Maurice Ravel (1875-1937) – Complete Woks for Piano Solo – Louis Lortier

front

LINK ATUALIZADO !!!

Esse belo CD duplo começa com uma obra prima de Ravel, a “Pavane pour une infante defunte”,  uma das mais belas obras compostas, não apenas sua versão para piano, aqui magnificamente interpretada por Lortier, mas também sua versão para orquestra também é belíssima, basta ouvirem a versão recém postada pelo PQP das obras orquestrais do bom e velho Maurice Ravel.
Há algum tempo atrás postei uma versão de um de meus pianistas favoritos da atualidade, Jean-Eflaim Bavouzet. Mas essa versão do canadense Louis Lortier não fica atrás. A gravadora inglesa Chandos está com dois excelente pianistas para esse repertório, Bavouzet e Lortier.
Mas enfim, esses dois cds podem ser uma excelente companhia para este domingo chuvoso e frio. Com algumas doses de delicadeza um tanto nostálgica, tenho certeza de que os senhores irão gostar.

CD 1

01. Pavane pour une infante defunte
02. Le Tombeau de Couperin – I. Prelude
03. Le Tombeau de Couperin – II. Fugue
04. Le Tombeau de Couperin – III. Forlane
05. Le Tombeau de Couperin – IV. Rigaudon
06. Le Tombeau de Couperin – V. Menuet
07. Le Tombeau de Couperin – VI. Toccata
08. Serenade grotesque
09. Jeux d’eau
10. Valses nobles et sentimentales – I. Adelaide
11. Valses nobles et sentimentales – II. Assez lent–Avec une expression intense
12. Valses nobles et sentimentales – III. Modere
13. Valses nobles et sentimentales – IV. Assez anime
14. Valses nobles et sentimentales – V. Presque lent–Dans un sentiment intime
15. Valses nobles et sentimentales – VI. Vif
16. Valses nobles et sentimentales – VII. Moins vif
17. Valses nobles et sentimentales – VIII. Epilogue. Lent
18. La Valse – Poeme choregraphique pour orchestre

CD 2

01. Gaspard de la nuit – I. Ondine
02. Gaspard de la nuit – II. Le Gibet
03. Gaspard de la nuit – III. Scarbo
04. Menuet antique
05. Menuet sur le nom d’Haydn
06. A la maniere de…Borodine
07. A la maniere de…Chabrier
08. Prelude in A minor
09. Miroirs – I. Noctuelles
10. Miroirs – II. Oiseaux tristes
11. Miroirs – III. Une barque sur l’ocean
12. Miroirs – IV. Alborada del gracioso
13. Miroirs – V. La Vallee des cloches
14. Sonatine – I. Modere
15. Sonatine – II. Mouvement de menuet
16. Sonatine – III. Anime

Louis Lortier – Piano

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Lortie-Louie-full

Lortier: esse cara sabe o que faz e faz muito bem…

FDP

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Maurice Ravel – Piano Concerto in G major, M. 83, Ballade in F sharp major op. 19 , Piano Concerto for the Left Hand in D major, M. 82 – Yuja Wang & Tonhalle-Orchester Zürich & Lionel Bringuier

5162M3BjIjL._SS500Outro nome do piano vindo das terras orientais, Yuja Wang é uma pianista centrada, apesar da louca vida que leva, viajando pelo mundo, mostrando seu imenso talento e virtuosismo. É muito intensa, irradia força e determinação com sua interpretação, encarando o desafio destas duas dificílimas peças com tranquilidade e muita, mas muita segurança.
O ótima Tonhalle-Orchester Zurich, dirigida pelo até então para mim desconhecido Leonel Bringuier faz sua parte com distinção e faz uma ótima parceria com Wang.
Por algum motivo desconhecido, estas duas peças apareceram pouco aqui no PQPBach, e até onde sei, todos amam Ravel. Vá entender.

01 Piano Concerto in G major, M. 83 – I. Allegramente – Andante – Tempo I
02 Piano Concerto in G major, M. 83 – II. Adagio assai
03 Piano Concerto in G major, M. 83 – III. Presto
04 Ballade in F sharp major op. 19 – Andante cantabile
05 Piano Concerto for the Left Hand in D major, M. 82 – I. Lento
06 Piano Concerto for the Left Hand in D major, M. 82 – II. Allegro
07 Piano Concerto for the Left Hand in D major, M. 82 – III. Tempo I

Yuja Wang – Piano
Tonhalle-Orchester Zürich
Leonel Bringuier – Conductor

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Ravel: Os Concertos para Piano // de Falla: Noites nos Jardins da Espanha

Mais uma maravilha vinda da grande Hyperion. Vamos relembrar o excelente texto de Adriano Brandão para o Concerto em Sol Maior (G Major) de Ravel ?

Chicotada! Marchinha de soldadinho de chumbo! Jazz!

Não, eu não fiquei maluco. É mais ou menos esse o esquema da exposição do primeiro movimento do famoso Concerto para piano em sol maior de Maurice Ravel, obra de 1931. O maluco, no caso, é ele 🙂

Ravel compôs dois concertos para piano e orquestra. O primeiro foi uma peça para ser tocada somente com a mão esquerda, em ré maior. Pouco tempo depois Ravel teve a ideia para um segundo concerto, para as duas mãos, fortemente influenciado pelo jazz americano.

Vale lembrar que o jazz estava na moda na França no anos 20 e 30. Gershwin mesmo esteve em Paris em 1928 e fez muito sucesso com sua “Rhapsody in blue“. O resultado é que vários compositores de concerto, como Poulenc e Milhaud, incorporaram tiques jazzísticos a suas obras.

Ravel não ficou imune, é claro. Seu primeiro contato com o jazz foi com as diversas bandinhas de New Orleans que visitavam Paris e depois nos EUA mesmo (quando conheceu Gershwin). Em 1927 ele já havia escrito sua Sonata para violino, com um movimento inteiro chamado “Blues”. O caminho para este Concerto em sol já havia sido traçado.

Chicotada! Marchinha de soldadinho de chumbo! Jazz! A mistura do primeiro movimento é tão inusitada e funciona muitíssimo bem. As milhares de blue notes, com seu som tão típico, são as responsáveis pela cor predominantemente jazzística do movimento. E o solo de piano nunca, nunca deixa de lembrar o da “Rhapsody in blue”…

É muito legal, mas arrisco dizer que é mesmo o segundo movimento que deixa a impressão mais duradoura no ouvinte. Nada de jazz – é um adagio de tranquilidade absoluta, no qual o solista derrama lirismo sobre a paisagem estática fornecida pela orquestra. É de uma simplicidade e uma beleza inacreditáveis! Vários outros compositores tentaram roubar-lhe o molde: penso imediatamente no americano Samuel Barber, mas tem também Camargo Guarnieri, o português Lopes Graça… Ravel criou aqui o formato do moderno movimento lento de concerto.

A obra termina com um moto-perpétuo curtinho e mega virtuosístico, agora sim cheio de jazz. Ele consegue nos colocar de volta em solo firme após o movimento lento de sonho. E termina, sem muita cerimônia. Essa brevidade é esquisita de início, mas, sei lá, acho que faz sentido. Eu não conseguiria imaginar a graça de um finale muito elaborado após tamanha beleza. Chicotada! Pá pum! Tinha que terminar assim mesmo 🙂

Ravel: Os Concertos para Piano // de Falla: Noites nos Jardins da Espanha

Maurice Ravel (1875-1937) — Piano Concerto in G major [21’37]
1 Allegramente [8’18]
2 Adagio assai [9’24]
3 Presto [3’55]

Manuel de Falla (1876-1946) — Noches en los jardines de España G49 [23’11]
4 En el Generalife [10’01]
5 Danza lejana [4’45]
6 En los jardines de la Sierra de Córdoba [8’25]

7 Maurice Ravel (1875-1937) — Piano Concerto for the left hand in D major [18’13]

Steven Osborne (piano)
BBC Scottish Symphony Orchestra
Ludovic Morlot (conductor)

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Ravel fantasiado de jacaré engomado.

Ravel fantasiado de jacaré engomado.

PQP

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Alain / Dutilleux / Ravel / Messiaen: Solitaires – French works for solo piano

Da literatura francesa para piano solo da primeira metade do século XX, Kathryn Stott escolheu quatro “solitaires” — obras que, sob formas muito próprias, brilham muito, cada uma ocupando um lugar único na produção de cada compositor escolhido. O disco abre com o breve Prelúdio e fuga de Jehan Alain, composto em 1935. Alain, que morreu aos 29 anos durante a 2ª Guerra Mundial, é principalmente lembrado como um compositor de música de órgão e, de fato, preparou uma versão desta fuga para esse instrumento. Ele considerava o prelúdio demasiadamente pianístico e compôs um novo para a versão de órgão. Alain é acompanhado pela única sonata para piano de Henri Dutilleux, escrita para a esposa do compositor, Geneviève Joy, que também deu a primeira apresentação da obra em 1948. Nas próprias palavras de Dutilleux a música é “apresentada sobretudo como uma visão, um sonho. E, ao escutar, deve-se deixar levar sem constrangimento e sem se preocupar com análises”. Interessante forma de evitar a crítica… Composto em 1914-17, Le Tombeau de Couperin é a última obra de Maurice Ravel para piano solo — uma suite inspirada pelos grandes clavecinistas franceses do barroco. Os seis movimentos são homenagens dedicadas a amigos do compositor que morreram durante os anos iniciais da Primeira Guerra Mundial. Fechando o disco temos Le baiser de l’Enfant-Jésus do monumental afresco Vingt regards sur l’Enfant-Jésus (1944), de Olivier Messiaen. O próprio Messiaen descreveu esta obra como algo “que não visa nada além de ser tão suave quanto o coração do céu…”. Sei lá, entende? Kathryn Stott é uma incrível pianista e está perfeitamente à vontade neste repertório nada fácil e pouco explorado.

Alain / Dutilleux / Ravel / Messiaen: Solitaires – French works for solo piano

Jehan Alain
Prélude et fugue for piano, JA87A (1935) 4’21
01 Prélude (JA87) 3’10
02 Fugue (JA57A) 1’11

Henri Dutilleux
Piano Sonata (1946–48) 24’45
03 I. Allegro con moto 7’48
04 II. Lied. Assez lent 6’05
05 III. Choral et Variations (I–IV) 10’52

Maurice Ravel
Le tombeau de Couperin, suite for piano (1914–17) 24’43
06 I. Prélude. Vif 3’02
07 II. Fugue. Allegro moderato 3’33
08 III. Forlane. Allegretto 5’55
09 IV. Rigaudon. Assez vif 3’08
10 V. Menuet. Allegro moderato 4’51
11 VI. Toccata. Vif 4’14

Olivier Messiaen
from Vingt regards sur l’Enfant-Jésus (1944)
12 XV. Le baiser de l’Enfant-Jésus 13’28

Kathryn Stott, piano

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Temos mais de 1500 compositores, mas esta é a estreia de Jehan Alain por aqui.

Temos mais de 1500 compositores, mas esta é a estreia de Jehan Alain por aqui.

PQP

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Prokofiev (1891-1953): Piano Concerto No. 3 / Ravel (1875-1937): Piano Concerto in G

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Neste início de 2017, tive o imenso privilégio de ver Martha Argerich tocar o 3º Concerto de Prokofiev com a Filarmônica de St. Petersburgo — ex Filarmônica de Leningrado — regida por Yuti Temirkanov, no Southbank Center, em Londres. Ainda não me recuperei, foi um dos maiores momentos de minha vida. Tentei inutilmente segurar as lágrimas quando o concerto iniciou e vi Martita ainda é uma tremenda pianista, talvez até melhor do que era quando jovem. Ver aquilo foi demais para um latino-americano sem muito dinheiro como eu. E olha, não é exagero. Este é um dos dez discos que eu levaria para a ilha deserta. Com Argerich e Abbado jovens, acompanhados de uma tremenda orquestra, os dois com o maior tesão — aliás, Argerich tinha, na época, fama de devoradora de homens –, tocando de uma forma estupidamente perfeita música de primeiríssima linha. É ouvir e se apaixonar na hora. Uma vez, quando falei com Martha numa imensa fila de autógrafos, ela disse que não costumava ouvir suas próprias gravações, mas abria exceções para duas e confirmou que esta era uma delas. A outra ela não disse qual era, ficou querendo que eu adivinhasse. Tentei algumas, errei, e ela disse que a revelação ficaria para o próximo encontro…

Prokofiev (1891-1953): Piano Concerto No. 3 /
Ravel (1875-1937): Piano Concerto in G & Gaspard de la Nuit

Prokofiev: Piano Concerto No. 3
1. 1. Andante – Allegro – 1. Andante – Allegro 9:03
2. 2. Tema con variazione – 2. Tema con variazione 9:03
3. 3. Allegro ma non troppo – 3. Allegro ma non troppo 8:59

Ravel: Piano Concerto in G
4. 1. Allegramente – 1. Allegramente 8:18
5. 2. Adagio assai – 2. Adagio assai 9:03
6. 3. Presto – 3. Presto 3:52

Martha Argerich
Berlin Philharmonic Orchestra
Claudio Abbado

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Claudio Abbado e Martha Argerich: perfeição, virtuosismo e calor

Claudio Abbado e Martha Argerich: sensibilidade, virtuosismo e alta temperatura

PQP

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César Franck (1822-1890): Trio em Fá sustenido menor, Op. 1 No. 1 / Maurice Ravel (1875-1937): Trio em Lá menor

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Duas obras-primas da música de câmara francesa, aqui com algum sotaque russo. O Trio Nº 1 de Franck é esplêndido, denso, brahmsiano, lindo, ímpar. E o que dizer do Trio de Ravel, uma das maiores músicas do repertório de câmara de todos os tempos? A gravação é ao vivo. A química entre os três músicos (S. Richter, Kagan, Gutman) era especial e têm uma guardam uma “sensação de concerto” que é bastante emocionante. São típicas das performances tardias de Richter: há salpicos de notas erradas e momentos defeituosos, mas a maneira pela qual a música é reinventada é única.

César Franck (1822-1890) – Trio em Fá sustenido menor, Op. 1 No. 1
01. I. Andante con Moto
02. II. Alegro Molto
03. III. Finale Alegro Maestoso

Maurice Ravel (1875-1937) – Trio em Lá menor
04. I. Moderee
05. II. Pantoum Assez vif
06. III. Passacaille tres large
07. IV. Anime

Sviatoslav Richter, piano
Oleg Kagan, violino
Natalia Gutman, cello

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Richter - Kagan - Gutman

Richter – Kagan – Gutman

Carlinus

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In Memory Of… Classics for Funerals (Sugestões de Repertório para seu Velório)

IM-PER-DÍ-V…

Este álbum duplo que me caiu nas mãos é algo bastante original. In Memory Of… Classics for Funerals é uma série de highlights lentos, tristes e pouco barulhentos. A respeitada gravadora Chandos resolver perder o pudor e chamou a coletânea de Clássicos para Funerais, ou seja, se algum familiar seu morrer e você quiser colocar uma música culta e digna em honra a seu morto, aí está! Lembrem do PQP quando ouvirem a trilha no velório, por favor. É o mínimo.

A primeira faixa do disco, a Marcha Fúnebre de Chopin é tocada com orquestra e isso me incomodou. Depois, o nível da coisa sobe muito e o morto pode seguir de forma decorosa para o vazio. Há belas lembranças de obras que não relaciono com a morte — como se fizéssemos alguma coisa neste mundo que não tivesse relação com a morte! –, mas que agora, sei lá, talvez passe a relacionar. Apesar de ser uma incrível colcha de retalhos, misturando, épocas e gêneros, gostei de ouvir o disco de mais de 150 minutos.

Boa morte a todos! Coloquem música no lugar do padre! Basta de recaídas religiosas na hora da morte! É de péssimo gosto!

In Memory Of… Classics for Funerals (Sugestões de Repertório para seu Velório)

1.Frédéric Chopin Piano Sonata No. 2 in B flat minor, Op. 35, CT. 202 : Funeral March 7:05
2.Giuseppe Verdi Requiem Mass, for soloists, chorus & orchestra (Manzoni Requiem) : Agnus Dei 5:23
3.Johann Sebastian Bach Komm, süsser Tod, for voice & continuo (Schemelli Gesangbuch No. 868), BWV 478 (BC F227) 5:07
4.Gabriel Fauré Requiem, for 2 solo voices, chorus, organ & orchestra, Op. 48 : Pie Jesu 3:24
5.Edward Elgar Enigma Variations, for orchestra, Op. 36 : Nimrod 3:31
6.George Frederick Handel Messiah, oratorio, HWV 56 : I know that my redeemer liveth 6:01
7.Johann Sebastian Bach Concerto for 2 violins, strings & continuo in D minor (“Double”), BWV 1043 : Largo 6:56
8.Gabriel Fauré Pavane, for orchestra & chorus ad lib in F sharp minor, Op. 50 6:24
9.Sergey Rachmaninov Vocalise, transcription for orchestra, Op. 34/14 4:29
10.Henry Purcell Dido and Aeneas, opera, Z. 626 : When I am laid in earth 3:26
11.Jules Massenet Thaïs, opera in 3 acts : Méditation 4:51
12.Maurice Ravel Pavane pour une infante défunte, for piano (or orchestra) 6:25
13.Percy Grainger Irish Tune from County Derry (Londonderry Air), folk song for string orchestra with 2 horns ad lib. (BFMS 15) 4:22
14.Samuel Barber Adagio for strings (or string quartet; arr. from 2nd mvt. of String Quartet), Op. 11 8:25
15.Wolfgang Amadeus Mozart Requiem for soloists, chorus, and orchestra, K. 626 : Introitus 5:20
16.Jules Massenet La Vierge, sacred legend in 4 acts : Le dernier sommeil de la Vierge 3:31
17.César Franck Panis angelicus for tenor, organ, harp, cello & bass 3:47
18.Gustav Mahler Adagietto, for orchestra (from the Symphony No. 5) 10:51
19.George Frederick Handel Saul, oratorio, HWV 53 : Dead March 5:20
20.Johann Sebastian Bach St. John Passion (Johannespassion), BWV 245 (BC D2) : Ruht wohl, ihr heiligen Gebeine 6:56
21.Arvo Pärt Cantus in Memory of Benjamin Britten, for string orchestra & bell 6:18
22.Gabriel Fauré Requiem, for 2 solo voices, chorus, organ & orchestra, Op. 48 : Agnus Dei 5:49
23.William Walton Henry V, film score : Touch her soft lips and part 1:37
24.Edvard Grieg Peer Gynt Suite for orchestra (or piano or piano, 4 hands) No. 1, Op. 46 : Death of Åse 4:11
25.Johann Sebastian Bach Cantata No. 147, “Herz und Mund und Tat und Leben,” BWV 147 (BC A174) : Jesu, Joy of Man’s Desiring 3:02
26.Edward Elgar Sursum Corda, elévation for brass, organ, strings & 2 timpani in B flat major, Op. 11 7:11
27.Ludwig van Beethoven Symphony No. 3 in E flat major (“Eroica”), Op. 55 : Marcia funebre 15:05

A relação com os artistas envolvidos:

Disc: 1

1. Funeral March From Op.35 – BBC Philharmonic
2. Agnus Dei – Richard Hickox
3. Komm Susse Tod – BBC Philharmonic
4. Pie Jesu – Libby Crabtree
5. ‘Nimrod’ – Alexander Gibson
6. ‘I Know That My Redeemer Liveth’ – Joan Rodgers
7. Largo – Simon Standage
8. Pavane – BBC Philharmonic
9. Vocalise – Detroit Symphony Orchestra
10. ‘When I Am Laid In Earth’ – Emma Kirby
11. ‘Meditation’ – Yuri Torchinsky
12. Pavane Pour Une Infante Defunte – Louis Lortie
13. Irish Tune – BBC Philharmonic
14. Adagio For Strings, Op.11 – Neeme Jarvi

Disc: 2

1. Introitus – Choir Of Saint John’s College
2. ‘Le Dernier Sommeil De La Vierge – BBC Philharmonic
3. Panis Angelicus – BBC Philharmonic
4. Adagietto – Neeme Jarvi
5. ‘Dead March’ – BBC Philharmonic
6. ‘Ruht Wohl, Ihr Heiligen Gebeine’ – Harry Christophers
7. Cantus-In Memory Of Benjamin Britten – Neeme Jarvi
8. Agnus Dei – City Of Birmingham Symphony Chorus
9. ‘Touch Her Soft Lips And Part’ – Richard Hickox
10. ‘Death Of Ase’ – Vernon Handley
11. ‘Jesu, Joy Of Man’s Desiring’ – Michael Austin
12. Sursum Corda, Op.11 – Bournemouth Sinfonietta
13. Marcia Funebre – Walter Weller

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O Sétimo Selo, de Ingmar Bergman: joguinho de xadrez com a morte

O Sétimo Selo, de Ingmar Bergman: joguinho de xadrez com a morte

PQP

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Maurice Ravel (1875-1937): Piano Concertos; Menuet Antique; Le Tombeau de Couperin; Fanfare

Para mim, o destaque do disco é a excelente performance da dupla Argerich-Abbado no Concerto para Piano de Ravel. O Concerto consiste de dois movimentos externos curtos, “jazzy”, que aninham um muito meditativo Adagio. A dupla e mais a Sonfônica de Londres, tocam a música à perfeição — ela cintila quando necessário e é tomada de calma no citado Adagio. Ouvi muitas performances deste Concerto ao longo dos anos e continuo a preferir esta inspirada interpretação. O pianista francês Michel Beroff é um nome menor do que Argerich, mas ele é conhecido por algumas ótimas interpretações da música impressionista, então Abbado fez uma escolha certa ao selecioná-lo para tocar o Concerto para Piano para Mão Esquerda. Este concerto foi escrito para Paul Wittgenstein, irmão do famoso filósofo, que tinha perdido o braço direito na Primeira Guerra Mundial. O início é bom para testar as frequências mais baixas do seu equipamento de áudio.

Os extras não são de jogar fora.

Maurice Ravel – Piano Concertos in G & D major (Martha Argerich, Michel Beroff, Claudio Abbado) (1993)

Classical

London Symphony Orchestra cond. Claudio Abbado

1. Fanfare for the ballet “L’Eventail de Jeanne”

Martha Argerich, piano
London Symphony Orchestra cond. Claudio Abbado

2. Piano Concerto in G – 1. Allegramente [8:43]
3. Piano Concerto in G – 2. Adagio assai [9:34]
4. Piano Concerto in G – 3. Presto [4:04]

Michel Beroff, piano
London Symphony Orchestra cond. Claudio Abbado

5. Piano Concerto in D for the Left Hand
Lento – Andante – Allegro – Tempo1 [17:22]

Martha Argerich, piano

6. Gaspard de la Nuit – Ondine [6:18]
7. Gaspard de la Nuit – Le gibet [6:40]
8. Gaspard de la Nuit – Scarbo [9:16]

9. Sonatine – Modéré [4:00]
10. Sonatine – Mouvement de menuet [2:59]
11. Sonatine – Animé [3:38]

Martha Argerich, piano
Berlin Philharmonic Orchestra cond. Claudio Abbado

12. Piano Concerto in G – Adagio assai (fragment of 1967 rec.) [5:24]

Recorded in 1976 (tracks 6-12), 1988 (tracks 1-5)”

 

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Martha e Claudio fazendo misérias

Martha e Claudio fazendo misérias

PQP

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Saint-Saens, Massenet, Wieniawski, Sarasate, Ravel, Chausson: Bohemian Rhapsodies

Raramente postamos esses discos de clássicos populares e este é um deles. Não sei se a boa violinista Leila Josefowicz quis ou foi a gravadora que exigiu, mas garantimos que a moça divertiu-se bastante com toda a função. Estava animada. O programa não exigiu nada de seu intelecto, foi só trabalho para os dedos e braços. Como ocorre nestes trabalhos, o som do violino soa muito alto em relação à orquestra. Parece que estamos a um metro de Leila. A coisa vai indo mais ou menos até que… Bem, lembro de uma aluna de minha mulher que foi tocar a Meditação de Thais num recital da escola. A professora tinha-lhe dito — delicadamente, com outras palavras — para não cometer vulgares excessos melodramáticos. Mas a menina resolveu expressar-se… Calma, Leila não comete os mesmos erros. Curti mesmo foi a Tzigane de Ravel. O Poema de Chausson quase me matou.

Saint-Saens, Massenet, Wieniawski, Sarasate, Chausson, Ravel: Bohemian Rhapsodies

1. Carmen Fantasy, Op. 25 – Sarasate
2. Introduction And Rondo Capriccioso, Op. 28 – Saint-Saens
3. Zigeunerweisen, Op. 20 – Sarasate
4. Polonaise No. 1 In D, Op. 4 – Wieniawski
5. Meditation de Thais – Massenet
6. Tzigane – Ravel
7. Poeme, Op. 25 – Chausson

Leila Josefowicz
Academy of the St Martin-in-the-Fields
Sir Neville Marriner

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Desta vez, foi "sem penso" mesmo.

Desta vez, foi “sem penso” mesmo.

PQP

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Stravinsky / Scarlatti / Brahms / Ravel: Transformation

A Petrushka de Wang não é tão boa quanto a de Pollini, o Scarlatti dela não chega aos pés de Leonhardt ou Sokolov, seu Brahms nem se aproxima do de Serkin, muito menos seu Ravel é o de Argerich ou Bavouzet, mas a notável escolha de repertório e certa inteireza quase poderiam dar a este CD nosso selo máximo de IM-PER-DÍ-VEL !!! A gente ouve e fica feliz. Yuju Wang nasceu em Pequim em 1987, numa família de músicos. Ingressou no Conservatório Central de Música de Pequim com sete anos e estudou lá por três anos. Aos 14 anos mudou-se para o Canadá a fim de aprender inglês e estudar no Mount Royal University Conservatory em Calgary. Vive atualmente em Nova Iorque, mas viaja a maior parte do tempo para apresentação de concertos. Esta menina vai longe, sem dúvida. Tem apenas 29 anos e é uma grande especialista em Prokofiev. Vou tentar ouvir outros discos da bela moça.

Stravinsky / Scarlatti / Brahms / Ravel: Transformation

Igor Stravinsky — Three Movements From “Petrushka” (15:23)
1 Danse Russe. Allegro Giusto 2:30
2 Chez Pétrouchka 4:16
3 La Semaine Grasse. Con Moto — Allegretto — Tempo Giusto — Agitato 8:37

4 Domenico Scarlatti — Sonata In E Major K. 380: Andante Comodo 5:21

Johannes Brahms — Variations On A Theme By Paganini Op. 35 (19:44)
5 Book I: Thema. Non Troppo Presto 0:27
6 Book I: Variation 1 0:24
7 Book I: Variation 2 0:25
8 Book I: Variation 3 0:26
9 Book I: Variation 4 1:00
10 Book I: Variation 5 0:46
11 Book I: Variation 6 0:27
12 Book I: Variation 7 0:28
13 Book I: Variation 8 0:29
14 Book I: Variation 9 1:00
15 Book I: Variation 10 1:23
16 Book I: Variation 11 1:17
17 Book I: Variation 12 1:12
18 Book II: Variation 1 0:43
19 Book II: Variation 2 0:36
20 Book II: Variation 5 0:24
21 Book II: Variation 6 0:21
22 Book II: Variation 7 0:19
23 Book II: Variation 8 0:29
24 Book II: Variation 10 0:41
25 Book II: Variation 11 0:25
26 Book II: Variation 12 1:10
27 Book II: Variation 13 0:56
28 Book II: Variation 3 0:30
29 Book II: Variation 4 0:54
30 Book I: Variation 13 0:32
31 Book I: Variation 14 1:58

32 Domenico Scarlatti — Sonata In F Minor/C Major K. 466: Andante Moderato 5:36

33 Maurice Ravel — La Valse 11:49

Wuja Wang, piano

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Wuja Wang faz o tipo vou-te-conquistar, mas nem precisaria

Wuja Wang fazendo o tipo vou-te-conquistar, mas nem precisaria. É uma notável pianista.

PQP

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Brahms, Rachmaninov, Schubert, Ravel: Martha Argerich & Nelson Freire — Salzburg

argerich-freireIM-PER_DÍ-VEL !!!

Um CD perfeito, impecável. Registro ao vivo do concerto apresentado pelos pianistas no Festival de Salzburgo em 2009, este Salzburg é uma enorme demonstração não apenas de talento, mas da integração entre dois artistas de primeiríssima linha. Argerich e Freire são grandes amigos, talvez mais do que isso, e têm há anos estas peças em seu repertório. Apresentaram-nas em Porto Alegre faz uns oito anos e, quando dos autógrafos, levei um vinil com parte daquele repertório gravado pelos dois. A capa (abaixo) era quente, com Martha e Nélson encarando-se como se fossem se atirar um sobre o outro. Martha olhou a capa, pôs a mão sobre a boca, olhou para mim, olhou para a capa e escreveu algo assim: “Mira, yo no era la bruja que soy hoy!”. Me entregou o disco com um enorme sorriso e perguntou se eu tinha gostado do concerto. Respondi com a obviedade esperada. Li a dedicatória. Gaguejei, mas saiu alguma coisa como “Imagina, tu não és e nunca serás uma bruxa!”. Ao lado, Freire leu a dedicatória de Martha, sorriu e apenas assinou ao lado. Tenho o disco até hoje, claro, é uma das minhas poucas relíquias.

A tal capa está no final do post.

Brahms, Rachmaninov, Schubert, Ravel: Martha Argerich & Nelson Freire — Salzburg

Johannes Brahms (1833-1897) — Variations on a Theme by Haydn, ‘St Antoni Chorale’, Op. 56b
1. Variations On A Theme By Haydn,”St. Anthony Variations”, Op. 56b – Chorale St. Antoni: Andante 2:01
2. Variations On A Theme By Haydn, ”St. Anthony Variations”, Op. 56b – Var. I: Andante Con Moto (Poco Più Animato) 1:01
3. Variations On A Theme By Haydn, ”St. Anthony Variations”, Op. 56b – Var. II: Più Vivace 0:57
4. Variations On A Theme By Haydn, ”St. Anthony Variations”, Op. 56b – Var. III: Con Moto 1:45
5. Variations On A Theme By Haydn, ”St. Anthony Variations”, Op. 56b – Var. IV: Andante Con Moto 1:45
6. Variations On A Theme By Haydn, ”St. Anthony Variations”, Op. 56b – Var. V: Poco Presto (Vivace) 0:53
7. Variations On A Theme By Haydn, ”St. Anthony Variations”, Op. 56b – Var. VI: Vivace 1:15
8. Variations On A Theme By Haydn, ”St. Anthony Variations”, Op. 56b – Var. VII: Grazioso Martha Argerich 2:47
9. Variations On A Theme By Haydn, “St. Anthony Variations”, Op. 56b – Var. VIII: Poco Presto 0:49
10. Variations On A Theme By Haydn, ”St. Anthony Variations”, Op. 56b – Finale: Andante 3:55

Sergei Rachmaninov (1873-1943) — Symphonic Dances, Op. 45
11. Symphonic Dances, Op.45 – Two Pianos – 1. Non Allegro 11:17
12. Symphonic Dances, Op.45 – Two Pianos – 2. Andante Con Moto (Tempo Di Valse) 8:11
13. Symphonic Dances, Op.45 – Two Pianos – 3. Lento Assai – Allegro Vivace 12:30

Franz Schubert (1797-1828) — Rondo for Piano 4 hands in A major, D 951 “Grand Rondo”
14. Grand Rondeau In A Major, D 951 – Allegretto Quasi Andantino 11:10

Maurice Ravel (1875-1937) — La valse
15. La Valse – Poème Choréographique – La Valse – Poème Choréographique 12:09

Martha Argerich e Nélson Freire, pianos

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Maurice Ravel (1875-1937): Obras Orquestrais – Jean Martinon (4 CDs)

Eis a segunda parte da postagem iniciada uma semana atrás, com 4 CDs de Debussy por Jean Martinon: agora são quatro de Ravel, e desta vez Martinon rege não a Orchestre de l’ORTF, mas a Orchestre de Paris.

Não quero falar muito, mas também não quero perder a oportunidade de dizer que não acredito na lenda de que Ravel era altamente criativo no início da carreira e teria decaído gradualmente, possivelmente devido aos graves problemas de saúde que o acompanharam em boa parte da vida, terminando por afetar seriamente o sistema nervoso central.

Acredito que Ravel seja, sim, um compositor desigual – mas qual não é, alguns em maior medida (como, entre nós, Caetano Veloso e Milton Nascimento), alguns em medida menor (como Chico Buarque)? Pois minha impressão é que Ravel é igualmente desigual em todas as épocas de sua vida.

Vejamos: aos 33 anos Ravel compôs algumas de suas peças que considero mais inspiradas – talvez até mesmo sua obra prima: os cinco movimentos originais de Ma Mère l’Oye (faixas destacadas em negrito no CD 5), baseados em contos de fadas e escritos inicialmente para piano a quatro mãos, como presente para duas não pouco privilegiadas garotinhas. Mais tarde o compositor os orquestrou, atingindo neles alguns de seus mais belos efeitos de instrumentação – mas ao mesmo tempo, tendo em vista um ballet, escreveu e enxertou mais seis movimentos que me parecem incomparavelmente inferiores – puro enchimento, ainda que cintilante. Exemplo da perda de inspiração que teria vindo com os anos? Ora, os seis movimentos complementares foram compostos meros três anos depois dos cinco originais – e vinte anos mais adiante encontramos Ravel produzindo os dois concertos para piano, que é preciso ser muito metido a besta para avaliar como obras de um compositor que perdeu sua inspiração e habilidades… (Ainda a propósito de Ma Mère l’Oye: muitos regentes optam por apresentar e gravar apenas os cinco movimentos originais. Assim, confesso que para meu uso pedi licença à sombra de Martinon e criei uma pasta separada só com eles).

Pra terminar o papo, duas curiosidades sobre solistas desta gravação: o solista de violino em Tzigane (última faixa da coletânea) é ninguém menos que Itzhak Perlman, então com 28-29 anos – e, mais surpreendente, quem faz o solo de corne inglês no segundo movimento do Concerto em Sol é Jean-Claude Malgoire – que a essa altura já dirigia o extraordinário conjunto renascentista e barroco que é La Grande Écurie et la Chambre du Roy.

CD 5
01. Bolero (ballet) (Marcel Galiègue, trombone)
02. Une Barque Sur L’Ocean (Miroirs: No.3)
MA MERE L’OYE (ballet)
03. Prelude
04. Premier Tableau: Danse Du Rouet et Scene
05. Deuxieme Tableau: Pavane De La Belle Au Bois Dormant
06. Interlude
07. Troisieme Tableau: Les Entretiens De La Belle Et De La Bete
08. Interlude
09. Quatrieme Tableau: Petit Poucet
10. Interlude
11. Cinquieme Tableau: Laideronnette, Imperatrice Des Pagodes
12. Interlude
13. Sixieme Tableau: Le Jardin Feerique
. . .
14. Alborada Del Gracioso (Miroirs: No.4) (Andre Sennedat, fagote)
RAPSODIE ESPAGNOLE
15. I: Prelude A La Nuit
16. II: Malaguena
17. III: Habanera
18. IV: Feria

CD 6
01. Sheherazade: ouverture de féerie
02. La Valse (poème choregraphique)
LE TOMBEAU DE COUPERIN
03. I: Prelude
04. II: Forlane
05. III: Menuet
06. IV: Rigaudon
07. Menuet Antique
08. Pavane Pour Une Infante Defunte – Michel Garcin-Marrou, trompa
VALSES NOBLES ET SENTIMENTALES
09. 1. Moderé
10. 2. Assez Lent
11. 3. Moderé
12. 4. Assez Animé
13. 5. Presque Lent
14. 6. Assez Vif
15. 7. Moins Vif
16. 8. Epilogue: Lent

CD 7
DAPHNIS ET CHLOE (symphonie choréorgraphique)

Avec les Choeurs du Theatre National de L’Opera
01. Première partie: Introduction
02. Danse Religieuse
03. Scene
04. Danse Generale
05. Scene
06. Danse Grotesque de Dorcon
07. Danse Legere et Gracieuse de Daphnis
08. Scene
09. Nocturne
10. Danse Lente et Mysterieuse des Nymphes
11. Interlude
12. Deuxième partie: Introduction
13. Danses Guerrieres et Diverses
14. Danse Suppliante de Chloe
15. Troisième partie: Introduction
16. Lever du Jour
17. Pantomime
18. Danse Generale – Bacchanale

CD 8
CONCERTO POUR LA MAIN GAUCHE
(Aldo Ciccolini, piano)
01. Lento
02. Piu Lento
03. Allegro
CONCERTO EN SOL MAJEUR
(Aldo Ciccolini, piano; Jean-Claude Malgoire, solo cor anglais)
04. I: Allegramente
05. II: Adagio Assai
06. III: Presto
TZIGANE – rapsodie de concert pour violon et orchestre
(Itzhak Perlman, violon)
07. Lento, Quasi Cadenza – Moderato

Jean Martinon regendo a Orchestre de Paris (1973-74)

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Ranulfus

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Brahms, Bach, Ravel, Chausson, Waxman: Música para violino e piano

Este disco é bom demais, mas tem limitações, sabem? O Brahms é MESMO NOTÁVEL, o Bach é LINDO DE MORRER, o Ravel é EXTRAORDINÁRIO, mas depois o pequepiano de verdade deverá desligar o computador ou o CD Player porque a coisa fica suspeita. Após uma transição meio estranha a cargo de Chausson — um francês que achei mela-cueca — , o tal Waxman faz um medley de Carmen que é das piores coisas que ouvi ultimamente. OK, o CD tem cara de recital. Daquele gênero de recital que começa com o filé e termina com aquela concessão ao gosto do público mais vulgar. É um estilo do qual não gosto. Mas, como diz Milton Ribeiro, futebol é bola na rede e o resto é secundário. Então ouçam o que e como quiserem. Mas de uma coisa tenham certeza, esses armênios aê são bons pra caralho.

Brahms, Bach, Ravel, Chausson, Waxman: Música para violino e piano

Brahms:
1. Violin Sonata No. 3 in D minor Op. 108: I. Allegro
2. Violin Sonata No. 3 in D minor Op. 108: II. Adagio
3. Violin Sonata No. 3 in D minor Op. 108: III. Un poco presto e con sentimento
4. Violin Sonata No. 3 in D minor Op. 108: IV. Presto agitato
Bach:
5. Ciaccona from Partita No.2 in D minor, BWV 1004 for violin solo
Ravel:
6. Tzigane, Rhapsodie de Concert
Chausson:
7. Poème Op. 25
Waxman:
8. Carmen Fantasie for Violin and Piano base on Themes from the Opera of Georges Bizet

Sergey Khachatryan, Violino
Lusine Khachatryan, Piano
Vladimir Khachatryan, Piano

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Sergey e Lusine Khachatryan, não encontramos Vladímir

Sergey e Lusine Khachatryan, não encontramos Vladímir

PQP

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Cesar Frank – Sonata in A Major for Violin & Piano, Claude Debussy – Sonata for Violin & Piano – Kyung Wha Chung and Radu Lupu

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Uma violinista sul coreana e um pianista romeno interpretando um repertório exclusivamente francês pode soar estranho, mas quando se trata de músicos deste nível não podia dar errado. Radu Lupu e Kyung-Wha Chung quase atingiram a perfeição, em um repertório impecável, em que se destaca a belíssima sonata de Cesar Franck, um primor do romantismo francês.
O Ravel e o Debussy só confirmam a qualidade, mesmo sendo obras pouco gravadas. A cumplicidade entre os dois músicos está presente em todos os momentos, e o destaque novamente fica para a sonata de Franck, uma das melhores gravações que já ouvi desta obra.
Trata-se de um CD de altíssima qualidade, e não sou apenas eu que assim o considero. As cinco estrelas são quase unânimes dentre os clientes da amazon. Sugiro abrirem uma garrafa de um bom vinho, sentarem-se em suas melhores poltronas para melhor apreciarem a beleza destas obras.

01. Cesar Franck – Sonata for Violin and Piano in A 1. Allegretto ben moderato
02. Sonata for Violin and Piano in A 2. Allegro- Quasi lento- Tempo 1 (Allegro)
03. Sonata for Violin and Piano in A 3. Recitativo – Fantasia (Ben moderato – Largamente – Molto vivace)
04. Sonata for Violin and Piano in A 4. Allegretto poco mosso
05. Claude Debussy – Sonata for Violin and Piano in G minor, L.140 1. Allegro vivo
06. Sonata for Violin and Piano in G minor, L.140 2. Intermede (Fantasque et leger)
07. Sonata for Violin and Piano in G minor, L.140 3. Finale (Tres anime)

Kyung-Wha Chung – Violin
Radu Lupu – Piano

08. Maurice Ravel – Introduction and Allegro
09. Claude Debussy – Sonata for Flute, Viola, and Harp, L. 137 1. Pastorale
10. Sonata for Flute, Viola, and Harp, L. 137 2. Interlude
11. Sonata for Flute, Viola, and Harp, L. 137 3. Finale

Melos Essemble

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Albéniz / Berio / Debussy / Fauré / Janáček / Liszt / Ravel / Sawhney / Takemitsu: Water

Após os excelentes álbuns Duo e Credo, ambos postados no PQP Bach, Hélène Grimaud nos chega com um disco onde aparece claramente a sua militância pelas causas ecológicas. Water é um trabalho incomum. Aqui, Grimaud executa peças de vários períodos — clássicas, românticas e contemporâneas — cuja temática é a água. Além do fascínio pela água, além das evocações tradicionais de rios, lagos, mares, flocos de neve, e gotas de chuva, o álbum também reflete uma perspectiva contemporânea sobre a água e a falta dela. As peças de diferentes compositores são amarradas através das Transitions, sons de água e de instrumentos musicais compostos, gravados e produzidos por Nitin Sawhney, um celebrado compositor de World Music. Ele também é DJ, produtor, multi-instrumentista, compositor orquestral e pioneiro cultural. Reafirmando sua posição como uma das artistas mais interessantes da música erudita, Grimaud combina a cultura com seu compromisso com os desafios ecológicos, ambientais e humanitários de nossos dias. Então, Water é um projeto com três níveis distintos de aspiração criativa: artístico, inventivo e ativista. Além disso é bom pacas de ouvir.

Albéniz / Berio / Debussy / Fauré / Janáček / Liszt / Ravel / Sawhney / Takemitsu: Water

1 Wasserklavier (No.3 From 6 Encores – Per Antonio Ballista) (Luciano Berio) 2:11
2 Water – Transition 1 (Nitin Sawhney) 1:18
3 Rain Tree Sketch II (In Memoriam Oliver Messiaen) (Toru Takemitsu) 5:25
4 Water – Transition 2 (Nitin Sawhney) 1:41
5 Barcarolle No.5 In F Sharp Minor (op.66) (fis-moll En Fa Diese Mineur Allegretto Moderato) (Gabriel Fauré) 6:39
6 Water – Transition 3 (Nitin Sawhney) 1:33
7 Jeux D’eau (Music Note=144) (Tres Doux) (Maurice Ravel) 5:10
8 Water – Transition 4 (Nitin Sawhney) 1:27
9 Almeria (No.2 From Iberia II Allegretto Moderato) (Isaac Albéniz) 10:06
10 Water – Transition 5 (Nitin Sawhney) 0:55
11 Les Jeux D’eaux A La Villa D’Este (No.4 From Annees De Pelerinage III S 163 Allegretto) (Franz Liszt) 7:38
12 Water – Transition 6 (Nitin Sawhney) 1:34
13 In The Mists: No.1 (Andante) (Leoš Janáček) 4:33
14 Water – Transition 7 (Nitin Sawhney) 1:16
15 La Cathedrale Engloutie (No.10 From Preludes I Profondement Calme) (Claude Debussy) 6:03
16 Water Reflections (Helene Grimaud’s Thoughts On The Permutations Of Water) 10:49

Piano – Hélène Grimaud

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Desta vez, deu na trave

Desta vez, deu na trave

PQP

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Guillaume Lekeu (1870-1894) – Violin Sonata in G Major, Maurice Ravel (1875-1937) – Violin Sonatas, Tzigane, Berceuse – Alina Ibragimova, Cédric Tibirghien

coverAté ter acesso a esse CD o belga Guillaume Lekeu me era totalmente desconhecido. Mas graças a Alina Ibragimova pude conhecer este jovem compositor, que morreu com apenas vinte e quatro anos de idade e compôs apenas quinze obras, sendo esta sonata a sua peça mais conhecida. Ligado ao grupo de Cesar Frank, vejo Lekeu como um romântico tardio e sua belíssima sonata é extremamente emotiva desde seus primeiros compassos.
Creio que estas sonatas de Ravel já tenham aparecido cá por estas plagas, e sua Tzigane, então, nem se fala. É bem conhecida.
Alina Ibragimova, a cada novo CD, vem se firmando como uma das grandes violinistas de sua geração. Tenho certeza que este seu CD, lançado já há alguns anos atrás, vai satisfazer a muita gente.

1. Lekeu Violin Sonata in G major – Movement 1 Tres modere
2. Lekeu Violin Sonata in G major – Movement 2 Tres lent
3. Lekeu Violin Sonata in G major – Movement 3 Tres anime
4. Ravel Violin Sonata No 1 in A major
5. Ravel Violin Sonata No 2 in G major – Movement 1 Allegretto
6. Ravel Violin Sonata No 2 in G major – Movement 2 Blues. Moderato
7. Ravel Violin Sonata No 2 in G major – Movement 3 Perpetuum mobile. Allegro
8. Ravel Tzigane ‘Rapsodie de concert’
9. Ravel Berceuse sur le nom de Gabriel Faure

Alina Ibragimova – Violin
Cédric Tiberghien – Piano

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Ravel (1875-1937): Concerto para piano e orquestra para mão esquerda e La Valse, Liszt (1811-1886): Totentanz para piano e Orchestra e Rachmaninov (1873-1943): Danças Sinfônicas, Op. 45

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Um CD pirata da melhor qualidade, certamente gravado a partir de uma transmissão radiofônica. São obras agitadas da conturbada primeira metade do século XX — e como Liszt coube bem nelas! O Concerto para Mão Esquerda é a comprovação do contato de Ravel com uma época terrível para a Europa. Ele foi composto, quase como um desafio, para o eminente pianista austríaco Paul Wittgenstein, que tinha perdido o braço direito num combate da Primeira Guerra Mundial e cuja carreira parecia terminada. Contudo, Wittgenstein, com enorme coragem, recusou conformar-se com o fato, e escreveu a vários compositores, pedindo-lhes que escrevessem músicas que ele pudesse tocar apenas com a mão esquerda. Ravel achava-se ocupado com a composição de o Concerto para piano em sol maior. Contudo, movido, pelo apelo, e cedendo ao seu amor inato pela experimentação e pelo incomum, Ravel enfrentou a prova técnica. Sem suspender a composição do outro concerto, atirou-se ao trabalho a fim de escrever algo que pudesse atender às necessidades do pianista tão gravemente sacrificado. O resultado foi excelente e muitos pianistas até hoje deixam o braço direito descansar para interpretar a admirável obra.

Mas o restante da gravação também é extraordinária.

A dupla Thibaudet e Dutoit esmerilham neste CD pirata.

A dupla Dutoit e Thibaudet esmerilham neste CD pirata.

Ravel (1875-1937): Concerto para piano e orquestra para mão esquerda e La Valse, Liszt (1811-1886): Totentanz para piano e Orchestra e Rachmaninov (1873-1943): Danças Sinfônicas, Op. 45

Maurice Ravel (1875-1937) – Concerto para piano e orquestra em D (para “mão esquerda”)
01. Lento
02. Allegro
03. Tempo I

Franz Liszt (1811-1886) – Totentanz para piano e Orchestra
04. Totentanz para piano e Orchestra

Sergei Rachmaninov (1873-1943) – Danças Sinfônicas, Op. 45
05. Non allegro
06. Andante con moto (Tempo di valse)
07. Lento assai – Allegro vivace

Maurice Ravel (1875-1937) – La Valse
08. La Valse

Chicago Symphony Orchestra
Charles Dutoit, regente
Jean-Yves Thibaudet, piano

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Ravel equilibrando-se entre a cinza do cigarro e as notas.

Ravel equilibrando-se entre a cinza do cigarro e as notas.

PQP

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Maurice Ravel (1875-1937): Obras Completas para Piano Solo — Bavouzet

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Um grande, excelente, notável álbum! Ravel é um de meus compositores favoritos, e o de muita gente que sabe que sua obra vai muito além do famigerado “Bolero”, e sua produção pianística é uma das mais belas do século XX. E é essa obra que estou trazendo nesta postagem dupla, com o excelente pianista francês Jean-Efflam Bavouzet, gravação que ganhou 5 estrelas da maior parte dos comentaristas e clientes da amazon. Se não me engano, Bavouzet viria se apresentar no Brasil esse ano. Alguém tem alguma informação? Não sei se pelo Mozarteum Brasileiro, Cultura Artística, ou por algum outro destes patrocinadores. Uma curiosidade: Bavouzet nesta gravação utiliza um piano Steinway construído em 1901, ou seja, muito semelhante ao utilizado por Ravel para compor estas obras.

CD 1
1. Gaspard de la nuit, for piano: Ondine
2. Gaspard de la nuit, for piano: Le Gibet
3. Gaspard de la nuit, for piano: Scarbo
4. Jeux d’eau, for piano
5. Sonatine for piano in F sharp minor: Modéré
6. Sonatine for piano in F sharp minor: Mouvement de Menuet
7. Sonatine for piano in F sharp minor: Animé
8. Miroirs, for piano (or orchestra): Noctuelles
9. Miroirs, for piano (or orchestra): Oiseaux tristes
10. Miroirs, for piano (or orchestra): Une barque sur l’océan
11. Miroirs, for piano (or orchestra): Alborada del gracioso
12. Miroirs, for piano (or orchestra): La vallée des cloches

CD 2
1. Le tombeau de Couperin, for piano: Prélude
2. Le tombeau de Couperin, for piano: Fugue
3. Le tombeau de Couperin, for piano: Forlane
4. Le tombeau de Couperin, for piano: Rigaudo
5. Le tombeau de Couperin, for piano: Menuet
6. Le tombeau de Couperin, for piano: Toccata
7. Prélude, for piano
8. Sérénade grotesque, for piano
9. À la manière de. . . , for piano: A la manière de Borodine (Valse)
10. À la manière de. . . , for piano: A la manière de Chabrier (Paraprhase sur un air de Gounod)
11. Menuet antique, for piano (or orchestra)
12. Menuet sur le nom d’Haydn, for piano
13. Valses (8) nobles et sentimentales, for piano (or orchestra): I. Modéré – très franc
14. Valses (8) nobles et sentimentales, for piano (or orchestra): II. Assez lent
15.Valses (8) nobles et sentimentales, for piano (or orchestra): III. Modéré
16. Valses (8) nobles et sentimentales, for piano (or orchestra): IV. Assez animé
17. Valses (8) nobles et sentimentales, for piano (or orchestra): V. Presque lent
18. Valses (8) nobles et sentimentales, for piano (or orchestra): VI. Vif
19. Valses (8) nobles et sentimentales, for piano (or orchestra): VII. Moins vif
20. Valses (8) nobles et sentimentales, for piano (or orchestra): VIII. Epilogue. Lent
21. Pavane pour une infante défunte, for piano (or orchestra)

Jean-Efflam Bavouzet – Piano

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Bavouzet dobrando-se a Ravel

Bavouzet curvando-se a Ravel

FDPBach

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Mussorgsky (1839-1881): Quadros de uma Exposição / Ravel (1875-1937): Bolero (Celibidache)

IM-PER-DÍ-VEL !!!

O romeno naturalizado alemão Sergiu Celibidache (1912-1996) talvez tenha sido o último gênio da regência orquestral a pisar em nosso planeta. Grande ensaiador, estudioso, atento a cada detalhe, teve sua antítese na vulgaridade de seu vizinho HvK. Alguns músicos dizem que nunca houve uma dupla mais perfeita do que a que ele fazia com a Filarmônica de Munique. E aqui ele perfaz, ao vivo, o mesmo itinerário de percorrido por Karajan em uma gravação de estúdio. Quanta diferença! Aqui, nesta gravação ao vivo, cada detalhe é desnudado, sendo resolvido com precisão e clareza. Se vocês desejam ouvir todo o notável talento de arranjador de Ravel, aqui vocês estarão muito bem servidos. Ah, explico: a versão orquestral de Quadros de uma Exposição, peça escrita originalmente para piano solo, é de autoria de Ravel. Abaixo, coloco também um vídeo sobre Celi. Como muitos gênios, ele também tinha certa loucura instalada em seu cérebro. E muito, mas muito humanismo e talento.

Mussorgsky (1839-1881): Pictures at an Exhibition / Ravel (1875-1937): Bolero

1. Applause – Ravel/Mussorgsky
2. Pictures At An Exhibition: Promenade: Allegro Giusto, Nel Modo Russico; Senza Allegrezza, Ma Poco…
3. Pictures At An Exhibition: I. Gnomus: Vivo
4. Pictures At An Exhibition: Promenade: Moderato Comodo E Con Delicatezza
5. Pictures At An Exhibition: II. Il Vecchio Castello: Andante
6. Pictures At An Exhibition: Promenade: Moderato Non Tanto, Pesante
7. Pictures At An Exhibition: III. Tuileries: Allegretto Non Troppo, Capriccioso
8. Pictures At An Exhibition: IV. Bydlo: Sempro Moderato, Pesante
9. Pictures At An Exhibition: Promenade: Tranquillo
10. Pictures At An Exhibition: V. Ballet Des Petits Poussins Dans Leurs Coques: Scherzino: Vivo Leggiero
11. Pictures At An Exhibition: VI. Samuel Goldenberg Un Schmuyle: Andante
12. Pictures At An Exhibition: VII. Limoges: Le Marche: Allegretto Vivo, Sempre Scherzando
13. Pictures At An Exhibition: VIII. Catacombae: Sepulchrum Romanum: Largo
14. Pictures At An Exhibition: Cum Mortuis In Lingua Mortua: Andante Non Troppo, Con Lamento
15. Pictures At An Exhibition: IX. La Cabane De Baba-Yaga Sure Des Pattes De Poule: Allegro Con Brio…
16. Pictures At An Exhibition: X. La Grande Porte De Kiev: Allegro Alla Breve. Maestoso. Con Grandezza
17. Applause
18. Applause
19. Bolero: Tempo Di Bolero Moderato Assai
20. Applause – Ravel/Mussorgsky

Münchner Philharmoniker
Sergiu Celibidache

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Celibidache: atenção aos detalhes

Celibidache: atenção aos detalhes e loucura instalada

PQP

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Édouard Lalo (1823-1892): Symphony espagnole, op. 21 / Camile Saint-Säens (1835-1921): Violin Concerto n°3, op 61 / Maurice Ravel (1875-1937): Tzigane, rapsodie de concert

frontChamaria este CD de temático, se fosse o caso, afinal são três obras primas do repertório violinístico compostos por franceses, mas não sei se caberia o rótulo. Trata-se de um CD que beira a perfeição, eu diria, sem medo de errar. Maxim Vengerov vem da tradição russa dos grandes violinistas, como Oistrakh, Kogan, entre diversos outros, e com certeza deixaria orgulhoso aqueles grandes mestres do passado.
Adoro essa Symphony espagnole, ainda mais que os concertos para violino que Lalo compôs. A criatividade da obra se encontra exatamente na exploração de temas que tem origem na música espanhola, é claro e óbvio, mas Lalo dá-lhe uma roupagem diferente, sem perder o sangue francês. Até conhecer essa gravação, para mim Itzah Perlman reinava absoluto na interpretação dessa obra, mas Vengerov balançou os alicerces de minhas crenças. Igualmente genial, sem medo de errar, e com um tremendo senso de responsabilidade e de certeza de estar fazendo história quando realizava a gravação.
Ah, para completar esse excelente CD, temos ainda “apenas” o Concerto n°3 de Saint-Säens e a “Tzigane” de Ravel, para fechar com chave de ouro esse cd com certeza IM-PER-DÍ-VEL !!!”

01. Lalo – Symphonie espagnole, Op.21 – I. Allegro non troppo
02. Symphonie espagnole, Op.21 – II. Scherzando Allegro molto
03. Symphonie espagnole, Op.21 – III. Intermezzo Allegretto non troppo
04. Symphonie espagnole, Op.21 – IV. Andante
05. Symphonie espagnole, Op.21 – V. Rondo Allegro – Poco più lento – Tempo 1
06. Saint-Saens – Violin Concerto No.3, Op.61 – I. Allegro non troppo
07. Violin Concerto No.3, Op.61 – II. Andantino, quasi allegretto
08. Violin Concerto No.3, Op.61 – III. Molto moderato – Allegro non troppo
09. Ravel – Tzigane, rapsodie de concert

Maxim Vengerov – Violin
Philharmonia Orchestra
Antonio Pappano – Conductor

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FDPBach

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