Karol Szymanowski (1882-1937): Complete Works For Violin & Piano

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Algumas distinções recebidas por este CD:

— GRAMOPHONE RECOMMENDS CD OF THE MONTH
— BBC RADIO 3 CD REVIEW DISC OF THE WEEK
— BOSTON GLOBE TOP CLASSICAL ALBUMS OF 2009

Não preciso dizer mais nada além de que é um excelente disco que traz de volta a russa Ibragimova agora com o pianista Tiberghien. Uma joia raríssima. Música eslava de primeira linha, tocada por quem a compreende.

Igragimova e Tiberghien trabalhando duro

Igragimova e Tiberghien trabalhando duro

Karol Szymanowski (1882-1937): Complete Works For Violin & Piano

1. Nocturne & Tarantella, Op. 28 – 1. Nocturne
2. Nocturne & Tarantella, Op. 28 – 2. Tarantella
3. Mythes, Op. 30 – #1 La Fontaine D’Aréthuse
4. Mythes, Op. 30 – #2 Narcisse
5. Mythes, Op. 30 – #3 Dryades & Pan
6. Romance In D, Op. 23
7. Violin Sonata In D Minor, Op. 9 – 1. Allegro Moderato: Patetico
8. Violin Sonata In D Minor, Op. 9 – 2. Andantino Tranquillo & Dolce
9. Violin Sonata In D Minor, Op. 9 – 3. Finale: Allegro Molto, Quasi Presto
10. 3 Paganini Caprices, Op. 40 – #1 Andante Dolcissimo (#20)
11. 3 Paganini Caprices, Op. 40 – #2 Adagio (#21)
12. 3 Paganini Caprices, Op. 40 – #3 Tema: Vivace (#24)
13. Lullaby, Op. 52, ‘La Berceuse D’Aïtacho Enia’

Alina Ibragimova: violin
Cédric Tiberghien: piano

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Ei, Alina, não vai embora, fica aí com a gente!

Ei, Alina, não vai embora, fica aí com a gente!

PQP

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Karol Szymanowski (1882-1937): Concertos 1 e 2 para violino e orquestra; Sinfonia concertante

Este é o CD que é vendido em par com o do Stabat Mater e outras obras sinfônico-corais de Szymanowski, que postei aqui não faz muito.

Na ocasião escrevi bastante sobre o compositor e sua música, e também o Carlinus escreveu bastante quando postou o lindo CD das obras para violino e piano. Acho então que agora não precisa ser dito nada… Que fale a música!

Hmmm… mas acho que não vou perder a oportunidade de tocar nisto: será que todos os leitores sabem que SZ em polonês tem o som do nosso CH, e portanto o nome do compositor se pronuncia “chimanóvsqui”?

Acho interessante isso, porque em húngaro é bem ao contrário: todo S tem som de CH, e eles acrescentam o Z para o S parar de chiar (p.ex. Liszt se pronuncia “lisst” porque é escrito assim; se fosse escrito apenas List, se pronunciaria “lisht”).

Engraçado, né?, já que são duas línguas da Europa Oriental… Só que o parentesco entre as duas é perfeitamente comparável ao parentesco entre o português e o japonês!

Enfim, chega de conversa mole, e fiquem com a música do nosso caro “chimanóvsqui”!

Szymanowski: Concerto para violino e orquestra n.º 1, op.35
01 I. Vivace assai
02 II. Vivace scherzando
03 III. Cadeza. Allegro Moderato
Orquestra Sinfônica Nacional da Rádio Polonesa
Solista: Konstanty Kulka – Regência: Jerzy Maksymiuk

Szymanowski: Concerto para violino e orquestra n.º 2, op.61
04 I. Moderato
05 II. Allegramente
06 III. Andantino
Orquestra Sinfônica Nacional da Rádio Polonesa
Solista: Konstanty Kulka – Regência: Jerzy Maksymiuk

Szymanowski: Sinfonia concertante op.60
07 I. Moderato, tempo comodo
08 II. Andante molto sostenuto
09 III. Allegro non troppo, ma agitato ed ansioso
Orquestra Sinfônica Nacional da Rádio Polonesa
Solista: Piotr Paleczny – Regência: Jerzy Semkov

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Szymanowski, como se diz chimarrão

Szymanowski, como se diz chimarrão

Ranulfus

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Karol Szymanowski (1882-1937): Quartetos Nº 1 e 2 / Igor Stravinsky (1882-1871): Concertino, Three Pieces and Double Canon

Os quartetos de cordas de Szymanowski não são tão executados como mereceriam. Ambos exibem texturas exóticas, sonhadoras e luxuriantes, tudo misturado com drama, característica do período intermediário do compositor. Ele também faz referências à música folclórica e tem alguns ataques de pungente dissonâncias. Mas… gosto mesmo é das peças finais do disco, das de Stravinsky. Quando começa o Concertino parece que faz-se a luz. A performance do Goldner é boa,  muitas vezes alcançando timbres quase sobrenaturais. Só não gostei do pesado vibrato que eles utilizam como meio de emprestar ainda mais drama a Szymanowski, que já é dramático por si só.

Karol Szymanowski (1882-1937) – String Quartet No. 1 in C major, Op. 37
01. Lento assai
02. Andantino semplice
(In modo d’una canzone)
03. Vivace

String Quartet No. 2, Op. 56
04. Moderato, dolce e tranquilo
05. Vivace, scherzando
06. Lento

Igor Stravinsky (1882-1871) – Concertino
07. Concertino

Three Pieces
08. No. 1
09. No. 2
10. No. 3

Double Canon
11. Double canon

Goldner String Quartet
Dene Olding, violin I
Dimity Hall, violin II
Irena Morozova, viola
Julian Smiles, cello

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Karol Szymanowski: "Ninguém vai me impedir de fumar, tá bom?".

Karol Szymanowski: “Ninguém vai me impedir de fumar, tá bom?”.

PQP

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CORRIGIDO: O Mestre Esquecido, capítulo 7 (Franck: Sonata – Szymanowski: Mythes – Wanda Wiłkomirska e Antônio Guedes Barbosa)

R-4147687-1356876153-5539.jpegUm leitor-ouvinte apontou sons “alienígenas” na gravação que postei originalmente, frutos de meu semianalfabetismo em questões de mixagem. Com os devidos pedidos de desculpas pela bisonhice, e enquanto agradeço pela atenciosa notificação de minha patinada, convido as senhoras e senhores a baixarem a versão alien-free da ótima gravação de Wanda Wiłkomirska e de nosso “muso” Antônio Guedes Barbosa.

Convidamos os fãs do Mestre Esquecido a acompanharem o GRUPO “ANTÔNIO GUEDES BARBOSA” no Facebook.

Damos um tempo na interminável série sobre a Família das Cordas para atendermos ao coro uníssono de mimimis clamando por mais uma gravação com o Mestre Esquecido, nosso muso Antônio Guedes Barbosa.

Contentar gregos e troianos não é muito fácil, mas acho que esta gravação, estrelada por uma violinista, não deixará tão bicudos os amantes das cordas. Diferentemente do álbum anterior que postamos do duo, com miniaturas de Kreisler, neste aqui as obras têm partes bem mais importantes para o piano, ricos substratos para que nosso ídolo mostre seu brilho. A interpretação da Sonata de Franck é das melhores que conheço, e a tríade de peças de Szymanowski nos faz lamentar ainda mais que aquele maldito infarto do miocárdio tenha colhido o enorme talento de Barbosa antes que ele pudesse gravar outras coisas do polonês.

César-Auguste-Jean-Guillaume-Hubert FRANCK (1822-1890)

Sonata em Lá maior para violino e piano
01 – Allegretto ben moderato
02 – Allegro
03 – Recitativo – Fantasia (ben moderato)
04 – Allegretto poco mosso

Karol Maciej Korwin-SZYMANOWSKI (1882-1937)

Mythes, Três Poemas para violino e piano, Op. 30
05 – No. 1: La Fontaine d’Arethuse
06 – No. 2: Narcisse
07 – No. 3: Dryades et Pan

Wanda Wiłkomirska, violino
Antônio Guedes Barbosa, piano
a partir de um LP de 1973 da Connoisseur Society. Gravação relançada em 1987 em CD, mas que, como sói acontecer com a discografia do Mestre Esquecido, em nenhuma das formas chegou ao Brasil

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Vassily Genrikhovich

Como não teremos imagens de Barbosa suficientes para completar a série, rendemos homenagem à ótima Wiłkomirska, que hoje vive na Austrália e, aos 86 anos, é muito ativa como professora.

Como não teremos imagens de Barbosa suficientes para completar a série, rendemos homenagem à ótima Wiłkomirska, que hoje vive na Austrália e, aos 86 anos, é muito ativa como professora.

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Janacek (1854-1928), Haas (1899-1944), Szymanowski (1882-1937): Quartetos de Cordas arranjados para Orquestra de Câmara

O que liga Tolstói, Beethoven, um violinista virtuoso e uma mulher checa jovem, linda e casada? Ora, a inspiração para os quartetos de cordas do idoso Janacek. Este é um bonito disco do pessoal da Australian Chamber Orchestra. Tenho especialíssima predileção pelo Quarteto Nº 1 de Janacek e o arranjo para orquestra de câmara me satisfaz inteiramente. Menos conhecido, o Sr. Pavel Haas apresenta excelente e nada tímida música. Haas foi assassinado durante o Holocausto judeu da Segunda Guerra. E daí chega Szymanowski com, na minha humilde opinião, a peça mais fraca do disco. Ou será que a expressividade extrema de Janacek e Haas não teriam me preparado para a classe de mestre Szy, a qual normalmente aprecio? Fica a pergunta.

String Quartets arranged for String Orchestra

Leos Janacek (1854-1928)
String Quartet No. 1 ‘Kreutzer Sonata’ 19:19
1 I Adagio 4:07
2 II Con moto 4:36
3 III Con moto 4:34
4 IV Adagio con moto 5:49

Pavel Haas (1899-1944)
String Quartet No. 2, Op. 7 ‘From the Monkey Mountains’ 32:48
5 I Landscape 10:19
6 II Cart, Driver and Horse 4:53
7 III The Moon and I 8:50
8 IV A Wild Night 8:29

Karol Maciej Szymanowski (1882-1937)
String Quartet No. 2, Op. 56 19:17
9 I Moderato, dolce e tranquillo 8:27
10 II Vivace, scherzando 4:54
11 III Lento 5:48

Australian Chamber Orchestra
Richard Tognetti

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Olha aí o pessoal da Australian Chamber Orchestra

Olha aí o pessoal da Australian Chamber Orchestra

PQP

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Witold Lutoslawski (1913-1994): Konzert für Orchester, Karol Szymanovski (1882-1937) – Symphonie nº3, für Tenor, Choir und Orchester, op. 27, Alexander Tschaikowski ((1946 ) – Symphonie nº4, für Orchester, Chor und Solo Bratsche, op. 78 – Jansons, Symphonieorchester des Bayerschen Rundfunk

coverJá declarei inúmeras vezes aqui no PQPBach que música contemporânea não é muito a minha praia, parei em Stravinsky e Prokofiev, e não me arrisco muito mais no repertório mais recente. Mas confesso que me rendi a este CD logo no início do Concerto para Orquestra do Lutoslawski. Um pouco com certeza pela condução segura de Mariss Jansons e pela execução como sempre impecável da Orquestra da Rádio Bávara. Mas ainda se trata de obra audível para os meus parâmetros.
Szymanowski não é tão novo assim, e essa terceira sinfonia talvez seja sua obra mais conhecida. O Tchaikowski que não é o Piotr, e até onde li não tem nenhum parentesco com aquele, me era um compositor totalmente desconhecido até então. Nunca tinha ouvido nada dele.
Mas volto a ressaltar o primor de execução desta orquestra espetacular, e Mariss Jansons com certeza é um dos grandes regentes da atualidade. Trata-se de um CD para ser ouvido com atenção e diversas vezes, se possível, para se acostumar os ouvidos com a sonoridade dessas obras.

1 (Witold Lutoslawski) Concerto for Orchestra I. Intrada
2 (Witold Lutoslawski) Concerto for Orchestra II. Capriccio notturno e arioso
3 (Witold Lutoslawski) Concerto for Orchestra III. Passacaglia, toccata e Corale
4 (Karol Szymanowsky) Symphony No. 3, Op. 27, ‘Piesn o nocy’ (The Song of the Night) 1 – Moderato asai
5 (Karol Szymanowsky) Symphony No. 3, Op. 27, ‘Piesn o nocy’ (The Song of the Night) 2 – Vivace scherzando
6 (Karol Szymanowsky) Symphony No. 3, Op. 27, ‘Piesn o nocy’ (The Song of the Night) 3 – Largo

Rafal Bartminski – Tenor
Andreas Röhn – Solo Violine

7 (Alexander Vladimirovich Tchaikovsky) Symphony No. 4, Op. 78

Nimrod Guez – Solo – Bratsche
Chor des Bayerischen Rundfunks
Symphonieorchester des Bayerischen Rundfunk
Mariss Jansons – Conductor

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FDPBach

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Karol Szymanowski (1882-1937): obras sinfônico-corais: Stabat Mater, Deméter, Litanias à Virgem, Sinfonia 3 [REVALIDADO]

PARA COMPLETAR A INVASÃO POLONESA AO BLOG NESTE SÁBADO! (Postagem original 31.05.2010)

Começo este post do polaco Szymanowski falando de samba – e nem é porque considero ‘As Rosas Não Falam’ um finíssimo prelúdio de Chopin tropicalizado, e sim devido à genial análise do sentido do samba feita por Caetano Veloso e Gilberto Gil em 1993: ‘o samba é pai do prazer / o samba é filho da dor / o samba é o grande poder / transforma-dor’.

E aí? Aí que, antes de mais nada, considero essas palavras uma teoria da arte em geral, e não apenas do samba. Segundo, que tratamos aqui de um polonês – ou seja, membro de um povo que (perdoem se generalizo, mas…) desenvolveu a arte de extrair sensações orgásticas do pranto – e não um pranto de lagriminha discreta, não, mas de irrigar plantações…

Verdade que não será essa a sensação de quem começar a audição pela 3.ª Sinfonia – a “Canção da Noite”, baseada em textos do poeta e místico persa Mawlānā Jalāl-ad-Dīn Muhammad Rūmī (1207-1273 – bendita Wikipedia!) – peça de 1914-16 que sinceramente me soa pouco pessoal, afim demais ao Zarathustra composto por Richard Strauss 20 anos antes. E, acreditem: soa sóbria. Mas esperem só chegar o Stabat Mater…

Stabat Mater é um poema em latim medieval, derivado inteiro da seguinte cena “Estava a mãe cheia de dor, / cheia de lágrimas, junto á cruz / de onde pendia seu filho” – e que chega lá pelas tantas à súplica: “Ó virgem das virgens, ilustre, não sejas dura ou pão-dura comigo (amara ou avara, discute-se): concede-me que chore contigo”. Querem prato mais cheio para um polonês – ainda por cima, ao que parece, com fixação pela mãe?

Mas não estou ridicularizando o poema nem a música! Não comecei falando do poder transforma-dor? Tenho essa obra entre as mais belas do século 20, não só em emoção mas também em invenção: combinando partes vocais neo-modais com partes orquestrais muitas vezes de extrema dissonância, consegue o milagre de fundir sentimentos de devoção mística autêntica e de experiência moderna também autêntica numa só voz, e desta vez uma voz pessoal. (Digo-o em contraste com a Sinfonia, à qual o Stabat Mater é uns 10 anos posterior).

Só não espere, quem está acostumado, reconhecer as palavras rimadas em latim: o texto – como nas demais peças do disco – está em polonês (mas se você quer acompanhar pelo poema latino, que também se encaixa na música, você acha aqui).

As outras duas peças são mais breves, embora não sem peso – nem sem mãe: as Litanias à Virgem Maria (1930-33, de linguagem mais afim à do Stabat Mater), e a cantata Deméter, um dos nomes gregos para Terra-Mãe – cujo mito também envolve perda de mãe, desta vez de uma filha, e ressurreição. Composta em 1917, a linguagem ainda é próxima da Sinfonia, embora os solos já pareçam anunciar o que virá depois. E bom proveito!

Szymanowski: obras sinfônico-corais: Stabat Mater, Deméter, Litanias à Virgem, Sinfonia 3

Sinfonia n.º 3, “Canção da Noite”, op.27 (1914-16)
sobre textos do poeta persa Jalal ad-Din Rumi

01 I. Moderato assai (O, nie spij, druhu, nocy tej!)
02 II. Vivace, scherzando
03 III. III. Largo (Jak cicho. Inni spia…)

Solista: Wieslaw Ochman – Coro da Rádio Polonesa de Krakow
Orquestra Sinfônica Nacional da Rádio Polonesa
Regência: Jerzy Semkow

04 Litanias à Virgem Maria, op. 59 (1930-33)
Dois fragmentos para soprano, coro feminino e orquestra
Solista: Jadwiga Gadulanka
Orquestra Sinfônica Nacional da Rádio Polonesa
Regência: Antoni Wit

05 Deméter, op.37b (1917)
Cantata para contralto, coro feminino e orquestra
sobre textos de Z. Szymanowska
Solista: Jadwiga Rappé
Orquestra Sinfônica Nacional da Rádio Polonesa
Regência: Antoni Wit

Stabat Mater op. 53 (1925-26)
para solistas, coro misto e orquestra

06 I. Stala Matka bolejaca (Stabat Mater dolorosa)
07 II. I któz widzac tak cierpiaca (Quis est homo qui non fleret)
08 III. O Matko, zródlo wszechmilosci (Eia Mater, fons amoris)
09 IV. Spraw, niech placze z Toba razem (Fac me tecum pie flere)
10 V. Panno slodka racz mozolem (Virgo virginum praeclara)
11 VI. Chrystus niech mi bedzie grodem (Christe, cum sit hinc exire)

Solistas: Jadwiga Gadulanka, Jadwiga Rappé, Andrzej Hiolski
Coro da Rádio Polonesa de Krakow
Orquestra Sinfônica Nacional da Rádio Polonesa
Regência: Antoni Wit

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Ranulfus

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Karol Szymanowski (1882-1937): Sinfonias Nº 2 e 3 / Béla Bartók (1881-1945): Two Pictures

As Two Pictures, de Béla Bartók, que fecham este CD, são obras orquestrais da juventude do compositor. Datam do período em que o compositor se familiarizava com a música de Claude Debussy. O anacronismo deste trabalho fez que Two Pictures fosse a obra orquestral mais executada durante sua vida. Hoje, a lembrança da descoberta de Debussy por Bartók está esquecido. Não esqueçam que o regente deste CD, o grande Antal Doráti (1906 – 1988), foi aluno de Bartók. Sim, BB fora seu professor de piano na Hungria.

E voltamos ao polonês Chima, como disse o Ranulfus. Apesar da insistência das gravadoras com suas sinfonias, tenho certeza de que o filé não está nelas e sim em outras obras, como aliás, também disse o Ranulfus. Certa vez, Simon Rattle fez uma curiosa declaração: “Não posso falar sobre Szymanowski de maneira objetiva porque não se pode esperar de um namorado que seja objetivo ou tenha juízo”. Pois é, mas para mim a obra de câmara e o Stabat Mater é que são o centro da obra do Chima. Porém, repito o que disse (ou não, pois não lembro mais…) no post anterior: não sou um grande conhecedor do Chima e estou aqui em trabalho missionário de divulgação.

Karol Szymanowski (1882-1937):
Symphony No. 3, Op. 27, “Piesn o nocy” (Song of the Night)
1. I. Moderato assai
2. II. Allegretto tranquillo
3. III. Largo

Symphony No. 2 in B flat major, Op. 19
4. I. Allegro moderato – Grazioso
5. II. Theme: Lento –
6. II. Variation 1: L’istesso tempo –
7. II. Variation 2: L’istesso tempo –
8. II. Variation 3: Scherzando. Molto vivace –
9. II. Variation 4: Tempo di gavotte –
10. II. Variation 5: Tempo di minuetto –
11. II. Variation 6: Vivace e capriccioso –
12. II. Fuga

Béla Bartók (1881-1945):
Two Pictures (Két kép), Op. 10.
13. Viragzas (In Full Flower)
14. A falu tanca (Village Dance)

Ryszard Karczykowski, tenor*
The Kenneth Jewell Chorale (Chorus master: Eric Freudigan)*
Detroit Symphony Orchestra
Antal Doráti, conductor

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PQP

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Karol Szymanowski (1882-1937): Symphony No. 3, 'Song of the Night' / Violin Concerto No. 1

Devo dizer que gosto de algumas coisas de Szyma, mas não sou um apaixonado. Este CD abre muito bem com o Concerto Nº 1 para violino e orquestra, mas logo depois vem aquilo que detesto: aquele êxtase contínuo de violinos tocando melodias semelhantes às dos filmes mudos de Eisenstein.  Aquela coisa de tentar prolongar o orgasmo por vários minutos me acaba me enchendo o saco em vez de esvaziá-lo.

Bem, mas eu tentei. Peguei uma gravação ultra-premiada do Boulez para ver se não me trancava na garganta, mas não adiantou. Tive de empurrar com um tinto. Mas é um CD que deve ser indispensável para quem gosta. Não os censuro. E bola pra frente!

Karol Szymanowski (1882-1937) : Symphony No. 3, ‘Song of the Night’ / Violin Concerto No. 1

1. Violin Concerto No. 1, Op. 35, M37: Vivace assai
2. Violin Concerto No. 1, Op. 35, M37: Cadenza – Allegro assai
3. Symphony No. 3 (‘The Song of the Night’), Op. 27, M36: Moderato assai
4. Symphony No. 3 (‘The Song of the Night’), Op. 27, M36: Allegretto tranquillo
5. Symphony No. 3 (‘The Song of the Night’), Op. 27, M36: Largo

Christian Tetzlaff, violino
Vienna Philharmonic Orchestra
Pierre Boulez

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PQP

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Karol Maciej Korwin-Szymanowski (1882-1937) – Complete Works For Violin & Piano

Já faz um bom tempo que Szymanowski deveria ter aparecido por aqui. Ranulfus e CVL têm conversado nos bastidores sobre a possibilidade de postá-lo. Não quis me antecipar a eles. O fato é que este post já estava agendado.  Por isso, acredito que outras obras do compositor polonês devem surgir por aqui. Seguem alguns dados do moço: Szymanowski estudou piano com Henrich Neuhaus. Em seguida, recebeu instrução de Zawirski e Noskowski, nas disciplinas de harmonia, contraponto e composição. Suas composições foram apresentadas por grandes intérpretes, entre eles o violinista Pawel Kochanski e o pianista Artur Rubinstein. Sua ópera “Rei Roger” (1924) é um de seus maiores sucessos. Compôs dois Concertos para Violino e Orquestra, quatro sinfonias, música de câmara, canções e várias obras para piano. A sua Sonata nº2 para piano, Opus 21, é de 1911, e teve sua primeira execução pública realizada por Artur Rubinstein. Szymanowski é autor também de Metópes e Mirtis, peças para piano que revelam influência de Debussy. Suas vinte mazurkas, Opus 50, são obras escritas numa linquagem moderna e em nada se assemelham às de Chopin. Entre seus quatro Estudos para piano, Opus 4, o terceiro é provavelmente uma de suas mais belas criações. Boa apreciação!

Extraído DAQUI

Karol Maciej Korwin-Szymanowski (1882-1937) – Complete Works For Violin & Piano

Nocturne & Tarantella, Op. 28
01. 1. Nocturne
02. 2. Tarantella

Mythes, Op. 30
03. 1. La Fontaine D’Aréthuse
04. 2. Narcisse
05. 3. Dryades & Pan

Romance In D, Op. 23
06. Romance In D, Op. 23

Violin Sonata In D Minor, Op. 9
07. 1. Allegro Moderato: Patetico
08. 2. Andantino Tranquillo & Dolce
09. 3. Finale: Allegro Molto, Quasi Presto

3 Paganini Caprices, Op. 40
10. 1. Andante Dolcissimo (#20)
11. 2. Adagio (#21)
12. 3. Tema: Vivace (#24)

Lullaby, Op. 52, ‘La Berceuse D’Aïtacho Enia’
13. Lullaby, Op. 52, ‘La Berceuse D’Aïtacho Enia’

Alina Ibragimova, violino
Cédric Tiberghien, piano

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Carlinus

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