Le Jardin de Monsieur Rameau: Grandval, Montéclair, Rameau, Gluck, Dauvergne, Campra – Les Arts Florissants, dir. William Christie – 2014

Le Jardin de Monsieur Rameau
2014

Les Arts Florissants
dir. William Christie

Grandval, Montéclair, Rameau,
Gluck, Dauvergne, Campra

 

 

Esta 6ª edição do “Jardin des Voix” foi denominada “Jardim do Monsieur Rameau”, como parte das comemorações do 250º aniversário da morte do compositor, em 2014. 

O “Jardim da Voz”, é uma academia bienal para jovens cantores da Les Arts Florissants, lançada em 2002 e que oferece a artistas de todas as partes do mundo, no início de suas carreiras, a oportunidade de participar de um curso de 15 dias, durante os quais são ensinados por William Christie e Paul Agnew, bem como por especialistas em linguagem e em palcos, e subsequentemente atuar com Les Arts Florissants em algumas das mais importantes apresentações internacionais.

O “Jardim de Monsieur Rameau”, criado em março de 2013 no Théâtre de Caen, em sua primeira apresentação na primavera do mesmo ano, introduziu 6 jovens solistas para o público de Luçon, Besançon, Bruxelas, Paris, Metz e Nova York, antes de continuar uma turnê no outono seguinte para Versalhes, Madri, Saragoça, Moscou, Amsterdã e Helsinque. Centrado em torno de Rameau, este programa foi uma parte das comemorações do 250º aniversário da morte do compositor, em 2014.

Les Arts Florissants

O “Jardim da Voz” é um dos numerosos projetos que se tornou possível graças à parcerias que Les Arts Florissants firmou com a cidade de Caen e seu teatro, bem como com a área da Baixa-Normandia. De fato, desde 1990, o ensemble muito se beneficiou desse suporte e participa da vida cultural de Caen e da área circundante, de Cherbourg a Coutances e de Montagne-au-Perchea a Alençon, apresentando concertos e novas produções de óperas e desenvolvendo projetos de extensão para crianças em idade escolar e não profissionais.

Foi com o objetivo comum de proporcionar um bom acesso a música para um público mais amplo possível, e para que relações especiais sejam desenvolvidos, Arts Florissants torna-se atualmente, e ao longo dos anos, um verdadeiro embaixador para influenciar a cidade de Caen e da região da Baixa Normandia, na França e no mundo.

O Jardin des Voix é uma co-produção entre Les Arts Florissants e o Teatro de Caen. (ex-encarte)

Le Jardin de Monsieur Rameau
Michel Pignolet de Montéclair (França, 1667 – 1737)
01. Jephté – Prologue: Ouverture
02. Jephté – Prologue: Riez Sans Cesse.. Dans Ces Beaux Lieux
03. Jephté – Prologue: De Quels Nouveaux Concerts
Antoine Dauvergne (França, 1713 – 1797)
04. Hercule Mourant – Quelle Voix Suspend Mes Alarmes ?
Jean-Philippe Rameau (França, 1683-1764)
05. Hippolyte Et Aricie – Quels Doux Concerts!
Nicolas Racot de Grandval (França, 1676-1753)
06. Rien Du Tout
Antoine Dauvergne (França, 1713 – 1797)
07. La Vénitienne – Pour Braver Les Périls
08. La Vénitienne – Ciel, Il Me Laisse
09. La Vénitienne – Livrons-Nous Au Sommeil
Christoph Willibald Gluck (Alemanha, batizado em 1714 – 1787)
10. L’Ivrogne Corrigé – Maudit Ivrogne
11. L’Ivrogne Corrigé – Il Est Mort
Jean-Philippe Rameau (França, 1683-1764)
12. Ah! Loin De Rire
Christoph Willibald Gluck (Alemanha, batizado em 1714 – 1787)
13. L’Ivrogne Corrigé – Rendez Mon Époux À La Vie
Jean-Philippe Rameau (França, 1683-1764)
14. Réveillez-Vous Dormeur
Christoph Willibald Gluck (Alemanha, batizado em 1714 – 1787)
15. L’Ivrogne Corrigé – Que De Plaisirs L’Amour Nous Donne
André Campra (França, 1660-1744)
16. L’Europe Galante – Quoi! Pour L’Objet De Votre Ardeur.. L’Amour, En Comblant Nos Désirs
17. L’Europe Galante – Paisibles Lieux
18. L’Europe Galante – Que Vois-Je, Quel Spectacle!.. Aimez, Belle Bergère
19. L’Europe Galante – Voyez À Vos Genoux.. Lorsque Doris Me Parut Belle
20. L’Europe Galante – Quel Funeste Coup
Jean-Philippe Rameau (França, 1683-1764)
21. Les Fêtes D’Hébé – Revenez, Tendre Amant
22. Les Fêtes D’Hébé – Je Vous Revois.. Sans Cesse Les Oiseaux Font Retentir
23. Les Fêtes D’Hébé – Fuis, Porte Ailleurs Tes Fureurs
24. Dardanus – Hâtons-Nous, Courons À La Gloire
25. Dardanus – Voici Les Tristes Lieux.. Monstre Affreux
26. Dardanus – Mais Un Nouvel Éclat
27. Dardanus – Des Biens Que Vénus Nous Dispense
28. Les Indes Galantes – Tendre Amour

Le Jardin de Monsieur Rameau – 2014
Les Arts Florissants, dir. William Christie

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William Christie feliz com o apoio do PQPBach.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Claudio Merulo (1533-1604): Mottetti e Ricercari

Claudio Merulo (1533-1604): Mottetti e Ricercari

Este é mais um arquivo que nos foi repassado pelo pequepiano WMR.

Claudio Merulo foi um mestre. Este disco é realmente muito bom. As interpretações do Quoniam e do De Labyrintho são excelentes — trata-se de uma gravação convincente e eufônica –, demonstrando um autor inspirado e autenticamente erudito, se me entendem. Merulo foi famoso por suas habilidades como organista, mas aqui temos apenas composições para coral e orquestra (ou grupo instrumental). Jamais pense num disco chato de música religiosa renascentista, a coisa aqui é colorida, bonita e variada.

Claudio Merulo (1533-1604): Mottetti e Ricercari

1 Liber secundus sacrarum cantionum quinque vocum: Haec est Domus Dei 1:38
2 Liber secundus sacrarum cantionum quinque vocum: Tribulationem et dolorem 2:35
3 Liber secundus sacrarum cantionum quinque vocum: O Crux benedicta 2:08
4 Liber secundus sacrarum cantionum quinque vocum: Domine, si adhuc populo 1:45
5 Toccata del settimo tono ‘O admirabile commercium’ 2:34
6 Liber primus sacrarum cantionum: Hodie Spiritus Sanctus 1:55
7 Ricercari da cantare: Ricercare decimo a quattro 3:18
8 Liber primus sacrarum cantionum: Hodie Spiritus Sanctus 2:35
9 Liber secundus sacrarum cantionum quinque vocum: Tanquam aurum in fornace 1:39
10 Liber primus sacrarum cantionum: Maximum hoc omnium 2:22
11 Liber secundus sacrarum cantionum quinque vocum: Vos qui reliquistis omnia 2:05
12 Ricercari da cantare: Ricercare primo a quattro 3:17
13 Liber primus sacrarum cantionum: Ascendens Christus in altum (Instrumental Version) 1:40
14 Liber primus sacrarum cantionum: Ascendens Christus in altum 1:49
15 Liber primus sacrarum cantionum: Sancti et justi 1:41
16 Liber primus sacrarum cantionum: Ave Maria 2:45
17 Ricercari da cantare: Ricercare vigesimo a quattro 4:15
18 Liber secundus sacrarum cantionum quinque vocum: Pax vobis, ego sum 2:12
19 Liber secundus sacrarum cantionum quinque vocum: Haec est Virgo prudens 1:17
20 Liber secundus sacrarum cantionum quinque vocum: Gaude, felix parens Hispania 1:49

Quoniam Ensemble
De Labyrintho Ensemble
Paolo Tognon
Walter Testolin

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O cartão de visitas de Claudio Merulo

PQP

The Art Of The Baroque Trumpet, Vol. 3/5 – Virtuoso Music for Soprano and Trumpet – Niklas Eklund (baroque trumpet, Susanne Rydén (soprano) – 1997


The Art Of The Baroque Trumpet
Vol. 3/5 – Virtuoso Music for Soprano and Trumpet

Niklas Eklund (baroque trumpet)

Susanne Rydén (Soprano)London Baroque, Charles Medlam/Edward H. Tarr

1996

Nascido em Halle, na Alemanha, George Frideric Handel fez amplo uso do trompete tanto em suas óperas quanto em seus oratórios posteriores. O “célebre Water Piece”  para trompete e orquestra em cinco movimentos NÃO é a mesma coisa que a famosa “Water Music” apresentada numa barcaça no Tâmisa; a abertura é adaptada do segundo conjunto da “Música da Água”, mas os outros movimentos parecem ser retirados das óperas.

Palhinha: ouça: 01. Ode for the Birthday of Queen Anne: Eternal Source of Light Divine

The Art Of The Baroque Trumpet, Vol. 3/5
Virtuoso Music for Trumpet and Soprano

Georg Friedrich Händel (Alemanha, 1685 – Inglaterra, 1759)
01. Ode for the Birthday of Queen Anne: Eternal Source of Light Divine
02. Samson, HWV 57, Act III: Let the Bright Seraphim
03. Rinaldo: Lascia ch’io pianga
Antonio Caldara (Itália, 1670 – 1736)
04. La vittoria segue
Johann Joseph Fux (Áustria, 1660 – 1741)
05. Chi nel Camin d’onore
Luca Antonio Prredieri (Itália, 1688 – 1767)
06. Pace una volta
Alessandro Stradella (Itália, 1639 – 1682)
07. Sinfonia avanti “Il Barcheggio” I. Spiritoso, e staccato
08. Sinfonia avanti “Il Barcheggio” II. (Aria)
09. Sinfonia avanti “Il Barcheggio” III. (Canzone)
10. Sinfonia avanti “Il Barcheggio” IV. (Aria)
Alessandro Scarlatti (Itália, 1660 – 1725)
11. Arie con Trompa Sola. I. Si suoni la tromba
12. Arie con Trompa Sola. II. Con voce festiva
13. Arie con Trompa Sola. III. Mio tesoro per te moro
14. Arie con Trompa Sola. IV. Rompe sprezza
15. Su le sponde del Tebro. I. Sinfonia
16. Su le sponde del Tebro. II. Su le sponde del Tebro: Contentatevi
17. Su le sponde del Tebro. III. Mesto, stanco e spirante – Infelici miei lumi – Die almeno
18. Su le sponde del Tebro. IV. All’aura, al cielo, ai venti – Tralascia pur di piangere

The Art Of The Baroque Trumpet, Vol. 3/5 – 1996
Niklas Eklund (baroque trumpet)
Susanne Rydén (Soprano)
London Baroque
Charles Medlam/Edward H. Tarr

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Paul Hindemith (1895-1963): Complete Viola Music II

Paul Hindemith (1895-1963): Complete Viola Music II

IM-PER-DÍ-VEL !!! Aqui, toda a série.

As piadas de violistas são as melhores, mas não os massacremos desta vez. Afinal, este disco que é tão bom! Não há dúvida de que Hindemith FOI O COMPOSITOR PARA VIOLA, instrumento que ele próprio tocou de maneira suprema. Há gravações comprobatórias — ele gravou a Sonata Solo Op. 25 No. 1 e a Sonata para Viola e Piano, Op. 39. Todos os seus trabalhos para viola não requerem apenas uma habilidade demoníaca do violista — algo raríssimo –, mas revelam enorme criatividade de uma mente extraordinariamente fértil. Sim, são trabalhos de tirar o fôlego. Não é música fácil, o ouvinte é bastante exigido. E há um forte sentimento de que emana de uma época inquietante. Hindemith é altamente contrapontístico, parece um barroco perdido no meio do modernismo. Eu adoro!

Paul Hindemith (1895-1963): Complete Viola Music II

Volume 2 – Sonatas for Solo Viola (2010)

1-4 Sonata Op 11 No 5 (1919) [18’45]
5-9 Sonata Op 25 No 1 (1922) [15’18]
10-12 Sonata Op 31 No 4 (1923) [16’50]
13-15 Sonata (1937) [13’29]

Lawrence Power, viola

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Hindemith, foi grande violinista e, incrivelmente. um espetacular violista

PQP

Jean-Philippe Rameau (França, 1683-1764): Platée – Ensemble Vocal Françoise Herr & Les Musiciens du Louvre, dir. Marc Minkowski – 1990

Jean-Philippe Rameau

Platée

Ensemble Vocal Françoise Herr
Les Musiciens du Louvre
dir. Marc Minkowski

Véronique Gens

1990

 

Platée (em francês, traduzível para Plateia) é uma ópera de Jean-Philippe Rameau, dividida em um prólogo e três atos, cuja estreia ocorreu em 31 de março de 1745 na Grand Ecurie de Versalhes. O libretto foi escrito por Adrien-Joseph Le Valois d’Orville.

Platée foi a primeira tentativa de Rameau no campo da ópera cômica. O enredo gira em torno de Platée, uma ninfa aquática sem beleza que acredita que Júpiter está dela enamorado. A obra foi inicialmente intitulada ballet bouffon, mas depois foi chamada de comédie lyrique. Foi escrita para a celebração de núpcias do Delfim Luís de França com a Infanta Maria Teresa Rafaela de Espanha, a qual, segundo relatos, também não possuía beleza. Mas em vez de isso causar embaraço, a obra foi bem recebida, e poucos meses depois Rameau foi nomeado Compositor da Câmara do Rei, com boa pensão.

A ópera cômica era relativamente rara na França barroca, mas nenhum dos contemporâneos parece ter percebido a novidade que Platée representava. Para sua concepção Rameau pode ter se inspirado em uma ópera cômica mais antiga, Les amours de Ragonde, de Jean-Joseph Mouret, de 1742. Rameau comprou os direitos do libretto, originalmente Platée ou Junon Jalouse (Plateia, ou Juno ciumenta), escrito por Jacques Autreau (1657-1745), e incumbiu d’Orville de adaptá-lo. A origem da história é um mito grego relatado por Pausânias em seu Guia da Grécia.

Platée foi uma das mais estimadas óperas de Rameau durante sua vida. Agradou até mesmo críticos que o haviam combatido durante a Querela dos Bufões, uma polêmica pública que debateu os méritos da ópera francesa e italiana. Melchior Grimm a chamou de obra sublime. Mesmo o pior inimigo de Rameau, Jean-Jacques Rousseau, a qualificou como divina. Talvez estes críticos tenham visto em Platée um caminho para a opera buffa que eles apoiavam.

A obra foi encenada uma vez no casamento real em 1745. Pouco se sabe sobre o elenco desta estreia, exceto que o papel-título (um papel-travesti) foi levado pelo famoso cantor Pierre Jélyotte, primo haute-contre (tenor) da Ópera Nacional de Paris. Foi reapresentada em temporada em Paris, em 1749, com adaptações do compositor e do libretista Ballot de Sovot. Em 1754 foi revivida ao longo da Querela dos Bufões como comparação com a obra I viaggiatori, de Leonardo Leo. Sua última apresentação em vida de Rameau ocorreu em 1759.

Uma nova apresentação teria de esperar até 1901, quando Hans Schilling-Ziemssen encenou em Munique uma versão pesadamente adaptada. A versão francesa reapareceu em uma produção em Monte Carlo em 1917. Outra em França só se deu em 1956, em Aix-en-Provence, e depois em 1977 na Ópera Comique. Só foi apresentada no Reino Unido em 1983, e nos Estados Unidos em 1987.

Outra produção aconteceu no Festival de Edimburgo de 1997, e em 1999 recebeu uma requintada produção na Ópera de Paris, com direção de Marc Minkowski e produção de Laurent Pelly, posteriormente registrada em DVD. Novamente em 2007 foi encenada no Summer 2007 Festival da Ópera de Santa Fé.

Platée é uma fusão de vários estilos e formas, emoldurados em um arcabouço burlesco. O contraste entre os personagens cômicos e sérios é enorme e o caráter humorístico é aumentado pela personagem feminina do título, Platée, que deve ser cantada por um homem travestido. A ilustração sonora das cenas é muito evocativa e musicalmente eficaz, com destaque para a exploração de efeitos onomatopaicos no coro Dis done pourquoi? Quoi? Quoi?, onde a palavra quoi é tratada em imitação do coaxar das rãs e sapos dos brejos onde Platée vive. A partitura está repleta de instruções detalhadas de execução instrumental para obtenção de efeitos sonoros especiais como os quartos de tom, e as formas estruturais da ária e das danças são frequentemente rompidas para fins expressivos. (Wikipedia)


As 45 faixas podem ser vistas aqui.

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Benjamin Dwyer (1965): Concerto N° 2 para violão e orquestra

Benjamin Dwyer (1965): Concerto N° 2 para violão e orquestra

Dois admiradores do blog (um de música brasileira e outro de música contemporânea em geral) estão se desfazendo de parte de seu acervo e mandaram aqui pro Rio (um me entregou em mãos) algumas coisas bem legais. Sem saber por onde começar, posto este concerto do irlandês Ben Dwyer, tocado pelo amigo Fábio Zanon com a RTÉ National Symphony Orchestra. A Orquestra Sinfônica Nacional da RTÉ é uma orquestra da Raidió Teilifís Éireann. É a primeira orquestra sinfônica de Dublin e uma das melhores orquestras da Irlanda.

O que falar sobre o concerto? Bem, vou criar uma nuvem para me esquivar dessa tarefa: esta obra pode ser tonal ou não tonal, virtuosística ou banal, densa ou frívola, bem orquestrada ou confusa, longa demais ou insuficiente, excepcional ou nada de mais. E você pode gostar ou não gostar – ou baixar e não baixar. Te vira.

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O violonista Fábio Zanon

CVL

The Art Of The Baroque Trumpet, Vol. 2/5 – Virtuoso Music for Trumpet and Organ – Niklas Eklund (baroque trumpet) – 1997

The Art Of The Baroque Trumpet
Vol. 2/5

Niklas Eklund, Marc Ullrich (baroque trumpet)

Knut Johannessen (organ),
Mats Klingfors (baroque bassoon), Tormod Dalen (baroque cello)

1997

No volume 1 de “A arte da trombeta barroca”, Eklund toca uma série de peças, desde um concerto italiano de Giuseppe Torelli (1658-1709) até o concerto de trombeta de 1762 de Leopold Mozart (1719-1787). Exceto pelo Torelli e uma sonata de Henry Purcell de 1694, todas as músicas nesta gravação e a maioria das músicas nos outros volumes do set são de compositores alemães. Isso pode indicar que a trombeta foi mais admirada como um instrumento solo na Alemanha, mas também pode refletir o fato histórico de que a maioria dos melhores trombeteiros, do século XV ao século XVIII e até mesmo das cidades-estado italianas como Ferrara, eram alemães. 

The Art Of The Baroque Trumpet, Vol. 2/5
Virtuoso Music for Trumpet and Organ

Giovanni Buonaventura Viviani (Itália, 1638 – 1693)
01. Trumpet Sonata No. 2 (1674)
Girolamo Fantini (Itália, 1600 – 1675)
02. Trumpet Sonata No. 3, “Detta del Niccolini” (1638)
Girolamo Alessandro Frescobaldi (Itália, 1583 – 1643)
03. Toccata nona (1637)
Johann Jacob Lowe von Eisenach (Alemanha, 1628 – 1703)
04. Capriccio No. 1 (1664)
05. Capriccio No. 2 (1664)
Johann Christoph Pezel (Alemanha, 1639 – 1694)
06. Trumpet Sonata No. 75 (1675)
Jan Pieterszoon Sweelinck (Holanda, 1562 – 1621)
07. Fantasia chromatica in dorian mode
Johann Christoph Pezel (Alemanha, 1639 – 1694)
08. Trumpet Sonata No. 69 (1675)
09. Trumpet Sonata No. 71 (1675)
Johannes Prentzl (Alemanha, 1639-1694)
10. Trumpet Sonata
Michelangelo Rossi (Itália, 1601/2 – 1656)
11. Toccata settima
Anonymous (Séc. XVII)
12. Sinfonia a due Trombe
Girolamo Fantini (Itália, 1600 – 1675)
13. Trumpet Sonata No. 8, “Detta del Nero” (1638)
Giovanni Buonaventura Viviani (Itália, 1638 – 1693)
14. Trumpet Sonata No. 1 (1674)

The Art Of The Baroque Trumpet, Vol. 2/5 – 1997
Niklas Eklund, Marc Ullrich (baroque trumpet)
Knut Johannessen (organ),
Mats Klingfors (baroque bassoon)
Tormod Dalen (baroque cello)

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Paul Hindemith (1895-1963): Complete Viola Music I

Paul Hindemith (1895-1963): Complete Viola Music I

IM-PER-DÍ-VEL !!! Aqui, toda a série.

Sempre fui fascinado pela obra de Hindemith. Ele foi dos poucos compositores que levaram à sério a viola. Ele, que tocava mil instrumentos, dedicou boa parte de sua vida à pobre viola, eterna vítima de bullying. Logo, vão vir mais dois CDs desta série. Aproveitem porque é material raro.

E ouçam com atenção, pois apesar dos protestos do maestro Wilhelm Furtwängler, a sua música foi definida como “degenerada” pelos nazis e, em 1940, Paul Hindemith emigrou para os Estados Unidos da América, onde leccionou na Universidade de Yale. Adquiriu a cidadania norte-americana em 1946, mas regressou à Europa em 1953, vivendo em Zurique e lecionando na universidade local.

Paul Hindemith (1895-1963): Complete Viola Music I

Volume 1 – Sonatas for Viola & Piano (2009)

1-4 Sonata (1939) [22’52]
5-7 Sonata in F major Op 11 No 4 (1919) [16’28]
8-10 Sonata Op 25 No 4 (1922) [14’23]
11 Meditation from Nobilissima visione (1938) [4’06]

Lawrence Power, viola
Simon Crawford-Phillips, piano

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Paul Hindemith e Igor Stravinsky em Santa Fé, Novo México, em 1961

PQP

Ludwig van Beethoven (1770-1827) – Piano Sonatas – Sviatoslav Richter

Gosto muito destes registros ao vivo das Sonatas de Beethoven que Sviatoslav Richter fez já em idade avançada. No primeiro CD, ele está tocando no Concertgebow de Amsterdam, na Holanda, no segundo, está na Alemanha, em Ludwigsburg, pequena cidade no sul da Alemanha.
No primeiro CD Richter nos traz as Sonatas op. 49 e a de op. 54, três pequenas jóias da produção de Beethoven, por algum motivo desconhecido, pouco gravadas.
Estas três primeiras sonatas servem de introdução para a de op. 57, também conhecida como ‘Appassionata’, um dos grandes monumentos da leitura pianística, uma obra de extrema complexidade, e que exige do intérprete muita concentração e virtuosismo. Lembremos que Richter já estava em seus últimos anos de vida, morreu em 1995, aos 80 anos de idade, ou seja, estas gravações foram realizadas entre seus 76 – 77 anos de idade. Incrível, não?
O segundo CD traz as três últimas sonatas de Beethoven, as de op. 109, 110 e 111, creio que nem preciso falar sobre elas, né?
Enfim, dois CDs imprescindíveis, fundamentais para se conhecer o imenso talento de Sviatoslav Richter, um dos maiores pianistas do século XX.
CD 1
01. Sonata No.19 in G minor, op. 49 No. 1 – Andante
02. Sonata No.19 in G minor, op. 49 No. 1 – Rondo. Allegro
03. Sonata No.20 in G, op. 49 No. 2 – Allegro ma non troppo
04. Sonata No.20 in G, op. 49 No. 2 – Tempo di Menuetto
05. Sonata No.22 in F, op. 54 – In tempo d’un menuetto
06. Sonata No.22 in F, op. 54 – Allegretto
07. Sonata No.23 in F minor, op. 57 ‘Appassionata’ – Allegro assai
08. Sonata No.23 in F minor, op. 57 ‘Appassionata’ – Andante con moto
09. Sonata No.23 in F minor, op. 57 ‘Appassionata’ – Allegro ma non troppo

CD 1 BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE

CD 2

01. Sonata nr. 30 in E, op. 109, Vivace, Adagio espressivo, Tempo I
02. Sonata nr. 30 in E, op. 109, Prestissimo
03. Sonata nr. 30 in E, op. 109, Andante molto cantabile ed espressivo
04. Sonata nr. 31 in A flat, op. 110, Moderato cantabile molto espressivo
05. Sonata nr. 31 in A flat, op. 110, Allegro molto
06. Sonata nr. 31 in A flat, op. 110, Adagio ma non troppo
07. Sonata nr. 31 in A flat, op. 110, Fuga, Allegro ma non troppo
08. Sonata nr. 32 in C minor, op. 111, Maestoso
09. Sonata nr. 32 in C minor, op. 111, Allegro con brio ed appassionato
10. Sonata nr. 32 in C minor, op. 111, Arietta, Adagio molto semplice e cantabile

Sviatoslav Richter – – Piano

CD 2 BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE

The Art Of The Baroque Trumpet, Vol. 1/5 – Niklas Eklund (baroque trumpet), The Drottningholm Ensemble, Nils-Erik Sparf – 1995

The Art Of The Baroque Trumpet
Vol. 1/5

Niklas Eklund (baroque trumpet)

The Drottningholm Ensemble
Nils-Erik Sparf

1995

 

Eklund aprendeu trompete exatamente como um trompetista do século 17 teria … de seu pai trompetista, começando aos cinco anos de idade. Na verdade, ele é a quarta geração de trompetistas dos Eklund. Duvido que houvesse alguma melhor maneira de aprender o instrumento. Os trompetistas eram muito apreciados e bem pagos em toda a Europa nos séculos do Renascimento e do Barroco; eles tinham suas próprias guildas (corporações de ofício,) e suas próprias tradições.

Como diz Eklund, a técnica necessária para tocar trompete barroco é bem diferente daquela do trompete moderno, e não é automático que um lhe dê o outro. O trompete que Eklund toca nesses CDs é uma cópia moderna feita por Reiner Egger de um instrumento feito por volta de 1700 por Johann Leonard Ehe II, talvez também um artesão de quarta geração.

O trompete natural histórico tocou mais confortavelmente em tom médio. O ‘trompete barroco’ de uso comum hoje tem um ou mais pequenos orifícios perfurados na tubulação, que podem ser cobertos e descobertos pelos dedos do músico. Isso foi introduzido pelos fabricantes modernos por Otto Steinkopf na década de 1960; ainda há alguns trompetistas que o rejeitam como uma inovação, mas na verdade ele já pode ter sido conhecido pelos músicos do 18º século. O trompete ‘com chave’, para o qual Haydn escreveu seu glorioso Concerto em Mi bemol maior, não poderia ter sido tocado muito bem no trompete Ehe, mas sua construção implica que os efeitos do orifício na tubulação já fossem compreendidos. De qualquer outra forma, o trompete haydn estava muito mais próximo do trompete barroco em construção e em técnica do que do moderno trompete valvulado.

The Art Of The Baroque Trumpet, Vol. 1/5
Georg Philipp Telemann (Alemanha, 1681-1767)
01. Trumpet Concerto No. 1 in D Major (c. 1720) – I. Adagio
02. Trumpet Concerto No. 1 in D Major (c. 1720) – II. Allegro
03. Trumpet Concerto No. 1 in D Major (c. 1720) – III. Grave
04. Trumpet Concerto No. 1 in D Major (c. 1720) – IV. Allegro
Johann Melchior Molter (Alemanha, 1696 – 1765)
05. Trumpet Concerto No. 1 in D Major (c. 1750) – I. Allegro
06. Trumpet Concerto No. 1 in D Major (c. 1750) – II. Adagio
07. Trumpet Concerto No. 1 in D Major (c. 1750) – III. Allegro
Johann Friedrich Fasch (Alemanha, 1688 – 1758)
08. Trumpet Concerto in D Major (c. 1750) – I. (Allegro)
09. Trumpet Concerto in D Major (c. 1750) – II. Largo
10. Trumpet Concerto in D Major (c. 1750) – III. Allegro
Leopold Mozart (Alemanha, 1719 – 1787)
11. Trumpet Concerto in D Major (c. 1762) – I. Andante (cadenza by N. Eklund)
12. Trumpet Concerto in D Major (c. 1762) – II. Allegro moderato
Giuseppe Torelli (Italia, 1658 – 1709)
13. Sonata in D Major (1690) – I. (Andante)
14. Sonata in D Major (1690) – II. (Allegro)
15. Sonata in D Major (1690) – III. Grave
16. Sonata in D Major (1690) – IV. (Allegro)
Henry Purcell (Inglaterra, 1659-1695)
17. Sonata in D Major (1695) – I. (Allegro)
18. Sonata in D Major (1695) – II. Adagio
19. Sonata in D Major (1695) – III. (Allegro)
Georg Friedrich Händel (Alemanha, 1685 – Inglaterra, 1759)
20. Suite in D Major (1733) – I. Overture
21. Suite in D Major (1733) – II. Allegro (Gigue)
22. Suite in D Major (1733) – III. Air (Minuet)
23. Suite in D Major (1733) – V. March

The Art Of The Baroque Trumpet, Vol. 1/5 – 1995
Niklas Eklund (baroque trumpet)
The Drottningholm Ensemble

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powered by iTunes 12.8.0 | 58 min

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Boa audição!

.: interlúdio :. Charlie Haden: The Montreal Tapes II (com Geri Allen & Paul Motian)

.: interlúdio :. Charlie Haden: The Montreal Tapes II (com Geri Allen & Paul Motian)

Aqui, toda a série e mais um baita CD de brinde.

O segundo volume desta coleção traz Mr. Haden trabalhando em trio em parceria com Geri Allen — uma pianista conhecida por trabalhar no limite entre o mainstream e o avant garde — e Paul Motian — que trabalhou com grandes pianistas, incluindo Bill Evans. Bem, o currículo de Mr. Haden é conhecido. Aqui, esses grandes talentos formam um conjunto eclético, capaz de surpresas como Fiasco, um free jazz, ou canções como First Song. O trio demonstra enorme interação, jamais próximo de uma batalha de egos. Em suma, é o que esperamos de qualquer grupo do qual Mr. Haden faça parte. Altamente recomendado.

Charlie Haden: The Montreal Tapes II (com Geri Allen & Paul Motian)

1 Blues in Motian – 8:20
2 Fiasco (Paul Motian) – 11:58
3 First Song – 9:20
4 Dolphy’s Dance (Geri Allen) – 6:12
5 For John Malachi (Allen) – 6:34
6 In the Year of the Dragon (Motian) – 7:36

Charlie Haden – bass
Geri Allen – piano
Paul Motian – drums

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Paul Motian, Geri Allen e Charlie Haden rindo de nós.

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Jean-Philippe Rameau (França, 1683-1764): Les Fêtes de Polymnie – Purcell Choir & Orfeo Orchestra, dir. György Vashegyi, Véronique Gens – 2014

Les Fêtes de Polymnie
Jean-Philippe Rameau

Purcell Choir & Orfeo Orch.
dir. György Vashegyi
2014

Véronique GensEmőke Baráth, Aurélia Legay, Mathias Vidal, Thomas Dolié

 

Les fêtes de Polymnie (Os Festivais de Polímnia) é um opéra-ballet em três entradas e um prólogo de Jean-Philippe Rameau. O trabalho foi realizado pela primeira vez em 12 de outubro de 1745 na Opéra, em Paris, e é definido como um libreto de Louis de Cahusac. A peça foi escrita para celebrar a vitória francesa na Batalha de Fontenoy na Guerra da Sucessão Austríaca. Foi revivido no mesmo local em 21 de agosto de 1753. 

Nem Cuthbert Girdlestone nem Graham Sadler (no New Penguin Guide) consideram-no entre os melhores trabalhos de Rameau, embora ambos observem a originalidade de sua abertura, que quebra o tradicional molde luliano comum às aberturas francesas até aquela época. .

O prólogo, Le temple de Mémoire (“O Templo da Memória”), descreve a vitória de Fontenoy de maneira alegórica. A primeira entrada é intitulada La fable (Legenda) e representa o casamento de Hércules e Hebe, a deusa da juventude. A segunda entrada, L’histoire (“História”), conta a história do rei helenístico da Síria Seleuco I Nicator, que desiste de sua noiva Stratonice quando ele compreende que seu filho Antiochus I Soteris está loucamente apaixonado por ela (este conto também foi o tema de uma ópera francesa do século XVIII, a Stratonice de Étienne Méhul). A terceira e última entrada é chamada La féerie (“conto de fadas”) e é ambientada no Oriente Médio. Através de seu amor por ele, Argélie resgata Zimès do poder da fada má Alcine.

As 71 faixas podem ser vistas aqui.

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J. S. Bach (1685-1750): Suítes para Alaúde em transcrição para Violão

J. S. Bach (1685-1750): Suítes para Alaúde em transcrição para Violão

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Este disco anula os terríveis sintomas da hipobachemia por um bom tempo. Que maravilha! A esplêndida e altamente lírica Sharon Isbin é um monstro em seu instrumento. Articula sempre com precisão e clareza, ornamenta onde é necessário e toca com a maior facilidade, sabendo exatamente como quer que a música soe. Todas as vozes são discerníveis, mas dentro da hierarquia apropriada às texturas muito complicadas propostas por Bach. Esta é certamente uma gravação que merece um lugar permanente na coleção de qualquer pessoa interessada no repertório de violão. E o repertório é SUBLIME.

J. S. Bach (1685-1750): Suítes para Alaúde em transcrição para Violão

1. Suite BWV 1006a in E major – 1 Prelude (4:23)
2. Suite BWV 1006a in E major – 2 Loure (2:44)
3. Suite BWV 1006a in E major – 3 Gavotte en rondeau (3:10)
4. Suite BWV 1006a in E major – 4 Menuet I & II (da capo Menuet I) (2:56)
5. Suite BWV 1006a in E major – 5 Bourree (1:55)
6. Suite BWV 1006a in E major – 6 Gigue (2:05)

7. Suite BWV 995 in G minor (performed in A minor) – 1 Prelude (6:45)
8. Suite BWV 995 in G minor (performed in A minor) – 2 Allemande (3:31)
9. Suite BWV 995 in G minor (performed in A minor) – 3 Courante (2:06)
10. Suite BWV 995 in G minor (performed in A minor) – 4 Sarabande (4:14)
11. Suite BWV 995 in G minor (performed in A minor) – 5 Gavotte I & II (en rondeau) (2:41)
12. Suite BWV 995 in G minor (performed in A minor) – 6 Gigue (2:22)

13. Suite BWV 996 in E minor – 1 Praeludio – Passaggio presto (2:58)
14. Suite BWV 996 in E minor – 2 Allemande (3:08)
15. Suite BWV 996 in E minor – 3 Courante (2:23)
16. Suite BWV 996 in E minor – 4 Sarabande (4:46)
17. Suite BWV 996 in E minor – 5 Bourree (1:20)
18. Suite BWV 996 in E minor – 6 Gigue (2:58)

19. Suite BWV 997 in C minor (performed in A minor) – 1 Prelude (3:09)
20. Suite BWV 997 in C minor (performed in A minor) – 2 Fugue (8:12)
21. Suite BWV 997 in C minor (performed in A minor) – 3 Sarabande (5:28)
22. Suite BWV 997 in C minor (performed in A minor) – 4 Gigue (2:42)
23. Suite BWV 997 in C minor (performed in A minor) – 5 Double (2:42)

Sharon Isbin, violão

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Sharon Isbin ao lado de Martin Luther King e Angela Davis

PQP

Johann Kuhnau (Alemanha, 1660 – 1722): Complete Sacred Works – Opella Musica & camerata lipsiensis, dir e órgão: Gregor Meyer

Johann Kuhnau: Complete Sacred Works vol. 1 (2013)

Opella Musica
camerata lipsiensis
dir e órgão: Gregor Meyer

Heidi Maria Taubert (soprano)
Isabel Meyer-Kalis (soprano)
David Erler (countertenor)
Tobias Hunger (tenor)
Friedemann Klos (bass)

Johann Kuhnau (Geising, 6 de abril de 1660 — Lípsia, 5 de junho de 1722) foi um compositor alemão, e renomado músico, organista, tecladista e teórico musical. Precedeu Johann Sebastian Bach como kantor da Igreja de São Tomás em Leipzig, e estabeleceu os pilares na fundação da escola alemã do cravo. Além da música, Kuhnau estudou italiano também.(Wikipedia)

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Johann Kuhnau: Complete Sacred Works vol. 2 (2015)

Opella Musica
camerata lipsiensis
dir e órgão: Gregor Meyer

Heidi Maria Taubert (soprano)
David Erler (countertenor)
Tobias Hunger (tenor)
Friedemann Klos (bass)

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Em 1682, transferiu-se para Leipzig. Daí em diante, sua fama o seguiu para o resto de sua vida. Em 1684, substituiu Kühnel como organista da Igreja de São Tomás, em Leipzig, onde fundou o Collegium Musicum, um dos diversos tipos de sociedades musicais que floriram na Alemanha durante a Reforma e desenvolveram-se vigorosamente no meio do século XVIII. Ao mesmo tempo, estudou direito, qualificando-se entre advogados. Em 1700, ele se fez doutor da universidade e das duas principais igrejas e, em 1701, kantor. Lá, Kuhnau lecionou para Joahnn David Heinichen e Christoph Graupner, os quais se tornariam, mais tarde, compositores. Kuhnau permaneceu na cidade até sua morte. Kuhnau deixou traduções de hebraico, grego, latim, italiano, e francês, e escreveu paródias. Kuhnau conhecia Bach, com o qual trabalhou em Halle, examinando um órgão. Além disto, o sobrinho de Kuhnau, Johann Andreas Kuhnau, era o copista das partes musicais das cantatas de Bach.(Wikipedia)

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Johann Kuhnau: Complete Sacred Works vol. 3 (2016)

Opella Musica
camerata lipsiensis
dir e órgão: Gregor Meyer

Isabel Jantschek (soprano)
Heidi Maria Taubert (soprano)
David Erler (countertenor)
Tobias Hunger (tenor)
Friedemann Klos (bass)

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Kuhnau foi para a música de cravo da Alemanha, a glória, antes de Bach. Publicou seus quatro livros, incluindo dois com seus grupos de suítes. Seu trabalho mais conhecido foram as Sonatas Bíblicas, que demonstra a sua capacidade de usar os recursos do cravo de manual duplo. Foi também um dos precursores, se não o inventor, da Sonata com múltiplos movimentos – não com movimentos de dança. Essas incluem Eine Sonata aus dem B (em três movimentos), que se encontra em seu Sieben Partien (Leipzig). Compôs mais treze sonatas, e ainda publicou uma obra primórdia de Música de Programa. Além destas, ainda compôs 14 partien (Leipzig 1689), uma coleção de sonatas como música de dança.(Wikipedia)

BAIXE AQUI – DOWNLOAD HERE – Vol.3
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Johann Kuhnau: Complete Sacred Works vol. 4 (2017)

Opella Musica
camerata lipsiensis
dir e órgão: Gregor Meyer

Isabel Schicketanz (soprano)
Heidi Maria Taubert (soprano)
David Erler (countertenor)
Tobias Hunger (tenor)
Friedemann Klos (bass)

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Conexão com J. S. Bach: O sucessor de Johann Kuhnau como Thomaskantor foi J.S. Bach, em 1723. Kuhnau inspirou J.S. Bach em sua escolha do título Clavier-Übung para quatro publicações de teclado. Ele colaborou com o J.S. Bach no exame de um órgão em Halle em 1716. Além disso, o sobrinho de Kuhnau, Johann Andreas Kuhnau, era o principal primeiro copista de cantatas de Bach  e deve ter desfrutado de uma estreita associação com o novo Kantor.(internet)

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Obs: Mais gravações desta série estão programadas para o futuro.

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Boa audição!

.: interludio :. Nicola Conte – Other Directions

Conheço o trabalho do italiano Nicola Conte há pouco tempo, mas a cada novo CD seu a que tenho acesso, me surpreendo cada vez mais com alta qualidade de seu trabalho, de seu estilo sofisticado, muito elaborado e bem produzido, e ainda conta com excelentes músicos e cantores. Seu estilo é uma fusão entre Jazz, Música Latina, Bossa Nova, etc.
Ele compôe, faz os arranjos, produz, toca, enfim, trata-se de um músico completo. Espero que gostem, eu gostei bastante. Se for o caso, posso trazer outros trabalhos seus.
‘Other Directions’ foi lançado em 2004 e é considerado um de seus principais CDs.

1-01 Sea And Sand
1-02 Wanin Moon
1-03 Nefertiti
1-04 Impulso
1-05 A Time For Spring
1-06 Kind Of Sunshine
1-07 Aphrodite’s Dream
1-08 Several Shades Of Dawn
1-09 The Dharma Bums
1-10 All Gone
1-11 Other Directions
1-12 The In-Between
1-13 Le Départ

CD2 – Extra Tracks

2-01 Charade
2-02 Danubian
2-03 Bohemian’s Dilemma
2-04 Nefertiti (Alternative Version)
2-05 Waltz Of The Sirens
2-06 Teardrop Painted Blue
2-07 Quiet Stars
2-08 Kind Of Sunshine (Extended Version)
2-09 Wanin’ Moon (Alternative Take)

Alto Saxophone – Rosario Giuliani
Bongos, Vibraphone – Pierpaolo Bisogno
Double Bass – Pietro Ciancaglini
Drums – Lorenzo Tucci
Flugelhorn – Fabrizio Bosso
Flute – Nicola Stilo
Guitar, Producer – Nicola Conte
Piano – Pietro Lussu
Recorded By – Tommy Cavalieri
Tenor Saxophone – Daniele Scannapieco
Trombone – Gianluca Petrella
Trumpet – Fabrizio Bosso, Till Brönner
Vocals – Bembé Segué*, Cristina Zavalloni, Lisa Bassenge, Lucia Minetti, Till Brönner

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Heinrich Ignaz Franz von Biber (1644-1704): Soldiers, Gypsies, Farmers and a Night Watchman: Instrumental Pieces by Biber

Heinrich Ignaz Franz von Biber (1644-1704): Soldiers, Gypsies, Farmers and a Night Watchman: Instrumental Pieces by Biber

IM-PER-DÍ-VEL !!!

Soldados, Ciganos, Fazendeiros e um Vigia Noturno. Como não ouvir um disco de Biber com este título? Impossível. Merecidamente, a música do compositor barroco austríaco Biber — nascido na atual Tchecoslováquia — está explodindo em popularidade, ao menos nos países cultos. Algumas delas são impressionantes o suficiente para a gente se perguntar porque ele permaneceu desconhecido por tanto tempo. As obras de Soldiers, Gypsies, Farmers e Night Watchman são programáticas. A Battalia, por exemplo, segue em uma longa tradição de representações musicais de batalha, mas essa afirmação dificilmente lhe faz justiça, tem que ouvir. Usando apenas um pequeno conjunto de cordas, Biber faz seus soldados entrarem em campo, cantarem suas várias canções em uma confusão simultânea que soa como Charles Ives. Temos contrabaixos modificados com pedaços de papelão para produzir barulho de tambor, há choques com o inimigo e lamento pelos mortos. E a Sonata Jucunda? Como se explica aquilo? Mas tem muito e muito mais. Baita CD.

Heinrich Ignaz Franz von Biber (1644-1704): Soldiers, Gypsies, Farmers and a Night Watchman: Instrumental Pieces by Biber

1 Arien à 4, suite for violin, 2 violas & continuo in A major, C. 53 4:55
2 Sonata à 6 die pauern-Kirchfarth genandt, for 3 violins, 2 violas & continuo in B flat major, C. 110 5:16
3 Balletto “Die Werber,” suite for violin, 3 violas & continuo in B minor (attributed), C. 60 (B. XIV 250) 6:55
4 Serenada à 5, for 2 violins, 2 violas & continuo (with optional bass voice) in C major (“Nightwatchman’s Call”), C. 75 9:29
5 Pars III of “Mensa Sonora”, suite for violins, 2 violas & continuo in A minor, C. 71 6:27
6 Ballettae à 4, suite for violin, 2 violas & continuo in E minor, C. 54 8:50
7 Battalia, for 3 violins, 4 violas, 2 violini & keyboard in D major, C. 61 (B. XIV 122) 7:30
8 Sonata Jucunda, for 2 violins, 3 violas & continuo in D major (by either Biber or Schmelzer), C. App 121 (B. IV 100) 6:37

Combattimento Consort Amsterdam
Jan Willem de Vriend

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Biber, BAITA compositor

PQP

Bohuslav Martinu (1890-1959) / Alfred Schnittke (1934-1998): Concertos para Dois Pianos e a Quatro Mãos + Hommage à Grieg e Polyphonischer Tango

Bohuslav Martinu (1890-1959) / Alfred Schnittke (1934-1998): Concertos para Dois Pianos e a Quatro Mãos + Hommage à Grieg e Polyphonischer Tango

IM-PER-DÍ-VEL !!!

O concerto de Martinu é uma das várias obras dos anos de guerra passados nos EUA, quando surgiram nada menos do que cinco sinfonias. É uma música alegre e de alta qualidade. O colorido orquestral do primeiro movimento é belíssimo. O concerto de Schnittke é bem diferente. Parece explorar profundezas indesejáveis. Talvez não fosse exagerado dizer que revela horror à vida. Explora a raiva, há metamorfoses caleidoscópicas no movimento lento, mis violência e reinos fantasmais muito distantes da luz solar de Martinu. É grande música. Já Hommage à Grieg é apenas boa, mas o Polyphonischer Tango é uma obra-prima do melhor Schnittke, o bem-humorado.

Bohuslav Martinu (1890-1959) / Alfred Schnittke (1934-1998): Concertos para Dois Pianos e a Quatro Mãos

Bohuslav Martinu
Concerto for Two Pianos and Orchestra, H292
1 I. Allegro non troppo 6:09
2 II. Adagio 9:59
3 III. Allegro 7:29

Alfred Schnittke
4 Schnittke: Concerto for Piano four-hands & Chamber Orchestra (1988) 19:44
5 Hommage à Grieg 5:21
6 Polyphonischer Tango 5:06

Piano Duo Genova & Dimitrov
Kathrin Rabus (violin)
North German Radio Symphony, Hannover
Eiji Oue

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Bohuslav Martinu em 1948.

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Claudio Merulo (1533-1604): Missa Virginis Mariae / Toccata / Magnificat

Claudio Merulo (1533-1604): Missa Virginis Mariae / Toccata / Magnificat

Este é mais um arquivo que nos foi repassado pelo pequepiano WMR.

Alto nível. Gostei bem mais deste CD duplo do que do quádruplo que postamos há uma semana. Creio que a diferença não é somente a música, mas também a qualidade do organista e do som do órgão de Frédéric Muñoz quando comparado com os mesmos itens de Stefano Molardi. As obras são Missas para coro e órgão. Raras vezes (ou nunca) ambos intervêm juntos, o que causa um efeito e tanto. O clima é variado e sempre adequado ao texto. O som do órgão não forma aquele entediante paredão que parece tapar nossos ouvidos até matá-los por sufocamento. É música de devoção, sensível a contextos, sem ser o mero mais do mesmo de tanta música religiosa. Merulo era um renascentista batuta.

Claudio Merulo (1533-1604): Missa Virginis Mariae / Toccata / Magnificat

Disc 1
Toccata decima del 10 tono
1. Toccata decima del 10 tono 00:13:37
Merulo, Claudio

Missa Virginis Mariae
2. Kyrie 00:09:15
3. Gloria 00:25:23

Disc 2
Missa Virginis Mariae
1. Credo Angelorum 00:10:28
2. Sanctus 00:11:18
3. Agnus Dei 00:08:53

Magnificat dell’ottavo tono
4. Magnificat dell’ottavo tono 00:08:43

Laurentino Saenz de Buruaga
Santa Cruz Benedictine Abbey Schola
Frédéric Muñoz

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Jean-Philippe Rameau (França, 1683-1764): Zoroastre, versão 1756 – Les Arts Florissants, dir. William Christie – 2002

Zoroastre, versão 1756

Jean-Philippe Rameau
França, 1683-1764

Les Arts Florissants, dir. William Christie
Matthieu Lécroart, Nathan Berg
Anna Maria Panzarella, Matthieu Lécroart, François Bazola

2002

Zoroastre (Zoroastre) é uma ópera de Jean-Philippe Rameau, apresentada pela primeira vez em 5 de dezembro de 1749 pela Opéra na primeira Salle du Palais-Royal em Paris. O libreto é de Louis de Cahusac. Zoroastre foi o quarto das tragédias em música de Rameau a ser encenado e o último a aparecer durante a vida do compositor. O público deu à versão original uma recepção morna, então Rameau e seu libretista remodelaram completamente a ópera para um renascimento que ocorreu na Opéra em 19 de janeiro de 1756. Desta vez, o trabalho foi um grande sucesso e esta é a versão geralmente ouvida hoje.

A estréia de Zoroastre em 1749 não foi um sucesso; apesar da magnificência da encenação, não conseguiu competir com o novo opéra-ballet de Mondonville, Le carnaval du Parnasse. Rameau e Cahusac decidiram retrabalhar a ópera completamente antes de oferecê-la ao público novamente em 1756. Os atos 2,3 e 5 foram fortemente reescritos e houve várias modificações na trama. Desta vez, o público foi à ópera, embora o crítico Melchior Grimm estivesse desmoralizando com o libreto de Cahusac: “Em Zoroastre é dia e noite alternadamente; mas, como o poeta … não pode contar até cinco, ficou tão confuso em sua avaliação ele foi obrigado a fazê-lo dia e noite, duas ou três vezes em cada ato, de modo que possa ser dia no final da peça “.

Zoroastre foi escolhido para abrir a nova casa de ópera de Paris em 26 de janeiro de 1770, a antiga tendo sido incendiada em 1763. Também foi traduzida para o italiano por Casanova para uma performance em Dresden em 1752, embora algumas das músicas de Rameau tenham sido substituídas por músicas do mestre de balé Adam.

Seu primeiro revival moderno foi em uma versão de concerto na Schola Cantorum, Paris em 1903. A estréia da ópera nos Estados Unidos foi encenada pelo Boston Baroque (então conhecido como Banchetto Musicale) no Sanders Theater da Universidade de Harvard sob o regente Martin Pearlman em 1983 com Jean Claude Orliac no papel título e James Maddalena como Abramane.

Zoroastre inclui algumas inovações importantes: foi a primeira grande ópera francesa a dispensar um prólogo alegórico e seu assunto não é retirado da mitologia clássica da Grécia e Roma, como era habitual, mas da religião persa. Houve uma boa razão para isso. Como escreve Graham Sadler, a ópera é “um retrato disfarçado da Maçonaria”. Cahusac, o libretista, foi um dos principais maçons franceses e muitas de suas obras celebram os ideais do Iluminismo, incluindo Zoroastre. O Zoroastro histórico era altamente considerado nos círculos maçônicos e os paralelos são óbvios entre a ópera de Rameau e uma ainda mais famosa alegoria maçônica, A Flauta Mágica de Mozart (1791), com seus ritos de iniciação conduzidos sob os auspícios do sábio “Sarastro”. (Wikipedia)

As 92 faixas podem ser vistas aqui.

Zoroastre – 2002
Les Arts Florissants
dir. William Christie

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Boa audição!

Avicenna

Serguei Prokofiev – Sonate for Flute in D, op. 94, Cesar Frank – Sonata in A (transcribed for Flute) – Martha Argerich, James Galway

A maravilhosa Sonata para Flauta de Prokofiev (creio inclusive que seja a estreia desta obra aqui no PQPBach) abre este CD, que traz dois excepcionais músicos no apogeu de suas carreiras: o flautista James Galway e a pianista Martha Argerich. Eis um encontro que foi muito proveitoso, pena que, até onde sei, trata-se da única vez em que estes dois se reuniram em estúdio. E este CD é outro daqueles casos de esquecimento, eu tinha certeza de que já o haviam postado, porém nunca apareceu por aqui. Uma pena, os senhores nem imaginam o que estão perdendo.
James Galway foi um dos grandes nomes da Flauta no século XX, que, nem precisamos lembrar, foi recheado de gênios como Rampal e Nicolet. Ou seja, a concorrência era grande, apesar de Galway ser de uma outra geração, tendo inclusive sido aluno de Rampal. Mas aprendeu com os mestres. O que temos aqui é um músico completo, com pleno e total controle, sem medo de ousar. Lembrando que a peça de Prokofiev foi originalmente escrita para Flauta, enquanto que no caso da Sonata de Cesar Franck, o que ouvimos é a nossa velha conhecida daqui do PQPBach, a Sonata para Violino, que foi transcrita para Flauta.
Creio que nossa Martha Argerich dispensa apresentações. Ela já é da casa. Lembro de que esta gravação que ora vos trago foi realizada há mais de quarenta anos, 1975 para ser mais exato … e os dois músicos estão no apogeu de sua juventude, no calor da juventude, souberam aproveitar esta ‘chama’ para nos brindar com um disco que com certeza ganha o selo de qualidade ‘IM-PER-DÍ-VEL’ daqui do PQPBach.

1. Sonata for Flute and Piano in D Major, Op. 94 / I. Moderato – James Galway / Martha Argerich
2. Sonata for Flute and Piano in D Major, Op. 94 / II. Scherzo – James Galway / Martha Argerich
3. Sonata for Flute and Piano in D Major, Op. 94 / III. Andante – James Galway / Martha Argerich
4. Sonata for Flute and Piano in D Major, Op. 94 / IV. Allegro con brio – James Galway / Martha Argerich
5. Sonata for Violin and Piano in A Major, FWV 8 / I. Allegretto ben moderato – James Galway / Martha Argerich
6. Sonata for Violin and Piano in A Major, FWV 8 / II. Allegro – James Galway / Martha Argerich
7. Sonata for Violin and Piano in A Major, FWV 8 / III. Recitativo fantasia – James Galway / Martha Argerich
8. Sonata for Violin and Piano in A Major, FWV 8 / IV. Allegretto poco mosso – James Galway / Martha Argerich

James Galway – Flute
Martha Argerich – Piano

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.: interlúdio :. Houston Person & Ron Carter: Remember Love

.: interlúdio :. Houston Person & Ron Carter: Remember Love

O saxofonista Houston Person e o baixista Ron Carter, ambos na faixa dos oitenta anos, tocam e gravam em dueto há quase três décadas. Remember Love marca seu sétimo álbum nesse formato. Os sons do sax e do baixo são gravados em minúcia. cada detalhe é ouvido. A amplificação é tal que o ouvinte pode notar claramente a respiração de Person entre as frases. Acho ótimo. O clima é sofisticado e agradável. Os temas são conhecidos e populares e dificilmente você poderá escolher companheiros mais amáveis.

Houston Person & Ron Carter: Remember Love

1 Love Is Here to Stay 6:57
2 My One and Only Love 4:37
3 Why Not 6:10
4 Day Dream 5:01
5 Gentle Rain 6:23
6 The Way You Look Tonight 4:28
7 You Are My Sunshine 5:43
8 Blues for DP 5:32
9 Easy to Remember 4:47
10 Without a Song 3:03

Houston Person, sax tenor
Ron Carter, baixo

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PQP

Antonio Lucio Vivaldi (1678 – 1741): La fida ninfa – Ensemble Matheus, dir. Jean-Christophe Spinosi & Sandrine Piau, Philippe Jaroussky, Topi Lehtipuu, Verónica Cangemi, Marie-Nicole Lemieux, Christian Senn, Sara Mingardo – 2008

La fida ninfa

Antonio Lucio Vivaldi

Ensemble Matheus
dir. Jean-Christophe Spinosi

Piau, Cangemi, Lemieux, Regazzo,
 Jaroussky, Lehtipuu, Mingardo, Senn

La fida ninfa (RV 714) é uma ópera em três atos composta pelo veneziano Antonio Vivaldi (1678-1741) a partir de libreto de Francesco Scipione Maffei (1675-1755). Sua estreia se deu em 6 de janeiro de 1732 por ocasião da inauguração do Nuovo Teatro Filarmonico di Verona. Uma característica interessante e incomum desta ópera é a variedade de conjuntos vocais (ensembles), quebrando a monotonia da simples alternância entre recitativos e árias da capo. A ópera havia sido encomendada em 1729 e foi concluída com extrema rapidez no ano seguinte. Alguns críticos consideram que essa rapidez comprometeu a qualidade da obra em diversos trechos. Apesar disso, a estreia foi seguidamente adiada, segundo crônicas da época, devido a uma grande concentração de tropas germânicas na região, o que fez com que as autoridades da República de Veneza adiassem a inauguração solene do novo teatro de Verona até que a situação se normalizasse. Uma gravação recente foi feita em 2009 pela Opus 111 – Naïve na série The Vivaldi Collection. O conjunto Ensemble Matheus é regido por Jean-Christophe Spinosi.

A trama do libreto não faz justiça a seu autor, Francesco Scipione Maffei, um aristocrata com vasta erudição. Nesse sentido, La fida Ninfa é uma alegoria sobre o amor matrimonial e a fidelidade dos compromissos sentimentais cheia de clichês, ninfas, piratas mal-humorados e de erros de identidade. Mas é consenso que a música sublime de Vivaldi supera as limitações do texto. A história se passa em Naxos, ilha do Mar Egeu, na antiguidade grega. (Wikipedia)

As 86 faixas dos 3 CDs podem ser vistas aqui.

Palhinha: ouça com Sandrine Piau, Scena 4. Aria: “Selve annose, erme foreste” (Licori)

La fida ninfa – 2008
Ensemble Matheus
dir. Jean-Christophe Spinosi

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Avicenna

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791): Piano Concertos nº24 & 25 – Moravec, Marriner, ASMF

Trago um novo link para este belo cd, que tem aquele que provavelmente é o mais belo dos concertos para Piano de Mozart, principalmente por sua introdução, o de nº 25. Uma singela homenagem a estes dois grandes músicos que aqui mostram todo o seu talento, o pianista Ivan Moravec e o maestro Neville Marriner. Duas lendas, que coincidentemente morreram com apenas um ano de diferença. Provavelmente onde quer que estejam continuam desfilando todo o seu talento. 

Um cd delicioso com dois concertos para piano de Mozart interpretados pelo pianista tcheco Ivan Moravec, que eu particularmente não conhecia até ter acesso a esse cd. O refinamento destes últimos concertos de Mozart exigem do pianista o mesmo tato em sua interpretação. Moravec já era um senhor de 66 anos de idade quando gravou com a nossa querida Academy of Saint-Martin on the Fields, dirigida pelo lendário maestro Sir Neville Marriner. E sua experiência pode ser sentida ao ouvirmos essas gravações. Marriner e sua orquestra são exímios intérpretes da obra de Mozart, e já gravaram estes mesmos concertos em outras ocasiões, sendo a mais festejada as versões com Alfred Brendel, talvez a melhor de todas as integrais já gravadas dos concertos de Mozart.

Mas Mozart é Mozart, e seus intérpretes sempre conseguem extrair aquele algo a mais de suas obras. Ainda mais com músicos do nível destes envolvidos nestas gravações que ora vos trago.

Eis um CD para ser apreciado sem moderação, para ser degustado em todos os seus detalhes. quantas vezes forem necessárias.

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791): Piano Concertos nº24 & 25 – Moravec, Marriner, ASMF

01 – Piano Concerto No.24 KV 491 Allegro
02 – Piano Concerto No.24 KV 491 Larghetto
03 – Piano Concerto No.24 KV 491 Allegretto
04 – Piano Concerto No.25 KV 503 Allegro maestro
05 – Piano Concerto No.25 KV 503 Andante
06 – Piano Concerto No.25 KV 503 Allegretto

Ivan Moravec – Piano
Academy of Saint Martin in the Fields
Sir Neville Marriner – Conductor

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J. S. Bach (1685-1750): Cantatas BWV 138, 161 e 95

J. S. Bach (1685-1750): Cantatas BWV 138, 161 e 95

Na minha opinião, o grande destaque deste CD é a Cantata BWV 95, a qual contém uma das árias que mais gosto neste mundo, a quinta faixa, Ach, schlage doch bald, selge Stunde, aqui cantada por Adalbert Kraus. Tenho a integral de Cantatas de Bach por Rilling e volta e meia ouço um dos 71 CDs e faço-o pingar aqui no PQP sem maior compromisso. São gravações velhas, muito competentes, boas e dignas. Sabem quem foi o tenor Aldo Baldin? Pois é, ele era catarinense. Pesquise aí, minha moça ou rapaz.

J. S. Bach (1685-1750): Cantatas BWV 138, 161 e 95

Cantata No. 138, “Warum betrübst du dich, mein Herz?” BWV 138
1. 1. Chor (Verse 1) – Arleen Auger/Ria Bollen/Aldo Baldin/Philippe Huttenlocher
2. 2 Recitative – Philippe Huttenlocher
3. 3. Chor (Verse 2) – Arleen Auger/Ria Bollen/Aldo Baldin/Philippe Huttenlocher
4. 4. Recitative – Aldo Baldin
5. 5. Aria – Philippe Huttenlocher
6. 6. Recitative – Ria Bollen
7. 7. Chor (Verse 3) – Arleen Auger/Ria Bollen/Aldo Baldin/Philippe Huttenlocher

Cantata No. 161, “Komm, du süsse Todesstunde,” BWV 161
8. 1. Aria And Chor – Hildegard Laurich
9. 2. Recitative – Adalbert Kraus
10. 3. Aria – Adalbert Kraus
11. 4. Recitative – Hildegard Laurich
12. 5. Chor – Hildegard Laurich/Adalbert Kraus
13. 6. Chor – Hildegard Laurich/Adalbert Kraus

Cantata No. 95, “Christus, der ist mein Leben,” BWV 95
14. 1. Chor – Arleen Auger/Adalbert Kraus/Walter Heldwein
15. 2. Recitative – Arleen Auger
16. 3. Chor – Arleen Auger
17. 4. Recitative – Adalbert Kraus
18. 5. Aria – Adalbert Kraus
19. 6. Recitative – Walter Heldwein
20. 7. Chor – Arleen Auger/Adalbert Kraus/Walter Heldwein

Arleen Augér – Soprano (Vocal)
Aldo Baldin – Tenor (Vocal)
Ria Bollen – Alto (Vocals)
Frankfurter Kantorei – Choir/Chorus
Gächinger Kantorei Stuttgart – Choir/Chorus
Walter Heldwein – Bass (Vocal)
Philippe Huttenlocher – Bass (Vocal)
Adalbert Kraus – Tenor (Vocal)
Hildegard Laurich – Alto (Vocals)
Stuttgart Bach Collegium – Ensemble, Orchestra
Helmuth Rilling – Conductor

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Helmuth_Rilling (1933) ainda está por aí, bastante ativo.

PQP

Jean-Philippe Rameau (França, 1683-1764): Les Paladins – Neue Düsseldorfer Hofmusik, dir. Konrad Junghänel – 2010

Les Paladins
Jean-Philippe Rameau

Neue Düsseldorfer Hofmusik
dir. Konrad Junghänel

Anna Virovlansky, Iulia Elena Surdu, Laimonas Pautienius, Anders J. Dahlin, Adrian Sâmpetrean, Thomas Michael Allen

2010

Les Paladins é uma ópera de Jean-Philippe Rameau, apresentada pela primeira vez em 12 de fevereiro de 1760 na Ópera de Paris. O autor do libreto não é conhecido com certeza, mas provavelmente foi um dos irmãos Duplat de Monticourt. Rameau chamou Les Paladins de comédie lyrique, colocando-o na mesma categoria de seu trabalho anterior, Platée.

A identidade do libretista é incerta. No século 18, Charles Collé retransmitiu o boato de que o autor era Gentil-Bernard. No entanto, Les spectacles de Paris de 1770 e, mais tarde, Louis-François Beffara alegou que o texto era de Duplat de Monticourt, sem especificar se isso significava Jean-François Duplat de Monticourt ou seu irmão Pierre-Jacques. Em sua biografia do compositor em 2014, a especialista em Rameau, Sylvie Bouissou, inclina-se ligeiramente para a crença de que era Pierre-Jacques, dada a sua maior experiência de escrever para o teatro.

O enredo é baseado em uma fábula de La Fontaine, Le petit chien qui secoue de l’argent et des pierreries, derivado de um episódio de Orlando Furioso de Ludovico Ariosto. (Wikipedia)

Les Paladins
Neue Düsseldorfer Hofmusik
Disco 1
Acte I – Ouverture très vive
01. Acte I – Gavotte gaie
02. Acte I; Scène 1 – [Air:] “Triste séjour, solitude ennuyeuse” (Argie)
03. Acte I; Scène 1 – [Récit:] “L’hymen”, [Air:] “Qu’il faut attendre”, [Récit:] “Quel espoir” (Nérine, Argie)
04. Acte I; Scène 1 – Ariette vive: “L’amant peu sensible et volage” (Nérine)
05. Acte I; Scène 2 – [Récit:] “Argie, holà”, [Récit:] “J’entends le bruit” (Orcan, Nérine)
06. Acte I; Scène 2 – [Récit:] “Quelle rigueur”, [Trio:] “Non, non, non”, [Récit:] “Cédez” (Orcan, Argie, Nérine)
07. Acte I; Scène 3 – [Récit & Air:] “Seras-tu toujours”, [Air:] “Considère toi-même” (Nérine, Orcan)
08. Acte I; Scène 3 – [Air:] “Ma voix deviendrait plus sonore” (Orcan)
09. Acte I; Scène 3 – [Air:] “Ecoute, Orcan, écoute” (Nérine)
10. Acte I; Scène 3 – [Récit:] “Tais-toi”, Duo vif: “Serpent, retire-toi” (Orcan, Nérine)
11. Acte I; Scène 3 – [Récit:] “Quels concerts insolents”; Scène 4 – [Récit:] “Qu’ai-je entendu” (Argie, Nérine)
12. Acte I; Scène 4 – [Air:] “Est-il beau comme le jour” (Nérine)
13. Acte I; Scène 4 – [Récit:] “Orcan veille de ce côté” (Nérine, Argie)
14. Acte I; Scène 5 – Entrée des pèlerins
15. Acte I; Scène 5 – Ariette vive et gaie: “Accourez, amants” (Atis)
16. Acte I; Scène 5 – Gavotte gaie
17. Acte I; Scène 5 – [Air:] “L’espoir nous mène”, [Récit:] “Ah, j’en possédais un si fidèle”, [Chœur:] “Venez avec nous”,
18. Acte I; Scène 5 – [Air:] “Quand sous l’amoureuse loi” (Atis)
19. Acte I; Scène 6 – [Récit:] “C’est une fée enchanteresse”, Duo: “Vous m’aimez” (Atis, Argie)
20. Acte I; Scène 6 – Bruit de guerre, [Récit:] “Fuyez le sort” (Nérine, Atis, Orcan)
21. Acte I; Scène 6 – [Air:] “Je meurs de peur”, [Récit:] “Orcan, j’aime à voir”, Duo très vif: “Défends-toi” (Orcan, Atis)
22. Acte I; Scène 6 – [Récit:] “Belle Argie”, [Récit:] “Nérine”, [Récit:] “Vous, dont le zèle”, [Chœur:] “Qu’il soit armé pèlerin”
23. Acte I; Scène 6 – Air gay
24. Acte I; Scène 6 – [Chœur:] “Le joli, le gentil pèlerin” (Nérine, Argie, Orcan, Atis)
25. Acte I; Scène 6 – Loure
26. Acte I; Scène 6 – Pantomime
27. Acte I; Scène 6 – Contredanse
28. Acte I; Scène 6 – Galop, [Récit:] “Qu’ai-je entendu”, [Chœur:] “Fuyez Atis”, [Chœur:] “C’est un éclair” (Nérine, Argie, Orcan, Chœur)

Disco 2
01. Acte II; Scène 1 – Ritournelle; [Récit:] “Mon cœur”, [Récit:] “Mais quel bruit!”; Scène 2 – [Récit:] “Ah Seigneur” (Anselme, Orcan)
02. Acte II; Scène 3 – [Récit:] “La, la, la”, [Air:] “Vous méditiez”, [Récit:] “Nommez l’auteur” (Argie, Anselme)
03. Acte II; Scène 4 – [Air:] “C’est ce poignard, perfide” (Anselme)
04. Acte II; Scène 5 – [Récit:] “Approche, Orcan”, Lent; Scène 6 – [Récit:] “Je puis donc me venger” (Anselme, Orcan)
05. Acte II; Scène 7 – Ariette “C’est trop soupiré”, [Récit:] “Le voilà”, [Duo:] “Non, non”, [Récit:] “C’est trop” (Nérine, Orcan)
06. Acte II; Scène 8 – Air de furie, [Récit:] “Vengez l’innocence” (Orcan, Atis)
07. Acte II; Scène 8 – [Récit:] “Démons, frappez”, [Chœur:] “Frappons” (Atis, Orcan, Chœur)
08. Acte II; Scène 8 – Air très vif”, [Air:] “Je suis la furie” (Un Démon)
09. Acte II; Scène 9 – [Récit:] “Monstre, vois la beauté”, [Récit:] “Espérons un destin plus doux” (Atis, Orcan, Argie)
10. Acte II; Scène 9 – Gavotte gaie
11. Acte II; Scène 9 – Entrée des Paladines, et ensuite Paladins
12. Acte II; Scène 10 – [Récit:] “Vengeurs des beautés”, [Air:] “Formez les nœuds” (Atis, Chœur)
13. Acte II; Scène 10 – Sarabande
14. Acte II; Scène 10 – Ariette lente: “Je vole, amour” (Argie)
15. Acte II; Scène 10 – Air très gay
16. Acte II; Scène 10 – Gavotte un peu lente
17. Acte II; Scène 10 – Menuet
18. Acte II; Scène 10 – Contredans
19. Acte III; Scène 1 – [Air:] “Tu vas tomber sous ma puissance” (Anselme)
20. Acte III; Scène 1 – Chœur “Attaquons”, [Récit:] “Mais, o ciel!” (Anselme, Chœur)
21. Acte III; Scène 1 – [Air:] “Quels jardins délicieux” (Anselme)
22. Acte III; Scène 2 – [Récit:] “Esclave”, Ariette gaye: “Le printemps des amants” (Anselme, Manto)
23. Acte III; Scène 2 – [Récit:] “Mais, votre cœur”, [Air:] “De ta gravité”, [Récit:] “Mai si je suis”, Mesuré: “Animez-vous” (Orcan, Manto, Anselme)
24. Acte III; Scène 2 – Air pour les Pagodes
25. Acte III; Scène 2 – Entrée de Chinois
26. Acte III; Scène 2 – Loure
27. Acte III; Scène 2 – Gigue vive
28. Acte III; Scène 2 – [Récit:] Pour répondre”, [Récit:] “Anselme soupirant”, Air ironique: “Il faut savoir”, Air un peu gay: “Le crime”,
29. Acte III; Scène 3 – Trio: “Vengeons, vengeons” (Anselme, Argie, Manto)
30. Acte III; Scène 4 – [Récit:] “Reconnaissez Manto”, Duo lent: “O Divinité”, [Récit:] “Je veux que ces jeux”,
31. Acte III; Scène 4 – Duo: “Ah, que j’aimerai” (Argie, Atis)
32. Acte III; Scène 4 – Chœur: “L’amour chante”
33. Acte III; Scène 4 – Ariette gaie: “Lance, lance” (Atis)
34. Acte III; Scène 4 – Contredanse, [Chœur:] “Loin de nos jeux” (Chœur)

Les Paladins – 2010
Neue Düsseldorfer Hofmusik
dir. Konrad Junghänel

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