W. A. Mozart (1756-1791): Così fan tutte

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Assim fazem todas. As feministas amantes do Politicamente Correto — algumas o amam — matariam Mozart e da Ponte em razão deste título… Mas aqui somos mais razoáveis, somos feministas que desprezam as Mênades de nossos dias.

Bem, esse CD triplo vocês devem ouvir de joelhos, OK? Considerada uma obra um pouquinho por demais erótica do libretista Lorenzo da Ponte, a história obteve a rejeição de Salieri e a aceitação de Mozart. O espírito da ópera rivaliza com as comédias agridoces de Shakespeare. Na regência, René Jacobs traz-nos interpretação MA-RA-VI-LHO-SA e muito bem humorada, com instrumentos de época.

Così fan tutte, ossia La scuola degli amanti (“Assim fazem todas, ou A escola dos amantes”, em italiano) é a antepenúltima ópera de Mozart. Sua estréia ocorreu no Burgtheater no dia 26 de Janeiro de 1790 (tá de níver amanhã!). Così Fan Tutte é a terceira e última ópera de Mozart cujo libreto foi escrito por da Ponte (as outras duas colaborações haviam sido As bodas de Fígaro e Don Giovanni). A composição de ópera foi sugerida pelo imperador austríaco José II.

W. A. Mozart (1756-1791): Così fan tutte

Disc 1
1 Overture See All 4
2 Terzetto
3 Recitativo
4 Terzetto
5 Da soldati d’onore / Terzetto
6 Duetto
7 Recitativo
8 Quintetto
9 Recitativo
10 Coro
11 Abbraciami, idol mio / Quintetto
12 Faccia che al campo giunga / Terzettino
13 Recitativo
14 Recitativo
15 Aria
16 Recitativo
17 Aria
18 Recitativo
19 Sestetto
20 O ciel! Mirate
21 Aria
22 Recitativo

Disc 2
1 Aria
2 Cosa serve? / Aria
3 Recitativo
4 Finale, Atto Primo
5 Eccovi Il Medico
6 Dove Son?
7 Dammi un bacio
8 Atto Secondo, Recitativo
9 Aria
10 Recitativo
11 Duetto
12 Duetto con coro
13 Quartetto
14 Recitativo
15 Duetto
16 Recitativo
17 Aria
18 Ei parte … senti … ah no!

Disc 3
1 Rondo See All 7
2 Recitativo
3 Abbi di me pieta, dammi consiglio / Aria
4 Recitativo
5 Cavatina
6 Aria
7 Recitativo
8 Duetto
9 Recitativo
10 Tutti accusan le donne / Recitativo
11 Finale, Atto Secondo
12 Coro
13 E nel tuo, nel mio bicchiero / Miei Signori, tutto e fatto
14 Coro
15 Sani E Salvi Gli Amplessi Amorosi
16 Giusto ciel!
17 Tutti

Veronique Gens, Fiordiligi
Bernarda Fink, Dorabella
Werner Gura, Ferrando
Marcel Boone, Guglielmo
Pietro Spagnolo, Don Alfonso
Graciela Oddone, Despina

Concerto Koln
Kolner Kammerchor
dir. René Jacobs

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Olha só, pequepiano!

Olha só, pequepiano!

PQP

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Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) – The Symphonies – Cds 3 e 4 de 11 – Levine, Wiener Philharmoniker

51TXyNdecfLFeliz com a recepção desta série, resolvi traze-la na íntegra. Serão onze cds ao todo. Mas peço paciência, pois a velocidade de upload de minha internet é ridícula, e demoro em média de 40 minutos a uma hora para subir cada cd.

Então mais dois cds, o terceiro e o quarto. É delicioso ouvir o Mozart da infância e da adolescência. Por vezes a obra soa por demais ingênua, mas de repente, o gênio se manifesta e nos apresenta alguma passagem absolutamente fantástica. Vale cada minuto de audição.

CD 3

01 – Mozart – Symphony No.10 In G, K.74 – 1. (Allegro)
02 – Mozart – Symphony No.10 In G, K.74 – 2. (Andante)
03 – Mozart – Symphony No.10 In G, K.74 – 3. (Allegro)
04 – Mozart – Symphony No.11 In D, K.84 – 1. Allegro
05 – Mozart – Symphony No.11 In D, K.84 – 2. Andante
06 – Mozart – Symphony No.11 In D, K.84 – 3. Allegro
07 – Mozart – Symphony No.12 In G, K.110 – 1. Allegro
08 – Mozart – Symphony No.12 In G, K.110 – 2. Andante
09 – Mozart – Symphony No.12 In G, K.110 – 3. Menuetto
10 – Mozart – Symphony No.12 In G, K.110 – 4. Allegro
11 – Mozart – Symphony No.13 In F, K.112 – 1. Allegro
12 – Mozart – Symphony No.13 In F, K.112 – 2. Andante
13 – Mozart – Symphony No.13 In F, K.112 – 3. Menuetto
14 – Mozart – Symphony No.13 In F, K.112 – 4. Molto Allegro

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CD 4

01 – Mozart – Symphony No.14 In A, K.114 – 1. Allegro Moderato
02 – Mozart – Symphony No.14 In A, K.114 – 2. Andante
03 – Mozart – Symphony No.14 In A, K.114 – 3. Menuetto
04 – Mozart – Symphony No.14 In A, K.114 – 4. Allegro Molto
05 – Mozart – Symphony No.15 In G, K.124 – 1. Allegro
06 – Mozart – Symphony No.15 In G, K.124 – 2. Andante
07 – Mozart – Symphony No.15 In G, K.124 – 3. Menuetto
08 – Mozart – Symphony No.15 In G, K.124 – 4. Presto
09 – Mozart – Symphony No.16 In C, K.128 – 1. Allegro Maestoso
10 – Mozart – Symphony No.16 In C, K.128 – 2. Andante Grazioso
11 – Mozart – Symphony No.16 In C, K.128 – 3. Allegro
12 – Mozart – Symphony No.17 In G, K.129 – 1. Allegro
13 – Mozart – Symphony No.17 In G, K.129 – 2. Andante
14 – Mozart – Symphony No.17 In G, K.129 – 3. Allegro

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Wiener Philharmoniker
James Levine – Conductor

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Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) – Symphonies – Wiener Philharmoniker, James Levine

51TXyNdecfLNão lembro de termos feito alguma homenagem aos 260 anos de nascimento de Mozart ano passado. Enfim, como ele está sempre presente por aqui, então não vejo maiores problemas em prestar-lhe uma singela homenagem, mesmo pouco mais de um ano depois.
A imensa discografia do maestro norte americano James Levine traz alguns tesouros, entre eles esta integral das sinfonias de Mozart, gravadas com a mítica Filarmônica de Viena. Vou trazer alguns volumes para os senhores poderem apreciar o talento deste maestro, que curiosamente apareceu muito pouco aqui no PQPBach, mas sempre lembrando que o foco sempre será Mozart.
Gosto de ouvir estas sinfonias na sequência, para entender e identificar a evolução de Mozart enquanto compositor. Nesta primeira postagem vou então trazer então os dois primeiros cds da coleção.
Espero que apreciem.

CD 1

001 – Mozart – Symphony No.1 In E Flat, K.16 – 1. Molto Allegro
002 – Mozart – Symphony No.1 In E Flat, K.16 – 2. Andante
003 – Mozart – Symphony No.1 In E Flat, K.16 – 3. Presto
004 – Mozart – Symphony No.4 In D, K.19 – 1. Allegro
005 – Mozart – Symphony No.4 In D, K.19 – 2. Andante
006 – Mozart – Symphony No.4 In D, K.19 – 3. Presto
007 – Mozart – Symphony In F, K.App.223 – 1. Allegro Assai
008 – Mozart – Symphony In F, K.App.223 – 2. Andante
009 – Mozart – Symphony In F, K.App.223 – 3. Presto
010 – Mozart – Symphony No.5 In B Flat, K.22 – 1. Allegro
011 – Mozart – Symphony No.5 In B Flat, K.22 – 2. Andante
012 – Mozart – Symphony No.5 In B Flat, K.22 – 3. Molto Allegro
013 – Mozart – Symphony No.7a In G, K.App. 221, Alte Lambacher – 1. Allegro Maestoso
014 – Mozart – Symphony No.7a In G, K.App. 221, Alte Lambacher – 2. Andante
015 – Mozart – Symphony No.7a In G, K.App. 221, Alte Lambacher – 3. Presto

CD 1 – BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE

CD 2
016 – Mozart – Symphony No.6 In F, K.43 – 1. Allegro
017 – Mozart – Symphony No.6 In F, K.43 – 2. Andante
018 – Mozart – Symphony No.6 In F, K.43 – 3. Menuetto
019 – Mozart – Symphony No.6 In F, K.43 – 4. Allegro
020 – Mozart – Symphony No.7 In D, K.45 – 1. Overture
021 – Mozart – Symphony No.7 In D, K.45 – 2. Andante
022 – Mozart – Symphony No.7 In D, K.45 – 3. Menuetto
023 – Mozart – Symphony No.7 In D, K.45 – 4. Molto Allegro
024 – Mozart – Symphony No.8 In D, K.48 – 1. (Allegro)
025 – Mozart – Symphony No.8 In D, K.48 – 2. Andante
026 – Mozart – Symphony No.8 In D, K.48 – 3. Menuetto
027 – Mozart – Symphony No.8 In D, K.48 – 4. Molto Allegro
028 – Mozart – Symphony No.9 In C, K.73 – 1. Allegro
029 – Mozart – Symphony No.9 In C, K.73 – 2. Andante
030 – Mozart – Symphony No.9 In C, K.73 – 3. Menuetto
031 – Mozart – Symphony No.9 In C, K.73 – 4. Molto Allegro

CD 2 – BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE

Wiener Philharmoniker
James Levine – Conductor

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Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) – Sinfonia Concertante K. 364, Concertone K. 190 – Smithsonian Chamber Orchestra, Jaap Schröeder

coverEsta com certeza é uma das melhores gravações que já ouvi da Sinfonia Concertante. Jaap Schröeder é bem conhecido daqui do PQPBach, com sua contribuição com a Academy of Ancient Music, nos tempos em que era dirigida por Christopher Hogwood, e com quem realizou gravações históricas.
Aqui neste CD ele se junta a Orquestra do Instituto Smithsonian, e dá um show de competência e eficiência, principalmente na Sinfonia Concertante. Uma belezura, com certeza. Bela música, tocada por quem conhece bem o assunto.

1 Sinfonia concertante KV 364 Es-Dur I. Allegro maestoso
2 II. Andante
3 III. Presto
4 Concertone KV 190 C-Dur I. Allegro spiritoso
5 II. Andante grazioso
6 III. Vivace

Jaap Schroeder – Violin
Marilyn McDonald – Violin
Stephen Hammer – Oboe
Kenneth Slowik – Cello

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Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) – Piano Concertos K. 413, K. 414 & K. 414 – Kujikens, La Petit Band

51iu6+K1ExL._SS500Este é um belo CD, gravado em família, literalmente falando. As solistas são filhas de Sigiswald Kujiken, o genial violinista belga, musicólogo, maestro, etc., e um dos maiores intérpretes do barroco, líder do “La Petit Band”, conjunto orquestral especializado em gravações com instrumentos de época. Já trouxe outras gravações deles, mas este aqui é recém lançado, recém saído dos fornos.
Encontrei este texto de Sigiswald Kujiken no site da gravadora, onde ele explica suas escolhas nestas gravações:

Sigiswald Kuijken: Mozart conceived the 3 piano-concerti KV 414, 413 and 415 in 1782, one year after he had settled in Vienna as a more or less free-lance musician. From onset, his idea was to get these works (KV 414, 413 and 415) published; he obviously expected a positive response from the public, not only on the financial level but also as a composer and piano virtuoso. In order to enhance the attraction for his publication, he decided to write these concertos in such a way that they could be performed not only with full orchestra (i.e. strings and winds), but also with a reduced accompaniment of only string quartet. Clearly, Mozart did not consider this strategic starting point as an artistic limitation, but rather as a challenge: in fact, already the score without the wind parts should leave nothing to be desired. This resulted in a very careful and beautiful string writing, matching the solo part in the most effective and intimate way. The wind parts were then conceived to accentuate and “colour” certain passages in the accompaniment with even more depth.
Although Mozart in his announcements and the print of these concerti always mentions the “normal” composition of the string quartet (2 violins, viola and violoncello), I took the liberty to replace the violoncello by a double bass in our performances and our recording of these concertos. My reason was purely musical. Looking and listening to these works, we find a clear difference concerning their string-bass writing compared with Mozart’s own quartets for violin, viola, violoncello and piano, or also his trios for violin, violoncello and piano.
In these piano concertos the string bass is only playing the essential bass-line of the whole texture, thus very often doubling in simplified way the soloist’s left hand. Therefore, in fact this so called “violoncello” part shows exactly what the usual “basso” parts show in orchestral works or generally in the more conventional divertimento-style: offering and strengthening the (highly necessary) fundamental bass on which the whole of the construction is resting. So replacing the violoncello by a double bass in this reduced version of these concertos seems to me an obvious choice.

Espero que apreciem.

1. Piano Concerto No. 11 in F Major, K. 413/387a Allegro
2 Piano Concerto No. 11 in F Major, K. 413/387a Larghetto
3 Piano Concerto No. 11 in F Major, K. 413/387a Tempo di Minuetto
4 Piano Concerto No. 13 in C Major, K. 415/387b Allegro
5 Piano Concerto No. 13 in C Major, K. 415/387b Andante
6 Piano Concerto No. 13 in C Major, K. 415/387b Rondeau. Allegro
7 Piano Concerto No. 12 in A Major, K. 414/385p Allegro
8 Piano Concerto No. 12 in A Major, K. 414/385p Andante
9 Piano Concerto No. 12 in A Major, K. 414/385p Rondeau. Allegretto

Marie & Veronica Kujiken – Pianos
La Petit Band
Sigiswald Kujiken – Conductor

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FDPBach

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Voz Ativa Madrigal: Pro Nobis (Acervo PQPBach)

qovs4nProdução independente do Voz Ativa Madrigal, gravado no ano de 2000, este CD é composto por músicas sacras de diversos períodos da história da música, desde o Barroco até o Contemporâneo.

Repostagem com novos e atualizados links.

Um dos objetivos deste disco foi o registro de peças da música brasileira, incluindo composições do período colonial de André da Silva Gomes e Manoel Dias de Oliveira. Destaque especial para Heitor Villa-Lobos de quem o grupo foi o primeiro a receber autorização para registro de Ave Maria. Também inclui uma peça escrita especialmente para compor o repertório deste trabalho, de Robson Cavalcante.
Este é o primeiro registro do PROMUSA – Projeto de Música Sacra, concebido e levado a efeito pelo Voz Ativa Madrigal.
(http://www.vozativamadrigal.com.br/vam05/discos.htm#PRONOBIS)

Giuseppe Antonio Pitoni (1675-1743)
01. Christus factus est
Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791)
02. Ave verum corpus
03. Laudate Dominum
André da Silva Gomes (Lisboa, 1752 – São Paulo, SP, 1844)
04. O vos omnes
Franz Schubert (1797-1828)
05. Chor der engel
Anton Bruckner (Austria, 1824-1896)
06. Ave Maria
07. Tota pulchra es Maria
Heitor Villa-Lobos (1887-1959)
08. Ave Maria
09. Ave verum
Gyorgy Deak-Bardos (1905-1991)
10. Eli! Eli!
Manoel Dias de Oliveira (São José del Rey [Tiradentes], 1735-1813)
11. Surrexit Dominus (Moteto para procissão de Domingo de Páscoa)
Robson Barata Cavalcante (1962 – )
12. Ave Maris Stella

Pro Nobis – 2000
Voz Ativa Madrigal
Maestro Ricardo Barbosa

Este CD pertence ao acervo do musicólogo Prof. Paulo Castagna. Não tem preço !!!
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2jcbrls

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XLD RIP | FLAC 197,9 MB | HQ Scans 10,5 MB |

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MP3 320 kbps – 129.0 MB – 39,2 min
powered by iTunes 10.6.3

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Boa audição.

2uei2kk

 

 

 

 

 

 

 

Avicenna

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In Memory Of… Classics for Funerals (Sugestões de Repertório para seu Velório)

IM-PER-DÍ-V…

Este álbum duplo que me caiu nas mãos é algo bastante original. In Memory Of… Classics for Funerals é uma série de highlights lentos, tristes e pouco barulhentos. A respeitada gravadora Chandos resolver perder o pudor e chamou a coletânea de Clássicos para Funerais, ou seja, se algum familiar seu morrer e você quiser colocar uma música culta e digna em honra a seu morto, aí está! Lembrem do PQP quando ouvirem a trilha no velório, por favor. É o mínimo.

A primeira faixa do disco, a Marcha Fúnebre de Chopin é tocada com orquestra e isso me incomodou. Depois, o nível da coisa sobe muito e o morto pode seguir de forma decorosa para o vazio. Há belas lembranças de obras que não relaciono com a morte — como se fizéssemos alguma coisa neste mundo que não tivesse relação com a morte! –, mas que agora, sei lá, talvez passe a relacionar. Apesar de ser uma incrível colcha de retalhos, misturando, épocas e gêneros, gostei de ouvir o disco de mais de 150 minutos.

Boa morte a todos! Coloquem música no lugar do padre! Basta de recaídas religiosas na hora da morte! É de péssimo gosto!

In Memory Of… Classics for Funerals (Sugestões de Repertório para seu Velório)

1.Frédéric Chopin Piano Sonata No. 2 in B flat minor, Op. 35, CT. 202 : Funeral March 7:05
2.Giuseppe Verdi Requiem Mass, for soloists, chorus & orchestra (Manzoni Requiem) : Agnus Dei 5:23
3.Johann Sebastian Bach Komm, süsser Tod, for voice & continuo (Schemelli Gesangbuch No. 868), BWV 478 (BC F227) 5:07
4.Gabriel Fauré Requiem, for 2 solo voices, chorus, organ & orchestra, Op. 48 : Pie Jesu 3:24
5.Edward Elgar Enigma Variations, for orchestra, Op. 36 : Nimrod 3:31
6.George Frederick Handel Messiah, oratorio, HWV 56 : I know that my redeemer liveth 6:01
7.Johann Sebastian Bach Concerto for 2 violins, strings & continuo in D minor (“Double”), BWV 1043 : Largo 6:56
8.Gabriel Fauré Pavane, for orchestra & chorus ad lib in F sharp minor, Op. 50 6:24
9.Sergey Rachmaninov Vocalise, transcription for orchestra, Op. 34/14 4:29
10.Henry Purcell Dido and Aeneas, opera, Z. 626 : When I am laid in earth 3:26
11.Jules Massenet Thaïs, opera in 3 acts : Méditation 4:51
12.Maurice Ravel Pavane pour une infante défunte, for piano (or orchestra) 6:25
13.Percy Grainger Irish Tune from County Derry (Londonderry Air), folk song for string orchestra with 2 horns ad lib. (BFMS 15) 4:22
14.Samuel Barber Adagio for strings (or string quartet; arr. from 2nd mvt. of String Quartet), Op. 11 8:25
15.Wolfgang Amadeus Mozart Requiem for soloists, chorus, and orchestra, K. 626 : Introitus 5:20
16.Jules Massenet La Vierge, sacred legend in 4 acts : Le dernier sommeil de la Vierge 3:31
17.César Franck Panis angelicus for tenor, organ, harp, cello & bass 3:47
18.Gustav Mahler Adagietto, for orchestra (from the Symphony No. 5) 10:51
19.George Frederick Handel Saul, oratorio, HWV 53 : Dead March 5:20
20.Johann Sebastian Bach St. John Passion (Johannespassion), BWV 245 (BC D2) : Ruht wohl, ihr heiligen Gebeine 6:56
21.Arvo Pärt Cantus in Memory of Benjamin Britten, for string orchestra & bell 6:18
22.Gabriel Fauré Requiem, for 2 solo voices, chorus, organ & orchestra, Op. 48 : Agnus Dei 5:49
23.William Walton Henry V, film score : Touch her soft lips and part 1:37
24.Edvard Grieg Peer Gynt Suite for orchestra (or piano or piano, 4 hands) No. 1, Op. 46 : Death of Åse 4:11
25.Johann Sebastian Bach Cantata No. 147, “Herz und Mund und Tat und Leben,” BWV 147 (BC A174) : Jesu, Joy of Man’s Desiring 3:02
26.Edward Elgar Sursum Corda, elévation for brass, organ, strings & 2 timpani in B flat major, Op. 11 7:11
27.Ludwig van Beethoven Symphony No. 3 in E flat major (“Eroica”), Op. 55 : Marcia funebre 15:05

A relação com os artistas envolvidos:

Disc: 1

1. Funeral March From Op.35 – BBC Philharmonic
2. Agnus Dei – Richard Hickox
3. Komm Susse Tod – BBC Philharmonic
4. Pie Jesu – Libby Crabtree
5. ‘Nimrod’ – Alexander Gibson
6. ‘I Know That My Redeemer Liveth’ – Joan Rodgers
7. Largo – Simon Standage
8. Pavane – BBC Philharmonic
9. Vocalise – Detroit Symphony Orchestra
10. ‘When I Am Laid In Earth’ – Emma Kirby
11. ‘Meditation’ – Yuri Torchinsky
12. Pavane Pour Une Infante Defunte – Louis Lortie
13. Irish Tune – BBC Philharmonic
14. Adagio For Strings, Op.11 – Neeme Jarvi

Disc: 2

1. Introitus – Choir Of Saint John’s College
2. ‘Le Dernier Sommeil De La Vierge – BBC Philharmonic
3. Panis Angelicus – BBC Philharmonic
4. Adagietto – Neeme Jarvi
5. ‘Dead March’ – BBC Philharmonic
6. ‘Ruht Wohl, Ihr Heiligen Gebeine’ – Harry Christophers
7. Cantus-In Memory Of Benjamin Britten – Neeme Jarvi
8. Agnus Dei – City Of Birmingham Symphony Chorus
9. ‘Touch Her Soft Lips And Part’ – Richard Hickox
10. ‘Death Of Ase’ – Vernon Handley
11. ‘Jesu, Joy Of Man’s Desiring’ – Michael Austin
12. Sursum Corda, Op.11 – Bournemouth Sinfonietta
13. Marcia Funebre – Walter Weller

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O Sétimo Selo, de Ingmar Bergman: joguinho de xadrez com a morte

O Sétimo Selo, de Ingmar Bergman: joguinho de xadrez com a morte

PQP

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Mozart: Requiem K. 626, conclu par Sigismund Neukomm, version "Rio de Janeiro" (Acervo PQPBach)

b8k749Esta postagem apresenta o Requiem K. 626 de Mozart completo, com o “Libera me” composto e incluido por Neukomm. 

Repostagem com novos e atualizados links.

Muito embora Süssmayr e Eybler tenham completado a grande obra sacra inacabada de Mozart logo após a morte do compositor, ela permaneceu ainda inconclusa. O Libera me que no rito da Igreja Romana termina a missa para os mortos, estava ausente no Réquiem de Mozart. O Libera Me era o que faltava para conseguir terminar essa obra monumental. No Rio de Janeiro, o compositor Sigismund Neukomm teve a ousadia de enfrentar essa tarefa, compondo o final Libera me Domine para grande orquestra, para fazer sequência ao Requiem de Mozart.

Em 15 de maio de 2012, o Prof. Paulo Castagna apresentou o 11º episódio da série “Alma Latina” na Rádio Cultura FM de São Paulo (103,3 MHz), e teceu os seguintes comentários:

Franz Joseph Haydn dizia que seu melhor aluno havia sido Beethoven, mas seu preferido era Neukomm. Foi esse mesmo Neukomm que viajou para o Rio de Janeiro em 1816, em uma comitiva diplomática destinada a felicitar o novo rei e reatar suas relações com a França, rompidas desde as guerras napoleônicas.

Sigismund Neukomm deveria ficar somente alguns meses, mas acabou se encantando com o Rio de Janeiro e aceitou o convite do ministro do reino para exercer atividades musicais na corte. Uma das novas funções de Neukomm foi ensinar música aos infantes reais, como o Príncipe Dom Pedro e sua esposa Dona Leopoldina.

Poucas casas do Rio de Janeiro daquela época possuíam um piano. As variações sobre um lundu, intituladas “O amor brasileiro”, compostas por Neukomm em 1819 e aqui interpretadas por Rosana Lanzelotte, provavelmente foram destinadas ao ambiente doméstico da corte e das famílias europeias do Rio de Janeiro.

O lundu era uma exceção na elite carioca, que desejava consumir música de caráter essencialmente europeu, apartando da corte a sonoridade de qualquer outra etnia. Os autores referenciais da alta classe da época eram sempre europeus, como Haydn e Mozart.

A presença de Neukomm na corte real era, portanto, emblemática. Esse compositor havia nascido em Salzburg, na casa em frente àquela onde nasceu Mozart. E foi nesse contexto que Neukomm deparou-se com uma tarefa delicada: completar, no Rio de Janeiro, nada mais, nada menos, que o Requiem de Mozart.

Wolfgang Amadeus Mozart trabalhou neste Requiem em Viena, nos meses que antecederam sua morte, em 1791. Mozart estava atendendo a encomenda de um
comprador não identificado, e que hoje se sabe ter sido o Conde Franz Von Walsegg e não o compositor Antonio Salieri, como sugeriu o conhecido filme “Amadeus”, de Peter Shaffer, [cuja trilha sonora já postamos aquí.]

Wolfgang morreu sem terminar a partitura. Para concluí-la e entregá-la ao Conde Walsegg, o que era necessário para receber o pagamento final, Constanze Mozart procurou secretamente a ajuda de dois outros compositores e provavelmente os pagou para terminar a partitura: Joseph von Eybler e Franz Xaver Süssmayr, este último responsável pela orquestração da obra.

Com a edição que a Breitkopf & Hartel fez em 1799, a partir da versão de Eybler e Süssmayr, o Requiem de Mozart começou a circular pela Europa. E foi provavelmente um exemplar dessa edição que Sigismund Neukomm levou ao Rio de Janeiro em 1816.

José Maurício Nunes Garcia teve acesso à partitura naquele mesmo ano e dirigiu, em 1819, a primeira apresentação do Requiem de Mozart fora da Europa, em uma festividade organizada pela Confraria de Santa Cecília do Rio de Janeiro.

Neukomm publicou, no ano de 1820, uma interessante notícia em alemão sobre a estréia carioca do Requiem de Mozart, no Allgemeine Musikalische Zeitung de Leipzig. Seu primeiro parágrafo diz o seguinte:

“Rio de Janeiro – A corporação dos músicos […] comemora anualmente a Festa de Santa Cecília e, alguns dias após, é celebrada uma missa em memória dos músicos falecidos no decorrer do ano. Para esse fim, alguns integrantes da corporação, interessados em boa música, propuseram o Requiem de Mozart, que foi executado em dezembro passado na Igreja do Parto, por uma orquestra numerosa. O mestre da Capela Real, Padre José Maurício, assumiu a direção do conjunto”

O Requiem de Mozart foi reapresentado no Rio de Janeiro em 1821 e, para essa ocasião, Neukomm decidiu completá-lo. Mas este compositor não fez o mesmo que Eybler e Süssmayr fizeram em Viena. Neukomm apenas acrescentou, ao final do Requiem, o Responsório “Libera me”, que não havia sido planejado por Mozart, mas que era previsto na liturgia romana.

Wolfgang estava atendendo a uma encomenda do Conde Walsegg destinada ao aniversário de falecimento de sua esposa, e para esse tipo de ocasião, um Requiem não inclui o “Libera me”, cantado somente nas missas de corpo presente.

Wolfgang Amadeus Mozart (Austria, 1756-1791)
Requiem In D Minor, K 626 – I. Introitus: “Requiem aeternam” / II. Kyrie
Requiem In D Minor, K 626 – IIIa. Sequenz: “Dies irae, dies illa”
Requiem In D Minor, K 626 – IIIb. Sequenz: “Tuba mirum spargens sonum”
Requiem In D Minor, K 626 – IIIc. Sequenz: “Liber scriptus proferetur”
Requiem In D Minor, K 626 – IIId. Sequenz: “Quid sum miser dunt dicturus?”
Requiem In D Minor, K 626 – IIIe. Sequenz: “Rex tremendae majestatis”
Requiem In D Minor, K 626 – IIIf. Sequenz: “Recordare, Jesu pie”
Requiem In D Minor, K 626 – IIIg. Sequenz: “Ingemisco tamquam reus”
Requiem In D Minor, K 626 – IIIh. Sequenz: “Confutatis maledictis”
Requiem In D Minor, K 626 – IIIi. Sequenz: “Lacrimosa dies illa”
Requiem In D Minor, K 626 – IV. Offertorium: “Domine Jesu Christe, rex gloriae”
Requiem In D Minor, K 626 – V. “Sanctus, sanctus, sanctus, Dominus”
Requiem In D Minor, K 626 – VI. “Agnus Dei”
Requiem In D Minor, K 626 – VII. Communio: “Lux aeterna luceat eis”
Sigismund Ritter von Neukomm (Salzburg, 1778 – Paris, 1858)
Requiem In D Minor, K 626 – VIII. Communio: “Libera me, Domine”

Mozart: Requiem K. 626, conclu par Sigismund Neukomm – 2005
La Grande Écurie et la Chambre du Roy & Kantorei Saarlouis
Direction: Jean-Claude Malgoire

CD gentilmente cedido pelo musicólogo Prof. Paulo Castagna. Não tem preço !!!
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XLD RIP | FLAC 285,5 MB | HQ Scans 17,2 MB |

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MP3 320 kbps – 136,9 + 17,2 MB – 48,8 min
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Boa audição.

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Avicenna

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Dixit Dominus por Vivaldi, Mozart e Handel – La Capella Reial de Catalunya, Le Concert des Nations, Jordi Savall

frontDixit Dominus

Dixit Dominus – Salmo 110
Vivaldi, Mozart e Handel

La Capella Reial de Catalunya
Le Concert des Nations

Jordi Savall

Este é um dos Salmos mais populares, pois desde a Idade Média é sempre colocado no início do ofício de domingo das Vésperas – a parte do ofício divino que é a oração da noite. Isso explicaria o número muito elevado de compositores que escreveram a música para este salmo, especialmente desde o Renascimento: muitos templos pedindo música escrita especificamente para ser realizada durante as funções religiosas das referidas celebrações, seja instruindo o mestre de capela em questão a executar esta música, ou por um pedido mais consistente a um músico de prestígio, ou mesmo em cópias feitas de versões já existentes.

De qualquer forma, o importante era ter música polifônica ou um concerto, de acordo com os gostos e costumes de cada momento, para esta parte da liturgia. Além dos compositores encontrados nesta gravação, Francisco Guerrero, Tomás Luis de Victoria, Giovanni Gastoldi, Felice Anerio, Claudio Monteverdi, Alessandro Grandi, Orazio Benevoli, Dietrich Buxtehude, Marc-Antoine Charpentier, Alessandro Scarlatti, Nicola Porpora, Johann Adolph Hasse e Giovanni Battista Pergolesi estão na lista de compositores de renome que compuseram uma música para o Dixit Dominus, além de outros mais modernos, como Andreas Romberg.

Antonio Lucio Vivaldi (Veneza, 1678-Viena, 1741)
01. ‘Dixit Dominus’ RV 595 – 1. Chorus: Dixit Dominus
02. ‘Dixit Dominus’ RV 595 – 2. Chorus: Donec ponam
03. ‘Dixit Dominus’ RV 595 – 3. Aria: Virgam virtutis
04. ‘Dixit Dominus’ RV 595 – 4. Duet: Tecum principium
05. ‘Dixit Dominus’ RV 595 – 5. Chorus: Juravit Dominus
06. ‘Dixit Dominus’ RV 595 – 6. Aria: Dominus a dextris tuis
07. ‘Dixit Dominus’ RV 595 – 7. Chorus: Judicabit in nationibus
08. ‘Dixit Dominus’ RV 595 – 8. Aria: De torrente in via bibet
09. ‘Dixit Dominus’ RV 595 – 9. Trio: Gloria Patri
10. ‘Dixit Dominus’ RV 595 – 10. Chorus: Sicut erat in principio
11. ‘Dixit Dominus’ RV 595 – 11. Chorus: Et in saecula saeculorum

Wolfgang Amadeus Mozart (Austria, 1756-1791)
12. ‘Dixit Dominus’ KV 193 – 1. Allegro: Dixit Dominus
13. ‘Dixit Dominus’ KV 193 – 2. Andante: Gloria Patri
14. ‘Dixit Dominus’ KV 193 – 3. Allegro: Et in saecula saeculorum
15. ‘Magnificat’ KV 193 – 1. Allegro: Magnificat
16. ‘Magnificat’ KV 193 – 2. Allegro: Gloria Patri

Georg Friedrich Händel (Alemanha, 1685-Inglaterra, 1759)
17. ‘Dixit Dominus’ HWV 232 – 1. Soli & Chorus: Dixit Dominus
18. ‘Dixit Dominus’ HWV 232 – 2. Chorus: Donec ponam
19. ‘Dixit Dominus’ HWV 232 – 3. Aria: Virgam virtutis
20. ‘Dixit Dominus’ HWV 232 – 4. Aria: Tecum principium
21. ‘Dixit Dominus’ HWV 232 – 5. Chorus: Juravit Dominus
22. ‘Dixit Dominus’ HWV 232 – 6. Chorus: Tu es sacerdos
23. ‘Dixit Dominus’ HWV 232 – 7. Chorus: Dominus a dextris tuis
24. ‘Dixit Dominus’ HWV 232 – 8. Chorus: Judicabit in nationibus
25. ‘Dixit Dominus’ HWV 232 – 9. Chorus: Conquassabit capita
26. ‘Dixit Dominus’ HWV 232 – 10. Soli & Chorus: De torrente in via bibet
27. ‘Dixit Dominus’ HWV 232 – 11. Chorus: Gloria Patri

Dixit Dominus. Vivaldi, Mozart, Handel – Savall – 2016
Marta Mathéu i Hanna Bayodi-Hirt (sopranos)
Manfredo Kraemer (concertino)
Anthony Roth Costanzo (contratenor)
Makoto Sakurada (tenor)
Furio Zanasi (baix)

La Capella Reial de Catalunya
Le Concert des Nations

Direction : Jordi Savall

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MP3 | 320 KBPS | 106,5 MB | 1 h 09 min

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Boa audição!

savall

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Avicenna

 

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W. A. Mozart (1756-1791): Concerto para Clarinete K.622 / Adágio e Fuga K.546 / Quinteto para Clarinete K.581

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IM-PER-DÍ-VEL !!!

Um grande repertório e um grande CD! Os clarinetistas são pessoas de sorte. Mozart e Brahms começaram a compor obras para o instrumento quando estavam em seus auges como compositores. O Concerto e o Quinteto para Clarinete de Mozart merecem estar em quaquer panteão de grandes obras. Ambos são esplêndidos e nesta gravação a DG teve o bom gosto de separar os dois monstros com outra bela obra da maturidade de Mozart, o Adágio e Fuga, K. 546. É música para você ouvir quinhentas vezes até decorar cada notinha, tá? E esses italianos são muito bons. O que tá esperando para ouvir?

W. A. Mozart (1756-1791): Concerto para Clarinete K.622 / Adágio e Fuga K.546 / Quinteto para Clarinete K.581

Mozart: Clarinet Concerto In A, K.622
01. Allegro
02. Adagio
03. 3. Rondo (Allegro)
Fabrizio Meloni
Artkronos
Ezio Rojatti

Mozart: Adagio and Fugue in C Minor, K.546 – Orchestral version
04. Adagio
05. Fugue
Artkronos
Ezio Rojatti

Mozart: Clarinet Quintet in A, K.581
06. Allegro
07. Larghetto
08. Menuetto
09. Allegretto con variazioni
Danilo Rossi
Fabrizio Meloni
Giovanni Gnocchi
Laura Bortolotto
Marco Rizzi

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Bonito armário, Meloni!

Bonito armário, Meloni!

PQP

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Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) – Violin Concertos – Faust, Il Giardino Armonico, Antonini

51xq2ycnzzl-_ss500Assim como um cliente da amazon, não consigo parar de ouvir este CD. Recém lançado pela Harmonia Mundi traz um Mozart vívido, alegre, triunfante sem ser óbvio, e que mostra que sim, o talento faz a diferença e uma violinista do nível de Isabelle Faust tem este talento de sobra para nos mostrar o que ainda se pode extrair destes concertos tão gravados e interpretados.
O conjunto ‘Il Giardino Armonico’ e seu diretor Giovanni Antonini continuam mostrando o porque são um dos melhores da atualidade. Coisa de gente grande, e um belo presente de Natal, mesmo que atrasado.
É música para não parar de se ouvir. Mozart nas mãos de Isabelle Faust é música para os anjos ouvirem.

CD 1

I. Allegro moderato
2. II. Adagio
3. III. Presto
4. Rondo for Violin and Orchestra, in B-Flat Major, K. 269/261a: Allegro
5. Concerto for violin and orchestra no.2, in D major, K211 I. Allegro moderato
6. II. Andante
7. III. Rondeau. Allegro
8. Violin Concerto I. Allegro
9. II. Adagio
10. III. Rondeau. Allegro- Andante – Allegretto – Tempo primo

CD 2

1. Rondo for Violin and Orchestra, in C Major, K. 373
2. Concerto for violin and orchestra no.4, in D major, K218 I. Allegro
3. II. Andante cantabile
4. III. Rondeau. Andante grazioso
5. Adagio for violin and orchestra, in E major, K261
6. Concerto for violin and orchestra no.5, in A major, K219 6 I. Allegro aperto – Adagio – Allegro aperto
7. II. Adagio
8. III. Rondeau Tempo di Menuetto-Allegro-Tempo di Menuetto

Isabelle Faust – Violin
Il Giardino Armonico
Giovanni Antonini – Conductor

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Katia & Marielle Labèque – Sisters – CD 1 de 6

katia-marielle-labeque-sisters-2016Me comovi e senti um certo temor ao ler o comentário de um certo leitor que se diz ‘um baiano arretado’ que vive em SC, quando lamenta o fato de determinado CD das nossas musas Katia & Marielle Labèque não ter mais um link ativo. Resolvi então um presente para ele, assim pretendo cobrir esta falta, ainda mais levando em consideração que infelizmente o Vassily não faz mais parte de nossa equipe, sua passagem foi rápida, porém intensa.
Enfim, tratam-se de seis CDs em caixa recém lançada pela Deutsche Grammophon, em que o duo desfile seu imenso talento, num repertório eclético, que vai de Mozart a Satie, incluindo Stravinsky, Ravel entre outros. Digamos que este vai ser meu presente de Natal para todos os fiéis leitores – ouvintes e também serve para compensar minhas constantes ausências do blog, e elas serão ainda mais constantes e longas.
Neste primeiro CD temos a magnífica Fantasia in F Minor de Schubert, tão adorada pelo nosso colega Ranulfus e a Sonata para Dois Pianos de Mozart. Isso com certeza eu chamo de um repertório perfeito.

P.S. Meu caro baiano arretado perdido em SC, espere um pouquinho e logo terás teu aguardado CD da dupla tocando Debussy.

Então vamos ao que viemos.

1.001. Schubert Fantasy in F minor, D. 940 (Op.103) for piano duet – 1. Allegro molto moderato
1.002. Schubert Fantasy in F minor, D. 940 (Op.103) for piano duet – 2. Largo
1.003. Schubert Fantasy in F minor, D. 940 (Op.103) for piano duet – 3. Allegro vivace
1.004. Schubert Fantasy in F minor, D. 940 (Op.103) for piano duet – 4. Tempo I
1.005. Schubert Divertissement sur des motifs originaux français, in E minor, D.823 – 2. Andantino varié
1.006. Mozart Sonata in D Major for 2 Pianos, K.448 – 1. Allegro con spirito
1.007. Mozart Sonata in D Major for 2 Pianos, K.448 – 2. Andante
1.008. Mozart Sonata in D Major for 2 Pianos, K.448 – 3. Allegro molto

Katia & Marielle Labèque – Pianos

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W. A. Mozart (1756-1791): Quintetos de Cordas K. 515 e 516

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IM-PER-DÍ-VEL !!!

Este vinil foi digitalizado pelo extraordinário blog holandês 33 toeren klassiek ao qual agradecemos muitíssimo. Conheci este vinil na antiga coleção The Bach Guild com o The Griller String Quartet e William Primrose na viola (gravação de 1956). A gravação que ora apresentamos é com o célebre Budapest String Quartet e Walter Trampler na viola. E é da mesma forma excelente. O Budapest é sensacional, mesmo em registro mono, de 1945, da Columbia Masterworks!

Este belíssimo par de quintetos — que inspiraram Schubert a escrever o seu, também notável — foram escritos em abril e maio de 1787, com Mozart no auge. No século XIX, os críticos, certamente por influência de Schumann, tinham este dois quintetos como o ponto mais alto da música de câmara. Podia ser. Arthur Rubinstein disse que queria ouvi-los quando estivesse morrendo. Talvez eles tenham perdido parte da fama, mas este é um disco para você ouvir ad infinitum. O Adagio ma non troppo, seguido pelo Adagio – Allegro do K. 516, por exemplo, é uma das maiores músicas que já ouvi, mas tudo, tudo, tudo aqui é de chorar de tão lindo.

W. A. Mozart (1756-1791): Quintetos de Cordas K. 515 e 516

Quinteto Nº 3 KV 515 31:44
1 allegro 9:27
2 menuetto – allegro 5:45
3 andante 9:15
4 allegro 7:17

Quinteto Nº 4 KV 516 31:52
5 allegro 8:09
6 menuetto – allegretto 5:02
7 adagio ma non troppo 8:50
8 adagio – allegro 9:51

Budapest String Quartet
(Violins – Alexander Schneider, Joseph Roisman
Viola – Boris Kroyt
Cello – Mischa Schneider)
Walter Trampler, viola
Tempo total: 1:03:36

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PQP

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24º Festival de Música de Juiz de Fora: Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) + Pe. José Maurício Nunes Garcia (1767-1830) (Acervo PQPBach)

9jg4te24º Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga de Juiz de Fora
2013

Com instrumentos de época. On period instruments.

Repostagem com novos e atualizados links.

Requiem KV 626, com instrumentos da época de Mozart, com forças sonoras mais adequadas à linguagem da música do século XVIII.

A Orquestra Barroca trouxe ao Brasil a primeira versão brasileira com instrumentos de época do Requiem de W.A.Mozart. Para esta ocasião, o grupo se juntou ao coro carioca Calíope, dirigido por Julio Moretzsohn, somando ao projeto ainda mais confluências festivas: Calíope não somente comemora seus 20 anos, mas o faz no mesmo evento onde estreou, em 1993.

O espírito agregador – comprovadamente a marca do Pró Música – está presente nesta versão da grande obra prima de Mozart. Quantas versões do Requiem existem disponíveis no mercado fonográfico? Bem, o número já é ridiculamente grande para que pudéssemos dizer que uma gravação a mais faria a mesma diferença que uma gota no oceano. Mas aqui neste CD temos a prova do contrário: a talvez mais bela obra musical de todos os tempos sempre espera ser revisitada com os ingredientes necessários – e nem sempre empregados – à altura do grande feito artístico de Mozart em seus últimos dias. Fonte inesgotável de beleza e deslumbramento, o Requiem exige uma entrega completa dos músicos; uma execução padronizada ofende e diminui tudo na obra, desde sua gênese ao seu conteúdo e efeito. Portanto, nada mais adequado para a aventura da Orquestra Barroca neste 24º Festival: ao lado dos solistas e do coro, podemos mostrar – e registrar – o grau de amadurecimento, comprometimento e energia artística a que chegamos.

Ao se tratar de uma obra prima quase além dos parâmetros da vida real, qualquer leitura dela sempre se revelará incompleta, com sua versão perfeita existindo somente no mundo das ideias. Porém, aqui neste CD, temos não somente mais uma versão mas sim “a nossa”versão, aquela que espelha todo o espírito do Festival – a paixão pela música e a perseverança na crença de que ela pode, sim, unir e transformar as pessoas. Portanto, mais uma vez a Orquestra Barroca desbrava a discografia brasileira (já são tantos os registros inéditos no país de grandes obras da literatura universal) trazendo aqui o “nosso” Requiem, que une com coragem e alegria as nossas idiossincrasias ao gênio benevolente do grande Mozart – com a certeza que contribuímos mais uma vez para um notável avanço da produção musical “made in Brazil”, deixando, como sempre, a marca indelével da trajetória do Centro Cultural Pro Música/UFJF.

Aqui utilizamos os instrumentos da época de Mozart, com forças sonoras mais adequadas à linguagem da música do século XVIII – bem diversas do modelo oratório “sinfônico” do período romântico, infelizmente ainda muito utilizado nos dias de hoje, com orquestra e coro com pelo menos o dobro de músicos. O efetivo de músicos de acordo com os padrões históricos – mais reduzido- e a sonoridade dos instrumentos antigos permitem uma execução muito mais eloquente do texto musical de Mozart; vale lembrar que ainda estamos num estilo musical que prioriza sobretudo a visão retórica da música: a música “fala”, e a composição segue as mesmas convenções do discurso e as regras da oratória.

vsm41wDessa forma, todas as ideias musicais saltam do papel para um verdadeiro palco de gestos e expressões no qual instrumentos e vozes não apenas “pintam” as ideias do compositor, mas são de fato os próprios protagonistas da “ação musical”: exclamações, reticências, ênfases, devaneios, surpresas, impressões vívidas e pictóricas… tudo se torna concreto em uma execução retórica do texto mozartiano!

Não poderíamos deixar de incluir nesta gravação o Ave Verum KV 618, também uma das derradeiras composições de Mozart, que mostra bem o grau de depuramento técnico do mestre, onde a perfeição e o sublime se exprimem através da mais espantosa simplicidade imaginável. Um verdadeiro bálsamo após o mais impactante ato fúnebre da História da Música.

ff5v7sPara concluir o CD, visitamos duas pequenas obras do nosso grande P. José Maurício – seguramente o maior representante do estilo mozartiano em terras brasileiras. São obras despretensiosas, pertencentes à primeira fase do compositor (anterior à chegada da família real ao Brasil), mas que revelam ainda assim o talento e o frescor que mais tarde se desenvolveria consideravelmente. Estas obras sofreram seguidas instrumentações (como explica no seu texto Sergio Dias), e considerando sobretudo as partes de sopros com uma escrita possivelmente inadequada e pouco idiomática nos instrumentos antigos, preferimos registrá-las somente com orquestra de cordas, seguindo uma intuição de fundo prático que prioriza somente o essencial, mostrando assim o âmago da obra de arte na sua forma mais pura e segura.

O Centro Cultural Pró-Música/UFJF realizou, entre os dias 14 e 28 de julho, o 24º Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga. O evento, que acontece em Juiz de Fora (MG), ofereceu 37 cursos de instrumentos antigos e modernos e 30 concertos gratuitos com grupos e músicos de referência no Brasil e no exterior. Os cerca de 700 inscritos frequentaram cursos de traverso, viola da gamba, violino, violoncelo, cravo, além de canto e dança barroca e oficinas de prática de orquestra brasileira histórica e transcrição e edição de documentos antigos. Entre as opções também estão as oficinas para crianças, como a de prática de orquestras. A formação de professores tem espaço com o curso de didática da musicalização.

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791)
01. Requiem KV 626 – 1. Requiem
02. Requiem KV 626 – 2. Kyrie
03. Requiem KV 626 – 3. Dies Irae
04. Requiem KV 626 – 4. Tuba Mirum
05. Requiem KV 626 – 5. Rex Tremendae
06. Requiem KV 626 – 6. Recordare
07. Requiem KV 626 – 7. Confutatis
08. Requiem KV 626 – 8. Lacrymosa
09. Requiem KV 626 – 9. Domine Jesu
10. Requiem KV 626 – 10. Hostias
11. Requiem KV 626 – 11. Sanctus
12. Requiem KV 626 – 12. Benedictus
13. Requiem KV 626 – 13. Agnus Dei
14. Requiem KV 626 – 14. Lux Aeterna
15. Ave Verum KV 618
Pe. José Maurício Nunes Garcia (1767-1830, Rio de Janeiro, RJ)
16. Dies Sanctificatus
17. Gradual de São Sebastião

24º Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga de Juíz de Fora – 2013
Orquestra Barroca – Maestro Luis Otávio Santos
Conjunto Calíope – Maestro Julio Moretzsohn
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MP3 320 kbps – 134,2 + 3,2 – 56,0 min
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Partituras e outros que tais? Clique aqui
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.Boa audição.

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Avicenna

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19º Festival de Música de Juiz de Fora: Mozart (1756-1791) + Neukomm (1778-1858): Acervo PQPBach

2rgjmkk19º Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga de Juiz de Fora
2008

Com instrumentos de época. On period instruments.

Repostagem com novos e atualizados links.

Passado e Presente em Sintonia

A Orquestra Barroca do Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga de Juiz de Fora é o carro-chefe do principal evento promovido pelo Centro Cultural Pró Música. Para a décima nona edição do Festival, que reúne anualmente renomados artistas e pesquisadores na área, a Orquestra Barroca registra no seu nono CD a importante data de comemoração dos 200 anos da transferência da Família Real Portuguesa para o Brasil. A vinda da Côrte para o Rio de Janeiro, em 1808, foi decisiva para o avanço das artes no Brasil. Em pouco tempo, muitos parâmetros culturais, oriundos da velha tradição européia, se somaram aos já existentes traços da nossa cultura colonial. Para a vida musical brasileira, isso representou uma nova etapa histórica. Inúmeros músicos profissionais europeus se transferiram para o Brasil, trazendo uma bagagem artística muito mais sólida, contribuindo para um notável aumento na qualidade da música que passou a ser executada e criada em solo brasileiro.

Um bom exemplo disso é a música que Padre José Maurício compôs para a então recém criada Capela Real, que possuiu um efetivo de músicos de quantidade e qualidade sem precedentes até então no Brasil. É também dessa época crucial da nossa História a peça que a Orquestra Barroca registra pela primeira vez em CD, executada com instrumentos de época: a Sinfonie a Grand Orchestre do compositor austríaco Sigismund Neukomm. Possivelmente estamos tratando da primeira sinfonia dentro dos cânones clássicos estabelecidos pela escola norte-européia de Haydn, Mozart e Beethoven composta no Brasil. Na sua breve passagem pelo Brasil, Neukomm compôs várias obras, algumas inclusive procurando assimilar a inventividade musical que ele aqui encontrou, como a modinha, por exemplo. Contudo, a Sinfonie é, na sua invenção, totalmente austríaca. E o fôlego que ela exige da orquestra se compara a outras grandes obras compostas nesse período na Europa.

2lveirmA Orquestra Barroca sempre procurou nos seus CDs confrontar o repertório europeu e o brasileiro, vistos sob a luz da interpretação histórica. Com isso, o CD deste ano vem com uma proposta singular, diferente: ao lado da Sinfonia Haffner de Mozart, a Orquestra Barroca traz uma obra também européia, mas de um compositor que muito contribuiu para a construção de um novo gosto musical aqui no Brasil. Portanto, levando isso em consideração, ao lado da bagagem cultural que a Família Real presenteou à vida brasileira desde a sua chegada, pode-se dizer, e com muita propriedade, que a Sinfonie (datada : Rio de Janeiro, 21 de dezembro de 1820) faz parte, sim, do nosso patrimônio artístico brasileiro.

Orquestra Barroca
Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791)
01. Sinfonia no. 35, em ré maior, K. 385, “Haffner” – I. Allegro con spirito
02. Sinfonia no. 35, em ré maior, K. 385, “Haffner” – II. Andante

03. Sinfonia no. 35, em ré maior, K. 385, “Haffner” – III. Minuetto
04. Sinfonia no. 35, em ré maior, K. 385, “Haffner” – IV. Presto
Sigismund Ritter von Neukomm (1778-1858)
05. Sinfonia para grande orquestra, E bemol – I. Andante maestoso – Allegro
06. Sinfonia para grande orquestra, E Bemol – II. Minuetto
07. Sinfonia para grande orquestra, E Bemol – III. (sem indicacao)
08. Sinfonia para grande orquestra, E Bemol – IV. Allegro

19º Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga de Juiz de Fora – 2008
Orquestra Barroca, Maestro Luis Otávio Santos
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Mais um CD do acervo do musicólogo Prof. Paulo Castagna. Não tem preço !!!

Boa audição.

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Avicenna

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17º Festival de Música de Juiz de Fora: Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) + Pe. João de Deus de Castro Lobo (1794-1832) + João de Sousa Carvalho (1745-1799) – Acervo PQPBach

10nexol17º Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga de Juiz de Fora
2006

Com instrumentos de época. On period instruments.

Repostagem com novos e atualizados links.

Após vários anos trazendo ao público brasileiro diversas obras – primas do barroco europeu (já consolidado como uma singular e pioneira contribuição para a discografia brasileira) e do começo da nossa música colonial, o Festival trouxe uma novidade, mais uma vez com o que de novo nada tem: a obra de W.A.Mozart. A novidade aqui em questão é forma como ela foi executada, graças ao alicerce que o Festival ao longo de 17 anos soube construir. Ao comemorar os 250 anos de nascimento do grande gênio, a Orquestra Barroca interpretou sinfonias do compositor com o instrumentarium da época (instrumentos clássicos com afinação 430hz), com suas respectivas técnicas interpretativas historicamente orientadas, na primeira produção brasileira do gênero. (extraído do encarte)

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791)
01. Sinfonia no. 34, em dó menor, K. 338 – I. Allegro vivace
02. Sinfonia no. 34, em dó menor, K. 338 – II. Andante, di molto piu tosto allegretto
03. Sinfonia no. 34, em dó menor, K. 338 – III. Allegro vivace
04. Sinfonia no. 38, em ré maior, K. 504, “Praga” – I. Adagio – Allegro
05. Sinfonia no. 38, em ré maior, K. 504, “Praga” – II. Andante
06. Sinfonia no. 38, em ré maior, K. 504, “Praga” – III. Presto
Pe. João de Deus de Castro Lobo (Vila Rica, 1794 – Mariana, 1832)
07. Abertura em Ré Maior
João de Sousa Carvalho (Estremoz, 1745 – Alentejo, 1799)
08. Abertura de L’Amore Industrioso

17° Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga de Juiz de Fora – 2006
Orquestra Barroca. Maestro Luis Otávio Santos
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Boa audição.

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Avicenna

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Mozart e a procrastinação

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Te mete!

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W. A. Mozart (1756-1791): String Quartets dedicated to Joseph Haydn

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Um CD admirável. O multipremiado Cuarteto Casals é um grupo espanhol sediado em Barcelona. Seus quatro membros residem e são professores na Escola Superior de Musica de Catalunya. O convite da Harmonia Mundi para que eles abordassem Mozart revela-se mais do que justificado neste baita trabalho.  Por exemplo, a gravação do Quarteto das Dissonâncias vai para o topo dentre os vários registros que possuo. O grupo mostra grande cultura musical na compreensão de Mozart. Ah, sim, tenho notado que, no Brasil, grassa a correria sem pensamento. Esqueça, aqui o que vale é o senso de estilo.

Mozart: String Quartets dedicated to Joseph Haydn

1 String Quartet No. 14 in G Major, K.387 – ‘Spring’: I. Allegro vivace assai 7:39
2 String Quartet No. 14 in G Major, K.387 – ‘Spring’: II. Menuetto. Allegretto – Trio 7:18
3 String Quartet No. 14 in G Major, K.387 – ‘Spring’: III. Andante cantabile 6:40
4 String Quartet No. 14 in G Major, K.387 – ‘Spring’: IV. Molto allegro 7:52

5 String Quartet No. 16 in E Flat Major, K.428/421b: I. Allegro non troppo 9:58
6 String Quartet No. 16 in E Flat Major, K.428/421b: II. Andante con moto 10:37
7 String Quartet No. 16 in E Flat Major, K.428/421b: III. Menuetto. Allegretto – Trio 5:14
8 String Quartet No. 16 in E Flat Major, K.428/421b: IV. Allegro vivace 5:39

9 String Quartet No. 19 in C Major, K. 465 – “Dissonances”: I. Adagio – Allegro 13:47
10 String Quartet No. 19 in C Major, K. 465 – “Dissonances”: II. Andante cantabile 6:54
11 String Quartet No. 19 in C Major, K. 465 – “Dissonances”: III. Menuetto. Allegro – Trio 4:29
12 String Quartet No. 19 in C Major, K. 465 – “Dissonances”: IV. Allegro molto 7:32

Cuarteto Casals

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Vera Martinez-Mehner, primeiro violino do Casals, é um espanto de instrumentista

Vera Martinez-Mehner, primeiro violino do Casals, é um espanto de instrumentista

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W. A. Mozart (1756-1791): Piano Concerto No.25 K.503 & Piano Concerto No.20 K.466

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Uma despedida maravilhosa de um gênio da regência orquestral! Abbado deu este concerto ao vivo em 7 de dezembro de 2013 e veio a falecer em 20 de janeiro de 2014, pouco mais de um mês depois. Aqui não se pode falar em decadência, mas sim em auge. A sensibilidade demonstrada por Abbado, Martha Argerich e pela orquestra fundada pelo maestro poucos anos antes é estupenda. É um registro ao vivo que deve ser ouvido, aprendido e guardado.

W. A. Mozart (1756-1791): Piano Concerto No.25 K.503 & Piano Concerto No.20 K.466

1. Mozart: Piano Concerto No.25 In C, K.503 – 1. Allegro maestoso 14:18
2. Mozart: Piano Concerto No.25 In C, K.503 – 2. Andante 7:01
3. Mozart: Piano Concerto No.25 In C, K.503 – 3. Allegretto 9:22

4. Mozart: Piano Concerto No.20 In D Minor, K.466 – 1. Allegro 14:04
5. Mozart: Piano Concerto No.20 In D Minor, K.466 – 2. Romance 9:01
6. Mozart: Piano Concerto No.20 In D Minor, K.466 – 3. Rondo (Allegro assai) 7:50

(Live From KKL, Lucerne / 2013)

Martha Argerich, piano
Orchestra Mozart
Claudio Abbado

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Claudio Abbado e Martha Argerich quando jovens: perfeição, virtuosismo e calor até o final

Claudio Abbado e Martha Argerich quando jovens: perfeição, virtuosismo e calor

E o último encontro em 7 de dezembro de 2013. Abbado faleceria em 20 de janeiro de 2014.

E o último encontro em 7 de dezembro de 2013. Abbado faleceria em 20 de janeiro de 2014, aos 80 anos.

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