From Spain to Eternity – The Sacred Polyphony of El Greco’s Toledo: Alonso Lobo, Cristóbal de Morales, Francisco Guerrero – Ensemble Plus Ultra

From Spain to Eternity - sleeveFrom Spain to Eternity – The Sacred Polyphony of El Greco’s Toledo

Alonso Lobo, Cristóbal de Morales, Francisco Guerrero

Ensemble Plus Ultra

 

É uma deliciosa ironia que um artista que era toledano por adoção em vez de por nascimento, um gênio conhecido universalmente por um apelido (“O Grego”) que inquestionavelmente o marca como um estranho, é, no entanto, e sem dúvida, a figura cultural mais inextricável ligado à cidade espanhola de Toledo.

 

Em 1577, após jornadas em Veneza, Roma e Madri, Domenikos Theatakopoulas (1541-1614), nascido em Creta, se estabeleceu na cidade imperial cercada pelo rio Tagus [Tejo, em Portugal], tornando-se seu lar por quase quatro décadas. Para as gerações subseqüentes, El Greco e Toledo tornaram-se tão inseparáveis que o historiador Richard Kagan foi levado a afirmar: “El Greco e Toledo são um”. Nas palavras do amigo do artista, o frade trinitário Hortensia Félix de Paravicino: “Creta deu-lhe vida e pincéis, e Toledo deu-lhe uma pátria melhor, onde através da morte ele começou a alcançar a vida eterna”. (ex-catálogo)

 
From Spain to Eternity – The Sacred Polyphony of El Greco’s Toledo
Alonso Lobo (Sevilha, c.1555-1617)
01. Versa est in luctum
Cristóbal de Morales (Spain, 1500-1553)
02. Clamabat autem mulier Chananea
Francisco Guerrero (Sevilha, 1528-1599)
03. Prudentes virgines
Alonso Lobo (Sevilha, c.1555-1617)
04. Missa ‘Prudentes virgines’ a 5: Kyrie
05. Missa ‘Prudentes virgines’ a 5: Gloria
06. Missa ‘Prudentes virgines’ a 5: Credo
07. Missa ‘Prudentes virgines’ a 5: Sanctus
08. Missa ‘Prudentes virgines’ a 5: Benedictus
09. Missa ‘Prudentes virgines’ a 5: Agnus Dei
Cristóbal de Morales (Spain, 1500-1553)
10. Quanti mercernarii
Alonso de Tejeda (Espanha, 1540-1628)
11. Rex autem David
Cristóbal de Morales (Spain, 1500-1553)
12. Expandit Sion manus suas
Alonso de Tejeda (Espanha, 1540-1628)
13. Miserere mei, Deus
Alonso Lobo (Sevilha, c.1555-1617)
14. Ave regina coelorum
The Burial of the Count of Orgaz (1586–1588, oil on canvas, 480 × 360 cm, Santo Tomé, Toledo), El Greco’s best known work.
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From Spain to Eternity – The Sacred Polyphony of El Greco’s Toledo – 2014
Ensemble Plus Ultra
dir. Andrew Gant.
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Boa audição.

Avicenna

Tomás Luis de Victoria Sacred Works – Ensemble Plus Ultra – CD 10/10: Motetes e Himnos para el Año Litúrgico

CD 10

Tomás Luis de Victoria Sacred Works
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Motetes e Himnos para el Año Litúrgico

Ensemble Plus Ultra
dir. Michael Noone

 cd 10/10
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Gramophone Awards 2012
 
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Última entrega de las grabaciones de Fundación Caja Madrid dedicadas a la obra del gran compositor español Tomás Luis de Victoria, sin duda uno de los compositores españoles con más proyección internacional. Michael Noone, el director del conjunto vocal Ensemble Plus Ultra ha realizado una valiosa labor de investigación y recuperación de partituras del compositor que nos permite conocer en profundidad su obra vocal y disfrutar de este gran legado musical. La interpretación de los integrantes del Ensemble Plus Ultra, grandes especialistas de este repertorio, es sencillamente magistral.

(https://www.elcorteingles.es/musica/A16734248-victoria-motetes-e-himnos-para-el-ano-liturgico-vol-10-cd/)

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Tomás Luis de Victoria (Spain, 1548-1611) – CD 10/10
01. Surrexit pastor bonus a 6
02. O lux et decus Hispaniae a 5
03. O Regem caeli a 4
04. Magi viderunt stellam a 4
05. Conditor alme siderum a 4
06. Vadam et circuibo civitatem a 6
07. Duo seraphim a 4
08. Veni, creator Spiritus a 4
09. O magnum mysterium a 4
10. Ascendens Christus a 5
11. Dum complerentur dies Pentecostes a 5
12. Hostis Herodes a 4
13. Quem vidistis, pastores? a 6
14. Ardens est cor meum a 6
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Tomás Luis de Victoria Sacred Works – CD 10/10 – 2011
Ensemble Plus Ultra; dir. Michael Noone
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Boa audição.

Avicenna

Tomás Luis de Victoria Sacred Works – Ensemble Plus Ultra – CD 9/10: Missa Salve Regina y Motetes

CD 09Tomás Luis de Victoria Sacred Works
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Missa Salve Regina
Motetes

Ensemble Plus Ultra; dir. Michael Noone

 cd 9/10
 .
Gramophone Awards 2012
 .
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A Missa Salve Regina é a primeira missa a dois coros que Victoria publicou e a primeira missa policoral documentada na Espanha.

O brilho e a variedade do som das oito vozes, por causa da alternância sensível entre dois coros, foi apresentada como a solução estética à técnica declamatória imposta pelas novas correntes que buscavam, principalmente, a inteligibilidade de 105 textos litúrgicos. A pobreza de uma escrita silábica, como aquela pregada por alguns reformadores religiosos, era compensada pelos recursos de timbre que os dois coros possibilitaram. Seriam Missas “curtas”, como exigiam 105 tempos, mas não pobres. A evidente redução de tempos (incluindo um único Agnus Dei e sem qualquer cânone) não resultou em uma quantidade menor de música.<

A Missa Salve Regina é uma imitação ou missa paródia baseada em uma obra do próprio Victoria, a Antífona Salve Regina a oito vozes, publicada em 1576. Em certo sentido, formam um grupo com outras duas missas, a Alma Redemptoris Mater e a Ave Regina coelorum, ambos também a oito vozes. Elas foram publicados pela primeira vez em 1600 com uma parte para órgão. Todos as três missas são baseadas em antífonas marianas (poderíamos falar em um subtipo de missa de imitação que seria a missa antífona), pelo o que se chegou a argumentar que Victoria teria completado a série com uma missa baseada na quarta antífona Mariana Regina coeli. (internet)
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Tomás Luis de Victoria (Spain, 1548-1611) – CD 9/10
01. Lauda Sion a 8
02. Domine non sum dignus a 4
03. Salve Regina a 8
04. Ave, maris stella a 4
05. Ego sum panis vivus a 4
06. Tantum ergo a 5
07. Missa Salve Regina a 8 – Kyrie
08. Missa Salve Regina a 8 – Gloria
09. Missa Salve Regina a 8 – Credo
10. Missa Salve Regina a 8 – Sanctus – Benedictus
11. Missa Salve Regina a 8 – Agnus Dei
12. O sacrum convivium a 4
13. Litaniae de Beata Virgine a 8
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Tomás Luis de Victoria Sacred Works – CD 09/10 – 2011
Ensemble Plus Ultra; dir. Michael Noone
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MP3 | 320 kbps | 128 MB
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Avicenna

Tomás Luis de Victoria Sacred Works – Ensemble Plus Ultra – CD 8/10: Missa Ave Regina; Motetes y Música para Vísperas.

CD 08Tomás Luis de Victoria Sacred Works
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Missa Ave Regina
Motetes y Música para Vísperas

Ensemble Plus Ultra; dir. Michael Noone

 cd 8/10
 .
Gramophone Awards 2012
 .
 

Nossa série de dez CDs reúne um total de 42 músicos de mais de cinco países em gravações de mais de 90 obras do maior dos polifonistas espanhóis. Com o apoio de uma equipe que incluiu três produtores e engenheiros de gravação, passamos mais de 60 dias em 2008 e 2009 gravando mais de 12 horas de música em ambientes acusticamente soberbos como a igreja colegial em Lerma, a igreja de San Pedro em Tordesilhas e St Judes-on-the-hill em Londres.

Neste emocionante empreendimento, juntam-se os instrumentistas especialistas de His Majestys Sagbutts & Cornetts (dir. Jeremy West), os especialistas espanhóis Schola Antiqua (dir. Juan Carlos Asensio) e o renomado organista Andrés Cea Galan, que toca os órgãos históricos de Tordesilhas e Lerma. A série de gravações é um projeto da Fundación Caja Madrid e todo o projeto foi dirigido por Michael Noone. (internet)

Tomás Luis de Victoria (Spain, 1548-1611) – CD 8/10
01. Nigra sum sed formosa a 6
02. Senex puerum portabat a 4
03. Salve Regina a 6
04. Dixit Dominus a 8
05. Magnificat quinti toni a 6
06. Laudate Dominum a 8
07. Ave Regina caelorum a 8
08. Missa Ave Regina a 8 – Kyrie
09. Missa Ave Regina a 8 – Gloria
10. Missa Ave Regina a 8 – Credo
11. Missa Ave Regina a 8 – Sanctus – Benedictus
12. Missa Ave Regina a 8 – Agnus Dei
13. Date ei de fructu a 4
14. O sacrum convivium a 6

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Tomás Luis de Victoria Sacred Works – CD 08/10 – 2011
Ensemble Plus Ultra; dir. Michael Noone
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MP3 | 320 kbps | 129 MB
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Avicenna

Tomás Luis de Victoria Sacred Works – Ensemble Plus Ultra; His Majestys Sagbutts & Cornetts; Schola Antiqua – CD 7/10: Liturgia de Pascua en el Madrid de los Austrias, ca. 1600

CD 07Tomás Luis de Victoria Sacred Works
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Liturgia de Pascua en el Madrid de los Austrias, ca. 1600

Ensemble Plus Ultra; dir. Michael Noone
His Majestys Sagbutts & Cornetts
Schola Antiqua, Juan Carlos Asensio, dir.

 cd 7/10
 .
Gramophone Awards 2012
 .
IM-PER-DÍ-VEL
 
His Majestys Sagbutts & Cornetts é um grupo britânico de música antiga fundado em 1982. O conjunto atualmente consiste em três cornetts e quatro sackbuts, com órgão de câmara ou cravo. O grupo frequentemente colabora com outros instrumentistas e cantores, e tem uma extensa discografia na Hyperion Records e em outros selos.
sackbutUm sagbutt ou sackbut é um tipo de trombone das épocas renascentista e barroca, caracterizado por uma vara telescópica que é usada para variar o comprimento do tubo para alterar o tom. Ao contrário do antigo trompete, a partir do qual evoluiu, o sackbut possui uma vara em forma de U, com dois tubos deslizantes paralelos, o que permite tocar escalas em um intervalo mais baixo. (internet)

Tomás Luis de Victoria (Spain, 1548-1611) – CD 7/10
01. Laetatus sum a 12
02. Laudate pueri a 8
03. Magnificat sexti toni a 12
04. Resurrexi et adhuc tecum sum
05. Missa Laetatus sum a 12 – Kyrie
06. Missa Laetatus sum a 12 – Gloria
07. Missa Laetatus sum a 12 – Credo
08. Missa Laetatus sum a 12 – Sanctus – Benedictus
09. Missa Laetatus sum a 12 – Agnus Dei
10. Alleluia. Angelus Domini
11. Victimae paschali laudes a 8
12. Ad cenam Agni providi a 4
13. Ecce nunc benedicite Dominum a 8
14. Regina caeli laetare a 8

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Tomás Luis de Victoria Sacred Works – CD 07/10 – 2011
Ensemble Plus Ultra; dir. Michael Noone
His Majestys Sagbutts & Cornetts
Schola Antiqua, Juan Carlos Asensio, dir.
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Ao centro, um sackbut.
Ao centro, um sackbut.

Avicenna

Tomás Luis de Victoria Sacred Works – Ensemble Plus Ultra – CD 6/10: Missa O Quam Gloriosum; Hymns; Motets.

CD 06Tomás Luis de Victoria Sacred Works
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Missa O Quam Gloriosum
Hymns
Motets

Ensemble Plus Ultra
dir. Michael Noone

 cd 6/10
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Gramophone Awards 2012
 

As técnicas da “missa de paródia”(*) tinham mais de cem anos quando foram ensinadas ao jovem Tomás Luis de Victoria. Desde as obras da geração de Josquin, até o início do século XVI, os compositores usaram os motetos (e também a música secular) para unificar suas configurações dos cinco movimentos do Ordinário da Missa. Seções principais da Missa deveriam começar citando a frase de abertura do modelo, e motivos internos semelhantes deveriam tecer ainda mais a Missa. Mas a publicação de nove missas de Victoria em 1583 incluiu várias que dobraram as “regras” da paródia quase ao ponto de ignorá-las. Sua Missa de 1583, no moteto O quam gloriosum, embora claramente unificada no mundo sonoro dos cinco movimentos, trata seu modelo de maneira tão frouxa que parece às vezes ser livremente composta.

Esta Missa, embora baseada no próprio moteto de 1572 de Victoria, O quam gloriosum (para o Dia de Todas as Almas), nem usa a frase de abertura do moteto, como seria de esperar na tradição da paródia; em vez disso, trata a segunda incisão do texto, in quo cum Christo como o motivo principal do modelo que aparece à frente de vários (mas não todos) movimentos. A poderosa e alegre série de acordes no moteto pode parecer muito distinta, ou muito limitada aos movimentos de missa resultantes.

Em vez disso, Victoria compõe cinco movimentos que compartilham vários motivos menores derivados de outras partes do moteto. Os mais comuns são um par de motivos – um subindo por um quarto melódico, o outro descendo um terço e subindo até uma tônica – que juntos definem o texto final do modelo, quocumque ierit. Ele também faz excelente uso de uma série de suspensões descendentes que no moteto evocam a penúltima frase, sequntur Agnum: as vozes literalmente “seguem” uma a outra para formar a frase musical. Esta passagem memorável aparece várias vezes na missa, chegando mesmo a dominar toda a composição, sendo citada quase literalmente para fechar tanto o Kyrie quanto o Agnus Dei, o primeiro e o último. 

(*) Missa de paródia é um arranjo musical da missa, tipicamente do século XVI, que usa múltiplas vozes de outra música pré-existente, como um fragmento de um moteto ou um canto secular, como parte de seu material melódico. Distingue-se dos dois outros tipos mais proeminentes de composição de missa durante o Renascimento, o cantus firmus e a missa de paráfrase. “Paródia” muitas vezes não tem nada a ver com humor, como no sentido moderno da palavra; enquanto, em alguns casos, canções seculares maliciosas eram de fato usadas na composição de missas, igualmente a música sagrada não-litúrgica, como os motetos, formavam a base para as missas de paródia. Em vez de chamar de “missa de paródia”, o termo “missa de imitação” tem sido sugerido como mais preciso e mais próximo do uso original, já que o termo “paródia” é baseado em uma leitura errada de um texto do final do século XVI. (internet)

Tomás Luis de Victoria (Spain, 1548-1611) – CD 6/10
01. Tu es Petrus a 6
02. Christe, Redemptor omnium a 4
03. Doctor bonus a 4
04. Tibi Christe a 4
05. Descendit Angelus a 5
06. O Doctor optime a 4
07. O quam gloriosum – motet a 4
08. Missa O quam gloriosum a 4 – Kyrie
09. Missa O quam gloriosum a 4 – Gloria
10. Missa O quam gloriosum a 4 – Credo
11. Missa O quam gloriosum a 4 – Sanctus
12. Missa O quam gloriosum a 4 – Benedictus
13. Missa O quam gloriosum a 4 – Agnus Dei
14. Lauda mater ecclesia a 4
15. O decus apostolicum a 4
16. Aurea luce et decore a 4
 .
Tomás Luis de Victoria Sacred Works – CD 06/10 – 2011
Ensemble Plus Ultra
dir. Michael Noone
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Tomás Luis de Victoria Sacred Works – Ensemble Plus Ultra – CD 5/10: Missa Alma Redemptoris Mater; Magnificats; Marian Motets.

CD 05Tomás Luis de Victoria Sacred Works
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Missa Alma Redemptoris Mater
Magnificats
Marian Motets

Ensemble Plus Ultra
dir. Michael Noone

 cd 5/10
 .
Gramophone Awards 2012
 
Victoria (1548-1611), nasceu na Espanha, e foi educado pelos jesuítas em Ávila. Ele estudou para o sacerdócio em Roma começando em 1567, e até quando ele mudou-se para Madrid em 1586, teve motetos, missas e Magnificats publicados em Veneza e Roma.

Em Madri, em 1600, Victoria compôs 14 grandes novas obras, para oito ou mais vozes, para serem cantadas na Catedral de Salamanca, cujo manuscrito gerou um grande livro separado, de um estilo musical que nunca tinha sido ouvido antes. Este apontou o caminho para o barroco tardio como o de nenhum outro compositor.

Muitas dessas obras estão tendo suas gravações de estréia, o que torna esta coleção muito especial. A gravação é nítida e limpa, com bom e bonito 
equilíbrio. As vozes são maravilhosos, e não há um eco que possa estar desproporcional. Esta é uma visão maravilhosa para um grande compositor que liderou o caminho no século 17 à era barroca. (internet)
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Tomás Luis de Victoria (Spain, 1548-1611) – CD 5/10
01. Magnificat primi toni a 8
02. Alma Redemptoris Mater – antiphon a 8
03. Missa Alma Redemptoris Mater a 8 – Kyrie
04. Missa Alma Redemptoris Mater a 8 – Gloria
05. Missa Alma Redemptoris Mater a 8 – Credo
06. Missa Alma Redemptoris Mater a 8 – Sanctus
07. Missa Alma Redemptoris Mater a 8 – Benedictus
08. Missa Alma Redemptoris Mater a 8 – Agnus Dei
09. Ut queant laxis a 4
10. Magnificat quatri toni a 4
11. Vadam et circuibo civitatem a 6
12. Pange lingua (‘more hispano’) a 4
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Tomás Luis de Victoria Sacred Works – CD 05/10 – 2011
Ensemble Plus Ultra
dir. Michael Noone
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MP3 | 320 kbps | 164 MB
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Tomás Luis de Victoria Sacred Works – Ensemble Plus Ultra – CD 4/10: Missa de Beata Virgine; Magnificat Primi Toni; Marian Motets.

Tomás Luis de Victoria Sacred Works
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Missa de Beata Virgine
Magnificat Primi Toni
Marian Motets

Ensemble Plus Ultra
dir. Michael Noone

 cd 4/10
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Gramophone Awards 2012
 

Muitos compositores durante o Renascimento escreveram a Missa de Beata Virgine (Missa da Santíssima Virgem). Alguns dos mais famosos incluem: Josquin; La Rue; Palestrina; Morales; Brumel e Victoria. (internet)

Tomás Luis de Victoria (Spain, 1548-1611) – CD 4/10
01. Ave Maria a 8
02. Vidi speciosam a 6
03. Gaude Maria virgo a 5
04. Missa De Beata Maria Vergine a 5 – Kyrie
05. Missa De Beata Maria Vergine a 5 – Gloria
06. Missa De Beata Maria Vergine a 5 – Credo
07. Missa De Beata Maria Vergine a 5 – Sanctus
08. Missa De Beata Maria Vergine a 5 – Benedictus
09. Missa De Beata Maria Vergine a 5 – Agnus Dei
10. Quam pulchri sunt a 4
11. Sancta Maria a 4
12. Trahe me post te a 6
13. Magnificat primi toni a 4
14. Beata es a 6
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Tomás Luis de Victoria Sacred Works – CD 04/10 – 2011
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Avicenna

Tomás Luis de Victoria Sacred Works – Ensemble Plus Ultra – CD 3/10: Missa Gaudeamus; Magnificat octavi toni; Missa Ave maris stella.

CD 03

Tomás Luis de Victoria Sacred Works
Missa Gaudeamus
Magnificat octavi toni
Missa Ave maris stella.

Ensemble Plus Ultra
dir. Michael Noone

 cd 3/10
Gramophone Awards 2012
 

Uma das características mais agradáveis da música coral ibérica deste período é a perspectiva de que Victoria e seus contemporâneos tinham as regras da polifonia que, pela referência de Palestrina, eram sagradas e absolutas: é essa variedade e imprevisibilidade que mantém essa música envolvida o suficiente para apoiar 10 discos e 90 peças pelo mesmo compositor em um só lugar.

Mas a menos que um coro abraçe a música com o mesmo espírito de insubordinação, muitos de seus ritmos, harmonias e audazes dissonâncias passarão despercebidas. Esta é uma das grandes forças do Ensemble Plus Ultra, que abraça as performances de todas essas peças com um senso entusiástico de que tudo é possível. Em última análise, porém, é apenas a música profundamente humana e emocional que eles executam não apenas com grande ternura, mas tão simplesmente que uma pessoa é atingida toda vez – como se pela primeira vez – por sua beleza cristalina e descomplicada.
Review Record / Caroline Hill, Gramophone (Londres) / 01 de outubro de 2012

Tomás Luis de Victoria (Spain, 1548-1611) – CD 3/10
01. Missa Gaudeamus a 6 – Kyrie
02. Missa Gaudeamus a 6 – Gloria
03. Missa Gaudeamus a 6 – Credo
04. Missa Gaudeamus a 6 – Sanctus
05. Missa Gaudeamus a 6 – Benedictus
06. Missa Gaudeamus a 6 – Agnus Dei
07. Magnificat octavi toni a 4
08. Vidi aquam a 4
09. Missa Ave maris stella a 4 – Kyrie
10. Missa Ave maris stella a 4 – Gloria
11. Missa Ave maris stella a 4 – Credo
12. Missa Ave maris stella a 4 – Sanctus
13. Missa Ave maris stella a 4 – Benedictus
14. Missa Ave maris stella a 4 – Agnus Dei
 .
Tomás Luis de Victoria Sacred Works – CD 03/10 – 2011
Ensemble Plus Ultra
dir. Michael Noone
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Boa audição.

Avicenna

Tomás Luis de Victoria Sacred Works – Ensemble Plus Ultra – CD 2/10: Lamentationes Jeremiae.

dois

Tomás Luis de Victoria Sacred Works
Lamentationes Jeremiae

Ensemble Plus Ultra
dir. Michael Noone

 cd 2/10
Gramophone Awards 2012
 

Tomás Luis de Victoria (às vezes italianizado como da Vittoria; 1548 – 27 de agosto de 1611) foi o compositor mais famoso da Espanha do século XVI, e foi um dos mais importantes compositores da Contra-Reforma, juntamente com Giovanni Pierluigi da Palestrina. e Orlando di Lasso. Victoria não era apenas um compositor, mas também um organista e cantor bem-sucedido, além de sacerdote católico. No entanto, ele preferiu a vida de um compositor ao de um performer.

Em 1585, escreveu o seu Officium Hebdomadae Sanctae (Serviço para a Semana Santa), uma coleção que incluí 37 peças que fazem parte das celebrações da Semana Santa na liturgia católica. (internet)

Encontramos a íntegra do Officium Hebdomadæ Sanctæ aqui no PQPBach, ou em http://pqpbach.sul21.com.br/2017/12/11/tomas-luis-de-victoria-officium-hebdomadae-sanctae-1585/ 

Tomás Luis de Victoria (Spain, 1548-1611) – CD 2/10
01. Vere languores nostros a 4

02. Pueri Hebraeorum a 4
Lamentationes Jeremiae
03. Officium Hebdomadae Sanctae I. Incipit lamentatio Jeremiae a 4
04. Officium Hebdomadae Sanctae II. Vau. Et egressus est a 4
05. Officium Hebdomadae Sanctae III. Jod. Manum suam misit hostis a 5
06. Officium Hebdomadae Sanctae IV. O Domine Jesu Christe a 6
07. Officium Hebdomadae Sanctae V. Heth. Cogitavit Dominus a 4
08. Officium Hebdomadae Sanctae VI. Lamed. Matribus suis dixerunt a 4
09. Officium Hebdomadae Sanctae VII. Aleph. Ego vir videns a 5
10. Officium Hebdomadae Sanctae VIII. O vos omnes a 4
11. Officium Hebdomadae Sanctae IX. Heth. Misericordiae Domini a 4
12. Officium Hebdomadae Sanctae X. Aleph. Quomodo obscuratum a 4
13. Officium Hebdomadae Sanctae XI. Incipit oratio Jeremiae a 6
 .
Tomás Luis de Victoria Sacred Works – CD 02/10 – 2011
Ensemble Plus Ultra
dir. Michael Noone
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Boa audição.

Avicenna

Tomás Luis de Victoria Sacred Works – Ensemble Plus Ultra – CD 1/10: Veni Sancte Spiritus; Missa Pro Victoria; Missa Pro Defunctis.

hum
Tomás Luis de Victoria Sacred Works
Veni Sancte Spiritus
Missa Pro victoria
Missa Pro defunctis

Ensemble Plus Ultra
dir. Michael Noone

cd 1/10

 Gramophone Awards 2012
 

Esta coleção monumental foi lançada em 2011 para celebrar o 400º aniversário da morte de Victoria. A coleção de dez discos oferece performances de mais de 90 obras do maior dos polifonistas espanhóis, muitos dos quais nunca foram gravados antes.

O Ensemble Plus Ultra não é um coro, mas um consórcio de músicos de câmara – uma abordagem muito diferente de outros grupos de música antigos. Também se beneficia de uma associação próxima com um grupo de estudiosos especializados em música vocal da Renascença, permitindo-lhe recorrer à mais recente pesquisa musicológica e assegurando que seu repertório seja sempre interessante e incomum e muitas vezes inédito.

Exemplos de composições descobertas pelo Ensemble Plus Ultra incluem os trabalhos de Cristóbal de Morales (c. 1500–53), o foco da aclamada gravação de estréia do grupo no selo Glossa, ‘Morales en Toledo’. Este projeto foi seguido pela primeira gravação dedicada exclusivamente à música de Fernando de las Infantas (1534-c. 1610), o compositor e teólogo nascido na Espanha que se estabeleceu em Roma na década de 1560.

Enquanto a música espanhola tem sido o sustentáculo do repertório do Ensemble Plus Ultra, o grupo está igualmente em casa tocando música de outras nações. Gravações recentes incluem composições do teórico musical italiano do século XVI Gioseffo Zarlino, do médico, alquimista e músico alemão Michael Maier e do célebre compositor inglês William Byrd.

O Ensemble Plus Ultra visitou amplamente a Europa e a América do Norte. O grupo realizou recentemente concertos em toda a Espanha (Madri, Granada, Cuenca, Santander, León), em festivais em Regensburg, Utrecht, Londres e Cambridge, e fez sua estréia nos EUA em outubro de 2011, com apresentações em Boston e Nova York. (internet)

Tomás Luis de Victoria (Spain, 1548-1611) – CD 1/10
01. Veni Sancte Spiritus a 8
02. Missa Pro victoria a 9 – Kyrie
03. Missa Pro victoria a 9 – Gloria
04. Missa Pro victoria a 9 – Credo
05. Missa Pro victoria a 9 – Sanctus & Benedictus
06. Missa Pro victoria a 9 – Agnus Dei
07. Super flumina Babylonis a 8
08. Missa Pro defunctis a 4 – Introitus
09. Missa Pro defunctis a 4 – Kyrie
10. Missa Pro defunctis a 4 – Graduale
11. Missa Pro defunctis a 4 – Offertorium 
12. Missa Pro defunctis a 4 – Sanctus & Benedictus
13. Missa Pro defunctis a 4 – Agnus Dei
14. Missa Pro defunctis a 4 – Communio 
15. Responsorium: Libera me
16. Peccantem me
17. Credo quod Redemptor
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Tomás Luis de Victoria Sacred Works – CD 01/10 – 2011
Ensemble Plus Ultra
dir. Michael Noone
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Boa audição.

Avicenna

Victoria: Tenebrae Responsories – The Tallis Scholars

AVI-180625-Victoria-Tenebrae Responsories-Tallis

Tenebrae Responsories

Tomás Luis de Victoria (Espanha, 1548-1611)

The Tallis Scholars
Peter Phillips, dir.

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Juntamente com o Requiem (também gravado brilhantemente pelos The Tallis Scholars), esta peça define a reputação de Victoria como um compositor notável.

Os Tenebrae Responsories fazem parte do ciclo litúrgico tradicional durante a Semana Santa – na época de Vitória, a Igreja Católica Romana teria as Lamentações, Jeremias e outros meios para trabalhar no sentido de aumentar a tristeza e as trevas à medida que o mundo se aproximasse da Sexta-feira Santa e do Sábado Santo.

Os Tenebrae Responsories aqui não teriam sido cantados como um todo, mas divididos apropriadamente entre vários serviços. Eles são extremos na simplicidade – Victoria não permite que as configurações musicais dominem as palavras, que são muito importantes para definir o humor aqui. Victoria complementa as palavras. A música alterna entre solos e duetos para partes de quatro vozes, raramente expandindo além disso.

Tenebrae Responsories
Tomás Luis de Victoria

Tenebrae Responsories 01. Amicus meus
Tenebrae Responsories 02. Iudas mercator pessimus
Tenebrae Responsories 03. Unus ex discipulis meis
Tenebrae Responsories 04. Eram quasi agnus
Tenebrae Responsories 05. Una hora
Tenebrae Responsories 06. Seniores populi
Tenebrae Responsories 07. Tamquan ad latronem
Tenebrae Responsories 08. Tenebrae factae sunt
Tenebrae Responsories 09. Animam meam dilectam
Tenebrae Responsories 10. Tradiderunt me
Tenebrae Responsories 11. Iesum tradidit impius
Tenebrae Responsories 12. Caligaverunt oculi mei
Tenebrae Responsories 13. Recessit pastor noster
Tenebrae Responsories 14. O vos omnes
Tenebrae Responsories 15. Ecce quomodo moritur
Tenebrae Responsories 16. Astiterunt reges
Tenebrae Responsories 17. Aestimatus sum
Tenebrae Responsories 18. Sepulto Domino

Tenebrae Responsories – 1990
The Tallis Scholars
Maestro Peter Phillips
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MP3 | 320 kbps | 149 MB
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Avicenna

Victoria: Missa Dum Complerentur – The Westminster Cathedral Choir

Victoria-Missa-Dum-Complerentur

Missa Dum Complerentur

Tomás Luis de Victoria (Espanha, 1548-1611)

The Westminster Cathedral Choir
James O’Donnell, dir.

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Tomás Luis de Victoria foi o maior compositor da “idade de ouro” espanhola da música polifônica do século XVI. Esta gravação inclui a  Missa Dum Complerentur a seis vozes; o moteto a cinco vozes em que a missa é baseada, e mais seis hinos e sequências, incluindo o grande Popule Meus e uma composição do Improperia, que formam o coração da liturgia para a Sexta-Feira Santa.

Esta é uma música de beleza irresistível, que ilustra bem a extraordinária capacidade de Victoria de criar, através da simples homofonia, música extremamente comovente e de grande expressividade.

Missa Dum Complerentur
Tomás Luis de Victoria

01. Veni Sancte Spiritus, sequence fo 8 voices
02. Dum complerentur dies Pentecostes, motet for 5 voices
03. Missa Dum complerentur, for 6 voices: Kyrie
04. Missa Dum complerentur, for 6 voices: Gloria
05. Missa Dum complerentur, for 6 voices: Credo
06. Missa Dum complerentur, for 6 voices: Sanctus
07. Missa Dum complerentur, for 6 voices: Benedictus
08. Missa Dum complerentur, for 6 voices: Agnus Dei
09. Popule meus, responsory (improperium) for 4 voices
10. Salve regina, antiphon for 6 voices
11. Veni Creator Spiritus, hymn for 4 voices
12. Pange lingua, hymn for 4 voices
13. Lauda Sion, sequence for 8 voices

Missa Dum Complerentur – 1996
The Choir of Westminster Cathedral
Maestro James O’Donnell
Joseph Cullen, organ continuo (1, 13)
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MP3 | 320 kbps | 154 MB
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Avicenna

Victoria: Requiem (1605) – Officium Defunctorum – The Sixteen

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Requiem (1605) – Officium Defunctorum

Tomás Luis de Victoria (Espanha, 1548-1611)

The Sixteen
Harry Christophers, dir.

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O Officium Defunctorum foi composto para o funeral da Imperatriz Maria, irmã de Filipe II de Espanha, filha de Carlos V, esposa de Maximiliano II e mãe de dois imperadores; foi dedicado à princesa Margaret para “as exéquias de sua mãe mais venerada”. A Imperatriz Maria morreu em 26 de fevereiro de 1603 e as grandes exéquias foram realizadas em 22 e 23 de abril. Victoria foi apontado como capelão pessoal da Imperatriz Maria desde 1586 até a época de sua morte.

Victoria publicou onze volumes de sua música durante sua vida, representando a maioria de sua produção composicional. Officium Defunctorum, o único trabalho a ser publicado por si só, foi o décimo primeiro volume e o último trabalho publicado por Victoria. A data de publicação, 1605, é freqüentemente incluída com o título para diferenciar o Officium Defunctorum de outra obra de Victoria, a Missa Requiem (em 1583, Victoria compôs e publicou um livro de Missas, reimpresso em 1592, incluindo uma Missa pro defunctis por coro a quatro).

A sublime Missa pro defunctis (1605) de Tomás Luis de Victoria tem sido uma obra central no repertório de The Sixteen; de fato, o número deste conjunto foi baseado nos 16 cantores – 12 homens, 4 meninos – do Monasterio de las Descalzas Reales, que Victoria provavelmente usou para suas próprias apresentações do Requiem. Mas o diretor Harry Christophers adiou o registro dessa obra-prima por muitos anos, esperando que sua interpretação amadurecesse e que o canto do grupo se tornasse o mais refinado possível.

Esta gravação de 2005 é presumivelmente tão boa quanto possível, e, como em qualquer versão do The Sixteen, isso é muito: o tom puro dos cantores, a entonação soberba, a dicção nítida e a mistura luminosa do conjunto são totalmente evidentes, e o Requiem é tão sonoramente rico e expressivamente sombreado como este trabalho renascentista era para soar. O tema sombrio Taedet animam meam, três antífonas marianas e três motetos de textos do Cântico dos Cânticos completam o programa, e as seleções compartilham o suave contraponto e plangentes harmonias modais que são características das maiores obras de Victoria. A gravação do DSD por Coro é maravilhosamente clara e focada, e a acústica da Igreja de São Silas, o Mártir, em Londres, dá a essa ressonância e presença ideais do SACD híbrido. Qualquer um que procura uma introdução perfeita a Victoria, à música sacra renascentista em geral, ou ao talento artístico de The Sixteen faria bem em conferir este esplêndido álbum, um dos melhores absolutamente por qualquer padrão. (extraído da internet)

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Requiem (1605) – Officium Defunctorum
Tomás Luis de Victoria
01. Salve regina a 6
02. Ave Regina caelorum a 5
03. Nigra sum sed formosa
04. Quam pulchri sunt gressus tui
05. Trahe me post te
06. Ave regina caelorum a 8
07. Officium defunctorum: Taedet animam meam
08. Missa Pro Defunctis a 6: 1.Introit
09. Missa Pro Defunctis a 6: 2.Kyrie
10. Missa Pro Defunctis a 6: 3.Gradual
11. Missa Pro Defunctis a 6: 4.Offertory
12. Missa Pro Defunctis a 6: 5.Sanctus & Benedictus
13. Missa Pro Defunctis a 6: 6.Agnus Dei I, II and III
14. Missa Pro Defunctis a 6: 7.Communion
15. Missa Pro Defunctis a 6: 8.Funeral motet: Versa est in luctum
16. Missa Pro Defunctis a 6: 9.Responsory: Libera me

Requiem (1605) – Officium Defunctorum – 2005
The Sixteen, Harry Christophers, dir.
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MP3 | 320 kbps | 165 MB
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powered by iTunes 12.7.4 | 1 h 13 min
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Avicenna

Victoria: Devotion to Our Lady – The Sixteen

Devotion to Our Lady Cover.indd

Devotion to Our Lady

Tomás Luis de Victoria (Espanha, 1548-1611)

The Sixteen
Harry Christophers, dir.

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A tradição de longa data de devoção à Virgem Maria resultou em algumas configurações soberbas de compositores espanhóis. Supremo entre eles, Victoria produziu algumas de suas melhores músicas para textos marianos. 
 .
Esta gravação apresenta obras para oito partes, algumas delas para dois corais antifonais discretamente acompanhados por órgão e bajón*, todos exibindo as magníficas sonoridades pelas quais ele é famoso.
.
bajón* – Antiguo instrumento musical parecido al fagot, pero de sonido más grave y construido en una sola pieza de madera. Ell bajón se utilizó en los siglos xvi y xvii , especialmente en la música religiosa . (Google tradutor)

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Devotion to Our Lady
Tomás Luis de Victoria
01. Salve Regina a 8
02. Missa Salve a 8: 1. Kyrie
03. Missa Salve a 8: 2. Gloria
04. Missa Salve a 8: 3. Credo
05. Missa Salve a 8: 4. Sanctus
06. Missa Salve a 8: 5. Benedictus
07. Missa Salve a 8: 6. Agnus Dei
08. Ave Maris Stella a 4 (Rome 1581)
09. Alma Redemptoris Mater a 8
10. Regina caeli lactare a 8
11. Ave Maria gratia plena a 8
12. Magnificat Primi toni a 8

Devotion to Our Lady – 2011
The Sixteen, Harry Christophers, dir.
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MP3 | 320 kbps | 120 MB
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Avicenna

Alma Latina: De Profundis Ensemble Vocal e Instrumental – Retrospectiva 1987 – 1995

1zee63sDe Profundis Ensemble Vocal e Instrumental
Retrospectiva 1987 – 1995
Música polifónica del período barroco-renacentista

Com instrumentos de época – on period instruments

El Ensemble Vocal e Instrumental De Profundis se formó el 17 de abril de 1987 a iniciativa de su Directora la Mtra. Cristina García Banegas. La música polifónica del período barroco-renacentista ha sido su repertorio más trabajado, incluyendo grandes obras de Bach, como la Misa en Si menor y la Pasión Según San Mateo. Asimismo interpreta obras de carácter sacro y profano de los siglos XV al XVII de origen europeo y de la América colonial.

Las ejecuciones respetan las versiones originales con el acompañamiento de instrumentos de época, siguiendo las más fieles y actuales concepciones de los investigadores y estudiosos de su repertorio.

La trascendente labor musical realizada desde entonces es un continuo aporte para la cultura de Uruguay y de América Latina.

Este disco es la primera recopilación de la historia fonográfica del Ensemble Vocal e Instrumental «De Profundis». Al editar en CD un material que, por razones estrictamente circunstanciales, fue siempre presentado al público en cassette, se pretende a su vez realzar el significado que cada uno de estos fonogramas tuvo en la historia artística del coro en un soporte más duradero y fiel.

La selección de obras que aqui se presenta ilustra la trayectoria del Ensemble casi desde sus comienzos cuando en 1989 – a tan solo dos años de su fundación y a un año de lo que sería su primera gira internacional – «De Profundis» concreta con IFU (Industrias Fonográficas del Uruguay) la primera grabación digital enteramente realizada en el Uruguay. Se trata de «Autores Españoles del Renacimiento» (junio, 1989), una colección de obras maestras de la polifonía española de Sebastián de Vivanco en primera grabación mundial.

Junto con «Autores Españoles…» en 1989 el Ensemble graba muchas de las obras que figuran en «Autores Latinoamericanos Coloniales» aunque estas tomas jamás fueron editadas. Es en 1991 que Cristina García Banegas siente que el grupo ha madurado interpretativamente estas obras y decide volver a grabarlas así como agregar material nuevo adquirido durante ese lapso. De este modo se conforma finalmente la edición de la colección de villancicos latinoamericanos de los siglos XVI al XVIII que tanto caracteriza al repertorio actual del grupo.

En el mismo período del año 1991 se graba «Homenaje a Juan Gutiérrez de Padilla», un volumen dedicado a la polifonía sacra en la Nueva España a través de este magnífico compositor que fuera Maestro de Capilla en la Catedral de Puebla, México entre 1622 y 1664.

El 26 de julio de 1991 «De Profundis» presenta un concierto en la Catedral Metropolitana dedicado a autores suizos con los auspicios de la Embajada de Suiza en el Uruguay. Adicionalmente, se lleva a cabo el registro del concierto en vivo que luego se editaría bajo el título «700 años de la Confederación Helvética» y que se transformaría a su vez en el testimonio de los actos conmemorativos en nuestro país del VII centenario de la Confederación.

Palhinha: ouça: 20. Magnificat

De Profundis: Retrospectiva 1987 – 1995
Juan de Anchieta (España, 1462-1523)
01. Salve Regina
Tomás Luis de Victoria (Spain, 1548-1611)
02. Duo Seraphim
Sebastián de Vivanco (España, ca.1550-1622)
03. Assumpta Est Maria
04. Canite Tuba In Sion
Tomás Pascual (Guatemala, s.XVII)
05. Oy Es Día De Placer
Hernando Franco (el indio) (México, ca.1599))
06. Sancta Mariae, In Ilhuicac Cihaupilli
Juan Gutiérrez de Padilla (Málaga, Espanha c.1590 – Puebla, México, 1664)
07. Las Estreyas Se Rien
Anónimo (Cuzco, s.XVII)
08. Canzona Para Dos Violas Y Continuo
Fr. Juan Pérez de Bocanegra (Cusco, ca. 1610)
09. Hanacpachap Cussicuinim
Roque Jacinto de Chavarría (Sucre, 1688-1719)
10. Fuera, Fuera, Haganles Lugar
Gaspar Fernandes (Portugal, 1566-México,1629)
11. Tañe Gil Tu Tamborino
12. En Un Portalejo Pobre
13. Dame Albricia Mano Anton
14. Xicochi, Xicochi Conetzintle
15. Tleycantimo Choquiliya
16. Eso Rigor E Repente
Juan Gutiérrez de Padilla (Málaga, Espanha c.1590 – Puebla, México, 1664)
17. Stabat Mater
18. Versa Est In Luctum
19. Deus In Auditorium Meum Intende
Bernard Reichel (Suiza, 1901-1993)
20. Magnificat
Frank Martin (Ginebra, 1890-1974)
21. Missa – Agnus Dei
Johann Sebastian Bach (Austria, 1685-1750)
22. Matthäus-Passion – BWV 244 – NR. 68 Chor

Retrospectiva 1987 – 1995
De Profundis Ensemble Vocal e Instrumental
Dir.: Mtra. Cristina Garcia Banegas – 1995

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MP3 320 kbps | 151,3 MB

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Um CD do acervo do musicólogo Prof. Paulo Castagna. Beleza !!!

Boa audição.

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Avicenna

Alma Latina: Nueva España: Close Encounters in the New World, 1590-1690

24myk8yNueva España: Close Encounters in the New World, 1590-1690
The Schola Cantorum Of Boston
The Boston Shawm
Sackbut Ensemble

Pedro Bermúdez, de origen granadino, uno de los más notables polifonistas del primer siglo de dominio español en el Nuevo Mundo, llegó a América luego de haber sido maestro de capilla suplente, junto a Francisco Guerrero, en la Catedral de Sevilla. A finales de 1596 embarcó hacia el virreinato del Perú y el 10 de septiembre de 1597 fue nombrado maestro de capilla de la Catedral del Cusco, en sustitución de Gutierre Fernández Hidalgo. A partir de 1600 tomó posesión del magisterio de capilla de la Catedral de Guatemala y posteriormente de la Catedral de Puebla de los Ángeles en México.

El legado musical de Pedro Bermúdez que ha perdurado hasta nuestros días está conformado exclusivamente por obras con textos en latín. Todas, excepto una, se encuentran en los libros de polifonía de la Catedral de Guatemala. Algunas de ellas aparecen duplicadas en varios libros de la Catedral de Puebla. Su lenguaje musical se apega al de la polifonía clásica del siglo XVI, pero presenta ciertos elementos rítmicos, armónicos y melódicos que apuntan hacia la nueva práctica del XVII. (Enrique Guerrero)

Palhinha: ouça: 03 . Deus in Adjutorium/ Domine ad Adjuvandum

Close Encounters in the New World, 1590-1690
Lobo, Alonso (Spain, 1555-1617)
01. Cum Audisset Joannes
Bocanegra, Juan Pérez (Peru, 1631)
02 .Hanacpachap Cussicuinin
Bermúdez, Pedro (Mexico, 1650)
03 . Deus in Adjutorium/ Domine ad Adjuvandum
Torrejón y Velasco, Tomas de (Spain, 1644 – Peru, 1728)
04. A Este Sol Peregrino
Aguilera de Heredia, Sebastián (Spain, 1561-1627)
05. La Reina de los Pangelinguas
Lienas, Don Juan de (Mexico, 1650)
06. Lamentatio
Ribayaz, Lucas Ruiz de (Spain, 1667)
07. Pabanas
Santiago, Frei Fransisco de (Portugal, 1578 – Spain, 1644)
08. Que se Ausenta
Fernandez, Gaspar (Portugal, 1570 – Mexico, 1629)
09. Xicochi Xicochi Conetzintle
Ximeno, Fabián (Mexico, 1650)
10. Ay Ay Galeguiños
Padilla, Juan Guitterez de (Spain, 1595 – Mexico, 1664)
11. Exultate, Iusti, in Domino
Bruna, Pablo (Spain, 1640)
12. Tiento
Fernandez, Gaspar (Portugal, 1570 – Mexico, 1629)
13. Dame Albriçia, ‘mano Anton
Padilla, Juan Guitterez de (Spain, 1595 – Mexico, 1664)
14. Gallego: Si al Nacer o Minino
Salazar, Antonio de (Spain, 1650 – Mexico, 1715)
15. Tarara, Tarara
Bocanegra, Juan Pérez (Peru, 1631)
16. Hanacpachap Cussicuinin
Araujo, Juan de (Spain, 1646 – Mexico, 1712)
17. Los Coflades de la Estleya
Murcia, Sebastián de (Mexico, 1700)
18. Cumba
Trad. (Gregorian Chant)
19. Agnus Dei
Victoria, Tomás Luis de (Spain, 1548-1611)
20. Agnus Dei | Missa Ave Regina
Zéspiedes, Juan García de (Mexico, 1650)
21. Guaracha: Convivando esta la Noche

Close Encounters in the New World, 1590-1690 – 1993
The Schola Cantorum Of Boston & The Boston Shawm & Sackbut Ensemble.
Director: Joel Cohen

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Outro CD do acervo do musicólogo Prof. Paulo Castagna. Não tem preço mesmo !!!!!!!!!

Boa audição

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Avicenna

Sacred Treasures IV – Choral Masterworks: Silent Prayers

2e4vr6cSacred Treasures IV
Choral Masterworks: Silent Prayers

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Sacred Treasures IV é a compilação de algumas das mais belas peças, de rica textura e ternura, do vasto repositório de música coral sacra ocidental, todas, exceto uma peça, datam do início do século 20 até o presente. Como o título sugere, estas obras-primas coral são orações verdadeiramente suaves.

Pärt, Arvo (Estônia, 1935 – ): Chamber Choir Versija
01. Magnificat Antiphones (7), for chorus – O Weisheit
Kedrov, Sr., Nikolay Nikolayevich (Rússia, 1871 – Paris, 1940): Kitka – Women’s Vocal Ensemble
02. Otche Nash (Our Father), for chorus
Tomás Luis de Victoria (Spain, 1548-1611): Voices of Ascension
03. Jesu, dulcis memoria, hymn for 4 voices
Lauridsen, Morten Johannes (Estados Unidos, 1943 – ): Nordic Chamber Choir
04. Contre qui, rose, for chorus (Les Chansons des Roses No. 2)
Fauré, Gabriel Urbain (França, 1845 – 1924): The Cambridge Singers
05. Messe basse, for solo voices, chorus & organ – Benedictus
Hristov, Dobri (Bulgária, 1875-1941): Sofia Orthodox Choir
06. Cherubinischer Gesang (Cherubic Hymn) No 4
Duruflé, Maurice (França, 1902 – 1986): Corydon Singers
07. Requiem for orchestra, organ & chorus; for organ & chorus; for small ensemble, organ & chorus (3 versions), Op. 9 – In Paradisum
Lauridsen, Morten Johannes (Estados Unidos, 1943 – ): Nordic Chamber Choir
08. Lux Aeterna, for chorus & orchestra – O Nata Lux
Fauré, Gabriel Urbain (França, 1845 – 1924): The Cambridge Singers
09. Requiem, for 2 solo voices, chorus, organ & orchestra, Op. 48 – In Paradisum
Lauridsen, Morten Johannes (Estados Unidos, 1943 – ): Polyphony
10. O Magnum Mysterium, for chorus
Pärt, Arvo (Estônia, 1935 – ): Vadim Gluzman
11. Spiegel im Spiegel, for violin & piano
Pärt, Arvo (Estônia, 1935 – ): Christoph Maria Moosmann
12. Pari intervallo, for organ

Sacred Treasures IV – Choral Masterworks: Silent Prayers – 1997
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Boa audição.

Avicenna

History of the Sacred Music vol. 03: The Birth of Polyphony (1100-1300)

2q0j7fbHarmonia Mundi: História da Música Sacra
vol 03: O nascimento da Polifonia (1100-1300)


Muitos sons. Esse é o significado da palavra Polifonia, que vem do grego. Em essência, a interpretação ao pé da letra, nos diz tudo…


Polifonia, é uma técnica de composição em que duas ou mais ”melodias” se desenvolvem preservando o contexto na qual estão contidas. Para entendermos melhor essa tal de polifonia, vamos pensar na 9ª sinfonia de Beethoven, 1° movimento. É tão bonito ver as vozes se entrelaçando, meandrando a melodia principal, fazendo contrapontos, esquemas de ”perguntas e respostas”. No caso, isso é polifonia.

A polifonia no seu inicio, era improvisada. Não há registros, apenas teorias que derivam de tratados sobre música e liturgia (sim meu caro, liturgia. Esqueceu que a música era para acompanhar os ritos próprios da Igreja Católica ?). Como sabemos, a polifonia teve inicio junto com a melodia do canto gregoriano (lembra-se? Harmonia Mundi 2 ? ) era dobrada em 8ªs, 5ªs e 4ªs. (O interessante é que tudo isso surgiu espontaneamente. Os cantores não tinham a intenção de cantar diferente do uníssino.) Logo depois, começou-se a usar a 3ª e a 6ª. Hoje em dia, não há limites para a polifonia. Ela está em tudo em que escutamos. Desde buzinas aleatórias até John Cage. É claro que a polifonia está intimamente ligada a vários sons. Portanto o ”Poema sinfonico para 100 metrônomos” de Ligeti não é uma obra polifônica, apenas uma poliritmia.

Retomando à trajetória do desenvolvimento da música polifônica, poucas são as alterações sofridas no canto gregoriano, introduzindo-se apenas diálogos entre as melodias, as vozes ainda caminham no modelo vertical. Todas falam a mesma coisa e/ou trocam de nota no mesmo instante. No século seguinte percebe-se que a melodia se tornará muito mais interessante e apreciável se uma segunda voz caminhasse separada da voz* principal, fazendo algo diferente mas dentro do mesmo contexto. Depois, no século XII, o canto gregoriano é dilatado, ou seja, coloca-se entre uma nota e outra uma melodia mais dinâmica e de ritmo mais ágil, além de se introduzir uma diferenciação de andamento entre as várias vozes. Mas que para isso pudesse ocorrer de forma correta e precisa, o sistema musical teria que mudar. Pois até então, era utilizado o sistema neumático (solesmes) em que o ritmo, vinha de acordo com a acentuação da palavras. O sistema de neumas foi sendo melhorado de modo que havia uma precisão ritmica e melódica entre as vozes*.

Com isso, houve o aparecimento do Organum, que essencialmente é a melodia sendo cantada em diferentes alturas, mantendo-se o contexto na qual foi prorposta. Mais tarde, Paris tornou-se um importantíssimo centro musical, desde que, em 1163, teve inicio a construção da catedral de Notre-Dame. Aí as partituras de organum, com um grupo de compositores pertencentes à ”Escola de Notre-Dame”, alcançaram um admirável estágio de elaboração. No entanto, apenas o nome de dois desses compositores chegou até nós: Leonín, que foi o primeiro mestre de coro de catedral, e o de seu sucessor, Pérotin.

Com toda certeza, o auge do desenvolvimento da polifonia foi o Moteto, que basicamente foi quando usaram-se textos distintos para cada voz.* O moteto tornou-se uma das grandes formas da música polifônica, pois sua complexidade excedia os recursos disponíveis na época, o que fez com que junto com o seu desenvolvimento trouxesse melhorias e um aprimoramento do sistema rítmico e também da notação, sendo o apogeu de seu uso o contraponto modal do século XVI, apesar de sua importância para a música barroca e da recorrência a ele até por compositores românticos. Além dos benefícios que este estilo trouxe para sua época, deixou recursos que foram usados durante séculos posteriores e que ainda hoje, refletem na nossa música.

Assim sendo, podemos sintetizar essa evolução da seguinte forma:

Século IX – primeiras formas polifônicas em que se tem o registro (organum).
Século XII – auge da composição de organum.
Século XIV – formas polifônicas da Ars Nova.
Séculos XV e XVI – contraponto renascentista.
Século XVII – contraponto barroco.
Século XIX – contraponto no estilo de Albrechtsberger (harmonia movimentada).
Século XX – contraponto dodecafônico de Schoenberg.

* quando digo ”vozes” não me refiro apenas à voz humana. Não nos esqueçamos que a música vocal foi a primeira a surgir. Qualquer coisa cantada paralelamente é chamada de “voz”. Esse termo permenece até hoje para toda linha melódica desenvolvida ou por um instrumentista ou por um cantor.

Palhinha: ouça 03. 12th-Century Polyphony in Aquitaine à Saint-Martial de Limoges: 3. Resonemus hoc natali

History of the Sacred Music vol. 03: The Birth of Polyphony (1100-1300)
Anonymous
Ensemble Organum. Director: Marcel Pérès
01. 12th-Century Polyphony in Aquitaine à Saint-Martial de Limoges: 1. Domine labia mea aperies/Deus in adjutorium meum (Choer)
02. 12th-Century Polyphony in Aquitaine à Saint-Martial de Limoges: 2. Versus: O primus homo coruit (à 2 voix)

Theatre of Voices. Director: Paul Hillier
03. 12th-Century Polyphony in Aquitaine à Saint-Martial de Limoges: 3. Resonemus hoc natali

Ensemble Organum. Director: Marcel Pérès
04. The Notre-Dame School (12th century): Mass for Christmas Day: 1. Introït trepé: Puer natus est
05. The Notre-Dame School (12th century): Mass for Christmas Day: 2. Kyrie

Léonin, or Leoninus (Paris, c. 1135 – 1201)
Theatre of Voices. Director: Paul Hillier
06. The Notre-Dame School (12th century): Propter veritatem

Pérotin (France, fl. c. 1200), also called Pérotin the Great
Theatre of Voices. Director: Paul Hillier
07. The Notre-Dame School (12th century): Graduel: Viderunt omnes/Notum fecit Dominus

Anonymous
Theatre of Voices. Director: Paul Hillier
08. Hockets from the Bamberg Manuscript (13th century): 1. In seculum Longum
09. Hockets from the Bamberg Manuscript (13th century): 2. In seculum Viellatoris
10. Hockets from the Bamberg Manuscript (13th century): 3. In seculum Breve
11. Hockets from the Bamberg Manuscript (13th century): 4. In seculum D’Amiens longum

Anonymous
Anonymous
12. 13th-Century Marian Songs: 1. Ave maria gracia plena
13. 13th-Century Marian Songs: 2. Pia mater gratie
14. 13th-Century Marian Songs: 3. Ave nobilis venerabilis

Ensemble Organum. Director: Marcel Pérès
15. The gradual of Eleanor of Brittany (13th & 14th centuries): Kyrie: Orbis factor

Anonymous
16. An English Ladymass at Salisbury Cathedral (13th & 14th centurie): 1. Kyrie: Kyria christifera
17. An English Ladymass at Salisbury Cathedral (13th & 14th centurie): 2. Gloria
18. An English Ladymass at Salisbury Cathedral (13th & 14th centurie): 3. Sanctus – Benedictus
19. An English Ladymass at Salisbury Cathedral (13th & 14th centurie): 4. Agnus Dei: Virtute numinis

History of the Sacred Music vol. 03: The Birth of Polyphony (1100-1300) – 2003
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Encarte e letras dos 30 CDs – AQUI – HERE

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Boa audição.

 

xc436f

 

 

 

 

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gabrieldelaclarinet: texto
Avicenna: lay-out & mouse operator

Tomás Luis de Victoria – Officium Hebdomadae Sanctae, for 3-8 voices (1585)

wqy6p5Officium Hebdomadae Sanctae
Tomás Luis de Victoria (Spain, 1548-1611)

Also notable is the serene emotion of each of the pieces that form his Officium Hebdomadae Sanctae of 1585, a collection of motets and lamentations linked to the Holy Week Catholic celebrations. (Wikipedia)

According to Gustave Reese Victoria’s passions were interpreted in the Sistine Chapel for over 300 years and “have achieved greater distinction than any other polyphonic versions of the Latin texts”

Os ofícios litúrgicos da Semana Santa e Páscoa, como compostos pelo espanhol Tomas Luis de Victoria, quando ele passou um ano em Roma. As Lamentações e até mesmo as Paixões estão incluídas. Um trabalho colossal por um dos maiores polifonistas.

Se acreditarmos no encarte, dez anos de pesquisa acadêmica precederam as gravações; questões como a quantidade de cantores, a organização interna dos trabalhos, e se deve ou não utilizar instrumentos tinham que ser resolvidas a fim de restaurar ao máximo possível as intenções originais do compositor.

Officium Hebdomadae Sanctae, for 3-8 voices
Tomás Luis de Victoria (Spain, 1548-1611)
Disco I – Dominica in Ramis Palmis. Feria Quinta.
01. Dominica In Ramis Palmarum: Vexilia regis
02. Antiphona: Hosanna filio David
03. Pueri Hebraeorum
04. Passio secundum Mattheum
05. Elevatio: O domine Jesu Christe
06. Feria Quinta. In Coena Domini: In Primo Nocturno – Antiphona: Zelus domu
07. Versiculum: Avertantur retrorsum et erubescant
08. Lectio prima: Incipit lamentatio
09. Lectio secunda: Vau Et egressus est
10. lectio tertia: Jod. Manum suam
11. In Secondo Nocturno: Antiphona: Liberavit Dominus
12. Versiculum: Deus meus eripe me
13. Quartarum responsorium: Amicus meus
14. Quintum responsorium: Judas mercator
15. Sextum responsorium: Unus ex discipulis
16. In Tertio Nocturno: Antiphona: Dixi iniquies
17. Versiculum: Exxurge Domine
18. Septimun responsorium: Eram quasi agnus
19. Octavum responsorium: Una Hora
20. Nonum responsorium: Seniores populi
21. Ad Missam: Tantum ergo

Disco II – Feria Sexta
01. Ad Matutinum – In Primo Nocturno : Antiphona: Astiterunt reges terrae
02. Versiculum: Diviserunt sibi vestimenta mea
03. Lectio prima: Heth. Cogitavit (4 v.)
04. Lectio secunda: Lamed. Matribus suis (4 v.)
05. Lectio tertia: Aleph. Ego vir (5 v.)
06. In Secondo Nocturno : Antiphona: Vim faciebant
07. Versiculum: Insurrexerunt in me testes iniqui
08. Quartum responsorium: Tamquam ad latronem (4 v.)
09. Quintum responsorium: Tenebrae factae sunt (4 v.)
10. Sextum responsorium: Animam meam (4 v.)
11. In Tertio Nocturno : Antiphona: Ab insurgentibus in me
12. Versiculum: Locuti sunt adversum me lingua dolosa
13. Septimum responsorium: Tradiderunt me (4 v.)
14. Octavum responsorium: Jesum tradidit (4 v.)
15. Nonum responsorium: Caligaverunt (4 v.)
16. Ad Laudes – Antiphona: Posuerunt super caput eius. Canticum Zachariae: Benedictus (4 v.)
17. Ad Solemni Actione Liturgica – Passio secundum Ioannem (4 v.)
18. In Adoratione Crucis : Vere languores (4 v.)
19. Improperia: Ecce lignum Crucis. Popule meus (4 v.)

Disco III – Sabbato Sancto
01. Antiphona: In pace in idipsum
02. Versiculum: In pace in idipsum
03. Lectio prima: Heth. Misericordiae
04. Lectio secunda: Aleph. Quomodo obscuratum
05. Lectio tertia: Incipit oratio
06. Antiphona: Elevamini portae aeternalis
07. Versiculum: Tu autem Domini miserere mei
08. Quartum responsorium: Recessit pastor noster
09. Quintum responsorium: O vos omnes
10. Sextum responsorium: Ecce quomodo
11. Antiphona: Deus aduivat me
12. Versiculum: In pace factus est locus eius
13. Septimum responsorium: Astiterunt reges
14. Octavum responsorium: Aestimatus sum
15. Nonum responsorium: Sepulto Domino
16. Antiphona: O mors, ero mors tua. Psalmus 50: Miserere
17. Antiphona: Christus factus est pro nobis

Officium Hebdomadae Sanctae – 2005
La Colombina. Maestro Josep Cabré
Schola Antiqua. Maestro Juan Carlos Asensio Palacios

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Boa audição.

 

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Avicenna

Christmas with the Tallis Scholars

30a9dg1Christmas with the Tallis Scholars

“I am delighted to recommend this seasonal selection. Over the years we have recorded many different types of Christmas music – carols, chant, chorales, hymns, motets and masses – but this is the first time they have been put together in one collection.” Peter Phillips, director

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Medieval Carols
Anonymous
01. Angelus ad virginem
02. Nowell sing we
03. There is no rose

The Coventry Carol
Anonymous
04. Lullay: I saw (The Coventry Carol)
05. Lully, lulla thou little tiny child (The Coventry Carol)

Ave Maria
Josquin Desprez (Franco-Flemish, c.1450 to 1455 – 1521)
06. Ave Maria (4vv)
Philippe Verdelot (France, fl.1520-1550)
07. Beata es Virgo / Ave Maria (7vv)
Thomas Tallis (England,c.1505-1585)
08. Ave Maria (4vv)
Tomás Luis de Victoria (Spain, 1548-1611)
09. Ave Maria, for double choir
German Chorales
Michael Praetorius (Germany, 1571-1621)
10. Es ist ein Ros’ entsprungen
Hieronymus Praetorius (Germany, 1560-1629)
11. Joseph lieber, Joseph mein
Hieronymus Praetorius (Germany, 1560-1629)
12. In dulci jubilo
Flemish Polyphony
Jacob Clemens Non Papa (Flanders, c.1510-c.1555)
13. Pastores quidnam vidistis
14. Missa Pastores quidnam vidistis – Kyrie
15. Missa Pastores quidnam vidistis – Gloria
16. Missa Pastores quidnam vidistis – Credo
17. Missa Pastores quidnam vidistis – Sanctus & Benedictus
18. Missa Pastores quidnam vidistis – Agnus Dei

Chant from Salisbury
Plainchant
19. Missa in gallicantu – Introitus
20. Missa in gallicantu – Kyrie
21. Missa in gallicantu – Gloria
22. Missa in gallicantu – Laudes Deo
23. Missa in gallicantu – Graduale
24. Missa in gallicantu – Alleluia
25. Missa in gallicantu – Sequentia
26. Missa in gallicantu – Credo
27. Missa in gallicantu – Offertorium
28. Missa in gallicantu – Praefatio
29. Missa in gallicantu – Sanctus
30. Missa in gallicantu – Agnus Dei
31. Missa in gallicantu – Communio
32. Missa in gallicantu – Dimissio
33. Christe Redemptor omnium
34. Veni, Redemptor gentium
35. Salvator mundi, Domine
36. A solis ortus cardine

Tudor Polyphony
Thomas Tallis (England,c.1505-1585)
37. Missa Puer natus est nobis – Gloria
38. Missa Puer natus est nobis – Sanctus & Benedictus
39. Missa Puer natus est nobis – Agnus Dei

Christmas with the Tallis Scholars – 2003
The Tallis Scholars
Peter Phillips, director

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Boas Festas!

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Avicenna

Stile Antico: Puer natus est: Tudor Music for Advent and Christmas – 2010

Captura de Tela 2017-12-06 às 18.01.12Tudor Music for Advent and Christmas
Stile Antico

For their fifth album, young British choral stars Stile Antico turn to Thomas Tallis magnificent seven-part Christmas Mass, based on the plainchant Puer natus est (A boy is born). The mass is interspersed with seasonal Tudor music, including William Byrd’s exquisite Propers for the fourth Sunday of Advent (from the Gradualia of 1605), responsories by Taverner and Sheppard, Robert White’s exuberant setting of the Magnificat, and Tallis own sublime Videte miraculum. All of Stile Antico’s previous recordings for Harmonia Mundi have charted on Billboard and the group has twice earned the Diapason d’Or de l annèe, the Preis der deutschen Schallplattenkritik and twice received GRAMMY nominations. (Amazon.com)

Palhinha: ouça 07. Ave Maria (Gradualia I)

Thomas Tallis (England,c.1505-1585)
01. Videte miraculum
John Taverner (England, c.1490-1545)
02. Audivi vocem de caelo
William Byrd (England, 1540 or late 1539 – 1623)
03. Rorate caeli desuper (Gradualia I, 1605)
Thomas Tallis (England,c.1505-1585)
04. Gloria (Missa Puer natus est)
William Byrd (England, 1540 or late 1539 – 1623)
05. Tollite portas (Gradualia I)
Thomas Tallis (England,c.1505-1585)
06. Sanctus & Benedictus (Missa Puer natus est)
William Byrd (England, 1540 or late 1539 – 1623)
07. Ave Maria (Gradualia I)
Thomas Tallis (England,c.1505-1585)
08. Agnus Dei (Missa Puer natus est)
William Byrd (England, 1540 or late 1539 – 1623)
09. Ecce virgo concipiet (Gradualia I)
Robert White (England, c. 1538-1574)
10. Magnificat
Plainchant
11. Puer natus est
John Sheppard (England, c. 1515-1558)
12. Verbum caro

Tudor Music for Advent and Christmas – 2010
Stile Antico

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Boas Festas!

Captura de Tela 2017-12-06 às 18.03.52

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Avicenna

Tomás Luis de Victoria (Spain, 1548-1611): The Mystery of the Cross – The Sixteen

2450pa8The Mystery of the Cross
Tomás Luis de Victoria – The Sixteen

 

“…music Christophers was born to conduct.”
BBC Radio Three, Record Review

“This is what recording should be about…excellent performances and recorded sound…beautiful and moving.”
Gramophone

Estudioso, místico, sacerdote, cantor, organista e compositor – seis pessoas em uma só – é por esse motivo, simplesmente, que Victoria é o compositor mais marcante do Renascimento. Ele dedicou sua vida à igreja, e as suas obras revelam uma paixão sincera de tal forma que há momentos, durante sua execução, que nos sentimos quase esmagados pela sua intensidade. Esta série de Victoria pretende mostrar não só a profunda emoção sentida no período da Quaresma, mas também sua capacidade de ser alegremente inventivo e altamente sensual, como no seu tratamento de textos de “O Cântico dos Cânticos”. Harry Christophers

Victoria: The Mystery of the Cross
Tomás Luis de Victoria (Spain, 1548-1611)/Bible – Old Testament
01. Lamentations for Maundy Thursday – Lectio I: Incipit lamentatio Jeremiae
02. Lamentations for Maundy Thursday – Lectio II: Et egressus est
03. Lamentations for Maundy Thursday – Lectio III: Manum suam
04. Lamentations for Maundy Thursday – Hymn: Vexilla Regis (more hispano)
05. Lamentations for Good Friday – Lectio I: Cogitavit Dominus
06. Lamentations for Good Friday – Lectio II: Matribus suis dixerunt
07. Lamentations for Good Friday – Lectio III: Ego vir videns
08. Lamentations for Good Friday – Hymn: Pange Lingua (more hispano)
09. Lamentations for Holy Saturday – Lectio I: Misericordiae Domini
10. Lamentations for Holy Saturday – Lectio II: Quomodo obscuratum
11. Lamentations for Holy Saturday – Lectio III: Incipit oratio Jeremiae

Victoria: The Mystery of the Cross – 2004
The Sixteen
Director: Harry Christophers

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Boa audição.

solidao

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Avicenna

Tomás Luis de Victoria (1548-1611): Missa Vidi Speciosam – Motetes

kbufbr‘Splendid music, splendidly performed’ (Gramophone)

‘Flawlessly produced’
(The Daily Telegraph)

 

Almost all Victoria’s surviving works were printed in his lifetime; many of his motets were reprinted as many as six times. Of the few works that survive only in manuscript some were wrongly attributed to him by Pedrell at the beginning of the twentieth century. The four-part Ave Maria, perhaps rightly, continues to be accepted as Victoria’s, though it has to be noted that Pedrell first printed it in 1913 and its source remains obscure.

Victoria set the Hymn Ave maris stella twice and published one version in 1581 and this second one in 1600. Alternate verses are sung to plainsong (in one of the many variants of this memorable tune) and the polyphony paraphrases and elaborates it. Ave maris stella is the Hymn at First Vespers on Feasts of the Blessed Virgin.

Ne timeas, Maria, published in 1572 and reprinted several times in subsequent years, is an antiphon at Second Vespers of the Annunciation to the Blessed Virgin Mary.

Sancta Maria, succurre miseris, published in 1572 and reprinted several times in subsequent years, is a prayer for mercy and help for the people, the clergy and for women. It is the Magnificat antiphon at First Vespers for Marian Feasts.

In 1592 Victoria published his Missae … liber secundus and in it is a Mass based on Vidi speciosam. Like its model this Mass is for six-part choir (SSATTB); it is particularly concise, at times declamatory and homophonic—especially in the Gloria and Credo. Victoria begins his Kyrie with the first phrase of the music of the motet with hardly any variation except that he reverses the appearance of the vocal groups, TTB being followed by the SSA group. The Christe for SSAT only is a reworking of the motet’s music at ‘circumdabant eam’. The second Kyrie is based on the motet section ‘Et sicut dies verni’.

The Gloria is a mixture of free homophonic writing mixed with derivations from the first half of the motet until at ‘Qui tollis peccata mundi’ Victoria uses the motet’s second half opening ‘Quae est ista’. Near the Gloria’s end triple time is introduced for ‘Quoniam tu solus Sanctus. Tu solus Dominus’, balancing the similar triple time at ‘Domine Deus, Agnus Dei’ just before the ending of the first half. The Gloria ends with ‘in gloria Dei Patris. Amen’ to music based on the phrase ‘et lilia convallium’ in the motet.
The Credo is concisely written, traditionally so because of its wordiness. Like the Gloria it mixes short syllabic phrases with quotations and rewriting of motifs and sections of the motet model. At ‘Crucifixus’ there is a long passage for the high voices (SSAT) only. The rare repetition ‘Et iterum, et iterum’ is set to the motet’s music for ‘et lilia, et lilia’. Like the end of the Gloria, the Credo’s ‘Amen’ makes use of the flowing phrases of ‘convallium’.

The Sanctus begins with the Vidi speciosam opening music (SSA followed by TTB) and, as so often with Victoria, he breaks into triple time for ‘gloria tua. Hosanna in excelsis’. The Benedictus (SATT) has its own ‘Hosanna in excelsis’ for six voices to a rewriting of ‘Et sicut dies verni’.

Finally, there is just one setting of the Agnus Dei (ending with ‘dona nobis pacem’ by Victoria, for seven-part choir (SSAATTB). The second alto follows the first soprano in a canon ad diapente, at the fifth below. The Agnus Dei makes only minimal use of the motet model. Despite the independence of the voices in this richly polyphonic ending, the treatment is very syllabic; one could hardly call the few flourishes melismata.

(from notes by Bruno Turne, 1984)

Tomás Luis de Victoria (Spain, 1548-1611)
01. Ave Maria
02. Ave Maris Stella
03. Ne timeas, Maria
04. Sancta Maria, succurre miseris
05. Vidi speciosam
06. Missa Vidi Speciosam: 1.Kyrie
07. Missa Vidi Speciosam: 2.Gloria
08. Missa Vidi Speciosam: 3.Credo
09. Missa Vidi Speciosam: 4.Sanctus
10. Missa Vidi Speciosam: 5.Agnus Dei

Tomas Luis de Victoria. Missa Vidi Speciosam – Motetes – 1984
Westminster Cathedral Choir
Director: David Hill
Recording on March 1984, at Westminster Cathedral, London, United Kingdom

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MP3 320 kbps – 98,6 MB – 44,8 min
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Boa audição.

de-inspiração

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Avicenna

Tomás Luis de Victoria (1548-1611): O Magnum Mysterium & Ascendens Christus: Westminster Cathedral Choir

25fmzvsTomás Luis de Victoria (1548-1611)
O Magnum Mysterium & Ascendens Christus
Westminster Cathedral Choir

Tomás Luiz de Victoria was born in 1548 in Avila, birthplace of St Teresa. Just as she seems to personify the religious ethos of sixteenth-century Spain (the good side of it, at least), so Victoria came to embody the best of the Spanish character in music. As a youth he learnt his art as a chorister at the Cathedral of Avila. So promising was he that he was sent to Rome at seventeen years of age, patronized by Philip II and by the Church, to study at the Jesuit’s Collegium Germanicum.

Victoria’s musical career in Rome brought him into contact with Palestrina and the innumerable singers, organists and composers from all over Europe who were active in the chapels and churches of that great city at the very time when Catholicism regained confidence, new vitality and disciplined reform. The young Spanish priest was soon publishing his compositions in sumptuous editions (even Palestrina was jealous).

The success of his Roman years did not prevent Victoria from yearning for a quiet life in Spain. After his publications of 1585 (including the famous set of Holy Week music) he achieved his desire and returned to take up the position of Chaplain and Chapelmaster at the Royal Convent of the Barefoot Nuns of St Clare in Madrid, effectively the home and chapel of Philip II’s sister, the Dowager Empress Maria. There he ended his days producing less and less after 1600 and nothing, so far as we know, after the publication in 1605 of the great Office of the Dead, the Requiem for the Empress who died in 1603. Victoria died in 1611. He had turned down offers from Seville and Saragossa; he had visited Rome during the period 1592–94, supervising the printing of his works and attending Palestrina’s funeral. In 1595 he returned to Madrid and stayed.

The motet O magnum mysterium (published in 1572) has been a favourite of choirs ever 2przh9vsince the revival of Victoria’s music eighty years ago. Although the original publication entitles it In Circuncisione Domini, its text is taken from a responsory of Christmas Matins and its use has always been as a Christmas motet. One of Victoria’s most endearing creations, it unfolds serenely, richly warm when it expresses the wonder that even the animals behold the Infant in the manger. Then a wonderful hush as Victoria musically caresses ‘O beata Virgo’. The final ‘Alleluia’ dances in triple time and then, with a welter of running notes, comes grandly to a close. The work is set for four-part choir (SATB). This fine work became the basis for a Mass (also for four-part choir) published by Victoria twenty years later, in 1592. It uses all the motives of the motet except for the wonderful brief moment of the ‘O beata Virgo’ section. Victoria, it seems, omitted this from the material for the Mass because it was suitable only for quotation, not development. Similarly he omitted the opening phrase of ‘O quam gloriosum’ in his famous Mass on that motet.

In the Missa O magnum mysterium Victoria swings into triple time briefly just once in the Gloria, fleetingly three times in the Credo, and then to great effect in the Hosanna which follows both Sanctus and Benedictus. He varies his four-part vocal texture just twice. The Benedictus is for three voices (the bass is silent), and in the single setting of Agnus Dei he divides the trebles and makes them sing in canon at the unison. This five-part ending is customarily repeated to accommodate the words ‘dona nobis pacem’.

The motet Ascendens Christus is specified by Victoria In Ascensione Domini and the text comes from the last Responsorium of the Second Nocturn of Matins for that Feast. It was published five times in Victoria’s lifetime. Like O magnum mysterium, it first came out in 1572, and once again Victoria chose to make a Mass upon it which was published in 1592.

In perfect accord with the meaning of the words, Ascendens Christus is joyous and brilliant with strong rising phrases and ringing Alleluia motives. Again in accord with the origin of the text in a Responsorium, the musical plan is ABCB. The work is in two distinct halves. It is for five voice parts (SSATB).

All the motet’s material is imaginatively absorbed into the composition of the Mass. The five voices are retained but sections for reduced choir (or soloists) are scored for four voices in varied combinations. The ‘Christe eleison’ is SSAT. The ‘Domine Deus’ in the Gloria is for SSAB. The Credo has the ‘Crucifixus’ and ‘Et resurrexit’ for SSAT. The Benedictus is for SATB. The Agnus Dei is set only once and is for six voices, SSATTB, in which the first tenors, altos and second trebles are in canon (trinitas in unitate). In this recording the Agnus Dei is sung twice, once to ‘miserere nobis’ and repeated to ‘dona nobis pacem’.

All is lightness and brightness; the Gloria seems to bounce along, so springy are the rhythms, so concise and clearly declamatory with the verbal accents incomparably set. The triple-time Hosanna, sung to the same music after Sanctus and Benedictus, is typical of Victoria’s mature Masses. All is brief, clear and lightly decorated, perfect in liturgical propriety.

Victoria regarded the Mass as something happy and often jubilant. There are moments of quiet adoration or contemplation, but it is very significant that Victoria never chose to base a Mass upon sad or penitential motets, but always upon those of a joyful nature.

(Bruno Turner, 1985, texto extraído do encarte)

Tomás Luis de Victoria (Spain, 1548-1611)
01. Motet: O magnum mysterium
02. Missa O magnum mysterium – Movement 1: Kyrie
03. Missa O magnum mysterium – Movement 2: Gloria
04. Missa O magnum mysterium – Movement 3: Credo
05. Missa O magnum mysterium – Movement 4: Sanctus
06. Missa O magnum mysterium – Movement 5: Benedictus
07. Missa O magnum mysterium – Movement 6: Agnus Dei
08. Motet: Ascendens Christus in altum
09. Missa Ascendens Christus in altum – Movement 1: Kyrie
10. Missa Ascendens Christus in altum – Movement 2: Gloria
11. Missa Ascendens Christus in altum – Movement 3: Credo
12. Missa Ascendens Christus in altum – Movement 4: Sanctus
13. Missa Ascendens Christus in altum – Movement 5: Benedictus
14. Missa Ascendens Christus in altum – Movement 6: Agnus Dei

Victoria: O Magnum Mysterium & Ascendens Christus – 1985
Hill, David (dir) Westminster Cathedral Choir
David Hill, conductor

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MP3 320 kbps – 125,1 MB – 52,9 min
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Boa audição.

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Avicenna