Jean-Philippe Rameau (1683-1764): Aberturas

Jean-Philippe Rameau (1683-1764): Aberturas

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Estupendo repertório do transbordante Rameau. Nestas Aberturas o francês mostra toda sua imensa criatividade, alegria, estranheza e melodismo. Nada é rotineiro na música do francês e o regente Rousset captou notavelmente o espírito do compositor, realizando uma gravação antológica. Eu passei três dias ouvindo sem parar e garanto: faz um bem danado! O luminoso Rameau foi um grande gênio.

Jean-Philippe Rameau (1683-1764): Aberturas

1 Les Fêtes de Polymnie
2 Les Indes galantes
3 Zaïs
4 Castor et Pollux
5 Naïs
6 Platée
7 Les Talens lyriques (Les Fêtes d’Hébé)
8 Zoroastre
9 Dardanus
10 Les Paladins
11 Hippolyte et Aricie
12 Le Temple de la Gloire
13 Pigmalion
14 Les Surprises de L’Amour – Prologue (Le Retour d’Astrée)
15 Les Fêtes de l’Hymen de l’Amour, ou Les Dieux d’Égypte
16 Les Surprises de l’Amour – Acte I (L’Enlèvement d’Adonis)
17 Acante et Céphise, ou La Sympathie

Les Talen Lyriques
Christophe Rousset

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Rameau: bom pra caralho
Rameau: bom pra caralho

PQP

Le Jardin de Monsieur Rameau: Grandval, Montéclair, Rameau, Gluck, Dauvergne, Campra – Les Arts Florissants, dir. William Christie – 2014

Le Jardin de Monsieur Rameau
2014

Les Arts Florissants
dir. William Christie

Grandval, Montéclair, Rameau,
Gluck, Dauvergne, Campra

 

 

Esta 6ª edição do “Jardin des Voix” foi denominada “Jardim do Monsieur Rameau”, como parte das comemorações do 250º aniversário da morte do compositor, em 2014. 

O “Jardim da Voz”, é uma academia bienal para jovens cantores da Les Arts Florissants, lançada em 2002 e que oferece a artistas de todas as partes do mundo, no início de suas carreiras, a oportunidade de participar de um curso de 15 dias, durante os quais são ensinados por William Christie e Paul Agnew, bem como por especialistas em linguagem e em palcos, e subsequentemente atuar com Les Arts Florissants em algumas das mais importantes apresentações internacionais.

O “Jardim de Monsieur Rameau”, criado em março de 2013 no Théâtre de Caen, em sua primeira apresentação na primavera do mesmo ano, introduziu 6 jovens solistas para o público de Luçon, Besançon, Bruxelas, Paris, Metz e Nova York, antes de continuar uma turnê no outono seguinte para Versalhes, Madri, Saragoça, Moscou, Amsterdã e Helsinque. Centrado em torno de Rameau, este programa foi uma parte das comemorações do 250º aniversário da morte do compositor, em 2014.

Les Arts Florissants

O “Jardim da Voz” é um dos numerosos projetos que se tornou possível graças à parcerias que Les Arts Florissants firmou com a cidade de Caen e seu teatro, bem como com a área da Baixa-Normandia. De fato, desde 1990, o ensemble muito se beneficiou desse suporte e participa da vida cultural de Caen e da área circundante, de Cherbourg a Coutances e de Montagne-au-Perchea a Alençon, apresentando concertos e novas produções de óperas e desenvolvendo projetos de extensão para crianças em idade escolar e não profissionais.

Foi com o objetivo comum de proporcionar um bom acesso a música para um público mais amplo possível, e para que relações especiais sejam desenvolvidos, Arts Florissants torna-se atualmente, e ao longo dos anos, um verdadeiro embaixador para influenciar a cidade de Caen e da região da Baixa Normandia, na França e no mundo.

O Jardin des Voix é uma co-produção entre Les Arts Florissants e o Teatro de Caen. (ex-encarte)

Le Jardin de Monsieur Rameau
Michel Pignolet de Montéclair (França, 1667 – 1737)
01. Jephté – Prologue: Ouverture
02. Jephté – Prologue: Riez Sans Cesse.. Dans Ces Beaux Lieux
03. Jephté – Prologue: De Quels Nouveaux Concerts
Antoine Dauvergne (França, 1713 – 1797)
04. Hercule Mourant – Quelle Voix Suspend Mes Alarmes ?
Jean-Philippe Rameau (França, 1683-1764)
05. Hippolyte Et Aricie – Quels Doux Concerts!
Nicolas Racot de Grandval (França, 1676-1753)
06. Rien Du Tout
Antoine Dauvergne (França, 1713 – 1797)
07. La Vénitienne – Pour Braver Les Périls
08. La Vénitienne – Ciel, Il Me Laisse
09. La Vénitienne – Livrons-Nous Au Sommeil
Christoph Willibald Gluck (Alemanha, batizado em 1714 – 1787)
10. L’Ivrogne Corrigé – Maudit Ivrogne
11. L’Ivrogne Corrigé – Il Est Mort
Jean-Philippe Rameau (França, 1683-1764)
12. Ah! Loin De Rire
Christoph Willibald Gluck (Alemanha, batizado em 1714 – 1787)
13. L’Ivrogne Corrigé – Rendez Mon Époux À La Vie
Jean-Philippe Rameau (França, 1683-1764)
14. Réveillez-Vous Dormeur
Christoph Willibald Gluck (Alemanha, batizado em 1714 – 1787)
15. L’Ivrogne Corrigé – Que De Plaisirs L’Amour Nous Donne
André Campra (França, 1660-1744)
16. L’Europe Galante – Quoi! Pour L’Objet De Votre Ardeur.. L’Amour, En Comblant Nos Désirs
17. L’Europe Galante – Paisibles Lieux
18. L’Europe Galante – Que Vois-Je, Quel Spectacle!.. Aimez, Belle Bergère
19. L’Europe Galante – Voyez À Vos Genoux.. Lorsque Doris Me Parut Belle
20. L’Europe Galante – Quel Funeste Coup
Jean-Philippe Rameau (França, 1683-1764)
21. Les Fêtes D’Hébé – Revenez, Tendre Amant
22. Les Fêtes D’Hébé – Je Vous Revois.. Sans Cesse Les Oiseaux Font Retentir
23. Les Fêtes D’Hébé – Fuis, Porte Ailleurs Tes Fureurs
24. Dardanus – Hâtons-Nous, Courons À La Gloire
25. Dardanus – Voici Les Tristes Lieux.. Monstre Affreux
26. Dardanus – Mais Un Nouvel Éclat
27. Dardanus – Des Biens Que Vénus Nous Dispense
28. Les Indes Galantes – Tendre Amour

Le Jardin de Monsieur Rameau – 2014
Les Arts Florissants, dir. William Christie

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William Christie feliz com o apoio do PQPBach.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Jean-Philippe Rameau (França, 1683-1764): Platée – Ensemble Vocal Françoise Herr & Les Musiciens du Louvre, dir. Marc Minkowski – 1990

Jean-Philippe Rameau

Platée

Ensemble Vocal Françoise Herr
Les Musiciens du Louvre
dir. Marc Minkowski

Véronique Gens

1990

 

Platée (em francês, traduzível para Plateia) é uma ópera de Jean-Philippe Rameau, dividida em um prólogo e três atos, cuja estreia ocorreu em 31 de março de 1745 na Grand Ecurie de Versalhes. O libretto foi escrito por Adrien-Joseph Le Valois d’Orville.

Platée foi a primeira tentativa de Rameau no campo da ópera cômica. O enredo gira em torno de Platée, uma ninfa aquática sem beleza que acredita que Júpiter está dela enamorado. A obra foi inicialmente intitulada ballet bouffon, mas depois foi chamada de comédie lyrique. Foi escrita para a celebração de núpcias do Delfim Luís de França com a Infanta Maria Teresa Rafaela de Espanha, a qual, segundo relatos, também não possuía beleza. Mas em vez de isso causar embaraço, a obra foi bem recebida, e poucos meses depois Rameau foi nomeado Compositor da Câmara do Rei, com boa pensão.

A ópera cômica era relativamente rara na França barroca, mas nenhum dos contemporâneos parece ter percebido a novidade que Platée representava. Para sua concepção Rameau pode ter se inspirado em uma ópera cômica mais antiga, Les amours de Ragonde, de Jean-Joseph Mouret, de 1742. Rameau comprou os direitos do libretto, originalmente Platée ou Junon Jalouse (Plateia, ou Juno ciumenta), escrito por Jacques Autreau (1657-1745), e incumbiu d’Orville de adaptá-lo. A origem da história é um mito grego relatado por Pausânias em seu Guia da Grécia.

Platée foi uma das mais estimadas óperas de Rameau durante sua vida. Agradou até mesmo críticos que o haviam combatido durante a Querela dos Bufões, uma polêmica pública que debateu os méritos da ópera francesa e italiana. Melchior Grimm a chamou de obra sublime. Mesmo o pior inimigo de Rameau, Jean-Jacques Rousseau, a qualificou como divina. Talvez estes críticos tenham visto em Platée um caminho para a opera buffa que eles apoiavam.

A obra foi encenada uma vez no casamento real em 1745. Pouco se sabe sobre o elenco desta estreia, exceto que o papel-título (um papel-travesti) foi levado pelo famoso cantor Pierre Jélyotte, primo haute-contre (tenor) da Ópera Nacional de Paris. Foi reapresentada em temporada em Paris, em 1749, com adaptações do compositor e do libretista Ballot de Sovot. Em 1754 foi revivida ao longo da Querela dos Bufões como comparação com a obra I viaggiatori, de Leonardo Leo. Sua última apresentação em vida de Rameau ocorreu em 1759.

Uma nova apresentação teria de esperar até 1901, quando Hans Schilling-Ziemssen encenou em Munique uma versão pesadamente adaptada. A versão francesa reapareceu em uma produção em Monte Carlo em 1917. Outra em França só se deu em 1956, em Aix-en-Provence, e depois em 1977 na Ópera Comique. Só foi apresentada no Reino Unido em 1983, e nos Estados Unidos em 1987.

Outra produção aconteceu no Festival de Edimburgo de 1997, e em 1999 recebeu uma requintada produção na Ópera de Paris, com direção de Marc Minkowski e produção de Laurent Pelly, posteriormente registrada em DVD. Novamente em 2007 foi encenada no Summer 2007 Festival da Ópera de Santa Fé.

Platée é uma fusão de vários estilos e formas, emoldurados em um arcabouço burlesco. O contraste entre os personagens cômicos e sérios é enorme e o caráter humorístico é aumentado pela personagem feminina do título, Platée, que deve ser cantada por um homem travestido. A ilustração sonora das cenas é muito evocativa e musicalmente eficaz, com destaque para a exploração de efeitos onomatopaicos no coro Dis done pourquoi? Quoi? Quoi?, onde a palavra quoi é tratada em imitação do coaxar das rãs e sapos dos brejos onde Platée vive. A partitura está repleta de instruções detalhadas de execução instrumental para obtenção de efeitos sonoros especiais como os quartos de tom, e as formas estruturais da ária e das danças são frequentemente rompidas para fins expressivos. (Wikipedia)


As 45 faixas podem ser vistas aqui.

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Jean-Philippe Rameau (França, 1683-1764): Les Fêtes de Polymnie – Purcell Choir & Orfeo Orchestra, dir. György Vashegyi, Véronique Gens – 2014

Les Fêtes de Polymnie
Jean-Philippe Rameau

Purcell Choir & Orfeo Orch.
dir. György Vashegyi
2014

Véronique GensEmőke Baráth, Aurélia Legay, Mathias Vidal, Thomas Dolié

 

Les fêtes de Polymnie (Os Festivais de Polímnia) é um opéra-ballet em três entradas e um prólogo de Jean-Philippe Rameau. O trabalho foi realizado pela primeira vez em 12 de outubro de 1745 na Opéra, em Paris, e é definido como um libreto de Louis de Cahusac. A peça foi escrita para celebrar a vitória francesa na Batalha de Fontenoy na Guerra da Sucessão Austríaca. Foi revivido no mesmo local em 21 de agosto de 1753. 

Nem Cuthbert Girdlestone nem Graham Sadler (no New Penguin Guide) consideram-no entre os melhores trabalhos de Rameau, embora ambos observem a originalidade de sua abertura, que quebra o tradicional molde luliano comum às aberturas francesas até aquela época. .

O prólogo, Le temple de Mémoire (“O Templo da Memória”), descreve a vitória de Fontenoy de maneira alegórica. A primeira entrada é intitulada La fable (Legenda) e representa o casamento de Hércules e Hebe, a deusa da juventude. A segunda entrada, L’histoire (“História”), conta a história do rei helenístico da Síria Seleuco I Nicator, que desiste de sua noiva Stratonice quando ele compreende que seu filho Antiochus I Soteris está loucamente apaixonado por ela (este conto também foi o tema de uma ópera francesa do século XVIII, a Stratonice de Étienne Méhul). A terceira e última entrada é chamada La féerie (“conto de fadas”) e é ambientada no Oriente Médio. Através de seu amor por ele, Argélie resgata Zimès do poder da fada má Alcine.

As 71 faixas podem ser vistas aqui.

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Jean-Philippe Rameau (França, 1683-1764): Zoroastre, versão 1756 – Les Arts Florissants, dir. William Christie – 2002

Zoroastre, versão 1756

Jean-Philippe Rameau
França, 1683-1764

Les Arts Florissants, dir. William Christie
Matthieu Lécroart, Nathan Berg
Anna Maria Panzarella, Matthieu Lécroart, François Bazola

2002

Zoroastre (Zoroastre) é uma ópera de Jean-Philippe Rameau, apresentada pela primeira vez em 5 de dezembro de 1749 pela Opéra na primeira Salle du Palais-Royal em Paris. O libreto é de Louis de Cahusac. Zoroastre foi o quarto das tragédias em música de Rameau a ser encenado e o último a aparecer durante a vida do compositor. O público deu à versão original uma recepção morna, então Rameau e seu libretista remodelaram completamente a ópera para um renascimento que ocorreu na Opéra em 19 de janeiro de 1756. Desta vez, o trabalho foi um grande sucesso e esta é a versão geralmente ouvida hoje.

A estréia de Zoroastre em 1749 não foi um sucesso; apesar da magnificência da encenação, não conseguiu competir com o novo opéra-ballet de Mondonville, Le carnaval du Parnasse. Rameau e Cahusac decidiram retrabalhar a ópera completamente antes de oferecê-la ao público novamente em 1756. Os atos 2,3 e 5 foram fortemente reescritos e houve várias modificações na trama. Desta vez, o público foi à ópera, embora o crítico Melchior Grimm estivesse desmoralizando com o libreto de Cahusac: “Em Zoroastre é dia e noite alternadamente; mas, como o poeta … não pode contar até cinco, ficou tão confuso em sua avaliação ele foi obrigado a fazê-lo dia e noite, duas ou três vezes em cada ato, de modo que possa ser dia no final da peça “.

Zoroastre foi escolhido para abrir a nova casa de ópera de Paris em 26 de janeiro de 1770, a antiga tendo sido incendiada em 1763. Também foi traduzida para o italiano por Casanova para uma performance em Dresden em 1752, embora algumas das músicas de Rameau tenham sido substituídas por músicas do mestre de balé Adam.

Seu primeiro revival moderno foi em uma versão de concerto na Schola Cantorum, Paris em 1903. A estréia da ópera nos Estados Unidos foi encenada pelo Boston Baroque (então conhecido como Banchetto Musicale) no Sanders Theater da Universidade de Harvard sob o regente Martin Pearlman em 1983 com Jean Claude Orliac no papel título e James Maddalena como Abramane.

Zoroastre inclui algumas inovações importantes: foi a primeira grande ópera francesa a dispensar um prólogo alegórico e seu assunto não é retirado da mitologia clássica da Grécia e Roma, como era habitual, mas da religião persa. Houve uma boa razão para isso. Como escreve Graham Sadler, a ópera é “um retrato disfarçado da Maçonaria”. Cahusac, o libretista, foi um dos principais maçons franceses e muitas de suas obras celebram os ideais do Iluminismo, incluindo Zoroastre. O Zoroastro histórico era altamente considerado nos círculos maçônicos e os paralelos são óbvios entre a ópera de Rameau e uma ainda mais famosa alegoria maçônica, A Flauta Mágica de Mozart (1791), com seus ritos de iniciação conduzidos sob os auspícios do sábio “Sarastro”. (Wikipedia)

As 92 faixas podem ser vistas aqui.

Zoroastre – 2002
Les Arts Florissants
dir. William Christie

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Avicenna

Jean-Philippe Rameau (França, 1683-1764): Les Paladins – Neue Düsseldorfer Hofmusik, dir. Konrad Junghänel – 2010

Les Paladins
Jean-Philippe Rameau

Neue Düsseldorfer Hofmusik
dir. Konrad Junghänel

Anna Virovlansky, Iulia Elena Surdu, Laimonas Pautienius, Anders J. Dahlin, Adrian Sâmpetrean, Thomas Michael Allen

2010

Les Paladins é uma ópera de Jean-Philippe Rameau, apresentada pela primeira vez em 12 de fevereiro de 1760 na Ópera de Paris. O autor do libreto não é conhecido com certeza, mas provavelmente foi um dos irmãos Duplat de Monticourt. Rameau chamou Les Paladins de comédie lyrique, colocando-o na mesma categoria de seu trabalho anterior, Platée.

A identidade do libretista é incerta. No século 18, Charles Collé retransmitiu o boato de que o autor era Gentil-Bernard. No entanto, Les spectacles de Paris de 1770 e, mais tarde, Louis-François Beffara alegou que o texto era de Duplat de Monticourt, sem especificar se isso significava Jean-François Duplat de Monticourt ou seu irmão Pierre-Jacques. Em sua biografia do compositor em 2014, a especialista em Rameau, Sylvie Bouissou, inclina-se ligeiramente para a crença de que era Pierre-Jacques, dada a sua maior experiência de escrever para o teatro.

O enredo é baseado em uma fábula de La Fontaine, Le petit chien qui secoue de l’argent et des pierreries, derivado de um episódio de Orlando Furioso de Ludovico Ariosto. (Wikipedia)

Les Paladins
Neue Düsseldorfer Hofmusik
Disco 1
Acte I – Ouverture très vive
01. Acte I – Gavotte gaie
02. Acte I; Scène 1 – [Air:] “Triste séjour, solitude ennuyeuse” (Argie)
03. Acte I; Scène 1 – [Récit:] “L’hymen”, [Air:] “Qu’il faut attendre”, [Récit:] “Quel espoir” (Nérine, Argie)
04. Acte I; Scène 1 – Ariette vive: “L’amant peu sensible et volage” (Nérine)
05. Acte I; Scène 2 – [Récit:] “Argie, holà”, [Récit:] “J’entends le bruit” (Orcan, Nérine)
06. Acte I; Scène 2 – [Récit:] “Quelle rigueur”, [Trio:] “Non, non, non”, [Récit:] “Cédez” (Orcan, Argie, Nérine)
07. Acte I; Scène 3 – [Récit & Air:] “Seras-tu toujours”, [Air:] “Considère toi-même” (Nérine, Orcan)
08. Acte I; Scène 3 – [Air:] “Ma voix deviendrait plus sonore” (Orcan)
09. Acte I; Scène 3 – [Air:] “Ecoute, Orcan, écoute” (Nérine)
10. Acte I; Scène 3 – [Récit:] “Tais-toi”, Duo vif: “Serpent, retire-toi” (Orcan, Nérine)
11. Acte I; Scène 3 – [Récit:] “Quels concerts insolents”; Scène 4 – [Récit:] “Qu’ai-je entendu” (Argie, Nérine)
12. Acte I; Scène 4 – [Air:] “Est-il beau comme le jour” (Nérine)
13. Acte I; Scène 4 – [Récit:] “Orcan veille de ce côté” (Nérine, Argie)
14. Acte I; Scène 5 – Entrée des pèlerins
15. Acte I; Scène 5 – Ariette vive et gaie: “Accourez, amants” (Atis)
16. Acte I; Scène 5 – Gavotte gaie
17. Acte I; Scène 5 – [Air:] “L’espoir nous mène”, [Récit:] “Ah, j’en possédais un si fidèle”, [Chœur:] “Venez avec nous”,
18. Acte I; Scène 5 – [Air:] “Quand sous l’amoureuse loi” (Atis)
19. Acte I; Scène 6 – [Récit:] “C’est une fée enchanteresse”, Duo: “Vous m’aimez” (Atis, Argie)
20. Acte I; Scène 6 – Bruit de guerre, [Récit:] “Fuyez le sort” (Nérine, Atis, Orcan)
21. Acte I; Scène 6 – [Air:] “Je meurs de peur”, [Récit:] “Orcan, j’aime à voir”, Duo très vif: “Défends-toi” (Orcan, Atis)
22. Acte I; Scène 6 – [Récit:] “Belle Argie”, [Récit:] “Nérine”, [Récit:] “Vous, dont le zèle”, [Chœur:] “Qu’il soit armé pèlerin”
23. Acte I; Scène 6 – Air gay
24. Acte I; Scène 6 – [Chœur:] “Le joli, le gentil pèlerin” (Nérine, Argie, Orcan, Atis)
25. Acte I; Scène 6 – Loure
26. Acte I; Scène 6 – Pantomime
27. Acte I; Scène 6 – Contredanse
28. Acte I; Scène 6 – Galop, [Récit:] “Qu’ai-je entendu”, [Chœur:] “Fuyez Atis”, [Chœur:] “C’est un éclair” (Nérine, Argie, Orcan, Chœur)

Disco 2
01. Acte II; Scène 1 – Ritournelle; [Récit:] “Mon cœur”, [Récit:] “Mais quel bruit!”; Scène 2 – [Récit:] “Ah Seigneur” (Anselme, Orcan)
02. Acte II; Scène 3 – [Récit:] “La, la, la”, [Air:] “Vous méditiez”, [Récit:] “Nommez l’auteur” (Argie, Anselme)
03. Acte II; Scène 4 – [Air:] “C’est ce poignard, perfide” (Anselme)
04. Acte II; Scène 5 – [Récit:] “Approche, Orcan”, Lent; Scène 6 – [Récit:] “Je puis donc me venger” (Anselme, Orcan)
05. Acte II; Scène 7 – Ariette “C’est trop soupiré”, [Récit:] “Le voilà”, [Duo:] “Non, non”, [Récit:] “C’est trop” (Nérine, Orcan)
06. Acte II; Scène 8 – Air de furie, [Récit:] “Vengez l’innocence” (Orcan, Atis)
07. Acte II; Scène 8 – [Récit:] “Démons, frappez”, [Chœur:] “Frappons” (Atis, Orcan, Chœur)
08. Acte II; Scène 8 – Air très vif”, [Air:] “Je suis la furie” (Un Démon)
09. Acte II; Scène 9 – [Récit:] “Monstre, vois la beauté”, [Récit:] “Espérons un destin plus doux” (Atis, Orcan, Argie)
10. Acte II; Scène 9 – Gavotte gaie
11. Acte II; Scène 9 – Entrée des Paladines, et ensuite Paladins
12. Acte II; Scène 10 – [Récit:] “Vengeurs des beautés”, [Air:] “Formez les nœuds” (Atis, Chœur)
13. Acte II; Scène 10 – Sarabande
14. Acte II; Scène 10 – Ariette lente: “Je vole, amour” (Argie)
15. Acte II; Scène 10 – Air très gay
16. Acte II; Scène 10 – Gavotte un peu lente
17. Acte II; Scène 10 – Menuet
18. Acte II; Scène 10 – Contredans
19. Acte III; Scène 1 – [Air:] “Tu vas tomber sous ma puissance” (Anselme)
20. Acte III; Scène 1 – Chœur “Attaquons”, [Récit:] “Mais, o ciel!” (Anselme, Chœur)
21. Acte III; Scène 1 – [Air:] “Quels jardins délicieux” (Anselme)
22. Acte III; Scène 2 – [Récit:] “Esclave”, Ariette gaye: “Le printemps des amants” (Anselme, Manto)
23. Acte III; Scène 2 – [Récit:] “Mais, votre cœur”, [Air:] “De ta gravité”, [Récit:] “Mai si je suis”, Mesuré: “Animez-vous” (Orcan, Manto, Anselme)
24. Acte III; Scène 2 – Air pour les Pagodes
25. Acte III; Scène 2 – Entrée de Chinois
26. Acte III; Scène 2 – Loure
27. Acte III; Scène 2 – Gigue vive
28. Acte III; Scène 2 – [Récit:] Pour répondre”, [Récit:] “Anselme soupirant”, Air ironique: “Il faut savoir”, Air un peu gay: “Le crime”,
29. Acte III; Scène 3 – Trio: “Vengeons, vengeons” (Anselme, Argie, Manto)
30. Acte III; Scène 4 – [Récit:] “Reconnaissez Manto”, Duo lent: “O Divinité”, [Récit:] “Je veux que ces jeux”,
31. Acte III; Scène 4 – Duo: “Ah, que j’aimerai” (Argie, Atis)
32. Acte III; Scène 4 – Chœur: “L’amour chante”
33. Acte III; Scène 4 – Ariette gaie: “Lance, lance” (Atis)
34. Acte III; Scène 4 – Contredanse, [Chœur:] “Loin de nos jeux” (Chœur)

Les Paladins – 2010
Neue Düsseldorfer Hofmusik
dir. Konrad Junghänel

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Avicenna

 

Jean-Philippe Rameau (França, 1683-1764) – Les fêtes d’Hébé ou Les talens lyriques – Les Arts Florissants, dir. William Christie, Daneman, Connolly, Fouchécourt, Agnew, Félix – 1997

Jean-Philippe Rameau
França, 1683-1764

Les fêtes d’Hébé ou Les talens lyriques

Les Arts Florissants
dir. William Christie

Daneman, Connolly, Fouchécourt
Agnew, Félix

1997

Les fêtes d’Hébé, ou Les talens lyriques é uma opera-ballet com um prólogo e três entradas (atos) do compositor francês Jean-Philippe Rameau. O libreto foi escrito por Antoine Gautier de Montdorge (1707-1768). O trabalho foi realizado pela primeira vez em 21 de maio de 1739 pela Académie Royale de Musique em seu teatro no Palais Royal em Paris.

Les fêtes d’Hébé toma a forma de uma típica ópera-ballet: uma série de atos autônomos vagamente baseados em torno de um tema, neste caso as “artes líricas” da poesia, da música e da dança.

Les fêtes d’Hébé foi a segunda ópera-balé de Rameau; seu primeiro, Les Indes galantes, apareceu em 1735. Foi apresentado pela primeira vez na Opéra de Paris em 21 de maio de 1739. A famosa dançarina Marie Sallé apareceu como Terpsichore na terceira entrada. Montdorge era amigo do patrono de Rameau, Alexandre Le Riche de La Poupelinière. Seu libreto foi alvo de pesadas críticas e a segunda entrada teve que ser revisada com a ajuda de Simon-Joseph Pellegrin, que escrevera as palavras para a primeira ópera de Rameau, Hippolyte et Aricie. Apesar do libreto fraco, o trabalho foi um sucesso imediato e se tornou uma das óperas mais populares de Rameau, desfrutando de 80 apresentações em seu primeiro ano. Foi revivido em 1747, 1756 e 1764 (com projetos de conjuntos supervisionados por François Boucher e o papel de Iphise assumido por Sophie Arnould). Posteriormente, as produções do século XVIII deram apenas versões parciais do trabalho. (Wikipedia)

Depois do escândalo de criar Hippolyte et Aricie e de representações tempestuosos e controversas como Les Indes galantes, Jean-Philippe Rameau finalmente adquire uma fama inegável com a ópera-ballet Les Fêtes d’Hebe ou Les talens lyriques.

Criado na Royal Academy of Music em Paris 21 de maio de 1739, o trabalho será repetido com sucesso consistente até 1770. O prólogo retrata Hebe, deusa da juventude, assediada por prazeres e forçada a fugir para o Olimpo para encontrar sua salvação nos braços do Amor. Um espetáculo traça as vitórias deste deus através de três entradas, intituladas “Poesia”, “Música” e “Dança”.

Com um livreto projetado principalmente para brilhar, cantar e dançar em tons sucessivamente épicos, líricos e pastorais, Rameau pode dar livre curso à sua genialidade. O coreógrafo Thomas Lebrun faz uma leitura resolutamente contemporânea do ballet de ópera de Rameau.(https://www.operadeparis.fr/saison-16-17/opera/les-fetes-dhebe-ou-les-talens-liriques)

As 80 faixas podem ser encontradas aqui.

Les fêtes d’Hébé ou Les talens lyriques – 1997
Les Arts Florissants
dir. William Christie

BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE – CD1 + CD2
XLD RIP | FLAC | 720 MB

BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE – CD1 + CD2
MP3 | 320 KBPS | 470 MB

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Avicenna

 

 

Jean-Philippe Rameau (França, 1683-1764) – Les Boréades – English Baroque Soloists, dir. John Eliot Gardiner

Jean-Philippe Rameau

Les Boréades

English Baroque Soloists
dir. John Eliot Gardiner

Jennifer Smith
Philip Langridge
1990

A surpreendente obra final de Rameau foi ensaiada pela Opéra de Paris em 1764, mas abandonada após sua morte. Permaneceu sem apresentação até que John Eliot Gardiner conduziu sua própria edição em Aix-en-Provence em 1982. Graças à garantia de caracterização rítmica de Gardiner, texturas elegantes dos solistas barrocos ingleses, precisão elegante do Coro de Monteverdi e um excelente elenco liderado por Jennifer Smith e Philip Langridge, esta gravação permanece como uma conquista seminal. (Gramofone)

Les Boréades (Os Descendentes de Boreas) ou Abaris é uma ópera em cinco atos de Jean-Philippe Rameau. Foi a última das cinco tragédias musicais de Rameau. O libreto, atribuído a Louis de Cahusac (1706–1759), é vagamente baseado na lenda grega de Abaris, o hiperbóreo, e inclui elementos maçônicos.

Não houve performances conhecidas desta ópera durante a vida de Rameau. O trabalho estava em ensaio em 1763 na Ópera de Paris, provavelmente para uma apresentação privada na corte de Choisy. Não se sabe por que a apresentação foi abandonada, embora muitas teorias tenham sido apresentadas, incluindo que facções no corte lutaram por ela, a música era muito difícil, havia elementos de enredos subversivos, e que a Opéra foi incendiada no mês de ensaios. A primeira performance conhecida do trabalho foi em 1770 em uma performance de concerto em Lille. J. J. M. Decroix havia coletado os trabalhos de Rameau após a morte do compositor, e assim garantiu a sobrevivência desse escore. A Bibliothèque Nationale abrigou as obras coletadas, incluindo vários manuscritos relacionados a esta ópera.

A primeira apresentação moderna da obra foi realizada pela Office de Radiodiffusion Télévision Française em 16 de setembro de 1964 (celebrando o 200º aniversário da morte de Rameau) na Maison de la Radio, em Paris, gravada para transmissão no mês seguinte; o elenco incluiu Christiane Eda-Pierre e Andre Mallabrera.

Deve seu renascimento moderno ao maestro John Eliot Gardiner, que deu uma versão de concerto da peça (na qual Trevor Pinnock tocou cravo continuo) no Queen Elizabeth Hall, em Londres, em 14 de abril de 1975, para o qual ele havia preparado o material orquestral dos manuscritos originais no ano anterior. Em julho de 1982, Gardiner fez a primeira performance completa com Catherine Turocy, coreógrafa e sua companhia de dança barroca nova-iorquina no Festival de Aix-en-Provence. Desde então, a reputação e a popularidade da ópera cresceram consideravelmente. (Wikipedia)

As 58 faixas podem ser encontradas aqui.

Palhinha: ouça: Acte 3; Scène IV – “Regnez, belle Alphise” (Chœur, Calisis, Borilée)

Les Boréades – 1990
English Baroque Soloists
dir. John Eliot Gardiner

BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE – CD1 + CD2 + CD3
XLD RIP | FLAC | 771 MB

BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE – CD1 + CD2 + CD3
MP3 | 320 KBPS | 512 MB

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Avicenna

Un Opéra pour trois rois: A Versailles entertainment for Louis XIV, Louis XV & Louis XVI – Music by Lully, Rameau, Gluck et al

Un Opéra pour trois rois

Purcell Choir
Orfeo Orchestra
dir. György Vashegyi

Chantal Santos-Jeffery
Emöke Barát
Thomas Dolié

2016

 

Por quase um século e meio na França – nos reinados de Luís XIV, XV e XVI – o Palácio de Versalhes foi palco, tanto em ambientes internos como externos, de uma extraordinária seqüência de espetáculos musicais dramáticos. Un Opéra pour trois rois, conduzido por György Vashegyi, representa o legado da época, um entretenimento operístico especialmente construído, extraído de obras de compositores de Lully a Gluck, comissionados – e mesmo, ocasionalmente, executados – por reis, rainhas e inamoratas

Há muitos favoritos – “Tristes apprêts” (Castor et Pollux) e “Forêts paisibles” (Les Indes galantes), de Rameau, mas uma das atrações adicionais desta extravagância em disco duplo lançada pela Glossa é a chance de ouvir música de qualidade de composições até então lamentavelmente ignoradas (Le Retour du printemps, Antoine Dauvergne, Les Caractères de la Folie, Bernard de Bury ou Le Pouvoir de l’Amour, Pancrace Royer), todas demonstrando as profundidades de qualidade ainda à espera de serem redescobertas. E há seleções a serem tiradas das óperas de Mondonville, Destouches, Leclair e Francoeur e Rebel também. Outras atrações são as performances dos três solistas (cada um adotando o papel de uma figura alegórica para o evento): Chantal Santon-Jeffery, Emöke Barath e Thomas Dolié, junto com o Coro Purcell de Vashegyi e a Orfeo Orchestra. Em seu ensaio de livreto, Benoît Dratwicki baseia-se em seu imenso conhecimento para ambientar a residência real de Versalhes para essa fête musicale imaginária cheia de lirismo e duetos, música sombria e alegre, sinfonias e bailados.

Un Opéra pour trois rois

CD I
Première Partie

01. Ouverture (Lully – Les Plaisirs de l’Île enchantée) 
02. Choeur : « Dans ce paisible séjour » (Rameau – Hippolyte et Aricie) 
03. Duo : « Quels sons ! quel bruit soudain » (Destouches – Issé) 
04. Ritournelle (Mondonville – Les Fêtes de Paphos)
05. Choeur et récit : « Dieux ! Quel succès ! le monstre perd la vie ! » (Destouches – Issé) 
06. Trio et choeur : « Que ces rois chéris des mortels » (Destouches – Les Stratagèmes de l’Amour) 
07. Bourrée (Lalande – Les Folies de Cardenio) 
08. Marche (Jean-Baptiste Lully – Le Bourgeois gentilhomme) 
09. Récit et choeur : « Quel nuage en ces lieux vient se précipiter ? »
(Colin de Blamont – Zéphyre et Flore)
10. Orage (Rameau – Platée) 
11. Récit et choeur : « Dieu cruel, vous voyez mes pleurs » (Colin de Blamont – Zéphyre et Flore) 
12. Air : « Vents furieux, tristes tempêtes » (Rameau – La Princesse de Navarre) 
13. Prélude et choeur : « Obéissons à notre maître » (Dauvergne – Le Retour du printemps) 
14. Récit et choeur : « La volonté du ciel va se faire connaître »
(Dauvergne – Le Retour du printemps)
15. Air et choeur : « Viens, Amour, quitte Cythère » (Leclair – Scylla et Glaucus) 
16. Symphonie (Rameau – Les Surprises de l’Amour) 
17. Récit, trio et choeur : « Pour vous dont je reçois et l’encens et les voeux »
(Leclair – Scylla et Glaucus) 
18. Chaconne : « Divin Bacchus, tes fureurs » (Royer – Le Pouvoir de l’Amour) 

CD II
Deuxième Partie

01. Ouverture (Dauvergne – 2e Concert de symphonie) 
02. Air et choeur : « Liberté charmante » (Mondonville – Le Carnaval du Parnasse)
03. Duo : « Quoi ! vous m’abandonnez, mon père ! » (Philidor – Ernelinde, Princesse de Norvège)
04. Duo : « Souverain maître des dieux » (Bury – Les Caractères de la Folie)
05. Combat (Rameau – Castor et Pollux – 1770)
06. Choeur : « Que tout gémisse » (Rameau – Castor et Pollux – 1770) 
07. Air : « Tristes apprêts, pâles flambeaux » (Rameau – Castor et Pollux – 1770) 
08. Duo et choeur : « Amour, c’est trop troubler mon âme » (Dauvergne – Canente) 
09. Choeur : « Régnez, divin sommeil » (Piccinni – Atys)
10. Prélude, tempête, récit et choeur : « Grands dieux ! soyez-nous secourables »
(Gluck – Iphigénie en Tauride) 
11. Danse des Peuples (Gluck – Iphigénie en Tauride) 
12. Air : « Ô malheureuse Iphigénie » (Gluck – Iphigénie en Tauride) 
13. Prélude, récit et choeur: « Quel éclat dans ces lieux » (Rebel et Francoeur – Ballet de la Paix)
14. Symphonie (Destouches et Dauvergne – Callirhoé – 1773)
15. Air des Sauvages : « Forêts paisibles » (Rameau – Les Indes galantes) 

Un Opéra pour trois rois – 2016
Purcell Choir
Orfeo Orchestra
dir. György Vashegyi

BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE – CD1 + CD2
XLD RIP | FLAC | 509 MB

BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE – CD1 + CD2
MP3 | 320 KBPS | 354 MB

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Avicenna

Jean-Philippe Rameau (França, 1683-1764) – Une Symphonie Imaginaire – Les Musiciens du Louvre, dir. Marc Minkowski – 2005

Une Symphonie Imaginaire

Jean-Philippe Rameau
França, 1683-1764

Les Musiciens du Louvre
dir. Marc Minkowski

2005

 

Selecionando a fascinante música orquestral e para ballet de Rameau, Marc Minkowski cria uma sinfonia imaginária com ritmos de dança irresistíveis, harmonias engenhosas e orquestração inovadora.(do catálogo)

Une Symphonie Imaginaire
01. Ouverture – Zais
02. Scene funebre – Castor et Pollux
03. Air tendre – Les Fetes d’Hebe
04. Tambourines I and II – Dardanus
05. Air tendre pour les Muses – Le Temple de la Gloire
06. Contredanse – Les Boreades
07. Air gracieux – La Naissance d’Osiris
08. Gavottes I and II – Les Boreades
09. Orage – Platee
10. Prelude – Les Boreades
11. La Poule – Six concerts en sextuor
12. Musette – Les Fetes d’Hebe
13. Ritournelle – Hippolyte et Aricie
14. Rigaudons I and II – Nais
15. Danse des Sauvages – Les Indes galantes
16. Entrée de Polymnie – Les Boreades
17. Chaconne – Les Indes galantes

Palhinha: ouça este encantamento: 16. Entrée de Polymnie – Les Boreades

PS – Merece destaque o comentário agora feito pelo nosso ouvinte Woody: Tanto quanto eu aprecio os contemporâneos de Rameau como Bach e Haendel, eu ainda sou tão fascinado por este maravilhoso compositor, a quem nós não apenas devemos nossa harmonia, mas também tesouros orquestrais maravilhosos como este álbum, muito obrigado!

Une Symphonie Imaginaire – 2005
Jean-Philippe Rameau
Les Musiciens du Louvre
dir. Marc Minkowski

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XLD RIP | FLAC | 271 MB

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MP3 | 320 KBPS | 160 MB

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Avicenna

 

Jean-Philippe Rameau (França, 1683-1764) – Hippolyte et Aricie – Les Arts Florissants, dir. William Christie – Padmore, Panzarella, Lieberson, Naouri – 1995

Hippolyte et Aricie

Les Arts Florissants
dir. William Christie

Mark Padmore
Anna Maria Panzarella
Lorraine Hunt Lieberson
Laurent Naouri
Patricia Petibon

1995

Considerada uma das 10 melhores óperas barrocas com respectivas gravações, pela revista Gramophone em 2013. [1º lugar ??]

..oOo..

Giulio Cesare in Egitto (HWV 17) é uma ópera em três atos do compositor alemão naturalizado britânico Georg Friedrich Händel (1685-1759), completada em dezembro de 1723 e que teve sua estreia em 20 de fevereiro de 1724 no King’s Theatre em Londres, quando a carreira lírica do compositor estava no auge. 

O enredo retrata alguns personagens como indivíduos fortes e complexos, o que permitiu a Händel jogar com um amplo leque emocional. César é mostrado na ópera como o típico grande herói, comparado a Hércules (ou Alcide, no libreto italiano). Cleópatra tem uma personalidade multifacetada, revelando astúcia política, capacidade de sedução, força e emotividade. Ptolomeu (ou Tolomeo, no libreto italiano), irmão de Cleópatra é o grande vilão, traiçoeiro, lascivo e usurpador. Cornélia e Sexto, seu filho com Pompeu, mostram personalidades bem mais estáticas e seus papéis giram continuamente em torno do sofrimento com a morte do esposo (no caso de Cornélia) e o desejo de vingança contra Ptolomeu (no caso de Sexto).

A trama decorre em Alexandria em 48 a.C., quando o cônsul romano Pompeu, derrotado na batalha de Farsália, procura refugiar-se no Egito, país com o qual mantivera relações importantes, políticas e militares. O país encontra-se sob o governo de um casal de irmãos: Cleópatra e Ptolomeu, os quais mantêm uma disputa de poder. Sabendo da vitória de Júlio César em Farsália, Ptolomeu manda assassinar Pompeu, oferecendo sua cabeça de presente a César. O restante do libreto é bem menos fiel à história real. Entre outros detalhes, mostra Ptolomeu e Cleópatra praticamente com a mesma idade. Na verdade, ele era bem mais jovem que a irmã. O envolvimento amoroso entre Júlio César e Cleópatra é sabidamente verídico. (Wikipedia)

As 67 faixas podem ser vistas aqui.

Hippolyte et Aricie – 1995
Jean-Philippe Rameau
Les Arts Florissants
dir. William Christie

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XLD RIP | FLAC | 879 MB

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MP3 | 320 KBPS | 400 MB

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Jean-Philippe Rameau (France, 1683-1764): Naïs, pastorale héroïque em três atos e um prólogo. György Vashegyi.

Rameau
Naïs

Opéra pour La Paix

Budapest Orfeo Orchestra
Purcell Choir
dir. György Vashegyi

 

Naïs é uma ópera de Jean-Philippe Rameau, apresentada pela primeira vez em 22 de abril de 1749 na Ópera de Paris. Toma a forma de um pastorale héroïque em três atos e um prólogo. O libretista foi Louis de Cahusac, na quarta colaboração entre ele e Rameau. A obra traz o subtítulo Opéra pour La Paix, que se refere ao fato de que Rameau compôs a ópera por ocasião do Tratado de Aix-la-Chapelle, no final da Guerra da Sucessão Austríaca. Seu título original era Le triomphe de la paix, mas a crítica dos termos do tratado levou a uma mudança no título. 

A história diz respeito ao deus Netuno, que é apaixonado pela ninfa Naïs e se disfarça de mortal para tentar conquistá-la. Isso acontece nos Jogos Isthmicos de Corinto, coincidentemente um festival dedicado a Netuno. Os rivais do deus pelas afeições de Naïs são o chefe dos coríntios Télénus e o líder dos pastores istímios, Astérion. O pai de Naïs, o adivinho cego, Tiresias adverte Télémus e Asterion para serem cautelosos com o deus do mar, e eles interpretam isso como significando que eles deveriam sacrificar seu rival. Eles estão prestes a atacar o Netuno disfarçado quando ele os afoga chamando grandes ondas. Netuno revela sua identidade para Naïs e a leva para seu palácio subaquático, onde ele a transforma em uma deusa.

As 95 faixas e seus respectivos nomes podem ser encontradas AQUI.

Purcell Choir, Orfeo Orchestra

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Naïs– 2017
Opéra pour La Paix
Budapest Orfeo Orchestra
Purcell Choir
dir. György Vashegyi

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XLD RIP | FLAC | 873 MB

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MP3 | 320 KBPS | 385 MB

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Jean-Philippe Rameau (1683-1764): Dardanus: uma tragédia musical em um prólogo e cinco atos. Minkowski


Dardanus

Les Musiciens du Louvre
Chorus of Les Musiciens du Louvre
dir. Marc Minkowski

Magdalena Kožená
Véronique Gens

 

Dardanus é uma ópera de Jean-Philippe Rameau com um libreto em francês de Charles-Antoine Leclerc de La Bruère. Toma a forma de uma tragédia musical num prólogo e cinco atos. Dardanus estreou na Opéra de Paris em 19 de novembro de 1739 com relativo sucesso, principalmente devido à dramática fraqueza do libreto. Isso fez com que Rameau e La Bruère retrabalhassem a ópera, reescrevendo completamente os últimos três atos, para um renascimento em 1744. Apenas quando Dardanus foi novamente apresentado em 1760, foi aclamado como uma das maiores obras de Rameau.

A história original é vagamente baseada na de Dárdano, filho de Zeus e Electra, e ancestral dos troianos. No entanto, na ópera, Dardanus está em guerra com o rei Teucer, que prometeu casar sua filha Iphise com o rei Anténor. Dardanus e Iphise encontram-se através da intervenção do mágico Isménor e se apaixonam. Dardanus ataca um monstro que assola o reino de Teucer, salvando a vida de Anténor que está tentando, sem sucesso, matá-lo. Teucer e Dardanus fazem a paz, este último se casando com Iphise.

As faixas dos 2 CDs podem ser consultadas aqui.

Dardanus – Les Musiciens du Louvre

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XLD RIP | FLAC | 834 MB

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MP3 | 320 KBPS | 482 MB

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Jean-Philippe Rameau (1683-1764): Pygmalion & Nélée et Myrthis – Les Arts Florissants, William Christie & Sandrine Piau

Jean-Philippe Rameau

Pygmalion & Nélée et Myrthis

Sandrine Piau (Pygmalion)
Agnès Mellon (Nélée et Myrthis)
Les Arts Florissants, dir, William Christie

 

Pigmalion é uma ópera de um ato de Jean-Philippe Rameau na forma de um ato de ballet, apresentado pela primeira vez em 27 de agosto de 1748, na Ópera de Paris. O libreto é de Ballot de Sauvot. O trabalho tem sido geralmente considerado como o melhor das peças de um ato de Rameau. Dizem que ele compôs o trabalho em oito dias.

A história é baseada no mito de Pygmalion, contado em Metamorfoses de Ovídio. Na versão de Rameau e Ballot de Sauvot, o escultor Pigmalion cria uma bela estátua para a qual ele declara seu amor. Sua namorada, Céphise, implora por atenção; Pigmalion a rejeita e pede à deusa Vênus que traga sua estátua para a vida. Magicamente a estátua anima, canta e dança; Cupido chega e elogia Pigmalion por sua arte e fé em seus poderes. Muita dança comemorativa e canto segue, atestando o poder do amor. O Cupido encontra outro amante para Céphise. (ex internet)

.oOo.

Nélée et Myrthis (ou Mirthis) é uma ópera de um ato de Jean-Philippe Rameau na forma de um ato de ballet. Pouco se sabe sobre o seu passado: a partitura pode estar incompleta e nunca foi encenada no tempo de vida de Rameau. A primeira performance conhecida ocorreu na Victoria State Opera, em Melbourne, Austrália, em 22 de novembro de 1974. Nélée et Myrthis pode ter sido destinada a fazer parte de uma ópera-ballet maior a ser chamada de Les beaux jours de l’Amour. O nome do libretista é desconhecido, mas foi provavelmente o colaborador frequente de Rameau, Louis de Cahusac.

O atleta Nélée está prestes a comemorar seu triunfo nos Jogos Argivos. Há muito tempo ele está apaixonado pela poeta Myrthis, mas finalmente anuncia que está cansado de sua indiferença (Air: “Un amant rebuté”). Como vencedor nos jogos, sua recompensa é a chance de pedir qualquer coisa que ele desejar. Myrthis acredita que Nélée irá escolhê-la (Air: “Jouissons de la liberté”), mas ele diz a ela que tem um novo amor, Corinne. Myrthis, que tem estado secretamente apaixonada por Nélée o tempo todo, agora está destroçada de ciúmes (Air: “Malgré le penchant le plus tendre”). Nélée aguarda com expectativa o seu triunfo (Air: “Théâtre des honneurs”). Em seu papel como poeta, Myrthis é forçada a liderar as celebrações da vitória (Air and chorus: “Muses, filles du ciel”). Ela pede a Nélée para fazer sua escolha e, para sua surpresa, ele a nomeia; ele estava apenas fingindo amar Corinne para punir Myrthis por seu orgulho. A ópera termina em comemoração (Refrão: “Amour, sois le prix de la gloire”). (ex internet)

01. Pygmalion – acte de ballet (1748) – Ouverture
02. Pygmalion – Scène 1. “Fatal Amour, cruel vainqueur” (Pygmalion) / Scène 2. “Pygmalion, est-il possible” (Céphise, Pygmalion) / Scène 3. “Que d’appas ! Que d’attraits! Sa grâce enchanteresse” (Pygmalion, La Statue)
03. Pygmalion – Scène 3. “De mes maux, à jamais” (Pygmalion, La Statue)
04. Pygmalion – Scène 4. “Du pouvoir de l’Amour” (L’Amour)
05. Pygmalion – Scène 4. Les différents caractères de la danse (Air. Très lent ; Gavotte gracieuse ; Menuet ; Gavotte gaie ; Chaconne vive ; Loure très grave Passepied vif (Les Grâces) ; Rigaudon. Vif ; Sarabande pour la Statue)
06. Pygmalion – Scène 4. Tambourin. Fort et vite ; “Cédons, cédons à notr’impatience” (Chœur du Peuple) / Scène 5. “Le peuple dans ces lieux s’avance” (Pygmalion)
07. Pygmalion – Scène 5. Air gay
08. Pygmalion – Scène 5. “L’Amour triomphe, annoncez sa victoire” (Pygmalion, Chœur)
09. Pygmalion – Scène 5. Pantomime niaise et un peu lente ; Deuxième Pantomime très vive
10. Pygmalion – Scène 5. “Règne, Amour, fais briller tes flammes” (Pygmalion)
11. Pygmalion – Scène 5. Air gracieux. (Pour les Grâces, Jeux et Ris) ; Rondeau Contredanse
12. Nélée et Myrthis – acte de ballet – Scène 1. Prélude ; “Oui, Myrthis, je ne saurais feindre” (Nélée, Myrthis)
13. Nélée et Myrthis – Scène 1. “Jouissons de la liberté” (Myrthis)
14. Nélée et Myrthis – Scène 1. “Ah! pour vivre heureux sans aimer” (Nélée, Myrthis)
15. Nélée et Myrthis – Scène 2. “Qu’entends-je! Ô Dieux! Corinne!… Il me fuit, l’infidèle” (Myrthis) / Scène 3. “Vos projets sont remplis” (Corinne, Myrthis)
16. Nélée et Myrthis – Scène 3. “Tout retentit dans ce séjour” (Corinne, Myrthis)
17. Nélée et Myrthis – Scène 3. “Noble fierté, digne partage” (Myrthis)
18. Nélée et Myrthis – Scène 4. “Théâtre des honneurs que m’offre la victoire” (Nélée)
19. Nélée et Myrthis – Scène 4. Annonce ; “Quels divers mouvements m’agitent tour à tour?” (Nélée)
20. Nélée et Myrthis – Scène 5 – Entrée de triomphe. “Muses, filles du ciel, dont les chants glorieux” (Myrthis, Chœur)
21. Nélée et Myrthis – Scène 5. Chaconne ; “Faites un choix digne de vous” (Chœur) ; Duo: “C’est la victoire la plus belle” (Deux Argiennes)
22. Nélée et Myrthis – Scène 5. “C’en est fait, et je vais répondre à votre zèle” (Nélée, Myrthis)
23. Nélée et Myrthis – Scène 5. “Amour, sois le prix de la gloire!” (Myrthis, Nélée, chœur)

Rameau – Pygmalion & Nélée et Myrthis – 1992
Les Arts Florissants, dir. William Christie

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– Sandrine Piau: L’Amour, toujours l’amour! [suspiros]
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Boa audição.

Avicenna

Jean-Philippe Rameau (1683-1764): Les Indes galantes – Les Arts Florissants, dir. William Christie & Sandrine Piau

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Les Indes Galantes

Jean-Philippe Rameau
(France, 1683-1764)

Les Arts Florissants
dir. William Christie

Em 1725, colonos franceses em Illinois enviaram o chefe Agapit Chicagou, da tribo Mitchigamea, e cinco outros chefes a Paris. Em 25 de novembro de 1725, eles se encontraram com o rei Luís XV. Chicagou teve uma carta lida solicitando uma aliança com a coroa. Mais tarde, eles dançaram três tipos de danças no Théâtre-Italien, inspirando Rameau a compor seu rondeau Les Sauvages da peça Les Indes Galantes. (ex internet)

Les Indes galantes, Opéra-ballet composto por Jean-Philippe Rameau que estreou em Paris em 23 de agosto de 1735. Em atividade na França durante a era barroca, Rameau compunha tanto para o entretenimento do rei Louis XV como para o público. Les Indes Galantes foi escrito para entretenimento público, integrando elementos instrumentais, vocais e de dança em uma única diversão noturna. (Obras híbridas desse tipo – de preferência um cenário exótico, trajes e cenários suntuosos e maquinário de palco elaborado – eram populares durante o período barroco.)

Les Indes galantes (“As Índias Amorosas” – regiões destinadas a representar qualquer lugar pouco conhecido e, portanto, exótico) – foi a segunda das muitas óperas de Rameau. Ele estreou no Paris Opéra e foi apresentado mais de 60 vezes em seus dois primeiros anos, mas Rameau fez uma série de revisões, com repetidas estréias subseqüentes. No final, este trabalho foi a composição mais popular em sua obra.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Rameau – Les Indes Galants – 1991
Les Arts Florissants, dir. William Christie

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Sandrine Piau. Quelle voix est-ce qui m’enchante?

 

 

 

 

 

 

 

 

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Boa audição.

Avicenna

Rameau / Charpentier / Lambert: Ombre de mon amant — Árias Barrocas Francesas

Rameau / Charpentier / Lambert: Ombre de mon amant — Árias Barrocas Francesas

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Ombre de mon amant é uma arrebatadora demonstração do virtuosismo de Anne Sofie von Otter. Seu domínio de diversos gêneros musicais, sua dicção cristalina e a requintada musicalidade são notáveis. Como se não bastasse, ela tem a companhia de William Christie e de seu Les Arts Florissants, que trazem exuberante energia para todas as faixas. A música é sempre ótima. A orquestra respeita os momentos tristes e na hora da galinhagem, faz galinhagem. A música barroca francesa é ainda pouco explorada, em especial a ópera barroca francesa. Muitas das óperas de Lully, Rameau, Campra e outros compositores do país continuam a definhar em bibliotecas universitárias e museus. Até mesmo as óperas de Vivaldi são mais gravadas do que as de Rameau, que penso serem muito melhores. Enjoy!

Rameau / Charpentier / Lambert: Ombre De Mon Amant — Árias Barrocas Francesas

Médée (H. 491)
1 Ouverture 1:55

Acte II, Scène 2
2 Princesse C’est Sur Vous 2:38

3 Ma Bergère Est Tendre Et Fidelle 2:34
4 Ombre de Mon Amant 4:32
5 Concert [Suite] Pour Quatre Parties De Violes, H. 545: I. Prelude 3:27

Médée (H. 491)
Acte III, Scènes 3-7
6 Quel Prix De Mon Amour 5:00
7 Croiras-tu Mon Malheur – Dieux Témoins De La Foi 0:56
8 C’en Est Fait, On M’y Force 1:16
9 Avant Que D’éclater – Malgré Ta Noire Trahison 1:52
10 Noires Filles Du Styx 1:47
11 Venez Mêler À Mes Poison 0:58
12 Je Voy Le Don Fatal 0:52
13 Premier Air Pour Les Démons 1:23
14 a Dieu Du Cocyte Et Des Royaumes Sombres 3:12
14 b L’Enfer M’A Répondu 1:16
15 Entrée Des Démons 1:26

16 Auprès Du Feu L’on Fait L’amour 1:59
17 4. Gigue Angloise 1:07
18 Celle Qui Fait Mon Tourment (H. 450) 1:55
19 5. Gigue Francoise 1:11

Hippolyte Et Aricie
Acte III, Scène 1
20 Cruelle Mère Des Amours 5:37

Les Fêtes D’Hébé Ou Les Talens Lyriques
Prologue, Scène 5
21 Air Gracieux Pour Zéphyre Et Les Grâces 1:40

Prologue, Scène 5
22 Vole, Zéphyre! 2:11

Première Entrée (“La Poésie”), Scène 8
23 Tambourins I Et II 1:46

Seconde Entrée (“La Musique”), Scène 5
24 Air Tendre 0:51
25 Pour Le Génie De Mars 1:08
26 La Victoire 1:13
27 Chaconne 3:48

Hippolyte Et Aricie
Acte IV, Scène 4
28 Quelle Plainte En Ces Lieux M’appelle? 4:13

29 Vos Mépris Chaque Jour 2:30

Composed By – Jean-Philippe Rameau (tracks: 20 to 28), Marc Antoine Charpentier (tracks: 1, 2, 5 to19), Michel Lambert (3) (tracks: 3, 4, 29)

Anne Sofie Von Otter
Les Arts Florissants
William Christie

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La Comédie-Française durante o século XVIII.

PQP

Jean-Philippe Rameau (1683-1764): Castor & Pollux – Les Arts Florissants, dir. William Christie & Sandrine Piau

Castor & Pollux

Jean-Philippe Rameau
(France, 1683-1764)

Les Arts Florissants, dir. William Christie
dir. William Christie

 

Castor & Pollux é uma ópera de Jean-Philippe Rameau, apresentada pela primeira vez em 24 de outubro de 1737 pela Académie Royale de Musique em seu teatro no Palais Royal em Paris. O libretista era Pierre-Joseph-Justin Bernard, com grande reputação como poeta de salão. Esta foi a terceira ópera de Rameau e sua segunda na forma da tragédia em música. Rameau fez cortes substanciais, alterações e acrescentou novo material para a ópera para o seu renascimento em 1754. Especialistas ainda disputam qual das duas versões é superior. Seja qual for o caso, Castor et Pollux sempre foi considerado como um dos melhores trabalhos de Rameau.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Palhinha: ouça: Disc 1, Scène III. “Tristes apprêts, pâles flambeaux” (Télaïre), com Agnès Mellon.

Rameau – Castor & Pollux – 1993
Les Arts Florissants, dir. William Christie

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Sandrine ‘Venus’ Piau

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Boa audição.

Avicenna

Jean-Philippe Rameau (1683-1764) / György Sándor Ligeti (1923-2006): Rameau & Ligeti

Jean-Philippe Rameau (1683-1764) / György Sándor Ligeti (1923-2006): Rameau & Ligeti

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Em 2014, lembramos dos 250 anos de morte de Jean-Philippe Rameau. Porém, estranhamente, este disco apresenta também obras de um pioneiro musical do século 20: Ligeti! E a coisa funciona!

Vamos pensar um pouco? Rameau e Ligeti têm aqui uma abordagem semelhante: peças curtas, cheias de intenções e humor. Krier aborda as obras sem muitos rodeios ou reverência. Mas faz sentido combinar a música de um mestre barroco francês com obras de vanguarda escritas nos anos 50 do século passado? Pode-se colocar estes dois compositores — Jean- Philippe Rameau (1683-1764) e György Ligeti (1923-2006) — lado a lado? Será que eles têm algo em comum, e, em caso afirmativo, como podem ser vistos tais traços a partir dos pontos de vista de dois séculos totalmente diferentes?

Na minha opinião, o CD se justifica tanto quanto este aqui.

A Musica Ricercata de Ligeti traz de volta um gênero barroco chamado ricercare, um precursor da fuga. A escolha do título foi uma homenagem a Girolamo Frescobaldi, o pai da ricercare. Como no caso da música barroca, Ligeti coloca em cada peça um conjunto rigoroso de regras e limitações. Tais limitações formais e estruturais tornam-se a base de sua escrita, que exibe uma abordagem totalmente intelectual à composição, sempre submetendo-a a um determinado conceito. Visto por esse ângulo, os dois compositores, Rameau e Ligeti…

Chega! Tudo isso é blá-blá-blá. O que interessa mesmo é o julgamento de nossos ouvidos. Ouça e julgue você mesmo.

Jean-Philippe Rameau (1683-1764) / György Sándor Ligeti (1923-2006): Rameau & Ligeti

RAMEAU – Pièces de clavecin – Suite En Sol

01. No. 1 Les tricotets. Rondeau
02. No. 2 L’indifferente
03. No. 3 Menuet – Deuxième menuet
04. No. 4 La poule
05. No. 5 Les triolets
06. No. 6 Les sauvages
07. No. 7 L’enharmonique
08. No. 8 L’égiptienne

LIGETI – Musica Ricercata (11 Stucke fur Klavier)

09. No. 1 Sostenuto – Misurato – Prestissimo
10. No. 2 Mesto, rigido e cerimoniale
11. No. 3 Allegro con spirito
12. No. 4 Tempo di valse – Poco vivace – “a l’orgue de Barbarie”
13. No. 5 Rubato. Lamentoso
14. No. 6 Allegro molto capriccioso
15. No. 7 Cantabile, molto legato
16. No. 8 Vivace. Energico
17. No. 9 Adagio. Mesto – Allegro maestoso (Béla Bartók in Memoriam)
18. No. 10 Vivace. Capriccioso
19. No. 11 Andante misurato e tranquillo (Omaggio a Girolamo Frescobaldi)

RAMEAU – Pièces de clavecin des Concerts

20. premier concert en ut mineur, CRT 7: No. 2, La livri
21. deuxième concert en sol majeur, CRT 8: No. 3, L’agacante
22. troisième concert an la majeur, CRT 9: No. 2, La timide
23. quatrième concert en si bémol majeur, CRT 10: No. 2, L’indiscrète

24. La Dauphine, RCT 12

Cathy Krier, Piano

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A lindinha Cathy Krier: mistura fina de barroco e contemporâneo
A lindinha Cathy Krier: mistura fina de barroco e contemporâneo

PQP

Jean-Philippe Rameau (1683-1764): Pièces de Clavecin en Concerts

Jean-Philippe Rameau (1683-1764): Pièces de Clavecin en Concerts

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IM-PER-DÍ-VEL !!!

Rameau é maravilhoso. É sempre interessante, alegre, cheio de musicalidade. E este super trio nos traz performances equilibradas e refrescantes que nos mostram a graça e a mistura caleidoscópica de cores instrumentais do compositor. Pinnock está animado e envolvente, Podger está inspiradora e inspirada, ambos toando com clareza e frases bem feitas. Manson responde da mesma forma. Os ‘Tambourins’ são arrepiantes, o resto também. Mais uma joia que o PQP disponibiliza para os amantes do barroco.

Jean-Philippe Rameau (1683-1764): Pièces de Clavecin en Concerts

Premier Concert
1 La Coulicam 3:25
2 La Livri 3:04
3 Le Vézinet 3:26

Deuxième Concert
4 La Laborde 5:56
5 La Boucon 5:31
6 L’Agaçante 2:46
7 Premier Menuet En Rondeau. Deuxième Menuet En Rondeau 4:51

Troisième Concert
8 La La Ploplinière 3:54
9 La Timide, Premier Rondeau Gracieux. La Timide Deuxième Rondeau Gracieux 7:09
10 Premier Tambourin En Rondeau. Deuxieme Tambourin En Rondeau 2:01

Quatrième Concert
11 La Pantomime 4:31
12 L’Indiscrète 1:38
13 La Rameau 4:14

Cinquième Concert
14 La Forqueray 4:26
15 La Cupis 6:25
16 La Marais 2:29

Trevor Pinnock, cravo
Rachel Podger, violino
Jonathan Manson, viola da gamba

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Jean-Philippe Rameau: talento espetacular, alegria e música luminosa
Jean-Philippe Rameau: talento espetacular, alegria e música luminosa

PQP

200 Anos de Música em Versailles – Uma viagem ao coração do Barroco Francês – CD12/20: Refinamento de Versailles sob Luis XV: No “Concert Spirituel”.

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200 Anos de Música em Versailles
Uma viagem ao coração do Barroco Francês.

CD12/20: Refinamento de Versailles sob Luis XV: No “Concert Spirituel”.

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O Concert Spirituel, a primeira sociedade de concertos públicos na França, foi inaugurada em Paris em 1725 e ao longo do século XVIII foi palco de intensa atividade criativa. As obras de compositores como Lalande, Mondonville, Rameau e muitos outros foram realizados lá regularmente. 
 
Rameau é conhecido sobretudo por suas muitas óperas. Mas ele não começou a escrever para o palco até 1733, quando tinha cinquenta anos. Antes disso, ele já havia escrito alguns trabalhos muito bons, incluindo peças para cravo, cantatas e, especialmente, grands motets que estão entre as mais belas obras já escritas no gênero. Eles são tão elaborados quanto as cantatas de Bach, tão eloqüentes quanto os motetos de Lully ou Lalande e tão modernos quanto os oratórios de Handel; eles são insuperáveis. Suas características – árias refinadas, coros poderosos e sinfonias descritivas – anunciam suas futuras óperas. 
 
Ao mesmo tempo, Mondonville ganhava fama internacional com seus motetos, escritos em um estilo brilhante e combinado.
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Jean-Joseph Cassanéa de Mondonville (França, 1711 – 1772)
01. Dominus regnavit: 1. Dominus regnavit
02. Dominus regnavit: 2. Et enim firmavit
03. Dominus regnavit: 3. Parata sedes
04. Dominus regnavit: 4. Elevaverunt flumina
05. Dominus regnavit: 5. Testimonia tua
06. Dominus regnavit: 6. Gloria Patri
Jean-Philippe Rameau (France, 1683-1764)
07. In convertedo: 1. In convertendo
08. In convertedo: 2. Tunc repletum
09. In convertedo: 3. Magnificat Dominus
10. In convertedo: 4. Converte Domine
11. In convertedo: 5. Laudate nomen Dei
12. In convertedo: 6. Qui seminant in lacrimis
13. In convertedo: 7. Euntes ibant et flebant
Les Arts Florissants, William Christie, dir.
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200 Anos de Música em Versailles
CD12/20: Refinamento de Versailles sob Luis XV: No “Concert Spirituel”.
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box frontCD 12/20 – BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE
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CD 12/20 – BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE
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Encarte/Scans – BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE – HD, 190 MB, para a edição toda
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powered by iTunes 12.7.4 | 45 min
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Boa audição.

Avicenna

200 Anos de Música em Versailles – Uma viagem ao coração do Barroco Francês – CD9/20: Refinamento de Versailles sob Luis XV: Rameau na Académie Royale de Musique.

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200 Anos de Música em Versailles
Uma viagem ao coração do Barroco Francês

CD9/20: O Refinamento de Versailles sob Luis XV: Rameau na Académie Royale de Musique.

Tendo glorificado Lolly, a França encontrou um novo Orfeu em Rameau. Por mais de trinta anos, através da pura habilidade e beleza de seus trabalhos de palco, o compositor reinou supremo na Academie Royale de Musique. Ao lado dele toda uma geração de músicos se aplicou para renovar o repertório operístico francês, Royer, Mondonville, Lechir e Dauyergne estavam entre os compositores mais importantes da época, produzindo muitas obras excelentes.

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200 Anos de Música em Versailles
Rameau na Académie Royale de Musique.

Jean-Philippe Rameau (France, 1683-1764)
01. Hippolyte & Aricie (1733): Act II : 1. Ritournelle
02. Hippolyte & Aricie (1733): Act II : 2. Laisse-moi respirer, implacable Furie!
03. Hippolyte & Aricie (1733): Act II : 3. Dieux, n’est-ce pas assez des maux que j’ai soufferts?
04. Hippolyte & Aricie (1733): Act II : 4. Contente-toi d’une victime!
05. Hippolyte & Aricie (1733): Act II : 5. Prélude
06. Hippolyte & Aricie (1733): Act II : 6. Sous les drapeaux de Mars
07. Hippolyte & Aricie (1733): Act II : 7. Mais cette gloire, enfin, fallait-il la ternir ?
08. Hippolyte & Aricie (1733): Act II : 8. Pour prix d’un projet téméraire
09. Hippolyte & Aricie (1733): Act II : 9. Eh bien ! je remets ma victime
10. Hippolyte & Aricie (1733): Act II : 10. Qu’a servir mon courroux tout l’Enfer se prépare !
11. Hippolyte & Aricie (1733): Act II : 11. Premier air infernal
12. Hippolyte & Aricie (1733): Act II : 12. Deuxième air
13. Hippolyte & Aricie (1733): Act II : 13. Pluton commande, vengeons notre Roi !
14. Hippolyte & Aricie (1733): Act II : 14. Dieux, que d’infortunés gémissent dans ces lieux !
15. Hippolyte & Aricie (1733): Act II : 15. La mort, la seule mort a droit de vous unir
16. Hippolyte & Aricie (1733): Act II : 16. Du Destin le vouloir suprême
17. Hippolyte & Aricie (1733): Act II : 17. Ah ! qu’on daigne du moins
18. Hippolyte & Aricie (1733): Act II : 18. Non, Neptune aurait beau t’entendre
19. Hippolyte & Aricie (1733): Act II : 19. Prélude
20. Hippolyte & Aricie (1733): Act II : 20. Jupiter tient les cieux sous son obéissance
21. Hippolyte & Aricie (1733): Act II : 21. C’en est fait, je me rends
22. Hippolyte & Aricie (1733): Act II : 22. Quelle soudaine horreur, ton destin nous inspire !
23. Hippolyte & Aricie (1733): Act IV (excerpts) : 1. Le sort conduit vers nous ces sujets de Diane
24. Hippolyte & Aricie (1733): Act IV (excerpts) : 2. Faisons partout voler nos traits !
25. Hippolyte & Aricie (1733): Act IV (excerpts) : 3. Premier Air
26. Hippolyte & Aricie (1733): Act IV (excerpts) : 4. Dexième Air : Rondeau
27. Hippolyte & Aricie (1733): Act IV (excerpts) : 5. Premier et Deuxième Menuets
28. Hippolyte & Aricie (1733): Act IV (excerpts) : 6. Quel bruit ! quel vents, Ô ciel !
29. Hippolyte & Aricie (1733): Act IV (excerpts) : 7. Quelle plainte en ces lieux m’appelle
Les Musiciens du Louvre, Marc Minkowski, dir.

30. Les Talens Lyriques ou Le Fêtes d’Hébé (1739) : 1. Ouverture
31. Les Talens Lyriques ou Le Fêtes d’Hébé (1739) : 2. Pour rendre à mon Hymen tout l’Olympe propice
32. Les Talens Lyriques ou Le Fêtes d’Hébé (1739) : 3. Musette en rondeau
33. Les Talens Lyriques ou Le Fêtes d’Hébé (1739) : 4. Tambourin en rondeau
34. Hippolyte & Aricie (1733): 1. Ouverture
35. Hippolyte & Aricie (1733): 1. Temple sacré
36. Hippolyte & Aricie (1733): 3. Quels doux concerts
37. Zoroastre (1756) : 1. Reviens c’est l’amour qui t’appelle
38. Zoroastre (1756) : 2. Premiere entrée de peuples différents
Les Talens Lyriques, Christophe Rousset, dir.

200 Anos de Música em Versailles
CD9/20: O Refinamento de Versailles sob Luis XV: Rameau na Académie Royale de Musique.

box frontCD 9/20 – BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE
XLD RIP | FLAC | 375 MB

CD 9/20 – BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE
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Avicenna

Clérambault / Couperin / Marais / Monteclair / Rameau: Cantates et Petits Macarons

Clérambault / Couperin / Marais / Monteclair / Rameau: Cantates et Petits Macarons

Este disco polonês consiste em uma agradável mistura de cantatas e peças instrumentais francesas que podem ser apreciadas como um concerto. Elas datam das três primeiras décadas do século XVIII, período entre a morte de Lully e a ascensão de Rameau, enorme compositor ainda subestimado. Esta combinação de compositores e a escolha do repertório oferecem um programa muito colorido e divertido. Com Clérambault, Montéclair e Rameau, a Cantata francesa atingiu uma espécie de apogeu, empurrando os limites de sua teatralidade e tornando-se cada vez mais operística. É como se estivéssemos num salão da Paris do século XVIII, numa tranquila tarde de verão, com a porta da sala de estar entreaberta e chegasse até nós um cheiro de perfume acompanhado do riso abafado das cortesãs e de sons de um violino virtuoso. Delícia.

Destaque para a faixa 22, a absurdamente linda e “ostinata” Sonnerie de Sainte Genevieve du Mont de Paris, de Marin Marais.

Cantates et Petits Macarons

1
Le Retour de la Paix: I. Vivement “Dans les maux qu’une afreuse guerre”
De Michel Pignolet de Monteclair
1:36

2
Le Retour de la Paix: II. Air “Pourquoi de la Parque inflèxible”
De Michel Pignolet de Monteclair
5:21

3
Le Retour de la Paix: III. Legèrement “O ciel! La fureur qui les guide”
De Michel Pignolet de Monteclair
1:20

4
Le Retour de la Paix: IV. Récitatif “Ah! quelle est mon erreur?”
De Michel Pignolet de Monteclair
0:25

5
Le Retour de la Paix: V. Lent et dètaché “Fille du ciel!”
De Michel Pignolet de Monteclair
3:14

6
Le Retour de la Paix: VI. Leger et doux “Mais quel èclat soudain!”
De Michel Pignolet de Monteclair
1:15

7
Le Retour de la Paix: VII. Récitatif “Discorde tes èforts”
De Michel Pignolet de Monteclair
1:32

8
Le Retour de la Paix: VIII. Air de Trompètes et de Musètes “Que les guerrieres trompètes”
De Michel Pignolet de Monteclair
2:05

9
L’Apothéose de Corelli in B Minor: I. Corelli au piéd du Parnasse prie les Muses de le Recevoir parmi elles
De François Couperin
2:06

10
L’Apothéose de Corelli in B Minor: II. Corelli charmé de la bonne réception qu’on lui fait au Parnasse, en marque Sa joye. Il continuë avec ceux qui L’accompagnen
De François Couperin
2:12

11
L’Apothéose de Corelli in B Minor: III. Corelli buvant à la Source D’hypocrêne. Sa Troupe Continuë
De François Couperin
1:55

12
L’Apothéose de Corelli in B Minor: IV. Enthouziasme de Corelli Causé par les eaux D’hypocrêne
De François Couperin
0:59

13
L’Apothéose de Corelli in B Minor: V. Corelli après son enthouziasme S’endort; et sa Troupe jouë le Sommeil suivant
De François Couperin
1:54

14
L’Apothéose de Corelli in B Minor: VI. Les Muses reveillent Corelli, Et le placent auprês d’Apollon
De François Couperin
0:43

15
L’Apothéose de Corelli in B Minor: VII. Remerciment de Corelli
De François Couperin
2:22

16
Le berger fidèle, RCT 24: “Prêt à voir immoler l’objet de sa tendresse” (Récitatif)
De Jean-Philippe Rameau
0:42

17
Le berger fidèle, RCT 24: “Diane , appaise ton courroux!” (Air plaintif)
De Jean-Philippe Rameau
4:31

18
Le berger fidèle, RCT 24: “Mais c’est trop me livrer à ma douleur mortelle” (Récitatif)
De Jean-Philippe Rameau
0:21

19
Le berger fidèle, RCT 24: “L’amour qui règne dans votre âme” (Air gai)
De Jean-Philippe Rameau
4:03

20
Le berger fidèle, RCT 24: “Cependant à l’autel le Berger se présente” (Récitatif)
De Jean-Philippe Rameau
0:58

21
Le berger fidèle, RCT 24: “Air vif et gracieux Charmant Amour, sous ta puissance”
De Jean-Philippe Rameau
4:14

22
Sonnerie de Sainte Genevieve du Mont de Paris
De Marin Marais
7:40

23
La Muse de l’Opera ou les caracteres lyriques: I. “Fort gravement” (Prelude)
De Louis-Nicolas Clerambault
0:41

24
La Muse de l’Opera ou les caracteres lyriques: II. “Mortels, pour contenter vos desirs curieux” (Récitatif)
De Louis-Nicolas Clerambault
0:30

25
La Muse de l’Opera ou les caracteres lyriques: III. “Au son des trompettes bruiantes” (Air gai)
De Louis-Nicolas Clerambault
4:26

26
La Muse de l’Opera ou les caracteres lyriques: IV. “Mais quel bruit interrompt ces doux amusements” (Tempeste)
De Louis-Nicolas Clerambault
2:03

27
La Muse de l’Opera ou les caracteres lyriques: V. “Non, les Dieux attendris” (Récitatif)
De Louis-Nicolas Clerambault
0:25

28
La Muse de l’Opera ou les caracteres lyriques: VI. “Oyseaux, qui sous ces feüillages” (Air fort tendrement)
De Louis-Nicolas Clerambault
2:44

29
La Muse de l’Opera ou les caracteres lyriques: VII. “Vos concerts heureux Oyseaux” (Sommeil)
De Louis-Nicolas Clerambault
2:03

30
La Muse de l’Opera ou les caracteres lyriques: VIII. “Mais quels novueaux accords dont l’horreur est extréme?” (Prelude infernal)
De Louis-Nicolas Clerambault
2:09

31
La Muse de l’Opera ou les caracteres lyriques: IX. “Ne craignons rien, un changement heureux” (Récitatif)
De Louis-Nicolas Clerambault
0:27

32
La Muse de l’Opera ou les caracteres lyriques: X. “Ce n’est qu’une belle chimere” (Air gay et piqué)
De Louis-Nicolas Clerambault
2:39

Natalia Kawalek, soprano
Il Giardino d’Amore
Stefan Plewniak

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Engordei bastante no ano passado.
Engordei bastante no ano passado.

PQP

Sonata 2ª (Sabará): Antonio Carlos de Magalhães, cravo (Acervo PQPBach)

307ssnqSonata 2ª – Sabará:
Antonio Carlos de Magalhães

Provém de Sabará a primeira informação sobre a presença de cravos e cravistas no Estado de Minas Gerais: em 1739, o músico José Soares tocou cravo na Matriz de Nossa Senhora da Conceição para festejar o dia de Nossa Senhora do Amparo. Não sabemos o que e como ele tocou, e muito menos a reação do público. Infelizmente, a escassez de informações desse tipo nos impede de reconstituir satisfatoriamente a trajetória dos instrumentos de teclado no Brasil Colonial, a fim de podermos avaliar o impacto de um repertório tecladístico na nascente musicalidade brasileira.

Cresce, assim, em importância o desvelamento de uma peça instrumental, única até o momento, de música colonial mineira, encontrada nos arquivos da Sociedade Musical Santa Cecília de Sabará. Trata-se da Sonata 2º para teclado, de autor anônimo, composta pelos seguintes movimentos: a) Allegro, com estrutura muito próxima dos esquemas da forma sonata bitemática, textura típica do classicismo musical do século XVIII; b) Adagio, com estrutura formal do lied instrumental, atendendo aos padrões de andamentos lentos do século XVIII; c) Rondó, com textura típica do estilo rococó cravístico.

A existência desta sonata nos conduz a uma série de exercícios analíticos, pelos quais tentamos, através de associações de ordem estilística, filosófica e sociológica, situá-la no tempo e no espaço. Acreditamos, no entanto, que tais exercícios seriam inúteis se faltasse à obra a oportunidade de ser em si mesma, isto é, realizar- se enquanto experiência musical. Surge, então, a figura do intérprete, que, com a dimensão transcendental de sua subjetividade, nos oferece o ser da obra.

Neste trabalho, o cravista Antonio Carlos de Magalhães cria um espaço possível de realização da Sonata 2ª – “Sabará”-, ao inseri-la em um universo que se caracteriza pela pluralidade de composições, no qual ocorrem relações de alteridade. Esse universo se constitui a partir de uma lógica historiográfica que nos permite supor, para a música colonial brasileira, vínculos com a música praticada por povos que de alguma forma participaram de nossa colonização. Atendendo a esta lógica, Antonio Carlos de Magalhães imagina o contexto sonoro daquele cravista do século XVIII e reúne em um só objeto peças de doze compositores – a saber: Frescobaldi, Cabezon, Sweelink, Couperin, Purcell, Zipolli, Scarlatti, Carlos Seixas, Rameau, Francisco Xavier Baptista, Padre José Maurício e o anônimo sabarense. Resulta disso que o CD Sabará foi concebido em duas dimensões – uma estética, quando ele exercita a ação reflexiva de nossos sentidos, e outra histórica, no momento em que ele presentifica a intuição de um passado.

Ressaltamos o belo jogo de cores a que Antonio Carlos de Magalhães procede ao alternar as sonoridades de dois cravos – o primeiro, um raro exemplar dobrável, que possui sons mais ásperos e rústicos, e o segundo, um Taskin, que produz sons mais aveludados. Esse procedimento revela urna sensibilidade fragmentadora, típica do fazer musical contemporâneo, que tensifica a sensibilidade unificadora característica das músicas do sistema tonal, realçada pelo respeito uniforme às convenções de dinâmica, agógica e ornamentação inerentes aos períodos de composição das peças.

(José Eduardo Costa Silva, extraído do encarte)

Girolamo Frescobaldi (Italy, 1583-1643)
01. Toccatta prima
Antonio de Cabezón (Spain, 1510-1566)
02. Diferencias cavallero
Jan Pieterszoon Sweelinck (Netherlands, 1562-1621)
03. More palatino
François Couperin (France, 1668-1733)
04. Quatrième prélude (L’art du toucher clavecin)
05. La superbe ou la Forqueray (Dixseptième ordre)
Henry Purcell (England, 1659-1695)
06. Ground (z.D221)
Domenico Zipoli (Prato, Itália,1688 – Córdoba, Argentina 1726)
07. Corrente
Giuseppe Domenico Scarlatti (Italy, 1685-1757)
08. Sonata XXX
José António Carlos de Seixas, (Coimbra, 1704 – Lisboa, 1742)
09. Sonata em Sol m
Jean-Philippe Rameau (France, 1683-1764)
10. Allemande (Pieces de clavecin, avec une table pour les agrémens)
Francisco Xavier Baptista (Portugal, ? – 1797)
11. Sonata IV – 1. Allegro
12. Sonata IV – 2. Allegro
Pe. José Maurício Nunes Garcia (1767-1830, Rio de Janeiro, RJ)
13. Fantasia 6ª (Método do pianoforte)
Anônimo (Sabará, MG, final do séc. XVIII)
14. Sonata 2ª (Sabará) – 1. Allegro
15. Sonata 2ª (Sabará) – 2. Adágio
16. Sonata 2ª (Sabará) – 3. Rondó

Sabará – 1999
Antonio Carlos de Magalhães
2jcbrls

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Mais um CD do acervo do musicólogo Prof. Paulo Castagna. Não tem preço !!!

Boa audição.

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.Avicenna

Jean-Philippe Rameau (1683-1764): Pygmalion & Les Fêtes de Polymnie

Jean-Philippe Rameau (1683-1764): Pygmalion & Les Fêtes de Polymnie

Pigmaleão, na mitologia grega, foi um rei da ilha de Chipre que, segundo Ovídio, poeta romano contemporâneo de Augusto, também era escultor e se apaixonou por uma estátua que esculpira ao tentar reproduzir a mulher ideal. Ele havia decidido viver em celibato na ilha por não concordar com a atitude libertina das mulheres dali, conhecidas como cortesãs. O mito de Pigmaleão, como outros, traduz um elemento do comportamento humano: a capacidade de determinar seus próprios rumos, concretizando planos e previsões particulares ou coletivas. A lenda de Pigmalião tem atraído vários artistas. O nome da estátua, depois que ela vira mulher, Galathea, não é encontrado nos textos antigos, mas aparece em representações artísticas modernas do mito. Uma versão moderna da lenda é a peça de George Bernard Shaw, Pigmalião, ou My Fair Lady, em que, em vez de uma estátua transformada em mulher, temos uma mulher do povo transformada em mulher da alta sociedade. A peça é também um musical e um filme.

O “ato de balé” de Rameau, Pygmalion, foi o primeiro trabalho do compositor a ter essa designação. O termo denota uma ópera de um ato com os números individuais de solo, duetos e coros, intercalados com episódios de dança que, geralmente, são mais representativos do que o traçado pela trama… A “ópera” foi apresentada 30 vezes em 1748 e foi revivida com aclamação arrebatadora três anos depois.

O conjunto de Christophe Rousset dispensa comentários. É um especialista neste repertório.

Jean-Philippe Rameau (1683-1764): Pygmalion & Les Fêtes de Polymnie

01. Pygmalion, acte de ballet, RCT 52: Ouverture
02. Pygmalion, acte de ballet, RCT 52, Scène 1: Air «Fatal Amour, cruel vainqueur» (Pygmalion)
03. Pygmalion, acte de ballet, RCT 52, Scène 2: Récit «Pygmalion, est-il possible» (Pygmalion, Céphis)
04. Pygmalion, acte de ballet, RCT 52, Scène 3: Récit «Que d’appas ! Que d’attraits !» (Pygmalion, la Statue)
05. Pygmalion, acte de ballet, RCT 52, Scène 3: Récit «D’où naissent ces accords ?»
06. Pygmalion, acte de ballet, RCT 52, Scène 3: Récit «Quel prodige ? Quel dieu ?»
07. Pygmalion, acte de ballet, RCT 52, Scène 3: Air «De mes maux à jamais»
08. Pygmalion, acte de ballet, RCT 52, Scène 4: Récit «Du pouvoir de l’Amour» (L’Amour, Pygmalion & la Statue)
09. Pygmalion, acte de ballet, RCT 52, Scène 4: «Jeux et ris qui suivez mes traces» ariette vive et gracieuse
10. Pygmalion, acte de ballet, RCT 52, Scène 4: Les différents caractères de la danse
11. Pygmalion, acte de ballet, RCT 52, Scène 4: Sarabande pour la Statue
12. Pygmalion, acte de ballet, RCT 52, Scène 4: Récit «Le peuple en ces lieux s’avance»
13. Pygmalion, acte de ballet, RCT 52, Scène 5: “Air gay pour l’entrée du peuple qui vient admirer la Statue” (Pygmalion, la Statue & chœurs)
14. Pygmalion, acte de ballet, RCT 52, Scène 5: Gavottes
15. Pygmalion, acte de ballet, RCT 52, Scène 5: «L’Amour triomphe» (ariette)
16. Pygmalion, acte de ballet, RCT 52, Scène 5: Pantomime niaise et un peu lente
17. Pygmalion, acte de ballet, RCT 52, Scène 5: Pantomime très vive
18. Pygmalion, acte de ballet, RCT 52, Scène 5: «Règne, Amour» (ariette)
19. Pygmalion, acte de ballet, RCT 52, Scène 5: Air gracieux
20. Pygmalion, acte de ballet, RCT 52, Scène 5: Contredanse

21. Les Fêtes de Polymnie, suite d’orchestre, RCT 39: I. Ouverture
22. Les Fêtes de Polymnie, suite d’orchestre, RCT 39: II. Air grave et fier
23. Les Fêtes de Polymnie, suite d’orchestre, RCT 39: III. Mouvement de Chaconne
24. Les Fêtes de Polymnie, suite d’orchestre, RCT 39: IV. Air grave et majestueux
25. Les Fêtes de Polymnie, suite d’orchestre, RCT 39: V. Premier et second Menuets
26. Les Fêtes de Polymnie, suite d’orchestre, RCT 39: VI. Premier et second Passepieds
27. Les Fêtes de Polymnie, suite d’orchestre, RCT 39: VII. Entrée des Peuples
28. Les Fêtes De Polymnie, Suite D’Orchestre, Rct 39: VIII. Gigue
29. Les Fêtes de Polymnie, suite d’orchestre, RCT 39: IX. Air vif
30. Les Fêtes de Polymnie, suite d’orchestre, RCT 39: X. Air fort gai

PERSONNEL
Les Talens Lyriques
Christophe Rousset, conductor

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Pygmalion by Jean-Baptiste Regnault, 1786, Musée National du Château et des Trianons
Pygmalion by Jean-Baptiste Regnault, 1786, Musée National du Château et des Trianons

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22º Festival de Música de Juiz de Fora: Jean-Philippe Rameau (1683-1764) + Francesco Geminiani (1687-1762) + José Joaquim Emerico Lobo de Mesquita (1746-1805): Acervo PQPBach

22%c2%ac%e2%88%ab-festival-internacional-de-mua%cc%83a%cc%8asica-colonial-brasileira-e-mua%cc%83a%cc%8asica-antiga-de-juiz-de-fora22º Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga de Juiz de Fora
2011

Com instrumentos de época. On period instruments.

 

Referida nos catálogos de composições do mulato mineiro José Joaquim Emerico Lobo de Mesquita (1746?-1805), por Maria da Conceição de Resende Fonseca (n.5) e por Maria Inês Guimarães (n.6), esta obra foi impressa na série Patrimônio Arquivístico – Musical Mineiro (n.3), a partir de sua única fonte conhecida: uma cópia de Hermenegildo José de Sousa Trindade (1806-1887), pertencente à Orquestra Lira Sanjoanense (São João Dei-Rei – MG). Destinada a uma cerimônia religiosa setecentista, seu texto latino invoca a intermediação de Nossa Senhora em nossa conexão com Deus. No Breviário Romano, Beata Mater é a Antífona do Magnificat para as comemorações de Nossa Senhora, mas o compositor utilizou uma versão do texto dividido em duas seções, com o acréscimo da doxologia Gloria Patri, o que lhe confere a incomum estrutura responsorial, talvez indicando algum uso paralitúrgico da obra.

Escrita para quatro vozes, violinos I e II, viola, baixo, trompas I e II, a obra utiliza uma textura homofônica, alternando solos, duos e tutti, como era habitual nos compositores mineiros da segunda metade do século XVIII, porém no Intercede pro nobis ad Dominum, a seção mais longa da peça, o autor emprega um discurso mais desenvolvido, com tendências polifônicas e repetição contínua dessa pequena frase latina. Na doxologia Gloria Patri, que desempenha a função de Verso, o compositor utilizou apenas o duo de soprano e contralto, acompanhado de maneira bastante simples e com o convencional caráter de seção contrastante. Esse Gloria Patri, no entanto, pode ter sido uma inclusão de outro compositor no século XIX, possivelmente o próprio Hermenegildo José de Sousa Trindade, que também acrescentou partes de flauta e clarineta ao conjunto instrumental, partes que não foram utilizadas na edição dessa obra.

Na atualidade, e fora do ambiente litúrgico, obviamente esquecemos a função religiosa que esta composição pode ter desempenhado, ou seja, a função de um elemento que, integrado em um ritual, era capaz de nos religar à vida. Essa religação foi necessária desde que os seres humanos começaram a dividir as tarefas práticas dos seus grupos sociais, há milhares de anos, e a gastar nelas mais tempo e energia do que nos aspectos imateriais da vida, como o pensamento, o sentimento e a vontade. Manifestas em sonhos, medos, tendências psíquicas, angústias e alegrias, por mais que fossem reprimida em nome das tarefas cotidianas, tais particularidades da vida ressurgiam e invadiam o ser humano, além de seu controle. Por isso, foram divinizadas, adoradas como aspectos exteriores ao cotidiano, remetidas para um lugar inacessível acima de nossas cabeças (Céu, Olimpo, Sinai, astros) e denominadas ‘espirituais’ (do latim spiritus, sopro), ou seja, intangíveis, imateriais. Assim, os antigos conceberam o sopro como o portador da vida, capaz, portanto, de expressar-se em som, voz, palavra, nome e música.

Entre os interesses que existem na revitalização da música antiga e na discussão de sua função no presente, estão o contato com um repertório que, séculos atrás, de alguma maneira ajudava o ser humano a se religar aos aspectos imateriais da vida, reprimidos em nome das tarefas cotidianas, além da real possibilidade de que essa música possa nos ajudar a fazer o mesmo na atualidade. Interessante notar que essa função existia não apenas na música feita para os templos, mas também nas sonatas, óperas, concertos e sinfonias, desde que a sociedade leiga assumiu a tarefa de também fazer o que anteriormente apenas as igrejas faziam. Sempre que o ideal de religação foi posto em prática, o belo manifestou-se de alguma maneira e nosso interesse por esse belo pode agora nos proporcionar nova religação. Mas o belo não é produzido pela indústria e nem comprado em lojas, o belo é uma manifestação da vida criadora em nome da própria vida. Apenas consumir esse repertório, em lugar de procurar nele algo realmente belo, é perder a oportunidade de religação e, novamente, separar-se da vida.

Obviamente, uma grande parte da música que precedeu o século XX foi destinada às elites, portanto sem beneficiar a maior parte da população de seu tempo e, conseqüentemente, bela apenas em sua forma e não totalmente em sua função. Mas deixar de usar esse repertório no presente, apenas porque foi vetado à maior parte dos homens do passado é, no mínimo, um desperdício: seria o mesmo que eliminar dos dias atuais a escrita, por ter sido esse o meio de comunicação usado pelas antigas elites para a repressão popular. A vida que necessita cuidado não é mais a do passado, porém a do presente e, para isso, são válidos todos os meios hoje disponíveis, desde que realmente estejam a serviço da vida (de toda a vida) e não mais de sua repressão. Cabe-nos, portanto, recriar o belo, não apenas da forma, mas principalmente de sua função.

Cravista Profa. Beatrice Sterna
Cravista Profa. Beatrice Sterna

A Antífona ou Responsório Beata Mater, de Lobo de Mesquita, pode estar distante de sua função original, mas como toda obra antiga, guarda um resquício de sua beleza, ou de sua capacidade de religação que, por meio da edição contemporânea e de uma interpretação tão sensível e cuidadosa, como a da Orquestra Barroca do XXII Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga de Juiz de Fora, pode ser ao menos parcialmente revitalizada, provocando-nos novamente algum efeito de ‘suspensão da cotidianidade’, como a esse fenômeno se referiu Michel Maffesoli.

Ouvir hoje Lobo de Mesquita é tomar contato com um recurso criado para desempenhar uma importante função de religação com a vida, ainda que a ignorância humana tenha somado a essa tarefa a repressão social, o patrulhamento cultural e a ditadura religiosa. Se realmente tivermos a finalidade de fazer no presente esse tipo de conexão com a vida, qualquer meio será válido. E se colocarmos essa intenção na pequena Beata Mater, ela deixa de ser uma mera sequência de notas, uma velha partitura, um agente de repressão, um novo item de catálogo, um recente trabalho ou mais um produto, para se tornar uma oportunidade de contato com a vida que está acima das tarefas repetitivas do nosso cotidiano. Em outras palavras: a mais pura espiritualidade, comum a qualquer cristão, judeu, muçulmano, budista, ateu, músico ou pessoa comum. Ouvir Lobo de Mesquita para religar-se à nossa vida é conectar-se, por meio de Lobo de Mesquita, à vida que há em cada um de nós.

(Paulo Castagna, extraído do encarte)

Orquestra Barroca
Jean-Philippe Rameau (France, 1683-1764)
01. Suite extraída da ópera “Hypollite et Aricie” 1. Ouverture
02. Suite extraída da ópera “Hypollite et Aricie” 2. Premier air
03. Suite extraída da ópera “Hypollite et Aricie” 3. Deuxième air
04. Suite extraída da ópera “Hypollite et Aricie” 4. Premiere air infernal
05. Suite extraída da ópera “Hypollite et Aricie” 5. Deuxième air de furies
06. Suite extraída da ópera “Hypollite et Aricie” 6. Air des Matelots I et II
07. Suite extraída da ópera “Hypollite et Aricie” 7. Rigaudon I et II
08. Suite extraída da ópera “Hypollite et Aricie” 8. Chaconne
09. Suite extraída do ballet “Pygmalion” 1. Ouverture
10. Suite extraída do ballet “Pygmalion” 2. Air / Gavotte / Chaconne / Loure / Passepied / Rigaudon
11. Suite extraída do ballet “Pygmalion” 3. Sarabande
12. Suite extraída do ballet “Pygmalion” 4. Tambourin
13. Suite extraída do ballet “Pygmalion” 5. Pantomime I et II
Francesco Geminiani (Itália, 1687-Irlanda, 1762)
14. Concerto Grosso em ré menor, nº 3 op. 3 – 1. Adagio e stacatto – allegro
15. Concerto Grosso em ré menor, nº 3 op. 3 – 2. Adagio
16. Concerto Grosso em ré menor, nº 3 op. 3 – 3. Allegro
17. Concerto Grosso em ré menor, nº 4 op. 3 – 1. Largo e stacatto
18. Concerto Grosso em ré menor, nº 4 op. 3 – 2. Allegro – largo – allegro
19. Concerto Grosso em ré menor, nº 4 op. 3 – 3. Vivace
José Joaquim Emerico Lobo de Mesquita (Vila do Príncipe, hoje Serro, MG, 1746- Rio de Janeiro, 1805)
20. “Beata Mater”, antífona do Magnificat

22º Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga de Juiz de Fora – 2011
Orquestra Barroca, Maestro Luis Otávio Santos

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Um CD do acervo do musicólogo Prof. Paulo Castagna. Não tem preço !!!

Boa audição.

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Avicenna