Antonio Vivaldi (1678-1741): Gloria / Alessandro Scarlatti (1660-1725): Dixit Dominus

Antonio Vivaldi (1678-1741): Gloria /  Alessandro Scarlatti (1660-1725): Dixit Dominus

Um belo disco de música sacra italiana com obras de Vivaldi e Alessandro Scarlatti. Quase todos nós já ouvimos o Gloria de Vivaldi muitas vezes e, embora seja muito boa música, a pessoa tende a se cansar depois de um tempo. A versão de Pinnock é excelente. Meu interesse real sobre este disco é o Dixit Dominus de Scarlatti. Nós ouvimos muito pouco da música sacra de Alessandro, que é de alta qualidade. Embora ele não seja tão ousado ou enérgico como Handel, tem muitas ideias originais e belas melodias. Todos os movimentos são atraentes. Pinnock e turma estão excelentes como sempre. Embora desconhecido, este Dixit é definitivamente o destaque deste disco para mim.

Antonio Vivaldi (1678-1741): Gloria / Alessandro Scarlatti (1660-1725): Dixit Dominus

Gloria, In D Major For Soloists, Chorus And Orchestra, RV 589
Composed By – Antonio Vivaldi

1 Gloria In Excelsis Deo (Allegro)
Oboe – David Reichenberg
Trumpet – Crispian Steele-Perkins
2:24
2 Et In Terra Pax Hominibus (Andante) 4:52
3 Laudamus Te (Allegro)
Soprano Vocals – Ingrid Attrot, Nancy Argenta
2:14
4 Gratias Agimus Tibi (Adagio) 0:28
5 Propter Magnam Gloriam Tuam (Allegro) 0:50
6 Domine Deus, Rex Caelistis (Largo)
Oboe – David Reichenberg
Soprano Vocals – Nancy Argenta
3:43
7 Domine Fili Unigeniti (Allegro) 2:18
8 Domine Deus, Agnus Dei (Adagio)
Alto Vocals – Catherine Denley
5:01
9 Qui Tollis Peccata Mundi (Adagio) 1:45
10 Qui Sedes Ad Dexteram Patris (Allegro)
Alto Vocals – Catherine Denley
2:45
11 Quoniam Tu Solus Sanctus (Allegro)
Oboe – David Reichenberg
Trumpet – Crispian Steele-Perkins
0:47
12 Cum Sancto Spirito (Allegro)
Oboe – David Reichenberg
Trumpet – Crispian Steele-Perkins
2:48

Dixit Dominus, For Soloists, Strings And Continuo (Musica Sacra MS 710)
Composed By – Alessandro Scarlatti

13 Dixit Dominus (Spiritoso) 2:35
14 Virgam Virtutis (Allegro)
Soprano Vocals – Nancy Argenta
2:34
15 Tecum Principium
Alto Vocals – Ashley Stafford
2:53
16 Juravit Dominus 3:14
17 Dominus A Dextris Tuis
Bass Vocals – Stephen Varcoe
2:13
18 Judicabit In Nationibus (Andante – Allegro – Allegro) 1:57
19 De Torrente In Via Bibet (Andante)
Alto Vocals – Ashley Stafford
Soprano Vocals – Nancy Argenta
2:50
20 Gloria Patri (Allegro) 3:58

Alto Vocals – Ashley Stafford
Alto Vocals [Choir] – Ashley Stafford, Caroline Trevor, Graeme Curry, Mary Nichols
Bass Vocals – Stephen Varcoe
Bass Vocals [Choir] – Donald Greig, Richard Savage, Richard Wistreich, Stephen Charlesworth (2)
Cello – Jaap ter Linden, Richard Webb
Concertmaster – Simon Standage
Contralto Vocals – Catherine Denley
Double Bass – Amanda MacNamara*
Oboe [Solo] – David Reichenberg
Organ – Ivor Bolton
Soprano Vocals – Ingrid Attrot, Nancy Argenta
Soprano Vocals [Choir] – Evelyn Tubb, Nicola Jenkin, Sally Dunkley, Tessa Bonner
Tenor Vocals [Choir] – Angus Smith, John Dudley, Neil Lunt, Nicolas Robertson
Theorbo – Nigel North
Trumpet [Solo] – Crispian Steele-Perkins
Viola – Katharine Hart* (tracks: 1 to 12), Trevor Jones (4) (tracks: 1 to 12)
Violin [1st] – Graham Cracknell, Miles Golding, Pauline Nobes (tracks: 1 to 12), Simon Standage
Violin [2nd] – Elizabeth Wilcock (tracks: 1 to 12), Frances Turner (tracks: 13 to 20), Maurice Whitaker (tracks: 1 to 12), Micaela Comberti, Pauline Nobes (tracks: 13 to 20), Susan Carpenter-Jacobs* (tracks: 1 to 12)
Violin [3rd] – Elizabeth Wilcock (tracks: 13 to 20), Maurice Whitaker (tracks: 13 to 20), Susan Carpenter-Jacobs* (tracks: 13 to 20)
Vocals [Solo Quartet] – Ashley Stafford (tracks: 13 to 20), Nicolas Robertson (tracks: 13 to 20), Richard Wistreich (tracks: 13 to 20), Tessa Bonner (tracks: 13 to 20)
Choir – The English Concert Choir
Orchestra – The English Concert
Conductor, Harpsichord – Trevor Pinnock

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Cerimônia religiosa na igreja de San Lorenzo, em Veneza, em quadro pintado em 1789 por Gabriele Bella. Pelo menos dois concertos de Vivaldi, o RV 286 e o RV 562, foram encomendados a Vivaldi com a intenção de abrilhantar cerimônias em San Lorenzo

PQP

A.Scarlatti (1660-1725): Infirmata, Vulnerata. F.Couperin (1668-1733): Leçon de Ténèbres I. J.Rosenmüller (1619-1684): Von himmlischen Freuden. G.Ph.Telemann (1681-1767): ‘Cantata do Canário’. Dietrich Fischer-Dieskau, barítono.

Esta é uma seleção composta:  as faixas 1 e 2 foram gravadas e lançadas em 1963  no vinil com a capa ao lado; a faixa 4, já em 1957/62, e a faixa 3 apenas em 1969/72 – o que deixa entreouvir que a técnica e timbre do “barítono do século” ainda podem ter amadurecido entre seus 32 e 44 anos.

O repertório é todo barroco, e geralmente entendemos isso como “contemporâneo de Bach” – mas vejamos: quando João Sebastião nasceu:

  • Rosenmüller tinha morrido há um ano (com 65)
  • Alessandro Scarlatti estava na ativa, com 25 anos
  • Couperin tinha 17
  • Telemann tinha seus 4 aninhos (e sobreviveria JSB por mais 18)

Aldous Huxley chama a atenção, em um ensaio, para que “barroco” não parece significar o mesmo em música e nas demais artes: nestas, “barroco” sugere uma extensão da inventividade renascentista pelos terrenos do tenso, assimétrico, dramático, exagerado; já na música, o trajeto parece ser do irregular para o regular, do inventivo e do emocional para o cada vez mais padronizado e convencional (com o que Bach aparece como uma espécie de canto de cisne da invenção e originalidade no barroco).

Aqui temos em Rosenmüller (faixa 3) uma amostra do barroco seiscentista de sabor tardo-renascentista – e teríamos uma amostra do tardo-barroco mais tediosamente convencional se tivéssemos conservado a peça de Telemann incluída no vinil acima: uma cantata não-religiosa, humanista, sobre o valor da esperança (Die Hoffnung ist mein Leben), quem sabe prefigurando o que Schiller faria pouco mais tarde com o valor da alegria. Nobre intento… só que acabou dando numa das peças barrocas mais chatas que já ouvi!

Felizmente o próprio tio Dietrich se encarregou de salvar a honra de Telemann, gravando o que suspeito ser sua obra prima: a cantata tragicômica sobre a morte de um canário “experimentado em sua arte” por obra de um gato – animal que termina merecendo um movimento para xingar sua glutonice, e mais um para desejar que o canário o arranhe e bique por dentro – ao lado de frases da mais autêntica e compungida ternura dedicadas ao passarinho. Talvez mais uma confirmação de que o convívio com animais humaniza – enquanto o convívio só com ideais mumifica.

De entremeio temos o sempre intenso Couperin cantando as dores de Jerusalém subjugada pelos babilônios lá por 600 a.C. – isso como abertura das cerimônias católicas relativas à… morte de Jesus, nesse estranho sincretismo que é a cultura judaico-cristã.

E temos Alessandro! Alessandro Scarlatti, que, no meu sentir, enquanto os outros saíam do barroco provinciano seiscentista meramente para a convencionalidade dos salões da nobreza, Alessandro dá o passo e não vê só os salões: já vislumbra lá na frente a volta do primado do sentimento no romantismo, bem como a criatividade livre, expressa na imprevisibilidade e na assimetria, a ser reivindicada pelos criadores do século XX.

Eu falaria dias sobre os detalhes do meu xodó nesta seleção, que é a Infirmata, Vulnerata do Alessandro – que alguns querem ver como peça sacra, o que não me convence… – mas vou só mencionar que, quando minha mente está “tocando” Infirmata, Vulnerata, com a maior facilidade ela “desliza de faixa” e prossegue pela Actus Tragicus, composta por Bach aos 22-23 anos – ou seja: quando Alessandro estava nos seus 47-48. Para facilitar o acesso às sutilezas emocionais da obra, incluo abaixo o texto latino com uma tentativa de tradução… e deixo vocês com a música. Vão lá!

(Ah, sim: titio Dietrich & amigos foram de uma geração anterior ao movimento de instrumentos de época e interpretações estilisticamente autênticas – mas não por isso deixam de fazer música da melhor! Em todo caso, se vocês quiserem comparar com uma leitura “de época” da Infirmata, Vulnerata – com contratenor, dois violinos, órgão e tiorba no contínuo – a realização de que mais gostei até agora vocês encontram em https://www.youtube.com/watch?v=7Q1b6YsiROo . – Qual eu prefiro? As duas, claro! Se posso ter duas coisas gostosas, a troco do quê vou colocar hierarquia entre elas?)

INFIRMATA, VULNERATA: O TEXTO
(Tentativa de interpretação nas entrelinhas: Ranulfus)

Infirmata, vulnerata
Enfermada e ferida
puro deficit amore
por puro amor insuficiente
et liquescens gravi ardore
e pelo ardor penoso que se liquefaz,
languet anima beata.
jaz doente a alma abençoada.

O care, o dulcis amor,
Ó caro, ó doce amor,
quomodo mutatus es mihi in crudelem,
de que modo te transmudaste para mim em cruel,
quem numquam agnovisti infidelem!
a mim que nunca pudeste dizer infiel!

Vulnera percute, transfige cor.
Machuca, golpeia, transpassa o coração:
Tormenta pati non timeo.
sofrer as torturas não temo.

Cur, quaeso, crudelis
Por quê, por favor, cruel ...
es factus, es gravis?
... te tornaste, e sombrio?
Sum tibi fidelis,
A ti sou fiel,
sis mihi suavis.
a mim sê suave!

Vicisti, amor, vicisti,
Venceste, amor, venceste,
et cor meum cessit amori.
e meu coração se rende ao amor.

Semper gratus, desiderabilis,
Sempre bem-vindo e desejável,
semper, semper eris in me.
sempre, sempre estarás em mim.
Veni, o care, totus amabilis,
Vem, ó querido, todo amável,
in aeternum diligam te.
serei eternamente ligad@ a ti.
[Da capo] Semper gratus, desiderabilis,
[Da capo] Sempre bem-vindo e desejável,
semper, semper eris in me... In me.
sempre, sempre estarás em mim... Em mim.

FAIXAS

01 Alessandro SCARLATTI (1660-1725)
Infirmata, Vulnerata (Enferma e ferida)
Moteto(?) sobre poema em latim de autor desconhecido
Lançado em vinil em 1963 – 6 movimentos – 13’42

02 François COUPERIN (1668-1733)
Première Leçon de Ténèbres: Pour le Mercredi
(1º Ofício de Trevas: para a Quarta-Feira Santa)
Texto: Vulgata Latina: Lamentações de Jeremias, cap.1
Lançado em vinil em 1963 – 7 movimentos – 16’36

03 Johann ROSENMÜLLER (1619-1684)
Von den himmlischen Freuden (Das alegrias celestiais)
Cantata para barítono e baixo contínuo
Lançado em vinil em 1972 – 4 estrofes – 9’10

04 Georg Philip TELEMANN (1681-1767)
Trauermusik eines kunsterfahrenen Kanarienvogels
(Música fúnebre para um canário virtuose =
“Kanarienkantate” [Cantata do Canário])
Lançado em vinil em 1962 – 9 movimentos – 16’50

MÚSICOS
Voz (barítono): Dietrich Fischer-Dieskau (1925-2012)
Flauta transversal: Aurèle Nicolet (faixas 1 e 2)
Oboé: Lothar Koch (faixa 4)
Violino: Helmuth Heller (f. 1, 2 e 4); Koji Toyoda (f. 3)
Viola: Heiz Kirchner (faixa 4)
Cello: Irmgard Popper (f. 1, 2 e 4); Georg Dondere (f. 3)
Contrabaixo: Hans Nowak (faixa 3)
Cravo: Edith Picht-Axenfeld

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Ranulfus – com a colaboração dos leitores
Pedro Goria, Carlos Alberto Penha e João Ferreira

The Art Of The Baroque Trumpet, Vol. 3/5 – Virtuoso Music for Soprano and Trumpet – Niklas Eklund (baroque trumpet, Susanne Rydén (soprano) – 1997


The Art Of The Baroque Trumpet
Vol. 3/5 – Virtuoso Music for Soprano and Trumpet

Niklas Eklund (baroque trumpet)

Susanne Rydén (Soprano)London Baroque, Charles Medlam/Edward H. Tarr

1996

Nascido em Halle, na Alemanha, George Frideric Handel fez amplo uso do trompete tanto em suas óperas quanto em seus oratórios posteriores. O “célebre Water Piece”  para trompete e orquestra em cinco movimentos NÃO é a mesma coisa que a famosa “Water Music” apresentada numa barcaça no Tâmisa; a abertura é adaptada do segundo conjunto da “Música da Água”, mas os outros movimentos parecem ser retirados das óperas.

Palhinha: ouça: 01. Ode for the Birthday of Queen Anne: Eternal Source of Light Divine

The Art Of The Baroque Trumpet, Vol. 3/5
Virtuoso Music for Trumpet and Soprano

Georg Friedrich Händel (Alemanha, 1685 – Inglaterra, 1759)
01. Ode for the Birthday of Queen Anne: Eternal Source of Light Divine
02. Samson, HWV 57, Act III: Let the Bright Seraphim
03. Rinaldo: Lascia ch’io pianga
Antonio Caldara (Itália, 1670 – 1736)
04. La vittoria segue
Johann Joseph Fux (Áustria, 1660 – 1741)
05. Chi nel Camin d’onore
Luca Antonio Predieri (Itália, 1688 – 1767)
06. Pace una volta
Alessandro Stradella (Itália, 1639 – 1682)
07. Sinfonia avanti “Il Barcheggio” I. Spiritoso, e staccato
08. Sinfonia avanti “Il Barcheggio” II. (Aria)
09. Sinfonia avanti “Il Barcheggio” III. (Canzone)
10. Sinfonia avanti “Il Barcheggio” IV. (Aria)
Alessandro Scarlatti (Itália, 1660 – 1725)
11. Arie con Trompa Sola. I. Si suoni la tromba
12. Arie con Trompa Sola. II. Con voce festiva
13. Arie con Trompa Sola. III. Mio tesoro per te moro
14. Arie con Trompa Sola. IV. Rompe sprezza
15. Su le sponde del Tebro. I. Sinfonia
16. Su le sponde del Tebro. II. Su le sponde del Tebro: Contentatevi
17. Su le sponde del Tebro. III. Mesto, stanco e spirante – Infelici miei lumi – Die almeno
18. Su le sponde del Tebro. IV. All’aura, al cielo, ai venti – Tralascia pur di piangere

The Art Of The Baroque Trumpet, Vol. 3/5 – 1996
Niklas Eklund (baroque trumpet)
Susanne Rydén (Soprano)
London Baroque
Charles Medlam/Edward H. Tarr

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Boa audição!

Un Viaggio a Roma – Händel, Scarlatti, Corelli, Stradella, Muffat – Concerto Italiano – Sandrine Piau, Sara Mingardo – 2018

Un Viaggio a Roma

Händel, Scarlatti
Corelli, Stradella, Muffat

Concerto Italiano
Rinaldo Alessandrini

Sandrine Piau – soprano
Sara Mingardo – contralto

2018

Händel, Scarlatti, Corelli, Stradella, Muffat… De 1650 a princípios do século XVIII, Roma exerceu um imenso poder de atração a compositores de toda a Europa e experimentou um momento intenso de atividade musical, por causa da – ou apesar de – administração papal. Foi um período próspero com um caldeirão de influências. 

O programa idealizado pelo maestro romano Rinaldo Alessandrini oferece uma visão pessoal e completa da época, apaixonada e secular, lírica (feita sublime por Sandrine Piau) e orquestral, romântica em todos os sentidos. Rinaldo Alessandrini é uma das principais figuras da cena musical internacional. Sua predileção pelo repertório italiano e sua constante preocupação com as características expressivas próprias do estilo italiano dos séculos XVII e XVIII são os fatores decisivos que orientam sua abordagem musical e suas opções interpretativas, tanto como chefe do Concerto Italiano, de que é o fundador e diretor, como solista e maestro convidado. (ex-internet)

Georg Friedrich Händel (Germany,1685-England,1759)
01. Overture in B-Flat Major, HWV 336
02. Aci, Galatea e Polifemo, HWV 72 – I. Duetto. Sorge il di-Spunta l’aurora
03. La resurrezione, HWV 47 – Aria. Disserratevi, o porte d’averno
04. Il trionfo del Tempo e del Disinganno, HWV 46a – Pure del cielo, intelligence eterne
05. Il trionfo del Tempo e del Disinganno, HWV 46a – Tu del ciel ministro eletto
Antonio Alessandro Boncompagno Stradella, (Itália, 1643 – 1682)
06. Sonata a 8 viole con una tromba in D Major – I. Allegro
07. Sonata a 8 viole con una tromba in D Major – II. Aria
08. Sonata a 8 viole con una tromba in D Major – III. Canzona
09. Sonata a 8 viole con una tromba in D Major – IV. Aria
10. San Giovanni Battista – Sinfonia
11. San Giovanni Battista – Deh, che piu tardi
12. San Giovanni Battista – Queste lagrime, e sospiri
Georg Muffat (França, 1653 – Alemanha, 1704)
13. Concerto grosso No. 12 in G Major ‘Propitia sydera’ – V. Ciacona
Alessandro Scarlatti (Italy, 1660 – 1725)
14. Su le sponde del tebro, H. 705 – I. Sinfonia
15. Su le sponde del tebro, H. 705 – II. Recitativo. Su le sponde del tebro
16. Su le sponde del tebro, H. 705 – III. Aria. Contentatevi, o fidi pensieri
17. Su le sponde del tebro, H. 705 – IV. Recitativo. Mesto, stanco, e spirante
18. Su le sponde del tebro, H. 705 – V. Aria. Infelici miei lumi 18 de 25
19. Su le sponde del tebro, H. 705 – VI. Aria. Dite almeno, astri crudeli
20. Su le sponde del tebro, H. 705 – VII. Recitativo. All’ aura, al cielo, ai venti
21. Su le sponde del tebro, H. 705 – VIII. Aria. Tralascia Pur Di Piangere
Arcangelo Corelli (Itália, 1653-1713)
22. Concerto grosso in D Major, Op. 6 No. 4 – I. Adagio-Allegr
23. Concerto grosso in D Major, Op. 6 No. 4 – II. Adagio
24. Concerto grosso in D Major, Op. 6 No. 4 – III. Vivace
25. Concerto grosso in D Major, Op. 6 No. 4 – IV. Giga. Allegro

Un viaggio a Roma – 2018
Concerto Italiano
dir. Rinaldo Alessandrini
Sandrine Piau & Sara Mingardo

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“…nega-me o pão, o ar,
a luz, a primavera,
mas nunca o teu riso,
senão, amor, eu morro”.
                        Neruda

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Boa audição!

Avicenna

 

Alessandro Scarlatti / Górecki / C.P.E. Bach / Geminiani / Reich / J.S. Bach: Time Present And Time Past

Alessandro Scarlatti / Górecki / C.P.E. Bach / Geminiani / Reich / J.S. Bach: Time Present And Time Past

IM-PER-DÍ-VEL !!!

CD belíssimo, absolutamente notável e anormal — às vezes parece até uma tese — deste brilhante facefriend que sofre de insônia e que, para relaxar, costuma postar gravações suas feitas a partir de seu iPhone, dando belas explicações sobre cada obra que está estudando… É uma insônia muito produtiva! O multipremiado Mahan Esfahani recebeu todos os prêmios de melhor CD de música barroca de 2014 por suas interpretações das Württemberg Sonatas, de C.P.E. Bach e pelo visto vai de novo com este Time Present and Time Past. Um outro amigo resumiu bem no Facebook o que é este CD:

Muito foda. A seleção do repertório é tão brilhante quanto a interpretação. Fazer-nos escutar o concerto de Bach sobre Vivaldi com uma cadenza de Brahms depois de Reich e Górecki foi um achado. Longa vida ao garoto!!!

Sim, o disco alterna obras barrocas e modernas e… a gente acha natural e que têm tudo a ver. Longa vida a Mahan Esfahani e que possamos ver até onde ele vai chegar. É um cara talentosíssimo, comunicativo e que quebra inteiramente a distância entre si e seu público. Acho que está identificado o Gustav Leonhardt de nosso tempo. Abaixo, ele improvisa com extraordinário talento sobre a Fantasia (sem a fuga) Cromática de Bach.

https://youtu.be/N4Ngo47jy2Y

Alessandro Scarlatti / Górecki / C.P.E. Bach / Geminiani / Reich / J.S. Bach:
Time Present And Time Past

Alessandro Scarlatti
01 06:27 VARIATIONS ON “LA FOLLIA”

Henryk Górecki — HARPSICHORD CONCERTO, OP. 40
02 04:25 1. ALLEGRO MOLTO
03 04:07 2. VIVACE

Carl Philipp Emanuel Bach
04 07:14 12 VARIATIONS ON “LA FOLIA D’ESPAGNE” IN D MINOR, WQ. 118, NO. 9 –

Francesco Geminiani
05 11:45 CONCERTO GROSSO IN D MINOR

Steve Reich
06 16:37 PIANO PHASE FOR TWO PIANOS

Johann Sebastian Bach — HARPSICHORD CONCERTO IN D MINOR, BWV 1052
07 07:49 1. ALLEGRO
08 06:38 2. ADAGIO
09 08:25 3. ALLEGRO (CADENZA: JOHANNES BRAHMS)

G. F. Handel
10. 05:15 Handel Chaconne In G Major For Harpsichord. HWV 435

Mahan Esfahani, cravo

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Mahan Esfahani após dizer que sua 'big mouth' tinha dito bobagens numa entrevista à BBC
Mahan Esfahani após dizer que sua ‘big mouth’ tinha dito bobagens numa entrevista à BBC.

PQP

History of the Sacred Music – Great Oratorios: vol. 11/12: Palestrina, Cain overo Il primo omicidio + vol. 13/14: Handel, Messiah + vol. 15/16: Mendelssohn, Paulus

ahjagfhaHistória da Música Sacra
Grandes oratorios
vol. 11/12: Palestrina, Cain overo Il primo omicidio
vol. 13/14: Handel, Messiah
vol. 15/16: Mendelssohn, Paulus

O oratório ou oratória é uma espécie de obra musical não somente instrumental, mas fundamentalmente cantada. Seu teor é essencialmente narrativo. Nesta composição interagem cantores que executam solos vocais, vozes em coro e uma orquestra. Este gênero é similar à ópera, tanto no que tange às categorias que dele participam, quanto na utilização de árias e recitais, mas enquanto as criações operísticas são apresentadas principalmente através do viés interpretativo, esta modalidade não exige encenações dramáticas.

Este gênero pode ter como tema a esfera espiritual ou questões mundanas; normalmente, porém, as questões enfocadas no oratório são extraídas das Escrituras Sagradas. Esta expressão provém da Congregação do Oratório, atualmente conhecida como Confederação do Oratório, uma comunidade de apóstolos criada em 1565, na cidade de Roma, por São Filipe Néri. Aí eram produzidos espetáculos de música sacra, no período que transcorreu de 1571 a 1594.

A musicalidade exercitada nesta sociedade deu impulso ao nascimento dos oratórios na forma como são produzidos nos dias atuais. A primeira temática abordada por eles foi a Paixão de Cristo, que ainda hoje é o tema dileto de seus criadores. A obra clássica neste gênero é, sem dúvida, a Paixão segundo São Mateus, de Johann Sebastian Bach.

Em meados do século XVII os oratórios de temática religiosa passaram por um processo de secularização. Prova desta inclinação contextual são as constantes execuções em recintos laicos, mais particularmente nos espaços cortesãos e em teatros públicos. Eles eram elaborados em torno de questões como a Criação, a trajetória de Jesus, a jornada de um herói clássico ou profetas da Bíblia.

A maior parte dos produtores de oratórios eram igualmente famosos por suas criações operísticas. Adotando o hábito desenvolvido na elaboração das óperas, eles passaram a editar libretos também para este gênero musical. Assim que os coros foram reduzidos, eles começaram a investir nas árias e também nas cantoras, que passam a desempenhar o papel masculino nos recitais. Monteverdi é o responsável pelo primeiro oratório de natureza profana, Il Combattimento di Tancredi e Clorinda.

O oratório foi cultivado com maior ênfase na era Barroca; neste período os autores mais célebres são Georg Friedrich Handel, que compôs O Messias e Judas Maccabeus, além de obras seculares; Johann Sebastian Bach, autor das paixões; e Vivaldi, que se consagrou com Juditha Triumphans. Na fase clássica destacou-se Franz Joseph Haydn, com As Estações. No Romantismo esta modalidade teve um papel secundário, mesmo assim não se pode esquecer de A Infância de Cristo, de Hector Berlioz.

Este gênero nasceu na Itália, de diálogos sagrados, que nada mais eram que conformações de passagens bíblicas transcritas para o latim. Eles eram tecidos por meio de uma narração intensa, perpassada por uma carga dramática e pelos poucos diálogos entre os personagens dos temas abordados pelos autores. (http://www.infoescola.com/musica/oratorio/)

Harmonia Mundi: História da Música Sacra
Great Oratorios

History of the Sacred Music vol. 11_ Great Oratorios (1)Cain overo Il primo omicidio, oratorio a 6 voci, 1707
History of the Sacred Music vol 11 + vol 12
Alessandro Scarlatti (Italy, 1660 – 1725)
Akademie für Alte Musik Berlin
Maestro René Jacobs, 1997

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History of the Sacred Music vol. 13_ Great Oratorios (3)Messiah, 1741
History of the Sacred Music vol. 13 + vol. 14
Georg F. Händel (Germany/England, 1685 – 1759)
Les Arts Florissants
Maestro William Christie , 1993

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History of the Sacred Music vol. 15_ Great Oratorios (5)Paulus, oratorio op. 36, 1836
History of the Sacred Music vol. 15 + vol. 16
Felix Mendelssohn-Bartholdy (Germany, 1809-1847)
La Chapelle Royale & Collegium Vocale
Orchestre de Champs-Élisées
Maestro Philippe Herreweghe, 1995

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Encarte e letras dos 29 CDs – 4,6 MB – AQUI – HERE

Boa audição.

ahjagfha

 

 

 

 

 

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Avicenna

Alessandro Scarlatti (1660-1725) e Domenico Scarlatti (1685-1757): Concertos e Sinfonias

Alessandro Scarlatti (1660-1725) e Domenico Scarlatti (1685-1757): Concertos e Sinfonias

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Papai Scarlatti era muito superior ao filho Scarlatinho e este CD dá mais tempo ao pai do que ao filho. É justo. Aliás, este também é um disco de italianos competentes, o que nem sempre acontece. Fabio Biondi e seu Europa Galante são sensacionais, dá gosto e felicidade ouvi-los. Alessandro foi um compositor vário e colorido, cheio de imaginação. Domenico enfiou-se em centenas de micro-sonatas repetitivas para a nobreza portuguesa. Ele nunca pensou que o futuro ia colocá-las todas juntas nestes estranhos recitais domiciliares que são os CDs. Já Alessandro sobrevive a tudo. Confiram aí!

Alessandro Scarlatti (1660-1725)

1. Sinfonia avanti la Serenata: I. Largo 1:54
2. Sinfonia avanti la Serenata: II. Presto 0:47
3. Sinfonia avanti la Serenata: III. Minuet 0:48
4. Sinfonia avanti la Serenata: IV. Grave 0:49

5. Sinfonia in C major: I. Presto Margret Köll/ 0:53
6. Sinfonia in C major: II. Adagio Margret Köll/ 1:04
7. Sinfonia in C major: III. Allegrissimo Margret Köll/ 1:32

8. Sei Concerti in sette parte per due violini e violoncello obligato, con in piu due violini, un tenore e basso continuo, Concerto grosso No. 1 in F minor: I. Grave 2:04
9. Sei Concerti in sette parte per due violini e violoncello obligato, con in piu due violini, un tenore e basso continuo, Concerto grosso No. 1 in F minor: II. Allegro 1:47
10. Sei Concerti in sette parte per due violini e violoncello obligato, con in piu due violini, un tenore e basso continuo, Concerto grosso No. 1 in F minor: III. Largo 2:22
11. Sei Concerti in sette parte per due violini e violoncello obligato, con in piu due violini, un tenore e basso continuo, Concerto grosso No. 1 in F minor: IV. Allemande [Allegro] 1:31

12. Sei Concerti in sette parte per due violini e violoncello obligato, con in piu due violini, un tenore e basso continuo, Concerto grosso No. 2 in C minor: I. Allegro 2:20
13. Sei Concerti in sette parte per due violini e violoncello obligato, con in piu due violini, un tenore e basso continuo, Concerto grosso No. 2 in C minor: II. Grave 3:19
14. Sei Concerti in sette parte per due violini e violoncello obligato, con in piu due violini, un tenore e basso continuo, Concerto grosso No. 2 in C minor: III. Minueto 2:41

15. Sei Concerti in sette parte per due violini e violoncello obligato, con in piu due violini, un tenore e basso continuo, Concerto grosso No. 3 in Fmajor: I. Allegro 0:47
16. Sei Concerti in sette parte per due violini e violoncello obligato, con in piu due violini, un tenore e basso continuo, Concerto grosso No. 3 in Fmajor: II. Largo 1:11
17. Sei Concerti in sette parte per due violini e violoncello obligato, con in piu due violini, un tenore e basso continuo, Concerto grosso No. 3 in Fmajor: III. Allegro 1:52
18. Sei Concerti in sette parte per due violini e violoncello obligato, con in piu due violini, un tenore e basso continuo, Concerto grosso No. 3 in Fmajor: IV. Largo 1:14
19. Sei Concerti in sette parte per due violini e violoncello obligato, con in piu due violini, un tenore e basso continuo, Concerto grosso No. 3 in Fmajor: V. Allegro 2:19

20. Sei Concerti in sette parte per due violini e violoncello obligato, con in piu due violini, un tenore e basso continuo, Concerto grosso No. 4 in G minor: I. Allegro ma non troppo 1:55
21. Sei Concerti in sette parte per due violini e violoncello obligato, con in piu due violini, un tenore e basso continuo, Concerto grosso No. 4 in G minor: II. Grave 2:30
22. Sei Concerti in sette parte per due violini e violoncello obligato, con in piu due violini, un tenore e basso continuo, Concerto grosso No. 4 in G minor: III. Vivace 0:45

23. Sei Concerti in sette parte per due violini e violoncello obligato, con in piu due violini, un tenore e basso continuo, Concerto grosso No. 5 in D minor: I. Allegro 1:42
24. Sei Concerti in sette parte per due violini e violoncello obligato, con in piu due violini, un tenore e basso continuo, Concerto grosso No. 5 in D minor: II. Grave 1:48
25. Sei Concerti in sette parte per due violini e violoncello obligato, con in piu due violini, un tenore e basso continuo, Concerto grosso No. 5 in D minor: III. Allegro 0:47
26. Sei Concerti in sette parte per due violini e violoncello obligato, con in piu due violini, un tenore e basso continuo, Concerto grosso No. 5 in D minor: IV. Minuet (molto veloce) 0:48

27. Sei Concerti in sette parte per due violini e violoncello obligato, con in piu due violini, un tenore e basso continuo, Concerto grosso No. 6 in E major: I. Allegro 1:06
28. Sei Concerti in sette parte per due violini e violoncello obligato, con in piu due violini, un tenore e basso continuo, Concerto grosso No. 6 in E major: II. Allegro 1:39
29. Sei Concerti in sette parte per due violini e violoncello obligato, con in piu due violini, un tenore e basso continuo, Concerto grosso No. 6 in E major: III. Largo 0:50
30. Sei Concerti in sette parte per due violini e violoncello obligato, con in piu due violini, un tenore e basso continuo, Concerto grosso No. 6 in E major: IV. Affettuoso 3:48

Domenico Scarlatti (1685-1757)

31. Sinfonia a 3 in G major: I. Allegrissimo 0:48
32. Sinfonia a 3 in G major: II. Grave 1:00
33. Sinfonia a 3 in G major: III. Allegrissimo 1:00

34. Sinfonia in A minor: I. Allegrissimo 0:39
35. Sinfonia in A minor: II. Adagio 0:49

36. Sonata [Concerto IX] in A minor for recorder, 2 violins & basso continuo: I. Allegro 1:56
37. Sonata [Concerto IX] in A minor for recorder, 2 violins & basso continuo: II. Largo 1:54
38. Sonata [Concerto IX] in A minor for recorder, 2 violins & basso continuo: III. Fuga 2:05
39. Sonata [Concerto IX] in A minor for recorder, 2 violins & basso continuo: IV. Largo 2:15
40. Sonata [Concerto IX] in A minor for recorder, 2 violins & basso continuo: V. Allegro 2:03

Europa Galante
Fabio Biondi violin & direction

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Alex Scarlatti, o pai
Alex Scarlatti, o pai

PQP

Alessandro, Francesco e Domenico Scarlatti : Música Polifônica na Família Scarlatti

Alessandro, Francesco e Domenico Scarlatti : Música Polifônica na Família Scarlatti

Florian Heyerick é um regente de coro. Mas que regente, meu povo! Neste CD dedicado à família Scarlatti, temos 6 obras sacras saídas da lavra familiar dos Scarlatti. Alessandro — patriarca deste núcleo siciliano — é o craque da família e não faria feio em time nenhum. Domenico jogaria a segunda divisão com certo garbo. Já Francesco  seria reserva no time de Domenico. Porém, mais do que as obras, o que encanta neste CD é a performance do coral e dos solistas vocais. É realmente algo maravilhoso o Ex Tempore de Florian Heyerick.

Alessandro, Francesco e Domenico Scarlatti:
Música Polifônica na Família Scarlatti

Domenico Scarlatti
1 Missa Quatuor Vocum (di Madrid): Kyrie – Christe – Kyrie 4:33
2 Missa Quatuor Vocum (di Madrid): Gloria 5:55

Domenico Scarlatti
3 Magnificat Anima Mea: I. Magnificat 4:21
4 Magnificat Anima Mea: II. Fecit Potentiam 1:38
5 Magnificat Anima Mea: III. Esurientes Implevit Bonis 4:27
6 Magnificat Anima Mea: IV. Gloria Patri et Filio 3:12

Domenico Scarlatti
7 Missa Quatuor Vocum (di Madrid): Credo 7:23

Francesco Scarlatti
8 Miserere Mei, Deus (Psalm 50): I. Miserere Mei, Deus 3:11
9 Miserere Mei, Deus (Psalm 50): II. Amplius Lava Me 2:39
10 Miserere Mei, Deus (Psalm 50): III. Ecce Enim 2:11
11 Miserere Mei, Deus (Psalm 50): IV. Asperges Me 1:44
12 Miserere Mei, Deus (Psalm 50): V. Cor Mundum 1:34
13 Miserere Mei, Deus (Psalm 50): VI. Ne Proicias Me 1:46
14 Miserere Mei, Deus (Psalm 50): VII. Redde Mihi 1:08
15 Miserere Mei, Deus (Psalm 50): VIII. Docebo Iniquos 3:09
16 Miserere Mei, Deus (Psalm 50): IX. Sacrificium Deo 2:23
17 Miserere Mei, Deus (Psalm 50): X. Benigne Fac Domine 1:21
18 Miserere Mei, Deus (Psalm 50): XI. Tunc Acceptabis 1:16
19 Miserere Mei, Deus (Psalm 50): XII. Gloria Patri 2:37

Domenico Scarlatti
20 Missa Quatuor Vocum (di Madrid): Sanctus – Benedictus 2:31
21 Missa Quatuor Vocum (di Madrid): Agnus Dei 2:31

Alessandro Scarlatti
22 Salve Regina, Op. 2, No. 10 9:02

Ex Tempore
Florian Heyerick

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Florian Heyerick: liderando um timaço
Florian Heyerick: liderando um timaço

PQP

Alessandro Scarlatti (1660-1725): Il Primo Omicidio (overo Cain) – Oratório Completo

Alessandro Scarlatti (1660-1725): Il Primo Omicidio (overo Cain) – Oratório Completo


IM-PER-DÍVEL !!!

Este é um EXTRAORDINÁRIO CD. Il Primo Omicidio é uma obra-prima de Alessandro Scarlatti e recebe aqui o melhor tratamento possível de René Jacobs e da Akademie für alte Musik Berlin. Escrito antes do Messias e das Paixões de Bach, este oratório é o protótipo, o modelo do oratório barroco. E QUE MODELO! A música contém profundidade genuína de emoção, fazendo total justiça à invenção de Scarlatti. O já veterano e competentíssimo maestro René Jacobs revela compreensão admirável da partitura. Também é um prazer ouvi-lo cantar o papel de deus. Sua voz de contratenor ainda mantém as qualidades de beleza que o fez o paradigma dos contratenores na década de 1970. O restante do elenco é também impecável. Dorothea Roschmann, Bernarda Fink e Graciela Oddone são todas notáveis, sempre trazendo da melhor maneira as belíssimas árias de papai Alessandro. Como Adão, o tenor Richard Croft cumpre admiravelmente seu papel representando outra família extremamente musical (seu irmão é grande barítono Richard Croft). Antonio Abete, como a voz de Lúcifer, é um excelente baixo: escuro, emotivo, poderosos e nada esquecível. Esta gravação vai deixar MALUCOS DE FELICIDADE os amantes de música barroca.

Alessandro Scarlatti – Il Primo Omicidio (2cd)

CD 1
1. Introduzzione All’oratorio : Spiritoso
2. Introduzzione All’oratorio : Adagio
3. Introduzzione All’oratorio : Allegro
4. Parte Prima : Recitativo “Figli Miseri Figli”
5. Parte Prima : Aria “Mi Balena Ancor Sul Ciglio”
6. Parte Prima : Recitativo “Di Serpe Ingannator Perfida Frode”
7. Parte Prima : Aria “Caro Sposo, Prole Amata”
8. Parte Prima : Recitativo “Genitori Adorati”
9. Parte Prima : Aria “Dalla Mandra Un Puro Agnello”
10. Parte Prima : Recitativo “Padre Questa D’abel Forz’e Che Sia”
11. Parte Prima : Aria “Della Terra I Frutti Primi”
12. Parte Prima : Recitativo “Figli Cessin Le Gare”
13. Parte Prima : Aria “Piu Dei Doni Il Cor Devoto”
14. Parte Prima : Recitativo “Disposto O Figli E Il Sacrificio”
15. Parte Prima : Aria “Sommo Dio Nel Mio Peccato”
16. Parte Prima : Recitativo “Miei Genitori, Oh Come Dritta Ascende”
17. Parte Prima : Duetto “Dio Pietoso Ogni Mio Armento”
18. Parte Prima : Recitativo “Figli Balena Il Ciel D’alto Splendore”
19. Parte Prima : Sinfonia
20. Parte Prima : Recitativo “Prima Imagine Mia, Prima Fattura”
21. Parte Prima : Aria “L’olocausto Del Tu Abelle”
22. Parte Prima : Recitativo “Ne’ Tuoi Figli, E Nipoti”
23. Parte Prima : Recitativo “Udiste, Udiste, O Figli”
24. Parte Prima : Aria “Aderite”
25. Parte Prima : Sinfonia
26. Parte Prima : Recitativo “Cain, Che Fai, Che Pensi?”
27. Parte Prima : Aria “Poche Lagrime Dolenti”
28. Parte Mrima : Recitativo “D’ucciderlo Risolvo, Il Core Affretta”
29. Parte Prima : Aria “Mascheratevi O Miei Sdegni”
30. Parte Mrima : Rcitativo “Ecco Il Fratello, Anzi Il Nemico”
31. Parte Prima : Duetto “La Fraterna Amica Pace”
32. Parte Prima : Recitativo “Sempre L’amor Fraterno E Un Ben Sincero”

CD 2
1. Parte Seconda : Recitativo “Ferniam Qui Abelle Il Paso”
2. Parte Seconda : Aria “Perche Mormora Il Ruscello”
3. Parte Seconda : Aria “Ti Risponde Il Ruscelletto”
4. Parte Seconda : Recitativo “Or Se Braman Posar La Fronda, E’l Rio”
5. Parte Seconda : Recitativo “Piu Non So Trattenr L’impeto Interno”
6. Parte Seconda : Andante E Staccato
7. Parte Seconda : Recitativo “Cain Dov’e Il Fratello? Abel Dov’e?”
8. Parte Seconda : Recitativo “Or Di Strage Fraterna Il Suolo Asperso”
9. Parte Seconda : Aria “Come Mostro Spaventevole”
10. Parte Seconda : Recitativo “Signor Se Mi Dai Bando”
11. Parte Seconda : Aria “O Preservami Per Mia Pena”
12. Parte Seconda : Recitativo “Vattene Non Temer, Tu Non Morrai”
13. Parte Seconda : Aria “Vuo Il Castigo, Non Voglio La Morte”
14. Parte Seconda : Recitativo “O Ch’io Mora Vivendo”
15. Parte Seconda : Aria “Bramo Insieme, E Morte, E Vita”
16. Parte Seconda : Grave, E Orrido Rcitativo “Codardo Nell’ardire, E Nel Timore”
17. Parte Seconda : Aria “Nel Poter Il Nume Imita”
18. Parte Seconda : Recitativo “Oh Consigli D’inferno, Onde Soggiace”
19. Parte Seconda : Aria “Miei Genitori, Adio”
20. Parte Seconda : Aria “Mio Sposo Al Cor Mi Sento”
21. Parte Seconda : Aria “Miei Genitori Amati”
22. Parte Seconda : Aria “Non Piangete Il Figlio Ucciso”
23. Parte Seconda : Recitativo “Ferma Del Figlio Mio Voce Gradita”
24. Parte Seconda : Aria “Madre Tenera, Et Amante”
25. Parte Seconda : Recitativo “Sin Che Spoglia Mortale”
26. Parte Seconda : Aria “Padre Misero, E Dolente”
27. Parte Seconda : Recitativo “Spirto Del Figlio Mio, Questi Son Sensi”
28. Parte Seconda : Aria “Piango La Prole Essangue”
29. Parte Seconda : Recitativo “Adam Prole Tu Chiedi, E Prole Avrai”
30. Parte Seconda : Aria “L’innocenza Paccando Perdeste”
31. Parte Seconda : Recitativo “Udii Signor Della Divina Idea”
32. Parte Seconda : Duetto “Contenti”

Bernarda Fink: alto
Graciela Oddone: soprano
Dorothea Röschmann: soprano
Richard Croft: tenor
René Jacobs: countertenor
Antonio Abete: bass

René Jacobs (cond.)
Akademie für alte Musik Berlin

Recording:
September 1997, Christuskirche, Berlin-Oberschöneweide

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Teve escarlatina / Ou tem febre amarela / Só a bailarina que não tem
Teve escarlatina / Ou tem febre amarela / Só a bailarina que não tem

PQP

Alessandro Scarlatti (1660-1725): Toccata del Primo Tono ‘Folia’ / Domenico Scarlatti (1685-1757): Sonatas K 328 e K 41 / Giovanni Maria Trabaci (1575-1647): Consonanze Stravaganti, 2 Ricercari, Canzona – Antichi Organi Italiani – Organo Positivo Napoletano dei ‘700

organo-positivo-napoli-19700sHá um tempo fiquei surpreso ao ver PQPBach dizer que Alessandro Scarlatti era superior a Domenico, mas ouvindo a toccata do pai e as sonatas do filho, tudo ficou claro. Hoje elas são mais tocadas no cravo ou no piano, mas aparentemente por volta de 1700 os órgãos portáteis estavam na moda na Itália e há quem diga que algumas das sonatas do filho foram pensadas para o órgão ou, mais provavelmente, tanto fazia o instrumento desde que afinado e bem tocado. O órgão portátil deve ter mais ou menos o peso de um piano de cauda: não é algo que dê pra esconder na bolsa.
O prato principal aqui é a Toccata de Alessandro Scarlatti em quatro movimentos, o último deles se encerrando com 29 variações sopra l’aria della Folia.
A Folia é uma dança portuguesa de raízes muito antigas, descrita como dança de fertilidade com homens vestidos de mulheres, pessoas enlouquecidas pelo som e pelo ritmo… não muito diferente do carnaval baiano ou carioca. A partir de 1500 aparecem alusões frequentes (Gil Vicente, Cervantes…) e vários exemplos musicais em cancioneiros. No século XVII tornou-se moda em toda a Europa, com o nome incorreto ‘Follies d’Espagne’.
A fronteira entre popular e clássico nunca foi clara e Lully (1672), Corelli (Sonata para violino La Follia, 1700), Vivaldi (Trio Sonata RV63 La Follia, 1705), J.S. Bach (ária ‘Unser trefflicher‘ da cantata dos Camponeses, BWV 212, 1742) e Liszt (Rapsódia Espanhola, de 1863) usaram o tema da Folia em suas obras. Alessandro Scarlatti (em 1723) e C.P.E. Bach (1778) compuseram variações sobre o tema para instrumentos de teclado.
O disco  apresenta as seguintes informações:
O instrumento utilizado aqui é um órgão portátil napolitano da segunda metade do século XVIII. Tem, portanto, todas as características da escola napolitana, com um som doce e cristalino que confere clareza e textura polifônica às notas. O autor do instrumento permanece anônimo, mas a qualidade do tom está relacionada com a de Dominicus Antonius Rossi, construtor de órgãos da Capela Real de Nápoles de 1761 a 1789.
Alessandro Scarlatti (1660-1725):
Toccata del Primo Tono:
1) Preludio
2) Adagio-Presto
3) Fuga
4) Adagio cantabile e appoggiato-Follia
Domenico Scarlatti (1685-1757): 
5) Sonata in Sol Maggiore, K 328
6) Sonata (Fuga) in Re Minore, K 41
Giovanni Maria Trabaci (1575-1647): 
7) Consonanze Stravaganti
8) Ricercare Primo Tono con Tre Fughe
9) Ricercare Sesto Tono con Tre Fughe et suoi Riversi
10) Canzona Franzesa Seconda
Wijnand Van De Pol – órgão portátil (século XVIII)
Órgão portátil italiano. Se você tiver um desses sobrando eu pago o frete!
Órgão portátil italiano. Se você tiver um desses sobrando eu pago o frete!

A. Scarlatti (1660-1725) & A. Lotti (1667-1740): Madrigali

A. Scarlatti (1660-1725) & A. Lotti (1667-1740): Madrigali

Mais um bom disco da Harmonia Mundi. Este traz madrigais de dois compostores do barroco italiano, Alessandro Scarlatti e Antonio Lotti. O disco é de 1986 e o tive em vinil. A música de Alessandro Scarlatti é bem conhecida. Ele foi um grande compositor de óperas e suas cantatas de câmara são notáveis. É surpreendente que o principal compositor dos palcos napolitanos também tenha escrito madrigais, em sua época um gênero já antiquado e em franco declínio. Mas eles certamente merecem uma audição, assim como o companheiro Lotti.

A. Scarlatti (1660-1725) & A. Lotti (1667-1740): Madrigali

Antonio Lotti (c.1666-1740)
1 Moralita d’una perla

Alessandro Scarlatti (1660-1725)
2 Sdegno la fiamma estinse
3 O selce, o tigre, o ninfa
4 Internerite voi, lacrime mie
5 Arsi un tempo

Antonio Lotti
6 Inganni dell’unmanita
7 Lamento di tre amanti

Alessandro Scarlatti
8 O morte
9 Mori, mi dici
10 Cor mio, deh non languire

Antonio Lotti
11 La vita caduca

Consort of Musicke [Emma Kirkby (soprano), Evelyn Tubb (soprano), Tessa Bonner (soprano), Deborah Roberts (soprano), Andrew King (tenor), Rufus Muller (tenor), Alan Ewing (bass), Frances Kelly (harp), Christopher Wilson (Chittarrone), Alan Wilson (harpsichord), Anthony Rooley (lute)]

Anthony Rooley, direção

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David Teniers, Macacos
David Teniers, Macacos

PQP

The fam’d Italian Masters: Música Barroca Italiana para 2 Trompetes

The fam’d Italian Masters: Música Barroca Italiana para 2 Trompetes

Um bom CD sobre a (boa) fama dos mestres italianos do barroco. O grupo The Parley of Instruments — incluindo Alison Balsom e Crispian Steele-Perkins nos trompetes — é um especialista na área e dá um verdadeiro espetáculo na sua caminhada de Lazzari e Cazzati até Alessandro Scarlatti e Vivaldi. Apesar de ser um grupo inglês, o espírito da bota está mantido com toda sua alegria e timbres. Não vai mudar a vida de ninguém, mas é um disco agradabilíssimo para se ouvir bem alto porque os trompetes, sabe-se, costumam ser ensurdecedores. E futebol é bola na rede.

The fam’d Italian Masters: Música Barroca Italiana para 2 Trompetes

Sonata a 6 in D major[5’43] Ferdinando Lazzari (1678-1754)
1 Presto e spicco[1’58]
2 Grave[0’35]
3 Canzona[0’59]
4 Grave[0’31]
5 Presto[1’40]

6 Sonata a 4 in G minor ‘La sampiera'[3’36] Maurizio Cazzati (1620-1677)

Sonata a 5 in D major Op 3 No 10[5’29] Andrea Grossi (fl1680-1690)
7 Vivace[1’11]
8 Adagio[2’06]
9 Grave[0’59]
10 Presto[1’13]

Sonata a 5 in D major[4’08] Giuseppe Maria Jacchini (c1663-1727)
11 Grave – Allegro[1’08]
12 Grave[0’38]
13 Allegro[1’06]
14 Grave – Allegro[1’16]

15 Sonata in A minor ‘La sassatelli’ Op 5 No 10[3’06] Giovanni Vitali (1632-1692)

Sonata a 5 in C major[10’19] Alessandro Melani (1639-1703)
16 Adagio – Allegro[2’01]
17 Allegro[3’14]
18 Canzona – Grave[2’42]
19 Vivace[2’22]

20 Sonata in E minor Op 10 No 17[5’15] Giovanni Legrenzi (1626-1690)

Il barcheggio [6’01] Alessandro Stradella (1639-1682)
21 Sinfonia in D major Movement 1: [Allegro][0’56]
22 Sinfonia in D major Movement 2: Andante[2’13]
23 Sinfonia in D major Movement 3: Allegro ma non troppo[1’16]
24 Sinfonia in D major Movement 4: Allegro[1’36]

Sonata a 5 in D major G7[5’23] Giuseppe Torelli (1658-1709)
25 Grave – Allegro[1’02]
26 Adagio[1’26]
27 Allegro[1’11]
28 Grave – Allegro[1’44]

Sonata a 4 No 1 in F minor[5’46] Alessandro Scarlatti (1660-1725)
29 Grave[0’51]
30 Allegro[1’38]
31 Larghetto[2’09]
32 Allemanda[1’08]

Concerto in C major RV537[6’41] Antonio Vivaldi (1678-1741)
33 Vivace[2’52]
34 Largo[0’33]
35 Allegro[3’16]

The Parley of Instruments
Crispian Steele-Perkins: trumpet
Alison Balsom: trumpet
Judy Tarling: violin
Theresa Caudle: violin
Tassilo Erhardt: viola
Mark Caudle: cello
Peter Holman: organ

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Alessandro Scarlatti (1660-1725): Lamentazioni Per La Settimana Santa

Alessandro Scarlatti (1660-1725): Lamentazioni Per La Settimana Santa

Bom disco de música barroca barroca (sic). Bela interpretação do grupo Parlement De Musique para esta obra sacra do pai de Domenico Scarlatti. Alessandro Scarlatti, cujo nome verdadeiro era Pietro Alessandro Gaspari, foi um compositor italiano de grande importância para a música lírica do período barroco. Seu trabalho foi fundamental para o desenvolvimento da ópera séria e da ópera bufa (ópera cômica) do seu tempo. Ele é considerado o pai da escola napolitana de ópera, a qual contou, mais tarde, com membros como Leonardo Leo e Giovanni Pergolesi.

Alessandro Scarlatti (1660-1725): Lamentazioni Per La Settimana Santa

1. I Prima Lettione Del Mercordi Sancto: Incipit Lamentatio
2. I Prima Lettione Del Mercordi Sancto: Aleph – Quomodo Sedet Sola
3. I Prima Lettione Del Mercordi Sancto: Beth – Plorans Ploravit
4. I Prima Lettione Del Mercordi Sancto: Ghimel – Migracit Judas
5. I Prima Lettione Del Mercordi Sancto: Daleth – Viae Sion
6. I Prima Lettione Del Mercordi Sancto: Heth – Facti Sunt Hostes Ejus
7. I Prima Lettione Del Mercordi Sancto: Jerusalem Convertere
8. II Seconda Lettione Del Mercordi Sancto: Jod – Manum Suam Misit Hostis
9. II Seconda Lettione Del Mercordi Sancto: Caph – Omnis Populus Ejus
10. II Seconda Lettione Del Mercordi Sancto: Lamed – O Vos Omnes
11. II Seconda Lettione Del Mercordi Sancto: Mem – De Excelso Misit Ignem
12. II Seconda Lettione Del Mercordi Sancto: Nun – Vigilavit Jugum
13. II Seconda Lettione Del Mercordi Sancto: Jerusalem Convertere
14. III Lectio Prima Feria IVa Majoris Hebdomadae: De Lamentatione
15. III Lectio Prima Feria IVa Majoris Hebdomadae: Heth – Cogitavit Dominus
16. III Lectio Prima Feria IVa Majoris Hebdomadae: Teth – Defixae Sunt In Terra
17. III Lectio Prima Feria IVa Majoris Hebdomadae: Jod – Sederunt In Terra
18. III Lectio Prima Feria IVa Majoris Hebdomadae: Caph – Defecerunt Prae Lacrymis
19. III Lectio Prima Feria IVa Majoris Hebdomadae: Jerusalem Convertere
20. IV Lectio 2 Feria IVa In Parasceve: Lamed – Matribus Suis Dixerunt
21. IV Lectio 2 Feria IVa In Parasceve: Mem – Cui Comparabo Te
22. IV Lectio 2 Feria IVa In Parasceve: Nun – Prophetae Tui
23. IV Lectio 2 Feria IVa In Parasceve: Samech – Plauserunt Super Te
24. IV Lectio 2 Feria IVa In Parasceve: Jerusalem Convertere

Parlement De Musique
Martin Gester

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Alessandro Scarlatti
Alessandro Scarlatti, sacro de respeito

PQP

Alessandro Scarlatti (1660-1725): Inferno — Cantatas Dramáticas

Alessandro Scarlatti (1660-1725): Inferno — Cantatas Dramáticas

Mais um lindo disco arrancado do barroco sem fim. Alessandro Scarlatti, cujo nome verdadeiro era Pietro Alessandro Gaspari, foi um compositor italiano de grande importância para a música lírica do período barroco. Seu trabalho foi fundamental para o desenvolvimento da ópera séria e da ópera bufa de seu tempo. O pessoal do Modo Antiquo e o soprano Elisabeth Scholl realizam um convincente trabalho neste CD há anos fora de catálogo que foca 4 das 500 Cantatas de Câmara compostas pelo pai de Domenico. Como diz o título nada enganador do CD são Cantate Drammatiche, mas estão longe do também prometido Inferno. É música de alto nível. Se eu fosse você, conferiria.

Alessandro Scarlatti (1660-1725): Inferno — Cantatas Dramáticas

Già lusingato appieno, chamber cantata for soprano, 2 violins & continuo
1. Sinfonia
2. Recitativo: Gia Lusingato Appieno
3. Aria: Cara Sposa
4. Recitativo: Cada Su L’empire Schiere
5. Aria: Sento L’aura
6. Recitativo: Al Trono
7. Aria: Se V’ E Mai
8. Recitativo/Arioso: Disse E Bacio La Sposa

Notte ch’in carro d’ombre, chamber cantata for soprano, 2 violins & continuo
9. Sinfonia: Grave – Allegro
10. Recitativo Accompagnato: Notte, Ch’in Carro D’ombre
11. Aria (Largo E Piano): Vieni, O Notte, In Questo Petto
12. Recitativo: E Tu Ch’ Ognor Ti Vanti
13. Aria (Allegro): Veloce E Labile Fugge E Dileguasi
14. Recitativo: Ma Parmi Ch’esaudite
15. Aria (Largo): Con L’idea D’ Un Bel Gioire
16. Recitativo: Ma Voi Non Vi Chiudete
17. Aria (Allegrissimo): Si, Che Priva Di Contento

Io son Nerone l’imperator del mondo, chamber cantata for soprano & continuo (“Il Nerone”)
18. Recitativo: Lo Son Neron, L’imperator Del Mondo
19. Aria (Andante): Vuo, Che Trema Giove Ancora
20. Recitativo: Il Tirannico Cor Io NOn Ascondo
21. Aria (Allegro): Non Stabilisce, No
22. Recitativo: Or Coll’abisso Istesso
23. Aria: Veder Chi Pena
24. Recitativo: Coi Furibondi Sguardi

Dall’oscura magion dell’arsa Dite, chamber cantata for soprano, 2 violins & continuo (“L’Orfeo”)
25. Introduzione (Allegro-Grave)
26. Recitativo: Dall’oscura Magion
27. Aria (Adagio): Chi M’invola La Cara Euridice
28. Recitativo: Ma Di Che Mi Querelo
29. Aria (Allegro): Se Mirando, Occchi Perversi
30. Recitativo: Hor, Poiche Mi Tradir
31. Aria (Adagio): Sordo Il Tronco
32. Recitativo: Ah, Voi M’abbandonate
33. Aria (Adagio): Il Vanto Del Canto
34. Recitativo: Cosi Dicendo
35. Aria (Streeta): Si, Pieta De Miei Martiri

Elisabeth Scholl
Modo Antiquo
Federico Maria Sardelli

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inferno

PQP

Alfred Deller: Portrait of a voice

Alfred Deller: Portrait of a voice

Alfred Deller foi o dono de uma das belas vozes que já existiram. O extraordinário contra-tenor inglês foi, praticamente sozinho, o responsável pelo renascimento da música para contra-tenor no século XX . Também foi um pioneiro na popularização da prática da música antiga com instrumentos originais. Durante os primeiros anos de sua carreira, Deller concentrou-se sobre o barroco inglês, principalmente em Purcell (de quem foi o maior divulgador) e Dowland. Sua enorme erudição e musicalidade trouxeram-lhe muitos admiradores. Em 1950, Deller formou seu próprio conjunto vocal e instrumental, o Deller Consort. De 1955 a 1979, o grupo trouxe a música da Renascença e do Barroco a um novo público que simplesmente desconhecia aquele gênero. Durante este período, Deller e seu grupo fizeram mais de 50 gravações para a Harmonia Mundi. Graças a estas gravações, sua voz excepcionalmente expressiva ainda pode ser apreciada.

Alfred Deller, Solo Songs

Anon.: Twelfth night, V, 1
1 The Wind and the Rain (When that I was)

Thomas Morley: As you like it, V, 3
2 It was a lover and his lass

Thomas Morley: Twelfth night or what you will, II,3
3 O mistress mine

Anon.: Othello, IV, 3
4 Willow song

Anon.: Henry V, mentioned at IV, 4
5 Caleno custure me

Anon., 17th c.:
6 Miserere my Maker

Thomas Campion:
7 I care not for these ladies

John Bartlett:
8 Of all the birds

Philip Rosseter:
9 What then is love

John Blow:
10 The Self-banished

Jeremiah Clarke:
11 The glory of the Arcadian groves

John Dowland:
12 Fine knacks for ladies
13 Flow my tears

Henry Purcell
14 If music be the food of love (Z 379a)

Henry Purcell: The Comical History of Don Quixote (Z 578)
15 (Act V) From rosy bow’rs

Henry Purcell:
16 O Solitude (Z 406, 1685)

Alessandro Scarlatti/Giulio Caccini:
17 Pien d’amoroso affetto

Alessandro Scarlatti/Saracini:
18 Pallidetto qual viola

Giulio Caccini:
19 Amarilli mia bella

Alessandro Scarlatti:
20 Infirmata vulnerata

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Alfred Deller: grande voz e grande pioneiro!
Alfred Deller: grande voz e grande pioneiro!

CVL

Pergolesi: Messa Romana; Allesandro Scarlatti: Messa per il Santissimo Natale

Sim, voltei. Agora cheio de energia.

Essa postagem era para ir ao ar no natal do ano passado, eu tinha preparado um texto muito bom, mas o perdi, então aí vai um mix do que eu li na capa do CD com as impressões que tive.

Pergolesi: Messa Romana:

O Kyrie Eleison, que era para ser em um tom de introspecção, vem festivo, quase em um Rondó. O coro canta as primeira sílaba ( Ky ) fazendo intervalos que quinta e oitava, normais e invertidas, o que aumenta o tom de ansiosidade e perspectiva. Trompetes, trompas e Violinos tocam movimentos rítmicos ascendentes, ligeiros, terminando a faixa de forma abrupta, fazendo um paralelo para a condução do Christe Eleison, que vem em modo menor, trazendo o tom de introspecção esperado para o 1º movimento. Percebe-se que em certa parte da faixa o coro canta apenas ”ELEISON” ou seja ”PIEDADE”, reforçando ainda mais o tom sombrio. A faixa termina de forma muito mais abrupta, com o coro cantado novamente ”ELEISON”, com tom raivoso. O resto da Missa Romana vem sempre obedecendo essa regra. Em uns movimentos muito rápidos, ligeiros, alegres, dançantes, e em outros, o tom depressivo, triste.
É necessário disciplina para ouvir essa missa, não ouvir por ouvir, mas para que não cair na mesmice de um New Age, ou de coisa qualquer.

Allesandro Scarlatti: Messa per il Santissimo Natale

Missa de Natal Scarlatti foi tal composição, escrita para coros totalmente independentes mais violinos I e II em obbligato que embelezam a polifonia de forma independente de qualquer coro. O humor dessa massa é serenamente comemorativo – música, como o coral de anjos poderia ter cantado. Mesmo o Agnus Dei é menor fundamento por misericórdia do que uma canção de carinho para o Menino Jesus. Tratamento de Scarlatti do espaço acústico entre os dois coros é espetacular!”

Pergolesi: Messa Romana; Allesandro Scarlatti: Messa per il Santissimo Natale

Mass (Kyrie & Gloria), for soloists, chorus & orchestra in F major (4 versions)~Kyrie eleison (1:41)
Mass (Kyrie & Gloria), for soloists, chorus & orchestra in F major (4 versions)~Christe eleison (3:41)
Mass (Kyrie & Gloria), for soloists, chorus & orchestra in F major (4 versions)~Kyrie eleison (1:58)
Mass (Kyrie & Gloria), for soloists, chorus & orchestra in F major (4 versions)~Gloria in excelsis Deo (3:35)
Mass (Kyrie & Gloria), for soloists, chorus & orchestra in F major (4 versions)~Laudamus te (2:00)
Mass (Kyrie & Gloria), for soloists, chorus & orchestra in F major (4 versions)~Gratias agimus tibi (4:55)
Mass (Kyrie & Gloria), for soloists, chorus & orchestra in F major (4 versions)~Dominus Deus (4:70)
Mass (Kyrie & Gloria), for soloists, chorus & orchestra in F major (4 versions)~Qui tollis peccata mundi (3:30)
Mass (Kyrie & Gloria), for soloists, chorus & orchestra in F major (4 versions)~Qui tollis peccata mundi (4:46)
Mass (Kyrie & Gloria), for soloists, chorus & orchestra in F major (4 versions)~Qui sedes ad dexteram patris (2:28)
Mass (Kyrie & Gloria), for soloists, chorus & orchestra in F major (4 versions)~Quoniam tu solus sanctus (2:59)
Mass (Kyrie & Gloria), for soloists, chorus & orchestra in F major (4 versions)~Cum Cancto Spiritu (3:33)

Messa per il Santissime Natale, for double chorus, 2 violins & continuo in A major~Kyrie (4:80)
Messa per il Santissime Natale, for double chorus, 2 violins & continuo in A major~Gloria (11:30)
Messa per il Santissime Natale, for double chorus, 2 violins & continuo in A major~Credo (8:38)
Messa per il Santissime Natale, for double chorus, 2 violins & continuo in A major~Sanctus (1:10)
Messa per il Santissime Natale, for double chorus, 2 violins & continuo in A major~Agnus Dei (4:28)

Concerto Italiano
Regente: Rinaldo Alessandrini

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Gabriel Clarinet

Vivaldi, Telemann, Heinichen, Fasch, Graun, Pisendel, Quantz, Zelenka, Hasse, Ariosti, A. Scarlatti, Fux: Música na Corte de Dresden (8 CDs!)

Copiei esses 8 CDs — pois estamos falando de um ÁLBUM ÓCTUPLO — , num CD-R (cabe direitinho) e saí por aí de carro ouvindo a coisa. Nossa, é muito SEDUTOR, ATRAENTE, DO CARALHO e apenas me vinha à memória o ÍNCLITO blog Prato Feito, que é absolutamente tarado pela Corte de Dresden (grande Dresden!, diria o pessoal de lá). Parei o carro quatro vezes e cada uma delas foi sem relação alguma com meus compromissos ou EMENTÁRIO; parava apenas pela absurda COERÇÃO vinda da grande Dresden de tantos compositores geniais. A questão sempre era a mesma. O que era mesmo a maravilha que eu estava ouvindo naquele momento em meus ouvidos cheios de sons de um passado que URGE ser REEDIFICADO? Da primeira vez, o culpado foi o INSIDIOSO Telemann, da segunda, o VERMELHO Vivaldi e seu per eco in lontano, da terceira, o DELINQUENTE foi Zelenka e, da quarta, foi o FASCHinante. Todos esses seres andavam por Dresden, como disse o Prato Feito aqui

Sinto muito, mas tenho que voltar a falar de Dresden. Nessa cidade, nas primeiras décadas do século XVIII, havia muitos grandes compositores. Se você saísse na rua, era capaz de trombar com Pisendel enquanto olhava Hasse do outro lado da rua, cruzava com Zelenka saindo da igreja e, se não olhasse pra cima, ainda era acertado por Veracini caindo de uma janela (e isso é uma outra história). Mas ainda não é de nenhum deles que vamos falar, e sim de um outro sujeito: Johann David Heinichen.

… assim como antes (ou depois, sei lá) falara aqui

Uma das mais graves perdas históricas da II Guerra Mundial foi o bombardeio e arrasamento da cidade alemã de Dresden, pelas forças dos Estados Unidos. Nessa tragédia se perderam muitas vidas, monumentos e documentos. Após a reunificação alemã, em 1990, Dresden passou por um rápido e bem feito processo de reconstrução, que acabou trazendo de volta grande parte do brilho daquela que foi uma das mais importantes cortes da Alemanha barroca. Musicalmente a cidade foi privilegiada com grandes compositores, dentre os quais dois estão representados neste (no dele) CD.

Oh, esses ianques ignorantes e filhas-da-puta! Deviam ter feito RETROPERISTALTISMO com suas bombas! Ah, e aqui, falando sobre o imenso Schütz…

No entanto nunca compôs música puramente instrumental, e toda a sua obra profana foi perdida. Viveu em Dresden (grande Dresden!), e morreu em 1672.

Grande Dresden, repito! Tchê, Dresden é o canal e eu desafio o pessoal do Prato Feito a gostar mais de Dresden do que nós.

Que esta postagem épica sirva de PRESENTE do PQP para a massa sedenta que segue nosso blog nos três hemisférios, doze continentes e na Via Láctea, onde se DERRAMAM — como os milhões de espermatozóides que EJACULAREI logo mais à noite dentro de minha amada — as sementes de POLINIZAÇÃO de beleza que fazem sorrir a blogosfera e suas margens.

E vou ali na mesa beber mais um pouco, OK?

Ah, intérpretes excelentes, impecáveis.

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Sobre Dresden, Harry Crowl comentou:
dezembro 24th, 2010 às 11:21

Essa antologia é muito impressionante. Já conhecia 4 desses Cds que acompanham o belíssimo livro “Dresden”, com as pinturas do sec.XVIII realizadas por Canaletto. Ganhei esse livro quando estive lá em 2007, de uma grande amiga soprano que mora lá.

Queria fazer um esclarecimento em relação ao bombardeio de Dresden. O mesmo foi perpetrado pela Força Aérea Britânica (RAF), com um certo apoio logístico americano. Mas, a ordem veio do alto comando inglês, com aquiescência de Churchill. Os alemães dizem que foi uma vingança pelo bombardeio de Coventry, mas, na verdade, os ingleses já sentindo que não iam mais mandar no mundo, queriam assustar os russos que já estavam chegando perto e não estavam muito inclinados a respeitar os tratados. Durante o período da DDR, a cidade não teve seu monumentos reconstruídos. Depois da reunificação, tudo foi restaurado e reconstruído como era. A cidade voltou a ser exuberante. A reconstrução foi financiada inclusive com dinheiro inglês. A Inglaterra reconheceu o crime que cometera e pediu perdão oficialmente ao povo alemão. Quando a Frauenmarienkirche foi reinaugurada, os dirigentes máximos dos dois países estavam presentes e foi estabelecido o dia do perdão, que me parece que é celebrado em Dresden anualmente. O bombardeio matou tanta gente quanto uma das bombas atômicas. Um dos livros mais interessantes sobre o bombardeio é “Slaughterhouse 5″, de Kurt Vonnegut, que era um prisioneiro americano dos alemães e estava detido em Dresden durante o bombardeio.

Vivaldi, Telemann, Heinichen, Fasch, Graun, Pisendel, Quantz, Zelenka, Hasse, Ariosti, A. Scarlatti, Fux: Música na Corte de Dresden

Disc 1:

Antonio Vivaldi – Concerto for Violin, 2 Oboes, 2 Recorders and Bassoon in G minor, RV 577
1. Concerto for Violin, 2 Oboes, 2 Recorders and Bassoon in G minor, RV 577: 1st movement
2. Concerto for Violin, 2 Oboes, 2 Recorders and Bassoon in G minor, RV 577: 2nd movement, Largo non molto
3. Concerto for Violin, 2 Oboes, 2 Recorders and Bassoon in G minor, RV 577: 3rd movement, Allegro

Georg Philipp Telemann – Concerto for Violin, Hunting Horn & BC in D major
4. Concerto for Violin, Hunting Horn and Basso continuo in D major: 1st movement, Vivace
5. Concerto for Violin, Hunting Horn and Basso continuo in D major: 2nd movement, Adagio
6. Concerto for Violin, Hunting Horn and Basso continuo in D major: 3rd movement, Allegro

Johann David Heinichen – Concerto for 2 Oboe, 2 Flutes, Violin, 2 Horns & BC in F major
7.Concerto for 2 Oboe, 2 Flutes, Violin, 2 Horns and Basso continuo in F major: 1st movement, Allegro
8. Concerto for 2 Oboe, 2 Flutes, Violin, 2 Horns and Basso continuo in F major: 2nd movement, Andante
9. Concerto for 2 Oboe, 2 Flutes, Violin, 2 Horns and Basso continuo in F major: 3rd movement

Johann Friedrich Fasch – Concerto for 2 Trumpets, 2 Horns, 2 Oboes, Bassoon, Strings & BC
10. Concerto for 2 Trumpets, 2 Horns, 2 Oboes, Bassoon, Strings and Basso Continuo: 1st movement, Allegro
11. Concerto for 2 Trumpets, 2 Horns, 2 Oboes, Bassoon, Strings and Basso Continuo: 2nd movement, Andante
12. Concerto for 2 Trumpets, 2 Horns, 2 Oboes, Bassoon, Strings and Basso Continuo: 3rd movement, Allegro

Johann Gottlieb Graun – Concerto for 2 Violins, 2 Horns, Strings & BC in G major
13. Concerto for 2 Violins, 2 Horns, Strings and Basso Continuo in G major: 1st movement
14. Concerto for 2 Violins, 2 Horns, Strings and Basso Continuo in G major: 2nd movement, Adagio
15. Concerto for 2 Violins, 2 Horns, Strings and Basso Continuo in G major: 3rd movement, Allegro molto con spirito

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Disc 2:

Johann Georg Pisendel – Sinfonia in B major
1. Sinfonia in B major: Allegro di molto
2. Sinfonia in B major: Andantino
3. Sinfonia in B major: Tempo di menuet

Johann Georg Pisendel – Concerto for Violin, 2 Oboes, Strings & BC in D major
4. Concerto for Violin, 2 Oboes, Strings and Basso Continuo in D major: Vivace
5. Concerto for Violin, 2 Oboes, Strings and Basso Continuo in D major: Andante
6. Concerto for Violin, 2 Oboes, Strings and Basso Continuo in D major: Allegro

Johann Georg Pisendel – Concerto for 2 Oboes, Bassoon, Strings & BC in E flat major
7. Concerto for 2 Oboes, Bassoon, Strings and Basso Continuo in E flat major

Georg Philipp Telemann – Concerto for Violin in F major
8. Concerto for Violin in F major: Presto
9. Concerto for Violin in F major: Corsicana-Un poco grave
10. Concerto for Violin in F major: Allegrezza
11. Concerto for Violin in F major: Scherzo
12. Concerto for Violin in F major: Chasse
13. Concerto for Violin in F major: Polacca
14. Concerto for Violin in F major: Minuetto

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Disc 3:

Antonio Vivaldi – Concerto in C major, RV 558
1. Concerto in C major, RV 558
2. Concerto in C major, RV 558
3. Concerto in C major, RV 558

Antonio Vivaldi – Concerto for Oboe in F major, RV 455
4. Concerto for Oboe in F major, RV 455
5. Concerto for Oboe in F major, RV 455
6. Concerto for Oboe in F major, RV 455

Antonio Vivaldi – Concerto for Viola d’Amore and Lute in D minor, RV 540
7. Concerto for Viola d’Amore and Lute in D minor, RV 540
8. Concerto for Viola d’Amore and Lute in D minor, RV 540
9. Concerto for Viola d’Amore and Lute in D minor, RV 540

Antonio Vivaldi – Concerto for 4 Violins in A major, RV 552 “Per eco in lontano”
10. Concerto for 4 Violins in A major, RV 552 ‘Per eco in lontano’
11. Concerto for 4 Violins in A major, RV 552 ‘Per eco in lontano’
12. Concerto for 4 Violins in A major, RV 552 ‘Per eco in lontano’

Antonio Vivaldi – Sinfonia for Strings in G major, RV 149
13. Sinfonia for Strings in G major, RV 149
14. Sinfonia for Strings in G major, RV 149
15. Sinfonia for Strings in G major, RV 149

Antonio Vivaldi – Concerto for Violin and Oboe in G minor, RV 576
16. Concerto for Violin and Oboe in G minor, RV 576
17. Concerto for Violin and Oboe in G minor, RV 576
18. Concerto for Violin and Oboe in G minor, RV 576

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Disc 4:

Georg Philipp Telemann – Concerto for Violin 3 Horns 2 oboes in D major
1. Concerto for Violin, 3 Hunting Horns, 2 Oboes, Strings and Basso Continuo in D major
2. Concerto for Violin, 3 Hunting Horns, 2 Oboes, Strings and Basso Continuo in D major
3. Concerto for Violin, 3 Hunting Horns, 2 Oboes, Strings and Basso Continuo in D major

Johann Joachim Quantz – Concerto for 2 flutes
4. Concerto for 2 Flute, Strings and Basso Continuo in G minor
5. Concerto for 2 Flute, Strings and Basso Continuo in G minor
6. Concerto for 2 Flute, Strings and Basso Continuo in G minor

Antonio Vivaldi – Concerto for 2 Violins, 2 Oboes and Bassoon in D major, RV 564a
7. Concerto for 2 Violins, 2 Oboes and Bassoon in D major, RV 564a
8. Concerto for 2 Violins, 2 Oboes and Bassoon in D major, RV 564a
9. Concerto for 2 Violins, 2 Oboes and Bassoon in D major, RV 564a

Jan Dismas Zelenka – Capriccio in A major for 2 oboes, fagott, 2 horns ZWV 185 (*)
10. Capricci (5): no 4 in A major, ZWV 185
11. Capricci (5): no 4 in A major, ZWV 185
12. Capricci (5): no 4 in A major, ZWV 185
13. Capricci (5): no 4 in A major, ZWV 185
14. Capricci (5): no 4 in A major, ZWV 185
15. Capricci (5): no 4 in A major, ZWV 185
16. Capricci (5): no 4 in A major, ZWV 185

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Disc 5:

Jan Dismas Zelenka – Capriccio in C major for 2 oboes, fagott, 2 horns ZWV 183
1. Capricci (5): no 2 in G major, ZWV 183: Allegro
2. Capricci (5): no 2 in G major, ZWV 183: Canarie
3. Capricci (5): no 2 in G major, ZWV 183: Gavotte
4. Capricci (5): no 2 in G major, ZWV 183: Rondeau
5. Capricci (5): no 2 in G major, ZWV 183: Menuetto

Jan Dismas Zelenka – Laudate pueri in D major, ZWV 81 (**)
6. Laudate pueri in D major, ZWV 81: Laudate pueri
7. Laudate pueri in D major, ZWV 81: Qui sicut Dominus
8. Laudate pueri in D major, ZWV 81: Amen

Jan Dismas Zelenka – Capricci (5): no 5 in G major, ZWV 190
9. Capricci (5): no 5 in G major, ZWV 190: Allegro
10. Capricci (5): no 5 in G major, ZWV 190: Menuetto 1 & 2
11. Capricci (5): no 5 in G major, ZWV 190: Trio ‘Il contento’
12. Capricci (5): no 5 in G major, ZWV 190: Presto assai ‘Il furibondo’
13. Capricci (5): no 5 in G major, ZWV 190: Villanella 1 & 2

Jan Dismas Zelenka – Confitebor tibi Domine in C minor, ZWV 71
14. Confitebor tibi Domine in C minor, ZWV 71: Confitebor tibi Domine
15. Confitebor tibi Domine in C minor, ZWV 71: Memoriam fecit

Jan Dismas Zelenka – Capriccio in A major for 2 oboes, fagott, 2 horns ZWV 185 (*)
16. Capricci (5): no 4 in A major, ZWV 185: Allegro assai
17. Capricci (5): no 4 in A major, ZWV 185: Adagio
18. Capricci (5): no 4 in A major, ZWV 185: Aria
19. Capricci (5): no 4 in A major, ZWV 185: En tempo de canarie
20. Capricci (5): no 4 in A major, ZWV 185: Menuet 1 & 2
21. Capricci (5): no 4 in A major, ZWV 185: Andante
22. Capricci (5): no 4 in A major, ZWV 185: Paysan 1 & 2

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Disc 6:

Jan Dismas Zelenka – Missa Dei Patris in C major, ZWV 19
1. Missa Dei Patris in C major, ZWV 19: Kyrie eleison 1
2. Missa Dei Patris in C major, ZWV 19: Christe eleison
3. Missa Dei Patris in C major, ZWV 19: Kyrie eleison 2
4. Missa Dei Patris in C major, ZWV 19: Gloria in excelsis Deo
5. Missa Dei Patris in C major, ZWV 19: Domine Deus
6. Missa Dei Patris in C major, ZWV 19: Domine Fili
7. Missa Dei Patris in C major, ZWV 19: Qui sedes ad dexteram
8. Missa Dei Patris in C major, ZWV 19: Quoniam tu solus Sanctus
9. Missa Dei Patris in C major, ZWV 19: Cum Sancto Spiritu
10. Missa Dei Patris in C major, ZWV 19: Credo in unum
11. Missa Dei Patris in C major, ZWV 19: Et incarnatus est
12. Missa Dei Patris in C major, ZWV 19: Cruxifixus
13. Missa Dei Patris in C major, ZWV 19: Et resurrexit
14. Missa Dei Patris in C major, ZWV 19: Et vitam venturi saeculi
15. Missa Dei Patris in C major, ZWV 19: Sanctus
16. Missa Dei Patris in C major, ZWV 19: Benedictus
17. Missa Dei Patris in C major, ZWV 19: Osanna
18. Missa Dei Patris in C major, ZWV 19: Agnus Dei
19. Missa Dei Patris in C major, ZWV 19: Agnus Dei
20. Missa Dei Patris in C major, ZWV 19: Dona nobis pacem

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Disc 7:

Johann Adolf Hasse- Mass in G minor
1. Mass in G minor: Kyrie eleison 1
2. Mass in G minor: Christe eleison
3. Mass in G minor: Kyrie eleison 2
4. Mass in G minor: Gloria in excelsis Deo
5. Mass in G minor: Gratias agimus tibi
6. Mass in G minor: Domine Deus, Rex caelestis
7. Mass in G minor: Domine Fili unigenite
8. Mass in G minor: Domine Deus
9. Mass in G minor: Qui tollis peccata mundi
10. Mass in G minor: Quoniam tu solus sanctus
11. Mass in G minor: Cum Sancto Spiritu
12. Mass in G minor: Credo in unum Deum
13. Mass in G minor: Et incarnatus est
14. Mass in G minor: Crucifixus etiam pro nobis
15. Mass in G minor: Et resurrexit tertia die
16. Mass in G minor: Ad te levavi animam meam
17. Mass in G minor: Sanctus
18. Mass in G minor: Benedictus
19. Mass in G minor: Hosanna in excelsis
20. Mass in G minor: Agnus Dei

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Disc 8:

Jan Dismas Zelenka – Laudate pueri in D major, ZWV 81 (**)
1. Laudate pueri in D major, ZWV 81: Laudate pueri
2. Laudate pueri in D major, ZWV 81: Quis sicut Dominus
3. Laudate pueri in D major, ZWV 81: Amen

Attilio Ariosti – O quam suavis est
4. O quam suavis est: O quam suavis est
5. O quam suavis est: Panem quem coelum dat

Alessandro Scarlatti – Su le sponde del Tebro
6. Su le sponde del Tebro: Sinfonia
7. Su le sponde del Tebro: Su le sponde del Tebro
8. Su le sponde del Tebro: Sinfonia
9. Su le sponde del Tebro: Contentatevi
10. Su le sponde del Tebro: Mesto, stanco e spirtante
11. Su le sponde del Tebro: Infelici miei lumi
12. Su le sponde del Tebro: Dite almeno
13. Su le sponde del Tebro: Ritornell
14. Su le sponde del Tebro: All’ aura
15. Su le sponde del Tebro: Tralascia pur di piangere

Johann David Heinichen – Lamentatio
16. Lamentatio: Incipit lamentation
17. Lamentatio: Beth
18. Lamentatio: Ghimel
19. Lamentatio: Daleth
20. Lamentatio: He

Johann Joseph Fux – Plaudite sonat tuba
21. Plaudite: Plaudite, sonat tuba
22. Plaudite: Dum exultat de morte Salvator
23. Plaudite: Mortales, vicit Leo de ttribu Juda
24. Plaudite: O! peccator gaude
25. Plaudite: Alleluja!

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(*) e (**) — Não é um engano de PQP Bach. A edição original colocou estas duas peças repetidas na coletânea.

Peter Schreier (Tenor)
René Jacobs (Countertenor)
Ludwig Güttler (Trumpet)
Ralph Eschrig (Tenor)
Dagmar Schellenberger (Soprano)
Axel Köhler (Countertenor)
Egbert Junghanns (Bass)
Olaf Bär (Bass, Baritone)
Reinhart Ginzel (Tenor)

Virtuosi Saxoniae
Thüringen Academy Choir

Ludwig Güttler

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Apesar de raramente respondidos, os comentários dos leitores e ouvintes são apreciadíssimos. São nosso combustível.
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PQP

Baroque Duet: Battle & Marsalis

Para ratificar a minha característica de imprevisibilidade, depois de postar Piazzolla, ataco agora com algo totalmente diferente. Quero apresentar um singelo álbum com peças em estilo barroco de renomados compositores alemães e italianos, Baroque Duet.

Acho que já é notória a pouca apreciação que tenho pela música vocal, porém “dou meu braço a torcer” em relação a esta gravação. Gosto do álbum por inteiro, mas confesso que tenho uma quedinha especial pelas 4 faixas retiradas das 7 Arie con Tromba Sola de A. Scarlatti, realmente algo de beleza transcendental.

Ao contrário do álbum Bach: Árias para Soprano e Violino, com Battle e Perlman (já postado aqui no blog), em que o violino tenta rivalizar com a voz em peças essencialmente vocais, o mesmo não ocorre neste cd, em que o dueto se dá entre Battle e Marsalis, vocal e trumpete. Kathleen demonstra todo o seu virtuosísmo lírico em contraponto a espantosa técnica do não menos espetacular Wynton, sem digladiações de ego. As duas estrelas se fundem e se completam em uma perfeita harmonia. Um belíssimo casamento.

Simplesinho, mas bonitinho! Vale a pena conferir!

.oOo.

Baroque Duet: Battle & Marsalis

Handel
01 Let The Bright Seraphim

A. Scarlatti (from 7 Arie con Tromba Sola)
02 Nº 1 – Si suoni la tromba
03 Nº 3 – Con voce festiva
04 Nº 4 – Rompe sprezza
05 Nº 6 – Mio tesoro per te moro

A. Scarlatti
06-13 Su le sponde del Tebro (Cantata)

Handel
14 Eternal Source

Predieri
15 Pace una volta (from Zenobia)

Stradella
16-19 Sinfonia before Il baecheggio (Part 1)

Bach
20 Seufzer, Tranen, Kummer, Not

Handel
21 Alle voci del bronzu guerriero

Bach (from Jauchzet Gott in allen Landen, Cantata Nº 51)
22 I – Aria
23 IV – Chorale; Alleluja

Kathleen Battle, soprano
Wynton Marsalis, trumpet
Orchestra Of St. Luke´s
John Nelson, conductor
Anthony Newman, harpsichord continuo

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Marcelo Stravinsky

Cecilia Bartoli – Arie Antiche – 18th-Century Italian Songs

Mais um esplêndido CD de Cecilia Bartoli. Aqui, ela canta sem orquestra, apenas acompanhada do piano de György Fischer. O que poderia ser um problema não é. O piano, discreto e perfeito, serve para dar ainda maior realce à perfeição das interpretações de nossa querida Bartoli. Trata-se de uma verdadeira aula sobre árias antigas italianas. Bartoli nos dá técnica e paixão em quantidades cavalares. Como seus CDs sempre fazem o maior sucesso por aqui, nem vou escrever “imperdível” em maiúsculas e negrito.

Cecilia Bartoli – Arie Antiche – 18th-Century Italian Songs

1 (L’) Honestà negli amore
(Pietro) Alessandro (Gaspare) Scarlatti (1660 – 1725)

2 (La) Donna ancora è fedele – Son tutto duolo
(Pietro) Alessandro (Gaspare) Scarlatti (1660 – 1725)

3 (La) Donna ancora è fedele – Se Florindo è fedele
(Pietro) Alessandro (Gaspare) Scarlatti (1660 – 1725)

3 Pompeo
(Pietro) Alessandro (Gaspare) Scarlatti (1660 – 1725)

4 Spesso vibra per suo gioco
(Pietro) Alessandro (Gaspare) Scarlatti (1660 – 1725)

5 Caro mio ben
Tommaso Giordani (c1733 – 1806)

6 Arminio
Antonio Lotti (c1667-1740)

7 (I) casti amori d’Orontea
Antonio Cesti (1623 – 1669)

8 (L’)Amor contrastato, ‘La Molinara’
Giovanni Paisiello (1740 – 1816)

9 Nina, o sia La pazza per amore
Giovanni Paisiello (1740 – 1816)

10 O leggiadri occhi belli
Anonymous

11 Qual fiamma che m’accende
Alessandro Marcello (1684 – 1750)

12 Selve amiche
Antonio Caldara (c1670 – 1736)

13 Sebben crudele me fai languir
Antonio Caldara (c1670 – 1736)

14 (Le) nuove musiche
Giulio Caccini (c1545 – 1618)

15 Nuove musiche e nuova maniera de scriverle
Giulio Caccini (c1545 – 1618)

16 Se tu m’ami
Alessandro Parisotti (1835 – 1913)

17 (Il) Zingari in fiera
Giovanni Paisiello (1740 – 1816)

18 Giasone
(Pietro) Francesco Cavalli (1602 – 1676)

19 Sposa son disprezzata
Antonio (Lucio) Vivaldi (1678 – 1741)

20 Vittoria, mio core!
Giacomo Carissimi (1605 – 1674)

Cecilia Bartoli (Mezzo soprano)
György Fischer (Piano)
Recording: Mozart Saal,Konzerthaus, Vienna

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Cecilia Bartoli – Arie Antiche (Peças Italianas do Século XVIII)

Os CDs de cantores não são um gênero muito apreciado neste blog, só que este é o terceiro ou quarto que publicamos de Cecilia Bartoli, a maravilhosa romana nascida em 1966 e que antes dos 20 anos já era uma celebridade cacarejante. Adoro Bartoli! Mais: adoro seu repertório sempre raro e surpreendente. Arie Antiche é uma gravação de 1992, quando Cecilia tinha 26 anos, e concordo com este post que transcrevo aqui:

Nascida em Roma, Cecilia Bartoli estudou canto no Conservatório de Santa Cecília, na capital italiana, enquanto, ao mesmo tempo, era ensinada e acompanhada pelos seus pais, Silvana Bazzoni e Angelo Bartoli, ambos cantores profissionais.

Particularmente famosa por sua voz de mezzo-soprano coloratura e suas interpretações de Rossini e Mozart, destaques da sua espetacular carreira incluem o papel de Rosina (Il Barbiere di Siviglia), o papel título de La Cenerentola, Zerlina (Don Giovanni), Despina e Dorabella (Così fan tutte), Cherubino (Le nozze di Figaro) e L’anima del filosofo, de Haydn.

Nesta trilha, entretanto, ela canta uma ária de seu disco de 1990, Arie Antiche, onde interpreta, como o nome diz, árias antigas dos séculos XVII e XVIII. Caro mio ben, de Giuseppe Giordani (1751-1798) é uma ária que encanta pela delicadeza de interpretação, mostrando que Cecilia Bartoli não sabe fazer só coloratura.

Sim, eu sou seu fã desvairado.

É, eu também.

Cecilia Bartoli – Arie Antiche: Se tu m’ami – Peças italianas do Século XVIII

1 L’honestà negli amori, opera Già il sole dal Gange
Composed by Alessandro Scarlatti

2 La donna ancora è fedele, opera (with intermezzo “Filandra e Selvino”) Son tutto duolo
Composed by Alessandro Scarlatti

3 La donna ancora è fedele, opera (with intermezzo “Filandra e Selvino”) Se Florindo è fedele
Composed by Alessandro Scarlatti

4 Il Pompeo, opera O cessate di piagarmi
Composed by Alessandro Scarlatti

5 Work(s) Aria: Spesso vibra per suo gioco
Composed by Alessandro Scarlatti

6 Caro Mio Ben for voice & piano (or orchestra)
Composed by Giuseppe Giordani

7 Arminio, opera Pur dicesti, o bocca bella
Composed by Antonio Lotti

8 Intorno all’idol mio (soprano aria from opera “Orontea”)
Composed by Antonio Cesti

9 La Molinara, opera Nel cor più non mi sento
Composed by Giovanni Paisiello

10 Nina, o sia La pazza per amore, opera Il mio ben quando ve
Composed by Giovanni Paisiello

11 O Leggiadri Occhi Belli
Composed by Anonymous

12 Il mio bel foco (Quella Fiamma che m’accende), for cantata for soprano, 2 violins, 2 oboes & continuo, SF. 142 (spurious)
Composed by Benedetto Marcello

13 Selve amiche
Composed by Antonio Caldara

14 La Costanza in amor, opera Sebben, crudele
Composed by Antonio Caldara

15 Tu ch’ hai le penne, amore, for voice & continuo
Composed by Giulio Caccini

16 Se tu m’ ami
Composed by Alessandro Parisotti

17 Zingari in Fiera, opera Act 1, Chi vuol la zingarella
Composed by Giovanni Paisiello

18 Le Nouve Musiche, 1602 for voice & continuo
Composed by Giulio Caccini

19 Delizie Contente
Composed by Pietro Francesco Cavalli

20 Ottone in Villa, opera in 3 acts, RV 729 Sposa son disprezzata, aria
Composed by Antonio Vivaldi

21 Vittoria, mio core (Amante sciolto d’amore), cantata for soprano & continuo
Composed by Giacomo Carissimi

Cecilia Bartoli, soprano ou mezzo-soprano de coloratura
György Fischer, piano

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