressão provém da Congregação do Oratório, atualmente conhecida como Confederação do Oratório, uma comunidade de apóstolos criada em 1565, na cidade de Roma, por São Filipe Néri. Aí eram produzidos espetáculos de música sacra, no período que transcorreu de 1571 a 1594.

A musicalidade exercitada nesta sociedade deu impulso ao nascimento dos oratórios na forma como são produzidos nos dias atuais. A primeira temática abordada por eles foi a Paixão de Cristo, que ainda hoje é o tema dileto de seus criadores. A obra clássica neste gênero é, sem dúvida, a Paixão segundo São Mateus, de Johann Sebastian Bach.

Em meados do século XVII os oratórios de temática religiosa passaram por um processo de secularização. Prova desta inclinação contextual são as constantes execuções em recintos laicos, mais particularmente nos espaços cortesãos e em teatros públicos. Eles eram elaborados em torno de questões como a Criação, a trajetória de Jesus, a jornada de um herói clássico ou profetas da Bíblia.

A maior parte dos produtores de oratórios eram igualmente famosos por suas criações operísticas. Adotando o hábito desenvolvido na elaboração das óperas, eles passaram a editar libretos também para este gênero musical. Assim que os coros foram reduzidos, eles começaram a investir nas árias e também nas cantoras, que passam a desempenhar o papel masculino nos recitais. Monteverdi é o responsável pelo primeiro oratório de natureza profana, Il Combattimento di Tancredi e Clorinda.

O oratório foi cultivado com maior ênfase na era Barroca; neste período os autores mais célebres são Georg Friedrich Handel, que compôs O Messias e Judas Maccabeus, além de obras seculares; Johann Sebastian Bach, autor das paixões; e Vivaldi, que se consagrou com Juditha Triumphans. Na fase clássica destacou-se Franz Joseph Haydn, com As Estações. No Romantismo esta modalidade teve um papel secundário, mesmo assim não se pode esquecer de A Infância de Cristo, de Hector Berlioz.

Este gênero nasceu na Itália, de diálogos sagrados, que nada mais eram que conformações de passagens bíblicas transcritas para o latim. Eles eram tecidos por meio de uma narração intensa, perpassada por uma carga dramática e pelos poucos diálogos entre os personagens dos temas abordados pelos autores. (http://www.infoescola.com/musica/oratorio/)

Harmonia Mundi: História da Música Sacra
Great Oratorios

History of the Sacred Music vol. 11_ Great Oratorios (1)Cain overo Il primo omicidio, oratorio a 6 voci, 1707
History of the Sacred Music vol 11 + vol 12
Alessandro Scarlatti (Italy, 1660 – 1725)
Akademie für Alte Musik Berlin
Maestro René Jacobs, 1997

BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE – vols. 11 + 12
XLD RIP | FLAC | 725,7 MB

BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE – vols. 11 + 12
MP3 | 320 kbps | 314,4 MB

 

History of the Sacred Music vol. 13_ Great Oratorios (3)Messiah, 1741
History of the Sacred Music vol. 13+ vol. 14
Georg F. Händel (Germany/England, 1685 – 1759)
Les Arts Florissants
Maestro William Christie , 1993

BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE
XLD RIP | FLAC | 584,6 MB

BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE
MP3 | 320 kbps | 311,4 MB

 

History of the Sacred Music vol. 15_ Great Oratorios (5)Paulus, oratorio op. 36, 1836
History of the Sacred Music vol. 15/30 + vol. 16/30
Felix Mendelssohn-Bartholdy (Germany, 1809-1847)
La Chapelle Royale & Collegium Vocale
Orchestre de Champs-Élisées
Maestro Philippe Herreweghe, 1995

BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE
XLD RIP | FLAC | 603,6 MB

BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE
…………………………………………………MP3 | 320 kbps | 285,2 MB

powered by iTunes 12.2.3

………………………………..vol 30: Encarte e letras dos 29 CDs – 4,6 MB – AQUI – HERE

Boa audição.

ahjagfha

 

 

 

 

 

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Avicenna

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Johannes Brahms (1833-1897) — Franz Schubert (1797-1828) — Felix Mendelssohn ( 1809-1847): Piano Trios — Isaac Stern Trio

FrontDou uma pausa na polinização de música contemporânea para trazer este álbum que traz os belíssimos trios para piano de Brahms, Schubert e o primeiro de Mendelssohn, interpretados por esse trio de peso: Isaac Stern no violino, Leonard Rose no violoncelo e Eugene Istomin no piano.

Adquiri esse álbum só pelo Trio No. 2 do Schubert, cujo segundo movimento compõe a trilha sonora do belíssimo Barry Lyndon, filme dirigido por Stanley Kubrick. Mas acabei que me deliciei com todos eles, principalmente o primeiro de Brahms e o primeiro de Mendelssohn. Não cheguei a ouvir muitas interpretações desses trios, até porque essa interpretação sempre conseguiu satisfazer minha alma, mas acho que cinco estrelas na Amazon não é pouca coisa. É o tipo de coisa que o PQP ou o FDP categorizariam como imperdível.

Isaac Stern Collection Vol. 1: Piano Trios

CD1

Johannes Brahms (1833-1897):

Piano Trio No. 1 in B major Op. 8
01 I. Allegro con brio
02 II. Scherzo: Allegro molto – Trio: Meno allegro
03 III. Adagio
04 IV. Allegro

Piano Trio No. 2 in C major Op. 87
05 I. Allegro
06 II. Adante con moto
07 III. Scherzo: Presto – Poco meno presto
08 IV. Finale: Allegro giocoso

CD2

Piano Trio No. 3 in c minor Op. 101
01 I. Allegro enérgico
02 II. Presto non assai
03 III. Andante graziozo
04 IV. Allegro molto

Franz Schubert (1797-1828):

Piano Trio in E-flat major No. 2 D. 929
05 I. Allegro
06 II. Andante con moto
07 III. Scherzo – Allegro moderato
08 IV. Allegro moderato

CD3

Piano Trio in B-flat major No. 1 D. 898
01 I – Allegro moderato
02 II – Andante un poco mosso
03 III – Scherzo: allegro
04 IV – Rondo: Allegro vivace

Felix Mendelssohn-Bartholdy (1809-1847):

Piano Trio in D minor Op. 49
05 I – Molto allegro agitato
06 II – Andante con moto tranquillo
07 III – Scherzo: Legiero e vivace
08 IV – Finale: Allegro assai appassionato

Isaac Stern, violin
Leonard Rose, cello
Eugene Istomin, piano

BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE

Stern, Istomin e Rose passeando no parque.

Stern, Istomin e Rose passeando no parque.

Luke

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Felix Mendelssohn Bartholdy (1809-1847): As Sinfonias Completas

IM-PER-DÍ-VEL !!!

A maioria das pessoas amam a 3ª (Escocesa) e a 4ª (Italiana) Sinfonias de Mendelssohn. Não é que eu seja do contra, mas no mundo há poucas obras superiores à 2ª e a 5ª (Reforma) Sinfonias. Até dias atrás, não tinha notado as coincidências que ligam ambas. As duas homenageiam fatos históricos: a 2ª foi escrita para a comemoração dos 400 anos invenção da imprensa por Johannes Gutenberg. E a 5ª para os trezentos anos da Reforma religiosa. Mais, ambas são arcaizantes ou, melhor dizendo, utilizam temas do passado. Na 5ª, Mendelssohn utiliza temas luteranos no primeiro e último movimentos, com destaque para a citação do célebre coral Ein Feste Burg, que tem música e letra de Martinho Lutero e que já fora utilizada por Bach na Cantata BWV 80. Aparece também, no primeiro movimento, o chamado Amém de Dresden, utilizado depois por Wagner, Bruckner e Mahler. Na 5ª, há textos da bíblia e do hino evangélico Nun danket alle Gott de Martin Rinckart. Mendelssohn segue dessa maneira a tradição dos oratórios do século 18 em ambas as peças. E elas são ESPETACULARES!

Felix Mendelssohn (1809-1847): As Sinfonias Completas

Disc: 1

1. Symphony No. 1 in C Minor, Op. 11: Allegro molto
2. Andante
3. Menuetto. Allegro Molto
4. Allegro con fuoco

5. Symphony No. 5 in D Minor, Op. 107 (“Reformation”): Andante-Allegro con fuoco
6. Allegro vivace
7. Andante
8. Choral “Ein feste Burg ist unser Gott”: Andante con moto–Allegro maestoso

Disc: 2

1. Symphony No. 2 in B-flat Major, Op. 52 (“Hymn of Praise”) Sinfonia: Maestoso con moto–Allegro–Maestoso con moto
2. Allegretto un poco agitato
3. Adagio religioso
4. “Alles, was Odem hat, lobe den Herrn”
5. “Saget es, dit ihr erloset seid durch den Herrn”
6. “Sagt es, die ihr erloset seid”
7. “Ich harrete des Herrn”
8. “Stricke des Todes hatten uns umfangen”
9. “Drum sing’ ich mit meinem Liede ewig dein Lob”
10. “Ihr Volker, bringet her dem Herrn Ehre und Macht”

Disc: 3

1. Symphony No. 3 in A Minor, Op. 56 (“Scottish”): Andante con moto–Allegro un poco agitato
2. Vivace non troppo
3. Adagio
4. Allegro vivacissimo–Allegro maestoso assai

5. Symphony No. 4 in A Major, Op. 91 (“Italian”): Allegro vivace
6. Andante con moto
7. Con moto moderato
8. Saltarello. Presto

Vinson Cole
Juliane Banse
Sibylla Rubens

Deutsches Symphonie-Orchester Berlin
Rundfunkchor Berlin
Vladimir Ashkenazy

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Mendelssohn selado

Mendelssohn selado

PQP

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Felix Mendelssohn Bartholdy – Violin Concerto in E Minor, Op. 64, Max Bruch =- Violin Concerto No. 1 in G Minor, Op. 26

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LINK CORRIGIDO !!!

Teremos hoje dois grandes concertos para violino interpretados por um dos maiores violinistas do século XX, acompanhado pela melhor orquestra do planeta, que por sua vez é dirigida por um dos grandes nomes da regência. É tudo superlativo neste CD.
Sem contra-indicações, facilmente classificável como IM-PER-DÍ-VEL !!!

01. Mendelssohn – Violin Concerto in E Minor, Op. 64 I. Allegro molto appassionato
02. Mendelssohn – Violin Concerto in E Minor, Op. 64 II. Andante
03. Mendelssohn – Violin Concerto in E Minor, Op. 64 III. Allegretto non troppo…
04. Bruch – Violin Concerto No. 1 in G Minor, Op. 26 I. Allegro moderato
05. Bruch – Violin Concerto No. 1 in G Minor, Op. 26 II. Adagio
06. Bruch – Violin Concerto No. 1 in G Minor, Op. 26 III. Finale (Allegro energico)

Itzhak Perlman – Violin
Concertgebow Orchestra, Amsterdam
Bernard Haitink – Conductor

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Felix Mendelssohn: Piano Trios Nos.1 & 2 / Robert Schumann: Piano Trio No.2

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Este é o CD Nº 36 desta tremenda coleção de 60 CDs da Philips. É que PQP está apaixonado pelos Trios de Mendelssohn, fazer o quê? O maior dos trios de todos os tempos, o Beaux Arts, interpreta notavelmente um repertório inteiramente dentro de sua especialidade. O que fazem Menahem Pressler (piano, fundador do Beaux Arts em 1955 e que até hoje mantém o grupo), Isidore Cohen (violino, entrou na segunda geração), Bernard Greenhouse (violoncelo, fundador) não é normal. E nem é uma questão de virtuosismo, mas dos caras serem realmente um trio. Para completar, são fantasticamente dirigidos por Pressler. Vamos combinar uma coisa? Jamais deixe de ouvir um CD do Beaux Arts, tá?

Mendelssohn: Piano Trio In D Minor, Op. 49
1 Allegro Molto Ed Agitato 8:45
2.Andante Con Moto Tranquillo 6:15
3 Scherzo (Leggiero E Vivace) 3:19
4 Finale (Allegro Assai Appassionato) 8:20

Mendelssohn: Piano Trio In C Minor, Op. 66
5 Allegro Energico E Con Fuoco 10:21
6 Andante Espressivo 6:26
7 Scherzo (Molto Allegro Quasi Presto) 3:15
8 Finale (Allegro Appassionato) 7:07

Schumann: Piano Trio No.2 in F, Op.80
9 Sehr lebhaft 7:19
10 Mit innigem Ausdruck 7:40
11 In mässiger Bewegung 5:45
12 Nicht zu rasch 5:40

Beaux Arts Trio

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Das várias formações do Beaux Arts, está foi a mais duradoura e clássica. O super Menahem Pressler ainda está tocando (muito) por aí

Das várias formações do Beaux Arts, esta foi a mais duradoura e clássica. Importante: o super Menahem Pressler ainda está tocando (e muito) por aí

PQP

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Felix Mendelssohn (1809-1847): Piano Trios Nos. 1 & 2, Op. 49 e 66

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Os três são grandes solistas, porém, nesta gravação, Emanuel Ax, Itzhak Perlman e Yo-Yo Ma provam suas qualidades como músicos de câmara. Não há luta pela supremacia. Os músicos honram o fluxo da música e as melodias fluem suavemente do violoncelo para o violino e daí para o piano em qualquer ordem. Eles parecem vir da primavera, dando-nos vontade de cantar junto. A música é romântica, elegante e melódica, refinada como convém a um talentoso intelectual do século XIX, membro de uma rica família de banqueiros e intelectuais judeus da Europa Central.

Felix Mendelssohn (1809-1847): Piano Trios Nos. 1 & 2, Op. 49 e 66

1 Piano Trio No. 1 In D Minor, Op. 49: I. Molto Allegro E Agitato 9:59
2 Piano Trio No. 1 In D Minor, Op. 49: II. Andante Con Moto Tranquillo 6:15
3 Piano Trio No. 1 In D Minor, Op. 49: III. Scherzo: Leggiero E Vivace 3:52
4 Piano Trio No. 1 In D Minor, Op. 49: IV. Finale: Allegro Assai Appassionato 8:56

5 Piano Trio No. 2 In C Minor Op. 66: I. Allegro Energico E Con Fuoco 11:13
6 Piano Trio No. 2 In C Minor Op. 66: II. Andante Espressivo 6:41
7 Piano Trio No. 2 In C Minor Op. 66: III. Scherzo: Molto Allegro Quasi Presto 3:47
8 Piano Trio No. 2 In C Minor Op. 66: IV. Finale: Allegro Appassionato 8:25

Yo-Yo Ma, cello
Itzhak Perlman, violino
Emanuel Ax, piano

BAIXE AQUI — DOWNLOAD HERE

Completando o texto, Mendelssohn depois converteu-se ao cristianismo

Completando o texto, Mendelssohn depois converteu-se ao cristianismo

PQP

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Mendelssohn (1809-1847): Concerto para Violino, Op. 64 / Piano Trio No.1 / Sonata para Violino e Piano

IM-PER-DÍVEL !!!

Se o disco de Anne Sophie Mutter que apresentamos (isto é uma repostagem, gente) era uma merda, este é magnífico, sua audição soa exatamente como a violinista aparece na capa: linda, coleante, azul. Seu Concerto Op. 64 é absolutamente impecável e da mesma forma é o esplêndido Trio Nº 1, com seus dois belíssimos movimentos iniciais. O nível cai um pouco na Sonata, mas não por culpa da deusa — é que a Sonata é mais fraquinha mesmo. Mesmo com as 5000 gravações existentes do Op. 64 é difícil bater o registro destes dois monstros — Mutter e Masur. Baixe agora.

Mendelssohn (1809-1847): Concerto para Violino, Op.64 / Piano Trio No.1 / Sonata para Violino e Piano

Violin Concerto in E minor, Op. 64
01. 1. Allegro molto appassionato [12:19]
02. 2. Andante [7:15]
03. 3. Allegretto non troppo – Allegro molto vivace [6:15]
Anne-Sophie Mutter, violino
Gewandhausorchester Leipzig
Kurt Masur

Piano Trio No.1 in D minor, Op.49
04. 1. Molto allegro agitato [9:01]
05. 2. Andante con moto tranquillo [6:52]
06. 3. Scherzo (Leggiero e vivace) [3:38]
07. 4. Finale (Allegro assai appassionato) [8:10]
Anne-Sophie Mutter, violino
André Previn, piano
Lynn Harrell, violoncelo

Sonata para Violino e Piano in F major (1838) (without opus number)
08. 1. Allegro vivace [11:25]
09. 2. Adagio [7:14]
10. 3. Assai vivace [5:23]
Anne-Sophie Mutter, violino
André Previn, piano

BAIXE AQUI — DOWNLOAD HERE

Vingança completa sobre o nojento do PQP

Vingança completa sobre o nojento do PQP

PQP

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Hilary Hahn Spetacular – Beethoven, Brahms, Mendelssohn, Barber, Stravinsky, Shostakovich

CoverEu chamaria essa coleção de “Retrato do Artista Enquanto Jovem”, no lugar de ‘Spetacular’, título este um tanto quanto exagerado no meu entender, já que são gravações do início da carreira da artista, antes de assinar contrato com  a Deutsche Grammophon, mas tudo bem.
Mas enfim, a coleção serve para mostrar a evolução de Hilary Hahn enquanto artista. A carreira da violinista norte americana já está mais do que consolidada, e sua agenda sempre está cheia, se apresentando ao redor do mundo. São três cds, trazendo alguns dos principais concertos para violino, desde Beethoven até Barber, passando por Brahms, Mendelssohn, Stravinsky e Shostakovich.
Espero que apreciem. Conheço bem estas gravações, pois acompanho sua carreira já desde o início dos anos 2000, quando ela começou a se destacar nas salas de concerto.
Então vamos ao que viemos.

CD 1

01 Mendelssohn: Violin Concerto In E Minor, Op. 64 – 1. Allegro Molto Appassionato
02 Violin Concerto In E Minor, Op. 64 – 2. Andante
03 Violin Concerto In E Minor, Op. 64 – 3. Allegretto Non Troppo

Oslo Symphony Orchestra
Hugh Wolff – Conductor

04 Beethoven: Violin Concerto In D, Op. 61 – 1. Allegro Ma Non Troppo
05 Violin Concerto In D, Op. 61 – 2. Larghetto
06 Violin Concerto In D, Op. 61 – 3. Rondo: Allegro

Baltimore Symphony Orchestra
David Zinman – Conductor

CD 2

01 Brahms – Concerto in D Major for Violin and Orchestra, Op. 77: I. Allegro non troppo
02 Concerto in D Major for Violin and Orchestra, Op. 77: II. Adagio
03 Concerto in D Major for Violin and Orchestra, Op. 77: III. Allegro giocoso, ma non troppo vivace
04 Stravinsky – Concerto in D for Violin and Orchestra (1931): I. Toccata
05 Concerto in D for Violin and Orchestra (1931): II. Aria I
06 Concerto in D for Violin and Orchestra (1931): III. Aria II
07 Concerto in D for Violin and Orchestra (1931): IV. Capriccio

Academy of Saint-Martin in the Fields
Neville Marrimer – Conductor

CD 3

01 Shostakovich: Violin Concerto #1 In A Minor, Op. 77 – 1. Nocturne
02 Shostakovich: Violin Concerto #1 In A Minor, Op. 77 – 2. Scherzo
03 Shostakovich: Violin Concerto #1 In A Minor, Op. 77 – 3. Passacaglia
04 Shostakovich: Violin Concerto #1 In A Minor, Op. 77 – Cadenza
05 Shostakovich: Violin Concerto #1 In A Minor, Op. 77 – 4. Burlesque

Oslo Symphony Orchestra
Hugh Wolff – Conductor

06 Barber: Violin Concerto, Op. 14 – 1. Allegro
07 Barber: Violin Concerto, Op. 14 – 2. Andante
08 Barber: Violin Concerto, Op. 14 – 3. Presto In Moto

Saint Paul Chamber Orchestra
Hugh Wolff – Conductor

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Felix Mendelssohn-Bartholdy (1809-1847) – Musique de Chambre – Cds 4 e 5 de 5

frontPois estão vamos concluir essa belíssima série, que traz a obra de câmara de Mendelssohn. Alguns artistas são bem conhecidos, outros nem tanto, mas as gravações são muito boas. Vale a audição, e muito.

Disc: 4
1. String Quartet No. 3 in D major, Op.44/1: IV. Presto con brio
2. String Quartet No. 4 in E minor, Op.44/2: I. Allegro assai appassionato
3. String Quartet No. 4 in E minor, Op.44/2: II. Scherzo (Allegro di molto)
4. String Quartet No. 4 in E minor, Op.44/2: III. Andante – Attaca
5. String Quartet No. 4 in E minor, Op.44/2: IV. Presto agitato
6. String Quartet No. 5 in E flat major, Op.44/3: I. Allegro vivace
7. String Quartet No. 5 in E flat major, Op.44/3: II. Allegro assai
8. String Quartet No. 5 in E flat major, Op.44/3: III. Adagio
9. String Quartet No. 5 in E flat major, Op.44/3: IV. Finale (Allegro molto)

Disc: 5
1. String Quartet No. 6 in F minor, Op. 80: I. Allegro assai – Presto
2. String Quartet No. 6 in F minor, Op. 80: II. Allegro assai
3. String Quartet No. 6 in F minor, Op. 80: III. Adagio
4. String Quartet No. 6 in F minor, Op. 80: IV. Finale (Allegro molto)

Cherubini Quartett

5. String Quintet No. 1 in A major, Op. 18: I. Allegro con moto
6. String Quintet No. 1 in A major, Op. 18: II. Intermezzo (Andante sostenuto)
7. String Quintet No. 1 in A major, Op. 18: III. Scherzo (Allegro di molto)
8. String Quintet No. 1 in A major, Op. 18: IV. Allegro vivace

Hausmusic

9. Concert Piece for clarinet, basset horn & piano No. 1 in F major, Op. 113
10. Concert Piece for clarinet, basset horn & piano No. 2 in D minor, Op. 114

Sabine Meyer – Clarinet
Wolfgang Meyer – Basset Horn
Würtembergische Kammerorchester Hellbronn

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Felix Mendelssohn-Bartholdy (1809-1847) – Musique de Chambre – CD 1, 2 e 3 de 5 – Tortelier, Previn, Chung, Meyer, et all.

frontNesta série de cinco cds que vou trazer nos próximos dias, quem não conhece muito bem pode apreciar o talento e genialidade de Mendelssohn, um dos maiores representantes do romantismo alemão. Poderão ouvir outras coisas que não o indefectivel Concerto para Violino ou alguma de suas sinfonias.
Então neste três primeiros CDs teremos as duas sonatas para Violoncelo e Piano, os trios, o Octeto e os três primeiros quartetos. Os solistas são do primeiro time da EMI, liderados pelo grande violoncelista Paul Tortelier, um dos grandes em seu instrumento no século XX.

CD 1

01. Sonata for Cello and Piano no.1 – 01 Allegro vivace
02. Sonata for Cello and Piano no.1 – 02 Andante
03. Sonata for Cello and Piano no.1 – 03 Allegro assai
04. Sonata for Cello and Piano no.2 – 01 Allegro vivace
05. Sonata for Cello and Piano no.2 – 02 Allegretto scherzando
06. Sonata for Cello and Piano no.2 – 03 Adagio
07. Sonata for Cello and Piano no.2 – 04 Molto allegro e vivace

Paul Tortelier – Piano
Maria de La Pau – Piano

08. Trio for Piano, Violin and Cello no.1 – 01 Molto allegro edagitato
09. Trio for Piano, Violin and Cello no.1 – 02 Andante con moto tranquillo

Andre Previn – Piano
Kyung-Wha Chung – Violin
Paul Tortelier – Cello (Trio nº1)

CD 2

01. Trio for Piano, Violin and Cello no.1 – 03 Scherzo_ Leggiero e vivace
02. Trio for Piano, Violin and Cello no.1 – 04 Finale_ Allegro assai appassionato

Andre Previn – Piano
Kyung-Wha Chung – Violin
Paul Tortelier – Cello (Trio nº1)

03. Trio for Piano, Violin and Cello no.2 – 01 Allegro energico e con fuoco
04. Trio for Piano, Violin and Cello no.2 – 02 Andante espressivo
05. Trio for Piano, Violin and Cello no.2 – 03 Scherzo_ Molto allegro quasi presto
06. Trio for Piano, Violin and Cello no.2 – 04 Finale_ Allegro appassionato

Grieg Trio
Solve Siegerland – Piano
Ellen Margrete Fiesjo – Violin
Vebjorn Anvik – Violoncello

07. Octet for Strings – 01 Allegro moderato, ma con fuoco
08. Octet for Strings – 02 Andante
09. Octet for Strings – 03 Scherzo_ Allegro leggierissimo
10. Octet for Strings – 04 Presto

Membres du Melos Esemble de Londres

CD 3

01. String Quartet no.1 – 01 Adagio sostenuto_ Allegro
02. String Quartet no.1 – 02 Canzonetta
03. String Quartet no.1 – 03 Andante espressivo_ Attaca
04. String Quartet no.1 – 04 Molto allegro e vivace
05. String Quartet no.2 – 01 Adagio_ Allegro vivace
06. String Quartet no.2 – 02 Adagio non lento
07. String Quartet no.2 – 03 Intermezzo
08. String Quartet no.2 – 04 Presto_ Adagio non lento
09. String Quartet no.3 – 01 Molto allegro vivace
10. String Quartet no.3 – 02 Menuetto_ Un poco allegro
11. String Quartet no.3 – 03 Andante espressivo ma con moto

Cherubini Quartett

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Felix Mendelssohn-Bartholdy (1809-1847) – A Midsummer Night Dream – Baker, Harper, Philarmonia Chorus & Orchestra

51ZBq8jzZiLComo disse um cliente da amazon em seu comentário, a magia estava no ar naqueles dias do início de 1960 em que Otto Klemperer & Cia reuniram-se no famoso Abbey Road Studio para gravar essa magnífica versão da obra prima de Mendelssohn baseada em Shakespeare. Particularmente, eu nunca tinha ouvido uma versão tão bela desta obra.
Nessa atual fase de minha vida, ando muito suspeito para falar das gravações de Otto Klemperer. Tenho ouvido muito esse incrível maestro frente à Philharmonia Orchestra, que dirigiu com muito talento até o final de sua vida.
Ah, claro que a indefectível ‘Marcha de Casamento’ está presente. Aos noivos que pretendem se casar nos próximos meses garanto que não existe melhor música para a noiva entrar na igreja. E pouquíssimas versões tão boas quanto esta do Klemperer.
Ah, antes que me esqueça, o CD também traz a Quarta Sinfonia de Mendelssohn, outro primor da indústria fonográfica, com certeza uma das melhores gravações já realizadas desta sinfonia. Façam um favor para si mesmos, baixem este CD e divirtam-se. Fazia muito tempo que não ouvia algo que me deixasse com tal sorriso nos lábios.

1. A Midsummer Night’s Dream, Op. 61 (Incidental Music) Overture, Op. 21
2. A Midsummer Night’s Dream, Op. 61 (Incidental Music) I   Scherzo
3. A Midsummer Night’s Dream, Op. 61 (Incidental Music) IIa  March of the Fairies
4. A Midsummer Night’s Dream, Op. 61 (Incidental Music) III Ye spotted snakes
5. A Midsummer Night’s Dream, Op. 61 (Incidental Music) V   Intermezzo
6. A Midsummer Night’s Dream, Op. 61 (Incidental Music) VII Nocturne
7. A Midsummer Night’s Dream, Op. 61 (Incidental Music) IX Wedding March
8. A Midsummer Night’s Dream, Op. 61 (Incidental Music) Xa  Funeral March
9. A Midsummer Night’s Dream, Op. 61 (Incidental Music) XI  Dance of the Clowns
10. A Midsummer Night’s Dream, Op. 61 (Incidental Music) Finale Through the House
11. Symphony No. 4 in A Major, ‘Italian’ Op. 90 I.    Allegro vivace – Più animato
12. Symphony No. 4 in A Major, ‘Italian’ Op. 90 II.   Andante con moto
13. Symphony No. 4 in A Major, ‘Italian’ Op. 90 III.  Con moto moderato
14. Symphony No. 4 in A Major, ‘Italian’ Op. 90 IV. Saltarello (Presto)

Janet Baker – Mezzo-Soprano
Heather Harper – Soprano
Philharmonia Chorus & Orchestra
Otto Klemperer – Conductor

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A Família das Cordas: The Glory of Cremona – Ruggiero Ricci

FrontSerá que um Stradivarius vale tudo o que pedem por ele?

E um Amati? Ou um Guarneri?

Talvez este álbum possa ajudá-los a responder.

Nele, o virtuoso ítalo-americano Ruggiero Ricci (1918-2012) toca, em quinze famosos violinos, várias peças curtas que considera adequadas às características de cada instrumento. Depois, no que é talvez a parte mais interessante do álbum, ele toca o mesmo trecho – o início solo inicial do Concerto no. 1 de Max Bruch – com as mesmíssimas condições de estúdio em cada um dos violinos, a maior parte dos quais leva apelidos que remetem a ex-proprietários célebres. Apesar da overdose de Stradivari, o xodó de Ricci era seu inseparável Guarneri del Gesù (o “Ex-Huberman”, que surpreendemente não aparece nesta gravação), que foi, depois de sua morte, adquirido por uma companhia japonesa e cedido à violinista japonesa Midori Gotō.

A “Glória de Cremona” a que se refere o título é a rica tradição de luteria daquela cidade, que teve seu pináculo entre os séculos XVI e XVIII através de luthiers da estirpe de Stradivari, Guarnieri, Bergonzi, Amati e da Salo, cujos preciosos instrumentos são, há já muito tempo, o privilégio dos maiores virtuosos.

THE GLORY OF CREMONA – RUGGIERO RICCI

Jean-Antoine DESPLANES [Giovanni Antonio Piani] (1678-1760)
01 – Intrada [violino de Andrea Amati, c. 1560-170]

Pietro NARDINI (1722-1793)
02 – Larghetto [violino de Antonio Stradivari, “ex-Rode”, 1733]

Antonio Lucio VIVALDI (1678-1741)
03 – Praeludium [violino de Nicolò Amati, 1656]

Niccolò PAGANINI (1782-1840)
04 – Cantabile e Valzer [violino de Antonio Stardivari, “Il Monasterio”,1719]

Wolfgang Amadeus MOZART (1756-1791)
arranjo de Carl Friedberg (1872–1955)
05 – Adagio [violino de Giuseppe Guarneri del Gesù, “Il Plowden”, 1735]

Dmitri Borisovich KABALEVSKY (1904-1987)
06 – Improvisation, Op. 21 no. 1 [violino de Antonio Stradivari, “Il Spagnolo”, 1677]

Piotr Ilyich TCHAIKOVSKY (1840-1893)
07 – Souvenir d’un lieu cher, Op. 42 – no. 2: Mélodie [violino de Giuseppe Guarneri del Gesù, “Il Lafont”, 1735]

Francesco Maria VERACINI (1690-1768)
08 – Largo [violino de Gasparo da Salo, ca. 1570-80]

Maria Theresia von PARADIS (1759-1824)
arranjo de Samuel Dushkin (1891-1976)
09 – Sicilienne [violino de Carlo Bergonzi, “Il Constable”, 1731]

Jenő HUBAY (1858-1937)
10 – The Violin Maker of Cremona  [violino de Giuseppe Guarneri del Gesù, “Ex-Bériot”, 1744]

Georg Friedrich HÄNDEL (1685-1759)
11 – Larghetto [violino de Antonio Stradivari, “El Madrileño”, 1720]

Robert SCHUMANN (1810-1856)
arranjo de Fritz Kreisler (1875-1962)
12 – Romance em Lá maior [violino de Giuseppe Guarneri del Gesù, “Ex-Vieuxtemps”, 1739]

Johannes BRAHMS (1833-1897)
13 – Dança Húngara no. 20 [violino de Antonio Stradivari, “Ex-Joachim”, 1714]
14 – Dança Húngara no. 17  [violino de Giuseppe Guarneri del Gesù, “Ex-Gibson”, 1734]

Jakob Ludwig Felix MENDELSSOHN-Bartholdy (1809-1847)
arranjo de Fritz Kreisler
15 – Lieder ohne Wörte, Op. 62 – No. 1: “Mailüfte” (“Brisas de Maio”) [violino de Antonio Stradivari, “Ex-Ernst”, 1709]

Ruggiero Ricci, violinos
Leon Pommers, piano

Max Christian Friedrich BRUCH (1838-1920)

Concerto para violino e orquestra no. 1 em Sol menor, Op. 26
I – Vorspiel. Allegro moderato
Excerto do solo de abertura
Executado por Ruggiero Ricci nos seguintes instrumentos:

16 – Andrea Amati (c. 1560-70)
17 – Nicolò Amati (1656)
18 – Antonio Stradivari, “Il Spagnolo” (1677)
19 – Antonio Stradivari, “Ex-Ernst” (1709)
20 – Antonio Stradivari, “Ex-Joachim” (1714)
21 – Antonio Stradivari, “Il Monasterio” (1719)
22 – Antonio Stradivari, “El Madrileño” (1720)
23 – Antonio Stradivari, “Ex-Rode” (1733)
24 – Gasparo da Salo (c. 1570-80)
25 – Carlo Bergonzi, “Il Constable” (1731)
26 – Giuseppe Guarneri del Gesù, “Il Gibson” (1734)
27 – Giuseppe Guarneri del Gesù, “Il Lafont” (1735)
28 – Giuseppe Guarneri del Gesù, “Il Plowden” (1735)
29 – Giuseppe Guarneri del Gesù, “Ex-Vieuxtemps” (1739)
30 – Giuseppe Guarneri del Gesù, “Ex-Bériot” (1744)

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Quebre um, e passe reencarnações pagando.

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Vassily Genrikhovich

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Felix Mendelssohn-Bartholdy (1809-1847) – Symphony No.4 In A, Op.90, “Italian”, Symphony No.5 in D minor, Op.107 – “Reformation” – Bernstein, IPO

Leonard_Bernstein-Schubert_Mendelssohn_SchumannEntão, os senhores estão gostando dessa série de postagens dedicadas a Bernstein? Sempre fui fá desse incrível maestro, que se tornou uma celebridade logo cedo, e que ajudou a tornar a Filarmônica de Nova York uma das principais orquestras do século XX.  A previsão de conclusão desta série é dia 14 de outubro, quando se completarão vinte e cinco anos da morte do maestro.
Vamos continuar então? Bernstein e a Filarmônica de Israel continuam com Mendelssohn, agora temos as duas últimas sinfonias, as belíssimas sinfonias de nº 4, conhecida como “Italiana” e a de nº 5, também conhecida como Sinfonia “Reforma”.

1. Mendelssohn: Symphony No.4 In A, Op.90 – “Italian” – 1. Allegro vivace
2. Mendelssohn: Symphony No.4 In A, Op.90 – “Italian” – 2. Andante con moto
3. Mendelssohn: Symphony No.4 In A, Op.90 – “Italian” – 3. Con moto moderato
4. Mendelssohn: Symphony No.4 In A, Op.90 – “Italian” – 4. Saltarello (Presto)
5. Mendelssohn: Symphony No.5 in D minor, Op.107 – “Reformation” – 1. Andante – Allegro con fuoco
6. Mendelssohn: Symphony No.5 in D minor, Op.107 – “Reformation” – 2. Allegro vivace
7. Mendelssohn: Symphony No.5 in D minor, Op.107 – “Reformation” – 3. Andante
8. Mendelssohn: Symphony No.5 in D minor, Op.107 – “Reformation” – 4. Choral “Ein’ Feste Burg ist unser Gott!”
9. Mendelssohn: The Hebrides, Op.26 (Fingal’s Cave) – Allegro moderato

Israel Philharmonic Orchestra
Leonard Bernstein – Conductor

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Franz Schubert (1897-1828) – Schubert: Symphony No.5 in B flat, D.485, Felix Mendelssohn-Bartholdy – Mendelssohn: Symphony No.3 in A minor, Op.56 – “Scottish” – Bernstein, RCO, IPO

Leonard_Bernstein-Schubert_Mendelssohn_SchumannEsqueci de dizer aos senhores na postagem anterior de Schubert que iria postar uma série de CDs de Lenny Bernstein, realizadas já no final de sua vida, pelo selo Deutsch Grammophon. Neste primeiro momento, serão seis cds, dedicados a Schubert, Mendelssohn e Schumann.
Com este segundo CD com essa sinfonia de nº 3 de Schubert concluímos a fase dedicada a Schubert, ainda com a Orquestra do Concertgebow de Amsterdam.
A partir de Mendelssohn teremos a Filarmônica de Israel e a Filarmônica de Viena. Mas não se preocupem, tudo será devidamente identificado.
Então vamos ao que viemos, pois o tempo urge.

1. Schubert: Symphony No.5 in B flat, D.485 – 1. Allegro
2. Schubert: Symphony No.5 in B flat, D.485 – 2. Andante con moto
3. Schubert: Symphony No.5 in B flat, D.485 – 3. Menuetto (Allegro molto)
4. Schubert: Symphony No.5 in B flat, D.485 – 4. Allegro vivace

Concertgebow Orchestra
Leonard Bernstein – Conductor

5. Mendelssohn: Symphony No.3 in A minor, Op.56 – “Scottish” – 1. Andante con moto – Allegro un poco agitato – Assai animato – Andante come prima
6. Mendelssohn: Symphony No.3 in A minor, Op.56 – “Scottish” – 2. Vivace non troppo
7. Mendelssohn: Symphony No.3 in A minor, Op.56 – “Scottish” – 3. Adagio
8. Mendelssohn: Symphony No.3 in A minor, Op.56 – “Scottish” – 4. Allegro vivacissimo – Allegro maestoso assai

Israel Philharmonic Orchestra
Leonard Bernstein – Conductor

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Joseph Joachim & Pablo de Sarasate – Gravações completas (1903-1904) – Eugène Ysaÿe – Gravações (1912)

51a7Y69Z7oLNão, você não leu errado: estas são as gravações completas dos legendários violinistas Joachim e Sarasate, feitas no começo do século XX.

Sim, Joachim: aquele que estreou sob a batuta de Felix Mendelssohn e consolidou o Concerto Op. 61 de Beethoven no repertório, que escreveu dezenas de cadenzas para concertos alheios, fundador de uma importante escola pedagógica, amigo de Schumann e de Brahms, e consultor deste último nas obras concertantes para violino.

E sim, ele mesmo: Sarasate, o mais célebre dos violinistas do século XIX depois de Paganini, receptor das dedicatórias da Sinfonia Espanhola de Lalo, do Concerto no. 2 de Wieniawski, do Concerto no. 3 e Introdução e Rondó Caprichoso de Saint-Saëns, entre outros.

De quebra, para fechar o disco, algumas das gravações que Eugène Ysaÿe, o maior violinista de seu tempo, realizou durante uma visita a Nova York em 1912.

Joseph Joachim (1831-1907)

Joseph Joachim (1831-1907)

Joachim tinha 72 anos quando realizou suas gravações – idade avançada para a época – e certamente já não estava no melhor de sua forma, tanto física quanto técnica. As técnicas primitivas de gravações, agravadas pelas dificuldades inerentes à captação do som do violino, ainda mais com as cordas de tripa que eram então a norma, exigem bastante do ouvinte que deseja apreciar a arte deste violinista legendário. As duas peças de Bach para violino solo carregam a distinção de serem as primeiras obras do Pai da Música jamais gravadas. Chamam a atenção também as ornamentações que adicionou, especialmente à bourrée, o uso muito comedido de vibrato (pois a escola fundada por Joachim assim defendia) e o que parece uma entonação distinta, que talvez estivesse em voga na distante década de 1830, quando começou a receber sua educação musical.

Joachim com o jovem Franz von Vecsey, em foto de 1903 - ano em que realizou suas únicas gravações. Aquele dedo indicador artrítico da mão esquerda dói só de olhar, e nos faz conceder um generoso desconto quando ouvimos os erros que ele deixou registrados para a posteridade.

Joachim com o jovem Franz von Vecsey, em foto de 1903 – ano em que realizou suas únicas gravações. Aquele dedo indicador artrítico da mão esquerda dói só de olhar, e nos faz conceder um generoso desconto quando ouvimos os erros que ele deixou registrados para a posteridade.

 

Pablo de Sarasate (1844-1908), com seu Stradivarius que pertenceu a Paganini, o mesmo instrumento usado nestas gravações.

Pablo de Sarasate (1844-1908), com seu Stradivarius que pertenceu a Paganini, o mesmo instrumento usado nestas gravações.

Comedimento era o que não existia no diminuto corpo de Sarasate, virtuose de fama mundial e compositor de diversas obras feitas sob medida para exibir sua técnica. Diferentemente de Joachim, ele abusa do vibrato e, a julgar por suas gravações, apreciava andamentos insanamente rápidos. O Prelúdio da Partita em Mi maior de Bach, por exemplo, é tocada em velocidade lúbrica, mais rápido até do que era capaz o violinista sexagenário: lá pelo segundo terço ele se perde completamente, como um estudante em pânico na prova, e só vem a se recuperar quando a obra se encaminha para o final (ele parece comentar alguma coisa no fim – talvez uma exclamação desbocada – mas não consegui entender). O arranjo do Noturno de Chopin permite apreciar um pouco de seu afamado “cantabile”, que pelo jeito abusava do portamento.  No entanto, é em suas próprias obras que o basco parece se sair melhor, principalmente no “Zapateado” e nas famosas “Zigeunerweisen” (Árias Ciganas), aparentemente abreviadas para caberem na gravação – o Adagio acaba bruscamente para dar lugar ao velocíssimo finale.

Eugene Ysaÿe (1858-1931)

Eugene Ysaÿe (1858-1931)

Já o belga Ysaÿe, aluno dos legendários Vieuxtemps e Wieniawski em Bruxelas, viveu até os anos 30. Por isso, deixou um legado maior de gravações, que nos soam mais modernas e muito mais satisfatórias que as de Sarasate e Joachim – mérito, também, da impressionante evolução das técnicas de gravação. O movimento final do Concerto de Mendelssohn, apesar dos cortes necessários para que coubesse num lado de um LP de 78 rpm, é bastante bom, e a famosa elegância do estilo de Ysaÿe fica evidente, apesar de algumas escorregadelas. Lembremo-nos de que as gravações eram feitas em uma só tomada, e o alto custo da mídia não permitia o luxo de repetir tomadas a bel-prazer.

Ysaÿe e o pianista Camille de Creus, realizando as gravações que vocês escutarão em breve, em Nova York (1912)

Ysaÿe e o pianista Camille Decreus, realizando as gravações que vocês escutarão em breve, em Nova York (1912). Reparem no cone que fazia as vezes de microfone

 

Espero que apreciem estas gravações preciosas que permitem, pelo menos àqueles que lhe relevam os ruídos de superfície inerentes às limitações técnicas da época, uma fascinante viagem aural ao passado.

JOSEPH JOACHIM – THE COMPLETE RECORDINGS (1903)
PABLO DE SARASATE – THE COMPLETE RECORDINGS (1904)
EUGÈNE YSAYE – SELECTED RECORDINGS (1912)

JOHANN SEBASTIAN BACH (1685-1750)

01 – Partita no. 1 em Si menor para violino solo, BWV 1002 – Bourrée
02 – Sonata no. 1 em Sol menor para violino solo, BWV 1001 – Adagio

Joseph Joachim, violino
(1903)

JOSEPH JOACHIM (1831-1907)

03 – Romance em Dó maior para violino e piano

JOHANNES BRAHMS (1833-1897), arranjos para violino e piano de Joseph Joachim

04 – Dança Húngara no. 1 em Sol menor
05 – Dança Húngara no. 2 em Ré menor

Joseph Joachim, violino
Pianista desconhecido
(1903)

PABLO MARTÍN MELITÓN DE SARASATE Y NEVASCUÉS (1844-1908)

06 – Zigeunerweisen (Árias Ciganas), Op. 20
07 – Capricho Basco, Op. 24
08 – Introdução e Capricho Jota, Op. 41
09 – Introdução e Tarantela, Op. 43
10 – Zortzico Miramar, Op. 42
11 – Danças Espanholas, Op. 21 – no. 2: Habanera
12 – Danças Espanholas, Op. 26 – no. 2: Zapateado

FRYDERYK FRANCYSZEK CHOPIN (1810-1849)

13 – Noturnos, Op. 9 – no. 2 em Mi bemol maior (transcrição de Sarasate para violino e piano)

Pablo de Sarasate, violino
Pianista desconhecido
(1904)

JOHANN SEBASTIAN BACH (1685-1750)

14 – Partita no. 3 em Mi maior para violino solo, BWV 1006 – Prelúdio

Pablo de Sarasate, violino
(1904)

EMMANUEL ALEXIS CHABRIER (1841-1894)

15 – Pièces pittoresques para piano – no. 10: Scherzo-Valse em Ré maior (transcrito por Ysaÿe para violino e piano)

GABRIEL URBAIN FAURÉ (1845-1924)

16 – Berceuse, Op. 16

JAKOB LUDWIG FELIX MENDELSSOHN BARTHOLDY (1809-1847)

17 – Concerto em Mi menor para violino e orquestra, Op. 64 – Finale: Allegro molto (redução abreviada para violino e piano)

HENRYK WIENIAWSKI (1835-1880)

18 – Duas Mazurkas para violino e piano, Op. 19

JOHANNES BRAHMS (1833-1897), arranjos para violino e piano de Joseph Joachim

19 – Dança Húngara no. 5 em Sol menor

Eugène Ysaÿe, violino
Camille Decreus, piano
(1912)

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BÔNUS: vocês sabiam que não há só uma, mas DUAS gravações de Johannes Brahms ao piano? Claro que o som é precaríssimo, pois elas são de 2 de dezembro de 1889 (imaginem, menos de um mês após a Proclamação de República no Brasil!). Brahms toca uma de suas Danças Húngaras e um trecho de uma polca de Josef Strauss. Este vídeo do pianista Jack Gibbons, que tem um dos melhores canais de YouTube para amantes do piano, guia-nos nessa experiência aural a um só tempo difícil e privilegiada:

Sarasate, o ligeirinho

Sarasate, o ligeirinho

Vassily Genrikhovich

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Felix Mendelssohn (1809-1847): Concerto para Violino, Op. 64, Sinfonia No. 4, “Italiana”, e outras peças para orquestra

Link revalidado e foto por PQP Bach

Um CD para o qual os adjetivos são insuficientes. Quem já teve a oportunidade de ler as palavras bambas e pobres que já redigi em outros posts de Mendelssohn, pôde perceber a minha profunda admiração pela música do alemão. Mendelssohn foi um indivíduo especial, dotado de uma gama de qualidades únicas. Todas as vezes que penso nele me vem à mente a ideia de um sujeito bem-afortunado. Foi alguém de uma alma profundamente cândida, delicada. Angélica. Acredito que não teve aperreios, mesmo nos últimos anos de vida, período em que a enfermidade lhe foi furtando as forças. Acredito que quem nunca ouviu o compositor e escutasse este CD que ora posto, ficaria com a melhor das impressões. Faria o julgamento de que Mendelssohn foi um sujeito singular. E, de fato, acertaria no julgamento. O CD traz aquelas peças que se tornaram imortais para a história da música. O concerto para violino e orquestra é de uma pureza e uma leveza arrebatadores. Este concerto se estabelece como um dos meus preferidos entre todos os que já foram compostos. A Sinfonia No. 4 é a minha preferida entre as cinco que ele compôs. É uma representação do seu estilo – alegria, festa, celebração e a admiração pela natureza. O tema inicial de As Hébridas possui um encanto arrebatador. Acredito que poucas peças tenham uma abertura de forma tão poderosa. Em suma: Mendelssohn e sua música são motivos para que pensemos em coisas grandes, enormes. Boa apreciação!

Felix Mendelssohn (1809-1847) – Concerto para Violino, Op. 64, Sinfonia No. 4, Athalie, incidental music, Op. 74 e The Hebrides, overture (‘Fingal’s Cave,’ 4 versions), Op. 26

Concerto para violino e orquestra em Mi menor, Op. 64
01. Allegro molto appassionato
02. Andante
03. Allegretto non troppo

Sinfonia No. 4 em A menor, Op. 90 – “Italiana”
04. Allegro vivace
05. Andante con moto
06. Con moto moderato
07. Saltarello

Athalie, incidental music, Op. 74- Kriegsmarsch der Priester
08. Athalie, incidental music, Op. 74- Kriegsmarsch der Priester

The Hebrides, overture (‘Fingal’s Cave,’ 4 versions), Op. 26
09. The Hebrides, overture (‘Fingal’s Cave,’ 4 versions), Op. 26

New York Philharmonic
Leonard Bernstein, regente
Pinchas Zukerman, violino

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Galã…

Carlinus

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