Amadeus: The Complete Original Soundtrack Recording

Amadeus: A trilha sonora do filme atingiu a 56ª posição na parada de álbuns da revista americana Billboard, tornando-o uma das gravações mais populares de música clássica de todos os tempos!

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791)
01. Symphony No. 25 in G minor, K. 183 (K. 173dB) 1st movement
02. Serenade No. 13 for strings in G major (“Eine kleine Nachtmusik”), K. 525 1st movement

Giovanni Battista Pergolesi (1710-1736)
03. Stabat mater, for soprano, alto, strings & organ in F major Quando Corpus Morietur and Amen
Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791)
04. Salieri’s March into Mozart’s Non più andrai, for piano (as used in the film, Amadeus) & Alfred Brendel
05. Serenade No. 10 for winds in B flat major (“Gran Partita”), K. 361 (K. 370a) 3rd movement
06. Die Entführung aus dem Serail (The Abduction from the Seraglio), opera, K. 384 Chorus of the Janissaries
07. Piano Concerto No. 20 in D minor, K. 466 2nd movement (Romanza) & Imogen Cooper
08. Die Entführung aus dem Serail (The Abduction from the Seraglio), opera, K. 384 Turkish Finale & Suzanne Murphy
09. Mass No. 17 for soloists, chorus & orchestra in C minor (fragment, “Great Mass”), K. 427 (K. 417a) Kyrie & Felicity Lott
10. Concerto for flute, harp & orchestra in C major, K. 299 (K. 297c) 2nd movement & Osian Ellis, William Bennett
11. Symphony No. 29 in A major, K. 201 (K. 186a) 1st movement, allegro moderato
12. Adagio and Rondo for glass harmonica, flute, oboe, viola & cello in C minor, K. 617 Adagio
13. Concerto for 2 pianos & orchestra in E flat major (“Concerto No. 10″), K. 365 (K. 316a) 3rd movement & Anne Queffelec, Imogen Cooper
14. Sinfonia concertante for violin, viola & orchestra in E flat major, K. 364 (K. 320d) 1st movement & Levon Chilingirian, Csaba Erdelyi
15. Zaide, opera, K. 344 (K. 336b) Ruhe sanft, mein holdes Leben & Felicity Lott
Giuseppe Giordani (1751-1798)
16. Caro Mio Ben for voice & piano (or orchestra) & Michele Esposito
Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791)
17. Piano Concerto No. 22 in E flat major, K. 482 3rd movement & Ivan Moravec
18. Le nozze di Figaro (The Marriage of Figaro), opera, K. 492 Act 3, Ecco la Marcia *
19. Le nozze di Figaro (The Marriage of Figaro), opera, K. 492 Act 4, Ah Tutti Contenti *

Early 18th Century Gypsy Music
20. Bubak And Hungaricus & Alfred Brendel
Antonio Salieri (1750-1825)
21. Axur, Re D’ormus, opera Finale
Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791)
22. Don Giovanni, opera, K. 527 Act 2, Commendatore scene & Richard Stilwell, John Tomlinson, Willard White
23. Piano Concerto No. 20 in D minor, K. 466 1st Movement & Christian Zacharias
24. Die Zauberflöte (The Magic Flute), opera, K. 620 Overture
25. Die Zauberflöte (The Magic Flute), opera, K. 620 Aria, “Queen of the Night” & Louisa Kennedy
26. Requiem for soloists, chorus, and orchestra, K. 626 1. Introitus
27. Requiem for soloists, chorus, and orchestra, K. 626 2. Dies Irae
28. Requiem for soloists, chorus, and orchestra, K. 626 3. Rex Tremendae Majestatis
29. Requiem for soloists, chorus, and orchestra, K. 626 4. Confutatis
30. Requiem for soloists, chorus, and orchestra, K. 626 5. Lacrimosa

* track 18: Felicity Lott, Richard Stilwell, Samuel Ramey, Isobel Buchanan, Willard White
* track 19: Richard Stilwell, John Tomlinson, Willard White, Robin Leggate, Anne Howells, Felicity Lott,
Alexander Oliver, Deborah Rees, Samuel Ramey, Patricia Payne

Amadeus: The Complete Original Soundtrack Recording – 1984
Neville Marriner (dir) & Academy of St. Martin-in-the-Fields
Marc Grauwels (dir) & Brussels Virtuosi & Thomas Bloch (track 12)

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320 kbps – 366,3 MB – 2,6 h
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Boa audição.

Avicenna

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) – String Quintets

Me propus postar estes quintetos mozartianos, e confesso que fica difícil fazer uma postagem deste tamanho em plena terça feira. Tudo bem que estou em férias conjugais por quinze dias, mas talvez por este motivo mesmo não estou muito inspirado para escrever. Como se trata de Mozart não vejo necessidade de gastar muitas palavras. Na verdade, o que precisa ser feito neste caso é apenas ouvir.
Este box que estou disponibilizando se encontra na famosa coleção das obras completas de Mozart, que a Philips lançou há exatos 20 anos atrás, nas comemorações dos 200 anos da morte do compositor. Existem bons momentos nestes cds, mas outros deixam a desejar. No caso deste box, as interpretações estão á cargo de um quinteto liderado pelo Arthur Grumiaux, excelente violinista, e um dos grandes intérpretes do século XX. Música de primeira, tocada por excelentes músicos. Mas ainda procuro uma gravação definitiva destas obras.
Espero que satisfaça o desejo do mano PQP, que estava à cata de uma coleção como essa.
Então divirtam-se.

Wolfgang Amadeus Mozart – String Quintets

CD 1 -

01 – String Quintet [No 1] in Bb KV174 – Allegro
02 – String Quintet [No 1] in Bb KV174 – Adagio
03 – String Quintet [No 1] in Bb KV174 – Menuetto ma allegretto
04 – String Quintet [No 1] in Bb KV174 – Allegro
05 – String Quintet [No 4] in C min KV406-516b – Allegro
06 – String Quintet [No 4] in C min KV406-516b – Andante
07 – String Quintet [No 4] in C min KV406-516b – Menuetto in canone
08 – String Quintet [No 4] in C min KV406-516b – Allegro

CD 2

01 – String Quintet [No 2] in C KV515 – Allegro
02 – String Quintet [No 2] in C KV515 – Andante
03 – String Quintet [No 2] in C KV515 – Menuetto-Allegretto
04 – String Quintet [No 2] in C KV515 – Allegro
05 – String Quintet [No 3] in G min KV 516 – Allegro
06 – String Quintet [No 3] in G min KV 516 – Menuetto-Allegretto
07 – String Quintet [No 3] in G min KV 516 – Adagio ma non troppo
08 – String Quintet [No 3] in G min KV 516 – Adagio-Allegro

CD 3

01 – String Quintet [No 5] in D KV593 – Larghetto-Allegro
02 – String Quintet [No 5] in D KV593 – Adagio
03 – String Quintet [No 5] in D KV593 – Menuetto-Allegretto
04 – String Quintet [No 5] in D KV593 – Allegro
05 – String Quintet [No 6] in Eb KV614 – Allegro di molto
06 – String Quintet [No 6] in Eb KV614 – Andante
07 – String Quintet [No 6] in Eb KV614 – Menuetto-Allegretto
08 – String Quintet [No 6] in Eb KV614 – Allegro

Arthur Grumiaux – Violin I
Arpad Gérecz – Violin II
Georges Janzer – Viola I
Max Lesueur – Viola II
Eva Czako – Cello

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FDPBach

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791): String QUINTETS K.406 & K.516

Uma coisa que parece muito complicada para os quartetos de cordas é convidarem um quinto (e ameaçador) elemento. Só isso explica a profusão de gravações que merecem os Quartetos de Mozart em relação à pobreza de registros de seus Quintetos, os quais, em média, são MUITO MELHORES. À exceção do CD que posto hoje, não possuo os outros quintetos de Mozart em meio digital. Tenho uma edição muito antiga em vinil. Gostaria que alguém os dispusesse para o PQP Bach. Os Quintetos K. 515 e 516 são obras-primas da fase madura do compositor. No aguardo, subscrevo-me atenciosamente,

PQP Bach.

Por exemplo, ouçam o K. 516. Prestem atenção no Adagio ma non troppo e no movimento final. Onde mais? Nos quartetos? Ah, não brinca!

W. A. Mozart (1756-1791): String Quintets K.406 & K.516

1. String Quintet KV 406 – I – Allegro (7:55)
2. String Quintet KV 406 – II – Andante (4:34)
3. String Quintet KV 406 – III – Menuetto (4:28)
4. String Quintet KV 406 – IV – Allegro (6:07)

5. String Quintet KV 516 – I – Allegro (10:09)
6. String Quintet KV 516 – II – Menuetto (5:23)
7. String Quintet KV 516 – III – Adagio ma non troppo (7:35)
8. String Quintet KV 516 – IV – Adagio – Allegro (10:12)

Éder Quartet:
Jenos Selmeczi: violin
Peter Szts: violin
Sndor Papp: viola
Gyorgy Eder: cello
+
János Fehérvári: 2nd viola

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PQP

Wofgang Amadeus Mozart – Sinfonia Concertante, K. 364, Rondo in C Major, K.373, Adagio in E major, K. 261, Concerto for Violin and Orchestra n°2, in D Major, K. 211 – Dumay, Hagen, Camerata Salzburg

Mozart novamente, e mais um CD belíssimo. Amo a Sinfonia Concertante, já há ouvi milhares de vezes em minha vida, com diversos outros intérpretes. A parceria Dumay & Hagen é de uma tal cumplicidade que beira a perfeição. Tudo bem, convenhamos, com uma música desta qualidade, até eu…. ouçam o Andante que vocês vão entender o que estou falando. Como ando muito “reflexivo” nos últimos tempos, pensando na vida e nas escolhas que fiz, confesso que não encontrei trilha sonora melhor para tal reflexão.
Ok, o cabelo do Dumay é muito esquisito com aquele topete, lembra o ex presidente Itamar Franco,não lembra? Para nosso azar, ou sorte, o Itamar não toca violino, até onde sei. Mas esse tal de Augustin Dumay é muito bom. Toca e conduz a Camerata Academica Salzburg com competência e naturalidade. É Mozart em sua essência. Sua parceira, Veronica Hagen, também é uma baita violista, e não se intimida perante as dificuldades e “pegadinhas” da obra.
Enfim, um baita disco, usando uma expressão que já está se tornando comum aqui no PQP. Sei que vocês irão gostar.

01. Sinfonia Concertante in E flat major, K. 364 (320d) 1. Allegro maestoso
02. Sinfonia Concertante in E flat major, K. 364 (320d) 2. Andante
03. Sinfonia Concertante in E flat major, K. 364 (320d) 3. Presto
04. Rondo in C major, K 373 Allegretto grazioso
05. Adagio in E major, K. 261
06. Concerto for Violin and Orchestra no. 2 in D major, K. 211 1. Allegretto mode
07. Concerto for Violin and Orchestra no. 2 in D major, K. 211 2. Andante
08. Concerto for Violin and Orchestra no. 2 in D major, K. 211 3. Rondeau. Allegro

Veronica Hagen – Viola
Camerata Academica Salzburg
Augustin Dumay – Violin & Conductor

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W.A. Mozart (1756-1791) / S. Prokofiev (1891-1953): Sonatas e outras obras

Vejam aí no Google Images, Gesa Lücker é mais um tesão a ser saudado em nosso blog que aceita quaisquer orientações sexuais mas que penso ser todo formado de machos heterossexuais radicais. Uma pena, pois zempre zuspiramos por uma pequepiana de zaias, zabem? Zempre! No PQP, há quem eu não conheça pessoalmente e não pensem que eu boto minha mão no fogo pelos que conheço. Só chuto que são heteros, zei lá. Mas tergiverso. O que teria passado pela cabeça da bela e excelente Gesa ao fazer um disco com as caixinhas de música de Mozart na primeira parte — tudo limpinho e sem muito drama — e a visceralidade — além de zerta fúria — de Prokofiev na segunda? Não imagino, mas respeito. Afinal, aprendi que duvidar ou combater belas mulheres pode ser contraproducente.

Zou como nosso colega Ranulfus, há que ter zangue e drama, vísceras e noite, zenão não tem a mesma graça. Então, suporto bem o Moz da primeira parte — sim, eu sei, há também Sonatas viscerais em Mozart, mas não é a deste CD — , mas fico com o Prok da segunda, muito mais raivoso e sujo. Blergh, maravilha!

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791)
Sonata No. 5 in G major, KV 283

1) Allegro
2) Andante
3) Presto

4) Adagio in B minor, KV 540

5) Rondo in D major, KV 485

6) Gigue in G major, KV 574

Sergei Prokofiev (1891-1953)
Sonata No. 8 in flat major, op. 84

7) Andante dolce
8. Andante sognando
9) Vivace

Gesa Lücker, piano

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PQP

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) – Violin Concertos – Simon Standage – Christopher Hogwood – Academy of Ancient Music

Tudo indica que consegui resolver o problema de meu computador. Faltam apenas alguns detalhes de configuração para ele voltar ao que era antes. Creio que até o final de semana esteja tudo ok.
Muita gente tem pedido a repostagem destes concertos de Violino de Mozart com o Carmignola e com o Claudio Abbado, postagem de uns três anos atrás, creio. Porém, no momento, não é possivel fazer esta repostagem pelo simples fato de não ter mais este cd, devido a diversos problemas que tive nos últimos tempos com meu computador pessoal, onde ele estava armazenado.
Para os mais necessitados, digamos assim, por uma gravação histórica, resolvi tirar do baú esta gravação do Simon Standage, nos tempos em que ele era o spalla da “Academy of Ancient Music”, nos bons tempos do Christopher Hogwood. Esta gravação foi realizada em 1987, e o Standage ainda não tinha criado seu excelente conjunto “Colegium Musicum 90″ . Sua parceria com o Hogwood nos anos 80 rendeu gravações antológicas, alimentando mais o comércio das gravações de orquestras que tocavam com instrumentos de época. Nesta gravação específica, o violino de Standage é uma réplica de um Stradivarius de 1703.
Adoro estes concertos, já devo tê-los ouvido umas cinquenta vezes cada um. Gosto muito das gravações do Oistrakh, realizadas ainda nos anos 60, se não me engano, e entre as recentes, a Julia Fischer fez um trabalho extraordinário. Não posso esquecer de nossa eterna musa, Anne-Sophie Mutter que há uns 5 anos atrás regravou os cinco concertos, além da Sinfonia Concertante.
Um detalhe interessante: as cadenzas são do próprio Standage. O homem não é fraco não, como diziam na minha terra.

Wolfgang Amadeus Mozart – Violin Concertos – Simon Standage – Christopher Hogwood – Academy of Ancient Music

CD 1

1 Violin Concerto n°1, in B Flat major, K. 207 – I – Allegro moderato
2 II – Adagio
3 III – Presto

4 Violin Concerto n°2, in D major, K. 211 – I – Allegro moderato
5 – II – Andante
6 – III – Rondeau

7 – Violin Concerto in G Major, K. 216 – I – Allegro
8 – II – Adagio
9 – III – Rondeau: Allegro
10 – Rondo in B Flat Major, K. 269

CD 2

1 – Violin Concerto n° 4, in D Major, K. 218 – I – Allegro
2 – II – Andante Cantabile
3 – III – Rondeau: Andante gazioso
4 – Violin Concerto n°5, in D Major, K. 219 – I – Allegro aperto
5 – II – Adagio
6 – III – Rondeau: Tempo de menuetto
7 – Adagio in E major, K. 261
8 – Rondo in C Major, K. 373

Simon Standage – Violin
The Academy of Ancient Music
Christopher Hogwood – Director

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FDPBach

Wolfgang A. Mozart e Leopold Mozart – Wind Concertos

Pai e filho juntos neste delicioso CD. Leopold Mozart, pai de Wolfgang Amadeus Mozart, não foi um extraordinário compositor como o filho. Leopold é mais conhecido como o indutor do filho prodígio. Mas apesar de ser um dos principais responsáveis pela educação musical do filho, Leopold compunha. Escreveu pouco coisa. Das obras que escreveu, talvez, seja o concerto para trompete em ré maior a sua principal obra. É belíssimo. Fato curioso é que eu possuía uma versão desse concerto gravado numa fita K-7, mas obliterou-se com o tempo. Até que consegui encontrar esta gravação. Quiça seja esse um dos fatores que me impelem a fazer esta postagem. Aparecem ainda três concertos de Mozart filho. Maravilhosos. Capazes de aturdir. Numa noite solitária como essa causam lances profundos. Ouço rumores distantes na rua. Há pouco choveu. A rua foi lavada. Os becos foram lavados. A minha está lavada pela solidão. Opa! estou a tresvariar. Talvez seja a música sensível que faz vibrar a minha alma, produzindo ecos em terrenos distantes do meu ser. É a música de Mozart – filho e pai! Boa apreciação!

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) – Concerto para Clarinete em Lá maior, K. 622, Concerto para Trompa em Si bemol maior No. 4, K. 495 e Concerto para Oboé em Sol maior, K. 271k – “Ferlindes”

Concerto para Clarinete em Lá maior, K. 622
01. I. Allegro
02. II. Adagio
03. III. Rondo (Allegro)

Concerto para Trompa em Si bemol maior No. 4, K. 495
04. I. Allegro moderato
05. II. Romanza (Andante)
06. III. Rondo (Allegro vivace)

Concerto para Oboé em Sol maior, K. 271k – “Ferlindes”
07. I. Allegro aperto
08. II. Andante ma non troppo
09. III. Allegro

Leopold Mozart (1719-1797) – Concerto para Trompete em Ré maior
10. I. Adagio
11. II. Allegro moderato

Ensemble Orchestral de Paris
John Nelson, diretor
David Guerrier, trompa, trompete
Francois Leleux, oboé
Paul Meyer, clarinete

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Carlinus

W. A. Mozart (1756-1791): As Sonatas para Piano (completas)

Pois não simpatizei muito com esse negócio de fazer a crítica literária dos posts do PQP Bach. Quando convidei cada um de nossos colaboradores, sempre avisei sobre o estilo dos posts: uma apresentação do CD, as faixas, os artistas envolvidos e o link. Acho todos podem dar sua opinião acerca de uma ou outra apresentação e também eu teria observações acerca dos textos que são publicados — tanto que brinquei com o Carlinus em seu último Bruckner — , porém, cá entre nós, não é o mais importante e acho que os críticos deveriam antes refletir sobre o grandíssimo serviço que é realizado no blog. A última coisa que eu gostaria que acontecesse seria ver o Carlinus, por exemplo, desistir de postar em razão da encheção de saco, pois é disto que se trata, em minha opinião. Ademais, quando convidei o pessoal do blog, não fiz nenhum teste textual ou algo assim. Não obstante, acho que nosso nível é bom pra caralho. Ou talvez a gente deva fazer como quase todos os nossos colegas: uma fotinho da capa, as obras (alguns nem isso colocam) e o link? É uma espécie de comércio mudo (*), onde o excedente é pura generosidade. Aliás, o que fazemos é um serviço, não?

Uma vez eu disse que preferia compositores viscerais e dramáticos a outros mais felizes e elegantes. O Mozart de MJ Pires é estupendamente limpo, elegante e discretamente feliz. A partir do CD3 há alguma tragédia e drama. A gente precisa esperar pelo endividamento e inacreditável insucesso das obras mais maduras de Mozart em meio àquele público efetivamente burro de sua época. Mas, bem, aqui no RS a governadora ainda é Yeda Crusius e o Serra ganhou o segundo turno no estado… Sim, nós também somos muito imbecis. Hum, ah, faz tempo que não ouço a Uchida tocando estas sonatas, mas acho que nossa portuguesa fica no mesmo nível da japinha feiozinha, não? Eu gostei muito de reouvir todas essas obras agora, mas, sabe?, falta um Beethoven aí pra dar umas porradas.

(*) Nas sociedades primitivas existia o denominado comércio mudo, no qual os membros de uma tribo depositavam em lugar neutro os objetos excedentes e depois regressavam para recolher o que em troca a outra tribo houvesse deixado.

W. A. Mozart (1756-1791): As Sonatas para Piano

Disc 1:

1. Piano Sonata No.1 in C, K.279 – 1. Allegro 6:59
2. Piano Sonata No.1 in C, K.279 – 2. Andante 8:57
3. Piano Sonata No.1 in C, K.279 – 3. Allegro 5:27

4. Piano Sonata No.2 in F, K.280 – 1. Allegro assai 6:33
5. Piano Sonata No.2 in F, K.280 – 2. Adagio 8:48
6. Piano Sonata No.2 in F, K.280 – 3. Presto 4:36

7. Piano Sonata No.3 in B flat, K.281 – 1. Allegro 6:48
8. Piano Sonata No.3 in B flat, K.281 – 2. Andante amoroso 8:16
9. Piano Sonata No.3 in B flat, K.281 – 3. Rondeau (Allegro) 5:06

Disc 2:

1. Piano Sonata No.4 in E flat, K.282 – 1. Adagio 7:16
2. Piano Sonata No.4 in E flat, K.282 – 2. Menuetto I-II 4:02
3. Piano Sonata No.4 in E flat, K.282 – 3. Allegro 3:23

4. Piano Sonata No.5 in G, K.283 – 1. Allegro 5:30
5. Piano Sonata No.5 in G, K.283 – 2. Andante 6:31
6. Piano Sonata No.5 in G, K.283 – 3. Presto 6:13

7. Piano Sonata No.6 in D, K.284 “Dürnitz” – 1. Allegro 7:37
8. Piano Sonata No.6 in D, K.284 “Dürnitz” – 2. Rondeau en Polonaise (Andante) 5:30
9. Piano Sonata No.6 in D, K.284 “Dürnitz” – 3. Tema con variazione 17:04

Disc 3:

1. Piano Sonata No.7 in C, K.309 – 1. Allegro con spirito 8:49
2. Piano Sonata No.7 in C, K.309 – 2. Andante, un poco adagio 6:37
3. Piano Sonata No.7 in C, K.309 – 3. Rondeau (Allegretto grazioso) 7:06

4. Piano Sonata No.9 in D, K.311 – 1. Allegro con spirito 6:58
5. Piano Sonata No.9 in D, K.311 – 2. Andantino con espressione 5:55
6. Piano Sonata No.9 in D, K.311 – 3. Rondeau (Allegro) 6:52

7. Piano Sonata No.8 in A minor, K.310 – 1. Allegro maestoso 8:00
8. Piano Sonata No.8 in A minor, K.310 – 2. Andante cantabile con espressione 9:11
9. Piano Sonata No.8 in A minor, K.310 – 3. Presto 2:49

Disc 4:

1. Piano Sonata No.10 in C major, K.330 – 1. Allegro moderato 9:08
2. Piano Sonata No.10 in C major, K.330 – 2. Andante cantabile 6:54
3. Piano Sonata No.10 in C major, K.330 – 3. Allegretto 7:48

4. Piano Sonata No.11 in A, K.331 -”Alla Turca” – 1. Tema (Andante grazioso) con variazioni 14:12
5. Piano Sonata No.11 in A, K.331 -”Alla Turca” – 2. Menuetto 5:42
6. Piano Sonata No.11 in A, K.331 -”Alla Turca” – 3. Alla Turca (Allegretto) 3:42

7. Piano Sonata No.12 in F, K.332 – 1. Allegro 9:17
8. Piano Sonata No.12 in F, K.332 – 2. Adagio 4:44
9. Piano Sonata No.12 in F, K.332 – 3. Allegro assai 9:58

Disc 5:

1. Piano Sonata No.13 in B flat, K.333 – 1. Allegro 9:57
2. Piano Sonata No.13 in B flat, K.333 – 2. Andante cantabile 12:15
3. Piano Sonata No.13 in B flat, K.333 – 3. Allegretto grazioso 6:34

4. Fantasia in C minor, K.475 11:58

5. Piano Sonata No.14 in C minor, K.457 – 1. Molto allegro 8:14
6. Piano Sonata No.14 in C minor, K.457 – 2. Adagio 7:28
7. Piano Sonata No.14 in C minor, K.457 – 3. Allegro assai 4:37

Disc 6:

1. Piano Sonata “No.18″ in F, K.533/K.494 – 1. Allegro, K.533 10:01
2. Piano Sonata “No.18″ in F, K.533/K.494 – 2. Andante, K.533 10:11
3. Piano Sonata “No.18″ in F, K.533/K.494 – 3. Rondo (Allegretto), K.494 6:41

4. Piano Sonata No.15 in C, K.545 “Facile” – 1. Allegro 4:15
5. Piano Sonata No.15 in C, K.545 “Facile” – 2. Andante 6:03
6. Piano Sonata No.15 in C, K.545 “Facile” – 3. Rondo (Allegretto) 1:38
7. Piano Sonata No.16 in B flat, K.570 – 1. Allegro 8:38
8. Piano Sonata No.16 in B flat, K.570 – 2. Adagio 8:42
9. Piano Sonata No.16 in B flat, K.570 – 3. Allegretto 3:43

10. Piano Sonata No.17 in D, K.576 – 1. Allegro 5:02
11. Piano Sonata No.17 in D, K.576 – 2. Adagio 6:16
12. Piano Sonata No.17 in D, K.576 – 3. Allegretto 4:48

Maria João Pires, piano

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PQP

W. A. Mozart (1756-1791): As últimas sinfonias (de 31 a 36 e de 38 a 41)

Eu espero que ninguém venha me perguntar sobre a Sinfonia Nº 37, né? Por muito tempo pensou-se que era de Mozart, mas, em 1907, Lothar Perger, descobriu que a pretensa 37ª de Mozart era, na verdade, a 25ª de Michael Haydn. É inacreditável a confusão entre o simplesinho Michael Haydn (que estava longe de ser o imenso e imortal Franz Josef Haydn) e Mozart. É difícil de compreender o motivo que levou a edição Koechel a errar, considerando os três pobres movimentos daquela Sinfonia em Sol Maior como a sucessora imediata da Sinfonia Linz…

Mas voltemos ao excelente álbum quádruplo objeto do post: essas gravações das sinfonias maduras de Mozart são muito especiais. São os melhores registros delas em instrumentos de época. Há profundidade e grandeza. Trevor Pinnock e o The English Concert parecem apreciar cada nota das sinfonias, tal é a entrega, energia e a vitalidade que há ao longo destes quatro CDs. Eles não têm receio de se derramar nos movimentos lentos, nem de fazer animados os Allegri. Poucas vezes ouvi um CD que combine melhor as abordagens autêntica e romântica em Mozart. Adicione a isso a elegâcia e você terá ideia do que há nesta gravação.

IM-PER-DÍ-VEL !!!

W. A. Mozart (1756-1791): As últimas sinfonias (de 31 a 36 e de 38 a 41)

CD1
Mozart: Symphony #31 In D, K 297, “Paris” – 1. Allegro Assai 7.28
Mozart: Symphony #31 In D, K 297, “Paris” – 2. Andantino 5.53
Mozart: Symphony #31 In D, K 297, “Paris” – 3. Allegro 3.45

Mozart: Symphony #32 In G, K 318 – 1. Allegro Spiritoso 2.54
Mozart: Symphony #32 In G, K 318 – 2. Andante 2.50
Mozart: Symphony #32 In G, K 318 – 3. Allegro Spiritoso 1.57

Mozart: Symphony #33 In B Flat, K 319 – 1. Allegro Assai 6.52
Mozart: Symphony #33 In B Flat, K 319 – 2. Andante Moderato 4.26
Mozart: Symphony #33 In B Flat, K 319 – 3. Menuetto 3.12
Mozart: Symphony #33 In B Flat, K 319 – 4. Finale: Allegro Assai 8.19

Mozart: Symphony #34 In C, K 338 – 1. Allegro Vivace 6.57
Mozart: Symphony #34 In C, K 338 – 2. Andante Di Molto 7.08
Mozart: Symphony #34 In C, K 338 – 3. Allegro Vivace 7.33

CD2
Mozart: Symphony #35 In D, K 385, “Haffner” – 1. Allegro Con Spirito 5.46
Mozart: Symphony #35 In D, K 385, “Haffner” – 2. Andante 6.45
Mozart: Symphony #35 In D, K 385, “Haffner” – 3. Menuet & Trio 3.28
Mozart: Symphony #35 In D, K 385, “Haffner” – 4. Presto 3.54

Mozart: Symphony #36 In C, K 425, “Linz” – 1. Adagio, Allegro Spiritoso 11.04
Mozart: Symphony #36 In C, K 425, “Linz” – 2. Andante 9.21
Mozart: Symphony #36 In C, K 425, “Linz” – 3. Menuet & Trio 3.56
Mozart: Symphony #36 In C, K 425, “Linz” – 4. Presto 7.30

CD3
Mozart: Symphony #38 In D, K 504, “Prague” – 1. Adagio, Allegro 13.07
Mozart: Symphony #38 In D, K 504, “Prague” – 2. Andante 12.10
Mozart: Symphony #38 In D, K 504, “Prague” – 3. Presto 7.36

Mozart: Symphony #39 In E Flat, K 543 – 1. Adagio, Allegro 10.21
Mozart: Symphony #39 In E Flat, K 543 – 2. Andante Con Moto 8.26
Mozart: Symphony #39 In E Flat, K 543 – 3. Menuetto & Trio (Allegretto) 4.23
Mozart: Symphony #39 In E Flat, K 543 – 4. Finale (Allegro) 7.26

CD4
Mozart: Symphony #40 In G Minor, K 550 – 1. Molto Allegro 7.23
Mozart: Symphony #40 In G Minor, K 550 – 2. Andante 11.21
Mozart: Symphony #40 In G Minor, K 550 – 3. Menuet & Trio 4.48
Mozart: Symphony #40 In G Minor, K 550 – 4. Finale: Allegro Assai 9.28

Mozart: Symphony #41 In C, K 551, “Jupiter” – 1. Allegro Vivace 11.16
Mozart: Symphony #41 In C, K 551, “Jupiter” – 2. Andante Cantabile 11.22
Mozart: Symphony #41 In C, K 551, “Jupiter” – 3. Menuet & Trio 5.27
Mozart: Symphony #41 In C, K 551, “Jupiter” – 4. Finale: Molto Allegro 11.27

The English Concert · Trevor Pinnock

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PQP

W.A. Mozart (1756 – 1791) – Wind Concertos

Nesse CD constam os concertos para Flauta( Flute ), Oboé( Oboe ), Fagote( Bassoon ) e o Concerto para Trompa( Horn ) Nº 1. Quando me perguntam sobra Mozart sempre costumo falar que ele é tarado por uma escala até o tom que completa a frase. Um trinadinho aqui e ali para chegar a nota resolutiva é característico também. Mas é claro que o povo leva na brincadeira, eu sei que são características Clássicas e por aí vai. Mas eu gostaria de chamar atenção para o concerto para Fagote. Muitas pessoas acham desnecessário fagotes na orquestra, ou que o som deles é feio. Neste concerto Mozart consegue tirar toda a beleza do instrumento. Poucas vezes o fagote é usado para solos e fraseados.
Neste CD não tem o concerto para Clarineta in A. Mas tudo bem, nem tudo se resume ao tubo preto, cilíndrico e grande. Sabe como são as coisas né….
Brincadeiras a parte, boa audição.

W. A. Mozart – Wind Concertos – Concertgebouw Chamber Orchestra

1. Horn Concerto No. 1 in D major, K. 412: I. (Allegro), K. 412 Jacob Slagter
2. Horn Concerto No. 1 in D major, K. 412: II. Allegro, K. 514 Jacob Slagter
3. Flute Concerto No. 1 in G major, K. 313: I. Allegro maestoso Emily Beynon
4. Flute Concerto No. 1 in G major, K. 313: II. Adagio non troppo Emily Beynon
5. Flute Concerto No. 1 in G major, K. 313: III. Rondo: Tempo di menuetto Emily Beynon
6. Bassoon Concerto in B flat major, K. 191: I. Allegro Gustavo Nunez
7. Bassoon Concerto in B flat major, K. 191: II. Andante ma adagio Gustavo Nunez
8. Bassoon Concerto in B flat major, K. 191: III. Rondo: Tempo di menuetto Gustavo Nunez
9. Oboe Concerto in C major, K. 314: I. Allegro aperto Alexei Ogrintchouk
10. Oboe Concerto in C major, K. 314: II. Adagio non troppo Alexei Ogrintchouk
11. Oboe Concerto in C major, K. 314: III. Rondo: Allegretto Alexei Ogrintchouk

Concertgebouw Chamber Orchestra

Jacob Slagter – Horn
Emily Beynon – Flute
Gustavo Nunez – Basson
Alexei Ogrintchouk – Oboe

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Gabriel Clarinet

Cecilia Bartoli – Sospiri

Entre 2009 e 2010, Cecilia Bartoli foi do Sacrifizio ao Pasticcio, do Olimpo ao Mercado. Após o belíssimo álbum de 2009, Sacrificium, La Bartoli lança agora um CD para angariar mais admiradores e perder outros tantos. O disco é um rolo só. Uma mistura de gêneros, épocas e uma demonstração de um virtuosismo às vezes um tantinho vazio. Minha cara-metade, uma ouvinte de óperas e admiradora incondicional de Rossini, ficou perturbada pelos abusos cometidos em Una voce poco fa. Tive que impedi-la de atacar meu CD Player com uma garrafa de Slivovice. A tentativa de Bartoli de se tornar ainda mais popular — e precisa? — esbarrou nas limitações artísticas de um repertório pra lá de estranho e um tratamento pra lá de “modernoso”. A Diva escorregou. Aguardamos para breve sua saída do shopping.

Obs.: quem quiser baixar este CD, faça-o logo! Sua gravadora adora mandar retirar os links de La Bartoli.

Cecilia Bartoli – Sospiri

1. Handel – “Lascia la spina cogli la rosa” – Cecilia Bartoli, Les Musiciens du Louvre, Marc Minkowski
2. Vivaldi – Gelido in ogni vena – Cecilia Bartoli, Il Giardino Armonico, Giovanni Antonini
3. Giacomelli – Sposa, non mi conosci – Cecilia Bartoli, Il Giardino Armonico, Giovanni Antonini
4. Caldara – Quel buon pastor son io – Cecilia Bartoli, Il Giardino Armonico, Giovanni Antonini
5. Mozart – “Voi che sapete” – Cecilia Bartoli, Wiener Philharmoniker, Claudio Abbado
6. Mozart – “Là ci darem la mano” – Cecilia Bartoli, Bryn Terfel, Orchestra dell’accademia Nazionale di Santa Cecilia, Myung-whun Chung
7. Mozart – Laudate Dominum omnes gentes (Ps. 116/117) – Cecilia Bartoli, Orchestra dell’accademia Nazionale di Santa Cecilia, Myung-whun Chung, Coro dell’accademia Nazionale Di Santa Cecilia, Roberto Gabbiani
8. Bellini – Ah! non credea mirarti si presto estinto, o fiore – Cecilia Bartoli, Juan Diego Flórez, Orchestra La Scintilla, Alessandro de Marchi
9. Persiani – “Cari giorni” (Romanza der Ines) – Cecilia Bartoli, Orchestra La Scintilla, Adam Fischer
10. Rossini – Una voce poco fa – Cecilia Bartoli, International Chamber Soloists, Orchestra La Scintilla, Adam Fischer
11. Bellini – Casta Diva – Cecilia Bartoli, International Chamber Soloists, Orchestra La Scintilla, Adam Fischer
12. Franck – Panis Angelicus – Cecilia Bartoli, Cinzia Maurizio, Luigi Piovano, Daniele Rossi
13. Gabriel Fauré – Pie Jesu – Cecilia Bartoli, Orchestra dell’accademia Nazionale di Santa Cecilia, Myung-whun Chung, Coro dell’accademia Nazionale Di Santa Cecilia, Roberto Gabbiani, Daniele Rossi

Cecilia Bartoli, mezzo-soprano

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Rudolf Serkin – The Incomparable – Beethoven, Brahms, Mozart

Já havia um certo tempo que eu tencionava postar este CD duplo, com peças de Beethoven, Brahms e Mozart, interpretados por Rudolf Serkin. Serkin nasceu na Boêmia, Império Astro-Húngaro. Como mostrava propensões para o piano, foi enviado para Viena aos 9 anos para estudar e aprimorar a sua técnica. Deu seu primeiro concerto aos 12 anos pela Filarmônica de Viena. Chegou a estudar composição com Schoenberg. Após mudar para os Estados Unidos na década de 30, Serkin tornou-se o solista da Filarmônica de Nova York, que tinha como diretor Arturo Toscanini. Com um curriculum tão singular, Rudolf Serkin merece o nosso respeito. Segue este CD com uma pequena mostra de seu talento. O pianista morreu em 1991, aos oitenta e oito anos. Boa apreciação desse repertório bem escolhido!

DISCO 1

Ludwig van Beethoven (1770-1827) –
Sonata para piano no. 3o em E maior, Op. 109

01. Adagio espressivo
02. Prestissimo
03. Gesangvoll, mit innigster Empfindung
04. Variation I. Molto espressivo
05. Variation II. Leggiermente
06. Variation III. Allegro vivace
07. Variation IV. Etwas langsamer als das Thema
08. Variation V. Allegro, ma non troppo
09. Variation VI. Tempo l del tema (Cantabile)

Sonata para piano no.31 in A flat maior, Op.110
10. Moderato cantabile molto espressivo
11. Allegro molto
12. Adagio, ma non troppo – Fuga. Allegro, ma non troppo

Sonata para piano no.32 em C menor, Op.111
13. Maestoso – Allegro con brio ed appassionato
14. Arietta. Adagio molto semplice e cantabile

DISCO 2

Johannes Brahms (1833-1897)
Sonata para piano e viloncelo em E menor, Op.38
01. Allegro non troppo
02. Allegretto quasi menuetto
03. Allegro

*Mstilav Rostropovich, violoncelo

Wolfgand Amadeus Mozart (1756-1791) –
Concerto para piano e orquestra no.16 em D maior, K.451
04. Allegro assai (Cadenza. Mozart)
o5. Andante
06. (Rondeau.) Allegro di molto (Cadenza. Mazart)

**Chamber Orchestra of Europe
Claudio Abbado, regente

Rudolf Serkin, piano

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Carlinus

Ludwig van Beethoven (1770-1827) -Missa solemnis in D, op. 123 e Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) – Symphony No. 38 in D, K. 504 'Prague'

Apesar de não ter ouvido ainda este CD, conheço as peças. Como estou com certa pressa neste domingo pela manhã, não farei maiores comentários sobre o post. Ficará assim. Simplesmente não dar para perder. Abaixo segue um texto explicando a obra:

Dentro das principais Missas, consideradas clássicas (Bach e Bruckner), a de Beethoven possui uma forma sinfônica, em 5 movimentos: Kyrie, Gloria, Credo, Sanctus e Agnus Dei. A obra possui um estilo dramático, é só observar as palavras do próprio Beethoven: “do coração! Que possa retornar aos corações”. Primeira audição em 6 de abril 1824 em São Petersburgo Ludwig van Beethoven compôs duas missas e um singular oratório intitulado Cristo no Monte das Oliveiras, além de duas cantatas compostas na juventude; essa foi toda a sua produção religiosa. A segunda missa, a impressionante Missa Solemnis, op. 123, por sua alta qualidade musical já seria suficiente para garantir a Beethoven um lugar na história da música. Composta para homenagear o arquiduque Rodolfo, a Missa Solemnis é tão extraordinária que a sua audição fora de uma sala de concertos é praticamente impossível. Os elementos que necessita para a sua execução extrapolam as dimensões de uma igreja de tamanho normal: quatro solistas (soprano, contralto, tenor e baixo), um grande coro, uma orquestra de cordas, duas flautas, dois oboés, dois clarinetes, dois fagotes, corno de bassetto, quatro trompas, dois trompetes, três trombones, timbales e um órgão. Sua estrutura segue as seções tradicionais de Kyrie, Gloria, Credo, Sanctus/Benedictus e Agnus Dei, apesar de ser longa demais para a utilização litúrgica convencional. Além disso, seus textos em certas partes se afastam do dogma católico. Tremendamente complexa, a Missa Solemnis não se parece a nada: é única.
Assim o Kyrie, é um hino piedoso e solene, deve ser cantada com devoção. A parte central em forma de moteto (si menor e fa# menor) , é cantada pelos solistas e termina em pianíssimo. A volta do Kyrie, reintroduz a tonalidade principal e intensifica a harmonia numa bela alternância do coro e dos solistas em comovida prece que se extingue lentamente. O texto sagrado conduz aos movimentos seguintes, o Gloria e o Credo. Enquanto que na Missa em si menor de Bach, e o Gloria é cheio de alegria sobre humana, o canto de louvor de Beethoven encontra-se animado de incessante agitação. O Et in terra pax, traz o primeiro repouso porém o arrebatamento retorna com o Laudamus Te. A expressão, bem como a tonalidade é a seguir variável, até que a tonalidade principal seja reencontrada com o Pater omnipotens. A segunda parte do Gloria contem um expressivo Larghetto, o Qui tollis peccata mundi, que Beethoven concebeu como lamento e uma prece de tão comovente humanidade, de tal personalidade que ele próprio acrescentou um “o” para os solistas, e um “ah” para o coro, antes dos apelos finais do Miserere. A parte conclusiva deste movimento principia na tonalidade principal com um Quoniam tu solus Sanctus, espantosamente curto e agitado, culminando na grandiosa fuga coral do In gloria Dei Patris, onde Beethoven desenvolve uma arte contrapontística excepcional. Na conclusão, o início do Gloria que retorna acelerado até ao Presto dá desta maneira uma unidade sinfônica ao movimento.
O Credo, em sib maior, de acordo com o caráter do texto, é ainda mais variado e expressivo. Desde o início, sentimos o esforço tremendo que Beethoven realiza para nos transmitir sua fé. O Et incarnatus est e as outras seções que se seguem, falando da vida, crucificação, ressurreição e ascensão de Cristo; em Cuius regni non erit finis, a palavra non é expressamente repetida para maior ênfase, do mesmo modo que mais tarde a palavra credo. O final constitui, em duas fugas sobre o mesmo tema, a visão da vida eterna, Et vitam venturi saeculi, e nas exclamações finais do Amen, reaparece o tema original do Credo.
No Sanctus, o canto de louvores reflete uma prece humana, um Adágio e a meditação. Após o curto Pleni sunt coeli, fugado, e o Osanna, a meditação se expande em figuração. A melodia o solo de violino, desce flutuando das mais elevadas paragens, reconstitui o milagre da descida de Jesus e da transubstanciação. O Benedictus, é no amplo sentido, a música de transição, cujo caráter se infiltra no desenvolvimento posterior, indo além da repetição do Osanna.
O Agnus Dei, constitui o Finale deste grande sinfonia coral. Miserere nobis! É aqui, com o solo inicial do baixo, em si menor, e após com o expressivo refrão do coro, que a lamentação alcança maior profundidade. Depois a severidade diminui e a prece de paz que é o Dona nobis pacem, introduz e faz retornar suavemente a tonalidade original de re maior. Sem embargo, ainda não reina paz no mundo exterior. Oração pela paz interior e exterior, foi o substituto anotado pelo autor para esta parte. O primeiro interlúdio orquestral sugere uma perturbação na paz exterior. O equilíbrio íntimo parece se estabelecer. Dona nobis pacem soa como se fora uma fuga solene. O tema é uma reminiscência do Messias de Haendel, cujo texto Der Herr regiert von nun na auf ewig (Agora o Senhor reinará para sempre). Todavia não são as tempestades exteriores as que verdadeiramente nos perturbam; são os da alma. O Scherzo orquestral que se segue é extraordinário pelo rude, veemente contraponto. O Dona nobis pacem, que se sucede, é cantado pelo coro, na tonalidade de sib maior, e constitui autêntico apelo pela paz. Então a tonalidade principal de re maior e o compasso de 6/8, são alcançados após um lento desdobramento. Nessa atmosfera de esperança ante a paz ainda incerta do Dona nobis pacem do coro final, ouvimos os tímpanos em si bemol ribombarem ainda duas vezes – eco da paz perturbada. Beethoven conclui a missa sem acrescentar o grande final redentor.

Extraído DAQUI

DISCO 1

Elisabeth Schwarzkopf talks about the recording in a recent interview

Ludwig van Beethoven (1770-1827) -Missa solemnis in D, op. 123 01. Kyrie
02. Gloria
03. Credo
04. Sanctus

DISCO 2

01. Agnus Dei

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) – Symphony No. 38 in D, K. 504 ‘Prague’
02. Adagio
03. Andante
04. Finale, Presto

Karajan rehearses Beethoven’s Missa solemnis
05. Part 1
06. Part 2
07. Part 3
08. Part 4
09. Part 5

Singverein der Gesellschaft der Musikfreunde, Vienna Philharmonia Orchestra
Herbert von Karajan, regente
Elisabeth Schwarzkopf, soprano
Christa Ludwig, mezzo-soprano
Nicolai Gedda, tenor
Nicola Zaccarla, bass

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Carlinus

Mozart, Haydn, Albinoni, Pachelbel, Boccherini e Beethoven

Um CD para apreciadores iniciais de música clássica. Explico: esse CD traz peças de forte fragrância popular. São obras de catálogo; ou daquelas coletâneas criadas por revistas com intuito de agradar a um público não conhecedor de música erudita. Mas não faz mal. Estas obras são imortais pela simplicidade que evocam. Quem nunca ouviu o primeiro movimento da Serenata em Sol maior (“O pequeno serão musical”)? Ou o Canon de Pachelbel? Sendo assim, não deixe de ouvir este agradável CD! Boa apreciação!

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) – Serenade in G major, K 525 “Eine kleine Nachtmusik”
01. Allegro
02. Romanze (Andante)
03. Menuett (Allegretto)
04. Rondo (Allegro)

Joseph Haydn (1732-1809) – Serenade from String Quartet in F, Op. 3/5
05. Andante cantabile

Tomaso Albinoni (1671-17151) – Adagio in G minor
06. Adagio in G minor

Johann Pachelbel (1653-1706) – Canon
07. Canon

Luiggi Boccherini (1743-1805) – Minuet from the String Quintet in E
08. Minuet from the String Quintet in E

Ludwing van Beethoven (1770-1827) – Minuet in G
09. Minuet in G

I Musici

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Carlinus

Haydn, Mozart, Boccherini, Tartini – I Musici de Montréal

Um CD imensamente agradável. Enquanto realizo algumas atividades aqui em casa, estou a ouvir essa música alegre, bela, simples, cheia de uma poesia comovente. Destaco o Concerto para cello de Mozart. Revela aquele aspecto mais essencial de Mozart: dizer de forma singela aquilo que nos comove, que vai às regiões mais abissais do ser e nos envolve por completo. Mozart sempre me faz sentir bem. Tenho uma relação de prazer com a beleza e com a alegria todas as vezes que o escuto. Consigo identificar a música e as pecualiaridade tãos características do compositor à distância. No CD ainda temos Haydn, Boccherini e Tartini. Boa apreciação!

Joseph Haydn (1732-1809) – Divertimento for Cello and String Orchestra in D major
01. Adagio
02. Minueto & Trio
03. Allegro di molto

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) – Concerto for Cello and Orchestra in D major K.447
04. Allegro
05. Romanze
06. Rondo

Luiggi Boccherini (1743-1805) – Adagio and Allegro for Cellor and String Orchestra in A major
07. Adagio
08. Allegro

Giuseppe Tartini (1692-1770) – Concerto for Cello and String Orchestra in D major
09. Poco Largo. Pomposo
10. Allegro Moderato
11. Grave espressivo
12. Allegro

I Musici de Montréal Chamber Orchestra

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Carlinus

Mravinsky Edition – Beethoven, Mozart, Weber, Bizet, Debussy, Scriabin (CDs 9 e 10 de 10 – final)

Chegamos, finalmente, ao último post desta fenomenal caixa com 10 CDs com trabalhos regidos por Mravinsky. As paixões têm o poder de transformar impropriedades em virtudes. Por isso, a minha predileção pelo regente russo, faz com que as minhas palavras se tornem em elógios, quiça, exagerados. Mas, não faz mal. Aqueles que gostam dos trabalhos executados por Mravinsky sabem do que eu estou a falar. Mravinsky foi um grande mago. Aquilo em que ele colocou as suas mãos, transformou-se em algo imorredouro. E quando não se deu isso, em algo que desperta atenção, que merece ser escutado com toda a sensibilidade possível. Por isso, estes dez CDs são referências extraordinárias para quem quer conhecer o trabalho executado ao longo de mais de 50 anos à frente da Filarmônica de Leningrado, na Rússia. Apesar de ter concluído a caixa, postarei alguns outros CDs que tenho com obras regidas por Evgeny – Shostakovich, Beethoven e outros. Boa apreciação destes dois últimos CDs!

DISCO 9

Ludwig van Beethoven (1770-1827) – Sinfonia No. 4 em Si bemol maior, Op. 60
01. Adagio, Allegro vivace
02. Adagio
03. Menuetto-Allegro vivace
04. Allegro ma non troppo

Sinfonia No. 2 em Ré maior, Op. 36
05. Adagio molto, Allegro con brio
06. Larghetto
07. Scherzo, Trio
08. Allegro molto

DISCO 10

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) – Overture Le Nozze di Figaro
01. Overture Le Nozze di Figaro

Carl Maria von Weber (1786-1826) – Overture Freischütz
02. Overture Freischütz

Georges Bizet (1838-1875) – L’Arlésienne Suite – Farandole
03. L’Arlésienne Suite – Farandole

Claude Debussy (1862-1918) - Nocturnes
04. Nuages
05. Fetes
06. Sirenes

Alexander Nikolayevich Scriabin (1872-1915) -Le Poème de l’extase
07. Le Poème de l’extase

Leningrad Philharmonic Orchestra
Evgeny Mravinsky, regente

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Carlinus

Coleção Grandes Compositores 06/33: W.A. Mozart (1756-1791) (II)

Que Mozart é gênio todos sabemos e não temos dúvidas, mas confesso que sua música é tão perfeitinha que acaba não me agradando ou não me empolgando verdadeiramente. Mozart é uma espécie de Beatles da música clássica, algumas pessoas “leigas” sempre escutam e dizem: “Eu gosto dessa música!”, então chega outro que conhece um pouco mais e diz: “Isso é Mozart!”. Com os Beatles acontece algo parecido. Todo mundo gosta de uma determinada música e muitos não tinham a menor ideia que se tratava de Beatles. Mas retirem o que eu disse sobre Mozart no que diz respeito ao Quinteto para Clarineta – esse sim, é fantástico e não canso de ouvir nunca. Talvez tenha exagerado um pouco no meu parecer sobre Mozart, mas é bem próximo disso!

***

Wolfgang Amadeus Mozart tinha 17 anos quando terminou seu primeiro concerto para piano e orquestra. Para um talento tão precoce, foi uma chegada relativamente tardia ao gênero que lhe renderia algumas de suas ricas criações. Mas, em comparação, a mais antiga sinfonia de Mozart data de seus 8 anos; aos 10, compôs uma série de sonatas para violino, e um par de óperas dois anos mais tarde.

No entanto, assim que Mozart descobriu as possibilidades oferecidas pelo concerto para piano passou a cultivá-lo entusiasticamente pelo resto de sua carreira. Ele deu ao mundo aproximadamente duas dúzias de obras originais, nessa forma musical, durante dezoito anos que lhe restaram (os quatro primeiros concertos foram meros arranjos feitos por seus amigos J. C. Bach e outros músicos para trabalhos de sua infância), partituras que continuam a impressionar e deleitar por sua graça, ingenuidade e força expressiva.

Na verdade, Mozart não descobriu o potencial inerente ao concerto para piano a ponto de criá-lo sozinho. Porém suas realizações fizeram com que o gênero evoluísse, de um patamar modesto no qual a orquestra servia principalmente como moldura para o brilho do solista, para um drama absorvente, apresentando dois personagens complexos. O piano e a orquestra não apareciam apenas em alternância, como ocorria nos concertos dos predecessores de Mozart, mas frequentemente em diálogo íntimo, fundindo suas vozes para criar inconsúteis texturas musicais ricamente coloridas.

A orquestra havia se expandido, do coro básico de cordas que satisfizera os compositores de concerto por quase um século, com os recém adicionados instrumentos de sopro assumindo papéis de especial destaque. Mozart equilibrou esse conjunto mais vigoroso, criando partes de brilho excepcional para teclado. O resultado foi um concerto para piano de nível totalmente superior – mais ambicioso, mais intrincado, mais profundo – a todos anteriormente concebidos.

Fonte: encarte do cd.

Uma ótima audição!

.oOo.

Coleção Grandes Compositores Vol. 06: W.A. Mozart (II)

DISCO A
Concerto para Piano Nº 27 em Si Bemol, K. 595
01. Allegro (14:31)
02. Larghetto (8:58)
03. Allegro (9:25)
Emil Gilels, piano
Orquestra Filarmônica de Viena, Karl Böhm

Sinfonia Nº 38 em Ré, K. 504 “Praga”
04. Adágio – Allegro (17:40)
05. Andante (11:28)
06. Finale: Presto (7:41)
Orquestra Filarmônica de Viena, James Levine

DISCO B
Quinteto para Clarineta em Lá, K. 581

01. Allegro (9:35)
02. Larghetto (7:04)
03. Minueto (7:19)
04. Allegretto con variazioni (10:18)
Quarteto Allegri
Jack Brymer, clarineta

Fantasia em Dó Menor, K. 475
05. Adágio  – Allegro – Andantino – Più allegro – Tempo I (13:07)
Mitsuko Uchida, piano

Sonata para Piano Nº 14 em Dó Menor, K. 457
06. Molto allegro (5:18)
07. Adágio (8:09)
08. Allegro assai (4:12)
Mitsuko Uchida, piano

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Marcelo Stravinsky

Bernstein conduz Mozart, Mendelssohn, Tchaikovsky e Dvorak

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Interessante que não achei estes quatro CDs em local nenhum. São 4 discos que trazem peças de uma grandiosidade clássica inquestionável conduzidas pelo regente americano Leonard Bernstein. Bernstein foi um dos nomes mais importantes da música do século XX. Pianista, compositor, maestro, entusiasta, promotor da carreira de outros músicos, em tudo isso Bernstein atuou como nenhum outro. Suas gravações são uma referência. Esteve à frente das principais orquestra dos mundo – Berlin, Nova York, Boston, Viena, entre outras. Aqui temos uma oportunidade de ver o maestro em ação. Mozart, Mendelssohn, Tchaikovsky e Dvorak são interpretados com bastante autoridade. Na minha opinião, acredito que tenha faltado Beethoven e Brahms para que o repertório ficasse completo e perfeito. Boa apreciação!

Bernstein conduz Mozart, Mendelssohn, Tchaikovsky e Dvorak

Disco 1

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) -

Sinfonia No. 41 em Dó maior, K 551 – “Júpiter”
01. Allegro vivace
02. Andante cantabile
03. Menuetto.Allegreto – Trio
04. Molto allegro

Sinfonia No. 40 em Sol menor, K. 550
05. Molto Allegro
06. Andante
07. Menuetto: Allegreto
08. Allegro Assai

Wiener Philharmoniker
Leonard Bernstein, regente

Disco 2

Felix Mendelssohn (1809-1847) –

Sinfonia No. 3 em A maior, Op. 56 – “Escocesa

01. Andante con moto-Allegro un poco agitato
02. Vivace non troppo
03. Adagio
04. Allegro vivacissimo-Allegro maestoso assai

Sinfonia No. 4 em A menor, Op. 90 – “Italiana”

05. Allegro vivace
06. Andante con moto
07. Con moto moderato
08. Saltarello

Israel Philharmonic Orchestra
Leonard Bernstein, regente

Disco 3

Piotr Ilytch Tchaikovsky (1840-1893) –

Sinfonia No. 6 in B minor, Op. 74 – “Patética”
01. Adagio – Allegro non troppo
02. Allegro con grazia
03. Allegro molto vivace
09. Finale
— Adagio lamentoso

New York Philharmonic
Leonard Bernstein, regente

Disco 4

Antonín Dvorak (1841-1904) –

Sinfonia No. 9 em E menor, Op. 95 – “Do Novo Mundo”
01. Adagio – Allegro Molto
02. Largo
03. Scherzo – Molto Vivace – Poco Sostenuto
04. Allegro con Fuoco

3 Slavonic Dances op. 46
05. No.1 in C major. Presto
06. No.3 in A flat major. Poco allegro
07. No.8 in G minor. Presto

Israel Philharmonic Orchestra
Leonard Bernstein, regente

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Carlinus

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) – Sonata em Ré maior, K. 448 (375a) – para 2 pianos, Andante & 5 Variações em Sol maior, K. 501 – para 4 mãos e Sonata em Ré maior, K. 381 (123a)

Um maravilhoso CD com aquele “aroma” tão essencial da música de Mozart. Dois extraordinários pianistas a ministrarem com habilidade e técnica incondicionais a fluência das sonatas de Wolfgang. E notório que neste CD a execução, em alguns momentos, é feita de modo mais “rápido” segundo pude perceber, todavia de forma não menos maravilhosa. Mozart é assim: revela-se belo do início ao fim. Certa vez perguntaram a Érico Veríssimo, o escritor gaúcho de Cruz Alta, famoso pela sua literatura deliciosa, quais os compositores mais admirava. Ao que ele respondeu: “Bach, Beethoven e Mozart. Neles eu encontro tudo o que preciso em matéria de música”. Também penso como o Érico. Esses três compositores são essenciais a qualquer indíviduo bem ajuizado. Boa apreciação!

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) – Sonatas para piano

Sonata em Ré maior, K. 448 (375a) – para 2 pianos
01. Allegro con spirito
02. Andante
03. Allegro molto

Andante & 5 Variações em Sol maior, K. 501 – para 4 mãos
04. Andante & 5 Variações em Sol maior, K. 501

Sonata em Sol maior, K. 521 – para 4 mãos
05. Allegro
06. Andante
07. Allegretto

Sonata em Ré maior, K. 381 (123a)
08. Allegro
09. Andante
10. Allegro molto

Martha Argerich, piano
Alexandre Rabinovich, piano

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Carlinus

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) – Concerto para piano e orquestra No. 22 em Mi bemol maior, K. 482 e Ludwig van Beethoven (1770-1827) – Concerto para piano e orquestra No. 3 em Dó menor, Op. 37

Para um CD como este, penso que as apresentações sejam dispensáveis. Por isso iremos com certa urgência à música. Uma excelente apreciação!

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) –
Concerto para piano e orquestra No. 22 em Mi bemol maior, K. 482
01. Allegro
02. Andante
03. Allegro

Ludwig van Beethoven (1770-1827) –
Concerto para piano e orquestra No. 3 em Dó menor, Op. 37
04. Allegro con brio
05. Largo
06. Rondo (Allegro)

Philharmonia Orchestra
Riccardo Muti, regente
Svjatoslav Richter, piano

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Carlinus