Conjunto Musikantiga de São Paulo (vol 2) – 1968

capa-solo-web-300x297Conjunto Musikantiga de São Paulo
Musikantiga (vol. 2)
1968

REPOSTAGEM

O volume 2 foi inicialmente lançado em Long Play, em 1968, pela gravadora Rozenblit, como produção de Roberto Corte Real e posteriormente relançado com capa verde, pela gravadora “Discos Marcos Pereira”. Também saiu em CD, porém com tiragem muito limitada.

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Os componentes desse conjunto eram:
Ricardo Kanji (flautas doces, krummhorn, rauschpleife, corneto),
Milton Kanji (flautas doces, krummhorn),
Sandino Hohagen (flautas doces, kortholt),
Roberto Bumagny (flautas doces, krummhorn),
Abel Santos Varagas (flautas doces, krummhorn),
Dalton de Luca (violas de gamba soprano e baixo),
Fernando Tancredi (fagote),
Beatriz Ferreira Leite (cravo),
Claudio Stephan (percussão)

Artistas convidados para este volume 2: Salvador Masano (oboé), Alejandro Ramirez (violino), Jorge Salim (violino) e Ernesto de Luca (percussão). (http://laplayamusic.blogspot.com.br/2012/01/musikantiga-volume-2-1968.html)

O flautista e regente Ricardo Kanji especializou-se na interpretação da música barroca e clássica ao longo dos 25 anos de sua estada na Holanda, onde foi professor no renomado Conservatório Real de Haia, de 1973 a 1995.

Foi diretor artístico da orquestra Concerto Amsterdam de 1991 a 1996, e é membro da Orquestra do Século XVIII, dirigida por Frans Brüggen, desde sua fundação em 1980.

Desde seu retorno ao Brasil, em 1995, tem atuado no meio musical brasileiro como concertista, regente, professor e luthier. Como regente, apresentou-se com orquestras e coros de renome por todo o país.

Criou, em 1997, o Coro e Orquestra Vox Brasiliensis, conjunto com o qual se dedicou, como diretor artístico, ao projeto História da Música Brasileira, que resgatou, com uma série de programas de televisão e CDs, a rica e desconhecida produção musical brasileira. Por este trabalho foi premiado como o melhor regente de 1999 pela APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte).

Tem difundido a música colonial brasileira no Brasil e na Europa, como regente convidado na Holanda, Bélgica, Portugal, França e Polônia. Em novembro de 2006 dirigiu a ópera Don Pasquale, de Donizetti, na Holanda, Bélgica e Polônia, numa produção do Teatro de Ópera de Cracóvia. O CD “Neukomm no Brasil” [postado AQUI] , realizado por Ricardo Kanji e Rosana Lanzelotte, recebeu o Prêmio Bravo de 2009 pela melhor gravação do ano, e recebeu a nomeação para o Grammy Latino, no mesmo ano. (http://emesp.org.br/Ricardo-Kanji#.VohqkPGTsh4)

Conjunto Musikantiga de São Paulo
John Adson (Inglaterra, c.1587 – 1640)
01. 3 Courtly masquing ayres (3 Árias dos reais bailes de máscaras)
Andrea Gabrieli (Itália, 1533 – 1585)
02. Ricercar del XII tono
Diego Ortiz (Espanha, 1510 – 1570)
03. Recercada setima
William Brade (Inglaterra, 1560 – Alemanha,1630)
04. Canzon no. 5
Pierre Phalèse, the Elder (Bélgica, 1510 – 1573)
05. Gaillarde “traditore”
06. Bransle de Champaigne 4
07. Bransle de Champaigne 5
08. Bransle de Champaigne 6
09. La parma
10. Putta nera ballo furlano
Michaël Praetorius (Alemanha, 1571 – 1621)
11-Reigentänze (Dança da chuva)
Antonio Lucio Vivaldi, (Itália, 1678 – Áustria, 1741)
12. Concerto em Lá Menor para flauta doce, 2 violinos e baixo contínuo
Georg Philipp Telemann (Alemanha, 1681-1767)
13. Trio Sonata para flauta doce, oboé e baixo contínuo, TWV 42:a6

Musikantiga (vol. 2) – 1968
Conjunto Musikantiga de São Paulo

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LP do selo Rozenblit, de 1968, digitalizado por Avicenna

Boa audição.

Contra-capa do LP.

Contra-capa do LP.

Avicenna

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Concerto de Mariana (1984): Lobo de Mesquita (Missa em Fá Maior & Ladainha in Honorem Beatae Mariae Virginis) + Haendel (Concerto nº 4 em Fá Maior) + Vivaldi (Beatus vir) + J S Bach (Concerto Duplo em Ré Menor) (Acervo PQPBach)

Postagem especial pelos 8 anos do PQPBach e dedicado a todos que nos têm prestigiado nesta viagem! (original postado em 15.11.14)

334u2hjOrquestra Brasileira de Câmara
Coro de Belo Horizonte
Maestro Michel Corboz (Suíça)

REPOSTAGEM

Helle Hinz (Dinamarca) – soprano
Brigitte Balleys (Suíça) – contralto
Marcus Tadeu (Brasil) – tenor
Jaques Bona (França) – baixo
François  Chapelet (França) – órgão
Maria Vischna (Brasil) – violino
Manfred Clement (Alemanha) – oboé

No início do século XVIII, nos primórdios da mineração do ouro, a pequena capela erguida na Vila do Ribeirão do Carmo, em Minas Gerais, deu lugar à nova igreja maior e matriz, elevada a Sé Episcopal, em 1745. A vila, por sua vez, havia sido transformada na Cidade de Mariana, em homenagem à Mariana de Austria, rainha de Portugal, esposa de D. João V.

Surgiu, pois, a Catedral de Mariana que, em novembro de 1752, por vontade do soberano D. José 1, sucessor de D. João V, recebeu seu majestoso órgão, construído por volta de 1700 na Alemanha, fruto provável do génio criativo do mestre organeiro Arp Schnitger (1648 – 1719) ou de sua escola. Semelhanças inconfundíveis com certas características técnicas e artísticas de um órgão construído por Schnitger na mesma época, instalado na cidade de Faro, em Portugal, fazem supor que o instrumento de Mariana tenha a mesma origem.

Definitivamente instalado na nova catedral em 1753, abrilhantou, pela primeira vez, a festa da Assunção da Nossa Senhora, padroeira da diocese, pelas mãos – ao que tudo leva a crer – do organista Padre Manoel da Costa Dantas.

Obra prima do barroco alemão, o órgão da Catedral de Mariana, um dos poucos ainda existentes no mundo, é de importância histórica imensa, pois sua sonoridade incomparável acompanhou, durante quase dois séculos, a evolução da música sacra no Brasil, que tem nas terras alterosas das “Gerais” seu berço e nos artistas e compositores mineiros seus cultores por excelência. Até que, desgastado pelo tempo e pelo descaso que tanto penaliza os maiores monumentos da cultura nacional, aquele instrumento precioso foi ouvido, pela última vez, em 8 de dezembro de 1937.

47 anos depois, no dia 8 de dezembro de 1984, dia glorioso da Conceição de Nossa Senhora, ergueu-se novamente a voz jubilante do órgão de Mariana, sob os acordes da Missa em Fá Maior, de José Emerico Lobo de Mesquita – um dos mestres do barroco mineiro – e do Concerto Nº 4 em Fá para Órgão e Orquestra de Haendel, executadas por um grande intérprete da França, François Chapelet.

Este memorável acontecimento teve sua origem em 1978, quando por iniciativa da Câmara de Comércio e Indústria Brasil – Alemanha, de São Paulo, um grupo de empresas alemãs estabelecidas no Brasil assumiu a responsabilidade pela completa restauração do órgão. Ainda no mesmo ano voltou para a Alemanha toda a máquina do instrumento, que dali saíra quase 300 anos antes, onde foi restaurado, em Hamburgo, pela Casa “Rudolph von Beckerath Orgelbau GmbH”, um dos mais renomados e tradicionais estabelecimentos do gênero em todo o mundo.

A organização Siemens, que além do seu engajamento econômico, sempre compreendeu sua existência no Brasil igualmente como um compromisso do estreitamento das relações culturais e artísticas entre os países, orgulha-se de ter contribuído decisivamente para a recuperação desta raridade histórica e, assim, para o fortalecimento dos laços humanísticos entre o Brasil e a Alemanha. (extraído da contra-capa do LP)

Disco # 1
José Joaquim Emerico Lobo de Mesquita (Vila do Príncipe, hoje Serro, MG, 1746- Rio de Janeiro, 1805)
01 Missa em Fá Maior – 1. Kyrie
02 Missa em Fá Maior – 2. Gloria – Gloria
03 Missa em Fá Maior – 3. Gloria – Cum Sancto Spiritu
04 Missa em Fá Maior – 4. Credo – Credo
05 Missa em Fá Maior – 5. Credo – Et incarnatus
06 Missa em Fá Maior – 6. Credo – Crucifixus
07 Missa em Fá Maior – 7. Credo – Et ressurrexit
08 Missa em Fá Maior – 8. Credo – Et expecto
09 Missa em Fá Maior – 9. Credo – Et vitam
10 Missa em Fá Maior – 10. Sanctus – Sanctus
11 Missa em Fá Maior – 11. Sanctus – Benedictus
12 Missa em Fá Maior – 12. Aguns Dei
Georg Friedrich Haendel (1685 – 1759)
13 Concerto nº 4 em Fá Maior – 1. Allegro
14 Concerto nº 4 em Fá Maior – 2. Andante
15 Concerto nº 4 em Fá Maior – 3. Adagio
16 Concerto nº 4 em Fá Maior – 4. Allegro
José Joaquim Emerico Lobo de Mesquita (Vila do Príncipe, hoje Serro, MG, 1746- Rio de Janeiro, 1805)
17 Ladainha in Honorem Beatae Mariae Virginis – 1. Ladainha
18 Ladainha in Honorem Beatae Mariae Virginis – 2. Agnus Dei

Disco # 2
Antonio Lucio Vivaldi (1678-1741)
19 Beatus vir (Salmo 111/112) 1. Beatus vir
20 Beatus vir (Salmo 111/112) 2. Potens in terra
21 Beatus vir (Salmo 111/112) 3. Beatus vir
22 Beatus vir (Salmo 111/112) 4. Gloria et divitiae
23 Beatus vir (Salmo 111/112) 5. Beatus vir
24 Beatus vir (Salmo 111/112) 6. Exortum est in tenebris
25 Beatus vir (Salmo 111/112) 7. Jucundus homo
26 Beatus vir (Salmo 111/112) 8. Beatus vir
27 Beatus vir (Salmo 111/112) 9. In memoria aeterna
28 Beatus vir (Salmo 111/112) 10. Beatus vir
29 Beatus vir (Salmo 111/112) 11. Paratum cor eius
30 Beatus vir (Salmo 111/112) 12. Peccator videbit
31 Beatus vir (Salmo 111/112) 13. Beatus vir
32 Beatus vir (Salmo 111/112) 14. Gloria Patri, et Filio
Johann Sebastian Bach (Alemanha 1685-1750)
33 Concerto Duplo em Ré Menor para violino, oboé e orquestra- 1. Allegro
34 Concerto Duplo em Ré Menor para violino, oboé e orquestra- 2. Adagio
35 Concerto Duplo em Ré Menor para violino, oboé e orquestra- 3. Allegro

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Disco # 1
2jcbrls

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Disco # 2
2jcbrls

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Um LP de 1984 do acervo do musicólogo Prof. Paulo Castagna. Não tem preço !!!
Digitalizado por Avicenna

2cxar8z

 

 

 

 

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Boa audição.

Avicenna

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The fam’d Italian Masters: Música Barroca Italiana para 2 Trompetes

Um bom CD sobre a (boa) fama dos mestres italianos do barroco. O grupo The Parley of Instruments — incluindo Alison Balsom e Crispian Steele-Perkins nos trompetes — é um especialista na área e dá um verdadeiro espetáculo na sua caminhada de Lazzari e Cazzati até Alessandro Scarlatti e Vivaldi. Apesar de ser um grupo inglês, o espírito da bota está mantido com toda sua alegria e timbres. Não vai mudar a vida de ninguém, mas é um disco agradabilíssimo para se ouvir bem alto porque os trompetes, sabe-se, costumam ser ensurdecedores. E futebol é bola na rede.

The fam’d Italian Masters: Música Barroca Italiana para 2 Trompetes

Sonata a 6 in D major[5’43] Ferdinando Lazzari (1678-1754)
1 Presto e spicco[1’58]
2 Grave[0’35]
3 Canzona[0’59]
4 Grave[0’31]
5 Presto[1’40]

6 Sonata a 4 in G minor ‘La sampiera'[3’36] Maurizio Cazzati (1620-1677)

Sonata a 5 in D major Op 3 No 10[5’29] Andrea Grossi (fl1680-1690)
7 Vivace[1’11]
8 Adagio[2’06]
9 Grave[0’59]
10 Presto[1’13]

Sonata a 5 in D major[4’08] Giuseppe Maria Jacchini (c1663-1727)
11 Grave – Allegro[1’08]
12 Grave[0’38]
13 Allegro[1’06]
14 Grave – Allegro[1’16]

15 Sonata in A minor ‘La sassatelli’ Op 5 No 10[3’06] Giovanni Vitali (1632-1692)

Sonata a 5 in C major[10’19] Alessandro Melani (1639-1703)
16 Adagio – Allegro[2’01]
17 Allegro[3’14]
18 Canzona – Grave[2’42]
19 Vivace[2’22]

20 Sonata in E minor Op 10 No 17[5’15] Giovanni Legrenzi (1626-1690)

Il barcheggio [6’01] Alessandro Stradella (1639-1682)
21 Sinfonia in D major Movement 1: [Allegro][0’56]
22 Sinfonia in D major Movement 2: Andante[2’13]
23 Sinfonia in D major Movement 3: Allegro ma non troppo[1’16]
24 Sinfonia in D major Movement 4: Allegro[1’36]

Sonata a 5 in D major G7[5’23] Giuseppe Torelli (1658-1709)
25 Grave – Allegro[1’02]
26 Adagio[1’26]
27 Allegro[1’11]
28 Grave – Allegro[1’44]

Sonata a 4 No 1 in F minor[5’46] Alessandro Scarlatti (1660-1725)
29 Grave[0’51]
30 Allegro[1’38]
31 Larghetto[2’09]
32 Allemanda[1’08]

Concerto in C major RV537[6’41] Antonio Vivaldi (1678-1741)
33 Vivace[2’52]
34 Largo[0’33]
35 Allegro[3’16]

The Parley of Instruments
Crispian Steele-Perkins: trumpet
Alison Balsom: trumpet
Judy Tarling: violin
Theresa Caudle: violin
Tassilo Erhardt: viola
Mark Caudle: cello
Peter Holman: organ

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london_consort

PQP

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Antonio Vivaldi – Lucie Horsch – Vivaldi –

FrontPor um descuido, ou até mesmo esquecimento, este CD de puro deleite artístico, ainda não foi postado. E lembro de que quando o consegui pensei comigo mesmo, isso aqui deve ser facilmente classificável como IM-PER-Dí-VEL !!! pelos conselheiros pequepianos.

E é um absurdo o que essa jovem holandesa Lucie Horsch toca (a mocinha tem dezessete anos). Poucos cds me comoveram tanto quanto este nos últimos tempos. É um Vivaldi sem vícios, eu diria, a juventude e a pureza do som da flauta da jovem Lucie comove, lembra minha infância, quando me colocaram para aprender a tocar esta mesma flauta doce com uma freira em uma escola de freiras em que estudei. Aprendi o beabá, tipo como respirar, assoprar (tu-tu-tu-tu-tu), e os primórdios da leitura de uma partitura. Mas é difícil para uma criança de dez anos de idade se interessar por algo assim, principalmente ter disciplina para aprender um instrumento. E essa mocinha começou a tocar com cinco anos de idade, e aos nove já comovia seu país e tocava com algumas das principais orquestras holandesas. É o que podemos chamar de talento precoce.
Mas chega de falar. Vão ouvir a Lucie tocando Vivaldi como gente grande, que ela já é, pelo menos artisticamente falando.

Antonio Vivaldi – Lucie Horsch – Vivaldi –

01-Flautino Concerto In C, RV 443 – Arr. in G Major for Recorder_ 1. Allegro
02-Flautino Concerto In C, RV 443 – Arr. in G Major for Recorder_ 2. Largo
03-Flautino Concerto in C Major, RV 443 – Arr. in G Major for Recorder_ 3. Allegro molto
04-Concerto in C Minor for Recorder & Strings, RV 441_ 1. Allegro non molto
05-Concerto in C Minor for Recorder & Strings, RV 441_ 2. Largo
06-Concerto in C Minor for Recorder & Strings, RV 441_ 3. Allegro
07-Nisi Dominus (Psalm 126), RV 608 – Arr. Recorder & Strings_ _Cum dederit_
08-Concerto for Flute and Strings in G minor, Op.10, No.2, RV 439  _ La notte_ – Arr. for Recorder, Strings and Continuo_ 1. Largo
09-Concerto for Flute and Strings in G minor, Op.10, No.2, RV 439  _ La notte_ – Arr. for Recorder, Strings and Continuo_ 2. Fantasmi_ Presto – Largo – Presto
10-Concerto for Flute and Strings in G minor, Op.10, No.2, RV 439  _ La notte_ – Arr. for Recorder, Strings and Continuo_ 3. Largo – Il sonno
11-Concerto for Flute and Strings in G minor, Op.10, No.2, RV 439  _ La notte_ – Arr. for Recorder, Strings and Continuo_ 4. Allegro
12-Concerto for 2 Mandolins, Strings and Continuo in G, RV 532 – Arr. for Recorder & Cello_ 2. Andante
13-Concerto for Flute and Strings in F, Op.10, No.1, RV 433  _La tempesta di mare_ – Arr. for Recorder, Strings and Continuo_ 1. Allegro
14-Concerto for Flute and Strings in F, Op.10, No.1, RV 433  _La tempesta di mare_ – Arr. for Recorder, Strings and Continuo_ 2. Largo
15-Concerto for Flute and Strings in F, Op.10, No.1, RV 433  _La tempesta di mare_ – Arr. for Recorder, Strings and Continuo_ 3. Presto
16-Il Giustino, RV 717 – Arr. for Recorder – Act 2_ _Vedro con mio diletto_
17-Concerto For Violin And Strings In E, Op.8, No.1, RV 269 _La Primavera_ – Arr. for Recorder_ 1. Allegro

Lucie Hosrch – Recorder
Amsterdam Vivaldi Players

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Lucie-Horsch

Lucie Horsch – Juventude e talento precoce em uma das melhores flautistas doces da atualidade.

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Antonio Vivaldi (1678-1741): Concertos para Violoncelo

Bom CD, nada de excepcional. Culpa mais de Vivaldi do que de Wispelwey e turma. Tento explicar: o repertório de Concertos para Violoncelo do Padre Rosso não é lá essas coisas. Tal opinião não inclui as notáveis 6 Sonatas para Violoncelo, claro. Já o Florilegium — chefiado pela grande Rachel Podger — e o violoncelista são sensacionais. Então, fica aquela coisa dos executantes tentarem melhorar desesperadamente uma música apenas razoável. Virou um disco de gatinhos, concertos completos entremeados de melhores lances. Porém, quem gosta demais do barroco ouvirá este CD com deleite. Recomendo com reservas.

Antonio Vivaldi (1678-1741): Concertos para Violoncelo

01 Larghetto in d minor, from F Major violin concerto RV 295

02 Concerto in a minor, Allegro, from RV 421
03 Concerto in a minor, Siciliano, from RV 415 (orig. G Major)
04 Concerto in a minor, Allegro, from RV 421

05 Largo in F Major, from violin concerto RV 190 (orig. C Major)

06 Concerto in F Major, Allegro, from RV 410
07 Concerto in F Major, Largo, from RV 407 (orig g minor)
08 Concerto in F Major, Allegro molto, from RV 411

09 Adagio in C Major, from concerto for strings RV 109

10 Allegro Vivace in D Major, from RV 404 (3rd movement)

11 Largo in D Major, from violin concerto RV 226

12 Concerto in b minor RV 424; I. Allegro non molto
13 Concerto in b minor RV 424; II. Largo
14 Concerto in b minor RV 424; III. Allegro

15 Largo in C Major, from violin concerto RV 383 (orig. B flat Major)

16 Concerto for Cello in G major, RV 413; I. Allegro
17 Concerto for Cello in G major, RV 413; II. Largo
18 Concerto for Cello in G major, RV 413; III. Allegro

19 Largo in G Major, from violin concerto RV 341 (orig, A Major) (violoncello picollo)

20 Concerto in a minor RV 422 (single strings); I. Allegro non troppo
21 Concerto in a minor RV 422 (single strings); II. Largo
22 Concerto in a minor RV 422 (single strings); III. Allegro

23 Alla Breve in G Major, from violoncello concerto RV 415 ( 3rd Movement) (violoncello picollo)

Pieter Wispelwey, violoncello
Florilegium

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Pieter Wispelwey dando uma jam em sua biblioteca

Pieter Wispelwey dando uma jam em sua biblioteca

PQP

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Vivaldi – Double Concertos .:. The Academy of Ancient Music – Christopher Hogwood – 1978

30rkyol From the antiphonal glory of RV 537 to the touching eloquence of RV 531, the playing is a model of period style.

Com instrumentos de época. On period instruments.

Repostagem com novos e atualizados links.

The programme, sandwiching two string orchestral concertos between four varied concertos, is of the absorbing kind made possible only by Vivaldi’s fecundity. All the works are in alternative recordings, though not so coupled, but the Academy’s versions, making out the strongest possible case for using period instruments and practices, remain unequalled. The name of this recording’s game is variety, sonorities and bespoke writing for the solo instruments. From the antiphonal glory of RV537 (Venetian shades of Gabrieli) to the touching eloquence of the Largo of RV531 (which I have often used to illustrate Affekt and embellishment to students), the playing is a model of period style.

Though rather bass-heavy in RV151, the balance is excellent. Very strongly recommended.

— Gramophone [5/1986]

Palhinha: ouça Concerto in C major for 2 trumpets, RV537

Antonio Vivaldi (1678-1741)
01. Concerto in C major for 2 trumpets, RV537 – I. Allegro
02. Concerto in C major for 2 trumpets, RV537 – II. Largo
03. Concerto in C major for 2 trumpets, RV537 – III. Allegro
04. Concerto in D major ‘Madrigalesco’ RV129 – I. Adagio
05. Concerto in D major ‘Madrigalesco’ RV129 – II. Allegro
06. Concerto in D major ‘Madrigalesco’ RV129 – III. Adagio
07. Concerto in D major ‘Madrigalesco’ RV129 – IV. Adagio
08. Concerto in G minor for 2 cellos, RV531 – I. Allegro
09. Concerto in G minor for 2 cellos, RV531 – II Largo
10. Concerto in G minor for 2 cellos, RV531 – III Allegro
11. Concerto in C major for 2 flutes, RV533 – I. Allegro molto
12. Concerto in C major for 2 flutes, RV533 – II. Largo
13. Concerto in C major for 2 flutes, RV533 – III. Allegro
14. Concerto in G major ‘Alla Rustica’ RV151 – I. Presto
15. Concerto in G major ‘Alla Rustica’ RV151 – II. Adagio
16. Concerto in G major ‘Alla Rustica’ RV151 – III. Allegro
17. Concerto in D major for 2 violins and 2 cellos, RV564 – I. Allegro – II. Largo – III. Allegro

Vivaldi – Double Concertos – 1978
The Academy of Ancient Music
Maestro Christopher Hogwood
Label: The Happy Few

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Boa audição.

Avicenna

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Vivaldi: 12 Concertos op.9 “La Cetra” – I Musici PHILIPS 1965

Hoje, 4 de março, é (tradicionalmente) o dia de nascimento de Vivaldi. Eu não ponho minha mão no fogo sobre a precisão dos registros de 1678, mas parece certo que foi este dia mesmo.

Bem, ele é um dos meus compositores favoritos, por duas razões: primeiro, ele trabalha com uma paleta de tons extremamente simples e consegue arrancar delas as possibilidades mais incríveis, e, segundo, é uma máquina de invenção temática. Eu me lembro de quando garoto, cada vez que ouvia um novo concerto de Vivaldi (e normalmente eles vinham em vários de uma vez), ficava prestando atenção em como cada um conseguia ser diferente através do material temático, como seria a “personalidade” de cada concerto quanto ao seu tema. Por isso nunca fui a favor daquela tese que ele escreveu o mesmo concerto 400 vezes. Albinoni talvez, mas Vivaldi não. Cada um concerto, por mais que tenham estruturas e desenvolvimentos extremamente simples e similares, tinham temas, os mais diversos. Cada concerto era uma nova aventura.

Vivaldi teve seu momento de redescoberta no século XX e o infeliz estigma de ter escrito As Quatro Estações. Como esta é preferida do público (diria que só a Primavera, na verdade, porque os outros são concertos bem mais avançadinhos e só são ouvidos porque estão no pacote), as suas demais obras acabam por ficar relegadas a ouvintes eventuais.

Bem, então apresento uma série pouco conhecida, e que eu gosto muito, o seu Opus 9, chamado La Cetra. O título que faz referência a um instrumento antigo parecido com a Lira, muito provavelmente por conta da grande quantidade de arpejos que a série contém. Mas é uma das séries de concerto mais convincentes de Vivaldi. Ouvi-as pela primeira vez meio sem atenção, através de um disco emprestado de uma amiga. Me arrebatou completamente. Na época, acabei gravando em Fita K7 (sim, sou meio velho, era o que tinha), e ouvi exaustivamente, mas nunca consegui achar o CD aqui no Brasil. Quando achei era na caixa com sua obra completa, a um preço proibitivo que me fez esperar para comprar quando ficasse fora de moda e mais barato. Isso demorou muito para acontecer, e mantive um tape-deck no meu equipamento de som só para poder ouvir essa obra, que eu não tinha outra gravação. Em 2014, achei na Amazon, comprei e nunca chegou. Procurei com todos os colegas que tinham sites similares ao PQP e nada… Achei uma versão com Marriner e a Academy of St.Martin, mas não fui muito com a cara, e eu queria mesmo essa do I Musici, porque a primeira impressão é a que fica. Só agora, em 2016, consegui achar, no site Presto Classical, que vende por download o arquivo original em FLAC. O preço era módico e finalmente consegui a gravação, 20 anos depois.

Deu tanto trabalho que este post é também um desabafo sobre as dificuldades de ouvir música boa e, portanto, a extrema necessidade de compartilhar.

O Concerto 1 em Dó maior é uma pérola, uma delícia de concerto. Os demais são bacanas, mas a partir do 7, em Si bemol, a coisa fica séria. É um dos meus Top 5 de Vivaldi, e toda a sequencia posterior: o 8 em ré menor, sombrio e profundo, de arcaica beleza, o 9 em si bemol, de alegria abundante, e o 10 em Sol maior, de uma pureza tocante, quase infantil, e os sóbrios últimos concertos 11 e 12 , são absolutamente maravilhosos. E o I Musici em sua melhor forma, liderados pelo Obi-wan Kenobi do violino barroco, Félix Ayo. Não tem coisa melhor. Puro deleite.

Antonio Vivaldi (1678-1741)
La Cetra, op.9
CD 1
Violin Concerto No. 1 in C Major, RV 181a
Violin Concerto No. 2 in A Major, RV 345
Violin Concerto No. 3 in G Minor, RV 334
Violin Concerto No. 4 in E Major, RV 263a
Violin Concerto No. 5 in A Minor, RV 358
Violin Concerto No. 6 in A Major, RV 348
CD 2
Violin Concerto No. 7 in B-Flat Major, RV 359
Violin Concerto No. 8 in D Minor, RV 238
Violin Concerto No. 9 (for 2 Violins) in B-Flat Major, RV 530
Violin Concerto No. 10 in G Major, RV 300
Violin Concerto No. 11 in C Minor, RV 198a
Violin Concerto No. 12 in B Minor, RV 391

I Musici
Félix Ayo, violino I
Anna Maria Cotogni, violino II (no.9)
Enzo Altobelli, Cello
Maria Teresa Garatti, organ
PHILIPS, 1965

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Arquivo FLAC (sem perda de qualdiade), 699Mb

Chucruten

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Dixit Dominus por Vivaldi, Mozart e Handel – La Capella Reial de Catalunya, Le Concert des Nations, Jordi Savall

frontDixit Dominus

Dixit Dominus – Salmo 110
Vivaldi, Mozart e Handel

La Capella Reial de Catalunya
Le Concert des Nations

Jordi Savall

Este é um dos Salmos mais populares, pois desde a Idade Média é sempre colocado no início do ofício de domingo das Vésperas – a parte do ofício divino que é a oração da noite. Isso explicaria o número muito elevado de compositores que escreveram a música para este salmo, especialmente desde o Renascimento: muitos templos pedindo música escrita especificamente para ser realizada durante as funções religiosas das referidas celebrações, seja instruindo o mestre de capela em questão a executar esta música, ou por um pedido mais consistente a um músico de prestígio, ou mesmo em cópias feitas de versões já existentes.

De qualquer forma, o importante era ter música polifônica ou um concerto, de acordo com os gostos e costumes de cada momento, para esta parte da liturgia. Além dos compositores encontrados nesta gravação, Francisco Guerrero, Tomás Luis de Victoria, Giovanni Gastoldi, Felice Anerio, Claudio Monteverdi, Alessandro Grandi, Orazio Benevoli, Dietrich Buxtehude, Marc-Antoine Charpentier, Alessandro Scarlatti, Nicola Porpora, Johann Adolph Hasse e Giovanni Battista Pergolesi estão na lista de compositores de renome que compuseram uma música para o Dixit Dominus, além de outros mais modernos, como Andreas Romberg.

Antonio Lucio Vivaldi (Veneza, 1678-Viena, 1741)
01. ‘Dixit Dominus’ RV 595 – 1. Chorus: Dixit Dominus
02. ‘Dixit Dominus’ RV 595 – 2. Chorus: Donec ponam
03. ‘Dixit Dominus’ RV 595 – 3. Aria: Virgam virtutis
04. ‘Dixit Dominus’ RV 595 – 4. Duet: Tecum principium
05. ‘Dixit Dominus’ RV 595 – 5. Chorus: Juravit Dominus
06. ‘Dixit Dominus’ RV 595 – 6. Aria: Dominus a dextris tuis
07. ‘Dixit Dominus’ RV 595 – 7. Chorus: Judicabit in nationibus
08. ‘Dixit Dominus’ RV 595 – 8. Aria: De torrente in via bibet
09. ‘Dixit Dominus’ RV 595 – 9. Trio: Gloria Patri
10. ‘Dixit Dominus’ RV 595 – 10. Chorus: Sicut erat in principio
11. ‘Dixit Dominus’ RV 595 – 11. Chorus: Et in saecula saeculorum

Wolfgang Amadeus Mozart (Austria, 1756-1791)
12. ‘Dixit Dominus’ KV 193 – 1. Allegro: Dixit Dominus
13. ‘Dixit Dominus’ KV 193 – 2. Andante: Gloria Patri
14. ‘Dixit Dominus’ KV 193 – 3. Allegro: Et in saecula saeculorum
15. ‘Magnificat’ KV 193 – 1. Allegro: Magnificat
16. ‘Magnificat’ KV 193 – 2. Allegro: Gloria Patri

Georg Friedrich Händel (Alemanha, 1685-Inglaterra, 1759)
17. ‘Dixit Dominus’ HWV 232 – 1. Soli & Chorus: Dixit Dominus
18. ‘Dixit Dominus’ HWV 232 – 2. Chorus: Donec ponam
19. ‘Dixit Dominus’ HWV 232 – 3. Aria: Virgam virtutis
20. ‘Dixit Dominus’ HWV 232 – 4. Aria: Tecum principium
21. ‘Dixit Dominus’ HWV 232 – 5. Chorus: Juravit Dominus
22. ‘Dixit Dominus’ HWV 232 – 6. Chorus: Tu es sacerdos
23. ‘Dixit Dominus’ HWV 232 – 7. Chorus: Dominus a dextris tuis
24. ‘Dixit Dominus’ HWV 232 – 8. Chorus: Judicabit in nationibus
25. ‘Dixit Dominus’ HWV 232 – 9. Chorus: Conquassabit capita
26. ‘Dixit Dominus’ HWV 232 – 10. Soli & Chorus: De torrente in via bibet
27. ‘Dixit Dominus’ HWV 232 – 11. Chorus: Gloria Patri

Dixit Dominus. Vivaldi, Mozart, Handel – Savall – 2016
Marta Mathéu i Hanna Bayodi-Hirt (sopranos)
Manfredo Kraemer (concertino)
Anthony Roth Costanzo (contratenor)
Makoto Sakurada (tenor)
Furio Zanasi (baix)

La Capella Reial de Catalunya
Le Concert des Nations

Direction : Jordi Savall

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MP3 | 320 KBPS | 106,5 MB | 1 h 09 min

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Boa audição!

savall

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Avicenna

 

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Giacomo Facco (1676–1753): Pensieri Adriarmonici / Antonio Vivaldi (1678-1741): Concerto RV 157

Giacomo Facco foi um violinista, maestro e compositor barroco italiano. Mesmo sendo um dos mais famosos compositores italianos de sua época, foi completamente esquecido até 1962, quando seu trabalho foi redescoberto. O ciclo de concertos Pensieri Adriarmonici — para violino, cordas e órgão — são suas obras mais importantes. Facco também compôs cantatas e outras obras sacras. O curioso é que ele mesmo escrevia os textos. Era respeitado também como poeta. Facco é bom, mas lembra Vivaldi e isto é péssimo para o primeiro. Sem a inspiração de Totonho, Giacomo tem a leveza, o estilo e o som do mestre veneziano. Só que é muito inferior. A L’arte dell’arco e Federico Guglielmo dão mais uma demonstração de sua altíssima qualidade. O disco finaliza com Vivaldi, o que é uma tremenda sacanagem com Facco.

Giacomo Facco (1676–1753): Pensieri adriarmonici / Antonio Vivaldi (1678-1741): Concerto RV 157

1 Concerto in E Minor, Op. 1, No. 1: I. Allegro 3:38
2 Concerto in E Minor, Op. 1, No. 1: II. Adagio 3:20
3 Concerto in E Minor, Op. 1, No. 1: III. Allegro 2:43

4 Concerto in B flat major, Op. 1/2: Allegro assai (I) 3:31
5 Concerto in B flat major, Op. 1/2: Grave staccato (II) 2:39
6 Concerto in B flat major, Op. 1/2: Allegro assai (III) 1:55

7 Concerto in E major, Op. 1/3: Allegro assai (I) 2:05
8 Concerto in E major, Op. 1/3: Adagio (II) 1:49
9 Concerto in E major, Op. 1/3: Allegro assai (III) 2:05

10 Concerto in C minor, Op. 1/4: Allegro (I) 4:46
11 Concerto in C minor, Op. 1/4: Grave (II) 4:27
12 Concerto in C minor, Op. 1/4: Allegro (III) 3:15

13 Concerto in A major, Op. 1/5: Allegro (I) 2:57
14 Concerto in A major, Op. 1/5: Grave (II) 4:03
15 Concerto in A major, Op. 1/5: Allegro (III) 2:21

16 Concerto in F major, Op. 1/6: Allegro (I) 4:23
17 Concerto in F major, Op. 1/6: Adagio cantabile (II) 3:44
18 Concerto in F major, Op. 1/6: Allegro (III) 2:58

19 Concerto in G minor, RV 157: Allegro (I) 2:02
20 Concerto in G minor, RV 157: Largo (II) 1:27
21 Concerto in G minor, RV 157: Allegro (III) 1:56

L’arte dell’arco
Federico Guglielmo

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My name is Facco, Giacomo Facco.

My name is Facco, Giacomo Facco.

PQP

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Antonio Vivaldi (1678-1741): Concertos para Dois Violinos

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Uma parceria entre Amandine Beyer e Giuliano Carmignola não tem como dar errado, apesar das diferenças. São dois grandes solistas. O Bach de Beyer é esplêndido e é dela a gravação das Sonatas e Partitas para Violino Solo que mais gosto de ouvir. O Bach de Carmignola é esquisito, é quase Vivaldi, não gosto muito. Mas já o ouviram tocando Vivaldi? É sensacional. Aqui, eles se unem para interpretar alguns Concertos para Dois Violinos do Prete Rosso, acompanhados por Gli Incogniti, conjunto de música barroca dirigido por Beyer. O resultado é soberbo, maravilhoso. As meninas do Ospedale della Pietà ficariam boquiabertas se ouvissem. E você, seu tarado, se pensa que aquelas jovens abandonadas formavam um harém, leiam o que escreveu Jean-Jacques Rousseau em uma passagem por Veneza:

As Vésperas (…) são tocadas por trás de uma galeria gradeada, somente por meninas, das quais a mais velha não terá mais de vinte anos. Não posso conceber nada mais voluptuoso, nada mais emocionante que esta música. O que me afligia era estas meninas exiladas, de quem apenas sua música se permitia atravessar as grades que ocultavam os anjos adoráveis que julgava serem. Calei-me. Um dia comentei o fato em casa de Messer le Bond. ‘Se estais tão curioso’, disse-me ele, ‘para ver estas mocinhas, posso facilmente satisfazer-vos a vontade. Sou um dos administradores da casa, e vos convido a lanchar com elas’. Quando me dirigia com ele à sala que abrigava aquelas desejadas beldades, senti tamanha agitação de amor como jamais experimentara. Messer le Bond foi me apresentando uma após outra daquelas afamadas cantoras, cujas vozes e nomes me eram já todos conhecidos. ‘Vem, Sophie’… ela era horrenda. ‘Vem, Cattina’ …. era cega de um olho. ‘Vem, Bettina’… a varíola a havia desfigurado. Mal haveria uma ou outra sem qualquer defeito considerável. Duas ou três eram toleráveis; só o que faziam era cantar no coro. Fiquei desolado. Durante o encontro, quando brincamos, elas se alegraram. A feiúra não exclui o charme, e encontrei charme em algumas delas. Finalmente minha maneira de as considerar mudou tanto que quase me enamorei daquelas meninas disformes.”

É, a vida real é complicada… Mas o pessoal do Gli Incogniti é bem bonitinho!

Beyer e Gli Incogniti

Beyer e Gli Incogniti

Antonio Vivaldi (1678-1741): Concertos para Dois Violinos

Concerto per due Violini in Do Maggiore, RV 507
1 Allegro 5:16
2 Largo 3:01
3 Allegro 4:18

Concerto per due Violini in Sib Maggiore, RV 529
4 Allegro 3:57
5 Adagio 3:33
6 Allegro 3:20

Concerto per due Violini in Do Minore, RV 510
7 Allegro 3:05
8 Largo 1:45
9 Allegro 2:22

Concerto per due Violini in Do Maggiore, RV 505
10 Allegro 3:45
11 Andante 2:38
12 Allegro non molto e cantabile 3:44

Concerto a 4 in Re Minore, RV 127
13 Allegro 1:30
14 Largo 2:03
15 Allegro 1:34

Concerto per due Violini in Sib Maggiore, RV 527
16 Allegro 3:51
17 Largo 2:41
18 Allegro molto 2:46

Concerto per due Violini in Re Maggiore, RV 513
19 Allegro molto 5:38
20 Andante 3:43
21 Allegro 5:27

Amandine Beyer & Giuliano Carmignola
Gli Incogniti

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Let`s dance with Beyer and Carmignola!

Let`s dance with Beyer and Carmignola!

PQP

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Antonio Vivaldi (1678-1741): 6 Concerti per Violino

ughi

Excelente gravação de Concertos para Violino de Vivaldi. Aqui, Vivaldi comprova o que todos sabem: o fato de que era capz de compor música boa e feliz. A alegre aparência dos seus trabalhos estão entre as razões da vasta popularidade da sua música. Esta popularidade rapidamente o tornou famoso em países como a França, na época muito fechada em seus valores nacionais, e na Alemanha. Johann Sebastian Bach foi influenciado por Vivaldi, tendo transcrito alguns de seus concertos para o cravo e para o órgão, bem como alguns para orquestra, incluindo o famoso Concerto para Quatro Violinos e Violoncelo, Cordas e Baixo Contínuo (RV580). Contudo, nem todos os músicos demonstraram o mesmo entusiasmo: Igor Stravinsky afirmou em tom provocativo que Vivaldi não teria escrito centenas de concertos — escreveu 477 deles — mas um único, repetido centenas de vezes. Não sou um admirador hiper entusiasmado de Vivaldi, mas discordo do Igor.

Antonio Vivaldi (1678-1741): 6 Concerti per violino

Concerto in re maggiore per violino, archi e continuo op. 8
“Il cimento dell’armonia e dell’inventione”
n.11 – FI n.30 – RV 210
1. Allegro (5:18)
2. Largo (3:01)
3. Allegro (4:53)

Concerto in mi minore per violino, archi e continuo
“Il favorito” – FI n. 208 – RV 277
4. Allegro (4:45)
5. Andante (4:21)
6. Allegro (4:48)

Concerto in mi maggiore per violino, archi e continuo
“L’amoroso” – FI n. 127 – RV 271
7. Allegro (4:11)
8. Cantabile (2:16)
9. Allegro (3:44)

Concerto in la minore per 2 violini, archi e continuo op.3
“L’estro armonico” – n.8 – FI n. 177 – RV 522
10. Allegro (3:53)
11. Larghetto e spiritoso (4:13)
12. Allegro (3:36)

Concerto in do maggiore per violino, archi in 2 cori e continuo
“Per la Ss. Assontione di Maria Vergine” – FI n.13 – RV 581
13. Adagio e staccato – Allegro (5:24)
14. Largo (3:02)
15. Allegro (4:26)

Concerto in fa miaggiore per violino, archi e continuo
“Per la solennità di S.Lorenzo – FI n.20 – RV 286
16. Largo molto e spiccato (5:57)
17. Allegro (3:05)
18. Allegro non molto (5:09)

Uto Ughi, violino
I Virtuosi di Santa Cecilia

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Um Vivaldi com o sotaque da bota

Um Vivaldi com o sotaque da bota

PQP

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Antonio Vivaldi (1678-1741): Armida al campo d’Egitto (Tesori del Piemonte, Vol. 44)

Armida al campo d’Egitto (RV 699) é uma ópera em três atos do compositor veneziano Antonio Vivaldi (1678-1741) com libreto de Giovanni Palazzi. A obra estreou no carnaval de 1718 no Teatro San Moisè em Veneza. No mesmo local, ela foi reencenada em abril do mesmo ano e novamente em fevereiro de 1719 com Anna Girò (Anna Giraud) no papel título. Essa contralto de origem francesa manteve um relacionamento próximo com Vivaldi. (Entendo…) Ela e a irmã, Paolina, moraram durante muitos anos na mesma casa que o compositor. Apesar das suspeitas, ele sempre afirmou que ambas não passavam de suas amigas e o ajudavam nos afazeres domésticos. Em 1720 deu-se outra montagem em Vicenza com o título Gli inganni per vendetta (RV 720/699c). Por fim, a obra foi reencenada no Teatro Sant’Angelo em 1738 com diversas modificações na partitura e a inclusão de árias de Leonardo Leo (1694-1744). O libreto foi dedicado a Augusto Brandofer. A abertura de Armida foi reutilizada por Vivaldi para a ópera Ercole sul Termodonte (RV 710), apresentada em Roma em 1723.

A Armida de Antonio Vivaldi faz parte de uma série de mais de cinquenta óperas cujo argumento deriva da história de Rinaldo e Armida, personagens do poema épico de Torquato Tasso (1544-1595), Gerusalemme Liberata, de 1580. Dentre os autores que musicaram os versos de Tasso utilizando diferentes libretistas destacam-se Jean-Baptiste Lully, Georg Friedrich Händel, Christoph Willibald Glück e Joseph Haydn.

A trama se desenrola em Gaza e coloca em cena a doce Erminia e a feiticeira Armida, a qual fascinou diversos compositores e libretistas pelo seu poder de sedução sobre todos os homens, exceto sobre aquele que ela realmente ama. Mas, como regra, as óperas similares centram foco no amor de Armida pelo cruzado Rinaldo (ou Renaud). O libreto de Pallazzi, utilizado na obra de Vivaldi, ao contrário, narra a história da heroína vingativa, Armida, em busca de apoio junto ao rei do Egito, cujas tropas, estacionadas em Gaza, preparam-se para atacar a retaguarda do exército cristão que está cercando Jerusalém. Esse enredo foi inspirado no Canto XVII do poema de Tasso.

A obra sobreviveu incompleta e o segundo ato, perdido, foi reconstruído por Rinaldo Alessandrini e Delame Frederick para uma montagem moderna, realizada em Viena em 2009. Essa também é a fonte da gravação feita pela Naïve no âmbito da coleção Vivaldi Edition.

Antonio Vivaldi (1678-1741): Armida al campo d’Egitto (Tesori del Piemonte, Vol. 44)

Disc: 1
1. Armida al camp d’Egitto, opera in 3 acts (act 2 lost), RV 699 A/D: Sinfonia. Allegro
2. Armida al camp d’Egitto, opera in 3 acts (act 2 lost), RV 699 A/D: Sinfonia. (Andante)
3. Armida al camp d’Egitto, opera in 3 acts (act 2 lost), RV 699 A/D: Sinfonia. Allegro molto
4. Armida al camp d’Egitto, opera in 3 acts (act 2 lost), RV 699 A/D: Act 1. Scene 1. Recitativo
5. Armida al camp d’Egitto, opera in 3 acts (act 2 lost), RV 699 A/D: Act 1. Scene 1. Coro. Viva del Mondo il Lume
6. Armida al camp d’Egitto, opera in 3 acts (act 2 lost), RV 699 A/D: Act 1. Scene 2. Recitativo
7. Armida al camp d’Egitto, opera in 3 acts (act 2 lost), RV 699 A/D: Act 1. Scene 2. Duo. Questo ferro, e questo core
8. Armida al camp d’Egitto, opera in 3 acts (act 2 lost), RV 699 A/D: Act 1. Scene 3. Recitativo
9. Armida al camp d’Egitto, opera in 3 acts (act 2 lost), RV 699 A/D: Act 1. Scene 3. Aria. A detti amabili
10. Armida al camp d’Egitto, opera in 3 acts (act 2 lost), RV 699 A/D: Act 1. Scene 4. Recitativo
11. Armida al camp d’Egitto, opera in 3 acts (act 2 lost), RV 699 A/D: Act 1. Scene 4. Aria. Ardo sì per il mio bene
12. Armida al camp d’Egitto, opera in 3 acts (act 2 lost), RV 699 A/D: Act 1. Scene 5. Recitativo
13. Armida al camp d’Egitto, opera in 3 acts (act 2 lost), RV 699 A/D: Act 1. Scene 5. Aria. Il mio fedele amor
14. Armida al camp d’Egitto, opera in 3 acts (act 2 lost), RV 699 A/D: Act 1. Scene 6. Recitativo
15. Armida al camp d’Egitto, opera in 3 acts (act 2 lost), RV 699 A/D: Act 1. Scene 7. Recitativo
16. Armida al camp d’Egitto, opera in 3 acts (act 2 lost), RV 699 A/D: Act 1. Scene 7. Aria. Pensa che quel bel seno
17. Armida al camp d’Egitto, opera in 3 acts (act 2 lost), RV 699 A/D: Act 1. Scene 8. Recitativo
18. Armida al camp d’Egitto, opera in 3 acts (act 2 lost), RV 699 A/D: Act 1. Scene 8. Aria. Nasce da tuoi diletti
19. Armida al camp d’Egitto, opera in 3 acts (act 2 lost), RV 699 A/D: Act 1. Scene 9. Recitativo
20. Armida al camp d’Egitto, opera in 3 acts (act 2 lost), RV 699 A/D: Act 1. Scene 9. Aria. D’un bel volto arde alle face
21. Armida al camp d’Egitto, opera in 3 acts (act 2 lost), RV 699 A/D: Act 1. Scene 10. Recitativo
22. Armida al camp d’Egitto, opera in 3 acts (act 2 lost), RV 699 A/D: Act 1. Scene 10. Aria. So, che combatte ancor
23. Armida al camp d’Egitto, opera in 3 acts (act 2 lost), RV 699 A/D: Act 1. Scene 11. Recitativo
24. Armida al camp d’Egitto, opera in 3 acts (act 2 lost), RV 699 A/D: Act 1. Scene 11. Aria. Sento brillarmi in sen
25. Armida al camp d’Egitto, opera in 3 acts (act 2 lost), RV 699 A/D: Act 1. Scene 12. Recitativo
26. Armida al camp d’Egitto, opera in 3 acts (act 2 lost), RV 699 A/D: Act 1. Scene 12. Aria. Cerca pur con men rossore
27. Armida al camp d’Egitto, opera in 3 acts (act 2 lost), RV 699 A/D: Act 1. Scene 13. Recitativo
28. Armida al camp d’Egitto, opera in 3 acts (act 2 lost), RV 699 A/D: Act 1. Scene 13. Aria. Armata di furore

Disc: 2
1. Armida al camp d’Egitto, opera in 3 acts (act 2 lost), RV 699 A/D: Act 2. Scene 1. Recitativo
2. Armida al camp d’Egitto, opera in 3 acts (act 2 lost), RV 699 A/D: Act 2. Scene 1. Coro. Di dolci nettare
3. Armida al camp d’Egitto, opera in 3 acts (act 2 lost), RV 699 A/D: Act 2. Scene 1. Recitativo
4. Armida al camp d’Egitto, opera in 3 acts (act 2 lost), RV 699 A/D: Act 2. Scene 1. Coro. Dall’alta sede
5. Armida al camp d’Egitto, opera in 3 acts (act 2 lost), RV 699 A/D: Act 2. Scene 1. Recitativo
6. Armida al camp d’Egitto, opera in 3 acts (act 2 lost), RV 699 A/D: Act 2. Scene 1. Coro. Ite felici
7. Armida al camp d’Egitto, opera in 3 acts (act 2 lost), RV 699 A/D: Act 2. Scene 1. Recitativo
8. Armida al camp d’Egitto, opera in 3 acts (act 2 lost), RV 699 A/D: Act 2. Scene 1. Coro. Al solo folgore
9. Armida al camp d’Egitto, opera in 3 acts (act 2 lost), RV 699 A/D: Act 2. Scene 2. Recitativo
10. Armida al camp d’Egitto, opera in 3 acts (act 2 lost), RV 699 A/D: Act 2. Scene 2. Aria. Lascia di sospirar
11. Armida al camp d’Egitto, opera in 3 acts (act 2 lost), RV 699 A/D: Act 2. Scene 4. Recitativo
12. Armida al camp d’Egitto, opera in 3 acts (act 2 lost), RV 699 A/D: Act 2. Scene 4. Duetto. Farfalletta alla sua face
13. Armida al camp d’Egitto, opera in 3 acts (act 2 lost), RV 699 A/D: Act 2. Scene 4. Recitativo
14. Armida al camp d’Egitto, opera in 3 acts (act 2 lost), RV 699 A/D: Act 2. Scene 5. Recitativo
15. Armida al camp d’Egitto, opera in 3 acts (act 2 lost), RV 699 A/D: Act 2. Scene 5. Aria. Tra l’oscuro di nembi e procelle
16. Armida al camp d’Egitto, opera in 3 acts (act 2 lost), RV 699 A/D: Act 2. Scene 6. Recitativo
17. Armida al camp d’Egitto, opera in 3 acts (act 2 lost), RV 699 A/D: Act 2. Scene 6. Aria. Lasciar d’amar non so
18. Armida al camp d’Egitto, opera in 3 acts (act 2 lost), RV 699 A/D: Act 2. Scene 7. Recitativo accompagnato
19. Armida al camp d’Egitto, opera in 3 acts (act 2 lost), RV 699 A/D: Act 2. Scene 7. Aria. Augelletti garruletti
20. Armida al camp d’Egitto, opera in 3 acts (act 2 lost), RV 699 A/D: Act 2. Scene 8. Aria. Segui pur, chi t’innamora
21. Armida al camp d’Egitto, opera in 3 acts (act 2 lost), RV 699 A/D: Act 2. Scene 9. Recitativo
22. Armida al camp d’Egitto, opera in 3 acts (act 2 lost), RV 699 A/D: Act 2. Scene 9. Aria. Quando in seno alla tua bella
23. Armida al camp d’Egitto, opera in 3 acts (act 2 lost), RV 699 A/D: Act 2. Scene 10. Recitativo
24. Armida al camp d’Egitto, opera in 3 acts (act 2 lost), RV 699 A/D: Act 2. Scene 10. Aria. Languire costante
25. Armida al camp d’Egitto, opera in 3 acts (act 2 lost), RV 699 A/D: Act 2. Scene 11. Recitativo
26. Armida al camp d’Egitto, opera in 3 acts (act 2 lost), RV 699 A/D: Act 2. Scene 11. Aria. Tal’or il gelsomin piange nel prato
27. Armida al camp d’Egitto, opera in 3 acts (act 2 lost), RV 699 A/D: Act 2. Scene 12. Recitativo
28. Armida al camp d’Egitto, opera in 3 acts (act 2 lost), RV 699 A/D: Act 2. Scene 13. Recitativo
29. Armida al camp d’Egitto, opera in 3 acts (act 2 lost), RV 699 A/D: Act 2. Scene 14. Aria. Innocente esser vorresti
30. Armida al camp d’Egitto, opera in 3 acts (act 2 lost), RV 699 A/D: Act 2. Scene 15. Recitativo
31. Armida al camp d’Egitto, opera in 3 acts (act 2 lost), RV 699 A/D: Act 2. Scene 16. Recitativo
32. Armida al camp d’Egitto, opera in 3 acts (act 2 lost), RV 699 A/D: Act 2. Scene 16. Aria. Chi alla colpa fa tragitto

Disc: 3
1. Armida al camp d’Egitto, opera in 3 acts (act 2 lost), RV 699 A/D: Act 3. Scene 1. Recitativo
2. Armida al camp d’Egitto, opera in 3 acts (act 2 lost), RV 699 A/D: Act 3. Scene 1. Aria. Tù mi togli alle ritorte
3. Armida al camp d’Egitto, opera in 3 acts (act 2 lost), RV 699 A/D: Act 3. Scene 2. Recitativo
4. Armida al camp d’Egitto, opera in 3 acts (act 2 lost), RV 699 A/D: Act 3. Scene 3. Recitativo
5. Armida al camp d’Egitto, opera in 3 acts (act 2 lost), RV 699 A/D: Act 3. Scene 3. Aria. Nò, bel labbro, men sdegnoso
6. Armida al camp d’Egitto, opera in 3 acts (act 2 lost), RV 699 A/D: Act 3. Scene 4. Recitativo
7. Armida al camp d’Egitto, opera in 3 acts (act 2 lost), RV 699 A/D: Act 3. Scene 4. Aria. Quel torrente, ch’alza l’onde
8. Armida al camp d’Egitto, opera in 3 acts (act 2 lost), RV 699 A/D: Act 3. Scene 5. Recitativo
9. Armida al camp d’Egitto, opera in 3 acts (act 2 lost), RV 699 A/D: Act 3. Scene 5. Aria. Agitata de’ venti dall’onde
10. Armida al camp d’Egitto, opera in 3 acts (act 2 lost), RV 699 A/D: Act 3. Scene 6. Recitativo
11. Armida al camp d’Egitto, opera in 3 acts (act 2 lost), RV 699 A/D: Act 3. Scene 6. Aria. Se correndo in seno al Mare
12. Armida al camp d’Egitto, opera in 3 acts (act 2 lost), RV 699 A/D: Act 3. Scene 7. Recitativo
13. Armida al camp d’Egitto, opera in 3 acts (act 2 lost), RV 699 A/D: Act 3. Scene 8. Recitativo
14. Armida al camp d’Egitto, opera in 3 acts (act 2 lost), RV 699 A/D: Act 3. Scene 8. Aria. Tender lacci tù volesti
15. Armida al camp d’Egitto, opera in 3 acts (act 2 lost), RV 699 A/D: Act 3. Scene 9. Recitativo
16. Armida al camp d’Egitto, opera in 3 acts (act 2 lost), RV 699 A/D: Act 3. Scene 10. Recitativo
17. Armida al camp d’Egitto, opera in 3 acts (act 2 lost), RV 699 A/D: Act 3. Scene 10. Aria. Se penar dovessi amando
18. Armida al camp d’Egitto, opera in 3 acts (act 2 lost), RV 699 A/D: Act 3. Scene 11. Recitativo
19. Armida al camp d’Egitto, opera in 3 acts (act 2 lost), RV 699 A/D: Act 3. Scena ultima. Recitativo
20. Armida al camp d’Egitto, opera in 3 acts (act 2 lost), RV 699 A/D: Act 3. Scena ultima. Coro. A pugnar, a ferir, a svenar

Furio Zanasi
Marina Comparato
Romina Basso
Martín Oro
Sara Mingardo
Monica Bacelli
Raffaella Milanesi
Concerto Italiano
Rinaldo Alessandrini

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Ai, que meda!

Ai, que meda!

PQP

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J. S. Bach e A. Vivaldi: Magnificat & Concerti

IM-PER-DÍ-VEL !!!

O que pode acontecer quando Jordi Savall resolve fazer um concerto com repertório de Bach e Vivaldi e convida Pierre Hantaï e Pablo Valetti (do Café Zimmermann) e mais a La Capella Reial de Catalunya para participarem dele? E ainda toca sua viola da gamba? Bem, meus caros, quem não consegue imaginar o resultado ouça o disco para comprovar a perfeição e adentrar no nirvana. Este concerto foi gravado ao vivo em 2013 na Capela Real de Versalhes e eu sugiro que você não apenas ouça como decore cada nota.

J. S. Bach e A. Vivaldi: Magnificat & Concerti

01 – Antonio Vivaldi – Concerto con 2 violini e viola da gamba, archi e continuo, RV 578- I. Adagio e spiccato – Allegro
02 – Antonio Vivaldi – Concerto con 2 violini e viola da gamba, archi e continuo, RV 578- II. Larghetto
03 – Antonio Vivaldi – Concerto con 2 violini e viola da gamba, archi e continuo, RV 578- III. Allegro

04 – Antonio Vivaldi – Magnificat en Sol mineur, RV 610- I. Magnificat
05 – Antonio Vivaldi – Magnificat en Sol mineur, RV 610- II. Et exultavit
06 – Antonio Vivaldi – Magnificat en Sol mineur, RV 610- III. Et misericordia eius
07 – Antonio Vivaldi – Magnificat en Sol mineur, RV 610- IV. Fecit potentiam
08 – Antonio Vivaldi – Magnificat en Sol mineur, RV 610- V. Deposuit potentes
09 – Antonio Vivaldi – Magnificat en Sol mineur, RV 610- VI. Esurientes
10 – Antonio Vivaldi – Magnificat en Sol mineur, RV 610- VII. Suscepit Israel
11 – Antonio Vivaldi – Magnificat en Sol mineur, RV 610- VIII. Sicut locutus est
12 – Antonio Vivaldi – Magnificat en Sol mineur, RV 610- IX. Gloria Patri
13 – Antonio Vivaldi – Magnificat en Sol mineur, RV 610- X. Sicut erat in principio

14 – Johann Sebastian Bach – Concerto pour clavecin en Re mineur, BWV 1052- I. Allegro
15 – Johann Sebastian Bach – Concerto pour clavecin en Re mineur, BWV 1052- II. Adagio
16 – Johann Sebastian Bach – Concerto pour clavecin en Re mineur, BWV 1052- III. Allegro

17 – Johann Sebastian Bach – Magnificat en Re majeur, BWV 243- I. Magnificat
18 – Johann Sebastian Bach – Magnificat en Re majeur, BWV 243- II. Et exultavit
19 – Johann Sebastian Bach – Magnificat en Re majeur, BWV 243- III. Quia respexit
20 – Johann Sebastian Bach – Magnificat en Re majeur, BWV 243- IV. Omnes generationes
21 – Johann Sebastian Bach – Magnificat en Re majeur, BWV 243- V. Quia fecit mihi magna
22 – Johann Sebastian Bach – Magnificat en Re majeur, BWV 243- VI. Et misericordia
23 – Johann Sebastian Bach – Magnificat en Re majeur, BWV 243- VII. Fecit potentiam
24 – Johann Sebastian Bach – Magnificat en Re majeur, BWV 243- VIII. Deposuit potentes
25 – Johann Sebastian Bach – Magnificat en Re majeur, BWV 243- IX. Esurientes implevit bonis
26 – Johann Sebastian Bach – Magnificat en Re majeur, BWV 243- X. Suscepit Israel
27 – Johann Sebastian Bach – Magnificat en Re majeur, BWV 243- XI. Sicut locutus est
28 – Johann Sebastian Bach – Magnificat en Re majeur, BWV 243- XII. Gloria Patri

Personnel:
Solistes
Hanna Bayodi-Hirt, Johannette Zomer soprano
Damien Guillon contreténor David Munderloh ténor
Stephan MacLeod baryton

La Capella Reial de Catalunya
et participants sélectionnés de la IIIe Académie 2013

Le Concert des Nations
Pierre Hantaï clavecin
Manfredo Kraemer, Pablo Valetti violini concertanti

JORDI SAVALL
viole de gambe et direction

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Jordi Savall ePierre Hantaï: Talento demais para poucos pixels.

Jordi Savall ePierre Hantaï: Talento demais para tão poucos pixels.

PQP

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Antonio Vivaldi (1678-1741): Concertos para Bandolim e Alaúde

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Provavelmente, este CD servirá tanto aos habituais degustadores da música erudita, como àqueles que recém dão seus primeiros passos dentro deste espaço às vezes pantanoso. A interpretação com instrumentos originais garante boa dose de fruição aos conhecedores de um dos repertórios mais belos que existem. Só que, puxa, eu, aos 57 anos, quase não aguento mais ouvir estes concertos. Ouvi demais! Mas eles fazem e sempre farão parte de quaisquer discotecas básicas. Daqui é que se parte para voos mais longos. A L’ Arte dell’Arco é um tremendo conjunto, daqueles que valorizam cada nota.

Antonio Vivaldi (1678-1741): Concertos para Bandolim e Alaúde

Concerto for 2 Mandolins in G Major, RV 532
1 I. Allegro 03:54
2 II. Andante 04:21
3 III. Allegro 03:32

Mandolin Concerto in C Major, RV 425
4 I. Allegro 02:38
5 II. Largo 03:18
6 III. Allegro 02:12

Trio Sonata in G Minor, RV 85
7 I. Andante molto 04:02
8 II. Larghetto 03:01
9 III. Allegro 01:51

Chamber Concerto in D Major, RV 93
10 I. Allegro 03:29
11 II. Largo 04:11
12 III. Allegro 02:11

Trio Sonata in C Major, RV 82
13 I. Allegro non molto 04:06
14 II. Larghetto lento 03:03
15 III. Allegro 01:58

Concerto for Viola d’amore and Lute in D Minor, RV 540
16 I. Allegro 05:21
17 II. Largo 03:01
18 III. Allegro 03:32

Harpsichord Concerto in A Major, RV 780
19 I. Allegro 03:43
20 II. Andante 02:10
21 III. Allegro 03:10

L’ Arte dell’Arco Ensemble
Federico Guglielmo Conductor

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A L' Arte dell'Arco de Federico Guglielmo

A L’ Arte dell’Arco de Federico Guglielmo

PQP

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Antonio Vivaldi (1678-1741): Música Sacra

Dentre meus inúmeros defeitos está o de não ser um grande apreciador de Vivaldi. Porém, há tanta gente que o ama que reconheço tranquilamente: o problema deve ser meu. Este CD ganhou todos os prêmios que se possa imaginar. Levou o Diapason d’Or e vários Grand Prix. É bom mesmo. A voz do contratenor Gérard Lesne era efetivamente notável em 1992, ano desta gravação. O CD traz muita gente que se “tornaria genial” anos depois. Bruno Cocset gravaria a melhor versão das suítes para violoncelo de Bach e Marc Minkowski dispensa apresentação. Nada acontece por acaso. E nos refugiemos na beleza porque aguentar a República Teocrática do Brasil não vai ser fácil.

Antonio Vivaldi (1678-1741): Música Sacra
1-4: Vestro principi divino (Motet RV 633)

5-13: Stabat Mater (RV 621)
14-16: Filiae maestae Jerusalem (Introduzione Al Miserere RV 638)
17-25: Nisi Dominus (Psaume 126)

Gérard Lesne (contralto)
Ensemble Il Seminario musicale
Bernadette Charbonnier
Myriam Gevers
Jacques Maillard
Marc Minkowski
Bruno Cocset
Pascal Monteilhet
Richard Myron
Jean-Charles Ablitzer

“Diapason d’Or” de Diapason-Harmonie n°355
“10” de Répertoire n° 21-2
“un événement exceptionnel” de Télérama n°2084
“Recommandé” par Classica n°18
Grand Prix de l’Académie Charles Cros

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O grande Gérard Lesne

O grande Gérard Lesne

PQP

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15º Festival de Música de Juiz de Fora: Jean-Marie Leclair (1697-1764) + J. S. Bach (1685-1750) + Antonio Lucio Vivaldi (1678-1741)

foto15º Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga de Juiz de Fora
2004

Com instrumentos de época. On period instruments.

Postagem inédita!!

O Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga de Juiz de Fora celebra seus 15 anos com esta edição comemorativa e especial: a produção em DVD de um concerto a Orquestra Barroca do Festival, dirigida por Luis Otávio Santos.

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Jean-Marie Leclair (França, 1697 – 1764)
01. Scylla Et Glaucus: Ouverture
02. Scylla Et Glaucus: Sarabande
03. Scylla Et Glaucus: Symphonie Pour La Descente De Venus
04. Scylla Et Glaucus: Passepied
05. Scylla Et Glaucus: Air De Silvains
06. Scylla Et Glaucus: Air En Roundeau
07. Scylla Et Glaucus: Air De Demons
08. Scylla Et Glaucus: Tamburin
Johann Sebastian Bach (Alemanha, 1685-1750)
09. Tönet, ihr Pauken! BWV 214: Coro
10. Tönet, ihr Pauken! BWV 214: Recitativo
11. Tönet, ihr Pauken! BWV 214: Aria
12. Tönet, ihr Pauken! BWV 214: Recitativo
13. Tönet, ihr Pauken! BWV 214: Aria
14. Tönet, ihr Pauken! BWV 214: Recitativo
15. Tönet, ihr Pauken! BWV 214: Aria
16. Tönet, ihr Pauken! BWV 214: Recitativo
17. Tönet, ihr Pauken! BWV 214: Coro
Antonio Lucio Vivaldi (Itália, 1678-1741)
18. Concerto Violino Op.4 N.4 La Stravaganza: Allegro
19. Concerto Violino Op.4 N.4 La Stravaganza: Largo
20. Concerto Violino Op.4 N.4 La Stravaganza: Allegro

15º Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga de Juiz de Fora
2004
Orquestra Barroca
Regente: Luis Otávio Santos

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2jcbrlsBAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE
XLD RIP | FLAC 325,2 MB

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MP3 320 kbps  |115,0 MB
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powered by iTunes 12.5.3

Partituras e outros que tais? Clique aqui

.Boa audição.

Avicenna

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Antonio Vivaldi (1678-1741): The French Connection

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Não que vá mudar a vida de algum de vocês, mas devo começar esta curta pílula de curadoria dizendo que não amo incondicionalmente Vivaldi. Mas seria de uma desonestidade atroz dizer que não amei incondicionalmente este disco.

Ele ganhou como o melhor disco de música barroca de 2009 da respeitável revista Gramophone. Vocês querem que eu diga o que então? Que é ruim? Não é, é bom demais.

Vivaldi, tal como quase todo Mozart, tem aquele problema de ser alegre e feiliz e demais quando eu preciso de uma boa dose de drama e sanguinolência, só que este CD traz um repertório tão original que fiquei surpreso. Não tinha ouvido ainda estes concertos escritos sob inspiração francesa, um vício da época. O título do CD é certamente uma brincadeira com o bom filme homônimo de 1971 que tinha Gene Hackman como ator principal e que foi chamado no Brasil de Operação França.

Disco obrigatório para os amantes do barroco.

E eu pergunto: o Padre Rosso (o Padre Vermelho, pois Vivaldi era ruivo) era pedófilo? Ele foi professor de violino num orfanato de moças chamado Ospedale della Pietà em Veneza e teve um conhecido caso com uma de suas alunas, Anna Giraud. Um orfanato de moças… Já imaginaram as possibilidades matemáticas disso? Uh!

Acho que ele teve relações com várias alunas sim! Mas não podemos chamá-lo de pedófilo, pois naquela época as meninas com 13-14 anos já estavam casadas! E, novamente — lembram da briga em torno de Clara Schumann x Johannes Brahms? — ergue-se ereta a inevitável questão: comeu ou não comeu?

Vivaldi pegava ou não pegava as menininhas? Mais um conto rodrigueano de a vida como ela é.  Há que contrapor a isso a alegria e felicidade de suas obras. Pensem nisso durante a audição deste CD maravilhoso.

O pessoal da La Serenissima

O pessoal da La Serenissima

Antonio Vivaldi (1678-1741): The French Connection

Concerto for strings & continuo in C major, RV 114
1 Allegro 2:41
2 Adagio 0:24
3 Ciacona 3:09

Bassoon Concerto, for bassoon, strings & continuo in F major, RV 488
4 Allegro non molto 3:11
5 Largo 2:57
6 Allegro 2:19

Violin Concerto, for violin, strings & continuo in C major (“La stravaganza” No. 7), Op. 4/7, RV 185
7 Largo 1:56
8 Allegro 2:13
9 Largo 1:32
10 Allegro 2:22

Flute Concerto, for flute, strings & continuo in G major, RV 438
11 Allegro 3:52
12 Andante 3:26
13 Allegro 3:25

Concerto for strings & continuo in G minor, RV 157
14 Allegro 2:14
15 Largo 1:38
16 Allegro 2:25

Bassoon Concerto, for bassoon, strings & continuo in C major (incomplete), RV 468
17 Allegro 2:35
18 Andante 1:44

Flute Concerto, for flute, strings & continuo in E minor, RV 432
19 Allegro 3:05

Chamber Concerto, for flute, violin, bassoon & continuo in F major, RV 100
20 Allegro 2:40
21 Largo 2:31
22 Allegro 2:39

Concerto for strings & continuo in C minor, RV 119
23 Allegro 2:47
24 Largo 1:33
25 Allegro 1:36

Violin Concerto, for violin, strings & continuo in D major, RV 211
26 Allegro non molto 6:03
27 Larghetto 3:52
28 Allegro 5:52

Katy Bircher (flute)
Peter Whelan (bassoon)
Adrian Chandler (violin, conductor)
La Serenissima

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Antonio Vivaldi era assim

Antonio Vivaldi era assim, mas… Comia ou não comia?

PQP

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Antonio Vivaldi (1678-1741): Concertos para Flauta


IM-PER-DÍ-VEL !!!

Que sorte a nossa, né? Vivaldi escreveu 477 concertos e parece que a grande maioria é de coisas legais. Este disco da sensacional Hyperion é uma perfeição. Belas interpretações de alguns concertos conhecidos — e de alguns desconhecidos — com instrumentos originais, senso de estilo impecável e…, enfim, tudo está lindo. É impossível não ficar um pouco mais feliz após a audição. Um bom início de fim-de-semana para todos os pequepianos!

Antonio Vivaldi (1678-1741): Concertos para Flauta

1. Recorder (Flute) Concerto, for recorder or flute, strings & continuo in C minor, RV 441: Allegro non molto
2. Recorder (Flute) Concerto, for recorder or flute, strings & continuo in C minor, RV 441: Largo
3. Recorder (Flute) Concerto, for recorder or flute, strings & continuo in C minor, RV 441: (Allegro)

4. Piccolo (Flautino) Concerto, for piccolo (or recorder/flute), strings & continuo in C major, RV 444: Allegro non molto
5. Piccolo (Flautino) Concerto, for piccolo (or recorder/flute), strings & continuo in C major, RV 444: Largo
6. Piccolo (Flautino) Concerto, for piccolo (or recorder/flute), strings & continuo in C major, RV 444: Allegro molto

7. Chamber Concerto, for recorder, 2 violins & continuo in A minor, RV 108: Allegro
8. Chamber Concerto, for recorder, 2 violins & continuo in A minor, RV 108: Largo
9. Chamber Concerto, for recorder, 2 violins & continuo in A minor, RV 108: Allegro

10. Piccolo (Flautino) Concerto, for piccolo (or recorder/flute), strings & continuo in A minor, RV 445: Allegro
11. Piccolo (Flautino) Concerto, for piccolo (or recorder/flute), strings & continuo in A minor, RV 445: Larghetto
12. Piccolo (Flautino) Concerto, for piccolo (or recorder/flute), strings & continuo in A minor, RV 445: (Allegro)

13. Recorder Concerto, for recorder, strings & continuo in F major, RV 442: Allegro non molto
14. Recorder Concerto, for recorder, strings & continuo in F major, RV 442: Largo e cantabile
15. Recorder Concerto, for recorder, strings & continuo in F major, RV 442: Allegro

16. Piccolo (Flautino) Concerto, for piccolo (or recorder/flute), strings & continuo in C major, RV 443: (Allegro)
17. Piccolo (Flautino) Concerto, for piccolo (or recorder/flute), strings & continuo in C major, RV 443: Largo
18. Piccolo (Flautino) Concerto, for piccolo (or recorder/flute), strings & continuo in C major, RV 443: Allegro molto

Peter Holtslag, flauta
The Parley of Instruments
Peter Holman

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Na boa, eu sou bom pra caraglio!

Na boa, eu sou bom pra caraglio!

PQP

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A. Vivaldi (1678-1741): Vivaldi Pyrotechnics – Opera Arias

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Um disco absurdamente bom de árias de óperas de Vivaldi. Através de um repertório desconhecido, Genaux dá um banho de competência artística e vocal. Biondi e sua Europa Galante acompanham à perfeição as pirotecnias da bela moça.

A. Vivaldi (1678-1741): Vivaldi Pyrotechnics – Opera Arias

1. Catone In Utica: Come In Vano Il Mare Irato 5:27
2. Semiramide: E Prigioniero E Re 4:55
3. La Fida Ninfa: Alma Oppressa 5:10
4. Griselda: Agitata Da Due Venti 5:20
5. La Fida Ninfa: Destin Nemico….Destin Avaro 5:55
6. Il Labbro Ti Lusinga 7:29
7. Ipermestra: Vibro Il Ferro 3:50
8. Farnace: No, Ch’amar Non È Fallo In Cor Guerriero….Quell’usignolo 7:50
9. Tito Manlio: Splender Fra ‘l Cieco Orror 4:49
10. Rosmira Fedele: Vorrei Dirti Il Mio Dolore 6:52
11. Catone In Utica: Chi Può Nelle Sventure….Nella Foresta 7:25
12. Farnace: Ricordati Che Sei 3:43
13. Sin Nel Placido Soggiorno 6:50

Vivica Genaux, mezzo-soprano
Europa Galante
Fabio Biondi

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E ainda canta. E muito.

E ainda canta. Muito.

PQP

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Antônio Vivaldi (1678-1741): 8 Concerti Solenni – First Recording

Vivaldi, Vivaldi, Vivaldi… escrevo este nome envolto em coraçõezinhos. Sim. Paixão assumidíssima de séculos. O barroco musical não tem fim e dentro deste infinito outro infinito se desdobra: a música do Padre Ruivo. Uma das maiores asneiras já proferidas no mundo da música veio do velho gafanhoto Stravinsky, quando pontificou que Vivaldi escrevera dezenas de vezes o mesmo concerto. Já vi maestros reafirmando isso, e com isso asseverando a própria ausência de conhecimento e o que é pior, falta de gosto, pois que a beleza e a variedade na música de Vivaldi afloram constantes e em assustadora profusão. É inesgotável. Qualquer audição minimamente atenta de As Estações e dos Concertos do Opus 10 para flauta evidenciará a variedade das criações de Vivaldi – guardadas, naturalmente, as similaridades estilísticas próprias; afinal, é o mesmo compositor! Mas podemos encontrar uma desculpa para a asneira do velho gafanhoto, afinal, quando ele ouviu Vivaldi, este ainda estava em fase de descoberta pelo mundo da música europeia; ouviu dois ou três concertos, decerto com evidente má vontade. Ademais, é preciso considerar que Stravinsky, ainda jovem, devia estar de tal forma envolvido no afã de suas novas ambições estéticas que jamais iria parar para saber melhor sobre um obscuro padreco veneziano com fama de libertino, regente de uma orquestra de garotas talentosas. Tenho centenas de discos de Vivaldi e vez por outra ainda me aparecem novidades. Este que vos trago é um disco soberbo. Interpretação serena, porém intensa. Não tem o ímpeto do grupo Giardino Armonico, nem a grandiloquência do I Musici, mas também está longe das interpretações asmáticas de Fabio Biondi. Um disco honestíssimo, e que escolha de repertório! Concertos de absoluta beleza e engenho, alguns me surpreenderam, afinal, eram novidades, mas também pela riqueza da escrita. Movimentos lentos arrasadores, lembrando um detalhe importante na história da música, pelo qual Vivaldi foi o primeiro compositor a conferir importância e intensidade melódica aos movimentos lentos. Antes tínhamos algo tipicamente corelliano e linear, um xaropinho de alface. Em lugar disso Vivaldi nos traz o mais encorpado e capitoso dos vinhos. O disco é de 2010 e promete obras inéditas: “Otto Concerti Solenni, first recordings”. Um deles, porém traz um tema conhecido, da série Il Pastor Fido (faixa 11); aqui reaparece desenvolvido e com uma relevante particularidade: é um concerto cíclico, o motivo melódico reaparece em todos os movimentos. Não é somente isso que encontramos nas obras de Vivaldi e que mais tarde seria atribuído aos períodos clássico e posteriores. Muito do arsenal composicional do período clássico, por exemplo, já se encontrava em Vivaldi e não sou eu que digo, mas autores como Roland de Candé e Michael Talbot. A gravação é excelente, nos permite perceber cada detalhe das criações do Reverendíssimo – para mim, Sua Santidade. A orquestra se denomina La Magnifica Comunità, regida por Enrico Casazza, também violino solista. Que mais dizer para exaltar a beleza desses concertos? Ouçamo-los, pois!

Vivaldi — Otto Concerti Solenni
Concerto For Strings And Basso Continuo In C Minor, RV 197
1 I. Allegro 3:31
2 II. Largo 2:39
3 III. Allegro 1:44
Sinfonia For Strings And Basso Continuo In A, RVAnh. 85
4 I. Allegro 2:07
5 II. Andante 2:47
6 III. Allegro 3:50
Concerto For Two Violins, Strings And Basso Continuo In G Minor, RV 155
7 I. Adagio 2:19
8 II. Allegro 3:49
9 III. Largo 3:38
10 IV. Allegro 4:19
Concerto For Strings And Basso Continuo In G Minor, RV 316
11 I. Allegro 2:31
12 II. Adagio 1:12
13 III. Fuga Da Capella: Allegro Alla Breve 1:53
Concerto For Strings And Basso Continuo In C, RV 185
14 I. Andante Molto E Spiccato 1:05
15 II. Allegro 2:28
16 III. Largo 1:27
17 IV. Allegro Non Molto 2:20
Concerto For Two Violins, Strings And Basso Continuo In D Minor, RV 247
18 I. Allegro 2:46
19 II. Grave 3:12
20 III. Allegro 3:01
Concerto For Strings And Basso Continuo In F, RV 292
21 I. Largo 2:28
22 II. Allegro 2:13
23 III. Adagio 0:49
24 IV. Allegro 4:13
Concerto For Strings And Basso Continuo In E Minor, RV 134
25 I. Allegro 2:46
26 II. Largo 1:30
27 III. Allegro 2:34

La Magnifica Comunità
Enrico Casazza – violin and diretor

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Caricatura do Padre ruivo, por Pier Leone Ghezzi. Nem só de beleza vivia o homem.

Caricatura do Padre ruivo, por Pier Leone Ghezzi. Nem só de beleza vivia o homem.

Wellbach

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