Bedřich Smetana (1824 – 1884) – Ma Vlast – Jiří Bělohlávek, Czech Philarmonic Orchestra

coverComo hoje é domingo e estou com preguiça de escrever, fiz um crtl+c crtl+v e copiei o texto do booklet desta excepcional gravação de uma obra capital da música ocidental, e que revelou um dos grandes compositores do século XIX, Bedřich Smetana. O regente é o também tcheco  Jiří Bělohlávek, falecido em maio do ano passado. Esta foi uma de suas últimas gravações e com certeza podemos dizer que está no mesmo nível das realizadas por seu conterrâneo Rafael Kubelik.

“Bedřich Smetana’s reputation as the father of Czech music was sealed by the six symphonic poems known as Má vlast (“My Homeland”). The sparkling musical depictions of his beloved Bohemian landscape, of its vibrant culture and proud history, have come to represent the unquenchable spirit of the Czech nation. What gives this recording such power is the fact that the Czech Philharmonic, and their great conductor Jiří Bělohlávek, have this music in their blood. Smetana was born in 1824 in Litomyšl, Bohemia, a province dominated politically, culturally and linguistically by the giant Austrian Empire. Unable to establish a career in Prague, he spent most of his early career in Gothenburg, Sweden, but often wrote of his longing to return. It was Franz Liszt, his teacher and friend, who visited him and kept him in touch with the wider musical world. As the Habsburg grip weakened, the smaller nations started to assert their independence. In 1861 Smetana returned to Prague ready to play a leading role in establishing a national style of composition. His Bohemian themed operas, such as The Bartered Bride, met with public success, but conservatives called him a “dangerous modernist” and insisted that his operas could not be models for Czech national opera because they were tainted by the progressive ideas of Wagner and Liszt. Nevertheless it was a form pioneered by Liszt — the symphonic poem — that turned out to be the ideal vehicle for expressing Smetana’s patriotic sentiments. After early experiments with the form in Sweden, he began Má vlast in 1872, developing a Romantic, distinctively Czech sound-world that captured the rhythm, colour and sounds of Czech life and culture. The first poem,  Vyšehrad, was finished in 1874, with Vltava following a few months later. Vyšehrad is the great rock standing above Prague and the site of a commanding castle that saw triumph and tragedy over the centuries. Smetana describes the story to his publisher: “The harps of the bards begin; a bard sings of the events that have taken place on Vyšehrad, of the glory, splendour, tournaments, and battles, and finally its downfall and ruin. The composition ends on an elegiac note.” Vltava (or Die Moldau, in German) has always been the most popular of the six movements, and it is one of music’s greatest landscape paintings. A masterly evocation of flowing water, it was written after Smetana visited the countryside with his friend, the conductor Mori Anger, to find the exact spot where the two river Vltavas met. His characterful portrait of the river at the heart of his country describes its passage from the hills of South Bohemia, through forests and meadows, passing a hunt, a wedding and a bevy of water-sprites, before making a spectacular arrival in Prague. Smetana brings back the music from the opening poem as the river flows beneath the great rock of Vyšehrad and disappears into the distance to join the Labe (Elbe) river and ultimately the sea. The two movements were performed in Prague in 1875, but sadly Smetana was unable to hear them. He had lost the hearing in both ears after a sudden acute ear infection. In his last decade he threw himself into composition, adding four more movements to Má vlast. Šárka celebrates the legendary Czech warrior princess, who extracts bloody revenge after her lover is unfaithful. By contrast, Zčeských luhů a hájů (From Bohemian Fields and Groves) is a joyful work, full of the sounds and sights of country life, including birdsong and a lusty village polka. The final two movements are linked by subject and musical material, with the chorale “Ktož jsú boží bojovníci” (“Those who are warriors of God”) as the centrepiece of both. Tábor was the stronghold of the Hussite Rebellion, the fifteenth-century political and religious movement dedicated to Bohemian independence. Blaník refers to the White Mountain, a sort of Czech Valhalla where Hussite warriors slumber through the centuries, ready to come to the rescue of the homeland. “Hence, the chorale that was used as the basic motive in Tábor is also used as the foundation of this piece”, wrote Smetana. “It is on the basis of this melody, the Hussite chorale, that the resurrection of the Czech nation, its future happiness and glory, will develop.” The complete work was performed in Prague in 1882, when it was acclaimed as the true representation of Czech national style. “Everyone rose to their feet and the same storm of unending applause was repeated after each of the six parts”, wrote Smetana’s biographer Václav Zelený. Two years later Smetana died in an asylum in Prague and was given a hero’s funeral. His grave is in the Vyšehrad Cemetery, the name a fitting reminder of his greatest work.”
Amanda Holloway

01. Smetana- Má Vlast, JB1-112-1. Vysehrad
02. Smetana- Má Vlast, JB1-112-2. Vltava
03. Smetana- Má Vlast, JB1-112-3. Sarka
04. Smetana- Má Vlast, JB1-112-4. Z ceskych luhu a haju
05. Smetana- Má Vlast, JB1-112-5. Tábor
06. Smetana- Má Vlast, JB1-112-6. Blanik

Jiří Bělohlávek
Czech Philharmonic Orchestra

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Jiri Belohlavek – 1946 – 2017

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Bedřich Smetana (1824-1884) – Má Vlast (Minha Pátria) – Rafael Kubelík (1990)

Ma_Vlast_KubelikUm CD sensacional com o registro de um dos mais significativos concertos da longa história da veneranda Orquestra Filarmônica Tcheca, na abertura do Festival Primavera de Praga em 12 de maio de 1990.

Nele, o legendário maestro Rafael Kubelík (1914-1996), ex-diretor artístico da Filarmônica, idealizador do Festival e regente do concerto de abertura de sua primeira edição, em 1946, retornava a seu país e ao pódio da magnífica Sala Smetana da Casa Municipal de Praga após um exílio de 42 anos.

Kubelík, que conseguira manter a Filarmônica ativa mesmo durante a brutal ocupação nazista da Tchecoslováquia, deixou o país após o golpe comunista de 1948, jurando só voltar depois que o país fosse liberado da opressão (“tendo vivido sob uma forma de tirania bestial, o Nazismo, por uma questão de princípios não iria viver sob outra”). Desenvolveu uma brilhante carreira no Reino Unido, Estados Unidos (onde teve problemas na Sinfônica de Chicago por aceitar músicos negros) e, principalmente, na Alemanha, elevando a Orquestra Sinfônica da Rádio Bávara, sob sua batuta, à condição de um dos melhores conjuntos do mundo. Como o mais ilustre exilado tcheco de seu tempo, recebeu vários convites do governo comunista para retornar, ao que respondeu que só voltaria sob a condição de “liberdade de opinião, liberdade de criação, liberdade de expressão, e liberdade de movimento para qualquer tcheco e eslovaco decente, com ou sem talento” – o que, claro, só poderia acontecer depois do colapso do regime comunista da Tchecoslováquia, após a incruenta “Revolução de Veludo” liderada pelo escritor e dramaturgo Václav Havel em 1989.

“Esperei ansiosamente por este momento e sempre acreditei em que algum dia ele chegaria. Sou grato a Deus, à nossa nação inteira, aos amigos, e a todos vocês”, declarou Kubelík ao aterrissar em Praga e beijar o chão da pátria. Esta interpretação elétrica para o ciclo “Má Vlast” de Smetana – tradicional programa de abertura do Festival Primavera de Praga – só atesta sua excitação pela oportunidade longamente aguardada. Alguns leitores-ouvintes estranharão os andamentos escolhidos por Kubelík nesta sua quinta gravação da obra, em especial o do célebre “Vltava” (“O Moldava”), muito diferente do Allegro commodo non agitato prescrito pelo compositor. Entendo que, em lugar de considerar cada um dos poemas sinfônicos peças avulsas, como Smetana os concebeu, Kubelík preferiu abordá-los como movimentos de uma obra maior, enfatizando as citações dos Leitmotiven de cada um que vão ressurgindo nos demais e dando à obra uma coesão raramente vista em outras gravações. Especialmente tocante é a interpretação do solene hino hussita de “Tábor”, evocação da cidade-fortaleza fundada pelos seguidores do reformador Jan Hus e que, aqui, soa como o cerne emocional da obra.

SMETANA – MÁ VLAST – CZECH PHILARMONIC ORCHESTRA – RAFAEL KUBELÍK

Bedřich SMETANA (1824-1884)

Má vlast (“Minha Pátria”), Ciclo de Poemas Sinfônicos

01 – Vyšehrad
02 – Vltava
03 – Šárka
04 – Z českých luhů a hájů (“Das Florestas e Bosques da Boêmia”)
05 – Tábor
06 – Blaník

Česká filharmonie
Rafael Kubelík, regência
Gravado ao vivo na Sala Smetana da Casa Municipal de Praga (“Obecní dům”) na abertura do Festival Primavera de Praga (“Pražské jaro”) em 12 de maio de 1990

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Quem apreciou a gravação certamente gostará de assistir ao vídeo com a íntegra do concerto da Filarmônica Tcheca e do retorno de Kubelík do exílio. Notem a aclamação, durante a fanfarra de abertura (extraída da ópera “Libuše” de Smetana), que o presidente Vacláv Havel e sua esposa recebem ao ingressarem na tribuna de honra; o hino nacional tocado, que ainda é o tchecoslovaco – um híbrido do tcheco “Kde domov můj?” (“Onde está minha casa?”) e do eslovaco “Nad Tatrou sa blýska” (“Sobre os Tatras o clarão”), pois a dissolução pacífica da Tchecoslováquia só ocorreria dois anos depois; o comovente vigor com que Kubelík, então com 86 anos e já muito doente, conduz a Filarmônica Tcheca; e a maravilhosa arquitetura da Sala Smetana, uma das melhores casas de concerto do mundo, que fica dentro da não menos magnífica Casa Municipal de Praga, que é talvez o mais belo exemplo do estilo Art Nouveau e atração imperdível para todos que tiverem o privilégio de conhecer essa Rainha dos Superlativos que é a belíssima capital da Boêmia.

Vassily Genrikhovich

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Kubelik faz 100 Anos – Bedrich Smetana (1824-1884) – Ma Vlast, 6 Poemas Sinfônicos – Kubelik, Wiener Philharmoniker

51LF-+4rdiL._SX300_Se ainda fosse vivo Rafael Kubelik teria completado 100 anos ontem. O grande regente tcheco nasceu em pleno início da 1ª Guerra Mundial, na antiga Bohemia, então pertencente ao Império Austro-Húngaro e hoje pertencente à República Tcheca.

Dirigiu as mais importantes orquestras, tanto da Europa quanto da América, e foi um dos principais regentes do século XX. Em minha modesta opinião, foi o principal intérprete de Dvorák e Smetana, e sua integral das sinfonias de seu conterrâneo é um dos tesouros de minha cdteca. Assim como esta belíssima versão da “Ma Vlast” de Smetana, gravado com a Filarmônica de Viena.

Kubelik mereceria uma homenagem mais apropriada, mas o tempo urge, e já estou atrasado para começar o meu dia.

Bedrich Smetana (1824-1884) – Ma Vlast, 6 Poemas Sinfônicos – Kubelik, Wiener Philharmoniker

01. Vysehrad
02. Vltava (Die Moldau)
03. Sarka
04. Aus Böhmens Hain und Flur
05. Tabor
06. Blanik

Wiener Philharmoniker
Rafael Kubelik – Conductor

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Rafael Kubelik (1914-1996) foi um dos principais regentes do século XX

FDP

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Antonín Dvořák (1841-1904): Sinfonia nº 9 “do Novo Mundo”; Bedřich Smetana (1824-1884): Vltava (Karajan) [link atualizado 2017]

CD lindão, heim !

Se tem uma coisa que Herbert von Karajan fazia bem, era conduzir obras de compositores do romantismo. Creio que ele gostava mesmo daquelas orquestras enormes, do grande volume de som e do grande poder que emana da reunião de tanta gente junta para produzir uma mesma peça. Se pensarmos nisso, é uma coisa extraordinária, mesmo, não?

Nervosão, o maestro austríaco conseguia extrair da orquestra um vigor retumbante. Aqui ele comanda a Sinfonia nº 9 de Dvořák, talvez uma das sinfonias mais conhecidas do mundo, de fama merecida, pela força que emana da obra e a brilhante orquestração de Dvořák. Depois, para não ficar um CD curtinho e dar mais de uma hora de gravação, acrescentou-se do compositor conterrâneo (tcheco) contemporâneo, Smetana, a estonteantemente bela Vltava, na qual Smetana descreve o percurso do Rio Moldávia, que corta a República Tcheca, como se o rio narrasse o que vê pelo caminho que percorre.
Um passeio musical!

E como eu não poderia deixar de recomendar: Ouça, ouça! Deleite-se!

Dvořák, Smetana

Antonín Dvořák (1841-1904)
Sinfonia nº 9 em Mi menor, “do Novo Mundo”
01. I. Adagio – Allegro molto
02. II. Largo
03. III. Scherzo: Molto vivace – Poco sostenuto
04. IV. Allegro con fuoco
Bedřich Smetana (1824-1884)
05. Vltava, de Ma Vlast

Orquestra Filarmônica d eBerlim
Herbert von Karajan, regente
Berlim, 1977

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Seja legal e bonzinho com a gente!
Não nos deixe sós: comente!

Bisnaga

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Bedřich Smetana (1824–1884): Abertura e Danças de ‘A Noiva Vendida’ e versão orquestral do quarteto ‘Da Minha Vida’

Esta é uma fantástica gravação de Smetana. Tudo registrado pela Chandos e pelo excelente maestro australiano Geoffrey Simon. Um espanto! A Suíte de A Noiva Vendida está perfeita e o quarteto do tcheco orquestrado por George Szell é absolutamente convincente e soa como uma sinfonia. Se você tem uma boa gravação do Ma Vlast por Kubelik e ainda este CD, você tem o Smetana básico.

Bedřich Smetana (1824–1884)

Overture and Dances from ‘The Bartered Bride’ 24:23
I Overture 6:32
II Dance of the Villagers 4:26
III Polka 4:57
IV Furiant 1:58
V Fanfare 0:41
VI Dance of the Comedians 5:32

String Quartet in E minor ‘From My Life’ 30:30
in e-Moll • en mi mineur
Orchestral version by George Szell
I Allegro vivo appassionato 8:27
‘Romantic longing and foreboding of misfortune’
II Alla polka 5:47
‘The merriment of youth; my love of dancing and dance
music’
III Largo sostenuto 9:28
‘Memories of the happiness of my first love’
IV Vivace – Meno mosso 6:25
‘Joy in discovering how to treat Bohemian national
elements in music; the catastrophe of deafness;
reminiscences of happier days; and resignation’

TT 55:01

London Symphony Orchestra
Geoffrey Simon

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Gente, a beleza exterior não é essencial.

Gente, a beleza exterior não é essencial.

PQP

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Bedrich Smetana (1824-1884): Má Vlast – Harnoncourt – Wiener Philharmoniker [REVALIDADO]

Feriadão pela frente e não vou viajar, ficarei eu casa, aproveitando cada momento. Ouvirei meus cds que ainda não foram ouvidos, lerei os livros que aguardam sua vez, enfim, tirarei o feriadão para não fazer nada, e isso significa nada mesmo, nada de pegar congestionamentos indo para a praia, ou filas no cinema do shopping.
Para melhores detalhes e informações sobre a vida e obra de Smetana recomendo a leitura de seu verbete na Wikipedia.
Uma curiosidade: Smetana passou sua vida defendendo a libertação de sua queria pátria das mãos do poderoso Império Austro-Húngaro. Nikolaus Harnoncourt é um descendente direto dos imperadores Habsburgos, que comandavam aquele império. Claro que esta informação é apenas a nível de curiosidade, nada mais.
Também é conhecido como o pai da música tcheca, ou o que quer que isso signifique. Talvez ele tenha sido o primeiro compositor a se utilizar dos elementos do folclore e da música popular de seu país. Foi um grande amigo e maior influenciador de Dvorak, que é o compositor tcheco mais conhecido.
Nikolaus Harnoncourt dispensa apresentações. Com uma carreira internacional reconhecida já há mais de 50 anos, tornou-se um dos grandes regentes do século XX e deste início do século XXI. Suas gravações são sempre reconhecidas como de excepcional qualidade. E nesta sua leitura de Smetana não é diferente. Convenhamos que com uma orquestra do nível da Filarmônica de Viena as coisas até se tornem um pouco mais fáceis, mas claro que ele impôe sua marca, utilizando um tempo mais cadenciado. Alguns comentaristas da amazon se enfureceram com isso, e deram apenas duas estrelas a este CD. Não vou perder tempo com estas considerações, e deixo para os senhores tirarem suas próprias conclusões depois de lerem o excelente booklet assinado pelo próprio Harnoncourt.
Creio que em alguns dias o estimado Carlinus irá postar a versão do Kubelik, considerada por muitos a definitiva para esta obra.

Bedrich Smetana  – Má Vlast – Harnoncourt – Wiener Philharmoniker

01. Vysehrad
02. Vltava
03. Sarka
04. Z ceskych luhu a haju
05. Tabor
05. Tabor

Wiener Philharmoniker
Nikolaus Harnoncourt – Director

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FDPBach (link revalidado com a colaboraçao de Ranulfus)

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Leopold Stokowski – Rhapsodies – Liszt, Enescu, Smetana e Wagner

Enquanto digito estas palavras ouço este CD maravilhoso, repleto daquelas peças que nos marcam. Devo dizer que todas as obras que estão neste post fazem parte da minha caminhada como apreciador de música clássica. Tinha essas gravações em fita K-7. Ouvi tanto que as fitas estão imprestáveis. Ressalto, por exemplo, a Rapsódia Romena No. 1 de Enescu e o Moldávia de Smetana, peças de uma beleza singular. Nos tempos da fita K-7 eu ouvia, repetia, voltava a fita e ouvia mais uma vez. Outro aspecto importante desse registro é a presença inominável de Leopold Stokowski, um dos maiores regentes do século XX. Ou seja, é um CD para se ouvir várias vezes, inquestionavelmente. Não deixe de fazê-lo. Boa apreciação!

Franz Liszt (1811-1886) – Hungarian Rhapsody No.2 in C-Sharp Minor
01. Hungarian Rhapsody No.2 in C-Sharp Minor

George Enescu (1881-1955) – Roumanian Rhapsody No.1 in A, Op.11
02. Roumanian Rhapsody No.1 in A, Op.11

Bedrich Smetana (1824-1884) –
The Moldau
03. The Moldau

The Bartered Bride: Overture
04. The Bartered Bride: Overture

RCA Victor Symphony
Leopold Stokowski, regente

Richard Wagner (1813-1883)
Tannhauser · Overture and Venusberg Music
05. Tannhauser · Overture and Venusberg Music

Tristan und Isolde · Prelude to Act III
06. Tristan und Isolde · Prelude to Act III

Symphony of the Air
Leopold Stokowski, regente

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Carlinus

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Karajan faz 100 anos – Antonin Dvorak (1841-1904) – Symphonie nº 9 E moll, op. 95 “Aus der NeuenWelt”, Bedrich Smetana (1824-1884) – The Moldau (from Má Vlast)

Para desespero de meu irmão PQP Bach, que se arrepia só de ouvir falar no nome de Dvorak, trago aqui mais um grande trabalho de Herbert von Karajan, desta vez frente a Wiener Philarmoniker. A qualidade da gravação está excepcional, os engenheiros da DG fizeram um excelente trabalho.

Neste mesmo cd teremos outra obra de caráter nacionalista, “The Moldau”, de Smetana, belíssimo poema sinfônico, que faz parte de sua obra maior, “Ma Vlast”, “Minha Pátria”, em que o compositor procura transferir para a música seu sentimento com relação à beleza de seu país.

 Antonin Dvorak (1841-1904) – Symphonie nº 9 E moll, op. 95 “Aus der NeuenWelt”, Bedrich Smetana (1824-1884) – The Moldau (from Má Vlast) 

1. Symphony No.9 in E minor, Op.95 “From the New World” – 1. Adagio – Allegro molto
2. Symphony No.9 in E minor, Op.95 “From the New World” – 2. Largo
3. Symphony No.9 in E minor, Op.95 “From the New World” – 3. Molto vivace
4. Symphony No.9 in E minor, Op.95 “From the New World” – 4. Allegro con fuoco
5. The Moldau (from Má Vlast)
Herbert von Karajan
Wiener Philarmoniker

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