Voz Ativa Madrigal: Pro Nobis (Acervo PQPBach)

qovs4nProdução independente do Voz Ativa Madrigal, gravado no ano de 2000, este CD é composto por músicas sacras de diversos períodos da história da música, desde o Barroco até o Contemporâneo.

Um dos objetivos deste disco foi o registro de peças da música brasileira, incluindo composições do período colonial de André da Silva Gomes e Manoel Dias de Oliveira. Destaque especial para Heitor Villa-Lobos de quem o grupo foi o primeiro a receber autorização para registro de Ave Maria. Também inclui uma peça escrita especialmente para compor o repertório deste trabalho, de Robson Cavalcante.
Este é o primeiro registro do PROMUSA – Projeto de Música Sacra, concebido e levado a efeito pelo Voz Ativa Madrigal.
(http://www.vozativamadrigal.com.br/vam05/discos.htm#PRONOBIS)

Giuseppe Antonio Pitoni (1675-1743)
01. Christus factus est
Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791)
02. Ave verum corpus
03. Laudate Dominum
André da Silva Gomes (Lisboa, 1752 – São Paulo, SP, 1844)
04. O vos omnes
Franz Schubert (1797-1828)
05. Chor der engel
Anton Bruckner (Austria, 1824-1896)
06. Ave Maria
07. Tota pulchra es Maria
Heitor Villa-Lobos (1887-1959)
08. Ave Maria
09. Ave verum
Gyorgy Deak-Bardos (1905-1991)
10. Eli! Eli!
Manoel Dias de Oliveira (São José del Rey [Tiradentes], 1735-1813)
11. Surrexit Dominus (Moteto para procissão de Domingo de Páscoa)
Robson Barata Cavalcante (1962 – )
12. Ave Maris Stella

Pro Nobis – 2000
Voz Ativa Madrigal
Maestro Ricardo Barbosa

Este CD pertence ao acervo do musicólogo Prof. Paulo Castagna. Não tem preço !!!
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Boa audição.

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Avicenna

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Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) – Sonatas for Violin and Piano arranged for flute and piano by Patrick Gallois – Patrick Gallois & Maria Prinz

8.573033Este cd vale mais como curiosidade, não achei lá grandes coisas. As sonatas para violino de Mozart são obras únicas, belas, delicadas, virtuosísticas, e transcritas para flauta ficam meio sem rumo. Temos algumas gravações destas sonatas disponíveis aqui mesmo no PQPBach. Ouçam, comparem e tirem suas conclusões.

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) – Sonatas for Violin and Piano arranged for flute and piano by Patrick Gallois – Patrick Gallois & Maria Prinz

01. Sonata in F major, K376 – I. Allegro
02. Sonata in F major, K376 – II. Andante
03. Sonata in F major, K376 – III. Rondeau Allegretto grazioso
04. Sonata in B flat major, K570 – I. Allegro
05. Sonata in B flat major, K570 – II. Adagio
06. Sonata in B flat major, K570 – III. Allegretto
07. Sonata in F major, K377 – I. Allegro
08. Sonata in F major, K377 – II. Tema con variazioni
09. Sonata in F major, K377 – III. Tempo di Menuetto Un poco Allegretto
10. Sonata in B flat major, K378 – I. Allegro moderato
11. Sonata in B flat major, K378 – II. Andantino sostenuto e cantabile
12. Sonata in B flat major, K378 – III. Rondeau Allegro

Patrick Gallois – Flute
Maria Prinz – Piano

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FDP

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Beethoven, Brahms, Mozart: Sonatas solo / para Violoncelo e Piano / Concerto

Já havia um certo tempo que eu tencionava postar este CD duplo, com peças de Beethoven, Brahms e Mozart, interpretados por Rudolf Serkin. Serkin nasceu na Boêmia, Império Astro-Húngaro. Como mostrava propensões para o piano, foi enviado para Viena aos 9 anos para estudar e aprimorar a sua técnica. Deu seu primeiro concerto aos 12 anos pela Filarmônica de Viena. Chegou a estudar composição com Schoenberg. Após mudar para os Estados Unidos na década de 30, Serkin tornou-se habitué da Filarmônica de Nova York, que tinha como diretor Arturo Toscanini. Segue este CD com uma pequena mostra de seu talento. O pianista morreu em 1991, aos oitenta e oito anos. Boa apreciação desse repertório bem escolhido!

DISCO 1

Ludwig van Beethoven (1770-1827) –
Sonata para piano no. 30 em E maior, Op. 109

01. Adagio espressivo
02. Prestissimo
03. Gesangvoll, mit innigster Empfindung
04. Variation I. Molto espressivo
05. Variation II. Leggiermente
06. Variation III. Allegro vivace
07. Variation IV. Etwas langsamer als das Thema
08. Variation V. Allegro, ma non troppo
09. Variation VI. Tempo l del tema (Cantabile)

Sonata para piano no.31 in A flat maior, Op.110
10. Moderato cantabile molto espressivo
11. Allegro molto
12. Adagio, ma non troppo – Fuga. Allegro, ma non troppo

Sonata para piano no.32 em C menor, Op.111
13. Maestoso – Allegro con brio ed appassionato
14. Arietta. Adagio molto semplice e cantabile

DISCO 2

Johannes Brahms (1833-1897)
Sonata para piano e violoncelo em E menor, Op.38
01. Allegro non troppo
02. Allegretto quasi menuetto
03. Allegro

*Mstilav Rostropovich, violoncelo

Wolfgand Amadeus Mozart (1756-1791) –
Concerto para piano e orquestra no.16 em D maior, K.451
04. Allegro assai (Cadenza. Mozart)
05. Andante
06. (Rondeau.) Allegro di molto (Cadenza. Mazart)

**Chamber Orchestra of Europe
Claudio Abbado, regente

Rudolf Serkin, piano

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Rudolf Serkin e um apreciador

Rudolf Serkin e um apreciador

Carlinus

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Mozart: Requiem K. 626, conclu par Sigismund Neukomm, version "Rio de Janeiro" (Acervo PQPBach)

b8k749Esta postagem apresenta o Requiem K. 626 de Mozart completo, com o “Libera me” composto e incluido por Neukomm. 

Muito embora Süssmayr e Eybler tenham completado a grande obra sacra inacabada de Mozart logo após a morte do compositor, ela permaneceu ainda inconclusa. O Libera me que no rito da Igreja Romana termina a missa para os mortos, estava ausente no Réquiem de Mozart. O Libera Me era o que faltava para conseguir terminar essa obra monumental. No Rio de Janeiro, o compositor Sigismund Neukomm teve a ousadia de enfrentar essa tarefa, compondo o final Libera me Domine para grande orquestra, para fazer sequência ao Requiem de Mozart.

Em 15 de maio de 2012, o Prof. Paulo Castagna apresentou o 11º episódio da série “Alma Latina” na Rádio Cultura FM de São Paulo (103,3 MHz), e teceu os seguintes comentários:

Franz Joseph Haydn dizia que seu melhor aluno havia sido Beethoven, mas seu preferido era Neukomm. Foi esse mesmo Neukomm que viajou para o Rio de Janeiro em 1816, em uma comitiva diplomática destinada a felicitar o novo rei e reatar suas relações com a França, rompidas desde as guerras napoleônicas.

Sigismund Neukomm deveria ficar somente alguns meses, mas acabou se encantando com o Rio de Janeiro e aceitou o convite do ministro do reino para exercer atividades musicais na corte. Uma das novas funções de Neukomm foi ensinar música aos infantes reais, como o Príncipe Dom Pedro e sua esposa Dona Leopoldina.

Poucas casas do Rio de Janeiro daquela época possuíam um piano. As variações sobre um lundu, intituladas “O amor brasileiro”, compostas por Neukomm em 1819 e aqui interpretadas por Rosana Lanzelotte, provavelmente foram destinadas ao ambiente doméstico da corte e das famílias europeias do Rio de Janeiro.

O lundu era uma exceção na elite carioca, que desejava consumir música de caráter essencialmente europeu, apartando da corte a sonoridade de qualquer outra etnia. Os autores referenciais da alta classe da época eram sempre europeus, como Haydn e Mozart.

A presença de Neukomm na corte real era, portanto, emblemática. Esse compositor havia nascido em Salzburg, na casa em frente àquela onde nasceu Mozart. E foi nesse contexto que Neukomm deparou-se com uma tarefa delicada: completar, no Rio de Janeiro, nada mais, nada menos, que o Requiem de Mozart.

Wolfgang Amadeus Mozart trabalhou neste Requiem em Viena, nos meses que antecederam sua morte, em 1791. Mozart estava atendendo a encomenda de um
comprador não identificado, e que hoje se sabe ter sido o Conde Franz Von Walsegg e não o compositor Antonio Salieri, como sugeriu o conhecido filme “Amadeus”, de Peter Shaffer, [cuja trilha sonora já postamos aquí.]

Wolfgang morreu sem terminar a partitura. Para concluí-la e entregá-la ao Conde Walsegg, o que era necessário para receber o pagamento final, Constanze Mozart procurou secretamente a ajuda de dois outros compositores e provavelmente os pagou para terminar a partitura: Joseph von Eybler e Franz Xaver Süssmayr, este último responsável pela orquestração da obra.

Com a edição que a Breitkopf & Hartel fez em 1799, a partir da versão de Eybler e Süssmayr, o Requiem de Mozart começou a circular pela Europa. E foi provavelmente um exemplar dessa edição que Sigismund Neukomm levou ao Rio de Janeiro em 1816.

José Maurício Nunes Garcia teve acesso à partitura naquele mesmo ano e dirigiu, em 1819, a primeira apresentação do Requiem de Mozart fora da Europa, em uma festividade organizada pela Confraria de Santa Cecília do Rio de Janeiro.

Neukomm publicou, no ano de 1820, uma interessante notícia em alemão sobre a estréia carioca do Requiem de Mozart, no Allgemeine Musikalische Zeitung de Leipzig. Seu primeiro parágrafo diz o seguinte:

“Rio de Janeiro – A corporação dos músicos […] comemora anualmente a Festa de Santa Cecília e, alguns dias após, é celebrada uma missa em memória dos músicos falecidos no decorrer do ano. Para esse fim, alguns integrantes da corporação, interessados em boa música, propuseram o Requiem de Mozart, que foi executado em dezembro passado na Igreja do Parto, por uma orquestra numerosa. O mestre da Capela Real, Padre José Maurício, assumiu a direção do conjunto”

O Requiem de Mozart foi reapresentado no Rio de Janeiro em 1821 e, para essa ocasião, Neukomm decidiu completá-lo. Mas este compositor não fez o mesmo que Eybler e Süssmayr fizeram em Viena. Neukomm apenas acrescentou, ao final do Requiem, o Responsório “Libera me”, que não havia sido planejado por Mozart, mas que era previsto na liturgia romana.

Wolfgang estava atendendo a uma encomenda do Conde Walsegg destinada ao aniversário de falecimento de sua esposa, e para esse tipo de ocasião, um Requiem não inclui o “Libera me”, cantado somente nas missas de corpo presente.

Wolfgang Amadeus Mozart (Austria, 1756-1791)
Requiem In D Minor, K 626 – I. Introitus: “Requiem aeternam” / II. Kyrie
Requiem In D Minor, K 626 – IIIa. Sequenz: “Dies irae, dies illa”
Requiem In D Minor, K 626 – IIIb. Sequenz: “Tuba mirum spargens sonum”
Requiem In D Minor, K 626 – IIIc. Sequenz: “Liber scriptus proferetur”
Requiem In D Minor, K 626 – IIId. Sequenz: “Quid sum miser dunt dicturus?”
Requiem In D Minor, K 626 – IIIe. Sequenz: “Rex tremendae majestatis”
Requiem In D Minor, K 626 – IIIf. Sequenz: “Recordare, Jesu pie”
Requiem In D Minor, K 626 – IIIg. Sequenz: “Ingemisco tamquam reus”
Requiem In D Minor, K 626 – IIIh. Sequenz: “Confutatis maledictis”
Requiem In D Minor, K 626 – IIIi. Sequenz: “Lacrimosa dies illa”
Requiem In D Minor, K 626 – IV. Offertorium: “Domine Jesu Christe, rex gloriae”
Requiem In D Minor, K 626 – V. “Sanctus, sanctus, sanctus, Dominus”
Requiem In D Minor, K 626 – VI. “Agnus Dei”
Requiem In D Minor, K 626 – VII. Communio: “Lux aeterna luceat eis”
Sigismund Ritter von Neukomm (Salzburg, 1778 – Paris, 1858)
Requiem In D Minor, K 626 – VIII. Communio: “Libera me, Domine”

Mozart: Requiem K. 626, conclu par Sigismund Neukomm – 2005
La Grande Écurie et la Chambre du Roy & Kantorei Saarlouis
Direction: Jean-Claude Malgoire

CD gentilmente cedido pelo musicólogo Prof. Paulo Castagna. Não tem preço !!!
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.Avicenna

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Dixit Dominus por Vivaldi, Mozart e Handel – La Capella Reial de Catalunya, Le Concert des Nations, Jordi Savall

frontDixit Dominus

Dixit Dominus – Salmo 110
Vivaldi, Mozart e Handel

La Capella Reial de Catalunya
Le Concert des Nations

Jordi Savall

Este é um dos Salmos mais populares, pois desde a Idade Média é sempre colocado no início do ofício de domingo das Vésperas – a parte do ofício divino que é a oração da noite. Isso explicaria o número muito elevado de compositores que escreveram a música para este salmo, especialmente desde o Renascimento: muitos templos pedindo música escrita especificamente para ser realizada durante as funções religiosas das referidas celebrações, seja instruindo o mestre de capela em questão a executar esta música, ou por um pedido mais consistente a um músico de prestígio, ou mesmo em cópias feitas de versões já existentes.

De qualquer forma, o importante era ter música polifônica ou um concerto, de acordo com os gostos e costumes de cada momento, para esta parte da liturgia. Além dos compositores encontrados nesta gravação, Francisco Guerrero, Tomás Luis de Victoria, Giovanni Gastoldi, Felice Anerio, Claudio Monteverdi, Alessandro Grandi, Orazio Benevoli, Dietrich Buxtehude, Marc-Antoine Charpentier, Alessandro Scarlatti, Nicola Porpora, Johann Adolph Hasse e Giovanni Battista Pergolesi estão na lista de compositores de renome que compuseram uma música para o Dixit Dominus, além de outros mais modernos, como Andreas Romberg.

Antonio Lucio Vivaldi (Veneza, 1678-Viena, 1741)
01. ‘Dixit Dominus’ RV 595 – 1. Chorus: Dixit Dominus
02. ‘Dixit Dominus’ RV 595 – 2. Chorus: Donec ponam
03. ‘Dixit Dominus’ RV 595 – 3. Aria: Virgam virtutis
04. ‘Dixit Dominus’ RV 595 – 4. Duet: Tecum principium
05. ‘Dixit Dominus’ RV 595 – 5. Chorus: Juravit Dominus
06. ‘Dixit Dominus’ RV 595 – 6. Aria: Dominus a dextris tuis
07. ‘Dixit Dominus’ RV 595 – 7. Chorus: Judicabit in nationibus
08. ‘Dixit Dominus’ RV 595 – 8. Aria: De torrente in via bibet
09. ‘Dixit Dominus’ RV 595 – 9. Trio: Gloria Patri
10. ‘Dixit Dominus’ RV 595 – 10. Chorus: Sicut erat in principio
11. ‘Dixit Dominus’ RV 595 – 11. Chorus: Et in saecula saeculorum

Wolfgang Amadeus Mozart (Austria, 1756-1791)
12. ‘Dixit Dominus’ KV 193 – 1. Allegro: Dixit Dominus
13. ‘Dixit Dominus’ KV 193 – 2. Andante: Gloria Patri
14. ‘Dixit Dominus’ KV 193 – 3. Allegro: Et in saecula saeculorum
15. ‘Magnificat’ KV 193 – 1. Allegro: Magnificat
16. ‘Magnificat’ KV 193 – 2. Allegro: Gloria Patri

Georg Friedrich Händel (Alemanha, 1685-Inglaterra, 1759)
17. ‘Dixit Dominus’ HWV 232 – 1. Soli & Chorus: Dixit Dominus
18. ‘Dixit Dominus’ HWV 232 – 2. Chorus: Donec ponam
19. ‘Dixit Dominus’ HWV 232 – 3. Aria: Virgam virtutis
20. ‘Dixit Dominus’ HWV 232 – 4. Aria: Tecum principium
21. ‘Dixit Dominus’ HWV 232 – 5. Chorus: Juravit Dominus
22. ‘Dixit Dominus’ HWV 232 – 6. Chorus: Tu es sacerdos
23. ‘Dixit Dominus’ HWV 232 – 7. Chorus: Dominus a dextris tuis
24. ‘Dixit Dominus’ HWV 232 – 8. Chorus: Judicabit in nationibus
25. ‘Dixit Dominus’ HWV 232 – 9. Chorus: Conquassabit capita
26. ‘Dixit Dominus’ HWV 232 – 10. Soli & Chorus: De torrente in via bibet
27. ‘Dixit Dominus’ HWV 232 – 11. Chorus: Gloria Patri

Dixit Dominus. Vivaldi, Mozart, Handel – Savall – 2016
Marta Mathéu i Hanna Bayodi-Hirt (sopranos)
Manfredo Kraemer (concertino)
Anthony Roth Costanzo (contratenor)
Makoto Sakurada (tenor)
Furio Zanasi (baix)

La Capella Reial de Catalunya
Le Concert des Nations

Direction : Jordi Savall

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MP3 | 320 KBPS | 106,5 MB | 1 h 09 min

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Avicenna

 

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Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) – Piano Trios – Beaux Arts Trio

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Não, os senhores não morreram e foram para o céu e agora aguardam sua vez ouvindo uma música absolutamente maravilhosa e divinamente interpretada: é ‘apenas’ o Beaux Arts Trio tocando os trios de Mozart. Só isso. Tenho quase certeza de que esta será a música que ouviremos na sala de espera, antes entrarmos pelos portões do Paraíso.

Eu mesmo trouxe esta coleção há muito tempo atrás. É de se ouvir de joelhos, agradecendo aos céus por nos permitir ter acesso a ela. O Beaux Arts Trio foi o principal conjunto de câmara neste formato do século XX, e o mais longevo, estiveram em atividade.por mais de cinquenta anos. E nós brasileiros tivemos o orgulho e privilégio de termos um músico destas terras tupiniquins tocando com eles, o violoncelista Antonio Meneses.

Mas estas gravações que ora vos trago foram realizadas lá pela década de 60, com a formação clássica do grupo, tendo Menahem Pressler ao piano (que aos noventa e poucos anos de idade ainda se apresenta pelos principais festivais da Europa), isidore Cohen como violinista e Bernard Greenhouse no violoncelo.

P.S. Sim, eu tenho o privilégio de ter esta caixa que comemora os sessenta anos de fundação do grupo.

Então, aqui está a música que é tocada no Paraíso:

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) – Piano Trios – Beaux Arts Trio

CD 1
01. PIANO TRIO in E major, K542 I. Allegro
02. II.  Andante grazioso
03. III. Allegro
04. PIANO TRIO in B-flat major, K502 I. Allegro
05. II.  Larghetto
06. III. Allegretto
07. PIANO TRIO in G major, K564 I. Allegro
08. II.  Andante. Thema mit Variationen
09. III. Allegretto
10. PIANO TRIO in C major, K548 I. Allegro
11. II.  Andante cantabile
12. III. Allegro

CD 2
01. Piano Trio K254 (Divertimento) in B flat major I. Allegro assai
02. Piano Trio K254 (Divertimento) in B flat major II. Andante
03. Piano Trio K254 (Divertimento) in B flat major III. Allegretto (Tempo di men
04. Piano Tri K496 in G major I. Allegro
05. Piano Tri K496 in G major II. Andante
06. Piano Tri K496 in G major III. Allegretto (Thema mit Variationen)

CD 3

01. Piano Trio B-dur KV 502 – 1. Allegro
02. Piano Trio B-dur KV 502 – 2. Larghetto
03. Piano Trio B-dur KV 502 – 3. Allegretto
04. Piano Trio E-dur KV 542 – 1. Allegro
05. Piano Trio E-dur KV 542 – 2. Andante grazioso
06. Piano Trio E-dur KV 542 – 3. Allegro

CD 4
01. Piano Trio C-dur KV 548 – 1. Allegro
02. Piano Trio C-dur KV 548 – 2. Andante cantabile
03. Piano Trio C-dur KV 548 – 3. Allegro
04. Piano Trio G-dur KV 564 – 1. Allegro
05. Piano Trio G-dur KV 564 – 2. Andante (Thema mit Variationen)
06. Piano Trio G-dur KV 564 – 3. Allegretto
07. [Piano Trio d-moll KV 442] – 1. Allegro
08. [Piano Trio d-moll KV 442] – 2. Tempo di minuetto
09. [Piano Trio d-moll KV 442] – 3. Allegro

Beaux Arts Trio

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Beaux Arts Trio em ação. O melhor e mais longevo conjunto de câmara do século XX

Beaux Arts Trio em ação. O melhor e mais longevo conjunto de câmara do século XX

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W. A. Mozart (1756-1791): Violin Concertos 1 & 3, Sinfonia Concertante

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Eu desprezo o Concerto Nº 1 para Violino e Orquestra de Mozart. Já o Nº 3 é impossível desprezar, é grande música. No início de 2017, assisti este Concerto com Alina Ibragimova, Bernard Haitink e a Chamber Orchestra of Europe no Concertgebow de Amsterdam. Foi um dos mais belos momentos de minha vida. E a Sinfonia Concertante? Olha, já me visitou até em sonhos. É uma das obras que mais conheço a amo. Tudo nela é perfeito. É daquelas coisas que se melhorar piora. Mas, vamos ao CD. Após sua estreia com Concertos de Mendelssohn e Schumann, o violinista francês Renaud Capuçon escolheu gravar o primeiro e terceiro concertos de Mozart, bem como a imponente Sinfonia Concertante, esta com o excelente violinista Antoine Tamestit. Todos os três trabalhos apresentam a Orquestra de Câmara Escocesa conduzida por Louis Langrée. A leitura deles oferece novas perspectivas dessas obras familiares, particularmente durante o movimento lento e dolorido da Sinfonia Concertante. Não dê bola para o mau gosto da capa.

W. A. Mozart (1756-1791): Violin Concertos 1 & 3, Sinfonia Concertante

1. Violin Concerto No. 1. Allego moderato (6:46)
2. Violin Concerto No. 1 Adagio (8:05)
3. Violin Concerto No. 1 Presto (5:25)

4. Violin Concerto No. 3 Allegro (8:27)
5. Violin Concerto No. 3 Adagio (8:02)
6. Violin Concerto No. 3 Rondeau Allegro (6:05)

6. Sinfonia concertante for violin, viola & orchestra, Allegro ()
7. Sinfonia concertante for violin, viola & orchestra, Andante (10:43)
8. Sinfonia concertante for violin, viola & orchestra, Presto (6:12)

Renaud Capuçon, violino
Antoine Tamestit, viola
Scottish Chamber Orchestra
Louis Langree

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PQP

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History of the Sacred Music vol 22 + 23 + 24: Réquiem

Réquiem é um tipo de missa especial celebrada pelas igrejas cristãs em homenagem aos mortos.

A Igreja Católica é a principal doutrina a fazer as chamadas “missas de réquiem”, no entanto também pode ser utilizado este termo para nomear cerimônias semelhantes do Anglicanismo e da Igreja Ortodoxa.

O termo “réquiem” se originou a partir do latim requiem, que deriva de requies, que significa “descanso” ou “repouso”.

Nas missas fúnebres (celebradas durante os funerais) típicas da Igreja Católica, réquiem é a primeira palavra a ser dita durante o ritual dedicado ao repouso da alma do falecido: Requiem aeternam dona eis, Domine(“Senhor, concede-lhes o eterno descanso”, na tradução para o português).

Este também é o nome dado para o gênero de composições musicais criadas especificamente para as cerimônias fúnebres ou para homenagear os mortos.

Uma das melodias mais conhecidas deste gênero foi criada por Wolfgang Amadeus Mozart, em 1791, e ficou conhecida como “O Réquiem em Ré Menor”.

Uma missa de réquiem pode tanto ser feita no momento do funeral como também em datas que marcam a morte de alguém, como as “missas de sétimo dia”, por exemplo. (https://www.significados.com.br/requiem/)

CD22_FRONT

Réquiem: vol 22

Requiem K. 626
Wolfgang Amadeus Mozart (Austria, 1756-1791)
Herreweghe, Philippe (Dir)
La Chapelle Royale
Collegium Vocale
Orchestre des Champs Élysées
Gravado em 1996

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CD23_FRONTRéquiem: vol 23

Ein Deutsches Requiem op. 45
Johannes Brahms (Germany, 1833-1897)
Herreweghe, Philippe (Dir)
La Chapelle Royale
Collegium Vocale
Orchestre des Champs Élysées
Gravado em 1996

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CD24_FRONTRéquiem: vol 24-A

Requiem op. 48 [version 1893]
Fauré, Gabriel Urbain (França, 1845 – 1924)
Herreweghe, Philippe (Dir)
Ensemble Musique Oblique
Les Petitts Chanteurs de Saint-Louis
chef de choer Olivier Schneebeli
Gravado em 1988

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CD24_FRONTRéquiem: vol 24-B

Requiem op. 9
Duruflé, Maurice  (França, 1902 – 1986)
The Choir of Magdalen College, Oxford.
Dir. Bill Ives
Gravado em 2005

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BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE vol. 22+23+24: Requiem
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BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE  vol. 22+23+24: Requiem
MP3 320 kbps | 417.2 MB
….
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vol 30: Encarte e letras dos 29 CDs – 4,6 MB – AQUI – HERE

Boa audição.

Avicenna

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Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) – Piano Concertos nº 7, 10 & 11 – Brautigam, Lubimov, Huss, Haydn Sinfonietta Wien

FrontNeste CD o holandês Ronald Brautigam e o moscovita Alexei Lubimov dão um show e mostram como tocar Mozart em instrumentos de época. Tratam-se daqueles concertos que foram escritos para no mínimo dois pianos, os de nº 10 e 11, e o incrível concerto para três pianos, de nº 7. São obras pouco executadas e gravadas, se comparadas aos concertos mais famosos.
Mas Brautigam e Lubimov são experientes neste repertório e excepcionais pianofortistas (???), vide a excepcional integral das sonatas de Beethoven de Ronald Brautigam. E o austríaco Manfred Huss também faz um excelente trabalho com o conjunto Haydn Sinfonietta Wien.
CDzaço, muito bem gravado e produzido pelo excelente selo BIS. Tenho certeza que o nosso leitor ouvinte Mario vai gostar, visto ter reclamado não ter encontrado estes concertos na ‘integral’ que postei recentemente de Lili Kraus.

01 – Concerto in E flat major KV 365 (1779) I. Allegro
02 – Concerto in E flat major KV 365 (1779) II. Andante
03 – Concerto in E flat major KV 365 (1779) III. Rondeau
04 – Concerto in F major KV 242 I. Allegro
05 – Concerto in F major KV 242 II. Adagio
06 – Concerto in F major KV 242 III. Rondeau
07 – Concerto in E flat major KV 365 (1782) I. Allegro
08 – Concerto in E flat major KV 365 (1782) II. Andante
09 – Concerto in E flat major KV 365 (1782) III. Rondeau

Ronald Brautigam, Alexei Lubimov – Pianoforte
Manfred Huss – Pianoforte & Conductor
Haydn Sinfonietta Wien

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Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) – Piano Concertos – Cds 7, 8 e 9 de 11 – Lili Kraus, Simon, VFO

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Mais três cds desta coleção que considero além de IM-PER-DÍ-VEL, IN-DIS-PEN-SÁ-VEL !!! na cdteca de qualquer amante da boa musica.

Vou propor aos senhores, como ‘tarefa’ de férias de Natal e Ano Novo, a audição por inteiro desta integral, começando pelo começo. Lembro que quando adquiri estes mesmos concertos com o grande Alfred Brendel fiz a mesma coisa: os ouvi na ordem crescente, desde o começo. Assim podemos entender a evolução do processo criativo de Mozart.  Só um detalhe: Brendel não toca em sua integral os quatro primeiros concertos, que não considerados de autoria de Mozart. Mas isso é outra história. Nestes cds de hoje temos três obras primas absolutas, os concertos de nº 20, 21 e o de nº 23.  Somando-se ao de nº 17, poderia dizer que são os meus favoritos.

CD 7
Concerto For Piano And Orchestra No. 18 In B-flat Major K 456
1-4 I Allegro Vivace
1-5 II Andante Un Poco Sostenuto
1-6 III Allegro Vivace

Concerto For Piano And Orchestra No. 19 In F Major K 459
6-1 I Allegro
6-2 II Allegretto
6-3 III Allegro Assai

CD 8

Concerto For Piano And Orchestra No. 20 In D Minor K 466
2-1 I Allegro
2-2 II Romance
2-3 III [Allegro assai]

Concerto For Piano And Orchestra No. 21 In C Major K 467
12-1 I Allegro Maestoso
12-2 II Andante
12-3 III Allegro Vivace Assai

CD 9

Concerto For Piano And Orchestra No. 22 In E-flat Major K 482
6-4 I Allegro
6-5 II Andante
6-6 III Allegro – Andantino Cantabile – Tempo I

Concerto For Piano And Orchestra No. 23 In A Major K 488
2-4 I Allegro
2-5 II Adagio
2-6 III Allegro Assai

Lili Kraus – Piano
Vienne Festival Orchestra
Stephen Simon – Conductor

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CD 8 – BAIXAR AQUI – DOWNLOAD HERE
CD 9 – BAIXAR AQUI – DOWNLOAD HERE

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Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) – Piano Concertos – CDs 10 e 11 de 11 – Lili Kraus, Simon, VFO

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Chegando ao fim de mais uma integral. Espero que tenham gostado.

CD 10

Concerto For Piano And Orchestra No. 24 In C Minor K 491
3-1 I Allegro
3-2 II [Larghetto]
3-3 III [Allegretto]

Concerto For Piano And Orchestra No. 25 In C Major K 503
9-4 I Allegro Maestoso
9-5 II Andante
9-6 III [Allegretto]

CD 11

Concerto For Piano And Orchestra No. 26 In D Major “Coronation” K 537
3-4 I Allegro
3-5 II [Larghetto]
3-6 III [Allegretto]

Concerto For Piano And Orchestra No. 27 In B-flat Major K 595
12-4 I Allegro
12-5 II Larghetto
12-6 III Allegro

Lili Kraus – Piano
Vienna Festival Orchestra
Stephen Simon – Conductor

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W. A. Mozart (1756-1791): Piano Concertos No. 14 & No. 26 “Coronation Concerto”

Em homenagem a meu pai, que faleceu há 24 anos e que adorava estes concertos

Mais do que o saudoso Claudio Abbado, quem dá um show nesta gravação ao vivo é a portuguesa Maria João Pires. O Concerto Nº 14 é bem mais ou menos, na opinião deste comentarista. É música sem muito brilho… Já o Nº 26 é maravilhoso. Foi composto para as festas de coroação do Imperador da Áustria, Leopoldo II, em 1790.  Fora da Áustria, ninguém mais fala deste Leo II, já de Mozart… Há uma característica pouco habitual neste concerto: o compositor não informou o tempo de dois dos andamentos. A partir do 17º, todos os concertos para piano de Mozart são ótimos. Este 26º talvez seja o mais simples deles, o que não o faz menor. O simplíssimo movimento lento é irresistível, por exemplo. Mas o 26º tem ar de ser mais antigo que o 23, 24 e 25. Pode não ser, mas que tem um arzinho de gaveta, tem.

W. A. Mozart (1756-1791): Piano Concertos No. 14 & No. 26 “Coronation Concerto”

1. Piano Concerto No.14 In E Flat, K.449 – 1. Allegro Vivace – Cadenza: Mozart 8:37
2. Piano Concerto No.14 In E Flat, K.449 – 2. Andantino 6:51
3. Piano Concerto No.14 In E Flat, K.449 – 3. Allegro Ma Non Troppo 6:00

4. Piano Concerto No.26 In D, K.537 ”Coronation” – 1. Allegro – Cadenza: Paul Badura-Skoda 14:22
5. Piano Concerto No.26 In D, K.537 ”Coronation” – 2. (Larghetto) 5:38
6. Piano Concerto No.26 In D, K.537 ”Coronation” – 3. (Allegretto) 10:36

Maria João Pires, piano
Wiener Philharmoniker
Claudio Abbado

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Dupla de respeito, nossa!

Dupla de respeito, nossa!

PQP

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Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) – Piano Concertos – CDs 1,2 e 3 de 11 – Lili Kraus, Vienne Festival Orchestra

R-10778750-1504172673-3609.jpegProvavelmente meu primeiro contato com os concertos para piano de Mozart foi exatamente com Lili Kraus, com um velho LP que apareceu em casa, creio que trazido por meu irmão mais velho. Eu deveria ter entre doze e quinze anos, e estava começando a definir meu gosto musical. Não lembro quais eram os concertos, só sei que gostei muito, como não poderia deixar de ser.
O nome de Lili Kraus é quase que sempre associado a Mozart. Assim como Rubinstein – Chopin, Gould – Bach, Lili Krauss é referência quando falamos no genial compositor austríaco.
Vou trazer então para os senhores nas próximas postagens a integral dos concertos para piano de Mozart interpretados por esta gigante dos teclados, nascida na Hungria em 1903, terra de onde vieram grandes intérpretes do século XX, como Ferenc Fricsay e Géza Anda, e faleceu em 1986, nos Estados Unidos.  Felizmente, ao contrário dos outros dois citados, Lili viveu bastante para aproveitar a fama e mostrar ás novas gerações todo o seu talento.

CD 1

Concerto For Piano And Orchestra No. 1 In F Major K 37
1. I Allegro
2. II Andante
3. III [Allegro]

Concerto For Piano And Orchestra No. 2 in B-flat major K 39
4. I Allegro Spiritoso
5. II Andante
6. III Molto Allegro

Concerto For Piano And Orchestra No. 3 In D Major K 40
7.I Allegro Maestoso
8 1.II Andante
9.III Presto

Concerto For Piano And Orchestra No. 4 In G Major K 41
10. I Allegro
11. II Andante
12. III Molto Allegro

CD 2

Concerto For Piano And Orchestra No. 5 In D Major K 175
1 I Allegro
2 II Andante Ma Un Poco Adagio
3 III Allegro

Concerto For Piano And Orchestra No. 6 In B-flat Major K 238
4 I Allegro Aperto
5 II Andante Un Poco Adagio
6 III Rondeau. Allegro

Concerto For Piano And Orchestra No. 8 In C Major K 246
I Allegro Aperto
II Andante
III Rondeau. Tempo di Menuetto

CD 3

1 Concerto For Piano And Orchestra No. 9 In E-flat Major “Jeunehomme” K 271
1 I Allegro
2 Andantino
3 III Rondeau. Presto

4 Concerto For Piano And Orchestra No. 11 In F Major K 413 (387a)
5 I Allegro
6 II Larghetto
7 III Tempo di Menuetto

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COVERS

Lili Kraus – Piano
Vienne Festival Orchestra
Stephen Simon – Piano

Lili Kraus (1903-1986)

Lili Kraus (1903-1986)

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24º Festival de Música de Juiz de Fora: Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) + Pe. José Maurício Nunes Garcia (1767-1830) (Acervo PQPBach)

9jg4te24º Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga de Juiz de Fora
2013

Com instrumentos de época. On period instruments.

 

Requiem KV 626, com instrumentos da época de Mozart, com forças sonoras mais adequadas à linguagem da música do século XVIII.

A Orquestra Barroca trouxe ao Brasil a primeira versão brasileira com instrumentos de época do Requiem de W.A.Mozart. Para esta ocasião, o grupo se juntou ao coro carioca Calíope, dirigido por Julio Moretzsohn, somando ao projeto ainda mais confluências festivas: Calíope não somente comemora seus 20 anos, mas o faz no mesmo evento onde estreou, em 1993.

O espírito agregador – comprovadamente a marca do Pró Música – está presente nesta versão da grande obra prima de Mozart. Quantas versões do Requiem existem disponíveis no mercado fonográfico? Bem, o número já é ridiculamente grande para que pudéssemos dizer que uma gravação a mais faria a mesma diferença que uma gota no oceano. Mas aqui neste CD temos a prova do contrário: a talvez mais bela obra musical de todos os tempos sempre espera ser revisitada com os ingredientes necessários – e nem sempre empregados – à altura do grande feito artístico de Mozart em seus últimos dias. Fonte inesgotável de beleza e deslumbramento, o Requiem exige uma entrega completa dos músicos; uma execução padronizada ofende e diminui tudo na obra, desde sua gênese ao seu conteúdo e efeito. Portanto, nada mais adequado para a aventura da Orquestra Barroca neste 24º Festival: ao lado dos solistas e do coro, podemos mostrar – e registrar – o grau de amadurecimento, comprometimento e energia artística a que chegamos.

Ao se tratar de uma obra prima quase além dos parâmetros da vida real, qualquer leitura dela sempre se revelará incompleta, com sua versão perfeita existindo somente no mundo das ideias. Porém, aqui neste CD, temos não somente mais uma versão mas sim “a nossa”versão, aquela que espelha todo o espírito do Festival – a paixão pela música e a perseverança na crença de que ela pode, sim, unir e transformar as pessoas. Portanto, mais uma vez a Orquestra Barroca desbrava a discografia brasileira (já são tantos os registros inéditos no país de grandes obras da literatura universal) trazendo aqui o “nosso” Requiem, que une com coragem e alegria as nossas idiossincrasias ao gênio benevolente do grande Mozart – com a certeza que contribuímos mais uma vez para um notável avanço da produção musical “made in Brazil”, deixando, como sempre, a marca indelével da trajetória do Centro Cultural Pro Música/UFJF.

Aqui utilizamos os instrumentos da época de Mozart, com forças sonoras mais adequadas à linguagem da música do século XVIII – bem diversas do modelo oratório “sinfônico” do período romântico, infelizmente ainda muito utilizado nos dias de hoje, com orquestra e coro com pelo menos o dobro de músicos. O efetivo de músicos de acordo com os padrões históricos – mais reduzido- e a sonoridade dos instrumentos antigos permitem uma execução muito mais eloquente do texto musical de Mozart; vale lembrar que ainda estamos num estilo musical que prioriza sobretudo a visão retórica da música: a música “fala”, e a composição segue as mesmas convenções do discurso e as regras da oratória.

vsm41wDessa forma, todas as ideias musicais saltam do papel para um verdadeiro palco de gestos e expressões no qual instrumentos e vozes não apenas “pintam” as ideias do compositor, mas são de fato os próprios protagonistas da “ação musical”: exclamações, reticências, ênfases, devaneios, surpresas, impressões vívidas e pictóricas… tudo se torna concreto em uma execução retórica do texto mozartiano!

Não poderíamos deixar de incluir nesta gravação o Ave Verum KV 618, também uma das derradeiras composições de Mozart, que mostra bem o grau de depuramento técnico do mestre, onde a perfeição e o sublime se exprimem através da mais espantosa simplicidade imaginável. Um verdadeiro bálsamo após o mais impactante ato fúnebre da História da Música.

ff5v7sPara concluir o CD, visitamos duas pequenas obras do nosso grande P. José Maurício – seguramente o maior representante do estilo mozartiano em terras brasileiras. São obras despretensiosas, pertencentes à primeira fase do compositor (anterior à chegada da família real ao Brasil), mas que revelam ainda assim o talento e o frescor que mais tarde se desenvolveria consideravelmente. Estas obras sofreram seguidas instrumentações (como explica no seu texto Sergio Dias), e considerando sobretudo as partes de sopros com uma escrita possivelmente inadequada e pouco idiomática nos instrumentos antigos, preferimos registrá-las somente com orquestra de cordas, seguindo uma intuição de fundo prático que prioriza somente o essencial, mostrando assim o âmago da obra de arte na sua forma mais pura e segura.

O Centro Cultural Pró-Música/UFJF realizou, entre os dias 14 e 28 de julho, o 24º Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga. O evento, que acontece em Juiz de Fora (MG), ofereceu 37 cursos de instrumentos antigos e modernos e 30 concertos gratuitos com grupos e músicos de referência no Brasil e no exterior. Os cerca de 700 inscritos frequentaram cursos de traverso, viola da gamba, violino, violoncelo, cravo, além de canto e dança barroca e oficinas de prática de orquestra brasileira histórica e transcrição e edição de documentos antigos. Entre as opções também estão as oficinas para crianças, como a de prática de orquestras. A formação de professores tem espaço com o curso de didática da musicalização.

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791)
01. Requiem KV 626 – 1. Requiem
02. Requiem KV 626 – 2. Kyrie
03. Requiem KV 626 – 3. Dies Irae
04. Requiem KV 626 – 4. Tuba Mirum
05. Requiem KV 626 – 5. Rex Tremendae
06. Requiem KV 626 – 6. Recordare
07. Requiem KV 626 – 7. Confutatis
08. Requiem KV 626 – 8. Lacrymosa
09. Requiem KV 626 – 9. Domine Jesu
10. Requiem KV 626 – 10. Hostias
11. Requiem KV 626 – 11. Sanctus
12. Requiem KV 626 – 12. Benedictus
13. Requiem KV 626 – 13. Agnus Dei
14. Requiem KV 626 – 14. Lux Aeterna
15. Ave Verum KV 618
Pe. José Maurício Nunes Garcia (1767-1830, Rio de Janeiro, RJ)
16. Dies Sanctificatus
17. Gradual de São Sebastião

24º Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga de Juíz de Fora – 2013
Orquestra Barroca – Maestro Luis Otávio Santos
Conjunto Calíope – Maestro Julio Moretzsohn
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XLD RIP | FLAC 270,4 MB | HQ Scans 3,2 MB |

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MP3 320 kbps – 134,2 + 3,2 – 56,0 min
powered by iTunes 11.1.4
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Partituras e outros que tais? Clique aqui
.
Boa audição.

tentações

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Avicenna

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19º Festival de Música de Juiz de Fora: Mozart (1756-1791) + Neukomm (1778-1858): Acervo PQPBach

2rgjmkk19º Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga de Juiz de Fora
2008

Com instrumentos de época. On period instruments.

 

Passado e Presente em Sintonia

A Orquestra Barroca do Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga de Juiz de Fora é o carro-chefe do principal evento promovido pelo Centro Cultural Pró Música. Para a décima nona edição do Festival, que reúne anualmente renomados artistas e pesquisadores na área, a Orquestra Barroca registra no seu nono CD a importante data de comemoração dos 200 anos da transferência da Família Real Portuguesa para o Brasil. A vinda da Corte para o Rio de Janeiro, em 1808, foi decisiva para o avanço das artes no Brasil. Em pouco tempo, muitos parâmetros culturais, oriundos da velha tradição europeia, se somaram aos já existentes traços da nossa cultura colonial. Para a vida musical brasileira, isso representou uma nova etapa histórica. Inúmeros músicos profissionais europeus se transferiram para o Brasil, trazendo uma bagagem artística muito mais sólida, contribuindo para um notável aumento na qualidade da música que passou a ser executada e criada em solo brasileiro.

Um bom exemplo disso é a música que Padre José Maurício compôs para a então recém criada Capela Real, que possuiu um efetivo de músicos de quantidade e qualidade sem precedentes até então no Brasil. É também dessa época crucial da nossa História a peça que a Orquestra Barroca registra pela primeira vez em CD, executada com instrumentos de época: a Sinfonie a Grand Orchestre do compositor austríaco Sigismund Neukomm. Possivelmente estamos tratando da primeira sinfonia dentro dos cânones clássicos estabelecidos pela escola norte-europeia de Haydn, Mozart e Beethoven composta no Brasil. Na sua breve passagem pelo Brasil, Neukomm compôs várias obras, algumas inclusive procurando assimilar a inventividade musical que ele aqui encontrou, como a modinha, por exemplo. Contudo, a Sinfonie é, na sua invenção, totalmente austríaca. E o fôlego que ela exige da orquestra se compara a outras grandes obras compostas nesse período na Europa.

2lveirmA Orquestra Barroca sempre procurou nos seus CDs confrontar o repertório europeu e o brasileiro, vistos sob a luz da interpretação histórica. Com isso, o CD deste ano vem com uma proposta singular, diferente: ao lado da Sinfonia Haffner de Mozart, a Orquestra Barroca traz uma obra também europeia, mas de um compositor que muito contribuiu para a construção de um novo gosto musical aqui no Brasil. Portanto, levando isso em consideração, ao lado da bagagem cultural que a Família Real presenteou à vida brasileira desde a sua chegada, pode-se dizer, e com muita propriedade, que a Sinfonie (datada : Rio de Janeiro, 21 de dezembro de 1820) faz parte, sim, do nosso patrimônio artístico brasileiro.

Orquestra Barroca
Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791)
01. Sinfonia no. 35, em ré maior, K. 385, “Haffner” – I. Allegro con spirito
02. Sinfonia no. 35, em ré maior, K. 385, “Haffner” – II. Andante


03. Sinfonia no. 35, em ré maior, K. 385, “Haffner” – III. Minuetto
04. Sinfonia no. 35, em ré maior, K. 385, “Haffner” – IV. Presto
Sigismund Ritter von Neukomm (1778-1858)
05. Sinfonia para grande orquestra, E bemol – I. Andante maestoso – Allegro
06. Sinfonia para grande orquestra, E Bemol – II. Minuetto
07. Sinfonia para grande orquestra, E Bemol – III. (sem indicacao)
08. Sinfonia para grande orquestra, E Bemol – IV. Allegro

19º Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga de Juiz de Fora – 2008
Orquestra Barroca, Maestro Luis Otávio Santos
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XLD RIP | FLAC 536,4 MB | HQ Scans

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MP3 320 kbps  | 195,8 MB | HQ Scans

powered by iTunes 10.7 | 50 min

 

 

Mais um CD do acervo do musicólogo Prof. Paulo Castagna. Não tem preço !!!

Boa audição.

o6y1ko

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Avicenna

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17º Festival de Música de Juiz de Fora: Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) + Pe. João de Deus de Castro Lobo (1794-1832) + João de Sousa Carvalho (1745-1799) – Acervo PQPBach

10nexol17º Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga de Juiz de Fora
2006

Com instrumentos de época. On period instruments.

 

Após vários anos trazendo ao público brasileiro diversas obras – primas do barroco europeu (já consolidado como uma singular e pioneira contribuição para a discografia brasileira) e do começo da nossa música colonial, o Festival trouxe uma novidade, mais uma vez com o que de novo nada tem: a obra de W.A.Mozart. A novidade aqui em questão é forma como ela foi executada, graças ao alicerce que o Festival ao longo de 17 anos soube construir. Ao comemorar os 250 anos de nascimento do grande gênio, a Orquestra Barroca interpretou sinfonias do compositor com o instrumentarium da época (instrumentos clássicos com afinação 430hz), com suas respectivas técnicas interpretativas historicamente orientadas, na primeira produção brasileira do gênero. (extraído do encarte)

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791)
01. Sinfonia no. 34, em dó menor, K. 338 – I. Allegro vivace
02. Sinfonia no. 34, em dó menor, K. 338 – II. Andante, di molto piu tosto allegretto
03. Sinfonia no. 34, em dó menor, K. 338 – III. Allegro vivace
04. Sinfonia no. 38, em ré maior, K. 504, “Praga” – I. Adagio – Allegro
05. Sinfonia no. 38, em ré maior, K. 504, “Praga” – II. Andante
06. Sinfonia no. 38, em ré maior, K. 504, “Praga” – III. Presto
Pe. João de Deus de Castro Lobo (Vila Rica, 1794 – Mariana, 1832)
07. Abertura em Ré Maior
João de Sousa Carvalho (Estremoz, 1745 – Alentejo, 1799)
08. Abertura de L’Amore Industrioso

17° Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga de Juiz de Fora – 2006
Orquestra Barroca. Maestro Luis Otávio Santos
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MP3 320 kbps | 148,3 MB | HQ Scans

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Boa audição.

- by Sergey Ivchenko

– by Sergey Ivchenko

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Avicenna

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Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) – Piano Concertos nºs 19 & 23 – Grimaud, Mojca Erdmann, Kammerorchester des Bayerischen Rundfunks

4779455A beleza estonteante da francesa Hélène Grimaud na capa deste belíssimo CD me deixou sem palavras, por isso, sem mais para o momento, trago para os senhores o texto abaixo, que está no site da Deutsche Grammophon. Ouçam o disco, leiam o texto e tirem suas conclusões. Eu já tirei as minhas conclusões.

“Masks and magic

The Adagio from the Piano Concerto in A major K. 488 is one of Mozart’s most magically inspired movements and for Hélène Grimaud it is possibly the most sublime movement that he ever wrote for the keyboard: “Even if this movement were all we had, that would be enough.” It must remain an open question whether Mozart regarded the key of F sharp minor – an extremely unusual one for him – in the same way as his contemporary Daniel Schubart, who defined it as “a dark key that tears at passion as a vicious dog tears at your clothing”. But even if there is no doubt that Mozart was repeatedly inclined to conceal his true feelings behind a mask, Hélène Grimaud is convinced that he did not do so here in this profound, inward and heartfelt movement.

Perhaps this explains why she allows herself so much time in this unique Adagio, which she plays more slowly than almost all of her other colleagues, even though she insists that she chose this tempo on the basis of her experience in the concert hall. “It happened to be so in that concert, with that acoustic. The return of the sound is what dictates when you play the next note; tempi are always connected with the venue. That said, a movement like this isn’t composed accidentally. Philosophically speaking, if you don’t go to the limit in this movement, when are you going to?” This does not alter the fact that she has an entirely clear and down-to-earth idea of Mozart. Concepts such as otherworldly, angelic music are highly suspect in her eyes: “Mozart was possessed. This idea that the music is from another world, from above, and that it’s the music of an angel is simply not the case. It’s very much the music of a man. If you read his letters, you don’t have to look very far to figure out what Mozart was about. This element of passion which gives sense to our existence is always there with him.”

In Hélène Grimaud’s view, Mozart may sometimes play with masks, but not in movements such as the Adagio from the A major Piano Concerto. Rather she identifies this mask-wearing Mozart in other passages that seem cheerful and relatively carefree: “I often feel that this effervescent, supposedly happy expression is sometimes bordering on hysteria, there’s something slightly unstable there.” She hears moments like these in the outer movements of the A major Concerto and in the finale of the F major Concerto K. 459. True, this movement is “very virtuosic, alive and effervescent. But this manic energy is almost an escape into a trance: it is not only joy, it is not only happiness.”

What makes Mozart’s music so special for Hélène Grimaud is its grace and utter weightlessness: “You have depth but without any sort of weight. That’s really what sets him apart from many others.” But this is precisely why it is not easy to strike the right note with Mozart. You have to play this music as you would in your childhood, when you could approach it in an altogether straightforward and self-evident way and everything flowed quite naturally: “It’s challenging to get back to this purity of expression.” The second movement of the F major Concerto is a fine example of this: “It is so disarming in its simplicity, but it has a couple of moments which are just arresting; for example, when it goes into the minor tonality it is absolutely breathtaking.”

Hélène Grimaud is always receptive to the unusual, and it was, of course, her idea to complement the two piano concertos from her Munich concert not with a third concerto but with Ch’io mi scordi di te? – Non temer, amato bene K. 505. This is a work that she has loved for many years: “It’s a gem, a wonderful piece. The part for soprano is just fantastic, the relationship between the soprano, the orchestra and the piano is just gorgeous. It’s like liquid gold, the piano’s interventions going from something to do with silk to something to do with lace. Again, there’s this wonderful weightlessness.”

There is no doubt that this is one of the most beautiful arias that Mozart ever wrote. The way he sets up a relationship between voice and piano and allows each to react to the other is unique in the whole of his output. One is almost tempted to hear in it a secret declaration of his love for Nancy Storace, his first Susanna in Le nozze di Figaro and the singer for whom he wrote this scena and rondo. He himself played the keyboard at the first performance in 1787. Hélène Grimaud is disinclined to interpret it in such a directly autobiographical way: “A declaration of love with sounds instead of words. Of course there’s the text, which gives you a pretty clear indication of what’s going on, but for me it’s always secondary. The music has to shed light on its own structure and emotional content. If you stick to any sort of scenario and text, it in fact reduces the music. You can imagine all sorts of things: you can imagine that the piano is the male and the voice is the female – or in reverse. At the end, love still triumphs even amid this resignation. And even in that perspective of a broken heart, love is still stronger – so it’s a beautiful message above all.”

P.S. 1 Dentre as trocentas versões que já ouvi do concerto de nº 23, talvez esta da Grimaud esteja entre as melhores. O texto acima faz uma análise apurada da interpretação da francesa.

P.S. 2 Estou fazendo uma experiência de postar os arquivos para baixar em dois formatos: flac, de melhor qualidade, e mp3. Atendo a sugestão de um leitor / ouvinte do blog.

Oswald Beaujean
Translation: Stewart Spencer

01. Piano Concerto No.19 in F major K. 459 – I. Allegro vivace
02. Piano Concerto No.19 in F major K. 459 – II. Allegretto
03. Piano Concerto No.19 in F major K. 459 – III. Allegro assai
04. ‘Ch’io mi scordi di te’ – ‘Non temer, amato bene’ K. 505 (Idamante) – Recita
05. ‘Ch’io mi scordi di te’ – ‘Non temer, amato bene’ K. 505 (Idamante) – Rondo
06. ‘Ch’io mi scordi di te’ – ‘Non temer, amato bene’ K. 505 (Idamante) – Allegr
07. Piano Concerto No.23 in A major K. 488 – I. Allegro
08. Piano Concerto No.23 in A major K. 488 – II. Adagio
09. Piano Concerto No.23 in A major K. 488 – III. Allegro assai

Hélène Grimaud – Piano
Mojca Erdmann – Soprano
Kammerochester des Bayerischen Rundfunk

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Hélène Grimaud: Não se deixem enganar: por trás destes olhos se encontra uma das melhores pianistas de sua geração

Hélène Grimaud: Não se deixem enganar: por trás destes olhos se encontra uma das melhores pianistas de sua geração

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W. A. Mozart (1756-1791): As últimas sinfonias (de 31 a 36 e de 38 a 41)

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Eu espero que ninguém venha me perguntar sobre a Sinfonia Nº 37, né? Por muito tempo pensou-se que era de Mozart, mas, em 1907, Lothar Perger, descobriu que a pretensa 37ª de Mozart era, na verdade, a 25ª de Michael Haydn. É inacreditável a confusão entre o simplesinho Michael Haydn (que estava longe de ser parecido com o imenso e imortal Franz Josef Haydn) e Mozart. É difícil de compreender o motivo que levou a edição Koechel a errar, considerando os três pobres movimentos daquela Sinfonia em Sol Maior como a sucessora imediata da Sinfonia Linz…

Mas voltemos ao excelente álbum quádruplo objeto do post: essas gravações das sinfonias maduras de Mozart são muito especiais. Talvez seja o melhor registro dela em instrumentos de época. Há profundidade e grandeza. Trevor Pinnock e o The English Concert parecem apreciar cada nota das sinfonias, tal é a entrega, energia e a vitalidade que há ao longo destes quatro CDs. Eles não têm receio de se derramar nos movimentos lentos, nem de fazer animados os Allegri. Poucas vezes ouvi um CD que combine melhor as abordagens autêntica e romântica em Mozart. Adicione a isso a elegâcia e você terá ideia do que há nesta gravação.

W. A. Mozart (1756-1791): As últimas sinfonias (de 31 a 36 e de 38 a 41)

CD1
Mozart: Symphony #31 In D, K 297, “Paris” – 1. Allegro Assai 7.28
Mozart: Symphony #31 In D, K 297, “Paris” – 2. Andantino 5.53
Mozart: Symphony #31 In D, K 297, “Paris” – 3. Allegro 3.45

Mozart: Symphony #32 In G, K 318 – 1. Allegro Spiritoso 2.54
Mozart: Symphony #32 In G, K 318 – 2. Andante 2.50
Mozart: Symphony #32 In G, K 318 – 3. Allegro Spiritoso 1.57

Mozart: Symphony #33 In B Flat, K 319 – 1. Allegro Assai 6.52
Mozart: Symphony #33 In B Flat, K 319 – 2. Andante Moderato 4.26
Mozart: Symphony #33 In B Flat, K 319 – 3. Menuetto 3.12
Mozart: Symphony #33 In B Flat, K 319 – 4. Finale: Allegro Assai 8.19

Mozart: Symphony #34 In C, K 338 – 1. Allegro Vivace 6.57
Mozart: Symphony #34 In C, K 338 – 2. Andante Di Molto 7.08
Mozart: Symphony #34 In C, K 338 – 3. Allegro Vivace 7.33

CD2
Mozart: Symphony #35 In D, K 385, “Haffner” – 1. Allegro Con Spirito 5.46
Mozart: Symphony #35 In D, K 385, “Haffner” – 2. Andante 6.45
Mozart: Symphony #35 In D, K 385, “Haffner” – 3. Menuet & Trio 3.28
Mozart: Symphony #35 In D, K 385, “Haffner” – 4. Presto 3.54

Mozart: Symphony #36 In C, K 425, “Linz” – 1. Adagio, Allegro Spiritoso 11.04
Mozart: Symphony #36 In C, K 425, “Linz” – 2. Andante 9.21
Mozart: Symphony #36 In C, K 425, “Linz” – 3. Menuet & Trio 3.56
Mozart: Symphony #36 In C, K 425, “Linz” – 4. Presto 7.30

CD3
Mozart: Symphony #38 In D, K 504, “Prague” – 1. Adagio, Allegro 13.07
Mozart: Symphony #38 In D, K 504, “Prague” – 2. Andante 12.10
Mozart: Symphony #38 In D, K 504, “Prague” – 3. Presto 7.36

Mozart: Symphony #39 In E Flat, K 543 – 1. Adagio, Allegro 10.21
Mozart: Symphony #39 In E Flat, K 543 – 2. Andante Con Moto 8.26
Mozart: Symphony #39 In E Flat, K 543 – 3. Menuetto & Trio (Allegretto) 4.23
Mozart: Symphony #39 In E Flat, K 543 – 4. Finale (Allegro) 7.26

CD4
Mozart: Symphony #40 In G Minor, K 550 – 1. Molto Allegro 7.23
Mozart: Symphony #40 In G Minor, K 550 – 2. Andante 11.21
Mozart: Symphony #40 In G Minor, K 550 – 3. Menuet & Trio 4.48
Mozart: Symphony #40 In G Minor, K 550 – 4. Finale: Allegro Assai 9.28

Mozart: Symphony #41 In C, K 551, “Jupiter” – 1. Allegro Vivace 11.16
Mozart: Symphony #41 In C, K 551, “Jupiter” – 2. Andante Cantabile 11.22
Mozart: Symphony #41 In C, K 551, “Jupiter” – 3. Menuet & Trio 5.27
Mozart: Symphony #41 In C, K 551, “Jupiter” – 4. Finale: Molto Allegro 11.27

The English Concert
Trevor Pinnock

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O grande Trevor Pinnock

O grande Trevor Pinnock

PQP

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Concert from Stephansdom – A Mozart Celebration

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Concert from Stephansdom – A Mozart Celebration
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Radio-symphonieorchester Wien
Vienna Boys’ Choir
Chorus Viennensis
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Sandrine Piau, soprano
Dietmar Kerschbaum, tenor
Wolfgang Bankl, bass;
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Bertrand de Billy, director
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Postagem especial comemorativa dos 11 anos do PQPBach e dedicada a todos aqueles  que nos tem acompanhado nesta viagem!
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Este disco registra a celebração do Coro dos Meninos de Viena pelos 250 anos de Mozart, em janeiro de 2006.
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Juntamente com conhecidos intérpretes de Mozart como a soprano Sandrine Piau, eles cantam as melhores obras sacras de Mozart, incluindo a Missa da Coroação.
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O Coro dos Meninos de Viena é uma das instituições musicais mais conhecidas de Viena. Desde a sua fundação há mais de 500 anos, tem sido um importante cenário na vida musical em todo o mundo. Muitos escritores e músicos famosos tiveram vínculos estreitos com o Coro dos Meninos de Viena – Joseph Haydn, Franz Schubert e Mozart eram membros do coral enquanto crianças.
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O local da apresentação é a Catedral de St. Stephen, (Stephansdom em alemão), em Viena, cuja construção gótica iniciou-se em 1340 e onde Mozart e sua esposa se casaram, onde um de seus filhos foi batizado e onde ocorreu a cerimônia do funeral de Mozart.
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Palhinha: ouça 05. Laudate Dominum, from Vesperae Solennes de Confessore, K.339, com a soprano Sandrine Piau.
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Concert from Stephansdom – A Mozart Celebration
Wolfgang Amadeus Mozart (Austria, 1756-1791)
01. Church Sonata in C Major, K. 278
02. Mass in C Minor, K.427 – Credo
03. Mass in C Minor, K.427 – Et Incarnatus Est
04. Mass in C Minor, K.427 – Gradual – Sancta Maria, Mater Dei
05. Laudate Dominum, from Vesperae Solennes de Confessore, K.339
06. Coronation Mass in C Major, K.317 – 1. Kyrie
07. Coronation Mass in C Major, K.317 – 2. Gloria
08. Coronation Mass in C Major, K.317 – 3. Credo
09. Coronation Mass in C Major, K.317 – 4. Sanctus
10. Coronation Mass in C Major, K.317 – 5. Benedictus
11. Coronation Mass in C Major, K.317 – 6. Agnus Dei
12. Ave Verum Corpus, K.618
13. Agnus Dei, from Litaniae Lauretanae K. 195
14. Church Sonata in C Major, K.329
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2Hj3h0096
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Concert from Stephansdom – A Mozart Celebration – 2006
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Radio-symphonieorchester Wien
Vienna Boys’ Choir
Chorus Viennensis
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Sandrine Piau, soprano
Dietmar Kerschbaum, tenor
Wolfgang Bankl, bass;
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Bertrand de Billy, director
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Foto do dia da apresentação.
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FLAC | XLD RIP | 290 MB
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MP3 | 256 kbps VRB | 130 MB
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powered by iTunes 12.7 – 58,4 min
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 Boa audição!
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.Avicenna

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Mozart Portraits, com Cecilia Bartoli

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Sim, Mozart teria ficado feliz. Ouvi o Exsultate, jubilate na Rádio da UFRGS e meu prazer foi quase sexual. Ela canta como a gente sonha ouvir alguém cantar. E então passamos ao CD: é uma jóia após outra. Dizer o quê? Eu adoro a voz de Cecilia Bartoli, amo mesmo. Como deve ser maravilhoso ter a capacidade de abrir a boca e, diferentemente de mim, não dizer bobagens com uma voz feia. Ela efetivamente tem toda uma riqueza musical muito pessoal e própria. E chega de babação.

Mozart Portraits — Cecilia Bartoli

1. Così fan tutte / Act 1 – “Temerari! Sortite!” – “Come scoglio!” 5:50
2. Così fan tutte / Act 2 – “Ei parte…Per pietà” 9:04
3. Così fan tutte / Act 1 – “In uomini, in soldati” 2:42
4. Le nozze di Figaro / Act 3 – “E Susanna non vien!” – “Dove sono i bei momenti” 6:43
5. Le nozze di Figaro / Act 4 – Giunse alfin il momento…Al desio di chi t’adora 7:19
6. Don Giovanni / Act 1 – “Batti, batti, o bel Masetto” 3:48
7. In quali eccessi… Mi tradi, K.540c – (Da Ponte)/Recitative and Aria (No.21bis) for Don Giovanni (version Vienna 1788) 5:48
8. Davidde Penitente, K.469 – 3. Aria: “Lungi le cure ingrate” 4:56
9. Exsultate, jubilate, K.165 14:37

Cecilia Bartoli
György Fischer
Vienna Chamber Orchestra

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Cecilia Bartoli, de tirar a cartola

Cecilia Bartoli, de tirar a cartola

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