Johann Pachelbel (1653-1706): Un orage d’avril: Suites, Canon & Songs

Amandine Beyer é uma gênia. Por exemplo, não vejo gravação melhor do que a dela para as Sonatas e Partitas para Violino Solo de Bach. Aqui, ela ataca com um compositor bastante negligenciado. O que conhecemos de Pachelbel? Ora, seu famoso Cânon e só! Então vem Amandine, uma musicista da terceira geração historicamente informada, e nos mostra um monte de coisas interessantes que não têm nada a ver com o Cânon. E finaliza com o Cânon, claro. E PQP fica feliz, pois tem alguns antigos vinis que demonstram que Pachelbel não era nada trouxa e falava sozinho que o cara era tri. O título destas peças é Musikalische Ergotzung, algo como “prazer musical”. O que ouvimos é o próprio hedonismo da época. Basta relaxar e deixar o Gli incogniti, o tenor Hans-Jorg Mammel, liderados pelo violino de Amandine Beyer, dando uma exibição de raro conhecimento barroco.

Gli incogniti, nem tanto assim

Gli incogniti, nem tanto assim (vocêm sabem o que significa? Gli incogniti é “Os desconhecidos”)

Johann Pachelbel (1653-1706): Un orage d’avril: Suites, Canon & Songs

Partie V in C major, P374
01. Sonata (01:20)
02. Aria (01:14)
03. Treza (00:30)
04. Ciacona (03:15)

05. Wie nichtig? Ach! Wie flüchtig, P500 (08:07)

Partie II in C minor, P371
06. Sonata (01:30)
07. Gavotte (01:32)
08. Treza (00:31)
09. Aria (01:08)
10. Saraband (01:40)
11. Gigue (01:07)

12. Das Gewitter im Aprilen, P75 (03:21)

Partie VI in B flat major, P375
13. Sonata [Adagio] (01:08)
14. Aria (00:47)
15. Courante (01:07)
16. Gavotte (01:29)
17. Saraband (01:37)
18. Gigue (02:25)

Partie a 4 in G major, P450
19. Sonatina (01:46)
20. Allemand (01:23)
21. Gavott (00:41)
22. Courant (01:01)
23. Aria (00:39)
24. Saraband (01:33)
25. Gigue (01:25)
26. Finale adagio (00:54)

27. Mein Leben, dessen Creutz für mich, P360 (05:19)

Partie III in E flat major, P372
28. Sonata [Allegro] (01:09)
29. Allemand (01:29)
30. Courant (01:01)
31. Gavotte (00:45)
32. Saraband (01:49)
33. Gigue (00:59)

Partie IV in E minor, P373
34. Sonata (01:26)
35. Aria (02:21)
36. Courant (01:00)
37. Aria (00:48)
38. Ciacona (02:35)

39. Guter Walther unser Raths, P180 (01:39)

Partie I in F major, P370a
40. Sonata [Allegro] (00:52)
41. Allemand (01:46)
42. Courant (01:01)
43. Ballet (00:58)
44. Saraband (01:38)
45. Gigue (01:08)

46. O großes Musenliecht, P391 (01:40)

47. Canon & Gigue P37 – Canon a 3 Violinis con Basso c. (03:34)
48. Canon & Gigue P37 – Gigue (01:21)

Hans Jörg Mammel, tenor
Gli incogniti
Amandine Beyer, leader & violin

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Amandine Beyer, gênia barroca

Amandine Beyer, gênia barroca

PQP

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Pachelbel: Canon and Gigue / Vivaldi: Sinfonia in G major / Albinoni: Concerto a cinque, op. 9 no. 2 / Purcell: Chacony in G minor / Handel: The Arrival of the Queen of Sheba / Avison: Concerto grosso no.9 in C major / Haydn: Concerto for Harpsichord and Orchestra

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Na verdade, tem razão um avaliador da Amazon: If you’re not the typical connoisseur of Classical music THIS CD IS FOR YOU! Pois é um CD variado e absolutamente encantador, um dos maiores sucessos do selo Archiv. Há excelência na interpretação de cada uma das peças e conheço muita gente boa que começou a ouvir música erudita por este LP de 1985, depois tornado CD. Porque o inexperiente que é esperto não quer saber de porcaria, quer carinho e atenção de primeira qualidade. Ninguém quer nada residual, né? E esta atenção é dada em fartas quantidades por Trevor Pinnock e seu English Concert.

(Nem que seja para mostrar para aquele seu sobrinho inteligente a fim de introduzi-lo neste mundo de leituras contraditórias).

Pachelbel: Canon & Gigue

Johann Pachelbel (1653-1706)
Canon and Gigue
for 3 violins and basso continuo in D major
Simon Standage • Micaela Comberti • Elizabeth Wilcock, violin
Anthony Pleeth, violoncello
Trevor Pinnock, harpsichord
1. Canon and Gigue in D major – 1. Canon The English Concert 4:31
2. Canon and Gigue in D major – 2. Gigue The English Concert 1:20

Antonio Vivaldi (1678-1741)
Sinfonia in G major
violin I (6), violin II (6), viola (3), violoncello (2), double bass (1), harpsichord
3. Sinfonia for Strings and Continuo in G, R.149 – 1. Allegro molto The English Concert 1:50
4. Sinfonia for Strings and Continuo in G, R.149 – 2. Andante The English Concert 1:48
5. Sinfonia for Strings and Continuo in G, R.149 – 3. Allegro The English Concert 2:31

Tomaso Albinoni (1671-1750)
Concerto a cinque, op. 9 no. 2 for solo oboe and strings in D minor
David Reichenberg, oboe
violin I (4), violin II (4), viola (3), violoncello (2), double bass (1), bassoon (I), harpsichord
6. Concerto a 5 in D minor, Op.9, No.2 for Oboe, Strings, and Continuo – 1. Allegro e non presto David Reichenberg 4:28
7. Concerto a 5 in D minor, Op.9, No.2 for Oboe, Strings, and Continuo – 2. Adagio David Reichenberg 3:59
8. Concerto a 5 in D minor, Op.9, No.2 for Oboe, Strings, and Continuo – 3. Allegro David Reichenberg 3:01

Henry Purcell (1659-1695)
Chacony in G minor
violin I (4), violin II (4). viola (3), violoncello (2), double bass (1), harpsichord
9. Ciacona in G minor The English Concert 5:23

George Frideric Handel (1685-1759)
The Arrival of the Queen of Sheba (Sinfonia from “Solomon”, Act III) in B flat major
oboe I/II, violin I (6), violin II (6), viola (3), violoncello (2), double bass (1), bassoon (1), harpsichord
10. Solomon HWV 67 – Arrival of the Queen of Sheba The English Concert 3:10

Charles Avison (1709-1770)
Concerto grosso no.9 in C major/A minor
(after Domenico Scarlatti: “Lessons for the Harpsichord”)
Concertino: Simon Standage • Elizabeth Wilcock, violin
Anthony Pleeth, violoncello
violin I (4), violin II (4), viola (3). violoncello (2). double bus (1), harpsichord
11. Concerto Grosso No.9 in A minor after “Lessons for the Harpsichord” by Domenico Scarlatti – 1. Largo The English Concert 2:13
12. Concerto Grosso No.9 in A minor after “Lessons for the Harpsichord” by Domenico Scarlatti – 2. Con spirito – Andante – Con spirito The English Concert 3:07
13. Concerto Grosso No.9 in A minor after “Lessons for the Harpsichord” by Domenico Scarlatti – 3. Siciliana The English Concert 3:19
14. Concerto Grosso No.9 in A minor after “Lessons for the Harpsichord” by Domenico Scarlatti – 4. Allegro The English Concert 3:44

Joseph Haydn (1732-1809)
Concerto for Harpsichord and Orchestra in D major
Trevor Pinnock, harpsichord
oboe I/II, horn I/II, violin I (4), violin II (4), viola (2), violoncello (2), double bass (1), bassoon (1)
15. Concerto For Harpsichord And Orchestra In D Major, Hob.XVIII:11 – 1. Vivace The English Concert 7:58
16. Concerto For Harpsichord And Orchestra In D Major, Hob.XVIII:11 – 2. Un Poco Adagio The English Concert 7:48
17. Concerto For Harpsichord And Orchestra In D Major, Hob.XVIII:11 – 3. Rondo All’Ungherese The English Concert 4:38

Anthony Pleeth
David Riechenberg
Micaela Comberti
Simon Standage
Elizabeth Wilcock

The English Concert
Trevor Pinnock

Recording: London, Henry Wood Hall, 3/1983-5/1985
(Pachelbel:) London, EMI Studio, Abbey Road, 1/1985

Total timing: 47’52”

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barroco

PQP

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Johann Pachelbel (1653-1706): Hexachordum Apollinis

Pachelbel é conhecido principalmente pelo seu Cânon, que até hoje recebe arranjos e abusos, sempre sobrevivendo aos mesmos. O compositor foi professor do irmão mais velho de meu pai, Johann Sebastian Bach, o qual, por sua vez, ensinou o irmão, que recebeu, assim, sua influência indireta. A música para órgão de Pachelbel é central em sia obra, incluindo 70 corais e 95 fugas.

E este CD é bastante bom, viram?

Johann Pachelbel (1653-1706): Hexachordum Apollinis

1 Chaconne in d
2 Hexachordum Apollinis: Aria Prima, in d
3 Hexachordum Apollinis: Aria Secunda, in e
4 Hexachordum Apollinis: Aria Tertia, in F
5 Hexachordum Apollinis: Aria Quarta, in g
6 Hexachordum Apollinis: Aria Quinta, in a
7 Hexachordum Apollinis: Aria Sexta, in f, ‘Aria Sebaldina’
8 Chaconne in f

John Butt, organ

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Pachelbel

Pachelbel

PQP

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O órgão essencial de Johann Pachelbel (1653-1706) [REVALIDADO]

Acabo de perceber que dentro de 12 dias minha primeira postagem neste blog fará dois anos. (Só dois? Parece uma vida!). Junto com isso lembrei que no início um dos meus objetivos era aumentar a oferta de música organística no blog. Razões mil me afastaram desse objetivo, mas tenho muito gosto em ainda ter comemorado minha primeira semana de blog, em 04.05.2010, fazendo esta postagem, pois a música organística de Pachelbel parece ser das poucas coisas capazes de provocar efeitos de serenidade na alma inquieta do monge Ranulfus.

Agora o Rapidshare ameaça apagar o arquivo. Eu poderia simplesmente fazer um download pra impedir, mas… muito melhor me parece reavivar o post, pois é provável que as novas gerações de ouvintes pequepianos nem tenham reparado em sua existência.

Então vai aqui, para inspirar uma manhã de domingo, a “serenidade emotiva” deste grande músico, tão injustamente tratado como compositor de uma obra só (o Cânon em Re menor). E a partir do próximo parágrafo os senhores têm o texto original da postagem.

. . . . . . .
Como o velho Chico, nosso leitor e amigo Nahum Pereira “vem de Minas / onde o oculto do mistério se escondeu”, e então não é de estranhar que tenha um sentido especial para o sacro – com o qual suspeito que voltará a me assessorar em posts futuros. E, parte disso, ele e eu concordamos que é desejável que se introduza mais o órgão neste blog . . .

Hammm… ah, sim, o Nahum pretende refazer em qualidade melhor que 128 kbps as gravações que já compartilhou – mas avisa que isso pode demorar meses (ele é um sujeito ocupado, tão pensando o quê?) e não quero ficar privando vocês do órgão & prazeres correlatos por tanto tempo. Então comecemos!

Pachelbel é um nome bem esquisito, nem os alemães têm certeza como se pronuncia. Vi um organista de Hamburgo (von Kameke) dizer “Parrélbel”, mas a maior parte parece concordar em “Párrelbel” (claro que a transliteração do CH alemão em RR carioquês é apenas uma aproximação!).

É uma felicidade, portanto, que ele ofereça coisas melhores que o nome pra gente ouvir: sua música – e esta é muuuuito mais que o famoso Cânon.

Como Kerll, Froberger, Muffat pai e filho, Johann Pachelbel é do Sul da Alemanha – e isso significa mais conexão com a Itália e a França que se ele se chamasse Buxtehude, palavra que naquele mundo até soa como um pântano frio do Norte. E essas conexões “latinas” talvez expliquem uma certa vertente melódica em Pachelbel que parece conversar mais fácil com sensibilidades não-germânicas – embora outra parte dele se entenda com Buxtehude muito bem, obrigado.

Pachelbel já tinha 32 anos quando o pai do PQP nasceu, e este ainda estava nos seus 21 quando aquele morreu. Quer dizer: não se trata de um menor que viveu paralelamente, e sim de um dos que levantaram a bola pro JSB cortar, bola que sem eles nem estaria lá.

E acho que por enquanto isto é mais que suficiente a dizer sobre ele. Só, como nota pessoal, comento que tenho um gosto especial pela “Ária Sebaldina com variações”, faixa 16. O arquivo inclui encarte completo em inglês/alemão/francês (trabalhosa cortesia do Nahum!)

Johann Pachelbel, Music for Organ – Werner Jacob, 1990
01 [I] Präludium in dm
02 [II] Fuga in dm
03 [III] Ciacona in dm
04 Choral*: Nun komm, der Heiden Heiland
05 Choral: Meine Seele erhebet den Herren
06 Magnificat – Fuga
07 Choral: Gelobet seist du, Jesu Christ
08 Choral: Vom Himmel hoch, da komm ich her (I)
09 Choral: Vom Himmel hoch, da komm ich her (II)
10 Toccata in F
11 Choral: Wie schön leuchtet der Morgenstern
12 Ciacona in fm
13 Partita s. Choral Christus, der is mein Leben
14 [I] Präludium in cm
15 [II] Fuga in cm
16 Aria Sebaldina com variazioni
17 [I] Toccata in cm
18 [II] Ricercare in cm

* Diferente de “coro”, na tradição luterana “choral” (pron. korál) significa “hino”, bem como peça instrumental elaborada a partir da melodia de um hino – e é com esse sentido que inclusive organistas bem posteriores (como Franck) usam a palavra.

. . . . . . BAIXE AQUI – download here

Ranulfus

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Mozart, Haydn, Albinoni, Pachelbel, Boccherini e Beethoven

Um CD para apreciadores iniciais de música clássica. Explico: esse CD traz peças de forte fragrância popular. São obras de catálogo; ou daquelas coletâneas criadas por revistas com intuito de agradar a um público não conhecedor de música erudita. Mas não faz mal. Estas obras são imortais pela simplicidade que evocam. Quem nunca ouviu o primeiro movimento da Serenata em Sol maior (“O pequeno serão musical”)? Ou o Canon de Pachelbel? Sendo assim, não deixe de ouvir este agradável CD! Boa apreciação!

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) – Serenade in G major, K 525 “Eine kleine Nachtmusik”
01. Allegro
02. Romanze (Andante)
03. Menuett (Allegretto)
04. Rondo (Allegro)

Joseph Haydn (1732-1809) – Serenade from String Quartet in F, Op. 3/5
05. Andante cantabile

Tomaso Albinoni (1671-17151) – Adagio in G minor
06. Adagio in G minor

Johann Pachelbel (1653-1706) – Canon
07. Canon

Luiggi Boccherini (1743-1805) – Minuet from the String Quintet in E
08. Minuet from the String Quintet in E

Ludwing van Beethoven (1770-1827) – Minuet in G
09. Minuet in G

I Musici

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Carlinus

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Johann Pachelbel (1653-1706) – Cantatas de Páscoa

Aproveitando as comemorações pascoais do próximo domingo, eu — que não sou louco nem nada — faço uma postagem alusiva à efeméride, entre a compra de um ovo de chocolate e outro. Como chocólatra incondicional, amo a Páscoa! Este é CD belissimamente interpretado por este conjunto que desconhecia e que merece inteiramente estar com cinco estrelas na cotação dos visitantes da Amazon. Claro, Pachelbel não é Bach, talvez não seja nem mesmo Schütz, mas não julgo possível que os pequepianos mais afeitos ao barroco torçam seus sensíveis narizes para estas peças muito difíceis de se encontrar por aí. Bom Coelhinho para todos!

Pachelbel – Cantatas de Páscoa

1. Deus In Adjutorium
2. Christ Lag In Todesbanden
3. Halleluja! Lobet Den Herrn
4. Christ Ist Erstanden
5. Jauchzet Dem Herrn
6. Magnificat In C Major

La Capella Ducale
Musica Fiata
Roland Wilson

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PQP

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D. Buxtehude (1637 – 1707) / J. Pachelbel (1653 – 1706) – Música de Câmara

A música de Buxtehude é imensamente parecida com a do Bach inicial. Tio Bux – imenso compositor – foi um grande modelo para meu pai. Ele fez uma longa viagem a pé para aprender composição e órgão com Bux. Ouçam a Sonata Bux 273 a fim de conferir quão “de Bach” parece aquele ostinato ao fundo com os violinos improvisando em cima. Este disco do Musica Antiqua é uma jóia diversas vezes reeditada para Archiv. Depois, divirtam-se com a versão original do Famoso Canon de Pachebel, outro excelente compositor para este instrumento esquecido que é o órgão. Como cafezinho, enquanto vocês estiverem baixando o CD, vejam o vídeo da gravação do Canon em versão com instrumentos originais do século XVIII.

Buxtehude and Pachelbel – Chamber Music
1 Sonata for 2 violins, viola da gamba & continuo in G major, BuxWV 271
Composed by Dietrich Buxtehude
with Cologne Musica Antiqua
Conducted by Reinhard Goebel

2-6 Sonata and Suite, for violin, viola da gamba & continuo in B flat, BuxWV 273
Composed by Dietrich Buxtehude
with Cologne Musica Antiqua
Conducted by Reinhard Goebel

7 Sonata for 2 violins, viola da gamba & continuo in C major, BuxWV 266
Composed by Dietrich Buxtehude
with Cologne Musica Antiqua
Conducted by Reinhard Goebel

8-15 Partie á 4, for violin, 2 violas & violone (or continuo) in G major, T. 339
Composed by Johann Pachelbel
with Cologne Musica Antiqua
Conducted by Reinhard Goebel

16-19 Partie IV, for 2 scordatura violins & continuo in E minor (Musicalische Ergötzung No. 4), T. 334
Composed by Johann Pachelbel
with Cologne Musica Antiqua
Conducted by Reinhard Goebel

20 Aria con variazioni, for violin, 2 violas da gamba & continuo in A major, T. 341
Composed by Johann Pachelbel
with Cologne Musica Antiqua
Conducted by Reinhard Goebel

21-22 Canon and gigue, for 3 violins & continuo in D major, T. 337
Composed by Johann Pachelbel
with Cologne Musica Antiqua
Conducted by Reinhard Goebel

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[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=QjA5faZF1A8[/youtube]

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